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1. O que é o encrujamento? Bom dia, boa tarde, queridos irmãos, que é Joscamos. Uma das grandes benções que Deus nos dá é o encrujamento e o conhecimento da grande esperança que temos, que está claro que é a vida eterna no rei de Deus, mas isso é através do plano de salvação que Deus tem para nós. E, no novo testamento, através de Jesus Cristo, Deus, digamos assim, preencheu, ou encheu até o cima, o entendimento profético de muitas profecias do antigo testamento, particularmente profecias acerca do seu plano de salvação. Por exemplo, vejam comigo em Mateus 5, versículo 17. Em Mateus 5, versículo 17. Temos aqui uma escritura que não é bem entendida por muitas pessoas, porque diz assim, não penseis que vim revogar a lei ou os profetas. Não vim para revogar, vim para cumprir. Infelizmente, muitos cristãos neste mundo hoje em dia pensam que, visto que Jesus Cristo cumpriu, nós não precisamos de cumprir.
É como se que dissesse, olha, porque uma outra pessoa está a guardar as leis de tráfico e, por isso, eu não preciso guardar as leis de tráfico. Está claro, isso é absurdo, é absurdo. Mas é o que algumas pessoas, na verdade, muitos, dizem. Mas se lermos o resto deste capítulo, por exemplo, vemos que Jesus Cristo há vários exemplos. Díamos assim, de encher até o cima a lei. Dando um significado mais abrangente à lei, por exemplo, diz que a lei diz não matarás. Mas Jesus Cristo amplifica a lei, dizendo que, se você preferir um insulto ou chamar uma pessoa tolo, você está já a quebrar a lei de que diz não matarás. Também fala acerca do princípio de que não adulterás. Mas, por exemplo, diz-se, olhas com intenção de impura no coração para uma mulher, então já conteste adulterio. E por outro exemplo diz, não darás falso de estemunho, ou não falarás falso. Não deve mentir. Então diz-te, cuidado que o teu sim seja sim e o teu não seja não. Por isso deu vários exemplos aqui, neste mesmo capítulo de Mateus 5, Jesus Cristo deu vários exemplos de que ele não estava a revogar a lei, mas a cumprir isto é a preenchela, a enchela até o cima. E isso é um ponto importante desta palavra cumprir em grego. A palavra cumprir aqui, em Mateus 5, 17, em grego, é uma palavra play-rao, que significa encher até o cima. Cumprir, encher até o cima. Mas o ponto interessante aqui, é que ele diz não vir revogar a lei, e a morria das pessoas pensa simplesmente só da lei, mas também diz, ou os profetas. Isto quer dizer que Jesus Cristo também vai encher até o cima uma série de profecias, profecias do antigestamento, que estavam profetizadas, mas que o entendimento não estava preenchido, digamos assim, não estava enchido até o cima, até o topo. E um desses entendimentos proféticos, é o entendimento do significado do oitavo dia da festa. A festa da tabrenáculos é por sete dias, mas há um oitavo dia dessa festa. E os judeus, por exemplo, e muitos cristãos não entendem o significado desse oitavo dia.
Bem, não entendem, porque não praticam a festa. Mas mesmo assim, praticando, muitas pessoas não entendem completamente, porque foi necessário o entendimento que Jesus Cristo deu para preencher até o cima o significado desse dia. Por exemplo, nós temos um dia de estudo bíblico, que é plano dos dias santos de Deus, a promessa da esperança para toda, toda humanidade.
O ponto de sublinhar aqui é para toda a humanidade. E esse entendimento de toda a humanidade tem esta esperança de ser salva, é um dos grandes significados do oitavo dia. Ou, como nós, costumamos dizer, na Igreja de Deus, o último grande dia. Cris irmãos, como lemos, por exemplo, em Levíticus 23, começamos a entender que há sete, digamos assim, festas santas, no plano de salvação. A primeira é a páscoa, em que representa o simbolismo em que Jesus Cristo passa por cima dos nossos pecados, por causa do sangue de Cristo estar nas nossas vidas, à volta das nossas vidas. O segundo período de festa é os dias de espanhas-mas, que representa simbolicamente que o pão levado, nesse período, representa os nossos pecados, e nós temos de sair deste mundo de pecado, deste mundo do Egipto espiritual, e temos de sair e temos que nos comprometer a obtecer a Deus.
Completamente, por isso é que há por sete dias. Completamente. Ora, quando nós nos comprometemos a fazer isso, realizamos que não conseguimos fazer por nós próprios. Precisamos do Espírito Santo de Deus. E, por isso, o terceiro festival é o dia de Pentecostes, que simboliza, no antigo testamento, quando Deus deu a lei aos Israelitas no mundo de Sinai, mas no novo testamento simboliza o nosso, digamos assim, assinar o compromisso da nova aliança.
Através de nós realizarmos que temos que nos arrepender, temos de ter fé em Cristo, que é simbólico dos primeiros dias de festas, da páscoa e dos dias asmos, mas agora temos que ser batisados e fazer esse compromisso, essa páscoa da nova aliança, que representa que a aliança é feita, entre nós e Jesus Cristo um compromisso, esta nova aliança, individualmente conosco que Jesus Cristo nos oferece, mas nós temos que fazer a nossa parte.
E, por isso, precisamos, através desse compromisso, o Dom do Espírito Santo de Deus, que foi dado no Dia de Pentecostes, e o Dom do Espírito Santo de Deus é o poder de Deus, é a ajuda de Deus para nós podermos obter e cumprir as leis Dele e entender o seu grande plano. Porque, ao fim de contas, o Espírito de Deus é uma semente em nós, que nos dá, digamos assim, a mentalidade de Deus, a maneira de pensar de Deus, do Pai e do Filho, a maneira de pensar, porque claro, não é o cérebro de Deus em nós, mas é a maneira de ver, a maneira de pensar a mentalidade de Deus em nós.
E, por isso, se diz a mente de Deus, mas quando diga isso, a mente de Deus não estou a dizer que é o cérebro de Deus, mas é a maneira de pensar, a maneira de ver, a maneira de... este pensamento, este essência espiritual que faz com que nós pensamos de uma maneira espiritual, segundo o Espírito e não segundo a carne.
E precisamos, por isso, da ajuda do Espírito Santo, e isso é simbolizado pela essa terceira festa. Depois, temos que vencer a fraqueza da nossa carne, com a ajuda do Espírito, durante a nossa vida inteira, até ao fim. E o fim, ou é quando Jesus Cristo vier, ou quando nós morremos, será o fim para nós.
Quando Jesus Cristo vier, se tivermos vencido durante a nossa vida, até morrermos, então estaremos na primeira ressurreição e seremos transformados em seres espirituais, que é o simbolismo do dia das trombetas. Como eu descrevi em sermãos prévios, que representam o período em que Jesus Cristo vai intervir no mundo, mas que, digamos assim, tem um ápice, um ponto principal, uma parte final, que é a sétima trombeta, que é a vinda de Cristo. E que representa, também, quando vamos ser ressuscitados ou transformados em seres espirituais, isto é, seremos, de facto, então, nascido de novo, como seres espirituais, para reinar com Cristo na terra.
Como ser espirituais. Ser espirituais que se podem ser vistos, tal como Jesus Cristo depois da ressurreição, foi visto e podia ser tocado por pessoas como o Tumér que tinha as suas dúvidas disse, toquei Jesus Cristo, toquei a mim, vei que tenho ossos e tenho carne.
Uma pessoa ser espiritual, vai ter essa possibilidade de ser sentida e vista. Também Cristo podia, de repente, desaparecer da sala. E por isso é um ser espiritual que tem essa capacidade de desaparecer e desaparecer. Como isso é realizado, não seremos, não sabemos. Porque é porque isso vai ser relado nesse dia. Mas esse é o significado de estrompetas. Mas para reinarmos neste mundo físico, vamos ter que, o Deus, através de Jesus Cristo, vai ter que eliminar toda a oposição e por isso vemos que o Deus, a peste e a falsa profeta, serão eliminados.
Mas também o diáboa vai ser imprisionado durante esses milanes, durante o reino milenial. Isso é representado pela dia de despiação. Digamos assim, a quinta festa. O diáboa é imprisionado e os seres humanos físicos, carne e sangue, que continuarem a viver e a sobreviver na terra, vão ser reinados por um governo mundial que é incorrupto. Não como émos governos deste mundo, sejam eles no Brasil, sejam eles em Portugal, sejam eles na Europa, sejam eles nos Estados Unidos da América, os governos governantes estão cheios de corrupção nesta sociedade.
Mas os governantes de Paz de Cristo, que serão os santos necessitados, esses são incorruptíveis e vão reinar sobre a humanidade que terá sobrevivido na terra durante o reino milenial durante mil anos. Durante esses mil anos, que é representado pela festa dos tabernáculos, por sete dias, que é o sexto. A sexta festa representa, digamos assim, a restauração da terra. A terra, então, vai se tornar um paraíso. Um paraíso. Depois desse paraíso, então, sabemos que o diabo vai ser libertado brevemente e depois vai ser julgado e depois disso vem o significado do oitavo dia.
Então, qual é o significado do oitavo dia? Da festa. Do oitavo dia que são parte desses dias santos de Deus, que devemos de guardar e observar. E quando guardamos e observamos, de ano a ano, começamos a entender melhor e melhor o plano de salvação de Deus. Então, o que é o significado do oitavo dia? O último dia.
O grande dia da festa. Sim, o último dia. Que é um dia grande. Que é um sábado grande. É um sábado anual. Querias irmãos, muitas das profecias, no antigo testamento, não descrevem o significado das profecias. Foi preciso que Jesus Cristo e Viespa nos darem entendimento mais repleto, mais completo, enxendo entendimento até o cima dessas profecias. Deixe-me dar a vocês um exemplo agora. Vou dar outros, um bocadinho mais, adiante, no meu sermão. Por exemplo, em Deutronómio 32, vejam, por exemplo, no versículo 35, A mim me pretensa vigança à retribuição, a seu tempo. Isto é uma profecia que foi descrita aqui, mesmo, nos livros da lei. Mas quando é que isso vai ser?
Esse período não é entendido, plenamente, do antigo testamento. Por exemplo, vejam no versículo 36, Porque o Senhor fará justiça ao Seu povo e se acompaterá dos Seus servos quando vir que o Seu poder se foi. O poder de Seus servos foi. Quando é que isso vai acontecer?
Aqui não menciona quando. Simplesmente diz que vai acontecer, mas não dá, digamos assim, esta dimensão de tempo, de quando é que isto vai acontecer? Até o próprio Daniel perguntou ao anjo, Quando é que estas coisas vão acontecer? E o anjo diz, estão saladas até o tempo do fim. Vejam, continuando aqui, em Deuteronômio 32, versículo 43. Veja assim, Lovai ao noções do Seu povo, porque o Senhor vingará o sangue dos Seus servos, tumorar a vingança dos Seus adversários e fará a expiação pela terra do Seu povo. Quando é que isso será?
Não explica aqui quando. Esta dimensão de tempo não é adicionada a esta profecia. Cariz irmãos, O oitavo dia tem um significado muito importante, que Jesus Cristo explicou para nós entendermos o que vai acontecer. Infelizmente, muitas pessoas, em primeiro lugar, nem sabem das festas de Deus. Por quê? Porque estão a observar festas pagãs, como o dia de Natal e outras assim. Em vez disso, se estivéssemos a obter as festas santas de Deus, começávamos a entender melhor o plano dele. E com o ensinamento adicional que Jesus Cristo deu à igreja, então começamos a ver, ter a visão, começamos a entender o que Ele nos está aqui a explicar por estas festas.
Ora, as festas são descrevidas em Levíticos 23. E, como disse, são explicadas em muito maior detalhe, no nosso guia de estudo, plano dos dias santos de Deus, a promessa de esperança para toda a humanidade. Mas lendo aqui acerca da festa dos tabernáculos, que começa a explicar aqui no Levítico 23, começando o versículo 33 até 39, por exemplo, mas vejam, por exemplo, no versículo 36.
Diz assim, sete dias oferecereis ofertas queimadas ao Senhor ao oitavo dia. Teres santa convocação. Isto é, ao oitavo dia é um dia santo. Isto é, é um sábado anual. E ofereceis ofertas queimadas ao Senhor. É reunião solene. Nenhuma obra servil fareis. Runião solene. É de sará. Runião solene. Nenhumas outras, dos dias santos, diz que é reunião solene. Nenhuma das outras, dos dias santos, descritos aqui em Levítricos 23, diz que é é de sará. O que é quer dizer isso? Runião solene. Runião solene é uma cerimônia de encerramento. É uma conclusão final dos dias santos de Deus. É o dia de encerramento da temporada do festival.
Sim, no festival, dos oitias, que certos são de Tebronáculos e oitavo não é, mas o festival de oitias, mas também dos festivais de Deus. É o encerramento do ano, digamos assim, religioso, com o significado dos dias santos de Deus. É uma reunião solene. Isto é uma fechadura, digamos, em um encerramento. É muito uma conclusão o último dia da festa ou do período de festivais.
E é um encerramento soleno. Por exemplo, em Namias capítulo 8, Namias capítulo 8 também fala acerca da festa. E é um período em que os judeus tinham sido levados para a Babilônia e depois tinham retornado. E depois lê-se aqui que, no capítulo 8, Namias, que eles então começaram a ler o livro da lei e entenderam que deviam guardar a festa das cabanas, ou a festa dos tabrenáculos. E lê-se aqui que não tinham guardado desde os dias de Josué. Não tinham guardado a festa desde os dias de Josué. Vejam, por exemplo, no versículo 17.
Toda a crocancão dos que tinham voltado cativeiro fez cabanas, fez residências temporárias. E Namias habitou porque nunca fizeram assim os filhos de Israel. Desde os dias de Josué. Filho de Nam, até aquele dia. E houve muita alegria. Quer dizer que, os dias todos dos juízes, os dias de David, os dias de Salomão, os dias dos outros reis todos não guardaram a festa de tabrenáculos.
Parece mentira, não é? Parece mentira. E diz assim, versículo 18. Dia após dia, Leoésdras, no livro da lei de Deus, desde o primeiro dia até o último. Desde o primeiro dia até o último. No primeiro dia desse período de festa, até o último. E celebraram a festa sete dias e no oitavo dia, que é o último. Desde o primeiro até o último. E celebraram a festa de tabrenáculos por sete dias e no oitavo, que é a reunião selena, etserá, de fechamento em serramento, cerimônia de encerramento, o último, houve uma cerimônia selena.
Etserá. Uma cerimônia de encerramento, segundo o proscrito. É claro que os judeus entendiam que o último dia deste festival era o oitavo dia. Algumos dizem, ah não, era o sétimo dia. Vê-se em vários escritos do período intertestamental que era o oitavo dia. Era o último dia. Era o último dia do festival. Não há dúvida disso. Pode-se ler até no Mishna, Sucar, oi, 4,8 ou oi, pode-se lurer em José Fou, pode-se ler no Filo de Alexandre e outros.
O oitavo dia era o último dia. Isso é certo. Era a cerimônia de encerramento, o último dia. Mas o significado do oitavo dia não era bem entendido. Sim, tinham um entendimento que apontava para a eternidade que é correto, que é correto, mas não é pleno, não é completo. Por que? Porque, como disse, muitas das profecias não tinham esta dimensão de tempo. Vou dar um outro exemplo aqui, em que profecias não tinham uma dimensão de tempo, está em Isaías 61. Ora, em Isaías 61, uma secção profética que Jesus Cristo leu, podem ler isso em Lucas 4, versículo 18-19, mas em Isaías 61, quando Jesus Cristo leu, disse assim, o Espírito Senhor está sobre mim, porque o Senhor o menongiu para pregar boas novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar a libertação aos cativeiros, aos cativos, perdão, e por, em liberdados aos mados, a pregoar o an Aceitável do Senhor e Ele 111.
Parou de ler, no meio, de uma frase.
Por quê? Porque a parte que ela acabou de ler, até esse ponto, no versículo 2 de Isaías 61, foi cumprida na sua primeira vinda. O resto do versículo 2 de Isaías 61 será cumprida na segunda vinda dele.
Que é o dia da vingança do nosso Deus, a consular todos os choros, a pôr sobre os que, em si, é um estão de luta, uma coroa, em vez de cinzas, etc. Isso será cumprida durante a segunda vinda de Cristo. Mas vê-se aqui, numa profecia, Isaías 61, que, tanto a primeira vinda como a segunda vinda estão uma lá da outra, sem esta diferença de que há uma dimensão de tempo entre uma e outra.
Sem esta terceira dimensão, digamos assim. E, por isso, as pessoas não entendiam profecias. Pelenamente, Pelenamente, baseado somente no Antigo Justamento. Precisamos do ensinamento adicional, que Jesus Cristo nos deu, como lemos em Mateus 5,17, para encher até o cima ou até o topo as profecias. Não só a lei, mas as profecias. Vejam outro exemplo aqui, em Ezekiel 34. Ezekiel 34. Vamos ler Ezekiel 34. Está aqui a dizer, por exemplo, no versículo 20. Diz assim, por isso, assim, lhes diz o Senhor Deus.
Eis que eu mesmo julgarei entre ovelhas gordas e ovelhas magras, quando? Não explique aqui. O versículo 24. Eu o Senhor lhes serei por Deus, e o meu servo David será príncipe no meio delas. Eu o Senhor o disse, mas não explique quando. Aqui está a falar que David vai ser suscitado, mas não entendiam esta dimensão de tempo, que haveria uma primeira vina de Cristo e depois uma segunda, e com uma quantidade há anos que se passariam e isso tudo.
Veja, versículo 25. Farei com elas a aliança de paz, e caberei com as bestas-feras da terra, seguras habitarão no deserto, e nominarão nos bostes. Está aqui a falar do reino milenial. Precisamos estar claro do entendimento do livro de Apocalypse, que Jesus Cristo deu a João, que foi escrito muitos anos depois dele ter sido suscitado. Vê-se aqui que Jesus Cristo deu este entendimento à Igreja, a nós, pessoas, no Novo Testamento, nesta era. Veja, por exemplo, aqui no versículo 30 e 31, deste mês, isiquial 34. Versículo 30 e 31. Saberão porém que eu, o Senhor, seu Deus, estou com elas e que elas são o meu povo. A casa de Israel diz o Senhor.
Saberão que eu, o Senhor, seu Deus, estou com elas. Saberão, vocês vão saber um dia. Quando é que nós vão saber? As pessoas morreram. Esse entendimento não estava pleno, não estava completo. Vós, pois, ao veleis minhas, ao veleis do meu pasto, homens sois, mas eu sou o vosso Deus, diz o Senhor. As pessoas morreram praticamente sem esta esperança. Mas existe esta esperança porque é a promessa de esperança para toda a humanidade, sublinhando toda.
Fegemos, então, como Jesus Cristo começou a explicar este ensinamento do 8º dia. Começou a preencher, a cumprir, a encher até o cima este ensinamento profético. Veja, por exemplo, em Mateus 13. Mateus 13, versículo 16 e 17. Porque ele estava a ensinar coisas a eles que eles rejeitaram. Os líderes judaicos acharam como blasfémia. Porque ele estava a ensinar coisas muito importantes. Vejam, Mateus 13, versículo 16 e 17 diz assim. Bem-aventurados, pois, os vosso olhos, porque ele estava a falar em parábolas e estava a explicar a eles significados, que eles não entendiam.
Mas estava a dizer, bem-aventurados, pois, os vosso olhos, porque vêm e os vosso ouvintes, porque ouvém. Bem-aventurados, pois vocês estão a ver isto, estão a entender isto, estão a ver esta visão. Bem-aventurados, só. Pois, em verdade, diz no versículo 17, vos digo que muitos profetas e justos do Antiguitos também tu desejaram ver o que vocês estão a ver e não ouviram. E desejaram ouvir o que vocês estão a ouvir e não ouviram.
Vocês são bem-aventurados, bem-aventurados, porque estão a receber esta benção, de ter este conhecimento que os outros não tiveram, porque agora é o tempo, através da vinda de Cristo e através de Cristo, de cumprir, de preencher, de encher até o cima o significado dos profetas e que têm sido enchido através de Jesus Cristo e dos seus apóstolos e das mensagens que Jesus Cristo deu aos seus apóstolos, aos seus apóstolos, como por exemplo o livro da Apocalipse.
E por isso vemos que o único local, na Bíblia, que podemos encontrar um repleto significado de muitas dessas profecias, é no Novo Testamento, porque as profecias estão no Antigo Testamento, mas são explicadas no Novo Testamento, através da ajuda do Espírito de Santo Deus, do Poder Deus e disso tudo. E por isso, vejemos, então, outro exemplo aqui, em João capítulo 5.
Vamos ler versículo 25 a 29. João 5.
Vemos aqui alguns ensinamentos novos que Jesus Cristo estava a dar. João 5.
Versículo 25 a 29.
E sim, os que tiveram feito bem... Perdão, vou seguir o 25, desculpa. Em verdade, vos digo que vem a hora e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus e os que a ouvirem viverão.
Vão ouvir a voz do Filho de Deus? Este ensinamento novo que não sabiam no Antigo Testamento. Não compreendiam isto no Antigo Testamento. Os mortos ouviram a voz do Filho de Deus e os que a ouvirem viverão. Quer dizer que Jesus Cristo tem esta autoridade. Veja no versículo 26. Porque assim como o Pai tem vida em si mesmo, também concedeu ao Filho ter vida em si mesmo.
E versículo 27. E lhe deu a autoridade para julgar porque é o Filho do homem. Quer dizer que ele, Jesus Cristo, Filho de Deus e Filho do homem, têm a autoridade do Pai para julgar. Isto era um entendimento novo.
Não vos maravilhais disto porque vem agora em que todos, sublinhar todos, os que se acham nos túmulos, todas as pessoas que estão mortas, ouvirão a sua voz e sairão. Todos serão ressuscitados. Uns mais cedo e outros mais tarde. É o que ele disse depois, no versículo 29. Os tiveram feito bem, os santos foram perdoados, que mudaram a vida para a ressurreição da vida. A primeira ressurreição, uma melhor ressurreição. E os que tiverem praticado o mal, e que dizem irmãos, quem de nós é que não praticou o mal? Mas pela misericórdia de Deus e pela perdão e pelo sangue de Cristo, é que fomos lavados e fomos justificados para fazer o bem. Por que não fosse por isso, seríamos entre estes, que praticaram o mal, para a ressurreição do juízo. Esta é a segunda ressurreição, que é uma ressurreição de um juízo, de um período de julgamento até uma sentença final. Isto é, digamos assim, conhecimento, entendimento novo que não sabiam. Não sabiam. Jesus Cristo, então, está aqui a falar que ele tem autoridade, e, em segundo lugar, quebrar duas ressurreições.
Ainda neste momento, neste ensinamento, ainda não explicou quando, mas vê-se que ele começa a explicar essas coisas um bocadinho e uma ágilha, de outro bocadinho conforme os anos passam do seu Ministério. Porque isto foi, digamos assim, um ano para dentro do seu Ministério. Vamos ver daqui a pouco, lá para o terceiro ano e a parte final do seu Ministério.
E, por isso, é como nós ensinamos os nossos filhos. Começamos a ensinar algumas coisas e, conforme começam a entender, e a coisa se sente bem na cabeça, como nós a daram um ensinamento adicional. Foi o que Jesus Cristo estava a fazer aqui, foi ensinando devagarinho, conforme ele foi pregando e isto foi entrando nas cabeças deles.
E uma das coisas que ele falou foi acerca do Último Dia. O Último Dia. Veja em João capítulo 6, versículo 39. Diz assim, e a vontade de quem me enviou é esta, que nenhum é o perca de todos. O que me deu, pelo contrário, eu ressuscitarei no Último Dia. Ao fim de contas, ao fim das grandes contas, todos são dados a Cristo, que é toda a humanidade. E por isso, uma grande perspectiva, o Último Dia, vai ser quando toda a humanidade vai ser ressuscitada. Está claro, as primícias que vão ser primeiro. A primeira ressurreição, a ressurreição da justiça, que vai ser uma melhor ressurreição.
Continuando a ler no versículo 40, de facto, a vontade do meu Pai é que todo, sublinhar todo, homem que vir o filho de ele, crer, tenha a vida eterna.
Está olhando para a eternidade. E eu ressuscitarei no Último Dia, ligando a eternidade para toda a humanidade com o Último Dia.
Vejemos um cadinho mais adiante, no versículo 44. Ninguém pode vir a mim se o Pai que me enviou não trouxer e eu ressuscitarei no Último Dia. A fim de contas, todo mundo vai ser chamado pelo Pai, mas nem todos são chamados hoje.
Com entendimento que as pessoas não sabem, não entendem. Hoje, só aqueles que são chamados, porque não podem vir a não ser que Deus os chama. Deus quer chamar todos, mas cada um, no seu próprio tempo, no seu próprio ordem, como lemos em 1º e 45, cada um, no seu próprio ordem.
Diz assim, se o Pai que me enviou não trouxer e eu ressuscitarei no Último Dia. Está aqui a tentar apontar e dar este ensinamento e esta explicação do Último Dia. E sabemos que o Último Dia é o 8º dia, é o Edsará, a cerimônia solene de enserramento. O Último Dia. Os judeus sabiam muito bem quando era o Último Dia. No Último Dia. Vejam no V. 45, que serão todos ensinados por Deus. Por Deus. Quando? No Último Dia. Quando haverá esta segunda ressurreição, como vamos ver daqui a pouco, todos serão ensinados por Deus. Veja, por exemplo, no V. 54.
Quem comer a minha carne, beber o meu sangue, tem vida eterna. E eu ressuscitirei no Último Dia. Vê-se aqui, Jesus Cristo, daram ensinamento uma vez e outra e mais outra acerca do Último Dia. E depois, continuamos a ler no V. 7, ver se que chegou o período da festa. Este foi o Última Festa da Bernáculos, que Jesus Cristo guardou antes de ser matado. E se foi no ano 30, era corrente. E esta era a V. 2, capítulo 7. Ora, a festa dos judeus chamada a festa dos tabernacos estava próxima. E eles perguntaram, não vejam isso? Não, não, não, não. Não vou ainda. Deu entender que não ia, mas foi imprivado. Não foi com o mundo todo, porque já o criam matar. E eu sabia que ainda não era o tempo. Ele seria matado durante a páscoa do ano seguinte, que seria do ano 31. Mas aqui era a festa do ano 30.
Mas com o leno versículo 10, capítulo 7 de João, mas depois que seus irmãos subiram para a festa, então subiu ele também não publicamente, mas em ocultar, em privada, em ocultar, assim, confidencialmente, digamos assim. E depois, vê-se no versículo 14, corria já em meio da festa, que está a Bernaclos, está claro, neste período de festival, no meio da festa, e ele então foi ao tempo e começou a ensinar.
E vê-se aqui que ele começou a ensinar. E depois chegou-se um bocadinho mais adiante, vê-se no versículo 37, de João 7, vê-se assim, no último dia, o grande dia da festa, o último dia, quando era o último dia? O oitavo dia, o grande dia da festa.
Agora, em Lênus aqui, vê-se que, criacido depois do Porto de Sol, ao fim do sete dia, o oitavo dia começou ao Porto de Sol, por exemplo, digamos, às seis da tardinha, ou coisa assim, dependendo da área em que você vive, que horas seria, mas digamos, por exemplo, às seis horas, às seis da tarde, por isso, seria um pouco depois disso, e então já era o começo do oitavo dia, mas o sol era noite ainda, e não era, digamos assim, a parte manhã do dia seguinte, mas já era o oitavo dia. E depois do Porto de Sol. Levantou-se Jesus e exclamou, se alguém tem cê, devanhe a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura do seu interior, fluirão rios de água viva.
Vê-se aqui que, Jesus Cristo, no último dia está a dizer, quem quiser vir a mim, devanha. A restrição de João 6.44, digamos assim, já não existia, que era só para quem fosse chamado. Agora todos são chamados. Porque quem quiser, devanha. Porque o oitavo dia, o último dia, a segunda resolvição, quando toda a humanidade vai ter essa chance que não teve. Vão ter a primeira chance, pois não tiveram uma chance na vida anterior. Não vieram a conhecer a verdade, não vieram a conhecer o verdadeiro Jesus Cristo, não vieram a conhecer esta verdade. E vão ter, por isso, a primeira oportunidade, a primeira chance. Vejam um cadinho mais adiante, em João 12. João 12, versículo 48, diz assim, quem me rejeita e não recebe as minhas palavras, tem quem o julgue.
A própria palavra que tenho proferido, essa o julgará no último dia. O último dia, o oitavo dia, vai ser o período de julgamento, como agora entendemos, que é o período do Grande Trono Branco, na Apocalipse 20, versículo 11 a 13. Então, vejemos.
A festa de Tabronáculos terá completado por sete dias, sido completada. Isto é representando que a Terra foi feita um paraíso durante o milenio, durante o reino milenial.
A Terra terá sido restaurada a um paraíso.
Pronta, para receber os bilhões de seres humanos que morreram antes, da segunda vinda de Cristo.
Quando a Terra vai ser, depois da Terra ser restaurada, depois de Satanás ser condenado, como lemos em Apocalipse 20, versículo 10, depois temos a secção que diz em Apocalipse 20, versículo 11. Capítulo 20, versículo 10, demonstra que é o período em que a sentença vai ser dada a Satanás, o diabo-se-doutor de Deus foi lançado para dentro do largo de fogo, e depois, no versículo 11, começa então este significado do último dia, deste grande dia da festa. E diz assim, vi um trono branco, e aquele que nel 60, de cuja presença fugiram a Terra e o céu e não se achou lugar para eles, vi também os mortos, os grandes e os pequenos, vi também as pessoas que estavam mortas, fossem importantes ou não importantes, fossem reis ou não fossem reis, ou fossem cidadãos comuns, grandes e pequenos, postos em pé, esterros suscitados, diante do trono, perante Jesus Cristo. Então se abriram os livros, estes livros da Bíblia, se abriram os livros, e então, aí eles foram ensinados porque os livros se abriram, começaram a explicar através dos pastores e dos ministros que terão servido a Deus, que estarão aí nesse governo, que seremos nós, se Deus quiser, os santos, que estaremos nesse governo, vamos ensinar a essas pessoas, vamos abrir, vamos explicar a Bíblia a eles, eles vão entender o que nunca tinham entendido.
Se abriram os livros. E ainda o outro livro, o livro da vida, foi aberto. Isto é, depois deles entenderem, depois eles receberem um entendimento, depois deles reconhecerem que Jesus Cristo deu a vida por eles, depois deles reconhecerem que tem que se arrepender, depois deles reconhecerem que tem que comprometer a obtecer a Deus, então vão ser batizados em nomes de Jesus Cristo, e então vão ter a imposição da mão pelos ministros verdadeiros, ministros de Deus pedindo a Deus para os batizar com o Espírito Santo, isto é, para dar a eles o Espírito Santo, para eles começarem a poder vencer as suas dificuldades na vida.
E depois tem um período, o julgamento de vencer até o fim, e quando são batizados e recebem o Espírito Santo de Deus, o nome deles é escrito no livro da vida. Se eles continuarem a obtecer até o fim deste período de julgamento, então o nome deles no livro da vida não será removido.
E por isso, como diz aqui, o livro da vida foi aberto, e os mortes foram julgados, segundo as suas obras, conforme que se achava escrito nos livros, de acordo com a instrução bíblica.
Queridos Irmãos, isto é um ensinamento que Jesus Cristo nos deu. Isto foi profetizado em Ezekiel 37. Vejam que o Mico se faz favor em Ezekiel 37, do versículo 1 a versículo 14. Mas vejamos só alguns pontos. Isto é a secção do vale de ossos secos. E vê-se aqui que há onde há um vale cheio de ossos secos, muito secos, porque estavam secos há milhares de anos. Vejam, por exemplo, esses vão ser os suscitados. Veja, por exemplo, no versículo 5 e 6. Assim diz o Senhor, e estes ossos, o que farão entrar o espírito em voz e vivereis? O que é espírito? É o fogo da vida. Vão receber de novo o fogo da vida delas que eles tinham, quando tinham vivido da primeira vez, e quando morreram, Deus guardou o fogo da vida delas. Isto é, digamos assim, de uma maneira fácil de explicar, digamos assim, o fogo da vida é como se fosse uma gravação do que eles eram, como um DVD ou uma gravação, e depois deu a eles um corpo novo e depois, dentro deles, o fogo da vida para eles virem a ser essa mesma pessoa de novo, a viver. Diz assim, e farei entrar o espírito em voz e vivereis.
Isto é, vão ter respiração, vão respirar o fogo da vida. Vejam que isto é uma coisa física. Veja no versículo 6. Por aí tendo-o-em sobre você, sobre vos, farei crescer carne sobre vos, porque vos estenderei pél e por aí em voz o espírito. Isto é o fogo da vida, o espírito do homem no homem. E viveréis, e estarão a viver uma vida física. E sabréis que eu sou o Senhor. Como? Porque os livros da Bíblia vão ser abertos para eles, e eles vão começar a entender, a ver e ouvir e aprender o que nunca tinham aprendido, e vão começar a ver, oh, preciso me arrepender, preciso ser batizado.
Veja um bocadinho mais adiante no versículo 9. Então, diz-me, profetiza ao espírito, profetiza ao filho do homem, diz-lhe, assim diz o Senhor Deus, vem dos quatro ventos ao espírito e a sopra sobre estes mortos, para que vivam este é o fogo da vida, este é o espírito do homem e no homem. Está aqui a repetir o que disse um pouco antes. Então, versículo 10. profetizei, como ele me ordenara, e o espírito do homem e no homem, este é o fogo da vida, entrou nele e viveram fisicamente, se poseram em pé. Recessitados, este é a segunda ressurreição, depois do milenium. A ressurreição da juízo, que Jesus Cristo falou. Um exército sobremodo numeroso. Bilhões de pessoas, bilhões de pessoas. Vejam, por exemplo, no versículo 13. Saberais que eu sou o Senhor? Como é que vão saber que sou o Senhor? Porque vão ser ensinados, a verdade, como você está ensinado agora. Vão começar a entender, vão começar a ver, vão começar a compreender. Saberais que sou o Senhor, quando eu abrir a vossa aspultura e vos fizer ser dela, é o povo meu. Quando saberem, quando se arrependerem, quando forem batizados, então receberão o Espírito Santo de Deus, depois da imposição das mãos, e diz assim no versículo 14, porém a voz, o meu Espírito, este é o Espírito Santo de Deus. E vivreis, isto é, então, depois, com o Espírito, terem-se a oportunidade, a vida eterna. Se vencer-os até ao fim, e vos estabelecerei na vossa própria terra. Então sabrez que eu, o Senhor, disse isto e o fiz, diz o Senhor. Queridos irmãos, isto é uma profecia que foi explicada em Ziquiel 37, mas agora, com os entendimentos do Novo Testamento, isto tudo começa a se encaixar. E temos esta dimensão de tempo, e isto tudo começa a fazer sentido. Por isso é muito importante, queridos irmãos, guardarmos os dias santos de Deus, para entendermos isto plenamente. Porque, se não, é só uma coisa intelectual. Infelizmente, muitos de vocês olham para os dias santos e dizem, ah, uma coisa intelectual, ah sim, ah... Mas não praticam. Queridos irmãos, precisam de pôr a mão na massa. Precisam de praticar.
Para entender. E por isso, queridos irmãos, vence esta profecia, a qual os Cristo referiu a ela, por exemplo, e vejam aqui, em Mateus 10. Em Mateus 10, versículo 15. Mateus 10, versículo 15. Diz assim, em verdade vos digo, que menos rigor haverá para o Sodómino morra no Deus juízo, para que, para duque, para aquela cidade.
Isto é o Sodómino morra, vai ser ressuscitado. Ao mesmo tempo, como vem, por exemplo, em Mateus 11, versículo 21 a 24. Mateus 11, versículo 21 a 24. Fala aí das cidades de Corazim e Betzáida, que vão ser ressuscitadas ao mesmo tempo, porque diz aqui que tiro e cidão gentios, que tinham cometido vários pecados, diz assim, se tivessem operados milagres que em vós se fizeram, há muito que elas se teriam arrependido com pano de saco e ciza. E contando vos digo, no dia de juízo haverá menos rigor para tiro e cidão do que para vós outras. E pois veja no versículo 23, e que a Frenau um, e levar-se-á por ventura até o céu, descerá-se-á até o invades, porque se em Sodoma, se tivessem operados milagres que em ti se fizeram, triá-la permanecido até o dia 2. Diga-vos porém que menos rigor haverá no dia de juízo. Vão estar todos juntos, Israelitas e gentios, todos os cidades, bilhões de pessoas, numa terra que foi restaurada. Para quê? Para restaurar a humanidade. Vem, por exemplo, em Mateus 12, 41 e 42, que os meninavitas e a rainha do Sul também serão ressuscitados ao mesmo tempo. Queridos irmãos, não é só para os Israelitas esta segunda ressurreição, é para todo mundo. É para toda a humanidade, como eu disse, é a promessa de esperança para toda, sublinhar toda a humanidade. E essa promessa de esperança é cumprida, é preenchida até o cima, com um significado lindo significado de grande esperança do 8º dia. Vejam, por exemplo, como Jesus Cristo. Continuou explicando aqui em João. Nós acabamos de ler João 7, versículo 37 e 38, foi o que acabamos de ler há pouco. João 7, 37 e 38, que foi o último grande dia. Depois, vejam-se, por exemplo, no versículo 53, que cada um foi para a sua casa, isto foi feito à noite, e depois foram para casa. Por que? Porque a festa dos tabernáculos tinha acabado. O 8º dia não era o 8º dia de tabernáculos, e por isso no 8º dia podiam dormir em casa, não na residência temporária. E, por isso, foram para casa. Mas, o Cristo foi para o Monte Oliveira, já esta noite, e no seguinte, na parte da manhã, do dia que se seguiu, que está claro da maneira que Deus vê dias, é de Porto de Sol, a Porto de Sol, por isso na parte da manhã, ao amanhecer, Ele foi ao templo. Por que? Porque era o 8º dia, era um sábado anual, e era um sábado semanal também, ao mesmo tempo. No ano 30 era corrente. Então, voltou para o templo e depois dá a história aqui da mulher que foi apanhada em flagrante no adultério.
Um exemplo, um simbolismo dado no 8º dia, no dia do julgamento do Trono Branco. Porque toda a humanidade, nesse dia, vai ser apanhada em flagrante e toda a humanidade vai estar na mesma posição. Jesus Cristo vai dizer, como disse a mulher, diz à humanidade, eu também não te condeno.
Mas vai e não peques mais, como lemos no versículo 11. E depois vem mais exemplos. Aqui, por exemplo, no capítulo 8, fala acerca do exemplo, perdão, no capítulo 9, fala acerca do exemplo da cora de um cego que tinha sido cego desde a nascença. Simbólico da humanidade, que está cega espiritualmente desde o dia de nascença.
Mas na segunda resurrição, neste dia de juízo, no dia do Trono Branco, essa cegueira vai ser levantada e vão ver a verdade. Como este cego viu a verdade. Como este cego viu a verdade. E então, é um julgamento. Um julgamento em que os cegos agora vão ver. Os cegos vão ver. Como diz no capítulo 9, versículo 39, por si Jesus, ele diz, eu vim a este mundo para juízo, a fim dos que não veem vejam. E os que veem se tornam cegos. Os que não veem vejam. Isto é, o mundo que não vê que está cego no dedo juízo, que é o oitavo dia, o último dia, o grande dia da festa, eles se vão ver. Mas que beleza o plano de salvação de Deus. E depois, um bocadinho mais adiante, no capítulo 10, fala acerca de que vai ser só um rebanho. Um rebanho. Vejam, no capítulo 10, versículo 16, ainda tenho outras oveiras, não deste aprisco. Neste período, simulizando, tem outras oveiras que não são judaicas ou hebraicas, mas que são gentios. Mas está claro, diz assim, a mim me convém com dos ilas, e elas ouvirão a minha voz. Então, haverá um rebanho e um pastor. São todos um. O povo de Deus. Toda a humanidade. Toda a humanidade.
Crizes e irmãos, este oitavo dia, este grande dia da festa, representa o dia da ressurreição à vida. Dos bilhões e bilhões de pessoas que nunca tiveram uma chance. Neste mundo. Que estavam cegos desde o dia de nascimento. Esse é o último dia do plano de festival de Deus. Em toda a humanidade vai ter a primeira chance. E esse é o dia em que todos vão ser salvos. Como lemos em Timote 2, capítulo 4. Deus quer que toda a humanidade seja salva. Então começamos a entender melhor, em João 3.16, que diz Deus enviou o seu filho para que o mundo seja salvo. Quando? No último dia. No oitavo dia. No último grande dia. Depois, dessa segunda ressurreição. Todos são salvos. E isto é, todos terão acesso à eternidade. Mas se haverão todos só pelo nome, que é pelo nome de Jesus Cristo. Outro significado interessante aqui, é que no oitavo dia, era o dia em que os judeus eram circuncisos e redimidos. O oitavo dia, neste simbolismo espiritual, é o dia em que não só os judeus, que não eram circuncisos do coração, vão ser circuncisos do coração, mas a humanidade toda vai ser circuncisa do coração neste oitavo dia. O oitavo dia, e vai ser redimida pelo sangue de Jesus Cristo, o nosso irmão mais velho, que deu a sua vida, comprou a nossa vida. Nesse oitavo dia, isso vai ser cumprido. E por isso, isso representa, neste oitavo dia, o período da segunda ressurreição. Esse período de julgamento, por um período de possivelmente 100 anos, como dizem as aias 65, 20. Um período de provação, do julgamento de provação, até a setença final, ser dada ao fim deste período, ao fim deste dia, em que segundo Pedro 8,10 chama, o fim do dia do Senhor, em toda a humanidade terá a oportunidade de receber a eternidade. E esses que não receberem a eternidade serão postos ou atirados para dentro do lago de fogo. O lago de fogo que destruirá tanto o corpo, como o espírito do homem, no homem. Queridos irmãos, o último grande dia, o último dia, aquele grande dia da festa, também representa o período em que as pessoas não estarão mais em cabanas. Estão em cabanas por sete dias, mas não no oitavo. Não estarão mais em residência temporária, porque no oitavo estarão agora em residência permanente, que é a eternidade, que é um corpo eterno e não temporário como este corpo é. E essa vida permanente será uma vida no novo céu e na nova terra. E por isso, queridos irmãos, um dos grandes, uma das grandes benções e grandes encorajamentos que você e eu possamos ter, é o plano de salvação de Deus para toda a humanidade.
E Deus preencheu até o cima, até o topo, esse significado, através de Jesus Cristo, porque Ele veio para cumprir a lei e os profetas, para preencher até o fim, ao racismo. Queridos irmãos, Deus através de Jesus Cristo deu este conhecimento a nós, que somos membros da Igreja de Deus, e este ensinamento, este conhecimento, é o que Deus deu como chave, chave importante, para a nossa fé, a nossa esperança, a nossa esperança para toda a humanidade. Uma chave importante desta fé, que foi uma vez por todas dada aos santos, queridos irmãos, vamos dar graças a Deus, por esta grande oportunidade e entendimento e plano de salvação que Ele nos deu.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).