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– Oable D toppings Quando é o Oxem они que se ajudam... Eu, originalmente, tinha a intenção de dar este ensinamento das alianças em dois sermões, mas acabei por ter material adicional, ou mais do que tinha pensado, e por isso vou... acabei por pôr em três sermões. E este é o terceiro, ou terceira parte, nesta série do ensinamento das alianças.
As duas primeiras partes, eu descrevi as dez alianças e demonstrei como elas estão ligadas umas outras. Como ponto de revisão, quero relevar o ponto de que é importante que nós compreendamos, que Deus tem uma aliança individual connosco, individual connosco, para sermos parte da sua família. Na primeira parte, desta série de três sermões, vimos oito alianças. A primeira aliança, a aliança no Eddon, foi uma aliança, ou aliança idênica, em que demonstrou as responsabilidades do homem e da mulher, debaixo de um relacionamento de matrimônio, para trabalharem em união, que simbolizava o relacionamento que vamos ter com Deus, em união eterna, o casamento que vamos ter com Cristo.
Apontava para isso, mas estava tudo debaixo de um relacionamento bom entre o homem e Deus. Depois, Satanás meteu-se no caminho, digamos assim, e o homem pecou. O Adão e Eva pecaram. E, então, houve consequências desse pecado e castigos. E uma das consequências foi que esse relacionamento entre o homem e Deus foi quebrado. Não havia aquele relacionamento em que Deus andava com eles no jardim à vontade. Esse relacionamento foi quebrado. Até o Adão e Eva se escondiram, se acharam nus, como muitos nós, quando pecamos, achámos nus, perante Deus.
E entendemos que precisámos nos vestir com a justiça que Jesus Cristo nos oferece. E, então, depois disso houve o que se chama a Aliança Adâmica, em que esse relacionamento foi quebrado. E o homem começou um novo relacionamento. Bom, deobotate, Cris Irmãos, aqui a Jorge Campos, e espero que todos estejam para açauda. A minha intenção original era cobrir este ensinamento das doutrinas das alianças em dois sermões, em duas partes. Mas tenho tanto material que resolvi dar uma terceira parte para concluir este ensinamento.
Nos duas primeiras partes cobrimos as dez alianças de uma maneira geral. E para dar um somário do que cobrir, quero, em primeiro lugar, lembrar-vos o propósito das alianças. O propósito das alianças, isto é, a estrutura das alianças de Deus para nós, é para nos dar a promessa da salvação, através das alianças. Nos dar um compromisso individual com cada um de nós, para virmos a ser parte da família Dele. E por isso, Deus começou a dar, primeiro, a Dão e Eva, várias alianças. Primeiro deu a aliança inicial, a aliança que chama-se idênica, em que demonstrou as responsabilidades do homem e com a mulher, mas que demonstrou que tinha uma intenção de família, criando assim o relacionamento do matrimónio, e que o homem e a mulher tinham que produzir e cuidar da terra através desse relacionamento de matrimónio, e isto era uma família.
Já apontava para o que Deus quer fazer uma família. Depois, o Dão e Eva pecaram. E, após o pecado, esse relacionamento foi quebrado. Esse relacionamento não se manteve, como estava inicialmente, e o Dão e Eva foram expulsos do jardim do Adam, e houve certas consequências. Mas dentro dessa aliança adámica, existia uma promessa, a promessa que o estreria de volta através da semente, isto é do descendente da mulher. Essa promessa manteve-se firme daí adiante. E, então, as alianças que se seguiram demonstram o desenrolar dessa promessa.
A próxima aliança, que foi a primeira aliança com o Noé, em que foi, antes do dilúvio, em que salvou a sua família. Apontando ao princípio de que, embora houvesse pecado no mundo inteiro, haveria um caminho de salvação. Tínhamos certas coisas a fazer, tínhamos que acreditar em Deus e certas coisas a fazer, mas que seríamos salvos. Noé acreditou e, por isso, obteseu e a família dele foi salvo.
Aponta para nós, que precisamos de acreditar e obtecer para sermos salvos. Precisamos de sair deste mundo do pecado, como o Noé deve de sair. O segundo convênio com o Noé, a segunda aliança com o Nové, foi após o dilúvio, que deu aos homens autoridades judiciais de se governarem e que fez uma promessa que nunca destruiria a humanidade inteira, por um dilúvio, e deu um sinal dessa aliança através do arco-íris.
Isso é um desenrolar dessa promessa inicial de que, através da semente da mulher, da Eva, o relacionamento seria reestablecido. Depois, houve o convênio com a Brão, a aliança abrâmica, em que foi dado promessas a ele espirituais e físicas. Isso é aquela semente da mulher, que seria através dos descendentes de Abrão, e por sua semente viriam mesias, mas também promessa física de grandes prosperidades físicas aos seus descendentes.
Porque Deus iria usar os seus descendentes para abençoar o resto do mundo. Também deu um sinal dessa aliança, que foi a circuncisão. Depois, a outra aliança que veio, a sexta, foi a aliança de Sinai, ou a aliança do antigo estamento, antia aliança. Em que foi uma aliança feita com milhões de pessoas, no Sinai, quando se tinham saído do Egito, e depois introduziu nessa aliança a criação de sacrifícios, ofertas levíticas, no tabernáculo.
E deu um sinal, essa aliança que foi o mesmo sinal, que foi o sinal da circuncisão para a família inteira. A sétima aliança, foi uma aliança dentro de uma aliança que foi a aliança do sábado, que garantiu e garante um descanso futuro. Descanso da humanidade, o descanso da eternidade. Depois de os Israelitas terem completado, 40 anos no deserto, houve uma reconfirmação da aliança com esses Israelitas.
Cortaram, digamos assim, a nova aliança, fizeram esta aliança. Que basicamente dizia que vocês vão falhar, como podem ler em um deutronómio capítulo 30, vocês vão falhar. Eu vos castigarei, mas eu não falharei porque vos estarei de volta. E diz também, nessa parte, em deutronómio capítulo 30, versículo 6, que, então, circuncisaria os corações das pessoas, e que haveria por isso uma nova aliança. Deu aí a promessa de uma nova aliança, que seria uma que eles cumpririam.
Depois veio, no segundo sermão, eu descrevia a aliança com David. Que foi através da família de David, que viria o messias. Se foi termés da semente da mulher, Eva, através de Noé, através da Abraão e agora através de David. Deve concentrar aonde viria, através de quem, é que viria o messias. E leemos isso em Samuel, segundo Samuel 7, assim como em Zias 9. Vimos que foi a profecia do messias, em que tinha partes ou elementos da aliança com Adão, a aliança com Noé, a aliança com Abraão e, e está claro, que isso cumpriria através de David. Vemos este fio, esta ligação entre as alianças. Depois vem a nova aliança. A nova aliança que leemos em Ezekiel 36, em que Deus disse que profanaram meu nome, Israelitas, que estão dispersos, mesmo estando dispersos, porque Ezekiel escreveu isso depois de Israel estar...
Na dispersão. E disse, mesmo estando dispersos, tão profanal meu nome, e vou trazê-los de volta. E depois vimos que, em Ezekiel 37, que esteraria de volta não só aos seus descendentes, que esteraria de volta, mas que aqueles próprios que foram expulsos, os esteraria de volta através de uma ressurreição. E lemos em Ezekiel 37, aquela profecia do vale dos ossos, em que os Israelitas viriam de volta, inseriam-os suscitados, e que viriam a conhecer o Senhor, e que receberiam o Espírito Santo de Deus. Isto é a nova aliança. Víamos por isso, vimos por isso em Ezekiel, que a nova aliança incluía elementos, digamos assim, opartes ou componentes da aliança abrâmica, da aliança de Sinai e da aliança de David. E depois, fomos ver a explicação de Paulo, em Hebreus. Como ele explicou o relacionamento, a conexão entre a antiga aliança e a nova aliança, entre a aliança de Sinai e a nova aliança. E Paulo começou a explicar isso em Hebreus capítulo 8. Em Hebreus capítulo 8, ele explicou que o que os Israelitas construíram, vejam comigo se faz favor em Hebreus capítulo 8, versículo 5, que o que eles construíram, isto é, o tabernáculo, isto tudo, foi em figura e sombra das coisas celestes. Descreveu aqui que Moisés foi divinamente instruído, como lembramos em versículo 5, de Hebreus 8, quando ele estava para construir o tabernáculo, para fazer tudo de acordo com o modelo, tudo exatamente de acordo com o modelo, que foi demonstrado no monte. Isto é, a antiga aliança, com o tabernáculo e o santo dos santos, isto tudo, foi um modelo do celestial. Foi, digamos assim, uma dramatização, uma coisa em modelo, uma figura, uma sombra do espiritual. E depois descreveu, em versículo 6, de Hebreus 8, que Jesus tornou-se um mediador desta nova aliança, e que é feita no tabernáculo espiritual, não no tabernáculo físico, mas no tabernáculo espiritual, e que tem promessas maiores. E vimos que as promessas maiores, é a promessa do Espírito Santo, e a promessa da vida eterna. E depois também disse que essa aliança representaria por as leis de Deus, no coração e nas mentes das pessoas, como lese em Hebreus 8, versículo 10. E depois concluiu esse capítulo, Paulo, no versículo 13, dizendo, quando diz, a nova aliança torna adequada à primeira. Antiquada à primeira. Porque está prestes a desaparecer. E então perguntei se esta aliança, nova aliança, era só por as israelitas, e está claro que não é. E então descreví mostrando de Isaías 42, que a aliança era para os gentios também. E vi que vimos aí que em Macias ia fazer esta aliança e dar o direito aos gentios. Agora, hoje quero continuar a partir de Hebreus 9. Porque o tabronáculo e o santo dos santos foram feitos como imagens do celestial. O Espírito Santo ainda não era disponível no antigo testamento, no tabronáculo físico, às pessoas. E vejam como se lê isso em Hebreus 9, versículo 8. Dizendo que querendo isto dar a entender o Espírito Santo, que ainda é o caminho do santo lugar. O caminho para o santo dos santos não se manifestou, enquanto primeiro tabronáculo continua erguido.
Por que? Porque o caminho para o santo dos santos não era, digamos assim, aberto. Para o povo, o povo não podia entrar no santo dos santos, os levítas não podia entrar no santo dos santos, os sacerdotes não podia entrar no santo dos santos, só o sumo sacerdote podia entrar no santo dos santos e só uma vez por ano, no dia de despiação. E por isso, o caminho do santo lugar, do santo dos santos, não se manifestou, enquanto primeiro tabronáculo continua erguido. E, pois, continuar a dizer assim, isto é uma parábola para a época presente. Isto é um exemplo físico para o espiritual, para a época presente. E, segundo esta parábola, se oferecem dons como sacrifícios, embora estes no tucan da consciência sejam ineficazes para aperfeiçoar aquele que presta culto.
O que está a dizer é que a antiga aliança, que era uma parábola, digamos assim que era uma imagem, uma sombra do Celeste, nesta parábola, nesta sombra, se oferecem dons como sacrifícios, embora, no tanto, canta a consciência, são incapazes de aperfeiçoar aquele que presta culto. No tucan está a consciência. A consciência ainda não está limpa. Os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas e bebidas e diversas evoluções, impostas ao tempo oportuno de reforma. Isto é que anus Cristo veio, Jesus Cristo é o novo suma sacerdote. Ele morreu, por nós, tornou-se, ressuscitou, foi para o céu, quebrou o véu, foi ao Santo dos Santos, ao Santo lugar, e ele agora tem acesso ao trono de misericórdia, do Pai. E as nossas orações têm acesso a Ele, ao Pai.
Vamos continuar, então, a ler no versículo 13, diz assim, portanto, se o sangue de bodas e de toros e a cinza de uma novilha, as perdidos sobre os contaminados, os santificam, quanto à purificação da carne, isto é, na antiga aliança, nesta parábola, da antiga aliança, nesta imagem, nesta sombra, do celestial, sim, se o sangue de bodas, de toros e cinza, santificam, quanto à purificação da carne, são bons para se enivicar, quanto à carne. Muito mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito interno, a si mesmo, se ofereceu sem máculo a Deus, purificará a nossa consciência.
Porque, como o lemos, no versículo 9, disse que, a antiga aliança não podia nos limpar, era ineficaz, no tocante, a consciência. Mas esta nova aliança, com o sangue de Cristo, é ineficaz, purifica a nossa consciência.
De que? De obras mortas. Isto é de obras que paramos de praticar. Portão mortas. Não os praticamos mais. Porque? Para servirmos agora ao Deus vivo. Por isso mesmo, ele é um mediador da nova aliança. Jesus Cristo é um mediador da nova aliança. É aquele que intervém nesta nova aliança. Afim de que intervindo a morte de Jesus Cristo para a remissão das transversões que havia sobre a primeira aliança, recebam promessa da eterna irança, aqueles que têm sido chamados.
Queria dizer, irmãos, que a gente tem que ver aqui alguns pontos muito importantes. Primeiro, o ato de ligação, o ato de comprometimento é Jesus Cristo através do sangue dele.
Agora podemos receber o Espírito Santo de Deus. Depois, ve-se que, através da sua morte, da intervenção da morte, é para a remissão das transversões que havia sobre a primeira aliança. Das transversões que havia sobre a primeira aliança. Aliança.
Querias irmãos, entendem o que está a dizer? As transversões da primeira aliança.
Se a aliança do Sinai, isto é, antia aliança, está completamente eliminada. Então, não há pecado.
Se a primeira aliança, se a antiga aliança, a aliança de Sinai, está eliminada, com todos os seus elementos, eliminada. Então, não há pecado. Por isso, assim, para a remissão das transversões que havia sobre a primeira aliança. Para nos perdoar dos pecados que fizemos debaixo da primeira aliança, das falhas da primeira aliança. Ora, se a primeira aliança está eliminada, então não há pecado. Ora, se não há pecado, não há necessidade do sacrifício de Jesus Cristo. Então, isto tudo é uma criada. Isto é tudo em vão. Cris irmãos, existe pecado. A lei define, ou define, ou dá uma definição do pecado. Vejam também, se continuar assim. Increvindo a morte de Jesus Cristo para a remissão das transversões que havia sobre a primeira aliança. Recebam a promessa da eterna irança, aqueles que têm sido chamados.
Primeiro, é aqueles que têm sido chamados. Não diz que recebam a eterna aliança, os israelitas. Não, recebam a primeira aliança, todos os que são chamados. E cris irmãos, todos somos chamados mais cedo ou mais tarde.
Por isso, diz aqui, uma promessa que não é só, uma promessa física, a Israel. De boas plantações, de muita riqueza, de boa fruta, boa comida, de muita chuva e coisas físicas. Sim, essa foi a promessa do antigo estamento aos israelitas. Mas agora, aqui é uma irança eterna. Não é só de boas plantações, é uma irança eterna. Isto é para recebermos eternidade. Como é que podemos ter uma irança eterna se não temos eternidade? Isto é uma eternidade. E esta é a promessa da nova aliança. Uma melhor promessa. Porque a promessa da antiga aliança era coisas físicas, benções físicas, riquezas físicas. A nova aliança é vida eterna. Uma melhor promessa.
Por isso vemos aqui que esta nova aliança faz esta ligação. Fazeste comprometimento de vida eterna da parte de Deus. E por isso isto é mais do que simplesmente matar podes e novilhas e toros. Isto é só possível pelo sacrifício de Jesus Cristo. E esta é uma promessa que diz que o meu filho virá do céu aquele que vos criou. Ficará a ser carne e morrerá e será ressuscitado para estar no céu como mediador para vocês, como intermediador entre vocês e o Pai.
Continuando aí um bocadinho mais adiante. No versículo 19, porque havendo boisés, proclamado todos os mandamentos de segunda lei a todo o povo, tomou o sangue dos bruseiros e dos bodes com água e lã, tinta de escarlate e sopo, e aspergiu não só o próprio livro da Aliança, como também todo o povo.
Moisés aspergiu o sangue dos bodes e dos toros sobre o povo. Dizendo, este é o sangue da Aliança, da Sinai, do Antigustamento, a qual Deus descreveu para vós outros.
E solemos-nos no primeiro sermão desta série.
Continuando então, no versículo 21 a 24, diz assim, igualmente, também aspergiu com sangue o tabernáculo e todos os tensilos do serviço sagrado. Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue e sem derramamento de sangue, não há remissão. Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que acham no céu se purificassem com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios a eles superiores. Está aqui a dizer, é esta dramatização, digamos assim, no tabernáculo, este modelo, esta sombra do celestial era feito com derramamento sangue de bodas, mas as coisas celestiais precisam de um sacrifício melhor que o sacrifício de Jesus Cristo, com o sangue de Jesus Cristo. Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, sim, Cristo não entrou no santo dos santos como o sumo sacerdote, no santo dos santos físico, como o sumo sacerdote entrava, mas os Cristo entrou no santo dos santos que é o trono de Deus Pá, no céu. Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém, no mesmo céu, para comparecer agora por nós diante de Deus. Para comparecer agora por nós diante de Deus. Cristo comparece agora por nós diante de Deus.
Cris irmãos, a morte de suos Cristo, a sua resurreção, faz com que Ele agora seja o nosso sumo sacerdote para aparecer por nós diante de Deus. E foi assim que Ele fez a nova aliança através do Seu sangue.
Nem ainda para se oferecer assim mesmo muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no santo dos santos com sangue alheio, mas, com vez, Ele fez isso uma vez. Fez isso uma vez, como leio no versículo 26 e também no versículo 28. E assim, também Cristo tente-se oferecido uma vez para sempre, para tirar os pecados de muitos, aparecerá a segunda vez sem pecado, aos que o guardam para a salvação. Ele virá uma segunda vez sem pecado, para nós que estamos à espera da salvação.
Então, cris irmãos, qual é o propósito da nova aliança? O propósito da nova aliança é abrir o caminho da salvação interna.
Através do San Jesus Cristo e por Ele, ir ao céu, como nosso intermediador e nos dar, nos oferecer, nos mandar, o Espírito Santo, para o qual, pelo qual, as leis de Deus são escritas na nossa mente e nos nossos Corações. O Espírito Santo, então, nos muda, nos transforma, circuncisa os nossos Corações, corta, corta esta aliança, corta esta natureza humana, terrível, nossa, e nos dá a natureza divina, um novo coração, a natureza divina. Isto foi o que Paulo teve que explicar ao povo. Paulo teve essa responsabilidade. E Paulo, as escrituras de Paulo, as epístolas de Paulo, são mal usadas, são usadas incorretamente para dizer que ele estava oposto à lei de Deus. Ora, isso não é o caso. Paulo estava a dizer que você não pode ganhar a salvação pelos seus próprios obras.
Você não pode ganhar a salvação. A salvação é uma graça divina, é de graça. Mas você pode ser transformado pelo Espírito Santo.
Se você tenta usar a lei para ganhar a salvação, você está destinado a ter uma salvação. Você está destinado a não sugerir sucesso. Você está destinado a falhar. Mas se você entra na nova aliança, recebe o Espírito Santo de Deus após o arrependimento e o batismo, o verdadeiro arrependimento, então a lei de Deus, através do Espírito Santo, é escrita no seu coração e na sua mente. Então você torna-se filho e filha de Deus. Então você se torna uma pessoa a viver de acordo com o que a lei diz, porque isso é parte do seu novo caráter.
Aqui vemos, queridos irmãos, dois processos muito diferentes. Entendem? Para a igreja, para as pessoas na igreja, podem aparecer a mesma coisa, podem aparecer a mesma coisa, mas não são.
Para uns parecem que as pessoas estão a obter, estão a obter-se às leis para ganhar a salvação.
Irrado. Para outros, para nós, obtecemos as leis porque são parte do que nós somos, porque somos filhos de Deus. É diferente. Obtecemos as leis porque queremos obtecer as leis. Não é para ganhar a salvação. Isto é importante para entendermos o que Paulo está a explicar. E por isso, Paulo deu vários ensinamentos nas suas cartas, que quando as pessoas não têm este entendimento das alianças de Deus, este ensinamento das alianças de Deus, não compreendem as cartas de Paulo.
Porque estão a ler as cartas de Paulo fora do contexto das alianças, o que Deus está a fazer através destas alianças.
Porque as cartas de Paulo e o que Paulo explicou têm uma profundeza espiritual gigantesca.
Quando você começa a entender como é que as alianças estão ligadas umas às outras e também, digamos assim, uma estrutura do plano de salvação e uma estrutura profética, porque Deus diz, eu vou fazer isto e farei, e por isso é uma profecia. Quando começamos a entender estas estruturas das alianças de Deus, os ensinamentos das alianças de Deus, então você começa a ter um entendimento incompreensível para outras pessoas, porque há uma enorme quantidade de informação nisto de tudo. E por isso é importante termos este ensinamento, esta estrutura para compreendermos o que Paulo está a dizer. Por isso é que Pedro, em 2 Pedro 3, versículo 16, vira em I, brevemente, por favor, segundo Pedro, segundo Pedro, capítulo 3, versículo 16, diz assim, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costumo fazer em todas as suas epístolas, nos quais há certas coisas difíceis de entender. Está a falar aqui do nosso amado irmão Paulo, como lê em 9º-15, que os ignorantes e instáveis de turpão, como também de turpão, as demais criaturas, para a própria destruição deles.
Para a própria destruição deles. Pedro está a dizer que as pessoas tomam os ensinamentos de Paulo e viram-nos, não entendendo o significado para a destruição deles. É a mesma coisa que Paulo disse em 1º-10, quando deu o ensinamento a Timóteo. Vejam aqui 1º-10 capítulo 1.
Diz-se-se, senhor, como a de S. Lérego, do versículo 5, o intuito da presente, a demostação, destes ensinos, deste mandamento, desta instrução que vos estou a dar, que procede o coração pura e de boa consciência e de fecha em hipocrisia, desviando-se algumas pessoas destas coisas, perderam-se em lucrucidade frívela, pretendendo passar para o mestre da lei, não compreendendo, ainda nem o que dizem, os assuntos sobre os quais fazem os atlas as sederações. Não entendem os princípios básicos da lei, porque há uma lei moral de Deus, os dez mandamentos, que é eterna, mas as leis levíticas dos sacrifícios apontavam para Cristo, eram temporárias até Cristo vier, porque Ele agora é o verdadeiro sacrifício, Ele agora é o novo sumo sacerdote. Essas pessoas não entendiam isso. E por isso, queris irmãos, qual é a ligação, ou a ação de ligação da nova aliança? A ação de ligação da nova aliança, o ato de comprometimento da nova aliança? É a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, e que Ele é agora o nosso sumo sacerdote.
A ação de ligação que faz esta nova aliança é o sacrifício de Jesus Cristo, o sangue dele. Ele se ressuscitou e agora é o nosso sumo sacerdote, no santo dos santos, e nós, queris irmãos, somos parte dessa nova aliança. Nós temos que fazer o compromisso nessa ação de ligação. Mas a ação de ligação que foi feita por Deus, já está feita. Então, qual é o sinal desta aliança? Qual é o sinal desta nova aliança? O sinal da aliança vê-se aqui em Colossenses capítulo 2. Colossenses capítulo 2.
Colossenses capítulo 2. Vejam o versículo 9.
Por quanto nele habita corporalmente toda a planetude adivindada, também nele estás aperfeiçoados. Ela é o cabeça de todo o Principado e Podestada. Nele também foste circuncindados. Não por mais intermédio das mãos, mas no despojamento do corpo da carne. Que é a circuncisão de Cristo.
Cristo irmãos, a nossa natureza física foi cortada por Jesus Cristo. De parte desta aliança foi cortada, foi circuncisada. Como? A nossa natureza humana foi cortada, foi cortada como uma circuncisão. Foi Jesus Cristo. Através do poder do Espírito Santo, que corta, que nos limpa, que tira esta natureza humana e deita fora. A nossa natureza humana foi cortada, foi cortada como uma circuncisão. Foi Jesus Cristo. Através do poder do Espírito Santo, Através do poder do Espírito Santo, Através do poder do Espírito Santo, sem o Espírito Santo de Deus, você pode atuar como Cristo, mas não pode ser como Cristo.
A circuncisão do antigo estamendo era uma coisa simples, era cortar um bocadinho de carne. A circuncisão do novo estamendo da nova aliança.
Há uma coisa diferente. O antigo homem, o velho homem, é cortado. Deus tira uma faca grande e está a tirar esta natureza corruta humana. E tirar de nós a circuncisar, circuncidar os nossos corações. É a circuncidar-os, não por intermédio de mãos, mas pelo Espírito Santo, no despogamento do corpo da carne. Quando este corpo físico da nossa carne é despogado, pômos de fora o velho homem, isto é a circuncisão de Cristo.
Como é que isto é feito? Porque a pergunta é, qual é o sinal da aliança? Tendo-se disputado juntamente com ele no batismo. Fizemos um compromisso, fizemos uma promessa no batismo, uma promessa eterna e na qual fostes, igualmente os suscitados, mediante a fé, a fé no poder de Deus que os suscitou dentro dos mortos. E vamos viver como um novo homem em fé, de que Deus nos vai ajudar, que nos vai fazer um novo homem com a ajuda do Espírito Santo.
Este é o sinal da nova aliança. O sinal da nova aliança.
É o batismo. E depois, em posição das mãos, pelo verdadeiro ministro de Deus, numa pessoa que de facto se tenha arrependido e feito um compromisso de dizer que vai viver uma vida nova. E aqui, queridos irmãos, está o grande perigo. Está o grande perigo das pessoas que disseram, ó, tudo que precisa é aceitar Cristo. Aceita-se Cristo pronto, batize-te.
Então, tudo depois vai estar bem. E mesmo que uma pessoa vá e ponha as mãos, e ponha as mãos de Deus, se não há um ministro de Deus, se não há arrependimento, não há um compromisso. Não há as leis de Deus. Não há um compromisso de despojar o velho homem. Não há uma circuncisão do coração.
Queridos irmãos, isto é tudo a seca de Deus, o grande, super-poderoso, todo poderoso Deus, dizer, e você ponha o seu próprio nome. Eu vou por o meu nome para... mas você ponha o seu próprio nome. George, eu quero fazer, quero cortar uma aliança contigo, cortar essa antiga natureza humana. E esta nova aliança é maior do que Deus fez no mundo de Sinai, em que ele deu, em grande poder, os dez mandamentos ao povo. A nova aliança em que Deus está a dizer a você e a mim, eu quero darte a vida eterna para sempre.
E eu, isto é Deus está a dizer, Deus já fez o ato de ligação da aliança, porque já deu a sua vida e deu o seu sangue, e já ressuscitou, e Jesus Cristo é o mediador desta aliança e já está nos céus e te manda o Espírito Santo.
O ato de ligação da parte de Deus já foi feito. Agora, o ato de ligação da sua parte, da minha parte, é o compromisso, é a promessa de dizer aceito as condições desta aliança, sim ou não.
Deus está a chamar você.
E se Deus está a chamar você, se propriede de sentar na igreja, não é suficiente. Se você está a sentar você, você precisa de ser batizado após o verdadeiro arrependimento e ministro verdadeiro de Deus, que tenha o Espírito Santo e a autoridade de Deus, de impor as mãos sobre você e pedir e orar a Deus, para que ele faça a sua parte da promessa, como leem atos 2, 38, de dar a promessa do Espírito Santo a você, porque você, de facto, arrependeu.
Observando o sábado, não dá a vida eterna.
E aí, onde as pessoas ficam confundidas com Paulo. Porque pessoas pensam, oh, oh, oh, oh, e deram a ver ou não acreditam, não é preciso observar o sábado. Não, não estou a dizer isso.
Eu quero fazer isto muito claro.
Acredito que o sábado é um mandamento de Deus.
Sim.
Acredito que quebrar o sábado é um pecado. Sim. Acredito que se você desistir desopter o sábado, vai destruir o seu relacionamento com Deus. Sim.
Acredito que se você odeia as leis de Deus, portanto, tempo, que, então, vai perder o Espírito Santo de Deus e vai acabar de ser separado da nova aliança. Sim. Se você desobedece e odeia as leis de Deus, você vai perder o Espírito Santo de Deus e vai ser separado da nova aliança. Sim.
Acredito que o sábado dá a vida eterna? Não. O sábado não dá a vida eterna. Entendem?
Entendem isto claro e claramente? Nenhuma lei pode dar a você a vida eterna. O sábado não le pode dar a vida eterna.
Sou uma aliança que não pode dar a vida eterna. A lei é parte do treino e da aprendizagem e da obdiência e da submissão de Deus. A lei é parte da aprendizagem e da aprendizagem e da aprendizagem e da aprendizagem e da aprendizagem e da aprendizagem e do amor para com Deus.
A lei é necessária para você se manter dentro da aliança. É parte do seu compromisso e que você diz que vai fazer e vai viver e se arrepende e que recebe o Espírito Santo para escrever a lei no seu coração e no seu mente porque você a quer obter. A quer obter.
Por isso a lei é necessária para você se manter dentro da aliança. E o batismo é necessário porque é parte do compromisso que você faz porque você se arrepende de desobter a lei e faz um compromisso a Deus dizer sim, eu vou obter, vou ser um novo homem e vai então Deus, através do Espírito Santo vai circuncidar o seu coração, vai cortar a natureza humana pecaminosa conforme você se submete à lei, conforme você obedece à lei, conforme você tem este amor para com Deus.
Por isso batismo é necessário se você quer ser parte da nossa aliança.
Então, vejamos, então, em segundo Coríntios, capítulo 3. Segundo Coríntios, capítulo 3.
Segundo Coríntios, capítulo 3. Aqui está Paulo a descrever a excelência da nova aliança.
E no versículo 3 está a dizer estandes já manifestos como Carta de Cristo produzida pelo nosso Ministério escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente. Isto é vocês, quando vivem dentro das leis de Deus, através do Espírito de Deus, viver em nós, estar em nós, não é viver, mas estar em nós, habitar em nós, e o Espírito de Deus vos circuncidar o coração e vocês obedecem com este novo Espírito uma nova pessoa de acordo com a obstetura de Cristo, com a imagem de Cristo, é Cristo a viver em nós?
Então, vocês são uma carta. Só uma carta. Uma carta de Cristo. Porque uma carta que não é escrita com tinta, mas é uma carta escrita. pelo Espírito Santo, pelo Espírito de Deus vivente. Não em tábua de pedra, mas em tábua de carros, isto é nos corações. Esta carta é escrita nos nossos corações. Não em tábua de perna. Vocês entendo o que ele está a dizer aqui? Ele está a dizer aqui que precisamos obtecer os mandamentos da lei de Deus, porque os mandamentos da lei de Deus foram escritos em tábua de pedra no antigo testamento. Essa foi a carta de Deus. Traversos os mandamentos de Deus escritos em pedra. Agora nós somos uma carta em que os mandamentos são escritos no nosso coração. Não com tinta, não com qualquer outra coisa, mas pelo Espírito de Deus que escreve no nosso coração as leis de Deus. E por isso nós vemos que os 10 mandamentos ainda são válidos.
Ele está a dizer aqui que os mandamentos de Deus, 10 mandamentos, são válidos hoje em dia. E vejam que o pensamento, como de Paulo, vê a nova aliança. E é por intermediário de Cristo que temos tal confiança em Deus, não que por nós mesmos séssemos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós, pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus. Vemos aqui, nós acreditamos nesta aliança, porque nós obtemos, e porque nós acreditamos na aliança nós obtemos. Não por nós mesmos séssemos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós, pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus, no qual nos habitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito, porque a letra mata, mas o espírito vivifica.
Não que por nós mesmos, não é pela nossa própria força, não é pelo nosso próprio poder, o poder não é o poder, não é pelo nosso próprio poder, o poder não vem de nós, não é por nós mesmos, que sejamos capazes de pensar alguma coisa, sejamos capazes de... como se partisse de nós, pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus, o nosso poder, a nossa força, vem de Deus, pelo Espírito Santo de Deus, o qual nos habitou, o Espírito Santo de Deus habita em nós, para sermos ministros da nova aliança, sermos exemplos, sermos ministros, praticantes da nova aliança, não de letra, mas do Espírito, porque a letra mata, mas o Espírito vivifica. O Espírito de Deus é que nos dá a energia, a força, o poder de Deus nos nossos corações e nos nos mentos. É o Espírito de Deus que nos dá a se puder. E por isso ele diz, não da letra, mas do Espírito, porque a letra mata, mas o Espírito vivifica. Então foi a letra má, porque mata? É a letra da lei má, porque mata? Não. Não.
Tudo que a lei, a letra da lei pode dizer é que você picou.
Tudo que a lei pode dizer é que você picou, que você está errado. Tudo que a lei pode dizer é culpado, culpado, culpado. Por isso, morto, morto, morto. A lei pode dizer. A lei não nos salva. A lei aponta para o que é pecado. A lei não nos salva.
Mas a nova aliança nos dá o que a lei não podia dar. A nova aliança nos dá o poder do Espírito Santo para pôr a lei nos nossos corações para nós querermos obter a lei. E através do sangue de Cristo nos perdoar dos pecados do passado, Cristo como nosso sumo sacerdote, o nosso mediador, intervenir por nós. E depois ele explica que a glória da antiga aliança é como a glória do véu de Moisés. A glória de Moisés, na cara dele, quando apareceu, tinha este brilho na cara. Teve que ter um véu, mas isso foi uma coisa temporária. Mas isso não é nada comparado com a glória da nova aliança. Não é nada. Vejam aqui no versículo 13. E não somos como Moisés que punha véu sobre a face para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvencia. Não, não, não. A nossa glória é muito maior que isso. Porque Deus está a fazer uma aliança consigo e comigo indivíduo. E nós somos como Moisés que punha véu sobre a face para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvencia. Não, não, não. A nossa glória é muito maior que isso. Porque Deus está a fazer uma aliança consigo e comigo indivíduo. Mas os sentidos de Deus se embutaram. Dos antigos e jorrelitas se embutaram. Até hoje ao dia, quando fazem leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não descendo revelado, que em Cristo é removido. As não entendem. Os judeus e jorrelitas hoje em dia não entendem esta nova aliança. Não entendem. Ainda têm o véu. O mesmo véu permanece. Não vem. Não vem através deste véu. Tão cegos. Não entendem a verdade.
Não se... porque em Cristo é removido, mas eles ainda não entendem. Porque? Porque ainda não foram chamados e não foram transformados.
Querias irmãos, com você e comigo, Deus nos traz para o Santo dos Santos. Estes jorrelitas não poderiam entrar no Santo dos Santos, porque se entrassem morreu. Não poderiam entrar, mas você e eu podemos entrar num verdadeiro Santo dos Santos, que é no céu, através de Jesus Cristo. Pois ele é um mediador da nova aliança. Ele está ali mesmo ao lado de Deus, à mão direita de Deus, como o nosso sumo sacerdote, a mediar por nós. Então qual é o propósito desta nova aliança?
Versículo 16 a 18. Quando porém algum deus se converta ao Senhor, o véu é retirado. Quando entendemos a verdade, quando somos convertidos, o véu é retirado. E começamos a ver a verdade. As pessoas no mundo não entendem, mas quando são chamados e começam a obtecer e são convertidos, puh! Oh, entendemos. Ora, o Senhor é o Espírito e onde está o Espírito? O Espírito-Senhor aí, à liberdade. E todos nós, com o rosto desvendado, refletimos com por espelha glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na Sua própria imagem. Com pelo Senhor, o Espírito. O propósito a nova aliança de Deus usar esta grande faca, digamos assim, para cortar a natureza humana, isto é, usando o Espírito Santo para escrever as leis de Deus no nosso coração, nos nossos mentos, para nos circuncindar. O propósito para sermos transformados, é para sermos transformados de glória em glória na Sua própria imagem. Na própria imagem de Deus.
Caras Irmãos, o propósito a nova aliança é de produzir filhos e filhas de Deus.
Para sermos membros da família de Deus. Para que nós, seja de que raça, seja de que nação, seja de que cor, seja de que sexo masculino ou feminino, seja de que educação tenhamos, seja de que idade, desde que possamos fazer este compromisso e manter este compromisso, entramos nesta nova aliança para virmos a ser filhos e filhas de Deus. Nós recebemos este ato de ligação que é o sangue de Jesus Cristo. O sinal da aliança é ser batizado e ter, após o compromisso, dobser e ter a imposição das mãos, e receber o Espírito de Santo de Deus, que é um processo pelo qual somos transformados para a imagem de Jesus Cristo. É o que diz aqui que somos transformados de glória em glória à sua própria imagem. Desde que nós nos mantinhamos nesta nova aliança, Deus fará a sua parte da promessa. Mas se nós decidimos sairmos desta aliança, então cuidado! Esta aliança de Deus está a ser feita consigo e comigo individualmente, pessoalmente uma de cada vez. E Deus escolheu, chamou individualmente um a um, você e eu individualmente um a um, pessoalmente, e está a fazer este convênio, esta aliança, consigo e comigo. E por isso, em que em Galatas 3, Paulo diz que não somos salvos por nenhuma lei, mas quando vejam, por exemplo, no versículo 26, diz assim, Galatas 3, versículo 26, pois todos vós, seus filhos de Deus mediante, afè em Cristo, porque todos, quando se fostes patisados em Cristo, de Cristo vos revestistas. De sorte, não pode haver judeu, nem grego, nem escravo, nem liberto, nem branco, nem homem, nem mulher, nem preto, nem nada, é todos iguais, somos um em Cristo. E se sois de Cristo, também sois descendentes da Abraão, isto é resta promessa, e herdeiros, segundo a promessa, herdeiros de quê? Herdeiros de quê? Então leiam-nos no capítulo seguinte, e depois diz assim, no versículo 6, do capítulo 4, e porque vos, sois filhos, enviou Deus, ao nosso coração, o Espírito, seu filho, que chama, que clama Abba Pai, de sorte, que já não é escravo, porém filho e sendo filho, também herdeiro de Deus, por Jesus Cristo. Como diz, na Almeida Corrigida e Fiel, e na Almeida Revista e Corrigida, somos herdeiros de Deus, por Jesus. Queridos irmãos, somos herdeiros de quê? Somos herdeiros de Deus. O que é que Cristo nos dá? Ele nos dá tudo. Deus deu a Cristo tudo, e Cristo nos dá tudo. E nos dá a promessa de sermos membros da família de Deus para sermos herdeiros de Deus por Cristo. Queridos irmãos, nós ainda temos de observar as leis morais da antiga Aliança do Sinai, porque há certos elementos dessas alianças que se mantém. As leis morais se mantém. Mas nós não estamos debaixo da lei ou do convênio do Sinai. Nós não estamos debaixo da antiga Aliança, porque estamos debaixo de promessas melhores. Estamos debaixo da nova Aliança. Mas há elementos da antiga Aliança que são existentes. São as leis de Deus, por exemplo, que são escritas no nosso Corações e nos nossos mentes, através do Espírito Santo de Deus. E assim Deus cumpre a primeira boa nova de Génese 3.15.16, que através da semente da mulher, foi Cristo, que é o Messias. Temos a salvação e a possibilidade de estarmos reunidos num bom relacionamento com Deus, para sermos parte da família de Deus. As Alianças de Deus, o ensinamento das Alianças de Deus, têm, digamos assim, um pináculo, um ponto mais alto, um ponto final, que é que Deus está a criar uma família, a família Dele. E você e eu temos a grande oportunidade de sermos partes dessa família.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).