O Amor de Deus (6)

Não suspeita o mal

Este sermão nesta série de sermões acerca do amor (agape) de Deus, explica o significado importante do que é 'não suspeitar o mal'.

Transcrição

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ere hola! Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, é que a Josh Campos, falando-vos de Cincinnati. Queridos irmãos, o que estamos a pensar ou o que pensamos é crítico para a nossa vida. Em 1 Coríntios 13, versículo 5, que é a secção que hoje desejo falar, diz aqui, na última frase de 1 Coríntios 13, 5, não se recente do mal. O amor é algo que não se recente do mar, o amor de Deus, o amor a gapa de Deus não se recente do mal.

E por isso, hoje, queridos irmãos, eu quero cobrir ou falar acerca desta parte do amor de Deus, que é uma pessoa não se recente do mal. Eu busquei, num dicionário, a palavra recentir e vi que quer dizer não se ofende, não se magoa, não se malindra. São significados da palavra recentir. Na Almeida Revista e Corrigida, e assim como na Almeida Corrigida e Fiel, diz, não suspeita mal. E na Bíblia Inglês, diz-se também, não achamos mal, não pensamos mal, não achamos mal das outras pessoas.

E por isso, hoje, quero falar acerca deste ponto da Bíblia, acerca do amor de Deus, que não pensa mal, ou que não suspeita mal, ou que não acha mal, ou que não se recente do mal, este princípio. E por isso, quero começar a perguntar. O que é que você pensa o dia inteiro?

Há certas pessoas que dizem, oh, eu daria tudo para saber o que você está a pensar. Nós somos o que pensamos. Nós somos o que pensamos. Por exemplo, se temos pensamentos sangados, ficamos pessoas sangadas. Se temos pensamentos invigiosos, tornamos-nos pessoas invigiosas. Se estamos sempre a pensar, preocupados em certas coisas, tornamos pessoas que têm sempre esta preocupação na vida. E por isso, é muito importante analisar os nossos pensamentos, analisar o que sai do coração, quais são as intenções do coração, e o que é que estamos a pensar, baseado nessas intenções do coração?

Como Jesus Cristo disse, as raízes do pecado estão na mente, ou, em outras palavras, no coração. A boca fala, como Jesus disse em Mateus 12, 34, a boca fala o que está cheio do coração. Ora, notei o seguinte, queridos irmãos, que neste sermão, quando estou a falar da mente, de uma maneira geral, estou a referir às intenções do coração e como processamos.

De como pensamos, como deixamos essas intenções do coração afetar o que está nos nossos pensamentos. E, por isso, quando estou a falar da mente, estou a falar, digamos assim, da combinação das intenções do coração e do que estamos a pensar. Se eras pessoas dizem que há o corpo peca, mas a alma não peca, e, por isso, uma pessoa, quando morre, a alma vai para o céu, mas a alma não pecou.

Queridos irmãos, e são um ensino nóstico, não é o que a Bíblia diz. Nós somos, o que a Bíblia diz, vemos em Genesis, imediatamente, no capítulo 1 e no capítulo 2, somos um ser vivente. Como dizem em Ibraico, na fecha, uma alma vivente, um ser vivente. Ora, isto quer dizer que somos uma alma a viver, e quando morremos, paramos de viver.

E, por isso, o espírito do homem, com o cérebro, trabalhar com o cérebro e com as nossas intenções de coração, o espírito do homem a trabalhar com o cérebro físico, faz o que nós chamamos a mente e o coração. As intenções, os sentimentos. E, o espírito do homem precisa do corpo para estar a viver, para estar a ser um ser vivente. Somos um ser completo. Isto é, existe uma conexão muito direta entre o corpo e o espírito do homem. Não é um sem um outro.

O espírito do homem sem o corpo não funciona. O espírito do homem só funciona quando está no corpo. Por isso, o espírito do homem grava, de uma maneira, para explicar-me, o que é o espírito do homem, o espírito do homem grava o que somos, digamos assim, e dá a capacidade de pensar de raciocinar como um ser humano ao homem. E a mulher está claro, a nós, aos seres humanos.

Porque o espírito do homem trabalha no cérebro e faz com que o cérebro físico com o espírito do homem fique o que chamamos uma mente. A mente. Por isso, a mente é uma combinação do cérebro, parte física do corpo, um membro do corpo e do espírito do homem. E por isso, o pecado está na mente. O pecado está na mente. Isto é como combinação do cérebro físico e do espírito do homem. O pecado, por isso, dizendo outras palavras, o pecado vem nas intenções do coração. E como processamos essas intenções, isto é como pensamos. E esta capacidade de pensar, vem através, digamos assim, da capacidade que o espírito do homem dá a nós para o nosso cérebro poder pensar como um ser humano.

Vejam, por exemplo, aqui em Romano 6, versículo 13. Romano 6, versículo 13, diz assim. 6, 13, diz assim.

Nem ao verseis cada um, os membros de seu corpo há pecado, como instrumentos de iniquidade.

Os membros do corpo são instrumentos do pecado.

Os membros do corpo são instrumentos do pecado. Pensamos que, geralmente, as pessoas pensam, não, o corpo físico é fonte do pecado? Não. O corpo físico é um instrumento do pecado. A fonte do pecado é a mente. A combinação do cérebro com o espírito homem. A fonte do pecado, em outras palavras, são as intenções do coração e como as processamos na mente.

Descreviste, assim, um bocado em detalhe para entenderem completamente a liação ou a conexão entre as duas coisas, entre o espírito homem e o corpo. E, por isso, para aprendermos o que é o amor de Deus, temos que aprender. Vários princípios que estamos a ler, ao que lemos, em 1 Coríntios 13, mas hoje estamos a falar que um deles é que não devemos de estar a suspeitar o mal, não devemos estar a pensar o mal. Quando vemos certas coisas que parecem ser mal para nós, não devemos de imediatamente nos estarmos ofendidos ou não nos manguarmos ou nos estarmos, perdão, melindrados. Por causa de tudo que as pessoas dizem ou por todas as coisas que são ditas, ficamos imediatamente ofendidos, melindrados, a pessoa está contra mim, coisa assim. Nós precisamos ter cuidado, porque a mente é o embrião do que fazemos.

A mente é o embrião do que fazemos. A mente isto é o cérebro com o espírito homem faz a mente e a mente o que pensamos nesta através das intenções do coração e como processamos isto, daí vem o pecado da mente. Vijamos como Jesus Cristo descreveu isto em Mateus 5. Em Mateus 5 temos aqui um somário dos conceitos acerca do reino de Deus, parte do sermão no monte. E se começarmos a ler aqui uma seção em Mateus 5, estamos a ver que Jesus Cristo está a dizer que Mateus 5 está a amplificar a lei. Vejam então em Mateus 5, versículo 21, diz assim, O visto que foi dito aos antigos não matarás. É uma ação, uma ação do instrumento que é o corpo, do instrumento o corpo, e quem matar estará sujeito a julgamento. Eu porém vos digo que todo aquele que sei motivo se irá contra o seu irmão está sujeito a julgamento E quem preferir um insulto ou dizer raca como está no grego, isto é um desdém ou uma falta de respeito ao seu irmão, estará sujeito a julgamento criminal. E quem chamar tolo ou louco estará sujeito a um inferno de fogo. Isto é o segundo amor, o segundo amor. Vemos aqui que estas coisas não é só fazer, mas é pensar, ver um pensamento que acaba por saírem palavras, porque o que está cheio o coração fala à boca, e por isso conduz a certas coisas que possam dizer. Por isso que, está na mente, causa uma ação, a raiz está na mente.

Isto é, quais são as intenções de coração, e compensamos acerca disso. Ora, o amor de Deus, isto é, o amor H.P. de Deus, tenta fazer o que é bem, o que é melhor para os outros. Mas, o que é que se passa? Por exemplo, se eu tenho, maus pensamentos contra o meu irmão, digamos que você ou eu, temos maus pensamentos contra um irmão, pensamos imediatamente que temos que ir falar com o outro irmão para resolver o problema. Seguimos, por exemplo, as instruções de Mateus 18, ir falar com o irmão para resolver o problema. Porque pensamos, maus pensamentos contra o irmão.

Aí está o problema. Pensamos que os nossos pensamentos estão certos, e os pensamentos de irmãos estavam errados. Aí está o problema. A rede de todo o pecado está na mente. Quando Deus, por exemplo, fez o Adão em Eva, ele não disse, o espírito é bom, mas o corpo é mau.

Não. Ele olhou para este ser completo. O homem e a mulher, a combinação do espírito e do corpo, e disse que é bom. Em Génacos 131, disse que é muito bom. Mas, por isso, vemos que não há, inerentemente, nada mau com o corpo humano, ou com o cérebro.

O problema está na mente, na maneira que permitimos certas intenções, certas maneiras de pensar, de fazermos o que fazemos dependendo do que temos na mente. Continuando, por exemplo, a ler no versículo 27 de Mateus 5, diz assim, o visto que te foi dito não adulterarás. Eu porém vos digo, qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela. Vemos aqui a motivação do coração, e daí o que permitimos pensar, isto é, o que está na mente, o que permitimos estar na nossa mente, isso conduz ao acto, e isso é o pecado. O pecado está na mente, no coração, no que vem no coração, e daí compensamos nisso, como se desenvolve daí.

Aqui está o problema. Deixe-me explicar de outra maneira. Deixe-me explicar de outra maneira. Quando nos arrependemos e somos batizados, pensamos que é uma questão de nos mudarmos. Pensamos que é uma questão, digamos assim, de remodelar a mente. Mas, queridos irmãos, não precisamos de remodelar a mente. Precisamos de uma construção nova, de novo, completa, mental.

Deixe-me por de outra maneira. Não é simplesmente usando o exemplo de uma casa. Não é, por exemplo, que temos aqui uma casa que precisa de uns toques e de uns ajustamentos. Por exemplo, precisa de um telhado novo ou de uma laréria nova ou de uma carpeta nova ou coisa assim.

Não. Não. Não é uma casa que precisa de ser remodelada. A nossa mente não é, digamos assim, uma coisa que precisa de uns toques, de uns ajustamentos e de ser mudada com esses toques ou ajustamentos.

O que precisamos é uma construção nova e completa mentalmente. Não precisamos somente de ser remodelados. Não é assim. Não é só as ações que precisam de mudar. Sim, está claro. Começamos com ações. Por exemplo, um pessoa vem para a igreja, é abatizada. A primeira coisa que pensa é, tem que observar o sábado, tem que parar de várias ações de impureza, comidas de impureza e coisas assim. Tem que parar certas paixões lacívias. Não pode ter, por exemplo, certas imagens em casa, porque isso é idolatria. Começa com certas ações. Sim, entende que tem que mudar. Mas conforme o tempo passa, aprendemos que é mais que só isso. É muito mais que só essas ações que se chamam de paixões lacívias. Que só essas ações externas, literais, de lei. Só muito mais. São coisas do coração. Porque temos que mudar as coisas do coração. Mudar o coração.

A inveja, a raiva, a maldade, a linguagem, a maneira de pensar. É tudo. Temos que mudar tudo. Vejam, por exemplo, em Colossenses capítulo 3. Colossenses capítulo 3. Por ciclo 5 a 10. Fazer pois morrer a vossa natureza terreno. Prostituição, impureza, paixão nasciva, desejo maligno e avareza, ou cabeça, que é idolatria. Porque estas coisas é que vem a ira de Deus sobre os fízios de audiência. Ora, nessas coisas são dastes, vós também, em outro tempo, antes de ser batizado, de repender, de mudar. Quando vivias nela. Agora, porém, vocês estão a entender que é mais do que simplesmente mudar ações, mas temos que mudar as coisas do coração. E por isso, agora, porém, despojávos. Tirei para fora e ponho um homem novo. Igualmente, despojávos de tudo isto. Ir a indignação, maldade, maldicência, linguagem obscena do vosso falar. Não mentais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem, com seus feitos, e vos revestistes do novo homem. Não é só uma remudelação, é uma reconstrução nova e completa do novo homem. Vejam, por exemplo, em Ezekiel 36, 26. Ezekiel 36, 26. Isto é o profeta aqui, Ezekiel 36, 26. Diz assim. Dar vos-é coração novo. Dar vos-é um coração novo. Não é. Não é. Um ajustamento do coração é um coração novo. E por aí, dentro de vós, espírito novo. O espírito do homem tem que ser alterado, mudado. É a maneira de nós pensarmos. A ligação entre coisas físicas, o coração e a mente, e o espírito do homem tem que ser mudado. Eu te darei de vós o coração de pedra e vos darei o coração de carne. E por aí, dentro de vós, o meu espírito. E vemos aqui que há uma mudança da natureza humana completa. É uma completa reconstrução de nós, do que nós somos, para sermos uma pessoa nova. Entendemos por isso, digamos assim, a enormeza do que Deus está a fazer conosco? É uma obra enorme que Deus está a fazer na nossa vida. É uma enormeza da obra de Deus. A obra de Deus é como está a reconstruir a nossa maneira de pensar e de ser e de atuar. Mas o interessante é que Ele só fará o que nós estamos dispostos a submeter.

Ele só fará em nós o que nós estamos dispostos a submeter. Vejam, por exemplo, em Génacias capítulo 6, versículo 5, durante o período do dilúvio. Génacias capítulo 6, versículo 5. Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mal todo designo do seu coração. Na almembre corrigir em fiel diz assim. E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos do seu coração era só má continuamente. Toda a imaginação dos seus pensamentos do seu coração.

Problema estanamento. Os desejos do coração são maus. Daí, conforme fazemos isto, começamos a viver dessa maneira e começamos a viver maneira errada desde o período que nos temos e crescemos até estarmos arrependidos e convertidos. Mas estamos a desenvolver, digamos assim, a treinar, a desenvolver uma consciência. E por isso nós agora temos que desenvolver uma consciência limpa e diferente. Temos de treinar a consciência de uma maneira nova, completamente nova.

Querido irmãos, de uma maneira natural, de uma maneira natural, nós pensamos que nós estamos certos.

De uma maneira natural, nós pensamos que estamos justos, que estamos certos. E por isso lutamos pelo que nós jogamos ver em outras pessoas que nos estão a atacar. A maneira que nós é lógica de pensar. E por isso não entendemos que precisamos de fazer uma grande reconstrução porque precisamos de mudar nós. Porque nós pensamos que estamos certos. Ora, se pensamos que estamos certos, não precisamos de mudar. Mas temos de começar a ver, a discernir, a ver com os olhos de Deus, o que temos dentro de nós. E lembrem-se que Deus só fará a nós o que nós estamos dispostos a submeter. E por isso temos de submeter completamente a nosso mente, os nossos pensamentos, os nossos pensamentos mais internos. Se o que se passa é que geralmente nós mudamos um pouco e pensamos que já fizemos suficientemente. E depois perguntamos-nos por que que Deus não está a responder às minhas orações? Querias irmãos, porque às vezes precisamos de abrir os olhos e praticar o que estamos a aprender. E às vezes não estamos a praticar o que estamos a aprender. Então, Deus começa a fazer bem, então não responde às orações, porque temos que praticar o que estamos a aprender. E nós, como disse, não entendemos a grande reconstrução que Deus está a fazer em nós. E por isso ficamos satisfeitos ou contentos com uma reparação parcial da casa. E a casa fica parcialmente reconstruída. Mas está Deus satisfeito com essa mudança parcial? Porque Deus quer uma mudança total, total.

Queridos irmãos, vejam comigo aqui, em segundo Coríntios, capítulo 10, versículos 4 e 5. Diz assim, porque as armas da nossa milícia não são carnais e sim poderosas em Deus para destruir fortalezas, bastiões, isto é, anulando os nossos sufismas, isto é, os nossos argumentos, as nossas ideias falsas. Porque é na cabeça, é na mente. E destruir todo o orgulho, todo altíves que se levante contra o conhecimento de Deus. E levando cativo todo o pensamento à audiência de Cristo. Levando cativo todo os dias, todo o pensamento à audiência de Cristo. Paulo tentou todos os dias diariamente trazer todos os pensamentos à audiência de Cristo. Controlar e guardar os pensamentos dele todos diariamente. Isto é o que nós precisamos de fazer. Queres irmãos, uma parte do amor agápio de Deus é trazer todos os pensamentos para o que Deus deseja que nós estejamos a pensar. Vejam, por exemplo, se faz favor, em Salmos capítulo 19. Salmos 19. Salmos 19. Um nove. Salmos 19. Começar no versículo 12. Diz assim, quem há que possa discernir as próprias faltas? Quem consegue ver de sordir as suas próprias faltas? Por que é difícil? Porque nós pensamos que estamos justos, nós pensamos que estamos certos. Nós pensamos que, ah, eu estou a pensar corretamente. Foi ele que disse isto mal. Nunca fui eu que fiz qualquer coisa mal e agora há uma certa reação, talvez assim mais feita ou dita de uma maneira diferente, mas há uma certa reação. Não pensamos que fomos nós, pensamos sempre que é o outro. Não conseguimos discernir as nossas próprias faltas. Absolve-me das que-se-me-são ocultas. Está a dizer, e quem há isto quer dizer que todos nós temos este problema? Tu e eu, eu tenho mais problema. Então, tenho que analisar a mim mesmo e tenho que ver onde tenho estes problemas e pedir a Deus que me ajude a ver as minhas dificuldades. Nasso a misericórdia, um bocadinho de cada vez para começar a ser uma pessoa melhor, para fazer esta reconstrução completa desta mente nossa, desta Curação nosso. Diz assim, absolve-me das que-se-me-são ocultas. Absolve-me dos pecados secretos que eu não sei, porque estão dentro da minha cabeça que eu nem é o próprio que consigo ver. Também da soberba, guarda o teu serfo. Também do pecado da soberba, guarda o teu serfo. Guarda-me também deste pecado da soberba, porque a soberba é um pecado.

Aí está o problema, porque pensamos que estamos certos e por isso ficamos soberbos, ficamos arrogantes. Eu estou certo, eu estou certo. É parte da soberba.

Por exemplo, queris-me-lhe-mãos, ninguém, acho eu, que vai estar a dizer, vão roubar e vão pensar que roubar é bom. Não vão fazer isso. A soberba não é uma coisa óbvia como isso. A soberba é uma coisa assim, não muito óbvia. Uma pessoa não vê isso dentro de nós. Sempre uma pessoa está a roubar, uma pessoa sabe que estou a roubar, fiz errado, roubei. Isso só uma pessoa que de facto, o que eu mesmo sei é que não vê isso, mas uma pessoa normal vê-se bem, eu fiz isto, fiz errado, fiz errado. Fiz um erro, não estou a dizer roubar, tenha por exemplo andado com o carro a uma velocidade mais alta que o limite da velocidade, ou passei por uma luz, um somáforo vermelho, ou coisa assim, sem intenção, mas caiu de repente, e eu já ia muito pressa e não estava a reparar, e pronto, ou coisa assim. Fazemos às vezes um erro, fazemos. E isso vemos que é um erro, mas os pecados secretos, como diz aqui, as faltas que me são ocultas, que eu não vejo, as faltas da soberba, da arrogância, ajude-me Deus, guarde-me disso, ajude-me a ver isso para eu não ter as pecados. Por favor, Deus, ajude, que ela não me domine, diz aqui no versículo 13. Então, serei irrepreensível e fiquerei livre. Sim, porque se não tenham estes pecados secretos, porque se não tenham este pecado orgulho, porque vejo quando estou a pensar em corretamente e corrigo isso imediatamente, serei irrepreensível. E depois, disse assim, e fiquerei livre de grande traje de Cresção, as palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença. O que sai da boca é o que o coração está cheio. E diz assim, e o meditar do meu coração, pensar a mente, este pensamento, de meditar do meu coração, sejam agradáveis na tua presença, Deus. E o que sai da boca, porque vem do coração, seja agradável a ti e pai. Isso é o que, Senhor, roxa minha e regentor meu. Isto é uma oração aqui de David. Acho que é um ponto muito importante, que às vezes não damos muita atenção. Queris irmãos, são os seus e os meus pensamentos, os nossos pensamentos, são agradáveis a Deus. Precisamos de pensar nisso. Precisamos de orar para que os nossos pensamentos sejam agradáveis a Deus. Vejam, por exemplo, aqui, em Philippenses 4. Os nossos pensamentos, as nossas palavras, precisam ser agradáveis a Deus.

Philippenses 4, verse 4. Alegravos sempre no Senhor, outra vez digo alegravos. Seja a Vossa muderação conhecida de todos os homens, perto está o Senhor. Não andeis ansiosos de coisa alguma. Em tudo porém, sejam conhecidos diante Deus, as Vossas pedições pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o Vosso coração e a Vosamente, em Cristo. A paz de Deus, queridos irmãos, a paz de Deus guarda o nosso coração e a nossa mente. Por isso é preciso importante olharmos ao que estamos a pensar, preciso de importante ter cuidado o que estamos a pensar. Por isso continua no versículo 8. Finalmente, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo que é respeitável, tudo que é justo, tudo que é puro, tudo que é amável, tudo que é de boa fama. Se alguma virtude há e se algum alvoo existe, seja isto o que ocupa o Vosso pensamento, o que ocupa a Vossa meditação, o que vocês estão a meditar. Encha a Sua mente, encha a Sua mente nestas coisas. E precisamos para isso momentos privativos, momentos de pensar a século de que tudo que é verdadeiro, tudo que é respeitável, tudo que é justo, tudo que é puro, para verem nós mesmos que nós estejamos a fazer isso, tudo que é amável, tudo que é boa fama. Por exemplo, queres irmãos, se os seus pensamentos e os meus pensamentos fossem reportados no jornal da Sua cidade, Os pensamentos de George são isto. Tivesse isso na manchete do jornal local.

Se os manchetes pudessem estivar a reportar, a dar uma reportagem dos seus pensamentos, dos meus pensamentos. Então você teria uma boa fama?

Então você teria uma boa fama? Tudo que é de boa fama? Quer dizer, nos nossos pensamentos precisam ter coisas que, se fosse reportado nas manchetes, seria uma boa fama? Seria algo para dar um bom nome a você?

Seja isso o que ocupa o seu e o meu, o nosso pensamento. Se queremos ser como Deus é, temos que imitar o Filho de Deus, Jesus Cristo. É como precisamos viver, é como o que está aqui escrito em Philippe 4, 5 e 8. Precisamos seguir.

Vejam, quer dizer, dar outro exemplo. O exemplo aqui, do homem chamado Asaph, que teve uma oração e que está escrita em Salmos capítulo 77, dos versículos 1 a 14. Salmos 77. E vou ler do versículo 1 a 14. Salmos 77. Mas vou ler da nova versão da Bíblia na linguagem 2. Salmos 77. E vou ler do versículo 1 a 14. Salmos 77. Mas vou ler da nova versão da Bíblia na linguagem 2.

Salmos 77. Aqui uma oração, digamos assim, da situação de Asaph. E vejam como ele diz aqui. Vou lê-lo na Bíblia de linguagem 2. Eu grito bem alto para Deus. Grito e Ele me ouve. No versículo 2. Nas horas da aflição, eu oro ao Senhor. Durante a noite, levanto as mãos em oração. Porém não encontro o consolo. A hora está a orar a Deus e é como se estivesse a orar para uma parede. Não há sentes que não está a ter resposta das orações que ele tem. Pense em Deus e comece a gemer. Comece a pensar e fico desanimado. Não está a pensar. Estou a pensar, está a meditar e estou desanimado. Deus não me deixa dormir. Não consigo dormir. Deito-me na cama e vi-me de um lado para o outro. Não consigo dormir. Estou tão preocupado que não posso falar.

As coisas não estão corretas na mente, não se sentem bem. Pense nos dias que já passaram e nos anos que se foram há muito tempo. Gasta as noites. Quantas noites? Não sei. Mas noites, várias noites. Em pensamentos profundos, comece a meditar e a mim mesmo faço estas perguntas. Como é que o Asaf se encontrou nesta situação?

Pense em, ponha o vosso próprio nome aqui. Às vezes acontece isto de nós. É como estamos desanimados, não conseguimos dormir. Estamos a horário, como se não temos consolo. Quando não encontro consolo, quando oro com Deus, é como se não houvesse esse contacto.

E faço estas perguntas, continuando no versículo 7. Será que o Senhor vai nos rejeitar para sempre?

Será que Ele nunca mais vai ficar contente com nós? Perdão, será que Ele vai estar sempre descontento comigo? Por que? O que é que se passa? Será que Deus deixou de nos amar? Será que Sua promessa não tem mais valor?

Será que Deus esqueceu de ser bondoso? Está claro que não, não é? Será que a ira tomou o lugar de Sua compaixão?

Vê esta situação aqui em que o Asaf estava. E isto estava pela pensarem, quer dizer que Deus nos desamparou? O que é que se passa? Por que que não temos respostas às nossas orações? O que é que se passa? Então, a disso assim. O pior de tudo é que o Altíssimo Deus não quer nos ajudar mais como antes. O pior de tudo é que o Altíssimo Deus não quer nos ajudar mais como antes.

É como o Asaf se sentiu. É como estava a pensar na sua mente, na sua cabeça. Mas, ao fim do tempo, não ficou parado nesta situação. Veja como ele andou, lá à frente, por ciclo 11, ao Deus Eterno. Eu me lembrarei dos teus feitos maravilhosos. Recordarei as maravilhas que fizeste no passado. Ve o poder de Deus. Ve as maravilhas, a natureza, as coisas que Deus fez, o poder de Ele. E olhou para o positivo. Viu o positivo de que Deus é capaz de fazer. Pensarei em tudo o que tens feito. Começa aporamente nas coisas positivas. Me ditarei em todos os teus atos poderosos, no poder de Deus. Vê-se que Iquaçáfem mudou os pensamentos para o positivo.

Então, não só pensou nisso, mas quando isso então fica no coração, da abundância do coração, fala a boca, a boca fala do coração está cheio e que assim conversou com outras pessoas. Falou, como Deus o ajudou. Falou, a outros conversou com outros.

E então trouxe Deus para a conversa de uma maneira positiva. Versículo 13. O Deus, tudo o que fazes é santo. Não há Deus que seja tão grande como o nosso Deus. Tu és o Deus que faz milagres. Tu tens mostrado o teu poder entre as nações.

Queres irmãos, o Asaf chegou a um certo... Dormiu um certo tempo a chegar a este ponto, mas chegou a este ponto. Quanto tempo, não sei. Não sei, depende de cada pessoa, quanto tempo é que uma pessoa chega a este ponto. Mas precisamos chegar a este ponto. Este ponto em que vemos que Deus o que faz é santo. Não há nenhum outro Deus tão grande. Não há Deus que seja tão grande como o nosso Deus. Tu és o Deus que fazes milagres. Tu tens mostrado o teu poder entre as nações.

Seja quanto tempo, seja que demora para nós chegarmos a esta posição. Temos que acreditar e ter fé que Deus mudará a situação.

Sim.

Temos que ter esta fé.

Não podemos pensar mal, não podemos continuar a pensar mal, não podemos continuar a pensar no negativo, nós temos que começar a pensar no positivo. Então, como é que se faz esta mudança? Primeiro, precisamos de pensar em Deus quando vamos para a cama. Vamos de simples. Pensa acerca dos caminhos de Deus quando faz deitar. Encontre tempo na tua vida para pensar em Deus, ora faz estudos bíblicos e medita, porque essas três são importantes, ora são o estudos bíblicos e a meditação. Pois sem essas três, nada tem valor, então, faz com que quando vais para a cama, a pensar em Deus. Isso é o primeiro ponto. Medita e pense em Deus. Em segundo, medita natureza. Medita acerca da natureza. Isso é, medita acerca de como Deus é cheio de poder. Tem um poder, por exemplo, criador que é fantástico.

Não entendo como certas pessoas veem certos filmes da natureza e depois dizem, ah, isto foi a evolução. Desce a beleza da criação de Deus. A beleza do poder de Deus. E precisamos, então, admirar a sableza da criação de Deus, meditar na criação de Deus e dar graças a Deus pelo poder criativo e bondoso de Ele que Ele faz. Por isso, veja a mão de Deus na criação, de dia a dia. Veja o poder de Deus na criação de dia a dia. Isto é para o encorajar a ter fé no poder de Deus, para o ajudar a ter a fé no poder de Deus. Em terceiro lugar, você precisa dedicar tempo diariamente. Você precisa de dar tempo a você mesmo diariamente, para o estudo bíblico e para pensar como aplicar o que estuda e depois aplicar isso que aprendeu. É preciso aplicar. Você precisa de dar tempo a você mesmo para os estudos diários, para meditar acerca do que aprendeu desses estudos diários. Isto é, estudos diários é o que Deus está a dizer a falar a você através da Bíblia, quando você leia Bíblia, e depois pensar como pode aplicar esses princípios na sua própria vida diária e depois aplicar, praticar. Se não estamos a praticar, não temos aquela conexão com Deus, não temos aquele relacionamento.

E por isso, é um dos pontos acerca de não pensar mal, é pensar no positivo. Um outro ponto acerca de não pensar mal, ou não suspeitar mal, ou não se multirar, é o seguinte, precisa ter cuidado de não saltar às conclusões acerca de outras pessoas.

Queres irmãos, o amor, a gapa é de Deus. Não é ingênuo. Isto não é um inocente, infantil, insensível, abocado. Mas, nós não sabemos qual é a motivação das outras pessoas. Nós não sabemos o que está no coração das outras pessoas. Por isso, tem cuidado. A não saltar às conclusões. Pensa-se sempre você que a outra pessoa teve motivações mais. Quando vê qualquer coisa que se sente, digamos assim, melindrado, magoado, a pessoa disse ou escreveu qualquer coisa que me magoou, você está a pensar em me atamento que eu qualquer coisa amar, e qualquer coisa amar por aí, qualquer coisa amar. Que a motivação é por um mal. Talvez essa pessoa não ensaba, não ensaba o... nada do que você estava a pensar. Talvez fez isso em inúrância. E por isso o amor H.P. de Deus olha e discern bem cuidadosamente para determinar se de facto foi isso motivado pelo mal. Mas lembre-se que não temos capacidade como Deus tem de conhecer os corações. Não temos capacidade de conhecer os corações dos outros. Por isso temos que esperar. Não podemos saltar às conclusões. Vejam aqui o exemplo de saltar às conclusões, que é o caso de Josué. Josué capítulo 22. Josué capítulo 22. Josué foi o líder que Deus razou para a conquista de Canã pelos Israelitas. E no capítulo 22, ao fim dessa conquista, ao fim de mais ou menos cerca de cinco anos, embora não tivessem completado, mas eles já tiam avançado, estavam satisfeito o que tinham feito e duas tribos e meio voltaram para a terra do lado do lado de Jordão, que criam a outra terra do lado de Jordão. Vejam aqui em Josué capítulo 22, começando no versículo 1. Diz assim. Então, Josué chamou os Rubenitas, os Gaditas e meio-tribo de Manassez e eles dizem, Temos guardado tudo quanto vos ordenou Moisés, serve do Senhor, e também a Mime, tendo-nos obtido em tudo quanto vos ordenei, os seus irmãos, durante tempo até o dia 2, não desamparaste-os, antes tiveste cuidado de guardar o mandamento do Senhor vos Deus, tendo o Senhor vos Deus dado reposas a vossos irmãos, como nos havia prometido, voltávamos depois agora e ida para as vossas tendas, a terra da vossa posição, que Moisés serve do Senhor vos Deus, do outro lado do Jordão, além do Jordão. Vês-se, eles tinham feito o que eles precisavam fazer, tinham permitido fazer, e então, nisso, vocês voltem para a terra do lado do Jordão. Tendo cuidado, porém, de guardar, com urgência, o mandamento e a lei, que Moisés serve do Senhor vos ordenou, e depois explique-lhe, se vocês tenham, no entanto, cuidado de fazer o que devem ter feito. Depois, no versículo 10, vindo-o para os limites pegados ao Jordão, por isso estavam a sair da terra, digamos assim, de Israel, aproximaram-se do Rio Jordão, ainda estavam, digamos assim, na terra de Canã, ainda estavam de um lado, do lado ocidental do Rio, ali, os filhos de Ruben, os filhos de Garde, e a Meia-Triba de Benazés, ida e ficaram ao tar junto ao Jordão. Ao tar grande e vistuoso. Uma coisa enorme, um ao tar enorme.

Vejam imediatamente a má língua, a má língua. Os filhos de Israel ouviram dizer, oh, olha o que estão a fazer, estão a fazer isto, porque vão adorar fazer sacrificar teus falsos, então a sair do caminho de Deus, e a má língua, que já começou. E ouviram dizer, é isto que os filhos de Ruben, os filhos de Garde, e a Meia-Triba de Benazés, ida e ficaram ao tar de fronte da terra de Canã, nos limites pegados ao Jordão, do lado dos filhos de Israel, ouvindo estes filhos de Israel junto ao tosso da recorregação dos filhos de Israel em Siló, para saírem à peleja contra eles. Imediatamente, vamos para a guerra, vamos resolver isto, tão a pecar, fizeram uma coisa errada. Vê-se, imediatamente, saltaram a uma conclusão. Saltaram a uma conclusão que eles estavam a fazer aquilo por causa de mal.

E aos filhos de Ruben, aos filhos de Garde, a Meia-Triba de Benazés, versículo 13, enviaram os filhos de Israel para a terra de Vilié, definem as filhas de Alizé, os seus rodotes e dez príncipes com ele, e cada um era a cabeça dos seus pais e dos grupos de milhares de Israel, e disse assim no versículo 16, assim diz toda a congregação do Senhor, que infidelidade é esta? Vocês pecaram! Vocês estão a fazer, estão a ser infieis! Vocês são pecadores! Que infidelidade é esta? Que como testes contra o Deus de Israel deixando hoje, de seguir o Senhor e de ficando-os um altar para vos rebalar contra o Senhor? E, exatamente, saltaram a conclusão e disseram, vocês estão a fazer isto, através do que ouviram. Não foi um fato, não foi uma questão de, antes de saltarem em alguma coisa, em terem uma tropa já para ir atacar os outros, dizer, Ei, o que que se passa? Estou a ver aqui o que vocês estão a fazer. Querem, ah, estamos a fazer isto, ah, está bem pronto. Não, imediatamente, um, saltaram a uma conclusão. A casa não nos bastou a liquidade do pior, que até hoje não estamos ainda purificados, posto que o ovo traga na congolação do Senhor. Por que? Porque abandonais o Senhor e isto tudo. Então, vamos ver se... E ficaram assim, muito insultados e fizeram isto tão pecado terrível, que vocês estão a fazer, e ver se aqui isto é uma coisa terrível. Isto já aconteceu anteriormente, que as pessoas pecaram e depois todos nós sofremos. Vocês não podem fazer isso, como é que podem fazer? E vejam no versículo 21. Então, responderam os filhos de Ruben, os filhos de Gade, e a tribo de Manasseja e disseram aos cabeças dos grupos de milhares, o poderoso, o Deus, o Senhor, o poderoso, o Deus, o Senhor, Ele o sabe. Ele sabe os corações. O Israel mesmo o saberá. Se foi em rebeldia ou por infidelidade, contra o Senhor hoje, não nos preservareis. Não nos preservareis. Quer dizer, se nós fizemos isto com pecado, com má intenção, matem-nos a nós hoje mesmo. Mas Deus sabe. Se identificámos o altar para nos apartarmos do Senhor, ou para sobre Ele oferecermos holocausto e oferta de manjares, ou sobre Ele, fazermos oferta pacífica e o Senhor mesmo nos o demanda. Pelo contrário, fizemos por causa da seguinte preocupação. Amanhã, vossos filhos também dirão a nossos filhos que atendeis vós com o Senhor Deus de Israel, pois o Senhor pôs o Jordão por limite entre nós. Por que dissemos, versículo 16, preparemos e defiquemos um altar não para o holocausto, nem para o sacrifício, mas para que entre nós e vós, entre as nossas gerações, depois nós, não seja, disto muito. Aliás, o altar não pusemos o altar na nossa terra, pusemos na vossa terra. Por isso não é para nós, usarmos era praticamente ser um momento para nós, para vocês e para os nossos filhos, para os vós filhos, a dizerem, ''Ei, estamos ligados, por isso que está ali, estamos ligados do outro lado do Rio.'' Versículo 28, pelo que dissemos, quando suceder que amanhã, assim, nos digam a nós e as nossas gerações, então nos pondremos ver do modelo do altar, do Senhor que fizeram os nossos pais, não para o holocausto, nem para a sacrifício, mas para o disto-múnio entre nós e vós. A intenção deles era correta, mas os outros saltaram a conclusões. Saltaram a conclusões. Queres irmãos, quando lemos aqui, que não devemos pensar mal, o amor agape de Deus, não é um de pensar mal, é um que não suspeita o mal, é um que não suspeita o mal. Precisamos ter cuidado. Precisamos ter cuidado.

Não estou a dizer que seja uma questão de sermos inocentes e infantis e higênus, não estou a dizer que precisamos dizer a dizer que todas as pessoas são boas, porque sim, nem todas as pessoas são boas.

Mas o amor agape de Deus tem cuidado de não suspeitar o mal.

Talvez não seja como há intenção. Talvez essa pessoa teve um mal dia, teve um problema nesse dia e disse algo sem entender as consequências.

Talvez tivesse dito algo da maneira incorreta. Talvez essa pessoa precise de um bocadinho de espaço, de um bocadinho de tempo, para se arrepender, porque ao fim de contas todos nós pecamos e pecamos e precisamos de um bocadinho de espaço. Não é imediatamente ficar zangado e ir atacar a ele. Por que que fizeste isso? Talvez precisamos de um bocadinho de espaço, em vez de ir imediatamente com a espada e puxar a pessoa contra a parede com a espada e dizer por que estás a fazer isto?

O amor agápia de Deus sempre se aproxima da outra pessoa, com essa boa intenção primeiro. Uma intenção pensar que não suspeita o mal. É possível que esteja sido uma boa intenção.

Deixe-me dar um exemplo prático. Você vai à igreja. E um dos irmãos, você vai. E este irmão não está a falar consigo. Não olha para si, não olhou para si. Você foi a pé dele dar um aperte-mão e ele deu um aperte-mão e depois foi-se embora.

Você começa a pensar. A pensar mal. Começa a suspeitar mal. Talvez a pessoa tenha sido mal-criada.

Talvez... Talvez essa pessoa tenha qualquer coisa contra mim.

Depois, penses isso o dia todo, o sábado todo. Depois disso vai-te arruinar o sábado. O dia todo fica arruinado por causa de um homem. O que eu fiz mal? Não gosta de mim?

Depois, durante a semana, continuas a pensar nisso e vais falar com os teus amigos acerca. Olha aquelas, o homemzinho, tem qualquer coisa aí, não gosta de mim.

Diz isto aquilo que o outro. E durante o sábado, seguinte, vais à igreja e, no sábado, você vai para a igreja. Vais à igreja e não veis lá.

Ele não está à igreja.

E imediatamente decides que, provavelmente, esta pessoa já nem está a observar o sábado. Tem qualquer coisa errada e já nem a observa o sábado, correctamente. E depois, duas semanas depois, na outra semana, outra semana seguinte, essa pessoa vem à igreja. Vai para cima de ti para apertar a mão. E como é que tratas essa pessoa agora? Tens estas coisas todas na cabeça? Tratas assim um bocado esfriada. Esfriada. E o que é que essa pessoa vai pensar agora a ti? Essa pessoa vai pensar a ti, oh! Qualquer coisa errada com ele. Ela não gosta de mim. Vai arruinar o dia dele. Vai então falar com os amigos dele na semana seguinte, acerca de ti.

Vemos como a coisa começa assim a crescer.

É assim é possível que aquela pessoa tivesse sido mal-criada para consigo. Talvez sim, essa pessoa tenha um problema, mas eu não sei a coração. Você não sabe a coração dele. O problema é que... E se essa pessoa não tem um problema contra você?

Talvez essa pessoa tinha alguma coisa que estava a pensar. Estava preocupada com alguma coisa que estava a pensar e não deu atenção de vida a você, que você achou que devia ser de vida. Ou talvez essa pessoa tinha dor de estômago. Ele estava a tentar não mostrar, mas teve que fugir para ir ao banheiro, para ir à casa de banho, porque tinha que ir à casa de banho. Acontece, não acontece. Mas não entanto pensámos estas coisas todas, respeitámos este mal todo. Criámos um problema que não existe.

Isto também é um caso que acontece muito, por exemplo, numa trimónio. Por exemplo, a esposa diz que foi à loja e teve um dia maravilhoso lá. Tive um tempo maravilhoso lá. O que é que você diz? O que? Desperdiçar este dinheiro? Ganhar roupa nova? Tu sabes que não temos dinheiro para pagar as despesas todas? E então temos aqui uma zanga caseira. Mas a situação foi que ela foi à loja, tentou, experimentou várias roupas, experimentou os vestidos, mas não comprou nada. Mas gostou do tempo que passou na loja porque foi uma distração.

Mas agora temos uma briga entre os dois. Tudo o que passava, teres dito, é quando ela disse que fui à loja e tive um grande tempo lá, vou dizer isto aí, compraste alguma coisa?

E ela diria então, não, não comprei, mas tive um tempo maravilhoso lá. E então ela dizia que ela estava a loja e que ela estava a loja e que ela estava a loja. E ela dizia, não, não comprei, mas tive um tempo maravilhoso a experimentar várias roupas.

Queridos irmãos, o amor de Deus, o amor agápido de Deus, é um que não pensa mal, é um que não suspeita mal. No entanto, o que é natural para o nosso coração é pensarmos que o motivo da outra pessoa é errado, porque pensamos que nós estamos certos. E, imediatamente, suspeitamos incorretamente, até começamos a pensar da ações que não existem. Queridos irmãos, precisamos de buscar a verdade. E a verdade é a verdade. A tradução em inglês, por exemplo, deste versículo diz assim, não tem registros do errado. Numa bíblia inglesa diz, não, mantém registros do errado. Não pensa mal, não mantém registros do errado. Isto é uma pessoa que é capaz de perdoar. Deixe-as passar e perdoa. O amor agape de Deus é uma capacidade de deixar passar o passado. É uma pessoa que sabe que talvez uma pessoa tenha feito uns certos pecados, sabe que talvez uma pessoa tenha já vivido com consequências físicas horríveis por causa dos pecados do passado que fez. Mas isso não quer dizer que a pessoa não esteja arrependida. E não quer dizer que não possamos ter uma amizade, uma gentileza, uma bondade para outra pessoa. Mesmo quando eles estão a sofrer as consequências de um pecado do passado. Querias irmãos, quando lemos em primeiro Corinthians 13, versículo 5, que diz, não suspeita mal. Isto é que não se ofende, que não se magoa, que não se malindra. Pense, primeiro, que tem que controlar e guardar todos os pensamentos, mesmo os pensamentos mais secretos de você, guardá-los todos os dias. Olhar, investigar e pedir a Deus para os ver, para guardar a sua mente para que não tenha essas coisas, esses pecados secretos. Essas arrogâncias, estejam subérbias, estejam postas de fora. Segundo, precisamos de mudar a maneira de pensar.

Precisamos de substituir os pensamentos errados negativos pelo positivo.

Precisamos ter cuidado, de não saltar a conclusões erradas. Porque pensámos o mal ou suspeitámos o mal? E precisamos de ter cuidado, de não manter registros do errado. Precisamos de perdoar. Pois, ao fim de contas, quem não tem pecados? Cris irmãos, isto tudo leva tempo. Isto é parte do processo de conversão, de uma completa reconstrução nova da mente e do coração para sermos um homem novo. Mas é assim que viremos a ser filhos do nosso Pai Celestial.

Legendas pela comunidade de Amara.org

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).