O ponto de partida das doutrinas básicas Cristãs

Os Cristãos em Jerusalém estavam a andar para trás e estavam precisando de re-construir os fundamentos básicos das doutrinas Cristãs. Isso é um ponto muito perigoso. Não devemos de esquecer o ponto de partida e a meta das doutrinas Cristãs.

Transcrição

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O que é que é que é?

Bom, debo tardes, irmãos, aqui é Jorge Campos. Quando você vai para uma viagem longa de estrada, você tem que verificar algumas coisas básicas de manutenção do seu carro, que estejam todas em ordem. Por exemplo, estão os pneus em boas condições, estão os travões a funcionar corretamente, têm água suficiente, as luzes estão todas a funcionar. E seja outras coisas que você talvez goste de verificar antes de fazer uma viagem. Como sabemos, manter o seu carro numa boa condição, isto é, manter as coisas básicas em boas condições de manutenção, vai manter você numa condição que seja de viajar com mais paz mental, de que vai tudo correr bem, se Deus quiser, e vai estar em controle na estrada.

O mesmo é verdadeiro, que dizir, irmãos, com sua vida cristã. Precisamos de manter uma certa manutenção básica nas básicas da nossa vida cristã, para verificar que está tudo bem direitinho, e manter-se tudo corretinho para nós continuarmos a andar no caminho correto. E por isso, você está, de vez em quando, a fazer uma manutenção nas doutrinas básicas.

Isso é bom você fazer isto, de vez em quando. Você sabe onde ver as doutrinas básicas, onde a questão as doutrinas básicas definidas na Bíblia? Quer dizer, irmãos, hoje eu quero falar acerca do, digamos assim, do ponto partida das doutrinas básicas cristãs.

Então, vamos ver essas doutrinas básicas cristãs, e ver principalmente o ponto de partida. Ora, em que livro da Bíblia é que você deve voltar para ver onde estão as doutrinas básicas? Você sabe? Um bom exemplo é, por exemplo, em Ibreus, capítulo 5 e 6, particularmente capítulo 6. Mas vamos agora começar, no capítulo 5 de Ibreus, começar a ler versículo 5. Diz assim, assim também Cristo assim mesmo não se glorificou para se tornar sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse, tu és meu filho, eu hoje descerei.

Foi o pai que o glorificou. Foi o pai que glorificou a Jesus Cristo. Como em outro lugar também diz, tu és sacerdote para sempre, segundo o ordem de Melchizatec. Ele, Jesus nos dias da sua carne, tendo oferecido conforto, clamor e lagra, mas orações e súplicas a quem o podia livrar da morte.

E que, irmãos, ele teve uma morte muito difícil. Uma morte que, digamos assim, que foi pior que simplesmente ser crucificado, porque ele não foi só crucificado como os, por exemplo, os ladrões eram, mas ele também foi espancado antes. E por isso teve uma morte mais difícil. Mas continuando a ler assim, diz, a quem o podia livrar da morte e tendo se envolvido por causa da sua piodade. Foi ouvido, embora sendo filho, aprendeu obdiência pelas coisas que sofreu.

E, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o autor da salvação. Ele é o autor da salvação, eterna para todos os que lhe obedecem. Aqui está um ponto importante. Precisamos de obtecer. A Deus, a Cristo, aos seus ensinos, às doutrinas básicas cristãs, aos princípios básicos que Deus nos dá. Cristo irmãos, não é só uma questão de acreditar em Cristo. Precisamos de acreditar nEle e obtecer a Ele. Isso é muito importante. Então, continuando a ler no versículo 10, tendo-se idrumiado por Deus, somos sacerdotes, segundo a ordem de Malchisadec.

Por que ele está a falar disso aqui? Está a falar aqui aos Ibreus, porque os Ibreus eram uma congregação em Jerusalém. Era uma congregação que tinham provavelmente ouvido Jesus Cristo, quando Ele esteve na Terra, como ser humano. Tínham provavelmente visto Cristo curar pessoas. Uma congregação que devia ser um exemplo para as outras todas.

Mas diz aqui, a esse respeito temos muitas coisas a dizer e coisas difíceis a explicar, porque quando vos tendes tornado de ardilhos em ouvir, vocês se tornam tardios em ouvir. Por que? Por que? Porque é que estavam a ficar tardios em ouvir? É como se dizer, olha aí, a vossa vida não está a manter passo, não está a manter o ritmo. Com as doutrinas e as hortações que são dadas a vocês, porque, embora vocês foram muito claramente chamadas para o caminho cristão, porobora vocês foram bem explicados o caminho, vocês foram explicados exatamente como proceder nesse caminho e as benções que receberiam de seguirem esse caminho, e embora isso tudo, vocês não estão a fazer o esforço para se manter nesse caminho, estão a andar para trás.

Sim, estão a aprender muitas coisas, mas não estão a vir ao ful, o completo entendimento da verdade. E esse era o problema que os hebreus estavam a andar, estavam a andar para trás. Como é que eles podiam andar para trás? Estavam a andar para trás para o que criam isto? É seguindo as instruções ceremoniais, rituais levíticas, em vez de estarem a pensar que agora tinham, e a entender e compreender, e praticar que agora tinham um sacerdote da ordem de Melchizedec. E por isso, este sacerdote, que é Jesus Cristo, que sofreu por nós, era o fim dessas leis rituais. Essas leis rituais simplesmente apontavam para Cristo.

Essas cerimónias simplesmente apontavam para Cristo, e eles estavam a querer voltar a andar para trás. Estavam a andar para trás, estavam a perder o primeiro amor, o primeiro amor que representava o significado de que tinham sido reconciliados de graça por Jesus Cristo. Estavam a andar para trás. E por isso, diz assim no versículo 12, pois, com efeito, quando devias ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, sempre que tem entrado na igreja há mais de 30 e tal anos, quase 40 anos, temos novamente necessidade de que alguém vos ensine, de novo quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus. Vocês precisam de que alguém esteja a ensinar as doutrinas básicas dos oráculos de Deus, e que são os oráculos de Deus. É o que Deus nos ensina, através da Bíblia. Todo o que Deus nos ensina, que nós devemos de praticar de acordo com esse ensinamento, o qual inclui, está claro, os ensinamentos de Jesus Cristo, que são amplificações, digamos assim, do antigo Justamento.

Depois, continua assim. Ora, aquele que se alimenta de leite é inexpreente da palavra da Justiça. Porque é criança. É inexpreente da palavra da Justiça. O que é a palavra da Justiça? Não é só a prática da Justiça, mas é a palavra da Justiça. É esta Justiça que vem pela Graça de Deus, por Jesus Cristo. E eles não estavam a ser experientes nisso.

E não experientes dessa palavra, porque são crianças. A palavra criança aqui não vem de uma palavra grega, que significa realmente criança, mas significa uma pessoa que não é madura, que não é experiente, não tem experiência, que não é madura neste conhecimento.

Mas o alimento sólido, o alimento sólido, a carne, é para os adultos, é para aqueles que são maduros, para aqueles que, pela prática, sim, que praticam.

Praticam o quê? Tem este hábito da vida, de praticar o quê? Diz assim, têm as suas faculdades serritadas para discernir, não somente o bem, mas também o mal. Tem esta prática da vida, do corpo, mental e espiritual, perdão, de saber distinguir, de saber descriminar, de saber julgar, de decidir o que é bom e o que é mal.

Fazer este assurrimento.

Isto é o alimento sólido, isto é a carne. A carne é esta capacidade de uma pessoa saber distinguir entre o bem e o mal. Quando um pessoa ouve uma coisa, isso não está certo. Ah, isto está certo. Porque sabemos distinguir, temos esta intuição automática, devemos, isto não está certo, distinguir o bem, mas também o mal. Isto é o questão de ser maduro, ser maduro, ser experiente, ser maduro nas doutrinas cristais. E essa madureza é o discernimento do bem e do mal. Este é o ponto de partida. Não só o ponto de partida, de fazer este assurrimento, mas é a carne também. É o alimento sólido, porque é o golo, é a meta da nossa vida cristã.

Vejam continuando aqui, no capítulo 6, no versículo 1. Por isso, pondo de parte os princípios alimentares da doutrina de Cristo.

Não é que vamos estar a reconstruir a fundação, não vamos estar a reconstruir o arrependimento, não vamos estar a reconstruir a fé, não vamos estar a reconstruir isto. Não, mas vamos fazer uma manutenção, a ver que esteja tudo direitinho, para andarmos para a frente, para vermos que de facto estamos a seguir o caminho do alimento sólido, que é o discernimento do bem e do mal.

Queres e irmãos, isto é importante. Vejamos então, continuando a ler aqui no versículo 1. Por isso, pondo de parte os princípios alimentares da doutrina da Cristo. Deixemos-nos levar para o que é perfeito.

Vamos andar para o que é perfeito. Não lançando de novo o fundamento, a base. E aqui estão as doutrinas básicas. O arrependimento de obras mortas, da fé em Cristo, o ensino de batismos, imposição das mãos, da resurreção dos mortos e de juízes eternos. A base das doutrinas é que precisamos nos arrepender de obras mortas.

Precisamos depois de ter fé, fé em Deus, fé em Cristo. Depois precisamos fazer o compromisso através do batismo, o compromisso de que vamos viver uma vida nova. Depois, através da oração do Ministro de Deus, pela imposição das mãos, recebemos o Espírito Santo dele e o Espírito Santo nos ajuda, nos dá a ajuda, nos dá a força, a mentalidade de Deus, a força de vencer. Precisamos então vencer até ao fim, porque sozinhos não conseguimos.

Ao fim, até a morte, o Avina de Cristo, qual deles venha primeiro, e depois, então, vai haver a resurreção dos mortos. Nessa resurreção dos mortos, esperamos que nos arrependemos, estamos a praticar e comprometemos e a viver até ao fim do caminho correto, para recebermos a resurreção, a primeira resurreção que é a resurreção da vida.

Porque sabemos que há um juízo, que há um juízo que é eterno, do qual o resultado, o castigo ou a recompensa são eternas. Isso faremos se Deus permitir. Quer dizer, irmãos, aqui vimos, então, o que é o leite, o que é as coisas básicas. E também vemos que o alimento sólido é estas faculdades de praticar, de exercer, de distinguir, de separar, de discernir o bem do mal. E depois, o resto do livro dos Ibreus é acerca desta carne, deste alimento sólido.

Quer dizer, irmãos, nós não vamos e nós não estamos a, digamos assim, a lançar de novo a fundação. Mas é bom, de vez em quando, fazer uma manutenção e verificar que as coisas básicas estão em boas condições. Verificar que as fundações estão sólidas e estão bem direitinhas. Porque o verdadeiro cristianismo é muito mais do que simplesmente vir à igreja, o vir ao culto.

É uma prática de discernir entre o bem e o mal de dia a dia. Esse é o começo. Esse é o começo do Evangelho. O Evangelho que Jesus Cristo trouxe. Qual é o Evangelho que Jesus Cristo trouxe? Vejam comigo se faz favor em Marcos capítulo 1. Mantenham aí um dedo em Ibreus, porque vamos voltar a Ibreus daqui a pouco. Mas vejam comigo em Marcos capítulo 1. Marcos capítulo 1, versículo 1. O princípio do Evangelho de Jesus Cristo, filho de Deus. O princípio, o princípio, o começo do Evangelho. O ponto partida do Evangelho. Qual é esse ponto partida? Vejam aqui no versículo 14 e 15. Depois João, João Batista ter sido preso, foi Jesus para a Galileia pregando o Evangelho do Reino de Deus.

E qual foi esse Evangelho? Dizendo, o tempo está cumprido e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede na boa nova no Evangelho. Arrependei-vos. O princípio deste Evangelho é o arrependimento. E este arrependimento é precisarmos distinguir o que é certo e errado. É o começo, mas além disso também. Esse discernimento constante é o alimento sólido. Então, voltando ao capítulo 6 de Ibreus, vejamos assim. Devemos não levar ou levantar de novo a base, mas devemos levar para o que é perfeito. Devemos caminhar no caminho desta perfeição. De qual é o caminho da perfeição? É distinguir o bem do mal. Esse é o caminho da perfeição. Mas, queridos irmãos, o primeiro princípio é o arrependimento das obras mortas. E, por isso, começa com o reconhecimento do que é bom e que é mal, das obras mortas. E a complexão e a perfeição é num discernimento mais profundo do que é bom e mal. Do princípio, ao fim, é o mesmo, digamos assim, as mesmas regras, o mesmo discernimento entre o bom e o mal. Começa com discernimento entre o que é bom e o mal e acaba com discernimento, porque é bom e mal, contínuo, por esta prática deste discernimento. Vegemos, então, ao início, quando Deus criou o Adão em a Eva primeiro, ao início da Torah, da lei, em Genesis 2, versículo 7.

Diz assim, então formou o Senhor Deus, ao homem do Pá da Terra, e lhes sopro, nas marinas, o folho da vida. E o homem passou a ser alma vivente, passou a ser um ser vivo.

Notem que é uma alma vivente, é um ser vivo. Não diz que passou a ter uma alma, que é coisa diferente. Passou a ser alma vivente. E continuando, plantou o Senhor Deus um jardim no Édon, na direção do Oriente, e pôs-ne-lo o homem que havia formado. Do solo fez o Senhor Deus brutar todas as sortáveis, agradáveis, à vista e boas para alimento, e também a árvore da vida, no meio de jardim e a árvore do conhecimento, o bem e do mal. Pôs duas árvores, a árvore da vida e a árvore do conhecimento, o bem e do mal. A árvore da vida, isto é, a árvore em que Deus nos dá o conhecimento do que é o bem e o que é o mal, e nós temos fé nele, acreditamos nele e seguimos a Sua guia. Ou a árvore em que nós decidimos por nós próprios o que é bom e que é mal, e o resultado final desse, dessa decisão, é a morte. Por isso é uma questão de vida a morte. Ar de vida ou morte? O discernimento do bom ou do mal? Começando com um discernimento muito simples, entre duas árvores, mas que continue e cresce, um crescimento em decisão de todas as coisas do que é bom e do que é mal. Vejam também, no versículo 15, diz assim, tomou pois o Senhor Deus, ao homem que colocou no jardim do Eren para cultivar e guardar, e o Senhor Deus lhe deu esta ordem, doutor árvore jardim que morrás livremente, mas da árvore do conhecimento, do bem e do mal, não que morrás. Por no dia que a dela comer-se, certamente morrrás. Certamente morrás. Este é a árvore da morte. Cris irmãos, vejam aqui, ao início da Torah, dos cinco livros da lei, ao início, está a ser escolha entre o bem e o mal, a árvore da vida ou a árvore da morte. Ao fim da Torah, é doutor ónimo 30. Doutor ónimo 30.

Começando no versículo 15. Veja que proponho hoje a vida e o bem, ou a morte e o mal. A mesma escolha entre o bem e o mal, entre a vida e a morte. Se guardares o mandamento que hoje te ordeno, que ames o Senhor Teu Deus, anos nos seus caminhos, e guardas os seus mandamentos, os seus tatuos, os seus juízes, então viverás e multiplicarás. E o Senhor Teu Deus te abençorará na terra a qual passas para sua ilha.

Este é-se. Tomares a escolha da árvore da vida e seguir-se o que Deus diz que é bom e que é mal. Os mandamentos Deuses, os seus caminhos, os seus tatuos, os seus juízes, a sua decisão do que é bom e que é mal.

Continuar na 19.17. Se porém ou se o Teu coração desviar, e não quiser estar ouvidos, e for-se dos ides inclinares a outros Deuses e os servires, então hoje te declaro que certamente peracerás, morrerás, não provanceras longo tempo na terra a qual vais passando o Jordão para possuir. Vê-se, ao início da Torah, daqui dos ars, virem morte. Ao fim da lei, ao fechar deste livro, dá a dizer, olha, continua, continua a andar nesta escolha, e escolhe o caminho da vida.

Depois vejam como ele te põe no versículo 19. Os céus e a terra na tomam hoje por testimonhas contra ti, que te propus a vida e a morte. Propus benção e maldição. E escolhe, pois, a vida para que vivas tu e os teus filhos, e os teus filhas, e os teus netos, e os teus netinhas, e todos os teus descendentes. Amando o Senhor teu Deus, dando a vida à Sua voz e apegando-te a Ele, pois disto depende a tua vida e a tua longevidada. Cristo e irmãos, o princípio é muito básico.

O princípio é muito básico. Este princípio da doutrina de Deus, da doutrina de Cristo, é discernir entre o bem e o mal. A Biblioteca enteira fala acerca disso. É um ensino contínuo do início até o fim da Bíblia. Não muda. Não muda. Vê-se a ar da vida e a ar da morte ao início da Bíblia, e vê-se ao fim da Bíblia a ar da vida. Se mantém aí. No meio da Bíblia, por exemplo, em proverbios. Lê-se aí em proverbios. Capítulo 11. Proverbios capítulo 11, versículo 19. Proverbios 11, versículo 19. Diz assim. Tão certo como a justiça conduz para a vida?

A justiça, fazer o que é certo, fazer o que é justo, fazer o que é bom, conduz a vida. Assim o que segue o mal para a sua morte o faz. E, quer dizer, irmãos, não é que você decida entre o que é bom e o mal, porque quando você tenta decidir o que é bom e o mal, isso é o caminho da morte.

Você tem que acreditar em Deus, que Ele está a dizer a você o que é bom e o que é mal. Até os profetas dizem isso. Quem está profecia, hein? Zaiias capítulo 1. Diz assim. A visão diz aí, as filhas da Mós. O ver. 2 diz assim. Ovi ou sei os idá ao vidro da terra, porque o Senhor é quem fala. Criae filhos e os engredeci, mas eles estão revoltados contra mim. As não querem ouvir o que a todos é que é bom para eles. O ver. 3. O boi conhece o seu persuidor e o julmento do homem da sua mansdora, mas Israel não tem conhecimento.

As nações deste mundo não têm conhecimento. E, em seguida de contas, o Adão e a Eva foram os pais de todas as nações. E sim, Deus começou com o Israel, mas a intenção dele é de seguir isto para o mundo inteiro. E esse princípio é aplicável a todas as nações. E, por isso diz assim. Ai, desta nação pecaminosa! Seja que nação seja, pode por um nome de seu país. Portugal, Brasil, seja que for. Moçambique, Angola, China, Japão, seja que for.

Ai, desta nação pecaminosa! Povo carregado e iniquidade, raça de malinhos, filhos corrotores abandonaram o Senhor, blasfamiaram o Santo de Israel. Blasfamiaram o Santo de Israel. Voltaram para trás. Como é que blasfamiaram? Porque não obteceram, porque oabandularam. E, pois vejam, no versículo 11, por exemplo, de que serve a minha multidão dos vossos sacrifícios. O que serve a mim é você estarem a ir para a igreja, ir para a oculta, a certificar-se, e tudo, diz o Senhor.

Estou a farto dessas coisas que vocês fazem. O versículo 12, quando vies para comparecer para mim, quem vos recriou? O sópio, pisares, os meus atros. Vocês só estão a maltratar-me, a dizer mal de mim, a usar o nome de Deus em vão e será que mais. Não continuéis a fazer isso, diz-se no versículo 13, porque o que vocês estão a fazer, pensam que são cristãos, estão a ter estas festas, estão a ter estes dias, isso não tem valor nenhum para mim, porque vocês não estão a observar, diz-te-os.

O versículo 15, porque quando estendéis as mãos, quando vocês estendem as mãos, em oração, orando, esconde vós os olhos. Deus não olha para nós. Sim, quando me publicais as vossas orações, quando vocês, como cristãos, digamos assim, que não praticam o que Cristo disse para nós praticarmos, que não obedecem as leis de Deus, que quebram o sábado, que quebram as leis de Deus, quando vocês se aproximam de mim, e multipliquem as orações, e oram mais, oram mais, porque vocês acham-se os problemas todos, por exemplo, que tem esses problemas todos no Brasil, oh, meu Deus, ajude-nos. O que é que Deus diz? Quando publicais as vossas orações, não as oiço.

Deus não está a ouvir as nossas orações? Por quê? Porque as vossas mãos estão cheias de sangue.

Estão cheias de sangue.

Precisamos de ter cuidado, e olhar bem para dentro de nós, e ver, estamos a disrunir o bem do mal na nossa vida?

Lavá-vos, purificá-vos, tirei a maldade, tirei o mal.

De vossos atos, de anos meus olhos, se sai de fazer o mal. Aprendam o bem.

Atendem à justiça, repreendem ao professor, defendem o direito do órfão, plateiai a causa de viúvas. Façam o que é certo.

Que os irmãos, esta nação, o seu país, os nossos países, o mundo todo, está cheio de imundice. Está cheio de imundice. E nós temos que chegar ao ponto de reconhecer que precisamos nos arrepender. E só Deus é que nos pode abrir a mente através da graça de Ele, para termos a verdadeiro arrependimento. Como leemos nos Romanos 2, versículo 4. Porque, ao fim de contas, o nosso coração é enganoso. O nosso coração é maldoso. Vejam comigo se faz favor em geramias de sete. Geremias de sete, versículo 9 e 10.

Enganoso é o coração mais do que todas as coisas e desesperadamente corrupto. Cres irmãos, o teu coração e o meu coração por si próprio.

É enganoso e é desesperadamente corrupto. Quem conhecerá? Eu, o Senhor Escudrinho, o coração do povo. Prova os pensamentos. E isto para dar a cada um segredo seu proceder, segundo o fruto das suas ações. Cres irmãos, precisamos de reconhecer entre o bem e o mal. Precisamos de reconhecer isto muito claro.

Como dizem Tiago 5, versículo 9, o juiz está à porta. O tempo é curto. E precisamos de obtecer a lei espiritual de Deus.

Leia-me como se faz favor em Romanos 6. Romanos 6.

E daí? Avemos de pecar porque nós não estamos debaixo da lei e sim da graça?

Não há nenhum. Por que não estamos debaixo da lei? Porque os nossos pecados foram eliminados de graça. Por isso não temos nenhuma regra a nos condenar.

Por isso não estamos debaixo da pena da lei. Mas isso quer dizer agora que podemos continuar a pecar agora? Não.

Por exemplo, uma pessoa que fez uma coisa muito irrada no Mão 2, por exemplo, estava a guiar o carro de basta influência da álcool e foi apanhado pelos policiais e foi levado para a prisão. E agora perdeu a carta ou coisa assim e não pode guiar por um certo período de tempo.

Agora, ele estar a guiar sem estar debaixo da influência da álcool, ou de vinho, ou de bebidas, ou seja, que foram, de bebidas alcoólicas e se vai pagar a multa? Não. Mas o que se passa é que alguém foi à porta da prisão e disse, pode sair. De graça. A pena está tirada. Já não tens pena, não tens culpa, estás perdoado. E agora, porque estou perdoado, posso ir andar para a estrada ao vez que começar a guiar outra vez debaixo de bebidas alcoólicas? Está claro que não. Agora ainda tenho que ter mais cuidado, porque fui perdoado disso.

É a mesma coisa de Cristo. Porque fomos perdoados por Cristo de graça. Agora, não posso quebrar a lei. Vou ter mais cuidado, porque não estou debaixo da lei, estou debaixo dessa graça, mas agora não quero quebrar a lei para estar debaixo da lei outra vez.

Não sabéis, versículo 16, que daquela quem vos ofereceis como servos para obter audiência, disso mesmo é quem obteceis, pois só os servos. Se pelo pecado, se vocês continuam a pecar, então para a morte, o caminho obras da morte, continuam a pecar para a morte, ou estão a obter ser para a vida, para a justiça. Esta decisão, sim, foi o perdoado dos coisas do passado de graça. Agora, por si tem mais cuidado.

Vejam, como diz no versículo 23, porque o salário do pecado é a morte. Mas o don gratuito, não é um salário, é um don, é de graça, gratuito. De Deus é a vida eterna. Mas agora que fomos perdoados, não podemos agora continuar a pecar, porque vamos, então, ter o salário da morte outra vez. E o Cristo não morre duas vezes para nós. Por isso, agora, que recebemos o perdão, precisamos ter muito cuidado. Precisamos ter muito cuidado. O que se passa, crísil, é o seguinte. Existe uma guerra dentro de nós. Sempre que, ao fim de contas, somos pessoas que se sentem, que se sentem, que se sentem, que se sentem. E, por isso, nós estamos a sermos. Existe uma guerra dentro de nós. Sempre que, ao fim de contas, somos pessoas físicas da carne. E há uma certa, digamos assim, inclinação natural, uma tendência natural para as coisas da carne. E temos que lutar contra estas paixões, contra esta consciência da carne, e seguir o caminho da vida, o caminho do espírito.

Vejam, por exemplo, em Romanos 8, versículo 5.

Porque se inclinam para a carne, cogitam para coisas da carne, mas o que se inclinam para o espírito, para as coisas do espírito. Porque o pendor da carne, isto é, a inclinação para a carne dá para a morte. Estamos inclinados para a carne dá para a morte, é a árvore da morte.

Mas o pendor do espírito, a inclinação dos espíritos, estamos inclinados para o espírito, isso dá para a vida e paz. Uma vez mais, duas árvores, a árvore da vida e a árvore da morte. Precisamos escolher.

Portanto, se estão na carne, não podem agradar a Deus. Vós porém não estáis na carne, mas no espírito. Se, de facto, o espírito de Deus habita em vós. Se o espírito de Deus está em vós, está a guiar no caminho certo e vocês estão a tentar esforçar-se nesse caminho. Não estão a andar para trás, estão a andar para frente. Se alguém não tem o espírito de Cristo, esse tal não é cristão. Se você não tem o espírito de Deus, que é o espírito de Cristo, você não é cristão.

Cristo e irmãos, existe uma luta. Existe uma luta. Então quais são as coisas da carne? As atrações, as inclinações, os pendores da carne? Paulo descreve em Gálatas. Gálatas capítulo 5. Vamos começar a ler no versículo 16.

Digo porém, andai no espírito e jamais satisfareis a concupiscência da carne. Porque a carne milita luta contra o espírito. A esta guerra, esta milita, esta batalha mental. E o espírito contra a carne, porque são opostos entre si para que não faças o que porventura seja o vosso querer. O nosso desejo físico às vezes, as certas coisas pecaminosas, e temos que vencer essas inclinação, vencer e seguir o caminho, estarmos inclinados para o espírito. Isto é uma coisa mental, começa na mente, que é, precisamos descercer esse hábito de se reunir estas coisas imediatamente e por isso em prática, na nossa vida. No século 18, mas se ações guiadas pelo espírito não estáis sobre a lei. Por quê? Porque as ações guiadas pelo espírito estão a fazer as coisas do espírito, não estão a quebrar a lei, e porque não estão a quebrar a lei, não vão estar debaixo da pena da lei, dos castinhos da lei, não vão estar debaixo da lei, não, porque... A lei não tem efeito nenhum para nós, diz-se, não matarás, e se matar, faz morrer, ou se andar debaixo da influência de vidas alcoólicas, vais ter este castigo, não estás debaixo dessa lei, porque não estás a beber vidas alcoólicas e a guiar ao mesmo tempo.

Verso 19. Ora, as obras de carne são conhecidas e são, por situação, impureza, lascivia. São coisas de impureza, de paixões carnais, e depois, idulatria e feiticeiras, são coisas contra Deus, qualquer coisa que você faça contra Deus.

Qualquer coisa que você faça contra os mandamentos, ou as instruções do que é bom para o seu corpo. Por exemplo, pode ser até fumar. Fumar é contra desobedecer, é por algo à frente de Deus e é um pecado. Esse fumo torna-se um ídolo. E há várias coisas que podem ser ídolos nesta idade moderna.

Qualquer coisa que ponhas à frente de Deus, ou que ponhas em primeiro lugar à frente de Deus, será um ídolo. E depois, em terceiro lugar, fala acerca de coisas de ódio e relacionamentos com outras pessoas. Por exemplo, com enimizadas, perfias, ciúmes, iras, discordias. Desenções, facções são coisas relacionamentos com outras pessoas. E então começa a meter-se em assuntos de desejo extremo para nós próprios, pondo nós primeiro causando dissenções e facções. Por isso não só o relacionamento para com outros, mas começa a afentar de uma maneira tal que nós queremos ser uma pessoa mais importante. Nós queremos ser e por isso causa facções e dissenções. E depois fala acerca de invejas e homicídios. Essas invejas são por cá que queremos nós primeiro.

Depois fala acerca de bebidoses e glutenarias. Abusos. Abusos de álcool. Abusos seja o que for. Seja do que for. Abusos de comida. Abusos seja o que for. E coisas semelhantes a essas. A lista continua. Coisas da carne. Obras da carne. Obras da morte. Obras da morte. Isto é o que nós temos de arrepender das coisas que são obras da morte. Um arrependimento das coisas que estão mortas. Por que? Porque não os praticamos mais. Tu me serve o serrependimento dessas coisas.

A respeito das quais eu vos declaro, como já a outra vos preveni, que não herdarão o rei de Deus e os que tais coisas praticam. É uma questão de praticar. É um ato de prática. Não é simplesmente um erro, uma vez, e pronto, mas é uma vida, uma prática nesse caminho. E os que praticam esse caminho não vão herdar o reino de Deus. Esses são as coisas da carne. Temos esta luta entre as coisas da carne, que são para a morte, e os característicos do espírito. Quais são as características do espírito? Aqui descreve nova. Em três grupos. Primeiro grupo são características que são, digamos assim, mais exteriores, que se representam para com Deus e para contra pessoas, mas mais externas, como, por exemplo, o amor, a alegria e a paz. Está claro, pode ser paz mental também, mas revela na maneira como falamos com outros, conversamos com outros, é uma paz, a ver se que uma pessoa está... tem paz, uma pessoa está alegre, está contente, uma pessoa tem carinho e amor para com outros. É uma, digamos assim, uma parte desta característica, que são características básicas cristais para com Deus e para com outros. Depois dá uma, digamos assim, um segundo grupo de características que são mais acerca do relacionamento entre pessoas, o relacionamento entre nós e outras. E essas características são, a longa humanidade, estéssemos pacientes, benignidade e abandada. Uma benignidade que é uma certa amabilidade, uma certa delicadeza e uma bondade. São características quando falamos com outras pessoas, quando convivemos com outras pessoas, como vê-se essa paciência, benignidade e bondade. E depois, o terceiro grupo são características mais, digamos assim, pessoais, internas dentro de nós, que é a fidelidade, somos fiéis, esta fidelidade que vem de fé, que somos fiéis, que se mantemos liais, a mansidão, que é, digamos assim, uma atitude ensinável, baseada em humildade, somos humildes, somos ensinaveis, somos gentiles para com outros, e somos mansos, somos ensinaveis. E domínio próprio, isto é, uma força de vontade que vamos fazer e vamos fazer. Temos este domínio próprio. Controlemos a nós próprios, com a ajuda do Espírito Santo. São parte do fruto do Espírito de Deus. E por isso há uma luta entre estas obras da carne, obras da carne que conduzem à morte, e estas características do Espírito que conduzem à vida.

Cristo e irmãos, pois continua, contra estas coisas não há lei, e os que são de Cristo Jesus, crucificaram a carne. Isto é, desistiram de satisfazer estes desejos da carne.

Está morta! São obras mortas, obras mortas.

Crucificaram a carne com as suas paixões, com os seus desejos, com as suas inclinações, com as suas concupiscências, com as suas paixões da carne.

25. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos de persuadir-te vanglória. Olha, eu sou mais importante. Não, porque tudo começa nesta humildade e mansidão, ponte central das características de nós próprios. Humildade e mansidão. Não nos deixemos de persuadir-te vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.

Cris irmãos, como verdadeiros cristãos, no Novo Testamento, precisamos reconhecer que a vida cristã é uma vida de discernir entre o bem e o mal e seguir o bem.

E isto é uma coisa contínua pela prática deste exercício. Como lemos em Hebreus capítulo 5, deixe-me ler de novo, Hebreus capítulo 5, para sublinhar exatamente o que diz, para ler como diz, diz assim que pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir. Cris irmãos, pela prática temos as nossas faculdades, as nossas mentalidades, as emoções exercitadas para discernir não só o bem, mas o mal também. E praticar isto diariamente na nossa vida. E isto vale a pena? E isto vale a pena? Sim, vale a pena, Cris irmãos. Leam em Romanos capítulo 8, Romanos capítulo 8, versículo 11. Diz assim, se habita em vós o Espírito, daquela que recorrecitou as Azus dentro dos mortos, esse mesmo recorrecitou a Cristo dentro dos mortos, que é o Pai, que resistou através do poder do Espírito, esse Espírito que o Pai usou para recicitar Jesus Cristo e o Pai através de Jesus, depois de reciclar-se nós com o poder do Espírito Santo, esse mesmo recorrecitou a Cristo dentro dos mortos. Viver ficará também o nosso corpo mortal, por meio do seu Espírito que em vós habita.

Querias irmãos, assim pois irmãos, somos devadores. Não há carne, como se constrangidos viver segundo a carne. Segunda carne. Porque se viver segundo a carne, caminhas para a morte. Se vais no caminho da carne, acho que o caminho da morte. Mas pelo Espírito, mortificar os feitos do corpo e vais no caminho do Espírito certamente viverás. Querias irmãos, vem esta decisão entre a vida e a morte. É uma decisão de vida ou morte.

Pois todos que são guiados pelo Espírito Deus são filhos de Deus.

Porque não recebesse o Espírito de escravidão para viver-os outra vez, atemorizados, mas recebesse o Espírito de filiação, baseados no qual clamamos a papai.

O próprio Espírito distriga com o nosso Espírito que são os filhos de Deus. Ora, se somos filhos também herdeiros, herdeiros de Deus. E com herdeiros com Cristo, e se com Ele, se com Ele sofremos, também com Ele seremos glorificados. A mesma glória que Jesus Cristo recebeu. Está claro menor, mas a mesma tipo de glória. Vale a pena? Vale a pena, queridos irmãos. Nós nem começamos a entender o que é esta grande glória que vai ser para nós, para sermos herdeiros de Deus. Nós não começamos a entender isso. É uma coisa fantástica. Queridos irmãos, por isso, por isso, estamos de rever, regularmente, se a nossa manutenção espiritual nas doutrinas básicas está a direita, estamos de facto a discernir, estamos de facto arrependidos de obras da morte, estamos de facto, pô, no Deus primeiro e tem fé em Cristo, ou estamos a andar para trás, pô, no fé em coisas físicas.

O nosso compromisso está a direito, está a mesmo, estamos a guardar bem o Espírito Santo Deus que recebemos pela imposição das mãos, pela imposição das mãos, para o... mantermos bem vivo, bem acordado, bem vivo em nós, estamos a vencer até ao fim para poder nos estar na ressurreição da vida, porque sabemos que vai haver um juízo interno. Isto é importante, de vez em quando, nós fazemos uma manutenção nestes pontos, para ver se estamos bem no caminho direitinho. Porque, ao fim de contas, o alimento sólido é este discernimento contínuo, até ao fim, da que precisamos de manter sempre as faculdades bem exercitadas mentalmente, para distinguir continuamente e rapidamente o bem do mal. Cedo. Queres irmãos, o mundo hoje está odioso e violento. O mundo hoje está cheio de obras mortas. Precisamos de reconhecer imediatamente. Precisamos de andar no espírito. Isto é uma questão de escolha individual. É uma escolha individual. Por isso, lembrem-se o que Deus disse a nós ao fim de Teotronómio. Ele disse o seguinte, Neste dia, chame o céu e a terra como estemunhas contra vocês. Eu lhes dou oportunidade a escolherem entre a vida e a morte. Entre a árvore da vida e a árvore da morte. Entre benção e maldição. Escolham a vida para que vocês e os seus descendentes vivam muitos anos.

Você sabe quais são as doutrinas básicas Cristãs?

E sabe aonde na Bíblia estão enumeradas? 

Precisamos de entender que uma vez que esta fundação esteja construída na nossa vida, não podemos andar para tráz e destruir essa fundação e depois, mais tarde, tentar reconstruí-la.

Por isso precisamos de estar bem cuidadosos a ver que estes fundamentos estão bem estabelecidos e não estejam a ser enfraquecidos.

Este sermão descreve o princípio destes fundamentos e ao final, o ponto de partida é muito semelhante ao carácter que temos que desenvolver na nossa vida Cristã.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).