Jesus Cristo e os preceitos mais importantes da Lei

Os preceitos mais importantes da lei são a justiça, a misericórdia e a fé. Duma maneira prática, como é que podemos pôr em prática estes três preceitos à Lei de Deus? Este sermão, usando o exemplo da lei do Sábado, demonstra como estes princípios são postos em prática.

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui, em Jorge Câmos, falando-vos da S. N. T. Como é que Jesus Cristo viu a lei? Ou, de outra maneira, qual é o ensinamento de Jesus Cristo acerca da lei? Alguns dizem que Jesus Cristo aboliu a lei. Ora, hoje, queridos irmãos, o meu tema é usando o exemplo do sábado. Vamos ver como Jesus Cristo viu a lei. E vou analisar em mais detalhe, assim, a maneira de ele interpretar e ver a lei, em tomando em consideração os preceitos mais importantes da lei. Ora, algumas pessoas, por exemplo, até dizem que Jesus Cristo aboliu o sábado. Sim, porque, pelo facto que não observam o sábado, observam o domingo, e se, de facto, dizem que são seguidores, isto é, discípulos de Jesus Cristo. Ora, os discípulos de Jesus Cristo são os que seguem e que praticam o que Jesus Cristo ensinou, não é? Ora, se eles não praticam o sábado, mas sim praticam o domingo, e se dizem que são discípulos de Jesus Cristo, então, estão a dizer que Jesus Cristo aboliu o sábado. E, por isso, vamos, como disse, usar o exemplo da atitude de Jesus Cristo acerca do sábado, como um princípio de ver os detalhes ou os preceitos mais importantes da lei, e, por isso, vamos ver os princípios, ou a prática de Jesus Cristo, durante a vida dela. Para isso, temos que olhar aos quatro evangelhos, e vamos ver alguns exemplos nos quatro evangelhos. É interessante, queres irmãos, que o sábado é mencionado mais do que cinquenta vezes nos quatro evangelhos.

Isto é, o sábado é mencionado mais nos quatro evangelhos do que nos primeiros cinco livros da Bíblia. Isto é no Pentateuco. Por isso, temos um vasto registro nos evangelhos, de como Jesus Cristo observou o sábado.

Afim de contas, queridos irmãos, estou a tirar alguns princípios que estou a dar neste sermão. Estou a tirar do nosso livro do sábado, do Porto Sol, a Porto Sol, o Dia de Descanso de Deus, que recomendo que vos leiam e quem comendam.

Vou começar primeiro em Genesis 2, versículo 1 a 3, porque aí vemos que o sábado foi criado inicialmente a criação do homem. Vejamos assim, então, em Genesis 2, versículo 1 a 3, diz assim, assim, pois foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo, a sua obra que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou o sétimo dia e o santificou porque ele descansou de toda a obra que, como criador, fizera. A palavra descansar, que ele descansou, isto é, porque não trabalhou da sua obra, a palavra descansar em Ibrauco, é uma palavra que é, digamos assim, é um derivado da palavra sábado. É, digamos assim, sabatiou. Por isso diz assim, em vez de ser descansou nesse dia, dizem em Ibraco que se pudessemos usar o verbo da mesma maneira em português, ele sabatiou nesse dia. Ele sabatiou da toda a sua obra e, por isso, não trabalhou nesse dia. Por isso vemos que o sábado foi criado muito tempo antes dos israelitas, muito tempo antes de Ibrauco e SAC, e muito tempo antes do próprio Moisés. Sim, a fim de contas, até o próprio povo de Israel recebeu o sábado antes de receber os dez mandamentos. Vejam comigo, se faz favor, em Exodus capítulo 20. Exodus capítulo 20. Sim, podem ler quando o sábado foi dado em Exodus 16, mas no capítulo 20, quando estava a falar dos dez mandamentos, diz assim, no versículo 8, lembra-te do dia do sábado. Lembra-te do dia do sábado. E depois diz assim, no versículo 10, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Não é o sábado de Deus, não é o sábado dos israelitas, mas é o sábado do Senhor teu Deus. E diz assim, não farás nenhum trabalho nem tu, nem teu filho, nem teu filho, nem teu servo, nem tua serva, nem o teu animal, nem o furasteiro, das tuas portas para dentro, porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que nele já. E ao sétimo dia descansou. Isto é, sabateou. Por isso o Senhor abençoou o dia do sábado e o santificou, como lemos em Génensas capítulo 2, versículos 1 a 3. Por isso o sábado foi criado e dado a humanidade antes de ser reiterado aos israelitas através de Moisés, e foi dado aos israelitas antes do Elesus 20, como podem ler em Elesus 16, se não estou errado, deixe-me cá ver. Foi, olha, Elesus 16, versículo 22, adiante, onde tiveram o caso do Maná e vê-se aí que foi lhes dado o sábado durante esse período. Mas, continuando a ler no Elesus 20, no versículo 18 e 19 diz assim, todo o povo presenciou os trovões e os relâmpagos e o clangor da trombeta e o monte fumigante, e o povo observando-se, estremeceu e ficou de longe, e disser ao Manzés, fala-nos tu e te ouviremos, porém não fala-o Deus conosco para que não morramos. Respondeu-me aos Elesus ao povo, não te mais, Deus veio para vos provar e para que o seu temor esteja diante-voja, fim de que não, paqueis. E podem ler mais acerca disto, em desta situação, em Deuteronómio capítulo 5. Em Deuteronómio capítulo 5, vemos um cadinho de tal, de talho adicional do que aconteceu aí. Vejam comigo, se faz favor, em Deuteronómio capítulo 5. Vejam, inicialmente, versículo 27. Diz assim, depois de Deus ter dado os 10 mandamentos, diz assim, Chega-te e ouve tudo o que disse o Senhor nosso Deus, e tu nos dirás, tudo o que disser o Senhor nosso Deus, e o ouviremos, e o cumpriremos. Ouvindo, pois, o Senhor as vossas palavras, quando me falaves. A mim, o Senhor me disse, eu ouvi as palavras deste povo, as quais te disseram, em tudo falaram-e-los bem. Versículo 29. Quem me dera, como dizemos hoje em dia, quem me dera, disse Deus, quem dera, que eles tivessem tal coração, que me temessem e guardassem, em todo o tempo, os meus mandamentos, para que bem lhes fossem, a eles e os seus filhos, para sempre.

Está aqui Deus a dizer, quem me dera, que eles sempre fossem sim, para o bem delas, para o bem de todas as pessoas. Quem dera, que as pessoas obedecessem às leis de Deus, para o bem das pessoas. E uma dessas leis de Deus era o sábado.

E pois, então, no capítulo 6, versículo 3 a 9 diz assim, houve, pois, o Israel, e atenta-em-comprir-es, para que bem te suceda, e muito te multipliques na terra, que manam leite e mel, como, perdão, como te disse o Senhor Deus de teus pais? Houve Israel, o Senhor, o nosso Deus, é o único Senhor, não há outros deuses, não há outros idúlus e coisas assim, não, o único Deus é o único Deus que nós nos revamos, e diz assim, amará-as, pois, o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de toda a tua força. Estas palavras que hoje te ordenam estarão no teu coração. Cris irmãos, temos isto no nosso coração, de queremos amar o Senhor, o Deus, todo o nosso coração, de toda a nossa vida, de toda a nossa força. E diz assim, versículo 7, tu as inculcarás a teus filhos, e delas serás assentada em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te, também as atarás, estas leis, estes princípios, como sinal na tua mão.

E te serão como frontal entre os olhos. Isto é, na maneira como trabalhas, e na maneira como pensas, vais ter isto sempre atado a ti.

Atado à tua mão, isto é, um sinal na maneira que trabalhas, e também vão ser um fronte, na frontal, entre os teus olhos. Isto é na tua mente, na tua cabeça, vais ter isto sempre em mente. E por isso é o que está a dizer, Lembra-te sempre, lembra-te para o teu bem.

Lembra-te para o teu bem, diz assim, versículo 18. Por exemplo, vejam no versículo 18. Fará-se o que é o reto e bom aos olhos do Senhor, para que bem te suceda. E entres e possui o já boa terra, a qual o Senhor sobre juramento prometeu dar a teus pais. Lançam todos os teus inimigos de diante ti, como o Senhor tem dito. Queridos irmãos, está a dizer isto para o nosso bem. Vejam, então, no capítulo 7, deitura anónimo capítulo 7, versículo 1 a 4. Quando o Senhor teodeus te introduzir na terra, a qual passas a persuíde e tiver lançado muitas nações de diante ti, os iteus, gruseus e omorreus, cananeus, fariseus, jiveus, javuseus, sete nações marmorosas e mais poderosas que tu, e o Senhor teodeus estiver dado diante de ti para esferir. Totalmente as destruirás. Não farás com elas aliança, nem terás pedate delas. Nem contrairás matrimónio com os filhos dessas nações.

Não darás tuas filhas a seus filhos, nem tomarás as suas filhas para teus filhos, pois elas fariam desviar teus filhos de mim para que servissem a outros deuses. Como disse há pouco, como li, só vais ter um deus. E essas outras pessoas vão te desviar, por isso não faças acordo com essas pessoas, não deixes teus filhos e as tuas filhas casarem-se com as outras pessoas, porque vão te desviar para servir a outros deuses. Isto é um ponto aplicável a nós hoje em dia, queridos irmãos, para não nos misturarmos com outras religiões, outras religiões, outros ensinamentos que parecem cristãos, mas não são, porque esses ensinamentos nos desviarão da duração do verdadeiro deus.

Vejam continuado, então, no capítulo 8, versículo 6. Diz assim, guarda os mandamentos do Senhor teu Deus para andar-se nos seus caminhos e o temeras. E vejam, então, no versículo 11, guarda-te, não te esqueças do Senhor teu Deus, não cumprindo os seus mandamentos, os seus juízes, os seus satudes, que hoje te ordenam, para não suceder que depois de teres comido e tivesse fartado, depois de haveres identificado boas casas e morado nelas, depois de se multiplicar aos teus gados e teus urbães, se aumentar a tua prato e o teu ouro, e ser abundante tudo quanto tens, se eleva o teu coração e te esqueças do Senhor teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da escravidão, e, queridos irmãos, para nós, como cristãos, hoje em dia Deus nos tirou desta escravidão deste mundo, do mundo de pecado.

E, por isso, diz assim, quando Ele nos tira, não te esqueças, guarda os mandamentos com cuidado. Versículos a 9, veja assim, no entanto versículos a 9, de Tronómio 8 versículos a 9, se te esqueceres do Senhor teu Deus, e andares após outros deus, e os servires, e os adorares, protesto hoje contra vós outros que parecerais. Está que Deus a dizer aqui, se não obteceres, vocês vão parecer.

Exatamente para nós, como cristãos, queridos irmãos, se nós não obtecermos, se nós nos desviarmos por nos entrarmos em contacto com outros que se estão a desviar da verdade, queridos irmãos diz assim, se nos desviarmos diz assim, peressaremos. E, queridos irmãos, os Israelitas não obteceram às leis de Deus. Os Israelitas e os judaicos não obteceram às leis de Deus.

Vejam comigo, se faça a favor aqui, em Ezekiel capítulo 22, versículo 26. Diz assim, os seus sacerdotes, até os próprios sacerdotes, não só ao povo, mas os sacerdotes transgrindem a minha lei e profanam as minhas coisas santas, até os sacerdotes, digamos assim, os pastores deles, estavam a educar, a dizer ao povo que não precisavam de obtecer à lei de Deus. E diz assim, profanam as minhas coisas santas, entre o santo e o profano, não fazem diferença, não estão a distinguir entre o que é o santo e o que é o profano, nem discernem o imundo do limpo. E dos meus sábados escondem os olhos. Assim, sou profonado no meio deles. E foi o que aconteceu com as jorrelitas.

Eles se esqueceram da lei de Deus, esqueceram do que era santo e foram para o profano, não fizeram diferença entre o santo e o profano, não fizeram diferença entre o limpo e o imundo. E dos meus sábados se esconderam os olhos. Disseram, não, não, não é preciso observar o sábado. E por isso Deus foi profanado no meio deles. E por causa disso, vejam então, no versículo 30, do mesmo capítulo 22, busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na precha perante minha favor desta terra, para que eu não destruisse.

Mas não, mas a ninguém achei. Por isso, eu derramei sobre eles a minha indignação. Com o fogo do meu furor os consumi, fiscai-lhes sobre a cabeça o castigo do meu procedimento, diz o Senhor Deus. Quer dizer, irmãos? Não houve sacerdotes no Israel da Antiguidade, entre os judeus que estivessem a tapar o muro, a colocar a brecha, não tiveram a dar a diferença entre o santo e o profano, não tiveram a discernir entre o imundo e o limpo, não tiveram a lembrar o povo acerca do sábado e, por isso, os israelitas e os judaicos foram feitos queitivos.

Primeiros israelitas para a Síria e depois, mais tarde, os judaicos, a nação judaica para a Babilônia. E quando a nação judaica voltou dessa catividade, então os sacerdotes dessa altura não quiserem fazer o mesmo erro, porque aprenderam a lição que foi porque não tinham observado o lei de Deus e não tinham observado o sábado. Por isso, então, os sacerdotes, quando voltaram da catividade da Babilônia, de volta para a área da Palestina, adicionaram várias medidas para não cair na mesma situação.

É importante nós compreendermos isto, porque vou repetir isto novamente. Os Israelitas foram dadas às leis de Deus, que Deus tinha dado inicialmente durante a criação, mas Israelitas foram dadas às leis de Deus. Deus disse a eles, vocês o acondessam, e eles disseram, sim, vamos obtecer. E a Deus disse, oh, quem me dera que obtecessem, porque vimos que eles então não obteceram, e Deus disse, não, e se não vão obtecer, vocês vão precer. E preceram, foram feitos cativos, mas Deus não se recorda dele, de Deus, os trouxe de volta da Babilônia da catividade.

E quando eles, então, vieram de volta da catividade, eles não quiseram fazer o mesmo erro. E por isso, adicionaram várias medidas, digamos assim, várias precauções para não cair, em, na mesma situação. E por isso, é uma coisa típica da, da, o homem, da humanidade, vando um extremo ao outro. E por isso, as autoridades religiosas adicionaram regulamentos pesados à volta da lei e à volta do sábado. Por exemplo, o dicionário bíblico ilustrado de Sonderfenn descreve o extremo a que chegaram estas medidas durante esse período, após da catividade da Babilônia, isto é, durante o período em que Jesus Cristo veio à Terra.

O código religioso, referente ao sábado, durante esse período, listava trinta e nove grupos, principais dações proibidas. Por exemplo, semiar, arar, colher, enfeixar, malhar, grivar, limpar, moer, peneirar, amassar, cozinhar a fornalha, etc. Cada uma destas principais leis era ainda depois examinada e elaborada, de maneira que, na verdade, havia várias centenas de coisas que um judeu consciencioso e obteciente há lei, e principalmente obteciente a estas regulamentos que adicionaram à lei, que não podiam fazer no sábado.

Por exemplo, a proibição de fazer um nó, fazer um nó, e, por exemplo, tirar um cordel e fazer um nó, era muito geral. Por isso, tornou-se necessário a eles declarar que tipos de nós, ou que espécies de nós, eram permitidos ou não permitidos. Assim, foi estabelecido que os nós, os nós que fizessem, que fossem permitidos, seriam aqueles que se pudessem desatar com só uma mão. Vejamos outro exemplo. A proibição referente a escrever, por exemplo, escrever letras, ou o A, B, C, letras, no sábado, foi assim definida em mais de detalhe.

Por exemplo, quem escrever duas letras, uma e depois uma segunda letra, duas letras, seja se for com a mão direita ou com a mão esquerda, seja de um tipo de caligrafia ou tipo diferente. Porque certas pessoas iam, mas eu escrevo uma letra com a mão direita e escrevo outra letra com a mão esquerda, já não estou a escrever duas letras, porque é uma com a mão e outra com a outra. Então, está a dizer, escreva duas letras, seja com a mão direita ou com a mão direita e outra com a mão esquerda, ou seja de um tipo de caligrafia ou de outro tipo de caligrafia.

É culpado de estar a trabalhar no sábado. Mesmo que seja por esquecimento que escreva essas duas letras, é culpado de quebrar no sábado. Dizem assim, é aquele que escreva em duas paredes, por exemplo, escreve uma letra numa parede do lado esquerdo e outra letra na parede do lado direito, assim por exemplo, numa esquina. Aqueles escrevem duas paredes que formam um ângulo ou uma esquina ou em duas colunas do, digamos assim, no livro de contabilidade, da coluna do lado esquerdo ou da coluna do lado direito.

De maneira que possam ser lindas como se fossem duas letras juntas. É culpado. Então, a ver as coisas que adicionaram à lei? Por exemplo, na definição de trabalho, a definição que as autoridades religiosas tinham criado, o tipo de trabalho que violaria o mandamento sábado era muito diferente de qualquer definição de trabalho que tu e eu tenhamos hoje.

Por exemplo, lavar era uma categoria de trabalho proibido e poucos disputariam que, está claro, lavar, lavar não fosse um trabalho pesado. Sim, não devíamos lavar no sábado. Com tudo, de acordo com a opinião rabbínica desse período em que, quando Jesus Cristo estava a viver no primeiro século, a proibição contra o arar, podia ser violada por simplesmente cospirem na terra.

Porque, diziam eles, o cospe poderia perturbar o solo, o que, no parecer, dos rabbíes era um tipo de lavar. Por exemplo, as mulheres estavam proibidas de se verem ou olharem a um espelho no sábado, porque podiam ver um cabelo branco e arrancá-lo, e, então, isso constituiria trabalho. Por isso, vem que a definição de trabalho para as autoridades religiosas era muito diferente do que hoje em dia viríamos como trabalho. Por exemplo, usar calçado, isto é sapatos, fabricados com cravos, ao sábado, era proibido. Por quê? Porque, no parecer das autoridades, a adição dos cravos representava carregar um peso desnecessário.

Outro exemplo, mesmo andar na relva não era permitido, porque alguma dessa relva podia dobrar-se e partir, o que constituiria malhar, que é uma das categorias proibidas de trabalho no sábado. Os lindas religiosos ensinavam que, se uma casa se incendiasse no sábado, os seus ocupantes não podiam carregar as suas roupas para fora da casa. Porque isso era trabalho, estar a carregar a roupa. Mas para que as roupas não se queimassem, podiam, no entanto, vestir várias camadas de roupas no corpo e, então, podiam sair da casa com essas roupas todas vestidas, porque vestir era uma maneira aceitável de remover as roupas da casa.

Por isso vemos, queridos irmãos, foi, então, numa atmosfera religiosa, sobrecarregada e hipercrítica, que Jesus Cristo vem ensinar e pregar acerca do sábado. E por isso aqui temos, queridos irmãos, um caso de que é oito ou oitenta, de um extremo ao outro. Antes da catividade à babilônia, não observavam a lei de maneira nenhuma. Depois da catividade à babilônia, vos eram estes pesos todos na lei para forçar, digamos assim, as pessoas não quebrarem a lei.

Isto é para não desoptecerem. Por exemplo, o sábado poseram restrições exageradas para evitar isso e assim poseram a volta da lei inteira. E é importante termos conhecimento disso, queridos irmãos, pois foi debaixo deste, digamos assim, legalístico extremo que Jesus Cristo veio. E por isso, agora, podemos começar a entender melhor a situação em que Jesus Cristo se viu e por isso, por que Jesus Cristo falou da maneira que ele falou, acerca do sábado? Porque um dos ensinamentos principais de Cristo é que precisamos de ter uma vida cristã que seja, digamos assim, um equilíbrio são. E por isso, precisamos ter muito cuidado neste equilíbrio são. Não é ir completamente para a esquerda, nem ir completamente para a direita, mas é um equilíbrio são. Ação é uma porta estreita, um caminho apertado. Vejam como isso faz favor em Mateus 7, Mateus 7 capítulo.

Perdão, Mateus 7 capítulo, ver versículo 13 e 14. Diz assim, entrae pela porta estreita. Larga é a porta e espassou-se o caminho conduz para a predição e são muitos os que entram por essa porta larga. Porque estreita é a porta e apertado o caminho que conduz para a vida e são poucos os que acertam com ela. Queridos irmãos, são poucos os que acertam com ela. Queridos irmãos, aqui vemos que neste mundo são poucos as pessoas que entendem este equilíbrio necessário da vida cristã, que não é uma porta larga, mas é uma porta estreita, nem é para a esquerda, nem é para a direita, não é 8, nem 80, mas é um caminho estreito. E por isso, Paulo explicou, quando houve estes problemas com os cristãos, muitos cristãos começaram-se a converter, digamos assim, muitas pessoas que eram pagãs, começaram-se a converter para a cristanidade entre os gentios, e estas pessoas pagãs tinham certas ideias, por outro lado, os judeus que se converam com o cristanismo tinham certas ideias, e por isso havia estas discussões entre os judeus e entre os gentios, porque os gentios tinham estas, traziam certas coisas pagãs para a igreja, e os judaques traziam certas, digamos assim, leis rigorosas para a igreja, e por isso havia estas discussões entre os dois grupos que se tornaram uma coisa difícil de entender, se nós não entendemos bem o que estava a passar nessa era. Por isso, quando lemos estas cartas de Paulo e o que estava a acontecer, temos que entender que haviam estas duas, digamos assim, estas duas questões. Uma era a questão dos gentios, a trazerem coisas pagãs para a igreja, e outra era a questão dos judaicos, a trazerem certas exigências ou extremos legalísticos para a igreja, e por isso Paulo tinha estas duas situações na brasa, digamos assim, a resolver. E por isso vejam aqui, quando ele está a explicar que a lei é boa quando é usada corretamente. Mas a lei é ir, e não é boa quando é usada incorretamente. Seja para um lado ou para um outro, seja oito ou oitenta, a lei é boa quando é usada corretamente. Vejam aqui o exemplo de ele estar a ensinar aqui ao Timóteo, o Paulo, o ministro, que já estava a andar nos seus anos, e estava então a dar umas instruções a Timóteo, um ministro mais jovem, e estava a dar instruções a ele de como conduzir e como ser um bom sucesso. E o pastor da igreja, então está aqui a dizer, Paulo, a dizer, o Timóteo, no primeiro livro de Timóteo, capítulo 1, versículo 3 a 4. Diz assim, como te ruguei quando parti para a Macedónia, que ficassem em Efezio, para advertir-os a alguns que não ensinem outra doutrina? Nem cedem a fábulos ou as genealogias intermináveis que mais produzem questões do que edificação de Deus que consiste na fé. Assim o faço agora.

Por isso estava a ele a dizer aqui a eles, a advertir a eles para não ensinarem outra doutrina. Nem cedem a fábulos ou as genealogias intermináveis que mais produzem questões, em vez de produzir a edificação de Deus. Precisamos ter cuidado, querido irmãos, não ensinem outra doutrina, outros ensinamentos, porque só produzem questões e argumentos e discussões e problemas. Depois, continua assim, no versículo 5, o fim do mandamento. É a caridade, é o amor de um coração puro e de uma boa consciência e de uma fé não fingida. Do que desviando-se alguns, se entregaram avanços contendas. Se alguns se desviaram, lembram-se que eu estava a ler aqui há pouco, a Deus a dizer, não se misturem com outras pessoas, porque senão se vão desviar. E sim, está claro, muitas pessoas que vinham para a igreja, a igreja era nova, era uma igreja jovem, havia muitas pessoas, e muitas pessoas a virem para a igreja e vinham com as suas ideias, os seus ideias, os gentios com ideias pagães e os judacos com as suas ideias de legalístico extremo. E por isso, tinham estas vans contendas. E essas pessoas, querendo ser doutores da lei, não entendendo nem o que dizem, nem o que afirmam, sabendo porém que a lei é boa, se alguém dela usa legitimamente. Sim, sabemos que a lei é boa, mas essas pessoas vinham, estavam a ter debatas e discussões e contendas em vão, vans contendas, como diz, pensando que são mestres da lei, pensando que são doutores da lei. Mas, ao fim de contas, não entendiam, não compreendiam o que diziam.

Nem o que afirmavam. Porque, Paulo diz assim, sabemos que a lei é boa, se alguém dela se utiliza de modo legítimo. Sabemos que a lei é boa, se a usamos corretamente. Queridos irmãos, desviarmos para a esquerda, ou desviarmos para a direita? Não é justo, não é justiça. E queridos irmãos, é fácil desviar-nos para um lado ou para o outro. Porque, ao fim de contas, o que lemos é que o caminho é um caminho apertado, é uma porta estreita. E, por isso, isso é um caminho difícil. Vejam o que Jesus Cristo disse aqui a umas pessoas, em João capítulo 7. João capítulo 7. Vejamos aqui, a começar a ler do versículo 21. Diz assim, respondeu-lhe Jesus e disse-lhes, fiz uma obra. Ora que obra foi essa? Corou-me no sábado, como sabemos. Ele corou uma pessoa no sábado. Fiz uma obra. E todos fuz maravilhais. Pelo motivo de que Moisés vos deu a circuncisão, não que fosse de Moisés, mas dos pais, a circuncisão foi dada a abraão muito antes de Moisés, mas, digamos assim, pelo motivo que Moisés vos deu a circuncisão, no sábado circuncidais um homem. Ora, se o homem receba circuncisão no sábado, para que eleiro Moisés não seja quebrantada, indigna-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis, segundo a aparência, mas julguei, segundo a reta justiça. Sim, não julguei, segundo a aparência, mas sim, pela reta justiça. Queridos irmãos, estavam a julgar a certas pessoas, porque parecia que certas coisas não estavam corretas. Mas não era justo fazer isso. Estava a julgar, pois parecia que Jesus Cristo estava a quebrar a lei, de acordo com as leis adicionais que tinham posto à lei depois de terem-se voltado da babilônia. Por isso, temos aqui um extremo da lei, porque estavam a desviar-se da lei para um lado, ou para o oito, ou para o oitenta, mas estavam-se a desviar, não estavam no caminho apertado. E por isso, um extremo da lei é quando a lei não está a ser usada legitimamente, e por isso, quando a lei não está a ser usada legitimamente, não é a justiça. Então, a lei se torna injusta. E por isso, isto é um preceito mais importante da lei, a justiça.

Sim, parecia ilícito, mas não era.

Parecia que Jesus Cristo estava a quebrar a lei. Parecia ilícito, mas não era. Porque, ao fim de contas, disse-lhes, não julguem, segundo a aparência, segundo o que parece, mas julguem de acordo com o que é justo. Na nossa vida, queridos irmãos, vemos muitas coisas que parecem às vezes ilícitas. E, direitão, estamos a julgar de acordo com essa aparência?

Ao fim de contas, queridos irmãos, um caminho distrito. Precisamos de ouvir o ensinamento de Cristo. Vijamos outro exemplo aqui. Isso faz chevor em Mateus 12.

Por aquele tempo, em dia de sábado, vamos ler o versículo 1 a 12, em dia de sábado, passou Jesus pelas ciaras. Era um sábado, e os seus discípulos, tem fome, começaram a colher as espigas e a comer. E os fariseus, vendo isso, disseram-lhe, eis que os seus discípulos fazem o que não é lícito fazer num sábado. Mas, queridos irmãos, o que não era lícito era as adições à lei que os faseus fizeram. Porque, Jesus Cristo e os seus discípulos não estavam a quebrar nenhuma lei do sábado.

O que eles estavam a fazer era bem lícito dentro da lei de Deus.

E o versículo 3 disse, Jesus Cristo, eu porém lhes disse, não temos lido o que fez, o que fez David quando teve fome, ele e os que com ele estavam, quando entrou na casa de Deus e comeu os pãos da proposição, que não era lícito comer nem aos que com eles estavam, mas só as sacerdotes. Sim, também parecia não ser lícito, mas, porém, ele era lícito, mas ele era lícito. Nem aos que com eles estavam, mas só as sacerdotes? Sim, também parecia não ser lícito, mas há uns certos princípios adicionais da lei que são muito importantes, que eles não estavam a ver e, e os escritos, está aqui a explicar-nos. Vijamos aqui, versículo 5. Ou não temos lido na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam sábado e ficam sem culpa?

Sim, por exemplo, hoje em dia, na igreja, no sábado, certas pessoas têm que instalar o sistema de som. Outros pessoas têm que dar uns toques e uns arranjos às flores. Outras pessoas têm que pôr as cadeiras direitas para o culto do sábado.

Mas essas pessoas, tecnicamente, como dizemos assim, sacerdotes, isto é, estão a servir no templo, no culto, não estão a violar o sábado. Não têm culpa.

Qual é o princípio aqui? Estamos a usar a graça de Deus como uma desculpa de libertinagem? Não. Não. Porque, ao fim de quando, estamos a querer obter a lei de Deus, estamos a querer observar o sábado, mas há certas coisas que são necessárias de fazer durante essa observação.

Versículo 6. Pois eu vos digo que está aqui quem é maior do que o templo. Versículo 7. Mas se vos soubesseis o que significa, mas recorde-a que quero e não o sacrifício, não condenarias os inocentes. Jesus Cristo está aqui a dizer que Deus quer. O que Deus gosta, o que Deus quer de nós, é mas recorde-a. Ele não quer sacrifício. Ele quer misericórdia. Sim, quer que obedecemos a lei, mas dentro de um preceito mais importante de misericórdia. E, por isso, se estivessem e se compreendessem misericórdia, não estariam a condenar estes discípulos por apanhar em asciaras e porque tinham fome e começaram a colher umas espigas e começaram a comer. Não estariam a condenar estes inocentes. Sim, inocentes, porque não estavam a quebrar a lei.

Sim, não estavam a quebrar a lei. Ah, sim, estavam a desobtecer as adições de lei que os felizeus tinham dado, a feito, o criado, mas não estavam a desobtecer a lei de Deus. Não é uma libertinagem, mas é uma misericórdia. Continuando, então, a ler no versículo 8. Porque o filho do homem, até do sábado, é Senhor, e, partindo dali, chegou à sinagoga deles, e estava ali um homem que tinha uma das mãos mirradas, e eles, para acusarem Jesus, o empurrogaram, dizendo, É lícido curar nos sábados. Sim, perguntaram porque para eles, na lei que eles tinham, só era lícido fazer isso se fosse um caso de vida ou morte. E então, eles dizem, qual dentro vós será o homem que, tendo uma ovelha, se no sábado ela cair numa cova, não lhe lançará a mão dela e levantará? Pois quanto mais vale um homem do que uma ovelha, e, por consequência, é lícito fazer bem nos sábados. É lícito fazer bem nos sábados.

Obtecemos a lei, queridos irmãos, de acordo com a amplificação da lei, do ensino e da autrina de Jesus Cristo. Está claro, obtecemos a lei. Primeiro, a nossa intenção, o nosso desejo, com toda a nossa vida, com todo o nosso coração, com toda a nossa força, é para obtecer a lei. Mas temos que obtecer a lei de uma maneira que seja justa e temos que obtecer a lei como desricórdia. O mandamento é claro. Às vezes as coisas parecem diferentes. Por isso tenham cuidado. Nós estamos a julgar com aparência, mas com justiça. E precisamos dos ádames de ricórdia. Estes são partes dos preceitos mais importantes da lei. São parte da lei. Os preceitos mais importantes da lei são partes da própria lei. Então, veremos, queridos irmãos, os pontos de aplicação. Usando o exemplo do sábado, vimos que estamos a ver a atitude de Jesus Cristo para com a lei. E vimos que, quando encontramos situações individuais, que nós tenhamos na nossa vida individual, à nossa frente, temos que fazer certas decisões. Primeiro, temos que obtecer a lei com toda a nossa coração, com toda a nossa vida, com toda a nossa força, com todo o nosso desejo, obtecer e servir a Deus, obtecer a lei.

Por isso, não temos graça, a graça de Deus, para desobtecer a lei. Não. Mas, em segundo ponto, é que o que parece, as aparências, quando vemos certas coisas, podem não ser toda a história. Por isso, precisamos ter cuidado de não estarmos a julgar pessoas pelas aparências. Mas temos que fazer isto tudo com justiça. Por isso, temos que ter cuidado, porque a aparência pode parecer uma coisa incorreta. Precisamos ter cuidado e de investigar mais, para não estarmos a julgar pela aparência, mas sim com justiça. E, terceiro ponto, quando temos situações individuais à nossa frente, precisamos de ver isto tudo com misericórdia, dentro do âmbito da lei. Sim, está claro, dentro do âmbito da lei, estamos a aplicar uma aplicação de misericórdia. E, o quarto ponto, é, queridos irmãos, se nós, na nossa vida prática, quando vemos estas situações e decidimos fazer uma coisa de uma certa maneira ou de outra, porque, primeiro, queremos obtecer à lei, segundo, não estamos a fazer isto para aparências, mas estamos a fazer isto como princípios de misericórdia. Por isso, quando fazemos estas coisas desta maneira, não devemos de ter dúvida, porque, ao fim de contas, estamos a obtecer à lei, não só por por aparência, mas com justiça e com misericórdia, mas estamos a obtecer à lei, e, por isso, não devemos ter dúvidas, devemos ter fé, pois estamos a obtecer do coração. Vejam comigo aqui, se faz favor, em Romanos capítulo 14. Romanos capítulo 14. Paulo está a falar de uma outra situação. A situação acerca de comer carnas, mas o princípio é o mesmo, porque diz assim Romanos 14, 23. Diz assim, mas aquele que tem dúvidas, se come, está condenado, porque não come por fé, e tudo que não é de fé é pecado. Está aqui a cerca de pessoas a falarem de comer carnas, está claro, carnas limpas, mas carnas que tinham sido oferecidas a ídolos ou não, e, por isso, diz assim, se tem dúvidas. No que está a comer, nessa situação específica. Se não come por fé, tudo que não é de fé é pecado. Por isso, nós, quando temos situações na nossa vida, individuais, à nossa frente, primeiro temos que, de todo o coração, de toda a nossa vida, de toda a nossa força, queremos obtecer e obtecemos a Deus. Mas, não estamos a ver coisas com uma aparência, estamos a fazer isso com própria justiça, estamos a fazer isso com uma misericórdia, e, ao fim de contas, estamos a fazer isso com fé, sem dúvidas. E assim, então, estamos a andar pela porta estreita e pelo caminho apertado. Então, vejam aqui como Jesus Cristo resumiu este ponto, quando Ele falou aos fariseus em Mateus 23. Mateus 23 diz assim, versículo 23. 23, 23, 23. Muito simples de lembrar, 23, 23. Mateus diz assim, há em voz, escribas e fariseus, hipócritas, pois que dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho? E sim, devem de dar o dízimo da hortelã, do endro e do cominho. Sim, devem de fazer isso. Mas desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé. Isto é a justiça, a misericórdia e a fé, os preceitos mais importantes da lei, a justiça, a misericórdia e a fé. Deveis porém fazer estas coisas e não omitir aquelas. Devem de fazer estas coisas, isto é, devem de ter justiça, misericórdia e fé, e não omitir aquelas, isto é, não devem de omitir o dízimo da hortelã, do endro e do cominho. Devem de fazer ambas. Devemos de obtecer a lei completamente. Mas além disso, devemos de obtecer com justiça, com misericórdia e com fé.

Por isso, cris irmãos, é mais de obtecer a lei.

É obtecer a lei e é fazer o que é agradável é Deus. Porque o que Deus quer é que nós tenhamos misericórdia e não sacrifício. Deus quer a justiça e Deus quer que tenhamos fé nele, que acreditemos nele, que queremos nele. Isso é ter fé. E por isso, vejam o que é que João disse da maneira que ele pôs isto. Isto é uma maneira muito prática e muito fácil de compreender. Primeiro livro de João, 1 João, capítulo 3, versículo 22.

Diz assim, e qualquer coisa que lhe pedimos, dele receberemos. Porquê? Porquê que quando pedimos a Deus, quando oramos e estamos a pedir a Deus por uma coisa, vamos a receber? Porquê? Porquê que recebemos? Por que guardamos os seus mandamentos? Ponte final? Não, não é ponte final. É mais do copo de ser, à lei de Deus. Por que guardamos os seus mandamentos? E... Fazemos o que é agradável à sua vista. É mais do copo de ser. É fazer o que é agradável à sua vista. É agradar a Deus. O que é agradável a Deus é o que Ele quer. E o que Ele quer é justiça, misericórdia e fé.

Cresirmão já é como um exemplo de Deus como um pai. Como um pai, eu dizia aos meus filhos, sim, vocês tomam de ser, mas isto que me fizeste aqui, fiquei muito triste com o que fizeste aqui, porque não me agradaste quando fizeste isto. E até os meus filhos sentiam muito a dor, quando não estavam a fazer coisas que eram agradáveis a mim, e por isso eles queriam agradar-me.

Não é só obtecer-me, mas agradar-me. Por que? Porque temos uma relacionação, um relacionamento entre os meus filhos e nós, e a minha mulher e eu, temos um relacionamento de amor, um amor muito carinhoso, de uns para os outros.

Não somos perfeitos, cresirmãos, mas uma coisa que tentamos fazer com os nossos filhos é ganhar o coração deles, é trabalhar com o coração deles, e graças a Deus, ele nos tem dado isso até hoje, graças a Deus. E é uma coisa que desejo que todos nós tenhamos com os nossos filhos, é um relacimimento de coração, e por isso tenhamos este desejo de agradar-o aos outros.

E por isso os meus filhos e filhas, muitas vezes, têm um desejo de nos agradar, e isto me faz muito contente. Cresirmãos é o mesmo que Deus quer de nós. Quando nós não só estamos a obedecer a Ele, mas estamos a agradar a Ele. E por isso, no primeiro livro de João, capítulo 3, versículo 22, diz assim, qualquer coisa que pedimos a Deus, a recebemos. Por quê? Porque guardamos os seus mandamentos e fazemos o que é agradável à sua vista. Oh, mas que ponto tão importante, cresirmãos, é que querermos estar a fazer o que é agradável a Deus, além, acima de, o obedecer.

E uma coisa que é muito agradável a Deus, são os perceitos mais importantes da lei, que foi o que Jesus Cristo nos ensinou, durante a vida de Ele, durante os princípios do sábado, como o exemplo do sábado, e que nos ensinou, que diz assim, os princípios mais importantes da lei, é a justiça, a misericória e a fé. A fé é isto, acreditarmos nela, a justiça é fazermos coisas de uma maneira justa. E a misericória, termos misericória de uns para com os outros. Queridos irmãos, e então trago ao quinto ponto aqui da aplicação prática.

Precisamos de crescer em discernimento para sabermos o que é agradável a Deus. Precisamos de crescer em discernimento para sabermos o que é agradável a Deus. Vejam comigo se faz favor em Ibreus. Ibreus, capítulo 5, o quinto capítulo de Ibreus, a ler versículo 13 a 14. Diz assim, porque aquele que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça. Porque, menino, o que é justiça?

Justiça é saber o que é certo e o que é errado. Sim, o que é certo é observar as leis de Deus, mas não é oito nem oitenta, é aquele caminho correto, aquele caminho apertado, aquele caminho que tem misericória, que tem justiça, que tem fé.

Por isso precisamos estar experimentados na palavra da justiça, e por isso, se estamos constantemente a comer, beber leite, não temos esta experiência. Mas o mantimento sólido, versículo 14, a comida sólida de cristãos para os perfeitos, isto é para os cristãos maduros, é os quais, em razão de costume, isto é pela prática, têm os sentidos exercitados para discernir tanto bem como mal.

Isto é pela prática, pela maneira de viver, estarmos constantemente pelo costume, pela prática. Estamos a exercitar, a treinar, a educar os nossos sentidos, isto é a nossa consciência. Estamos a treinar, a educar a nossa consciência, o nosso sentidos, a nossa maneira de vermos as coisas, para que consigamos discernir, estamos a educar a nossa consciência para discernir o bem do mal. Isto é um cristão maduro. Estamos a ter esta educação de discernimento, de distinguir o bem do mal, de distinguir este, o que é para a esquerda e o que é para a direita, para distinguir perfeitamente pela prática.

Temos a nossa consciência bem treinada, isto é o mantimento sólido, isto é carne cristã, isto é o que é um cristão maduro, é aquele que pela prática sabe ver quando está a desviar do caminho apertado para a esquerda ou para a direita, porque está a andar bem naquele caminho, naquela porta estreita, naquele caminho apertado. Por isso, queridos irmãos, quem são os maduros cristãos? São aqueles que têm uma prática a desenvolver os sentidos, isto é a consciência para discernir o bem e o mal.

Então, qual é o ensinamento de Jesus Cristo acerca de lei? O ensinamento de Jesus Cristo acerca de lei está a dar a estes cinco princípios práticos em Somário. Primeiro, é obtecer a Deus de todo o nosso coração, de toda a nossa alma, isto é, de toda a nossa vida e de toda a nossa força.

Primeiro, obtecer a Deus completamente. Segundo, não é fazer de acordo com aparência, não é julgar com aparência, mas com justiça. Temos que ver as coisas com mais cuidado, não só as coisas que aparecem à primeira vista, mas ter mais cuidado e analisar as coisas com mais cuidadinho. Não é só a primeira coisa que vem à mente, porque às vezes a primeira coisa que aparece pode-se não ser justo.

Temos que ter cuidado, temos que ter analisar as coisas com cuidado, a justiça. Terceiro ponto, de prático, temos que ter misericórdia. Dentro da lei, mas misericórdia. Muita misericórdia. Com pessoas, quando têm certas dificuldades, certas problemas, etc., estamos a ver aplicar a lei como misericórdia. Dentro da lei, está claro, mas como misericórdia. E, em quarto ponto, é o que senão não devemos ter dúvidas. Devemos ter fé, devemos ter que crer. Temos que crer que Deus nos ajudará, crer que Ele nos vai dar a sabedoria, o conhecimento, o discernimento. Temos que crer em Deus, temos que ter fé, fazer as coisas com fé. Se estudarmos estes factos, se temos o Espírito Deus, se analisarmos, se queremos obtecer, estamos a ver as coisas com justiça, temos a pôr a própria misericórdia na aplicação.

Então, precisamos ter fé, que com o Espírito Deus, Deus nos vai ajudar a crer e a ver as coisas corretas. Precisamos ter essa fé. E, em quinto ponto, temos que educar a nossa consciência para discernir, através da prática, o exercício diário, de discernir o bem do mal. E, através disso, estamos a educar, a treinar, a desenvolver os nossos sentidos, a nossa consciência para discernir o bem e o mal. Esses são cinco princípios práticos dos ensinamentos de Jesus Cristo acerca dos preceitos mais importantes da lei. Por isso, queridos irmãos, qual é o ensinamento de Jesus Cristo acerca da lei?

É um ensinamento equilíbrio, um ensinamento da porta estreita do caminho apertado. É um ensinamento do qual temos que educar a nossa consciência a discernir o bem e o mal. É um ensinamento de que os preceitos mais importantes da lei são a justiça, a misericórdia e a fé. E, queridos irmãos, ao fim de contas, é um ensinamento de que é mais do que simplesmente o aprecesse. Mas é também fazer o que é agradável a Deus.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).