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Bom dia ou boa tarde, queris irmãos, aqui, Jorge Câmiz, falando-vos de Cincinnati. Deus estabeleceu os seus dias santos em torno de colheitas e coleta de frutos. Mas a pergunta é, por que? Por que é que Ele fiz isso? Porque as seifas e as colheitas são um símbolo da colheita de vidas para o reino de Deus. E hoje, queris irmãos, quero dar um sermão à volta de um princípio de um estudo bíblico, a cerca do dia de pentecostes. E quero descrever como está ligado, como diz pentecostes, está ligado às seifas e colheitas, e por si próprio está ligado ao ver o próprio, próprio, primeiro fruto, que é Jesus Cristo. E por isso vamos começar olhando à lei de Deus, aos 10 mandamentos, a um dos 10 mandamentos, e vamos ler em D. N. 5. D. N. 5. Eu quero ler de D. N. 5, de propósito, porque quando lemos geralmente em E. 20, tem um exemplo acerca do sábado, uma razão de nos lembrarmos do sábado, mas em D. N. 5, começando do versículo 12 a versículo 15, dá uma razão diferente, uma razão adicional, digamos assim, para lembrar o sábado. Por isso vegemos aqui, em D. N. 5.12 a 15. Diz assim, guarda o dia de sábado para o santificar, como te ordenou o Senhor Teu Deus, seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Por isso o mandamento, um ponto entre parentes, é que o mandamento é que devemos trabalhar por seis dias, não é só parar no sétimo, o mandamento também, diz para trabalhar por seis dias. Mas, continuando no versículo 14, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor Teu Deus, não farás nenhum trabalho nem Tu, nem Teu Filho, nem Teu Filha, nem Teu Servo, nem Teu Serva, nem Teu Boi, nem Teu Jumento, nem animal, algum Teu. Então, está a falar de coisas que pertencem a Ti, que têm de controle, está claro, não está a falar de pessoas pelos quais não têm de controle, não está a falar, por exemplo, de pessoas que estejam no restaurante, ou coisa assim. São as pessoas que estão os Teus servos, ou a Tua Serva, o Teu Boi, o Teu Jumento, nem animal, nenhum, algum Teu, nem o estrangeiro das Tuas portas para dentro, para que o Teu Servo e a Tua Serva descansem como Tu. A razão aqui do sábado é para que o Teu Servo e a Tua Serva descansem como Tu. Por isso, aqueles que estão na Tua Casa, que estão normalmente a servir-te, eles também possam descansar. Porque, versículo 15, te lembrarás que foste servo na terra do Egipto, e que o Senhor Teu Deus te tirou dali com mão poderosa e braço estendido, pelo que o Senhor Teu Deus tornou que guardasse o dia do sábado. E por isso, fijemos aqui, antes de me perguntar, além da razão da criação, porque quando lemos em Jesus dos 20, diz assim, lembras-te do sábado, porque em seis dias Deus criou a terra, e ao sétimo dia te cansou. Mas aqui dá uma razão diferente. Diz assim, não trabalharás nem Tu, nem Teu filho, nem Teu servo, nem Teu servo, etc., etc., para que o Teu servo e a Tu o serva te cansem como Tu.
Por isso, além da razão da criação, qual é outra razão que o sábado nos traz uma memória? Qual é outra memória que o sábado nos dá? O sábado nos dá a memória de que fomos servos. Versículo 15, porque te lembrarás que fos de servo na terra do Egito, e que eu, o Senhor, Teu Deus, te tirou dali, e para nós a terra do Egito é, digamos assim, o cativeiro do pecado, e Ele te tirou dali com a mão poderosa e braço estendido, porque a libertação do cativeiro do Egito, ou do cativeiro do pecado para nós, é essencial à salvação. E por isso o sábado nos aponta a isso, porque nos lembra que sermos libertados do cativeiro do pecado é extremamente importante. E ao fim de contas, essa libertação do pecado é parte da nossa criação espiritual para virmos a ser filhos e filhas de Deus. E por isso está, digamos assim, ligada ou relacionada indiretamente à criação, não à criação física, mas à criação espiritual. E por isso a salvação é a criação espiritual. E por isso os sábados têm um significado especial que apontam para o plano de salvação, através de nos lembrarmos de que somos, digamos assim, libertados do cativeiro do pecado.
Porque Deus nos libertou desse cativeiro do pecado com uma mão forte, como ele disse. Diz assim que te tirei disso como uma mão forte, uma mão poderosa. Vejamos o exemplo aqui quando os israelitas saíram do Egito, em exo dos capítulos 13, exo dos capítulos 13 versículos 8 e 9. Vejamos assim. Naquele mesmo dia que contarás a teu filho dizendo, é isto pelo que o Senhor me fez quando saí do Egito. E será como sinal na tua mão e por uma memorial entre os teus olhos, para que a lei do Senhor esteja na tua boca, pois com a mão forte o Senhor te tirou do Egito. Portanto, guardará-as esta ordenança no determinado tempo de ano a ano. E aqui está a falar acerca de quê? Da páscoa e dos dias-hágenos. E está a dizer que devemos celebrar esta ceremonia da páscoa e dos dias-hágenos como uma lembrança. De ano a ano, durante o seu próprio período. Isto é, nós celebramos a páscoa quando nos apetece. Por exemplo, todos os domingos, dizendo, por exemplo, que estamos a tomar a seia do Senhor, que representa que é os sinais que os Cristo nos deu pela páscoa, dizem, se engordarás esta ordenança no determinado tempo, no determinado tempo de ano a ano. Mas o ponto aqui é que é uma ordenança para nos lembrar.
É um sinal na nossa mão entre os nossos olhos para que a lei do Senhor esteja na nossa boca, pois com a mão forte o Senhor tirou o dígito. E por isso está aqui o significado destas festas e agora aqui, neste caso, deste sábado anual, ou sábados anuais que são, durante os dias asmos, que fazem-nos lembrar da libertação do pecado. Isto é, do insito. E queridos irmãos, Deus te libertou do pecado com uma mão forte. Queridos irmãos, precisamos de contar as benções do que Ele tem feito e que Ele faz por nós. Porque nós, ao fim de contas, queridos irmãos, somos um tipo de primeiros frutos. E Ele nos liberta com uma mão forte. Como é que Deus nos libertou? Ele nos libertou do pecado, queridos irmãos, porque Ele pagou pelos nossos pecados e nos ajuda, através dessa misericórdia, a parar de pecar. Mas isto foi, teve necessidade, de um grande preço. A vida, a vida do nosso próprio Criador. E por isso Deus Pai enviou o Seu único Filho para morrer por nós. E isso é o que a páscoa simboliza. A páscoa simboliza a morte de Cristo e o sofrimento de Cristo. E Jesus Cristo pagou um grande preço. Pagou o preço da vida Dele. E por isso Ele nos resgatou. Vejamos como, aqui se faz favor, em 1 Coríntios. 1 Coríntios capítulo 7, versículo 23. Não é o único sítio onde diz isto, mas é um dos sítios onde diz isto. Por exemplo, 1 Coríntios 7, 23. Por preço fostes comprados, não vos torneis cravos de homens. Fostes resgatados do pecado. E por isso não continuem agora a pecar. Não continuem a ser cravos do pecado.
E por isso, queridos irmãos, precisamos de compreender o que Deus fez por nós, como uma mão poderosa. Uma mão tão poderosa que foi a própria vida Dele. E por isso, como fomos tirados do pecado, não devemos devoltar a este pecado. E então Deus estabeleceu uma maneira de nos ensinar e nos educar. E que maneira é essa? Que exemplo nos deu a Ele? Ele nos deu uma analogia, um exemplo muito importante, que é o exemplo da colheita da agricultura. E o exemplo da colheita, ou digamos da agricultura, é um exemplo tão grande e tão bom, porque nós devemos fazer a nossa parte. Sim, devemos fazer o nosso esforço para plantar, para preparar o terreno, para fazer isso tudo. E para dar água quando devemos fazer, mas o crescimento vem de Deus. O crescimento do que nós plantamos, dessa semente, vem de Deus. Perdão, não é nada que possamos fazer. Vejamos aqui, em 1º Corinthians 3, versículo 6 e 7, diz assim. Eu plantei, Apolo regou, mas o crescimento veio de Deus. E por isso, o plano de salvação de Deus é, digamos assim, é representado à volta da colheita, ou da seifa, para a colheita, e esta colheita é revelada e lembrada a nós, através dos seus sábados. Porque, primeiro, o sábado semanal aponta principalmente para a criação física, mas, indirectamente, também para a espiritual, como te mostrei pelo exemplo de serem-nos libertados das gravidão, das gravidão do pecado, tal como os israelitas tinham sido libertados do Egito. Mas, em segundo lugar, os sábados anuais apontam, em grande detalhe, num detalhe muito maior, especificamente, à criação espiritual. Vigemos, então, este detalhe acerca dos sábados, das festas de Deus e dos sábados. Vigemos, então, em Levíticos 23, um capítulo onde dá um somário das festas de Deus, e dos sábados anuais, de Levíticos 23, e começar a ler no versículo 1, de Levíticos 23, versículo 1, diz assim, diz o Senhor Amor Zaz, fala aos filhos de Israel e diz-e-as, as festas fixas. As festas fixas, em Ibreu Amowar, isto é, as horas marcadas, as certas horas, as certas dias, certas... um apontamento, certas datas marcadas. As festas fixas do Senhor, que proclamaréis, serão santas convocações, são estas as minhas festas. Notem bem o que diz aqui. Estas são as festas fixas do Senhor. Estas são as minhas festas, disse Deus. Não diz aqui que são as festas dos portugueses, ou que são dos espanhóis, ou que são dos brasileiros, ou que são as festas dos deus. Diz que são as festas do Senhor. E então começa a descrever a primeira. O primeiro, digamos assim, Encontro Mercado, que diz assim, seis dias trabalharéis, mas ao sétimo será o sábado do descanso solene, santa convocação, nenhum homem oferez, é o sábado do Senhor em todas as vossas moradas. É o primeiro Encontro Mercado. O Sábado Semanal, que é uma das festas fixas do Senhor, é um Encontro Mercado semanalmente todas as semanas a um certo período de 24 horas.
Continuando, então, no versículo 4. São estas as festas fixas do Senhor, as santas convocações proclamareis no seu tempo determinado. E agora, então, está a falar de festas fixas, Encontros Mercados, Santas Convocações, isto é, sábados, que proclamareis, um são festas fixas, uma coisa para declarar as festas fixas, isto são festas, e também está a declarar as santas convocações, os sábados, duas coisas, as festas e os sábados, que proclamareis no seu tempo determinado. Isto é, durante o ano quando é que eles caem. E depois diz assim, no primeiro mês, ao 14 do mês, no corpúsculo da tarde, isto é, ao começo, a partir do pôr do sol, ao começo do dia 14, daí, pelo dia 14, é a páscoa do Senhor, é a páscoa de Deus. Não é páscoa do homem, não é páscoa judaica, é páscoa de Deus, quando, no dia 14, do calendário sagrado de Deus, do primeiro mês do ano. No mês primeiro, diz assim, para o século 5. É no dia 14, é a páscoa. Aí, vê-se que há uma festa que começa quando o dia começa, no dia 14. Ao corpúsculo da tarde, logo após do pôr do sol, que acabou o dia 13, o pôr eles, então, o dia 14 começa, e, então, aí, em diante, ao 14 do mês, é a páscoa. Não é no dia 15, é ao 14. Também não diz aqui que o dia 14 seja um sábado, mas é uma festa, um dia de festa. E, versículo 6, e ao dia 15 deste mês, é a festa dos asmos. É o outro dia de festa, sete dias com os reis pães asmos. Por sete dias eu superior de festa. Mas, no primeiro dia, três santas convocações estão em sábado, sete dias se liberais a festa, e ao sétimo dia haverá santa convocação, diz, ao fim de versículo 8, nenhum obra-se-se-rvil farás, isto é, o primeiro dia desta festa, e o sétimo dia desta festa são sábados. Os outros dias no meio, os dias dois a seis, são dias de festa, mas não são sábados.
E, vejamos aqui, por isso, vemos aqui que o Dias de Festas primeiro descreveu o sábado semanal, depois descreveu a páscoa, que é no dia 14 do mês. E, como vem, como vem a páscoa, imediatamente após a páscoa, que foi no dia 14, imediatamente após a páscoa no dia 14, vem a festa dos pães aspas. Por isso, a páscoa abre a porta, faz-se possível para o plano de Deus poder começar com os sábados que se seguem. E o primeiro sábado, que é imediatamente após a páscoa, começa imediatamente após a páscoa, que é o primeiro dia dos asmos, que é um sábado. E, então, os dias dos asmos, por 7 dias, representam. Tirarmos os asmos das nossa vida, e, perdão, tirámos o fermento da nossa vida, e vivermos sem fermento, isto é, dias asmos, e tirando este fermento, simboliza o pecado. E, por isso, precisamos de aceitar e arrepender completamente, por 7 dias, 7 representam completamente, aceitar e arrependermos completamente, de viver sem pecado, e aceitarmos o sacrifício de Jesus Cristo, isto é, o perdão dele, e aceitando o perdão dele, que foi na Páscoa, no dia 14. Então, a partir do dia 15, completamente, do dia 15 ou 21, por 7 dias, obtecemos a Deus. Não é que obtecemos a Deus, está claro, só por 7 dias, ou isso é simbolismo, de obtecer a Deus durante esses 7 dias, a obtecer completamente, selado com 2 sábados, um a início e um a fim, e, por isso, é o significado que temos que obtecer a Deus, sempre, completamente. Mas, o importante ponto aqui que queria fazer referência, é que, os dias asmos, que representam que nós temos que obtecer a Deus, agora que fomos perdoados pelo sacrifício de Cristo, só podem acontecer depois da Páscoa. E, por isso, em repetição, digamos assim, o que é que tem que acontecer antes do primeiro sábado anual, no plano de salvação de Deus? O que tem a acontecer antes do primeiro sábado anual, no plano de salvação de Deus, é a Páscoa. Isto é. É a morte e o sifrimento de Cristo. É a parte que Deus faz por nós, faz com uma mão forte. Deus o Pai, Deus Pai, Deus nos, o Seu único Filho, a nós, fazendo isso possível. Isso foi com uma mão forte, fortíssima, não podia ser mais forte. E, por isso, a Páscoa, digamos assim, é o gatilho, é a porta, é o que começa o plano de salvação. E o plano de salvação é começado com os dias asmos. E, por isso, os dias asmos estão, digamos assim, diretamente ligados à Páscoa.
Os dias asmos estão diretamente ligados, são encaminhados, digamos assim, só depois da Páscoa. Perdão, tem que ser depois do sacrifício de Cristo.
Agora, o meu tema hoje está claro é a falar acerca do Dia de Pentecostes.
Agora, a minha pergunta é, o Pentecostes também está ligado à Páscoa?
Sim, vigemos como está ligado, porque não podemos ter o Dia de Pentecostes sem a Páscoa. E está claro, sem os dias asmos, mas principalmente sem a Páscoa. E, vigemos, então, como eles estão ligados. Primeiro, Jesus Cristo morreu no Dia de Páscoa, que foi ao 14 de um mês, que começou ao Crepuscle da Tarta.
E ele morreu nesse dia, que foi uma quarta-feira, nesse ano. Ele morreu a próxima, malamente, digamos assim, a cerca das três da tarde. Isto é um outro estudo que podem fazer, mas pode-se facilmente provar que foi à cerca dessa hora que ele morreu. E foi enterrado um pouco mais tarde, à volta do Porto do Sol. Por isso, digamos, à cerca das seis da tarde. Isto é na área de Israel, de Jerusalem, à volta das seis da tarde. Vejemos comigo, se vá chevou, em Mateus 27, Mateus 27, versículo 57. 27? 57. Diz assim, caindo à Tarta. Isto é, ao fim da Tarta, já, digamos assim, ao começo, quase ao Porto do Sol, ou mesmo ao Porto do Sol. Vem um homem rico da Rima Teia, chamado José, que era também discípulo de Jesus. Este foi ter com Pilatos, que lhe pediu o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que lhe fosse entregue. E José, então, tomando o corpo, envolveu num pano limbo de linho. E o depositou no seu túmulo novo, que fizeram abrir na rocha. E, rolando uma grande pedra para a entrada do sepulturo, se retirou.
Vês aqui, que foi caindo a carne e sepultou a Cristo. Mesmo à volta do Porto do Sol, por isso, cerca das 6 da Tarta, foi quando Cristo foi enterrado. Vejam também, em Lucas 23, Lucas 23, 54.
Perdão, Lucas 23, 54.
Era o dia da preparação e começava o sábado. Vês aqui, era o dia da preparação e começava o sábado. Foi quando o subultaram, como lém no versículo 53.
Então, tenho agora uma outra pergunta. Se ele foi subultado, digamos assim, cerca das 6 da Tarta, caindo a Tarta, ou começando o sábado, então quando aquilo foi ressuscitado? Mateus 12, 40. Jesus Cristo dão sinal, com uma prova de que ele era messias. E o sinal dessa prova é que ele estaria subultado por um certo período de tempo. Vejemos aqui, Mateus 12, 40, que diz assim. Ele disse, começando no versículo 39, ele, porém, respondeu, uma geração máia do ultrapédio e um sinal, mas nenhum sinal será dado, senão o do profeta Jonas. Porque assim como esteve Jonas, três dias e três noites no ventro do grande peixe, assim o filho do homem estará três dias e três noites no coração da terra. Jesus Cristo vai estar enterrado por um período exato de três dias e três noites. No coração da terra foi subultado mesmo ao pôr do sol, ao volta do pôr do sol, que é indo a tarde. E, então, por isso foi subultado ao fim da quarta-feira, ao pôr do sol, por isso esteve subultado quarta-feira à noite e quinta-feira à noite e sexta, segundo dia, sexta-feira à noite e sábado, terceiro dia. Ao pôr do sol, ao fim do sábado, ele, então, foi ressuscitado. Digamos assim, cerca das seis da tarde, sábado ao pôr do sol.
E, por isso, no dia seguinte, de manhã cedo, no domingo, ele não estava na sepultura, já tinha sido ressuscitado. Já não estava lá. Vejam comigo se faz favor. É Mateus 28. Mateus 28.
Versículos 1 a 6 diz assim. No fim da tarde dos sábados, como devia ser sábado anual e do sábado semanal, ao entrar o primeiro dia da semana, isto é, dizíamos assim, o primeiro dia, isto seria então domingo de manhã, Maria Madalena e outra Maria foram ver o sepultro e acho que houve um grande remoto, porque com o anjo do Senhor, do seu do céu, chegou-se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela. O seu aspeto era como um rolâmpago e o soubesse de alva com uma neve e os guardas tremeram espavorizado e ficaram como se estivessem mortos. Mas o anjo dirigindo-se às mulheres disse, não tem mais, porque sei que buscar Jesus que foi crucificado. Ele não está aqui. Vejam, eu abri agora, tirei a pedra para vocês verem. Roussicitou. Como é que roussicitou? Roussicitou como tinha tito. Sim, como é que ele disse que ir rouscitar? Ele disse que ir rouscitar 36 horas, exatamente, depois de ter sido enterrado. Eu fui e aconteceu. Roussicitou como tinha dito. Vim de ver onde ele jazia, onde ele estava. Não está cá. Ele não está aqui. Já se foi. Já foi rouscitado. Mas, Jesus Cristo, neste domingo do manhã, tinha uma cerimónia oficial a fazer. Vejam como é que se faz favor em João capítulo 20, João capítulo 20, João capítulo 20, versículo 17. Diz assim.
E vosso Pai, para meu Deus, e vosso Deus.
Vê-se aqui que Jesus estava a dizer a ela, não me detenhas, não me atrasas. Que eu não posso estar atrasado. Tenho que estar presente a uma cerimónia importante que vai acontecer agora. Qual era esta cerimónia importante? Esta responsabilidade oficial, digamos assim, que ele tinha?
Vigemos, então, esta cerimónia descrita em Levíticos 23, Levítico capítulo 23. Vamos ler versículos 10 e 11. Levítico 23, 10 e 11.
23, 10 e 11. Diz assim.
Perdão, eu tirei números 23, eu não queria números 23, porque Levíticos 23. Levíticos 23, 10 e 11.
Diz assim. Diz-se mais o Sr. Amoisés, fala aos filhos de Israel e diz-lhes, quando entraram na terra, que vos dou, e se guardas a sua messe, então, tireis o molho das primícias da vossa messe ao sacerdote. Este palavra molho é um ómer, uma quantidade, uma quantia, digamos assim, desta sevada.
Versículo 11. Ele moverá o ómer, o molho, a sevada. Este ato de mover era um ato, digamos assim, de elevar, tirar esta sevada e elevar a sevada, ou o ómer, esta medida, uma certa quantidade, uma certa medida, poranto, o Sr. para que sejais aceitos. E vejamos assim. Como lemos aqui, o que se passa aqui é que esta, digamos assim, esta medida de sevada, medida que era um ómer, é um décimo de um F. Um F, digamos assim, era uma medida que, digamos assim, era o tamanho de um homem, por exemplo, se um homem de um certo tamanho, se me dizem isso, por exemplo, se fizesse uma pessoa dentro de um banho e a pessoa saísse do banho, depois entra-se no banho, aquela quantidade, espaço do homem seria o F. E o ómer era um décimo disso, como digamos assim, como um dízimo da medida do homem.
E, então, eleveria esse ómer que, então, quando eles cortavam ou sejavam esta sevada, esta sevada, então, era atada num grupo que simbolizava a sua catividade, a catividade de Cristo. Essa sevada era cortada ao pôr do sol, do dia anterior, tal como Jesus Cristo tinha sido ressuscitado ao pôr do sol. Então, esta seifa, então, depois de ser cortada, de acordo com Mishna, o Man of XIV, então era, digamos assim, era um cadinho dela, era queimada, e depois batia-o nela para tirar os grãos da sevada, sem os estragares, sem os esmigallar. E então punhão esta medida, depois de passarem por um passador, digamos assim, misturavam com óleo e com franquinsenso, e isto, então, tudo tinha um simbolismo, porque Jesus Cristo tinha sido batido, magoado, tinha sofrido, mas sem quebrar os ossos, o óleo representava o Espírito de Deus, que ele tinha sem medida, e o franquinsenso, o insenso, representava as orações dele. E então, esta medida era dada ao sacerdote, no dia seguinte, e então o sacerdote levantava esta medida, esta omer, esta medida da sevada, levantava para cima, apontando, digamos assim, para o céu, e que isto representava a responsabilidade oficial que Jesus Cristo tinha que fazer. Então, qual é o significado disto? O significado disto é que Jesus Cristo era apresentado a Deus Pai, e como diz assim, no versículo 11 de Levíticus 23, diz assim, este levantamento desta sevada do ómer, para Anteus Sr., era para que razão? Para que sejais aceitos, para que nós fôssemos aceitos. Sim, porque ele tinha morrido por nós, e agora ele era levantado nesta cerimônia, apresentando assim, a possibilidade de nós sermos aceitos no trono de Deus, porque o véu tinha sido rasgado, e então nós tínhamos, digamos assim, possibilidade, temos possibilidade, através das nossas orações, de irmos diretamente ao trono de Deus, e por isso somos aceitos, porque ele pagou por nós, e por isso foi, ou é, para nós, para que nós sejamos aceitos. Vigemos, então, em 1 Coríntios, capítulo 15. Vg. 20. 15. 20. Diz assim, mas, de facto, Cristo ressuscitou dentro os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem, sendo ele a tomar essa posição na nossa parte, a fazer isso por nossa parte, e por isso ele ficou como que as primícias para nós, e por isso ele é aceite por nós, a nossa parte. A partir desse ponto, em diante, era simplesmente só um período de tempo, até que nós fôssemos aceitos pelo Pai. Digamos assim, é como o assimento no chão, no terreno, quando é plantada, é só uma questão de tempo, até, através do crescimento, parece o assimento crescer e sair do terreno, para ser ceifada, para ser colheita. E por isso, quanto tempo seria que os cristãos seriam aceitos da mesma maneira? Quanto tempo depois? Vigemos, então, novamente, em Levíticos 23, Levíticos 23, onde estávamos há pouco, Levíticos 23, e vamos ler, então, versículos 15 a 17 e depois, 20.
Levíticos 15 a 17. Contareis para vós outros, desde o dia imediato ao sábado, desde o dia em que trouxermos, o molho da oferta movida, isto é, desde o dia que trouxeram esta, e levaram, esta, o mar da sevada, esta medida de sevada.
Contareis sete sábados, porque, como sabem, este levantamento da sevada foi feito no domingo, por isso, no dia 1, a primeira semana, e então, contareis sete sábados, isto é, sete semanas, depois disso, inteiras, sete a sete são 49 dias, serão completados, até o dia imediato ao sábado, à sétima semana, depois das sete semanas, mais um dia, isto é, o dia seguinte, por isso, sete a sete são 49, mais um dia, 49 mais um, faz 50, contareis 50 dias, então, trareis nova oferta de manjares ao Senhor. Dias vossas moradas trareis dois pães para serem movidos, para fazerem o mesmo oferta, movimento de oferta, para os elevarem, de duas dísimas de um efa, de ferinha serão. São dois dísimos, de um efa, de ferinha serão. Levedados se cozerão. Por isso, cada pão era feito de uma medida de dísimo da efa, que é o ómar, o ómar, a mesma medida, o dísimo da efa serão feitos. Levedados se cozerão. São cozinhados com fermento. São os primícios do Senhor ao Senhor. São dois pães com fermento simulizando que tinham pecado. Nós, os seres humanos, tínhamos pecado e são oferecidos através destas celebrações. São simplesmente dísimos, os primeiros a serem salvados, porque os outros virão depois. São os primeiros frutos. Os primeiros frutos são aceitas. 50 dias depois, Jesus Cristo ter ido ao céu para ser aceito por nós, para que nós sejamos aceitos. E, 50 dias depois, houve esta oferta dos dois pães.
E, por isso, depois desses 50 dias, sabemos que houve o Dia de Pentecostes. Vigemos, então, no novo testamento o que aconteceu. Primeiro, vamos começar a ler em João 4, versículo 35. João 4, 35.
João 4, 35, Jesus Cristo está assim a dizer e diz, Não dizeis vós que ainda há quatro meses até a seifa. Eu, porém, vos digo, erguei os olhos e vei dos campos, pois já branquejam para a seifa.
Quer dizer, as pessoas já estão prontas, algumas pessoas, para serem sefadas, os primícies. Já estão prontas. João 16, versículo 7, diz assim, Mas eu vos digo a verdade, convém que eu vá, porque se eu não for, o conselador não virá para vós outros. Se porém eu for, eu vou enviar-o. Por isso, Jesus Cristo indo e sendo a seite. Então nós seremos a seites, e quando somos a seite, através de dois pães, então Ele nos manda o conselador.
Fegemos, então, João 14, João 14, 26, que diz assim, Mas o conselador, o Espírito Santo a quem o Pai enviará em meu nome.
Esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito. Por isso, o Espírito Santo nos ensinará todas as coisas. Mas diz aqui, é que o Pai enviará em meu nome. Por quê? Porque, em nome de Jesus Cristo, Ele foi. Foi a seite para nós. Para nós seremos a seites. Depois, trouxe os dois pães, que representam a nós, de uma maneira ou de outra. Que somos a seites, que são as primeiras. Então diz que Ele nos enviará. Diz assim, o Pai enviará o Espírito Santo em meu nome. Então, em Atos 2, um pouco mais tarde, vemos que, em Atos 2, versículo 1 a 8, diz assim, há comprice o dia de Pentecostes, isto é, este, com taxa de 50. Estavam todos reunidos no mesmo lugar. Estavam no templo, de repente, veio do céu, um som, como de um vento impetuoso. Encheu-se toda a casa, isto é, o templo, onde estavam assentados. E apareceram distribuídas, entre eles línguas como de fogo, representando as línguas que as pessoas falavam. E todos ficaram cheios do Espírito Santo, representando, está claro, perdão, o Espírito Santo, representando o Espírito Santo. E passaram a falar em outras línguas. Deu-lhes então o sinal de línguas, foi sinal de línguas, que, segundo o Espírito, lhes concedia que falassem. Falavam, então, em outras línguas, e as pessoas entendiam. E, ver se aqui, em hora, estavam habitando em Jerússela, são espiadosos, todas as nações, e cada um os ouviu falar na sua própria língua. O Espírito Santo, então, foi dado, e então foi dado este símbolo das línguas para os mostrar, demonstrar que o Espírito Santo tinha dado, mas tinha sido dado nessa altura. Foi um simbolismo nessa altura para eles verem que, de facto, tinham sido dado o Espírito Santo. Agora, está aqui uma pergunta. Por que dois pães? O que é que eles representam? Vimos, em Leviticus, que eram dois pães. Por que dois e o que eles representam? Algumas coisas que podemos saber. Primeiro, tinham fermento. Segundo, tinham peso igual. Um dízimo da EFA, dois dízimos da EFA, cada um dízimo. E também eram os primeiros frutos. A primeira da seifa inicial, ao fim desse período, de 50 dias, que tinha... o pereno tinha... a sevada e o trigo tinha crescido, e então seifaram este produto da Terra. A razão que pergunta-se agora é, por que duas pães? Ora, certas pessoas pensam que talvez fosse representando o antigo testamento e o novo testamento. Sinceramente, queres irmãos, não sabemos a razão certa por que dois pães, o que representam exatamente. Sabemos que são os primeiros frutos, representam a nós, mas por que dois não sabemos certamente. Pode ser que tenha sido representando o antigo testamento e o novo testamento. Por exemplo, Iphésios capítulo 2, versículo 20. Iphésios capítulo 2, versículo 20.
Diz assim, ele ficado sobre o fundamento dos apóstolos e profetas. Isto é do novo testamento e antigo testamento, sendo ele mesmo Cristo a pedra angular. Por isso, representando, digamos assim, o fundamento dos apóstolos e dos profetas. Isto é do novo testamento e antigo testamento. Sim, podia ser esse simbolismo. Mas, por outro lado, podia ser outro simbolismo. Vigemos aqui o exemplo em Apocalipse capítulo 5, versículos 9 e 10. Apocalipse 5, 9 e 10 diz assim. E entoava um novo cântico dizendo digno é-se de tomar o livro e de abrir os celos porque foste morto. E o que o teu sangue compraste para Deus, os que precedem de toda a tribo, língua, polvinação e para o nosso Deus os constituísse reino e sacerdotes. Isto é reis e sacerdotes e reinarão sobre a terra. Isto é, pode estar a referir a dois grupos de pessoas que constituirão os primeiros frutos. Isto é reis e sacerdotes. Vejam outro exemplo aqui também. Apocalipse 19, versículo 16, diz assim. Tem no seu manto e na sua coxa um nome escrito rei dos reis e senhor dos senhores. E, por isso, está a falar rei, reis e senhor dos senhores. Isto é, sacerdotes. Por isso, poderia ser, ou, representando dois pães, poder representar os apostos e esprofetas, ou pode ser que representem duas funções dos primeiros frutos que serão reis e sacerdotes. Também é possível que signifique outro exemplo. É que seja que algumas pessoas são de Israelitas e outros são dos Gentios, porque ambos serão aceitos, os Israelitas e os Gentios. Vejam comigo, se faz favor, em Galatas capítulo 2, Galatas capítulo 2, versículo 7 a 8, que diz assim. Antes, pelo contrário, quando viram que o Evangelho da insurgencição não for adado, confiado, como a Pedro, o da sinconcição. Dois evangelhos que afetam dois grupos de pessoas que serão parte dos primeiros frutos. Outro exemplo, versículo 15, versículo 16.
Rumanos 15, versículo 16.
Rumanos 15, versículo 16. Diz assim. Para que eu seja ministro de Cristo Jesus, entre os Gentios no sagrado, em cargo de anunciar o Evangelho de Deus, de modo que a oferta de Deus seja aceitável, uma vez santificada pelo Espírito Santo. Porque, veja aqui que Paulo era ministro de Jesus, ou ministro de Cristo, entre os Gentios no sagrado, em cargo de anunciar o Evangelho, de modo que a oferta de Deus seja aceitável. A oferta dos Gentios seja aceitável. E, por isso, é possível que os dois Pães sejam a oferta dos Gentios, assim como a oferta dos Israelitas. O ponto aqui é que não sabemos de certeza, e, ao fim de contas, se representa a Fundação dos Apóstolos e dos Profetas, ou se representa as responsabilidades que teremos como os primeiros frutos de reis e sacerdotes. Se representa dos primeiros frutos, serão de Gentios e Israelitas, seja qual for. O importante é que os primeiros frutos são aceitáveis por ante-Deus. E isso é o que é importante. E, por isso, agora nós somos os primeiros frutos.
Vijamos, então, aqui em Romanos capítulo 8. Somos nós, agora, os primeiros frutos. Romanos capítulo 8, versículo 23. Vijamos aqui o que é que diz. E não somente a criação, mas também nós, que temos as primícias do Espírito. Igualmente, jamemos em nosso íntimo, aguardando a filiação de filhos, como a palavra deve ser traduzida e utísea. A filiação de filhos, vamos ser filhos mesmo, a redenção do nosso corpo. Estamos aguardando sermos filhos, mas, no entanto, temos as primícias do Espírito. Somos os primeiros que temos o Espírito.
Mas ainda não fomos os necessitados. Estamos aguardando a ressoreição para virmos a ser filhos e filhas de Deus. Estamos aguardando a redenção do nosso corpo. Isso ainda não aconteceu. Vijamos aqui em Tiago 1, versículo 17 e 18, que diz assim. Toda boa dívida e tudo bom, tudo dom perfeito, são lá do alto, descendo do Pai das Luces.
Toda boa dívida e tudo dom perfeito, sai lá do alto, sai do Deus Pai, desce a nós do Deus Pai, o Pai das Luces, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. Pois segundo o Seu querer, segundo a vontade de Deus, a vontade de Deus. Isto é, Ele fez a decisão, Ele nos gerou pela palavra da verdade. Ele, Deus Pai, nos gerou, como? Através do Espírito Santo, pela palavra da verdade, como?
Pelo verbo, a palavra é o verbo, da verdade, isto é, Jesus Cristo, para que fôssemos como que as primícias das Suas criaturas. Ainda não somos o que vamos ser na recebeição, mas seremos na recebeição as primícias das Suas criaturas. Vejamos também em Apocalipse capítulo 14, apocalipse capítulo 14, versículo 4, diz assim. Está a falar aqui dos 144 mil e diz assim, são estes que não se macularam com mulheres, isto é, com religião falsa, por São Castro, são estes os seguidores do cordeiro, são estes os primeiros frutos seguidores do cordeiro, por onde quer que ele vá, é como a esposa, vai sempre com o marido, onde o marido vá, a esposa vai com o marido, estão juntos, estão sempre a fazer coisas juntas, são os que foram redimidos dentro dos homens, sim, foram redimidos dentro dos homens, primícias para Deus e para o cordeiro, são os primeiros frutos, são as primícias.
E por isso, somos agora as primícias, sim, somos as primícias do Espírito, mas ainda vamos ser primícias literalmente quando formos ressuscitados, fomos gerados, mas ainda não fomos ressuscitados. E por isso, como vemos, o dia de pentecostes está ligado diretamente ao plano de salvação, através desta seifa, através desta, digamos assim, desta, como é que é de explicar?
Como é que é de explicar? Como desta colheita, colheita do sistema de agricultura, vemos que recebemos o Espírito Santo que isto está tudo ligado à páscoa, isto é o sacrifício de Jesus Cristo, vimos como está ligado através da contagem de 50 dias de quando ele foi aceito para nós depois de ser ressuscitado, por isso está tudo ligado à páscoa, à morte e ao sufrimento de Jesus Cristo e por isso depois à sua ressurreição e a Ele ser aceito. Está tudo ligado a Cristo. Mas agora é que somos os primícius do Espírito Santo, temos o Espírito Santo e por isso o que deve, o que é que o Espírito Santo deve fazer em nós?
No Espírito Santo, em nós deve-te dar este crescimento, crescimento na graça e no conhecimento de Deus, é o Espírito Santo que nos revela, que nos dá todo o conhecimento, que nos conduza à verdade e então vejamos aqui em Atos capítulo 1, vejamos simplesmente alguns pontos aqui acerca do que o Espírito Santo nos deve dar, Atos capítulo 1, versículo 8, que lhes diz assim, mas recebreeis poder ao docer, ao docer sobre vos o Espírito Santo.
O Espírito Santo nos dá poder, poder para compreender, poder para vencer, poder para, no termos graça, termos estes donos, donos do Espírito Santo, esta graça, estas frutas, que praticamos. Se o Espírito Santo tem um certo fruto, mas nós temos que dar frutos na maneira de viver, de como vivemos e como conduzimos com outras pessoas. E então, serei as minhas estemunhas, tanto em Jerússela, como em toda a Judéia Samária, até aos confins da Terra.
Vejamos também em Galatas capítulo 5, Galatas quinto capítulo, vejamos aqui o fruto que o Espírito Santo tem. Mas o fruto Espírito, versículo 22 e 23, é amor, alegria, paz, longa-minidade, benignidade, isto é gentileza, longa-minidade, uma atitude mild e ensinável e do mínimo próprio. E por isso, estas são partes do fruto que temos, das características que temos, e então, com estas características, produzimos outros frutos, outros frutos na nossa vida, fazemos resultados na nossa vida que ajudam as outras pessoas.
E também, além disso, em segundo Timótipo, em segundo Timótipo, Paulo aqui a dizer a Timótipo, disse que o Espírito de Deus, que Deus nos deu, diz assim, segundo Timótipo capítulo 1, versículo 7, porque Deus não nos tem dado o Espírito de Covardia, mas de poder, de amor e de muderação. Isto era uma mente sã, uma muderação mental, uma mente sã. E por isso, o Espírito de Deus dá-nos este poder para vencer, este poder para entender, para crescermos na Graça e no conhecimento do Senhor, este poder para nos dar amor e carinho de uns para os outros, e esta mente sã de muderação.
E por isso, queris irmãos, o plano de salvação de Deus é-nos revelado e lembrado pelos dias santos e pelos dias santos, que ao fim de contas são sábados, especificamente pelo sábado semanal, que aponta para a criação física, principalmente para a criação física, mas também, brevemente, indirecamente, digamos assim, para a criação espiritual. Como expliquei inicialmente. E, em segundo lugar, os sábados anuais dão um foco mais detalhado da criação espiritual. Nós, está claro, descrevemos brevemente o simbolismo e a contagem do dia de Pentecostes.
Não fomos a descrever os outros dias em mais detalhe, mas a razão, porque falei acerca de Pentecostes, é porque o dia de Pentecostes está à nossa esquina daqui a poucos dias. E, por isso, hoje vimos os significados destes dos dias santos, particularmente o dia de Pentecostes, como estão ligados às colheitas e, por isso, nos apontam para o plano de salvação.
Ao fim de contas, no final de tudo, vai estar tudo debaixo de Cristo, porque Cristo vai ter toda autoridade e, então, Ele vai entregar toda autoridade ao Pai. Como lém em 1 Coríntios 15, versículos 23 diz assim, Cada um porém, por sua própria ordem, Cristo, as primícias, depois os que são de Cristo na sua vinda, cada um na sua ordem.
Então, virá ao fim, quando Ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruir todo o Principado, bem como toda a Puigdá de Poder, porque, convém, que Ele reina até que haja posto todos os inimigos debaixo dos seus pés. E versículo 28, quando porém todas as coisas lhe tiverem sujeitas, então o próprio Filho também sujeitará àquilo que todas as coisas lhe sujeitou, isto é, ao Deus Pai, para que Deus, o Deus Pai, seja tudo em todos.
Queridos irmãos, por isso damos graças a Deus, por Ele nos dar este entendimento, mas também por Ele nos dar este grande plano de salvação, que é demonstrado a nós pelos dias santos do plano de Deus. Até a próxima, queridos irmãos, e quesióres, câmbro.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).