O sacrifício de acção de graças

Damos graças a Deus pelo muito que recebemos dEle? Precisamos de olhar pelo positivo e ver como devemos estar gratos. Dar graças a Deus é parte dum 'sacrifício' que é agradável a Deus. Este sermão analisa a 'oferta pacífica' e compara com as instruções no Novo Testamento de darmos um 'sacrifício de acção de graças'. Em tudo, damos graças a Deus?

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Bom dia, queridos irmãos, aqui é Jorge Campos, falando de Los de San Saneti.

Queridos irmãos, pensamos ocasionalmente do que Deus nos tem feito por nós, mas, se pensamos só ocasionalmente, isso não é suficiente. Devemos de pensar muito mais do que ocasionalmente. E muitas vezes nós, como seres humanos, esquecemos do que Deus tem feito por nós.

E, ao fim de contas, o que nos passa às vezes é que começamos a pensar do que Deus não nos tem feito.

Mas, queridos irmãos, Deus tem feito muito, mesmo muito, muitas coisas por nós. Sejam essas benções, sejam essas na nossa família, sejam essas com os nossos filhos e filhas, e para alguns de vós que tenham netos ou mesmo bisnetos.

Podem ser benções físicas na vossa casa, nas vossas posições. Pode ser a comida saudável que tem, ou simplesmente, porque temos comida, porque podemos comer e nos alimentar. Pode ser a saúde. Muitas vezes, às vezes, nós não agradecemos a Deus pela nossa saúde, só o pensamos quando começamos a ter certas dificuldades na saúde, mas devemos dar graças a Deus pela saúde.

E há muitas outras coisas que temos que pensar e dar graças a Deus. Quer dizer, irmãos, hoje quero falar acerca do sacrifício da ação de graças, porque dar graças às vezes a algum de nós parece ser um sacrifício porque não fazemos regularmente ou tão regularmente como devíamos de fazer. Vejam comigo, se faz favor, brevemente, em Deuteronomy 28, onde fala aí acerca de umas pensões que ele nos dá.

Vejam aqui, se faz favor, e vamos ler, então, partes deste capítulo. 70. Ouvir-vos a voz do Senhor teu Deus. Tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que hoje te ordenam. O Senhor teu Deus te exaltará sobre todas as minações de terra. Se ouvir-vos a voz do Senhor teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos. Benção. Bendito serás tu na cidade, e bendito serás no campo. Bendito o fruto de teu ventre e o fruto de tua terra, e o fruto dos teus animais e as crias das tuas vacas e das tuas oveiras.

Isto é, serás abençoado na tua família com filhos e filhas e posições de animais, se estás numa quinta. Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. Isto é a comida que traz. Bendito serás ao entrares e bendito aos saíros. Faz para o trabalho, vens do trabalho e as abençoado nessas atividades. O versículo sete. O Senhor fará que sejam derrotados na tua presença os inimigos que se levantarem contra ti. Por um caminho serão contra ti, mas por sete caminhos fugirão da tua presença.

Hoje em dia talvez pensemos não, não temos inimigos dessa maneira, já no tropas, mas temos inimigos quando vamos trabalhar, quando encontramos outras pessoas à volta da nossa vida, há sempre adversários. E Deus promete proteção e a nossa ajuda. Às vezes, os nossos negócios talvez não sejam assim tão frutíforos. Temos certas dificuldades nos negócios, mas precisamos de olhar sempre para as benções que Deus nos dá. Diz assim, versículo oito.

O Senhor determinará que a benção esteja nos teus celeiros e em tudo colocar-se à mão e também soará na terra que dera ao Senhor Teu Deus. E por isso vemos várias benções que o Senhor nos dá. E continua a dar estas benções até ao versículo 14. Mas também, se continuarmos a ler após do versículo 14, no versículo 15, fala de maldições. As benções são benções de obdiência, mas as maldições são por causa de desobdiência. Vejam comigo aqui, em versículo 15. Será porém que, se não deres ouvidos à voz do Senhor, Teu Deus, não cuidando em cumprir todos os seus mandamentos e seus estatutos que hoje te ordenam. Então virão todas estas maldições sobre ti e tal que alcançarão.

Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo. Maldito o teu cesto e a tua amassadeira. Maldito o fruto de teu ventre e o fruto de tua terra e as crias das Tuas vacas e das Tuas ovelhas. Maldito serás ao entrar e maldito a sair. E assim continua a falar de várias maldições e continuando, por exemplo, até o versículo 23 a 25. Os Teus céus, sobre Tua cabeça, serão de bronze.

E a terra de baixo de Ti será de ferro. Por chuva da Tua terra, o Senhor Te dará pó e cinza. Dos céus, do Será sobre Ti até que sejas destruído. O Senhor Te feará a cair diante dos Teus inimigos. Por um caminho, sairás contra Ele e por sete caminhos fugirás diante Dele. E serás motivo de horror para todos os reinos da terra. E aqui vemos Deus que nos dá benções, benções da audiência, mas por outro lado, maldições de desobediência. Por que? Porque obtecemos ou não obtecemos a Deus?

Vejam comigo em versículos 45 a 47, o mesmo capítulo. Porque não é só obtecer, mas é mais além de obtecer. Vejam comigo, se faz favor. Versículos 45. Todas estas maldições virão sobre Ti e te perseguirão e te alcançarão até que sejas destruído. Por quê? Por quanto não ouviste a voz do Senhor Teu Deus para guardar os mandamentos e os estatutos que Te ordenou. Serão no Teu meio, por sinal e por maravilha, como também entre Tua descendência para sempre.

Por quanto, e aqui dá outra razão, uma segunda razão, por quanto não serviste ao Senhor Teu Deus com alegria e bondade do coração, não obstante à abundância de tudo. Queridos irmãos, somos abençoados. Deus nos abençoa e, sim, precisamos de servi-lo e de obtecer, guardar os seus mandamentos. Mas, além disso, diz assim, temos que o servir com alegria e bondade de coração. Como alegria e bondade de coração, pela abundância de tudo, por exemplo, países como a Inglaterra e a América, durante os últimos dezenas de anos, digamos, praticamente quase 100, 200 anos, tiveram grandes pensões e tiveram grandes responsabilidades, mas, porque não têm optecido a Deus e não estão a guardar os mandamentos de Deus, estas maldições vão acontecer.

E isto é verdade a todos os países e a todas as nações que cresceram, desenvolveram e depois caíram, porque precisamos de nos lembrar, quando somos abençoados, precisamos de dar graças, de dar ação de graças a Deus, pelas pensões que temos. Precisamos de o fazer com alegria e bondade de coração. E por isso, queridos irmãos e nós, como cristãos, precisamos nos lembrar do sacrifício da ação de graças, da oferta de dar graças a Deus, pelo que Ele nos tem feito e que não nos esqueçamos de como fomos e de como somos abençoados.

Não nos esqueçamos de o servir com alegria e bondade. Queridos irmãos, não dar graças a Deus, não servir a Deus com alegria e bondade de coração é um pecado, tal como desopter ser é um pecado. Queridos irmãos, contamos as nossas benções, uma a uma e damos graças a Deus pelo que Ele nos abençoou e abençoa individualmente.

Queridos irmãos, dar graças a Deus é uma forma de honrar a Deus, dar honras a Deus. Vejam comigo, se faz favor, em Salmos. Vamos ler agora Salmos capítulo 34. O 34 do Salmo, Salmos 34. Vamos começar a ler do versículo 1. Bendirei o Senhor em todo o tempo e o Seu Lavor estará sempre nos meus lábios. Gloriar-se-á no Senhor a minha alma, os humildes o ouvirão e se alegrarão. Engradicei o Senhor comigo e todos a uma lhes altemos o nome. Busquei o Senhor e Ele me acolheu. Livrou-me de todos os meus temores.

Deus livrou-me de todos os meus temores. Por isso estou grato a Deus, porque os meus temores, as coisas que eu tinha medo, Ele nos livra e nos protege. E por isso, diz-se aqui David, eu bendirei a Deus, eu lavo ao Luei e eu engradicerei a Deus. Isto é, eu vou dar honras a Deus. Queridos irmãos, quando precisamos da ajuda, precisamos de padila a Deus. Vejam aqui comigo no versículo 6. Clamou este aflito e o Senhor o ouviu. Sim, quando clamamos e pedimos ajuda a Deus, Ele então nos ajuda, nos dá essa ajuda. E o livrou de todas as suas tribulações. Versículo 7. O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra. O anjo do Senhor, o Senhor nos envia um anjo para nos proteger e para nos livrar das dificuldades. Quando essas dificuldades vêm, porque nós pedimos a Deus para a ajuda, Obtecemos a Ele e o servimos a Ele com alegria e bondade de coração, e então Ele nos ajuda.

Vejam como Deus é bom para conosco, continuando assim a ler no versículo 8. Ora provai e ve de que o Senhor é bom. Estamos aqui a dizer, experimentem e faz prova, prova, prova. A Deus, diz a Deus, Deus, estou a provar que Tu és bom. E Deus diz assim, provai e vejam então que o Senhor é bom. Bem-aventurado o homem que nele se refugia. Bem-aventurado o homem que perde proteção de Deus. Verículo 9. Também o Senhor, vos, os Seus santos, pois nada falta aos que o temem. Verículo 10. Os liãozinhos sofrem necessidade e passam fome. Porém, aos que buscam o Senhor, bem-ninho lhes faltará. Se buscamos o Senhor, nenhum bem nos faltará.

Que nada nos faltará. Se o tememos, se temos respeito por Ele. E, por isso, queris irmãos, a minha pergunta é, estamos gratos e servimos a Deus com alegria e bondade de coração. E assim, por isso, estamos a dar a Deus o sacrifício da ação de graças. Escutem bem. Vejam como Deus nos ensina o que é o temor de Deus. Porque o temor de Deus é importante, como vimos para o temermos. E quando o tememos, então o respeitamos, pedimos a ajuda de Ele, obtecemos a Ele, servimos a Ele com alegria e bondade de coração. E vejam, então, o que acontece quando o tememos. E, por isso, vejam o que é o temor de Deus. Vejam no versículo 11. Vindo, filhos, escutam-me. Eu vos ensinarei o temor do Senhor.

Este medo, este respeito, este temor de Deus nos ensina aqui. E aqui está o que é o temor de Deus. Versículo 13. Refreia a língua do mal.

Queridos irmãos, esta língua nossa, por esta língua, dizemos tantas coisas mais, imagoamos tantas pessoas, diz assim, tem cuidado com a tua língua. Precisamos ter cuidado com a nossa língua, queridos irmãos. Refreia a língua do mal. Isto é, não devemos ter qualquer, como se dizem português, má língua, mas sim ter uma boa língua de encurujamento, de ajudar as pessoas e não dizer mal das pessoas. Não dizer ser uma má língua, mas ser uma boa língua. E os lábios de falarem dulosamente. Isto é, enganosamente. Os lábios não devem de enganar as pessoas, mas de ensinar corretamente, não dizer mentiras, não ser enganoso, mas dizer as coisas de uma maneira que ajudem as pessoas. Isto é, por isso, como vem, são maneiras muito práticas de termos temor de Deus. O temor de Deus é precisar ter cuidado com a nossa língua, cuidado com o que sai da nossa boca. E versículo 14, A parte do mal e pratica o que é bom.

Praticar, viver uma vida bondosa, uma vida que seja vestirmos-nos com as coisas boas da vida de Deus que Ele quer. E, além disso, continua, procura a paz. Queridos irmãos, procuramos a paz. Somos pessoas que fazemos paz. Não é só guardar a paz, mas é fazer paz. É mais do que guardar paz, é fazer paz. Fazer paz é mais difícil do que simplesmente manter as coisas em paz. Por fazer paz às vezes significa que temos que ter a coragem de fazer certas coisas que talvez não queremos fazer para fazer paz.

Isto quer dizer que temos que dar passos com coragem para fazer paz.

E empenha-te por alcançá-la. Isto é fazer o esforço, faz o que seja necessário para alcançar a paz. Isto quer dizer que o temor de Deus significa e é. Vamos continuar, então, no versículo 18. Versículo 18. Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva o Espírito oprimido. Aqui está o outro exemplo de ter o temor de Deus. É uma pessoa que tem um coração quebrantado. Isto é uma pessoa que é humilde, uma pessoa que é ensinável, que o coração é sincero nisto e que tem um Espírito oprimido, um Espírito contrito, um Espírito uma vez mais humilde, contrito. Isto são atributos que Deus quer de nós, que nós tenhamos. E, queridos irmãos, todos nós temos aflições, todos nós temos dificuldades na nossa vida. Sim, todos nós podemos estar a pensar nas coisas que não correm bem, mas temos que ter uma progressão de pensamentos diferentes. Primeiro, precisamos ter um temor, um temor de Deus. E, quando temos esse temor, esse temor de Deus, então, obtecemos a Deus com alegria e com bondade de coração, temos cuidado com as nossas palavras, temos cuidado com o que dizemos, como falamos, fugimos do mal, mas praticamos o que é bom, procuramos e fazemos e empenhamos em alcançar a paz e temos um coração humilde, quebrantado, isto é arrependido, humilde, um coração e um espírito contrito. Quando temos estas condições, por isso temos o temor de Deus, e quando fazemos isto, então, somos justos perante Deus, e então Deus nos justifica. Isto é, praticamos o que Ele nos diz para fazer, temos confiança no que Ele nos diz para fazer, e porque temos confiança e confiamos nele, temos fé, e essa fé faz com que nós oísamos o que Deus nos diz para fazer, porque temos, porque confiamos nele, e por isso obtecemos e por isso somos justos. Quando somos justos ou somos justificados, isto significa, perdão, que Jesus Cristo nos perdoa. Porque, ao fim de contas, queridos irmãos, ao fim de contas, ou somos perdoados, ou somos julgados, ou somos perdoados, ou vamos ser condenados. Queridos irmãos, por isso, tamei a Deus e sejam-os santos. Vejam aqui, em versículo 9, do mesmo capítulo de Salmos 34, diz assim, tamei o Senhor, vos, os Seus santos, pois nada falta aos que o temem. Tamei o Senhor, o início da sabedoria é o temor do Senhor, tamei o Senhor.

E diz assim, pois nada falta aos que o temem. Continuando, então, a ler versículo 19, versículo 19. Muitas são as aflições do justo, sim, todos nós temos aflições, todos nós temos dificuldades, todos nós temos problemas na nossa vida.

Muitas são as aflições do justo. Tô lendo versículo 19. Mas o Senhor da todas o livre.

O Senhor mais cedo, a mais tarde nos livre destas aflições e, por isso, precisamos dar graças ao Senhor por estas benções que ele nos dão, porque estas aflições, ao fim de contas, nos fazem pessoas melhores, de melhor caráter. Continuando, então, a ler no versículo 21. E o infortunio matará o ímpio, e os que odeiam o justo serão condenados. O Senhor, por outro lado, resgata a alma dos seus servos e, dos que nele confiam, nenhum será condenado. Por termos de humor no Senhor, perdão, confiamos nele e, quando confiamos nele, obtecemos a Ele, somos justos, somos perdoados e não somos condenados. Vejam como ele se faz favor. Salmos 107. Salmos 107, mas como veem, queris irmãos, que pensão é quando não somos condenados? Que grande pensão!

Não somos condenados porque somos perdoados. Salmos 107, lermos versículo 1. Rendei graças ao Senhor, porque Ele é bom e a Sua misericórdia dura para sempre.

A Sua misericórdia dura para sempre. Ele perdou a nos através do sacrifício de Jesus Cristo e essa misericórdia dura para sempre. Queris irmãos, todos recebemos muitas benções. Talvez uma benção que tenhas recebido, seja a benção de ter sido protegido. Protegido talvez do desastre. Talvez tivesse a andar de carro e houvesse uma situação em que ias ter um acidente horrível.

Mas Deus te protegia.

Não sei se podes contar histórias de proteção que Deus te tenha dado, por exemplo, quando estivesse a guiar. Eu tenho histórias, como Deus me protegeu a mim. Quando estava a guiar, eu lembro-me, por exemplo, um carro à frente de nós que estava a carregar um barco à frente deles. E esse barco se caiu desse carro à frente de nós que estava em cima desse carro. E então esse barco bateu mesmo à frente do carro onde estava e depois foi por cima do meu carro e foi à volta.

Deus nos protegeu. Lembro-me de outra ocasião. Estava a guiar com minha filha, aliás, a minha filha estava a guiar. E Deus nos protegeu com um grande tronco que caiu também de um carro mesmo à frente de nós. E esse tronco bateu à frente do nosso carro, em vez de ir diretamente virou-se, bateu do lado à frente do carro, bateu em cima do carro e bateu atrás do carro, mas não nos tocou e não praticamente não estragou o carro. Foi um milagro, um tronco enorme, talvez de quase 2 ou 3 metros de comprimento e talvez assim de 30 centímetros de diâmetro.

Foi uma proteção que tivemos. Eu lembro de proteções físicas, por exemplo, na África do Sul, em que eu e também irmãos na Igreja, onde havia uma altura um período de terrorismo e de bombas e que lembro de alguns irmãos nossos que normalmente andavam por esta estrada. Isto, aliás, foi durante a festa, iam do hotel a andar para a sala onde tínhamos a festa. E era nesse dia, por uma razão ou outra, decidiram de dar a volta àquele quarteirão. E foi exatamente nesse momento que uma bomba arrebentou ali à frente, uma loja onde eles teriam andado, mas foram protegidos. Queridos irmãos, proteção Deus nos dá. Muitas vezes nos esquecemos de dar graças a Ele por causa disso, mas não devemos de te esquecer. Também pode ser que Deus te tenha protegido espiritualmente no caminho da tua vida. Por exemplo, Deus te tenha feito que não tenhas andado por certas situações e tenha guiado para que não tenhas pecado ou tenhas feito qualquer coisa em certas situações, porque senão não estarias aqui hoje.

Queridos irmãos, muitas vezes eu pergunto a mim mesmo e pergunto aonde Deus estaria hoje, se não tivesse sido pela mão protetora de Deus. Queridos irmãos, Deus nos protegeu, Deus nos protege. Precisamos olhar e dar graças e honrar a Deus pela proteção e pela guia que Ele nos deu e que Ele te dá. Isto é uma benção. Continuando a ler em Salmos 17, versículo 6, a 8. Então, na sua angústia, isto é, quando nós temos dificuldades e aflições, nós clamamos ao Senhor e diz assim, e Ele os livrou das Suas tribulações. Conduzi-os pelo caminho direito para que fossem à cidade em que habitassem. Rendam graças ao Senhor por Sua bondade e por Suas maravilhas para com os filhos dos homens. Queris-me, irmãos, precisamos de render, precisamos de dar graças a Deus pela Sua bondade, pela Sua misericórdia que dura para sempre, por causa das Suas maravilhas para com os filhos, para com nós, filhos de homens e de mulheres, está claro. Continuamos a pensar e precisamos de pensar, precisamos de nos lembrar de dar graças pela Sua bondade, queridos irmãos. Por como nos problemas que temos, nós, como seres humanos, é que ficamos familiares, digamos, e desenvolvemos uma certa familiaridade, e essa familiaridade às vezes faz com que nós esqueçamos das benções que temos. E por isso é como se tivéssemos um certo desdém às certas benções que temos, em certas proteções que temos. E por isso torna-se, digamos assim, uma falta de gratitude. Queridos irmãos, não devemos de esquecer de dar graças pelas benções físicas. Não devemos de ser como a Bíblia diz, não devemos de ser loucos esquecendo estas benções. Isto é, em termos diários, de hoje em dia, desculpem, talvez o termo não seja assim um termo muito bom, mas não devemos de ser, digamos assim, estúpidos. Não devemos ter uma certa loucura de não darmos graças a Deus. Devemos de dar graças a Deus. Vejam comigo continuando aqui, em Salmos 167, versículo 17 a 21. Os estultos, isto é, os loucos, as pessoas que não pensam nestas coisas. Por causa do seu caminho de transcrição e por causa das suas iniquidades, serão afligidos. As pessoas, digamos assim, que são loucas, que são estultas, que são, digamos assim, nocado. Não estão a pensar, podia dizer, com catos túpidas, mas não estou a dizer assim de maneira de insulto, porque todos nós, às vezes, temos que nos arrepender e temos que ver que fomos, no passado, fomos estultos e precisamos de não ser estultos.

A alma aburreceu toda a sorte comida. Isto é, não aceitaram todo vários tipos de comida e chegaram às portas da morte. Comida isto é comida espiritual, proteção, não aceitaram, não deram graças. Então, na sua angústia, nas suas dificuldades, clamaram ao Senhor. Então, quando chegamos a uma posição em que estas dificuldades todas, é como se uma barreira, é como um muro, que nós vamos e continuamos a bater a nossa cabeça contra este paredo, contra este muro, então, na nossa angústia, clamamos ao Senhor e a Ele nos livrou das suas tribulações. Versículo 20. Enviou-lhes a Sua palavra e os sarou e os livrou do que lhes era mortal.

Rendam graças ao Senhor por Sua bondade e por Sua maravilhas para com os filhos dos homens. Precisamos de dar graças a Deus, pela Sua bondade e pelas maravilhas, pelas coisas maravilhosas, proteções e milagres, sim que às vezes nós dissemos, ah, foi sorte!

Estamos a dar graça à sorte, em vez de darmos graça a Deus? Ah, foi sorte! Querias irmãos, Deus está a intervir por nós e nós em vez de darmos graças a Ele, estamos a dar graça a algo diferente?

Por que não temos a coragem de dizer graças a Deus, Ele nos protegeu? Sim, Deus trabalha através de circunstâncias, Deus trabalha com outras pessoas. Ah, sim, pode ser que não seja um anjo, pode ser que não seja uma coisa extraterrestre, mas é uma coisa que acontece, mas Deus trabalha com outras pessoas, trabalha com situações e circunstâncias e faz com que essas circunstâncias e essas situações e com essas coisas e com outras pessoas se tornem a nosso favor e que nos protejam e nos ajudem. É a obra de Deus, através de outras pessoas e através de situações e através de circunstâncias.

Queridos irmãos, precisamos de dar graças a Deus. Ações de graça, ao fim de contas, é um sacrifício, um sacrifício que não nos devemos desquecer. Por isso temos que nos lembrar de dar este sacrifício de graças. Vejam comigo, se faz favor, em João, capítulo 15. João, capítulo 15, versículo 13. Ninguém tem maior amor do que este, de dar a alguém a própria vida, em favor dos seus amigos. Deus, Deus nos, a sua própria vida, por nós. Deus, Jesus Cristo, deu a sua própria vida, por nós.

Vejam comigo, se faz favor, em Filipe, segundo o capítulo. Filipe, segundo o capítulo, este...

Filipe, segundo o capítulo, versículo 5. Para mim, é um de umas escrituras muito especiais, muito favoritas minhas, minha, e diz assim, tendem vós o mesmo sentimento, a mesma mentalidade que houve também em Cristo Jesus, pois, ele, subsistindo em forma de Deus, sim, porque ele era Deus, vivia na... na tureza divina de Deus, subsistindo em essa forma de Deus, não julgou, perdão, não julgou como usurpação ser igual a Deus, porque ele era, ele e o Deus-Pai, Jesus Cristo, era o verbo, e ele, o verbo, falou e o mundo foi criado pelo verbo, que o verbo, vai ser Jesus Cristo, por isso ele não julgou que era um, algum acto de usurpação, não era algum robo de ser igual a Deus, porque ele era igual a Deus. Antes, mas antes, assim mesmo, ele, Jesus Cristo, por sua própria vontade, se esvaziou, se esvaziou dessa natureza de Deus, assumindo a forma de sermo, assumindo a forma da natureza de um homem. Tornando-se em sumilhança de homens, reconhecido em figura humana, assim mesmo se humilhou, Jesus Cristo se humilhou, coração contrita e humilde, tornando-se obdiante até a morte, sim, obdiante até a morrer, até a própria morte de morrer, no madeiro. Queridos irmãos, que bondade tem Deus para conosco? Que bondade tem Deus para conosco? É uma bondade enorme! É uma bondade enorme! Ele morreu para nós, podermos viver, viver eternamente. Não é uma grande venção? Vejam comigo se faz favor. Salmos 136. Salmos 136.

Salmos 136. Salmos 136.

Rendei graças ao Senhor porque Ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre. Rendei graças ao Deus dos Deuses, porque a sua misericórdia dura para sempre. Rendei graças ao Senhor dos Senhores, porque a sua misericórdia dura para sempre. Ao único que coopera grandes maravilhas, porque a sua misericórdia dura para sempre. Aquel que com entendimento fez os céus, se incriou os céus, porque a sua misericórdia dura para sempre. O que fez para nós, aquele que estendeu a terra sobre as águas, porque a sua misericórdia dura para sempre. Aquel que fez os grandes luminares, o Sol e a Lua, porque a sua misericórdia dura para sempre. O Sol para presidir o dia, porque ele é tão misericordioso para sempre. Para sempre. A Lua e as estrelas para presidir a noite, porque a sua misericórdia dura para sempre.

Aquel que feria o Egito, nos seus primogênitos, porque a sua misericórdia dura para sempre. E tirou a Israel do meio deles, porque a sua misericórdia dura para sempre. Quer dizer, irmãos, podemos, somos capazes de inumerar.

O mesmo acerca das benções que tu e eu recebemos individualmente de Deus.

Somos capazes de oferecer este sacrifício de graças e inumerar uma por uma as benções que Deus nos dá.

Ele lembrou-se de nós, quando éramos nada.

Ele lembrou-se de nós, quando éramos pecadores. Ele chamou-nos e trouxe-nos ao arrependimento. Ele nos deu a verdade. Ele nos deu o entendimento da verdade. Ele deu o entendimento dos dias à frente, da profecia. Por que para que tenhamos esperança do futuro?

Ele está a lavar-nos, a purificar-nos diariamente, porque ainda falhamos. Olha, obrigado, Deus Nosso, porque a Sua-Mes-Recordia dura para sempre.

Vejam comigo, versículo 23, do mesmo Salmo. A quem se lembrou de nós, em nosso abatimento, porque a Sua-Mes-Recordia dura para sempre. E nos libertou dos nossos adversários, porque a Sua-Mes-Recordia dura para sempre. E da alimento a toda a carne, porque a Sua-Mes-Recordia dura para sempre. Ou tributar louvores ao Deus dos céus, porque a Sua-Mes-Recordia dura para sempre. Demos louvores, honra, louvar a Deus. Louvar a Deus é uma forma de dar graças a Deus. Porque a Sua-Mes-Recordia dura para sempre, queridos irmãos, é talvez uma das razões mais mencionadas na Bíblia. Por que é que devemos dar graças a Deus? Porque a Sua-Mes-Recordia dura para sempre. Por isso, queridos irmãos, precisemos dar uma oferta, uma oferta da ação de graças a Deus. E, na verdade, há um sacrifício de graças inumorado no Velho Justamento, em Levítico. Um sacrifício pacífico que eu quero agora descrever, debaixo deste princípio de dar ações de graças a Deus. Vejamos, então, se faz favor comigo, em Levítico III, Levítico III, Levítico III, o capítulo, e ver, então, este sacrifício pacífico. E vamos ver que este sacrifício poderia ser dado por duas razões, uma por ações de graça e outra, simplesmente como uma oferta de vontade livre, ou por causa de um voto ou de uma promessa que tenha feito. Mas, vejamos, então, um pouco acerca desta oferta de sacrifício pacífico. Levítico 3, versículo 1. Se a oferta de alguém for sacrifício pacífico, se fizer de gato, seja macho ou fêmeo, versela a, sem defeito diante ao Senhor. E, então, continuando no versículo 5. E os filhos de arão queimarão tudo isto sobre o altar em cima do holocausto que está sobre a lenha no fogo, é uma oferta queimada de aroma agradável ao Senhor.

É uma oferta de aroma suave, de aroma agradável ao Senhor. Queria dizer, irmãos, é uma oferta muito interessante. Vamos estudar um bocadinho mais acerca desta oferta daqui a pouco. Mas quero dizer o seguinte. Em Levíticos, entre Levíticos 1 e Levíticos 5, Levíticos 1, 2, 3, 4, 5, fala de cinco tipos de ofertas, cinco tipos de sacrifícios. O Levíticos 1 é uma oferta do holocausto. Representas-os Cristo como um homem perfeito dando uma oferta e como leem no Levítico 1, 9, é também uma oferta de aroma agradável.

O Levítico 2 é uma oferta de manjares, que simboliza a duração de Deus por dar alimento aos homens e que representa a Jesus Cristo que nos dá o pão da vida. E no Levíticos 2 também diz que esta oferta é uma oferta de aroma agradável. Por isso, só há três sacrifícios que são de aroma agradável a Deus. A oferta do holocausto, que representa Jesus Cristo como um homem perfeito dando a sua vida por nós, completamente.

E a oferta de manjares, que simboliza a duração de Deus para dar alimento aos homens, simbolizando Jesus Cristo pão da vida e a oferta pacífica. Estas três ofertas são ofertas de aroma agradável. E por isso, o sacrifício pacífico, que vou te escrever um pouco mais daqui a pouco, é uma oferta que é agradável a Deus. As outras duas, o Levítico 4, é uma oferta do pecado, não é um aroma agradável a Deus, porque a oferta pelo bocado representa a nossa natureza pecaminosa, isto é, representa o que nós somos no Levítico 4. E no Levítico 5, é a oferta da culpa que representa o que fazemos.

Também não é uma oferta de aroma agradável. Estas últimas duas, o Levítico 4 e Levítico 5, oferta do pecado e oferta da culpa, não são aromas agradáveis. O oferta do pecado representa a natureza pecaminosa, pecaminosa, isto é, o que nós somos. E Levítico 5, oferta da culpa, o que nós fazemos. Estas não são agradáveis a Deus, mas as primeiras três são aromas agradáveis a Deus. Mas estou a falar hoje da Levítico 3, que é o sacrifício pacífico.

E vejemos um bocadinho mais acerca desta oferta pacífica. A oferta pacífica é uma oferta de união. É um parte da duração que é a união entre Deus, o sacerdote e o homem. Todos os três estão envolvidos nesta oferta pacífica. Deus, sacerdote e o homem. E todos os três, digamos assim, são alimentados por este sacrifício.

Está claro que estou a falar espiritualmente, porque Deus não precisa da oferta, mas para Ele é um aroma agradável. É, digamos assim, falando espiritualmente, um tipo de alimentação para Ele. E por isso todos os três, Deus, o sacerdote e o homem, têm algo em comum nesta oferta pacífica. E quando temos convivência cristã, queridos irmãos, temos algo em comum. Todos somos alimentados por esta comunhão da convivência cristã.

Vejam o exemplo aqui. Primeiro, Deus é alimentado pela oferta queimada desta oferenda, como lemos no versículo 3. A perdão no versículo 5, Levíticos 3, versículo 5. Diz assim, ao fim desse versículo, que diz, é uma oferta queimada, dar o aroma agradável ao Senhor. É uma oferta queimada ao Senhor, dar o aroma agradável ao Senhor. Por isso, digamos assim, em termos espirituais, Deus é alimentado. Tem um benefício por esta oferta. Mas continuando, então, em Levíticos 7. Porque no 7º capítulo de Levíticos, fala um cadinho mais acerca da oferta pacífica. E vejamos aqui, no versículo, começando Levíticos 7, versículo 11.

Diz assim, esta é a lei das ofertas pacíficas, Levíticos 7, versículo 11, que alguém pode oferecer ao Senhor. Se fizer a oferta pacífica por ação de graças, isto é o ponto que eu quero fazer saliente hoje em dia, porque é uma oferta de ação de graças. Se fizermos a oferta pacífica por ação de graças, com a oferta de ação de graças, tarará bolos, asmos amassados com azeite, obreias asmas untadas com azeite e bolos de flor de ferinha bem amassados com azeite.

Por isso traz esta oferta, mas continuando assim, no versículo 15, mas da carne do sacrifício da ação de graças, da sua oferta pacífica se comorá no dia do seu ofrecimento. Nada se deixará dela até amanhã.

Isto é, o homem come esta oferta. O homem que está a dar a oferta de graças, como o sacrifício, come esta carne no dia em que é ofrecida. Por isso o homem come. E, por outro lado, os sacerdotes também come. Vejam comigo no versículo 28. Diz mais o Senhor Amoisés. Fala aos filhos dos realizantes.

Quem oferecer ao Senhor o sacrifício pacífico, tarará a sua oferta ao Senhor do seu sacrifício pacífico, tarará com as suas próprias mãos. As ofertas queimadas do Senhor, a gordura do peito, com o peito, tarará para movê-lo, por oferta movida por ano do Senhor. O sacerdote queimará a gordura sobre o altar, porém o peito será de araão e de seus filhos.

Isto é, o araão e os seus filhos, os sacerdotes e a família de sacerdotes, comem desta oferta pacífica, comem o peito desta oferta. E por isso temos aqui, como vimos, uma convivência, Deus, a família dos sacerdotes, e o homem e a sua família, que está a fazer esta oferta, estão todos unidos a conviver numa refeição, numa comida em que compartilham da carne com os sacerdotes, com a família deles, e é, digamos assim, uma ocasião em que fazem o sacrifício e se juntam e comem juntamente nesta convivência, digamos assim, uma convivência cristal.

Como vejam aqui o mais acerca deste sacrifício pacífico? Esse sacrifício pacífico pode ser por duas razões, como disse há pouco, para dar graças ou, digamos, um voto ou oferta voluntária. Vejam exemplos destes. Leviticus 7, versículo 12, diz assim, versículo 7, 12, se fizer por ação de graças. Por isso, esta oferta pacífica pode ser por graças. Vejam no versículo 16. E se o sacrifício da sua oferta for voto ou oferta voluntária, tem dois variantes, digamos assim, do sacrifício pacífico.

O sacrifício pacífico pode ser por ação de graças ou pode ser uma oferta voluntária. Quando é por ação de graças, tem dois pontos importantes quando é por ação de graças. Primeiro, tem pães e bolos. Vejam comigo versículos 12 e 13. Leviticus 7, 12 e 13. Se fizer por ação de graças, com oferta da ação de graças, terá bolos asmos com azeite, obreias asmas, isto é, cuscurões ou pães achatados, untados com azeite, e bolos de flor de farinha, bem amassados com azeite.

Com os bolos tarapos, sua oferta, pão levado. Isto é, tem certos bolos, obreias ou cuscurões ou pães achatados, com azeite, sem fermento, mas também tem pão levado. Isto é muito interessante e é só aplicável nesta oferta pacífica se é feita por ação de graças como o Dém, no versículo 12, se fizer por ação de graças.

Então trazem os bolos sem fermento e o pão com fermento. Por quê? Por quê? Porque Deus e Jesus Cristo são representados pelos bolos e as obreias, os cuscurões, os pães achatados, sem fermento. E esses são queimados e são oferecidos a Deus, Jesus Cristo. Mas o homem come o pão levado. Por quê? Porque é uma lembrança da natureza humana, tal como é descritas em Romanos 6 até Romanos 8, a natureza pecaminosa do homem.

Isto é, por isso, o homem, quando dá esta oferta, dá a oferta com pão levado, que é uma lembrança, que o homem deve dar graças a Deus pela sua misericórdia que dura para sempre. Tem outro ponto interessante nesta oferta pacífica. Se esta oferta pacífica for para dar graças, como disse, tem estes pães, mas se for para dar graça, também tem outro ponto importante. Vejam que o mim aqui, no versículo 15. Mas a carne do sacrifício da ação de graças da sua oferta pacífica se comorá no dia do seu ofercimento.

Isto é, o homem deve comer a sua parte nesse mesmo dia, não deve deixar para o dia seguinte. Por quê? Porque o homem não deve demorar de fazer paz com Deus e com os seus irmãos, tal como Len e Fésios 4 versículo 26, não deve deixar o por do sol sobre a vossa ira. Precisamos de fazer paz no mesmo dia, imediatamente, e por isso tem que comer essa comida no mesmo dia. No entanto, se a oferta pacífica não for para dar graças, se for simplesmente uma oferta voluntária, vejam comigo versículo 16.

E se o sacrifício da sua oferta, a oferta pacífica for voto à oferta voluntária, no dia em que oferecer o seu sacrifício e se comorá, e o que dele ficar também se pode comer no dia seguinte. Interessante. A oferta pacífica, se for simplesmente uma oferta voluntária, podem comer o homem, pode comer hoje ou amanhã. Mas se for para dar graças, só pode comer nesse mesmo dia, porque temos que não devemos demorar a fazer paz, não devemos demorar a fazer paz com as outras pessoas, com Deus, devemos imediatamente fazer paz e dar graças, e não devemos também desquecer de dar graças, mas dar graças imediatamente.

Devemos dar graças imediatamente. Quer dizer, irmãos, esta oferta pacífica de dar graças tem uns pontos interessantes. Primeiro, devemos estar reconciliados com Deus para podermos ter esta convivência com Deus. É uma oferta de nossa livre vontade. Comemos com paul levedado, que nos lembra da nossa natureza pecaminosa, e não devemos demorar de fazer paz, e isto é ter esta convivência com Deus.

É uma oferta de aroma agradável a Deus, porque quando estamos unidos em paz, e isto, por isso, demonstra a nossa gratidão do sacrifício de Jesus Cristo para nos unir, porque só o sacrifício de Jesus Cristo nos pode unir a Deus. Queridos irmãos, não devemos de desprezar a oportunidade de nos unirmos e de convivermos uns com os outros, e de fazermos esta oferta pacífica.

É uma oferta de aroma agradável a Deus, é uma ação de graças. Vejam comigo se faz favor em Ibreus, capítulo 10. Perdão, o décimo capítulo de Ibreus, Ibreus capítulo 10, versículo 23 a 25. Guardemos firma a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. Consideremos também uns aos outros. Isto é, consideramos uns os outros, respeito uns aos outros. Paz, perdão, paz, perdão. Paz de um com os outros, para nos estimularmos a amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos como é o costume de alguns. Isto é ter esta convivência cristã. Não deixemos de ter esta convivência cristã como é o costume de alguns.

Por que? Porque é uma oferta de aroma agradável a Deus. É uma oportunidade de darmos graças a Deus, com os nossos irmãos, e de convivermos dando graças a Deus. Porque quando temos esta união, é uma que só Jesus Cristo nos pode dar esta união. Mas quando temos esta união e usamos esta união, demonstramos a Deus que apreciamos o sacrifício de Jesus Cristo, de nos fazer possível esta união e esta convivência cristã. E darmos uma oportunidade de darmos graças a Deus. Antes, fazemos a dimostações e tanto mais quando vedos que o dia se aproxima.

Queridos irmãos, qual seja a razão de que precisamos nos lembrar e de estar gratos a Deus, porque assumem o recorte e a dura para sempre. Se talvez sejam benções na nossa família. Talvez sejam benções por causa dos filhos, das filhas e dos netos e dos benenetos que temos. Talvez sejam benções físicas na nossa casa. Talvez seja a comida que temos, que possamos ter, a comida diária que temos, de dar graça. Talvez seja a saúde que tenhamos.

Talvez seja a proteção que tivemos. Talvez seja a maneira como ele nos guiou na nossa vida para, se não, onde estaríamos nós. Talvez sejam várias benções físicas e espirituais. Sim, o próprio sacrifício de Jesus Cristo, por ele nos dar a sua vida, por ele nos sarar quando temos dificuldades. Queridos irmãos, a sua misericórdia dura para sempre. Há muito que nós devemos dar graças a Deus. E damos essa graça e, por isso, obtemos e servimos a Ele, e servimos a Ele com alegria e bondade de coração. Damos ofertas de convivência, digamos assim, nestas festas de amor, de uma atitude correta. Queridos irmãos, não nos devemos desquecer de dar graças a Deus, porque a sua misericórdia dura para sempre.

E com os nossos lábios, na nossa conversa, na nossa convivência, estamos da maneira como dizemos e falamos e como expressamos qualquer que seja o que for. Estamos a demonstrar, na nossa vida, a gratidão do que Deus fez para nós, e por isso estamos a demonstrar isso, porque vivemos tal como Deus quer que nós vivemos, a servir a Ele com alegria e bondade de coração. Vejam como isso faz favor em Hebreus 13, versículo 15.

Para o meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus sempre sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confeçam o Seu nome. Sim, conversamos que Jesus Cristo morreu para nós, é o nosso Salvador, é a parte principal de toda a vida, de todo o evangelho de Deus, é Cristo quem nós devemos dar graças a Deus, porque Ele fez para nós o sacrifício do Deus Pai e do Seu Filho, um sacrifício de louvores que é o fruto dos nossos lábios. Temos este fruto, esta oferta pacífica, esta oferta de ação de graças a Deus. E agora, queridos irmãos, nós temos e temos aflições. Estas aflições não são nada de se compararem com a glória que nos vai ser dada, mas precisamos de sempre fazer os nossos pedidos, dando sempre graças. Vejam comigo se faz favor em Filipenses 4, versículo 6 a 7. Não andeis ansiosos de coisa alguma, sim, porque temos aflições, por isso, às vezes, temos certas dificuldades. Mas diz assim, não andeis ansiosos de coisa alguma. Em tudo porém, sejam conhecidas diante de Deus, as vossas peteições, pela oração e pela súplica, como ações de graças. E a Paz de Deus, que acedo todo o enterimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus. Até a próxima crise de mãos. Aqui é Jorska.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).