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PONDEU A BOTAR DE CRÍS IRMÃOS AQUI A JOIS CAMPOS No Novo Testamento vemos a história de Jesus Cristo compartilhar um cálice de vinho com seus discípulos e dizer a eles que essa ação representa, ou representou, ou representa o seu sangue de ramado da nova aliança. Se você é abatizado e tem o Espírito Santo de Deus, então você está a participar nesta aliança com Deus.
Para entendermos melhor a nova aliança, é necessário ver com cuidado a estrutura completa para a salvação que nos é revelada através das alianças de Deus que Ele fez através das eras.
Nós precisamos entender o que Deus está a fazer com as alianças, pois Ele está a fazer uma aliança conosco individualmente para virmos a ser parte da sua família. Isto é um aspecto incrível, que é muito importante para nós entendermos. As alianças de Deus são todas instituídas por Deus, pela Sua graça e de acordo com as Suas estipulações e nós não temos nenhuma parte a enegociar o que estão nessas alianças de Deus. Você está pessoalmente envolvido, no que Deus está a fazer no seu plano de salvação, pois a nova aliança representa uma aliança, um contrato, um acordo, um pacto entre Deus e você individualmente.
A nova aliança é feita com pessoas individuais, com individuos, e assim eventualmente será feita com toda a humanidade. Parte das alianças de Deus tem, digamos assim, uma ação de ligação ou um ato de comprometimento, que muitas vezes envolve o sangue. Depois, as alianças de Deus têm, digamos assim, um ritual de confirmação. Por exemplo, na aliança abrâmica e na antiga aliança de Sinai, o sinal que era este ritual de confirmação foi a circuncinsão.
Na aliança de Noé, o ritual de confirmação, digamos assim, o sinal foi o arco-íris. Ora, o sinal não é a aliança. O sinal é uma indicação de que a aliança foi feita. É para mostrar que a ação de ligação, o ato de comprometimento foi executado. É o sinal de que estão ligados nesse compromisso. Isto é muito importante entendermos. Se nós não cumprimos ou fizermos o sinal, então não somos participantes na aliança.
E quando chegamos ao ponto da nova aliança, isto é um princípio muito importante. Na primeira parte, destes dois sermões que estou a dar acerca do ensinamento das alianças, eu cobri oito alianças. Brevemente, em forma de resumo, primeiro foi a aliança idânica, que, durante o monstro, as responsabilidades do homem e da mulher de manterem o jardim e, por implicação, manterem o universo e apontando-o para o relacionamento final entre Deus e o homem, que é representado pelo casamento, pela união do casamento.
A segunda aliança foi a aliança idânica, a aliança que foi feita depois do Adão em Eva, ter em pecado. Então, o homem teria consequências de ter que trabalhar e a mulher teria dores no parto. E o ponto central dessa aliança, a idânica, é que o relacionamento do homem e da mulher com Deus foi quebrado, digamos assim, não teve o mesmo bom relacionamento que tinham previamente.
Mas aí, nessa aliança idânica, tinha um primeiro sinal das boas novas, o proto-ivangelio, que é descrito em Janasas 3, versículo 15-16, em que disse que enviaria a semente da mulher para conquistar Satanás. Isto é que Deus enviaria a semente que reconstruiria ou reafirmaria um bom relacionamento, o qual tinha sido quebrado como consequência do pecado. E aí diz que, mesmo que tu falhas, eu farei isso. E, por isso, as alianças que se seguem, com mais começam a desenrolar, digamos assim, este plano de execução, de como Deus vai cumprir essa promessa de boa nova, de como reconstruir o bom relacionamento entre o homem e Deus, entre a humanidade e Deus.
Quando digo homem, estou referindo, está claro, a mulher também. E, por isso, a seguinte aliança, a terceira que eu mencinei, foi a primeira aliança connoé, a Prédilúvio, que significou que ia salvar a sua família para poder cumprir a promessa da semente da mulher, e que, por isso, tiraria essa família deste pecado deste mundo, do pecado deste mundo. Simbólico também, de que somos tirados deste mundo, quando nos arrependemos.
A quarta aliança, que foi a segunda aliança com noé, que é o depois do dilúvio, foi que deu ao homem o governo, humanos, a possibilidade de terem governos humanos dando ao homem a autoridade, o poder judicial. Mas também fez a promessa que não haveria mais destruição mundial através do menundação. Isto é que a humanidade, por uma entidade inteira, não seria de novo completamente destruída. E essa aliança foi sinalizada pelo sinal do arco-íris, simbolizando que a aliança está feita com o homem. A quinta aliança que descreví foi a aliança abrâmica, ou o convênio abrâmico, com alguns chamam, que isto foi prometido à abraão duas coisas, uma espiritual e outra física.
A física foi a promessa ao descendentes, e a espiritual foi a promessa do Messias. E que é, digamos assim, o começo do desenvolvimento, de cumprir, digamos assim, a promessa da semente da mulher, que vai salvar o mundo, a humanidade, que, como sabemos, é o Messias, Jesus Cristo. A sexta aliança foi a aliança do Sinai, ou que é geralmente conhecida como a Antiga Aliança, em que foi feita com milhões de pessoas, ou descendentes físicos da abraão, que demonstraria aí a que a semente viria por essa família, mas que incluía uma série de atividades levíticas, por exemplo, como sacrifícios, um templo apontando a Cristo como o sacrifício final.
O sinal dessa aliança, da aliança do antigo Justamento, ou da Sinai, tal como o sinal da aliança abrâmica, foi a circuncisão. Circuncisão da abraão e a circuncisão dessa família, desses milhões de pessoas. Mas, também, começou a demonstrar que havia algo que faltava, algo que faltava, porque vemos pela história que os Israelitas, incluindo o Judeus, está claro, não conseguiram fazer a parte deles da promessa, falharam na parte deles da promessa. E, por isso, foram castigados e, hoje em dia, ainda não fazem a parte deles da promessa.
Não estão a cumprir. Depois, a sétima aliança foi uma aliança dentro de uma aliança, que é a aliança do sábado, demonstrando que habrá um descanso, porque o Messiah estará um descanso ao mundo inteiro. E a oitava aliança que descrevia no sermão passado, foi a reconfirmação da aliança com a geração seguinte, a geração que passou 40 anos no deserto, ao fim da vida de Moisés, e, nesse período, a aliança foi de novo, digamos assim, cortada ou feita, como descreví no primeiro parto deste sério de sermões, em que basicamente disse que vocês vão falhar. Mas eu não falherei, porque deu a eles uma série de benções e maldições, e depois disse, quando vocês falharem, disse-se em outro nome, o 30, eu vos farei, convosco, uma aliança nova.
E, por isso, aí, nessa reconfirmação da antiga aliança com a seguinte geração, Deus demonstrou que ele não falharia, porque faria uma aliança nova, na qual as leis de Deus seriam escritas nos corações e nas mentes dos Israelitas, e eles seriam salvos, como sabemos agora, como através do Espírito Santo de Deus. E, se foram as oito alianças que cobrimos na primeira parte deste sermão.
Hoje, agora, quero continuar com as duas últimas alianças, a Nona, que é a aliança com David. Esta aliança adiciona alguns detalhes a esta promessa de semente da mulher, isto é, do descendente da mulher, que representa Jesus Cristo, e demonstra que haverá um governante e um governo que irá tomar posse de todos os outros governos mundiais.
Em todos os outros governos mundiais serão postos de fora, expulsos, e o governo de Deus, o reino de Deus, será o que será estabelecido na terra, e a aliança com David dá esse significado, de que o reino de Deus virá através de David. Vejam comigo, se faz favor, em segundo livro de Samuel, capítulo 7. No segundo Samuel, capítulo 7, está aí o profeta Natan a falar com David, e está a explicar a ele como é que me vais construir uma casa, e ele então disse, descreveu a ele, que quando os teus dias se cumprirem, então farei de levantar depois-te o teu descendente, diz-se-o, no versículo 12.
A o teu descendente, que procederá de ti, isto abreçarei o seu reino, isto é a falar de Solomon. Ele iria ficar a uma casa ao meu nome, e eu estabelecei para sempre o trono do seu reino, isto é, Solomon, e o templo que ele estabeleceria. E muitas pessoas por aqui vêm, principalmente quando lerem, então continuam a ler no versículo 14, segundo Samuel 7, e eu lhe serei para o pai, e ele me será para o filho, se vier a transgredir, castigá-lo, com várias de homens, e com ansoites de filhos de homens.
Deus foi para o Salomão como um pai, e o que castigou onde foi necessário. Mas o ponto aqui desta aliança do Senhor quando havia, não foi simplesmente acerca do Salomão, porque continuando a ler no versículo 15 e 16, vamos ler então no versículo 16, diz assim, porém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti. Teu trono será estabelecido para sempre. Aqui dá um sinal de que esta aliança com David será interna.
O primeiro sinal do desenrolar das alianças que traz o princípio aqui de eternidade. E isto é aplicado ao princípio de salvação? Não só das nações e jorielitas, mas salvação interna, mas também é aplicável à profecia. Estão os dois ligados. As alianças são basas, são uma estrutura para o plano de salvação, mas também para a profecia.
Vejam também um bocadinho mais acerca desta aliança com David, em Isaías 9, Isaías 9, versículo 6 a 7. Diz assim, porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, o governo está sobre os seus hombros, e o seu nome será maravilhoso conselheiro. Deus forte. Quem é este menino? Jesus Cristo. O seu nome será Deus forte. Pai da eternidade. Foi ele que nos criou e que nos dá a eternidade. Príncipe da paz. Para que salmante o seu governo e venha a paz, sem fim, sobre o trono de David. É sobre o seu reino. Para o estabelecer e firmar-me de ano de juízo e a justiça desde agora e para sempre, o Zelo do Senhor dos exércitos fará isso.
Vocês comportem-se ou se comportem? Deus fará essa promessa. A promessa fixa. A palavra Deus disse que vai acontecer e acontecerá e acontecerá. Sabermos que Jesus Cristo veio. Para a primeira vinda, como Salvador, mas virá uma segunda vez, como rei dos reis e Senhor dos senhores, para trazer paz à terra. Vê-se aqui que é uma profecia.
É uma profecia do Messias, através da Aliança de David, que viria, por isso, através da Sementa de David, porque Jesus Cristo foi da linhagem de David, o que significa que também veio filho do homem, através do noé e através, está claro, Sementa da Mulher, da Adão, da Eva. E por isso, vemos esta continua, fio, digamos assim, ligação, desde as primeiras alianças, através da antiga aliança, através da Aliança de David.
Vemos esta ligação entre as alianças. E, então, agora chega-se a décima aliança, que é a nova aliança, que é o cumprimento da reconfirmação que foi feita aos Israelitas, quando a aliança foi reconfirmada à geração, ao fim, de andarem por 40 anos no deserto. Aí foi feita uma promessa que disse, vocês vão falhar, mas eu não falherei, eu vos darei uma nova aliança e vos purei a lei nos vossos corações e nos vossos mentos. É a reconfirmação dessa promessa que foi feita em Doutor Nonomi 30, em que disse que os teus descendentes não vão obter ser, e por isso vão ser destruídos, mas eu os trarei de volta.
Eu, então, circuncisarei o coração deles, como dizem Doutor Nonomi 30, 6, como vimos no sermão prévio.
E por isso estava a dizer que faltava a eles uma coisa, porque os israelitas da antiga aliança faltava a eles uma coisa, porque iam quebrar a aliança, mas Deus estava a dizer, eu prometo que vos trazer de volta, que eu vos trarei de volta, e que haverá uma nova aliança. É interessante, este ponto, que eu vos trarei de volta. Que está aí uma implicação, não só vos trarei, trarei os vossos descendentes de volta, mas trarei vocês, que vão ter morrido, ressuscitarei, os trarei de volta a andarem no caminho certo, para serem os vossos corações circuncisos, como vamos ver daqui a pouco. E por isso está aqui uma promessa de Deus, de trazer o povo de volta, de que haveria uma nova aliança, e que haveria um acordo entre o homem e Deus, que seria eterno. E isso é visto em Ezekiel. Vamos começar a ler em Ezekiel, pois o profeta Ezekiel foi um que viveu aos fins do período do Reino do Sul de Judá. O Reino do Norte, que era o Israel, já tinha sido disperso. E o Ezekiel, então, foi ao fim do período do tempo do Reino de Judá. E Ezekiel, vejam aqui, em capítulo 36. Ezekiel capítulo 36, versículo 21. Diz assim, mas tive compaixão do meu santo nome, que a casa de Israel profernou entre as nações para onde foi. Israel foi disperso, estava na escravidão, foi disperso para a Síria, e mesmo assim disperso profanaram o nome de Deus, porque eram israelitas. E por isso, Deus disse, os israelitas estão a profanar o meu nome, e embora eles estejam dispersos, seja o que eles façam ou não façam, eu vou cumprir a minha propessa por causa do meu nome. Aqui está a lição. A lição da aliança, é que desde que nós estejamos dentro da aliança, Deus cumprirá a sua parte da promessa. Desde que nós nos mantenhamos dentro dessa aliança, Deus cumprirá a sua parte da sua promessa. Nós podemos escolher sair da aliança. E vamos ver um pedinho mais isso daqui a pouco. Continuando a ler no versículo 22, diz assim, diz portanto à Casa de Israel, assim diz o Senhor Deus, não é por amor de voz que eu faço isto, ou Casa de Israel, mas pelo santo nome, que profanaste-se entre as nações para onde fostes. Vindicarei a santidade do meu grande nome, que foi profanado entre as nações, e o qual profanaste-se no meio delas, as nações saberão que eu sou o Senhor. Quando eu vindicar a minha santidade para entre elas, torna-vos-ei de entre as nações e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra. Os israelites que estão dispersos, Deus os trará de volta da terra prometida.
Então asperguirei a água pura sobre vós, e ficarei expurificados. De todas vossas imundícias, de todos vossos ídolos, vos expurificarei. E isso ainda não aconteceu, irmãos. O israel vai adivir para a terra prometida. Isto é o que acontecerá no mundo da mané quando Jesus Cristo vier. Ele então trará as outras nações, é o que se chama o segundo êxodo. Trará-se os israelites de todas essas outras países. Os trará para a terra. E ele os purificará de todas as imundícias. Dar-vos-ei coração novo. Esses israelites receberão um coração novo. E por aí, dentro de vós, um Espírito novo, que é o Espírito Santo. E tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Vê-se aqui a promessa da nova aliança feita ao israel, que virá de volta para a terra prometida. E isso acontecerá quando Jesus Cristo vier pela segunda vez à terra. Aqui, ve-se, queridos irmãos, estamos a falar das promessas que foram feitas à Braão. Naquela aliança inicial, ele está a cumprir essas promessas. E vemos aqui que as promessas que eu fiz na antiga aliança que eles falharam, vão ser ainda executadas. Vai haver sucesso para os israelitas.
E a sucesso só será possível através de eu vos dar, o Espírito Santo de Deus. Por dizer-lhe, dar-vos-ei coração novo e por dentro de vós o Espírito novo, que é o Espírito Santo de Deus. E tirei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Por aí dentro de vós o meu Espírito e farei que andéis nos meus mandamentos. Guardeis os meus juízos e os observareis. Está a dizer-lhes que vão guardar os mandamentos da lei de Deus. Não está a dizer-lhes que vão dar mandamentos novos. Está a dizer que vão observar os mandamentos da lei de Deus. Não está a dizer-lhes que vão dar mandamentos novos. Está a dizer que vão observar porque têm um coração novo, têm um Espírito novo.
Queridos irmãos, estas promessas também foram dadas, por exemplo, em Ezekiel capítulo 11 versículo 14 a 21. Não vou voltar aí. Mas o interessante é que ele dá estas promessas aqui e depois continua com o capítulo Ezekiel 37. Vamos ler aqui no Ezekiel 36 e está a descrever essas pensões que vai dar vocês. Estudem isso durante o vosso próprio tempo e depois continua no Ezekiel 37, que é a visão do vale dos ossos secos.
A visão do vale dos ossos secos. E vocês lerem isso, que é os Israelitas, que estão mortos, vão ser ressuscitados, vão voltar para a terra prometida, vão receber vida de novo e vão aprender os mandamentos de lei Deus. Os Israelitas vão ser ressuscitados todo o povo. Descendentes da Braão vão ser ressuscitados, vão voltar para a terra. Sim, foram dispersos, mas vão voltar de novo. Não só os descendentes no mundo da manhã, debaixo do Governo de Cristo, mas ao fim do milênio. Vai haver a segunda ressurreição e então esses que tinham morrido vão voltar para a terra prometida. Esses são os descendentes da Braão, por causa da promessa à Braão. E por que é que ele vai ressuscitá-los? Vejam no versículo 13 a 14 de Ezekiel 37. Diz assim, sabrez, Ezekiel 37, versículo 13 e 14. Sabrez que eu sou o Senhor, quando eu abrir a Vossa sepultura e vos fizer sair dela ao povo meu. Vocês então vão saber que eu sou o Senhor e que eu estou a cumprir as minhas promessas. Eu disse que vos castiguei, mas é para fora. Vocês voltarão. Não só os vossos descendentes, mas vocês próprios. Vocês próprios, que morreram na dispersão, serão ressuscitados e voltarão para a terra prometida. Porém é vós o meu Espírito e viveréis e vos estabelecerei na vossa própria terra. Então sabrez que eu, o Senhor, disse isto e o Fiz, diz o Senhor. Queres irmãos, aqui estão as promessas. Foram feitas a braão, foram feitas as realitas.
E ele está a dar detalhes adicionais, aqui conforme os tempos passam. Que é uma explicação das profecias, mas também uma explicação do plano de salvação. O que Deus está a dizer é que ele vai re-instituir um bom relacionamento, ou vai restaurar um bom relacionamento entre os realitas e Deus, através do Espírito de Santo Deus, do sacrifício de Cristo. E isto é parte da nova aliança.
Queres irmãos, o resto de capícola é muito interessante deste Ezekiel 37, porque depois, quando vocês continuarem a ler do versículo 15, está a falar de tirar um pedaço de madeira, escreve nele, vem no versículo 16, o nome de Judá, e tirar outro pedaço de madeira e escreve nele o nome de José. Isto é de Israel. E depois, no versículo 17, junta esses dois pedaços de madeira, um ao outro, e faz deles um só pedaço, para que se tornem apenas um na tua mão. Está a dizer que a nações do Reino do Norte de Israel e a reação de um Reino do Sul de Juda, vão ser reunidas para serem só uma nação. Queres irmãos, isto não aconteceu, mas acontecerá no milenium. Acontecerá quando Cristo voltar e vai reinar a terra. Isto vai acontecer no milenium. Aqui vemos esta nova aliança, que se está a formar, no milenium, mas também na segunda ressurreição. Queres irmãos, esta nova aliança tem elementos do Covêneo Abrámico, da Aliança com a Abraão, tem elementos da Aliança no Sinaio, da Antia Aliança, e tem elementos da Aliança de David, para serem todos um reino, promessas feitas a Abrám, promessas feitas aos Israelitas, promessas feitas a David, são todas juntas. Todas as alianças são, digamos assim, ligadas debaixo da nova aliança. E por isso, alguns elementos da Antia Aliança ainda são aplicáveis. Queres irmãos, precisamos de entender como é que as alianças se encaixam umas com as outras, para podermos entender a nova aliança, porque todas elas apontam para a nova aliança. E então, quando vemos essa ligação e conexão entre elas, então começamos a entender que elementos são aplicáveis hoje.
Vejam, por exemplo, em Jeramias capítulo 31, aqui está a profecia da nova aliança, Jeramias 31, versículo 31 a 33. Eis que vem dias, diz o Senhor, em que firmarei nova aliança, com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme a aliança que fiz com os seus pais no dia em que os tomei pela mão para os tirar da terra do Egito, porque eles anularam a minha aliança, não obstante, eu vos haver disposado, diz o Senhor. Dizia-me, embora eu tenha casado com eles, eles quebraram a aliança, como teram adultério espiritual. Versículo 33, porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois naqueles dias. Isto é casa de Israel, é casa de Judá formadas sendo agora, digamos assim, uma madeira só, uma nação. Depois daqueles dias, diz o Senhor, na mente lhes imprimarei as minhas leis, também no coração lhes inscreverei, eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Isto é a promessa, a promessa da nova aliança, que as nações virão de volta, os descendentes virão à segunda vinda de Cristo, trará-lhes de várias nações, e então serão uma nação e vão receber o Espírito de Deus, que fará com que escreva as leis de Deus no coração deles e na mente deles. Mas, como vimos, também é aplicado a segunda ressurreição, quando esses que já morreram também serão ressuscitados e terão a oportunidade de vir para a terra prometida, a qual não tiveram essa oportunidade no passado.
Vejam que diz assim, na mente lhes imprimerei as minhas leis. Não está aqui no antigo justamente a dizer, oh, vou ter leis novas, não são as mesmas leis, mas simplesmente que vá por essas leis nas mentes e no coração. O que se passa é que o relacionamento muda. As leis não mudam, são as mesmas, mas o relacionamento muda. E aqui vemos um privilégio que essas pessoas vão ter individualmente, em cada um momento, em cada um coração, de terem com Deus. É um acordo, uma aliança pessoal, individual, com Deus. Em Hebreus 8-9-10 descreve este relacionamento entre a antiga e a nova aliança. Explica esta conexão. Então, vejamos então no Hebreus 8. Hebreus 8-1-1 diz assim.
Ele diz que se os cristos tivessem o que oferecer, o que é o que oferecer? Está a explicar o princípio de Jesus Cristo baseado nos princípios levíticos do templo e dos ofertórios da antiga aliança. Ora, se eles tivessem na terra, nem mesmo se a serdote seria, porque era judeu e não era levita, viste e existirem aqueles que oferecem os dons segundo a lei. Isto é pós-levitas, não pós-judeus. Os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes. Os levitas estavam a ministrar em figura e sombra das coisas celestes. É importante ver que Deus deu eles o templo e deu um desenho, digamos assim, um mapa de como construir o templo, que eram simplesmente figuras e sombras de coisas celestes. Digamos assim, era uma dramatização, um ato teatral, digamos assim, um ato de cópia de realidade que era no céu. Assim como foi Moisés Divinamento instruído, quando ele estava para construir o terponáculo, pois diz-lhe, vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que foi mostrado no monte. Por isso foi tudo feito direitinho para ser uma cópia dos princípios espirituais. Digamos assim, era simplesmente, digamos, uma dramatização, uma cópia, um modelo, uma sombra da realidade que é espiritual. E depois continua. No versículo 6, agora com efeito, obteve-se hoje ministério tanto mais excelente quanto é ele, quanto é ele também mediador de superior aliança, instituída com base em superiores promessas.
Está aqui a dizer, temos uma aliança muito melhor, com promessas melhores. Primeiro é a promessa do Espírito Santo, que o outro não tinha. A aliança não tinha o Espírito Santo, não tinha a promessa do Espírito Santo. Na nova aliança temos a promessa do Espírito Santo. E o Espírito Santo nos dá a promessa da vida eterna.
A antiga aliança tinha a promessa de benções físicas. A nova aliança tem a promessa de vida eterna e benções na vida eterna. É uma melhor promessa, é uma superior aliança. Por siq o sete. Porque se naquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado a lugar para uma segunda. Qual é o defeito da primeira aliança? Foi defeito de Deus? Não! Não, senhora! Foi defeito de Deus, que não obteceram! Porque não tinham um coração certo, tinham um coração de pedra.
Continuando, então, a ver, ler no versículo 8. E, de facto, repreendendo os dias, eis, já ivem em dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com casa de Israel e com casa de Judá. Não segundo a aliança que fiz com os seus pais no dia em que os tomei pela mão para os conduzir até fora do Egipto. Pois eles não continuaram na minha aliança. Aqui está o problema. O problema foi deles. Dels não continuarem na aliança. Eles quebraram a aliança. Não foi Deus que quebrou, foram eles.
E eu não atentei para eles, diz o Senhor. Por que? Porque eles quebraram a aliança. Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor, na sua mente imprimarei as minhas leis e também sobre o seu coração as inscreverei. E eu serei seu Deus e o meu povo estará aqui a repetir a promessa de Jermias 31, que lemos há pouco.
E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo que conheça ao Senhor, porque todos os mecanismos, dizem um menor até ao maior, pois para com as suas iniquidades, os reis de misericórdia e dos seus pecados, jamais me lembrarei, quando ele diz nova, torna antiguada a primeira. A primeira, a aliança torna-se antiguada. Como vemos, o que Deus está a dizer é que, vai dar uma aliança, eu não falhei, esta aliança vai ter sucesso e vocês vão obtercer. Então, como vimos em Ezekiel, os israelites morreram. Desde nosso receio, eles não receberam a vida eterna, eles não receberam a promessa. Eles esperaram a ressurreição, eles esperaram pela nova aliança. Mas, continuando, diz assim, quando ele diz nova, torna-se antiguada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiguada e invocido está prestes a desaparecer. Mas há elementos da antiga aliança que se mantém. Outros elementos estão absolutos, estão antiguados e desaparecem. Mas há certos elementos que se mantém.
Uma vez que Cristo morreu, os excitou, o templo foi destruído.
E, depois, Paulo continuou a explicar, no capítulo 9, adiante, que não havia mais o sacerdote levítico, porque não podiam praticar o sacerdócio levítico, porque não havia templo. Isto é o problema hoje em dia, com o judaísmo de hoje em dia. Não podem praticar, porque não há templo.
Não podem fazer o que foi instruído na aliança de Sinai, na antiga aliança, porque não tem templo.
A maioria desses elementos da antiga aliança é não relacionados com o templo e com os sacrifícios e concessos de atividades levíticas e do sumo sacerdote.
E, por isso, há partes aqui da lei ritual, da lei dos rituais que desapareceram. Ora, o que acontece agora é que existe uma nova aliança. Ora, é esta nova aliança só para os israelitas?
Não. Lembrem-se que o começo da promessa foi a Adão, com a primeira mensagem de boa nova à humanidade, que foram expulsos, mas voltarão de volta.
E, por isso, estas promessas, estas alianças, o comprimento destas alianças, ocorre em fases. Primeiro, o messias a devir ter que vir. Depois, Satanás a devir a ter que ser destruído. A segunda vinda de Jesus Cristo. Sim, o messias já veio, mas o Satanás ainda não foi destruído. O messias está agora no céu, como o nosso sermos sacerdote. O Espírito Santo já foi derramado, mas só algumas pessoas, aqueles que são chamados, não ao povo de uma maneira geral, e será feito em maior quantidade quando Jesus Cristo vier. Vejam comigo em Isaías capítulo 42. Isaías capítulo 42. Isaías capítulo 42. Isaías capítulo 42. Versículo 1. Veja que o meu servo a quem sustenho, o meu escolhido em quem a minha alma se comprasse. Pus sobre ele o meu espírito, está a falar aqui Jesus Cristo, e ele promolgará o direito para o Gentio.
Não é só para os Israelitas, para o Gentio. Pus explica. Não clamará, nem gritará, não desanimará. Versículo 4. Nem se quebrará até que ponha na terra o direito. Qual é o direito? O direito para os Gentios. Como lembramos no versículo 1, continuando a ler no versículo 4, e as terras do mar aguardarão a sua doutrina. E depois, leem no versículo 6, e zias 42. É o Senhor, te chamei a justiça, te martiei pela mão, te guardarei, e te farei mediador da Aliança. Jesus Cristo vai ser mediador da nova Aliança, com o povo e luz para os Gentios. A nova Aliança não é só para os Israelitas, mas é para os Gentios.
Vemos que a antiga Aliança, a Aliança no Sinai, foi feita a uma família, os Israelitas, que sim tinham várias tribos, digamos assim, mas a nova Aliança é feita individualmente, pessoa por pessoa, por pessoa, por pessoa, e individualmente de todas as nações, Israelitas e Gentios.
Você poderia talvez dizer, não seria fantástico, se você fosse a braão, e se Deus fizesse, esse acordo que fez com a braão, fizesse com você.
Bem, você sabe que Deus está a fazer esse acordo que fez com a braão, está a fazer com você e comigo, e que isso é parte da sua salvação e da nossa salvação, porque Ele está a fazer essa nova Aliança consigo e comigo individualmente, individualmente.
E por isso, queres irmãos, Deus está a cortar esta Aliança conosco, está a fazer esta Aliança como, lemos na parte um deste sermão, que Ele cortou a Aliança com a braão, tirou estes animais, cortou a meia, Ele veio com a tocha no meio, e Deus andou entre os animais, e simbolicamente quer dizer que Ele se tornou um sangue com o povo, porque Deus tem o poder de fazer do homem, o seu parentesco, o seu familiar, a família de sangue, através de Cristo. E o Messias é a nossa Aliança. Vejam aqui no versículo 6, diz assim, Eu o Senhor te chamei com justiça e te rumarei pela mão e te farei-me de ador da Aliança com o povo e luz para o Gentio Jesus Cristo, e o Jesus Cristo é o Messias desta Aliança para toda a humanidade. Por isso é que Jesus Cristo disse quando tirou o cálice, e disse, este é o meu sangue, o sangue da nova Aliança. Jesus Cristo é um mediador da nova Aliança. Este sangue, este acto de Jesus Cristo de morrer por nós, é a ação de ligação, é este acto de comprometimento que Deus fez e faz conosco individualmente, através da vida do Filho de Deus. Deus, assim, veio a ser carne, e o seu sangue tornou-se esta cola, esta ligação, esta parte do acordo que nos liga, este compromisso que Ele fez, que nos une nesta Aliança, nova Aliança, com Deus através do sangue de Jesus Cristo. Por isso, a nova Aliança faz a antiga Aliança velha e antiquada, como lemos em Hebreus 8, versículo 13. Hebreus 8, versículo 13, diz assim, quando ele diz a nova, torna a antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado em versíduos, está prestes a desaparecer.
Queres irmãos, a antiga Aliança era uma figura, uma sombra, uma forma física de coisas espirituais e celestiais. Era um modelo, uma fico sombra, uma figura de coisas celestes, como lemos há pouco em Hebreus 8, versículo 5. E, por isso, Paulo continua aqui a sua explicação em Hebreus 9, dizendo, a primeira Aliança também tinha perfeitos de serviço sagrado e o seu santuário terrestre, com efeito, foi preparado o tabronáculo, cuja parte anterior, onde estava o candeiro e a mesa, a exposição dos penses, se chama o santo lugar. E, por isso, está a explicar aí, a sério do tabronáculo, e do santíssimo, do santo lugar, o santo dos santos, onde nenhum sacerdote podia ir, nenhum navite, nenhum Israelite podia ir, exceto o sumo sacerdote. E isso só uma vez por ano. Depois, continuando aí, diz-nos-se, no versículo 8, de Ibreus 9, querendo com isso estar a entender o Espírito Santo, que ainda o caminho do santo lugar, isto é, do santo dos santos, não se manifestou, enquanto o primeiro tabronáculo continua erguido. O caminho não era ainda manifestado. Queridos irmãos, por isso, é que esta nova aliança é tão importante. Por isso, é que esta nova aliança é tão importante. No próximo sermão, queridos irmãos, eu vou descrever um bocadinho mais de várias escrituras de Paulo. Vou rever o que dei até agora. E vou completar o entendimento do plano de Deus através da estrutura das alianças.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).