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Música Bom dia, bortar. Cris irmãos, aqui, aos Jorce-Campos. Durante a noite, para ser muito observada, que nós, na Igreja de Deus, guardamos no dia 15 do primeiro mês, no calendário de Deus, nós, na nossa família, gostamos de falar acerca de como primeiro fomos chamados, como primeiro viemos para a Igreja, como primeiro viemos a conhecer a verdade, e eu encorajo vários irmãos a ter uma conversa acerca desse ponto, como primeiro vieram a conhecer a verdade, como primeiro Deus os chamou.
Lembrarmos do primeiro, ou da primeira vez que qualquer coisa foi feita, é sempre muito encorajador, muitas vezes, muito encorajador. Por exemplo, você recorda-se da primeira vez que viu a senhora que veio a ser a sua esposa, ou vice-versa, a senhora recorda-se da primeira vez que viu o homem que veio a ser seu esposo.
Você lembram-se quando se encontraram pela primeira vez e se torna-se algo memorável que não nos esquecemos.
Você lembra-se aonde foi, você lembra-se o que fizeram, talvez de algumas coisas que tenham dito, ou impressões que ele teve, ou impressões que ela teve, e depois falam acerca disso. E isso por isso torna-se uma coisa memorável. A primeira vez que qualquer coisa acontece é sempre memorável.
Você lembra-se da primeira criança que você teve? Primeiro filho ou primeira filha? Você lembra-se do primeiro neto ou da primeira neta?
Nós temos a tendência de nos recordarmos sempre, recordarmos da primeira vez, dessa primeira situação.
E os primeiros são alguns especiais, digamos assim, memoráveis, e também são pontos instrutivos. Na Bíblia vemos vários primeiros. Vemos primeiro a primeira semana, o primeiro sábado, o primeiro homem, o primeiro pecado, o primeiro assassino, a primeira pessoa que foi chamada do seu país para ir para uma terra, nomeadamente o abrão.
Vemos também, por exemplo, o primeiro milagre que foi feito. Vemos também qual foi o primeiro milagre de Jesus Cristo virar água para vinho.
Vemos, por exemplo, o primeiro sermão, o primeiro sermão de Pedro. E vejam, olhando em Atos capítulo 2, em Atos que vamos ler um bocadinho mais acerca de Atos capítulo 2 daqui a pouco, mas, por exemplo, em Atos capítulo 3, vê-se a cura de um coxo, que foi a primeira cura por um dos apóstolos, de um homem que era coxo e depois o outro sermão que se seguiu, o outro discurso de Pedro ou sermão que ele deu.
Vemos, por exemplo, no capítulo 5 de Atos, vemos a primeira vez que pessoas mentiram. Mentiram aos apóstolos de Deus que tinham o Espírito Santo. Primeira vez que mentiram contra o Espírito Santo.
Depois, no capítulo 6, vê-se a escolha dos primeiros diácanos. No capítulo 8, versículo 19 a 20, vê-se o primeiro, digamos assim, falso profeta do novo destamento.
E, por exemplo, no capítulo 10, o primeiro gentio italiano, que foi convertido, o centurião cornellio. E, como vemos por isso, Deus regista vários primeiros na Bíblia.
Por que que regista esses vários primeiros acontecimentos na Bíblia? Porque são importantes e porque demonstram a maneira que Deus vê as coisas, a maneira de Ele pensar num certo assunto.
E depois nós temos que ter um valor disso e extrair isso para a nossa prática, para a nossa vida, como Deus pensa acerca de um certo assunto. Porque Deus é o mesmo ontem, hoje e amanhã.
E, por isso, os primeiros acontecimentos que marcam a maneira como Deus pensa acerca de um certo assunto são importantes para nós nos recordarmos. E é o que acontece com pentecostes, pentecostes que é o dia dos primeiros frutos, das primícias. Então, o que são os primeiros frutos? O que são as primícias no Novo Testamento?
Vejam comigo que se faz chavôr, começando aqui em 1º Corinthians, capítulo 15. 1º Corinthians, capítulo 15. Vamos ler no versículo 22.
Porque, assim como em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um porém por sua própria ordem.
Cristo as primícias, ou o primeiro fruto que foi, depois os que são de Cristo na segunda vida, na sua vinda, desculpa, na sua vida.
E, então, virá o fim, aqueles outros do fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruir todo o Principado, bem como toda a Podestada e Poder.
Vê-se aqui que Cristo foi, digamos assim, as primícias, as primícias aqui, o simbólico das primícias. Depois, também lemos, também em Tiago, capítulo 1. Tiago, capítulo 1. E vejam comigo se faz chavóra em Tiago, capítulo 1.
Versículo 16, 17. Diz assim, não vos enganeis amados irmãos, toda boa dávida e todo bom, prefeito, são lado alto. Perdão, toda boa dávida e todo dom perfeito, são lado alto, descendo do Pai, das luzes, em que não podes estir variação ou sombra de mudança. Pois, segundo o seu carêre, ele nos gerou, pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas. Para que fôssemos como primícias das suas criaturas pela palavra da verdade. Pela palavra da verdade.
Então, é Cristo as primícias, ou é a Igreja as primícias, ou são ambos as primícias?
Vixemos, então, como isto é explicado, começando a ler em Levíticos 23. Em Levíticos 23 é um capítulo em que descreva os dias santos de Deus, todos claramente descritos num só capítulo, por isso é um bom capítulo para usarmos para entendermos os dias santos de Deus. Levíticos 23, vamos começar a ler do versículo 1. E diz assim, diz o Senhor Amor Zé, fala aos filhos de Israel e diz-lhes as festas fixas do Senhor.
São as festas dos Deus, são as festas do Senhor, que proclamareis serão santas convocações, são estas as minhas festas.
E por isso vemos que pretencem a Deus, são dela. E depois continua, seis dias trabalharéis, mas o sétimo será o sábado, o descanso soleno, santa convocação, nenhuma obra faréis, é sábado o Senhor em todas as nossas moradas e se foi bem proclamado, digamos assim, durante a criação, e ele então aqui está a repetir isso, mas depois está a falar das outras festas fixas, como lê-se aqui no versículo 4. São estas agora as festas fixas do Senhor, está claro, além do sábado, as santas convocações, que proclamareis no seu tempo determinado. Tu proclamarais, isto é, os sacerdotes que proclamarão no seu tempo determinado. Primeiro, ao mês 1º, aos 14º do mês, no Crepusculo da Tarde, é a Páscoa do Senhor. Por isso, se o vê-se aqui, é a Páscoa, ao início, ao Crepusculo, ao início, depois do Porto Sol, ao Crepusculo, entre o Luz que Fusco, depois do Sol sepou, então, ainda aquela bocadinho de luz, aquele Crepusculo da Tarde, é a Páscoa do Senhor, e por isso a Páscoa é no dia 14. Daí, é do Porto Sol até ao Porto Sol. Depois, no dia 15, versículo 6, aos 15 deste mês, é a festa dos Pães-Hasmos. Do Senhor, sete dias comerem os Pães-Hasmos, no primeiro dia, três santa convocação, nesse primeiro dia, que é o dia 15, em nenhuma obra serví-lo fareis. Mas sete dias, ao furseis, a oferta queimada ao Senhor, ao sétimo dia, haverá santa convocação. Então, saíam o dia 21 do calendário, senão uma obra serví-lo fareis. Continuando, então, a ler no versículo 9, disse mais o Senhor a Moisés, fala aos FisIs real e distas, quando entrasse na terra que vos dou, e segar-se a sua messe, entram três, um molho das primícias da vossa messe ao sacerdote. Traireis um molho das primícias da vossa messe ao sacerdote. Versículo 11, este moverá o molho, este é o molho de sevata, perante o Senhor para que sejais aceitos. Aqui vence que deviam de prazer este molho ao sacerdote. Isto seria, como vamos ver aqui, no versículo 12, no dia imediato ao sábado, durante os dias dos pães asmos. O sacerdote moverá no dia em que moveres este molho, ofereceréis um curteiro sem defeito de um ano, em elacosto ao Senhor, vence aqui esta oferta, que é feita nesse dia imediato ao sábado. Vejamos, então, continuando a ler, no versículo 14, diz assim, não comurei espão, nem trigo torrado, nem espigas verdes, até o dia em que trouxeres oferta ao vosso Deus. Isto é esta oferta, que isso é este mover do molho, tem que fazer este movimento do molho, que, então, seria o início da colheita. Por isso, é um dia de trabalho, o primeiro dia da semana, após o sábado. E, neste dia, como seriam, então, a sega, as primeiras que apanhavam, traziam o sacerdote. O sacerdote movia e, então, era para que nós sejamos aceitos.
Essa foi o que aconteceu, o que fez aqui. Vigemos como isto é explicado agora no Novo Testamento, porque vemos que isto foi no domingo, durante os dias de Pais-Azmos. Isto era o primeiro dia da semana, imediatamente após o sábado. Então, vigemos isto no Novo Testamento, e vamos ler, em João capítulo 20. João capítulo 20. No primeiro dia de semana, isto é após Jesus Cristo ter sido crocificado. Como sabemos, Jesus Cristo foi crocificado numa quarta-feira. Teve no sepulcro três dias e três noites. Foi posto no sepulcro, ao fim da quarta-feira, pouco antes do Porto Sol. Três dias e três noites, representa quarta para quinta, quinta para sexta, sexta para sábado. Três dias e três noites. Ao fim desses três dias e três noites, de estar no sepulcro, isto é, pouco antes do Porto Sol, ao fim do sábado, ele recuscitou e, no dia seguinte, de manhã cedo, que é o dia depois do sábado, isto é, no primeiro dia de semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada. Ainda era madrugada, ainda era escuro. O dia ainda não tinha rompido, digamos assim, a claridade não tinha aparecido ainda.
A incenda ainda escuro e viu que a pedra estava revolvida. E depois, um bocadinho mais, adiante, no versículo 11, vê-se. Maria, entretanto, permanecia ajuda à entrada do tumbre, chorando, e quando chorava, abaixou-se e olhou para dentro do tumbre. E viu dois anjos vestidos de branco sentados sobre o corpo. Sentados um do corpo de Jesus, que foi aposto, um a capsaera e outro aos pés. Então eles lhe perguntaram, mulher, porque choras? E ela respondeu, porque levaram o meu Senhor e não sei onde o poderam. Tendo disto isto, voltou-se para trás e viu Jesus em pé. Como vemos, isto foi bem cedo, na madrugada, ainda era escuro. O dia ainda não tinha começado, digamos assim, a parte do dia, a parte clara. Jesus já estava em pé. O Senhor recolheceu que era Jesus e perguntou-lhe, Jesus, mulher, porque choras? A quem procuras? Ela se responde-se. Supondo ser ele o jardineiro, responde-se-lhe, Senhor, Se Te o tiraste, diz-me onde o poseste e eu o levarei. E disse-lhe, Jesus, Maria, Ela voltando-se, lhe disse em Ibraico, Reboni, que quer dizer mestre. Ela então recolheceu que era Jesus Cristo.
E recomendo-lhe, Jesus, não me detenhas, porque ainda não subi para o meu Pai, mas vai ter, com os meus irmãos e diz-lhes, Subo para o meu Pai e vosso Pai, para o meu Deus e vos Teus. Disse aqui, no ver. 17, não me detenhas. A palavra grega aqui, uma palavra grega da concordância, número 680, aptomai, que significa não me toques. E como na Bíblia do Rei James, o Rei Tiago e nas versões da Derby e de literais, que são duas traduções literais do grego, traduzem em vez de não me detenhas, traduzem para não me toques, não toques em mim ainda, porque ainda não subi para o meu Pai. Não subi para o meu Pai. Vê-se aqui que era cedo do manhã, tal como na nação cedo do manhã, durante o dia após o sábado, iam fazer a sega. Mas a primeira coisa, apanhavam as primícias, levavam ao sacerdote, antes de fazer a sega. Apanhavam-se esse molho e então entregavam esse molho ao sacerdote, para ele o mover para Ante-Senhor, para nós sermos aceitos. Essa ação é representada aqui por Jesus Cristo, depois de encontrar a Maria. Diz-se, não me toques, porque ainda não subi ao céu. O Pai, este movimento do molho representa Jesus Cristo. Nessa mesma altura que faziam essa oferta, Jesus Cristo subiu ao Pai.
Vemos aqui, queridos irmãos, que está aqui um simbolismo do ente-justamento, para o que acontece, representa que era uma sombra da realidade, que é Cristo.
Vijamos então um bocadinho depois, em Mateus 28, que começará a ler no ciclo 1 e 2. Mateus 28, por ciclo 1 e 2.
No fim de ar do sábado, ao entrar o primeiro da semana, que seria, digamos assim, o domingo, neste dia dos pensajmos, a Maria Madalena e outra Maria foram ao sepulcro. Agora, veja aqui que talvez tenha sido um bocadinho mais depois, certamente que foi, as duas se acondraram e foram de novo, parece, pelo que se vê aqui, ao sepulcro. E o versículo 2, e reis, que houve um grande remoto, porque um anjo do Senhor, do céu do céu, chegou-se, removeu o pedra e assentou sobre ela. Ora, aqui, o que houve, é isso que houve um grande remoto. Não está a dizer que houve neste momento, porque se lemos na Almeida Revista e Corrigida, por exemplo, diz, que houve um grande remoto. Isso é que já tinha acontecido. E, por isso, já tinha isso acontecido. Então, o anjo do Senhor já estava ali, neste momento, e a pedra já tinha removida, porque está claro, Maria Magdalena foi lá ver ela um pouco antes. E agora, vê-se aqui, ela vai ver de novo, com a outra Maria. Isso aqui, Maria Magdalena e a outra Maria foram ao sepulcro. Continuando a ler no versículo 3, o seu aspecto era como um relâmpago, e a sua veste alva como a neve, e os guardas trameram-os pavoridos e ficaram como se estivessem mortos. Mas o anjo do Origínio das Mulheres disse não de mais, porque sei que buscamos Jesus, que foi crucificado, e ele não está aqui, ressuscitou, como tinha dito. Vim ver onde ele jazia. E depois da pressa, e dizem aos seus discípulos, que ele ressuscitou dos mortos, e vai adianto de vós para a Galileia. Ali o vereis, é como vos digo. E retiramos elas apressadamente do sepulcro, tomadas de medo e grande alegria, e a grande alegria correram a anunciar aos discípulos. Quer dizer, isso foi pouco depois do que lemos há pouco em João. Em João vimos que Jesus Cristo disse, não me toques, porque ele não acendi o Pai. Mas ve-se aqui, no versículo 9 de Mateus 28, e as que Jesus veio ao encontro delas, disse salve, e elas aproximando-se, abraçaram-lhe os pés e o adoraram.
Então Jesus lhes disse, não tem mais, e ir avisar aos meus irmãos que se dirigam à Galileia e lá me verão. Isso foi pouco depois Jesus Cristo já tinha acendido ao céu, do céu foi esta cerimônia do movimento do molho, Jesus Cristo já se tinha feito esta apresentação oficial para nós sermos aceitos, e então, vê-se aqui que ele já tinha descido e voltado à terra.
Continuando, então, em Levíticos 23, portamos aqui ver o significado disto do antiguistamento, que é uma sombra que aponta para Cristo, em Levíticos 23, continuando a ler do versículo 15, do versículo 23, versículo 15, contais para vós outros, desde o dia em diato ao sábado, desde o dia em que trouxeres o molho da oferta movida, sete sábados, ou sete semanas inteiras serão. Por isso, vê-se aqui que era do sábado semanal, quando contar sete sábados, ou sete semanas inteiras serão. Até ao dia em diato ao sétimo sábado, contarei cinquenta dias. Então, trarei a nova oferta de manjaras ao Senhor, vê-se, então, que pente costes.
É contado, é ligado, é conectado aos dias dispensásmos, cinquenta dias depois.
Versículo... como lembramos aqui, versículo 16, contarei cinquenta dias e versículo 17. Deus vossos moradas trarei dois pães para serem movidos. Isto agora já tinha feito esta sega, era a mesma, digamos assim, era esta mesma sega, esta mesma colheita, digamos assim, deste mesmo... e então trouxeram estes dois pães para serem movidos.
De duas dísimas de uma erva, de uma efa de farinha serão, levadados-se cozerão. São primícias ao Senhor. Então, Jesus Cristo era o molho das primícias, e estas são as primícias ao Senhor. Jesus Cristo era o molho, e estas aqui são as primícias de dois pães. De dois pães com fermento. Levadados, como lembramos aqui, versímos 17, levadados com fermento. É uma única ocasião que se vê um sacrifício ser oferecido no templo com fermento.
Representando nós, as pessoas da Igreja de Deus. Vigemos continuando a ler aqui. Versículo 20 diz assim. Então, se o serrote os movará com o pão das primícias.
Por oferta movida, por anto o Senhor, com dois cordeiros santos serão ao Senhor para o uso do sacerdote. Então os movará, por anto o Senhor, e este significa aqui, que nós somos apresentados por anto o Senhor.
Isto nem é no altar, são simplesmente movidos, apresentados por anto o Senhor. E foram dados ao sumo sacerdote que representas-se Cristo para o uso do sacerdote. Para o sacerdote trabalhar conosco. Como vemos o significado espiritual disto, como vamos ver daqui a pouco. Veja aqui, no versículo 21, no mesmo dia, sopro clenorá que terei santa convocação. Isto é o dia de Pentecostes, é um dia santo, que é este dia em que contamos 50, a partir e incluindo do primeiro domingo, contamos durante os dias paisásmos, contamos sete semanas, sete versete são 49, sete semanas intárias. E no dia seguinte, ao fim de 50 dias, chegamos ao dia de Pentecostes, que é o que observamos hoje em dia na Igreja de Deus, que é sempre, um domingo, o dia de Pentecostes. Há uma coisa muito especial aqui, acerca dos primeiros frutos. Há uma coisa muito especial aqui, que depois representa a Igreja de Deus, que é a única. Então, vejemos este significado especial, que é infésios capítulo 2. Infésios capítulo 2.
Infésios capítulo 2, vamos começar a ler do versículo 1. Ele nos deu vida, estando nós mortos nos vossos, estando nós mortos nos vossos delitos e pecados. Querisimão, vemos aqui algo muito especial. Estamos nos nossos delitos e pecados, temos fermento, temos levadura, mas somos apresentados por Andalopai. Estamos aqui na Terra, mas estamos esta vida, que está claro e não é uma vida eterna ainda, temos que manter fiéis até ao fim, mas diz assim, estando vós mortos, no vós delitos e pecados, estávamos aqui uma transição, de um processo de transição em que estamos, de que estávamos mortos, agora nos arrependemos, fomos patizados, estamos a viver um caminho novo, versículo 2, nos quais andasteis a outra, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe do estado do mar, do espírito que agora atua nos fizes de audiência, entre os quais também todos nós andámos outra, segundo as ingressões da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos, e éramos, por natureza, filhos da Ira, como tamanhos demais. Isto é, estávamos mortos, mas Deus sendo rico é nos recorde, é por causa do gran amor que nos amou. Isto, dando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, pela graça, sois, salvos. Estamos agora, neste processo, fomos justificados, estamos agora a ser reconciliados pelo Espírito Santo, conforme vivemos e estamos a vencer até ao fim. Estamos a desenvolver o caráter de Jesus Cristo, o qual temos que crescer neste caráter de dia a dia. Temos que refletir o caráter de Jesus Cristo, para que quando chegámos à primeira resolução, já tenhamos vencido até ao fim. Continuando a ler no versículo 6, e juntamente com ele, nos ressuscitou e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo. Está claro, ainda não estamos ressuscitados, mas é como se já tivesse acontecido. E por isso é este movimento dos pães, é como se nos ressuscitou, mas é simbolicamente, porque ainda estamos nesta vida.
Os pães continuam caindo embaixo, ainda. Ainda tem fermento.
Mas se nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo, é porque agora temos um novo caminho, uma nova maneira, através de Cristo, que podemos aproximar, somos aceitos, somos reconciliados, podemos aproximar do Pai nas nossas orações, e aproximar do Trono de Deus.
Para mostrar nos séculos vindo-dos, quando de facto viemos a ser ressuscitados, para mostrar nos séculos vindo-dos, a Suprema Riqueza da Sua Graça, em bondade para conosco em Cristo Jesus.
Porque pela Graça, sois salvos, mediante a fé, qual fé? A fé de Jesus Cristo, e isto não vem de nós, é de onde Deus? Então, Deus nos deu esta fé, a fé de Cristo, que Cristo e a fé acreditou e confiou no Pai, e por isso veio e morreu por nós, por causa da fé, mediante a fé, que agora nós temos que ter fé nele, e acreditar nele.
Não de obras, versículo 9, para que ninguém se gloria. Não de obras. Versículo 10. Pois somos feitura dele. Somos uma obra das mãos do Pai, criados em Jesus Cristo para boas obras. Somos uma obra de Jesus, o que o Pai está a fazer em nós, está a nos a criar através de Jesus Cristo para boas obras. O Pai é o Criador aqui, que está a trabalhar através de Jesus Cristo, Jesus Cristo sendo o autor e o consumador da nossa fé, como podem lerem em Hebreus 12, versículo 2, e então estamos a crescer neste conhecimento. Continuando, então, a ler aqui no versículo 10, somos feitura dele, criados em Cristo, para boas obras. Vê-se aqui que é o grande poder criativo de Deus.
Somas obras da mão da feitura do Pai, e Deus nos tirou como pecadores que tínhamos nos nossos delitos e pecados, e nos está a criar, ou recriar, em Cristo, a imagem de Jesus Cristo, para virmos a ser como Cristo, iguais a Cristo. Então, o que é que são estas boas obras? Diz aqui para boas obras. O que são estas boas obras?
As boas obras são os frutos visíveis de que nós produzimos, porque temos o dom do fruto do Espírito Santo em nós, e então, através desse dom, nós produzimos frutos na nossa vida. E, por isso, esses frutos visíveis que nós estamos a fazer são as boas obras. Para boas obras é o que lês aqui no versículo 10, para as boas obras. E, por isso, é que Jesus Cristo disse em Mateus 5. Vejam que o Mim se faz favor em Mateus 5.
Em Mateus 5. Versículo 14 a 16. Que diz? Devemos dizer a luz do mundo. Vosso é a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade e ficar sobre o monte. Os irmãos ainda temos muito a crescer para sermos uma boa luz, mas diz aqui, nós somos a luz do mundo. O mundo foi dado luz por nós. Vês aqui, nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo de qualquer mas revelador e alumina todos os que se encontram na casa. A luz! Não é a candeia, não é a lâmpada, mas é a luz que sai pela lâmpada. Por isso vemos aqui, queridos irmãos, Deus tem um plano para você e para mim.
Tem um plano. Um plano para você e eu sermos filhos e filhas dele no reino dele. E parte do que estamos aqui, o significado do Ier Penicoste, este processo desta criação, através do poder do Espírito Santo, que estamos a ser criados, a ser transformados, através do poder do Espírito Santo, para termos bons frutos. É a feitura do Pai. Para que o mundo veja esta luz pelas boas obras que fazemos, com estas boas obras, deve ser a gentileza, a humildade, a paciência, o amor, estes frutos que estamos a produzir, porque temos o fruto do Espírito Santo, Deus tem estas características em nós, e através das características nós produzimos bons frutos.
E este é o significado que aconteceu no dia de Pentecostes. Quando recebemos o dom do Espírito Santo, para, através do Espírito Santo, podermos ser transformados com a ajuda do poder do Espírito Santo. Vejam isso aqui em Atos. O que aconteceu no dia de Pentecostes. Vamos começar atos capítulo 1. Vamos ler aqui um bocado de atos capítulo 1. Vamos começar aqui. Escrevi o primeiro livro, o teófilo, relativamente às coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar, até ao dia em que, depois da verdade, o mandamento por intermedos, para o Espírito Santo aos apóstolos que escolheram, foi levada às alturas, a estes também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo-se durante 40 dias, e falando das coisas concernantes ao reino de Deus.
E comendo com eles, determinou-lhes que não salsentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai. Que sabemos que é o Espírito Santo.
Que sabemos que aconteceu 50 dias, no dia de Pentecostes, depois do molho ser movido, continuando desse dia, contando desse dia, mas que esperassem a promessa do Pai a qual lhe se ele de mil ou vistes, porque João, na verdade, batizou com água. Mas vocês serem batizados com o Espírito, não muito depois desses dias. Isto é no dia de Pentecostes. Vocês vão receber o Espírito Santo de Deus.
Então, os versígulos senso que estavam reunidos, e perguntaram-se-lhe, será-lhe este tempo em que restauras o reino de Israel, e não estavam a pensar acerca da restauração do reino de Israel, nessa altura?
Não entendiam ainda bem que o reino de Deus é uma coisa ainda vindoura, que vai ser uma coisa global, não vai ser só para Israel.
Responde-lhes, ele, versículo 7, não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade, mas recebereis o poder, recebereis o poder, recebereis o dom do Espírito Santo, ao ser sobre vos o Espírito Santo. Vamos receber este poder, o Espírito Santo é o poder. E seráis minhas testimonhas, tanto em Jerusalem, como em toda a Judéia e Samária, e até aos confins da Terra.
E depois fez-se aqui, no capítulo 2, Atos capítulo 2, versículo 1, a cumprício de Ied-pentecote, estavam todos reunidos no mesmo lugar, e então vence que veio o Espírito Santo.
Vence no versículo 4, estavam cheios do Espírito Santo, e passaram a falar em línguas. E depois vence aqui, diz aqui no versículo 6, diz que quando pois se fez ouvir aquela voz, aflueu multidão, que pseudo porplexidade, porquanto cada um os ouvia falar na sua própria voz.
E então, para a língua, esta don das línguas, não foi só uma questão de falar, uma questão de ouvirem na sua própria língua e entenderem. Foi um milagre para entenderem esta mensagem de Pedro, este sermão de Pedro, no dia de pentecostes, para todos poderem entender. Porque havia várias pessoas aí, de vários países. Vem, claro, eram judeus, mas tinham vindo de várias países, de várias regiões. Vejam no versículo 8. E como os ouvimos falar cada um em nossa própria língua materna? Tínham seus próprios idiomas e eles então diz, vejam-se aqui, somos partos, medos, elamítas, e naturais de Mesopotâmia, e judeia, e capadócia, ponto, e ásia, da frígia, da panfília, do Egito, dos regiões da Líbia, nas imediações de Sirene, e romanos que aqui residem. Vieram todos ali, podiam ir pentecostes, e todos entendiam o sermão de Pedro. Deus fez este milagre, porque era necessário para pregar a verdade chegar a estas pessoas todas.
Tanto judeus, versículo 10, compram por célitos, crentes e herabios, perdão, cretenças e herabios, como os ouvimos falar em nossas próprias línguas, as grandezas de Deus. E vê-se que recebemos o Espírito Santo, Pedro então deu este sermão, e eles vieram a reconhecer que isto era um milagre, que era o que tinha sido previsto, que ainda vai acontecer, numa conclusão final ainda no futuro, mas que diz aqui no versículo 17, que dizia que isso seria considerar nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarai o meu Espírito sobre toda a carne. Está claro, Espírito de Deus, e será no dia, nos últimos dias, que ainda é a provir, mas isto foi uma parte inicial dessa profecia ser completada. E depois de isso aqui, Ele deu então discurso e explicou a eles que eles tinham matado Cristo. Diz assim, versículo 23, diz assim, Vós o mataste crucificando por mão de Inicus. Vocês mataram Cristo. A qual porém, versículo 24, Deus recitou, rompendo os grilhões da morte, porque quando não era possível, fosse ele retido por ela. Jesus Cristo recitou. Por quê? Porque nunca tinha pecado. Tal como foi profetizado, depois de três dias e três noites.
E é por isso que diz, no versículo 27, porque não deixarás a minha alma na morte. Nem permitirás que o teu santo veja corrupção. Quem é o santo? O santo aqui era Jesus Cristo. O corpo dele não viu corrupção, porque só esteve na sepultura por três dias e três noites. Não se corruiu. Fizeste-me conhecer os caminhos da vida, e encher-me-haz de alegria na tua presença. E, irmãos, continua a pedra, que daram o seu discurso, o seu sermão. Sejam permitidos ervas claramente a respeito do patriarca David, que ele morreu e foi exportado, e o seu túmulo permanece, entre nós até hoje. David está a morte, mas Jesus Cristo recitou. E depois, um bocadinho mais adiante. No versículo 31 diz assim, referindo-se a recepção de Cristo, que nem foi deixado na morte, nem o seu corpo, experimentou corrupção. Aí, este Jesus, Deus recitou, que todos nós somos estomunhas, tinham visto por 40 dias, várias centenas de pessoas, até numa ocasião de 3 mil pessoas.
Exaltado, pois, a destra de Deus, tendo recebido o Pai, a promessa do Espírito Santo, ramou isto que vedas e ouvís. Jesus Cristo recebeu esta promessa, a promessa do Pai. E então, nos entregou a Igreja de Deus, aqui, nesta parte, neste período. E então, eles disseram, o que é que vamos fazer? Ele disse, arrependa-e-vos, como se lê no versículo 38. Arrependa-e-vos! E depois recebrem o Dom do Espírito Santo. Pois, para Vós, esta é a promessa. Esta é a promessa que é para todos nós.
Crizes irmãos, Deus tem um plano. E o plano de Deus está a ser executado. E a parte desse plano, que recebemos o Espírito Santo, e esse recebimento do Espírito Santo, é simbolizado pelo Dia de Pentecostes. E no Dia de Pentecostes, neste dia. Então, começa, digamos assim, o treino dos primeiros frutos, das primícias de Deus. Vigemos, então, continuar a ler aqui, como lemos há pouco, em 1 Coríntios 15. 1 Coríntios 15.
1 Coríntios 15.
Vamos começar a ler, da versículo 20, até a versículo 26. Viz assim, mas, de facto, Jesus, Cristo ressuscitou dentro os mortos, sendo-as as primeiras dos que morrem. Dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque assim, como é dão, todos morrem, também todos serão vivificados em Cristo. Todas as pessoas vão ressuscitar.
Mas, cada porém, na sua prova ordem. Cristo, as primícias que vemos, que vimos, que representam aquele molho da exprimícia. Depois, os que são de Cristo na sua vida, que são as primícias da humanidade, que serão a humanidade, os primeiros seres humanos, que tinham sido os pecadores, que vão ser ressuscitados na sua vinda, a vinda de Cristo. A vinda de Cristo, que é representada pelo dia das trombetas. E depois, leço-me o verse 24, virá o fim, aqueles do fim, os outros, a ressurreição, e, finalmente, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, então virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo o Principado, bem como toda a podestade e o poder, porém convém que ele reina, até que haja, pois, todos os inimigos debaixo dos pés, o último inimigo a ser destruído é a morte, que depois vai-se ser um ponte, que aqueles que continuarem a viver nunca mais morrerão. Terão vida eterna. Por isso, os Cristo tanto trabalha a fazer, uma responsabilidade a fazer aqui, que o Pai deu a Ele uma obra, e nós somos uma feitura através dos Cristo, essa feitura de Deus através dos Cristo.
Vejamos, então, no capítulo 20 da Apocalipse. Apocalipse capítulo 20. Apocalipse capítulo 20. Vamos ler no versículo 4 a 6. Vi também tronos e nestes sentados, aqueles os quais foi dado autoridade a julgar, e então, vence uma ressurreição, e essas pessoas foram ressuscitadas e viveram e renaram a Cristo durante mil anos. Isto é a primeira fase desse reino, será um milênio. Os restantes dos mortos não reviveram até que se concretassem esses mil anos. O resto ficou morto até depois desses mil anos. Mas esses primeiros que foram ressuscitados, essa é a primeira ressurreição. Bem-aventurado e santa é aquele que tem parte na primeira ressurreição, sobre essas, a segunda morte não tem atividade. Não vão morrer de novo. É uma ressurreição especial. E vão reinar com ele. Cariz irmãos, essas que serão ressuscitados, é o que descreve aqui na Apocalipse 14. A Apocalipse 14 diz assim, olhe aí, é esculdeiro em pé sobre o Mão de Siam. Jesus Cristo voltou, está agora no Mão de Siam, e com ele, 144.000, tendo na fonte escrito o seu nome e o nome de seu pai. Isto é porque são irmãos. Tem o nome do pai, são irmãos. Na Igreja de Deus, que foram ressuscitados. Houve uma voz do céu, como a voz de muitas águas, como a voz de Grande Trovão, quando a voz que eu vi era como de herpistas, quando tangem sua arba, entoavam um novo canto, que diante o trono, diante os quatro seres viventes e dos anciões, e ninguém pode aprender o canto, e senão sentem, 144.000 que foram comprados da terra. São estes que não macularam como mulheres, porque são castos, são estes os seguidores de Cordeiro, por onde ele quer que vá, são os que foram redimidos dentro dos homens, primícias para Deus e para o Cordeiro. Estes são os primícias, são aqueles que têm os primeiros frutos destas obras. Queridos irmãos, as primícias são os primeiros a produzir, a dar os frutos do reino de Deus, na vida de Deus.
Queridos irmãos, os israelitas, na Israel da Antiquidade, Deus chamou serventes, o Abraão e Saca Jacó, que veio a ser Israel, e depois os israelitas. E as israelitas não seguiram o caminho, não deram frutos do reino de Deus. Vejam como isso faz favor em Jeremias capítulo 7. Jeremias capítulo 7.
Vê-se aqui, no versículo 1. A palavra que da parte do Senhor foi dita às Jeremias. Põe-te à porta da casa do Senhor e proclama ali esta palavra e diz, ouvi a palavra do Senhor, todos juda-a, vós os que entraram por estas portas para adorar-as ao Senhor. Diz-os, Senhoros e exércitos de Israel, e mendam os vossos caminhos, os vossos obras, e eu vos furei a habitar neste lugar. Mas os Israelitas não emendaram, continuaram a pecar. Desde 9º 4º. Não confie em palavras falsas dizendo, o tempo do Senhor, o tempo do Senhor, o tempo do Senhor é este. Não diam a dizer, olha, isto é a Igreja de Deus, a Igreja de Deus, a Igreja de Deus e... tem que mudar do coração a maneira de viver. E estes Israelitas não mudaram, continuaram a pecar.
V.5. Mas se deveras emendar os vossos caminhos e vossas obras, se deveras praticar as justiça cada um ao seu próximo, se não aprimir o estrangeiro, o orfão e a viúvia, nem derramar sangue no centro neste lugar, nem andar-os após outros deles para o vosso próprio mal, eu vos farei habitar neste lugar na terra que dei as vossos pais destes tempos antigos e para sempre. Mas eles não obedeceram. Mas eles não obedeceram.
Por que? Porque veem ser, como diz no V.11, um covilho de salteadores, pecadores, pessoas que pecavam.
Vejam como Deus descreve isto de outra maneira. Vejam em Isaiah 5. Isaiah 5. V.3-7 Agora pois, homenadores de Jerusalém, e homens de Judah, julgai-vos peço entre mim e minha vinha. Agora vocês israelitas, judeus e israelitas, julgar-os a Deus a pedir entre Deus e a vinha de Deus. Pois que mais, no V.4, se podia fazer em minha vinha, que mais se podia ter feito a vinha, que eu não tenha feito.
E como? Esperando eu que desce ovoas boas, veia produzir ovoas bravas, a marcas. Agora pois, vos farei dizer o que pretendo fazer a minha vinha. Agora eu vou dizer a vocês o que vou fazer a esta vinha. Tirarei a sua sede, estou a sua cerca, para que a vinha sirva de pasto. Derribarei o seu muro, para que seja pisada. Troná-la em deserto. Não será podada, nem sachada, mas crescerão nela espinheiros e abro-lhos, às nuvens de lei ordem, que não derramem chuva sobre ela. Porque a vinha do Senhor, dos exércitos, é a casa de Israel. E os homens de Judá, são a planta dileta, isto é agradável, esta planta especial do Senhor. Ele estejeou que exercessem juízo. E em vez disso, eis aí, quebrantamento de lei. Deus desejou que houvesse justiça. E em vez disso, eis aí, quelamor. Isto é gritos de secorro, porque não há justiça.
Vejam como Jesus Cristo usa esta exemplo aqui da vinha, numa parábola. Mateus 21. Mateus 21, versículo 33.
Atentar em outra parábola, havia um homem, dono de casa, que plantou uma vinha. Cercou-a de uma cebe, construíam-ne um lugar, e lhe ficou-lhe uma torre. E rendeu-a a uns lavradores, depois sasentou do país. Daqui a obra de Deus. A Israel ajuda, como lemos, há pouco, em Zia 5. Ao tempo da colheita, enviou os seus servos aos lavradores para saber os frutos que lhe educavam. Frutos do reino, deste reino, de Israel, banou-o de frutos. E os lavradores, agarrando os servos, espancaram um, mataram o outro, e o outro pedijaram. Enviou ainda outros servos a maior número. E trataram-nos da mesma sorte. Deus mandou mais servos e trataram da mesma sorte. Por último, enviou-os o seu próprio filho, esteve-se suscristo, dizendo, a meu filho respeitarão. Mas os lavradores, vendo o filho, disseram-se, este é o herdeiro, ora vamos matá-lo, e apodoremos da sua herança, foi o que fizeram. Mataram Cristo, e depois foram destruídos, porque essa foi por fim, por fim, talvez isso. E, por isso, diz assim, no versículo 39, e mataram. Quando, pois, vieram o Senhor da Vinha, que fará a aquelos lavradores, perguntou Jesus Cristo. Então, responderam em ele, Jesus Cristo, versículo 41, fará aparecer, orrivelmente, e arrendará a Vinha a outros lavradores, que arremetam os frutos nos seus devidos tempos.
Feliz irmãos, foi o que aconteceu?
Foram destruídos, e agora há uma nova Vinha, digamos assim.
Somos nós, a Igreja de Deus. Continuar, adiando um bocadinho, a bocadinha adiante diz assim, a lição, no versículo 43, está aqui. Portanto, vos digo, que o reino de Deus vos será tirado e será entrega um povo que lhe produce os respectivos frutos.
Boas obras, frutos.
As primícias são os primeiros que vão produzir frutos do reino de Deus, porque os Israelitas da Antiquidade não produziram frutos do reino de Deus.
Algum padrão diferente para nós do que foi com os Israelitas? Não. Estamos a roubar os dísimos de Deus?
Você responda. Estamos a deshonrar os pais? Estamos a zangar-nos em casa?
E depois vim para a igreja como se nada tivesse acontecido? Ah, o templo do Senhor, o templo do Senhor. Ou estamos secretamente a ter cobiça pelas coisas deste mundo e as suas maneiras?
E como lembra-se, nós estamos a desonrar os pais e como lemos em Tiago 4, começando de versículo 1 a 3 e vou ler então da nova versão internacional. Diz assim, Tiago 4, capítulo 1 a 3. De onde vem as guerras de contendas que há entre vocês? Não vem das paixões que guerreiam entre vós. Vocês que obissam, coisas não os têm. Matam em inveja, mas não conseguem obter o que desejam. Vocês vivem a lutar e fazer guerras. Não têm, porque não pedem. Quando pedem, não recebem, pois pedem para motivos irrados para gastar em vossos prazeres.
E depois, no versículo 4, adultos. Por que eram adultos? Porque tinham de ter um relacionamento com Deus e agora estava com outros deus. Adultos, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimisada com Deus? Quem quer ser amigo do mundo faz inimigo de Deus.
Então, vejamos, em Tiago 3, precisamos de ver os frutos que nós precisamos de ter. Tiago 3.
Tiago 3. Tiago 4.
Versículo 14.
Se pelo contrário, tendo em vossa coração inveja, amargurada, inveja amargurada e sentimento facioso. Esta é política isso. Nem vos gloriais disto nem mentais contra a verdade.
Esta não é a sabedoria que desce lá do alto, antes é terreno, animal e de muneca. Pois onde há inveja e sentimento facioso, político, aí há confusão. E toda espécie de coisas ruins. É o que se vê hoje em dia nas politiquistas destes países.
A sabedoria lá do alto é primeiramente pura, pacífica, indulgente, tratável. Plena. Cheia de misericórdia e de bons frutos imparciales, sem fingimento.
Queres irmãos? Que tipo de pessoas somos nós? Nós conhecemos aquela parábola em que a semente é posta e depois é assim a sol no chão e depois o inimigo leva, como os pastos vêm e comem. Depois temos outro semente que entra em terreno mais fundo e as pessoas ficam muito alegres, muito alegres, mas não têm raiz e depois não se mantém na igreja. E depois há aquelas que entendem, com a mente, e que a semente entre no coração, e que têm profundeza, têm no mínimo próprio, vencem as coisas do mundo, não estão preocupados com as coisas do mundo, mas vencem e depois produzem fruto, 100 vezes, 30 vezes e coisa assim. Queria dizer, irmãos, nós precisamos de dar fruto. Toda a videira é cuidada. Vejam comigo se faz favor em João Capítulo 15. João Capítulo 15. João Capítulo 15.
Diz assim, começar a ler o versiculum. Eu sou a videira verdadeira, e o meu pai é o agricultor. Todo o rameo que está que está em mim não der fruto, ele o corta. Quer dizer, irmãos, estamos a dar fruto do reino de Deus e todo o que dá fruto limpa para produzar mais fruto. Todo o que dá fruto vai ser podado para dar mais fruto. Quer dizer, irmãos, mesmo que você esteja a fazer coisas corretas, ainda vai ser podado para dar mais fruto.
Vós já estáis limpos pela palavra que vos tenho falado. Promanciei em mim e eu promencei em vós. Como não pode o rameo produzir fruto de si mesmo se não permanecer na videira, assim nem vós podréis poderes dar dar fruto se não permaneceres em mim. Eu sou a videira. Vosso rameos, quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto, porque sem mim nada podréis fazer. Quer dizer, irmãos, estamos a dar fruto do reino de Deus. As primícias são os que estão, os primeiros a dar fruto do reino de Deus, porque Israel não deu. Salve de versículo 6 Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora a semelhança do rameo e secará. E o apanham lançando o fogo e o queimão. Se permaneceres em mim e as minhas palavras permanecerem a vós, pedirei o que iseres, e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto e assim vos tronareis meus discípulos. Vos tronareis meus discípulos. O que é o discípulo? Um bom discípulo. Vejam em Lucas capítulo 6 versículo 40. Lucas 6 versículo 40.
Diz assim, o discípulo não está acima do seu mestre. Que é, Jesus Cristo? Todo aquele porém que for bem instruído, que for perfeitamente instruído, será como seu mestre?
Queridos irmãos, nós estamos numa transição. Está assim, o delicado do dia de Pentecostes. Estamos numa transição. Transição de que estávamos mortos por causa dos nossos pecados. Nós estamos a caminho de ser seres imortais, filhos e filhas do Deus vivente. E só, Paulo, podemos completar essa transição através do poder do Espírito Santo de Deus.
A mensagem de Pentecostes, essa você é uma pessoa nova na Igreja. A gente não é um homem é uma pessoa nova na Igreja. Você precisa do Espírito Santo de Deus para dar fruto.
Se você é tentado na Igreja há bastante tempo e tem o Espírito Santo de Deus, não pode estar parado. Tem que continuar a crescer com a ajuda do Espírito Santo de Deus. Tem que mudar do que somos, temos que mudar do que somos para virmos a ser mais e mais como o Mestre, como Cristo.
Como diz assim, sermos como o seu Mestre. Isto é a nossa responsabilidade de sermos discípulos bem instruídos.
Por isso, queridos irmãos, a mensagem do dia de Pentecostes, o significado deste dia é que temos que dar fruto, bons frutos e por isso como lemos em João 15, versículo 8, misto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto e assim serei meus discípulos. Diz Jesus Cristo.
Música
Os inícios e as origens são sempre pontos importantes.
Qual é o significado dos primeiros frutos?
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).