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Bom, deobotar-te, queridos irmãos, aqui é Josch Kampus, falando-vos de Saint-Sanetti. Imagine, queridos irmãos, estarem na situação de Pedro, Pedro o apóstolo. Ele foi uma pessoa que dizia abertamente várias coisas acerca da sua posição, como se sentia, e declarou abertamente o seu suporte por Jesus Cristo, suportoso Jesus Cristo durante a sua vida.
Mas quando chegou a hora de provação, e de grande teste, acabou por humegar a Cristo três vezes até o gaulo dar o seu som na madrugada. Mas, deobotar-te, arrependeu-se muito e foi usado com grande força na igreja durante quase 40 anos depois da Resolução de Jesus Cristo. E ele foi de estamunha e viu vários problemas entre famílias e entre pessoas na igreja, como irmãos, e tal como Paulo também viu e foi de estamunha de várias dificuldades que a igreja de Deus teve e tem sempre, porque é sempre um alvo para um ataque de Satanás.
A verdade, queridos irmãos, é que a igreja tem sempre sido composta de seres humanos, que todos nós somos imperfectos, temos fracas, temos coisas que não são perfeitas, e que Jesus Cristo, pelo Seu querinho, com a Sua bondade e a Sua misericória para conosco, está a limpar-nos e a corrigir-nos e a fazer melhor para o mundo.
É o melhor para as pessoas de nós. E, por isso, quando Pedro foi de estamunha dessas dificuldades, ele escreveu, há poucos anos antes de morrer, nas epístolas de Pedro, primeiro epístolo de Pedro. Vigemos em capítulo 1, versículo 6 e 7, diz assim. Primeiro Pedro 1, 6 e 7 diz, nisto isolteis, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contra estados por várias aprovações, por várias aflições, por vários testes, para que, uma vez confirmado o valor da Vossa fé, muito mais preciosa de que o ouro, parecível, mesmo apurado por fogo, redunda em louvor glória em honra na relação dos os Cristo.
Que o Estado dizer é que a nossa fé é purificada pelo fogo, através de várias aflições, várias aprovações, que nós temos que confrontar, algumas às vezes são causadas por nós próprios, outras vezes são causadas por outros. Mas, seja o que for, estamos sujeitos a certas aprovações, dificuldades neste mundo, e estas aprovações e dificuldades são para nós uma oportunidade para nos limparmos, para nos sermos apurados pelo fogo.
Sim, há uma oportunidade para nós ficarmos melhores pessoas. Vejam, por exemplo, no segundo capítulo do mesmo livro. O Pedro, que foi testemunha de várias situações assim, diz aqui, nos versículos 11 a 15, diz Amados, e zórtavos com pregrinos e frustérios queçois avusam estérgios de paixões carnais que fazem guerra contra a alma.
Quer dizer, nós temos certas paixões carnais, mesmo que seja atitudes de queremos ser uma pessoa assim, ou assada, ou cozida, ou frito, queremos ser pessoas de uma certa maneira, ou temos certas paixões, e isso que estas coisas fazem guerra dentro de nós, fazem que às vezes digamos coisas irradas, coisas incorretas. E continuando assim, Elvish, mantemos exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, mas, além de, embora estejamos debaixo de pressões, temos que vencer, temos que aprester destas paixões, temos que vencer isto, estas fraquezas da natureza humana, porque parecermos um exemplo no nosso procedimento, na maneira que nos conduzimos para os gentios, para que naquilo que falam contra vós, outros como de malfeitores, observando em vossas boas obras, glorifiquem o Deus na dia de visitação.
Por isso, que os irmãos temos que estar constantemente a vencer a natureza humana, e esta luta de vencer isto torna-se então um exemplo aos outros pessoas, como nós nos estamos a comportar de uma maneira exemplar. E versículo 13. Sujeitá-vos a toda a instituição humana. E diz assim, temos que nos sujeitar a toda a instituição humana. Seja a instituição no governo, seja por exemplo a instituição humana que nós temos feito para organizar a igreja, para fazermos a obra, seja o que for, seja o rei, como soberano, que hará as autoridades, como enviadas por ele, tanto para castigos malfeitores, como para lavordos que praticam bem.
Seja que autoridade ou instituição humana seja, precisamos nos sujeitar isto. Porque assim, versículo 15, é a vontade de Deus que, pela prática do bem, façais e mudessei a ignorância dos insensatos, e assim continua. Por isso está a dizer, precisamos nos sujeitar. E então, continuar no versículo 18. Servos, sede sumissos, com todo o temor ao vosso Senhor.
Sim, tudo começa com o temor do Senhor. E com o temor do Senhor, precisamos ser sumissos, precisamos ser humildes. Não só somente ao vosso Senhor, ao vosso patrão, não somente se for bom e cordato, mas também ao perverso. Precisamos de ser sumissos, precisamos ser humildes a todos os nossos patrões, nas instituições humanas, por causa do Senhor, por causa de Deus, porque temos temor a Deus, e por causa disso somos humildes, somos sumissos, e vivemos de uma maneira que somos assim um exemplar do nosso procedimento.
Por isso, queridos irmãos, precisamos ter muito cuidado, muito cuidado no que dizemos, e respeito a superiores, e respeito porque, se não somos respeitosos aos superiores, sejam no nosso emprego, ou seja na igreja, ou seja onde for, então isso é uma blasfémia ao nome de Deus e à doutrina de Cristo. Isso é o que Paulo disse em 1 Timothy 6, versículos 1 e 2, se não demonstrarmos os respeitos aos superiores, isso é uma blasfémia ao nome de Deus e à doutrina.
Por isso, queridos irmãos, precisamos de ter um amor intenso, como Pedro disse, um pouco mais à frente, se virarem uma página à frente, no capítulo 4, versículo 8 diz assim, assim muito tudo porém, tendo amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobra multidão de pecados.
Sim, o amor intenso cobra muitos pecados.
E por isso, quando pessoas têm certas faltas, sejam justificadas ou não justificadas, sejam simplesmente mal entendimentos ou não, ou sejam simplesmente faltas, porque as pessoas simplesmente são imperfectas, somos seres humanos, precisamos de ter cuidado de ver essas infrações que nós tenhamos compreendido corretamente ou imaginadamente, precisamos de ter cuidado e continuar sempre a ter amor intenso uns para com os outros. E Paulo, Paulo mesmo disse, tenham cuidado com aqueles que causam divisões. Sim, porque isto pode ser, por exemplo, entre famílias, entre amigos ou entre pessoas mesmo na igreja, por exemplo. Vejam o caso, por exemplo, numa família, dois irmãos na família, ou por exemplo, um irmão e irmã, eles alunçam com o outro. E o que é que se passa? Nesta família acabam por ficar amaguados e depois se param e nem falam. Nesta família, um cunhado com o outro cunhado, um irmão com o outro irmão, há divisões na família. Isto não é na maneira como deve ser. E principalmente, se somos irmãos na igreja, precisamos ter muito cuidado de resolver esses problemas. Ora, certas pessoas, em vez de resolver, separam-se. E, por isso, Paulo diz cuidado a aqueles que causam divisões, que se querem separar, cuidado. Ora, seja mesmo que as inspeções, que os irmãos precisamos de respeitar e ter amor, uns aos outros, e ter muito cuidado, como falamos com pessoas. Por isso, que os irmãos Pedro viu estas situações. Pedro viu situações na igreja. Ele viu problemas na igreja. Por isso, está aqui a falar. Ele viu que estes problemas existiam e que são provações de fogo. E, mas disse cuidado, assim tudo, tem um amor intenso para os outros. Ele viu perseguições da igreja dentro da igreja, ou pelo governo, ou por todos os lados que fosse. E, por isso, viu estas dificuldades e aflições. E reconeceu o que Pedro reconeceu. Que as pessoas precisavam de muita graça. Na vida deles, para aprenderem a se conduzir de uma maneira melhor, de uma maneira de evitar ofensas. Sim, Pedro, quando eu escreveu primeiro Pedro e segundo Pedro, sabia que com a sua idade avançada, estava a escrever, provavelmente, as suas últimas cartas. E se fosse tu, ou se fosse eu, que estivesse a dar a última mensagem, a dar a última carta, qual seria a última coisa que querias deixar na mente do teu irmão ou da tua irmã? Qual seria a última coisa que querias deixar na mente para nós aprendermos?
Vixemos, então, a última mensagem, as últimas palavras de Pedro, ao fim da segunda epístola de Pedro, no capítulo 3, ao fim do capítulo 3, versículos 17 e 18. Por então, porque fez aqui, a última mensagem que ele nos deixou, pouco antes de ser martirizado, antes da destruição de Jerússelam, no ano de 70 da era corrente. Vigemos aqui, no versículo 17 e 18. Diz assim, Vós pois amados, prevenidos como estáis de antemão, sim, eu já vos preveni previamente. Já vos disse isso anteriormente, está Pedro a dizer, a tal que laivos. Quer dizer, tenham cuidado, crisermãos, crisermãos amados, estou a pedir, estou a arregar, tenham cuidado. Não suceda que arrastados pelo erro desses insubordinados. Tenham cuidado que isso não seja arrastado pelo erro desses insubordinados, dessas pessoas que não se submetem a autoridades, que seguem as suas paixões da carne, ou seja, que for. E não estou a dizer que há pessoas que sejam mais, mas simplesmente estou a dizer que cuidado para não sermos arrastados. Por isso, o Pedro estava a dizer, cuidado, a cálculo lavos, para que não suceda que arrastados pelo erro de certas pessoas insubordinadas, desqueiais da vossa própria firmeza. Então, o que é que ele diz aí aos para fazerem? Diz assim, antes crescei na Graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A Ele seja a glória, tanto agora, como no dia eterno. Amém! Antes crescei na Graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Queres irmãos, como é que devemos crescer na Graça de Cristo? Hoje vamos estudar que a Graça é muito mais do que simplesmente a salvação. Sim, a salvação, mas é muito mais. Vamos ver exemplos de Jesus Cristo em que ele demonstrou Graça e vamos analisar e estudar os ensinamentos de Cristo acerca de Graça para aplicarmos e podermos crescer em Graça. Queres irmãos, Graça é uma questão que Jesus Cristo cobra mais de outras situações. Sim, há muitas outras instruções de Cristo quando há ofensas, quando há pecados, quando há inimigos. Sim, mas Graça é uma questão que ele cobra muito bem. Às vezes nós não entendemos, claramente, que ele está a nos dar instruções acerca de Graça. Vigemos então esses exemplos, porque crescer em Graça, queres irmãos, não é só aceitar Jesus. Crescer em Graça não é só aceitar Jesus para que as nossas ofensas possam ser perdoadas. Não é só crescer na misericórdia de Jesus para conosco. Não é só crescer na quantidade de favor ou na quantidade de Graça que ele tem para nós. Graça é seguir os ensinamentos de Cristo, da Graça e no conhecimento. Seguir o seu exemplo, praticar como ele praticou. Graça é crescer na capacidade e na habilidade de tu e eu demonstrarmos a outro-se, a mesma Graça que ele demonstrou a ti. Este é um ponto de chave, queres irmãos. Não é crescer na Graça que tu ou eu, que tu recebas ou eu recebo, que é crescermos na Graça que tu das o que eu dou. Não é na Graça que recebemos, mas é na Graça que damos, temos que crescer a dar Graça. Então, qual foi a Graça que Jesus Cristo ensinou? E que Graça é aquele desejo que nós desenvolvamos? Vejamos aqui brevemente, se faz favor, no primeiro capítulo de João. João 1, versículo 14 de 16.
O verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de Graça e de verdade. Este é o conhecimento dele, era de verdade. E vimos a sua glória, glória como do unigénito do Pai. João testemunha a respeito dele e exclama, este é o de quem eu disse e que vem depois de mim, tem, contudo, a primasia, contudo, já existia antes de mim. Vamos ver aqui, continuado. Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e Graça sobre Graça.
Vê-se aqui, cheio de Graça e de verdade, ele se fez carne, é a Graça e a verdade Jesus que ele teve, e é uma Graça sobre Graça. Isto é uma grande abundância de Graça, um superlativo de Graça. Queridos irmãos, a lei tinha Graça, porque a lei dá a possibilidade para a expiação do pecado. E por isso a lei tinha Graça. Mas estamos a falar muito mais do que essa Graça, simplesmente da lei, é Graça sobre Graça. É uma abundância de Graça, é um perdão, é uma redenção, é uma salvação, muito mais do que a lei nos dá. Vejam o versículo 7, porque a lei foi dada por intromédio de Moses, a Graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo, uma Graça muito maior. E a verdade veio por Jesus Cristo. Queridos irmãos, nós geralmente entendemos Graça a ser algo que tem a ver com a salvação. Paulo disse-nos, somos salvos por Graça. Sim. A salvação não nos é for oferecida por nenhum grande bondado, o atributo, teu ou meu, o nosso. Sim, não temos nenhum mérito para receber a salvação. Não recebemos a salvação por algum ato de mérito nosso. A nossa vida não é assim tão boa que mereçamos receber a salvação. Não. Não merecemos nada disso. Nós somos pecadores e o salário do pecado é a morte. Deus simplesmente nos chamou. A chamada de Deus é feita de Graça. Foi iniciada completamente por Ele. É o que uma chamada significa de Graça. Ele chama-nos pela sua bondade e a sua compaixão. Sim, a Graça tem a ver com a salvação. E por isso é fácil nós atribuirmos e pensarmos de Graça e pensarmos acerca de salvação e acabar o assunto I. Mas não é onde o assunto acaba. O assunto da Graça não acaba na salvação. É muito mais. Abrange muito mais do que a salvação. E por isso vamos ver que Jesus Cristo mostrou Graça em situações que não tinham nada a ver com a salvação. Jesus Cristo mostrou Graça de uma maneira extraordinária ao povo em geral, em que o arrependimento não tinha nada a ver com o seu ato de Graça. E que não foi uma exigência nesses casos, porque fez isso como um ato de Graça. Não era para a salvação, mas era uma Graça. É, por exemplo, como uma pessoa anda na rua e tem certas possibilidades e há um pobre que nos pede qualquer coisa e pudemos dar uma coisa pela nossa Graça, damos a ele. Não tem nada a ver com a salvação, não tem nada a ver com ele ser perdoado ou não ser perdoado. É simplesmente um ato de Graça.
E, por isso, para entendermos o Graça, precisamos entender o que ele fez e como é que ele nos deu Graça e nos dá Graça. E depois, então, podemos perguntar o que é que devemos fazer. Vamos ver, então, queridos irmãos, alguns exemplos da Graça que Jesus Cristo demonstrou na vida dele, exemplos da vida dele. E vamos começar em Marcos.
Vamos começar em Marcos. Virei aqui alguns exemplos. Em Marcos capítulo 2, versículo 1 a 5, isto é a situação da cura de um paralítico. E vejamos aqui. Dias depois, entrou Jesus de novo em Caffarna 1 e logo correu que ele estava em Caça. E muitos, logo muitos afluíram para ali, tantos que nem mesmo junto à porta eles acharam lugar e anunciavam-lhes a palavra. Alguns foram ter com ele, conduzindo um paralítico levado por quatro homens e não podendo aproximar-se dele por causa da multidão, descobriram o herado no ponto correspondente ao em que ele estava e, fazendo uma abertura, baixaram o leito em que jazia o doente. Vend-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico, Filho, os teus pecados estão perdoados. Isto é uma coisa que Jesus podia dar, porque tinha poder e deu aos pecados passados. O que Jesus disse não foi a razão porque este paralítico foi baixado. Este paralítico foi baixado para ser curado. Jesus Cristo disse a Ele, Filho, os teus pecados estão perdoados. Mas é o que Ele tinha capacidade de fazer e fez. E, disse, os teus pecados são perdoados. Versículo 6. Mas alguns dos escrivas estavam assentados ali. Estavam assentados, vejam, os outros estavam em pé, mas estes estavam assentados. E arrasoavam, racicionavam no seu coração e diziam, versículo 7, porque fala ele deste modo, isto é blasfémia, quem pode perdoar pecados, senão um que é Deus. E Jesus percebeu logo, por seu espírito, que eles assim arrasoavam, assim racicionavam, diz-lhes, porque arrasoais sobre estas coisas em vossa coração. Qual é mais fácil, dizer ao paralítico, estão perdoados teus pecados, ou dizer levante, toma o teu leito e anda? Ora para que sabes que o filho do homem tem sobre a terra-autoridade para perdoar pecados? Disse ao paralítico. Eu te mando levante-te, toma o teu leito e vá para casa. E então ele se levantou e no mesmo instante, tomando o leito, retirou-se, à vista de todos, apontos-se de mirar em todos e darem glória a Deus, dizendo-se a mais, vimos coisa assim.
Querido irmãos, ele perdoou aqui, a perdoar imediatamente, sem seguir o processo de lei que era o que oferecer uns certos bodas, ou gado, ou coisa assim, uns certos sacrifícios para o processo, ele perdoou imediatamente. Agora estou a perguntar.
O processo no Novo Testamento, o que é? Para recebemos o ser perdoado. O processo novo testamento é o que? Precisamos de arrependimento e ter fé e por isso ser batizado e ser, receber a unção das mãos.
Que arrependimento houve aqui do homem? Arrependeu-se?
Ter fé? Nem diz que o paralítico ter fé. Sim, os outros tinham fé, os outros homenzinhos. Mas o paralítico, bem, ponham-me lá. Sim, é possível que ter fé. Arrependeu-se? É possível que sim. Mas não se sabe, não diz. Porque aqui foi um ato da Graça de Jesus Cristo. O exemplo da Graça pessoal, ele tinha uma certa capacidade pessoal e usou isto para dar uma lição aos outros pessoas também, mas foi uma Graça dele.
Viremos outro exemplo da Graça de Cristo. Agora vamos ver o exemplo da mulher endemonhinha em marco 7. A mulher que tinha um demônio, marco 7, versículos 24 a 27. Diz assim, levantando-se, partiu de ali para as terras de tiro e cidão, tendo entrado numa casa, queria que ninguém o sabia, no entanto, não pôde ocultar-se. Por que uma mulher e no relato de Mateus, esta mulher chama a Jesus Cristo filho de David, aqui neste relato não descreve-se, mas continua a ler.
Uma mulher cuja filhinha estava posessa de espírito e mundo, tendo ouvido o respeito dele, veio e postou-se nos pés e essa mulher era grega de origem sírio fenícia. Isto não era da linhagem de David, como o de Leia Mateus 15, e rugava que explice de sua filha o demónio. Sim, ela não era Braica, mas estava a solicitar algo como se fosse, porque estava a zeror, o filho David estava a solicitar como se fosse Braica, mas ele sabia muito bem e Jesus lhe disse, deixa primeiro que se fartem os filhos, porque não é bom tomar o pão dos filhos nas salas que os chorrinhos.
Vê-se aqui que Jesus Cristo viu, talvez, uma atitude sim humilde, mas por outro lado estava a dizer bem ao filho de David, talvez pensando que ela tivesse uma atitude a tomar de uma linhagem que não era. E ele então disse assim uma coisa que é difícil, é difícil, mas uma vez porém, vês aqui a atitude dela que estava uma atitude humilde. E ela disse, versículo 28, ela porém respondeu, sim senhor, mas os cachorrinhos da Páxida Mesa comem as migárias das crianças. Porque, então, aqui tem uma atitude limpa, uma atitude humilde, e então ela lhe disse, então ele lhe disse, por causa desta palavra, pode dizer o domónio já saiu da tua filha. Vê-se aqui uma coisa, ela pediu, acreditou o que pediu e foi no uma atitude humilde, que inicialmente, talvez não tivesse, mas por isso é que Jesus Cristo talvez tenha dito isso, mas quando ele viu não a atitude, assim, completamente humilde, lhe deu.
E por isso aqui, vês que Jesus Cristo não pediu a ela para se arrepender, ou para a filha se arrepender. Não houve nada de arrependimento, arrependimento não foi exigido, mas Jesus Cristo simplesmente demonstrou graça. Uma vez mais, aqui, vês a prescrição do novo testamento, descrita em Pedro, por Pedro, em atos, de arrependimento, batismo, receber o dom do Espírito Santo e isso tudo, não foi seguida, é foi simplesmente um ato de graça de Jesus Cristo. Ele simplesmente, Jesus Cristo, está a fazer aqui, o que uma pessoa pede, com uma atitude razoável, e eles precisam de ajuda, e ele os ajuda.
Vês que até no caso dos apóstolos, por exemplo, quando os apóstolos andaram com Cristo, eles ainda não se tinham arrependido. O arrependimento dos apóstolos só vai mais tarde, Jesus Cristo está a demonstrar atitudes de graça, exemplos de graça. Vejamos outro exemplo aqui, no versículo 31, no mesmo capítulo, versículo 31 a 37. De novo, se o roteiro das terras de tiro, e foi por Sidon até ao mar da Galileia, através do território de Capolis, então ele o trouxeram um surdo e gago, e lhe suplicaram que embosesse as mãos sobre ele, tirando da multidão a parte, pois lhe justeçam os ouvintes, lhe tocou a língua com saliva, e depois, erguendo os seus olhos, se expirou e disse, Ífata, que quer ser aberto, e abriam-se-lhes os olhos, ouvidos, e logo lhe soltou o empecilho da língua, e falávase embarassadamente.
Mas lhe ordenou que ninguém o dissesse, enquanto tudo quanto mais o divulgavam, e maravilhasse-os sobre o menor exemplo. Tudo ele tem feito esplendidamente bem, não somente faz ouvir os olhos, como falaram os mundos, mas pergunte aqui. Pediu-se Jesus Cristo ao homenzinho para se arrepender? Não se vê nenhuma exigência de arrependimento.
Porque Jesus Cristo fez isto como uma graça pessoal demonstrando a graça dele, a misericórdia dele. O arrependimento virá mais tarde. Isto não é um caso de salvação. E ele vai conhecer a verdade um dia mais tarde, vai ter que se arrependerem e se tudo. Tá bem? Mas neste momento não tinha nada a ver com isso.
Não houve exigência de arrependimento. Foi só um ato de graça. Vigemos outro caso aqui. Vamos ver em Lucas. Lucas capítulo 7. Versículo 36 a 38. Está aqui o caso da Senhora Pecadora. Convidou um dos fariseus para que fosse jantar com ele. Jesus entra na casa de fariseus, tomou lugar à mesa. Exica uma mulher da cidade Pecadora. Sabendo que estava à mesa na casa de fariseus, levou um vaso de alabastro com um gento.
Entrando por trás aos seus pés, chorando, estando por trás aos seus pés, chorando, regava-os com os sulágrimas e os enxugava com seus próprios cabelos. E beijava-lhe os pés e os enxugia com um gento.
Vemos aqui que Jesus Cristo aceitou que ela estava a fazer numa maneira graciosa. Em versículo 39. Ao ver isto fariseu que o convidado disse consigo mesmo. Ele pensou dentro da cabeça. Se este for a profeta, bem sabria quem e qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora.
Mas veja aqui que Jesus Cristo sabia o que este homem estava a pensar. É como se tivesse ouvido ele a falar.
E vejam então que Jesus Cristo, em versículos 40 a 43, dirigiu-se Jesus ao fariseu. E lhe disse, Simão, uma coisa tenha dizer-te. Ele respondeu, diz, Mestre, Certo Creador tinha dois devedores, um que devia 500 cenários e outro 50. Não tendo nenhum dos dois com que pagar.
Perdão-lhe a ambos. Qual deles, portanto, o amará mais? Responde-lhe, Simão. Suponha que ele é quem mais produou.
Replicou-lhe Jesus. Jogaste bem. O que se passa aqui, queres irmãos? Vejam, por exemplo, uma pessoa disse algo acerca de ti, ou coisa assim, irrado, e digamos que ti insultou e disse a outra pessoa.
E tu, ovos, que essa pessoa disse isso a outra pessoa.
Então fica zangado com essa pessoa que estava a falar mal de ti. Bem, neste caso, ele estava a falar dentro da cabeça dele, mas é como se tivesse a falar contra outra pessoa, estava a falar mal de ti.
E quando essa pessoa, uma pessoa pensava, não podia ter dito, não.
Mas o que é que farias? O que é que farias? O que é que farias com essa pessoa se soubesse que era verdade, que ele tinha dito isso? Neste caso, Jesus Cristo sabia, porque ele é cheio da verdade, sabia o que ele pensou.
Talvez quisesse, então, dar uma lição a essa pessoa. O que é que se passa aqui com Jesus Cristo? Porque ele está cheio de graça e verdade. Sim, porque sabia a verdade. Sabia distinguir ver os corações das pessoas. Por isso, tem a verdade, porque vê os corações das pessoas. E por isso, sabia exatamente o que o homem estava a pensar.
Por isso, ele sabia a verdade. Sim, quando há situações com pessoas, nós não sabemos a verdade, porque não sabemos os corações. Nós não sabemos os corações de pessoas. E por isso, muitas vezes, não sabemos a verdade.
Mas ele sabia a verdade, sabendo que este homem estava a dizer mal dele, dentro da cabeça dele.
Foi capaz de falar com este homem com uma graça. De uma maneira muito generosa, a falar com o simão. Fico azangado com o simão? Não. Mas conduziu-se com o simão, de uma maneira muito generosa, e igualmente conduziu-se com a senhora, com uma maneira muito graciosa também. Ele teve cuidado de como respondeu à situação e de uma estroa muito graça a ambos. Vejam, versículo 44, e voltando-se para a mulher, disse assim, — Vê-se esta mulher, entrei em tua casa, e não me deixe água para os pés. Esta porém regou os meus pés com lágrimas e os enchegou com os seus cabelos. Não me deixe ósculo, ela, entretanto, desde que entrei, não cessa de me beijar os pés.
Não me ungiste a cabeça, com óleo, mas esta, com bálsamo, ungiu os meus pés. Por isso te digo, perdoados lhes são seus muitos pecados, porque ela muito amou. Mas aquela quem poucos se perdoa, pouco ama.
Então disse a mulher, perdoados são os teus pecados. Aqui ve-se outra vez, não pediu uma exigência de arrependimento.
Não disse a ela, não vage, não peques mais, ou pelo menos não está escrito.
Não está claro, aqui também não está a falar da vida eterna, querido irmãos. Não está a falar da vida eterna. Sim, para a vida eterna, para a salvação, é preciso arrependimento, é preciso mudar a vida, mas não está a falar da vida eterna. Jesus Cristo está aqui a demonstrar uma graça de uma pessoa física, em ela física, com o poder que ele tinha.
Jesus Cristo disse à mulher, a tua fé te salvou, vai-te em paz. Estás por doado dos pecados passados. Jesus Cristo tinha essa autoridade.
É simplesmente a graça de Jesus Cristo.
É esta graça que temos de dar a outros quando dizem coisas mais a nós.
Isto é um exemplo de dar a outra cara. Não responder mal por mal, mas com bem, com gentileza.
Cristo corrigiu-se-mão por dizer mal de Cristo. Sim, não disse, pela boca, mas disse dentro da cabeça. Corrigiu-se-mão, mas com gentileza.
E perdoou a pecadora.
É uma graça de Cristo. Vejam aqui, em Mateus 9. Mateus 9.
A Treles. Capítulo 9, versículo 9, a Treles. Partimos, Jesus, dali, vê um homem chamado Mateus, sentado na coletaria, e disse-lhe, segue-me, e ele se levantou e seguiu. E se desdeu-lhe, caixando-o em casa, à mesa, muitos publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e seus discípulos.
Ora, vendo isto, os fariseus perguntaram aos discípulos, porque, como o novo se demastra com os publicanos e pecadores, Jesus, ouvindo-se, os sãos não precisam de médicos e sim os doentes, e, entre porém, aprendeu o que significa isto. Mas, recorde-a, quero, e não a locoxtos, pois não vim chamar justos e sim pecadores ao arrependimento.
Os fariseus não queriam ser parte deste grupo, mas os Cristo Deus disse, mas recorde-a, e o desejo.
Para dizer, não quero a locoxtos, não quero pagamentos, não quero que me paguem de volta, não quero pagamento nenhum.
É como se os Cristo tivesse a dizer, não estou aqui para vos dar uma lição, ou para me pedir em desculpa.
Jesus Cristo cria que se arrependessem, e-lhes para-dê-lhe sabia que se arrependeriam um dia no futuro, quando viassem conhecer a verdade, no seu tempo.
Mas, entretanto, estava a dar-nos uma lição, que Jesus Cristo, ele quer, mas recorde-a. Sim, sabiam que essas pessoas ainda estavam nos seus pecados, mas estava a demonstrar a essas pessoas ser uma pessoa de graça.
Como diz Deus, dá a chuva aos bons e aos maus, estava a demonstrar a sua pessoa de graça.
E como é que Jesus Cristo pode fazer isso?
Como é que Jesus Cristo pode fazer isso? Como que direito é que pode fazer isso? Porque ele pode fazer o que ele quer, o que ele deseja.
Porque ele pode dar graça a quem queira, porque ele tem esse poder.
Lembre-se, ele é Deus, e por isso pode fazer isso.
E por isso, até que pode, até que Jesus Cristo vai dar graça, é a decisão de Ele.
Ele tem direito de ser misericurioso, e Ele o será.
Mas, até que ponte que Tu e eu vamos dar graça?
Até que ponte que Tu e eu vamos dar graça a outros?
Porque, diz, da maneira que perdoares a outros, é que vai ser perdoado a Ti mesmo. Da maneira que deres graça a outros, é que vai ser dar graça a Ti mesmo.
Agora, cris irmãos, que entendemos um pouco melhor o que Jesus Cristo fez, acerca de graça. Como Ele nos deu exemplos de graça entre pessoas humanas, digamos assim, agora podemos perguntar o que é que nós viemos fazer.
Para isso, vigemos então alguns dos seus ensinamentos. Vamos ver alguns dos ensinamentos, os mandamentos de Jesus Cristo. E vamos começar, então, em Mateus capítulo 5, versículo 38.
Ouviste-se que foi dito, olho por olho, dente por dente.
É o mandamento? Sim.
Está na Bíblia, está três vezes, em êxitos, Levítico e Drónimo, está este mandamento. Está na lei. Olho por olho, dente por dente.
Tinha Jesus Cristo algum problema com este mandamento ou com esta lei? Não. Jesus Cristo não tem problema nenhum, com nenhuma lei.
Na maneira que este mandamento foi escrito, na maneira da intenção deste mandamento, ele não tem problema nenhum com ele. Não tinha e não tem, porque é o mandamento dele.
Mas ele tinha um problema na maneira que as pessoas estavam a aplicar este mandamento.
Ele tinha um problema da maneira com que eles entenderam a lei.
O que quis que eu quero dizer?
Olho por olho, dente por dente.
Jesus Cristo não tem nenhum problema com esta lei de julgamento, quando é usada por um juiz de lei ou por um magistrado.
Porque a parte da lei, temos uma lei. Por exemplo, uma nação, uma instituição. E para ver ordem nesta nação, ou nesta cidade, ou nesse magistrado, ou nesta organização, organização, é preciso aplicar a lei. Conhecendo como a natureza humana é, para ver paz na sociedade, na nação, no país, na cidade, quando há infrações, é necessário usar julgamento. Mas o caso é a maneira que eles entenderam esta lei. Jesus Cristo não tem nada contra a lei, mas tinha muito contra a maneira que eles entenderam a lei. É porque a lei estava a ser aplicada para relacionamentos pessoais e pessoas estavam a querer exacitar justiça para todas as coisinhas que lhe aconteciam entre pessoas e este falado mal de mim, este fala mal de ti, e ponto, olho por olho, dentro por dentro, em questões pessoais. Se queres viver dessa maneira, tu faz misto e eu faço daquilo? Então, os próprios motociclistas, como por exemplo aqueles que chamam os Hells Angels, aqueles Los Angeles do Diabo, os maiores ganges de motociclistas fazem o mesmo. Fazes misto e eu faço daquilo? Jesus Cristo disse que se quiseres viver pela espada, morrerás pela espada.
Queres irmãos, as pessoas estavam a aplicar esta lei de relacionamentos pessoais. E esta lei não é para relacionamentos pessoais, esta lei é para o juiz de lei, ou magistrado, ou para uma nação, ou para fazer, para haver paz na cidade, e numa nação, e no país.
Mas estavam a aplicar para relacionamentos pessoais. Ora, queres irmãos, se vais tomar atenção, ou se vais tomar conta de tudo que te vai ser dito, e se tornares a ficar ofendido por tudo, ficás magoado por tudo, que te seja feito ou que te seja dito, então quantos amigos é que vais ter? Queres irmãos, não está a falar disso. Versículo 39. Diz assim, eu porém vos digo, não resistais ao perverso, mas a qualquer pessoa que te ferir na face direita, volta também a outra.
Há muita controversia acerca deste versículo. Diz assim, não resistir ao perverso. Queres irmãos, Jesus Cristo está claro. Não está a ensinar-nos para nos assentarmos e ficar a observar quando a nossa família está a ser atacada ou assassinada, ou vilada, ou nós próprios estamos a ser assassinados, em vez de dar uma certa resistência normal numa situação dessa.
Eu vivi em situações que a família podia ser atacada, em primeiro lugar, orei para que Deus nos protegesse. E graças a Deus, ela nos protegeu sempre. Mas se tivesse numa situação dessa, eu resistaria. Se tentassem violar a minha esposa, eu resistaria, queridos irmãos.
Mas aqui não está a falar disso.
Não está a falar de uma certa razoável defesa própria, defender-te a ti próprio e a tua família, quando há, sabes que há certo dano que te vá a acontecer ou que será a eles.
Então, pois o que está a falar, é que está a falar de coisas que, em comparação com isso, são coisas muito mais insignificantes.
O que está a dizer é que, nestas situações mais insignificantes, quando uma pessoa dá uma bufetada na cara, dália outra cara. São situações mais insignificantes quando uma pessoa te dá um insulto aqui e deixa passar o insulto. Estás a perceber?
Porque é melhor aceitar o irrado numa situação dessas pequeninas do que ir a uma batalha, do que ir à lei, iniciar uma ação judicial, em vez de entrar numa situação que se esteja e, então, começamos a entrar numa situação que se intensifica, que se agrada, que cresce e que desenvolve, então, uma coisa enorme.
Se vais fazer esta coisa de pagar com a mesma moeda, então onde isso vai parar?
Por isso diz, não resistas isso.
Ora, isto não nos proíbe de poder dizer o que uma pessoa faz a nós com cuidado acerca da injustiça da ação e insistir que haja uma certa justiça.
Por exemplo, se uma pessoa te bate na cara de uma maneira correta, pode dizer, ei, por que que me viseste isso? Eu não fiz nada mal.
Mas não é uma desculpa para revoltar ou rebelar ou fazer uma rebelão ou rebelião contra essa pessoa.
Sim, foi o que aconteceu quando Jesus Cristo foi esbofeteado. Lembram-se quando Jesus Cristo foi esbofeteado o que é que ele fez?
Ele não deu um soco de volta, mas defendeu a situação acerca da injustiça.
Vejam aqui, brevemente, que mantenham o dedo em Mateus 5, porque vamos voltar aí.
Mas vejam em 18, capítulo 18, versículo 22 e 23.
Dizendo, é listo um dos guardas que ali estavam de uma bovetada em Jesus, dizendo, é assim que falas ao sumo sacerdote?
Repreendicou-lhe Jesus. Se falei mal, dá-me destemunho do mal.
Mas se falei bem, porque me ferro-se. Se eu disse, fiz alguma coisa mal, diz-me ou fiz o mal?
Mas se eu não fiz mal, então por que me dava uma bovetada?
Como é que disse?
Não é não resistir ao perverso, não quer dizer, não nos proíbe de poder dizer o que uma pessoa faz a nós, com cuidado, acerca da injustiça da ação. E insistir que a justiça seja feita.
Mas o que está a dizer não resistir ao perverso, é que em Mateus 5, é que há certas pessoas que resistem de tal maneira, que querem levar tudo e todos à lei, querem tomar uma vantagem da lei para buscar indiminuizações e acabar por ser uns casos judiciais muito amargos.
Por isso diz, não resistem ao perverso, não vão, não sigam esse caminho.
Jesus Cristo disse, então, a qualquer deferir na face direita volta também a outra. Em vez de lidar com o problema na lei, ou mesmo fora da lei, por causa de uma ofensa de pequena importância, diz, esquece disso. Deixe-se passar. Pode fazer isso? Pode esproduar? Pode deixar passar? Pode mesmo fazer isso?
Querias irmãos, quando resistimos a estas ações que nos maltratam justamente ou injustamente, imaginadamente ou não imaginadamente?
Imagimos que nos maltrataram, talvez não tenham, mas nós fabricamos uma imaginação dentro da nossa cabeça. Querias irmãos, quando tomamos uma decisão de resistir a estas coisas justas ou injustas, que sejam válidas ou não sejam válidas, sejam imaginadas ou não?
Querias irmãos, quando tomamos uma posição dessa?
Estamos a fazer inimigos e perdemos amigos. Por quê? Porque queremos justiça em coisas pequenas, porque buscamos retribuição por cada situação que somos aparentemente maltratados, porque qualquer pequena ofensa, qualquer pequena injustiça, justa ou imaginada, como disse, qualquer coisa errada, real ou sentida, quando isso acontece, simplesmente saltamos e dizemos, porque visaste isto e atacamos de volta.
E quantas pessoas depois, se fizemos e fazemos isso, depois não falam contigo e não querem dizer nada a ti e depois disso?
Se vais, querias irmãos, continuamente estar a repreender uma pessoa por qualquer coisa que te faça o que te diga, é isso graça?
Graça faz o que?
Sim, acho que entendo-te, não entendo-te. O que faz a graça? A graça nos deixa não dar por isso. A graça nos faz com que não prestemos atenção a isso. A graça nos faz com que nós fechemos os olhos. A graça nos faz que nós toleramos estas situações. A graça nos faz com que deixemos isso passar. A graça faz com que nós perdoemos a outros, como Jesus Cristo nos deu o exemplo e nos perdoa.
Cris Irmãos, estamos a falar aqui do relacionamento entre pessoas. Não resistes o perverso? Não o tragas à justiça? Não tendes a fazer com que essa pessoa se sinta mal, acerca do que fez? Não tendes a dar uma lição a essa pessoa, ou dar um sermão de correção a essa pessoa? Não tendes a fazer que essa pessoa sinta a força completa da minha lição que te vou dar?
Não tendes a querer pregar essa pessoa? Não queiras fazer com que essa pessoa entenda como te fez sentir?
Não resistes ao perverso?
Temos que fazer mais outra pergunta. É tudo acerca de nós?
Sim, é acerca de nós que fui maltratado?
Mateus 18 é muito educacional acerca deste ponto. Mateus 18.
Versículo 15 Se o teu irmão pecar contra ti vai arruí-lo entre ti e ele, se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão. É para o bem do outro. É para ganhar-os um irmão. É para ele se manter como um irmão. É para o bem do outro. Não diz receber satisfação porque agora tem justiça? Não diz agora ser-te-te muito melhor?
Se quer sentir melhor? Se quer-te ter-te satisfação porque agora tem justiça? Então vais ter que esperar muito tempo. Sim, pode dizer, isto é assim assado. E o outro diz, acho que não, isto é cozido e frito. Queris irmãos, então, são opiniões. Então torna-se a tua opinião contra a opinião dele. E não há nada resolvido. Queris irmãos, Mateus 5, quando está a falar dado ou outra face, está a falar de coisas pequenas. Mas Mateus 18, versículo 15 a 17, está a falar de uma ofensa grande, que pode dar resultado com que essa pessoa seja removida da Igreja de Deus. Porque a situação é elevada, ou elevada com duas ou três testimonhas, é então levada à Igreja, o que quer dizer levada à Igreja? É, o conselho da Igreja, ou coisa assim, é levada à Igreja, até que a pessoa seja ascomunicada.
E uma pessoa vai ser ascomunicada? Porque está borreceu? Não. Não tem nada a ver com situações pequenas. Mateus 18 é com situações grandes.
É como o exemplo, por exemplo, uma criança, quando temos os nossos filhos, um filho vem, outro filhinho vem, anda a se dizer, ele bateu-me. Ele bateu-te? O que é que tu fazes? O que é que tu fazes? O que é que tu fizeste para ele te bater? Não, eu não fiz nada. Vamos perguntar isso mais um bocadinho. O que é que tu fizeste para ele te bater? E então, depois, começa a saber a verdade, porque há um desvio da verdade. Porque dizem só uma parte da verdade.
Dá uma impressão de que há injustiça. Por que? Porque só dizem uma parte da verdade. Porque há um desvio da verdade. E só Jesus Cristo é que sabe a verdade, porque Ele é só, Ele é que sabe os corações. Tiago 5, 19 e 20, é um desvio da verdade. Cresirmãos, Mateus 5 fala acerca de acontecimentos insignificantes na nossa vida pessoal, que temos que resolver por nós próprios com graça. Mateus 5 não está a falar de Mateus 18. Mateus 18 é de ofensas grandes que podem dar resultado a uma pessoa ser movida da igreja de Deus. Mateus 5 está a falar de ofensas pequenas.
E por isso temos que nos lever isso com graça, como Jesus Cristo fez coisas com graça. Com graça. Quantas vezes é que Jesus Cristo foi difamado? Quantas vezes é que Ele foi sujeito a Calúnias? Quantas vezes é que Jesus Cristo foi maltratado? Quantas vezes é que Jesus Cristo foi maltralado? E como é que Ele lidou com essas situações? Como é que Ele se controlou? O que que Jesus Cristo fez? Quisê para que Ele os deu? Quisê para que Ele deu aos discípulos? Foi um homem de graça?
Versículo 40. E ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa.
Se essa pessoa quer levar o tribunal por causa de uma coisa pequena e quer ficar com a tua túnica, deixa-lhe ficar com a capa também. Não diz que está a tomar conta da tua casa ou propriedade, não diz que está a pôr a tua esposa na prisão, mas comparado com o que podia acontecer, não são coisas grandes.
Versículo 41. Se alguém te obrigar a andar uma milha, vá com ele duas. Se em teste de submeter aos autoridades ocupantes, submete-te, ou teste de desculpas para justificares para não de submeter-te.
E por causa disso, cria as divisões ou fricções de tua família, ou entre na igreja, ou seja onde for, ou então, ou estes, por outro lado, humilde e submites-te, porque ele diz, anda uma milha e tu andas duas, vá e submites-te.
Isto é um exemplo do período do Império da Persa, porque as cartas são enviadas do rei às várias áreas distantes do reino, e então, tinham estações de cavalos, e se o imissário do rei chegasse à tua vila e pedisse a carregar uma mensagem, um quilómetro da tua casa, então disse, faz o esforço e vá a dois quilómetros, e coopera com ele.
O que é que os judeus, no período de Cristo, faziam?
Cooperavam com os autoridades?
Por Jesus Cristo teve a dizer a eles, se demandarem contigo, a brigar a andar uma milha, vá com ele duas, coopera com as autoridades. O que é que os judeus do tempo de Cristo faziam a cerca dos romanos? Eles diziam, eu não vou cooperar com um porco romano!
Deixe-me explicar. Se os judeus tivessem ouvido os ensinamentos de Jesus Cristo, e não teriam sido assassinados aos milhões, primeiro, em cerca do ano 70 da Era Corrente, na Rebellião, que houve, em que crianças e senhoras e pessoas idosas foram assassinados aos centenas de milhares, e também, 62 anos depois, no ano 132 da Era Corrente, durante a Rebellião de Bar Coq-Bah, em que um ou dois milhões de judeus morreram, porque não se quiseram submeter aos romanos, e por isso os judeus não puderam voltar a Jerússelam. E só recentemente, em 1948, é que foram permitidos a voltar e formar uma nação aí. Tudo que tinham que fazer nessa altura, é fazerem o que Jesus Cristo disse, cooperarem com as autoridades. Então, teriam continuado a viver em Jerússelam, e ele teria estado lá, e então eles teriam estado lá por estes séculos todos passados. Nem precisavam de acreditar que Jesus Cristo tinha sido o Messias, nem precisavam de fazer, só precisavam, perdão, de fazer o que ele tinha dito. Então, estariam bem, mas não quiserem fazer isso.
Jesus Cristo veio com graça. É uma característica de Deus. E os judeus completamente perderam essa oportunidade, a graça, para a própria desvantagem deles. Jesus Cristo disse, oh Jerússelam, quantas vezes de quis estar debaixo das minhas asas, como um pardalho, um passarinho a proteger os bebés e os filhinhos. Como podem lerem, Mateus 23, 37, 39, sim, eles viram a Cristo, eles ouviram a Cristo, eles viram no Cora, eles se teve com eles, de eles comida, as multidões milagrosamente.
Mas não fizeram, não aprenderam a graça de Cristo. E então ele disse, porque não estão a obter esta graça, não estão a ser graciosos, não estão a se meter, não estão a ser humildes. Então disse, isto vai ser a tua destruição. Vaz para o que tiveiro, tudo o que era necessário, era que tivessem ouvido o que ele disse. Na verdade, Jesus Cristo era uma pessoa de graça, de extraordinária graça. Vejam o 42, versículo 42. Dá a quem te pede e não volte às costas, ao que deseja que lhe empreste.
É uma aplicação certa para nós. Sim, temos que equilibrar isto com as necessidades da nossa família. Mas quando alguém te pede algo, é a tua decisão de dar ou não dar. Há certas pessoas, ah, mas ele está a mentir, ele vai usar o dinheiro para beber, ou como é que sabes? Eu não estou aqui para provar uma coisa ou outra. Eu posso dar, e se não precisa, se ele está a mentir, o que eu posso fazer? É o problema dele, não é meu?
Se eu dar, eu dou, se eu não dar, não dou. Mas se a pessoa de facto precisava e eu não dou, talvez eu tenha cometido um pecado grave.
E esse pecado, por isso, então, é pior de lidar e ele estará abusar da situação, ou estará tentar receber de baixo de falsas pretensões. Por isso diz assim, a quem te pede, dá a quem te pede e não volte às costas, e ao que deseja, lhe empreste-os. Querias irmãos, são lições importantes, que todos nós temos que aprender, que eu tenho que aprender. Vieram a Cristo e disseram, eu preciso disto. O meu filho precisa ser curado. O que que Jesus Cristo fez? Curou. Perguntou, algumas vezes, mas o que é que tens que estar a fazer? Por que estás assim? Por que estás doente? Não tens tido uma boa dieta? E tens que mudar a tua vida? E tens que arrepender? Não, ele curou.
Não perguntou, por que que tu fizesse de prestar neste problema? Desperdiçaste-te a tua juventude e olha, agora estás na situação em que está. Não, Jesus Cristo não disse nada disso. Ele o escurou. Dê-los um sermão? Não. O único que disse à mulher, apanhada, é no letério e disse a ela, não peques novamente.
Jesus Cristo era uma pessoa de graça. É uma graça tão extraordinária, pois ele não só podia dar a graça, mas tinha todos os direitos de fazer as perguntas. Sim, certamente, podia fazer essas perguntas. Mas deu-te dúvida graça. E ela então ainda nos dá a instrução e ensinamento ainda de maior graça. Vejam aqui no versículo 43. Eu vou ler aqui agora da Bíblia revista e corrigida, porque a revista e a atualizada faltam em alguns versículos. E diz assim, eu porém vos digo, amai os vossos inimigos, bem-disei os que vos mal dizem, fazei bem ao que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem. Parece mentira que, nos irmãos, que ele disse isto, os ensinamentos dos Cristo são tão difíceis. Sim, são difíceis. E temos muito mandamentos e ensinamentos de como lidar com pessoas que pecam em faças ofensas e o que devemos fazer para o bem deles e não para o nosso bem. Queris irmãos, quando isto se torna acerca de nós, estamos a ver isto de uma maneira errada. Quando isto é, ó, nós nos sentimos bem porque fomos maltratados, maltratados, fomos magoados, queris irmãos, quantamos a tomar essa posição acerca de nós e sequeria divisão.
Mas quando diz assim, amarás o teu próximo, ou dirás o teu inimigo, temos a falar aqui de uma oportunidade de mostrar graça.
Queris irmãos, se estamos a sentir que estamos maltratados, magoados e por isso temos uma desculpa de fazer divisão e de fazer separação, então começamos um círculo vicioso e então a coisa fica pior e pior e pior. Prestem-me a aprender esta lição, a lição de crescer na engraça de Jesus Cristo. Amar os teus inimigos, benisei aos que os mal dizem. Talvez uma das frases mais difíceis na Bíblia. Ora pelos que os vos maltratem e vos perseguem. Nós, queris irmãos, às vezes pôs-me condições nisto, dizendo, ah, não sei se posso fazer isso. Olhem, queris irmãos, devemos deszar-lhes bem. Pode-se não aprovar da maneira que com que essas pessoas se comportam. Pode-se não ter amor pelo comportamento da pessoa que te maldige e te insulta. Pode-se não ter amor pela injuria que essa pessoa causa a ti ou à tua propriedade. Pode-se não ter amor pela violação das leis de Deus, mas temos que desajar o bem a essa pessoa. Pode-se ter pena da sua maluquice e loucura. Pode-se falar gentimenta a ele. Pode-se dar bem pelo mal. Pode-se ajudar-lhe em hora da aflição. Pode-se buscar fazer-lhe bem aqui nesta vida e pode-se promover o seu bem-estar eterno, porque isso é amar o Deu próximo. Porque diz assim, eu porém vos digo, amai. Os vossos inimigos bendizei ao que vos mal dizem, fazei bem ao que vos odeiam e orai pelo que os maltratam e vos perseguem. Sim, não está a dizer que ele seja o teu melhor amigo, mas toma um ponto positivo. Deves de amar o teu inimigo. Isto é graça. Bendizei os que vos mal dizem, porque temos esperanças que tudo se resolva. Horas pela misericordia de Deus nelas, pois nós temos recebido a misericordia dele.
E porquê? Para que vos turneis filhos do vosso pai celeste, porque ele faz nascer o sol entre os maus e os bons e viras chuvas, entre os justos e os injustos para copiarmos a Deus. Deus dá-se-nos misericordia antes de nós termos arrependido, porque se amar os os que vos amavam, que recupencem atentes. Não fazem os pelicanos também mesmo, e se saudar, só menos os vossos irmãos que fazês demais. Não fazem os gentios também mesmo, portanto, sede vossos perfeitos, como é perfeito o vosso celeste. Perdão, é teu de dar e é teu de não dar. É a tua decisão. Deus não te dá nenhum perquisito perrequisito para perdoares. Pode-se pensar que Deus põe perrequisito para perdoares, mas não põe. Ah, mas então uma pessoa não tem que se arrepender primeiro? Sim. Mas eu não sou juiz dessa pessoa, graças a Deus eu não sou. Por isso posso perdoar ou não? É a minha decisão.
Então, as pessoas, todo o pecado não vai ser julgado? Sim, todo o pecado será julgado ou perdoado, sem exerção. Então, serão todas as palavras que dizemos tomadas enquanto dizem que é uma civilização no julgamento? Certamente que sim. Nada que irá junto do caminho. Seremos julgados por todas as passadas palavras ociosas. Mateus 12, 36. Mas não é a minha decisão. E não é a tua decisão. Não, graças a Deus não. Ele não me disse e não te disse para julgarmos essas pessoas. Igualmente não vou ser julgado por ninguém, exceto por Deus. E visto que conheço a bondade dele e como ele é. Por isso, quando perdoas, fazes uma decisão. E por isso te cites a aceitar a perda. É o que perdão é. Não te podem pagar de volta, não te podem oferecer nada de volta, não te podem restituir, nem te podem fazer com que te cites melhor. Porque perdoas. Cristo carrua perda por ti e por mim. Quando Jesus Cristo, antes de morrer, disse Pai, perdou-lhes, porque não sabem o que fazem. Se foram perdoados ou não, não é o ponto deste sermão. O ponto é que, se soubessem o que estavam a fazer, Jesus Cristo não teria dito isso. Por isso temos que pensar que não sabiam o que faziam. E por isso aqui há muita graça, muita graça da parte de Cristo. É difícil de compreender que possa ter dito isso. Cristo possa dizer quando estava a morrer, perdou-lhes, porque não sabem o que estão a fazer. Estevam! Entendeu-se a graça quando disse que estava a ser apedrojado Senhor? Não lhes inputes esse pecado. Queridos Irmãos, então, o que vimos no exemplo de Jesus Cristo? Que podemos aprender a aplicar na nossa vida? Podemos aplicar isso na nossa vida? Podemos ser graciosos e cheios de graça? Podemos crescer de graça? Cris Irmãos, vemos aqui uma maneira de lidar com pessoas que é tão generosa e bondosa na maneira que Cristo foi e é. As pessoas não sabiam melhor, mas ele foi generoso para complicadores, para com toda a humanidade, tão generoso e tão misericordioso, que ele decidiu vir à terra para nós, decidiu vir a conhecer o que é ser um ser humano e viver conosco e estar pronto a morrer para nós. Isto é a graça de Jesus Cristo. Ele diz para seguirmos o exemplo dEle, para amarmos os nossos inimigos, para dar a outra face, a outra cara, para perdoar, para não retribuir, para não ter vingança pessoal, para que sejam os filhos de Deus, filhos do Pai Celeste. Quando o Pedro diz crescerem na graça, isto é o que ele entende que nós devemos crescer. Que Deus te ajude e me ajude a crescer na graça de Jesus Cristo e por isto em prática, na nossa vida de dia a dia. Obrigado, queridos irmãos. Até a próxima semana.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).