Julgai com reta justiça

O que é, e quando é o julgamento de Deus? E como é que afeta a você e a mim? Devemos de julgar outros? Se devemos julgar, como? Este sermão aborda este tema difícil duma maneira simples de entender.

Transcrição

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— Bom dia, ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Josh Campos. Quando uma pessoa é apanhada pela lei e é levada a um tribunal porque fez qualquer transigência, seja por exemplo, que tenha guiado o debaixo de influência de licor ou tenha feito algumas coisas com drogas ou coisa assim, aparece-se perante um juiz. E, geralmente, as pessoas pedem-me de recorde, então o juiz dá uma justiça, uma certa pena, digamos assim, com um período de provação, em que dá um período de provação, nessa justiça, que é, digamos assim, uma suspensão condicional da pena.

Durante um período de experiência, de um período de provação. Às vezes, pessoas podem também ter grupos de outras pessoas para reabilitação, para os ajudar a vencer, até que esse período de provação tenha terminado e, então, ao fim desse período, se não haver outras infrações, será recebido, ou terá recebido a misericórdia, ou é possível que tenham um certo julgamento.

Esse princípio é muito semelhante com a nossa vida cristã. Nós, com pecadoras, fomos pessoas que quebraram a lei de Deus. E, por isso, quando Deus nos chama e nos abre a mente a entender a verdade, então a bondade Ele nos conduz ao arrependimento. Nós, então, pedimos esse perdão através de fé. Jesus Cristo nos perdoa. E, então, fazemos um compromisso com Ele, que é conhecido como a nova aliança, de que, daí a diante, viveremos como uma pessoa nova, revestindo-nos de novo, com novas roupas, digamos assim, roupas espirituais.

Então, entramos num período, digamos assim, de provação, um período de suspensão condicional da pena da morte. Porque todos os pecados foram lavados, mas agora temos que estar a vencer as fraquezas da carne e temos que estar a lutar.

E sim, todos nós falhamos, mas temos que vencer, continuar a trabalhar com as nossas dificuldades, para vencermos, para chegarmos ao fim da nossa vida. Isto é o nosso período de provação. E, de facto, temos vencido até ao fim. Durante este período de provação, temos a ajuda do Espírito Santo de Deus e temos o Suma Sassardote, que é Jesus Cristo, que é o nosso advogado de defesa. Ao fim da nossa vida, então, teremos um período de julgamento, um período em que recebemos, receberemos, então, misericórdia, ou que seremos julgados. Por isso, a nossa vida cristã é muito semelhante, em princípio, ao exemplo que eu dei de uma pessoa que tenha quebrada a lei civil, porque entra num período de provação e, depois, ao fim deste período de provação, vai haver, ou misericórdia, ou um julgamento final.

Queres e irmãos, hoje eu quero falar acerca do julgamento e do dia do julgamento. Digamos assim, eu quero dizer duas coisas. Primeiro, o que é e quando é o julgamento de Deus, e, segundo lugar, como é que o julgamento nos afeta a nós pessoalmente? Por exemplo, devemos ou não, de julgar outras pessoas. E se temos uma responsabilidade de fazer algum tipo de julgamento, então como? Como é que devemos fazer isso? E, por isso, vamos começar na primeira parte, que será um pouco mais breve, digamos assim, que é o que é e quando é o julgamento de Deus.

Quando é que este período de prova começa? Este período de provação, porque ao fim de contas é um processo, este provação, um período de provação. É uma oportunidade de nos arrependermos e depois de aprendermos a vencer as nossas fraquezas e, então, por a natureza divina na nossa vida. Isto é uma oportunidade de viver e praticar durante um período de tempo, para aprendermos a confiar em Deus, a ter completa confiança em Deus, a ter aprendermos o temor de Deus para obtecer a Ele completamente. Isso, queridos irmãos, começa para nós, na Igreja deus, começa hoje. Vejam comigo, se faz favor, em 1 Pedro 4, versículo 17.

Diz assim, porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é a chegada. Isto é, hoje em dia já é o dia em que o juízo está a acontecer na Igreja de Deus, que é a casa de Deus, na Igreja de Deus. O juízo já começou. E, por isso, se nós fomos chamados, se nós somos membros batizados da Igreja de Deus, se nós isto é nos arrependemos, fizemos este compromisso ao batismo. Recebemos o dom do Espírito Santo após o batismo pela imposição das mãos.

Então, o nosso período de provação já começou. É o que diz aqui, porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é a chegada. Já está aqui, já estamos no juízo. Por isso, para nós, que somos membros da Igreja de Deus, que somos os cristãos, os verdadeiros cristãos, o nosso período de julgamento já começou. Começou agora. Começou após nós termos feito o compromisso da obtecer a Deus e agora estamos a ser julgados.

Por isso, nós precisamos de buscar o reino de Deus e buscar a Sua justiça. Isto é, buscar a maneira de viver de acordo com as leis Dele, de acordo com os princípios Dele, de acordo com os mandamentos Dele.

E como é que fazemos isso? Fazemos isso porque buscamos a justiça, buscamos, tentamos, esforçamos a obtecer a Deus quando falhamos, apenas aproximamos no trono de Graça, através dos Cristo, pedimos desculpa, através de verdadeiro arrependimento, e temos fé que Ele nos arrependa, que Ele nos perdoa. E por isso é que diz, em Mateus 23, que é a justiça, misericórdia e a fé, que são as partes maiores da lei de Deus. Porque primeiro temos que pôr a justiça, temos que praticar, temos que nos esforçar. Quando falhamos, nos aproximamos como pessoas arrependidas e pedimos a misericórdia, e depois temos fé que Ele nos vai perdoar. Depois, ao fim da nossa vida, ou quando os Cristo vier, qual Delso seja primeiro, então recebremos o resultado desse julgamento. O julgamento final, que será, por exemplo, estaremos na primeira resolução, isto é, teremos então o dom da vida eterna, porque vencemos até ao fim, ou não? Isso é para nós, como vemos da igreja. Mas, o que se pode dizer à século de quando é o julgamento para o resto do mundo?

O resto do mundo, o julgamento de Deus, começa à vinda de Cristo. Vejam comigo, se faz favor, em Apocalipse capítulo 11, apocalipse capítulo 11, versículo 15, apocalipse capítulo 11, versículo 15, diz aqui, o sétimo anjo tocou a trombeta. Este foi o sétimo anjo tocou a trombeta. E houve no céu grandes vozes, dizendo, o reino do mundo se tornou de nosso Senhor e de seu Cristo, e Ele renará pelos séculos dos séculos. Pois vejam no versículo 18. Na verdade, as nações se enforceram, chegou porém à tua ira e o tempo determinado para serem julgados os mortos. Sim, os tão mortos, são julgados, quando a vinda de Cristo, e aqueles que venceram até ao fim, serão julgados para receberem a vida eterna. Isto é, serem parte da primeira ressurreição. E ao mesmo tempo, depois, seguindo isso, receberão o galardão, porque diz assim, para sedar o galardão, aos teus servos, aos profetas, aos santos, que têm temor de Deus. Tantos grandes e pequenos estão em galardão, vão receber recompensas. Uns vão governar sobre dez cidades, outros sobre cinco, outros sobre duas, e receberão esse galardão. Além de vida eterna, receberão esse galardão. E também diz, continuando aí ao fim do versículo 18, para destruir os que destruem a terra. Isto é um julgamento desses. Vão ser destruídos, porque Jesus Cristo vai renar, vai começar o reino mileniar de Jesus Cristo na terra, e Ele vai renar porque vai estabelecer paz na terra. O reino de Deus vai ser estabelecido na terra, e por isso vai haver julgamento, vai haver distinção entre o bem e o mal, e vai haver castigos. Por isso diz assim, destruírem, destruírem ou destruem a terra. Vigemos também em Apocalipse capítulo 19. Apocalipse capítulo 19, algumas páginas à frente. O versículo 11 diz assim, Vi o céu aberto e és um cavalo branco, E o seu cavaleiro se chama Fiala Verdeiro, E julga, e julga, Vens julgar, e julga, e pleja com justiça. Está a julgar com justiça. E veja um creme mais adiante. No versículo 15, Sai da sua boca uma espada afiada, Para com ela ferir as nações. Isso é um julgamento, é um castigo. E ele mesmo as regerá com o serro de ferro, E pessoalmente pisam-lagar do vinho, do furor, Da ira do Deus Todo-Poderoso. Isso é um julgamento, é um julgamento, Jurgamento que é feito por Jesus Cristo. E um bocadinho mais adiante. No Apocalipse capítulo 20, versículo 4 a 6, diz assim, Vi também tronos, e nesses sentaram-se aqueles As quais foi da autoridade de julgar. Aqueles que foram ressuscitados na primeira ressurreição, Jugarão com Cristo, em tronos, como diz aqui. E depois, ao fim desse versículo, dizem, Viveram e ranaram com Cristo durante mil anos, A julgar com Cristo inicialmente, Na primeira fase, digamos assim, por mil anos. Os restantes dos mortos não reviveram até ao fim desses mil anos. Por isso que foram ressuscitados. Ao início dos mil anos, essa é a primeira ressurreição, E os vão ser juízes. Os outros vão ser ressuscitados depois, E essa então será, depois dos mil anos, a segunda ressurreição. Bem-aventurado e santo, é aquele que tem parte na primeira ressurreição. Sobre esse, a segunda morte não tem autoridade, Pelo contrário, serão sacerdotes de Deus, E de Cristo, e reinarão com ele. Os mil anos vão reinar, vão julgar, Vão ser governantes e juízes na terra. O julgamento será cometido a esses que estiverem na primeira ressurreição. Nós, como membros da igreja de Deus, Temos a ser julgados a nós agora, Temos a ser treinados agora para virmos a ser aqueles que, Após a primeira ressurreição, julgaremos ou renaremos sobre o mundo. E, por isso, estamos agora a aprender a julgar. Estamos a aprender a julgar para que, No reino de Deus, quando o reino Deus vier à terra, No reino milenial, então pudermos julgar, com Cristo.

Por isso, Cris e irmãos, Precisamos, agora, aprender a ter temor de Deus, Aprender a respeitar a Deus, Aprender as leis de Deus. Vejam comigo, se faz favor, em Deutronómio 31. Deutronómio 31.

Deutronómio 31, versículo 10, a 13. Deutronómio 31, versículo 10, a 13. Diz assim, esta lei escreve Moisés, Ali deu aos sordotes, e ordenou-lhes Moisés, versículo 10, dizendo, A fim de cada sete anos, Precisamente no ano de remissão, na festa de Tabronáculos, Quando toda Israel vier a conversar, Pranto, o Senhor Teu Deus, no lugar em que ele escolher, Leará-se esta lei diante todo Israel, E depois, no versículo 10, Para que os Teus filhos, que a não sobam, Oissam e aprendam a temer o Senhor Nosso Deus. Num reino milenial, vão observar a festa de Tabronáculos, Como podem ler em Zecharias, E então, Zecharias 14, E aí vão aprender. Vai ser uma escola de ensinamento, Um colégio de ensinamento, Para aprenderem a lei de Deus, Os mandamentos de Deus, Os princípios de Deus, Para aprenderem a ter temor de Deus. Queridos irmãos, Isto é o que nós estamos a fazer hoje, Na Igreja de Deus. Estamos a aprender. Estamos a aprender. Queridos irmãos, O resultado vai ser que quando Jesus Cristo vier, Ele vai reinar, Vai haver paz na terra, E aqueles que estão a viver, Durante o milênio, O reino milenial, Que irão, então, Receberão julgamento justo, A través de Jesus Cristo, E daqueles que estão a reinar com Ele.

Durante esse período, O milenial não haverá Satanás. Então, Ao fim do reino milenial, Deus Libretará Satanás de novo, Por um período pequeno, Para Dar uma lição Aqueles que são as pessoas ao fim do milênio. Vejam isso em Apocalipse capítulo 20, Apocalipse capítulo 20, Versículo 7 a 8. Quando por isso, Se completarem os milenios, Satanás será solto da sua prisão. E sairá a reduzir as nações, Que há nos quatro cantos da Terra, Na volta de todos os pobres, Sejam onde se feijam, A fim de reuni-las para a peleja. E o número dessas é como a areia do mar.

Muitas pessoas Que estão a viver ao fim dos milenios, Que nunca tiveram a influência de Satanás, Vão ver o poder da influência de Satanás. Então, toda humanidade, Aqueles que viveram durante o milenio, Aqueles que estão a reinar, Que nunca tiveram a experiência de Satanás, Vão ver o que Satanás faz. E verão os resultados de Satanás. E por isso, Aqueles durante o milenio, Estão a ser julgados durante o milenio, E ao fim do milenio, Alguns vão ter esta pressão adicional Para parte desse julgamento. Depois, no versículo 9 a 10, Desse mesmo apocalipse capítulo 20, diz assim, Marcharam então pelo superfície da Terra, E seitearam o acampamento dos santos, E a cidade querida desceu porém fogo do céu, E os consumiu. Houve um julgamento sobre essas pessoas. O diabo, ou o sd. Dels, Foi lançado dentro do Lago de Fogo, E, em Shofre, onde já tinham sido lançados, Como devia ser traduzido, Não só a besta, como também a falsa profeta, E serão atramentados de dia e noite, Pelo século dos séculos. Não é que Satanás sofre por causa do fogo, Porque é um ser espiritual, Mas será atramentado. Será atumentado, é o que a Bíblia diz. Por isso vemos aqui que, Como vemos aqui no versículo 7 a 10, Que haverá um julgamento para aqueles ao fim do milênio.

Queridos irmãos, Ora estamos a ver aqui, então, Que os cristãos estão a ser julgados hoje. No milênio as pessoas serão julgadas. Ao fim do milênio, Há verá alguns que serão rebeldes E que receberão castigo também. Por isso o julgamento de Cristo Começou na igreja agora, E começa no resto do mundo, A vinda de Cristo. Depois, ao fim do milênio, E dessa rebelião de Satanás, Há verá-se um de ressurreição E aquelas pessoas que tiveram vivido. Antes de conhecerem a Cristo, Como se lê em Zikio 37, Vão ter uma oportunidade de saber o Senhor e de se arrepender. E, então, toda a humanidade terá uma oportunidade de se arrepender, De ser batizada, De vencer as suas fraquezas, E de receber-me-se a recórdia, Ou um julgamento final. O ponto importante aqui, queris irmãos, É que haverá justiça. Todo o mundo será julgado. Mas cada um nasceu a ordem, Cada um no seu tempo. Isso é o primeiro ponto, O que é o julgamento. E quando é o julgamento, Como vimos, o julgamento das pessoas do mundo, Começa quando Jesus Cristo vier. O julgamento dos cão na igreja, Começa hoje. Já começou hoje. Então, agora quero proceder à segunda parte deste sermão, Que é um bocadinho maior, Que é como é que isto afeta a você? Como é que este julgamento afeta você? Nós, Como membros da igreja, Precisamos estar a aprender agora, De como julgar justiça reta, Como julgar corretamente. Porque vamos ser juízes com Cristo.

Como é que podemos aprender, então, a julgar? Vamos, então, julgar outros? Ou não? E se como vamos julgar? E se vamos julgar como? Muitas pessoas dizem corretamente, Deus é o juiz, está claro, Jesus Cristo é o juiz final. Sim. E muitas pessoas, penso, por causa disso, Não têm o que fazer julgamentos nenhum.

Ora, Isso tem sido uma causa de muitos problemas nas igrejas. E por isso, temos hoje em dia, digamos assim, igrejas doentes. Porque não fazem um exercício de um discernimento do bem e do mal e se param o mal do bem. Precisamos, queridos irmãos, de fazer um julgamento justo na igreja. Vou por isto de uma maneira muito simples. Vou por isto de uma maneira muito simples. Jugamento tem, digamos assim, duas intenções.

Um julgamento tem duas intenções. A primeira é uma intenção de discernir, de separar, de limpar o que está sujo.

Por exemplo, você senta só uma mesa para comer uma refeição. Então, as pessoas põem à frente você o que? Pratos e talheres limpos. Não é? Está claro, não põe à frente você pratos e talheres sujos e mundos. Porque você não ia comer de pratos e talheres imundos. Aí você já fez um julgamento. Fez um discernimento, uma separação.

Porque a separação entre o limpo e o mundo, a separação entre os pratos limpos e os pratos que são sujos, é um tipo de julgamento. É uma intenção de discernir, de separar. Não é de uma intenção de condenar os pratos e partir os pratos, mas é uma intenção de separação, de separar o limpo do sujo. Porque? Para que o sujo venha a ser limpo. Para que o sujo possa ir e ser limpo, ser lavado, os pratos sejam lavados, para que venham a ficar limpos. Não é uma condonação a dizer que os pratos sujos têm que ser quebrados, mas é com a intenção, uma intenção de separar o limpo do sujo, para que o sujo seja limpo.

É a mesma coisa com as carnas. Deus nos dá leis de carnos limpas e carnos imundas. Por que que Deus nos dá leis de carnos limpas e imundas? Para nos ensinar o princípio de discernir, de separação, de limpeza, de limpar, só comer as carnes limpas. O que a Bíblia chama um princípio de santificação. É um princípio de limpeza, de santificação. Cris irmãos, isso é bíblico. Esta limpeza, santificação, quer dizer que nós pomos do lado as coisas impuras. Usamos só as coisas limpas. No princípio da carne, comemos as carnes limpas. A intenção é para que as questões sujas possam, através da misericórdia, vir a ser limpadas. Por isso há um julgamento, com a intenção de separar o que não está limpo, com a intenção de mostrar a esses misericórdia, para que possam se arrepender, mudar e possam ficar limpos. Essa é a primeira, digamos assim, a primeira intenção de julgamento. É uma separação. Depois, há uma segunda intenção de julgamento. Isto é para, digamos assim, deitar fora, para destruir, para condenar. Essa é uma segunda intenção de julgamento. A primeira intenção é construtiva. Tem uma intenção construtiva. Na esperança de que essas coisas sujas venham a ficar limpas. Na esperança de que esses pratos sujos possam ser limpos, e depois os possamos usar como pratos limpos. É uma esperança. E, por isso, espiritualmente, é a mesma coisa. É uma separação, é um julgamento, com a intenção de separação. Não de condenar, mas com a intenção de separação, para que haja um arrependimento, para que possamos demonstrar misericórdia, mas sem condonação.

E, por isso, tem que haver esta separação primeiro, este, digamos, esta justiça reta primeiro, para depois podermos demonstrar a misericórdia, a lavagem, e depois em fé, de que as pessoas se mantenham limpas. Por isso é que as partes mais importantes da lei é a misericórdia, primeiro a justiça, depois a misericórdia e a fé, mas a justiça tem que ser primeiro.

Por isso, essa é a primeira, digamos assim, a primeira intenção de julgamento que é construtivo, que é para ajudar, como a intenção de ajudar. A segunda, a segunda intenção de julgamento é uma em que não há esperança, é uma condenação, é uma destruição. E, por isso, pensando neste tipo de julgamento, é, por exemplo, uma outra palavra que podiam usar em português, seria um criticismo. O pessoal pode ter um criticismo positivo para ajudar a pessoa de uma maneira positiva a ficar uma melhor pessoa, por exemplo, uma pessoa dá um criticismo positivo, quando a pessoa dá uma palestra, para essa pessoa ver certas coisas que podem melhorar para ficar o melhor palestrador. É um criticismo positivo. Por outro lado, há aquele criticismo negativo que é destruidora, que não é o que eu estou a falar. A responsabilidade desse criticismo final, de decisão final, de condenação é de Jesus Cristo. Por isso é importante nós separarmos estes dois, estas duas fases, ou as duas intenções de julgamento. Uma é construtiva, e a outra é um julgamento final, que é uma condenação ou uma misericórdia.

Em grego, a palavra que é traduzida como julgamento, às vezes também é traduzida como condenação, porque a palavra grega pode significar um julgamento positivo, construtivo, ou pode significar um julgamento final, que é uma condenação. A palavra julgamento pode ter ambos os significados, e por isso temos que ter cuidado a ver o contexto para determinarmos a intenção de quando usam a palavra julgamento. É a palavra julgamento usada de uma maneira construtiva no contexto, ou é a palavra julgamento usada como um julgamento final, uma condenação final.

Vejamos, por exemplo, em Mateus 7, versículo 1. Mateus 7, versículo 1.

Em Mateus 7, versículo 1, temos aqui uma frase que muitas pessoas usam, que é traduzida não julgueis para que não sejam julgados.

Geralmente, a intenção, a maneira que uma pessoa pensa quando vê isto, quando lê assim, é que não devemos fazer nenhum julgamento.

Mas quando lemos em contexto, vemos que está a falar que precisamos julgar com um certo critério. E, por isso, não está a dizer aqui que não devemos julgar de maneira nenhuma, mas está a falar aqui de um julgamento que é construtivo. Ou, diremos assim, está a falar aqui de um discernimento. De um discernimento de uma maneira positiva. Mas, por outro lado, não usem este discernimento de uma maneira negativa para condenar, porque se estão a condenar pessoas, estão a fazer um julgamento negativo, vão ser julgados de mesma maneira.

Vê-se aqui esta nuance aqui do sentido. Por isso, quando diz não julgueis para não sejam julgados, o significado aqui é que não condenem pessoas, não tenham esta intenção negativa no julgamento, para não serem julgados também de uma maneira negativa.

Vamos ler um pouco mais do resto deste capítulo, daqui um pouco, mas vejam um bocadinho mais adiante em João capítulo 7. Não é, Mateus? Agora vamos ver em João. João capítulo 7, João capítulo 7, vejam aqui o que Jesus Cristo diz. João 7, versículo 24.

Diz assim, não julgueis segundo a aparência.

E sim, pela justiça reta, ou pela reta justiça. O que está a dizer é que vocês precisam de julgar, mas com reta justiça.

Por isso, Jesus Cristo está aqui a dizer, precisamos julgar, mas corretamente, precisamos julgar, mas corretamente.

E, queres irmãos, aí está o ponto importante. Se nós não fazemos esse julgamento correto, poderemos aceitar coisas erradas na igreja, escondendo-os, digamos assim, debaixo da carpeta, e então acabamos por ter igrejas doentes. Isso, o fato de não fazer esse discernimento justo, desse reto, como diz assim, reta justiça, o fato de não fazer essa reta justiça, quer dizer que estamos a fazer uma justiça incorreta. Por isso, precisamos de discernir o bem do mal. Precisamos de separar o correto do incorreto. Precisamos de separar o limpo do imundo. É uma das leis de Deus, por isso é que ele nos dá as princípios das carnas, para nos ensinar a necessidade de que precisamos de separar isto.

Querisimãos, este discernimento, digamos assim, é esta primeira intenção de separação, de distinguir o bom do mal. Não é uma condonação. Não é uma condonação. Por isso é que Deus, mesmo no jardim do Édon, deu a oddão em Eva duas árvores. A árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal, isto é a árvore que conduzia à morte. A árvore da vida e a árvore da morte. A árvore da vida é que nós confiamos que Deus decide por nós o que é bom e o que é mal. Isso é a árvore da vida. Deus decide por nós o que é bom e o que é mal. Nós temos confiança, nós confiamos em Deus que o que Ele nos está a dizer que é bom e que é mal, de facto é bom e é mal.

A árvore da morte é que nós temos que experimentar por nós próprios e fazer as nossas próprias decisões do que é bom e do que é mal. Isso é o caminho da morte, isso é a árvore da morte. Isto é nós não temos confiança em Deus decidir por nós o que é bom e o que é mal. Isso é a árvore da morte. E por isso acabamos por fazer umas conclusões de certas misturas de bem e do mal, mas muitas coisas bem como o cadinho de mal, muitas coisas bem como o cadinho de veneno é venenoso, é a morte. É o caminho do mundo hoje em dia. O mundo em dia tem muitas coisas boas, mas tem algumas coisas mais. E da diaria tem mais coisas, mais coisas boas, mas é o caminho da morte.

Por isso é que Jesus Cristo, Deus disse aos Israelitas, escolham a vida. Eu vos dou dois caminhos, o caminho da vida e o caminho da morte. Escolham a vida para o vosso bem. Podem lembrar isso. Em deutronómio 30, versículo 19. Essa escolha, escolher o bom, a vida, em vez de escolher o mal, que é a morte. Essa escolha, essa separação, não é uma condenação, mas é um julgamento, é um ato de decisão, é um ato de julgamento, de decidir, de separação, de julgar o que é bom e o que é mal. Por isso é que nós, como cristãos, Paulo nos disse, que nos devemos de nos examinar. Precisamos de nos examinar e ver a nós, olhar a nós próprios, examinar-nos e decidir fazer o que é bom.

Vejam comigo, em primeiro Coríntios capítulo 11. Ele disse isso durante o significado da Páscoa. E aqui, em primeiro Coríntios capítulo 11, primeiro Coríntios capítulo 11, versículo 28 diz assim, examina-se, pois o homem, assim mesmo. Nós temos que nos examinar a nós mesmos. Cristianmãos, isto é, julgar a nós próprios. Isto é uma como a intenção de separar o bem do mal, ver o que há mal e parar de fazer o mal. Porque há-me a recorde. Por isso, uma intenção de fazer justiça a nós próprios, nos julgarmos a nós próprios, como a justiça reta, para parar-mos de fazer o mal, porque sabemos que há-me a recorde e temos fé que ele vá nos vai perdoar, e então arrependemos. Por isso precisamos de nos examinar. Isto é uma forma de julgamento.

Mas, como disse, este é um julgamento positivo. Um julgamento positivo, com uma minha intenção positiva, construtiva. Mas vejam, no versículo 31, diz assim, portanto, se nos julgássemos as nós próprios, isto é, se nós nos estamos a examinar a nós próprios e discernir o bem do mal e parar de fazer o mal, se fizermos isso, por nós próprios voluntariamente, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.

Deus não vai precisar de nos julgar e castigar para que haja arrependimento, porque estamos a fazer isso a nós próprios. E se não haver arrependimento ao fim de um período, ao fim do nosso julgamento, ao fim da nossa vida, ou quando os Cristo vier, se não haver esse vencimento, se não tivermos vencido essas coisas carnais, esses pecados, esses fraquezas, quando os Cristo vier, ou quando nós morremos. Então seremos condenados. Veja o que diz versículo 32. Mas quando julgados somos disciplinados pelo Senhor, se isso o Senhor nos vai julgar, vamos ser disciplinados por Ele, para não sermos condenados ao fim.

Isto é, se nós julgámos a nós próprios, não seremos julgados pelo Senhor, mas se vamos ser julgados pelo Senhor, vamos ser castigados com a intenção de haver um arrependimento, para quê? Para que não tenhamos ou sofrem o julgamento final.

Isto é, para não sermos condenados com o mundo, na segunda morte, no Lacto de Fogo.

Por isso vemos aqui o princípio. Precisamos nos julgar a nós próprios.

Por isso, fazendo a pergunta, então, julgamos ou não julgamos? Como é que é isso? Sim, precisamos julgar a nós próprios, mas, então, podemos julgar outros?

Vejam comigo, se faz favor, em 1º Corinthians, capítulo 5, versículo 11 a 13. Agora, mas agora vou-se escrevo, que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmãos, for impuro. Queria-se irmãos estar aqui a falar de impurezas, como impurezas da carne, que são exemplo de santificação, simplesmente em comidas, mas é um princípio que é aplicado espiritualmente na nossa vida, cristã. E, por isso, se temos irmãos na igreja, não nos devemos associar-se com irmãos na igreja, que sejam impuros. Isto é, continua a ler, o avarento, o idólatra, o maldizante, o bebrão, o robador. Com esse tal, nem ainda comês. Nem ainda se sentem, nem igreja, para comer com essa pessoa.

Está aqui a falar de uma condução dentro da igreja, de uma prática dentro da igreja. E, por isso, isso é um julgamento. Cris irmãos, isso é uma separação, um discernimento do bem e do mal, com a intenção construtiva que essa pessoa, um dia, se venha a arrepender para o bem dela, ou dele, para que venham a conhecer o caminho correto.

Continuando a ler no versículo 12. Pois com que direita haveria ele de julgar-os de fora? Sim, com que direita temos de julgar-os de fora da igreja? Não temos direita nenhum. Mas, se depois pergunta, não julgar as vós, os de dentro? Vocês têm que separar os que estão dentro da igreja. Tem que fazer esse julgamento. É o que Paulo está a dizer muito claramente. Ora, os de fora, diz o versículo 13, os que estão no mundo, Deus o julgará. É o seu próprio tempo. Como vimos quando Jesus Cristo vier, vai ser o tempo de Deus. Mas os que estão na igreja agora, diz assim, a expulsar, pois de vós, o mal feitor.

Este é um julgamento. É um julgamento. E, queris irmãos, não é fácil fazer isso, é difícil, mas é necessário para o bem dessa outra pessoa e da igreja. Porque é com uma intenção construtiva de que haja um arrependimento para que possamos aplicar uma recórdia para que essa pessoa se arrependa, para que depois possa voltar à igreja. Como leem, que aconteceu aqui, quando Paulo tirou uma pessoa da igreja de Coríntios, como leem capítulo 5 aqui, primeiro Coríntios, mas depois no segundo Coríntios, disse, olha, essa pessoa se arrependeu, recebam na igreja.

Queris irmãos, aqui vemos que é necessário nós discernirmos, diferenciar, separar, mas não é uma condenação. Não é uma condenação. É a primeira intenção desse julgamento que é positivo, que é construtivo. Por isso, precisamos julgar aqueles na igreja em amor, para o bem deles. Isto é uma separação, é um discernimento, mas não é uma condenação final. Não. E por isso, queris irmãos, temos que resolver problemas na igreja. Porque, ao que palis aqui, temos que resolver os problemas na igreja. Mas nós estamos a condonar essas pessoas. Porque a condenação é final, e isso não é a nossa responsabilidade. Isso é de Cristo. Esse julgamento final é de Cristo. Nós desejamos, queremos que essas pessoas se arrependam. Essa é a nossa intenção, o nosso desejo, a nossa oração. Vejam, então, em 1 Coríntios 6, 2, um pedinho mais abaixo. E, assim, ou não sabéis que os santos andam a julgar o mundo. No mundo, no reino millennial, nós, os santos, isto é, nós os versuscitados, na primeira solução, vamos ter a responsabilidade de julgar o mundo de baixo do grande juiz, que é Jesus Cristo. Ora, se o mundo devorasse ser julgado por vós, só se acaso indignos de julgar as coisas mínimas agora na igreja. Por isso estamos a aprender agora, na igreja, com estes problemas pequenos, a aprender a julgar. Isso é a nossa responsabilidade agora. E, por isso, continuando, então, a ler no versículo 3, 1 Coríntios 6, diz assim, não sabéis que avemos de julgar os próprios anjos. Quanto mais as coisas desta vida? Temos que julgar. Pal é muito claro que diz que temos que julgar, mas não é condenar. É julgar para o bem dos outros, para haver arrependimento, na esperança que haja arrependimento para que a misericórdia possa ser aplicada. Versículo 4, entretanto, vós, quando temos a julgar negócios, torrenos que constituísse um tribunal, para vermos que não há nenhum tipo de julgamento, e que não devemos ir a um tribunal, devemos resolver isso dentro da igreja. Para vergonha, eu digo, não há preventura, nem há um sábio entre vós que possa julgar no meio da igreja?

Gris em mãos. Pal é muito claro aqui, na Bíblia é muito claro a instrução, que precisamos julgar. Justiça reta. Então, com este entendimento, vamos agora voltar a Mateus 7, onde vemos há pouco Mateus 7, versículo 1.

Diz-se, não julgueis para que não sejam julgados. Isto é, não julguem de uma maneira negativa, de uma maneira de condenação, para que não sejam condenados também.

Pois, com o critério que julgáres, porque precisamos julgar, a que está a dizer com o critério, da maneira como se recorda com a compaixão, com o discernimento, com esta intenção construtiva que julgámos, e com a medida que tivesse medido, vos medirão também.

Continuando a ler, então, no versículo 3. Porque veas, tu, o orgueiro no olho do teu irmão, porém não reparas na trava que está no teu próprio. Precisamos de ter cuidado, precisamos de não ser uma justiça tal, dizer, olha, eu sou muito bom, eu nunca fiz nada errado, mas os outros é que tens pecados, não, todos nós temos pecados, e por isso, fazemos um discernimento com cuidado, com carinho, com amor, para o bem da outra pessoa.

Continuando, então, um versículo 5. Hipócrita, tira a primeira trava do teu olho, e então verás claramente para tirar o orgueiro do olho do teu irmão. Precisamos de nos arrepender, precisamos de limpar a nós próprios, precisamos de nos examinar a nós próprios primeiro. Isso é parte importante.

Não dês aos cães o que é santo, nem lenseis entre os porcos as vossas pernas, para que não aspísem com os pés e, voltando-se, os dilacerem. Isto é que, meus irmãos, se nós não julgamos os nossos irmãos de uma maneira reta, se não protegemos o povo santo de Deus, se não protegemos a Igreja de Deus, deixámos esses cães vir e destruir a Igreja. E não devemos de permitir que cães tejam a destruir a Igreja.

Não devemos permitir que esses lobos venham destruir os irmãos da Igreja. Devemos Deus proteger.

Cris irmãos, o ponto aqui importante é que este discernimento que fazemos é com intenção de mostrar a misericórdia quando haver arrependimento. Isso é importante. Vejam, então, em Tiago capítulo 2. Tiago capítulo 2 versículo 13. Tiago capítulo 2 versículo 13. Porque juízo é sem misericórdia para aquele que não usou de misericórdia.

Tal como lemos em Mateus, da mesma medida que medir, já vai ser medida a Ti. A misericórdia triunfa sobre juízo. Eu prefiro irrar do lado da misericórdia do que do lado juízo. Às vezes faço erros do lado da misericórdia. Mas precisamos ter justiça reta. Queres irmãos, a misericórdia triunfa sobre juízo. Precisamos de demonstrar misericórdia. A misericórdia vencerá.

Queres irmãos, então, quando demonstramos misericórdia misericórdia estamos a perdoar. Não é? Quando demonstramos misericórdia estamos a perdoar. E isso às vezes não é fácil quando as pessoas nos magoam.

Por isso a pergunta é perdoamos aos outros quando nos magoam? Você é capaz de perdoar aquela pessoa que foi o seu maior amigo que o magoou? Você é capaz de perdoar? Ou vai estar sempre a não permitir a se perdão e manter essa separação? Queres irmãos, temos que perdoar? Temos que perdoar. Temos que ter uma reconciliação. Uma reconciliação.

Vejamos então em Romanos capítulo 12. Romanos capítulo 12 versículo 18.

Romanos 12 versículo 18.

Diz assim se possível quando depender de voz tende paz com todos os homens. O mesmo que temos de fazer a nossa parte, queres irmãos. Temos que perdoar. Temos que deixar isto passar da nossa mente completamente e perdoar sinceramente, do coração e da mente, perdoar.

Tanto quanto possível. Do que depende nós. Tende paz com todos os irmãos. Claro, diz que nem isso às vezes é possível. Mas a nossa parte temos de fazer a nossa parte da reconciliação, completamente. Se essa pessoa se arrependa ou não temos que perdoar. Se a pessoa se arrependa ou não temos que perdoar.

A outra pessoa, que fez algo errado, o que é que podemos dizer disso dessa pessoa? Vejam aqui em Mateus capítulo 5, versículo 23 a 27. Mateus 5, 23 a 27.

Mateus 5, 23 a 27.

Esta pessoa que fez algo errado está agora a orar. A liga te lembras-te que o teu irmão tem uma coisa contra ti. Por que? Porque tu fizesse alguma coisa errada contra ele.

Versículo 24, deixe-se perante o altar. Isto para adorar. A liga te lembra-te que o teu irmão tem uma coisa contra ti. Por que? Porque tu fizesse alguma coisa errada contra ele. Versículo 24, isto para adorar. Deixe perante o altar a tua oferta e vá primeiro reconciliar-te com o teu irmão. Vai pedir o perdão e vai fazer paz com ele. Ora, ele, por outro lado, devia de ter perdoado se tivesse ser rependido ou não. Por isso. Será uma coisa simples. Então, avrás da reconciliação, primeiro reconciliar com o teu irmão e, então, voltando, faz a tua oferta. Continua o coração.

Entra em acordo, sem demora, com o teu adversário.

Arrependa-te e reconcilia-te.

Enquanto estarás com ele a caminho para que o adversário não te entrega aos juízes. Porque senão, tu fizesse de mal a um outro irmão, o meu irmão perdoou-te, mas eu disse deus, tu jogas, faz o julgamento, não vou jogar, eu perdoo, mas deixe passar, e eu perdoo. Então, ele entregou o caso aos juízes, que é Deus.

Para que o adversário não te entrega aos juízes. Os juízes ao oficial de justiça.

E será, sejas recolhida a prisão. Em verdade, digo, que não sairás dali enquanto não pagás o último sem dávão.

Por isso, é muito mais fácil. Se fizeres algo irrado contra o teu irmão, vá a ele, pede o perdão e reconcilia-te. Por outro lado, você, que foi magoado por ele, por outro, imediatamente, perdoou. Isto sempre faça a sua parte de reconciliação.

Crescimãos, isto não vai ser fácil.

Não vai ser fácil para nós. E não vai ser fácil para aqueles que estão vivendo um milênio. Nem vai ser fácil para aqueles que vão ser ressuscitados, que fizeram grandes pecados no mundo hoje em dia, não conhecendo a verdadeiros dos Cristo, e vão ter que reconciliar. Não vai ser fácil. Vai demorar tempo. Vai demorar um período de provação.

Crescimãos, o juiz final Jesus Cristo, vejam em João capítulo 5, versículo 22. João capítulo 5, versículo 22.

E o pai a ninguém julga, mas ao filho confiou todo o julgamento. Jesus Cristo vai ser o nosso juiz final. O pai delegou, confiou isso a Jesus Cristo. Jesus Cristo vai nos julgar. Ele é o juiz final, mas ele é mais ricordioso, ele é compassivo, mas não vai permitir coisas incorretas. Vai ser justo. Veja também no versículo 30, de João 5. Versículo 30. Diz assim, eu não posso fazer nada de mim mesmo na forma que, porque hoje se julgo. O meu juízo é justo. O juízo de Jesus Cristo vai ser justo. Porque não procura a sua própria vontade. Muitas vezes nós julgamos, fazemos julgamentos incorretos, porque queremos o nosso desejo, a nossa vontade. Não. O que devemos procurar é a vontade do Pai. E por isso é que Jesus Cristo, o juízo de Cristo é justo, porque era a vontade de Deus. A vontade do Pai. Não é a sua própria vontade. Isso é a chave para termos um juízo justo, um juízo reto. É querermos a vontade do Pai e não a nossa própria vontade. Que a vontade do Pai seja feita na terra. Isso é o juízo que nós queremos. E por isso, Cristo irmãos, hoje em dia nós precisamos de ser treinados a julgar de maneira justa. Vejam em João capítulo 7, versículo 24. João 7, versículo 24. Não julguei segunda aparência, mas sim pela reta justiça. Como? Porque não buscamos a nossa própria, os nossos próprios desejos, mas a vontade do Pai. Queris irmãos, este mundo pensa que as pessoas ninguém vê que podem escapar. Queris irmãos, vai haver juízo. Vai haver juízo. Vai haver juízo. Nós, hoje em dia, queris irmãos, temos que aprender a discernir, a santo santificar, a separar. Isto é fazer um julgamento com uma intenção de separação para que haja um arrependimento, para que haja uma masalicórdia. Na igreja, hoje em dia, nós temos que nos santificar a nós próprios. Temos que nos examinar a nós próprios para serem limpos.

Para podermos julgar como se recorde. Como é isso? Porque queremos o desejo e a vontade de Deus. Quando Jesus Cristo voltar no reino milenial, ele, então, vai separar as bursbodes das oveias. Ele vai refinar. Ele vai refinar o mundo. Vai julgar o mundo. Vai trazer o mundo ao arrependimento. Ele vai julgar com justiça e rapidamente.

E, ao fim deste período de julgamento, haverá um juízo final, uma decisão final. Sim, inicialmente, é a primeira intenção de haver arrependimento, de havermos ricórdia, um juízo como os ricórdia, que precisamos ter fé nisso, esse é a primeira fase. Mas depois de isso ser dado, desse tempo ser dado, desse tempo de deprovação, como é uma pessoa que cometa um erro civil, e então vai à frente do juiz e o juiz dá a ele um período de provação, um período de de experiência, a ver que a pena não seja aplicada imediatamente, Jesus Cristo vai fazer a mesma coisa com o mundo, vai ser muito justo, vai ser muito mais ricorioso, mas, a fim de um certo tempo, vai executar o julgamento final.

Todos que terão tido oportunidade de escolher a vida, a árvore da vida. E depois disso, então haverá o julgamento final, que é o lago de fogo, que vem em Apocalipse capítulo 20. Apocalipse capítulo 20.

Diz assim, Apocalipse capítulo 20, versículo 14 e 15. Então, é morte. E o inferno, isto é o os que estavam na nas sepulturas, no rei, dizem grego, nas sepulturas, foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte. Ora, a segunda morte quer dizer que vieram à vida. Uma segunda vida, primeiro. Esta é a segunda morte, o lago de fogo. Se alguém não for achado inscrito no livro da vida, isto é, não for por este período de provação e não se arrepender. Depois de ter sido dado esta oportunidade de arrependimento através de uma separação, através de uma distinção, através de a oportunidade de vir a conhecer Jesus Cristo, de a bondade de Deus de conduzir ao arpendimento, de se arrepender, de receber ser batizado, de receber o Espírito de Santo para ajudar a vencer. Se depois disso tudo, não for achado inscrito no livro e a vida continuar a se viver sem arrependimento, este foi lançado para dentro do lago de fogo. Cris Irmãos, Deus fará o julgamento final.

Não é nossa responsabilidade, é de Cristo. E, ao fim, nesse julgamento final, houverá-mos a ricórdia ou uma condonação.

Entretanto, nós temos que aprender a julgar de uma maneira justa, de uma maneira reta, porque fazemos isso não de acordo com os nossos próprios desejos, mas de acordo com a vontade do Pai. E, por isso, olhamos para o Vindor, o Reino de Jesus Cristo, que está breve, está breve, nesta terra, para começar o julgamento belo ao mundo. E ele vai trazer paz à terra. Vai haver paz na terra, que lhes irmãos. E a vontade de Deus será feita na terra, como é feita no céu. Porque haverá uma justiça reta, justa e haverá uma ricórdia.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).