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A Páscoa do Senhor Se Aprocima Bom dia e boa tarde, queres irmãos. Aqui é Joscamos. A Páscoa do Senhor se aproxima. Uma ação que nós, como membros da Igreja de Deus, ao Volto do Mundo, uma ação que fazemos é tirar o fermento das nossas casas antes da Páscoa.
Está claro, isto é simbólico, de que precisamos tirar um fermento espiritual das nossas vidas. Continuamente, na nossa vida, está claro, mas com foco especial, tomando uma atenção especial, tomando uma oportunidade de nos analisarmos a nós próprios de novo, durante este período, antes da Páscoa, durante a Páscoa e durante os paisagmos. Mas já temos, então, aqui uma instrução de Paulo em 1 Coríntios capítulo 11. Primeiro Coríntios capítulo 11. Vamos começar a ler do versículo 23. Vamos começar a ler do versículo 23.
Diz assim, porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei. Eu recebi do Senhor. Eu pessoalmente recebi do Senhor o que também vos entreguei, que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou pão, na noite que foi traído. Está claro? Isso é um ponto importante na nossa prática, porque é na noite que foi traído, no aniversário dessa noite, que nós observamos a Páscoa. Mas continuando, e, tendo dado graças, o partiu e disse, isto é o meu corpo. Está claro? Simbolizando o corpo de Tela, que a dado por vós, fazei isto em memória de mim. Porque, por semelhante modo, depois da verciado, por isto, foi depois da saia, depois da celebração da Páscoa do Antigestamento, ele, então, instituiu os símbolos da Páscoa da nova aliança.
E diz assim, tomou também o Kallis, dizendo, este Kallis é a nova aliança, é um novo acordo, é um novo pacto, que entre nós e Deus, individualmente, no meu sangue, fazei isto, todas as vezes que o bebês, e quando é que bebemos e tomamos este Kallis da Páscoa, uma celebração da Páscoa, que é uma celebração anual.
E fazei isto em memória de mim, porque todas as vezes que comeres este pão e bebês o Kallis, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha. Por isso, aquele que comer o pão, ou beber o Kallis, do Senhor, indignamente, será a real do corpo e do sangue do Senhor.
Por isso, precisamos comer de uma maneira digna. Não é que sejamos dignos, ninguém, nenhum de nós somos dignos, mas de uma maneira digna. E por isso, precisamos, como diz no versículo 28, examines pois o homem assim mesmo. E assim como do pão e bebê do Kallis. Pois quem come e bebe, sem discernir o corpo, o corpo do Senhor, come e bebe juízo para si. Por isso, precisamos discernir o corpo do Senhor.
Ora, está claro que aqui se vê que há um significado duplo, físico e espiritual. Físicamente, estamos a discernir o sacrifício corpo físico de Jesus Cristo, mas espiritualmente estamos a discernir também o corpo espiritual de Jesus Cristo. E esse corpo espiritual de Jesus Cristo é a verdadeira igreja de Deus, que é um corpo, uma entidade espiritual. E por isso, precisamos discernir esse corpo do qual você e eu somos membros desse corpo espiritual.
E por isso estamos a discernir o corpo espiritual, precisamos de discernir a nós próprios também. Por isso é que diz no versículo 31, porque se nos julgássemos a nós, mesmo, não seríamos julgados. Se discernirmos, se analisarmos, se fizermos este discernimento, este próprio interno, julgamento de nós próprios. Então Deus não nos vai julgar, porque nós estamos a julgarmos, a analisarmos, a arrependermos, a mudarmos.
E por isso Deus não precisa de nos dar a acordar assim, para ver, olha, precisa de tomar atenção a isto. Estamos por nossa própria iniciativa a fazer isso, então Deus não nos vai julgar. E por isso é importante analisarmos. Isto é, tirarmos o fermento espiritual da nossa vida, antes da páscoa, simbolicamente. Está claro, por ser para fazer isso, durante a vida inteira, mas simbolizando e pondo um foco especial, particularmente, em preparação para a páscoa. Por isso, muitos de nós, parte da preparação, talvez queiram orar, editar, joar, para se prepararem mais adequadamente para este período.
Digamos assim, solene. Uma das maneiras que nos ajuda a preparar é de analisarmos os ensinos de Jesus Cristo. Vejam, por exemplo, aqui em João capítulo 6, versículo 66. João 6, versículo 66. E aqui, estamos a ler. A vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele. Porque ele está a falar aqui acerca de comer a carne dele, comer o corpo dele. Está claro, não está a falar de comer fisicamente a carne dele.
Porque ele diz, eu sou o pão da vida. Estamos a pôr Cristo em nós e a viver como Cristo vive. Mas porque não entenderam e por causa de que ele disse, como disse no versículo 65, por causa disso, é que vos tem dito e ninguém poderá vir a mim, se pelo Pai não lhe for concedido.
E depois está a dizer as palavras que eu digo são vida. E vocês precisam de viver estas palavras. Eu sou o pão da vida. É o que ele está aqui a falar nesta secção. Quem comer este pão viverá para sempre, como lê, por exemplo, ao fim do versículo 28. E por isso ele está a falar nisto. E vários, então, quando começaram a ouvir essas palavras, se afastaram dele, o abandonaram. E versículo 67, então, Jesus Cristo perguntou aos 12, Preventura, crês também, vós, outros, retirar-vos. Vocês, os 12, também vão. Vão-lhe abandonar? Então, responde-lhe, simão Pedro, Senhor, para quem iremos?
Tu tens as palavras da vida eterna. Jesus Cristo tem as palavras da vida eterna. Por isso os ensinos de Jesus Cristo são particularmente importantes para nós os analisarmos, porque esses ensinos, essas palavras, são as palavras da vida eterna. E, por isso, se nós vamos analisar, antes da páscoa, aqui está uma área importante de nós analisarmos. Então, parte disso são os ensinos de Jesus Cristo, e hoje quero continuar com a secção dos ensinos de Jesus Cristo, em Mateus 5, e nessa secção, de versículo 21 até versículo 48, e não vou cobrir até o versículo 48, só vou cobrir dos desses, dessas seis secções, que há em Mateus 5, 21, começando no versículo 21, vou só cobrir de 21 a 32, mas nessas duas secções, dessas seis, que começam em 21, acabam em 48, dessas seis secções, essas seis secções, todas começam, mais ou menos da mesma maneira, dizendo, vocês ouviram, mas eu vos digo.
E depois, no outro dia, vocês ouviram, mas eu vos digo. Ou vocês ouviram que têm sido ditos, mas eu vos digo.
Aqui se vê uns ensinos muito profundos, com princípios muito importantes, a cerca da lei moral de Deus, ou mais especificamente, a cerca dos modernos mandamentos, e a cerca de instruções, a cerca desses 10 mandamentos. Algumas pessoas dizem, oh, Jesus Cristo estava contra a lei, não estava, Jesus Cristo estava contra a tradição oral daquelas pessoas, porque ele diz, vocês ouviram, não é, está escrito, vocês ouviram, mas eu vos digo. E aqui está a falar com autoridade, eu, Jesus Cristo, vos digo, com autoridade. E por isso, vence, por esta secção, vence aqui, por exemplo, deixa-me mencionar 4 pontos breves aqui. Primeiro, no capítulo anterior, em Mateus 4, quando ele, ou foi tentado pelo Satanás e teve uma luta contra espiritual, contra Satanás, ele não disse, olha, foi dito, ele disse, está escrito. Por isso, Jesus Cristo não estava a lutar usando a lei oral do judeus, mas estava a usar a lei escrita de Deus. Também se vê aqui que Jesus Cristo, em Mateus 5, está a referir-se ao que tinha sido dito à lei oral, este é o segundo ponto, estava a referir-se ao que tinha sido dito. E, em terceiro ponto aqui, é que ele está a mencionar citações, como se parecem ser citações de Moisés. Por exemplo, no ciclo 21 diz assim, não matarás e quer matar estar a sujeito a mandamento. Mas, ah, perdão, está sujeito a julgamento. Perdão. E não está, o que está escrito não é exatamente como era o que estava a dizer. Veja aqui outro exemplo, por exemplo, no versículo 43, diz assim, ou visto que foi dito, amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. A lei não diz, odiarás o teu inimigo, isso não é o que está escrito. E também, por exemplo, no versículo 17, o quarto ponto aqui, é que Jesus Cristo disse que não vim revogar a lei, ou os profetas, não vim revogar, mas para cumprir. Por isso, vêsse que Jesus Cristo está muito claro aqui a dizer que não está contra a lei de Deus, mas está, digamos assim, contra a terra. A lei de Deus, a tradição oral, isto é, os ensinos dos homens da Antiquidade. A lei oral, que é afirmada na literatura rabbínica, são como leis dadas a Moisés no mundo de Sinai. Tô dizendo isto entre aspas. São várias leis que os judeus dizem que possuem autoridade bíblica. Isto é, os judeus pensam que a lei oral tem o mesmo valor que a Escritura. Mas essas leis orais não são declaradas nas Escrituras, nem são derivadas de princípios hermanêuticos. É, é distraindo-se das Escrituras. E isso é que os judeus Cristos estavam a lutar contra essas leis orais. Porque a lei oral estava a enfraquecer, digamos assim, a relaxar, a desapertar, ou relaxar, como disse, as instruções de Deus.
E por isso, os Cristos estavam a restaurar as instruções de Deus para o seu significado intencional original. E por isso, ele falou acerca de assassínio, acerca de doutério, acerca de, como é que se diz, de jurar falsamente, acerca de amar o próximo e também falou acerca de certas autorizações, relaxamentos que tinham acerca do divórcio, ou acerca, por exemplo, de princípios de retribuição, de olho por um olho, por exemplo. E por isso, o que estava a acontecer é que eles estavam a relaxar, a minimizar o valor de lei de Deus. Então, vamos começar, então, a ler no versículo 21 de Mateus 5, o visto que foi dito aos antigos, não matarás. E quem matar estará sujeito a julgamento. Eu, porém, vos digo que toda aquela, que sem motivo, se irá contra o seu irmão estará sujeito a julgamento. E quem, por furir um insulto a seu irmão, estará sujeito a julgamento de terminal. E quem, chamar tolo, estará sujeito ao inferno de fogo. Aqui se vê um ensino muito forte.
Eles pensavam que, assim uma pessoa, só se uma pessoa, de facto, matasse uma pessoa. É que seria culpado de assassínio.
Se não houvesse uma pessoa que, de facto, tivesse sido morta, o mandamento não tinha sido quebrado da maneira que eles pensavam. Mas a intenção, atrás ou por trás do mandamento que diz, não matará-se, é o coração.
É o coração. E este ódio, esta raiva, é um problema do coração. E por isso o assassínio começa no coração. E por isso dá aqui, digamos assim, três exemplos em que o assassinato progresse de uma maneira má a pior. Vijemos que o primeiro é que diz assim que uma pessoa sem motivo, sem motivo, se irá a ar contra o seu irmão. E por isso o primeiro, indicação do problema no relacionamento entre duas pessoas, é uma ira. É um acto de ficarem, ou de uma pessoa estar encolarizada, estar irada, estar desangada.
E este é uma ira injusta. Porque é sem causa. O que Jesus Cristo está aqui dizer é que o julgamento de Deus, o julgamento de Deus, começa quando uma pessoa está irada com o seu irmão sem causa. Viz aqui, aquele que se irá a ar sem motivo contra o seu irmão está sujeito a julgamento, a julgamento de Deus. Porque esta ira é uma coisa mental, uma coisa no coração, uma coisa interna. Uma pessoa pode esforçar e nem é mostrar que tem essa ira. É quando o julgamento de Deus começa. E esse julgamento conduz à morte eterna. Se não haver arrependimento. Depois, o segundo passo, a segunda progressão, a um passo, uma situação, uma etapa pior. É que diz assim, e quem preferir um insulto?
O primeiro era o pensamento, era a mental, era no coração. Agora, sai da boca. Há uma ação, há um insulto. A palavra grega é raca, e quer dizer uma falta de respeito, um desrespeito. Quer dizer, ah, tu, uma pessoa, a cabeça ouca, ou seja, o que for, um insulto. A seu irmão está sujeito a julgamento do tribunal. Isto é da juízes. Lesse na lei que Deus tinha instituído juízes sobre a nação, e que eles deviam estar a julgar de uma maneira justa e correta. E depois, e por isso, há uma ação agora de homens, de juízes, porque há este insulto. Mas isso continua a um outro terceiro passo, ainda mais profundo e mais perigoso. Porque diz assim, e a quem chamar tolo ou louco, é um moron, uma pessoa estúpido, impiedosa, uma pessoa que não está a seguir a Deus. Isto, então, demonstra um ato de desprezo, um ato de desprezo, pelo outro pessoa, pelo caráter da outra pessoa. E depois diz assim, está sujeito ao inferno de fogo. Está ao lago de fogo. Isto é a segunda morte. Por isso, vê-se aqui um... Treze etapas, começando com raiva, ou irá, com uma raiva, uma coisa interna no coração, para um desrespeito, para um desprezo. Isto começa, por exemplo, pessoas são amigas. E depois, a pessoa fica sangada, fica irada. Mas não demonstra, está a moer isto aqui dentro. Tem esta ira com outras pessoas, que eram amigos. Começa a ter estes pensamentos. Olha, ela ou ela fez isto contra mim.
Começa a ter estas ideias.
Isto começa a crescer. Essa primeira etapa é no coração, as outras pessoas não vêm. Talvez começam a sentir, assim, um sentimento, qualquer coisa não está aqui certo. Mas ainda não saiu pela boca. Depois, vai a um desrespeito. Diz qualquer coisa que não mostre respeito à outra pessoa. Então, aqui está uma situação em que, pode ser um caso de tribunal. Ou seja, uma coisa má, uma clúnia, qualquer coisa assim, que pode ser um caso tribunal.
Então, chegamos a um passo de que agora já é uma ação, em que pessoas vêm e notem e ovem. Mas isto continuara. E, como disse, pode ser entre amigos, pode ser entre irmãos na igreja. E, particularmente, pode ser entre marido e mulher.
Se tem muito cuidado. Porque depois, o terceiro passo é um desprezo. Pode ser entre pais e filhos. Entre marido e esposa. Entre irmãos e irmãs na igreja. Pode ser entre patrão e empregado no seu trabalho, no seu emprego.
E esse desprezo, então, é o que aqui diz, estará sujeito ao inferno do fogo. A segunda morte. Lembrem-se que não diz, ó, se chamar tolo e se estiver batizado, então está sujeito ao inferno do fogo. Não. Diz, é quem chamar tolo? É quem o desprezar? Batizado ou não? Não. Cuidado. Não é para mim estar a julgar, mas é para nós discernirmos a nós próprios e termos cuidado.
E, por isso, Jesus Cristo está nos a dizer aqui, para controlar esta raiva, controlar esta ira cedo, cedo. Não deixar esta ira, irmos para a cama para dormir, como esta ira, controlar isto cedo, deitar isto fora, porque senão Satanás começa a pôr um pé dentro de nós e começa a nos atesviar.
Para este processo progressivo de raiva para de respeito e depois a desprezo. Para isso, bem cedo, arrepende-te, analisa-te a ti próprio, analisa-me em mim mesmo. Tenho raiva, tenho ira, estou zangado com alguma pessoa. Você basta olhar para maneira que certas pessoas, particularmente políticos, falam uns com os outros, abertamente, nas notícias, em que demonstram raiva, depois demonstram desrespeito e depois demonstram um completo desprezo pela outra pessoa. Cuidado, irmãos! Por isso é que você precisa ter cuidado, não estarmos envolvidos na política e este mundo, porque nos afeta! Nos afeta! E depois, os Cristo dá duas ilustrações. A primeira é 23 a 24, ou dois exemplos, diz-se, pois atraseres a altar a tua oferta. A lhe te lembrares de que eu, a perdão, de que teu irmão tem alguma coisa contra ti. Deixe-se perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão e, então, voltando, faz a tua oferta.
Aqui estamos a falar de um princípio da Graça, de Deus, de graça que nós precisamos ter, da bondade, o querinho, do amor. Isto é estarmos prontos a ter uma reconciliação. Temos aqui o Ministério da Reconciliação, Jesus Cristo morreu por nós, simbolizado pela páscoa, pelo Seu sangue, sem motivo. Ele não fez nada errado para nos reconciliar com o Pai. Nós temos que reconciliar uns com os outros, seguir o mesmo exemplo e praticar a mesma princípio de Graça, de reconciliação, de um bom relacionamento com os nossos irmãos. Eu não sou com os irmãos, mas com todo mundo.
Vigemos em Génacias 4.
Versículo 3 a 8. Génacias 4, versículo 3 a 8. Existem que, no fim de uns tempos, trouxe, caindo o fruto da terra, uma oferta ao Senhor, a Bel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. E grandou-se o Senhor da Bel e de sua oferta ao Páscoa de Caim, que de Caim e de sua oferta não se agradou. Por que que Deus não aceitou o sacrifício de Caim? Vamos-me. Não diz especificamente. Por isso, você pode ter várias conclusões ou deduções. Mas uma dessas possíveis deduções é que Caim estava zangado, estava com raiva, estava irado contra o irmão, sem causa.
E, por isso, Deus não aceitou a oferta, tal como lemos há pouco. Aqui mesmo, em Mateus 5, 23, 24, você se aproxima de Deus como oferta e lembra-se que tem algo contra o seu irmão. Não é o que lemos? Diz assim, ao trazer-se ao altar a tua oferta, isto é que quando orares, trazer-se ao altar espiritualmente, orares, e te lembra-se que tem alguma coisa contra ti, deixe ao altar a tua oferta para adorar, porque Deus não vai aceitar essa oferta. E vai reconciliar-te com o teu irmão primeiro. E, possivelmente, essa pode ser uma das razões, porque é que, como lemos aqui, em Genesis 4, versículo 5, que Deus não agradou da oferta de cair. E, roubou-se, pois, de uma maneira cair, a sua ira ainda ficou pior, sem motivo, contra o irmão Abel, e te caiu o semblante. Então, ele diz o Senhor, porque ainda se irá, e porque te caiu o semblante. Se procederes bem, não é certo que serás aceito. Se estás reconciliado, se não tens ira, eu vou te aceitar. Se, ainda procederes mal, eu não aceito a tua oferta. É isso que o pocado já aporta. Eu que diz, você está aerado, o julgamento de Deus começa aí, e não aceita as suas orações. Fasei paz com os vossos milíticos, com as vossas esposas, para Deus aceitar as vossas orações. Não é o que diz.
O seu desejo será contra ti, mas a ti compre do Mináolo. Você tem que controlar esses desejos da carne, porque são contra você. Tem que dominar. Vejam em 1 João 3.
Versículo 10 a 13. Nisto são manifesto os filhos de Deus e os filhos de Iabo. Tudo aquele que não pratica justiça, não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão. Porque a mensagem que ouvisteis de princípio é esta, que nos amemos uns aos outros. Não é irar ter ira uns com os outros. Não segundo Caim, que era do maligno. Porque deixou essa ira, controlar a ele, que conduziu essa ira até, não só ser assassinato mental, mas assassinato físico. E assassinou o seu irmão. E porque que o assinou? Porque as suas obras eram más.
E as do seu irmão justas. Odeou o irmão sem motivo. Irmãos, não os maravilheis, se o mundo vos odeia. Se vocês estão a praticar a justiça, são verdadeiros cristãos, não ficam surpreendidos que o mundo odeia a vocês sem motivo.
Foi a mesma razão, porque é que Cristo morreu. Sem motivo.
Continuando a ler o versículo 14, nós sabemos que já passámos da morte para a vida. Sim, porque se nos arrependemos, e estamos a viver agora da maneira que Deus quer que nós vivemos, estamos agora no caminho da vida. Porque amamos os irmãos, aquele que não ama permanece na morte. No caminho da morte, na segunda morte, no lago do fogo. Todo aquele que odeia a seu irmão é assassino. Começa aqui. E aqui. Ora, vos sabês que todo assassino não tem a vida interna permanente em si. Esta ira, esta derraiva, este respeito, este desprezo, tudo isto é o mesmo que assassinato.
Então, depois, vamos ver o que está acontecendo. O que está acontecendo? O que está acontecendo? O que está acontecendo? O que está acontecendo? O que está acontecendo? Então, depois, Jesus Cristo continua em Mateus 5, versículo 25 e 26, que dá uma segunda ilustração. Entrem a cor do sem-nomor a qual o teu adversário, enquanto estás com ele a caminho. Para o que o adversário não tem entrega aos juízes, juízes oficial de justiça e será recolhido à prisão, em verdade te digo que não sairás da linha enquanto não pagar os o último centavo. Agora está a falar de julgamento. O primeiro caso era da graça, da misericórdia, do perdão, da reconciliação. Agora está a dar um exemplo de julgamento. Um relacionamento com o teu adversário, com o teu inimigo.
E a lição moral aqui, é se nós estamos irrados ou pensamos que possamos estar irrados, toma ação urgente para reconciliação. Seja com irmãos, na igreja, ou com o teu adversário. Toma a iniciativa de ir e reconciliar. Vai, deixe o presente e vai reconciliar. Deixe a oferta, deixe a tua oração e vai reconciliar com o teu irmão imediatamente.
Para que evites estar a cometer um assassinato espiritual? E para evitar isso, nós precisamos de fazer tudo o que podemos para estar em paz com todas as pessoas. Como dizem para o verbo 16-7, aquele que obdessa a Deus, até estará em paz com os seus inimigos. E Paulo também disse, em Romanos 12-18, se é possível, entra em paz com todos. E por isso, o que temos aqui é um assunto do coração. Mas, igualmente, na segunda situação, que é de versículo 27-32, também é um assunto do coração. Veja aqui.
O visto que foi dito não adulterás. Eu porém vos digo, qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura no coração, já adulterou com ela.
A maneira que está escrito em português, dá a intenção que o problema todo é o problema do homem. Mas, no grego, de acordo com o comentário expositório, expositório, o comentário desse estudo, o significado grego também implica que o homem olha para a mulher de uma maneira a atraí-la para a luxúria.
E por isso ele está a cometer a adulterio com ela, e por isso ela também é uma adultera. Porque foi atraída esta luxúria, e ambos estão, digamos assim, culpados. E aqui se vê que as pessoas da antiguidade estavam uma vez mais a relaxar os mandamentos de Deus, a intenção inicial de Deus, estavam a olhar simplesmente a adulterio como o ato físico.
E esse pensamento ainda é hoje. Existe hoje. Pessoal, hoje podem pensar. Olha, por exemplo, homens podem pensar, olha, vou fitar na esquina, e no café, na esquina, principalmente em esta tradição, em países mais continuantais, em que a pagem tem um café, assim, na esquina, e olhem para as moças, a passar um para o outro, com um olhar incorreto, ilícito. E deixam andar estas fantasias mentais. Até as pessoas dizem, olha, não pode ir para a prisão por causa dos teus pensamentos. Ou sim, pode-se, porque é Deus que te está a jogar, de acordo com o julamento de Deus, é os pensamentos e o coração. E o que se faz aqui é que as pessoas ignoram, ou estão a ignorar, o décimo mandamento. Não que o biscarás. Vejam, por exemplo, no versículo 28, aquele colhar, este acto do olhar, o homem olha para a mulher, a mulher olha para o homem. E dá uma lição aqui do óleo, do óleo, com curição. Vejam aqui, em Jó, capítulo 31, e vou ler, do versículo 1, a versículo 12, mas vou ler, na nova versão internacional. Mas sigam, a versão que tenham vocês, mas vou ler, da nova versão internacional, do versículo 1 a 12. Diz assim, Fija-cordo com os meus olhos! Ora, lembra-se que já está, talvez seja um livro mais antigo, que tenha-se escrito, antes de todos os outros. A história antes, dos dias de Moisés. E por isso, Jó está aqui a falar, de princípios espirituales, que são os mesmos que Jesus Cristo menciona, porque ele diz, Fija-cordo com os meus olhos! De não olhar com cubiça para as moças. Pois, qual é a porção que o homem recebe de Deus lá de cima? Qual é a herança do todo poderoso que habita nas alturas? Não é ruína para os ímpios? Desgraça para os que fazem mal? Temos a falar acerca de um acordo com os olhos. Não vê-lo os meus caminhos, e não considera cada um de meus passos. Ele está a falar dos olhos.
Se me conduzir com falsidade, e se os meus pés se apressaram a enganar, porque o que é o que está acontecendo? Se eu me conduzir com falsidade, e se os meus pés se apressaram a enganar, porque o que é o que está acontecendo? Se os meus pés se apressaram a enganar, por causa dos olhos, por causa dos pensamentos, que depois progrediram para uma coisa pior, Deus me pés a embalanças justas, sabrá que não tenho culpa. Se os meus passos desviaram-se do caminho, se o meu coração foi conduzido por meus olhos, é a mesma coisa que se os Cristo disse. Se o meu coração foi conduzido por meus olhos. Ou se as minhas mãos foram contaminadas, que outros como o que se me ei. E que as minhas plantações sejam arrancadas pelos rios.
Isto é, se eu fiz coisas caminosas, como permitir os meus olhos guiarem o meu coração e fazer coisas erradas, por isso é que eles fizam o corpo com os olhos, para não fazer isso. Se isso acontecer, que outros como o que eu se me ei. E que as minhas plantações sejam arrancadas pelos rios. Está a pronunciar? João castiga ele próprio. Diz assim, se o meu coração é seduzido por mulher, a mulher também tem uma parte nisto. Ou se fiquei às pretas. Isto é olhar, mirar e às pretas, junto à porta do meu próximo, do vizinho, ou coisa assim. Que a minha esposa moa seria o do outro homem e que outros duram-o com ela.
Pois fazê-lo seria vergonhoso, crime, mercedor de julgamento, isto é um fogo que consome até a destruição. A palavra destruição aqui no hebraico é abadão, local de destruição, que é um fogo do local de destruição, que é a segunda morte. O lago, o lago de fogo. Precisa sim, isto é um fogo, consome até a destruição. Teria estripado a minha colheita. O jovem, o adultério, até só no pensamento, como uma grande ofensa contra Deus. E é. E é. Basta você olhar, por exemplo, o deutronômimo 22, 22. Veja aí, por exemplo, deutronômimo 22, 22. Deutronômimo 22, 22.
Se um homem for achado deitado como uma mulher tem-mrido, então ambos morrerão. O homem que seitou como mulher, e a mulher assim, eliminará-se o mal de real. Se houver moça virgem, despozada, e o homem achar na cidade, se deitar com ela, entrou em três âmos, a porta daquelas idades, a pedragés, até que morram a moça, por não gritar na cidade, e o homem, porque o milhão é mulher do seu próximo.
Assim eliminará-se o mal do meio de ti.
Agora é uma moça, mas também diz que é mulher da próxima, como é? Porque é uma moça virgem, mas que viria um dia a ser a mulher da próxima.
Queridos irmãos, este adultério, esta imoralidade sexual, é assunto que tem a pena da morte. E este mundão está cheio disso. Vejam pro verbo 6.
Pro verbo 6 e pro verbo 7. Deixe-me ler brevemente estas secções. Pro verbo 6. Veja aqui, versículo 23 a 29.
Porque o mandamento é a lâmpada e a instrução luz, e as reprensões da disciplina são o caminho da vida. Para que te guardem da vila mulher e das lisongias da mulher alheia, não cubices no teu coração a sua formusura, nem te deixes prender com as suas olhadelas. Veja, as olhadelas dela, para atrair Paulo Xúria. Por uma prostituta o máximo que se paga é um pedaço de pão, mas a adulta anda a caça de vida preciosa. Cuidado, jovens, cuidado, jovens, tomará alguém fogo no seu sem que suas vestes se incendiam, ou andará alguém sobre as bases sem que se queimam seus pés. Assim será com que, se chegar à mulher do seu próximo, não ficará sem castigo todo aquele que atucar. É muito perigoso isto. Cuidado, joventudo. Cuidado, joventudo. Capítulo 7, versículo 1. Filho meu guarda as minhas palavras conserva dentro de tri, teus meus mandamentos, guardas meus mandamentos, e vive minha lei como a menina dos teus olhos. Atas aos dedos, crevos na tábua do teu coração, diz à sabedoria que tu és minha irmã e ao entendimento, chama teu parente, para te guardem da mulher a lei, da estranha que lhes ungeia com palavras. Porque a janela da minha casa por minhas grades, olhando eu, fez aqui os olhos, vi entre os simples, descobri entre os jovens, um que era crescente de juízo, e que ia e vinha pela rua, junta a esquina da mulher estranha, e seguia o caminho da sua casa, a tarde, o dia, no crespusco, na escuridão, noito nas trevas. Eis que a mulher lhe saia ao encontro, com vestes de prostituta e astuta de coração, é apaixonada e inquieta, cujos pés não param em casa, ora está nas ruas, ora nas praças, espreitando por todos os cantos, aproximou-se dele e o beijou, e de cara impudente lhe diz. E o sacrifício específico se tinha ele de oferecer. Cuidado! Veja no versículo 21. Se dosiu com as suas muitas palavras, com as lisongas, dos seus lábios o arrastou, e ele num instante a segue como o boi, que vai ao matadouro. Como o boi, que vai ao matadouro, como o servo, que corre para a rede, até que aflecha, ele atravessa o coração, como a ave que se apressa para o laço, sem saber que isto lhe custará a vida.
Cariz irmãos, precisamos ter cuidado com estes assuntos, com estas coisas. Continuando então, em Mateus 5, versículo 29. Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lance-o de ti, pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno, e se a tua mão direita te faz tropeçar, corta e lance-o de ti, pois te convém que se perca um dos teus membros, e não vá todo o corpo para o inferno. Aqui, mais uma vez, dá duas ilustrações, duas aplicações duplas. Esta primeira, de versículo 29.30, é uma de puridade pessoal a todos os custos. Precisamos ter esta puridade pessoal.
Ora, alguns fizeram assim próprios inúculos. Não está aqui a falar de uma mutilhação cruel, mas o que está a falar é de uma alta negação implacável.
Isto é muito importante. Precisamos ter uma alta negação implacável. E por isso, se há materiais ilícitos, se há locais ilícitos, se há oportunidades ilícitas, temos que nos conduzir como se não temos olhos, se não temos mãos e não temos pés.
Vejam como se faz favor em Lucas. Vejam como se faz favor em Lucas. Capítulo 23. Lucas 23. A 25. Lucas 23. Perdão, 9. Lucas 9. 23. A 25. Lucas 9. 23. A 25.
Dizia a todos, se alguém quer vir após mim, assim mesmo se nega. Dia a dia, toma-se o crux e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, se der lá, quem perder a sua vida para a minha causa, esse a salvará. Que aproveita o homem a enganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou causar ordem a si mesmo. Por isso está a falar aqui de uma auto-negação. Está a falar aqui de uma auto-negação implacável. Isso é o que nós precisamos meter. E depois, continuando em Mateus capítulo 5, versículo 31 a 32, diz assim, uma segunda ilustração também foi dita, aquele que rebodiar a sua mulher, dele carta de divorcio. Eu, porém, vos digo, aquele que rebodiar a sua mulher, é exceto de relações sexuais ilícitas, a espõe a tornar-se adultera, e aquele que casar com a rebodeada comete adulterio. Precisamos guardar a casa, a nossa casa, como o centro da sociedade. E por isso, esta pureza que precisamos de estar focados. E isto é um assunto do coração.
Cres irmãos, olhem para o problema que existia na igreja em Coríntios, em primeiro Coríntios capítulo 5.
Geralmente se houve que há entre vós imoralidade e imoralidade tal, como nem mesmo entre os gentios. Isto é, a ver quem se atreva a possuir a mulher de seu próprio pai. E você, já não é insubmissível, em vez de estar alimentar. Ele diz, tira essa pessoa, da igreja, ter o pocado da igreja, para ser uma lição, para haver um arrependimento. E por isso diz-me que era mais adiante. No verículo 6, não é boa a vossa ejectância, não é boa se estarem pensando, nós somos uns irmãos, uma congregação aqui, que é muito amorosa, muito carinhosa, porque sabemos que este homem tem um pecado, mas somos misericordiosos para com ele e ou ela, e permitimos que continuem aqui, porque somos tão cheios de misericórdia. Cris irmãos, não podemos ter uma arrogância de permitir o pecado na igreja. Não sabês que um pouco de fermento levei à massa toda? Uma maçã podra afeta as outras maçãs no sexto. E por isso estamos aqui, no princípio dos Pães-Hasmus, antes da Páscoa, e temos a lembrar e a estudar este princípio, precisamos tirar o pecado dentro nós, principalmente se existe algo no nosso coração. Por isso diz assim no verículo 7, lançar fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois de facto, sem fermento. Está ela falando aqui, que estavam durante o dia dos Pães-Hasmus, mas com dois potos, ponto físico e ponto espiritual, estão também sem fermento espiritualmente, ou deviam estar. Pois também em Cristo, o nosso cordeiro pascal foi molado. Por isso se lebremos à festa. Qual é a festa? A festa dos Pães-Hasmus. Não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade, isto de praticar mal. E da malícia. Esta ira, esta malícia, no coração, queria tirar isso fora, mas sim com os asmos, da sinceridade e da verdade. Criis irmãos, Jesus Cristo nos instruiu e lemos hoje duas séries, e nós estamos nos ensinando, e lemos hoje duas secções, aqui, em Mateus 5. Que nos ajudam a analisar durante este período de Pães-Hasmus em pontos de ira, de controlar esta ira e em pontos de controlar os nossos olhos, a nossa vista, o nosso coração, os nossos pensamentos. Precisamos de analisar a nós próprios. Existe alguma ira, algum desrespeito, algum desprezo. Se existe, precisamos imediatamente de tomar passos de reconciliação com irmãos na igreja ou com o adversário. Por outro lado, precisamos de fazer um acordo, um pacto com os nossos olhos e lembrarmos que só Deus ou só aqueles que estão a ser guiados pelo Espírito Santo de Deus é que vão estar no reino de Deus porque aí não haverá cobiça. Precisamos de controlar quaisquer ideias de cobiça. E, queris irmãos, na próxima semana quero então continuar com esta preparação para a Páscoa e aos Pães-Hásmãos e vamos analisar os outros ensinos Jesus Cristo e a esta secção de Mateus 5 acerca do seu ensino mais profundo acerca da Lei moral de Deus.
Os judeus olhavam para a lei duma maneira puramente física.
Jesus Cristo restaurou as instruções de Deus para o seu completo significado que foi intencionado desde o início.
O ensino de Jesus Cristo acerca do assassinato demonstra que qualquer forma de ódio, seja inicialmente no coração, como uma ira, pode progredir e crescer para uma falta de respeito e finalmente para um desprezo completo. Aí está um perigo de morte eterna, do lago de fogo, a segunda morte.
Por causa disso é importante reconciliar imediatamente e não permitir a ira tomar raíz na nossa mente.
Quanto ao adultério Jesus também sublinhou que não era simplesmente um caso de roubar a mulher doutro homem mas era um caso de cobiça. Uma vez mais Jesus ampliou o mandamento dum nível físico a um nível espiritual no coração.
Precisamos de analisar - muito honestamente - perante Deus os nossos corações e remover qualquer ira, reconciliar, assim como (por exemplo) fazer um acordo com os nossos olhos para não olharmos com cobiça.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).