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A Natureza Humana Bom dia, boa tarde, queres irmãos, aqui, a Jorge Campos. A Natureza Humana tem uma tendência muito forte a desopter a Deus, como lemos em Romanos 8, versículo 7. E isso é o que os fariseus faziam. Estavam a limitar os mandamentos de Deus e a expandir ou aumentar as autorizações, as permissões. E por isso Jesus Cristo no sermão de Monte falou de seis áreas ou seis exemplos em que eles estavam a tomar certas liberdades com a lei. Na semana passada, eu odeio um sermão acerca de dois desses seis exemplos do sermão de Monte e vimos como Jesus Cristo instruiu os seus discípulos, ou obtecerem os mandamentos da lei de Deus no coração. Vimos que devemos nos analisar, particularmente agora, antes dos pães asmos e da páscoa, devemos nos analisar a ver que não tenhamos ira nem desrespeito e muito menos desprezo. E se tivermos alguma ira ou desrespeito ou mesmo desprezo para algumas pessoas, temos que nos arrepender e tomar ação urgente de reconciliação entre irmãos na igreja, assim como com os nossos inimigos. Também, um outro ponto que cobrimos no sermão anterior, foi que precisamos de limpar as nossas mentes e os nossos corações de qualquer luxúria ou cubiça. Isto é fazer, por exemplo, um acordo com os nossos olhos para estarem limpos. Hoje, queridos irmãos, eu quero continuar este tema de tirar este fermento espiritual das nossas vidas em outras quatro áreas específicas que Jesus Cristo mencionou no sermão de Monte, no capítulo 5. E, por isso, então, vamos continuar a ler aqui, no capítulo 5, do sermão de Monte, e vamos continuar a ler onde tínhamos parado, na semana passada, que parámos no versículo 32, mas quero hoje rever um pouco o versículo 31 e 32 com alguns pontos adicionais. Vamos, então, ler Mateus 5, versículo 31.
Vamos aqui que havia, digamos assim, uma controvérsia entre, digamos assim, duas casas de ideias teológicas entre os judeus, uma era a casa de Chamai, que tinham umas posições mais estritas, mais restritas, do que aqueles da casa de Hilal. A casa de Chamai tinha uma posição que só poderiam divorciar, os homens só poderiam divorciar a esposa, se tinha havido uma transgressão séria, enquanto que aqueles da casa de Hilal tinham uma posição de autorizar o divórcio em ofensas mais de menor valor, por exemplo, se tivesse queimado o jantar.
E, por isso, Jesus Cristo está a falar deste contexto, ou a explicar esta situação neste contexto, situação que existia naquele período. Este assunto foi abordado em outra ocasião, deste contexto, por exemplo, em Mateus 19. E, por isso, vamos ver brevemente Mateus 19, para ver como eles continuavam a pensar acerca do divórcio e abordaram, ou perguntaram, Jesus Cristo, acerca deste assunto. E vejam aqui, em Mateus 19, começando no versículo 3. Diz assim, vieram eles, Jesus Cristo, alguns fariseus, e o experimentavam, perguntando, é lícito, amarido, repudiar a sua mulher por qualquer motivo? Porque havia este debate entre as duas casas de Chamai e Hilao. E, por isso, eles quiserem trazer Jesus Cristo para dentro deste debate. Então, Jesus Cristo respondeu, Não temos lido que o Criador desde o princípio os fez homem e mulher. E o disse, por esta casa deixará o homem, o pai e o mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne, de modo que já não são mais dois, porém um, uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separa o homem. Vê-se, em primeiro lugar, que Jesus Cristo não respondeu à pergunta deles. Não se meteu nesse debate, mas Jesus Cristo demonstrou a intenção de Deus desde o início. O que Deus está a dizer é que nenhum homem se para o que Deus ajudou.
E, por isso, o foco, o ênfase, a ênfase de Jesus Cristo, é de manter o casamento intacto. E, então, eles explicaram, diz assim, no versículo 7, porque mandou, então, Moisés, dar carta de divórcio e repudiar. Ora, ve-se aqui, um outro desvio do que Moisés disse, porque Moisés não mandou.
Vamos, então, ler esta situação. Mantenham a marca aqui, em Mateus, porque vamos voltar a esta secção. Por isso, ponham-se uma marcazinha em Mateus. Mas vamos ver, então, em Deutronômio 24, que é a secção que estão a referir-se aqui de Moisés. Deutronômio 24, versículo 1 a 4. E diz assim, se um homem tomar uma mulher e se casar com ela, e se ela não for agradável aos seus olhos por ter ela achada coisa indecentes nela, e se ela lhe leverar um termo de divórcio, aqui se, e se. E se, versículo 2, ela saindo da casa, de sua casa, for e se casar com outro homem. Isto é o que as pessoas faziam, não é o que Deus tinha intencionado do início, o que elas faziam, porque eram rebeldes, porque eram desobdientes, estavam a fazer estas coisas. Então, Moisés continua aqui a dizer, e, versículo 3. E se esta por ser, diz-se-se, o segundo casamento, e lhe leverar termo de divórcio, e lhe o der na mão, e a despedir da sua casa, ou se este último homem era o segundo casamento dela, que tomou para si para uma mulher e verem morrer. Então, seu primeiro marido, versículo 4, que a despediu, não poderá tornar a disposá-la, para que seja sua mulher depois que foi contaminada, pois é abuminação por ento o Senhor. Assim, não farás pecar a terra que o Senhor teu Deus te dá por irança. Vê-se aqui que Deus não mandou divorciar, é que está uma autorização assim muito, com pouca vontade, digamos assim, e a dizer que o que está a dizer é que não pode recasar o primeiro marido, não se pode recasar com o primeiro marido. E lembrem-se o que Deus diz acerca do divórcio, em Malachias capítulo 2, Malachias capítulo 2, versículo 16. Diz assim, porque o Senhor Deus de Israel diz que odeia o repúdio. Deus odeia quando repudiam a mulher ou o homem, odeia o divórcio. E também aquele que cobra violência às suas vestes, diz o Senhor os exércitos, porquanto cuidado vos vemos e não seja as infiéis. Não sejam infiéis, ao seu esposo, à sua esposa. Deus odeia o divórcio. O divórcio é visto por Deus como uma coisa traçoeira, uma coisa infidel. Então, voltando a Mateus capítulo 19, onde estávamos a ler, no versículo 7, dizerem que eles disseram, olha, porque mandou, então, Moisés. Não, Moisés não mandou, mas veja que respondeu-lhe Jesus, no versículo 8. Por causa da dureza do vosso coração, é que Moisés vos permitiu, não mandou, permitiu repudiar a vossa mulher. Entretanto, não foi assim, desde o início, desde o princípio, veste aqui que Deus odeia o divórcio e que a intenção de Deus do início não é que houvesse divórcio. E, por isso, Jesus Cristo, então, diz aqui com a autoridade, no versículo 9, eu porém vos digo, que repudiar sua mulher.
Só com uma exceção, só com uma exceção, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas. Isto é, não sendo por causa de poronéia. Poronéia é uma palavra grega, de onde temos palavras portuguesas como pornografia. E isso não tem nada a ver, se a pessoa é ou não é casada. É uma relação sexual ilícita.
Então, se houver essa relação sexual ilícita, e então, é a única exceção que permite aqui o divórcio.
Por isso, se repudiar sua mulher e casar com outra, cometa adultério. E o que casar com a repudiada, cometa adultério.
Adultério, querido irmãos. Aqui, vê-se que está a falar daquela pessoa que estava casada, mas quando está a falar aqui de relações sexuais ilícitas, é um exemplo, neste caso, de pessoas casadas. As relações sexuais podem ser ilícitas, além de uma pessoa ser ou não ser casada. E por isso, Jesus Cristo estava a dar um ensinamento, de que o casamento é uma união natural que foi instituída por Deus, que foi ordenada por Deus, mas também é uma instituição divina.
E como se diz, em doença, ou em saúde, ou em boas, períodos de vida, ou em maus períodos de vida, desde que ambos continuem a viver.
Estão casados. Essa é a intenção de Deus.
Então, por isso, é que precisamos de ver o que Jesus Cristo está a dizer, é Mateus capítulo 5. Mateus capítulo 5, versículo 31 e 32. Aquilo que repudiar sua mulher, dele carta de divorcio, o que os diziam, mas os cristis, eu porém vestigo qualquer que repudiar sua mulher, exceto em casa de relações sexuais e lícidas, a expõe a tornar-se a dupla. E aquilo que casar com a repudiada, cometa do ulterio. Cris irmãos, aqui vê-se, pessoas estão a ter relações sexuais e lícidas, estão a trazer doenças para casa e, cris irmãos, neste mundo, coisas acontecem, que são terríveis. Coisas acontecem também a situações em que pessoas abusam a mulher. E Deus não quer esse tipo de abuso, não quer. E, por isso, em casas desse abuso, também, na igreja, uma pessoa entende que isso não pode acontecer, para a própria mulher se proteger, por causa desses abusos. E, por isso, é ter muito cuidado, muito cuidado. Mas o ponto espiritual que eu quero deixar aqui com vos, que irmãos, é para nós, como cristãos, neste período antes da páscoa, para analisarmos a nós próprios, como um servente de Deus, que sejamos humildes, sejamos mansos, estamos com fome e sede da justiça de Deus, buscamos a misericórdia, buscamos a reconciliação, queremos ser pessoas que fazemos paz, que buscamos reconciliação. E, por isso, quando há algumas fricções entre menina e esposa, precisamos de buscar, analisarmos a nós próprios e buscar uma reconciliação cedo, bem cedo, e não uma desculpa para a divórcia ou separação, ou seja o que for, que vocês chamem. Precisamos de analisar a nós próprios para ver quem tudo que façamos, haja uma atitude, um desejo de reconciliação. E este princípio é aplicável para além do casamento. Entre irmãos e pessoas, quando há um desacordo, temos que buscar reconciliação, para não haver este repúdio, esta separação, porque Deus odeia esta separação, quando pessoas não estão em boa comunicação uns com os outros. Temos que nos arrepender disto. Depois vamos continuar, então, com o segundo ponto aqui, que Jesus Cristo menciona, que eu quero abordar hoje, aliás, é o quarto destes exemplos que ele deu, ou dá, a partir do versículo 21. No versículo 21, a 26 era o primeiro ponto. Do 27 a 30 era o segundo. 31 e 32 é o terceiro, que acabamos de cobrir agora. Os outros dois cobrimos na semana passada. E agora vamos ver, então, o quarto exemplo aqui, que é do versículo 33 a 37. E, então, Lendo, aqui no versículo 33 diz assim, também eu visto que foi dito aos antigos, não jurará-as falso, mas cumprirás rigorosamente para com o Senhor dos teus juramentos. Queres irmãos, aqui está a falar de jurar, de dar, digamos assim, promessas falsas, e jurar com essas promessas.
E, geralmente, quando uma pessoa está a jurar, dá-a dar, digamos assim, uma desculpa, porque se uma pessoa não jurar, pode mentir, pode quebrar a promessa.
E por isso diz cuidado, mas não só cuidar com isso, cuidado para não jurar esfalçamente. Vigemos aqui a primeira lei, em exo dos capítulos 20, versículo 7, diz assim, não tumorás o nome do Senhor teu Deus em vão, porque o Senhor não entrará por no centro que tomar o seu nome em vão.
E, aqui está a dizer que não talmem o nome de Deus em vão.
Quer dizer, o que façam, vocês representam, então, Cristo somos cristãos, o que façam, se vocês estão a fazer, e não estão a fazer coisas de uma maneira correta, vocês estão a tomar o nome do Senhor em vão.
Mas, elas estavam a focar, num ponto especificamente, simplesmente, a dizer o nome. O nome, não usar o nome, o nome de Deus, e não usar o nome de Deus em vão, estavam a criar uma fórmula.
E, por isso, até os judeus usavam outras palavras de vez do nome de Deus, usavam Senhor, ou Céus, ou coisa assim. E, por isso, estavam, digamos assim, a pensar mentalmente, que dessa maneira, não estavam a tomar o nome do Senhor em vão.
Os fariseus e esses estavam a pôr uma ênfase, um foco incorreto, porque eles estavam a dizer que era uma questão de ter cuidado com o nome somente, e não uma questão de ter cuidado com a verdade no coração.
Davam a levar isto a um ponto muito específico, a uma fórmula muito específica, a cerca de usar simplesmente o nome.
Mas, é mais do que isso, este mandamento, porque, se nós vivemos uma vida que não seja honravel a Deus e temos o nome de cristão, estamos a dar o mau nome a Deus, a Cristo. Por isso, estamos a dar o nome do Senhor a pôr o nome do Senhor em vão na maneira que vivemos. Vejam, por exemplo, um de outro nome, 23. De outro nome, 23, versículo 21. 21.
Aqui está a falar destes votos, digamos assim. Quando fizeres algum voto ao Senhor Teu Deus, não tardará a gente cumprilo. Quando fizeres uma promessa, cumpre essa promessa. Porque o Senhor Teu Deus certamente recrerá de Ti e em Ti haverá pecado. Por exemplo, se tento de fazer o voto, não haverá pecado em Ti. Quer dizer, quando fazes uma promessa, estás a pôr o nome de Deus. E por isso que eu estava a pensar, não, não, é simplesmente, não vamos jurar no nome de Deus, mas vamos jurar em outros nomes. E aqui, ve-se um desvio da verdade. Vigemos, então, o que Jesus Cristo diz. E ve-se como Jesus Cristo está a explicar isto aqui, em Mateus capítulo 5, continuando a ler no versículo 34. Diz assim.
Por que não podes tomar um cabelo, tronar um cabelo branco ou preto? Quer dizer, não jures. Por que? Não é simplesmente jurar só no nome de Deus, que é para não tomar-os o nome de Deus em vão, mas está a dizer, não jures. Porque se estás a jurar, é?
Por que é que preciso de jurar? Por que não pode dizer, isto é verdade? É que jurar é dizer que é verdade. Por que? Estás a mentir? Se não jurás? E por isso é que lhes diz. Seja por aí, tu palavras sim, sim ou não, não. O que disto passar vem do maligno.
O que disto passar vem do maligno. Sim. Porque esse ato de jurar, era praticado porque havia engano. Estavam a enganar as pessoas. Sim, eram líderes religiosos. Apareciam ser muito religiosos, mas estavam a destruir, a distorcer a verdade.
Vejam, por exemplo, aqui em Mateus capítulo 23. Onde os cristos chamam os fariseus e os cribas como hipócritas. E ele diz aqui, começando no versículo 16, diz assim, ah, de voz, guias cegos. São guias cegos porque são os líderes. São os líderes da sociedade. Vocês dizem, quem jurar pelo santuário, isso não é nada.
Mas alguém jurar pelo ouro do santuário. Fica obrigado pelo que jurou. Estavam a criar uma fórmula, olha, jurar isto, mas por outro, não há nada. Isto de novo não quer, quer dizer, jurar pelo santuário, isso é nada. Quer dizer, pode desmentir. Mas se jurar pelo ouro do santuário, não.
E o que ele diz aqui?
Incensatos e cegos. Pois qual é maior? O ouro do santuário que santifica o ouro. Vocês são um grupo de pócritas. Incensatos e cegos. E dizês, versículo 18. Quem jurar pelo altar, isso é nada. Para eles jurar pelo altar, para eles mentir, não importa. Quem porém jurar pela oferta que está no altar, fica obrigado pelo que jurou. Tem que fazer esse voto. Tem que cumprir. Quer dizer, os outros não precisam cumprir, podem mentir. Cegos. Pois qual é o maior? A oferta ou o altar que santifica a oferta? Portanto, quem jurar pelo altar, jura por ele e por tudo que está sobre ele está. Quem jurar pelo santuário, jura por ele e por tudo que ele habita. E quem jurar pelo céu, jura pelo trono de Deus, para que é o que no trono está sentado. E por isso é que Jesus Cristo disse, não jurem. Deixe-o ter o sim, o ser, o sim ou não ser não.
Estavam a distorcer esta lei do voto, de fazer um compromisso. Olha, o Deus quer fazer este compromisso, quer fazer isto. Estavam a distorcer isso, como outra intenção. E isto vemos hoje em dia, na sociedade, irmãos. Vemos isto hoje em dia. As pessoas distorsem o que dizem, usam-se em palavras para distorcer coisas, para manobrar e controlar as situações para o ganho deles. Principalmente os políticos. Principalmente os políticos. Vocês, homens, são extraordinários em usar palavras e dar vira-volta nas palavras.
Queres irmãos, precisamos de ter cuidado. Porque o que se passa, é que as pessoas fazem estas distorções para pôr os seus desvios na lei ou na constituição, que é para se justificarem, a fazerem o que fazem. Isso é o que os friseus faziam. Isso é o fermento das nossas mentes carnais, que temos que analisar e ver que não esteja a afetar-nos. Precisamos ter cuidado com o que dizemos.
E precisamos ter um foco, uma ênfase na nossa vida, de sermos completamente honestos, sem haver esta intenção de duplicidade, de desengano, de deshonestos. Precisamos de evitar isto, precisamos ser honestos. E por isso, agora que nos aproximamos da páscoa e dos estes paisásmos como serventes de Deus, temos que tirar este fermento das nossas vidas. E por isso, não há necessidade de jurar a nossa palavra, precisa de ser verdadeira e confiável. Por exemplo, quando vai a casa para assinar documentos, diz-se, olha, você jura? Ele diz, olha, eu prefiro afirmar. Querisermãos, isto é um outro ponto que precisamos ter cuidado nas nossas vidas hoje em dia. O terceiro ponto que quero sublinhar hoje, que está aqui em Mateus, capítulo 5, que começou no versículo 38, versículo 42, que diz, ouviste que foi dito, olho por olho, dente por dente. Olho por olho, dente por dente. Até, na minha Bíblia, que está escrito, tem um títulozinho desta secção, a Zerda Vingança. Até, estes tradutores, ou estes pessoas que editaram a Bíblia e poseram este título aqui, dizem aqui da Vingança, não é parte da Bíblia, é simplesmente o que os tradutores, ou as pessoas que poseram esta versão da Bíblia, poseram este títulozinho aí. Eu, por ir a um título diferente. Eu, por ir assim, a cerca da, o castigo e a nossa reação. Como é que devemos reagir, quando há qualquer coisa que é feita, contra nós, por exemplo, qualquer coisa que façam e qual é a nossa reação? Como é que devemos reagir? Como é que devemos atuar? Então, vigiamos, de onde é que elas estavam a tirar esta parte a dizer, olho por olho, dentro por dentro. Porque, sim, elas estavam a ver isto como um tipo de Vingança. Mas, vigiamos, então, em Exodus capítulo 21, começando do versículo 22 até 25. Exodus capítulo 21.
Vamos começar do versículo 22.
Aqui está a falar de dois, por exemplo, pessoas, homens, estão numa briga. Estão numa luta. Estão a brigarem. Se homens brigarem e ferirem mulher grávida, aqui estão os homens a brigarem e, por qualquer razão, a mulher está grávida, pois, no meio, para separar estes homens. Para isto.
E forem causa de que a borte, agora, a borte não é uma boa tradução para o português aqui, porque no hebreuco a palavra iaça quer dizer sair.
Isto é. E forem causa de que o bebê saia, ou, em outras palavras, que haja um nascimento prematuro. Por isso estão a brigarem, a mulher está grávida, e por causa disto fazem qualquer coisa, então a mulher tem um problema e dá o bebê a nascer de uma maneira prematura.
E por isso é que tis porém sem maior dano. Sem maior dano isto é. Não morre. Não é? Amor. É um nascimento prematuro sem maior dano, não morre. Aquela pessoa que está a lutar e que feriu a senhora que está grávida, diz que, aquele que feriu será obrigado a indimnisar segundo o que lhe exigir o marido da mulher e pegará-la como juízes lhe determinarem.
Acaba por ir ao tribunal, e o tribunal depois decide uma certa indiminização e tem que pagar de acordo com que os juízes decidem.
Mas, versículo 23, se houver dano grave, então darás vida por vida. Isto é, se por causa desta briga que os homens tiverem e fizeram qualquer coisa que causou o bebê ainda no vento da mãe morrer, sim, porque é dano grave, então darás vida por vida.
Darás vida por vida.
Olho por olho, dentro por dentro, mão por mão, pé por pé. Camadura por camadura, ferimento por ferimento, golpe por golpe. O que está a dizer é que o castigo deve ser proporcional com o dano.
Não é mais, não é menos. Um castigo justo. Mas aqui está um ponto que a pessoa que causa a morte tem que morrer.
Vejam, por exemplo, em Mateus... ah, perdão, Mateus, em números 35, números 35, números 35, versículo 31, números 35, versículo 31.
Não aceitarás resgate, ou indiminização, não? Aceitarás dinheiro. Pela vida do homicídio, que é culpado de morte.
Não podes ter um resgate, não podes ter uma indiminização quando há uma morte. Vida por vida, que é culpado de morte, antes ele será morto. Aqui se vê que nenhum homicídio ou assassino, a pessoa que assassina a outra pessoa, escapará da pena da morte.
Está claro que está a falar, nesta secção, onde acabamos de ler em Eusos 21, está a falar que os tribunais vão decidir, dar uma indicação ao tribunal para o que fazer. Morte por morte, olho por olho, ou dentro por dentro, mas está a dar uma indicação ao tribunal de fazer a coisa de uma maneira justa. De uma maneira justa. Por isso está a falar aqui de casos em que vão a tribunal, como lembramos no versículo 22, da Eusos 21, dá-se-se rasgado de acordo com o tribunal de cinto.
Não é uma coisa de uma pessoa pessoalmente, dizer, olha, tu fizeste isto, estou zangado, fiquei aborrecido, fizeste isto a mim, por isso, tens que pagar isto dinheiro.
Por isso, veja aqui que, na lei de Deus, quando há um estrago, você tem que pagar por esse estrago, pagar em equivalência, que é uma decisão do tribunal, e, uma vez que esteja pago, o assunto está fechado.
No tempo de Cristo, eles estavam a tomar isto não em situações tribunais, mas em situações pessoais, sem ir a tribunais, às vezes, e por isso, vocês estavam a dizer, olha, você tem que pagar, e então estavam a criar um caso de vingança. Sim, porque diz, olho por olho e dentro por dente, não está a falar de morte ou coisa assim, mas está a falar de vingança, assuntos entre pessoas.
E por isso é que Jesus Cristo estava a mencionar, dessa maneira, que vejemos outro exemplo aqui, em Levíticos 19. Levíticos 19, versículo 18. Levíticos 19, versículo 18.
Diz-se-se, não te vingarás, não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos de teu povo. Vê-se que na lei, havia a instrução para não terem vingança.
Mas os fariseus, como Jesus Cristo está a explicar aqui, estavam a usar estas situações para justificarem a vingança deles. Diz-se-se, não te vingarás, nem guardarás, ira contra os filhos de teu povo, mas amarás o teu próximo, como a ti mesmo. E por isso, quando vamos, continuamos a ler aqui, em Mateus 5, diz-se-se, não ouvisse que foi dito, olho por olho, dentro por dente. Vingança! Então, Jesus Cristo está aqui a dizer que nós, como verdadeiros cristãos, seguindo o padrão de Cristo, seguindo a graça e o conhecimento de nosso Senhor, Jesus Cristo, diz, eu porém vos digo, versículo 39, não resistais ao perverso! Não resistais ao perverso! Não estejam a resistir, não estejam a opor-se!
Mas a qualquer que de ferir na face direita, volta-lhe também a outra. Primeiro ponto. Segundo ponto, ao que quer de mandar contigo e tirar a túnica, deixa-lhe também a capa. Terceiro ponto. Se alguém te obrigar a andar, uma milha vai com ele duas. E quarto ponto, dá quem te pede e não volta-lhe às costas, ao que deseja que lhe empreste.
Cristo irmãos, Jesus Cristo está a dar aqui quatro exemplos. Primeiro é um insulto pessoal. De ferir na cara, dá-te um insulto na cara, sim.
Volta também a outra.
Veja o seu exemplo de Jesus Cristo. Ele foi ferido na cara e não retribuiu.
Foi tratado mal, mas ele não ofereceu resistência. Vejam, por exemplo, em Isaías capítulo 50. Isaías capítulo 50.
Versículo 5 a 7. O Senhor Deus me abriu os ouvidos.
E eu não fui rebelde. Não me retrei. Afercia as costas, a conferiram. E as fases, aos que me arrancavam os cabelos, não escondiam o rosto, aos que me afrontavam e me cuspiam. Porque o Senhor Deus me ajudou, pelo que não me sentia envergonhado. Por isso fiz o meu rosto como um seixo, e sei que não serei envergonhado.
Embora Jesus Cristo fosse mal tratado, Ele não resistiu.
Este é o exemplo que Jesus Cristo nos deixou.
Vejam, por exemplo, esse exemplo em João capítulo 18. João capítulo 18. Versículo 19 a 23. João capítulo 18. Versículo 19 a 23.
João 18. Versículo 19 a 23.
Então somos a sardate entre o regó Jesus, acerca dos Seus discípulos e da Sudotrina. E de que larolhe a Jesus, eu tenho falado francamente ao mundo. Enxinei continuamente, tanto nas sinagogas como no templo, onde todos os deuses lhe reunem e nada disse em eu que o Tu.
E por isso, podes perguntar a estas pessoas e têm várias testemunhas. Tu, como o sumo sasutota, precisas de, para fazer um julgamento correto, precisas de obter testemunhas. Por isso, diz ele, no versículo 22, porque me derrubas, perguntas que ouviram o Cristo falei, como testemunhas, bem sabem-lhes o que eu disse.
Versículo 22, dizendo-lhe isto, um dos guardas que lhe estavam, deu uma bofetada em Jesus.
É assim que falas ao sumo sasutota?
Versículo 23, replicou-lhe Jesus. Se falei mal, dá-me estomunho do mal.
Mas se falei corretamente, se disse o que é certo, o que aconteceu, porque me aferres.
Não é um caso que Jesus era fraco, ele manteve a sua posição forte, mas não resistiu, mas não resistiu, não retaliou em ações ou no coração.
E por isso, a lição para nós, aqui em Mateus 5, versículo 39 a 42, que está a dizer, não é um assunto de vingança, mas, aliás, está a falar aqui, que não devemos ter vingança.
Vejam o ensino no Novo Testamento, aqui em 1 Pedro 2, versículo 18, primeiro Pedro 2, versículo 18 a 25. Capítulo 2, versículo 18 a 25.
Servos sede-se-miços, com todo o temor a vosso Senhor. Não somente se for bom e gordato, mas também ao perverso. O que está a fazer, hein, Mateus? O seu perverso? Isto contra você? Versículo 19. Porque isto é grato que alguém suporte tristezas, sofrendo injustamente por motivo de sua consciência para com Deus.
Veis aqui um ponto importante. Pois que glória há, e cenas bofeteados. Por isso o suportais com paciência. Se vocês estão a pecar e recebem uma tareia, glória há nisso. Mas, entretanto, quando praticais o bem, sois igualmente afligidos e o suportais com paciência.
Isto é grato a Deus.
Porquanto, para isto mesmo fostes chamados. A nossa chamada é para sofrermos.
Eu quis aqui, para isto mesmo, fostes chamados. Pois que também Cristo sofreu em vossa lugar, deixando-vos exemplo, para seguir os seus passos.
O qual não cometeu bocado, nem do lagom se achou a seu boca.
Isto é um ponto para meditarmos, pensarmos como é que estamos a fazer. Vejam outro exemplo, aqui, em Romanos capítulo 12. Romanos capítulo 12.
Versículo 17. Romanos 12. Versículo 17.
Não tornéis a ninguém mal, por mal.
Esforçá-vos para fazer o bem para ante todos os homens.
Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens.
Porém, a não-vos-vingeis, a vós mesmos, não há a vingança. Amados, mas dá-lhe lugar a ira. Porque está escrito a mim, me pretence a vingança, eu é que retribuiri e diz o Senhor. Deixem-se nas mãos de Deus.
Pelo contrário, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer. Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer. Se tiver sed, dá-lhe de beber. Porque fazendo isto, amontorá as brasas vivas sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vença o mal com o bem. Esta deve ser a nossa atitude espiritual que Jesus Cristo nos está a ensinar e nós temos que nos analisar antes da paz, antes dos pesados, e nos haver... Existe algum tipo de pecado deste género na nossa vida que temos que limpar e tornar melhores para Deus. Então, veremos o quarto ponto que Jesus Cristo menciona em Mateus 53.
Mateus 43. Mateus 5. Mateus 5. Mateus 43. Até 47. Ouvisse que foi dito amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Onde é que está na Bíblia, particularmente no antigo estamento para odiar-as o teu inimigo?
O primeiro exemplo que Jesus Cristo deu aqui em Mateus 5, no versículo 22 estava a falar, a dizer, que aquele que sem motivo se irá contra o seu irmão está sujeito a julgamento. Agora está a falar a concluir esta secção de seis exemplos não com o irmão, mas com o inimigo.
E a Leilis ama outra pessoa, o próximo como se fosse a ti próprio como ama a ti próprio.
Vejam em Levíticos 19 vejam a lei, essa lei, Leviticus 19 versículo 17 19 17 não aborcerás teu irmão no teu íntimo isto não deve só odiar o teu irmão no teu coração mas repreenderás o teu próximo por causa dele não levarás sobre o teu pecado se houver uma solução preciso dizer, olha você fez isto e está enxerado então estás a repreender-lo de uma maneira correta de o fazer mas não tens este pecado porque não estás agora como se a criar esta ira versículo 18 sou o Senhor queres irmãos, aqui está muito claro vejam, por exemplo, no mesmo capítulo no versículo 23 e, perdão, 33 e 34 diz assim se o estrangeiro pregrinar na vossa terra não o aprimireis o estrangeiro, imigrante como o natural será ele entre vós o estrangeiro que pregrina com vosco a mala oeis como vós mesmos pois estrangeiros fostos na terra do Egito eu sou o Senhor vós deus em nenhum local na Bíblia diz para odiar o teu inimigo e por isso continuam a ler, em Mateus 5 versículo 43 ouvir-se que foi dito amaraz o teu próximo e odiar aso teu inimigo mas isso não está na Bíblia é o que eles diziam porque eles estavam a reduzir o valor da lei de deus continuando então, no versículo 44 eu porém vos digo a mais vossos inimigos bem-disei os que vos mal dizem fasei bem ao que os odeiam e orai pelo que vos maltratam e perseguem para que vos troneis filhos do vosso Pai Celeste porque ele faz nascer o Sol o seu Sol sobre os maus e os bomes e vir chuvas sobre os justos e os injustos queres irmãos, por exemplo, de ser como o Pai Celeste vejam, por exemplo, em ex-dus 23 o que a lei diz ex-dus 23 4 e 5 se encontraste desgarrado o boi do teu inimigo ou o seu jomento lhura conduzirás se visse pro estrado de baixo da sua carga o jomento daquilo que te aburrece não abandorás, mas ajudá-lo a as, a erguê-lo vais ajudar até o teu próprio inimigo não dá a dizer, ó daes, o teu inimigo está até na lei ver aqui outro exemplo pro vermelho 25 pro vermelho 25 ver ciclo 21 pro vermelho 25 ver ciclo 21 se o que te aburrece tiver fome dá-lhe pão para comer se tiver cedo, dá-lhe água para beber na bíblia não diz para odiar o teu inimigo que está aqui, é aquele que te aburrece dá-lhe de comer, dá-lhe de beber veja aqui outro exemplo no novo testamento em romanos capítulo 5 versículo 10 porque se nós, quando inimigos fomos reconciliados com Deus mediante a morte o seu filho muito mais estrangear reconciliados seremos salvos pela sua vida queridos irmãos que oportunidade teríamos nós se Deus não nos tivesse reconciliado quando éramos inimigos por isso é que precisamos ser como nosso Pai Celeste queridos irmãos o nosso ato de nos analisar e tirar o fermento das nossas vidas como serventes de Deus precisamos de amar os nossos inimigos vejamos então em Mateus capítulo 5 46 e 47 diz assim porque se amar os que vos amam a própria recompensa tens não fazem os publicanos também mesmo e se saudar somente os vossos irmãos que fazês demais não fazem os gentios também o mesmo queridos irmãos como cristãos devemos de fazer mais que os outros como o senhor Alfredo Plummer disse para retornar mal pelo bem é demônico para retornar bem por bem é humano mas por retornar o bom pelo mal é divino e isso é o que nós precisamos fazer a nossa justiça tem que exceder, tem que ser excesso mais de cada um dos fariseus e por isso Jesus Cristo está a explicar que não devemos ser como os fariseus mas devemos ter estes êmulos para sermos como o Pai Celeste por isso é que diz no versículo 48 portanto sede vós perfeitos sendo vós completos sendo vós santos e sagrados como perfeito como completo santo e sagrado é o vosso Pai Celeste Queridos irmãos no entinto estimento diz em Levíticos 19 Sejam santos como avó Deus é santo queridos irmãos nós precisamos seguir o exemplo de Jesus Cristo para Jesus Cristo veio para revelar o Pai e por isso queridos irmãos conforme nós nos analisamos nestas áreas conforme nos preparamos para a páscoa e para os dias asmos dispensamos precisamos de nos analisar para não ter ira desrespeito e desprezo como vimos na semana passada e por isso tomar uma ação urgente para reconciliar com os irmãos na Ireja precisamos de fazer um acordo por exemplo, com os nossos olhos isto é para limpar os nossos corações e mentes de qualquer luxúria que também vimos na semana passada e esta semana vimos outros quatro pontos precisamos construir bons relacionamentos reconciliar com as pessoas e não separar ou divorciar mas ter esta reconciliação precisamos de ter a certeza que as nossas palavras são confiáveis e que são verdadeiras precisamos estar preparados a sofrer sem ter qualquer vingança como Jesus Cristo sofreu por nós e precisamos damar os nossos inimigos tal como Jesus Cristo nos reconciliou e nos esperamos o inimigos conforme nós, crísirmãos, nos forçamos para pôr em prática estas lindas atitudes cristãs que vemos aqui descritas no sermão da Monte de humildade da mansidão de buscar de ter a fome e a seda pela justiça de Deus conforme desejamos sermos como o nosso Pai Celeste com a ajuda do Espírito Santo de Deus oramos e oro que Deus vos ajude e nos ajude a crescer na Graça e no Conhecimento de Jesus Cristo para que possamos vir a ser perfeitos como o nosso Pai Celeste é perfeito.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).