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A Vida de Mateus 16 Bom, debo dar-te, queres irmãos, aqui aos campos. A Vida hoje em dia é muito ocupada e é fácil uma pessoa ficar ansiosa por certas coisas na Vida, ter uma ansiedade por coisas na Vida. E, então, Jesus Cristo disse, como lembramos aqui em Mateus, capítulo 6, versículo 25 diz, por isso, vos digo, não andéis ansiosos pela Vossa Vida, quanto ao que a vez de comer ou beber, nem pelo vosso corpo, quanto ao que a vez de vestir.
Não é a Vida mais do que o Alimento e o corpo mais de que as vestes. E uma pessoa não sabe, eu não sei, mas pessoas têm várias ansiedades. Mas a solução que Jesus Cristo deu foi a seguinte, porque veja no versículo 31 diz assim, por quanto não vos inquietéis, dizendo que vamos comer, que bebremos, ou como nos vestiremos, como é que isto vai acontecer, como é que ele vai correr bem, não vai correr bem, estas são as preocupações todas que temos.
Mas ele diz, Jesus Cristo diz, buscai primeiro pois, no versículo 33, buscai pois em primeiro lugar o seu reino, isto é o reino de Deus e a sua justiça, e a justiça de Deus. E todas estas coisas vos serão acrescentadas e tudo se encaixará na maneira que Deus querem.
Mas temos que ter esta prioridade de buscar o rei de Deus e a justiça de Deus. Buscar a justiça de Deus. Cris irmãos, como eu me ensinei no sermão passado, é fácil. Esta busca da justiça se tornará numa alta justiça e eu expliquei como evitarmos isso, porque é a justiça de Deus e não a nossa alta justiça.
Mas vejam, um cadinho mais tarde, em Mateus 23, Jesus Cristo estava a falar com multidões e estava a falar a sério dos Cribas e dos Fariseus, e diz um ponto muito importante à sério dos Cribas e dos Fariseus, diz assim, no versículo 23. Há, de vós, Cribas e Fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da Hortelã e do Endro e do Caminho e tendos negligenciado.
Deviam ter dado o dízimo, não está a dizer que não deviam ter dízimo, mas são hipócritas, porque fazem as coisas que são visíveis, que as outras pessoas veem e tendes negligenciado. Não tens dado uma importância assim tão grande aos preceitos mais importantes da lei. E, queridos irmãos, aí está um ponto importante, sim, para evitarmos a ansiedade, por exemplo, de focar por o rei de Deus Primeiro e a Sua Justiça.
Mas vejam como os fariseus estavam a desturpar, a desturcer isto e estavam a negligenciar os pontos mais importantes da lei, sim, porque estavam a buscar a Sua alta justiça, em vez da justiça de Deus. E vejam como os preceitos, os pontos mais importantes da lei são a justiça. Qual justiça? A justiça de Deus. A misericórdia e a fé.
Queridos irmãos, aqui estão pontos importantes, a justiça, a misericórdia e a fé. Eu quero, hoje, queridos irmãos, pôr um foco mais detalhado na combinação destas duas da justiça e a misericórdia. Sim, temos buscar o reino de Deus primeiro e a Sua justiça. Mas a justiça não é esta alta justiça que eu sou melhor que outros, porque aí essa justiça, então, pode se tornar. Quando é uma alta justiça que eu sou melhor que outros, eu estou a seguir o caminho de Deus melhor que outros, pode se tornar um ponto de estarmos a julgar ou a condenar os outros.
E o que Jesus Cristo disse, os preceitos mais importantes da lei é a justiça, a misericórdia e a fé. Extremamente importante, irmãos. Então, em primeiro lugar, vamos ver que vai haver um dia de julgamento. Sim, vai haver um dia de julgamento. Qual que é julgamento? De uma mulher geral, há sempre um tempo de provação. Por exemplo, uma pessoa está condenada ou tem um período de prisão e depois tem que demonstrar uma mudança. Uma provação, ou pagar um certo tempo, às vezes as pessoas são liberadas, em certas condições, um período de provação.
E assim, dando uma oportunidade para arrependimento e aprendizagem através de uma mudança de vida. Para não continuarem da mesma maneira, porque senão, vão de volta para a prisão. A vida cristã é de mesmo método, irmãos, de mesmo gênero. Deus nos dá tempo, tempo para nos arrependermos. Quando Ele nos dá tempo para nos arrependermos, aí está a paciência de Deus.
A paciência de Deus é tão grande para que nós nos arrependamos. Vejam, por exemplo, aqui em Romanos capítulo 2. Em Romanos capítulo 2, Romanos capítulo 2 diz assim, a bondade de Deus, no versículo 4, ou vou ler o versículo inteiro, ou despreza a riqueza da sua bondade e a tolerância e a longa namidade. Cris irmãos, espero que entendam isto. Sim, Deus quer que practiquemos as coisas corretas, justamente. Mas vejam, estamos a desprezar a riqueza das bondade e da tolerância e da longa namidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento.
Ou, você pode estar numa posição, pensar, olha, eu estou arrependido, eu estou a fazer as coisas de Deus, eu estou no caminho certo, mas aqueles que tiveram esta oportunidade, agora se desviaram. E porque se desviaram, estão condonados ao lago do fogo.
Desprezas a riqueza da bondade e a tolerância e a longa namidade, ignorando que a bondade de Deus é que conduz a essas pessoas ao arrependimento. Queridos irmãos, temos que entender este princípio importante da misericórdia, porque os preceitos importantes da lei é a justiça, a misericórdia e a fé. A justiça, sim, tem que praticar o que é justo.
Mas Deus é misericordioso para conosco e paciente. Na fé é que nós nos arrependamos. E por isso, os preceitos importantes da lei é a justiça, a misericórdia e a fé, são os três em conjuntos. Justiça, sim, tem que observar as leis de Deus. Mas se não estão a observar as leis de Deus, Deus às vezes dá um certo tempo, na bondade, na esperança, que as pessoas se arrependam. Quem sou eu, quem é você de estar a dizer, olha, esta pessoa que se diviou, já está condonada à segunda morte. Você não tem direito de fazer isso. Você não é juiz.
Mas a sua responsabilidade e minha responsabilidade é de sermos uma luz, é de sermos um exemplo, é de sermos bondosos, é para imitarmos a Deus. Por que? Porque se nós não demonstrarmos, querido amor com estas pessoas, vamos começar a tratá-las de uma maneira que tem um certo desprezo, e um dia, quando elas se arrependerem, não vão encontrar o carinho de você que precisam e que necessitam. Precisamos ter cuidado, irmãos, de não sermos assim tão duros e implementar nas nossas mentes um pensamento, autorizar nos nossos mentes um pensamento, dizer que aquelas pessoas estão condenadas. Querido irmãos, você não sabe o coração dessas pessoas, não sabe o coração de Deus, não sabe quanto tempo é que Deus está a dar essas pessoas, enquanto há vida à esperança. E mesmo depois que morreram, eu não sei os corações dessas pessoas, se Deus as vai condenar imediatamente ou não. Eu não sei que a ressurreição vai estar, se vai estar no lado de fogo, ou se Deus acha que ainda não tiveram oportunidade. Talvez eu pense que tiveram oportunidade.
Mas o que eu penso não importa. O que importa é que Deus pensa. E se eu não voto a julgar essas pessoas, e não vou escondenar, eu vou deixar o julgamento nas mãos de Jesus Cristo. E eu tenho confiança que ele fará o julgamento da maneira correta.
Por isso, há um julgamento, e vai haver um julgamento final, mas também a misericórdia. E a misericórdia vença sobre o julgamento. Veja o julgamento que se faz favor em 1 Pedro 4. 1 Pedro 4.
1 Pedro 4. Versículo 17. Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada. Ora, se primeiro vem para nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus? Crizes irmãos, você e eu estamos a ser julgados hoje. Quer dizer que estamos neste julgamento, estamos neste período de provação. Mas, crises irmãos, não é a minha responsabilidade, nem a sua, de estar a julgar o seu irmão, a ver se ele está a conduzir-se bem ou não. Isso não é a minha responsabilidade. Sim, temos certas responsabilidades neste processo, e eu vou explicar isso em um bocadinho maior detalhe daqui a pouco, mas vai haver um julgamento. O julgamento, na Igreja de Deus, está a começar agora. O resto do mundo vai ser julgado depois, no dia do juízo. Vejam, por exemplo, em Apocalipse capítulo 11. Capítulo 11, diz quando Jesus Cristo vier na Apocalipse capítulo 11. Versículo 15. E vi no seu outro sinal, Apocalipse 11, versículo 15, diz o sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes dizendo, o rei no mundo se tornou do nosso Senhor e do seu Cristo, e Ele reiraná pelos séculos dos séculos. Então vejam, na versículo 18, na verdade as nações se enfrouceram, chegou também a ira do Senhor, a tua ira e o tempo determinado, para serem julgados os mortos, para dar o galardão aos seus séculos e pervertas, e para destruir os que destruem a terra. Mas para serem julgados os mortos, vai haver um período em que Deus, através de Jesus Cristo, ou, em outras palavras, os próprios, os Cristo é que nos vai julgar. É que vai julgar os mortos e vai decidir, este vai estar na primeira solução e este vai estar na segunda. É decisão dela, ou este vai apontar lago do fogo. É decisão dela. Não é minha e não é sua.
Apocalipse XIX. O versículo 11. Apocalipse XIX. Versículo 11. Veja assim, e viu-se a aberte e eija um cavalo branco. É que é o Jesus Cristo neste cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel. Este é o quinto cavaleiro da Apocalipse, porque se conhecemos os primeiros quatro cavaleiros, nos primeiros quatro celos, mas, ao fim, aqui está o quinto cavaleiro, que é Jesus Cristo, e este cavaleiro se chama Fiel e verdadeiro, e julga e peleja com justiça. Vai atuar com justiça. Para trazer justiça a este mundo imoral e corrupto.
Depois vejam também Apocalipse 20, versículo 4 a 6. E Vítamem Trônus, e eles sentaram aqueles que foi dado autoridade a deslugar. Isto é, os santos necessitados com Jesus Cristo vão então deslugar. E depois, ao fim do versículo 4, viveram a renar com Cristo durante o milênio. Os restos mortos, os outros, foram mil anos depois, ressuscitados mil anos depois, mas aqueles que estão a renar com Cristo, este é a primeira ressurreição. Por isso a primeira ressurreição é quando Cristo vem. A segunda ressurreição é depois do milênio.
E, por isso, quando Jesus Cristo vem, ele vai julgar e decidir quem vai estar na primeira e na segunda ressurreição. É decisão DELE! Eu não posso estar a criar, a pôr, a fabricar caixas ou situações, e dizer-lhe, nesta situação, a pessoa vai estar na primeira ressurreição, naquela situação, vai estar na segunda, aquela universão vai para o lado de fogo. Não é a minha responsabilidade fazer isso, irmãos. Não é a minha responsabilidade fazer isso. É de Deus, é de Jesus Cristo. Ora, esteeu a dizer que os pecadoras não vão para o lado de fogo. Está claro que vão? Está claro que vão? Mas qual de você, eu, e de nós, é que não é pecador? Então, vamos todos para o lado de fogo. Qual é a diferença? É porque nós nos arrependemos. É porque nós estamos de mostrar frutos. Ah, mas os outros não estão de mostrar frutos, mas quem sabe se vão de mostrar frutos depois, mais tarde? Quem sabe se vão de mostrar frutos mais tarde? Mais tarde. Vejam, por exemplo, aqui, no capítulo 20 da Apocalipse, no versículo 14 a 15. Diz assim, então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lado de fogo, esta é a segunda morte, o lado de fogo. E se alguém não for achado inscrito no nível da vida, esse foi lançado para dentro do lado de fogo.
Quem são essas pessoas? Posso eu começar a olhar para esta pessoa, para este indivíduo, aquele indivíduo? Por exemplo, olha, o Hitler vai estar no lado de fogo. É bem possível que sim, mas eu prefiro deixar essa decisão nas mãos de Jesus Cristo. Eu prefiro deixar essa decisão nas mãos de Jesus Cristo. Sim, para mim parece. Dá essas indicações todas. Mas eu não sei o que Deus autorizou, não. É que, por exemplo, o faró. O faró que teve o coração enderecido e perseguiu os israelitas e deu-as situações difíceis.
Ele vai para o lado de fogo ou não? Cri-se, irmão, eu não sei. Sim, os pecadores vão para o lado de fogo. Vejam aqui, no capítulo 21, versículo 8. Diz assim também, porém, quando porém os covardes, os incrédios, os abomináveis, os assassinos, os impuros, os feiticeiros, os idóletas e todos os mendirosos. A parte que lhes cabe será no lago, que arde com fogo e enxofre a saber a segunda morte. Quer dizer, todos os povos que lhes podem ser, a segunda morte. Quer dizer, todos os mendirosos cabem a segunda morte. Qual de você, qual de vós é que nunca mentiu? Todos os mendirosos vão estar no lago de fogo, a segunda morte.
O ponto aqui, irmãos, é que Deus quer o arrependimento. E com o arrependimento, que era um compromisso, que a pessoa vai observar a Deus, e Deus é que vê os corações. É que se vê se aquela pessoa de facto entendeu, ou se está simplesmente a dizer palavras, se de facto entendeu se o coração está comprometido. Deus sabe. Eu não sei. Eu faço a minha parte, e você deve fazer a sua parte, que é ser uma luz e um exemplo. Mas a sua parte, a minha parte, não é de estar a condenar os outros.
Vejam aqui, em João, capítulo 5, versículo 22. Portanto, entendermos, quem é que vai julgar? Quem é que vai julgar estas pessoas? Sim, nós vamos estar a julgar com Jesus Cristo, mas o julgamento vai ser Jesus Cristo. Veja aqui, em João 5, versículo 22. João 5, versículo 22. E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo o julgamento. É Jesus Cristo que vai julgar o mundo, que vai julgar os mortos. Você e eu, vamos estar mortos. E, por isso, nós vamos estar numa posição de estar a julgar os mortos, porque estamos mortos. É Jesus Cristo que vai julgar. Sim, a ver, depois o seu citado, há certas coisas, que, por exemplo, tipo tribunal, e coisas, juízes e outros, que Jesus Cristo vai usar e que vai delegar a nós certas responsabilidades. Mas vejam também, em João 7, versículo 24.
Não julguei-se segundo a aparência, mas sim pela reta justiça. Aí está o que nós estamos que estará a aprender nesta vida. Porque Jesus Cristo não vai julgar de acordo com a aparência. Sim, a aparência é que esta pessoa estava na igreja, agora saiu da igreja, e, por isso, a aparência, é que esta pessoa deixou o caminho de Deus. Como é que você sabe o coração dessa pessoa? E por isso, como é que você pode julgar retamente? Não julguei-se segundo a aparência, mas sim pela reta justiça. Por isso, é que lemos em Mateus 7. Leiam comigo, se faça a favor, Mateus 7. Mateus 7, versículo 1. Não julgueis, para que não sejam julgados. Se você e eu estamos a julgar pessoas, que, por exemplo, julgamos ou pensamos que foram chamadas e que se haviam ter arrependido, e porque deviam ter arrependido, ou não compromisso, porque souberam suficiente ou não suficiente, se nós estamos a julgar, essas pessoas a dizeram, olha, é por isso que vão para o Lago do Fogo, diz assim, para que não sejam julgados. Por que, irmãos, eu preciso da misericórdia de Deus, e acho que você também pode ver que você está a julgar, e acho que você também precisa. Eu preciso da misericórdia de Deus, e acho que você também precisa. Queres irmãos, por que é que pregamos a Boa Nova do Reino de Deus? Mateus 24, 14. Pregai a Boa Nova do Reino de Deus como testemunho ao mundo. Nós estamos a pregar para os condenar à segunda morte. Estamos a pregar como um testemunho. Porque quando estas coisas acontecerem, poderes arrepender, Deus tem paciência. Deus tem misericórdia. Por favor, irmãos, não se ponham numa posição de estar a julgar as outras pessoas.
Demonstra-me misericórdia e venham o próximo. Estou a dizer que, por isso, sou liberal e que podem desopter as leis de Deus assim. Não! Não! Temos que opter as leis de Deus. Mas o que estou a dizer é que não julguem os outros. Porque o juiz, esse julgamento é de Jesus Cristo. O julgamento dos mortos. É de vida eterna ou não? É decisão de Jesus Cristo. Como lemos em João 5.22, que disse que o Pai delegou todo o julgamento ao Filho.
Cris irmãos, sim. Existem muitos problemas. No mundo cristão. Sim, existem muitos problemas. Entre os da igreja. Mas um dos problemas que existe na igreja é a falta da aplicação de, como diz aqui, de justiça correta. Retta justiça. Aí está um problema grande. Está um problema grande. Cris irmãos, não.
Sabemos que os pecadores certamente vão receber a recompensa do lago de fogo. Sem dúvida. Não estou a dizer não a isso. Mas o que estou a dizer é que não sabemos se essas pessoas ainda se vão arrepender ou não. E essa é a decisão de Deus. Essa decisão de Deus sabe quando acabou a sua obra na vida delas. A obra de Deus na vida delas. É Deus que está a trabalhar no coração de Elas para os levar ao arrependimento. E você e eu não sabemos se Deus já completou a sua obra com essas pessoas. Por isso, não esteja a dar um pré-jugamento antes de Deus o fazer.
Vejam a anologia de Lucas 15. Lucas 15. Vocês sabem esta história, esta parábola, muito bem. Começa no versículo 11. Não vou ler a palavra, mas vou te escrever que é a cerca do filho pródigo. Viu um homem, tinha dois filhos e um e um deles, disse ao pai, dama parte dos bens, que me cabe, ele partiu as suas aves, passava os dias, esse filho mais moça, juntando tudo o que era seu, partiu para uma terra estária, e lá, disse, pô, todos os seus bens, vivendo disso, lutamente. Desperdiçou. Queridos irmãos, olhem para esta parábola com o princípio espiritual. Vamos levar esta parábola a um princípio espiritual. Está aqui pessoas na igreja, irmãos na igreja. Pode ser irmãos físicos, pode ser não, mas são irmãos na igreja. Neste exemplo, elevando esta analogia a um princípio espiritual. Sim, esta parábola aqui é irmãos físicos, mas estou a elevar esta energia numa comparação espiritual, e por isso estou a dizer aqui, ah, irmãos na igreja. E uns mantém-se fiéis, e outros chegam a um certo ponto, e outros chegam a um certo ponto, e outros chegam a um certo ponto, olha, eu vou para o mundão, vou sair da igreja, eu vou para o mundão, é o que está a acontecer aqui. Este filho saiu, foi para uma terra distante, para o mundão, e dissipou os seus bens, estragou a sua vida, com os seus bens, tinha saúde, tinha salá o que é, e fez coisas erradas. Talvez tenha estragado-se, em parte a sua mente, porque, talvez, entrou a envolver-se sem drogas e coisas assim, já não pensa que, de maneira que é correta, ficou afetado com coisas, fumou, fumar, fazer coisas que não devia fazer, amaguar o seu corpo físico, espiritual, emocional, os seus bens. Entende, irmão, estou a levar esta parábola a uma analogia espiritual.
Agora, vocês sabem a parábola? E, um dia, ele se arrependeu. E eu disse, vou ao caso de meu pai.
E qual seria a sua atitude? Olha, este homem fez isto, fez aquilo, não pode vir de volta à igreja. E o pai disse, fazer uma festa, seja bem-vindo de volta à igreja.
Sim, vai ter uma recompensa diferente, porque o pai disse ao filho que tinha se mentido fiel, tudo o que eu tenho, é agora, uma recompensa diferente, e foi bem-vindo ao corpo de Cristo, nesta analogia espiritual. Vemos como a mente do pai é diferente da nossa mente.
O pai, quando há arrependimento, e ele sabe quando há verdadeiro arrependimento, ele vê os corações. Ele encoraja esse, digamos assim, filho, que seguiu o caminho errado. Ele encoraja e abre as mãos, e o abdiz vem. Crescer mãos! Vinte e tal anos ou que foi? Houve uma grande erasia na igreja, e a gente se vê. No último ano, eu vi pessoas, e vimos várias de que uma pessoa, que se tinham desviado da fé, que vieram de volta para a igreja, e disseram como é que vocês me podem receber, porque eu fiz isto de errado. E o que nós fizemos? Les demos boas vindas e bem-vindas, e foram bem-vindos na igreja, e agora estão tão comprometidos à fé, como nunca previamente. E sabem que este é o caminho. Não tenha dúvida. Mas que beleza isso é quando vemos este irmão na fé, que se tinha desviado 20 ou 30 anos depois, volta e diz, eu sei que este é o caminho desviei-me, espiritualmente fui um filho pródigo, mas agora este é o caminho. Não há outro local onde eu deveria estar. Eu tenho um irmão na congregação que estou a servir nesta exacta situação, e cada vez que ele vem comigo, diz, olha, Sr. Jorge, não há outro local onde eu possa estar. Esta é a igreja de Deus. Estou aqui. Como eu posso servir? E ele está comprometido. E está lá todos os sábados. Queres irmãos? Tenho um irmão que está aqui. Dez anos atrás, podemos ter uma pessoa que está aqui, olha, que ele é desvioce, veja a situação em que ele está, vai estar no lago de fogo. E agora, ele se arrependeu, e está na igreja. E queres irmãos, ele para mim, este irmão que voltou à fé, porque eu escrevi uma carta, e através dessa carta, ele sentiu que era Deus que o estava a chamar de volta ao caminho, e me dá grande alegria no meu coração, e me dá um grande encorajamento no meu coração. E por isso irmãos, precisamos de dar e de mostrar a encorja àqueles que se desviaram, ou que estão desviados, porque quem sabe, porque a bondade de Deus é para que eles se voltem e que se arrependam. E a bondade de Deus é demonstrada através de você e de eu. Nós, que entramos em contato com essas pessoas, representamos como filhos de Deus, representamos Deus, aí as pessoas, eles olham para nós e dizem, sim, estes irmãos na Igreja de Deus estão a tratar bem, embora eu me tenha desviado, agora estou arrependido, eu quero voltar. Podemos receber, de volta? Está claro que sim, que beleza, que beleza. Vejam em Tiago capítulo 4, Tiago capítulo 4.
Tiago capítulo 4.
Versículo 10. O milhaivo nos na presença do Senhor e Élvose exaltará. Regir irmãos, você é humilde. Você não está a pôr numa posição de juiz. Você não está a usar estes intelectualismos, estes inteligências para ver estas coisas de uma maneira. Assim, olha isto e tal. Não tem estas coisas a tocar nas orelhas, a dizer, olha, eu quero ouvir isto, quero ouvir aquilo, quero fazer coisas novas. Regir irmãos não é nada novo. Jesus Cristo nos dá o caminho. É um caminho apertado, mas é direito.
Sim, no caminho da justiça, há este caminho em que podemos ser justos demais e este caminho em que podemos ser negligenciar as coisas, liberares. Não, tem que ser um equilíbrio, equilíbrio. Ora, aqueles que estão deste lado a seguir uma auto-justiça diz, olha, estes que estão equilibrados são liberais. Mas não, irmãos, temos que estar claramente, como a mente se sai com a ajuda do Espírito de Deus, a decidir e a ver a justiça de Deus e não a minha auto-justiça.
Também vemos que podemos cair, mas quando cairmos temos que, quando digo que podemos, não é, não estou a dizer na maneira que temos a auto-justiça de cair, mas estamos a dizer que somos seres humanos e acabamos de vez em quando por cair, embora estejam-se na luz, às vezes tropeçamos, porque se dissermos que não temos pecado, somos mentirosos. Por isso, podemos, não é que temos auto-justiça, mas pode acontecer que cairmos e quando cairmos, temos de se arrepender e voltar. Esta é a justiça de Deus. Por outro lado, tal como o que a minha é estreito, é apertado na justiça, não é a Paz esquerda nem Paz direita, igualmente na misericórdia, também é apertado.
Não é uma misericórdia que tem que ser, olha, pessoas podem pecar e podem fazer o que quiser. Mas, por outro lado, temos de ter uma misericórdia para não estarmos a julgar e a condonar as pessoas. E isso requer termos fé que Deus está em controle.
E, por isso, temos de seguir alto, não alto a justiça, mas a justiça de Deus, não a nossa misericórdia, mas a misericórdia de Deus, a misericórdia correta, e precisamos de andar em fé que Deus nos ajude neste caminho de justiça e misericórdia, andando humildamente no caminho da fé. Por isso é que diz, humilháevos na presença do Senhor. E, irmãos, não falei mal uns dos outros.
Aquilo que fala mal do irmão, ou julga o seu irmão. Olha, aquele que se desviou da igreja, que está nesta situação, naquela decisão, vai para a segunda morte. Quer dizer, irmãos, aquele que julga ao seu irmão, fala mal da lei. Por quê? Porque a lei, os preceitos importantes da lei, a justiça e a misericórdia.
A misericórdia é um preceito da lei. Porque Jesus Cristo é o fim da lei, e Ele nos demonstra que a lei é aplicada com justiça e misericórdia. E, por isso, aquele que está a julgar o seu irmão, fala mal da lei. Porque não está a aplicar misericórdia. E julga a lei. Juga a lei. Ora, se julgas a lei, não é as observadoras da lei, mas juízo.
E só um, um só é a legisladora e juiz, aquele que pode salvar e fazer parecer. Tu, porém, quem é que julgas o teu irmão? Quem é que julgas o teu irmão? Quer dizer, o irmão, o julgamento tem basicamente dois princípios, ou duas possibilidades. Um é discernir, entender, separar, limpar. Quer dizer, uma pessoa está a julgar, olha, está a olhar para esta coisa e diz, olha, não, isso não está certo, está sujo. Isto é o... Comecei a ser... Perdão. Isto é um julgamento. Quando vê uma coisa, olha, esta preta está suja, ou a minha vida está suja, tenho que limpar.
Isto é fazer uma decisão, um destranimento, é um julgamento. Com a intenção de limpar, ou de outras palavras, de santificar. Mas há outros entendimentos, digamos assim, da palavra julgamento, julgar, que é julgar para condenar, julgar para destruir, para tentar fora. Cris e mãos, nós precisamos de fazer o primeiro tipo de julgamento. Isto é julgar de maneira positiva para onde ver, onde está a sujeira, a imundícia na nossa vida, e mudar, e andar no caminho limpo e puro.
É como exemplo das caras limpas e impuras. É como estar sempre a ver se as caras são limpas ou imundas, e não comer as caras limpas. É um princípio espiritual para o que nós temos que praticar. Estamos a olhar na nossa vida, e estamos a analisar os nossos pensamentos, sim, particularmente os nossos pensamentos e o nosso coração. É isto, puro, limpo, ou é impuro. E se é impuro, temos que mudar, temos que pedir a Deus a ajuda, para, através do Seu Espírito Santo, para mudarmos.
Vejam em Miqueias capítulo 6. Miqueias capítulo 6.
Miqueias capítulo 6. Vamos começar a ler do versículo 1. Ouvir agora o que diz o Senhor. Levante, defenda-te a causa para Ante-os montes, e hoje são os oteros da tua voz. Ouvir montes, a controversia do Senhor, e voz duráveis, fundamentos da terra, porque o Senhor tem controversia com o Seu povo e com Israel, entre-erá, em juízo.
Povo meu, que te tenho feito? Vamos levantar isto, não só um termo físico e israelíto, mas um termo espiritual da Igreja de Deus. Povo meu, Igreja de Deus, cristãos! O que é que eu te tenho feito? Eu tenho dada a vocês como cristãos, diz Deus, tantas benções. Mas aqui, responde. Quando ele estava a falar aqui da nação de Israel, diz, pois difícil de sair da terra no Igito, da Casa Servidão, de Remy, para nós espiritualmente, ele nos fez sair do caminho do pecado, ele redimiu, comprou-nos de volta do pecado, com a vida, com sangue de Jesus Cristo, e enviei diante ti o profeta, o próprio Jesus Cristo, e os apóstolos, para nos anotarem o caminho. Versículo 5, Povo meu, lembra-te agora das ideias de Balak, Rei de Moab, e do que lhe respondeu Balão, filho de Bior, e o que aconteceu deste Sittin, até Gregial, para que conheças os atos da justiça do Senhor. Porque este Balão e Balak, como sabem, o Balão acabou por convencer os Israelitas a casarem-se, ou misturarem-se com as mulheres mobitas, para seguirem-se, e por isso, a justiça de Deus foi dura neles, para os trazer ao arrependimento. Para que conheças os atos da justiça de Deus? Que vai haver um julgamento! O que está a que dizer? Que vai haver um julgamento, irmãos! E depois, está aqui uma perspectiva correta para os nossos sacrifícios, para como nós nos sacrificamos, como fazemos sacrifícios para Deus, veja aqui uma perspectiva correta. Com que me apresentarei ao Senhor e me inclinarei ante o Deus excelso? Virei para ante Ele, como holocaustos, como zerros de humano. Quer dizer, vou tentar fazer sacrifícios físicos, que estão a demonstrar que eu sou uma grande pessoa, e sou muito justo e coisa assim. Gradar-se-á ao Senhor de milhares de carneiros e 10 mil ribeios, darei-me o primogênico para a minha transgressão, o fruto do meu corpo pelo pecado militar. Quer dizer, vou eu sacrificar de uma maneira que não vou ter dinheiro nenhum, vou dar tudo às igrejas, às outras pessoas, não vou ter possibilidade de estar numa posição, de ter sucesso na vida e de fazer coisas, e das coisas de ser de uma maneira equilibrada, mas ter um certo sucesso e coisa assim. É isso que Deus quer, que nós estamos a sacrificar tudo e não somos nada. Veja aqui, no versículo 8. Ele te declarou ao homem o que é bom, e que é que o Senhor pede de ti. Ah, o que que Deus está a pedir de você? O que que Deus está a pedir de mim? Isso não é um bom de importante. O que que Deus quer de mim e de você? O que que Ele quer que você faça? Pratique-se a justiça. Qual é a justiça? Justiça de Deus. Ames, ames, recorde-a. E andes, humildemente, com o teu Deus, em fé, exatamente como lemos em Mateus 23, 23. Isto é o preceito, ou o preceito importante da lei. Por isso, irmãos, sim, nós precisamos de ter cuidado, de não julgar para condenar. Como lemos em Mateus 7, versículo 1, não julguem, não estejam a condenar os outros, mas precisamos de julgar com justiça reta. Leão em João 7, versículo 24. João 7, versículo 24.
Não julguei segunda aparência, e sim pela reta justiça. Por isso, precisamos julgar, mas de maneira correta. Queres irmãos? Em primeiro lugar, onde temos que fazer um julgamento? Vocês sabem que Deus nos deu, ou deu a dão em Eva, e nos dá a nós oportunidades de escolha. Deu a dão em Eva duas árvores. A árvore da vida e a árvore da morte. Isto é do conhecimento bem e normal, misturando bem com o mal, decidindo por eu próprio. O que é o que é bom, o que é mau, isto é o caminho da morte. Muita verdade, com um dino mentira. Nós temos que ter confiança em Deus, que Ele decide para nós o que é correto, que Ele nos diz o que é correto, o que é incorreto, o que é bom, o que é mau, e por isso Ele nos dá o seu conhecimento e a Sua lei, e por isso é que temos que crescer no conhecimento de Jesus Cristo, e na aplicação e na graça, aplicando isto como as ricórdia. E por isso temos que escolher entrar da vida e da morte, escolher a vida. Cri-se irmãos, sim, Deus quer que nós escolhamos, mas que escolhamos a vida, como diz em Deutronómio 30, versículo 19.
Sim, precisamos julgar, mas precisamos julgar quem? Aí está o ponto importante. Precisamos julgar quem?
Primeiro Corrínio, Capítulo 11. Primeiro Corrínio, Capítulo 11.
Primeiro Corrínio, Capítulo 11. Aqui está a falar no período acerca da Primeiro Corrínio, Capítulo 11, versículo 28. Examinas, examines pois o homem a si mesmo. Examinar é jogar, é discernir, é distinguir. Examinar é jogar, é discernir, é distinguir. Examinar é jogar, é discernir, é distinguir. É distinguir.
Por isso, quem é que você deve jogar? Assim mesmo. Não é sua esposa? Não é seu esposo? Não é seu filho? Não é sua filha? Não é seu irmão na igreja? Ou seu irmão na igreja? Você deve se examinar a si próprio. Você deve jogar a si próprio. Ora, estou a dizer que os irmãos na igreja podem estar a pecar? Não! Eu estou a rugarem, a pedir a vocês todos para obtiserem as leis de Deus. Mas examines a si próprio e deixe nas mãos de Deus o julgamento dos outros. Examine-se, pois o homem é assim mesmo, assim como o pão e beba o cálice. Isto é, falando dentro do contexto da celebração da páscoa, mas está aqui a falar de um princípio espiritual que é bom examinarmos constantemente. Veja no versículo 31, porque diz, porque se nos julgássemos a nós, mesmo, não seríamos julgados. Se você se julga a si próprio, não vai ser julgado por Deus. Por que? Porque você já julgou a si próprio, identificou onde você precisa mudar, você pediu a Deus através de Cristo, com a ajuda do seu espírito, para você mudar e para ter as forças para aplicar e pôr a Deus. Aplicar e pôr a natureza divina na sua vida.
E então, você vai crescer e não vai ser julgado.
Sim, queris irmãos, como ministros na igreja, ministros têm que fazer certas ações na igreja para o bem do corpo espiritual da igreja. Mas os ministros devem atuar sempre com intenção, com desejo do bem, da alegria e do bom sucesso da igreja e dos irmãos. E por isso é que dizem, hebreus 13, versículo 17, e hebreus 13, versículo 17, diz assim, e hebreus 13, versículo 17, obedecei aos vossos guias, aos vossos líderes. Não, meia da corrigida e fiel, diz ao vosso pastor, e cedo sumiços para com elas, pois velam pela vossa alma, como quem deve prestar contas, porque nós, compastores, vamos ter que prestar contas. E por isso, obedecei, submetam-se aos ministros, não é porque eles são autoritários, não, mas que estão a crer o bem do rebanho. Para que façam isso, que os ministros façam isso, com alegria, porque nós, compastores, tenham alegria a serem os pastores do rebanho da Igreja de Deus.
Porque isto não aproveita, que perdão, que devem prestar contas para que façam isso com alegria e não gemendo. E não gemendo, quer dizer que os ministros devem ter a possibilidade, a autoridade, e vocês, como irmãos, de terem a submissão, a obliência, para fazerem as coisas como os ministros pedem, de uma maneira gentil e cuidadosa, com cuidado para o rebanho, para que os ministros não tejam a gemer, porque, oh, isto, é tão difícil, as pessoas estão sempre a atacar-nos e coisas assim. O que acontece, irmãos? Acontece. Porque, se os irmãos estão a atacar os ministros, isto não é bom para vocês. Porque lemos também, quem está a julgar, vai ser julgado, por isso temos que ter cuidado. Queres irmãos, todos nós, ou vamos ser julgados, ou vamos receber misericórdia, ou vamos ser julgados, ou vamos receber misericórdia. Vejam em Tiago capítulo 2 versículo 13. Diz assim, porque o juízo é sem misericórdia, este é o julgamento, o juízo, é sem misericórdia para com aquele que não usou de misericórdia. Quer perguntar a você, irmão? No julgamento, você quer que Deus não demonstre misericórdia a você? O que você quer? Você quer que Deus não demonstre misericórdia a você? Ou você quer que Deus dê a você muita misericórdia? Porque misericórdia triunfa sobre o juízo, e por isso, ou você vai ser julgado ou vai receber misericórdia? Por isso, quando você demonstra misericórdia, quando você perdoa, e sei que não é fácil perdoar quando as pessoas magoam a nós, mas diz no Pai Nosso, perdoa os nossos pecados quando nós perdoamos ao próximo, não é? Estamos a perdoar ao próximo? Crescimons, precisamos agora de estar a ser treinados para jogar corretamente, mas o maior treino, o maior treino é julgarmos a nós próprios, julgarmos a nós próprios, e demonstrar misericórdia para com o próximo. E quando fazemos isso, temos que andar em fé, na fé, de que Deus é fiel, e que Deus nos vê, vê os nossos corações, e que nos dará o galardão, porque Ele é o nosso galarduador, é o que nos vai dar a recompensa. Por isso, irmãos, nós temos que descerrvenir, separar, santificar a nós próprios, por a justiça de Deus primeiro na nossa vida. Isso nos ajuda a confrontar problemas da ansiedade. Mas além disso, quando somos misericordiosos, então sabemos que Deus vai ser misericordioso para conosco, porque Ele é mais misericordioso de você e aos somos, e precisamos da misericórdia de Deus. E isso é um ato de fé, é andar humildemente em fé.
Vejam aqui, em Malacias 3, que a gente tem que descer.
Mas quem poderá, no capítulo 2, mas quem poderá suportar o dia da sua vinda, isto é, da vinda de Cristo, quem poderá subsistir e quando ela aparecer? Porque Ele é como o fogo do orivas e como a potaça dos lavandeiros, a sentar-se-á como derretedor e purificador de prata, purificará os filhos de Levi, os seus ministros, e os refinará como o ouro e como prata. Eles trarão ao Senhor justas ofertas. Então, a oferta de judá, a Jerusalem, será agradável ao Senhor, como nos dias antigos e como nos primeiros anos. Queridos irmãos, Deus é o juiz. Ele jogará o mundo corretamente quando Ele vier. Então, vai haver paz neste mundo. Então, vai haver paz neste mundo. Queridos irmãos, é Jesus Cristo, que vai trazer paz ao mundo. É Ele que vai trazer o julgamento e a justiça correta ao mundo. É Ele, é NEL que devemos depor a nossa fé. Aqueles que, depois, distudo, ainda, não forem, não se arrependerem. Então, vão para o Able de Fogo. Mas Deus sabe quando é essa hora e Ele decidirá quem eles são. Não é a minha decisão? Não é a Sua decisão. Queridos irmãos, lembrem-se. Queridos irmãos, lembrem-se. Deus fará o julgamento final. Há-verá-me recórdia ou julgamento. Entretanto, nós temos que aprender a jogar corretamente com justiça. Com justiça de Deus e começamos em nós próprios. Então, depois, podemos olhar e esperar, pela vinda de Jesus Cristo, para Ele começar o Seu julgamento do mundo, para trazer paz a esta terra. E, então, podremos dizer, a Sua vontade seja feita, Senhor, na terra, com o julgamento e nos recorde.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).