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PONDEIO A BOTARDO, CRIOS Irmãos, que é Jorge Câmos Falando-Fus, de Cincinnati. A primeira vez que recebemos ou que algo nos acontece, é sempre uma memória muito importante na nossa vida, uma casial muito importante. E a primeira vez que o Espírito Santo Deus foi dado à humanidade, aos cristãos, também foi igualmente um acontecimento muito importante. Hoje vamos ver, queridos irmãos, o período, o dia e o que sucedeu após disso, de quando Deus primeiro Deus Espírito Santo, e como isso foi dado no dia de Pentecostes, e que foi a compreensão da promessa do Pai, a qual Jesus Cristo disse aos apóstolos, que era uma promessa que o Pai tinha feito, que seria dado aos irmãos.
Então vamos ver isso, começando a ler isso em Atos 1, porque, ao fim de 40 dias, depois de Jesus Cristo ter sido suscitado e ter estado com os discípulos, Ele subiu ao céu e disse isso, ao fim, nos 40 dias, no versículo 4 do capítulo 1, da Atos disse assim, e comendo com eles, determinou-se-lhes que não se ausentassem de Jerusalã, mas que esperassem a promessa do Pai, a qual disse Ele, de mim ao vistas, porque Jesus Cristo lhes tinha dito, desta promessa do Pai.
Porque João, na verdade, batizou com água, mas sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias. Então os que estavam reunidos lhe perguntaram, Sr., será-lhe este o tempo em que restares o reino israel? Perdão, ver-se aqui que uma das grandes preocupações dos Israelitas naquele período era ainda quando é que o reino ia ser restaurado a Israel. Isso é o que eles entendiam como seria o propósito de Messias, e por isso estavam constantemente preocupados com isso.
Então Jesus respondeu-lhes no versículo 7, não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou para a sua exclusiva autoridade. É como nós sabemos, não vale estar a pena pensar que Jesus Cristo vai voltar no dia 2000 e qualquer coisa, isto e aquilo, o que não sabemos. Ninguém sabe isso, é uma autoridade exclusiva do Pai. Mas, continuando no versículo 8, diz assim, mas recebrem-lhes poder. Poder, isto é, a promessa do Pai, que é poder, ao de ser sobre vós o Espírito Santo. Vão-lhes saber poder.
E sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samária, até aos confins da Terra. Este poder, o Espírito Santo nos ajuda a sermos umas testemunhas, um exemplo, uma testemunhas, na maneira que vivemos, para sermos o exemplo ao mundo. Queria dizer, irmãos, então eles esperaram e, então, no dia de Pentecostes, receberam o Espírito Santo, como se lei em Atos capítulo 2.
Vejam, então, em Atos capítulo 2, versículo 1. Diz assim, ao cumprir-se do dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. Ao cumprir-se, quer dizer que o dia de Pentecostes tinha chegado, o dia correto tinha chegado, e, em segundo lugar, também podia significar que o dia de Pentecostes, o significado do dia de Pentecostes, neste dia, ia ser completamente cumprido, porque o dia de Pentecostes representa a dávida do Espírito Santo, acertada a ser a divina.
A derramada ao povo, e é o que aconteceu neste dia de Pentecostes. E, por isso, cumpri-se, o dia de Pentecostes estavam todos reunidos. Todos reunidos, se lemos no versículo 1, versículo 26, do primeiro capítulo, vê-se aí que estava a falar dos apóstolos, e, por isso, todos eles reunidos, que, está claro, se representam os apóstolos, estavam reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu, no versículo 2, um som, como um vento impetuoso, um vento muito forte, um vento muito forte, que fez um barulho, que fez com as pessoas notassem, e, por isso, este barulho, como se fosse um temporal, um vento, uma ventania, que faz um barulho, e as pessoas quiserem ver o que é este, este barulho, aqui, e encheu-o toda a casa onde estavam assentados.
E apareceram distribuídas entre eles, distribuídas entre eles, línguas como de fogo, e posou uma sobre cada um deles. Estas línguas de fogo pausaram sobre eles. Vocês lembram-se que, durante a história de Moisés, Moisés viu a sassa, que ardia no fogo, e também vocês sabem a história dos israelitas, a saírem do Egito, a caminho da terra prometida, que foram guiados por uma coluna de fogo. Então, fogo representa a presença de Deus, como no caso de Moisés, estava a presença de Deus na sassa, na sassa, e fogo também representa a presença de Deus, como estava aí, por exemplo, a guiá-los no na coluna de fogo.
Por outro lado, os apóstolos, o João Batista, o Pedro e o Paulo usam em vários locais o simbolismo de fogo, também para significar o julgamento de Deus. O fogo, que é o julgamento, o que vai queimar a terra e vai ser este fogo, que será o julgamento de Deus na terra. Por isso, as línguas de fogo, podia representar a presença de Deus, ou o julgamento de Deus também.
Continuando então a ler. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito, que lhes concedia que falassem. Começaram a falar, por tudo isso, para as outras pessoas, todos poderem compreender. Vemos então, continuando aqui, no versículo 5. Ora, estavam habitando, em Jerusalém, judeus, homens piadosos, vindos de todas as nações, debaixo do céu. Judeus, os piadosos, bem, lembrem-nos também um bocadinho, e mais adiante, também os procélicos, também estavam lá, que eram homens piadosos, que eram judeus e proscélicos, proscélicos, era aqueles que se tinham convertido, digamos assim, ao judaísmo, vindos de todas as nações do céu.
Por isso, tinham vindo pessoas de vários outros países, e essas pessoas que vinham de outros países falavam outras línguas. Falavam as línguas desses países, onde eles tinham vindo. Quando, pois, versículo 6, se fez ouvir aquela voz, afluia o multidão, que se possuiu para de propulsidade, por quanto cada um os ouvia falar na sua própria língua. Aqui está o milagre, que estavam a falar em outros línguas, mas que as pessoas entendiam, também, este milagre, neste caso aqui, entendiam na sua própria língua, na sua própria língua mãe, digamos assim, na sua própria dialeto, que eles tinham.
Estavam, pois, por ciclo 7, tónites, e se admiraram dizendo, véi, não são porventura galileus, todos estes que estão falando, essas pessoas são galileias, mas como é que podemos tá-los a ouvir-lo, se ouvirmos de outros países, ouvirmos na nossa própria língua. E como os ouvimos falar, cada um, na nossa própria língua materna? Somos partos, somos medos, somos ilamitas, e os naturais damos a Potamia, judeia, de Capadócia, Ponte e Ásia, da Frigia, da Panfilha, do Egito e das Regiões da Líbia, nas imediações de Sirene e Romanos que aqui residem. Se fossem eles judeus, ou fossem profélitos? Isto era gentios que se tinham convertido ao judizmo, crentes e arábios. Como os ouvimos falar em nossas próprias línguas as grandezas de Deus?
Aqui está o meu lar, que a primeira vez que o Espírito Santo foi derramado, nestas 120 pessoas que estavam ali congregadas, o Espírito Santo, quando foi derramado, então os apóstolos começaram a falar e as pessoas todos ouviam, na sua própria língua, e o que é que ouviam? As grandezas de Deus. Quando o Espírito Santo fala, está a falar das grandezas de Deus. Não está a falar das minhas grandezas, mas das grandezas de Deus.
Por isso vemos aqui que a primeira derramagem do Espírito Santo foi uma ocasião memorável. Foi uma ocasião muito especial. E foi memorável para chamar a atenção para a mensagem. Para chamar a atenção a mensagem. A mensagem que era das grandezas de Deus. Todos atônicos e proplexos, entrepelavam uns aos outros, que quer isto dizer, os pôrães, hombanos e as estão embriagados. Está claro, não tinha um bebido vinho que dizia que não estavam embriagados. E era 9 horas da manhã, não estavam embriagados essa hora. E por isso, de ver se continuando então, no versículo 14, então se levantou Pedro, com uns 11, e, argendo a voz, advertiu-os nesses termos. Ele teve coragem, Pedro teve coragem, teve esta coragem, e ergueu-se com esta coragem, e disse o que tinha de ser dito, com esta coragem, acerca das grandezas de Deus.
Teve esta força, que foi o Espírito de Deus, que lhe deu a Ele. E continuando agora. Varões de Deus e todos os habitantes de Jerusalém. Tomar conhecimento isto de atentar, atentar nas minhas palavras. Estes homens não estão embriagados, como vistos, pensando-se nesta terceira hora do dia. São 9 horas da manhã. Mas o que ocorre é que foi dito por intermédio do profeta Joel. E a contos de lá, nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne.
Foi significado o dia de Pentecostes, a derramação do Espírito de Deus, na humanidade. É o significado do dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo de Deus é derramado na humanidade. O Espírito Santo de Deus é, digamos assim, o primeiro passo, os primeiros passos, os primeiros, digamos assim, frutos, no nosso crescimento com cristãos. É o primeiro passo que precisamos dar. É parte de receber o Espírito Santo e depois continuamos a crescer, como vamos ver mais daqui a pouco.
Por isso foi a primeira vez que o Espírito Santo foi derramado a pessoas. Sim, o Espírito Santo tinha sido dado algumas pessoas individualmente, como a da vida e uns os outros, mas agora foi derramado a um grupo de pessoas. E isto foi significado o que ainda era para vir, porque este foi a primeiro, porque mais acontecerá a maior quantidade, como vamos ver, vai ser no futuro, na vinda de Cristo, na segunda vinda de Cristo, quando o Reino de Deus estiver a reinar na Terra. Isto é, quando estiver a reinar durante o período do milenio na Terra. Diz assim, vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos homens terão visões e senhorão vossos velhos, até sobre os meus servos e sobre as minhas servas de Ramarei, do meu Espírito, naqueles dias e profetizarão. Mostrarei prodígios em cima, no céu e sinais embaixo, na Terra. Esses prodígios, no céu e na Terra, esses grandes prodígios estão a acontecer no futuro, antes da vinda de Cristo. Diz assim, os sinais de baixo da Terra, sangue, fogo e vapor de fumaço, o sol se converterá em trevas e alula em sangue, antes que venha o grande e glorioso dia do Senhor, antes da vinda de Cristo. E a considerar que aquele todo que invoca o nome do Senhor será salvo.
E, por isso, vemos aqui que estes eram as primícias, os primeiros frutos do Espírito Santo. Estes eram as primícias, os primeiros frutos. E assim, o dia de pentecosto foi cumprido. O significado do dia de pentecosto foi cumprido nesse período.
Continuá-lo, então, a ler no versículo 24. Ao qual...
Não, o versículo 22, desculpe, continuara. O versículo 22. Quero ver as palavras, Jesus, o Nazareno, verão aprovado por Deus. Queram verão? Queram homem? Queram homem? Aprovado por Deus. Diante de vós.
Com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou por intermédio, por intermédio dele, entre vós. Como vós mesmos, sabéis. Vocês sabem, Jesus, o Nazareno, que era um homem, que era um homem, fez milagres e prodígios. Sendo este, este é Jesus, entregue pelo terminado designho e presidência da Deus, do Pai. Vós o mataste, crucificando por mãos de inicos. Vocês o mataram.
Ao qual porém Deus ressuscitou, rompendo os trilhões da morte. Ressuscitou. Porque, quando não era possível, fosse Ele retido por ela. Jesus Cristo foi ressuscitado, não ficou na sepultura. Foi ressuscitado. Porque a respeito de Ele diz da vida, sim, da vida, sabia isto. Sabia que isto diz assim. Diante de mim, via sempre o Senhor, porque está à minha direita, para que eu não seja avalado. Por isso se alegrou o meu coração, isto é o coração da vida, e a minha língua isolatou. Além disto, também, a minha própria carne repousará a esperança. Eu, foi o que devido estava a dizer, eu, quando eu morrer, eu vou descansar em paz, em esperança. Porque não deixarás a minha alma na morte. Isto é, na sepultura. Porque, disse que não vais deixar, David, morto. Vais de ressuscitar. Foi o que David sabia isso. E, além disso, nem permitirás que o teu santo veja corrupção. O único santo, o santo, que é Jesus Cristo, não permitirás que o teu santo veja corrupção. O que quer dizer corrupção? O que quer dizer corrupção? Corrupção quer dizer que o corpo, depois de morte, ao fim de uns certos dias, começa a ver corrupção.
Havia uma tradição, ou pelo menos uma lei judaica, nesse período, que era uma estipulação legal, em que diziam que era preciso, pelo menos, três dias completos, de 24 horas. Para declararem uma pessoa oficialmente morta.
Por isso, vocês lembram-se, a história de Lázaro, que foi declarado oficialmente morto. Podem ler em João 11, 17, porque no quarto dia, quando Jesus Cristo apareceu para suscitar Lázaro, para eles, depois de três dias, já estava decididamente morto.
E por isso é que Jesus Cristo teve três dias e três noites na sepultura, porque era o período que eles declaravam legalmente morto. E por isso, Jesus Cristo teve que estar três dias e três noites na sepultura. Por isso, teve estar morto mais do que exatamente 72 horas. Teve 72 horas na sepultura, mas morreu um bocadinho antes disso, antes de ser posto na sepultura. E, como vemos aqui, David entendia isto, continuando a ler aqui no versículo 28. Viseste-me conhecer os caminhos da vida, enxerme-as da alegria na tua presença. Por isso, David sabia isto e o servido, por isso, tinha esta alegria.
Irmãos, seja permitido exervos, este é o Pedro agora a falar, exervos, a respeito do patriarca David, que ele morreu. E foi-se apoltado. E o seu túmulo permanece entre nós até hoje. Vimos que a esperança dele era vir a ser ressuscitado, como lemos aqui no versículo 26.
Como disse também, minha própria carne repousará a esperança, porque não deixarás a minha alma na morte. Vais ressuscitar-me. Mas ele diz aqui, David, no versículo 29, ainda está morto, ainda não ressuscitou. E ainda permanece entre nós até hoje. David não foi para o céu, ainda está na sepultura.
Sendo pois profeta e sabendo que Deus lhe havia jurado que um dos seus descendentes, se sentaria no seu trono, este é David, que era um profeta, e sabia que um dos seus descendentes se sentaria no seu trono, este é um dos seus descendentes, que seria Jesus Cristo, prevendo isto referir-se à ressurreição de Cristo, este é David, que nem foi deixado na morte, nem o seu corpo experimentou corrupção. Sim, Cristo não foi deixado na morte, sim, foi ressuscitado. E o seu corpo não experimentou a corrupção. Isto é, que foi ressuscitado depois de estar legalmente morto, isto é, depois de três dias e três noites, foi ressuscitado. A este Jesus, Deus ressuscitou, de que todos nós somos testemunhas. Todos nós sabemos, Ele não está lá, e havia uma grande coisa que as pessoas estavam fazendo, onde é que está o corpo? Porque tinha um posto guardas para que Ele não fugisse, ainda bem, que pusero guardas, não é? Porque Ele não fugisse, sabiam que tinha fugido, e então começaram a dizer, mentira, já foi roubado. Como poderia roubar que estavam meus guardas militares? Está claro que não. Por isso, e eles são testemunhas. Porque cerca de mais de 5 mil pessoas tinham vindo que tinham visto Cristo, e por isso é uma coisa que estava a falar ali, toda a gente estava a falar. Mais de 5 mil pessoas tinham visto, isso não é um ou dois, três pessoas tinham visto, mais de 5 mil, e viram várias vezes. Reciclo 33. Exaltado, pois, à destra de Deus do Pai. Jesus Cristo está exaltado ao lá direito do Pai.
Tendo recebido do Pai, a promessa do Espírito Santo. O Pai lhe tinha prometido. Então, Jesus Cristo foi e recebeu a promessa. E essa promessa, ele derramou, depois voltaram ao céu, derramou, no dia de Pentecostes. Derramou isto, o que é isto? Isto era o Espírito Santo. Era isto, derramou isto, este poder, o Espírito Santo, que vemos e eu vi isto, que era o Espírito Santo. Porque David não subiu aos céus, mas ele mesmo de clara, David não está no céu. David não está no céu. Mas diz assim, disse o Senhor ao meu Senhor. Vê-se aqui que há dois senhores. O Senhor, que é o Pai, ao meu Senhor, que é Jesus Cristo. Há dois senhores. Embora sabemos como Paulo diz em 1 Coríntios 8, versículo 6, só há um Deus e só há um só Senhor. Mas vamos aqui que há dois senhores. Por isso, dizer que há dois... um Senhor, mas que também há dois senhores não é contradição, porque só temos um Senhor que é Jesus Cristo, mas o Cristo tem um Senhor Dele, que é o Pai. Diz o Senhor ao meu Senhor, assenta-te à minha direita e assim Jesus Cristo está assentado à direita do Pai. Até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés.
Então, esteja absolutamente certa, pois toda a casa de Israel, a este Jesus que vocês cursificaram, que vós cursificasteis. Deus o fez Senhor e Cristo. Deus o fez Senhor e Cristo. Pedro aqui não estava a brincar com as palavras, estava a ser muito direto, muito forte, muito corajoso a dizer o que tinha a dizer. Vocês o cursificaram. Deus o fez Senhor e Cristo. Senhor e Cristo. Continuado, no versículo 37. Ovindo eles estas coisas, compugiu-se de coração e perguntaram a Pedro e aos demais aportos que faremos, irmãos. Respondeu Pedro, arrependeiros, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para a remissão dos vós pecados, e recebrez o dom. Isso é a promessa que é um dom, que é um presente do Espírito Santo. Pois para vós outros é a promessa. Esta é a promessa do Pai, para vós filhos, e para todos os que ainda estão longe. Isto é para nós, que estávamos longe deles, que estávamos longe deles. Isto é para quantos o Senhor nosso Deus chamara, para os que são chamados pelo Deus. Para Deus.
Vamos aqui que eles foram compugidos, e Pedro explicou a eles o significado do que estava a acontecer, que Deus estava a cumprir a promessa, que era a promessa de dar o Espírito Santo, o dom do Espírito Santo. Por século 14, com muitas outras palavras, deu testemunho e os exhortava. Pedro deu testemunho, Deus testemunho, Deus testificou e os exhortou. Isto é um que os encorajou a servir a Deus, a fazerem a vontade de Deus, dizendo-os, salvá-vos desta geração perversa, porque aquela geração ia ser destruída. Aquela geração ia ser destruída, cerca de 40 anos depois. O tempo seria destruído e o povo seria levado da terra judaica. Versículo 41. Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, vendo uma crescima aquele dia de quase 3 mil pessoas. Isto era 120 inicialmente, ficaram cerca de 3 mil agora, uma crescima de 120 para 3 mil. Isto é, multiplicou-se, 25 vezes.
Então, queridos irmãos, o que é que isto tem a ver conosco? E daí, o que é que isto tem a ver conosco?
Vejamos, em primeiro lugar, aqui um ponto e, por isso, vamos ver aqui em João, capítulo 1. É um versículo muito bem conhecido, mas, às vezes, voltando a estes versículos, aprendemos sempre uma coisa nova. Vejamos aqui, em João, capítulo 1, como se anda a ler no versículo 1. No princípio era o verbo. No princípio era o verbo. Isto é, antes da criação. Antes de que é descrito no capítulo 1 de Djanasas, versículo 1. No princípio, antes da criação era o verbo. Isto é o que veio a ser Jesus Cristo. E o verbo estava com Deus, estava com o Pai. E o verbo era Deus. Era da mesma gênero, da mesma família. Ele estava no princípio com Deus, estava no princípio com o Pai. Todas as coisas foram feitas por o intermédio de Ele. Todas as coisas foram feitas por o intermédio de Jesus Cristo. E sem Ele, nada do que foi feito se fez. Nada do que foi feito se fez. A vida estava nele. A vida estava em Cristo. Ele tinha a vida eterna. Estava nele. E a vida era a luz dos homens. A vida era a luz dos homens. A luz quer dizer que é o que nos ensinava, é a nossa instrução. São-nos instruídos pelo exemplo de Cristo e é Ele que, além disso, que nos dá a vida. É que nos dá a vida através dos Cristo. A luz os splandeste nas trevas e as trevas não prevaleceram contra ela. Vê-se aqui que a luz vai para as áreas escuras. E a luz, as pessoas estavam na área escura nem entendiam. Não conheciam. Não entenderam. Não prevaleceram. Não compreenderam isto. Vê-se aqui um ponto importante, queridos irmãos. No mundo em que vivemos, a luz está a brilhar no mundo, a luz do evangelho. E as pessoas não prevalecem com isto. Não entendem. Não entendem o evangelho. A não ser que haja um milagre de abrir as mentes das pessoas. Vê-se que a escuridão tão profunda é que as pessoas nem veem a luz de Cristo. Não entenderam que era Cristo quando Ele viveu na terra. Os pessoas não entenderam que Ele era um messias, que Ele era quem Ele disse que era. Não entenderam que Ele era o Filho de Deus. Não entenderam isso. E hoje as pessoas não entendem a verdade. A verdadeira verdade. Não entendem. Continuamos a ler no versículo 10. Diz assim. O verbo estava no mundo. Este é Jesus Cristo. Estava no mundo. O mundo foi feito por intermédio de Ele. O verbo estava no mundo. Na sociedade. O mundo foi feito por meio de Jesus Cristo. Não está a falar de igreja? Está a falar do mundo. Estava no mundo. E o mundo foi feito por Ele? Mas o mundo não o conheceu. A luz estava na Terra e a Terra estava tão escura, estava em tanta escuridão que nem conseguiam ver a luz.
Veio para o que era seu e os seus não receberam. Veio para os realitas. E mais especificamente, mesmo entre os judaicos. E eles não o receberam.
Mas a todos quando o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus a saber aos que creem no seu nome. Sim, alguns receberam. Alguns entenderam. Muito poucos. Alguns entenderam. E esses que o receberam, deu-lhes o poder. Deu-lhes o poder. Deu-lhes a autoridade, direito, o poder de serem filhos de Deus. O poder da autoridade. O poder de terem a autoridade de governar, de domínio, porque são filhos de Deus.
Deu-lhes o poder. De terem esta autoridade como filhos de Deus. A saber aos que creem no seu nome e acreditar, significa que temos que acreditar no que Ele diz para nós fazermos. Temos que fazer o que Ele diz para nós fazermos. Por isso, para sermos filhos de Deus, isto é, que fomos gerados. Somos gerados, como filhos de Deus. Ainda não nascemos completamente, mas a geração significa parte do processo de nascimento. É como se tivéssemos nascidos já, mas ainda não nascemos. Por que vamos nascer quando fomos ser espirituais, mas já estamos no caminho deste crescimento. No ventre da mãe, que é a igreja, para crescermos, para podermos nascer como filhos e filhas de Deus. No reino de Deus, isto é, para sermos verdadeiramente filhos e filhas de Deus. Os quais não nasceram do sangue. Não somos gerados pelo sangue, nem da vontade a carne, nem da vontade o homem. Mas de Deus, somos gerados pelo Espírito Santo, pela vontade de Deus, não é por sangue ou por carne. E o verbo se fez carne, sim o verbo, Jesus Cristo, se fez carne. E habitou entre nós, cheio de graça e de vontade. O verbo está cheio de graça e vontade.
Graça e verdade. Cristo e irmãos, isto é o que nós precisamos de crescer, para ser como o verbo. Sermos como o nosso irmão mais velho, Jesus Cristo, cheio de graça e verdade. Temos que crescer neste conhecimento, nesta sabedoria, para virmos a ser cheios de graça e verdade. E isso é o nosso, digamos assim, o nosso golo, a nossa meta.
O propósito de recebermos esta promessa do Espírito Santo, como estou a perguntar, e daí o que é que tem a ver a promessa para nós? É o que tem a ver isto. É para virmos a ser cheios da graça e da verdade, como os Cristo é. E vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. Ele foi o único que foi gerado desta maneira. Nós fomos gerados fisicamente pelo nosso Pai físico e depois fomos gerados espiritualmente, quando recebemos o Espírito Santo de Deus. Mas o Cristo foi gerado como um ser físico pelo Espírito Santo de Deus dentro do vento da Maria. Foi o único que foi gerado desta maneira. O monogênis, como dizem o grego, o único que foi gerado desta maneira é o unigênito. Por isso, queres irmãos, o nosso propósito de recebermos o Espírito Santo de Deus É para virmos a ser cheios de graça e de verdade, como os Cristo está cheio. Como verbo se fez carno, estava cheio disso. Isso é que precisamos de vir a ser. E isso é o nosso golo. Vejam também em João capítulo 3, que é uma, duas páginas à frente. João capítulo 3, começaram no versículo 1, diz assim, Havia entre os fariseus um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus. Este noite, foi ter com Jesus e disse rabi, sabemos que é as mestre vindo da parte de Deus. Sabemos que é as mestre, sabemos que é as um professor.
Um professor vindo da parte de Deus. Cristo irmãos, Jesus Cristo não é um professor. Jesus Cristo é o mestre, o professor. Ele é o mestre, como leem em Mateus 23, versículo 8, Ele é o mestre, Ele é o professor. Ele é o nosso mestre, não é? Um outro mestre, é o mestre. Mas, de qualquer maneira, reconheciam que Ele era mestre vindo da parte de Deus. Porque ninguém pode fazer estas sinais que tu fazes se Deus não estiver com Ele.
Estranho, eles entendiam isso. Se entendiam isso, por que que o mataram? Por que que o mataram? Se entendiam isso? Isso é uma coisa terrible, não é? Mas, continuando então, no versículo 3, A Isto respondeu-lhe a Jesus. Em verdade, de verdade, te digo que, Se alguém não nascer de novo, Não pode ser, não pode ver o reino de Deus. Se uma pessoa não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Temos que se nascer de novo.
A palavra aqui também é gerado. Mas, como sabemos, a palavra gerada pode ser, ou significar simplesmente gerar, mas pode ser ou significar nascer também. E se alguém não nascer de novo? Então, ele perguntou-lhe, e os nicodemos no versículo 4. Como pode um homem nascer sendo velho? Ele estava a entender o significado da palavra aqui, era nascer. De novo. Pode porventura voltar ao vento materno e nascer-se, uma vez? Responde-o-lhe, Jesus, versículo 5. Responde-o-lhe, Jesus, segunda vez. Em verdade, verdade vos digo, quem não nasce da água e do espírito, não pode entrar no reino de Deus.
Queres irmãos, vemos aqui, primeiro, no versículo 3, diz assim, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Nicodemos e o Judeus, o Sinadrio e os outros principais de Judeus, não viram o reino de Deus. O reino de Deus não vem com observação. Vocês lencem, por exemplo, em Lucas 17, 20, 21, Jesus Cristo e Céus, o reino de Deus não vem com observação. Não vem com aparência exterior. Não, não vem com aparência exterior. Ele diz assim, aí eles, porque esperavam que Jesus Cristo viesse estabelecer o reino, Jesus Cristo disse a eles, no Lucas 17, versículo 20, 21, nessa área, disse a eles, o reino de Deus está entre vós. Está entre vós. Ora, está claro, não estava dentro delas, como algumas traduções traduzem. Não estava dentro deles, não estava dentro dos fariseus, mas estava entre os fariseus.
Entendemos o que eu estou a dizer aqui? Ele disse aqui, no versículo 3, se alguém não ser de novo, não pode ver o reino de Deus. O reino de Deus não vem com aparência exterior, não é para ver com aparência física.
O reino de Deus não vem com uma visão física, com aparência exterior física. Porque ao fim de contas, Jesus Cristo era o representativo do reino de Deus. Ele estava entre eles.
Jesus Cristo era do reino de Deus. Era o rei do reino de Deus.
De baixo, do rei dos reis, super-rei, digamos assim, do altíssimo, que é o Pai. Acho que às vezes, nós, como pessoas humanas, fazemos o mesmo erro. Muitas vezes, dizemos, ah, não posso esperar até que o rei de Deus seja estabelecido na Terra.
Não posso esperar que o rei de Deus seja estabelecido. Querias irmãos, o rei de Deus está estabelecido. O rei de Deus existe. O único é que o rei de Deus não está a governar na Terra.
Não está a governar na Terra, a maneira que vai governar no futuro. E acho que as pessoas confundem, é que pensam que o rei de Deus é o rei de Deus. E o rei de Deus está estabelecido. O rei de Deus existe. O único é que o rei de Deus pensa que o governo, o reino, o período milenial, o rei de Israel vai ser estabelecido. Pensam que isso é o rei de Deus. Não é. O milênio não é o reino de Deus. Sim, o milênio virá com aparência exterior, virá com uma observação física. Mas o reino de Deus é espiritual.
Carne e sangue não podem ver, não podem entrar no rei de Deus. Por isso é que ele diz aqui, no versículo 5, João 3, versículo 5, que é não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O rei de Deus é o pai reina. O reino de Deus é totalmente submissivo, submete-se ao pai. O reino de Deus faz a vontade do pai. Você e eu podemos hoje estar completamente submetidos a Deus e à vontade de Deus.
Por isso você e eu podemos estar ligados através do Espírito Santo de Deus. E aí a ser reino, porque podemos já ser gerados para sermos filhos e filhos de Deus, para nascermos completamente, como seres espirituais. Por isso, através do Espírito Santo de Deus, nós podemos estar ligados um a um com Deus. E esse é o primeiro ponto, o primeiro ideío. O que é que a promessa tem a ver com o nosco? É que, através do Espírito Santo, nós estamos ligados como uma corda ou um gordão umbilical.
Estamos ligados ao reino de Deus. Somos cidadões do reino de Deus. Como dizem Filipenses 3.20, somos dessa pátria. Ainda não somos transformados, ainda somos carne, mas somos filhos de Deus. Somos filhos de Deus. Somos gerados pelo Pai. Através do Espírito Santo, crescendo, somos embaixadores, representantes do reino de Deus. Somos membros dessa família real. E, por isso diz assim, respondeu-lhes Jesus em verdade, em verdade, vos digo, que é não nascer da água e do Espírito. Hora da água significa o batismo, está claro, que é a lavagem dos nossos pecados, porque não estamos cheios de graça e de verdade, temos que lavar os pecados através do batismo, mas o batismo é só o primeiro passo, o batismo é só o primeiro passo, porque há muito a ir a crescer que nós devemos fazer.
E também em Efésios 5, 25 e 26, diz que somos lavados pela palavra Deus, pela palavra Deus, através do Espírito de santo Deus, para virmos a ser sagrados e sem manchas. E por isso, o Espírito de santo Deus somos lavados pela palavra Deus conforme estudamos a palavra Deus, estudamos, aprendemos e se dá uma lavagem. Isto é uma lavagem da água que nos lava. Mas também diz aqui, no versículo 5, diz que não é nascer da água e do Espírito. Nós, quando somos gerados pelo Espírito, a nossa mente entenda a palavra Deus para nos lavar.
Mas ao mesmo tempo precisamos da palavra Deus para nos alimentar. Diariamente, para lermos a palavra Deus, para recebermos, digamos assim, esta comida, alimentação diária, que alimenta, digamos assim, o nosso Espírito, que foi gerado com o Espírito Santo Deus. Nós precisamos de alimentar, nós precisamos de crescer. E, por isso, a semente que nos foi dada do Espírito Santo, precisa de ser receber esta água, a água que é representada pelo Espírito Santo, para crescer, que esta palavra que nos lava e que nos faz crescer.
E, por isso, o segundo, digamos aí, o que esta promessa tem a ver conosco? A promessa do Espírito Santo tem muito a ver, porque precisamos do Espírito Santo para nos alimentar, para nos, digamos assim, ajudar a crescer. Por isso, oramos para a nossa, que estájamos em Céus, de nos diariamente o nosso pão cotidiano, o nosso pão diário. O nosso pão diário. Físicamente, temos um emprego, temos possibilidade de ter um rendimento para comprarmos comida e as nossas cidades físicas, mas espiritualmente o nosso pão diário é o Espírito Santo a Deus, que nos alimenta.
É o pão da vida, é o pão diário. É o pão da vida que a Cristo vivem nós através do Espírito Santo. Por isso, este assemente do Espírito Santo tem que ser alimentado. E, por isso, o Espírito Santo de Deus nos dá a nós a mente de Deus, a natureza de Deus e nos dá a possibilidade de atuar e pensarmos como filhos de Deus.
De atuar e pensar como Deus a Tua e pensa. Continuando, então, a ler no versículo 6. O que é nascido da carne é carne e o que é nascido o Espírito é Espírito. Os nossos pais físicos nos geraram fisicamente e nos deram uma vida física temporária. O Pai do Céu nos gera com o Espírito Santo. O Espírito Santo entra na nossa mente e a esta geração somos gerados pelo Espírito Santo. A nossa mente o Espírito o homem no homem é gerado com o Espírito de Deus.
E, então, podemos vir a ser, literalmente, filhos de Deus. Não somos adotados, somos filhos de Deus, porque espiritualmente somos gerados pelo Pai. E, por isso, quando nós, pessoas físicas, crescemos e fazemos coisas e movimentamos, vês o efeito do que nós fazemos, porque somos físicas, mas Espírito Espírito não vemos, porque é como o vento.
Não vemos o vento. Vemos o efeito do vento, mas não vemos o vento. Diz assim, versículo 7, não admires de eu te dizer importa-vos nascer de novo, o vento só para onde quer, ou vos a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim é todo o que é nascido do Espírito. Vocês não veem o vento, mas veem os efeitos do vento, os efeitos do vento, são visíveis.
Então, a terceira razão de Idaí, o que é que tem a ver com a promessa de recebermos a promessa, é que uma vez que temos este Espírito, uma vez que somos filhos de Deus, e que temos esta semente, e que estamos a alimentar, e que está a crescer, então vamos praticar o que o Espírito de Deus, o fruto do Espírito de Deus nos ensina. Porque o fruto do Espírito de Deus nos dá qualidades como amor, alegria, paz, longa-nominidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. E quando começamos a pôr estas em prática, estas qualidades, este fruto do Espírito de Deus na nossa vida, em prática, como dizem Galata 5, 22 e 23, quando começamos a pôr isto em prática, então começamos a dar fruto.
Começamos a dar frutos. Quando praticamos estas qualidades com outras pessoas, começamos a dar frutos para todas as pessoas. Vejam, por exemplo, em João, capítulo 15. João, capítulo 15. João, 15. Versículo 1 diz assim, eu sou ao vidreira. Verdadeira. Meu pai é agricultor. Todo o ramo que está ando em mim e não der fruto, ele o corta e todo o que dá fruto limpa para que produza mais fruto ainda. Sim, limpa destas impurezas para poder dar mais fruto. Vós já estáis limpos pela palavra que eu estou a falar. Promansei a mim e eu promencei a vós, como não pode o ramo prosir fruto de si mesmo, se não promencei na videira, assim nem vos o podeis dar, se não promenceis em mim.
Em só a videira vos os ramos, quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto, porque sem mim nada podeis fazer. Precisamos de dar frutos. Precisamos de dar fruto. Precisamos de pôr, praticar estas qualidades do Espírito Santo de Deus. Precisamos de pôr em prática o amor, esta paz, esta longa humanidade, esta benegridade, esta bondade, esta fidelidade, esta mansidão. Por isto em prática, isto domínio próprio. E quando podemos isto em próter, as qualidades do Espírito Santo, na nossa vida, começamos a ser um exemplo a outras pessoas, um exemplo do rei de Deus. Somos testemunhas, na maneira que vivemos, somos um exemplo, e quando somos este exemplo, então damos fruto.
Frutos! Damos frutos em ações que fazemos. São frutos. Eu não estou a dizer que isto seja fácil, porque o Jesus Cristo disse, isto é um caminho apertado, um caminho difícil. É um caminho difícil. Mas depois de explicar isto, o Palenarinsa e Mateus 7, versículo 13 a 14, depois continua versículo 15 a 20 e explica, isto é caminho difícil, mas tenham cuidado com falsos profetas e coisas assim, porque é um caminho difícil, mas vocês vão os conhecer pelos frutos.
Por quê? Com o Espírito Santo Deus, com estas características, estas qualidades, do fruto do Espírito Santo, amor, alegria, paz, longa-namidade, penilidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio, e com estas qualidades, na nossa vida, todas elas, em prática, vamos produzir frutos, produzir resultados, e esses resultados.
É como o vento, que se vê, que se vê os efeitos deste vento, vê-se o efeito deste fruto, na nossa vida. Vocês pensem, por exemplo, como crianças. As crianças crescem, por exemplo, um bebezinho, cresce e começa a aprender, da palminhas, começa a dar os primeiros passos, são muitos giros, e começam a ser ensinados e começam a aprender. E, conforme aprender, nós vemos, este menino, esta menina, tem os talentos, assim, muito especiais. Alguns têm os talentos, vê-se, começam já a pintar ou desenhar, outros têm um talento que porem coisas direitinhas, e muitas romadinhas, outros têm outras características, têm muito bons em músicas, já sabem cantar e têm certos dons, digamos assim, certos talentos.
Então, nós, quando as crianças crescem, gostamos que ela usem esses talentos e esses dons para servir a comunidade, para servir a igreja, para servir várias pessoas. E aí está o quarto ponto. O que tem a ver, acerca da promessa? Porque a promessa, a promessa que é o Espírito Santo, que nos gera na nossa mente, que faz com que a nossa mente comece a pensar agora, não só de maneiras físicas, mas de maneiras espirituais, e, tal como o Espírito do homem e no homem, faz com que esse bebê, que agora cresceu e que tinha esses talentos, estas habilidades, estas capacidades, estava a aprender a ir e a ficar melhor e têm esses dons, espiritualmente também recebemos certos dons do Espírito Santo.
Dons espirituais. Então, precisamos de pôr esses dons espirituais em prática. Temos que usar esses dons. Vocês lêm a parábola dos talentos. O homem tinha certos talentos, o homem tinha cinco, tinha... quando os dez e multiplicaram os talentos. Um tinha dois, fez quatro, tinha cinco, fez dez. Mas um outro guardou, entorrou na terra e não desenvolveu os talentos, não desenvolveu os dons, tinha. Nós, crises irmãos, quando recebemos o Espírito Santo, também recebemos dons espirituais, talentos espirituais, coisas espirituais para servir e edificar o corpo que é a Igreja de Deus, o corpo de Cristo que é a Igreja de Deus.
Vejam, por exemplo, em 1º Corinthians, capítulo 12. 1º Corinthians, capítulo 12. Começar no versículo 4, diz assim, Ora, os dons são diversos, os dons espirituais, os dons do Espírito Santo. São diversos, mas o Espírito é o mesmo. É um Espírito, é o Espírito de Deus, mas há certos dons, certos talentos.
Dons, Jesus. Alguns são talentos, alguns podem ser melhorados, outros são certos dons. Mas diz assim, há diversidade nas rejeições, mas o mesmo de Deus. É quem opera tudo em todos. A manifestação do Espírito. É concedida a cada um visando a fim proveitoso. É para ser um fim proveitoso, um fim proveitoso para a Igreja. Porque Deus dá certos, uns dá certos dons, uns dons têm uns dons de sabedoria, outros têm uns dons de conhecimento, outros de fé, de curar, e assim continuem. Tem vários dons. Mas, como diz no versículo 18, mas Deus dispôs os membros colocando-os cada um de eles no corpo.
Está no corpo de Cristo, na Igreja. Como lhe aprove, como Deus decide. Deus decide uma pessoa ter uma certas características, um certos dons, uma certas, digamos assim, como se diz uma pessoa física, que tem um certos dons, tem um don da música, um don disto, espiritualmente também tem certos dons.
Às vezes pode ser, recebe um certos dons espirituais, através de que seja sabedoria, seja o discernimento, seja a capacidade de discernir situações que não tínhamos, e agora temos essa capacidade de discernir e ver, qualquer coisa ali não está bem. Tem esta capacidade de ver, capacidade de aprender várias línguas, capacidade de interpretar e traduzir isto.
Por isso precisamos de pensar nisso. Que dons espirituais é que Deus dê a você. E por isso você tem esses dons para usar para um fim proveitoso, como diz no versículo 7, isto é, para ser o benefício da igreja. E por isso, queris irmãos, precisamos de pensar nisso e ver como leemos na parábola dos talentos. Certas pessoas têm certos dons, outros têm talentos, têm certas habilitações espirituais, que Deus lhes dê. Estamos a usá-las. Estamos a desenvolvelas.
Estamos a fazê-las melhor. Para quê? Para o proveito do corpo da Cristo. Deus os colocou, cada um no corpo, no seu sítio, no corpo. Nem todos são maus, nem todos são dedos, nem todos são figados, nem todos são rins. Cada um tem as suas funções, as suas talentos, os seus dons que receberam. Dons espirituais do corpo espiritual. Então, isso é uma outra resposta.
O que tem a ver o Espírito Santo conosco? O que tem a ver a promessa do Espírito Santo conosco? Tem a ver que recebemos certos dons e talentos e temos que os usar para um fim proveitoso. Para servir para edificar a igreja.
Não é para a nossa própria glorificação, mas é para servir e glorificar a igreja. E, finalmente, quero que olhem para o segundo Pedro, segundo Pedro capítulo 1. Começando, segundo Pedro capítulo 1. Segundo Pedro capítulo 1, aí se vê um outro ponto importante. Acerca do Espírito Santo, começando no versículo 3. Diz assim, visto como pelo seu poder divino nos tem sido doadas.
Nos foi dado, é um dono. Todas as coisas conduzem a vida eterna e apiadada. Pelo conhecimento completo daquilo que nos chamou para a sua própria glória e virtude nos chamou para a sua glória, para termos a glória de ele, para termos a graça de ele.
Parecemos glorificados como Cristo é glorificado. Deus quais nos tem sidoadas as suas preciosas, muito grandes promessas. Promessa do Espírito Santo e várias promessas que cada um tem conforme a sua, Deus decidiu nos dar, para que por elas vos tornei com participantes da natureza divina. Queres irmãos, precisamos de usar o Espírito Santo Deus para desenvolvermos a natureza divina. E assim, quando desenvolvemos a natureza divina, estamos a fazer a nossa chamada, a nossa vocação, o nosso chamado.
Estamos a confirmar isso para que não percam-nos esta oportunidade da vida eterna. Diz assim, livrando-nos da corrupção das paixões que há no mundo, por isso mesmo vos reunindo-te a dar vossa delegência, associei com vossa fé, a virtude, com a virtude e o conhecimento, o conhecimento do mini próprio, que é o mini próprio perseverante, o perseverante, a apiadado, a apiadada, a fraternidade, com a fraternidade, o amor de Deus. Queris irmãos, temos por isto em prática, com a ajuda do Espírito Santo de Deus.
Para quê? Para vir-nos a tecer-nos com o participantes da natureza divina. Diz assim, pois, versículo 9, aquela que estas coisas não estão presentes é cego, vende só o que está perto, esquecido da purificação dos seus pecados da autora. Por isso, irmãos, procurar com diligência, cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição. Procurem fazer a vossa vocação, a vossa chamada, a vossa eleição, como filhos e filhos de Deus. Façam isso uma coisa certa. Confirma isso. Façam isso uma coisa certa. Procedendo assim, não tropeçareis em algum tempo. Se vocês procedirem assim, nunca vão sair da Igreja de Deus.
Queris, irmãos, a promessa do Espírito Santo que nos foi dada no dia de Pentecostes, que representa os primeiros frutos da humanidade. Nós, recebendo os primeiros frutos de filhos e filhas de Deus, recebendo o Espírito Santo no dia de Pentecostes. Tem um significado que é para nós virmos a crescer na Graça e na verdade, tal como Jesus Cristo é, cheio de Graça e verdade.
Para o Espírito Santo, nós estamos ligados, como se fôssemos por um cordão umbilical, para sermos os seus filhos, para nos sermos alimentados diariamente, para podermos crescer, para produzirmos fruto na nossa vida, para usar os dons e os talentos que temos e que recebemos para servir e edificar o corpo de Deus, que é a Igreja de Deus, e para usar o Espírito Santo para confirmarmos, para confirmarmos, como diz aqui, a Vossa vocação e eleição.
Mas que grande benção o dia de Pentecostes representa para completar, quero que leiam o capítulo 3, do mesmo livro, de Segundo Pedro, o capítulo 3, versículo 17 e 18, que diz assim, Vos pois amados, prevenidos como estáis dentro mão, acalte lagos, não suceda que arrastados pelo erro destes insupordinados, que éis da Vossa própria Firmesa.
Isto é, mantenham-se fiéis, mantenham-se perto de Deus, mantenham-se diariamente com o Espírito Santo Deus, não deixam-se car, mantenham-se alimentado, mantenham-se esta sementa alimentada, usem os frutos, practiquem, dêem frutos, usem os Vossos talentos, não os escondam. E diz assim, antes crescei, versículo 18, antes crescei, nem graça, e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A Ele seja a glória, tanto agora, como no dia eterno. Amém.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).