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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos. Aqui é Jorge Cames, falando de vos, da SinSaneti. Será que Deus mostra favoritismo? Basicamente, o favoritismo é favorecer uma pessoa, não porque ela ou ela esteja fazendo uma coisa melhor, mas sim por causa de alguma característica estranha. Por exemplo, porque são participantes de um certo grupo favorecido ou por certos gostos ou desgostos pessoais, etc. O favoritismo pode ser demonstrado, por exemplo, quando contratamos uma pessoa para um contrato ou honramos um contrato ou fizemos uma adjudicação ou empregamos uma pessoa ou não empregamos uma pessoa numa empresa.
Mas para com Deus, como lemos em Romanos 2, versículo 11, para com Deus não há acepção de pessoas. Deus trata todos com igualdade. Entendendo isto, quero fazer uma pergunta. Pode você receber ou ter um favor ou ser um favorito de Deus? Vejam como isso faz favor. Em 1 João 3, versículo 21 e 22.
E diz assim, amados, se o coração não vos acusar, temos confiança diante de Deus. Por que? Porque temos favor para com Ele. Temos favor para com Ele. E aquilo que pedimos de Ele recebemos, por que? Porque guardamos os Seus mandamentos e fazemos diante De Ele o que lhe é agradável. Guardamos os Seus mandamentos e fazemos diante De Ele o que lhe é agradável.
Esta é a maneira de sermos, ouvirmos a ser um favorito de Deus. Está claro? Ele faz isso a todos, desde que façamos o que é agradável a Deus e o que apedeçamos aos Seus mandamentos. Então quais são algumas das coisas que são agradáveis a Deus? Para que você e para que eu possamos receber este favor para termos esta confiança diante de Deus? E por isso hoje vamos falar acerca de uma dessas coisas que é agradável a Deus.
Isto é como é que podemos receber misericórdia De Ele? Por que? E para que? Para que você e para que eu possamos ser julgados no dia do juízo menos severamente do que talvez outra pessoa ou do que talvez nós mereçamos. Porque Deus tem favor para com você e para comigo. Vejamos até então começar aqui com um exemplo de Genesis capítulo 38. Vamos ver aqui a história de ajudar. Genesis capítulo 38. Começar a ler no versículo 24. 38 versículo 24. Genesis capítulo 38 versículo 24. Passados quase três meses foi dito a ajudar.
Tamar a tua nora até adulterou. Pois está grávida. Então disse ajudar. Tirar a fora para que seja queimada. É o que lei diz. Fez isto. Não deve ter feito. Tirar a fora para que seja queimada. Vejam então no versículo 25. Então tirando-a, mandou ela dizer ao seu sogro. Do homem de quem são estas coisas eu concebi. E disse mais. Reconhece-te quem este selo e este cordão e este cajado.
Reconhecendo-os, ajudar disse. Mas justa é ela do que eu. Juda estava ou ia jogar de uma maneira com muito rigor. Veja outro exemplo aqui em segundo Samuel. Segundo Samuel capítulo 12. Segundo Samuel capítulo 12. Começar no versículo 1 a 5. O senhor enviou Natan a David. Chegando na Tana David disse-lhe aviou uma cidade num uma cidade dois homens, um rico e o outro pobre. Tinha o rico o veleis e gado em grande número. Mas o pobre não tinha coisa nenhuma senão uma cordeirinha que comprara e criara e que em sua casa crescera, junto com seus filhos, comia do seu bocado e do seu copo bebêa, dormia nos seus braços e a tinha como filha.
Vindo viajante ao homem rico, não quis estumar das suas ovelhas e do gado para darte o comer ao viajante, que via era ele, mas estumou a cordeirinha do homem pobre e a preparou para o homem que lhe havia chegado. Então o furor de David se acendeu sobre uma maneira contra aquele homem e disse-lhe atã tão certo como vive o Senhor, o homem fez isso deve ser morto.
David estava a fazer um julgamento no homem que ele nem conhecia. Eles estavam a julgar de acordo com a lei. Eles estavam a dar uma punição, o castigo, que era merecido de acordo com a lei. Foi o David e o Judas estavam na decisão que eles tinham feito aqui, estavam a ser injustos? Não. Eles não estavam a cabrar nenhuma lei. Deste ponto da aplicação dessa justiça, está claro que estavam a cabrar a lei porque tinham feito seus próprios pecados, mas na determinação deste julgamento estavam a atuar de acordo com a lei.
Mas aqui está o problema. Estava ajuda a ser misericordioso? Não. Estava o David a ser misericordioso? Não. Mas Deus diz o que? Vejam como isso faz favor em Mateus 5, 7. Mateus 5, 7. Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia. Estas bem-aventuranças que eu podia chamar como bonitas atitudes cristãs que nós devemos ter. Estas bem-aventuranças ou estas bonitas atitudes cristãs. Aqui está uma que diz bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia. Não tem aqui um ponto. Que a misericórdia é aplicada quando há um ato de julgamento ou digamos discernimento. De discernir uma situação e chegar a uma conclusão do que se passa nessa situação. Mas vemos aqui, nesta secção de Mateus 5, das bem-aventuranças ou digamos destas bonitas atitudes cristãs que devemos ter.
Que começa primeiro com uma atitude de humildade no versículo 3. Humildes ou pobres de espírito. Depois precisamos de ter uma atitude de chorar. Isto é uma atitude que conduz um arrependimento. Depois precisamos de ter uma atitude de mansidão. Isto é de sermos ensináveis, corrigíveis, maleáveis. Depois temos uma atitude de ter fé e sede de justiça. Ter fé e sede de justiça. Notem que não é uma atitude de justiça própria, de auto-justiça, mas é uma atitude de ter fome e sede de justiça.
Bem-vindurados têm fome e sede de justiça. Não é que sejam os justos ou que estamos a tentar ser justos, mas é que temos fome e sede estamos esfomeados pela justiça de Deus. Então, quando estamos nesta situação em que estamos seguindo a justiça de Deus, vai acontecer situações na vida cristã, em que precisamos de fazer decisões de discernimento.
Vamos ter que, então, aplicar justiça e misericórdia nessas situações. Vamos ter que aplicar justiça e misericórdia nessas situações, e essa aplicação de justiça e misericórdia é um ato de fé. Vejamos, então, alguns dos ensinamentos de Jesus Cristo acerca da misericórdia. Vamos começar primeiro em Mateus 9. Mateus 9, algumas páginas à frente, de onde estamos agora, Mateus 9, versículo 10 a 13.
Isso se sedeu que, estando ele em casa, à mesa, muitos publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e seus discípulos, muitos publicanos e pecadores, muitos cobradores de impostos, que tinham uma má fama, digamos assim, que não praticavam esta coisa de uma maneira muito justa. Versículo 11. Ora, vendo isto, os fariseus perguntavam aos discípulos, porque como vosso mestre com os publicanos e os pecadores. Jesus ouvindo isto disse, os sons não precisam da médica e de si uns doentes, indo porém aprendo o que significa, mas recorre a Carol e não o sacrifício.
Como deve ser escrito, como se lê na almeida revista e corrigida, como se lê na almeida corrigida e fiel, como se lê na Bíblia de Jerusalém, deve ser e não sacrifício.
Pois não vim chamar justos e sim pecadores ao arrependimento.
Entendemos o que se passa aqui? Os fariseus vendo Jesus Cristo e os discípulos a se sentarem com os publicanos, muitos publicanos e pecadores.
Perguntaram, como é que o vosso mestre se senta, vai sentar e vai comer com estes publicanos e pecadores?
E por que é que ele come com esta escoria de pessoas, com esta porqueria de pessoas, digamos assim?
É que estava a perguntar.
Aqui temos uma situação, uma situação na vida em que necessitavam um certo discernimento.
E eles estavam a discernir, a julgar e a condenar.
E aqui temos um caso em que Jesus Cristo disse, e de porém aprendeu o que significa, misericória, quero e não o sacrifício.
Isto é uma direta curtação de Ozeias capítulo 6, versículo 6.
Tenham o dedo aí e vejam brevemente. Ozeias capítulo 6, versículo 6.
Ozeias 6 versículo 6. Diz assim? Pois misericória, quero e não o sacrifício. E o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos.
Pois misericória, quero e não o sacrifício.
Vamos então por esta situação de Mateus 9, de 10 a 13. No contexto da vida de hoje em dia. Para entendermos melhor.
E vamos tirar, digamos assim, este xingamento, este dar um título a pessoas para não dizer que são farzeucos, farzaicos, tirar este título. E por isso aqui que temos aqui, são pessoas. Pessoas na Congregação de Israel do Antigo Justamento. Sim, a Congregação de Israel do Antigo Justamento. Ou, em outras palavras, a Igreja do Antigo Justamento. Temos aqui pessoas na Congregação de Israel, na Igreja do Antigo Justamento, que eram muito zelosas, que tinham muito zelo, na maneira em que eles aplicavam a lei de Deus.
E por causa disso, pensavam, conscientemente ou inconscientemente, pensavam que eram justos, que eram retos, porque estavam a fazer o que era certo, o que a lei dizia.
E por isso diziam, como é que Cristo pode comer com este tipo de pessoas que são uma escória, uma porcaria de pessoas, bocadores?
Então, Jesus Cristo dizem eles, os sons não precisam de médica, sim, os doentes, e de porém aprendem o que significa. Jesus Cristo dizem eles, vocês estão doentes, estão doentes espiritualmente, porque vocês não entendem o que a Bíblia diz no Antigo Justamento, porque naquela altura era o único Justamento que existia, era o Antigo Justamento, vocês não entendem o que a Bíblia diz quando fala acerca que nos recorre eu quero, e não quero sacrifício. Isto é muito importante para nós tomarmos atenção hoje em dia, porque nós hoje em dia somos a congregação da Israel de Deus do Novo Justamento, e nós somos alosos a aplicar a lei de Deus, principalmente a lei que representa que é uma identificação que eu sábado. E por isso nós precisamos de ter muito cuidado, porque somos alosos para com os princípios de Deus, para com as leis de Deus. O que não é nada errado sermos alosos, mas estamos a dizer é que precisamos ter cuidado para que não caíamos na mesma armadilha. E por isso precisamos de ver a ter cuidado que não perdemos, ou não apanhamos corretamente o significado da lição que Jesus Cristo está a dar aqui. Em Mateus 9-13, ele diz a seguinte, e eu vou fazer agora uma parafraça, diz assim, agora vai e aprendo o significado desta Escritura. Eu quero que você mostre-me de ricórdia e não quero que ofereça sacrifício. Porque eu não vim para chamar-os que pensam que são justos, mas aqueles que sabem que são pecadores. Vê-se aqui que Jesus Cristo estava a explicar a estas pessoas que eram zelosas na aplicação da lei, que eles tinham mal entendido a Escritura.
E a pergunta para nós é, nós também entendemos mal esta Escritura, que diz, eu quero que você mostre-me de ricórdia e não quero que ofereça sacrifício. Eles leram incorretamente e estavam a usar incorretamente esta Escritura. Fazemos nós a mesma coisa? E o que é que elas estavam a fazer, então? Por causa disso, estavam então a apontar o dedo, a apontar aos outros? E estavam a dizer que os outros eram pecadores. E como é que Cristo se podia sentar com eles?
Aqui é um princípio importante, que nós fazemos coisas agradáveis a Deus. Nós agradamos a Deus. Não quando estamos a fazer o sacrifício, mas quando estamos a desenvolver relacionamento com outros pessoas.
Sim, porque uma se ricórdia é a parte do relacionamento.
E ao fim de contas, então, é um caso, é uma metéria, é um assunto acerca do coração. É acerca do que está aqui dentro, no coração. É uma atitude. Não é só um conhecimento, mas é o coração.
E aqui estamos a, digamos assim, vésse este desenvolvimento, ou este crescendo do princípio de ter fome e sede pela justiça de Deus, a caminho de termos, mas o ricórdia.
E ao mesmo tempo, é um aviso para termos cuidado, para não sermos, ou não termos justiça própria, não termos alta justiça. Porque ao fim de contas, precisamos ter fome e sede da justiça de Deus.
E depois, na aplicação da justiça de Deus, precisamos de aplicar isso, numa maneira que demonstre uma recórdia. É importante para nós entendermos isto, porque nós queremos receber uma recórdia no dia do julgamento. Não queremos? Você não quer receber a recórdia no dia de julgamento? E a recórdia tem a ver com julgamento. E por isso, estamos a julgar, digamos assim, estamos a discernir uma situação, seja a situação que se seja que tenha acontecido, por exemplo, durante a semana, você pensa, quando se corre coisa, você é que o desapontou. E apetece fazer a aplicação da justiça.
Porque estamos a tomar isso de uma posição, de uma permissa de justiça própria. Hoje estamos a tomar essa posição de uma permissa de uma recórdia para o bem do outro.
Por isso, Mateus 9.13, em parafrazo, como eu li há pouco ou que descrevi, agora vai aprendo o significado desta escritura. Eu quero que você mostre-me recórdia e não quero que ofereça sacrifício. Isto é, particularmente, importante para nós entendermos, porque nós estamos na Igreja de Deus, estamos na congregação de Israel e nós somos alosos para aplicarmos a lei de Deus corretamente. Mas precisamos ter cuidado, que não nos venham a ser ou ter justiça própria, mas, em vez de ter justiça própria, precisamos de estar esfomeados pela justiça de Deus, que é diferente, que é diferente.
Vejam comigo que se faz favor em Romanos 2, versículo 17. Romanos 2, versículo 17. Mas agora vou ler na Bíblia de Linguagem 2.
Romanos 2, versículo 17. Liz assim.
O que dizer de você?
Você diz que é judeu, confia na lei de Moisés e sorgulha do Deus que você adora. Estava aqui a falar dos zelosos, naquele dia, que eram zelosos pela lei de Moisés. Hoje em dia nós somos zelosos pela lei de Deus. E você sabe o que Deus quer que você faça e aprende na lei a escolher o que é certo.
Você tem a certeza de que é guia dos céus, luz para a justão na escuridão, orientador dos que não têm instrução e professor dos jovens. Você está certo de que encontra na lei a apresentação completa do conhecimento e da verdade. Nós na Igreja de Deus temos o conhecimento da lei, temos o conhecimento dos princípios, temos o conhecimento da razão, porque vivemos. E então você sabe o que Deus quer que você faça, você aprende o que é certo e sabe o que é certo da lei. Você tem a certeza de que sabe o caminho para os que não estão a ver a verdade e, por isso, pode abrir os olhos deles, esses que não estão no luz, mas que estão na escuridão. E, por isso, pode orientá-los e instruí-los. E ser professor desses são jovens na Igreja.
Cris irmãos, o que Paulo está a dizer é que precisa ter cuidado, que não podemos ter confiança na lei para sermos justificados, porque isso é uma premissa incorreta.
Vejam, então, no versículo 28 e 29. Por quanto eu pergunto, quem é judeu de fato e circuncidade verdade? Quem é o verdadeiro judeu de Deus? O verdadeiro Israelita de Deus? É claro que não é aquele que a judeu somente por fora e circuncidade só no corpo.
Pelo contrário, o verdadeiro judeu é aquele que a judeu por dentro, por dentro. Aquele que tem o coração circuncindado é um assunto do coração. Não é só do conhecimento mental, mas é um assunto do coração. E isso é uma coisa que o Espírito de Deus faz e que a lei escrita não pode fazer. E o louvor que essa pessoa recebe não vem de ser humanos, mas vem de Deus. Eu estou a ler, como disse há pouco, da Bíblia na linguagem 2. E que ivesse que fizemos de ter uma coisa aqui dentro, no coração. Isso é o verdadeiro judeu de hoje em dia, o verdadeiro judeu. O verdadeiro judeu. Aquele que tem o coração circuncindado. Isso é uma coisa que o Espírito de Deus faz. É uma coisa que o Espírito de Deus faz e que a lei escrita não pode fazer. Cristo irmãos, é uma mudança do coração, produzida pelo Espírito de Santo de Deus. Cristo viver em nós. É a justiça de Deus. A justiça que nós precisamos de estar esfomeados e cheios de sedos, por recebermos, para recebermos. E essa justiça nos conduz à verdadeira justiça. E esta aplicação justa. É uma aplicação que tem misericórdia. Porque é alguma pessoa melhor que outra? Não, porque ao fim de todos, todos pecamos. Como podem ler, adiante, em Romanos 3, todos nós pecamos. E por isso é que Jesus Cristo, nesta lição, que lemos a pouco aqui em Mateus 9, em que estava com estas pessoas, com que eles estavam a comer, sentado, com os publicanos e com os despecadores.
E as pessoas que eram zalosas na lei estavam a dizer, como é que você se pode sentar com eles? Jesus disse, vocês não estão a entender, que Deus quer misericórdia e não sacrifício. Entende o que Ele está a dizer, não quer sacrifício. Talvez entendem, mas recordem, mas não entendem, não quer sacrifício. Vamos ler um bocadinho mais para entendermos um bocadinho melhor. Houve mais exemplos de Jesus Cristo. Por exemplo, em João capítulo 7.
V.21. João 7. V.21.
Repricou Jesus, um só feito, realizei. Eu fiz uma coisa, fiz um trabalho. No sábado, como vão ver no V.23, mas estamos a ler no V.21, um só feito, realizei. Fiz um trabalho, fiz uma obra. No sábado. E vocês todos estão admirados, porque trabalhei no sábado.
V.22. Pelo motivo de que Moisés vos deu a circuncisão, se bem que ela não vem dela, mas nos patriarcas, no sábado circuncindais, um homem no sábado trabalham para circuncidar um homem. Há muito trabalho para circuncidar uma pessoa, um bebê, tem que ser um... uns condições higiênicas, uma coisa muito limpa e tudo, tem que ser tudo muito limpinho, isso tudo, não é? Não sequer infeções e coisas assim. V.23. E se o homem pode ser circuncindado em dia de sábado, vocês podem fazer este trabalho, vocês podem trabalhar.
Para que a lei de Monsés não seja violada a lei de circuncidar no 8º dia, porque vocês incondignais contra mim pelo fato de eu ter curado, ter feito um trabalho, uma obra, ter curado uma pessoa, no sábado, ao todo, completamente, uma pessoa.
Não julgueis, segundo a aparência, mas sim pela reta justiça, pela reta justiça, não julgueis segundo as coisas por fora.
Não julgueis segundo uma lista de coisas que pode e que não pode fazer. Ah, você pode fazer isto no sábado ou não pode fazer isto no sábado? Não, isto não pode fazer. Estes tinham listas de coisas que podiam ou não podiam fazer. Não julgueis segundo a aparência, mas sim pela reta justiça.
Nós não sabemos os corações das pessoas. Sabemos? Não sabemos.
E, como não sabemos o coração, não podemos discernir 100% corretamente. Por isso, é melhor aplicar misericórdia do que dizer isto não pode ser feito ou que não pode ser feito e aplicar um certo, digamos assim, um sacrifício.
Fez-me outro exemplo aqui. Outro exemplo, em João capítulo 8, no seguinte capítulo a seguir, João capítulo 8, com sábado versículo 1. Jesus, entretanto, foi promonto as oliveres de madrugada, voltou novamente para o templo, e todo o povo ia ter com ele e assentados e ensinava. Ora, os cribas e os fariseus trouxeram a sua presença uma mulher surpreendida em adultério. Interessante. Se uma pessoa está surpreendida em adultério, certamente que havia um homem também.
E fazendo-o ficar de pé no meio de todos, disseram-os-us, Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante, adultério. Sim, então, estava homem. E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apadrugadas. A lei diz, tanto homem a mulher sejam apadrugadas, não só as mulheres. Tu pôs que dizes.
E isto disseram-os-os tentando para terem de que o acusar. Apontar dedos, apontar, acusar. Mas Jesus, inclinando-os, escrevia na terra com o dedo. Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse, aquele que entre vós estiver sem pecado, seja o primeiro a tira-pedra.
E trunou-se a inclinar-se, continuou a escrever no chão.
Mas ouvindo-os esta resposta, e acusados, isto é convictos, pela sua própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher, no meio onde estava.
Erguendo-se Jesus e não ver na ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe, mulher, onde estão aqueles teus acusadores?
Ninguém te condonou?
Versículo 11 respondeu-lhe, ninguém, Senhor.
Então lhe disse, Jesus, nem ele tão pouco te condena, vá e não peques mais.
Vou fazer uma pergunta.
Ela arrependeu-se?
Ela tinha se arrependido quando Jesus a produou, porque Jesus demonstrou-me de ricórdia?
Porque a pena da lei era correto. Tava escrito na lei, devia ser apedrejada.
Jesus não aplicou o que era merecido.
Mas não se lê aqui que ela se tinha arrependido? Ela não pediu perdão? Nada disso.
Por isso Jesus demonstrou-me de ricórdia, muito possivelmente, antes dela se ter arrependido.
E por isso, ela não estava a receber o que merecia.
Não estava a receber o que merecia.
Vemos situações na nossa vida diária, em que vemos certas coisas e aquela pessoa merece isto, temos que aplicar a justiça, ou vamos demonstrar-me de ricórdia? Mesmo antes do arrependimento?
Vijemos um pouco de um maior detalhe. Este princípio de não obtermos ou recebermos o que nós merecemos.
O que é a misericórdia? A misericórdia é a capacidade, em certos dicinares, de se sentir e expressar compaixão e solidariedade incomum para aqueles em situações difíceis, ou de crise, em situações difíceis ou de crise, e proporcionar-os à ajuda necessária e apoio para passarem por esses períodos difíceis.
Mas Deus vai além dessa definição, queridos irmãos, porque há um tempo, como o caso aqui de Jesus, de apreceder, de punir os transgursores.
Vê-se aqui que a misericórdia é, assim, digamos assim, uma gentileza, em não dar o que é merecido, o que as pessoas esperam de uma maneira justa de receber. Isto é não receber o que você merece. Por enquanto. Por quê? Porque vocês lém, em Romános 2, versículo 4, que a bondade a Deus, a misericórdia de Deus, nos conduz ao arrependimento.
E por isso também lém, em Romános 5, versículo 8, que Jesus Cristo morreu para nós enquanto, ou antes de nós, ou enquanto nós, somos pecadores. Afim de contas, ele morreu para nós, antes de nós, pecarmos.
Sim, ele morreu para você e para mim, antes de você pecar. Sim, porque ele morreu para você e para mim, de facto, antes de você, deu-se a nascer.
Vejam como isso faz favor em Tiago capítulo 2. Tiago capítulo 2.
Tiago capítulo 2.
Versículo 13.
Porque o juízo é sem misericórdia. O dia do juízo é sem misericórdia, para com aquele que não ousou de misericórdia.
A misericórdia triunfa sobre o juízo. Isto quer dizer que vamos receber misericórdia, embora não mereçamos.
Mas se nós dizemos a outras pessoas, ele deserve, deserve. Isto não é um juízo. É um juízo. É um juízo. Mas se nós dizemos a outras pessoas, ele deserve, deserve. Isto merece, merece ser castigado.
Precisamos ter cuidado, por dizer assim. Porque o juízo é sem misericórdia, para com aquele que não ousou de misericórdia.
Eu quero ter misericórdia. Você não quer? Você não quer ter misericórdia?
E a misericórdia triunfa sobre o juízo.
Crescirmãos, eu não quero receber o que eu mereço.
Eu quero misericórdia. Espero que você queira o mesmo.
E se você receber misericórdia, você vai estar muito contente e alegre, porque não está a receber o que é merecido você receber.
Veja, por exemplo, a parábola dos talentos, ou das minas, no Lucas capítulo 19. Lucas capítulo 19, Lucas no capítulo 19 está a parábola dos talentos, dos minas.
Lucas no capítulo 19, começando no capítulo 11, vê-se a parábola das 10 minas, e então me vieram 10 pessoas e deu a cada um deles uma mina.
Uma mina, se for uma mina doro, poderia ser uma mina de prata, mas, por exemplo, se for uma mina doro, vamos pensar que seja uma mina doro, seria do valor, aproximadamente, de cerca de 5 mil euros, ou 10 mil reais.
E, por isso, cada um tinha recebido esta boa quantia de dinheiro.
E, agora, foi dita a eles vocês, usem, e façam isso com esse dinheiro, façam-o, usem isso.
Então veja no versículo 20 e 21, porque vemos que o homem tinha uma mina, e dessa uma mina fez 10. Por exemplo, tinha 10 mil reais, e acabou por ter 100 mil reais. O homem tinha 10 mil reais, e acabou por ter 50 mil reais. Mas está aqui um outro que tinha 10 mil reais, e quando vejo aqui que este homem é nobre, veio, que representa Jesus Cristo, disse assim, no versículo 20, veio então, outro dizendo, veja aqui, Senhor, a minha mina, os meus 10 mil reais, que eu guardei embrulhado num lenço, pois tive medo de ti, Senhor, tu és um homem rigoroso. Tiras o que não posseste, e seifas o que não semeaste.
Ele condonou Deus, como um homem rigoroso. Dê a aplicação da lei, como um rigor, sem uma certa misericórdia.
E diz-te como um sacrifício, e não como uma misericórdia. Versículo 22. Respondeu-lhe a uma lei, versículo 22. Respondeu-lhe, então, o Senhor, serve mal, por tua própria boca te condenarei. Sabias que sou um homem rigoroso, que tiro o que não pus, e seifas o que não semeei. Por que, então, não poseste uma dinheira no banco? E, ao menos, senhão, não, com um lucro, um rendimento, com juros.
Foi julgado, pelo que ele disse, foi julgado a maneira que ele viu as coisas muito rigorosas, e, por isso, foi julgado rigorosamente.
Entendemos este princípio?
Como é que você quer ser julgado? A misericórdia triunfa sobre o juízo.
A misericórdia triunfa sobre o juízo. E, ao fim de contas, preciso ter cuidado com o que você diz, com o que nós dizemos. Porque nós vamos ser julgados pelo que sai da nossa própria boca. Que sai ou saiu ou sairá. Precisamos ter cuidado com o que sai da nossa boca.
Se nós não produamos as outras pessoas, se nós não temos misericórdia, Deus vai ter a mesma abordagem para conosco. Vejam mais aqui acerca do ensinamento de Jesus Cristo, acerca do ensinamento de Jesus Cristo, em Mateus 23, 23. Portanto, vamos falar, lembrem-se, de pessoas que eram zelosas pela lei. Zelosas pela lei! E nós temos de ter cuidado quando somos zelosas, que não ubicam, não nos tronamos com justiça própria. Então, estas pessoas que eram zelosas pela lei, 23, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 30, 30, 31, 35, 40, 40, 35, 40. Vocês eram zelosas pela lei, 23, 23, Mateus 23, 23, 23, diz assim, há e de vós, ecribas, e fariseus. Há e de vocês pessoas que são zelosas pela aplicação, da lei de uma maneira em que não há misericórdia. De uma maneira que é de sacrifício, Porque dáis o dízimo, ira-o-lando, o entro e do cabinho, e tendo-os negligenciado os preceitos mais importantes da lei. A justiça, a misericórdia e a fé. Devias porém fazer estas coisas sem omitir aquelas. Sim, precisamos de seres losos na aplicação da lei, mas precisamos ter cuidado que não sejamos ou não tenhamos justiça própria. Precisamos ter cuidado para usarmos misericórdia. Precisamos ter cuidado para não vermos o princípio de sacrificar, sacrifício. Porque Deus não quer sacrifício. A lei está aí para o nosso bem.
Nós, tal como estes membros da congregação de Israel, que eram zelosos pela lei. Nós, como membros da Igreja de Deus, zelosos pelos princípios, pela lei de Deus. Temos que ter cuidado que, inconscientemente, não nos tornemos, digamos assim, em certos pontos da lei, pontos da lei como justificação para sermos salvos. Precisamos ter cuidado, que não caíamos nessa armadilha.
Um dos pontos principais em que Jesus Cristo estava a bater a cabeça contra estas pessoas que eram zelosas na lei, na aplicação de eles de dia a dia, da lei, uma das áreas principais que Ele continuou a bater a cabeça foi da maneira que eles interpretavam ou aplicavam a aplicação do sábado.
E por causa da sua zelo na aplicação da lei do sábado, tornaram-se, digamos assim, fora de equilíbrio. Não estavam a aplicar a lei do sábado durante o equilíbrio são. Vejam também aqui em Mateus 12. Mateus 12, 1 e 2.
Por aquele tempo, em dia de sábado, passou Jesus palaciares, orstando seus discípulos conforme entraram a comer espigas e a comer. E os faseus porém, vendo isto, disseram, eis que os teus discípulos fazem o que não é lícido fazer no sábado.
Estão a fazer uma coisa que não se deve fazer no sábado, porque tinha esta lista de, pode fazer isto e não pode fazer aquilo. Sério, as pessoas hoje em dia perguntam, posso fazer isto ou não posso fazer aquilo no sábado? Tinha esta lista, pode e não pode fazer.
E por isso, estavam a trabalhar no sábado. Os discípulos de Jesus namentam aquelas pessoas, destes fariseus, estas pessoas que eram zelosas pela lei. Namentam-lhes, Jesus e os discípulos estavam a trabalhar no sábado.
E eles dizem assim, digamos assim, de outra maneira, estavam a encorajar as pessoas a trabalhar e no sábado a quebrar o sábado. Dando, digamos assim, um mau exemplo. É o que eles fiam, entendiam?
Um ponto prático hoje em dia.
Verem certas pessoas, pouco culto, na igreja de Deus.
E hoje já não atende em culto, porque dizem que nós alugamos uma sala para observar o culto ao sábado. Porque nós não temos a nossa própria sala nesta cidade pequena, onde observamos o sábado. Não tínhamos a nossa própria sala, por isso alugávamos e alugamos.
Não vem a igreja porque diz que estávamos a encorajar pessoas a trabalhar no sábado.
E, por isso, estão a invitar à assembleia de pessoas no sábado.
Que é um mandamento direto para não evitarmos a assembleia, como dizem hebreus.
Por que? Porque estavam zelosos dedicados à lei, mas não de acordo com o conhecimento, como dizem romanos 10, versículo 1, 2 e 3. Dizem assim, porque não conheciam a justiça de Deus. E é o que Jesus Cristo estava a dizer aqui? Por exemplo, vejamos isto aqui em uma aplicação hoje em dia. O que as pessoas diriam?
Ele foi ali para o campo, tirar comida do campo.
Estava a trabalhar. Não devia ter feito isso. Ele sabia que havia o dia da preparação. Ele sabia que havia estar nessa situação e que havia de estar conforme. E era o dia da preparação que podia ter preparado. Sim, podia ter feito um lanchezinho, uma caixinha com um lanche carregado, um lanchezinho. Jesus Cristo carregado um lanchezinho com ele e ter parado ali e fazer um bíclico. Fazer um bíclico. Não estará a apanhar as coisas do campo, porque estaram a trabalhar. Ele, sendo Deus, sabia muito bem que ia estar na nossa situação e devia se ter preparado. nehmen. E por isso estava a quebrar o sábado. Estava a trabalhar no sábado.
Ele estava a trabalhar no sábado. Ele estava a fazer o sábado. Ele estava a fazer o sábado. Ele estava a fazer o sábado. Ele estava a fazer o sábado. Ele estava a fazer o sábado. Ele estava a fazer o sábado.
Versículo 3, Mateus 12. Mas Jesus lhes disse, Não leste-os o que fez David quando ele e seus companheiros tiveram fome?
Comentrou na casa de Deus e comeram os pães da proposição, os quais não lhes era lice de comer, nem a ele, nem os com eles estavam, mas exclusivamente aos sacerdotes? Ou não leste-os na lei que aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa? Pois eu vos digo, aqui está um quem é maior que o templo. Mas se vos soubesseis o significado, mas ricórdia quero e não sacrifício, não terias condenado estes inocentes discípulos meus. Está aqui a mesma curtação de Ozeias 6,6. Mas ricórdia quero e não sacrifício.
Cris irmãos, quando agradamos a Deus, não é uma questão de fazer sacrifício, é uma questão de ter um bom relacionamento com homens, quando temos um bom relacionamento com pessoas. Estamos a agradar a Deus. Entendemos este significado?
Ora, eu não estava numa situação, ou numa crise em que estavam quase a morreres fomeados. Não. Estivem fome, mas não iam morreres fomeados. Podiam ter sacrificado um bocadinho e esperado um pouco. Podiam estar terem tido essa fome por mais umas horas. Mas ele diz aqui dao o princípio, que eu não concordia quero e não sacrifício. E depois diz, porque o filho do homem é Senhor do sábado. E no mesmo situação, em Marcos capítulo 2, ele diz, o sábado é feito para o homem, e não o homem para o sábado. Por isso o Senhor, o filho homem, é Senhor do sábado. E não de outra maneira ao contrário. Queris irmãos, nós devemos ser zelosos pelo sábado, pelas leis de Deus. Mas precisamos, na aplicação, desta dedicação, precisamos de ter cuidado, que demonstremos misericórdia. Neste exemplo de Marcos 2, continuem então, em Marcos 3, depois de ir pelo campo, ele foi para a Sinagoc, e estava lá uma pessoa com uma mão recequida, talvez até ainda fosse mais pequena, porque estava assim, tão doentinha, nunca usou, estava recequida, e ele curou essa pessoa dessa mão. E Jesus Cristo ficou zangado com eles? Mesmo zangado? Vocês podem ler isso, em Marcos 3, versículo 5. E por isso, como vem aqui, em Mateus 12, onde estávamos a ler, por causa desta situação, eles começaram a acusar Jesus Cristo. Vejam, por exemplo, no versículo 24, mas os fariseus, ouvindo isto, murmuravam, este não espel de Mônios, senão, pelo poder de Belzebú, maioral dos demônios, começaram a acusar, a dizer mal dele. E por isso, então, Jesus Cristo diz, vocês tenham cuidado, vocês vão ser julgados, porque qualquer palavra que saem, por todas as palavras que pisem, como dizem, versículo 36 e 37, diga-vos que, de toda a palavra frívela que preferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo. Tenham cuidado, porque pelas duas palavras, será justificado e pelas duas palavras, será condenado. O que é que Deus requer de nós? O que Deus requer de nós é justiça, misericórdia, como vem em Nicaias 6, versículo 8. Então, como é que você pode obter mais misericórdia e compansão? Primeiro, analisa-se a si próprio.
Olhe-se a si próprio. Veja, você tem sido misericordioso para com outros. Se não, se não tem. O segundo ponto, arrepente-se, perante Deus e acerca da sua falta de misericórdia e compansão. Em terceiro, peça ao Deus, or e peça a Deus para lidarmos misericórdia. Porque ao fim de contas, misericórdia é um dos dons espirituais. Você pode ler em Romanos 12, versículo 8, que um dos dons espirituais, um dos dons espirituais de santo Deus, é misericórdia. E, por isso, peçam a Deus para vos dar misericórdia. É um don espiritual. Peçam! E depois, vocês precisam desforçar, aporem prática, a aplicar essa misericórdia na vida. Vocês leem, por exemplo, em Lucas capítulo 10. Lucas capítulo 10. Lucas capítulo 10, versículo 25. Adiante, tem a história do bom samaritano. Estava um homem, tentava justificar a si próprio, como leia no versículo 29, Lucas 10. Ele estava a perguntar, mas quem é o meu próximo? Então, se vos dá a história do bom samaritano? Então, pergunte a ele, então, quem é o seu próximo? Nesta história, quem era o próximo dele? Ele disse, no versículo 37, Lucas 10. Respondeu-lhe o intérprete da lei, o que usou de misericórdia para com ele. Então, Jesus disse, Vai e procede tu de igual modo. Jesus mandou! Nos manda, nos dá uma lei, de aplicar misericórdia. Misericórdia é uma lei, é um andamento. Por isso, para você desenvolver mais misericórdia na sua vida, anda liso-se a si próprio, a si próprio, examines a si próprio. Medite, pense, você está a ser misericordioso, está a demonstrar compaixão para com outros em outras situações, na sua vida diária, está, pense. Não pense nos outros, pense em você mesmo, você está a demonstrar misericórdia para com outros, não pense em os outros, demonstra misericórdia para você, mas pense em você, demonstra misericórdia para com outros, se não está, arrepense. Isto é, primeiro lugar, seja humilde, para ver o problema. Segundo lugar, chora, e peça arrependimento. Em terceiro lugar, peça a Deus, para lhe dar esta fome, e esta sede, da justiça de Deus, que, através da aplicação dessa justiça de Deus, é uma como misericórdia, com bom relacionamento com os outros pessoas.
Queridos irmãos, misericórdia não é uma fraqueza, não é uma suavidade. Misericórdia é uma atitude de ajudar aos outros. Misericórdia é uma atitude de compaixão para com os outros, é uma atitude de amor para com os outros. A misericórdia é uma bonita atitude cristã que nós devemos ter. Bem-aventurados, misericordiosos, porque eles alcançaram a misericórdia. É uma mudança de coração produzida pelo Espírito Santo em nós. Isto é Cristo a viver em nós. É a justiça de Deus em nós que nos guia numa aplicação de verdadeira justiça para com os outros.
Demonstrando misericórdia.
É um caso de ter fé, porque quando demonstramos misericórdia, temos fé que conduzirá a uma mudança de coração dos outros. Temos fé que Deus, por seu lado, nos vai demonstrar misericórdia com nós que por isso vai ter de mostrar favor para conosco. Ao fim de contas, é um dos preceitos mais importantes da lei. Deus não demonstra favoritismo a você, mas você e eu podemos receber um favor de Deus. Se você e eu formos misericordiosos, nós, você e eu, querido irmão, podemos ser julgados menos severamente do que outros, se formos misericordiosos para com os outros.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).