Os Dias Santos do sétimo mês

Este mundo será salvo

Os dias Santos de Deus revelam o Seu pano de salvação para a humanidade. Em particular, os últimos quatro, descrevem como Deus vai salvar este mundo - como Jesus vai ser o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, para trazer paz à Terra. Mas além disso - estes dias explicam uma esperança tão grande para os nosso parentes e amigos que não creram em Deus nesta vida!

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Multíssimaällen kay, Porto de Fortuna Pro.....

Bom, de boa tarde, irmãos que é a Jorge Campos.

Estas tempestades neste mundo hoje em dia estão cada vez os piores, particularmente No imisfério norte, e à volta dos Estados Unidos, temos tido recentemente grandes tempestados. Uma que aconteceu há umas semanas atrás, foi a que se chamou Arvi, que fez grandes cheias e derramos de chuva na cidade de Ustern. Correntemente, enquanto estou a gravar, este sermão está a outra tempestade, a aproximar-se da Flórida, dos Estados de Jória e das Corolinas, que é a tempestade que se chama Irma.

E atrás dela vem outra, que talvez não siga a mesma rota, mas que é conhecida agora com o nome José, e ainda a outra, ao mesmo tempo, que está a formar no Golfo do México, que se chama a Catia. E por isso que, dizem-me, uns vemos que há muita devastação, muito desastre, acontecendo nesses dias. Vê-se que a proteção dos Estados Unidos está a ser removida e Deus está a deixar coisas a acontecer por causa dos pecados da nação.

Mas, como dizem, quando os Estados Unidos têm uma constipação, o mundo fica doente e está claro a devastação e o desastre vai ser grande para o mundo inteiro. Mas aí, quando se vê esses desastros, se vê uma lição importante. Qual é que aqueles que constroem as suas casas com uma fundação melhor, com uma fundação bem profunda nas rochas e que a construção por si própria seja forte. Embora essa fundação e a construção não seja visível por fora, por fora pode parecer uma casa muito bonita, mas o importante é a fundação e a construção ser forte. Vê-se que essas casas têm uma probabilidade muito maior de se manter em pé perante a tempo estado.

E isto nos recorda de princípios espirituais. Príncipios espirituais, que eu quero agora pedir a vocês para virarem para Lucas capítulo 6, Lucas capítulo 6 e vamos começar a ler do versículo 46 até 49. Lucas 6, 46 é 49. E diz assim, por que me chamas Senhor, Senhor e não fazes o que vos mando? Jesus Cristo está aqui a dar uma lição, em vez de uma lição, porque aquele que vem a mim e ouva as minhas palavras e as pratica, eu vos mostrei a quem é semelhante.

É semelhante ao homem que, de ficar numa casa, cavou, abriu profunda a vál, fez as fundações fortes e lançou o alicerce sobre a rocha. E vindo em enchente, arrujou-se o rio contra aquela casa e não apoda a falar, porque tem sido bem construída. Ou, como outras versões dizem, porque estava fundada sobre a rocha. Mas o que houve e não pratica, o que Jesus Cristo diz para praticarmos, é semelhante ao homem que identificou uma casa sobre a terra sem alicerces e arrujando-se o rio contra ela, ou uma grande tempestade, ou um vento, ou um furacão, logo desabou e aconteceu que foi grande a ruína daquela casa.

Grande a ruína daquela casa. Queridos irmãos, hoje em dia, quando as pessoas veem estas tempestades e estes temporais, algumas das frases que tenham vindo é que nunca aconteceu uma tempestade tão grande como estas que estão a acontecer, por exemplo, de categoria 5 de furacões e ventos terríveis. E ve-se que estas tempestades estão-se a desenvolver e cada vez pior. Mas queridos irmãos, as tempestades que estão a acontecer hoje em dia, à volta do mundo, não são, unicamente, tempestadas de mau tempo. São tempestadas em outras, tempestadas entre aspas, em outras atividades, digamos assim, outras coisas, como por exemplo tumultos, guerras, distúrbios, mutins, muitas tempestades. Ve-se problemas, por exemplo, na Coreia do Norte, ve-se problemas no Oriente Médio, ve-se estes ataques de terrorismo com bombas para se matar em eles próprios.

Queridos irmãos, estamos-nos a aproximar de uma terceira grande guerra mundial. Esta, digamos assim, é uma grande tempestade que virá. E esta tempestade, digamos assim, de problemas políticos e sociais, não necessariamente só do tempo, esta tempestade geopolítica causaria o fim do mundo. Se não fosse por Deus através de Cristo intervir e causar com que não seja o fim do mundo, mas venha então estabelecer o reino de Deus na Terra.

Queridos irmãos, eu hoje quero olhar com vosco aos dias santos de Deus e demonstrar a vocês como eles descrevem o plano de salvação de Deus, o plano de salvação individual e o plano de salvação mundial da humanidade. E hoje, particularmente, vamos focar nos últimos quatro dias santos do plano de salvação de Deus, que tem sete dias santos, mas vamos focar nos últimos quatro, que todos acontecem nos sétimo mês, como descrito na Bíblia. E por isso, vamos falar acerca dos dias santos do sétimo mês. Virem comigo se faz favor para Marcos capítulo 13.

Marcos capítulo 13, versículo 32. Marcos treze versículo 32. É como o homem que, aos entandos do país, deixa a sua casa da autoridade aos seus servos a cada um a sua obrigação e ao porteiro. Ordena que vigie. Estou a ler versículo 34. Devia estar a começar a ler versículo 32, diz assim. A respeito daquele dia ou daquela hora, ninguém sabe. Ninguém sabe. Nem os anjos no céu, nem o filho, se não o pai.

Aquele dia em que as tempestades vão acontecer, ninguém sabe. Está de sobreviso. Vigie-ai e orai, porque não sabemos quando será o tempo desta tempestade. É como o homem que, aos entandos do país, sai de sua casa, deixa a sua casa da autoridade aos seus servos a cada um da sua obrigação e ao porteiro ordemico vigie.

Vigie-ai pois, porque não sabês quando virá o dom da casa se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do gauro, se pela manhã. Para que vindo ele inesperadamente, não vos haja estromindo. O que porém vos digo, diga a todos. Vigie-ai. O ato de vigiar, o ato de estarmos a observar, é um ato de estarmos preparados, de estarmos preparados.

É como um roladrão que vem quando me soa, não espera. Essas tempestades mundiais vão acontecer e nós estamos alertos, estamos a vigiar. Vemos que estão quase a acontecer. E, por isso, precisamos de construir a nossa casa espiritual, digamos assim. Precisamos de construir a nossa fé em Cristo, a nossa vida cristã, de uma maneira que estamos prontos, vigiando.

Cri-se irmãos, vigemos, por exemplo, como Deus chamou os israelitas do Egito. Quando Deus chamou do Egito para salvá-los da situação em estado, hoje em dia o mundo todo está em uma situação, digamos assim, que é num Egito, numa crise do fim. E a analogia Deus nos está a chamar, nos avisar para seguirmos deste mundo satanás, que, digamos assim, é um Egito. E quando os israelitas foram chamados do Egito, eles passaram por várias dificuldades inicialmente, mas as últimas foram protegidos e depois veio a décima, a final, que representa o que foi a páscoa, em que o Senhor passou por cima daqueles que tinham sangue nas portas, nas veredas e nas obreiras.

Por isso, vemos aí que imediatamente após da páscoa começaram a celebrar os dois paisásmos e vence na Bíblia que imediatamente após da páscoa começam os dias santos de Deus, porque a páscoa foi, digamos assim, a porta que se abriu para eles poderem ser salvos e agora tinham que caminhar através do deserto, tinham que andar pelos dias dos paisásmos, depois veio outros festivais que representam o plano de salvação de Deus. E por isso, os dias santos de Deus retratam, descrevem, descrevem o plano de salvação de Deus. E esses dias santos de Deus descrevem salvação, digamos assim, em dois planos.

Um plano individual, uma liberdade individual da salvação do pecado e um plano ou um âmbito internacional ou da humanidade inteira para libertar a humanidade inteira de ser um escravo deste mundo satanás para a liberdade do mundo da manhã. Isto é do governo de Deus reinar na terra, isto é o reino de Deus. E por isso, digamos assim, há dois estágios, duas fases no plano de salvação de Deus, individual e mundial, individual, que são, digamos assim, a primeira fase do plano de salvação de Deus e a mundial, que, digamos assim, é a segunda fase.

Ora, vejemos então em Levíticos 23, onde os sete dias santos de Deus são descritos, descrevidos. Então, vamos ler em Levíticos 23. Levíticos 23. Vamos começar a ler no versículo 1. Diz assim, diz o Senhor Amor Zez, fala aos Fis de Israel e diz-lhes, as festas fixas do Senhor. São as festas do Senhor. Não são as festas deste mundão, são as festas de Deus. Não são as festas dos judeus também, mas são as festas de Deus, que proclamaréis serão santas convocações.

São dias santos de reuniões. São estas as minhas festas. E depois, me canto em mais adiante, no versículo 4, diz assim, são estas as festas fixas do Senhor, as santas convocações. Isto é, as reuniões santas que proclamaréis no seu tempo determinado, na sua estação, no seu período do ano determinado que tu proclamarás. E depois, começa a escrever estes dias santos do primeiro mês. Sim, porque há três dias santos do primeiro mês, ou digamos assim, contados, como o dia de Pentecostes, a partir do primeiro mês. O primeiro está aqui no versículo 5. No mês primeiro, há 14 meses, no corpúsculo da tarde, é a páscoa do Senhor.

A páscoa é no dia 14. Não é no dia 15, é no dia 14 do calendário, que Deus nos está aqui a explicar. É no dia 14, a páscoa. Nós sabemos agora que, pelo novo testamento, que a páscoa aponta para o que o nosso cordeiro pascal, que é Jesus Cristo, que sofreu e morreu no dia 14. Não é só morrer, mas sofreu essa noite toda, é amanhã toda, o dia inteiro.

E depois já, ao fim desse dia, lá para o fim desse dia, morreu. Por isso, é um dia que representa não só a morte, mas o sofrimento de Cristo no dia 14.

Depois, está claro, de ele ter dado os novos símbolos à noite, ao início do dia 14, porque da maneira que Deus vê os dias, começam a depor de sol, isto é, com a noite primeiro e depois a parte do dia. E durante essa noite, ele mudou os símbolos da páscoa para os símbolos do Novo Testamento e depois foi traído e começou o sofrimento e o julgamento e o sofrimento dele e sofreu durante o resto dessa noite e amanhã e pela primeira parte da tarde, até falecer lá para as três ou quinze horas da tarde. Por isso, esse dictador representa o sofrimento e a morte. São duas coisas.

Bem, depois do dia 15, ao dia 21, os dias dos pães-asmos, imediatamente, após a páscoa, os dias santos começam. Com o primeiro dia santo, que é o primeiro dia dos pães-asmos, e o segundo dia santo, que é o sétimo dia dos pães-asmos, como se lê aqui no versículo 6 do Levítico 23, diz assim, e aos quinze dias deste mês é festa dos pães-asmos do Senhor, sete dias quebrei os pães-asmos, no primeiro dia três santa convocação, este é no dia 15, Ninhoma Oba de Servilo Faraz, mas sete dias ofereceis oferta queimada ao Senhor, hoje em dia não podemos oferecer ofertas queimadas, porque o tempo não existe, e por isso esse simbolismo não é aplicável hoje em dia, mas simbolicamente oferecemos sacrifícios como se leem romanos, um sacrifício pacífico, um sacrifício vivente, mas continua assim e ao sétimo dia, então este seria o dia 21 deste mês, haverá santa convocação, Ninhoma Oba de Servilo Faraz, e vê-se que é os dias dos pães-asmos que representa tirar o fermento da nossa casa, que representa simbolicamente, tirar o pecado da nossa vida por sete dias, que significa completamente.

E depois, ve-se, começando no dia 9,11, fala-se acerca de mover o molho, por antes o Senhor, para que seis-asseitos, no dia imediato ao sábado, que hoje em dia se chamaria o primeiro dia da semana, que é o domingo, no dia imediato ao sábado. Qual sábado? O sábado durante os dias de pães-asmos. E depois, um bocadinho mais adiante, lê-se no versículo 15, que diz assim, contareis para vos outros, desde o dia imediato ao sábado, desde o dia em que trouxer os molhos da oferta movida, este é o sábado durante os dias de pães-asmos, contareis sete semanas, ou sete sábados inteiros, sete semanas inteiras, serão, até o dia imediato ao sétimo sábado.

O dia imediato ao sétimo sábado seria o domingo, contareis 50 dias. Então, tareis novo a oferta de manjaros ao senhor, dois pães para serem movidos, de duas dízimas de uma efe de farinha serão, levedados secosurão, são primícias ao senhor. As primícias, então, é esta contagem de 50 dias. Ao fim de 50 dias, oferece-se as primícias, que é representado do dia de pães-mós. É o dia de pães-mós. Por isso, vemos aqui, nesta primeira fase, digamos assim, do plano de salvação de Deus, que representa, de outra maneira, a primeira vinda de Cristo, ou nome Jesus Salvador, que nos dá a liberdade individual do pecado.

Através da páscoa, do sofrimento dele, primeira festa, depois começam os dias santos, que é tirar os asmos da nossa vida durante esse período, simbolicamente representa tirar o pecado, e temos que vencer esse, isso, com a ajuda do Espírito Santo, que é, foi recebido 50 dias depois, daquela primeira dia de trabalho, durante os dias de pães-mós.

E, por isso, é o dia de pentecostes, e por isso precisamos de vencer as fraquezas da nossa carne, com a ajuda do Espírito Santo, não só das fraquezas da nossa carne, mas influências do mundão e as influências de Satanás. Temos que vencer com a ajuda do poder de Deus. Então, essa é a primeira fase do plano de salvação de Deus.

Depois temos a segunda fase. A segunda fase do plano de salvação de Deus, que é representado, digamos assim, pela segunda vinda de Cristo, agora Cristo. A primeira vinda é Jesus, o Salvador. A segunda vida é Cristo, o Messias, para trazer paz ao mundo inteiro, para estabelecer o rei de Deus a governar na Terra, para haver paz na Terra. E, então, nessa parte, vence quatro aniversários que são celebrados, mas aniversários de coisas do futuro, porque as coisas, as coisas ainda não aconteceram. Isto é sombras de coisas por vir, como se lê em Colossenses 2, 16 e 17, são aniversários de coisas por vir.

E, então, vemos quatro dias santos durante esse período do sétimo mês. O primeiro é a vinda de Cristo, representado pelo dia das Trombetas. O segundo é Satanás, Satanás é posto na prisão, simbolizado pelo dia de despiação. O terceiro é o milênio, que é representado pelo sete dias da festa de Tabernaclos. E o quarto é o oitavo dia, que é representado por essa cerimônia final desse ramento dos planos de salvação, e de qual vamos falar um pouco mais daqui a pouco, mas que representa o período em que a maioria da humanidade vai ser salva.

E este é um significado que o mundo não entende e que dá tanta, tanta esperança a todos. E as pessoas não entendem. Isto é, aquelas pessoas que morreram e que nunca tiveram o conhecimento do verdadeiro Cristo vão ter a sua primeira e única oportunidade que nunca tiveram. Sim, vão viver de novo uma segunda vez, mas vai ser a primeira oportunidade, porque nunca tiveram uma oportunidade durante a primeira vida. E, por isso, vamos ver estes quatro dias santos aqui na lei. E depois vamos ver estes quatro dias santos como são explicados através dos adicionamentos de Cristo e do seu livro de Apocalipse, que ele revelou a nós e através dos ensinos, em outras palavras, do novo estamento.

Então, vamos começar, por exemplo, no versículo 23 a 25 de Levítigos 23 e diz assim, diz mais, o Sr. Amoisés fala aos filhos de Israel, dizendo, dizendo, no sétimo mês. Por isso agora estamos a falar as festas do sétimo mês.

As outras três primeiras são do primeiro mês, ou pentecostas que está ligada ao primeiro mês através de uma contagem de 50. Agora, estamos a falar as festas do sétimo mês. No dia 1 desse mês, o primeiro desse mês, três descanso solene memorial com sonidos de trombetas santa convocação. Por isso é referido como o dia das trombetas. Depois, no versículo 26 a 32 diz assim, disse mais, o Sr. Amoisés, aos 10 deste mês sétimo. No dia 10 deste sétimo mês será o dia da expiação. Três santa convocação, uma vez mais santa convocação, este é um dia de reunião santa, e afligireis a vossa alma, que significa vais joar comida e bebida.

Trareis oferta queimada ao Senhor, tinham de fazer isso no templo. Hoje em dia temos a nossa oferta de uma maneira diferente, que é uma oferta vivente, como está descrito em romanos. E nesse mês de dia nenhuma obra fareis, porque é dia de expiação para fazer expiação por vós, para ante o Senhor, vós Deus. Por toda a alma que nesse dia se não afligir será eliminada de seu povo. Que nesse dia fizer alguma obra, esse eu destruirei no meio do seu povo.

Nenhuma obra fareis, este tudo perpeto pelas vossas gerações, em todas as vossas moradas. Cris irmãos, são as festas do Senhor. Sábado os cançolênimos será, este dia 10 do 7 mês, afligireis a vossa alma, isto é, jura-as, carne, perdão, comida e bebida. Desde o 9 do mês ao pôr-de-sol, de uma tarde ao outro tarde, até o pôr-de-sol do dia 10. Celebréis o vós sábado, de pôr-de-sol, a pôr-de-sol, desde o pôr-de-sol do dia 9 até o pôr-de-sol do dia 10. É durante este dia 10.

De pôr-de-sol a pôr-de-sol, de tarde a tarde. Depois, no versículo 33, começo a falar da festa dos tabranáculos. E depois diz o Senhor, no versículo 33, diz mais o Senhor Amoisés, fala aos filhos dos real, dizendo, há 15 destes sete meses. Ainda estamos a falar das festas do sétimo mês.

Ao dia 15 dos sete meses, será a festa dos tabranáculos. Ao Senhor, por sete dias. Isto é sete dias observarás esta festa em tabranáculos. O Senhor e Cáduo moderno hoje em dia é que não viverás na tua acomodação normal. Vais viver numa acomodação temporária. Não é a acomodação normal. Ao primeiro dia, haverá santa convocação, nenhuma obra servi-l-fareis. Sete dias oferecereis ofertas queimadas ao Senhor. Ao oitavo dia. São sete dias de festas em tabranáculos.

O oitavo dia continua à festa, porque é o oitavo, está claro, é depois do sete, é o oitavo. Mas não é de tabranáculos. Mas não precisa de estar em moradas temporárias. É o oitavo dia. Diz assim, ao oitavo dia, terei santa convocação. A oferecereis ofertas queimadas ao Senhor é reunião selena. Esta palavra reunião selena é a única vez que é usada durante estas sete festas e dias santos do Senhor. Esta reunião selena vem da palavra hebraica et sarah, que significa, digamos assim, uma cerimônia selena desse ramento.

Desse ramento está claro, da festa dos tabranáculos, com o oitavo dia sendo o último dia, desse ramento, mas esse ramento também de todas as festas de Deus deste ano de observar as festas. Por isso, vai ser uma reunião selena nesse dia que conclui os dias santos de Deus. O ponto aqui importante é que, no antigo destamento, não há muita explicação acerca do significado destes dias, particularmente, deste oitavo dia. Não há grande explicação acerca do significado destes dias.

Sim, eles sabiam que o oitavo dia era o último dia. Olha, vejam, por exemplo, em Namias capítulo 8. Namias capítulo 8. Namias, em capítulo 8, vê-se aí que Ezra lê a lei diante do povo e depois, mais adiante, vê que entende que tinham que observar a festa dos tabernacos e, por isso, vê-se aqui em Namias 8, versículo 14, acharam-se que lhe lhe lê que o Senhor ordenara, por intermédio Moisés, que os filhos israel habitaçam em Cabanas durante a festa do sétimo dia, habitaçam em residências temporárias.

Não estava na casa deles, faziam uma residência temporária, uma cabana. E, então, assim, fizeram que devia ser feito. E, então, fizeram. Vejam, por exemplo, no versículo 17. Toda a connoiação dos que tinham voltado que de ver o fez Cabanas e neles abitou, fez estas residências temporárias e neles abitou. Porque nunca fizeram assim os filhos israel, desde os dias de Josué, filho de Num, até aquele dia. E houve muita grande alegria.

No versículo 18, dia após dia, leu extras no livro da Lei de Deus, desde o primeiro dia até o último, e celebraram a festa por sete dias. E no oitavo dia houve uma assembleia solene, segundo o prescrito. Evesque, observaram a festa, durante estes dias todos, do primeiro até o último. E no último, que diz que foi no oitavo dia, tiveram uma ceremonia solene, segundo o prescrito, segundo a lei, segundo o que é ordenado na lei. Esta assembleia solene é uma vez mais a palavra Ibraica, Será. E por isso vemos que eles sabiam que o oitavo dia era o último dia.

Não havia disputa nisso. Mas no antigo testamento, como disse, a explicação era limitada à cerca do significado destes dias santos, e particularmente do oitavo dia. E por isso necessitamos dos ensinos de Jesus Cristo e da sua revelação através do livro da Apocalipse e dos ensinamentos, isto é, que são explicados no novo testamento, em conjunto com a lei do antigo testamento. E por isso é que diz em escrituras como, por exemplo, Mateus 5, versículo 17. Mateus 5, versículo 17. Leiam comigo, se faça agora. Mateus 5, versículo 17. Diz assim, o visto que foi dito, perdão, versículo 17, não penseis, Mateus 5, versículo 17, não penseis que vim revogar a lei, ou os profetas.

Não vim para revogar, mas para cumprir. Jesus Cristo não veio para abolir a lei, veio para cumprir a lei. A palavra cumprir vem do grego pleiro, que significa encher até o cima. Encher até o cima. Encher a lei, vai explicar e aplicar a lei no seu intuito completo, encher até o cima, cumprir a lei. E então, vejemos como Jesus Cristo explicou a lei acerca dos dias santos, e particularmente acerca do oitavo dia, em maior detalhe no novo testamento e através do ensinamento dele. Primeiro, vejemos então o dia das trombetas. Vamos então ler em Mateus 24. Em Mateus 24, os discípulos aproximaram de Jesus, e perguntaram a Ele qual será o sinal do fim desta era.

Hoje em dia, Cristo diz que estamos no fim desta era. E eles perguntaram e dizam assim, Jesus Cristo tinha sido o templo, estava saindo, retirando, quando se aproximaram de Ele os seus discípulos para as construções do templo. Olha como as coisas estão lindas aqui, construir no templo, coisas maravilhosas. E Ele porém lhes disse, não vejo isto tudo, em verdade vos digo, que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada. A vez de mostrar o templo, ele diz, olha, não ficará aqui pedra sobre pedra que não será derribada. E os irmãos, vocês sabem que isto aconteceu cerca de 40 anos depois, no ano de 70, no ano de 70.

E depois, continuando a ler no versículo 3, no Montas Oliveiras, achava-se Jesus assentado e aproximando-se deles discípulos, em particular, em particular, não foi assim à frente do mundo todo, em particular. E lhe pediram, diz-me-se, quando se cederão estas coisas, isto é, que o templo vai ser destruído para não haver pedra sobre pedra, quando se cederão estas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século. E qual vai ser o sinal da tua segunda vinda e da consumação do século? E depois, Jesus descreve, em Mateus 24, acerca disto, mas quero saltar um cadinho à frente para o versículo 29.

No versículo 29, que diz assim, logo em seguida há tribulação, por isso está a dizer que vai haver as problemas, vai haver esta abuminação de isolação, pois vai haver a grande tribulação, e depois da grande tribulação. Daqueles dias, vai haver estes sinais celestes. Que os irmãos isto têm em paralelo com o livro da Apocalypse, porque no livro da Apocalypse explica que há o quinto selo, que é a tribulação, e os seus selos são os sinais celestes.

E por isso diz logo a seguir a tribulação, que é o quinto selo. O sol se escursar, a lua não dará a sua claridade, as estrelas que irão no firmeamento e os poderes dos céus serão abalados. Vai haver estes sinais celestes milagrosos. Que os irmãos não é um eclipse de sol, uma coisa assim que acontece ciclicamente, está a falar aqui de sinais muito especiais, milagrosos.

E continuando então a ler, e diz assim, então aparecerá no céu o sinal do filho do homem, entrou os sinais depois desse sinal, vai haver o sinal do filho do homem e todos os povos da terra se lamentarão e verão o filho o homem vindo sobre as nuvens.

Isto é a segunda vinda de Cristo. Vindo sobre as nuvens do céu com poder e muita glória. E ele envirá aos seus anjos, então Jesus Cristo conviar a segunda vinda envirá aos seus anjos com grande clangor de trombeta. E vê-se aqui o simbolismo da festa das trombetas, os quais ruinerão os seus colhidos dos quatro ventos de uma e a outra extremidade dos céus.

Vê-se aqui o simbolismo da trombeta. E todos verão. Mas diz aqui, os quais ruinerão seus colhidos dos quatro ventos de uma extremidade da outra. E diz assim também, todos os povos no versículo 30, se lamentarão e verão o filho do homem vindo sobre as nuvens, todos vão ver que não vai ser as escondidas, não vai ser um arrebatamento secreto, vai ser bem visto, todo mundo vai ver. E então este vai ser a ressurreição simbolizado pela trombeta. Paulo descreve isto um cadinho em maior detalhe, em primeiro Coríntios capítulo 15. Perdão, primeiro Coríntios capítulo 15. O filho de meus irmãos, que carne e sangue não podem herdar o rei de Deus, isto é nós que carne e sangue.

Querias irmãos, você e eu ainda somos carne e sangue. Basta você cortar um bocadinho ou magoar um bocadinho ou machucar, você vai ver que é carne e sangue. Acho que vos diga um mistério, 51. Nem todos dormiremos. Se nem todos vamos morrer, porque alguns de nós ainda vamos estar vivos quando os Cristo voltar. Mas seremos transformados do corpo físico para o corpo espiritual. No momento, não abrir e fechar de olhos ao ar ressoar da trombeta, desta última trombeta.

É o dia das trombetas. Quando lemos o livro da Apocalipse, vemos que há sete trombetas e depois há o último, há sétima. E por isso é representado neste dia das trombetas. A trombeta se hará os mortos recicliterão. Primeiro é a recebeção dos mortos. E nós seremos transformados depois. Primeira recebeção dos mortos e depois nós seremos transformados. Que dizem irmãos, isto também é repetido, é explicado em maior detalhe, talvez, em primeiro de Salo Unicenso, capítulo 4, recicle 13 a 18.

Quando essa recebeção acontecer, a primeira recebeção, quando nós formos transformados de seres de carne e sangue. Para seres espirituais, isto é que não vamos ser carne e sangue. Então o mistério de Deus vai ser revelado. Porque o mistério de Deus é que o homem, carne e sangue, vai ser da mesma glória, não é a mesma quantidade de glória, mas do mesmo tipo de glória, do mesmo género de glória, que Jesus Cristo e o próprio Pai, para v-me ser filhos da Deus, da família de Deus. Vejam, por exemplo, em Apocalipse capítulo 17. Apocalipse capítulo 17.

Por isso que eu digo, que os irmãos, estes dias santos, são explicados em maior detalhe, Apocalipse capítulo 10, por ciclo 7. Os dias santos são explicados em maior detalhe no Novo Testamento, pelos ensinos Jesus, pelo livro da Apocalipse e estes ensinos que são encapsulados no Novo Testamento.

E juntando isso, contra o Testamento, começamos a entender os significados, os dias santos, particularmente, destes dias santos do sétimo mês. Vejamos, então, aqui, no versículo 7, da Apocalipse capítulo 10. Quão nos dias da voz do sétimo anjo? Ora, são sete trombetas. Há sete anjos a tocar trombetas. E o último anjo, que é a última trombeta, como lemos, em 45. Nos dias da voz do sétimo anjo, quando eles tiveram para tocar a trombeta, comprisse-se, há, então, o mistério de Deus. Segundo ele, anunciou seus servos os profetas. O mistério de Deus é que nós vamos ser filhos e filhas de Deus. Este é o mistério. Então, quando tocou esse sétimo anjo, como lemos, em Apocalipse 11, versículo 15, diz o sétimo anjo tocou a trombeta e houve no céu grandes vases, dizendo, o rei do mundo se tornou o rei do nosso Deus, do nosso Senhor, o Pai e do seu Cristo, Jesus Cristo.

E Ele, Jesus Cristo, reinará pelos séculos dos séculos. E os 24 ansiões que se encontram sentados no Seu trono, diante Deus, prostitaram-se durante o Seu rosto e adoraram a Deus, dizendo, graças te damos, Senhor Deus do poderoso, que eje, que eras, porque sumiste o Teu grande poder e passaste a reinar.

A sétima trombeta é quando os santos são ressuscitados e estes 24 ansiões que são seres angélicos à volta do trono de Deus vão dar graças a Deus, por Deus tomar, então, posse a subir o Seu poder e passar a reinar. Diz assim, na verdade, as nações se enforceram, chegou porém a Teu ira e o tempo determinado, para serem julgados os mortos, para estar o galardão aos cérebros e os profetas e para destruírem os que destruem a Terra.

E por isso aí se vê o significado do dia das trombetas, o significado adicional a isto, acerca de mais acontecimentos à volta deste período da vinda de Cristo, vê-se também na Apocalypse capítulo 19, em que, começando a ler do versículo 11, vê-se-se Cristo a vir, e o Seu nome é o verbo de Deus, e que Ele vem reinar, e que Ele vai ter escrito, como vem no versículo 16, no Seu manto e no Seu coxa, um nome, rei dos reis e Senhor dos Senhores. E Ele, então, vem reinar, e, então, vai destruir aqueles que estão a destruir a Terra.

Aí, o que diz a besta e o falso profeta, vão ser postos ou lançados vivos no lago de fogo. E, por isso, vemos estes acontecimentos que representam o dia das trombetas, que é o primeiro destes quatro últimos dias santos, digamos assim, desta segunda fase do plano de salvação de Deus.

Depois vem o dia de despiação. E o dia de despiação é descrito em Apocalipse 20, versículo 1 a 3, em que diz que Satanás vai ser removido e vai ser posto numa prisão. Diz assim que o prendeu por mil anos. Apocalipse 20 vai ser imprisionado, por mil anos.

E, depois, isso é comparado, nós lembramos isto com Levíticos 16, Levíticos 16, em que se vê a história dos dois botas, que eu descrevei a maior detalhe num sermão acerca do dia de despiação. Depois, o terceiro dia santo deste sete mês é o grupo de festas, é a festa dos tabranáculos. Começa no sétimo de 15, que é a festa dos tabranáculos. Vê-se aí no versículo 4. Vê também tronos, e nesses sentados os quais foi dar autoridade a julgar. Vê ainda as almas dos decapitados por causa dos tumunhos de Jesus, bem como por causa da palavra Deus, tanto quanto não adoraram a besta, nem tão pouco a sua imagem.

Não receberam a marca na fronte e na mão. E viveram e ranaram com Cristo durante mil anos. Vai estar em ser o milênio. A festa dos tabranáculos representa este milênio. Estes que vão estar na primeira resurreção, como diz no versículo 6.

E bem-vendurados são aqueles que estão na primeira resurreção. Por quê? Porque é uma resurreção para a vida eterna. Não é uma resurreção para uma vida física. É uma resurreção para a vida eterna. E depois ve-se várias escrituras. Por exemplo, Isaías 2, versículo 1 a 4. Por exemplo, a ver-se Isaías 11. Isaías 9, 6 e 7. Isaías 11, 1 a 9.

Isaquerias. Por exemplo, Isaquerias 8. Fizemos, por exemplo, Isaquerias. É que se vê uma descrição, uma descrição deste lindo dia do milênio, um dia ou um período de vida, de haver paz na terra e de haver grande alegria. Vejam, por exemplo, Isaquerias 8. Isaquerias 8. Começando a ler do versículo 1. Ele diz assim. Vem a minha palavra do Senhor dos exércitos. Dizendo, assim diz o Senhor dos exércitos. Tenho grandes elos de Sial e com grande indignação, tenho de Elos dela. Assim diz o Senhor. Volta-rei para Sial. Quem que vai voltar é Jesus Cristo. Volta-rei para Sial e habiterei no meio de Jerusalém.

Jerusalém chamar-se-á a cidade fiel e o monte de Senhor dos exércitos. O monte de Santo. Por quê? Porque o Senhor dos exércitos voltará. Assim diz o Senhor dos exércitos. A Inglas praças de Jerusalém sentar-se-ão velhos e velhas, levando cada um na mão o Seu rimo, no Seu bordão, por causa da muita idade. As praças da cidade se encherão de meninos e meninas em Jerusalém. Hoje em dia, meninos e meninos não podem entrar a brincar no meio de Jerusalém.

Canelas brincarão. Assim diz o Senhor dos exércitos. Se isto for maravilhoso, se isto for maravilhoso aos olhos do restante este povo, naquelos dias, será também maravilhoso aos meus olhos. Como Deus está ansioso por este dia? Diz o Senhor dos exércitos. Assim diz o Senhor dos exércitos. Eis que salverei o meu povo tirando da terra do oriente e da terra do acidente. Eu o estrarei e habiterão em Jerusalém. Ele será o meu povo e eu serei o Seu Deus e são pessoas que estavam a viver durante este período e conforme à mudança para o mundo da manhã, o Senhor Jesus Cristo voltará e vai reinar na terra e vai trazer paz à terra.

Querido irmãos, este é uma boa nova que é representado pela festa dos tabronáculos e depois disso vem o oitavo dia. Mas no novo testamento não é descrito como o oitavo dia. No novo testamento é simplesmente descrito como o último dia. O último dia. E como eu descrevi, na minha 8, expliquei que o Júdeus sabia muito bem que o último dia representava o oitavo dia em que havia este cerimônia solene de enserramento. E vejam então aqui em João capítulo 7. João capítulo 7. João capítulo 7, versículo 37. No último dia. No último dia que é o oitavo dia. E isto, quando se lê aqui, vê-se que é o começo deste oitavo dia que vai ser durante a parte da noite. Porque o dia para Deus começa ao povo de sol. E vê-se no último dia. O grande dia da festa. Isto é, era um dia santo. O oitavo dia. Era um dia santo. Um grande dia. Podem ler isso, por exemplo, comparando isso com João 19. 31. Porque grande era esse sábado. Que é um grande dia. Que era um sábado anual. Que era oitavo dia. Tudo se encaixa. Então levantou-se os juses que clamou. Se alguém tem cedo, venha a mim e beba. Se alguém, qualquer pessoa que tenha cedo. A salvação está aberta ao mundo inteiro e esteu significado do último grande dia. Do oitavo dia. Um significado que não entendiam até os Cristo explicar. Até ele cumprir a lei de mostrar esse significado maior da lei. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior, fluirão rios da água viva. Quais são estes rios da água viva? Rios da água viva é o Espírito Santo em nós que recebemos o Espírito Santo após a imposição das mãos por um ministro verdadeiro de Jesus Cristo. E esta imposição das mãos que nos, através disso, é a oração. Então Deus responde a esse compromisso dessa pessoa através do batismo em que se comprometeu a arrepender-se, a mudar a sua vida e a gritar fé em Cristo. Fez esse compromisso, este compromisso que é a nova aliança, esse novo acordo, esse novo pacto individual com Deus, quando a pessoa faz esse compromisso, depois de Deus ver que a pessoa se insere, que o arrependimento é sincero e a fé se insere, após a oração do verdadeiro ministro de Deus, a pessoa recebe o Espírito Santo Deus. E este Espírito Santo é que é os rios da água viva. É a força do poder do Espírito Santo, uma pessoa. E isto ele disse com respeito ao Espírito Santo, que haviam de receber os que nele crescem, pois o Espírito até aquele momento não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado. Foi dado no dia de Pentecostes. E agora nós, como verdadeiros cristãos, chamados agora, temos que mudar a nossa vida e usar esse Espírito para vencer as fraquezas da carne, o mundão e as tentações de Satanás. Temos que vencer. E aqui está um significado muito grande, que Jesus Cristo explicou que, nesse dia, quem queres em mim, quem, se alguém tiver-se a te que venha, isso não era o caso antes.

Vejo também João capítulo 12. João capítulo 12, versículo 46. Diz assim, eu vim como luz para o mundo, a fim de que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. Se alguém ouvir as minhas palavras e não os guardar, eu não julgo, porque eu não vim para julgar o mundo e sim para salvá-lo. Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras, tem que é um julgo, a própria palavra, que tenho perforido essa, essa o julgará no último dia. Está a falar acerca do último dia, do oitavo dia. E por isso, este oitavo dia explicada um cadinho maior de detalhe, em Apocalipse capítulo 20. Apocalipse capítulo 20. E por isso vemos que os dias santos de Deus descrevem o plano de salvação de Deus. Apocalipse capítulo 20.

E, queres irmãos, temos um guia de estudo bíblico. A cerca dos dias santos de Deus podem pedir para receber a vossa própria cópia desse guia de estudo bíblico. Então, esse aqui, no versículo 11, Apocalipse 20, viu um grande trono branco, simbolisado pelo oitavo dia, pelo o último grande dia, o oitavo dia, o último grande dia, o dia de encerramento, o dia santo, o último dia, que é um dia santo. E aquele que, nele 60, de cuja presença, fugiram a terra o céu e não se achou lugar para eles.

E vimos quem vai sentar, vai jogar, é Jesus Cristo, porque julgamento foi dado a Jesus Cristo. Ví também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé, diante o trono, então se abriram livros. Ainda o outro livro, o livro da vida, foi aberto. Vê se que estão postos em pé. Postos em pé quer dizer que foram os recitados, recitados para uma vida física. E depois se abriram os livros, o livro da vida. O quê? Então foram recitados para uma vida física, agora à frente eles está a oportunidade de ter o nome deles escrito no livro da vida eterna.

E os mortos foram julgados. Sim, mortos, mas que agora foram recitados. Neste último dia, nesta segunda resurreição, depois do milênio, como lê-se em Apocalipse 20, esta segunda resurreição, e diz assim, os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme achava escrito nos livros, nesses livros que é a Bíblia. São julgados de cor-lo, como está escrito nesses livros que é a Bíblia. E conforme a palavra de Jesus Cristo, a palavra, a palavra. Esta é a palavra de Deus, a palavra de Jesus Cristo, que é o verbo, que se fez carne e que agora é o filho de Deus. Esta palavra nos vai julgar, conforme se acha escrito no livro.

Quer dizer, irmãos, Deus tem um grande plano de salvação para salvar a humanidade.

Esse plano de salvação é explicado claramente pelos dias santos de Deus.

A primeira fase, num âmbito mais individual, a páscoa, os pães asmos e pentecostes, o orçimento Espírito Santo. E a segunda fase, num âmbito mundial, que é a vinda de Cristo para estabelecer o rei de Deus e remover Satanás deste mundo, trazer um milênio por mil anos para as pessoas poderem viver em paz por mil anos e, ao fim do milênio, a segunda resurreção, a resurreção a uma vida física, e então, aí, vão ter uma oportunidade que nunca tiveram. E isto tudo é explicadinho pelo significado dos dias santos de Deus. E conforme você guarda e observa e pratica os dias santos de Deus de ano a ano a ano a ano, isto se começa a encaixar melhor na sua cabeça, você começa a entender melhor. Mas é preciso praticar, é preciso praticar.

E como lém? Por exemplo, Jesus Cristo disse em Mateus 11 e 12, Ai de ti, porque até aquela rainha do sul e os Sodómeos morrem, os de tiro vão estar ressuscitados contigo ao mesmo tempo e vão se reconciliar com Deus.

Cristo irmãos, nós precisamos dos dias nos reconciliar com Deus agora. A nossa oportunidade é agora. Os outros que não conhecem em Cristo será depois. Mas nós que sabemos a Cristo agora, a nossa oportunidade é agora. A julgamento começa agora na Igreja de Deus. E por isso leiam em Mateus 7, versículo 21 a 23. Mateus 7, 21 a 23. Nem todo que me diz Senhor, Senhor entrará no rei de Deus, no rei dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai.

Está obedece às leis do Pai, às leis de Deus e faz a vontade do Pai. Muitos na cadeira vão dizer, Senhor, Senhor, a Proventura não temos nós profetizados, não andámos a pregar, eu gosto de pregar, não andámos a pregar por aí.

Entendeu não?

Entendeu não? Não expliquimos demónios? Entendeu não? Não fizemos muitos milagres? E quem os os Cristis?

Eles, os Cristis, dizem eles explicitamente, muito claramente, nunca vos conheci, nunca vos conheci. Por que? Porque precisamos de praticar, obedecer aos mandamentos de lei Deus e precisamos de crescer agora na graça e no conhecimento de Jesus Cristo, da estatura completa, da plenitude de Cristo para ser um homem completo como Cristo é. E, Cristi irmãos, se nós não estamos agora hoje em dia a fazer essa parte da obra de Deus, qual é essa parte da obra de Deus? É mudar nós de seres de natureza humana para seres divinos através da ajuda do Espírito Santo e usar ao Espírito Santo para nos mudarmos, para nos arrependermos. Cristi irmãos, esta é a nossa parte na obra de Deus hoje, uma parte importantíssima. Porque, se não fizermos isso, tudo o mais que tãs íamos a fazer, a pregar e a impastrar, e distribuir livros e coisas assim, em vão, em vão. A nossa responsabilidade hoje em dia é fazer a obra de Deus primeiramente sermos discípulos de Cristo, primeiro. E depois se fala do segundo passo. Mas primeiro, precisamos ser discípulos de Cristo. Isto é, não podemos praticar emiquidade. Precisamos de pôr em prática a nova aliança, este novo pacto, este novo acordo. E depois precisamos entender que há uma esperança para a humanidade quando os Cristo vier, para a humanidade que continuará a viver, no milênio, e para a humanidade que já morreu, vai ser recitada na segunda resurreção, no significado do 8º dia, vai ver uma oportunidade que eles nunca tiveram. Entretanto, nós temos que construir a nossa fundação, digamos assim, cristã, na rocha. E a rocha é Cristo. Isto é na imagem de Cristo, na estatura de Cristo. Por isso, cris irmãos, as tempestadas vêm e virão. Mas nós precisamos de vigiar e estar prontos antes que essa tempestade venha.

Escrituras mencionadas:

Lucas 6:44-49; 

Marcos 13:32-37;

Levítico 23

Neemias 8:14-18

Mat 24:29-31

1 Cor 15:50-54

Apocalipse 19:11-21

Apocalipse 20:1-6

Isaías 2:1-4

Isaías 9:6-7

Isaías 11:1-9

Zacarias 8

João 7:37-39

João 12:46-48

Apocalipse 20:11-12

Mat. 7:21-23

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).