O fruto do Espírito Santo

Que tipo de frutos tem você demonstrado na sua vida? Está reavivando o Espírito Santo de Deus?

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Article d'tin wcześniej Bom,不好 tardes, querido irmãos, aqui a Joscamos. Desde que você vai conhecer a verdade Deus, que tipo de frutos é que você está a produzir na sua vida? Ou, em outras palavras, estou a desenvolver o fruto do Espírito Santo de Deus para produzir frutos na minha vida. Vejam como isso faz chavor. Em segundo Timótio capítulo 1, 2º Timótio capítulo 1, versículo 6 a 7. E diz assim, segundo Timótio capítulo 1, versículo 6 a 7. Por esta razão, pois te admonesto que reavives o dom de Deus que há em ti pela imposição das minhas mãos. O dom de Deus que há em ti, que é o Espírito Santo de Deus, que nos é dado pela imposição das mãos de um ministro após o Batismo. Mas diz aqui, te admonesto que reavives que faças com que o dom do Espírito Santo que está em ti tenha mais vida, esteja a viver, mais esteja a produzir mais resultados na tua vida para ter mais frutos na tua vida. Então, como é que estamos a reavivar este dom? Porque diz assim, continuando a ler no versículo 7, porque Deus não nos tem dado Espírito de Covardia, de Temor. O Espírito de Deus não é um Espírito de Covardia ou de Temor, mas é de poder, de amor e de muderação. De muderação, quer dizer, de uma vida equilibrada, sóbria, uma mente sã, é uma mente de que é temperada, é séria, que é controlada.

E por isso é uma mente sã, é uma mente moderada. Queridos irmãos, em que é áreas de sua vida, é que você precisa de trabalhar mais para produzir mais frutos na sua vida. Em que áreas de sua vida é que você está um pedinho mais fraco e que precisa de desenvolver mais? Nós sabemos que, Jesus Cristo diz que, as pessoas serão reconhecidas pelos seus frutos. De uma maneira pessoal, que frutos é que você e eu estamos a produzir na nossa vida. E por isso, olhando a que o que estamos a fazer é produzir na nossa vida, talvez seja uma boa maneira de começar. E por isso hoje, queridos irmãos, eu quero olhar ao fruto do Espírito Santo Deus. Este fruto tem várias características que devem estar em nós para produzirmos frutos na nossa vida.

E por isso, quero dar a vocês uma oportunidade de pensarem um bocadinho mais acerca das suas próprias vidas, para verem onde é que precisam de se desenvolver um bocadinho mais. E está claro, cada um de nós, você e eu, cada um de nós, temos áreas de desenvolvimento. Talvez, este mês, este ano, estes anos, temos certas fraquezas, mas depois focamos nessa área e depois vemos, ou mais, temos outras fraquezas aqui, que também temos que tapar e desenvolver e crescer. E por isso, há muitas maneiras que podemos, digamos assim, discernir ou examinar a nós próprios, para ver como é que nos estamos a desenvolver. Por exemplo, pode ser da maneira do que precisamos de tirar da nossa vida e do que precisamos de pôr, o novo, na nossa vida. Hoje, eu quero olhar a esta examinação de nós próprios usando o exemplo de um fruto. De um fruto. E olhando assim, através das várias características desse fruto, a evaluar-nos a nós mesmos. Por exemplo, se tivesse a falar de um fruto físico, tenho aqui, por exemplo, um fruto que é uma abacata. E vocês veem, tem certas características físicas, mas, por exemplo, podia olhar a outro fruto. Tenho aqui uma banana. Tem características diferentes, mas ainda é um fruto. Tenho aqui, por exemplo, outro fruto. Este pequenino aqui é um, digamos assim, um damasco. Algumas pessoas chamam apricó, um damasco, e têm outras características ele próprio. Isto está olhando a coisas físicas. Ora, se olharmos, por exemplo, a um fruto e dissemos, olha, o fruto é amarelado, e, por exemplo, tem-se uma cor amarela, um bocado laranjada, podia ser uma laranja, podia ser um péssico, mas eu preciso dar mais descrições acerca deste fruto para vocês entenderem o que é. E, por exemplo, abrindo o fruto, posso ver que tem uma parte interna onde comemos, e depois tem uma semente também, tem uma sementezinha. E, descrevendo as várias características deste fruto, começamos a entender, sim, que este fruto é, na verdade, um damasco e não é um péssico, não é uma laranja, não é um limão, porque só, dissemos, uma ou duas características do fruto, podemos pensar que seria uma laranja, ou que seria um limão, ou que seria um péssico. Mas, conforme damos mais características do fruto, ficamos a entender que, de facto, ah, é um damasco. Por exemplo, se eu demonstrar este fruto, quando eu abro, podia ser outro fruto, mas quando o abro começa a ver o que está lá por dentro e começa a descrever as características deste fruto, imediatamente vemos, sim, é um abacato, é um abacato. E, por isso, que dizem-lhe, irmãos, isto é verdade, de uma maneira física. Olhando para o fruto, digamos assim, neste caso do abacate, por exemplo, há várias, digamos assim, camadas. Há parte externa, a mais visível inicialmente. Depois, há parte interna que nós comemos.

Nós atuamos com ela, digamos assim. E depois, há uma outra parte ainda mais interna, que é a semente, que é, digamos assim, as características básicas deste fruto, que são básicas para passar para, como uma semente, para outros futuros, que é a semente. Igualmente, queres irmãos, espiritualmente, precisamos de ver o Espírito de Deus, como, digamos assim, estas camadas. Tal como vemos aqui, há camadas no fruto, uma mais visível, que é, digamos assim, a parte de fora. Há carne, que é, como simbolicamente, se fosse uma coisa espiritual. Seria como interatuamos com outras pessoas, o que sabe, o sabor, o que tem. E depois, tem a semente interna, que representa os valores básicos fundamentais. Depois, podemos ver este fruto, também, de outra maneira. Por exemplo, ver de uma perspectiva, de, por exemplo, quando eu toco nele, ou o que é que, como é que sinto, ou o que é que cheira, há várias perspectivas que posso olhar ao fruto, também. E, por isso, quando nos analisamos a nós próprios, Deus também diz que há, digamos assim, várias perspectivas que temos que nos analisar a nós próprios. Por exemplo, vejam aqui, em Mateus 22, começando no versículo 36. Mateus 22, versículo 36. Mateus 22 está aqui a falar, o Mateus 22, versículo 36. Está a falar aqui acerca de como amar. E depois diz assim, Mestre, qual é o grande mandamento da lei? E responde-os, Amarás, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Vemos assim, digamos assim, três perspectivas diferentes de como amar. Amar, por exemplo, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu ser e de todo o teu entendimento. Está de maneira que pensas e vesas coisas, o pensamento que é da mente. Por isso, muitas vezes, sabemos que temos que nos arrepender do coração e na mente e o nosso ser inteiro. Temos que estar completamente cometidos a Deus. Por isso é que diz aqui, amar a Deus completamente comprometidos, de coração, mental e de todo o ser. Igualmente, ao homem. Amarás ao homem, como o outro, como amas a ti mesmo.

Mas está claro, está, também, como mesmo os princípios de todo o teu coração, toda a tua alma e todo o teu entendimento. Que é o que a maneira que temos que pôr a aplicação deste amor nestas perspectivas. E por isso, queris irmãos, eu hoje quero olhar ao fruto do Espírito Santo, tal como aqui, vamos ver, há um fruto, que é este abacato, ou um outro fruto, que seja este damasco, e que tem as suas próprias características. Hoje, queris irmãos ver, olhar para o fruto do Espírito Santo, que tem as suas características. E por isso, vegem-os, que características é que o fruto do Espírito Santo tem, está aqui em Galatas capítulo 5, versículo 22 e 23. Diz assim o fruto do Espírito. Díamos assim, usando este exemplo de uma coisa física, de um fruto físico, este fruto tem várias características, para distinguir que este fruto de vaclo é um damasco.

Tem várias características, para distinguir que este fruto de vaclo é um damasco. Tem várias características, para uma pessoa distinguir que, de facto, é o fruto do Espírito de Deus, tem que ter estas características todas. E o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longa humanidade, isto é paciência, uma pessoa que é longa-anima, que é paciência, benigna, que é benignidade, é um género de gentileza, é um género de delicadeza, é um género de uma pessoa ter uma amabilidade para com outra, uma gentileza, uma benignidade, uma delicadeza.

Depois, o outro é bondade, fidelidade, mansidão, que é mansidão, é ser ensinável, ser humilde e ensinável. E domínio próprio. Isto é um momento de sangue que é capaz de se controlar, ter bem equilibrada, que é temperada e que é bem equilibrada, que tem um momento de sangue, por isso tem este domínio próprio. Então, o que eu fiz, escrevi estas características todas aqui neste documento, digamos assim, marcando o amor, a alegria e a paz, depois a longa humanidade ou paciência, depois a gentileza, ou a benignidade ou a delicadeza, depois marquei a bondade e depois a fidelidade, que é ser fiel, é ter fé e por isso o meu soco tem fé, torna-se fiel e por isso demonstra fidelidade.

Mancidão, que é o humildade e ser humilde e ensinável e domínio próprio. E por isso marquei estes. Mas marquei especificamente assim desta maneira para demonstrar o exemplo, usando o exemplo que eu me ensinei, por exemplo, de um fruto físico que tem várias camadas, a camada externa, que eu mencionei que, digamos assim, por exemplo, é a casca por fora, é o que nós vemos, depois tem uma interna, característica interna, que, digamos assim, é a carne do fruto, que é a parte que comemos, a parte que interagimos, que é como tratamos, espiritualmente como tratamos um ao outro.

E, entroceiro, temos a parte central, que é o, os valores básicos fundamentais, que é a semente. Tem estas três, digamos assim, camadas. Igualmente, descrevi aqui, ou da maneira que pujo aqui, as características do fruto do Espírito Santo, pujo uma, que representa, digamos assim, para vos dar uma explicação desta maneira, para vos ajudar a entender um bocadinho melhor estes princípios. Descrevi desta maneira, não estou a dizer que é a única maneira de os descrever, mas é a maneira que eu descrevi para vos ajudar a entenderem isto, de uma maneira melhor.

Temos assim uma camada exterior, que é os pontos externos, que são mais visíveis, como o amor, a alegria e a paz são mais visíveis, embora a paz está claro, possa ser interna também, a alegria também possa ser interna, o amor é interno, mas é expresso externamente, por isso não é só dizer que é uma coisa assim, exatamente, mas é um dos princípios mais visíveis, amor, alegria e paz.

Depois temos estes, digamos assim, mais parte da carne, por exemplo, da fruta, que é a parte central, a parte que comemos, esta parte aqui do abacate que comemos, a parte que é, digamos assim, a interação ou o relacionamento de uma pessoa com outra, que envolve princípios como a panciência, a gentileza ou a benignidade, que isto é uma delicadeza e uma bondade.

E depois temos a parte que, digamos assim, que é a semente, que é a parte central do fruto, que é esta semente e na semente, que são, digamos assim, são os valores básicos fundamentais de uma pessoa que são esta fidelidade, mancidão e domínio próprio.

E por isso descrevi, puja assim, digamos assim, em três camadas e por outro lado, também estou a explicar a vocês de uma maneira como Deus diz para nós seguirmos a Ele, a amar a Ele, de todo o nosso coração, de todo o nosso ser e de todo o nosso mente. E estou, para vos ajudar a explicar, estou a dizer que estes aqui têm a ver basicamente com princípios de pensamento, mentais, que depois têm a ver aqui com coisas mais do coração e aqui coisas que, digamos assim, que são acerca do todo o ser, o ser completo, a alma completa da pessoa.

E por isso vamos então começar a estudar estes princípios, digamos assim, estas características de fruto do Espírito Santo, começando, digamos assim, para o ponto final e depois vamos desenvolver até chegarmos a um ponto, perdão, começando com um ponto inicial, acabando com um ponto final, que o ponto final é o amor que é o amor de Deus, o agápio, que está claro do todo o ser, mas que abrange todas as características de que nós devemos ter.

Mas devemos começar aqui pelo início, que é o domínio próprio. E vigemos, então, aqui o domínio próprio, como menciona aqui, domínio próprio.

E então, pensem, por exemplo, os proverbes dizem que o tumor da Deus é o começo da sabedoria, proverbes 9, 10. O que é a sabedoria, então? E o que é o tumor de Deus? O tumor de Deus. Quando temos sabedoria, quando pensamos e temos esta sabedoria, o que é que estamos a fazer? Temos o tumor de Deus. E é por través deste tumor de Deus, que é o começo, pelo tumor de Deus, é o começo da sabedoria. A sabedoria é parte do conhecimento, é parte de nós entendermos o que devemos e não devemos fazer. E, por isso, desenvolvemos, digamos assim, esta disciplina, este domínio próprio, este equilíbrio, esta mente-sá, do que devemos fazer ou não fazer. Vejamos, por exemplo, o que Paulo diz em 1 Coríntios, capítulo 9, 1 Coríntios, capítulo 9, versículo 27. Primeiro Coríntios, capítulo 9, versículo 27 diz assim, mas eu esmorro o meu corpo e o reduzo à escravidão. Isto é uma disciplina que ele tem para controlar-se as suas paixões físicas, que se controla, para que, tendo pregado a outros, não venha, é o mesmo, a ser desqualificado. Aqui está Paulo muito claramente a explicar que ele não tinha sido predestinado, certamente, a ter sucesso. Foi predestinado, e como você e eu somos predestinados a ser filhos e filhas de Deus, mas se vamos ter sucesso nesta meta, é uma decisão nossa, e temos que ter o que se chama aqui domínio próprio. O tumor de Deus, que é o início da sabedoria, através do tumor de Deus, precisamos de ver que temos que ter esse tumor, e então precisamos de ver que temos que nos disciplinar e temos que ter este domínio de nós próprios da nossa vida. E, por isso, precisamos estar resolutos, precisamos estar comprometidos a fazer o que é correto na nossa vida. Esse é o ponto inicial, digamos assim. E, por isso, está aqui a primeira pergunta de um ponto que podemos perguntar a nós próprios. Estamos a desenvolver pessoalmente. É preciso de pôr um bocado mais foco, preciso de concentrar, preciso de trabalhar mais na minha disciplina, no meu domínio próprio, com a ajuda dos Espíritos, porque os Espíritos é que nos dão este poder para nos ajudar a aplicar, a pôr em prática, o domínio próprio. E, por isso, precisamos de revivar os Espíritos neste ponto de domínio próprio, e pedir a Deus e orar a Deus, pedir por esta ajuda. Por isso, começa, digamos assim, uma coisa na mente, uma coisa mental. E, por isso, estou a dizer aqui, que escrevi isto que é o que nós somos, digamos, parte da semente, e começa com controlar a nossa mente, o nosso entendimento, o que nós fazemos mentalmente. E começa nesse ponto.

Uma vez que cedimos e que estamos a pôr este domínio próprio, temos que pôr o coração também ligado com o amêntodo. É só uma questão mental, mas é o coração também. Temos que amar a Deus, com todo amêntodo e com todo o coração. O que é no coração? A parte da nossa coração, a parte dos nossos valores fundamentais do nosso coração, tem que começar com humildade. Por exemplo, ser humildes e ensináveis, humildade, que é a parte da bem-aventurança que Jesus Cristo disse, que é sermos humildes, pobres de espírito. Temos de luto, digamos assim, de estarmos a chorar, estarmos arrependidos e depois termos mansos. Para termos esta humildade, esta mansidão, de estarmos ensináveis, porque precisamos arrependerem e mudar a nossa vida através de uma humildade. E, por isso, precisamos de ter esta segunda característica de mansidão, que, digamos assim, é por o coração também conectado com a nossa vida. Não é só os nossos pensamentos, mas também o nosso coração. Por isso estamos agora a pôr isto em prática, mas aqui no coração. É uma mansidão de sabedoria. Uma mansidão de sabedoria, como Tiago 3, versículo 13, fala, precisamos de ter esta mansidão de sabedoria. E, como lemos em Mateus 5, que vigemos, por exemplo, Mateus 5, como ensinei há pouco, que são as bem-aventuranças, leiam aqui em Mateus 5, versículo 3 a 5. Mateus 5, versículo 3 a 5, que são as bem-aventuranças, diz assim, bem-aventurados os humildes, os pobres do coração, os pobres de espírito.

Porque deles é o rei dos céus, bem-aventurados os que choram, os que são arrependidos, porque serão consolados. Bem-aventurados os mansos, os que têm mansidão, porque herdarão a terra. Que, meus irmãos, Deus quer que sejam os filhos e filhas Dele. Sejam os mansos. Precisamos ser mansos no coração e precisamos ter domínio próprio, mentalmente, que é um controle mental. E isto vem com a ajuda do poder do Espírito Santo de Deus. Depois, precisamos de obceer a Deus com toda a nossa ser. E este fato de sermos obdientes a Ele com todo o nosso ser, chegamos ao ponto de que precisamos ser fiéis até ao fim. Precisamos ser fiéis. Precisamos de demonstrar fidelidade em todo o nosso ser. Então vejam comigo, se faz favor, em Lucas capítulo 16. Lucas capítulo 16, versículo 10. Lucas 16, versículo 10. Diz assim, quem é fiel no pouco, também é fiel no muito. Quem é fiel, ser fiel é uma pessoa que tem fidelidade. E quem é justo no pouco, também é injusto no muito. E vê-se aqui a fidelidade, a fé, ter fé de ser... porque tem fé em Cristo e porque temos fé, e fazemos o que Ele diz para nós fazermos, então somos justos. E somos fiéis a Deus, fiéis aos seus mandamentos, fiéis ao que Ele nos diz para fazermos. E por isso demonstramos uma fidelidade. Vejam, por exemplo, em Apocalipse 17, versículo 14. Apocalipse 17, versículo 14. Como vemos, fidelidade é muito importante em todos os espetos da nossa vida. Começam a ser fiéis, por exemplo, à nossa família, à nossa esposa ou esposa. Por isso é que diz não que metas adultério, que é parte dos 10 mandamentos de Deus, que representa fidelidade ao nosso esposo e esposa. A esposa, se você é uma mulher, como eu mencinei, Apocalipse 7, versículo 14, diz assim, plegerão é este contra o cordeiro e o cordeiro isvencerá. Está a falar aqui de as pessoas no mundo, no contexto, que vão lutar contra Cristo, que voltará para a Terra, porque diz o cordeiro isvencerá, pois é Senhor dos Senhores e do Rei dos Reis. E vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele. Quer dizer, nós nós somos chamados. Depois temos que responder a essa chamada, praticando o que Deus diz para nós fazermos. E depois temos que nos manter fiéis até ao fim. Só fiel tenho filidade ao que eu prometi fazer. O que é que eu prometi fazer? Eu prometi ser um cristão para sempre quando me batizei. Fiz uma promessa a Deus. Sou uma pessoa da minha palavra, em que é o meu sim é sim, o meu não é não. Sou uma pessoa fiel à minha palavra. E por isso vemos aqui três características. O domínio próprio, que é mais concentrado num control mental do que nós vamos ou não vamos fazer. Mancidão, que é uma coisa mais do coração. E uma filidade que é o nosso ser completo, a nossa alma. Mas são características básicas de que nós somos. São, digamos assim, a semente de que nós somos. As características fundamentais de que nós somos. E nós precisamos nos analisar a nós próprios e perguntar a Deus. Como é que eu estou a fazer nestas? Como é que eu estou a andar nestas? Estou de facto a ter um bom domínio próprio, que seja agradável a Deus. Porque devemos amar a Deus de toda a mentalidade, de todo o entendimento. Estamos a ser mansos e humildes do coração, sinceramente, da maneira que Deus quer que sejam-nos. Porque temos que amar a Deus do coração. E estamos a ser fiéis completamente em todo o nosso ser, porque precisamos amar a Deus de toda a nossa alma, com toda a nossa alma. E por isso, irmãos, preciso de... Ou você precisa, e é uma pergunta que você precisa fazer a si mesmo, você precisa de desenvolver um plano de ação para ver onde é que tem que melhorar, talvez olhando a estas 9 pontos que estamos a mencionar hoje, talvez sejam áreas para desenvolver com planos de ação para você crescer, para você revivar o dom do Espírito de Deus.

Então, vamos, então, mover ou andar ou subir para a segunda, digamos assim, camada, que digamos aqui, esta parte central do fruto. A parte central do fruto que é como tratamos uma outra pessoa, como tratamos outros, como é que interactuamos com outras pessoas, que é o relacionamento que temos com outras pessoas e com Deus. Por exemplo, a nossa mente-sã, através do pensamento, porque é sã, que é temperada, que é equilibrada, que tem domínio próprio, essa mente-sã que tem este controle mental, então leva esse controle mental ao, digamos assim, ao segundo nível para atuar com outras pessoas para ser bom para outras pessoas, sejam eles não bons ou sejam eles maus ou não. Temos de ser bons para outros, temos de ter uma bondade para os outros. E por isso é uma questão através do nosso domínio próprio. Levamos esse controle mental para sermos bons para outros. Como é que tratamos os outros, seja eles o caso que eles não destratam bem ou não? Como é que tratamos os outros? Vejam que o Mico se faz favor em Romanos capítulo 15. Romanos capítulo 15 versículo 14. Romanos 15 versículo 14.

Romanos 15 versículo 14. Ele diz assim, e certo estou, meus irmãos, sim, é o mesmo a vosso respeito de que estáis possuídos de bondade. Queres irmãos temos de estar possuídos de bondade. Isto é uma das características do Espírito Santo de Deus. E requer um controle, um domínio próprio, para sermos bons para os outros, mesmo que os outros não nos tratem bem. Cheios de todo o conhecimento. Sim, o conhecimento, que é uma parte da mente. Bondade, porque fazemos este conhecimento e fazemos esta decisão mental para sermos bons. Bom, hápteus para vos a demonstrar, demonstrar-nos uns aos outros. Isto é, hápteus para serem instruídos, ensinaveis.

Isso é parte do coração sermos ensinais. Por isso, vemos aqui que, para usarmos o dom do Espírito Santo, precisamos ter estas características todas. Precisamos ter domínio próprio, precisamos ter mancidão, precisamos ser fiéis. Mas, depois, usando o domínio próprio e esta mancidão e esta fidelidade, devemos agora desenvolver isto para um segundo nível, concentrando no nosso entendimento, no nosso domínio próprio, para a nossa capacidade mental.

Temos que ser bons para os outros, com mancidão, com fidelidade, sem fiéis a este princípio, e sermos bons para os outros. E, por isso, isto é parte de uma disciplina mental que precisamos de ter. Como é que, então, podemos perguntar, quando examinamos a nós próprios, como é que o meu relacionamento com outras pessoas está se desenvolver? Eu estou a ter atos de bondade para com os outros, eu tenho atos de bondade para com os outros, ou não? Tenho esses atos de bondade para com os outros, ou não? Ou o fruto da nossa vida, em vez de ser, por exemplo, um fruto em que, digamos, seja uma banana boa, seja uma banana em que parece boa por fora, mas lá dentro está podre, porque não há bondade.

Querias e irmãos, temos que ter esta bondade lá por dentro. Temos que ter uma bondade quando tratamos as outras pessoas. Temos que ter esta bondade. Depois, conforme nós temos somos mansos, somos ensináveis, como o nosso coração, isso vai causar a nós não só simplesmente a serem bons, mas, quando pomos o coração também ligado a esta ação, então começamos a ter umas atitudes de benignidade. Isto é uma gente ilesa para com os outros, uma delicadeza, que é uma coisa que vem do coração.

Somos bons, fazemos bons atos, mas fazemos isso como uma delicadeza, como a gente ilesa, como a benignidade, uma coisa que vem do coração. Vejam comigo se faz favor em Joel capítulo 2. Joel Daniel Ozeas, Joel capítulo 2, versículo 13. 1, 3. Joel 2, versículo 13. Rascar o vosso coração, é uma coisa do coração, está aqui. Precisamos de rasgar o coração, isto é, precisamos de nos arrepender, e por isso precisamos de serem ensináveis, porque choramos, somos humildes, somos pobres de coração, somos rasgados de coração, se achuramos, arrependemos, e somos mansos, como vimos estas bem-aventuranças que me ensinei há pouco.

E convertei-vos ao Senhor vosso Deus, porque quê? Porque Deus é misericordioso e compassivo, e tardiu em irar-se, e grande em benignidade. Grande em benignidade. Deus é grande em benignidade. Esta característica central, que é, digamos assim, parte do coração de Deus. Parte do coração de Deus. Qual é a nossa benignidade? Somos como Deus é, em que temos a mesma característica. Temos a imitar a Deus nesta característica. Grande benignidade. Estamos queridos irmãos. Precisamos de examinar a nós próprios e ver-se de facto. Estamos a ser pessoas que temos grande gentileza para com as outras pessoas.

Grande licadeza como tratamos as outras pessoas. Temos estas características do Espírito Santo. Por isso precisamos de obtecer a Deus com todo o nosso coração, com toda esta gentileza. E isso é um ponto central do nosso relacionamento com as outras pessoas. É uma parte central deste relacionamento. É parte central, digamos assim, deste fruto do Espírito Deus. Esta gentileza, esta benignidade. Porque Deus é grande em minha imediaté. Quando outras pessoas nos tratam mal, somos gentis para como outros, somos... demonstramos de licadeza para com os outros.

Mesmo quando eles nos tratam mal, é isto uma área onde eu preciso me desenvolver mais, preciso de crescer mais, talvez seja um ponto para nos examinarmos. Uma vez que, com a nossa mente, queremos ser bons. Uma vez que, com a nossa mente, queremos ser bons e mostrar bondade. Com o nosso coração, queremos mostrar essa bondade, uma maneira congentileza, com benignidade, com uma maneira delicada. Embora as pessoas não sejam boas e não se tejam a tratar bem, precisamos de continuar nesse caminho com longa nemidade. Isto é com paciência. Com paciência. E continuar nesse caminho com paciência, com longa nemidade. Quando os outros fazem coisas, mais para conosco. Vejam como isso faz favor em 2 Pedro 3, versículo 9.

2 Pedro 3, versículo 9. Não retarda o Senhor a Sua promessa. Como alguns ajudam de morada, pelo contrário, Ele é longánimo. Deus é longánimo, tem longa nemidade, tem paciência, espera com paciência. Para conosco. Por quê? Porque não quer que nenhum pareça, senão que todos cheguem ao arrependimento.

Deus tem paciência. E é muito paciente para conosco. Porque quer que nós nos arrependamos. E por isso nos dá este tempo, este espaço. Nós não somos pacientes e me dizemos por que que Deus não vai agir agora? Não vai agir agora nos louver esses problemas? Mas Deus diz calma, tem paciência, espera um pouco. Calminha, paciência, longa nemidade.

Deus é longanimo para conosco. Não querendo que nenhum de nós pareça, mas que todos nós cheguemos ao arrependimento. Por isso, esta longanamidade, esta paciência, é uma característica inter-personal entre pessoas que afeta o homem inteiro. Porque a bondade, que é uma coisa que controlamos mentalmente, a gentileza, que é uma coisa do coração, mas a paciência é algo que afeta o homem inteiro, que é de toda a alma, de toda a alma. Dizemos pacientes, isto é, somos, demonstramos esta bondade com gentileza e pacientemente demonstramos estas coisas.

Esta longanamidade. Queridos irmãos, eu sou uma pessoa que é paciente com os outros, ou em vez de ser paciente, me torno cheio da amargura e fico amargo, como um limão amargo. Queridos irmãos, aqui vimos assim três, digamos assim, características desta, digamos assim, desta camada, de como interrelacionamos, como temos o interrelacionamento, uma interação com outras pessoas. A parte, digamos assim, onde está a carne do fruto, esta carne, a parte que comemos, a parte em que pomos os dentes nela e comemos e apreciamos essa parte.

Como é que estou a fazer? Nesses pontos, eu sou paciente para com os outros. Eu se demonstro bondade, demonstro gentileza. São isso alguns pontos que eu preciso pedir a Deus para revivar estas características do Espírito Santo do Deus deste fruto, que é o Espírito Santo de Deus em mim, porque eu preciso ter elas todas, eu preciso ter do meu próprio, eu preciso ter mansidão, eu preciso ser fiel, eu preciso ter bondade para com os outros, eu preciso ser gentil, isto é benigno ou delicado para com os outros, eu preciso ter paciência, longanimo, todas elas, eu preciso ter, não é só olha, eu tenho paciência, mas tenho de as pessoas com maldade, ou ser paciente, mas não tenho domínio próprio.

Cris irmãos, o fruto do Espírito Santo de Deus tem todas estas características, senão, se as características não são todas, se simplesmente é só amarelo, poderia ser um fruto diferente. Cris irmãos, qual é o fruto do Espírito Santo de Deus, qual é a característica do fruto do Espírito Santo de Deus em você e em mim, que nós estamos a examinarmos a nós próprios e que precisamos desenvolver mais?

Precisamos ter um plano de ação para desenvolver nestas características? Por isso vemos, cris irmãos, que é simplesmente obtecer a Deus com todo a mente, com todo o coração, e com todo o ser, com toda a alma, não é só dizer, olha, eu observo sábado, porque tenho o domínio próprio, sou bansu, sou fiel, sou bom para os outros, sou gentil, sou paciente.

Essas são parte do Espírito Santo de Deus, características do Espírito Santo de Deus. E vimos por isso, digamos assim, as características fenofonamentais básicas e vimos as características, digamos assim, de relacionamento com as outras pessoas, onde nós interatuamos com as outras através da bondade, gentileza e paciência. Mas agora vejemos aqui, desta, digamos assim, esta última camada, que é mais visível, digamos assim, que é mais que se toma nota, que se vê mais, que geralmente as pessoas mencionam mais frequentemente, é amor, alegria e paz, mas não são as únicas, como vimos, as outras também são importantes.

Mas vejemos então estas características. A característica de nós, da termos domínio próprio, através do início do tumor de Deus, que é o começo da sabedoria, e a sabedoria nos ensina que precisamos controlar e viver de uma maneira correta. E então aplicamos isso mentalmente e quando as pessoas nos tratam mal, nós seremos bons para elas. Qual é o resultado disso? Qual é o resultado disso? É paz. É uma paz, não só mental, mas externa para com os outros, porque estamos a trabalhar a fazer paz, porque é uma ação mental que nós pomos um certo esforço físico. Vejam comigo, se faz favor, em Filipeensas 4. Filipeensas 4.

Versículo 6 a 9.

Filipeensas 4. Versículo 6 a 9. Não há dez ansiosos de coisa alguma, em tudo porém sejam conhecidos diante de Deus as vossas pedições, pela oração e pelo súplico, com ações de graças. Ações fazem ações de amor, de carinho, de bondade com os outros. Estas ações de graça dão resultado e a paz de Deus dão-se o resultado, estas ações de graça, esta bondade, que são ações, que são coisas que pensamos e deliberadamente fazemos por causa que pensamos e pomos a nossa mente nesses princípios, dá o resultado de paz de Deus, que excede todo o entendimento. A parte mental excede ainda mais que isso, porque quando pomos estas coisas positivas na nossa vida, recebemos a paz de Deus. Isso guardará a nossa Coração e a nossa mente em Cristo Jesus, porque vai afetar a nossa Coração, como vemos daqui a pouco, como? Com alegria! Alegria, porque somos gentis para com outros, porque somos bons, estamos pazes e afetam a nossa Coração com alegria. Vijamos então, queridos irmãos, aqui no versículo 8, finalmente irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo que é respeitável, tudo que é justo, tudo que é puro, tudo que é maval, tudo que é boa fama, se há alguma virtude, algum alvoor. Seja isso o que ocupa o vosso pensamento, na mente. É um domínio próprio que precisamos ter de várias características boas, e que me mencionou aqui que é verdade, que é respeitável, que é justo, que é puro, que é maval, boa fama, virtude, algum alvoor. É uma coisa mental.

E quando temos isto, o resultado é paz. É paz. A paz de Deus que excede todo o entendimento. Cariz irmãos, o que nós plantamos é o que nós vamos colher, o que nós vamos semear é o que nós vamos receber. E quando nós temos estas características positivas para com outras de bondade, mesmo que as pessoas não respondam, mas terão mais tarde, vão responder, mas pelo menos, vamos ter paz interna e mais tarde vamos ter paz com os outros. Vejam, por exemplo, também, em primeiro Pedro, capítulo 3, versículo 11. Primeiro Pedro, capítulo 3, versículo 11. A parte do mal, pratico o que é bom. Busque a paz e empanhe-se para alcançá-la. Cariz irmãos, isto é um acto mental de uso da mente. Praticar o que é bom, apartar-se do mal, isto é um domínio próprio, não é? Praticar o que é bom e buscar a paz. Um domínio próprio, praticar o que é bom e buscar a paz. Femos aqui, é um coisa que começa na mente e fazemos o que é bom e o resultado é paz, porque estamos a buscar, estamos a empanhar-nos, empanhe-se, por alcançá-la, por alcançar a paz. Forças, ponha energia, ponha isso, um esforço domínio próprio, um domínio próprio. Para esta meta, que é uma meta de paz, somos pacificadores, somos aqueles que fazem a paz. Não é questão simplesmente amar a paz, mas é fazer a paz. Fazer a paz por domínio próprio e bondade e resultado é paz. E o resultado por isso é unidade, é sermos uns. Querias irmãos, por outro lado, as características completas de um coração, completamente do coração de humildade e mansidão e da gentileza, por outro lado, vão nos dar um fruto também do coração, que é alegria, porque alegria vem do coração, não vem? É uma coisa do coração. Vão-nos dar uma alegria verdadeira. Vejam comigo em João capítulo 16, versículo 22. João 16, versículo 22. Diz assim, assim também agora, Vós tendes tristeza, mas outra vez vos verei e o vosso coração se alegrerá e a vossa alegria ninguém poderá tirar.

Por Deus Cristo nos citou e vemos que temos uma esperança e se focamos o nosso coração e a nossa mente, a nossa mente e o nosso coração, a nossa mente fazendo bondade, trabalhando para paz e o nosso coração sendo gentis. Vamo-se ser alegres, vamos ter uma alegria, porque é o que o Cristo nos dá. Isto é um dom do Espírito Santo de Deus. Temos estas características todas. Você tem alegria verdadeira dentro de você?

E, por outro lado, as características básicas de ser fiel do seu corpo inteiro, de mostrar paciência para os outros, mesmo quando tratam a vossa em mal. O fruto final disso, na sua alma, no seu ser inteiro, é o amor. É o amor HP para os outros. Mesmo até para com os nossos inimigos. Por que estamos a fazer a bondade, mesmo que eles nos tratem mal? Não estamos a fazer a maldade, estamos a fazer a bondade, mesmo que eles nos tratem mal. Isso é amar os inimigos. Vejam, por exemplo, Lucas capítulo 6. Lucas capítulo 6. V. 27. Diz-se indigmante porém a vossa e o outro que, meu ouvir, ame aí os vossos inimigos. Fasei o bem ao que vos odeiam. Isso é verdadeiro amor. Vejam, por exemplo, no V. 35 também. Ame aí porém os vossos inimigos. Amai porém os vossos inimigos. Fazei o bem e emprestar.

Vemos aqui estas. Caratrística de amor, que é o ser completo, que, digamos assim, é o pináculo, o símptimo destas características todas, pelo ser todo humano, pelo ser completo, pela alma toda, que inclui o coração e a mente para o ser inteiro, que é o amor que, digamos assim, que cobre todas estas características.

E esse amor não é só uma imunção, é uma ação. Ação, porque estamos a atuar com todo o nosso corpo, com paciência, com gentileza, com bondade, com filhidade, com ansiedão, com o nome do próprio, para amar o inimigo. Isso não é uma imunção, é uma ação, é um verbo, é uma ação. Vejam em João capítulo 15, versículo 12 a 13. João 15, versículo 12 a 13. E quem que diz aqui em João? Foi Jesus Cristo antes de falecer, que disse assim, o meu mandamento é este, que vos amae os uns aos outros, assim como eu vos amei. Jesus levantou o padrão deste mandamento, a um nível mais alto, para amar aos outros, como ele nos amou. Ninguém tem maior amor do que este dá a alguém a própria vida, em favor dos seus amigos. Este é o sacrifício máximo, dar a vida para os nossos amigos. Dar a vida para os nossos amigos não é morrer para os outros, mas é dar a vida, dar o nosso tempo, dar os nossos forços para os outros. Por isso é que dizem Romanos capítulo 12. Romanos capítulo 12. O verdadeiro sacrifício cristãos. Os verdadeiros sacrifícios cristãos não é matar um bode ou um cordeiro e oferecer. O verdadeiro sacrifício cristãos somos nós próprios, o nosso corpo, o nosso tempo, é a nossa vida que damos a outros, porque nos esforçamos, damos da nossa vida para outros. E por isso é que dizem Romanos capítulo 12, versículo 1 e 2. Diz assim, roga-vos, pôs irmãos, pelas misericórias de Deus, que apresentais o vosso corpo, por sacrifício vivo. Dão sacrifício vivo, dando do tempo, dando os vossos forços, dando a vossa energia santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. Este é o nosso culto, o novo caminho, a nova maneira do novo destamento. E dão-vos conformeis com este século, mas transforma-vos pela renovação da vossa mente, para que experimentais que o seja boa, agradável e perfeita vontade de Deus. E por isso começa aqui, de volta com a mente, e acabando no ser inteiro, mas temos que ter o coração correto também, porque é a mente e o coração, completos, na mesma, digamos assim, alinhados da mesma maneira, com todo o ser, para concluir, em amor, o amor de Deus. E por isso, queridos irmãos, vemos que há inter-conexões entre estas características. Estão todas ligadas, estão todas ligadas, porque são parte do fruto do Espírito Santo de Deus. Se uma pessoa só tem amor, mas não tem domínio próprio e não obedece a Deus, então não está certo, não é o verdadeiro Espírito de Deus. Precisamos ter amor, precisamos ter alegria, precisamos ter paz, paciência, gentileza, bondade, filhidade, mansidão, domínio próprio. Temos que ter estas características todas. Ora, a pergunta é, está o seu fruto maturo na sua vida? Talvez não. Talvez você, como um fruto com estas características todas do fruto Espírito Santo de Deus, em você, você e eu, talvez ainda não estejamos maduros. Prontos para a resolução?

Talvez não estejamos maduros. Mas estamos a amadrocer de ano a ano, estamos a amadrocer, estamos mais maduros este ano do que o ano passado, estamos a andar neste caminho, estamos a amadrocer. Então, vejemos de novo o Crisir Mãos, a Escritura com que comecei, que é em II Timóteo capítulo 1. II Timóteo capítulo 1. E vamos ver versículo 6 e 7. Por esta razão, pois te ademo esto, que erra vivas o dom da Deus que há em ti pela imunização das minhas mãos. Precisamos revivar, precisamos de pôr este dom do Espírito Santo de Deus.

Bem quente, bem vivo em nós. Crisir Mãos, este dom de Deus que há em ti pela imunização das minhas mãos, porque Deus não nos tem dado um Espírito de covardia, mas de poder. Este é o poder, é o poder de Deus, de amor e de muderação. É o poder de Deus para chegar a esta meta final que é o amor de Deus. Mas começa aqui com o domínio próprio, muderação e colíbrio mentissar. Crisir Mãos, eu descrevi isto assim, de uma maneira diferente, simplesmente para vos ajudar a entender melhor estas características do Espírito Santo de Deus. Simplesmente, há uma maneira de tentar explicar isto de uma outra maneira, para vocês entenderem um bocadinho melhor. Agora, nós precisamos de usar o fruto do Espírito Santo de Deus com as suas características. Precisamos de usar este fruto na nossa vida. Precisamos de o praticá-lo, praticá-lo, usá-lo. Para quê? Para darmos frutos na nossa vida.

Usando as características do fruto do Espírito Santo, este sermão compara essas características com as várias camadas duma fruta e maneiras diferentes de determinamos que fruto é.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).