Alianças de amor

Por quê que Deus fez uma Nova Aliança, além das Leis de Deus? A Nova Aliança aboliu a lei eterna e espiritual de Deus?

Transcrição

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A Bíblia está cheia de alianças. Há várias alianças na Bíblia. E as alianças são muito importantes. Mas algumas pessoas às vezes podem perguntar-se por que existem as alianças em adição às leis de Deus? Ora, queridos irmãos, se fosse simplesmente a lei de Deus, a lei espiritual de Deus, então todos nós pecamos mais cedo ou mais tarde, todos nós pecamos e às vezes não queremos, mas pecamos. E por isso, por essa razão, todos esteríamos condenados à morte e morreremos ou moraremos mais cedo ou mais tarde. E então não haveria mais esperança, porque há uma multa, porquebrar a lei e a multa da lei espiritual é a morte interna. Por isso, então Deus nos dá alianças. As alianças definem quais são as condições para Deus nos reconciliar e nos abençoar. Ao fim de contas, as alianças são para Deus nos dar abenções. Mas, visto já, digamos assim, estamos condenados à morte. As alianças também dão-nos um caminho de sairmos dessa condenação e podermos estar conselhados com Deus e sermos abençoados. E por isso, Deus faz estas promessas, porque Ele quer nos abençoar. Por isso, as alianças são, digamos assim, promessas de Deus para nos abençoar, mas nós temos as nossas partes dessas condições. É como fazermos um contrato. O contrato é entre dois e Deus tem a sua parte e nós temos a nossa parte. E Deus quer que nós façam-nos a nossa parte. Mas a parte de Deus é uma parte de perdoar e se nós fizermos as coisas de acordo com esse contrato, para Ele nos abençoar. É muito simples, visto desta maneira. É simplesmente o que é. Fejamos, por exemplo, uma das alianças que foi feita inicialmente foi a aliança com não é.

E vemos isso em Génacias 9. E aí vê-se quando houve o dilúvio e depois do dilúvio, Deus fez uma promessa, uma aliança com as nações. E vejamos aqui em Génacias 9, no século 12 diz assim, este é o sinal da minha aliança, com vosco. Que faço entre mim e vós e entre todos os seres viventes que estão com vosco para perpétuas gerações. E vê-se aqui então que é um sinal da aliança, Deus fez uma aliança com a humanidade e então deu um sinal. E continua assim, no versículo 13. Por anas nuvens o meu arco será por sinal da aliança entre mim e a terra. Então, Deus pôs o arco iris no céu e assim então é o sinal da aliança que ele fez com o homem. E que diz assim, se o sederá que quando eu trouxe erro nuvem sobre a terra e neles aparecer o arco. Então me lembrarei da minha aliança afirmada entre mim e vós e todos os seus viventes de toda a carne e as águas não mais se tornarão em dilúvio para destruir toda a carne. Não haverá outro dilúvio na terra inteira para destruir toda a carne. É, digamos assim, a benção que Deus está a definir aqui através desta aliança, a aliança interna, que diz aqui, diz assim, no versículo 16, o arco estará nas nuvens e me lembrarei da aliança interna, entre Deus e todos os seres viventes de toda a carne que há sobre a terra. E por isso vemos que aqui está uma aliança que aponta para uma esperança, uma esperança que, ao fim de contas, Deus não quer que a humanidade toda morra. E por isso está-nos a dar uma ideia da esperança que Ele nos quer dar e que nos dá através de outras alianças. Mais tarde, na aliança com Abraão, vejamos então em Génacias capítulo 17, Génacias capítulo 17, como está na lera de versículo 1, diz assim, quando atingiu Abraão à idade de 99 anos, apareceu o Senhor e disse, eu sou Deus Todo-Poderoso, anda na minha presença e se perfeito. Farei uma aliança entre mim e ti e te multipliquei extraordinariamente. Deus está aqui a dar uma aliança com Abraão e a dizer que o vai abençoar extraordinariamente.

Prostou-se Abraão, rosto em terra e Deus lhe falhou, quanto a mim será contigo a minha aliança. Será-se pai de numerosas nações. E por isso fez aqui umas benções que ele está a abençoar a ele.

Abraão já não será o teu nome e sim Abraão, porque é o pai de numerosas nações, de constituir. Aqui veste esta benção. E far-te-ei-se, frecundo, extraordinariamente, de diferentes nações, e reis procederão de ti. Vários reinados, vários reis da terra serão da Abraão. Então, continue no versículo 7. Establecerei a minha aliança entre mim e a tua descendência.

Que é a tua descendência? A tua descendência lê-se em outras versões, por exemplo, na versão, ao meio da revista e corurgida, que é a tua semente.

Está a fazer aqui uma aliança com Abraão, mas ouço, mas também com a semente de Abraão, que cumpriria todas as instruções desta promessa.

Porque embora a Aliança fosse feita com Abraão, Abraão não foi perfeito. Mas a semente, que sabemos que foi Jesus Cristo, foi perfeita. E essa semente, a Aliança, foi feita finalmente através da semente que cumpriu todas as regras desta aliança.

E por isso disse assim, estabelecei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência, a tua semente, que era Jesus Cristo, no recurso das suas gerações. A Aliança perpetua para ser o teu Deus e da tua descendência, da tua semente. Dar-te aí à tua descendência, à tua semente, à terra das tuas preguinações, toda a terra caná, caná, em posição perpetua e serei o seu Deus. Aqui vê-se, então, nesta promessa. Digamos assim, duas fases. A fase inicial, através da Braão, que aponta para a aliança que veio mais tarde, que é a Antia Aliança, e uma parte mais futura para a semente que veio a ser Jesus Cristo para a nova aliança, que terá uma implicação maior, como veremos. E, por isso, vê-se aqui, digamos assim, duas fases, duas etapas, neste desenvolvimento da Aliança, da promessa aqui a Braão, inicialmente.

Então, vejemos a primeira etapa, que é, digamos assim, o que nós hoje em dia chamamos a Antia Aliança, que está descrita entre Exodus 19 e Exodus 24. Por isso, vamos, então, ver em Exodus 19. Exodus 19, começaram a ler no versículo 5, diz assim, agora pois, se diligentemente ouvir-se a minha voz e guardares a minha aliança, isto é, deus a falar a Moisés agora, depois de eles terem saído do Egito e de andarem pelo deserto por 40 anos, diz assim, agora, se diligentemente ouvir-se a minha voz e guardares a minha aliança, então serei-se a minha propriedade peculiar entre todos os povos, porque toda a terra é minha.

Vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. Aqui está a dizer que, através desta nação, como o reino de sacerdotes e uma nação santa, e como veremos, abençoará o resto do mundo, através desta nação para abençoar o resto do mundo. A intenção aqui, final, é abençoar o mundo inteiro, tal como a aliança anoé, a aliança e terra, foi para toda a humanidade. A intenção aqui é para abençoar o mundo inteiro, através daqueles que foram obdiantes e aqueles que estão a seguir um bom exemplo da obdência. São estas palavras de que falarás aos filhos de Israel. Continuando, então, a ler no versículo 7. Vemos-é, chamamos-os anciãos do povo e expor-os diante deles todas estas palavras que o Senhor lhe havia ordenado. Então, o povo respondeu a uma, tudo o que o Senhor falou faremos. E o Mosejo le to ao Senhor as palavras do povo. E hoje disseram, sim, nós faremos o que Deus está a fazer. Vê-se aqui, é um contrato. É um contrato a dizer, olha, Deus vos vai abençoar, mas vocês têm que amecer as minhas leis para esguardar esta aliança. Então, será-se uma nação muito especial, portanto, grandes leis, grandes princípios que todo mundo olhará para ti, então vai, vou usá-te para espalhar esta beleza ao mundo inteiro.

Então, o povo disse, sim, nós fazemos a nossa parte do contrato. Foi o que o povo aqui estava a fazer. Tudo o que o Senhor falou, faremos. E depois, ve-se aqui, nos capítulos seguintos, que descreve esta antiga aliança. E depois, no capítulo 24, como sânaleiro do versículo 3, diz assim, vem, pois moseis e referiu ao povo todas as palavras do Senhor e todos os estatutos. Então, todo o povo respondeu a uma voz disso. Tudo o que falou o Senhor, faremos. Aqui é concluir o conteúdo, digamos assim, desta antiga aliança. Ve-se aqui, continuando aqui, moseis escreveu todas as palavras do Senhor e temos levantado pela manhã de madrugada, e eles vão altar o pé do monte de 12 clunas, segundo as 12 tribos de Israel.

Versículo 5 enviou alguns jovens dos filhos de Israel, os quais ofereceram o Senhor a locaos, de sacrifícios pacíficos no vídeo, e moseis tomou metade do sangue, e o pojo em bacias e outra metade as pregiu sobre o altar. E tomou o livro da aliança, e o leu ao povo. E eles disseram tudo o que falou o Senhor, faremos e obteremos. Então, tomou moseis aquele sangue e o aspregiu sobre o povo. E disse, eis aqui, o sangue da aliança que o Senhor fez com o vosco, a respeito de todas estas palavras. O sangue, digamos assim, foi à assinatura. Mas o sangue também representa os sacrifícios, os holocaustes, os sacrifícios pacíficos que apontam para um futuro.

Porque a lei requer sangue por sangue quando quebram a lei. Quando nós quebramos a lei de Deus, o salário do pecado é a morte. E por isso requer sangue, porque a vida está no sangue, requer sangue para pagar. Requer morte por morte.

E por isso isto aponta para um futuro pagamento, para reconciliar. Isto é, torna-se então já uma sombra para algo futuro. Então, vejamos, então, esse futuro, que foi a nova aliança através do sangue de Jesus Cristo e dos sacrifícios de Jesus Cristo, que se calhemos aqui, por exemplo, em Lucas capítulo 22. Podemos ir a outras secções, mas vamos a outros evangelismos. Vamos, por exemplo, hoje, ver Lucas 22, versículo 19 e 20.

E tomando um pão, tendo dado graças o Partiu, eles deem-lhe dizendo, isto é o meu corpo, oferido por vós, fazia isto em memória de mim. E, semelhantemente, depois de sear, depois de seia, tomou o Cáles, dizendo, isto é o Cáles da nova aliança. No meu sangue de ramado em favor de vós. É o Cáles divinho simbólico ao sangue de ramado por Jesus Cristo, a nossa favor.

E, por isso, ver-se aqui, então, a nova aliança, também com sangue. Mas este sangue agora é o sangue de Jesus Cristo. O sangue, que, na verdade, nos reconcilia, nos põe justos e direitos e santos perante Deus. O sangue é pago uma vez para sempre. Não é preciso continuar a fazer estes sacrifícios. E que representa, então, uma nova nação espiritual. Uma nação de sacerdotes, uma nação espiritual. Como podem ler, por exemplo, em primeiro Pedro, capítulo 2, versículo 9.

E, por isso, vemos aqui que as alianças, começando porque mostrei a aliança de Noé, que apontava uma esperança para a comunidade não fosse destruída. Vê-se depois a promessa à Abraão, que era a Abraão e pela sua semente. Porque se, então, essa promessa, digamos assim, feita numa aliança que se chama, hoje em dia, a antia aliança ao povo israelíta e a nova aliança ao novo povo israelíta espiritual.

Ambas feitas com sangue, porque o sangue da antia aliança apontava simbolicamente para o sangue de Jesus Cristo, na nova aliança. Uma vez mais, porque que Deus faz estas alianças? Para nos abençoar. Para nos dar um caminho para sermos abençoados. Por quê? Porque a lei nos demonstra o que é certo e que é o errado. Quando nós fazemos o errado, este é o pecado, nós somos condenados à morte.

E por isso a lei, digamos assim, porque nos mostra o que é bom e o que é mal e porque nós fazemos as nossas próprias decisões e fizemos o que é mal, estamos condenados à morte. Não há possibilidade de sermos, agora, eternamente abençoados, porque mais cedo ou mais tarde vamos morrer e, uma vez que estejamos mortos pagando assim pelos nossos pecados, não haveria esperança nenhuma. Mas esta nova aliança, que era apontada, uma sombra que era feita através da antiga aliança, que era uma sombra em antecedência da nova aliança, que era apontada pela antiga aliança pelos sacrifícios, apontava para esta nova aliança, que representa o sacrifício de Cristo, para podermos ser abençoados, para podermos ser reconciliados.

Crisirmãos, qual é a meta final? Qual é a meta final que Deus tem para nós? A meta final é que Deus quer um bom, saudável relacionamento entre Ele e nós. É tudo acerca de um bom relacionamento. E o relacionamento que Ele quer conosco é que nós sejamos filhos dele. O relacionamento de família, de pai para com filhos. E vejam com isso em 1 João capítulo 3. 1 João capítulo 3. Vegemos então começar do versículo 1. Amados, esta meta é agora. Primeiro, estou aqui. Primeiro João capítulo 3.

Desculpe. Primeiro João capítulo 3. Vete que grande amor nos tem concedido o pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus. Deus é amor, crisirmãos. Deus quer um relacionamento conosco, um relacionamento carinhoso, amoroso, bondoso. E este amor que Ele nos dá para termos este relacionamento é para sermos filhos dele. E de facto somos filhos de Deus. Por essa razão o mundo não nos conhece porque não aconteceu Ele mesmo. Por que somos filhos de Deus? Porque fomos regenerados pelo poder do Espírito Santo, mas ainda não nos nascemos de novo. E por isso o mundo não nos conhece. Amados versículo 2 agora, perdão, somos filhos de Deus e ainda não se manifestou o que averemos de ser.

Quando nascemos de novo espiritualmente, isto é a paz, a nossa ressurreição ou transformação se estivermos vivos ainda quando os Cristo vieram, sabemos quando Ele se manifestar, quando os Cristo vieram, se manifestar, seremos semelhantes a Ele, semelhantes a Cristo. Isto é, seremos do mesmo gênero, do mesmo tipo, da mesma, digamos assim, qualidade de ser que Ele é. Porque averemos da vela como Ele é. Averemos da vela como Ele é. Hoje em dia não podemos ver como Deus é, como os Cristo é, na realidade, porque a glória é, digamos assim, queimaria os olhos, digamos assim, não conseguimos ver esta glória.

Mas vamos, então, ter essa capacidade, vamos ter essa como ser espirituais para vê-lo como Ele é. Versículo 3. E assim mesmo se purifica todo o que Nel tem esta esperança, assim como Ele é puro. E por isso temos esta esperança, vamos esforçar de nos purificar. Por que? Porque temos este sacrifício reconciliador de Jesus Cristo, que nos reconcilia, para podermos ter este relacionamento de família, de ser filhos de Deus.

E, então, vamos nos esforçar com a ajuda do poder do Espírito Santo de Deus, para nos purificarmos. Isto é seguindo o exemplo de Jesus Cristo para sermos como Ele é. Por isso é que diz, assim mesmo se purifica, que todo o que Nel tem esta esperança, assim como Ele é puro. Temos que esforçar neste caminho para nos purificarmos. Porque ainda não somos puros, mas temos que estar a purificarmos neste caminho.

É um processo nesta vida. Cris irmãos, então repetindo de novo, Deus quer nos abençoar. Mas qual é o problema? O problema é nosso, porque nós pecamos, nós quebramos as leis de Deus. E por causa disso, a lei por si própria não é suficiente. Porque a lei demonstra o que é certo e o que é errado e nós fazemos decisões incorretas. Tal como vem, por exemplo, em Génerses capítulo 2, o Dão e Eva tinham duas árvores, a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal, digamos assim, a árvore da morte.

E Deus disse, escolhe a vida, como lêem também em Doutor Nome 30. Escolhe a vida, te dou a vida e a morte. Escolhe a vida para que sejas bem. Vejam Doutor Nome 30, versículo 19. Escolhe a vida para poder abençoar, para ser estar bem.

Escolhe o caminho correto. Mas, porque nós fizemos decisões incorretas? Porque nós escolhemos o caminho da morte. Isto é o bom mistrado com o mal e coisas assim, que é a árvore da morte, do conhecimento do bem e do mal. Decidimos coisas que é bom e que é mal, em vez de acreditarmos em Deus, no que Ele nos diz que é bom e que é mal, e acreditarmos nEle e por isso seguimos a árvore da vida.

Estamos a seguir a árvore em que nós decidimos para nós próprios o que é bom e que é mal, que é a árvore da morte. Ora, assistendo, assistendo, precisamos das promessas de Deus, para nos reconciliar, para nos pretoar e para nos pôr no caminho correto e para nos dar ajuda a purificarmos, desde que nós estejamos prontos e dispostos e desejando a fazer o que é certo. Queridos irmãos, precisamos das alianças de Deus.

As alianças de Deus nos dão, por exemplo, a nova aliança nos dá o sacrifício de Jesus Cristo, mas também porque Jesus Cristo foi para o céu, Ele nos manda a promessa do Pai. E a promessa do Pai é o Espírito Santo de Deus, que nos ajuda a entender as coisas que, de outra maneira, não entenderíamos. Nos ajuda a entender a verdade, nos dá a capacidade mental de compreender coisas espirituais. Como lemos em 1 Coríntios capítulo 2, 1 Coríntios capítulo 2, vejamos aqui. 1 Coríntios capítulo 2.

Vamos começar a ler de versículo 11. Diz assim. Por qual dos homens sabes coisas do homem, se não seu próprio espírito? Como é que você sabe as coisas do homem? Porque você tem o espírito do homem no homem. Mas, por exemplo, não pode por aqui um urso ou um cavalo e tentar explicar ao urso ou tentar explicar ao cavalo como certas coisas funcionam.

Porque não entenderiam, porque não tem o espírito do homem no homem. É o espírito do homem no homem que Deus nos deu, isto é o fôlego da vida que ele nos deu, que nós conseguimos entender as coisas do homem. Mas igualmente, assim também as coisas de Deus, continuando a ler aqui no versículo 11, de 1 Coríntios capítulo 2, assim também as coisas de Deus ninguém as conhece, senão o espírito de Deus.

Se você não tem o espírito de Deus ou dentro de você, ou trabalhar com você à sua volta para o ajudar a entender a verdade, se o espírito de Deus não está a trabalhar consigo, de uma maneira ou de outra, você não vai entender as coisas de Deus.

Não vai entender as coisas de Deus. Tal como o urso ou o cavalo não entende as coisas do homem, nós como homens não entendemos as coisas de Deus, senão tivermos o espírito de Deus a trabalhar conosco. Querias irmãos, esse é o ingrediente essencial que falta nas pessoas. Por isso que não há paz no mundo, porque o mundo não tem o espírito de Deus.

Não há paz no mundo. Querias irmãos, vejamos aqui, então, em Hebreus capítulo 8. Hebreus capítulo 8. Vejamos aqui, começando a ler no versículo 10. Hebreus 8, versículo 10. Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor, na sua mente imprimirei as minhas leis, também sobre o seu coração as escreverei e ele será o seu Deus e ele será o meu povo. Sim, isto vai acontecer à nação de Israel, mas está a acontecer agora aos aqueles que estão a ser chamados agora. A nação de Israel será chamada no futuro, mas está a ser dado agora a alguns, poucos que são chamados pelo Senhor.

E, assim, então, Deus está, digamos assim, com a ajuda do Espírito Santo Ele, a fazer essas pessoas entender. A verdade, então, a ser chamados. Ora, se respondem a essa chamada e começam a abrice-se e a responder à chamada, então vão continuar a crescer no conhecimento e na verdade. Se não respondem, perdem esta grande oportunidade. Mas diz aqui, na sua mente, imprimirei as minhas leis também sobre o seu coração e escreverei.

Este ingrediente que falta à humanidade, que é o Espírito Santo de Deus, é que faz com que as nossas mentes e os nossos corações tenham um sentimento, a mentalidade e o coração de querer obtecer a Deus, para podermos ser o seu povo. Isto é, é o Espírito Santo de Deus que nos circuncisa o coração, que nos muda o coração e a mente. Os irmãos, não é só uma coisa mental?

Não é só uma coisa intelectual? Olha, eu sei os quatro cavalos, eu sei corções, as trombetas, eu sei isto, eu sei. Não é uma coisa intelectual, queris irmãos, embora o conhecimento seja importante, mas tem que ser com o coração também. Temos que ter um coração correto. O coração tem que estar certo, não é só a mente. Temos que ter um coração certo, queris irmãos. E por isso precisamos do Espírito Santo de Deus para escrever as leis dela no nosso coração e nas nossas mentes, para nos circuncidar no coração e na mente.

A circuncisão de Cristo, que é aqui dentro, não é uma coisa externa. E continuando então a ler, no versículo 7 a 9 diz assim, porque se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscar lugar para uma segunda aliança, a nova aliança. Se a antiga aliança, quando os Israelitas tivessem sido perfeitas, porque é então uma segunda.

Mas porque foi imperfeita. E de facto, diz-nos aqui, no versículo 8, eis, e vem em dias diz o Senhor e firmarei nova aliança em casa israelíca ou casa de judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais nos dias, no dia em que os tumei pela mão, para os conduzir fora da terra de jito, pois eles não continuaram na minha aliança. Aqui está o problema. O problema não foi nas leis de Deus, o problema foi que eles não cumpriram a sua parte do primeiro contrato da antiga aliança. Os Israelitas não cumpriram a parte deles. E por isso, Deus diz, eu não atentei para eles, diz o Senhor.

Não foi nada errado com as leis. E por isso é que dizem, a nova aliança vai pôr as leis no coração, é porque eles não obedeceram. Queres irmãos, nós não somos melhores que eles, mas graças a misericórdia de Deus, Deus está a escrever as suas leis no nosso coração e nos nossos mentos.

E nós temos que responder. Temos que responder esta chamada. Então, está a Deus a ser um Deus duro para aqueles Israelitas, estão perdidos? Não. Isso é um assunto para falarmos no outro dia. E está claro, há consequências. Mas um importante aqui, vejam, por exemplo, no versículo 6. Agora, com o enfeito, obteve Jesus, Ministério, tanto mais excelente quanto é Ele também, Mediador de Superior aliança, instituída com base em Supriores promessas. O que temos agora é uma melhor aliança com melhores promessas. E, queris irmãos, esta correção que Deus nos dá, este ajustamento de direção que Deus nos dá com o seu espírito, é sempre com muita paciência, com muito carinho, com muito amor.

Queris irmãos, nós, para nós é fácil dizer, olha, porque aquela pessoa não está a fazer isso, não, puma, dar um castigo. Nós temos pouca paciência, queris irmãos. Não estou a condenar coisas incorretas, mas estou a dizer que Deus tem muita paciência conosco, graças a Deus.

Tem muita paciência conosco. Às vezes nós somos duros. Temos que aprender a ser um bocadinho mais paciante com as outras pessoas. Ora, Deus está... esta é uma promessa aqui que vemos aqui na aliança, só para os israelitas? Não, é para o mundo todo, porque Deus quer o mundo todo que sejam filhos e filhas de Deus. Trabalhou inicialmente coisas realitas para eles serem, digamos assim, um ponto central para trabalhar através de Deus para chegar ao mundo inteiro. Ora, e eles falharam. Então, Deus agora está a escolher uma nação espiritual para, através desta nação espiritual, dar a sabedação ao mundo inteiro. Cada coisa no seu próprio tempo. Vejam, por exemplo, em Galatas 3.

Galatas 3, versículo 8, diz assim, ora, Galatas 3, versículo 8, ora, tendo a escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios. Anuncio ao Evangelho e a Abraão, dizendo em Ti, serão abençoados todos os povos. Através da Abraão, serão abençoados todos os povos. Sim, era parecer, através da Abraão e através de Israel físico, todos os povos, mas Israel físico falhou. E por isso agora, Abraão, através dos filhos espirituais Israel espiritual para abençoar os povos todos. Queridos irmãos, então, como é que nós podemos estar justos para ante Deus?

Como é que nós podemos estar, digamos assim, reconciliados com Deus? Podemos estar justificados por ante Deus? Vejam em Romanos 3, Romanos 3, versículo 20. Visto que ninguém será justificado diante de Deus por obras da lei. É que onde pessoas ficam confundidas. Ninguém será justificado por obras da lei. Em razão que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. Queridos irmãos, deixe-me por isto de uma maneira simples. Por exemplo, há uma lei de trânsito. E nessa lei de trânsito diz que você não pode guiar o carro quando está bêbado, quando está embriagado.

Ora, se você está embriagado e o policial apanha você, o que é que acontece? Dependendo da lei, local, pode mudar de nação para nação, mas de uma maneira geral acaba por ir para a prisão, porque é um assunto muito sério estar a guiar um automóvel embriagado. É um assunto muito sério.

E vai a castigos muito fortes por causa disso. Agora, qual é a multa disso? Está claro, depende do que os juízes decidiram, da nação ou do país, que pode mudar de um país para outro. Mas o ponto é que a multa para ser paga. A multa para ser paga. Você não vai pagar a multa como a promessa a dizer, olha, agora em diante não vou guiar mais no estado de bêbado. Não vou guiar mais estando embriagado. Isso não paga pela multa. Obceira a lei não paga a multa.

É o que diz aqui, ninguém será justificado por obras de lei, seja que lei for. Obceira a lei não paga a multa. É simples. Seja que lei for. Se a lei diz não paga a multa, você matou. Agora você diz, olha, não vou matar mais ninguém. Isso não paga a multa. Não paga a multa. Então entender. Porque pela lei vem o conhecimento do pecado.

Pela lei, a lei nos diz o que é certo e o que é errado. A lei nos diz não podes guiar quando estás embriagado. A lei nos diz, para estar a guiar no carro, tens ter o cinto de segurança. A lei nos diz o que é certo e o que é errado. A lei não paga a multa. É o que está a dizer aqui. Continuando, então, a lei era no versículo 22. Agora, sem lei se manifestou a justiça de Deus. A parte da lei se manifestou Jesus Cristo.

Desmonhado pela lei, então, os profetas, sim, foram estiminados, por causa de si, a lei, a ti, tudo. Mas vês aqui a justiça de Deus, a justiça de Deus mediante a fé de Cristo. Sim, Cristo veio para a terra. Tudo foi criado por ele, através dele. Ele se esvaziou do poder que tinha, veio para a terra, viveu uma vida sem quebrar a lei.

Ele teve fé que o Pai o ressuscitasse e por isso fez isso. E por isso morreu porque o assassinaram, não porque ele tinha que cometer pecado, morreu porque o assassinaram. E por causa disso, ele foi ressuscitado, porque nunca pecou. E ele teve fé que o Pai o ia ressuscitar. Ora, se ele não acreditasse que o Pai o ia ressuscitar e ele fazer isso, não.

Mas ele teve completa confiança no Pai, que o Pai o ressuscitaria. Por isso é que ele se despio, digamos assim, se desrevestiu, tirou todo o seu poder que tinha para ser um servo da forma de homem, como lêem em Filipenses 2, Versículo 6 e 7, se esvaziou do seu poder para ser um homem, até a morte pela cruz.

Ele fez isso porque teve fé que o Pai o ressuscitaria. E por isso a justiça de Deus, esta justiça de Deus mediante, a fé de Cristo para todos e sobre todos os que creem, porque não há distinção. Por que? Porque todos nós pecamos e por isso todos temos falta da glória de Deus. Mas somos justificados, somos feitos justos, somos reconciliados, somos oposto direitos perante o Pai de graça, pela bondade, pela graça de Deus, pelo querido, pelo amor, pela grande perdão que ele nos fez.

Mediante a redenção, até o pagamento da multa que há em Cristo, da multa que é apenas a morte. A quem Deus propôs no seu sangue como propiação, isto é como uma coberta de misericórdia, como uma cobertura para nos perdoar e fechar os olhos e deixar passar por cima, para deixar passar isto por cima, como propiação.

Mediante a fé, a fé de Cristo e a nossa fé, de fé a fé, como sabemos, é a fé de Cristo, mas nós temos que acreditar nele também para manifestar a Sua justiça, porque é Deus, na Sua tolerância, deixado em punes. Isto é, fechou os olhos, passou por cima, deixou em punes os pecados anteriormente cometidos. Tenda em vista a manifestação da Sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador naqueles que têm fé em Jesus, onde pois a ejectância, onde é que há o orgulho?

Você tem algum orgulho por causa disso? Você está porque eu estou a obter as leis, ou seja, o que for? Foi de tudo excluída, porque lei. Lei das obras, lei dos rituais e das cerimónias e de fazer sacrifícios, isso? Não. Não, pelo contrário, pela lei da fé. Pela lei da fé. Concluímos pois que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei. Por quê? Porque os judeus pensavam que estes rituais, estes cerimónias, estes obras da lei, estes rituais, estes cerimónias pagavam pelos pecados e não pagam.

Veja então, um pouquinho mais adiante, no versículo 31. Anulamos pois a lei pela fé? Não. Não é nenhuma. Aliás, antes confirmamos a lei. Confirmamos a lei. A lei espiritual não muda. Temos que continuar a obceer. Temos que continuar a obceer. Mas somos justificados de graça. Então, por que é que é esta lei de obras? Por que é que é esta lei de obras? Vejam então, no versículo Galatas 3, versículos a 9, diz assim. Ora, sabemos que tudo que a lei diz, acho que vivem na lei, o diz para que se calta toda a boca e todo mundo seja culpável perante Deus.

Desculpe, desculpe. Galatas 3, versículos a 9. Galatas 3, versículos a 9. Galatas 3, versículos a 9. Galatas 3, versículos a 9. Galatas 3, versículos a 9. Qual pois a razão de ser da lei? Sim, por que é que é lei? Foi adicionada por causa de transgressões. Então, qual lei que ela está a falar aqui? A lei que foi adicionada por causa de transgressões. Ora, se houve transgressões, é porque quebraram a lei. Mas diz a lei que foi adicionada porque quebraram a lei. Então, está a falar aqui de duas leis. A lei espiritual diz não matos, não comitas adultério, não roubes, não mintas, etc.

Nós quebramos a lei. Então, o salário do pecado é a morte. Mas na antiaaliança tinham então leis cerimoniais e rituais matando cordeiros e bodes e coisa assim, e novilhos e coisa assim. Porque para apontar ao verdadeiro sacrifício de Jesus Cristo. Mas o paltaço era que esses bodes e novilhos, etc., não nos perdoavam, não nos justificavam. É fé de Jesus Cristo que nos justifica.

Então, esta lei foi adicionada porque houve transgressões. Mas apontava para a necessidade de um sacrifício que é Jesus Cristo. Ele era no Preciso 9. Foi adicionada por causa das transgressões até que viesse o descendente. Isto é a semente Cristo. A quem se fez a promessa. Como lemos, a promessa foi feita à semente. A Jesus Cristo, a abraão e à semente. A Jesus Cristo e a semente obteceu todo os requisitos da aliança.

E foi promulgada pela meia de anjos. Isto é a promesa de mensageiros pela mão do Mediador, que foi Moisés. E o Mediador não era de um, mas era entre dois. E deles é um e os Israelitas foram pelo Mediador.

Cariz, irmãos, estes sacrifícios da lei temporária, da lei ceremonial, essas coisas que a lei de Moisés ceremonial, que foi adicionada, que tinha coisas de sacrifícios e tinha coisas para lembrar a eles acerca das leis de Deus, certas coisas para eles que fizessem, como por exemplo, bordas e coisas para lembrar ainda a lei de Deus, isso representava o Jesus Cristo ou o Espírito Santo, que foi a promessa que foi dada depois dos sacrifícios de Jesus Cristo. Cariz, irmãos, vencem então que foi afeto de Jesus Cristo, que nos justifica e então, através disso, podemos então receber a irança que foi dada a Abraão, mas que agora é dada a nós, para sermos filhos da Abraão, para sermos herdeiros de Abraão. Vejam em Galatas 3, versículo 29.

Dizem assim, se pois de Cristo também sou os descendentes da Abraão e herdeiros segundo a promessa. Somos herdeiros da Abraão, mas somos de Cristo, somos digamos assim, enxertados na videira e por isso agora somos parte da descendência da Abraão, porque somos descendentes de Cristo. E vejam então em Romanos 8, versículo 17, que diz assim. Romanos 8, versículo 17, diz assim, ora se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus. Através de Cristo somos herdeiros de que? De Deus. Não é herdeiros de Jorge ou de João ou de Joaquim, mas é de Deus. Para sermos filhos de Deus, herdeiros de Deus. E com herdeiros com Cristo. Cristo irmãos é o que Deus quer fazer de nós. Isto é a meta para sermos filhos e filhas de Deus. Jesus Cristo obteceu todas as condições deste acordo, desta nova aliança. Ele nunca pecou, nunca pecou. E por isso não há nenhum outro nome. Não há nenhum outro nome pelo qual possamos ser salvos. Atos 4, versículo 12. Não há nenhum outro nome, só Cristo. E por isso vemos aqui que havia esta antialiança, que apontava para a nova aliança, que era simbólica de uma aliança futura. Vejam comigo se faz favor aqui em Hebreus capítulo 9.

Hebreus capítulo 9. Começamos a ler aqui, do versículo 1. Ora, a primeira aliança, a ter aliança, também tinha perceitos de serviço sagrado e seu santuário terrestre, com efeito por que foi preparado o tabronáculo, cuja parte anterior, onde estava o candeiro, e a mesa e a exposição dos pães, se chamam o santo lugar. Por trás do segundo véu se encontrava o tabronáculo, se chamam os santos-santos, a qual pretendiam altar do ouro para a vincência e a arca da aliança totalmente cobertada do ouro, na qual estava uma urna do ouro contendo o maná, o bordão da arão, que floreceu e as tabas da aliança. Desculpem a ler isto rapidamente, mas estou a focar num princípio específico aqui, que é que esta aliança, que tinha estas coisas todas, esta aliança, a antialiança. Vejam então no versículo 9, diz assim, isto é uma parábola, esta aliança é uma parábola, era simbólico, era um simbolismo, era uma sombra para apontar, diz assim, para a época presente. E segundo esta, se oferecem tantos dons como sacrifícios, embora estes no tocando à consciência, sejam ineficazes para profeçoar aquele que presta culto. Isto é antiga aliança, tinham os sacrifícios, tinham essas coisas todas. E as se faziam isso, mas eram ineficazes para profeçoar aquele que presta culto. Eram ineficazes, os quais versículo 10 não passam do ordenanças da carne, baseadas somente em comidas e bebidas e diversas apeloções, impostas até ao tempo oportuno de reforma. Que tempo foi essa? A vinda de Jesus Cristo, o estabelecimento da nova aliança. Quando porém, vais os Cristo versículo 11 como sumo sacerdote, então ve-se aí que há nova aliança ao sangue de Cristo, aí mesmo que é oferecido, que purifica a nossa consciência como leia no versículo 14. É o sangue de Cristo. E por isso isso tudo era simbólico. No antigo estamento, apontava para a nova aliança simbólica, para a nova aliança. E por esta nova aliança, vejam então no capítulo 10.

Ora, visto que a lei, esta é lei de sacrifícios, a lei dessa ritual, a lei dessas cerimónias da antiga aliança, tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeito os ofertantes. Isto era a lei de ofertas, as leiras desses sacrifícios, dessas coisas que faziam nessa antiga aliança. Entretanto, nesse sacrifício, se faz recordação de pecados todos os anos, porque é impossível que o sangue de toros e de bodes remova pecados.

Era simplesmente apontando para Cristo, apontavam para Cristo. Então, olhando um bocadinho mais adiante, no versículo 10, nesta vontade é que temos sido santificados, mediando a oferta do corpo de Jesus Cristo. A nossa justificação é por Jesus Cristo, do corpo de Cristo.

Uma vez por todas. Uma vez por todas. Continuem, então, no versículo 14, porque com uma única oferta, aperfeiçoa para sempre, quando estão sendo santificados, com uma única oferta. Feja o que era necessário para nos aperfeiçoar, mas estamos a ser santificados, porque é um processo, através do Espírito Santo, estamos a ser purificados. Como lemos em primeiro João 3, estamos a ser purificados. Todos aqueles que têm estas esperanças estão no caminho de purificação, estão a ser purificados, estão a ser aperfeiçoados, estão a ser santificados. A santificação através do Espírito Santo de Deus.

Que les irmãos, a lei das obras, que era parte da antiga aliança, essa lei que foi adicionada por causa de transversões. Essa lei das obras era uma sombra de Jesus Cristo. Através dos rituais, das suas ofertas de toros e bodes e tudo, eram simbólicas de Jesus Cristo. E também essa lei de obras, com coisas que tinham escrevendo as paredes e bordas que tinham por nas vestes e coisas assim que tinham que fazer, eram simbólicas do Espírito Santo, porque o Espírito Santo é que escreva as leis de Deus, no nosso mente e no nosso coração, e não é na parede, e para nós estamos aqui, mas escreva aqui, aqui dentro. Que les irmãos, essa lei das obras era uma sombra, era simbólica, da nova aliança de Jesus Cristo, através de Jesus Cristo e através da promessa que Jesus Cristo nos aviou, a promessa do Pai, que é o Espírito Santo Deus, que é a nossa ajuda, que é o que nos faz uma regeração, que é o que nós precisamos para ficá-nos completos. Vejam, por exemplo, em Hebreus capítulo 13, Hebreus 13, ao fim de Hebreus 13, versículo 20 e 21. Ora, o Deus da Paz, que o tornou a trazer dentro os mortos a Jesus, o Deus da Paz, que trouxe a Jesus dos mortos, que é o nosso Senhor, o grande pastor das alveias, pelo sangue da eterna aliança. Esse Deus da Paz vos aperfeiçou em todo o bem. Como é que Ele nos aperfeiçou? Porque estamos neste caminho de santificação através da ajuda do poder do Espírito Santo. Vos aperfeiçou em todo o bem para comprise a Sua vontade, operando em Vos, que é agradável, diante Ele, por Jesus Cristo, a quem seja a glória para todo o sempre. Por isso, Cristo irmãos, que Deus vos ajude através do poder do Espírito Santo, a mudar os Vosso Corações, a mudar as Vosas mentes, a melhorarem-se, a praticarem, a viverem o caminho de Deus. Porque isso tudo não é só uma coisa intelectual, queres irmãos, é uma coisa do coração.

E queres irmãos, se nós precisamos ter coisas escritas, ou precisamos de coisas físicas, então temos um problema. Porque devíamos estar aqui dentro.

Deveia estar correto aqui dentro. E então, se está correto aqui dentro, vamos querer obcecer as leis de Deus espirituais que nunca se mudam. Vamos obcecer aos 10 mandamentos de Deus. Vamos guardar esses mandamentos. Vamos só comer carnes limpas. Vamos fazer ao guardar os dias santos de Deus. Por quê? Porque está aqui no coração. Mas as ofertas, os sacrifícios de Bodes, era simplesmente apontava para o verdadeiro sacrifício que é Sua Cristo. E essas coisas, a escrever coisas na parede, ou em bordas, ou seja, que foram, era simplesmente apontar para o que o Espírito Santo faz aqui dentro de nós. Isso é que precisamos. O Espírito dentro de nós, a nos mudar, a nos aperfeiçoar, para que Deus nos aperfeiçou, como diz aqui, para cumprirmos a vontade de Ele e operando em nós para fazermos o que é agradável diante DEL. Isso é o que precisamos de fazer, Carisimões. Através de Cristo, nós somos convictos pela Sua palavra e pelo Espírito Santo. E por isso, Carisimões, então, porque as alianças em adição às leis de Deus, as alianças são aí, ou estão aí, em adição às leis de Deus, porque todos nós pecamos. E por isso, pela lei, estamos condonados à morte. Mas as alianças definem as condições que Deus nos dá para o que nós precisamos de fazer, no nosso parte do contrato, e Ele, então, faz a Sua parte de reconciliação através do sacrifício de Jesus Cristo e nos dá à ajuda do Espírito Santo para nós, então, temos a ajuda para estarmos no caminho de sermos aperfeiçoados e santificados. Porque, ao fim de contas, Deus está a fazer uma promessa. Ele quer nos abençoar, porque Deus é um Deus de amor.

Deus fez várias alianças com o homem. Por quê?

O homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei. Anulamos pois a lei pela fé? (Rom 3:28, 31). A Nova Aliança anula a lei de Deus?

Qual pois a razão de ser da lei? (Gal. 3:19).

Este sermão dá uma explicação inicial da Nova Aliança.

 

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).