A Nova Aliança e a Lei de Moisés

Deus faz a Nova Aliança com aqueles que se arrependem e têm fé, para Ele nos abençoar além das benções que recebemos por obedecer às Suas Leis espirituais e eternas.

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O casamento é uma união natural, mas além disso, é uma instituição divina. Ornada por Deus. Por que temos a cerimónia do casamento? Simplesmente para duas pessoas estarem felizes e contentes e para satisfazerem alguns desejos temporários? O casamento é um compromisso de um ou outro perante Deus até à morte. É um contrato de acordo mutual que representa muito mais do que simplesmente satisfazer desejos temporários. Sim, porque envolve um compromisso. Um compromisso em que existem sacrifícios de uns para os outros, mas além disso, existem recompensas e benções muito maiores, que são as benções da família. Temos uma família e temos filhos e a benção dessa família. E por isso é um compromisso de fidelidade por um longo termo até a morte nos separar. Essa fidelidade é um caso de confiança mútua de um para com o outro. E esse contrato ou essa aliança ou esse convênio é governado por um dos dez mandamentos, mais especificamente, o mandamento contra o adultério. Que, em outras palavras, é um mandamento contra quebrar a aliança deste contrato, quebrar a confiança de um pelo outro. E esse contrato nos ensina alguma coisa muito importante. E isso é, a demonstrarmos verdadeiro amor de Deus de um para com o outro. E por isso a cerimónia na Igreja de Deus continua, dizendo, como lia, há pouco que o causamento é uma união natural, mas além disso é uma instituição divina, ordenada por Deus. Mas depois essa cerimónia continua com a frase em que diz homens e mulheres foram criados com um potencial maravilhoso da vida eterna na família de Deus. Família é uma vez mais um ponto importante neste caso apontando para a família de Deus e para a vida eterna nessa família. E como um pai amoroso continua a cerimónia na Igreja de Deus, diz, Deus nos deu uma instituição do casamento e a benção de uma família para que possamos aprender a amar uns aos outros como ele nos ama. E por isso fazemos um compromisso durante o matrimônio para um propósito maior do que simplesmente vivermos juntos. É um convênio, é uma aliança baseada em confiança de um pelo outro e baseada em amor que é para com o outro. Não é amor egoísta, mas é um amor altruísta para o outro. E por isso, através disso aprendemos a amar os outros, o nosso esposo ou nossa esposa, os nossos filhos e aprendemos a amar outros como Deus nos ama. E por isso, o casamento não é simplesmente o caso de haver uma lei contra o adultério, mas é um contrato de trabalharem dois em conjunto e esse contrato é uma instituição divina.

Para uma benção maior que é a benção da família. E por isso, dessa mesma maneira, tal como temos leis contra o adultério e temos o casamento que é um contrato, Deus também nos dá leis, leis que são para o nosso bem porque nos dá um felicidade, que nos fazem felizes, sim, são para o nosso bem, as leis de Deus são para o nosso bem. Mas Ele também, além das leis, nos dá a nova aliança. E por quê? As leis não chegam, não são suficientes? E as leis nos fazem felizes, são para o nosso bem, se as obtencemos, infelizmente há muita tristeza neste mundo, para pessoas não obedecem às leis de Deus. Mas além das leis, por que é que temos as alianças? Por exemplo, a nova aliança. Por quê? As leis não chegam? Por que temos a nova aliança acima para além da lei? Por que temos estes dias assim contratos de relacionamento entre nós e Deus, como é a nova aliança? É para nos abençoar ainda mais para a lei das benções da lei. Pensem bem, é porque Deus nos quer abençoar ainda mais e por isso, Ele se compromete a nos abençoar através da nova aliança, com a vida interna e com o relacionamento de família com Ele, em que nós somos filhos e filhas Dele, e muitas outras benções que nós nem chegamos a compreender, nem começamos a compreender. Mas a lei não nos dá estas benções adicionais. Mas a aliança sim, porque é um contrato, um contrato, é uma promessa.

Que Deus diz, Ele nos quer dar mais coisas, desde que nós façamos essa parte do contrato. E simplesmente a parte do contrato não é nada mais, nada menos, de obter as leis Dele.

E as alianças de Deus são assim, umas constroem ou desenvolvem-se em cima da outra para nos ensinar uns certos princípios, chegando ao pináculo, a aliança maior e final, o propósito Dele, que é a nova aliança. E, por isso, as outras alianças prévias são pontos de educação, são como escadas, aprender um bocadinho mais dos princípios de educação, que Ele nos dá a cerca de confiança, de confiar um a outro e amar um a outro. Uma palavra diferente para confiar é ser fiel, é ter fé. E, por isso, as alianças de Deus são como passos de escadas de subir, como uma lição, comprometendo Deus a nos dar a vida eterna e nos dar essa vida eterna na família Dele, para nós sermos Seus filhos e Suas... e Seus... Seus filhas. Infelizmente, nós, como a humanidade, falhamos torrivalmente. Por exemplo, feijão um exemplo como o profeta Jeremias descreve em Jeremias 3 e Jeremias 4 descreve como Antiga Israel, com quem foi feita a antiga aliança, a velha aliança, antiga aliança, que é-se Israel como Teu prostituição. Por quê? Porque quebrou esse contrato.

Deus dá aqui a analogia de um contrato do casamento. Quando quebra um contrato do casamento, então estão a cometer adultério. Por isso está a descrever aqui em Jeremias 3 como Israel se tornou como uma prostituta. E por isso lê em Jeremias 3, versículo 9 que Deus disse, estou a uma diversiar de você. Mas não queria ir mais adiante, no versículo 13 e 14, disse, mas que se você simplesmente se arrependa, é como Deus rugando a Israel para se arrependerem. E depois, no versículo 19, ao fim do versículo 19, diz, então vocês me chamarão pai. Isto é vocês vão ser meus filhos. E por isso, no capítulo 4, diz assim, faça uma circuncisão do coração. Deus quer que as pessoas se arrependam do coração sinceramente, verdadeiramente, não por fora, não por aparencias, mas sinceramente do coração para nos abençoar. Para nos abençoar na sua família, com vida eterna e muitas outras pensões que não nem começamos a entender. Que ele tem planejado para nós, que nós nem começamos a entender. E por isso, o meu tema hoje, queridos irmãos, é para ajudar a vocês a entenderem esta grande visão, digamos assim, ou de relacionamento, digamos assim, entre a nova aliança e as leis de Moisés. É um tema muito grande, eu sei que é um tema muito grande, mas vou tentar simplificar de uma maneira para cobrir assim, de uma maneira breve, mas para vos dar pontos importantes e básicos.

E para vos explicar assim, de uma maneira mais simples, digamos assim, para simplificar o tema das leis de Deus, vão simplesmente agrupar as leis de Deus em três, digamos, grupos. Primeiro, digamos, as leis espirituais. As leis espirituais. As leis espirituais que representam a maneira de Deus pensar, a mentalidade de Deus, o amor Dele e que quebrar essas leis causa o pecado. As leis espirituais de Deus. Que está claro, os Deuses Mandamentos são parte dessas leis espirituais de Deus. E depois, em segundo lugar, vou agrupar as leis que simplesmente deixe-me chamar a elas leis cerimoniais e rituais. E essas leis cerimoniais e rituais representam, por exemplo, sacrifícios. E há outras que não são sacrifícios, mas deixe-me simplesmente, neste momento, dizer sacrifícios que apontam para o sacrifício de Jesus Cristo. Ou apontam para a necessidade de nós fazermos sacrifícios espirituais. São as leis cerimoniais que eram, digamos assim, executadas pelos filhos de Arão, que eram de tribo de Livai. Essas leis, além disso, também são lembranças, ou eram lembranças, para essas pessoas. Lembrarem-se de obtecer as leis de Deus.

Então, se esquecerem de obtecer as leis de Deus. Por isso, os sacrifícios apontavam para Jesus Cristo, mas esses sacrifícios também eram lembranças que as pessoas deviam de obtecer as leis de Deus e, por isso, apontam espiritualmente ao Espírito Santo, que é o que escreva as leis de Deus nos nossos corações, nos nossos mentes, para nós querermos obtecer as leis de Deus. Não é porque precisamos de uma lembrança, mas porque queremos, desejamos, obtecer as leis de Deus, porque estão escritas dentro de nós. E, por isso, essas leis cerimoniais e rituais são alegrias. São gravuras que representam um significado espiritual e na maior, representando, por isso, sacrifícios de Jesus Cristo ou nossos, ou o que apontam para o Espírito Santo, que nos escreve internamente no coração, que queremos obtecer as leis de Deus, em vez de precisarmos de coisas para nos recordar. Essas são as leis cerimoniais e rituais. E, sim, há vários outros exemplos que encaixam debaixo desse grupo genérico, que há certos impredivos ou certas instruções de leis adicionais que foram dadas, por exemplo, que o Paulo referça a essas leis como adicionadas por causa de transgressões, como se lêem Gáuletas 3 versículos a 9, e que normalmente são referidas como as leis de Moisés. Esse é o segundo grupo. O terceiro grupo eram leis da nação, leis para governar uma nação, leis civis dessa nação, que também eram conhecidas como parte da lei de Moisés, mas incluíam leis para como governar uma nação com os seus próprios julgamentos e com o seu próprio sistema judicial e com seus castigos, quando as pessoas desaparecem, ou pontos desses anos. E por isso estamos a agrupar de uma maneira geral esses três grupos de leis. Um são as leis espirituais, os outros são as ceremoniais e rituais que apontam para Cristo, para sacrifícios espirituais que Cristo fez, ou que apontam para o Espírito Santo de Deus. Por que o Espírito de Santo de Deus é que nos faz, de facto, querer, por isso não precisamos de memórias ou recorridações, porque queremos obter as leis de Deus. E entre os seus lugares estão as leis civis ou nacionais para a nação.

O bom daqui importante é que o novo justamento não nos dá uma dissexão sistemática e completa. Isto é de como separar um de outro quando faz uma dissexão, uma separação. O não nos dá um detalhe específico das leis de Moisés, de como as aplicar no novo justamento.

E por isso concluímos que as leis cerimoniais e virtuais desse grupo do meio nos dão princípios espirituais extremamente importantes que ajudam a nossa maneira de pensar, a nossa maneira de ver as coisas na vida, os nossos relacionamentos com o homem e com outras pessoas e com Deus, mas nos dão princípios espirituais, que temos que então olhar para essas leis e deduzir princípios espirituais que são aplicáveis. Porque as leis eram cerimoniais e virtuais e de uma maneira geral executadas por um sacerdote de Arão e muitas vezes, por exemplo, como os sacrifícios, executadas no altar à frente do templo, ou do tabronáculo, quando não havia templo. E por isso o meu tema hoje em dia dizendo isso de outra maneira, entendermos esta grande gravura que é o relacionamento entre a nova aliança e as leis de Monsés e, particularmente, as leis de Monsés deste grupo do meio, grupo do meio cerimoniais e virtuais, porque as outras eram nacionais de como jogar e governar uma nação, que hoje em dia nós na igreja não somos uma nação física, não temos esses direitos de atuar como um país que tem essas leis civis que Deus hoje em dia dá essa responsabilidade às nações, mas quando era nação de Israel que devia ser governada perante o governo de Deus que ele tinha estabelecido, isso era outro assunto. Por isso estamos a abordar o tema desta outra maneira. Quais são as leis de Monsés que são aplicáveis hoje? Ou como é que são aplicáveis hoje? Queres irmãos, o que é que Deus quer com o homem? Deus quer com o homem um relacionamento espiritual, isto é, uma família. Vejam comigo se faz favor em 2 Coríntios capítulo 6. 2 Coríntios capítulo 6. 2 Coríntios capítulo 6, versículo 16, a de sorte. Clicação entre o santuário de Deus e os dos ídolos. Porque nós somos santuário de Deus vivente como ele próprio disse.

O santuário de Deus está aqui dentro de nós, somos nós. Deus vive em nós. Habitarei e andarei dentre eles, serei o seu Deus e o meu povo. Por isso, retiraivos do meio, desesperaivos, sejam diferentes, sejam santos, diz o Senhor, não toquei em coisas impuras e eu vos receberei. Serei vosso Pai. Aqui está o golo, a meta para termos um relacionamento de família com o Pai. Serei o vosso Pai, vos sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor todo poderoso. Por isso, um relacionamento de Pai com filho ou filha baseado em amor, em confiança mútua e respeito de um para com os outros, é o que Deus busca.

E a razão que Ele nos busca e busca isso é para nos avançuar ainda mais com a vida interna na família Deu. E por isso vemos que estas alianças, digamos assim, estes contratos oficiais legais com os Seus condições, os Seus termos, as suas coisas que ambos os membros do contrato têm que fazer. Deus tem que fazer certas coisas. Nós temos que fazer certas coisas. São amores que têm que fazer certas coisas. Como se comprometem no contrato, têm um significado muito importante, porque ao fim de contas não é só um contrato. As alianças de Deus não são só um contrato. São uma aliança selada, firmada divinamente. Não por assinar um bocadinho de papel, mas por um, pela morte, de um ser que é aquele para sua morte, que faz o convênio, o contrato, esta aliança divina oficial.

Vejam por exemplo em Hebreus 9, 15 a 17. Isso mesmo, ele, este é su Cristo, é o mediador da nova aliança. Em grego, de Ateca, que é a nova aliança, afim de que, entrevindo a morte, de quem? Jesus Cristo, daquele que faz o convênio, o cor do aliança oficial, divinamente oficial. Afim de que, entrevindo a morte, de Jesus Cristo, porque para a remissão das transversões que havia sobre a primeira aliança, recebam promessa de vida interna, de interna irança, uma herança interna. Qual é a herança interna? Sermos filhos e filhos de Deus no rei de Deus, uma herança interna.

E que têm outras pensões, além disso, por ranar na terra e outras coisas que vamos herdar, ver dar o universo. Eternamente recebam a promessa de herança interna àqueles que têm sido chamados. Por conta, não há. Algumas Bíblas têm uma marcaszinha a dizer ou não há aliança. Mas e não foi um testamento, não foi um testamento de Jesus Cristo, não foi um antigo testamento, um novo testamento, porque um novo testamento e nem estava escrito, é esta aliança.

Está a falar no versículo 15, ela é um mediador da nova aliança. E por isso, no versículo 16, é porque onde há aliança? Está a falar, há aliança. É necessário que intervenha a morte do testador, aquele que faz aliança, aquele que faz o convênio, o testador, aquele que faz aliança através, aquele ser através de sua morte, que faz aliança oficial. Pois uma aliança divina, como esta é, não devia ser testamento, como lembramos esta aliança, só é confirmada no caso de mortos.

Esta aliança divina requer a morte de um ser que faz o convênio válido, visto que, de maneira nenhuma, tem força de lei enquanto vive esse testador, esse que representa, que faz, põe essa aliança em vigor, esse que faz o convênio válido. Pelo que nem a primeira aliança foi assinada sem sangue, está a falar da aliança, que nem a primeira aliança foi que se assinada sem sangue, está a falar da aliança. E por isso vemos aqui muito bem que há um testador, um ser que faz o convênio aliança válida e tem que haver a morte desse ser que faz a aliança válida.

Por causa dos pecados, dizemos que lemos no versículo 15 para a remissão das transversões que havia previamente, na prévia aliança. E que, dizem irmãos, quando há uma aliança também há sinais. Como por exemplo, quando eu me casei, hoje em dia tenho um sinal deste casamento, que era esta aliança aqui, um anel que representa, simplesmente, um sinal desse casamento.

E por isso, vejemos ver muito brevemente, queridos irmãos, cinco relacionamentos de convênio ou da aliança que Deus fez, começando com o dadão, depois do noé, depois do dobraão, depois do de mosege, que nós chamamos a antiga aliança, e com o de Cristo, que nós chamamos a nova aliança. Vamos ver esses cinco convênios, essas cinco alianças, ver alguns leis e algumas sinais que existiam com essas várias alianças, e vemos como elas estão, é como subirem de uma escada para outra, estão a construir uma em cima de outra para chegar à última, à nova aliança que é feita por Jesus Cristo conosco.

Por isso que comecemos primeiro na aliança com o dadão. Aliança com o dadão, vemos aqui essa aliança em Génacias capítulo 2, Génacias capítulo 2, versículo 15 a 17. Génacias 2, vê-se aqui no início que diz assim, tomou pois o Senhor Deus, ao homem, e o colocou no jardim do Édor para o que o livrar e guardar, e o Senhor Deus lhe deu esta ordem.

Toda árvore de jardim comerás livremente, mas a árvore do conhecimento bem no mal não comerás, porque no dia em que ela comer, certamente morrás. E aqui vê-se que havia um acordo, um acordo entre os dois, entre o ser humano e Deus. Havia este acordo. Este acordo era simbolizado por árvores, duas árvores, e uma dessas, que era o acesso à vida eterna, que era o sinal desse acordo entre o homem e Deus. E depois vejam um bocadinho mais adiante, no versículo 9.

Havia, depois, o Senhor Deus, formado da terra, conhecência. Formado da terra, todos os animais do campo e todas as árvores dos céus trouxeram ao homem, está radão, para ver com ele este lhe chamaria. E o nome que o homem desce a todos os seres viventes seria o nome deles. E veja aqui, então, um relacionamento amigável. Não havia animizado, não havia divisão, não havia separação.

O homem falava diretamente com Deus e depois diz, olha, não tem a pessoa idónea, então deu a mulher e, então, diz assim, diz o homem, no versículo 23, afinal, é osso os meus ossos e carrega a minha carne, chamar-se-á a varoa, portanto, chamar-se-á a varoa por quando o varão foi tomada. Por isso, deixo o homem, pai e mãe, e se une, se apega a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. A união de duas pessoas, mas só uma carne. Vê-se aqui este endinimento de que o princípio de ser um, como homem ou mulher devem ser um, não quer dizer que só seja uma pessoa.

Vê-se aqui esta maneira de Deus vê as coisas que ser um não significa que só é uma pessoa. Mas ve-se aqui que havia esta confiança neste relacionamento mutuo em que não havia falta de confiança. Tavam abertamente a conversar um com o outro e que o homem tinha acesso à vida eterna através da árvore de vida. Se isso representa a restauração final, porque quando lemos ao fim da Bíblia, na Apocalipse 22, vê-se que a árvore da vida está de novo, aberta ao ser humano.

Para terem a árvore da vida e têm acesso a esta árvore da vida, essa condição vai ser finalmente restaurada. Depois ve-se a desobediência do homem e ve-se, por exemplo, no capítulo 3, versículo 15. Diz assim, porém enimizar entre ti, desde Satanás, e a mulher, que representa a igreja, entre a tua descendência, de Satanás e do seu descendente da mulher, que foi Jesus Cristo e este Jesus Cristo filará Satanás na cabeça e Satanás tu ferirás o calcanhar da mulher, da igreja.

E ve-se aqui um ponto profético, porque se vê aqui a necessidade da morte do Messias, da morte de Cristo. Ve-se aqui a necessidade de um sacrifício. Este é profético. E então, ve-se certas maldições sendo dadas ao povo, benções retiradas. E por isso, ve-se aqui, neste período da primeira, digamos assim, da primeira aliança, ve-se que havia certas leis espirituais. Por exemplo, em Génacos capítulo 2, tinham que guardar o sábado. Em Génacos capítulo 4, vê-se o problema entre Cain e Abel, em que houve homicídio, que pararam a lei do homicídio. E depois, em Génacos capítulo 7, antes do dilúvio, já sabiam quem eram os animais limpos e os impuros.

Porque os impuros só foram um par, ou dois, para dentro da arca, enquanto que os puros foram sete pares, ou quatorze, para dentro da arca. E por isso, vê-se que estas leis espirituais já existiam. E as leis espirituais de Deus têm estado sempre a existir e sempre a existirão. Vê-se também que sacrifícios foram oferecidos já inicialmente depois da desobediência da Dão e Eva. Porque, vê-se, em capítulo 4 de Génacos, em que o Cain e Abel tinham que oferecer um sacrifício e um sacrifício foi agradável e o outro não foi agradável a Deus. E por isso, vê-se que o relacionamento de Deus com o homem e entre o homem com o homem ficou esturbado, deteriorado, ficou complicado, por causa da multiplicação do pecado.

Vê-se, em Génacos capítulo 6, por ciclo 5, vê-se essa multiplicação do pecado, em que a intenção do homem era continuamente para fazer mal. Por isso, vê-se o primeiro convênio, convênio com o Adão, em que havia leis espirituais, vemos algumas dos dez mandamentos, vemos também as leis de carne limpas e impuras.

Desde os dias da Adão, desde os dias da Adão, anos de dilúvio. Vê-se também sacrifícios que eram feitos individualmente. Depois chegamos à outra aliança que veio, que foi à aliança de Não é. Nessa aliança, vê-se em Génacos capítulo 8. Génacos capítulo 8, por exemplo, versículo 20 a 21, diz assim, levantou Não é um altar ao Senhor e tomando animais limpos e daves limpas, ofereceu holocaustos sobre o altar. E o Senhor aspirou o suave cheiro e diz consigo mesmo, não tornarei a uma dissuara terra por causa do homem, porque é mal o design íntimo do homem desde a sua imocidade.

Nem tornarei a ferir todo o vivente como fich. Isto é, não virei a matar a humanidade toda através de um dilúvio. Vejam, por exemplo, no capítulo 9, Génacos capítulo 9, ver se aqui no versículo 4, carne porém com a sua vida, isto é, com seu sangue, não comurei. Está a dar aqui certas lições e leis já importantes que são aplicáveis aqui. Certamente requerei o vosso sangue, o sangue da vossa vida, de todo animal requerei, como também da mão do homem, sim da mão do próximo de cada um, requerei a vida do homem. Está aqui a introduzir a pena da morte.

Foi introduzida por Deus depois do dilúvio. Por quê? Porque as coisas ficaram tão mais anos de dilúvio que Deus teve que introduzir a pena da morte.

Viremos, por exemplo, no versículo 11, disse, estabeleço a minha aliança com vosco, não será mais destruída toda a carne por água de dilúvio.

Não vai, como lemos no capítulo 8, no versículo 21, está aqui no capítulo 9, versículo 11, dizer, não estabeleço a minha aliança com vosco e não será mais destruída toda a carne, como ele fez. Isto é através do dilúvio. Nem mais haverá dilúvio para destruir a terra toda.

Por as nuvens, nas nuvens, o meu arco, e será por sinal da aliança entre minha terra. Então, nesse momento, Deus usou o arco-íris como sinal dessa aliança.

Não diz aqui que não existia arco-íris antes, não está a dizer isso, é bem possível que existisse.

Não sabemos, mas está a dizer é que, a partir desse momento, o arco-íris foi representado como um sinal desta aliança. Vejam no versículo 15, então me lembrarei da minha aliança quando vires o arco-íris no céu, firmada entre mim e vosso e todos os seres viventes de toda a carne. E as águas não mais se tornarão em dilúvio para destruir toda a carne. Não vai haver dilúvio para destruir toda a humanidade. O arco estará nas nuvens, versículo 16, e ver o heim me lembrarei da aliança interna, entre Deus e todos os seres viventes de toda a carne que há sobre a terra. Vê-se aqui que é uma aliança. A aliança de não é que nunca destruiria a humanidade da mesma maneira.

E essa aliança ainda é válida hoje. Deus disse que não vai destruir a humanidade, porque tem um plano para a humanidade. Tem um plano para a humanidade. Então ele começa a desenrolar, digamos assim, a explicar esse plano através da próxima aliança, que é a aliança ou convênio com a abraão, que foi extendido ou expandido através de Isaac e Jacob, em que aí começa a dar certas benções físicas e espirituais. Vejam, por exemplo, em Génacos capítulo 12. Génacos capítulo 12.

Em versículo 1 a 3 diz assim, ora disso, o Senhor abrão, sai da tua terra, caso teu pai, e versículo 2, farei uma grande aliança e te abençoei, e te engredeçerei o nome. Sei tu uma benção, abençoei os que te abençoarem e amaldiçoerei os que te amaldiçuem, em ti, representando, agora simbolicamente, pensem mais, que já estava pensado o futuro, embora, talvez abrão, nesse momento não entendesse, mas já estava a pensar de Jesus Cristo através dele, através da Sua Irança, através de Cristo, serão benditas todas as nações da terra.

Queres Irmãos, aqui começa uma grande promessa com um grande significado para todos nós, os começos de uma grande aliança com abrão. E vejam-se no versículo 8, que então, passando ali para o monte do Oriente Betal, armou a sua tenda, ficando Betal ao acidente e à Oriente, e ali edificou um altar ao Senhor, para oferecer um sacrifício. Está claro, porque é que haveria um altar para oferecer um sacrifício. E vê-se aí, houve sacrifícios. Vejam, por exemplo, um carinho mais adiante, no capítulo 14 de Géneses, por exemplo, no versículo 20. Veja aí que, e disse de tudo, deu abrão o dízimo. Veja aí outra lei que já existia antes de Moisés, antes da antiga aliança, a lei do dízimo, que foi dada a Melchizedek.

E, por isso, vê-se leis que existiam muito, muito antes. E vê-se aqui em Géneses, capítulo 5, versículo 6, diz assim, abrão creou no Senhor e isso lhe foi imputado para justiça. Um significado já da nova aliança. Porque quando nós cremos em Jesus Cristo, nos é imputado como justiça, já apontando para um significado do futuro. Vê-se aí pontos muito importantes. Vejam, por exemplo, no mesmo capítulo, capítulo 15, versículo 18, diz assim, naquele mesmo dia fez o Senhor aliança cobrão, fez uma aliança. E essa aliança foi confirmada, vê-se aí, no capítulo 17.

Génensos capítulos a 7. Versículo 7 a 10. Dessa assim, estabelecerei a minha aliança entre mim e a tua descendência, no recurso das suas gerações, aliança perpétua para ser o teu Deus e a tua descendência. Dar-te aí à tua descendência, à terra das teorologinações. Veja no versículo 9, disse Deus abrão, guardará-as a minha aliança. E no versículo 11 diz, considera-as a carne do vosso prepúcio. E será isso o sinal da aliança entre mim e vós? Um sinal nacional, digamos assim, dessa nação, dessa família. Sinal dessa família, da aliança. Representando, por isso, circunstinção. O sinal dessa aliança dos descendentes da brava. E vê-se que ela obteceu às leis de Deus, vejam, por exemplo, em Génensos capítulo 26, versículo 5.

Génensos 26, versículo 5, diz assim, E abrão, obteceu à minha palavra e guardou os meus mandatos, meus preceitos, meus estatutos e as minhas leis.

As leis existiam. E depois vocês podem ler, em Génensos 35, acerca de Deus falso e leis contra os deus falsos. Vê-se aí em Génensos 37, situação de inveja, leis contra inveja. Dos irmãos de José. Vê-se aí em Génensos 39, leis contra o adultério, específicamente José no Egito. Génensos 44, leis contra o robo, como o caso da taça de prata que estava no saco de Benjamin. E por isso essas leis espirituais existiam, existiam durante o período da abrão. Como vimos, essas leis espirituais existiam durante o período não é, mas existiam também durante o período de adão. Ora, eu tenho aqui um mapazinho das alianças de Deus. Vê-se cinco, digamos assim, colunas verticais representando as alianças de adão, não é, e abrão. E vê-se que as leis espirituais de Deus continuam constantes através das alianças todas, incluindo a aliança de Moisés, que é o que nós chamamos a antiga aliança, que vamos falar um pouco mais acerca dessa daqui a pouco, e a aliança com Cristo, que é o que nós chamamos o novo estamento. Vê-se que assinais como o arco-íris, a partir da aliança de não é, e depois vê-se que há sacrifícios. Na lei de, durante a aliança, com o adão, com não é, e com o abrão, haviam sacrifícios, sacrifícios a nível individual.

E vê-se com a aliança de abrão, que a circuncisão foi introduzida como sinal dessa aliança. Então, voltamos já à quarta aliança agora, que é a aliança com Moisés. A aliança com Moisés que se lê em Exodus capítulo 19, Exodus capítulo 19, versículo 5.

Começa aí. Agora, pois, Exodus 19, versículo 5, agora, pois, se, diligentemente, ouvir a minha voz e guardar-se a minha aliança, então serei a minha propriedade peculiar entre todos os povos, porque toda a terra é a minha. Está aqui a falar de uma nova aliança. E depois vê-se esta aliança a ser descrita, através inicialmente dos desmandamentos, que foram dados diretamente por Deus, sem o mediador aos Israelitas. E depois lê-se, de Exodus 21 a 23, o livro da aliança, com várias detalhas desse livro da aliança. E depois, vê-se, no Exodus 24, em que diz, a partir do versículo 7, e tomou o livro da aliança, e o Leo a Póveis disseram tudo o que falou o Senhor, faremos e obtemos. Vê-se aqui esta aliança. E então houve este sacrifício, porque vê-se aqui que este ser, este sacrifício que foi feito, para usar o sangue, como o sangue, aspergiu esse sangue como sinal da aliança, como simbólico, de fechar essa aliança, como aquele que faz o convênio à aliança oficial. E disse assim, no versículo 8, eija aqui o sangue da aliança, a morte deste ser, que faz o convênio oficial. E por isso, vê-se aqui que foi dado a eles o sinal de circuncisão a nível nacional. Membros daquela nação tinham então uma circuncisão a nível nacional. E também, nessa aliança, havia estar claro, como lemos certas leis cerimoniais, que foram implementadas, porque eles desobteceram, e certas outras instruções, regras, que eu simplesmente estou a marcar aqui como imperativas, ou estatutos, ou julgamentos, que foram implementados. Alguns que eram a nível individual, e outros que, como eu disse, eram em parte da lei de Moisés, mas que são daquele terceiro grupo que eu mencinei, que é as leis nacionais. E, por isso, vê-se que sacrifícios foram implementados, pelos levitas, pelos filhos da Arão, havia sacrifícios de holocaustos, ofertas de manjaras, sacrifícios pacíficos, sacrifícios pelos pecados de ignorância, sacrifícios pelos pecados ocultos, e aos quais Paulo referiu como foram adicionados por causa das transgressões. Isto é porque estavam a cabrar as leis de Deus, as leis espirituais. E, por isso, vê-se que esses sacrifícios, essas leis, apontavam para sacrifícios os Cristo, porque, ao fim de contas, nenhum sacrifício nos pode justificar, mas é os sacrifícios que o Cristo nos justifica, e, além disso, hoje em dia, porque não existe um tabernáculo, o templo, o ordem levítica, está claro que esses sacrifícios não são praticados. Mas nós, como cristãos, principalmente nós como gentios, entendemos que temos acesso a este sacrifício de Cristo diretamente. E, por isso, esses sacrifícios apontavam os sacrifícios os Cristo ou apontavam os sacrifícios que nós precisamos de fazer sacrifícios espirituais, ou que nos lembram, ou que lembravam a eles, a necessidade de guardar as leis de Deus. E, depois está claro, havia outras leis, como comandos autoritários, com autoridade, que podiam ser, por exemplo, estatutos, ordinâncias, acerca de escravidão, de controle de animais, por exemplo, de leis de incêsteo, de casamento dentro da família, por exemplo, de não comer comida com gordura e com sangue, etc. Leis de quarentina, leis de saúde e está claro, e depois havia também, como eu me ensinei, o terceiro grupo, que eram também parte das leis de Moisés, que se chama o que eu chamo essas leis nacionais, que eram leis civis para governar uma nação de pessoas físicas e carnais para governar essa nação, segundo como uma nação seguindo os estatutos de Deus. E depois, além disso, houve algo que os judeus vieram a adicionar às leis de Moisés, que é o que hoje em dia referimos, por exemplo, ao judaísmo, e o próprio Paulo referiu ao judaísmo, que adicionaram esses pesos, Jesus Cristo referiu-se, por exemplo, em Mateus 23, adicionaram pesos à lei, e Jesus Cristo criticou esses pesos, essas leis adicionais, que estão marcadas aqui ao fundo desta coluna, onde está a marcada de Moisés, adicionaram leis que nem sequer estão na Bíblia, foram os judeus que adicionaram.

Quando chegamos, então, à quinta aliança, que é a aliança de Cristo, vence que, então, Cristo veio preencher até o Sim, a lei de Deus e os profetas, como lemos em Mateus 5, versículo 17 a 19. Mateus 5, versículo 17 a 19. Diz assim, não penseis que vim revogar a lei, ou os profetas. Não vim para revogar, mas para cumprir, para preencher até o Sim. Como é que encheu a lei? Porque a lei agora não é simplesmente, olha, tem estas coisas aí, por fora, só para me lembrar a seca da lei, e é só, por exemplo, matar, é só não matar. Jesus Cristo preencheu isso, porque é uma coisa do coração, não é uma questão de não matar, mas é uma questão de pensar pensamentos irrados, como lém aqui, por exemplo, em versículo 22 de Mateus 5, diz assim, porém vos digo que todo aquele que sei motivo, se irar contra o seu irmão, estará sujeito a julgamento, e quem preferir o insulto a seu irmão, estará sujeito a julgamento tribunal, e quem lhe chamar de tolo, estará sujeito a um inferno de fogo. Amplificou, aumentou, encheu até ao Sim a lei, que não é só simplesmente as coisas visuais, exterras, mas é um assunto do coração. Um assunto do coração acerca das leis de Deus. E, por isso, continuando então com esse entendimento, vês aqui, por exemplo, em Hebreus capítulo 7. Hebreus capítulo 7. Hebreus capítulo 7, versículo 11 e 12. Hebreus capítulo 7, versículo 11 e 12.

Se, portanto, a profeição houver sido mediante o sacerdócio levítico, isto é, da lei do antiga aliança, essa lei de Moisés, pois, nele, baseado o povo recebeu a lei, que necessidade haveria ainda de que se levantasse outro sacerdote, que é Jesus Cristo, segundo a ordem, a Melchizedec, e que não fosse contado, segundo a ordem, a Brão. Pois, quando se muda o sacerdote, necessariamente, há também mudança de lei. Mudança de lei. Não está a dizer que, agora, em vez de guardarmos o sábado, guardamos o domingo? Não. Mas o que está a dizer é que a lei foi aumentada, foi amplificada. E a lei dos sacerdotes, o sacerdote não morre, é o sacerdote de acordo da Arão, da família Arão Levita, mas é o sacerdote da ordem de Melchizedec, que é Jesus Cristo, que é o sumo do sacerdote. E, por isso, os ministros que são ministros de Cristo. Vê-se esta mudança de Ministério de Levi, de Arão, para o Ministério de Cristo. E, por isso, a mudança da lei, em vez de darmos, por exemplo, dísimos para o Ministério de Arão, dísimos para o Ministério de Jesus Cristo. Um exemplo, simples, mudança aí. Vejam também um cadinho mais adiante, em Hebreus capítulo 9, versículo 9 e 10. Hebreus capítulo 9, versículo 9 e 10. E isto é uma parábola para a época presente.

O templo físico, os sacrifícios, esses rituais e cerimônias da antia aliança eram parábolas, eram alegrias, eram gravuras de uma coisa mais perfeita e melhor. Isto é obtecer a lei do coração, é olhar para o trono de Deus e que temos acesso ao santo dos santos, através dos Cristo. É que ele diz aqui. E isto é uma parábola para a época presente. Segundo esta, se oferecem tanto donos como sacrifícios. Sim, oferecemos donos e sacrifícios. Como é que oferecemos isso? São coisas espirituais. Não são físicos, são espirituais.

Embora eles, no educante da consciência, sejam ineficazes, os antigos sacrifícios eram ineficazes para profissorar aquele que presta culto, aos quais não passam donanças da carne baseada somente em comidas e bebidas e diversas evoluções, impostas ao tempo, oportuno, de reforma. Isto é, houve a reforma dessa parábola do antigo destamento, em que havia sacrifício existido, que já foi reformado para a aliança de Cristo, que é mais alta, que é mais completa. Veja que, quando porém, versículo 11, veio Cristo como suma-se-se de autos bem já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabronáculo, não feito por mãos, quer dizer não desta criação, não por meio de sangue e de bodas e de bezeros, mas pelo seu próprio sangue entrou no santo dos santos, pelo próprio trono de Deus, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção. Portanto, se o sangue de bodas e de toros e a cinza de uma novilha, as perdidas contra os contaminados, santificam, enquanto a privileção da carne, na antiga aliança, muito mais o sangue de Cristo, na nova aliança pelo Espírito Eterno, assim mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas. São obras mortas, porque não os praticamos mais, porque paramos de fazer. São obras mortas para servirmos agora com obras vivas ao Deus vivo. Por isso mesmo, Cristo é o mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para a remissão das transgressões, como lemos há pouco, que a via sob a primeira aliança recebam agora a promessa de eterna herança, a que eles têm se chamados. Por isso, houve este mediador, que foi Jesus Cristo, foi este aquele que fez o convênio a ser válido, a ser válido. E por isso, hoje em dia, oferecemos sacrifícios, mas são diferentes. Vejam em Romanos capítulo 12. Romanos capítulo 12. Romanos capítulo 12.

Romanos capítulo 12, versículo 1 diz assim, rogo-vos, pois irmãos, pelas misericórias de Deus, que apresentais o vosso corpo, por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. Precisamos de fazer um sacrifício, precisamos de dar a Deus um sacrifício, mas um sacrifício vivo. E não vos conformeis como este século, mas transformais pela renovação da vosamente. Quando temos pensamentos errados, temos que rejeitar, e isso é um sacrifício, às vezes, temos que rejeitar isso para fazermos o que Deus quer que nós façamos, para que experimentais, que o que seja boa, agradável e perfeita, vontade de Deus.

Isto é um grande significado para vocês e para mim. Nós temos que lembrar disto continuamente, porque precisamos estar a fazer sacrifícios ainda. Por isso, agora, a ser com decisão, não é da carne, mas é da coração. Paulo explicou isso, que agora temos que ter, não, essas recordações físicas, mas temos uma recordação espiritual, através do Espírito Santo, que escreve a lei de Deus, no nosso coração e nos nossos mentes.

A lei está escrita nos nossos corações, no nosso mente. Agora, recebemos o Batismo de Jesus Cristo, através, em nomes de Jesus Cristo, de quando fazemos isso, após do Batismo, que é feito depois de arrependimento e fé, recebemos pela imposição das mãos uma oração do Ministro de Deus, para que Deus nos dê a promessa que é o Espírito Santo. Esse Espírito Santo, então, é nós, que faz com que nós começamos a pensar, que é o poder de Deus em nós, começamos a pensar como Cristo pensa, temos, então, a maneira de pensar a mentalidade de Jesus Cristo, e isso, então, torna-se um novo sinal do povo de Deus.

Como é? Como é o novo sinal do povo de Deus? É porque agora começamos a viver como Cristo é, e Cristo nos diz para amarmos os outros como Ele nos amou. E se vocês amam os outros como Eu vos amei, então, vocês são verdadeiros meus irmãos, meus cristãos. Isso é o que Jesus Cristo disse, em João. Crizes e irmãos, o novo testamento não nos dá uma dissexão sistemática e completa da lei de Moisés, mas nos demonstra que esses rituais, essas cerimônias, eram temporárias e que são, digamos assim, dão-nos guias, dão-nos ideias, dão-nos uma maneira de pensar, uma maneira de ver e de viver, e para desenvolvermos um bom relacionamento com Deus e com os outros homens.

Dão-nos princípios espirituais, nos apontam para princípios espirituais. Por exemplo, leis contra a escravidão nos ensinam princípios de tomar cuidado com os nossos empregados. Leis de ter cuidado com animais e coisas assim para as pessoas não se magoarem, para não se aleijarem, nos ajudam, nos ensinam lições de ter segurança, como por isso hoje nas nossas nações, temos leis de segurança, leis de ter cuidado, leis de como conduzir os carros para as pessoas não magoarem e proteções disso tudo.

É parte das principias espirituais que Deus deu a Israel através das leis de Moisés. E há certas leis são aplicáveis hoje em dia, por exemplo, leis de incesto, de casamento dentro de família são aplicáveis, leis de ter cuidado e respeito com os pobres e não ser parcial e eram leis do antigo instrumento que estávamos aplicáveis no novo instrumento, mas de uma maneira espiritual e individual.

E além disso, havia, está claro, leis civis da nação que está claro na igreja não podemos praticar, porque as leis civis eram, olha, se a pessoa fizer isso, vai pedrujar a pessoa e mata a pessoa. Está claro, não, não praticamos isso. Esse governo hoje foi aplicado às nações e Deus deu essa responsabilidade às nações, não é responsabilidade à igreja, mas isso não quer dizer que essas coisas não sejam pecado, sim, são pecado, mas Deus não deu à igreja essa responsabilidade de implementar ou de executar essas leis civis.

Por exemplo, há leis de contrafalso de testemunho e perjúrio, essas leis da nação aplicáveis hoje em dia pelas nações, mas ainda ainda é pecado que é quebrar o novo manamento. Então quais são as leis de Moisés que são aplicáveis hoje em dia? E se voltarmos àqueles três grupos de leis, que eu disse a lei espiritual de Deus, que são os deus mandamentos, que são as leis de carnes limpas e impuras, que vimos que existiam desde o início, que são essas leis do dízimo que havia desde o início, essas leis continuam, não mudaram.

As leis dos sábados continuam, não mudaram. Depois, o segundo grupo de leis, leis sacrifícios e cerimoniais e rituais que eram do Mão Néu de Jeral, executadas pelos Levitas, mais especificamente pelos Filhos Darão, essas leis apontavam para Jesus Cristo e são recorrações que agora são recorrações que nos são dadas através do Espírito Santo, está escrito nos nossos corações e nos nossos mentos.

E por isso hoje em dia, na nova aliança, recebemos o Espírito Santo Deus e então praticamos do coração estas coisas. Não precisamos de recorrações físicas para dizer, olha, obedece às leis de Deus. Se nós precisamos de recorrações físicas, então há um problema que nós não temos verdadeiramente o Espírito Santo de Deus. Outras pessoas pensam, olha, para ser um cristão uma pessoa tem que ser primeiro um judeu.

Não! Paulo disse muito bem, os gentios podem ser cristãos agora. É aberto diretamente, não precisam de se formar como judeus, de vir a se tornar judeus e depois de ser judeus, virem a ser cristãos. Não! Podem ser judeus diretamente para cristãos. Perdão, gentios são diretamente cristãos, não precisam de ter este vio para vir a ser judeus.

Está aberto a todo mundo, gentilos e judeus, a verem, a serem cristãos. E por isso, Cristianos, vemos que as leis de Deus são aplicáveis. Não houve mudança nenhuma. Não houve mudança nenhuma nas leis de Deus. Vemos que o intento espiritual de Deus continua e que nós, como cristãos, temos que viver por toda a palavra de Deus. Toda a palavra de Deus dá-nos uma expressão da maneira de Deus pensar.

E, até as leis de Moisés, estudante e aliança, apontam a princípios espirituais e intenções que nós temos que pôr e aplicar do nosso coração.

Não é as coisas físicas, mas é a intenção do coração que é importante.

Cristo foi desta maneira que Jesus Cristo preencheu a lei no Novo Testimento. Mas lembrem-se que as leis espirituais de Deus sempre existiram, existem e existirão, porque são baseadas no princípio de amor, amor para podermos estar na família de Deus. E, Deus nos dá esta aliança, não só por causa das leis, mas dá a aliança a dizer, olha, se vocês me obterem, eu me comprometo, Deus está a dizer, eu me comprometo, a dar a vocês uma pensão ainda maior, que é a vida eterna e um relacionamento eterno, de que vocês vão ser meus filhos e filhas e ele serei pai com amor e querinho e convenções para vocês, eternamente, nos Novo Céu e na Nova Terra.

Cristo é 'Mediador da Nova Aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados' (Heb 9:15).   'Ora visto que a lei [ritual e ceremonial] tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas' (Heb 10:1) qual é a grande perspectiva do relacionamento entre a Nova Aliança e a Lei de Moisés?    Este entendimento é importante para podermos discernir os principios espirituais que são ensinados pela lei de Moisés.   Este sermão descreve este relacionamento explicando como as alianças de Deus são acumulativas, desenvolvendo o grande plano de Deus em que Ele se compromete a fazer-nos Seus Filhos e Suas Filhas no Reino de Deus. 

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).