Epístolas Pastorais - 1 Timóteo 3:1-7

Qualidades necessárias para servir no ministério.

Qualidades necessárias para servir no ministério como presbíteros.

Transcrição

Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Campos. Paulo, na sua carta instrutiva a Timóteo, está a dar várias instruções a Timóteo, que na realidade são aplicáveis para todos nós. Inicialmente, na carta, ele está a mencionar que não ensinem qualquer outra doutrina a não ser a que Jesus Cristo ensinou. Isto é porque a Igreja em Ephesus estava a ser influenciada pelo Gnosticismo, o que levou alguns a se desviarem da sã doutrina. Esse Gnosticismo eu expliquei em estudos prévios em maior detalhe. Mas assim, o que estava a passar é que estavam a desviar da doutrina de Deus, da doutrina que Jesus Cristo nos trouxe, da doutrina da Boa Nova do Reino de Deus.

E que Jesus Cristo é, digamos assim, a pedra principal neste plano de salvação, que tem um ponto final, que é para todos nós virmos a ser filhos e filhas de Deus no Reino de Deus. E por isso é que ele, nesta carta, vê-se no início, dentro dos versículos 3 a 18, para permanecermos fiéis até ao fim, e está a dizer assim a Timóteo, para ele militar, pela Boa Milícia. Isto é, para ele estar a combater pela fé, com boa consciência, para se manter fiel até ao fim, que é o mesmo que nós todos temos que fazer.

Depois, no segundo capítulo, esta epístola a Timóteo nos exorta a orar por todas as pessoas. E assim, Paulo desejava que todos os homens tivessem sempre orando em todos os lugares, levantando as mãos santas sem ira, sem controversias, e sem raciocínios internos, ou fazendo questões acerca do que é verdadeiro. De mesmo modo, também vemos a isso nesse capítulo 2, que ele, Paulo desejava que as mulheres se adornassem de modéstia, reverência e muderação.

Uma vez mais, este foi o assunto que abordei detalhadamente no estudo prévio desta série acerca das epístolas pasturais de Paulo. Assim, no versículo 12 de 1º Timóteo, Paulo diz às damas que não devem estar a ensinar doutrina na igreja a um homem. Esse foi um papel designado por Deus ao homem, mas o papel que Deus designou a Deus à mulher não é inferior, é simplesmente diferente. O papel da dama é de cuidar o lar e assim formar os futuros filhos de Deus. Então, os homens têm uma certa responsabilidade em formar os filhos de Deus e as damas têm outra responsabilidade.

De mesmo modo, isto é, de formar os futuros filhos e filhas de Deus. Isto é, os seus próprios filhos, as suas crianças, os jovens, os mais pequeninos, na igreja e, como sabem irmãos, aqueles anos, digamos assim, os anos formativos, iniciais são extremamente importantes para o futuro de uma pessoa e, por isso, é uma responsabilidade extremamente importante que Deus dá às damas. E assim as damas têm esta responsabilidade de formar esta juventude, que vai ser os líderes da manhã, de um modo, de uma maneira, num caminho, que seja agradável a Deus e para a Sua glória.

E isso é o que vemos, por exemplo, em 1 Timothy 5, versículo 14, em que diz, quero pois, que as que são mossas se casem, gerem filhos, governem a casa e não derem a ocasião ao adversário de mal-dizer.

E, por isso, as mais jovens devem se casar, ter filhos e assim estão a ajudar, na criação e na educação desses meninos e meninas, nos anos formativos dessa juventude. E, por isso, vemos aqui, em Timothy, que Paulo está a instruir as damas, que têm uma responsabilidade de governar o lar e criar os filhos, da maneira que glorifique a Deus. As mulheres piadosas, portanto, têm uma responsabilidade muito importante nas Suas famílias, e também têm uma responsabilidade muito importante na congregação local, porque há muitas ações e atividades de serviço na igreja, nas quais as mulheres, as damas prestam uma assistência muito grande e muito valiosa à congregação.

E, por isso, Paulo aqui está essencialmente falando de uma ordem piadosa, de autoridade no reino. Isto é que poderemos simplesmente chamar isso uma autoridade ou uma responsabilidade de Sophia. Vemos, por exemplo, em 1 Coríntios, capítulo 11, versículo 3, que diz, Quero que sabes que Cristo é a cabeça de todo o homem, e o homem é a cabeça da mulher, e Deus é a cabeça de Cristo.

Isto é da maneira que Deus estabeleceu esta ordem piadosa da autoridade. E, por isso, existe, portanto, esta relação, este relacionamento. A cabeça de Cristo é Deus. A cabeça da igreja e do homem é Cristo. E a cabeça da mulher é o homem. Isto, esta ordem piadosa da autoridade, é a ordem que Deus estabeleceu no seu reino e na forma que Ele deseja.

Assim, o ensino da Daltrina, como podemos ver, e já foi discutido bem profundamente em estudos bíblicos prévios, é um ofício designado por Deus. E nem todos os homens têm essa responsabilidade. E, essencialmente, é o que vemos, então, no capítulo 3 de Timothio, no qual Paulo agora está a tratar de uma forma mais extensa, mais detalhada, do que em qualquer outra parte das Escrituras.

Aí Paulo está a detalhar as qualidades necessárias para um homem servir no Ministério, ou para uma pessoa ser um diálogo, ou diaconiza. E, por isso, aqui, no capítulo 3, na primeira parte do capítulo 3, Paulo está a descrever estas responsabilidades. Ora, embora o Ministério do Novo Testamento tenha as suas origens no sacerdócio e nos levitas do antigo estudo, o Ministério do Novo Testamento tenha as suas origens no sacerdócio e nos levitas do antigo estudo, o Ministério do Novo Testamento não é uma versão revisada do sacerdócio do antigo estudo. No antigo testamento, os que serviam em capacidade ministerial eram descendentes de Levite. No Novo Testamento, a linhagem física não é importante, pois o serviço na Igreja, o ato de servir na Igreja, é baseado em certas qualidades e dons que Deus concede a pessoas e que as pessoas usam e punem em prática. Essas qualidades e esses dons específicos que Deus concede não significa que uma pessoa seja mais justa do que outra. Não. São simplesmente as qualidades que Deus decidiu dar. Algumas pessoas, é decisão dele, a quais pessoas é que têm certas, certos dons, certas habilidades, a encontraste com outras qualidades ou dons que Deus decidiu dar a outras pessoas. Assim, algumas pessoas têm os talentos, os dons ou capacidades para servir de uma forma, enquanto outras têm outros talentos, outros dons, outras habilidades para servir em outras áreas na Igreja ou na congregação. Então, pode-se perguntar, porque precisamos de certas qualificações para ser ordenado como um ancião ou diálogo? É uma pergunta justa, quando diga diálogo, podia ser diaconisa também. Mas, particularmente, vamos primeiro abordar acerca de ser ordenado como um ancião, o ministro de Jesus Cristo. Primeiro, e é muito lógico, o ministro é mais visível. Esse ministro, esse ancião, representa a Igreja. Não simplesmente para com os membros, mas também para com os que não são membros para o gestão fora da Igreja. Portanto, o exemplo do ministro deve ser um que adere a padrões piadosos, padrões que glorifiquem a Deus. O ministro de Jesus Cristo deve aderir aos padrões de Cristo, os qual ele espera que nós estejamos a exibir, a praticar, a viver. Em segundo lugar, a necessidade de certas qualificações para ser ordenado como ministro de Jesus Cristo, decora de forma lógica do ponto anterior que eu mencinei. O ministro deve ser um exemplo e, além disso, deve liderar por esse exemplo. Portanto, não é apenas ser um exemplo, mas liderar pelo exemplo. Dessa forma, os membros têm a segurança de que podem olhar para o ministro como exemplo em diversas áreas. Ora, isso não significa que o ministério ou o ministro seja um homem perfeito, mas a vida do ministro deve demonstrar um certo nível de compromisso, de esforço e de realização. Noutras palavras, deve demonstrar no seu desejo e no seu esforço de que ele está a esforçar a ser semelhante a Cristo. Em terceiro lugar, o ministério não é uma posição de prestígio, ou de poder político, ou manobra para obter poder. O ministério, o ministro de Jesus Cristo, é uma posição de serviço baseada em qualificações de serviço e não em qualquer influência ou manobra política. Em quarto ponto, os que têm o desejo de servir a incapacidade ministerial, como mencionado no versículo 1 do capítulo 3, de primeiro Timótio, têm nesta lista uma oportunidade a valiar as suas vidas e ver onde precisam de crescer. Na verdade, todos nós, como membros da Igreja de Deus, com estas listas, e por isso não é só para o benefício ou para a aplicação dos ministros, mas é para o benefício e para a aplicação de todos nós. Temos estas listas para nos avaliá-nos, para nos examinarmos e dizermos, ou identificarmos, aonde é que precisamos crescer mais nesta ou naquela área da nossa vida.

Todos devemos de nos examinar, de nos analisar, de nos autoavaliar, com a intenção de crescermos e de nos torná-mos melhores. Por isso esta lista, de uma certa maneira, é aplicável a todos os membros da Igreja. Em quinto lugar, os responsáveis para ordenar os futuros anciões e ministros de Jesus Cristo, através desta secção, têm uma lista do que é importante para Deus, das qualidades que Deus valoriza. Assim, nós, os líderes da Igreja, podemos usar esta lista para avaliar as qualidades de diferentes pessoas, que estamos a ver com possíveis futuros ministros de Jesus Cristo, isto é, pessoas diferentes que nós estejamos a considerar para os ordenar. E assim, portanto, não estamos a ser influenciados por aparências, ou por certas personalidades que possam parecer mais impressionantes. Em sexto lugar, esta lista ajuda a todos nós a compreender melhor qual é o papel do ministro. E como? Através desse papel e dessa responsabilidade do ministro, como é que os ministros e as pessoas se devem relacionar uns com os outros?

E em sétimo lugar, e não é menos importante, algumas das qualidades também mostram que o Ministério não é para toda a pessoa, não é para todos os homens, pois nem todo o homem tem esses talentos, ou essas habilidades para o Ministério, nem todos os homens foram dados certas habilidades para o Ministério. Por exemplo, nem toda a pessoa pode ser o melhor professora, ou mais apto para estar a ensinar, pessoas têm talentos diferentes.

Portanto, sim, todos precisamos ter a maioria destas qualidades de uma forma ou outra, mas nem todos precisam ter uma qualidade isoladamente, ou isto é, ter todas e cada qualidade isoladamente, pois as pessoas podem servir em outras capacidades. Por exemplo, pessoas podem servir a Igreja em muitas outras maneiras, além de ser, por exemplo, um pregador. Por exemplo, há certos diágonos na Igreja, certas pessoas que fazem certas ajudas na Igreja, ou que eu como ministro não conseguiria executar as minhas responsabilidades, se essas pessoas não estivessem a fazer as partes das funções do trabalho na Igreja tão adequadamente, tão bem, que haveria problema se eles não estivessem a fazer isso. E eu estou muito grato por essas pessoas que me ajudam em outras responsabilidades.

Mais uma vez, o ofício, a responsabilidade ou a posição de ser um ancião, isto é, de ser um ministro, não é uma responsabilidade ou não é um ofício de superioridade. Mas é um ofício, é uma responsabilidade, é uma posição de serviço. E os que servem devem manter um certo nível de habilidades espirituais e de se esforçar para crescer nessas habilidades, a fim de cumprir esse serviço à Igreja como ministro de Cristo e assim cumprir essa responsabilidade a Jesus Cristo e a Deus. Isto é, a cabeça da Igreja. Com este contexto, como pano de fundo, vamos agora ler o versículo 1, de 1º Timótipo, capítulo 3. E diz assim, esta é uma palavra fiel, se alguém deseja o hipiscopado, excelente obra deseja.

A expressão, uma palavra fiel, ou fiel é esta palavra, como algumas versões descrevem, essa expressão aparece cinco vezes nas epístolas pasturais. É usada primeiro, em 1º Timótipo capítulo 1, versículo 15, onde diz esta é uma palavra fiel e digna de toda aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores dos quais eu sou o principal. Assim vemos que estas palavras fieis são algo a qual Paulo chama a nossa atenção. É algo que Paulo está dizendo que é muito importante. E por isso, precisamos tomar atenção ao que ele está a dizer. No certo sentido, a parte importante da verdadeira doutrina é o ensino verdadeiro. Não é questionável, não é controverso, não há dúvida sobre o assunto. É uma verdade simples e clara. É a pura verdade. A terceira vez, a segunda vez, é aqui que estamos a ler aqui em 1º e 1º, capítulo 3, versículo 1, e depois diz a terceira vez que esta expressão é usada, está no capítulo 4, versículo 9. Esta palavra é fiel e digna de toda aceitação. Porque para isto trabalhamos e somos injuriados, pois esperamos no Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, principalmente dos fiéis.

E por isso, vemos aqui novamente que está a dizer que isto é algo que não é questionável e o que se segue é muito importante. Em 2º Timótio capítulo 2, versículo 11, 2º Timótio capítulo 2, versículo 11, lemos palavra fiel é esta, que se morremos com ele, também com ele, viveremos.

Aqui ve-se uma vez mais que isto é extremamente importante, parte da doutrina, não é questionável. E depois ele continuam a dizer, se sofremos também com ele, renaremos. E se o negarmos, também ele nos negará. Se formos fiéis, ele permanece fiel e não pode negar-se a si mesmo. Encinte-se, precisamos ser como Deus é. E se estamos falhando nestas coisas, precisamos mudar. Precisamos ser fiéis, mas Deus é fiel, Ele não muda, Ele é fiel. Aqui, ainda vez que Paulo usa esta expressão, é em título capítulo 3, versículo 8. Diz assim, fiel é a palavra e isto quero que deveras afirme. Para que os que creem em Deus procurem aplicar-se às boas obras, estas coisas são boas e proveitosas aos homens. E, por isso, vemos-nos, estas cinco vezes que esta expressão fiel é esta palavra, ou fiel é a palavra, é uma expressão muito importante. Então, voltando a primeiro timótipo, capítulo 3, versículo 1, esta é uma palavra fiel. Quando Paulo está a dizer isto aqui, está a fazer uma declaração importante. Se você deseja ter uma posição de liderança, uma posição de uma pessoa que cuida de outros, como um ancião, ele está a dizer isto é uma coisa boa. Diz assim, se alguém deseja o hipífios culpado, a excelente obra deseja. Ele deseja uma boa obra. Agora, a palavra deseja, está claro, não está referindo a uma ambição desmedida para ter prestígio pessoal. Não, não é nada disso. Mas está a encorajar aqueles que desejam servir aos irmãos e viver a servir deste modo. Então, eles têm que ter um padrão de vida mais elevado. Portanto, se você tem esse desejo, se você tem esse intento de servir, aqui está uma lista de coisas as quais você precisa de concentrar, e se auto-examinar. Nós, todos nós, como os primícipes que somos, nós já somos as primícies. Somos os primeiros que receberam o Espírito de Santo de Deus. E, por isso, somos as primícies do Espírito, como lemos em Romanos 8. Mas na segunda vinda de Cristo, que é simbolizada pelo dia das trombetas, os que permanecem fiéis, ou permanecer em fiéis até ao fim, serão transformados para primícias de Deus. Hoje em dia somos primícias de Espírito, somos primeiros que recebemos o Espírito. Mas se nos mantermos fiéis até ao fim, que pode ser ao fim da nossa vida, então seremos as primícias de Deus durante a ressurreição. E assim, uma vez, no rei de Deus, todos teremos responsabilidades de liderança. Sim, no mundo da manhã. Aqueles que estarão na primeira ressurreição, isto é, no mundo no milênio, aqueles que estarão na primeira ressurreição, que estarão a reinar sobre os seres que estão vivos, seres físicos que estão vivos na Terra, que sobreviveram estes dias terríveis à frente de nós. Aqueles que vão reinar no mundo da manhã, no milênio, que vão ser os reis e os sacerdotes e os senhores a segunda vinda da Cristo, vão ter a resposta de liderança, porque serão os reis sobre o rei e os senhores sobre o Senhor dos Senhores. Portanto, todos nós precisamos, de uma maneira ou outra, de certa forma, precisamos considerar estas características, mesmo que não tenhamos este ou aquele talento hoje, ou esta habilidade, estes princípios, aqui, são aplicáveis a todos nós. São coisas que a todos nós devemos de nos auto-examinar e crescer. É um padrão de conduta que todos precisamos de nos esforçar para alcançar. Então, Paulo diz que aquele que deseja uma posição de liderança, na Igreja, seja boa coisa. Em outras palavras, é uma tarefa nobre, é uma ocupação nobre, mas é trabalho, é trabalhoso, não é fácil, é arduo. Mas sim, há um tipo diferente de trabalho, é um trabalho nobre.

Às vezes, alguns dizem, olha, todos nós somos sacerdotes, porque somos pessoas idosas e, por isso, todos nós somos supervisidores, somos, digamos assim, parte do hipiscupado. Mas não é isso que está aqui a dizer, irmãos. Há um princípio importante, que é importante mencionar neste momento, é que o Ministério é um chamado. É preciso entender que o Ministério de Jesus Cristo é um chamado. Vegemos primeiro em Atos capítulo 20, versículo 24. Atos 20, versículo 24.

Mas, de nada faço questão.

Nem tenho a minha vida, por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o Ministério que recebi do Senhor Jesus para dar-te este munho do Evangelho da Graça de Deus, da Boa Nova, da Graça de Deus. E, por isso, é o Ministério que recebi.

De quem? Do Senhor Jesus. O Senhor Jesus. Paulo está a declarar que o Ministério que recebeu, notem bem que Paulo está a dizer que recebeu o Ministério de Deus através de Jesus Cristo e, portanto, é um chamado, é uma responsabilidade que foi dada a ele do Senhor Jesus Cristo, mas está claro, a cabeça de Cristo é o Pai, por isso, veio do Pai. Também vejam aqui em Romanos capítulo 1, versículo 1. Romanos capítulo 1, versículo 1.

Paulo serve o Jesus Cristo chamado para apóstolo, separado para o Evangelho de Deus. Paulo foi chamado para ser um apóstolo. Vemos aqui que ele foi chamado, recebeu essa responsabilidade. Em primeiro coríntios capítulo 1, versículo 1 diz basicamente o mesmo. Paulo chamado para ser um apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus. É um chamado. Em segundo coríntios capítulo 3, segundo coríntios capítulo 3, versículo 6. Lemos o qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento. Vemos aqui que Paulo foi feito capaz de ser ministro, ou que nos ablitou para sermos ministros. E por isso vemos aqui que Paulo foi feito como ministro. Ser ministro aqui também significa, em grego que vem da palavra grega, diágnus, que é serros. Deus nos fez serros. Em primeiro trimótio capítulo 1, versículo 12, lemos. E dou graças ao que me tem confortado a Cristo Jesus, Senhor, porque me teve por fiel, pondo-me no Ministério. Pondo-me no Ministério.

Dignando-me para o Ministério, como algumas versões dizem. E por isso vemos aqui que o Ministério que Paulo recebeu e que nós recebemos, é algo que é da vontade do Pai, que é dada a nós por Jesus Cristo. Portanto, o Ministério é um chamado. Ora, se você deseja ser o Ministro, ser um servo, há uma lista aqui de coisas nas quais trabalhar e esforçar. Mas, mas, para efetivamente ser um Ministro de Jesus Cristo, é uma posição designada por Deus.

E de facto, sim, Deus quer ministros que lhe derem as suas congregações. Demos, por exemplo, em Atos capítulo 14, versículo 23. E a vendo-lhes, por comum consentimento, eleito anciões em cada igreja, em cada congregação. Orando com Jesus, os recomendaram ao Senhor em quem haviam querido. E por isso vemos aqui que foram designados, dizem aqui, ou eleito anciões, ou designados anciões, em que foram designados, dizem aqui, ou eleito anciões, ou designados anciões em cada igreja, com orações exigentes. Portanto, Paulo e Timótio designavam anciões.

Era a responsabilidade, dada ao Ministério, seguindo a vontade do Pai, através dos Cristo, pela inspiração do Espírito Santo, jazuaram, dizem aqui, jazuaram e oraram.

E então, fizeram essa decisão.

Em Atos capítulo 20, versículo 28, Atos 20, versículo 28, Atos 20, versículo 28, olhá e pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos para aparentar-se a igreja de Deus, que Ele jogatou com Seu próprio sangue.

Aqui vemos que, diz assim, vos constituiu bispos, vos constituiu pastores, anciões, ministros. E aqui, vemos também, há uma instância em que a igreja é chamada a igreja de Deus. Portanto, Deus, pelo poder do Seu Espírito Santo, os constituiu servidores para aparentar a igreja de Deus. Em Efezius 4, 11, Efezius 4, 11, lemos assim, Efezius 4, 11, como deu uns para apóstolos, outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores. Jesus Cristo, o Senhor, é que deu, é que constituiu pessoas nessas posições da liderança.

Para quê? Para que propósito? A resposta está no versículo 12, criando o aperfeiçoamento dos santos para a obra do Ministério para a edificação do corpo de Cristo, que é a igreja de Deus. Vemos, então, aqui, irmãos, que esta responsabilidade de pastores é para a edificação da igreja, esta para estar a responsabilidade de ministros, esta responsabilidade de anciões. Em título capítulo 1, versículo 5, título capítulo 1, versículo 5 diz, por esta causa te deixei em creta para que posessas em boa ordem as coisas que ainda restam e de cidade em cidade estabelecestes presbítulos, como já te, ou de cidade em cidade estabelecestes presbítulos, como já te mandei. E, por isso, era uma responsabilidade aqui, de estabelecer anciões de cidade em cidade. Portanto, Deus pretende que as congressoes sejam lideradas por anciões piadosos, supervisadores, supervisores, então Deus chama o Ministério, mas a liderança suprema, o cabeça da igreja é Cristo. E assim, graças a Deus, de facto, graças a Deus que Deus estabelece esta autoridade piadosa na igreja. Mas é muito importante que, nós, antes de ordenarmos o Ministro, vejam-nos que, de facto, essa pessoa esteja a seguir estes padrões. Não queremos que a pessoa seja ordenada sem seguir estes padrões devidamente. Então, agora, entre o versículo 2 a versículo 7, de 1º Timótipo 3, primeiro Timótipo 3, versículo 2, versículo 7, Paulo está organizando, digamos assim, a sua instrução, a sua lista de ser ministros, em quatro grupos, basicamente em quatro grupos. O primeiro grupo, a primeira seção, se trata da conduta pessoal do ministro. Depois, o segundo grupo, que é no versículo 3, a versículo 4, está a abordar a conduta familiar desse ministro, dessa pessoa, na família dele. O terceiro grupo, que é no versículo 5 e 6, então, está a ligar a conduta dessa pessoa, na família, a conduta que vai afetuar, ou impactuar a igreja, a congredação. E, por último, no versículo 7, trata da conduta e a reputação do ministro, perante a sociedade em geral, perante o mundo. E, por isso, vou começar agora no primeiro grupo, que é nos versículos 2 e 3, está a apresentar características, várias características diferentes, relacionadas à conduta pessoal desse ministro. Então, lembramos assim, no versículo 2, é necessário pois que o bispo seja irrepreensível. Ora, noutras palavras, esse ministro deve ser alguém de bom caráter. Não há fundamento para acusações. Isto é, ele é irrepreensível. Não há fundamento para ser acusado.

Quando as pessoas estão a examinar a história dessa pessoa, o que ele fez ou não fez no passado, a vida do ministro, não há motivo para acusação. É irrepreensível. O ministro deve ser irrepreensível.

Depois, continua. Marido de uma mulher.

Esse é em segundo lugar. A segunda característica aqui pessoal da conduta familiar deste ministro, é marido de uma só mulher, ou marido de uma mulher. Algumas pessoas confundem-se com esta situação, mas isto simplesmente significa que ele é homem de uma só mulher.

Noutras palavras, não há uma pessoa que tenha duas esposas. Evidentemente, isso não significa que ele não possa ter-se casado pela segunda vez. Por exemplo, se a pessoa ficou viúva, ou viúvo, e se a esposa, ou se a esposa abandonou a fé, que as situações que Paulo explica em coríntios, que podem ser motivos de separação e de vórcio, e por isso, se ele é o marido de uma só mulher, o homem de uma só mulher, ele é um exemplo de fidelidade à sua esposa.

E depois diz, vigilante.

Isto é, em seguida, algumas traduções escreve como temperante, ou vigilante, uma pessoa calma, que tem autocontrol, clareza mental em situações difíceis, que é vigilante, tem esta clareza mental, haja-se sabedoria cautela, e com ansião, quando essa pessoa se depara com situações que exigem cautela, antes de tomar uma decisão, deve agir com autocontrol e clareza de pensamento. Por isso, estar bem, vigilante, bem ciente da situação e ser temperante na decisão.

O próximo, característica é sóbrio. Uma pessoa séria, solene, contida, disciplinada, irrasoável.

É possível dialogar com essa pessoa. É possível ter uma conversa com essa pessoa e explicar esta situação bem difícil, que pode ser bem difícil. E, por isso, o ministro é uma pessoa equilibrada, uma pessoa com a mente sã, e, por isso, diz assim, é sóbrio. A seguir diz, honesto, algumas traduções dizem que é de boa conduta, uma pessoa digna, bem organizada, cuja vida é bem ordenada, que se conduja adequadamente. Portanto, isso é algo que se deve observar numa pessoa a ser ordenada. Isto é honesto, boa conduta, ou algo que vemos que essa pessoa está a esforçar de uma forma ou outra, mas está a ser assim honesto, está a ter uma boa conduta. E depois diz, hospitalero. Hospitalero quer dizer que aprecia e gosta de oferecer hospitabilidade, que gosta de estar com pessoas diferentes. Essa é uma área em que algumas pessoas têm mais talento que outras, mas é alguém que, sinceramente, aprecia oferecer essa hospitabilidade. E depois diz, apto para ensinar. Então, vemos uma pessoa que é habilidosa no ensino, não necessariamente o melhor pregador, não está a dizer que é o melhor pregador, diz que é um bom ensinador, mas alguém que é apto para ensinar. Seja isso individualmente ou em público. Uma das suas forças, uma das suas habilidades, é ser uma pessoa competente a ensinar, uma pessoa a professar, a ensinar. É por isso que em Infezios fala acerca de que Deus nos deu pastores e mestres, como ensinámos há pouco, implicando que um pastor também deve ser um mestre, um professor, um ensinador, uma pessoa que ensina. No versículo 3, a Primeira Intimótrica de 3, diz, não dado ao vinho. Isto é uma pessoa que não bebe em excesso. Não diz que nunca bebe absolutamente nada, mas que bebe com muito cuidado, de forma controlada e limitada. Não se entrega ao vinho, não é dado ao vinho, não se comporta incorretamente com o vinho. E depois diz, não espancador. Algumas versões dizem que não é violento. Isto é uma pessoa que não é contenciosa, que não é intimador, não é combatível. Às vezes, algumas pessoas reagem de forma muito agressiva e combativa, com temperamento explosivo.

O ministro não deve ser assim.

Isto é uma coisa que todos nós temos de desenvolver e crescer para não sermos, digamos assim, espancadores, violentos, contenciosos, intimadores, com temperamento explosivo.

Não devemos ser combativos.

Por exemplo, um ministro, quando vai visitar um membro, e esse membro diz qualquer coisa, talvez porque está aborrecido, e vai ofender o ministro, o ministro então não reage imediatamente.

Não é violento. Isso, por isso, como o ministro trata os membros em situações difíceis, é muito importante. E depois diz, não cobisoso, de torpe ganância.

Não cobisoso. Não tem coração voltado para ganhar cada vez mais dinheiro. Não é ganancioso, não é ávido por ganho. Essa é outra característica de quem é ministro. A característica também é muito importante. E depois diz, mas moderado. A muderação aqui se refere mais a ser tolerante, justo, a menos, não excessivamente rigoroso. Mudrado. Não é assim. Duro demais, rigor demais. E isso se liga depois à próxima característica que diz, não contentcioso. Muito semelhante a não ser espancador ou violento. Não é alguém que esteja a brigar, ou que anda sempre, como podiam dizer, com uma pulga atrás da orelha, ou com um pavio curto, ou com raiva no mundo, uma pessoa que está sempre assim, qualquer coisa. Explode. É uma pessoa mais pacífica que não vive argumentando. Não é contentcioso. E depois diz, não avarento. É o último desta seção de características pessoais. Não avarento.

É ligado a que não é ganancioso. Não quer sempre mais e mais e mais coisas. Não deve ser amante do dinheiro. Não deve ser uma pessoa que cubissa. E por isso, vemos aqui que estas características no versículo 2 e 3 são relacionadas à conduta pessoal. Agora, no versículo 4, Paulo está a enfatizar a conduta no lar, a conduta do ministro com a sua família. E depois diz que governe bem a sua própria casa. E qual é o objetivo? Governar bem o lar para quê? Para criar filhos piadosos. Por isso, continua dizendo, tendo seus filhos em sujeção com toda a modéstia.

Com toda a honestidade, com todo o respeito. O objetivo é ter filhos fiéis. Lembrem-se em título 1, versículo 6. Tito 1, versículo 6.

Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução, nem são os obdientes. Aqui, veste em contexto semelhante. Paulo está a expressar a mesma intenção de que este homem seja irrepreensível, marido de uma só mulher, tendo filhos fiéis.

Que tenha filhos fiéis. E, por isso, a implicação aqui é se é capaz de criar filhos piadosos, está se qualificando para ajudar na Igreja, para desenvolver os filhos dos irmãos na Igreja, ajudar na Igreja a desenvolver esses filhos dos irmãos, a crescerem como adultos piadosos na congregação.

Noutras palavras, se alguém não consegue governar bem a sua casa, como poderá cuidar do povo de Deus? É por isso que no versículo 5, o que diz primeiro Timóteo capítulo 3, porque se alguém não sabe governar a sua própria casa, como terá cuidado da Igreja de Deus? E por isso, neste versículo 5, funciona como um elo, uma ligação entre o exemplo do Ministro Nulara e a sua capacidade a cuidar a Igreja. Por isso é que diz, pois se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da Igreja de Deus? Portanto, os versículos 2 e 3 tratam da conduta pessoal. O versículo 4 da conduta na família. E os versículos 5 e 6, o versículo 5 dá esta ligação e o versículo 6 está a descrever características que afetam a conduta na Igreja. E por isso, no versículo 6 começa a dizer, não é niófito. Não é niófito. O niófito é um membro, digamos assim, recém-convertido e inexperiente. Para ser Ministro Jesus Cristo, esta pessoa deve ter profundidade e experiência na Igreja de Deus. É ou não é? Sim. É interessante notar que, na minha responsabilidade, que é uma responsabilidade, digamos assim, internacional, eu entro em contato com pessoas de várias localidades e vários países. E por isso tenho contato com muitas pessoas que estão chegando pela primeira vez à verdade. E por isso talvez seja mais do que outros pastores que, do modo geral, têm uma responsabilidade numa congregação. Por isso é possível que eu tenha mais, digamos assim, mais experiência ou mais contato com pessoas que vêm inicialmente para a Igreja e para a verdade. E é muito frequente que eu me deparo com essas pessoas que têm potencial, não estou a dizer que não têm, mas logo nos primeiros estágios da conversão, ou por dizem que tiveram os estudos num seminário, ou que já são, altadunominaram pastores, ou seja que forem, mas na realidade ainda não têm plena compreensão, nem experiência de viver o caminho de Deus, como está descrito aqui, na Igreja Primitiva, na Igreja Durante o período dos Apóstolos. E por isso dizem, oh Senhor Jorge, eu quero ser um ministro, quero ser um pastor, qual é o curso que eu preciso fazer para me tornar um pastor na Igreja de Deus Unida agora? E por isso esta passagem, aqui, no versículo 6, primeiro de Morte 3, versículo 6, não-niófito, sempre me trajamento a importância de que esses membros, com o seu, digamos assim, primeiro amor, precisam primeiro de mais tempo e precisam primeiro de mais experiência, a viver e aprender o caminho. A Escritura nos está a instruir claramente a garantir que essas pessoas, que aqueles que vão ser ordenados como ministros, não sejam niófitos. E então eu, tenho que dizer a elas, com gentileza e bondade, dizer assim algo deste género. Agradeço o seu desejo, mas gostaria primeiro de ajudá-lo a começar a viver e aprender mais sobre este caminho. Olha, é como um professor na escola. Você precisa primeiro de se formar e qualificar para ser um professor, precisa conhecer a matéria antes de ensiná-la. Para ensinar a matéria com eficácia e particularmente ensinar o evangelho do rei Deus, o caminho da vida, é importante você estar a viver e compreender este caminho por bastante tempo. Portanto, é em coragem que, primeiro, trabalhamos juntos, crescemos nesse caminho de viver a vida cristã, a modo de que a vida que Cristo nos mostra que esteja a ser praticada e que tenha experiência nisso. Então, com o tempo decidiremos os próprios passos conforme Deus nos inspira.

E assim, com bastante frequência, irmãos, com o tempo muitas vezes estas pessoas desaparecem, às vezes, nem com o tempo, uma vez depois eu vou dizer isto, desaparecem, perdem um interesse. Eu não quero prejudicá-los, mas é triste que algumas pessoas cheguem e imediatamente digam, quer ser um ministro, quer começar a igreja na minha cidade ou aldeia, isso uma pessoa diz, espera um pouco, aqui as pessoas saem e vão para o outro, ou outras, fazem outras coisas. Lamentavelmente, tenho que dizer a essas pessoas, por favor, espera, espera, espera. Vamos primeiro aprender as coisas, vamos primeiro viver o caminho, vamos primeiro ver que está a guardar o sábado, está a guardar os dias santos de Deus, está a observar a festa, precisamos de dar esses passos primeiro. E muitas vezes, aqueles que permanecem, aqueles que permanecem fiéis ao caminho, quanto mais tempo estão na igreja, mais percebem e mais entendem o quanto pouco sabiam anteriormente e quanto mais precisam de aprender. E então percebem que eu ainda não estou pronto para ensinar. Isso é um bom sinal. Por isso, essa declaração não é, ou não ser, niófito, é muito significativa e importante. É uma que marca a mim, que é uma marca, um sinal para mim, que é muito importante, muito profundo. E então Paulo continua explicando que um dos possíveis problemas que isso pode criar, eu diz aqui, para que não é não fi-niófito, para que, em sobreprecendo-se, não caia na condenação do diabo. Então, o diabo, aqui Paulo, perdão continua explicando que um dos possíveis problemas que isso pode criar é que o diabo vai usar esta situação, é que a pessoa fica inflado ou cheio de orgulho e então pode cair na condenação do diabo. Essa pessoa sem sub-berbe, fica insubversida, fica cheia, como pão com fermento, vai subindo e por isso, então, pode cair na condenação do diabo. Aqui está este perigo, irmãos. Se ordenamos alguém que não seja suficientemente experiente, isso poderia, não digo que seria de certeza, mas poderia, subir-lhe à cabeça e, em vez da pessoa se manter humilde, torna-se orgulhoso. E, a sua orgulho, segue a pessoa. Essa pessoa se torna presunçosa e arrogante. Portanto, muitas vezes, é para o bem deste próprio indivíduo. É para o bem dessa própria pessoa ir devagar, ir devagar, ter calma, dar mais tempo. E é bom que as pessoas, por isso, sirvam por vários anos, antes de, entre aspas, receber um título. É bom servir, por exemplo, é bom servir como um diálogo não serve, mas sem título, porque aí, assim, está a demonstrar a atitude de criação. É bom, porque nos ensina a servir, porque queremos servir.

Não é para ter um título. Olha, quando vocês me fizerem um diálogo e depois vou servir. Irmãos, isso é completamente errado. Em Areja de Deus, servimos primeiro e depois de servir e provar, sem título. Muitas vezes, por vários anos. Então, é que esse título é dado a essa pessoa e todas as outras pessoas dizem, olha, está claro, merece isso, porque é o que ela ou ela tem feito como um diálogo, o diaconisa.

E por isso, é que neste caso, que está a falar no caso do ancião, está a dizer, se a pessoa é, digamos assim, promovida ou dada um título muito cedo, isso vai causar, como diz aqui, uma tentação ou uma possibilidade dessa pessoa que ir para o caso do diálogo, da influência do diálogo. Não cai na condonação do diálogo.

O que que o diálogo fez? Sim, a condonação do diálogo. O que que o diálogo fez? O diálogo tornou-se um caluníador, um acusador falso. Pense bem. Quem era este ser que veio a ser chamado, nas algumas versões bíblicas, Lúsafar, nem todas as versões traduzem desse modo, mas qual era o seu problema? Ele era o ser espiritual mais belo, mais grandioso. Isto é em beleza, mais belo, beleza, grandiosa em beleza, extremamente inteligente, muito sabio, muito inteligente, muito brilhante, digamos assim. Era um grande músico, grande músico. E ele, em vez de ser grato por tudo o que havia recebido, em vez de mostrar gratidão, permitiu que o que ele foi dado fizesse ele pensar que ele era tão grande, tão importante, tão esperto, que ainda devia ter mais. E começou a dizer, olha, eu devia ser como Deus. E começou a acusar os outros. E começou a causar divisão. Daí a lição, irmãos, é bom não promover alguém com demasiada rapidez. O tempo é importante dar tempo, pois esse tempo permite uma pessoa testar essa atitude. Então chegamos aqui, então, ao ver século 7, que é o quarto grupo, que se trata da conduta do ministro perante o mundo. E diz assim, é necessário também que tenha bom desemunho dos questões de fora, para que não caia em afronta e no laço do diabo, uma vez mais, a mesma silada. E por isso vemos assim, deve ser, essa pessoa deve ter um bom nome. Outro de as palavras, deve ter uma boa reputação entre os questões fora da Igreja de Deus. E por isso, é importante saber, como é que essa pessoa é vista pelos outros? Por exemplo, no trabalho, onde ele trabalha, na empresa em que ele trabalha, isto é, no mundão, como é que ele é visto pelas pessoas com quem ele trabalha, com os colegas, nos critórios? Porque isso sempre revela algo sobre o caráter dessa pessoa. Tenha um bom nome na sua empresa, nas companhias dele, no seu trabalho, ou ele é sempre uma pessoa que está a criar problemas nessa empresa. Portanto, ter um bom testemunho, como diz aqui, um bom testemunho, é ter testemunhas adicionais do comportamento dessa pessoa, além das testemunhas de membros da igreja. É parte de ter bons frutos, não só na igreja, mas no emprego, na sociedade, onde ele convive com outras pessoas. Porque Jesus Cristo disse, eu vos chamo para fora do mundo, mas não vos estou a tirar do mundo. Porque é parte deste teste, parte de vermos como lidamos com outras pessoas.

Por isso, no mundo, é uma outra área para buscar fruto, porque quando a pessoa está em situações difíceis, que vemos que tipo de pessoa essa pessoa é. Vejam, por exemplo, em provérbios 3, versículo 3 e 4, diz assim, Amos ricorre e a verdade não te abandonem. Atas, ao teu pescoço, escreve-as na tábua do teu coração e achará-as graça e boa consideração diante Deus e dos homens. Isto é das pessoas fora da igreja, Deus. Noutras palavras, essa pessoa tem esses tributos de caráter, vai receber favor, vai ter um bom nome, vai ter uma reportação, sim, diante Deus. Diante dos membros da igreja, mas também diante dos homens, das pessoas com que trabalha, as pessoas que convivem membros da família que não estão na igreja, vai ter um bom nome. Isto é muito importante, porque diz assim, ter um bom destemunho dos de fora. É o que diz aqui, um bom destemunho dos que estão de fora. Para que não caia, para que diz aqui, para que não caia em afronta, em discrédito e no laço do diabo, em difumação, em insultos. As pessoas dizem, como é que esta pessoa pode ser o ministro? Veja como ela se comporta aqui, nesta empresa. Veja como ele trata os membros da sua família que não estão na igreja. Como é que pode ser o ministro?

Irmãos, isso é um laço do diabo. Por isso, é necessário que tenham um bom destemunho dos que estão de fora.

Veja como essa pessoa trata as outras pessoas no trabalho, na empresa, pessoas que convive, membros da família que não sejam membros da igreja. Veja, isso é importante, para que esse ministro não seja desacreditado, ou seja, sujeito à difumação de muitas pessoas. E, por isso, diz, como diz assim, para que não caia na condenação do diabo.

Porque isso é uma armadilha. É uma armadilha. É tudo aquilo que traz perigo. Essa é uma armadilha. A armadilha é o que traz perigo, é o que traz uma perda. É uma que traz uma destruição. Portanto, se não tem uma boa reputação, um bom destemunho entre os do mundo, isso vai colocar essa pessoa numa posição de perda para cair numa armadilha. E, depois, no versículo 8 diz da mesma sorte os diáculos. No versículo 8 assim também, semelhantemente os diáculos e esses irmãos, é o que vamos continuar a descrever no próximo estudo.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).