O ensinamento das alianças

No Novo Testamento vemos a história de quando Jesus Cristo compartilhou uma taça de vinho com os Seus discípulos e lhes disse que esta ação representava o Seu sangue da Nova Aliança, derramado pelos nossos pecados. Para entendermos melhor a Nova Aliança, precisamos ter um melhor entendimento da estrutura para a salvação que corre pelas Alianças que Deus fez com Seu povo através das eras. Este sermão é o primeiro de três sermões acerca do ensinamento das Alianças.

Transcrição

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... Bom dia ou boa tarde, Cris irmãos, que é Jorge Campos. Jesus Cristo, durante a celebração da Páscoa, que Ele celebrou antes de morrer, disse, quando turmou o Calis, disse, este é o meu sangue, o sangue da nova aliança. Uma frase muito importante, de grande significado, grande significado, pois representa o sinal desta nova aliança. O que é a nova aliança? Para entendermos bem a nova aliança, é necessário entendermos a antiga aliança. E, ao fim de contas, é necessário entendermos como Deus trabalha, como Deus trabalha conosco, através de alianças. E, por isso, hoje, queremos ver os ensinamentos que Deus nos dá, através das alianças, princípios, um princípio importante, acerca das alianças de Deus. Há várias alianças que Deus fez à humanidade, mas, de uma maneira geral, há dez alianças que Deus fez que são relacionadas à salvação. E, por isso, hoje, vamos ver oito dessas dez alianças, deixando duas para a segunda parte deste sermão. E isto é com intenção para entendermos melhor o plano de salvação e, sim, para entendermos melhor a profecia, porque as alianças são promessas que Deus faz, através de alianças conosco. E essas promessas são partes da profecia.

As alianças são mais do que simplesmente, digamos assim, um documento legal, porque as alianças de Deus governam o relacionamento dos individuais dessa aliança, com Deus.

E a aliança tem um sinal. Tem um sinal. Por exemplo, quando você faz um contrato para comprar uma casa, ou para comprar um carro, há um contrato que é firme legalmente e, quando é quebrado, há certas penas, há certas penalidades que são aplicadas. Mas uma aliança de Deus para com o homem, qualquer aliança de Deus para com o homem, é sempre um ato de graça, da graça de Deus. É sempre instituída por Deus e as estipulações, os detalhes, a letra pequenina dos detalhes desse contrato, digamos assim, são sempre feitos por Deus. Não há negociação entre o homem a Deus dizer não, tira isto do contrato, apoia isto do contrato. Não há negociação com o homem. São estipuladas por Deus e são instituídas por Deus. E de uma maneira geral, há um certo ritual que, na maioria, envolve sangue. Por isso, é que Jesus Cristo disse, este é o sangue da minha aliança, é o ritual, digamos assim, de formar essa aliança. Ou digamos de cortar essa aliança, porque a maneira de partir ou cortar uma aliança é muitas vezes vista nas alianças que Deus faz, quando é como cortar um bolo ou cortar um animal, um sacrifício, ao certo corte que é feito na aliança, como vamos ver. Não em todas, mas na maioria de elas.

Vamos ver, começar então, pela primeira aliança que foi feita, foi a aliança idânica, a aliança no Adam. E, por isso, vamos ver em Génacias 2, que foi uma aliança com a dão em Eva. Génacias 2, versículo 15 a 17, que disse assim, tomou pois o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Adam para o cultivar e o guardar. A responsabilidade do homem, uma das responsabilidades neste acordo, neste convênio, nesta aliança que Deus fez, é que o homem tinha uma responsabilidade de cuidar o jardim. Há mais nesta aliança do que simplesmente isto.

Vamos ver daqui a pouco. E o Senhor Deus lhe deu esta ordem de toda a árvore do jardim poderás comer, mas da árvore, o conhecimento, o bem e o mal não comerás, porque no dia em que dela comer certamente morrerás. Há certas, penas, há certas penalidades, se quebrar as alianças. Diz-se mais o Senhor Deus. Não é bom que o homem esteja só, farliei uma aceliadora, que seja idónea, e então deu-a o Adão a Eva. E então, disse o Deus ao Adão, em versículo 23, tirou a costela e cortou a costela. E então o homem finalmente disse, em versículo 23, que a esta final é oce dos meus ossos e carne da minha carne, e chamar-se Ávaro, portanto do varão foi tomada.

Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une a sua mulher, tornando-se os dois, uma só carne. Para esta aliança idênica, é de tomar conta do jardim, e de parte desta aliança, é de que os dois fossem uma carne para ter mais filhos, para ter uma prosperidade no jardim do Éden. Por isso, vença aqui esta primeira aliança, que de uma maneira ainda está em voga hoje em dia, porque nós temos que tomar conta do planeta, do ambiente, temos que tomar conta do nosso ambiente, temos que deixar as coisas limpas.

Não é tirar coisas pela rua, deixar porcaria pela rua toda, não, devemos de tomar conta, cultivar e guardar o planeta, tomar conta das coisas do nosso médio ambiente. E também, parte dessa aliança foi a instituição do casamento, da aliança do casamento.

E aqui veste que o casamento, a aliança do casamento, que foi instituída como parte desta aliança idênica, foi algo que foi feito entre o homem e a mulher, perante o criador. Foi instituído à criação e por isso esse argumento acerca do casamento é simplesmente aceitar Deus como criador e aquele que instituiu o casamento entre o homem e a mulher, e não entre dois homens ou entre duas mulheres.

Acreditar no que Deus fez, que pôs o homem, a mulher e os dois juntos tornam-se um. Neste momento ainda não se vê nenhum sacrifício com sangue, porque não há pecado. Porque não há pecado. Mas é assim que a família funciona, a família foi iniciada nesta aliança idênica, neste convênio idêneco e assim vê-se, parte desse é o casamento, parte desse é tomar conta do planeta, parte desse é ter filhos, é ter uma vida feliz e limpa no planeta. Depois, vê-se que houve a rebelião. Os filhos foram repeltes.

O Adão e Eva pecaram. E então vê-se o resultado de quebrarem essa primeira aliança idênica. O resultado é visto em Génacias 3. Vê-se aí, então, a tentação de Satanás, que tentou o homem, o pecado do homem e depois vê-se o novo contrato, que digamos assim, é a aliança adâmica. A aliança com o Adão, depois do pecado. Vê-se aí em Génacias 3, versículo 14.

Diz-se, então, Senhor Deus, disse, a serpente, visto que isto fizeste maldita, é-se entre todos os animais domésticos. E o ege entre todos os animais salváticos rastijar sobre o teu vento, como ráspota lhes da tua vida, por enemisar-lhe entre ti e a mulher, entre tua descendência e o teu descendente, este te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar, e a mulher disse, multiplicarei-se sobre o modo de sofrimento, de sua gravidade. Gravidés, em medo de dores darás a luz a filhos, e o teu desejo será para o teu marido, ele te governará. Vê-se aqui que está a explicar este novo aliança e certas consequências, porque depois diz das consequências e as consequências que há mulher, é que para a mulher agora vai sofrer, e inicialmente a mulher não foi, digamos assim, desenhada, planejada para ter grande dificuldade no nascimento.

E como vemos hoje em dia, muitas mulheres têm felicido durante o parto, e muitas crianças, muitos bebés têm morrido durante a gravidez ou o parto. E também, com as consequências de quebrar em a primeira aliança, do Adam, as consequências é que o homem, veja que o Adão versículo 17, visto que atende esta voz de tua mulher e começa a arvore que eu, de ordem, não começo, maldita a terra por tua causa, e fatigas, optará-se dentro dela o sustento durante os dias de toda a vida.

O homem agora vai ter que trabalhar, trabalhar com muita força, com dificuldade, a terra vai ser dura. Por quê? Por causa do pecado do Adão, porque o bro a primeira aliança. Não foi da maneira que Deus planejou, inicialmente, e ensinou para o homem, ter de trabalhar assim tão duro, mas é o fruto. A vez aí ela produzirá também carlos e abroles e tu comerás a erva do campo, no suor do teu rosto, comerás o teu pão até que tornes a terra, pois dela for chamado, porque tu és pó e ao pó tornarás. Vê-se aqui este contrato novo que tem certas consequências.

Mas há um ponto importante aqui, nesta segunda aliança aqui descrita, a Aliança do Adão, há uma certa mensagem de boa nova. A primeira boa nova está indicada nesta aliança com o Adão. E esta boa nova está indicada no versículo 15, que diz assim, E porém inimisada entre ti, este é Satanás, e a mulher, que é a igreja, e entre tu a semente, este é de Satanás, e a sua semente, que é Jesus Cristo.

Esta te ferirá a cabeça e tu ferirás o calcanhar. Jesus Cristo ferirá a cabeça de Satanás. A implicação aqui é a primeira indicação de boa nova, mas esta é uma promessa essencial, que vai ser, digamos assim, revelada, ou desenrolada, através de promessas que seguirão. É, digamos assim, como o pessoal chama o proto-ivangelio. Isto é o primeiro-ivangelho, as primeiras boas novas, que, como disse, serão cumpridas em alianças futuras, ou através de alianças futuras.

Posto de outra maneira, diz o seguinte, vocês seres humanos podem falhar, mas eu, Deus, os vos salverei. Posto de outra maneira, é o que diz, vocês humanos podem falhar, mas eu vos salverei. Porque é que diz, este que é Jesus Cristo, que é Deus, que virá à Terra, ferirá a cabeça de Satanás, que causou estes problemas e vai serar esta falha.

A falha que os humanos têm falhado, nós seres humanos temos falhado desde dedão e todos nós falhamos. Você falha, eu falho. Eu tenho dificuldades na minha vida. Você tem dificuldades na sua vida. Todos nós temos dificuldades nas nossas vidas. Por que? Porque somos seres humanos e falhamos. E por isso é que diz, aqui, eu te tiro do Jordim do Édan, como se lê um bocadinho mais adiante, que foi tirado, o homem foi tirado do Jordim do Édan. Te tirei para fora do Jordim.

Mas esta Proto-Ivangelio, esta primeira boa nova, é que eu te estou a tirar para fora, mas eu te trarei de volta. Eu te salvarei. É a primeira indicação, ou inclinação, indicação, desta promessa de Deus e todas as outras alianças que se desenvolvem, são para cumprir esta primeira boa nova. A que Jesus Cristo ferirá a cabeça Satanás? Ou, em outras palavras, que nós vamos ter de novo um relacionamento correto com Deus para podermos estar de volta com a árvore da vida e no Jardim do Édan eterno. Por isso vemos, queridos irmãos, que esta aliança, a aliança comandão, é, digamos assim, o fundamento, a base para todas as outras alianças que se asseguem. Porque todas elas têm, digamos assim, uma ligação entre uma a outra.

E por isso, esta aliança adâmica, é central, é o âmago, de todas as outras alianças e de toda a profecia. Porque é parte do plano de Deus, de salvação, para trazer o homem de volta, num relacionamento correto com Deus. Depois, vê-se que daí, os filhos de Adão e Eva tornam-nos piores, piores e piores. E chega só um ponto, que, então, vemos a primeira aliança comandão é, isto é, a terceira aliança que estou a mencionar hoje, mas que é a primeira aliança feita com o nó é, que é, digamos assim, a aliança de nó é pré-dilúvio. Antes de dilúvio, que é descrita em Génese Capítulo 6. E em Génese Capítulo 6, diz, diz, nesta aliança que Deus fez com o nó é. Olha, o que tu tens que fazer? Tens que fazer um barco, um barco grande, um barco grande. E eu salverei os animais e a tua família nesse barco, através do grande dilúvio.

E ele seguiu, ele obteceu, obteceu este contrato, digamos assim, esta aliança que Deus fez com o nó é. Ele obteceu, ele acreditou, acreditou nisso e, por isso, fez, construiu este grande barco. Provemos uma vez mais que necessitou acreditar e, porque acreditou, fez de acordo com a crença dele. Acreditou-se, irmãos, acreditar necessita a obdiência. E, por isso, Deus viu que chegou a um ponto para ele cumprir esta promessa que tinha feito a Adão. Só podia trabalhar com uma família, porque todos os outros estavam corruptos. E teve que destruir os outros e trabalhar com esta uma família. A família de não é.

E isto tinha um propósito central único, o principal, de trazer a semente da mulher. A semente da mulher, como lemos em Janas 3.15. A sua semente, Jesus Cristo, esta, deferirá a cabeça. Trazer a semente da mulher. Seria Jesus Cristo para salvar a humanidade. E a semente da mulher viria através da família de não é. Depois, do dilúvio, há uma outra aliança que Deus fez.

E esta aliança diz assim, para completar o trabalho da promessa que fiz com a Adão, agora vou trabalhar com a tua família de não é.

E então, Deus dá a Adão poderes, digamos assim, judiciais sobre o povo, sobre as pessoas, poderes do castigo da própria vida, da vida, castigo mortal, pena da morte, vêm por isso em Génacias 9. Génacias 9, versículo 1-5. Diz assim, abençoa o Deus ou não é, aos seus filhos. E depois, diz-se que podem comer, para os alimentos, como vos dei a erva, tudo vos dou agora, carne ou porém, colçou vida, isto é com seu sangue, não com o mirage. E depois, no versículo 5, diz certamente, requerei o vosso sangue, o sangue da vossa vida, de todo animal, o requerei, como também na mão do homem, sim, da mão do próximo, cada um requerei a vida do homem. Se alguém derramar o sangue do homem, para o homem se derramará o seu sangue, porque Deus fez o homem, segundo a sua imagem, e deu autoridade à humanidade aos governos humanos, de executarem castigo da pena da morte, castigo final nesta vida física.

E hoje em dia, queris irmãos, ainda vivemos de baixo desta aliança, ainda vivemos de baixo de governos humanos, com as suas fraquezas, com as suas incompetências.

Mas foi Deus que permitiu que isso acontecesse, como vemos aqui, nesta convenho, nesta aliança, de não é, depois do dilúvio.

E então, continuando, no versículo 16 de Seguins, ele então fez um sinal, deu um sinal desta aliança, vê-se no versículo 13, disse assim, porém nas nuvens o meu arco será por sinal da aliança entre mim e a terra. Fez esta aliança com a humanidade, com todos os filhos de não é, dos quais nós somos. Esta aliança ainda existe e esta aliança diz que o mundo nunca virá a ser destruído completamente, através de um dilúvio de novo. Não haverá um segundo dilúvio mundial para destruir a humanidade inteira. É o que diz isso. E, por isso, esta aliança, sinal, está ainda existente e esta aliança ainda está a existência, através de governos humanos, que têm certas autoridades sobre os homens. Depois disso, Deus viu que ainda havia aquela promessa a Adão, de Genesis 3, versículo 15, aquela primeira promessa da boa nova, a Proto Evangelio, de que disse que desta semente, que é Jesus Cristo, ferirá a cabeça de Satanás, ou, em outras palavras, como disse, que diria-lhe para fora, mas que voltará-as um dia. E, por isso, a promessa ainda existia, que haveria uma salvação futura. E essa salvação futura, então, tem que ser cumprida. E, então, Deus escolheu a Brão e vemos em Genesis 12, versículo 1 a 3, que diz assim, ora disse o Senhor a Abrão, saia da tua terra, da tua parentela e da casa do teu pai e vá para a terra que te mostrarei, e de ti farei uma grande nação e te abençoerei e te engredeçerei o nome, sete-te uma benção. Abençoei os de abençoarem, mal de estereis está mal de estuarem. Está a dizer aqui, de ti, da Abrão, vou fazer uma grande nação, uma grande nação, que será muita bençoada e que será uma benção para outras nações. E aqueles de abençoarem serão abençoados e aqueles de mal de estuarem serão mal de estuados, por isso é uma promessa física para a nação física de Abrão. Mas depois diz também uma promessa espiritual, que diz assim, em ti serão benditas todas as famílias da terra. Todas as outras nações serão abençoadas através de ti. Aqui está uma promessa espiritual do Messias. E por isso, a ver-se, através da Abrão, no Génacos 12 foi feito uma aliança com, digamos assim, duas promessas importantes. Uma física e a outra espiritual. Uma de seus descendentes físicos e outra do Messias para abençoar todas as famílias da terra. Um bocadinho mais adiante, no capítulo 15, Deus reconfirma esta aliança. Vejam, por exemplo, no capítulo 15 de Génacos versículo 1. Depois desses acontecimentos, veia a palavra do Senhor a Abrão, numa visão e disse, não temas, Abrão, eu sou o teu escudo e o teu galardão será sobre modo grande. O teu galardão será sobre modo grande. A tua recompensa, a tua pensão que receberás será extremamente grande que tu nem compreendes. Isto foi bem antes de ele ter algum filho, como vimos, a promessa Abrão, em Génacos 12, no versículo 4, que não lhe, mas vocês podem ler, Génacos 12, versículo 4, foi quando a Abrão tinha 75 anos. Agora são cerca de 10 anos depois, e agora, já tinha, digamos assim, 85 anos e não tinha filho, não tinha filhos nenhum. E então diz assim, Abrão, respondeu Abrão, Senhor Deus, que me haverás de dar-se continuos sem filhos?

E o herdeiro da minha casa é o Damasceno Eliezer. Isto é o mordono, o criado que trabalhar para ele, é este pessoa, é por través dele que as benções seguirão. Diz-se mais, Abrão, a mim não me concedeste de descendência, e um servo nascido à minha casa será o meu herdeiro. Isto, Deus respondeu, dizendo, não será esse o teu herdeiro. O teu criado, na tua casa, o teu criado, o teu servo, os filhos deles não vão ser os teus herdeiros, mas aquele que está gerado por ti será o teu herdeiro. Tu vais ter filhos, teus próprios.

Então, quando dizia-te fora disso, olha para os céus e conta as estrelas. À noite, foi numa visão, disse, olha para as estrelas. Se é que o podes, e lhe disse, será assim a tua posteridade, vais ter assim tantos filhos descendentes, digamos assim. E ele criou no Senhor, e ele acreditou, e isso lhe foi importado por justiça. Acreditou, acreditou nisso. Querias irmãos, depois lhe disse, eu sou o Senhor que te tirei do urdo, os caldeus, para te dar por herança esta terra, então a Braão perguntou, Senhor Deus, como vão saber que isto é certo? Qual é o sinal desta aliança? Qual é o sinal da aliança? Qual é o sinal deste contrato? Dê-me um sinal. Vê-se quando se faz, Deus faz alianças, dá um sinal. Como deu a não-é, depois de dilúvio, deu o sinal do arco-íris, agora pergunta, o Braão dá-me um sinal. Então, vês aqui no versículo 9, toma um novilho, uma cabra em um gordeiro, cada um de qual de três anos, uma rola em um pombinho. Então, tomando todos estes animais, partiu-os pelo meio. Vê-se aqui este partir, cortar, partir. É como se faz uma aliança. Estou a explicar aqui que parte, corta, corta, partiu-os pelo meio, cortou esta aliança. E depois, em ordem, as metades, umas de frente às outras, e não partiu as aves. As aves rapinas, então desciam sobre os cadáveres, porém a braão os enxutava. Ao pôr do sol, caiu o profundo sol no sobre aão e grande pavor, e serradas trevas o cometeram. E, então, lhe foi dito, sabe com certeza que a tua posteridade será peregrina em terra alheia. E será reduzida, às escravidão, e será, ao fim disso tudo, será também afligida, por isso será peregrina em terra alheia por 400 anos.

Mas também eu julgarei a gente, a que tem de sujeitar-se e depois sairão com grandes riquezas. E tu irás, pois teus pais em paz, será disputada em ditosa vise, na quarta geração, tornarão para aqui, porque não se encheu ainda a medida da iniquidade dos amorreiros. Isso deu, que, pôs do sol, houve denses trevas e eris um fogareiro, fumejante, e uma tocha de fogo que passou entre aqueles pedaços, vence estes pedaços, que eram uma novia, uma cabra e um cordeiro, que foram cortados ao meio, então veio uma tocha de fogo que passou entre aqueles pedaços. Quem carregou a tocha de fogo? Foi Deus, através do meio, onde foi cortado, desde o Rio Egito até o Grande Infraitas, de adulto a esta terra, a tua descendência a esta terra, desde o Rio Egito até o Rio. Vê-se aqui que está aqui um sinal feito com o cortar destes animais, e vence então uma fogueira, um fumejante, uma fumejante, fumo, fumo, e uma tocha de fogo. E este foi um sinal. Inicial, vence aqui o sacrifício cortado, cortou esta aliança e tornou-se o sinal neste momento. Vence aqui que a aliança foi selada por Deus, e foi selada através de cortar estes animais, partir estes animais. Líamos assim um sacrifício, e então trouxe aí um fumo e uma tocha de fogo, e então a aliança foi cortada. Um bocadinho mais adiante, em Génesis capítulo 17, em Génesis capítulo 17, Deus vai cortar a aliança de outra maneira diferente. Vence aqui, então, no versículo 1, quando atingiu a Brão a idade de 99 anos, apareceu-lhe o Senhor e disse-lhe, Eu sou o Deus Todo-Poderoso, ande na minha presença e sei perfeito. Farei uma aliança entre ti e mim e te multiplicarei extraordinariamente, por estresse de Ião, a Brão, o rosto em terra, e Deus refilhou, quanto a mim será contiga a minha aliança. Serás Paz de numerosas nações. A Brão já não será o teu nome, e sim, a Brão, porque o Pai de numerosas nações te constituí. Então, Deus está a cortar a aliança a dizer aqui e diz assim no versículo 7, Establecerei a minha aliança entre mim e a tua descendência, no decurso das suas gerações, a aliança perpétua. Para ser o teu Deus e da tua descendência. Tartiei a tua descendência a terra das suas progrineções, toda a terra de Canaã, a imposição perpétua, e serei o teu Deus. E disse mais, Deus abrão, guarda a minha aliança, tu e tua descendência no recurso das suas gerações. E esta é a aliança que fareis. Todo macho entre vós será circuncindado. Vê-se que, então, curtou agora a aliança de outra maneira, através da circuncisão. E ele curtou esta aliança. Ele partiu, como vence, previamente partiu os animais, e agora curtou, fez esta aliança. Curtou a aliança através da circuncisão. E aqui vence a importância desta aliança da circuncisão para eles, porque era o sinal. Era o sinal quando ele agora curtou a aliança de uma maneira diferente, fez a circuncisão o sinal desta aliança.

E os israelitas, os judiados hoje morrem por essa aliança.

Estão dispostos a morrer, a dar a vida por essa aliança que fizeram com Deus. Esta aliança é tão importante para os israelitas. A circuncisão é só importante. Vejam aqui no versículo 14. O incircunciso, que não for circuncidado na carne do prepúsio, essa vida será eliminada do seu povo, que quebrou a minha aliança. E, por isso, vê-se que eles eram missão, um povo de Deus, e fizeram uma aliança. Deus fez uma aliança com esse povo, com esse grupo de pessoas, para abençoar as outras nações através deles, para Deus trabalhar com eles primeiro e fazer essa aliança com eles. Mas lembrem-se que a Abraão foram feitas duas promessas. Uma para os seus descendentes. Aqui a parte da promessa com os descendentes é firmada com o sinal da circuncisão, mas também fez uma promessa de Macias.

E vê-se que a Abraão e os israelitas tinham leis, vocês seguem um pouquinho mais à frente, em Génacias 26, versículo 5 diz assim, Abraão obteseu a minha palavra, guardou os meus mandados, os meus perceitos, os meus tatutos e as minhas leis.

E por isso disse, no versículo 4, na tua descendência, serão abençoadas todas as nações da terra, porque ele obteseu a Deus, obteseu as leis Deus. Através da sua descendência, que seria da sua semente, que é esta promessa espiritual, do Macias. Todas as nações seriam abençoadas através da semente que veio de Abraão, do seu descendente, do seu semente. Depois, ve-se que os Israelitas foram para o Egito, depois foram libertados, como ele disse, descreveu nesta promessa, e ve-se o período em que, de Moisés, Moisés foi escolhido, depois, em Exodus 4, versículos 24-26, vocês veem que os filhos de Moisés não tinham sido circuncisos. E ve-se aí que Deus disse a Moisés. Basicamente o seguinte, Moisés, através de ti vou continuar esta aliança e vou dar uma maior revelação do meu plano de salvação, para trazer para saudar a humanidade essa promessa que fez, em Génese 3.15, a Adão, através da semente da mulher, que feriria a cabeça de Satanás, e a trazer a humanidade de volta a um Edan, isto é, uma vida eterna em paz, e para fazer isso precisava desenrolar, digamos assim, mais promessas, que seriam feitas através da obra que Deus faria através de Moisés. Mas Moisés estava a desobedecer a aliança que tinha sido feita a Abrão, pois os filhos de Moisés não estavam circuncisos. E por isso Deus disse, e assim, não te posso usar, vou ter que matar. Então Moisés disse, então os meus filhos vão ter que ser circuncisos. Mas aparentemente a mulher dele não cria, e ficava muito aborrecida com isso, mas finalmente os filhos foram circuncisos, de acordo com a lei. Vê-se aqui que a circuncisão é muito importante para os israelitas. E até se vê um bocadinho mais adiante, em ex-dus 16, que Deus também estava descontento com os israelitas a cerca do sábado, porque nós estávamos a observar o sábado corretamente, e vês aí que já tinham essas leis, antes, antes do que nós chamamos hoje, anti-aliança. Porque a antiga aliança foi feita, isto é, a aliança do Sinai foi feita a partir do ex-dus 19. Vejam comigo que se faz favor ex-dus 19, capítulo 19. Ex-dus 19, é isto aqui o início da antiga aliança, ou da aliança de Sinai. Lembrem-se que o propósito das alianças é para trazer a semente da mulher à humanidade, para salvar a humanidade. Isso foi a promessa de Génese 3.15. E, por isso, Deus agora vai dar o que nós chamamos antiga aliança a Moisés e aos Israelitas, a partir de ex-dus 19 até ex-dus 24. Vamos ver esta aliança e vemos que o propósito destas alianças, que vocês precisam manter em mente, é sempre para Deus trazer a salvação à humanidade, através de Jesus Cristo. E, por isso, é que Satanás quer sempre destruir os Israelitas ou as alianças de Deus, ou qualquer coisa. Por que?

Porque a semente da salvação vem pelos Israelitas, vem pelos judeus, mais especificamente. E se Satanás conseguisse que Deus quebrasse uma dessas alianças, uma dessas promessas, então Satanás provaria que Deus mentiu e Deus não mente. E, por isso, as alianças de Deus são firmes, porque Deus não mente. São firmes.

E, por isso, no Exodus 19, agora está a fazer a aliança com esta nação. Vê-se que a promessa de Deus para trazer um Salvador tem, digamos assim, várias etapas. E uma sequência de várias promessas, uma após outra, que estão, digamos assim, ligadas e uma a outra, estão interligadas, estão interconectadas. Mas, com o intuito de uma promessa final de que disse, eu vou tirar, tirei vocês do Édan, mas vos estarei de volta, através da semente da mulher, que vai ferir Satanás e, por isso, vai dar-nos a salvação. E, então, aqui, em Exodus 19, versículo 7, a 10, a ver se aqui o começo, ele diz assim... Vem, Moisés, chamou os anciãos do povo e, as pôs diante deles, todas estas palavras que os senhores haviam ordenado, então o povo respondeu a uma de tudo o que o Senhor falou faremos. E Moisés relatou-se-o às senhoras palavras do povo. Diz-se o Senhor a Deus, eis que virei a ti numa nuvem escura, para que o povo oisa quando falar contigo, para que também creiam sempre em ti. Porque Moisés tinha anunciado as palavras do seu povo ao Senhor. Diz-se também o Senhor a Moisés. Vai ao povo e purifica-o hoje e amanhã. Lávem-los as suas vestes. Porque vou fazer esta aliança. E a parte inicial desta aliança foi declarar os 10 mandamentos a todos eles, como podem ver no ex- capítulo 20. E todos ouviram. E depois, no versículo 19, diz assim, disseram Moisés, fala-nos-tu. E tu ouviremos. Porém não falo Deus conosco, para que não morremos. Respondeu Moisés ao povo, versículo 20. Não temeris. Deus vem para vos provar e para que o seu temor esteja diante de vós, a fim de que não pequeis. Vê-se aqui o começo desta aliança. E ve-se, então, por exemplo, aqui no versículo 24, em que eles vão ter que sacrificar e fazer um certo holocosto para cortar esta aliança. E mais detalhes desta aliança são feitos. Isto é, estes julgamentos, estas leis adicionais, são descritas aqui no capítulo 21, 22, 23 e 24. E, por que, no capítulo 24, a partir do versículo 3, diz assim, Vê-se, pois, Mosech, e referiu ao povo todas as palavras do Senhor e todos os estatutos. Então todo o povo respondeu a uma voz e disse, tudo o que falou o Senhor faremos. Mosech escreveu todas as palavras do Senhor e, tendo-os levantado pela manhã da madrugada, E legiu um altar ao pé do monte e doze colunas, segundo os doze tribos de Israel, E enviou alguns jovens dos filhos de Israel, os quais ofereceram ao Senhor holocausto E sacrifícios pacíficos de novidos, cortar, através de sacrifício, fazer celar esta aliança. Mosech tomou metade do sangue e o pôs em vacias, e outra metade asperogiu o sangue sobre o altar, E tomou o livro da aliança. E o leu à polvia, os disseram, tudo o que falou o Senhor faremos e obtencemos. Fizeram este contrato e disseram, sim, vamos obtencemos. Então, tomou Mosech aquele sangue e o asperogiu o sangue sobre o povo, e disse, eis aqui o sangue da aliança. Lembram-se as palavras de Jesus Cristo durante a páscoa, disse, eis aqui o sangue da nova aliança, o meu sangue, o sangue da aliança.

Que o Senhor fez com vosco a respeito de todas estas palavras. Feliz irmãos! Esta aliança de Sinai, esta aliança que se vê a ser chamada Antiga Aliança, que foi feita aqui, que é esta, que digamos assim, a sexta aliança que estou a descrever a vocês hoje, esta aliança foi feita aqui e depois foi expandida, porque mais e mais foi adicionada a esta aliança, até que Moisés finalmente adicionou a aliança a tora completa. Isto é os primeiros cinco livros da Bíblia, Génensas, Éxodos Levíticos, Números e Dator nómio. Foram parte desta Antiga Aliança. Inicialmente foi só o êxodes 20 a 24, digamos assim, o livro da aliança, mas depois foi expandido da Antiga Aliança. Quer dizer irmãos, certos elementos dessa aliança continuam. Certos elementos dessa aliança não continuam, porque têm a ver com assuntos levíticos. Sacrificiais, no entanto, os sacrificios agora são diferentes. Veremos mais isso na segunda parte deste sermão. Depois, um bocadinho mais adiante, houve outra aliança que foi feita, que está descrita em êxodes capítulo 31 versículo 12 a 17. Este digamos assim, que é uma aliança dentro de uma aliança, que é a aliança do sábado.

E depois diz assim, este é o meu sábado, que sabéis, êxodes 31, e diz assim no versículo 16, pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado celebrando por aliança perpetua nas suas gerações. Uma aliança dentro de uma aliança. E depois, ao fim do período do Moisés, vê-se em Deut. N. 27, que é a repetição de todos os mandamentos e de todo o contrato que foi feito, mas, em Deut. 27 a 30, vê-se aí, digamos assim, uma oitava aliança, que é uma reconfirmação da aliança com a geração seguinte, porque a aliança foi inicialmente feita como a geração que morreu no deserto. Agora, tem uma geração nova e Moisés reconfirma essa aliança com esta nova geração. E isso está descrito em Deut. 27 a 30, que é este que descreve aí as pensões e as maldições, de Deut. 27 e 28, e depois isso é continuado através do Capítulo 30 de Deut. Nómeo. Mas aqui, no Capítulo 30 de Deut. Nómeo, dá um ponto muito importante que quero por uma sublinhar. Vejam aqui, começar a ler do versículo 1, quando, pois, todas estas coisas vierem sobre ti, a benção e a maldição que pus diante ti. Lembrem-se, os Israelitas estão a vésperas de entrar na terra prometida, porque o Josué, que é o livro seguido, os vai levar agora para a terra prometida. Nos Mosés está a dizer-los, está a dar agora uma profecia, digamos assim, uma profecia. Vejam bem, é uma profecia, a dizer, quando, pois, todas estas coisas vierem sobre ti, a benção e a maldição. Por quê? Porque vão receber as benções da terra prometida, depois vão desobter ser, e vão receber a maldição, as maldições vão ser tantas até que vão ser dispersos por entre as nações. Diz assim, a benção é uma lição que pus diante ti. Se te recordares delas entre todas as nações para onde te lançar, isto é, depois de ser disperso, depois de ser enviado na dispersão, de castigo para as outras nações. Se te recordares delas entre todas as nações para onde te lançar o Senhor teu Deus, e tornar-os ao Senhor, isto é, te arrepender-os e voltar-os ao descer de Deus. Veja que é necessário arrependimento, e tornar-os ao Senhor teu Deus, tu e teus filhos, de toda a tua coração e de toda a tua alma. Isto é, completamente te arrepender-os, completamente e voltar-os, e deres ouvidos à sua voz. Segundo tudo que hoje estou ordeno, se obtecer-se a Deus, deres ouvidos ao que Deus diz, isto é, de facto acreditas e acreditas de maneira que obteces. Então o Senhor teu Deus mudará a tua sorte, e se competecerá a ti, e que a juntará-te novo de todos os povos entre os quais te havia espalhado o Senhor teu Deus, vos estará de volta.

Ainda que os teus desterrados estejam para a extremidade dos céus, ainda que estejam, tenham enviado pessoas em um satélite e que as pessoas foram para o ar e que morreram, para o caminho, digamos assim, de outros planetas, mandam, por exemplo, num foguete, tal coisa assim, e imaginem-se mesmo que isso acontecesse. Desde aí, tu juntará o Senhor teu Deus e te tomará de lá.

Vejam aqui, agora, esta profecia. O Senhor teu Deus te introduzirá na terra dos teus pais, possuíram, e a possuirás, e te fará bem e te multiplicarás mais do que os teus pais.

O Senhor teu Deus, não vejam esta profecia aqui em versículo 6. O Senhor teu Deus se incendiará o teu coração.

Entende o que está a dizer? O Senhor teu Deus vai fazer uma nova aliança convosco, que será a nova aliança, que é a circuncisão do coração e da mente. O coração da tua incendência para mais o Senhor teu Deus, de toda a coração, de toda a tua alma, para que vivas. Não queris irmãos. Estão a entender o que estou a dizer aqui? O que Deus está a dizer aqui é que na antiga aliança, já está a semente da nova aliança. Já está a promessa da nova aliança.

Por isso se deitas fora a antiga aliança, deitas fora a promessa da nova aliança. É interessante.

Noutras palavras, se a antiga aliança deitada de fora, a nova aliança também deitada de fora, porque a nova aliança é parte da antiga aliança, a antiga aliança é parte da aliança com a abraão, e a aliança com a abraão é parte da aliança que foi feita a Adão. E a não é, e a Adão. Vê-se como estão ligadas uma a outra, porque a aliança a Adão inicialmente foi dizer da semente da mulher virá um salvador que destruirá Satanás e vos salvará. Em suas palavras, embora, embora eu vos tire do jardim do Edan, vou trazer a vocês de volta ao Edan verdadeiro e terno. Entende? Como nesta antiga aliança, ao fim da antiga aliança, quando a aliança é reconfirmada à segunda geração, aí está a promessa da nova aliança, da circuncisão do coração.

Queridos irmãos, há elementos da antiga aliança que não são aplicáveis hoje em dia, principalmente os elementos que são relacionados com os sacrifícios de sacerdotes e levíticos, porque não há templo, não há local para fazer isso, e não podem continuar com essas atividades. Mas há certos elementos que são aplicáveis. Há certos elementos que são aplicáveis. Vimos hoje, queridos irmãos, 8 alianças.

8 alianças que Deus fez. E há mais, mas estas são alianças principais, que são relacionadas com a salvação.

Nas quais Deus promete que Ele fará a Sua promessa, seja que nós obedeçamos ou não.

Deus fará a Sua promessa. Mas se nós obedecemos, se temos parte dessa aliança, se nós não obedecemos, se tirares para fora, Ele fará com outros.

Queridos irmãos, é muito importante as alianças de Deus, a doutrina das alianças de Deus são muito importantes, mas ainda é mais importante é que Deus está a fazer uma aliança privadamente com você e comigo. E esse vai ser o assunto da segunda parte deste grupo de dois sermões acerca da doutrina das alianças, isto é acerca do ensinamento das alianças de Deus.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).