This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.
PONDEIO A BOTARDO, CRIOSIRMÃOS, AQUI JOIS CAMES, FALANDO-VOZ DE SENSANETTI. Mando cumprimentos a vocês, de todos os outros irmãos aqui na sede, que me dizem sempre para dar cumprimentos a vós, e por isso espero que estejam todos bem. Jesus Cristo, quando foi tentado por Satanás, e lê-se essa secção aí ao início de Mateus, vemos que Ele disse a Satanás que vivemos por todas as palavras da boca de Deus. Vivemos por todas as palavras. Vejam que comigo se faz favor em Mateus 4, versículo 4. Mateus 4, versículo 4. 4, 4, diz assim. Jesus, porém, respondeu, está escrito, não é só de pão que viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus. Nós temos que viver de toda a palavra que procede da boca de Deus. E se foi extraído, como podem ver aí na margem, na Vossa Bíblia, foi extraído de outro nome, capítulo 8, onde estava a falar acerca dos mandamentos que foram dados aos Israelitas através de Moisés. E também, a ver-se também a instrução de Paulo, em segundo Timótipo 3, versículo 14, 17, diz assim.
Era o Antigristamento, o que nós chamamos hoje, o Antigristamento, que pode tornar sábido para a salvação pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus. A Escritura que eles tinham nessa altura era o Antigristamento. E diz assim, toda a Escritura inspirada por Deus é útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação, na justiça. A fim de que o homem de Deus seja perfeito, seja completo, seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra. Cris irmãos, em Somário, o Somário do assunto é o seguinte. Todas as palavras que saíram da boca de Deus e que saem da boca de Deus são uma expressão da mente de Deus. São uma expressão do que Deus quer e da maneira que Deus pensa. E por isso, todas as palavras nos ensinam ou nos dão alguns ensinamentos. Nos dão ensinamentos. E isso inclui a lei de Moisés, pois nos dão certos ensinamentos. Ora, nós sabemos muito bem que Paulo disse que certas coisas, como por exemplo a circuncinsão, não é aplicada aos gentios, e a pergunta de certas pessoas pode vir a ser, então, que leis do antigo estamento são aplicáveis hoje e que leis não são.
Ora, Cris irmãos, hoje vamos cobrir esse tema. E vamos descrever basicamente três tipos de leis, embora haja outros, eu vou descrever outros tipos, mas basicamente são três tipos principais de leis, a leis espirituais e eternas de Deus, que representam a mente de Deus, que quando as quebramos, como temos pecado. Depois, vamos ver as leis ceremoniais e sacrificiais que representam leis de sacrifícios, que algumas existiam, como vamos ver antes da lei de Moisés, mas que foram adicionadas através da instituição levítica por causa dos pecados. Contra a primeira lei, que é a lei espiritual e eterna. E a terceira lugar, vamos ver, que também houve leis, e digamos assim, imperativas ou digamos estatutos, que eram civis e nacionais, de como conduzir ou de uma nação viver, em que, nas quais, nessas leis, havia um sistema judicial, havia julgamentos e havia castigos.
E, por isso, estamos a ver assim cerca de três grupos principais de leis. As leis espirituais, as leis ceremoniais, levíticas de sacrifícios, e as leis nacionais ou civis para conduzir uma nação, como os israelitas eram uma nação.
Ora, com isto de em mente, quero fazer uma pergunta importante. Quero fazer uma pergunta. O que é que Deus deseja com a humanidade? O que é que Deus quer com a humanidade? Conosco.
Com você e comigo. O que é que Ele quer? O que é que Ele quer ter com você e comigo?
Pense. O que é que você acha? Deus quer ter um relacionamento, um relacionamento de pai com filho e filha, baseado em amor, baseado em confiança mutual, baseado em respeito de um para o outro. Vejam como isso faz favor em 2 Coríntios capítulo 6 versículo 16 a 18. 2 Coríntios capítulo 6 versículo 16 a 18.
Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos o santuário de Deus vivente, como Ele próprio disse, habiterei e andarei com eles. Terei um relacionamento com estas pessoas, com o nosco, e por isso Ele quer este relacionamento para habitar e andar com o nosco. Como Ele andou inicialmente com o adão em a Eva.
Habiterei e andarei com eles. Serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso, retirá-vos de um meio deles. Quer dizer, não façam pecados, não convivem com coisas que não deviam conviver. Separá-vos, diz o Senhor, não toqueis em coisas impuras. Eu vos recebrei. Serei vosso Pai. Este é o relacionamento que Deus quer. Este é o golo. O golo final, a meta final que Deus quer.
Ter connosco neste con... neste digamos assim, neste acordo, neste pacto, nesta aliança connosco. Diz assim, serei vosso Pai e vós sereis para mim filhos e filhas. Diz o Senhor todo poderoso. O que Deus Pai quer é querer ter um relacionamento connosco com filhos e filhas, sendo ele o Pai.
Esta é a meta final do que Deus quer connosco. E ao fim de contas, é razão porque aqui há alianças entre o homem e Deus. Sejam que alianças sejam. Sejam as alianças com o adão, o pacto com o adão, o pacto com o noé, o pacto com o abrão, o pacto que foi dado aos jurilitas através de Moisés, ou o pacto que foi dado a nós, a nova aliança através dos Cristo. Querias irmãos, contratos. Quando fazemos um pacto, quando fazemos um contrato?
O contrato são, digamos assim, uma definição de um relacionamento entre nós e outra pessoa ou entidade. Por exemplo, fazemos um contrato para comprar uma casa. Fazemos um contrato para comprar um carro. Fazemos um contrato com o nosso banco para uma conta bancária ou para um cartão de crédito. E nesse contrato há termos e condições do relacionamento entre nós e o outro parceiro ou outra entidade.
Isso é um contrato, isso é um pacto, isso é uma aliança. É o que fazemos com Deus, alianças com Deus. E por isso, alianças de Deus são alianças entre Deus e o homem.
Deus fez várias alianças com o homem. A primeira, deixe-me, eu vou hoje usar um documento assim que descreve, vem aí cinco retângulos no meio, cinco retângulos no meio, e que representam cinco alianças. Houve mais alianças, houve cinco contratos. Um com o adão, outro com o noé, outro com o abrão, outro com o iseste e outro com ou através de Cristo. E vamos entender um bocadinho mais acerca dessas alianças e desses contratos.
Mas basta, neste momento, dizer que os contratos de Deus que Ele fez com nós, que Ele faz com nós, isto é, as alianças, em termo religioso, da maneira que é descrito, os concertos, as alianças, os contratos, os pactos. São palavras semelhantes. Estou a usar estas palavras para vocês entenderem bem o que quer ser uma aliança, o que quer ser um concerto, o que quer ser um pacto. É um contrato entre nós e Deus. E o primeiro contrato, digamos assim, foi com o Adão. Foi com o Adão. Primeiro contrato.
Vamos ver esse contrato daqui a pouco. Mas é importante lembrarmos que, a partir desse momento, haviam leis, leis espirituais, que foram existentes, e que foram permanentes, e que foram constantes, através de todos os contratos que Deus fez com várias pessoas. E é o que eu tenho aqui neste mapazinho, em que vemos esta secção amarela aqui, que representa as leis espirituais de Deus, que são constantes. As leis espirituais de Deus, que são constantes.
Nunca mudaram. São permanentes. Tiveram aí sempre. E vejamos, então, digamos assim, a aliança com o Adão, que começa em Génacias capítulo 2. Génacias capítulo 2. Em Génacias capítulo 2, versículo 15 a 17, diz assim, Então, após o Senhor Deus ao homem, e o colocou no jardim do Edan, para o cultivar e guardar. O homem tinha uma certa responsabilidade neste relacionamento. Tinha uma certa responsabilidade, certas coisas a fazer. É quando você faz um contrato com o banco, você tem certas coisas a fazer, e o banco tem certas coisas a fazer, certas responsabilidades também. Aqui está uma responsabilidade do Adão, para cultivar e guardar o jardim. E o Senhor Deus lhe deu esta ordem. De toda a árvore de jardim, comorás livremente. Havia uma certa lei, representada, em maneira muito abreviada, em duas árvores. A árvore do conhecimento, do bem e do mal, não comorás. Porque isto é, simbolicamente, a árvore que representa, que tu decides para ti mesmo o que é bem e mal, sem ouvir as instruções de Deus. Isto é a árvore da morte. Se tu mais dessa árvore, morrás. E depois deu outra árvore que é a árvore da vida. Que disse se seguires as minhas instruções, as minhas leis, os meus princípios, vais ter vida. Vais viver, não morres.
Vês aqui, muito brevemente, um acordo, um relacionamento. E veis que, debaixo desse relacionamento, Deus convivia em paz, tinha um bom relacionamento, não havia inimimizado, não havia fricção entre Deus e o Adão. E assim, veis que pode-se ler aí, a partir do versículo 19 até o versículo 25, em que vê que Deus falava diretamente e pessoalmente com o Adão. Tinha este relacionamento. Tinha uma boa amizade, digamos assim, e podiam falar um com o outro à vontade, sem quaisquer dificuldades ou fricções.
Quando temos um bom relacionamento, por exemplo, com o nosso filho, com a nossa filha, falamos com ele avontada. Quando há uma fricção, uma fricção, não falamos assim tão avontado, não é? É a mesma coisa aqui. Com o Adão, Deus falava com ele inicialmente avontado, sem problemas. Depois, vence no capítulo 3, de Jénacas, vence que o Adão e a Eva pecaram, quebraram esta confiança mútua. Sim, tinha um respeito mútuo e quebraram este por não obtecerem, porque desobteceu, quebrou esta confiança. E por isso, desobteceram a Deus. E, então, eles iriam morrer. Porque isso era parte do contrato. O contrato, como lemos, em Jénacas 2, versículo 17, se tomares desta árvore, se não ouvires as minhas instruções, não acreditares no que o digo, que era o simbolismo da árvore, a árvore da morte, ou isto é a árvore de Dúdcio, e lhes predio próprio, que é o bom e a mal, se seguir-se a árvore, vais morrer.
E foi o que aconteceu. E como podem lerem, Ibreus 9, 27, que diz, é apontado aos homens, morrerem uma vez. Por causa do que aconteceu, a adão. Depois, por causa deste pecado, vence, no capítulo 3, versículo 15, vence a primeira, digamos assim, a primeira profecia messiânica. 3, versículo 15, diz assim, por a enumizada entre ti, isto está a falar aqui de Satanás, e a mulher, representando que é a igreja, entre a tua descendência, os descendentes de Satanás, e o seu descendente, que é Jesus Cristo da igreja, este Jesus Cristo te ferirá a cabeça.
Este te ferirá a cabeça. E isto é, Jesus Cristo te ferirá a cabeça Satanás, enquanto que Satanás vai ferir o calcanhar, o que causou certos problemas, e é uma profeta messiânica. Depois, ve-se, nessa profecia, no versículo 16, que a mulher vai ter, sob o modo, sofrimentos na gravidez, e, por meio de dois, dar à luz filhos.
Certas mulheres sofrem muito quando estão grávidas, não sentem bem. E, principalmente, no primeiro trimestre, não sentem nada bem. Há outras, quase que não reparam, mas muitas mulheres têm este sofrimento, durante os primeiros três meses. E depois, no versículo 17, ve-se também o castigo ao homem, que diz assim que a terra é maldita. Isto é, que a terra não vai ser tão fértil, e vão ter que trabalhar com mais dureza para ter o fruto da terra. Vai ser uma certa fertilidade da terra que foi diminuída.
E ve-se assim que, por causa desta quebra, no relacionamento entre Deus e o Adão em Eva, houve certos castigos. Ora, é importante aqui lembrarmos que, nesse início, existia as leis espirituais de Deus. As leis espirituais de Deus existiam já com o Adão. Como estou a explicar aqui, esta secção aqui é a primeira, a primeira, digamos assim, aliança com o Adão. E as leis espirituais de Deus já existiam. Era uma constante. Ve-se que essas leis vejam, por exemplo, aqui alguns exemplos. Em Génacos capítulo 2, fala acerca do sábado, versículo 2 e 3. E diz assim, Deus descansou e eles tinham que descansar também.
O sábado já existia, ve-se, em Génacos capítulo 2, ao tempo do Adão. Era uma das leis antes de Adão desobter. Ve-se que essas leis já existiam. Depois, no capítulo 4 de Génacos, vem a situação de Abel e Caim. E ve-se que Caim matou Abel. E depois diz que ele pecou. Fala acerca do pecado. Vejam no versículo 7, do capítulo 4. Diz-se, procedes bem? Não é certo que se rasas a seite. Se fados de bem, vai ser a seite. Se ainda procedes mal, as que pecado já as aporta.
Cás a cometer pecado. E a tua responsabilidade é de vencer contra os desejos maus para não pecares. Por isso já vence aí que havia pecado. E depois vence que Caim matou o irmão Abel. Cometeu o pecado. Uma das 10 leis de Deus. Um dos 10 mandamentos. Os 10 mandamentos já eram em existência desde o início.
Vimos o do sábado. Vemos agora aqui o que não deve matar. Uma pessoa. Também vem em Génacos, capítulo 7. Em Génacos, capítulo 7, quando fala acerca do dilúvio. E não é entrar na arca. Vence aí a história dos animais limpos e dos animais impuros. E então, houve mais animais limpos que entraram. Vem aí no versículo 2, de Génacos 7. De todo animal limpo, levarás contigo sete pares. 14. O macho e o fêmea. Dos animais imundos. Um para. Macho e fêmea. Então, quanto das girafas é que foram para a arca?
14. Porque, por exemplo, a girafa é um animal limpo. Quantos porcos foram para a arca? De que eram animais? Porque eram e são animais imundos. E, por isso, vence que já existiam essas leis das carnas limpas e das carnas imundas bem antes da lei de Moisés, bem antes do que chamamos a antiga aliança. Porque a lei de Moisés, que é esta, que foi esta aliança aqui de Moisés, que representa a antiga aliança.
E, por isso, vence que essas leis de animais limpas e imundas já existiam. E há exemplos de outras leis espirituais que foram ensinadas em gênases antes de Moisés, antes da antiga aliança. Há muitos exemplos de leis que foram das leis espirituais. Antes de Moisés. Isto é durante este período aqui. Ora, essas leis espirituais deixem me dar alguns exemplos a vocês. Por exemplo, em Génases capítulo 12, versículo 8, que Abraham chamou o nome de Deus, em Betel.
Não usou o nome de Deus em vão, mas usou especificamente em Betel. Não tomou o nome de Deus em vão. Vemos também que Abraham, isto foi antes da lei de Moisés, Abraham, dizimou a Melchizedek, em Génases 14, versículo 20. Vemos também em Génases 35, versículo 1 e 2, que Jacob disse à sua casa e aos seus serventes para tirarem os deuses falsos da vida de Deus. Por isso já havia esta lei de Deus dos dez mandamentos, que não devem ter ídolos. Essas leis estavam já em válga bem antes da lei de Moisés. Depois, vê-se, por exemplo, em Génases 37, que os irmãos de José tiveram inveja contra José.
E, por isso, o décimo mandamento não devemos decubissar coisas de outros, não devemos ter cubissa. Vemos também que José, no Egito, em Génases 39, versículo 7 a 9, teve cuidado de não cometer adultério. Por isso, vê-se a lei, o sétimo mandamento já estava em existência dos dez mandamentos, bem antes, bem antes da lei de Moisés.
Depois, vê-se, por exemplo, em Génases 44, versículo 4, em que vê-se que o saco do Benjamin tinha certas coisas que tinham sido tiradas. Por exemplo, o cópido prata do Farahó estava no saco do Benjamin e ele sabiam os ingítios, os gentios sabiam que isso era um robo. Por isso, a lei contra o robo já era em existência, um dos dez mandamentos, antes de Moisés. Por isso, já vimos várias leis. Vimos os leis de não usar o nome deles em vão. Vimos a lei do dízimo. Vimos a lei das carnes limpas e imundas.
Vimos a lei de cubissa. Vimos a lei de adultério. Vimos a lei de que não devem roubar. O que estamos a dizer é que o homem, a humanidade, sabia muito bem o que era o pecado desde os dias de Adão. Bem antes da lei de Moisés. Por isso, a lei espiritual, a lei espiritual de Deus, que é esta barra amarela aqui, a lei espiritual de Deus é constante.
É constante através da história da humanidade e da história das alianças de Deus. Ora, isso é o ponto acerca da lei espiritual de Deus dos Déis mandamentos. Então, o que se pode dizer acerca das leis de sacrifícios. Ora, os sacrifícios foram oferecidos desde o tempo de Adão e Avão. Vocês podem lê-los em Génacias 4. Versículo 3 a 5 diz assim, aconteceu que, ao fim de uns tempos, trouxe, caíam do fruto da terra, uma oferta ao Senhor.
Abel, por sua vez, trouxe as primícias do Seu robém e da gordura deste. Houve uma oferta, houve um sacrifício, houve uma oferta. E agradou-se o Senhor da Abel e sua oferta. A passo que de caíam, e sua oferta não se agradou. Vê-se aqui que houve um sacrifício, que houve uma oferta, mesmo durante os dias de Caim e Abel.
Vê-se aqui, por exemplo, neste mapa que eu tenho aqui no tempo de Adão, havia sacrifícios marcados aqui pelo S. Sacrifícios individuais. Sacrifícios individuais. Eles faziam sacrifícios individualmente. Não precisavam de fazer sacrifícios no templo. Não havia templo. Não havia tabernáculo. Foi bem antes disso. Haviam sacrifícios individuais. E aqui houve um sacrifício que representava algo muito importante ao fim de um certo tempo, ao cabo de um certo dos dias.
Como diz na alma e da re... ao cabo de quantos? De liança. Dias. Talvez quatro dias. Talvez fosse. Talvez. Não sabemos, mas talvez fosse. O sacrifício simbolizando o sacrifício de Jesus Cristo, que é... Abraau. Abraau. Abraau. Abraau. Abraau. Abraau. Abraau. Abraau. Abraau. Abraau. Abraau. Abraau. Abraau. Anasus Capítulo 6 Esta lei de Deus. Algumas coisas na salinha. Vés-que?
E vê-se por isso. Ora, ora, ora, ora, ora, ora. Aliása com a brava, aliasa com a brava, aliasa com a brava, dura. Apteceu, dura. Abalpou sua vestrosse. Aliása, aliasa, aliasa, aliasa, aliasa, aliasa, aliasa. Aliása, aliasa, aliasa, aliasa, aliasa, aliasa, aliasa. Abrão! Não!
Aliança! Aliança! Aliança! Aliança! Aliança! Aliança! Aliança! Aliança! Tura. Abceu, tura. Liança. Abrau. Abrau. Algumas coisas na salinha. Aliança.
Abel, por sua vez, trouxe-te. Abel, por sua vez, trouxe-te. Abrau. Anasus capítulo seis. Algumas coisas na salinha. Aliança. Abel, por sua vez, trouxe-te. Aliança. Aliança.
Anasus capítulo seis. Anasus capítulo seis. Aliança. Aliança.
Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Algumas coisas na salinha. Aliança. Algumas coisas na salinha. Anasus capítulo seis. Anasus capítulo seis. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Anasus capítulo seis. Algumas coisas na salinha. Aliança. Anasus capítulo seis. Anasus capítulo seis. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Algumas coisas na salinha. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Algumas coisas na salinha. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança. Aliança.
Toda a Escritura é inspirada por Deus para que nós sejamos perfeitos e completamente habilitados para toda boa obra.
Visto que sangue de Cristo e o Seu sacrifício é a única maneira que somos justificados, então quais leis de Moisés são aplicáceis hoje?
Este sermão explica algumas das alianças de Deus:
- A Aliança com Adão - A lei espiritual estava existente. Sacrifícios eram individuais.
- A Aliança com Noé - A lei espiritual continuou a existir. Sacrifícios eram individuais.
A promessa do arco-iris - ainda válida hoje.
- A Aliança com Abraão - Circuncisão. Sacrifícios ainda eram individuais.
- A Aliança com Israel através de Moisés (Antiga Aliança) - Incluía circuncisão nacional (identificador nacional de que as pessoas eram parte desta aliança nacional) e sacrifícios no tabernáculo (templo) - ordenanças para os levitas e sacerdotes e acerca da adoração no templo. Exemplos apontam para Cristo ou para uma nação sem o Espírito Santo. Uma mudança de sacerdócio implica uma mudança na implementação dessa lei (Heb 7:12) para um novo ministério.
- Certos imperativos (1) eram de amplitude mundial, por exemplo: leis relativas ao incesto; leis acerca de favoritismo; leis acerca do espiritismo; leis acerca de comer sangue e gordura; princípios de quarentina.
- Outro imperativos (2) de amplitude limitada, por exemplo: leis civis e nacionais com certas penas, julgamentos para serem adminstrados por juízes, etc. Outras leis ensinam princípios de segurança e cuidado de animais.
- A Aliança de Cristo (Nova Aliança) - as leis espirituais de Deus são eternas e continuam. A circuncisão é do coração. Os imperativos de amplitude mundial (1) continuam a ser válidos na sua aplicação espiritual e por certas nações. Nós como Cristãos submetemos aos princípios que estes imperativos nos ensinam. Os imperativos de amplitude limitada (2) ensinam princípios que ainda são pecado, mas a Igreja não é uma nação deste mundo para as administrar. Deus passou essa responsibilidade às nações. Outras leis ensinam princípios de segurança e cuidado de animais, que para nós têm valor na intenção - pois nos ensinam princípios a ter cuidado na construção, a guiar carros, etc.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).