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O que é o significado do sofrimento de Cristo? Bom, deobotar-te, queridos irmãos, aqui é Jorge Campos. Entendemos o significado do sofrimento de Cristo e como esse sofrimento é a base para a cura. Queridos irmãos, hoje quero estudar aqui com vocês a Bíblia para vermos o sofrimento de Jesus Cristo e o significado desse sofrimento. Começando, então, em Isaías 52. E, por isso, eu quero cobrir, em primeiro lugar, o que Jesus Cristo sofreu, o que é que ele passou, por que que ele passou? Pelo que que ele passou? Vê-se aqui, em Isaías 52, versículo 13. Eis que o meu servo procederá com prudência. Será exaltado e elevado e será muito sublima. Como pasmaram muitos à vista dele? Pois o seu aspeto estava muito desfigurado, sim, quando Jesus Cristo sofreu esse sofrimento antes da sua morte, o seu aspeto estava muito desfigurado mais do que o de outro qualquer, e a sua aparência mais do que dos filhos dos homens.
Assim causará admiração às nações. Os reis fecharão a sua boca por causa dele. Um dia, quando os reis começarem a entender isso, vão fechar a boca por causa do que Jesus Cristo fez, porque aquilo que não lhes foi anunciado verão, e aquilo que não ouviram, entenderão. Um dia vão entender este significado do que Jesus Cristo sofreu. Capítulo 53 dizias, começando no versículo 1, quem criou é nossa pregração, e a quem foi revelado o braço do Senhor, porque foi subindo como renovo porante Ele, como o raiz de uma terra seca, não tinha aparência nem formezura. Jesus Cristo não era uma pessoa extremamente bonita, que não era, não fazia que era isso, olhámo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Versículo 3 era desprezado e o mais rejeitado entre os homens. Foi rejeitado, lemos a história no Evangelho, como ele foi rejeitado, o homem de dores e que sabe o que é para de ser. Sabe o que é um sofrimento, sabe o que é as dores das doenças. Perdão. E como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado e dela não fizemos caso.
Versículo 4. Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores. As nossas enfermidades e as nossas dores. Levou sobre si e nós reportávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido, mas não foi ferido de Deus.
Versículo 5. Diz assim, mas ele foi traspassado. Isto foi furado de um lado para o outro, foi abrido do lado, como vamos ver mais daqui e pouco, pelas nossas transguições, imuído pelas nossas iniquidades. O castio que nos traja paz estava sobre ele e pelas suas pisaduras e pelas suas chagas e por como ele foi machucado pelos seus contusões, fomos serados. Todos nós andávamos desgarrados, como ovelhas, cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Se o mundo todo hoje em dia anda como ovelhas que estão perdidas, não sabemos o caminho da paz neste mundo. O versículo 7. Ele foi oprimir e humilhado, mas não abriu a boca. Como cordeiro foi levado ao matador e como ovelha muda para antustos queadores, ele não abriu a boca. Por juízo o professor foi arrebatado e de sua linhagem quem dela cogitou. Portanto, foi cortado da terra dos viventes. Por causa da transgressão do meu povo, ele foi ferido. Por causa da transgressão de nós, do povo de Deus, ele foi ferido.
Dizignaram-lhe a aspultura com os preversos, mas com o rico esteve na sua morte. Sim, foi aspultado num túmulo novo, o José da Rima Teia, que era um ilustre membro do Sinédrio, deu a possibilidade de ele ir para esse túmulo. E por isso, como diz, mas com o rico esteve na sua morte. Diz-lhe, Jesus Cristo nunca fez injustiça.
Nunca, Jesus Cristo, nunca, na sua vida humana. Nunca fez injustiça. Nem dolo algum sachou em sua boca. Versículo 10, todavia, ao Senhor agredou-me o elo, fazendo enfermar-a. Quando der-lhe a sua alma como oferta pelo pecado. Ele deu a sua vida como oferta pelo pecado. Verá-se o prostritoriedade e prolongará os seus dias. E, avantado, o Senhor prosperará nas suas mãos. Ele verá o fruto do penoso trabalho da sua alma, da sua vida.
E ficará satisfeito. O meu servo, o justo, com o seu conhecimento, justificará muitos. Cristo irmãos, nós somos justificados pelo sacrifício e pela morte de Cristo. Porque as eniquidades Delevará sobre si. Por isso, eu lhe darei muitos, muitos cristãos, como a sua parte. E, com os poderosos, repartirá-lo disposto. Por quanto derramou a sua alma na morte. Derramou a sua vida na morte. Através do sangue que derramou. Derramou a sua vida na morte. E, contado com os transgressores, com tudo levou sobre si o pecado de muitos. E pelos transgressores intercedeu. Vemos aqui como Jesus Cristo sofreu. E vemos que era uma profecia que ele cumpriu em grande detalhe.
E, muitas horas de profecia está claro, cumpriu em grande detalhe. Nós temos um Guia de Estudo Bíblico gratuito, que vocês podem comendar, do nosso site, entitulado A Verdadeira História de Jesus Cristo. Nesta última edição, vemos aqui vários pontos acerca da verdadeira história de Jesus Cristo. Por exemplo, deixe-me dizer quem foi Cristo, o maravilhoso cumprimento da profecia acerca de Jesus. Jesus realmente morreu e voltou a viver. A missão incompleta do Mesias, perdão, a missão incompreendida do Mesias. Qual foi o evangelho de Jesus, o ensinamento de Jesus sobre a lei de Deus, quem matou Jesus e outros títulos desse género.
Mas vejam aqui esta secção, em que diz aqui, assim... Jesus realmente morreu. E está aqui na página 24, perdão, 34, página 34. Eu vou ler uma secção deste dia de Estudo Bíblico, que diz assim... Jesus realmente morreu? A morte e sepultamento de Jesus é um dos fatos mais estabelecidos sobre ele. Diversas vezes a Bíblia diz que ele morreu. Alguns críticos argumentam que Jesus não estava completamente morto, quando foi posto no spulcro. Por exemplo, o Al-Qur'an, um livro considerado sagrado pelos muçulmanos, diz que Jesus apenas parecia estar morto. Alguns críticos afirmam que ele simplesmente parecia estar morto. Possivelmente drogado. Mas acordou quando estava no túmulo e escapou para convencer os seus discípulos de que tinha ressuscitado dos mortos.
Mas que mentira, essa é que algumas pessoas dizem. Mas quando examinamos os fatos, o que essas teorias sugerem é fisicamente impossível. A dimensão das estruturas das frias de Jesus era um tamanho que nenhum homem poderia sobrever à crocificação e a três dias e três noites de isolamento no spulcro escuro e frio. Querias irmãos? Vixemos aqui, por exemplo, em Isaías capítulo 50, Isaías capítulo 50, versículo 6. Dizem assim, Vixemos que estas profecias foram cumpridas. Vou continuar a ler aqui, nesta seção deste de estudo bíblico, que diz assim, O jornalista Lee Strobel, numa entrevista com o Dr.
Alexander Matherall, diz assim, O jornalista Lee Strobel, numa entrevista com o Dr. Alexander Matherall, descreve a morte de Jesus sobre o ponto de vista médico, num livro entitulado de Case Falkrast, ou isto é isto, em defesa de Cristo, de 1998, e diz assim, Jesus foi constantemente espancado e flagelado com um açoito romano, antes de sua crucificação, como leemos em Mateus 27, 26.
O açoito coro era uma espécie de cote, era feito de forma aflingida, um máximo doro e dano à vítima. Era provido pedaços de ossos e de metais entrelaçados nas pontas para dilacerar a carne a cada chicotada. O açoito penetrava nos músculos, suba-deacentes, e arrancava tiras de carne ensaguentadas. Elzebio, esterador do III século, escreveu que as veias da vítima eram aspostas, e até os músculos, tendões e entreneas eram aspostos.
Muitas vítimas morriam durante a flagelação e nem chegavam a ser crucificadas. A dor é extrema. Em conjunto com a perda de sangue, muitas vezes fazia, com que a vítima entrasse em choque. A pressão arterial caía, causaria desmaio, colapso e sede intensa. Os esvangeros registram que Jesus sentiu todos estes sintomas a caminho gol-gota. Enferquecido a ponto de colapsar, ele não pôde mais com o peso do madeiro que carregava, e um espetador, Simão, o serineu, foi forçado, a carregá-lo por ele em parte do caminho.
Marcos 15, 21. Quando Jesus foi crucificado, disse, Tenho ceda. João 19, 28. Além disso, ele já tinha sofrido violentos açoites pela flagelação, em seu julgamento por ano sinédrio, cospiram-lhe no rosto, e de um dia, no ano de julgamento, ele dava murros, e os profetiavam, dizendo, Prefetiza-nos, Prefetiza-nos Cristo, que é que te bateu? E quando entregaram aos soldados romanos, eles o maltrataram ainda mais, com chutes, murros, e cravaram uma croa de espinhos na sua cabeça. E por isso é que lemos, em Zia 50, versículo 6, há pouco, queridos irmãos, ofereci as minhas costas ao que se me batiam, e o rosto aos que arrancava a minha barpa, não tentei me esconder, quando me xingavam e cospiam no meu rosto.
Queridos irmãos, Jesus Cristo sofreu. Jesus Cristo passou por um grande sofrimento. Por quê? Vejam em Salmos 22, versículo 14. Salmos 22, versículo 14. Salmos 22, versículo 14.
22, 14.
De ramem como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram. Meu coração fez-se como cera, derrateu-se dentro de mim. Vê-se aí uma profecia do sofrimento de Jesus Cristo. Vejam, então, aqui também, neste guiete-estudo bíblico, na página 36. Vou ler agora da página 36, que diz assim. A profecia do sofrimento de Cristo, em Salmos 22, 14, refere-se à sua condição de torturado, como água-me-de-ramem, e todos os meus ossos se desconjuntaram. O meu coração é como cera, derrateu-se dentro de mim.
O Dr. Mephrel continua com a descrição das agonias de Jesus, que Jesus se suportou dizendo, uma vez que a pessoa está pendurada em posição vertical. A crucificação é a inicência, uma lenta agonia até a morte por asfixia. A razão para isso é que a tensão nos músculos e do diaframa o peito na posição de inalar. Mas para isalar, a pessoa tem que firmar sobre os pés, firmar sobre os pés para aliviar por um pouco a tensão dos músculos. Mas ao fazer isso, o prego rasga o pé até se prender contra os ossos do tarsul. Depois de conseguir isalar, a pessoa pode relaxar e inalar da novo. Depois tem que empurrar-se novamente para cima para isalar, esfregando suas costas esfoladas contra a madeira, áspera deste madeiro da cruz. Assim se repete, até que a exaustação total toma conta e a pessoa não consegue mais se erguer para respirar. Venceiam um sufrimento enorme. Então, queris irmãos, qual foi a causa da morte de Jesus Cristo? Qual foi o que causou a morte de Jesus Cristo? Continuando aqui, neste dia de estudo bíblico, lemos muitas pessoas pensam que Jesus morreu simplesmente de trauma ou asfixia, que eram causas comuns, de morte por crucificação. Vários médicos têm estudado a execução por crucificação e chegaram a conclusões semelhantes. Alguns teólogos e igrejas têm ensinado que Jesus morreu por de ataque cardíaco. É possível saber o que realmente o matou? Em Zechariah 12, versículo 10, contém uma profecia da crucificação de Jesus, referindo-se aos habitantes de Jesus, que dizem, olharão para mim a quem trespassaram.
Uma e outra vez, as criaturas falam na importância do sangue de Ramadol. Atos 20, 28, Efezius 2, versículo 13, Ibreujo 9, 11 a 14, 1 Pedro 1, 18 a 19. O próprio Jesus disse que o vinho da páscoa, do novo testamento, representava o seu sangue, o sangue da nova aliança de Ramadol em favor de muitos para a remissão dos pecados. Mateus 26, 28.
Está claro que o foco central do sacrifício de Jesus Cristo era o seu sangue, o qual ele derramou em sacrifício pelos pecados de toda a humanidade.
Lamentavelmente, isto está de certa forma obscurecido em João 19, 30 a 34. O que faz crer parecer que Jesus Cristo tenha morrido e depois foi lanceado por um dos soldados romanos e logo saiu sangue-água.
Contudo há um problema nessa interpretação, se fosse essa a ordem dos acontecimentos, porque quando o coração para, ele não bomberia mais o sangue, pois os cantavas não sangram assim.
Esse problema é resolvido quando analisamos vários manuscritos mais antigos do Evangelho do Mateus, como, por exemplo, o manuscrito grego Aleph B.C.L., os quais contém palavras que aparecem em outras traduções da Bíblia, mas que foram omitidas nas versões em português.
Essas palavras omitidas relatam a sequência correta dos acontecimentos. Na versão bíblica e inglesa, da 20th Century New Testament, isto é, o Novo Testamento do século XX, que inclui estas palavras omitidas, lese, e cerca das três horas da tarde, Jesus exclamou em voz alta, Eli Eli Lama Sabatami, isto é, Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste. E alguns dos que lhe estava ouvindo isto diziam, e ranamente está claro, este chama por Elias.
E logo um deles, correndo, tomou uma esponja e embebeu-a em vinagre, e pondo-a numa cana d'ávale de beber.
Os outros, porém, diziam, deixa, vejemos se Elias vem liberá-lo.
E agora notem estas palavras que não estão em outras versões portuguesas. Contudo, outro homem pegou numa lança e furou-lhe o lado, e água e sangue brotou dele.
E depois continuou, mas Jesus, clamando outra vez, com grande voz, rendeu o espírito.
Cris irmãos, a causa da morte de Jesus Cristo, foi que um soldado romano, como diz aqui, lançou, pegou nesta lança e perforou-lhe do lado.
E então água e sangue saiu dele, derramou sangue, foi transpassado como profetizado.
E ele morreu pela perda de sangue.
E assim ele morreu, como profetizado, no dia 14, no dia 14 do calendário, ebraico, de acordo com a profecia.
E assim cumpriu essa profecia.
Mas, além mais, eu disse 14, é o dia da páscoa, está claro, além da mais, ele sofreu uma agonia enorme fisicamente e também emocional.
Lembre-se que ele é o Criador, como diz, por ele tudo foi feito e nada foi feito que não tenha sido feito por ele.
Ele veio do Altíssimo, estava ao lado do Altíssimo, e ele veio e através dele, ele fez tudo, ele veio e deu a sua vida por nós. Leiam comigo, se faz favor, em Filipe Penses capítulo 2.
Filipe Penses capítulo 2, versículo 5 a 8. Tendem-vos o mesmo sentimento, que houve também em Cristo Jesus, pois Ele, Jesus Cristo, subsistindo em forma de Deus.
Seus Cristo subsistia em forma de Deus, não julgou como usurpação.
O ser igual a Deus.
A palavra usurpação em grego, é a palavra número 275, que é arpágamos, que é uma coisa a ser mantida ou retida.
Quer dizer, não julgou como uma coisa a ser retida ou mantida, mas abriu a mão.
Abriu a mão. Quer dizer, não se viu como uma coisa para agarrar, para sempre, para se segurar, para sempre, afiramente. Não julgou como uma coisa para... mas abriu a mão.
Não é uma coisa que, como diz aqui, subsistia em forma de Deus, e estando nessa forma, não se agarrou essa forma, deixou dessa forma, porque não era usurpação, não era nenhuma maneira má de dizer mal, o que é assim, porque Ele era igual a Deus. Quer dizer, não era uma coisa de dizer que a igualidade que Ele tinha com Deus, na forma que Ele era, quer dizer, que era na forma de Deus, a igualidade que Tinha com Deus, não era algo que Ele devia segurar, firmamente, devia se manter. Ele abriu a mão, abriu a mão, isso. E antes, assim mesmo, se esvaziou, se esvaziou de ser da forma de Deus, para vir a ser da forma de homem, um ser humano.
Assumindo a forma de servo, retornando-se em semelhança de homens, perdão, retornando-se em semelhança de homens, porque Ele estava na semelhança de Deus, e vai estar agora na semelhança de homem, e recondecido em figura humana.
Assim mesmo, se humilhou, tornando-se obviante até a morte e a morte da cruz.
Vamos aqui, que Jesus Cristo era um ser, do mesmo tipo, do mesmo género, da mesma qualidade do Pai.
Isto é, da mesma família, da família de Deus.
Está claro? Não tinha a mesma autoridade, porque o Pai tem e tinha e tem e terá mais autoridade que o Filho.
Mas era do mesmo género, da mesma qualidade.
E Ele veio para a Terra e foi completamente inocente, nunca pecou, nunca, totalmente inocente.
O único ser físico que viveu uma vida fisicamente perfeita.
E por isso, a Sua tortura foi como, por exemplo, se uns, se os nossos Filhos se virassem contra nós e nos torturassem.
Foi desse género e Ele nos perdoou.
Mas, lembre-se, é aquele que nos criou. A vida dele tem mais valor que todas as nossas vidas, porque Ele é que nos criou. Tudo foi criado por Ele, debaixo da autoridade, o Pai, debaixo do comando e do mandamento do Pai.
E depois, vejam em Mateus 27, Mateus 27, versículo 46, Mateus 27, versículo 46.
Por volta da hora 9, que isso seria 3 da tarde, clamou Jesus em volta, dizendo, e lá, e lá e lá, e lá e lá e lá e lá. Sabá que também, como lemos há pouco, queres dizer, Deus, meu Deus meu, por que me desamparaste?
Isto foi perdido.
Ele foi perdido, em Sáamos 22, versículo 1.
Sim, foi perdido.
Então, Jesus Cristo estava a pensar que o Pai o tinha desamparado, Ele não tinha desamparado, não porque ele sabia que isto tinha sido perdido. E, por isso, hoje o Cristo estava a recitar este salmo, ou foi como sentiu, como se o Pai o tivesse desamparado, mas ele sabia que o Pai não tinha desamparado, porque lém em salmos 22, mais adiante, que diz, eu sei que estará sempre comigo. E, por isso, ou seria um sentimento, ou ele estava a citar, ou mentalmente a dizer este salmo. Pois ele sabia que o Pai nunca o desampararia, como você e eu sabemos que Deus nunca vai desamparar a você. Sim, você vai sentir, vai ter um sentimento que às vezes vai parecer, olha, Deus não está comigo, não está a amparar, mas precisamos ter confiança, ele era salmos 22, porque recebemos engoljamento, porque aí vemos que, ao fim, Deus nunca nos desampara, nunca, nunca. Então diz assim, então eles disseram, e um de eles correu a buscar, no versículo 48, uma esponja e tendo-o emabido, em vinagre, colocando a ponta de um caniço de olhe a beber. Bem, não era vinagre, isso é uma tradução. Vejam, por exemplo, também, em Marcos capítulo 15. Marcos capítulo 15, versículo 23. E deram-lhe beber vinho com mira. Este vinho com mira era um tipo de analgésico que davam às pessoas nessas condições.
Que era um tipo de droga para ajudar a suportar a dor. Mas Jesus Cristo não tomou isso. Porque Jesus Cristo estava a controlar a situação. Porque Ele quis sofrer a dor completa sem ter algum analgésico para diminuir a dor. E depois, se lê no versículo 35 a 37 de Marcos 15. Alguns dos que estavam ouvindo, diziam que era verde, chama por Elias. E um deles correu a beber uma esponja com vinagre e pondo na ponta do caniço dele beber. E isso, então, é uma situação que veio depois, um bocadinho mais depois. Mas quando, vejemos-se, Elias vem tirá-lo. Mas Jesus dando um grande brano, abrado, expirou. Deu um grande brado. Qual foi isso? Qual foram as suas palavras finais? Vejemos em João 19, versículo 28. João 19, versículo 28. João 19, versículo 28. Vendo Jesus que tudo já estava consumado para se cumprir, a Escritura disse, Tenho sede. Então, ali, havia um vaso cheio de vinagre, em beberam vinagre numa esponja, ficando no caniço de sopo, e eles chegaram à boca. Quando, pois, Jesus tomou vinagre, isso não foi o comirra, porque o comirra é tipo de analisésico, analisésico não tomou. Quando, pois, Jesus tomou vinagre, aqui está o brado que ele deu, ele disse, está consumado. É muito importante entendermos o que Cristo disse aqui, porque esta palavra consumada, a palavra grega 5055, Teleó, quer dizer, completado ou completamente apago. A missão está completada e está completamente apago. Digamos assim, um grito de vitória. Uma exclamação de vitória está apago. E a minha missão, para vir à terra e para dar a vida, a homem, a pelos homens, pelos nossos pecados, está completada e inclinou-se a cabeça e rendeu o espírito. Cris irmãos, aqui vemos o que Jesus Cristo passou. Foi uma coisa terrível, um sofrimento enorme. Agora vamos falar um cadinho mais acerca deste sofrimento. Porque o pecado tem uma conexão direta com o sofrimento e doenças. Sim, lemos João 6, versículo 23. Diz assim. Perdão, acho que é romano, estou a ler aqui incorretamente, mas acho que fiz a Romano 6, versículo 23, desculpem. Romano 6, versículo 23. Porque o salário do pecado é a morte. E por isso cris irmãos, acabei de escrever em grande detalhe o sofrimento de Jesus Cristo. Antes da morte, sim, podiam ter lançado essa lança e puxado ali no estômago dele e puxado por dentro da corção e morrido logo e pronto.
Mas antes disso, sofreu durante essa madrugada, essa manhã e essa tarde, as 3 da tarde, sofreu. E não tirou qualquer quantidade de sofrimento através de, como disse, de uma maneira de reduzir o sofrimento. Como usei a palavra aí de que... agora esqueça a palavra, desculpe, mas quer dizer, é uma coisa para, como é que se diz, para tirar a dor, uma droga, uma coisa para reduzir essa dor. Não como essa, a mira, não tirou nada disso. Sofreu completamente, um sofrimento completo.
Eu estava em control, porque sim, é verdade que o salário do pecado é a morte.
Mas a morte não é o único salário do pecado.
Porque o pecado também traz tristeza, sofrimento, dores e doenças.
O pecado, além da morte, também traz sofrimento, tristeza, muita estresse emocional e doenças.
Vejam, então, aqui, em Mateus 8. Mateus 8, versículo 14. Mateus 8, versículo 14. Temos Jesus chegar à casa de Pedro, viu a sogra deste, a camada, ardendo em febre, que ela estava doente. Mas Jesus tomou pela mão e a febre deixou e ela se levantou e passou a serví-lo. Aqui, vê-se que acurou de uma doença. Mas depois, ve-se no versículo 16. Chegada a estar, trouxeram-lhe muitos endemoniados. Não era uma doença, era um sofrimento por causa de vários pecados, sejam que forem, sofrimentos. E elemeramente, com a palavra, explio os espíritos. Vê-se aí que, ou vê-se duas coisas. Que explio os espíritos. Tirou este sofrimento, mas também curou as pessoas que estavam doentes. Vemos duas ações. Para que se compreisse o que for dito por intermédio profetas e isas. Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças. Carregou com as nossas doenças. Vejam isso aí, às 53. E isso aí, às 53, versículo 4 e 5, quando acabamos de ler, ao início diz assim. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores.
As nossas doenças e o nosso sofrimento e as dores emocionais. E por isso, vence que o sofrimento de Jesus Cristo aqui é diretamente relacionado com este ponto, que é um resultado do pecado. Pois Jesus Cristo, está claro, morreu e derramou o seu sangue. Foi a morte, que é o salário do pecado. Mas o outro salário do pecado é o sofrimento e a doença. E por isso, ele tomou sobre si, sobre si mesmo, as nossas enfermidades, as nossas doenças. E as nossas tristezas, os dores e os sofrimentos.
E nós rebotávamos como por aflito ferido de Deus e ao primeiro, mas não, isso fez isso para nós. Versículo 5. Mas ele foi transpassado, isso foi furado de lado a lado, abrido de lado a lado.
Pelo sacrifício desta crucificação, por causa das nossas transversões, das transversões humanas, que representa aí a cura das nossas doenças. E moído pelas nossas iniquidades, moído foi sofreu, dores sofreu, dores e sofrimentos e várias dificuldades físicas e emocionais, também pelas nossas iniquidades. Por isso vemos que o pecado causa, não só a morte, mas causa doenças e sofrimento. Jesus Cristo sofreu para nós e por isso ele diz assim o castigo que ele teve nos traz a paz, nos traz a paz e pelas suas pisaduras fomos saratos.
Vejam o Mateus capítulo 9. Mateus capítulo 9, versículo 1 a 6. Mateus capítulo 9, versículo 1 a 6. Vejam um paralítico. Ele veio e vende-os a fé. Jesus disse ao paralítico, Estão perdoados os teus pecados. Vejam aqui que há pecado. Mas alguns cribas diziam consigo. Jesus Cristo está a belas-familhar. Jesus, porém, conhecendo-nos os pensamentos, disse, Por que cogitar é um mal no vosso coração? Pois qual é mais fácil? Dizer, estão os perdoados os teus pecados? Ou dizer, levanta de anda, estás curado? Ora, para que sabes que o filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados? Diz então ao paralítico, levanta-te, tome o teu leito e vá para a tua casa. O filho do homem tem poder de perdoar. E por isso, levanta-te e vá para casa. Aqui vence uma associação direta entre pecado e a cura. Mas veja o Tiago capítulo 5. Versículo 13 à 16. Está alguém entre vós sofrendo? Faça a oração. Está alguém alegre? Cante-lo ver? Lovo-os? Sim, há muitos irmãos a sofrer e oramos por eles. Se alguém está entre vós doente, tem uma enfermidade, estão doentes? Chamos prosbitros, os anciões, os ministros da igreja e as desfaçam a oração sobre esta pessoa doente. Apesemos, impusíssimo, impomos as mãos e com óleo oramos por essas pessoas doentes. Urgindo com o óleo a nome do Senhor, e oração de fé salvará o enfermo. E o Senhor o levantará. Firmo, certo! O salvará e o levantará. E se houver cometido pecados seriam perdoados? Se houver pecados? Quer dizer que às vezes não há pecados quando estão doentes? Não podemos dizer que uma pessoa está doente, por isso, é certeza é pecado. No caso de Mateus 9, sim, havia pecado. Mas aqui dá a dizer, em Tiago, se houver pecado serão perdoados. Bem, lembrem-se que diz aqui, oração de fé salvará o enfermo e o Senhor o levantará. Não diz como vai ser curado, não diz como vai ser salvo, não diz quando vai ser levantado. Só diz que acontecerá. Não diz quando. Deus não está no negócio da preservação da carne humana. Deus não está no negócio da preservação da carne humana. Deus, por outro lado, está no negócio de preparar um povo de fazer filhos e filhas dele que sejam santificados e perfeitos. Continuando, então, a ler em João capítulo 5. João capítulo 5, versículo 8. João 5, versículo 8. Esta é a situação deste paralítico. Ele diz assim, levanta-te. Toma-te a lei e anda. E, então, foi feito bem. E diz assim, no versículo 13 e 14. Mas o que fora curado não sabia quem ela era, por Jesus se havia retirado, por haver muita gente naquele lugar. Mais tarde, Jesus o encontrou no templo e disse, olha que estás curado. Não pequeis mais. Neste caso, houve pecado. Não pequeis mais, para que não se sede pior. Tem que haver arrependimento. Aqui neste caso, como disse, houve pecado. Mas, como lembro-me, também em Tiago, às vezes não há pecado. Vejam João capítulo 9, versículo 1 a 3. João capítulo 9, versículo 1 a 3. Caminhando Jesus, vem um homem cego de nascença. E os seus discípulos perguntaram, Mestre, quem pecou este ou seus pais? Quem é que pecou? Porque o entendimento deles é que se uma pessoa está doente, é porque o pecado. Mas, como lembro-me, em Tiago, nem sempre. Pois, lembramos aqui em versículo 3, corresponde-os a Jesus. Nem Ele pecou nem seus pais. Mas foi para que se manifestassem nela as obras de Deus.
Algumas pessoas pensam que a miséria e as doenças têm a ver sempre com o pecado. Mas não é sempre. Sim, por isso, como vemos, pode ser uma conexão indireta, por exemplo, pode ser outras pessoas que meteram pecados. Nem Ele, nem os pais. Pode ser outras pessoas. Ou seja, outras pessoas estão a destruir o ambiente da natureza. E nós estamos a sofrer por causa disso, porque estamos a respirar, a ar impuro, ou seja, o que for. Mas não quer dizer que essa pessoa, ou os seus familiares, tenham cometido um pecado. É o que explica aqui. Sabemos que o pecado causa sofrimento. E sabemos que o sofrimento de Jesus Cristo tira essa dor, esse sofrimento. Mas também sabemos que diz que será salvo e será levantado. Mas não diz quando, porque nem sempre todas as consequências do pecado são tiradas imediatamente. Às vezes podem ser só tiradas na ressurreição, mas serão tiradas. Por isso, um alívio do sofrimento pode vir, tal como a pena da morte é removida, mas a pessoa ainda morre. Por enquanto, ela ainda vai morrer. Mas a pena da morte é removida. Está claro a morte interna. Por isso, Deus pode remover ou tirar algumas dessas consequências de acordo com a sua vontade, pois Ele vê melhor o que é do melhor para nós no longo termo. E, por isso, precisamos orar para que seja de acordo com a vontade do Pai.
Vejam aqui, em 1º Corinthians, capítulo 15. 53 a 55.
Porque é necessário que este corpo corruptível se revista de incorruptibilidade, quando? Na ressurreição, está claro. E o corpo mortal se revista de imortalidade, quando? Na ressurreição, está claro. E quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o corpo mortal se revestir de imortalidade? Então, então, não é agora, então, nesse período, na ressurreição, então se cumprirá a palavra que está escrita, tragada foi a morte pela vitória.
Por isso, a retiragem de algumas consequências, de algum desfrimento, cura de certas doenças, pode ser que não aconteça hoje em dia. Por quê? Porque Deus não está no negócio de fazer com que a vida física seja mais prolongada. Ele pode decidir isso por um certo período, mas não está no negócio de prolongar eternamente a vida física neste corpo. Graças a Deus! Então vejam, Apocalipse capítulo 21. Apocalipse capítulo 21. Quando está a falar no futuro, para lá do milênio, diz assim, vi o novo céu e nova terra, e veja no versículo 4. E ele enxugará dos olhos toda lágrima. E a morte já não existirá. Já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.
E por isso, irmãos, estamos aqui a falar do sofrimento de Jesus Cristo que ele fez, do que ele, porque ele passou. Este sofrimento é conectado, é ligado a uma conexão. Às nossas dores, aos nossos sofrimentos, às nossas doenças. Mas, por outro lado, além de ele sofrer, ele também morreu e derramou seu sangue para pagar os nossos pecados e nos dar a vida eterna. De graças. E, por isso, o que Jesus Cristo fez por nós não foi só a sua morte, mas foi também o seu sofrimento por nós. Há dois pontos importantes aqui, entendermos.
Mas não haveria outra maneira de fazer isto? Não haveria talvez outra maneira de fazer isto? De perdoar e retirar ou remover os pecados e as suas consequências? Vejam aqui, Mateus 26.
Em seguida, foi Jesus com eles, a um lugar chamado Getsemane, e disse a seus discípulos assentaivos aqui, enquanto eu vou alíorar. E levando consigo a Pedro, e aos dois filhos desabadeu, começou a entresecer-se e angustiar-se. Então, lhes disse, a minha alma está profundamente triste até a morte. Fica aqui, envigiar-me comigo. Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto orando, e dizendo o meu pai, se possível, se possível. Passe de mim este cálice. Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.
Para Deus, tudo é possível. Mas da maneira que Deus fez, decidiu, não havia outra maneira.
Todas as profecias apontavam para o sacrifício de Jesus Cristo. Por exemplo, o sistema do templo e do tabernáculo, e dos sacrifícios, deram todos um modelo que apontavam para o sacrifício de Jesus Cristo.
Esse era o caminho. Tinha que acontecer. E, por isso, quando Jesus Cristo chegou ao fim disso, está cumprido, está completado, está completamente pago, missão executada, completada.
Esta maneira que o Pai decidiu, era a melhor e mais eficaz, a maneira melhor e a maneira mais eficaz, porque demonstrava que, primeiro, Jesus Cristo é o nosso Criador, e por isso a sua vida era de maior valor do que a vida de todos nós, e por isso a sua vida paga por todas as nossas vidas. Segundo, demonstrou o... o terrível!
O terrível... como o terrível é o pecado, porque necessitou, necessitou a morte e o sufrimento do nosso Criador. Por favor, Deus, tudo é possível. Jesus Cristo disse, se é possível, há-lhe outra maneira, mas não houve outra maneira.
Por isso demonstra... como o pecado é horrível, causa a dor, causa o sufrimento e causa a morte. Demonstrou, por outro lado, o amor do Pai e de Jesus Cristo por nós, para estarem prontos a fazer isto, o amor do Pai dar o seu único filho unigênito por nós e o amor de Jesus Cristo dar a sua vida por nós. E demonstrou, com Deus, Deus não transige, não facilita a lei de Deus. A lei de Deus diz, pecado, salário de pecado, é a morte. O resultado do pecado é a morte, a dor e o sufrimento. Deus não podia tirar a lei. E, por isso, aqueles que dizem, olha, Jesus Cristo morreu agora, por isso não há lei, isso não é verdade. Isso é mentira. Porque, se Deus pudesse tirar a lei, então teria tirado a lei antes de Jesus Cristo sofrer. E, em quinto lugar, demonstra que Deus é fiel às suas promessas. Porque Ele está a fazer filhos e filhos de Deus, e a fiar às promessas porque deu a Sua própria vida, o Criador, o Filho de Deus, que nos criou, tudo foi criado por Ele através do meio de Ele. Deu a Sua própria vida. Compriu estas promessas. E não há nada mais difícil de cumprir estas promessas dando a Sua vida e sofrendo como Ele sofreu.
Sem permitir qualquer droga para diminuir o grau de sofrimento. O Deus, Deus o Pai e Deus o Filho fizeram isto para terem mais filhos e filhas no reino de Deus, como você e eu. E isto é o maior exemplo de querido e amor para você e para mim. E este é o grande significado da Páscoa. Porque diluir este significado é fazer uma farsa da Páscoa. E por isso vemos aqui, irmãos, dois aspectos importantes, dois pontos importantes que são retratados pelos símbolos da Páscoa. Primeiro é o 1º Coríntios capítulo 11. Primeiro, Coríntios capítulo 11, versículo 23 a 26. Porque recebi do Senhor, o que também vos entreguei. O que nós, na Igreja Deus, estamos a dizer a você. Que o Senhor Jesus, na noite que foi traído, tomou o pão. Queridos irmãos, nós observamos a Páscoa do novo testamento. Ora, a nova aliança, a celebração anual da nova aliança, a celebração anual da Páscoa, na noite em que Jesus Cristo foi traído. Não, na noite depois de ele morrer. Na noite que foi traído, porque este sacrifício representa duas coisas, o pão e o vinho, o sofrimento e a morte. Noite foi traído o meu pão e, tendo dado graças, o partiu e disse, isto é o meu corpo, que é dado por vós. É o meu corpo que sofreu por vós, é o sofrimento que sofreu durante essa noite toda e durante a parte da manhã e a parte da tarde, do início da tarde, deste dia, o dia 14, que começa do Porto Sol até o Porto Sol. É o sofrimento que foi no dia 14. Por isso, ele fez isso na noite que foi traído. Claro, antes de ser traído, é o que nós fazemos. Diz assim o partiu e disse, isto é o meu corpo, que é dado por vós. Fazer isto tem memória de mim. Fazer isto em memorial, anual, no mesmo momento, na mesma hora, no mesmo dia. Não é um dia depois? Não é depois dele ter morrido? É na noite que foi traído. Por semelhante modo, depois de ter seado, tomou também o cálice, dizendo, este cálice, este vinho, é a nova aliança do meu sangue. Fazer isto, e todas as vezes que o bebês em memória de mim. Fazer isto, e sempre que vocês se elaborarem, como obrarem, esta celebração anual, sempre que o viseram, façam isso em memória de Jesus Cristo. Porque todas as vezes que morares, este pão e bebês, este cálice, anunciais, uma cerimônia, a anunciar a morte do Senhor, até que ele venha. Até que ele venha. E por isso vemos aqui, queridos irmãos, que o pão, que representa o corpo, que representa o corpo, a carne de Cristo, a ser curtada e sofrer.
E o vinho, que representa o seu sangue de ramado, simbolicamente está claro, são parte de um sacrifício, insparável, que começa com o sofrimento e acaba com a morte.
E por isso vemos que a morte causa o sofrimento.
E o sofrimento causa a morte. Cristo, o seu sacrifício de sofrimento e morte, tem que ser aplicado por nós, anualmente, durante a Páscoa de Acordo, com a instrução aqui de Paulo e de acordo com a lei. Porque lemos, Jesus Cristo disse, e quando a hora chegou, Ele se elaborou a Páscoa. Não foi qualquer hora, não foi qualquer guia, foi no dia da Páscoa, no 14. Quando o dia 14 chegou, este é o início do dia 14, que é após o Porto de Sol, o início, o dia 14 começou, então se elaborou a Páscoa. Na noite que foi traído e morreu também no dia 14, durante o período do dia, porque como sabemos, da maneira que Deus vê os dias, começa do Porto de Sol a parte da noite e depois a parte do dia, o dia de Porto de Sol a Porto de Sol.
E por isso, Cris e Mãos, este sacrifício completo do corpo e da sua morte, do pão e do vinho, permite que nós sejamos, tenhamos as consequências removidas.
Sim, não são todas necessariamente aliviadas agora, mas muitas são e podem ser, mas ao fim de contas, todo o sufrimento, um dia, será aliviado, porque não haverá mais, e vamos ter, então, a vida eterna. Cris e Mãos, o sufrimento de Cristo é a base para a cura de todas as doenças e sufrimentos.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).