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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Campos, falando-vos da SinSaneti. Hoje em dia, todos nós sabemos bem o significado de usar um mapa. Todos nós tivemos o uso do mapa de estrada, e isso é muito comum entre todos nós. Mápias têm, de facto, existido há muitos anos. Por exemplo, os navegadores usaram mapas para ir à Índia, ou para atravessar o cabo da esperança, e também, por exemplo, para irem ao Brasil. Um mapa nos dá uma indicação do caminho a seguir para chegarmos a um certo destino.
Então, é possível que haja um mapa para os cristãos usarem, para chegarem ao seu destino final. Isto é a sua razão de viverem desta vida. Existe, então, um mapa que é bem determinado e que nos dá um senso de direção daqui até ao nosso futuro, à nossa razão de vivermos. E, quando Deus nos criou, então, Ele também nos deu um mapa com a nossa razão de vivermos, e de como seguirmos no caminho dessa salvação. Na verdade, queridos irmãos, as escrituras estão repletas de mapas, mapas que nos dão direções espirituais, e particularmente, um mapa que nos descreve claramente o plano de salvação de Deus. Mas, a maioria das regiões cristãs tem ignorado o mapa bíblico, que nos dá uma direção do caminho para a salvação, e, em vez de usarem o mapa de Deus, criaram um outro mapa com outros síngulos, e que os quais foram adotados de sinais pagãos. Por causa disto, os crentes cristãos, embora com muito boa intenções, têm enlido as direções incorretamente, porque estão a ler o mapa errado, e por isso estão desorientados e confusos no caminho da salvação. Por exemplo, embora Deus tenha dado o mapa na Bíblia, com a direção da nossa salvação pessoal, e também da salvação mundial, as regiões deste mundo têm repetidamente, desde tempos passados, mudados símbolos de Deus por símbolos pagãos. Eu estou a falar especificamente do mapa de Deus, dos seus dias de festas e dos seus dias santos. As regiões deste mundo mudaram os dias santos de Deus por dias pagãos, ou digamos assim, alteraram o significado destes dias, e assim o mundo está a seguir direções irradas no mapa. Um caso específico é que substituíram festas e dias santos, tais como o sábado, substituíram por outro dia, como pelo domingo, substituíram ou mudaram o significado do dia de páscoa do dia 14 do mês, para o domingo de páscoa, um significado diferente, e, por exemplo, trocaram, por exemplo, o dia das trombetas, ou a festa de tabrenáculos, por outros dias, como por exemplo, o dia de natal. Por isso, as pessoas estão desorientadas no caminho da salvação.
Tal como o profeta Daniel diz em Daniel 7, versículo 25, falando de um certo grupo de liderança que haverá e que falará palavras contra o altíssimo, que magoará os santos do altíssimo, e que cuidará em mudar os tempos e a lei. Ou digamos de outra maneira como está escrito na Bíblia e na Linguagem 2, que diz assim, procurará mudar a lei de Deus e os tempos das festas religiosas.
Eu, hoje queridos irmãos, vou demonstrar que o mundo futuro estava planeado desde o fundamento do mundo, tal como é demonstrado pelos dias de festas de Deus, e vou falar acerca destas festas de Deus até ao dia das trombetas, isto é até quando a última trombeta soar.
E por isso vamos começar quando Deus revelou aos Israelitas os seus dias de festa, e vamos começar a ler do Levíticos capítulo 23.
Perdão, e eu quero sugerir que mantenham um papelinho aqui em Levíticos capítulo 23, porque vamos voltar a este capítulo frequentemente.
Vamos começar a ler no versículo 1, disse o Senhor Amoisés, 23.1, que Levítico, fala aos filhos de Israel e diz-lhes, as festas fixas do Senhor, que proclamareis, serão santas convocações, são estas as minhas festas.
Diz aqui, em certos dias do ano, festas fixas são de Deus, são as minhas festas, são as festas do Senhor. Não são as festas dos judeus, não são as festas dos Israelitas, não são as festas dos cristãos, são as festas de Deus.
Então, no versículo 3, descreve a primeira festa, que é uma festa semanal, que é o sábado semanal, que é em memória da criação do homem, mas também é uma memória semanal do descanso que teremos, quando o reino da Deus reinar na terra. E depois, continuando no versículo 4, diz assim, são estas as festas fixas do Senhor.
Isto é, estas são as festas anuais, que são fixas no seu tempo determinado, no seu tempo correto, na sua altura correta do ano.
E diz assim, as santas convocações, não só são as festas, mas também são dias santos, que proclamaréis no seu tempo determinado.
Por isso temos as festas e temos as santas convocações. As festas de Deus, por isso, têm um grande simbolismo, porque são aniversários de nos lembrarmos de pontos importantes, ou de acontecimentos importantes, no plano de salvação de Deus.
Certas coisas, nestas festas, são lembranças de acontecimentos que aconteceram no passado.
Outras coisas, nestas festas, são lembranças, ou sombras, de coisas que ainda vão acontecer no futuro.
Mas um dia, além disso, serão lembranças de coisas completamente passadas, porque há de vir um dia que essas coisas venham a acontecer.
As festas de Deus, por isso, são basicamente divididas em dois grupos. O primeiro grupo, que é a cobre a nossa salvação individual, e que são festas ou dia-santos, que são lembranças de coisas do passado que já aconteceram. O segundo grupo, é a salvação do mundo, isto é, das nações todas, e que são, hoje em dia, sombras, de que vai acontecer no futuro.
Por isso, o primeiro grupo está ligado à primeira vinda de Jesus Cristo, isto é, está ligado à sua missão de perdoar os nossos pecados individualmente e pessoalmente, perdoar-nos de graça quando nos arrependemos, e por isso, quando, após o arrependimento, somos batizados, e, então, de Ele nos dar o Seu Espírito para nos ajudar a obtecer a Deus. Isto é a primeira parte do plano de Deus, que é um sinal de intervenção de Jesus Cristo durante a sua primeira vinda, que é a nossa salvação individual.
Isto é a missão de Jesus.
O segundo grupo de festas estão ligados à segunda vinda de Jesus Cristo para salvar e jogar o mundo inteiro, para governar o mundo inteiro.
E, por isso, vem para intervir a uma certa altura de uma maneira tal que não haja um fim do mundo, porque, se o mundo continuasse como está, teríamos, então, um fim do mundo, porque nós, a humanidade, destruiríamos o mundo todo.
E, por isso, este segundo grupo de festas, que hoje em dia ainda é do futuro, que são sombras do futuro, são parte da salvação mundial, do mundo inteiro, e isto, então, é a missão da segunda vinda de Cristo, é a missão de Cristo. Isto é a missão do Messias.
Por isso, estas festas de Deus foram dadas bem antes da primeira vinda de Jesus Cristo, como vemos aqui, foi em Levíticos 23, foi dado muito antes da primeira vinda de Jesus Cristo, o que demonstra que o zenevicado dos dias das festas estava bem planeado para representar o plano de Deus para a humanidade.
Assim, o primeiro grupo de dias de festas anuais começa com o dia da Páscoa. Vejam aqui em Levíticos 23, versículo 5.
No primeiro mês, aos 14 do mês, isto é, no dia 14 do mês, estamos a falar da Páscoa do dia 14. Ao 14 do mês, no Crepusculo da Tarde, é a Páscoa do Senhor.
Como veem, a Páscoa é no dia 14. Não é no dia 15. Não é no dia 16. Não é em qualquer outro. É no dia 14. Ao 14 do mês.
Ao Crepusculo da Tarde, imediatamente que temos o Crepusculo, isto é, imediatamente após o Pôr do Sol, quando ainda há uma certa luz depois do Sol, antes de escorcer.
Então, é o começo de dia, do dia 14. Então, é o começo da Páscoa.
Este dia foi o dia em que os Israelitas da Antiguidade mataram o Cordeiro ao Crepusculo.
Isto é, imediatamente após o Pôr do Sol, mas ainda antes de escorcer, mataram o Cordeiro.
Então, depois de matarem o Cordeiro, observaram a Páscoa, comeram esta refeição nesta mesma noite.
E, então, à meia-noite, o anjo da morte veio por cima deles e passou por cima da casa deles, porque tinham usado o sangue deste Cordeiro e tinham pintado as portas das casas deles e, por isso, o anjo da morte passou por cima da casa deles.
Vejam, se faça favor, mantenham, então, um papelinho em Levíticus 23, porque vamos voltar a ir daqui a pouco.
Estamos a falar aqui do dia 14 e vejam, então, em Exodus, Exodus capítulo 12. Vamos ver, então, uns pontos aqui quando o dia da Páscoa foi instituído aos israelitas, em Exodus capítulo 12, versículo 6 e 7.
Versículo 6 e 7 diz assim.
E o Guardareis, isto é, guardam esse Cordeiro até o décimo quarto dia deste mês, do primeiro mês, como lemos.
E todo o Ajuntamento da Congressão de Israel o imulará no Cropúsculo da Tarde. E, depois da tarde, isto é, imediatamente após o Porto Sol, quando há este luz que fusco, digamos assim, depois do Porto Sol, então, matam esse Cordeiro. Tomarão do sangue o porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que o comerem.
Fazem isso depois de matarem, ao fim de terem mentado isto.
E, então, é, no dia 14 deste mês, pouco depois do Porto Sol.
Diz assim, naquela noite, comerão a carne assada no fogo.
Naquela noite, quer dizer, fazem isso, e naquela noite, estamos a falar, do dia 14.
E, então, continua no versículo 11, diz assim, desta maneira, como reis, lomos cingidos, sandálios nos pés, cajados na mão, como loeis, a pressa, é a páscoa.
Do Senhor.
Porque, naquela noite, versículo 12, passarei pela terra do Egito, e friarei, na terra do Egito, todos os primogéretes, desde os homens até os animais, e executarei juízo sobre os deuses do Egito.
Eu sou o Senhor.
O sangue será por sinal nas casas, entre estiverdes, quando eu ouvir o sangue, passarei por cima de vós, passarei por vós. Isto é o sinal da páscoa, da péssarra, é, possivelmente, passar por cima de vós.
É o simbólico de Jesus e de Deus, perdoar os nossos pecados, passar por cima de nós, fechar os olhos, passar por cima de nós, perdoar os nossos pecados, e deixar-nos viver, para não morrermos, porque perdão-nos os nossos pecados.
Como veem, isto foi no dia 14 do 1º mês do calendário sagrado.
Vejam, então, no versículo 29.
Aconteceu que, à meia-noite, feriu-se-nhor todos os primogênitos na terra do Egito, à meia-noite, ainda, do dia 14. Assim, este dia de festa é uma memória a este passo no plano de Deus, que este cordeiro significa Jesus Cristo a morrer por nós, também, no dia 14.
Vejam este acontecimento representado por Jesus Cristo.
Vejam, então, aqui, em Lucas, versículo 22.
Porque este cordeiro simplesmente representava Jesus Cristo. E vamos ver isto, então, como Jesus Cristo cumpriu esta, digamos assim, uma profecia do acontecimento dos Israelitas, simplesmente apontava isto ao acontecimento do futuro. Nesta altura era no futuro, quando Jesus Cristo viaça à terra e, então, na primeira vinda, e morresse por nós, como o cordeiro, o nosso cordeiro.
Vejam, então, Lucas 22, versículo 14, a 17.
Chegada a hora.
Chegada a hora. Foi a hora correta. Está claro, não só a hora correta, mas no dia correto.
Isto é a hora exata, ao momento correto. Isto é quando, no dia 14, era a páscoa do Senhor. Chegada a hora. Poste Jesus à mesa e comê-lo nos apóstolos.
E disse-lhes, tenho desejado ansiosamente comer com vosco esta páscoa. Jesus Cristo comeu a páscoa.
Não foi outra refeição qualquer. Foi a páscoa do Senhor. Comeu a páscoa quando? Chegada a hora correta.
Após o crux púsculo da tarde, mataram o cordeiro e ele sentou-se à mesa e comeram a páscoa tal como tinha sido comandados ou instruídos.
Pois vos digo, esse fez isso antes do sofrimento.
Pois vos digo, que nunca mais acumorei até que se cumpra no reino de Deus.
E tomando o calço, a venda de graças recebei e parti entre vós.
Então está a demonstrar a beber o vinho, tomar o pão e como dou os símbolos da páscoa na nova aliança. Mas Jesus Cristo fez isso na hora certa.
Foi nessa noite que foi traído. Foi na noite do dia 14.
Foi durante, então, foi traído nessa noite e durante a parte do dia, também do dia 14, porque lembrem-se que o dia, da maneira que Deus conta, é de Porto Sol a Porto Sol. Por isso, o dia 14 começa com o Porto Sol, começa a noite primeiro e depois é o dia.
A parte do dia é ainda o dia 14 até o próximo Porto Sol.
Jesus Cristo é o nosso cordeiro pascal.
Ele morreu nesse mesmo dia. No dia certo, no dia 14. Ele sebrou a páscoa, sim, porque ele diz, lembrem-se que o desejamento de comer era esta páscoa com o vosco.
E, imediatamente, após o cruxepúsculo. Sebrou a páscoa no dia 14.
Nessa noite foi traído.
Vejam comigo, se faz favor, em um coríntios, primeiro livro de coríntios.
Primeiro livro de coríntios.
Capítulo 11.
Primeiro livro de coríntios. Capítulo 11.
Versículo 23 e 24.
Porque eu recebi do Senhor, está a dizer, Paulo, aqui, aos coríntios, o que também vos entreguei, que o Senhor Jesus na noite em que foi traído, tomou o pão. Isso foi durante a páscoa. Ele estava a comer a páscoa, como lemos, em Lucas 22.
E, por isso, foi nessa noite, tem que ter traído, comendo o pão.
E, dando graças, o Partiu e disse, este é o meu corpo, que é darte por mim, fazei isto em memória de mim.
E, por isso, precisamos de fazer, na mesma altura, que ele fez e ele fez na noite do dia 14, após o Porto Sol.
E, após o início do dia 14.
Por isso, a páscoa, queridos irmãos, é uma festa para nos lembrarmos da morte de Jesus Cristo.
Do sacrifício, do preço que ele pagou para nos resgatar da nossa pena da morte interna. Tendo pago pelo seu sofrimento e morte, os nossos pecados, em vez de nós.
Isto tinha sido planeado desde o início, desde a Fundação do Mundo.
E, queridos irmãos, como vêem, está tudo muito bem escrito, muito bem planeado.
Está tudo a correr de acordo com os planos de Deus.
Por isso, até Jesus Cristo disse, na hora certa, ele o fez, ele o sentou, se comeu.
Está tudo exatamente como planeado. Não há nada desencaminhado aqui.
E, por isso, queridos irmãos, nós não devemos de outro sópicecer.
Assim, não devemos de celebrar a páscoa, por exemplo, num domingo.
Pois, não foi assim o mandamento. Não estamos a celebrar a páscoa para celebrar a ressurreição de Jesus Cristo.
Porque, estamos aqui a celebrar a páscoa para anunciarmos a morte do Senhor, como vêem, em 1 Coríntios 11, versículo 26.
Porque diz, porque todas as vezes, comezes de pão em beber do calas, anunciais a morte do Senhor, até que Ele o venha. O venha, por isso, a páscoa do dia 14, é para anunciar a morte do Senhor.
Isto é o mandamento.
Mas, as igrejas cristãs, hoje em dia, muitas delas, observam a páscoa num domingo.
E dizem que fazem isso para lembrar da ressurreição do Senhor. Mas não é essa a razão que está aqui escrito para observarmos a páscoa.
Estamos a observar a páscoa para anunciar a morte do Senhor, para o fazermos na hora exata, no dia 14 do mês.
Por isso, não devemos de fazer no domingo, não devemos de fazer no dia 15 do mês, mas sim, no dia 14 do mês. Isto, então, representa sermos perdoados.
Está claro, somos perdoados quando nos arrependemos.
O sacrifício de Jesus Cristo perdou os nossos pecados, se e quando nos arrependemos.
O nosso comprimiço que nós fazemos durante o batismo, é um comprimiço, é uma promessa que fazemos, que nos arrependemos.
E por isso, somos batizados, que simbolicamente é a morte do nosso homem velho, sendo enterrado na água. E o começo de uma vida nova, quando saímos da água, porque se ficássemos debaixo da água, está claro, morreríamos.
Mas, saímos dessa água, isto é simbolicamente, para começar uma vida nova, para nos revestirmos de uma roupa nova espiritual, e estamos a roupa branca, sem pecado, e por isso temos que agora obtecer.
Fomos perdoados, sim, de graça, na condição de nos arrependermos, e agora temos que cumprir essa promessa que fizemos, esse comprimiço, que fizemos durante o batismo. Isto é uma promessa que fizemos, e, como por isso, começamos a viver uma vida nova e completamente sem pecado.
Por isso somos batizados, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, isto é para a família de Deus, em nome de Jesus Cristo. E, então, após a páscoa, chegamos à festa que é imediatamente após a páscoa, que é no dia seguinte ao dia 14, isto é no dia 15, e vejam, então, voltando a Levíticos 23, versículo 6. Levítico 23, versículo 6, diz assim, e, ao 15 deste mês, é a festa dos paisásmos do Senhor, sete dias com o rães paisásmos. E agora temos aqui a segunda festa. A primeira festa foi a festa da páscoa, ao 14 do mês.
Esta festa do dia 14 do mês não é um dia santificado, não é um dia sábado. Mas agora temos a segunda festa, que é a festa dos paisásmos do Senhor, que é uma festa por sete dias.
No primeiro dia desta festa, terei-se uma santa convocação, e nenhuma obra servi-lo farás. O primeiro dia dos paisásmos é um dia santo, isto é, é um dia de descanso, é um sábado anual.
Mas sete dias como o reis oferta queimada ao Senhor, ou perdão, ofereceréis oferta queimada, ao sétimo dia haverá santa convocação, nenhuma obra servi-lo farás. Ao sétimo dia, então, há um outro sábado. Por isso, durante a segunda festa, que é a festa dos paisásmos por sete dias, nesta segunda festa dos asmos, então temos dois sábados anuais, o sábado no primeiro dia da festa dos paisásmos e o sábado anual no último dia, no sétimo dia dos paisásmos.
A festa dos asmos por sete dias representa o nosso compromisso completo, depois de aceitarmos a sacrifício de Jesus Cristo e de sermos ou testarmos completamente arrependidos, e, então, representa, como disse o nosso compromisso completo, de parar de pecar. Isto é, de viver uma vida nova sem pecado. Os asmos, simbolicamente, é pão sem fermento, e o fermento representa, simbolicamente, durante este período, tirarmos o pecado da nossa vida. Como veem, tudo foi muito bem planeado e marcado pelas festas de Deus. Agora, vigemos outro ponto importante, em quando estamos a falar dos dias dos asmos, um ponto importante durante os dias dos asmos, que nos liga à terceira festa, e vamos, então, ver como os dias dos asmos estão diretamente ligados à terceira festa. Vigemos assim. No dia imediato, ao sábado-semanal, durante os pés asmos, isto é, no domingo, durante os sete dias dos pés asmos, existe uma cerimônex, que é chamada a cerimônia do movimento do molho de sevada.
Isto significava que, neste dia trabalho iam ao campo, sefavam o molho das primícias de sevada e traziam este molho ao sacerdote. Este molho, então, era para ser movido pelo sacerdote numa cerimônia oficial, digamos assim, perante Deus. Vejam isto, então, em Levíticos 23, versículos 10 a 12. Levítico 23, versículo 10. Fala aos filhos de Israel e diz-lhes, Quando entraras na terra, que vos dou, e segaras a sua messe, então traz o molho das primícias da vossa messe ao sacerdote. E este movirá o molho, isto é, o molho de sevada, perante o Senhor para que sejais aceitos, no dia imediato ao sábado. Isto é o sábado de semana, durante os dias dos ágemos. O sacerdote movirá. No dia em que mover-se o molho, ofereceis também um certo sacrifício de um ano em holocausto ao Senhor. Por isso, estamos aqui a falar aqui de um dia, que é uma cerimória neste primeiro dia de trabalho, que representava Jesus Cristo depois de ter sido ressuscitado, sendo apresentado ao Deus-Pai, para começar a sua obra como o primogênito de toda a criação. Notem, este dia não é o dia das primícias. Em nenhum sítio se chama, a este dia, este primeiro dia da semana, durante os dias dos ágemos, em nenhum sítio na Bíblia se chama este dia o dia as primícias. Também não devemos te chamar. Embora alguns bíblios tenham escrito e as primícias não é o dia das primícias, como vamos ver um pouco mais tarde. Mas, também não devemos te chamar este dia, o dia após o sábado, o dia imediato ao sábado, isto é, hoje em dia, na nossa linguagem, ao domingo, durante os países dos ágemos, não devemos te chamar este dia, por exemplo, um sábado especial. Não, não é um sábado especial, pois simplesmente é o dia após o sábado de semanal.
É simplesmente o primeiro dia de trabalho, em que o molho de sevada era movido, que simbólicamente representava Jesus Cristo a ser oficialmente, ou digamos assim, serimonialmente, a ser apresentado a Deus, como o sumo subsardote. Isto é, para ser o nosso advogado de defesa, quando somos acusados por Satanás, por antotrônio de Deus. Vigemos isto, vigemos, então, este acontecimento na semana em que Jesus Cristo morreu. Para vos ajudar, talvez, abram um calendáriozinho com os dias de semana, e então vejam num calendário dos dias de semana para verem bem isto, porque eu vou explicar muito claramente. Jesus Cristo se lebrou à Páscoa, antes de morrer, como vimos há pouco, no mesmo ano que foi traído isto é, no dia 14, após o pôr do sol, que na semana em que ele morreu, era uma terça-feira à noite. Por isso, terça-feira à noite, após o pôr do sol, ele observou a Páscoa, ele então mudou os símbolos para a Páscoa do Novo Destamento, do Pão e do Vinho, e nessa mesma altura, também nós, somos instruídos a observar a Páscoa, também, no dia 14. Após, durante essa noite que foi traído e durante a manhã, teve várias acusações e sofreu. E então, mais tarde, digamos assim, foi posto no Madeiro, ou na Cruz, foi posto no Madeiro, onde Jesus Cristo morreu, nesse mesmo dia, o dia da Páscoa, antes do próximo pôr do sol. Ainda, então, ainda era o dia 14, quarta-feira, durante a parte do dia, lá, para as três horas, digamos assim, da tarde, então, ele morreu, que, como disse, então, seria uma quarta-feira à tarde. Foi enterrado, talvez, digamos assim, umas duas horas depois, ou algo assim, talvez lá para as cinco, ou seis da tarde, ou pouco, antes do pôr do sol. Vejam aqui se faz favor, em Marcos, então mantenham essa marcação, em Leviticus 23, provavelmente, voltar aí daqui a pouco, mas vejamos, então, em Marcos, capítulo 15. Marcos, capítulo 15, versículos 42 a 47.
Ok, era tarde, por ser o dia da preparação, isto é, a Véspera, do sábado anual, porque era o dia de Páscaro, o dia 14, o dia 15 do mês era um dia santificado, por isso era um dia sábado, sábado anual, que, neste, nesta semana, em que Jesus Cristo morreu, era, então, uma, ao fim do pôr do sol, aproximando-se da quinta-feira.
Vindo José da Aramateia, por isso ainda era antes, na Véspera deste dia, dessa quinta-feira, por isso era ainda na quarta-feira, à tarde, antes do pôr do sol, porque o sábado anual comeceia, então, ao pôr do sol, que seria o dia 15 do mês. Vindo José da Aramateia, versículo 43, ilustre o membro do Sinéadrio, que também esperava o reino de Deus, dirigiu-se, dirigiu-se, resolutamente, a Pilates, e pediu o corpo de Jesus Cristo. Mas Pilates admirou-se, que ele já tivesse morrido, porque, geralmente, esta morte era muito dolorosa e demorava tempo. E, tendo chamado o Centurião, perguntou-lhe se havia muito que morrer.
Já morreu, Jesus Cristo, e o Centurião, é uma pessoa que tinha tendo responsabilidade de vários destes sacrifícios, destas pessoas terem portas, postas no Madeiro ou na Cruz, sabia muito bem que uma pessoa tinha morrido ou não, por isso, sabia que eles, Jesus Cristo, tinham morrido. E, por isso, versículo 45, a posse de certificar-se pela informação do comandante, Pilatos, então, cedeu o corpo a José. E, então, José, este, baixando o corpo da Cruz, ou do Madeiro, em grego, a Shtoros, que significa Madeiro, envolveu o corpo num sol que comprasse, e o despecitou em um túmulo, que tinha sido aberto numa rocha e rolou uma pedra para a entrada do túmulo. Isto foi ainda antes do Porto Sol, algumas horas depois dele ter morrido, mas antes do Porto Sol, ainda antes do sábado anual. Ora, Maria Madalena e Maria, Mãe de José, observaram onde ele foi posto.
Por isso, isto foi feito ao fim da tarde da quarta-feira. Na quinta-feira, então, foi o primeiro dia dos asmos, um sábado anual, isto é o primeiro dia em que Jesus Cristo estava morto.
Na sexta-feira, foi o segundo dia de Jesus Cristo estar morto, então as senhoras, depois do sábado anual, foram então comprar os olhos para prepararem os aromas e os pálsamos para pôr no corpo de Jesus Cristo.
Vejam aqui, em capítulo 16, versículo 1, de Marcos 16, versículo 1, passado o sábado, isto é, passado o sábado anual, que tinha sido numa quinta-feira.
Por isso, então, era na sexta-feira, Maria Madalena e Maria Mãe de Tiago e Salomar compraram aromas para ir em Baça Málvo. Isto é na sexta-feira, após o sábado anual.
Então, na sexta-feira, compraram aromas para irem em Baça Málvo.
E então, prepararam, compraram esses aromas e então prepararam os aromas. Vejam comigo, se faça a vôr, em Lucas 23. Lucas 23, versículo 56.
Lucas 23, versículo 56. Então, se retiraram para preparar os aromas e os bálsicos. Sim, fizeram isso, então, na sexta-feira. Compraram-nos e depois, nos comprarem, prepararam os aromas e os bálsicos. E, então, depois, nos prepararem no sábado descansaram. Isto, então, era no sábado semanal. Depois da sexta-feira, passaram a sexta-feira a comprar e a preparar essas coisas. Então, prepararam-se ao sábado e descansaram o sábado semanal. Segundo o mandamento.
E, então, esse sábado semanal foi o terceiro dia depois de Jesus Cristo morrer. Porque o primeiro dia depois de Jesus Cristo morrer foi na quinta-feira. O segundo dia depois de Jesus Cristo morrer foi na sexta-feira, quando elas compraram essas coisas. E, então, o terceiro dia foi o sábado semanal, que então descansaram. Ao fim do sábado, isto é, três dias e três noites, depois de Jesus Cristo ter sido sepultado, Jesus Cristo ressuscitou. Isto é, ao fim do sábado, pouco antes do pôr-do-sol do sábado, isto é, no terceiro dia, depois de morrer. E, então, o sábado semanal, como profetizado. Tudo muito bem, planiadinho. Tudo exatamente tal como tinha sido escrito. Jesus Cristo tinha dito que o sinal de que ele era o messias era o sinal de Jonas, de que estaria enterrado e que ele estaria enterrado por três dias e três noites. Vejam comigo, se faz favor, em Mateus capítulo 12. Mateus capítulo 12, versículo 39 e 40. Mateus 12, 39 e 40. Dizem sim. Então, porém, respondeu. Uma geração má e adulta pede um sinal, mas nenhum sinal será dado esta geração, senão o do profeta Jonas. Porque, assim como esteve Jonas, três dias e três noites no vento do grande peixe, assim o filho do homem, Jesus Cristo, estará três dias e três noites no coração da terra, no sepulcro estará três dias e três noites enterrados, mortos, enterrado.
E assim, Jesus Cristo, ressuscitou no sábado, pouco depois, pouco antes do pôr do sol, para dar um pouco antes do pôr do sol, no terceiro dia depois de morrer. Primeiro dia depois de morrer foi a quinta-feira, que era um sábado anual, o segundo dia depois de morrer foi a sexta-feira, e o terceiro dia depois de morrer foi o sábado, o sábado semanal.
E por isso, então, continuando a ler em Lucas 24, Lucas 24, Lucas 24, versículo 1 a 3.
Mas no primeiro dia-semana, isto é, no domingo, alta madrugada, bem cedo, foram elas ao túmulo, levando-os aromas que haviam preparado, tinham preparado-me a sexta-feira. Já estavam prontos, então, no domingo, foram ao túmulo, e encontraram a pedra removida do spúlcro.
Mas ao entrarem, não acharam o corpo de Jesus Cristo. Por quê? Porque tinha recido-se reciclado ao sábado, pouco antes do Porto Sol. Por isso, já não estava lá, quando foram lá ao domingo do meio.
Vejam, então, um ponto importante neste domingo, quando elas foram ao spúlcro, um ponto importante, este domingo que era, então, um domingo durante os dias dos Pães Asbos.
Quando Jesus Cristo aparece, Maria Madalena, vejam em João versículo 20. Ah, portão, João capítulo 20 versículo 15 a 17.
João 20 versículo 15 a 17. Perguntou-lhe Jesus, mulher, porque choras. A quem procuras? Ela supondo, ou ele, ser ele o jardiner, respondeu-se-nhor, se tu tiraste, diz-me onde tu poseste, ou, levarei. E disse-lhe Jesus Maria. Então, ela voltou-se, ela voltou-se, disse, em Hebraico. Rabonim, que quer dizer Mestre, então, reconheceu este, este, a maneira que Jesus Cristo falou. Vê-se assim, reconheceu. E recomendou-lhe Jesus, não me detenhas, porque ainda não subi para o meu Pai, mas vai ter com os meus irmãos. E diz-lhes, subo para o meu Pai e vosso Pai, para o meu Deus e vosso Deus. Não me detenhas, não me demoras, porque tenho que fazer uma missão importante, ao mesmo tempo, que o sacerdote tinha apanhado a sevada e estava a apresentar o molho da sevada, ceremonialmente, neste domingo, após o sábado, a apresentar o molho da sevada, Jesus Cristo, à mesma altura. Exatamente.
A mesma altura, no tempo exato. Ele, então, apresentou-se. Foi ao céu. Vejam conosco, se faz favor, em Levíticos 23, versículo 12. No dia em que moveres o molho, exatamente a mesma altura. Exatamente a mesma hora que o sacerdote estava a fazer isso, então Jesus Cristo, exatamente neste momento, saiu da Maria Madalena, do perto da Madalena, reconteceu que a hora era correta agora e disse, bem, tenho que fazer a cerimónia oficial, e então foi a uma velocidade, não supersónica, mas uma velocidade, como a velocidade do pensamento, imediatamente, foi ao céu. Esteve no céu. Para ser oficialmente ou cerimoniaalmente apresentado, a Deus-Pai subiu ao Deus-Pai, como lemos que ele disse, subo para o meu Pai e vosso Pai, para o meu Deus e vosso Deus. Então ele, daí imediatamente, vive e ficou a ser o nosso sumo sacerdote, isto é o nosso advogado de feza, para nos defender quando somos acusados por Satanás, e é o que Jesus Cristo está a fazer hoje em dia, no céu, o nosso advogado de feza, o nosso sumo sacerdote, a intervir por nós. Como vemos, Jesus Cristo subiu ao céu, ao trono de Deus, para ser apresentado como sumo sacerdote interno, e mais tarde, voltou à Terra. Vejam comigo se faz favor em João capítulo 20, onde estávamos há pouco. Estamos a ler aqui, vamos ler aqui no versículo 17, onde ele disse, João 20, versículo 17, ainda não subi para o meu pai, mas vai com os meus irmãos e diz-lhe, subo para o meu pai, o vosso pai, para o meu Deus e o meu vosso Deus, e os nomes de tenhos, nomes de mortos, porque tenho que subir, vou subir agora. Então, saiu Maria Madalena, anunciando aos discípulos, viu o Senhor e contava o que Ele lhe dissera estas coisas. Versículo 19, ao cair de tarde, aquele mesmo dia, o primeiro dia e da semana, isto ainda no domingo, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo de Deus, veio Jesus, posto-se no meio deles e diz, Paz, seja convozco, ele já tinha ido ao céu, voltou do céu a uma velocidade do pensamento, digamos assim, e dizendo, isto lhes mostrou as mãos e o lado, e está claro, tocaram-lhe e tudo, já tinha voltado, ele agraram-se portanto os discípulos ao ver o Senhor e disse, depois, Jesus, outra vez, Paz, seja convozco, assim como o Paz me enviou, e eu também vos envio. Vem que Jesus Cristo veio, e no versículo 22 diz assim, vende disto e diz-te, o Prósobre a eles diz, recebei o Espírito Santo, mas ainda não recebeu o Espírito Santo, era simbólico, tinham que esperar ainda até ele enviar o Espírito Santo para eles.
E, por isso, tiveram, a partir deste momento, do movimento do molho, tiveram que esperar 50 dias. Vejam-se, faça-vô-ra. Em Levíticos 23, versículo 15 a 17. Levítico 23, versículo 15, diz assim, 3 para vós outros, desde o dia imediato ao sábado, desde o dia em que trouxer o molho da oferta movida, sete semanas inteiras, ou sete sábados. Vem aqui um caso em que a palavra sábado, também significa semanas, ou sete semanas, ou sete sábados inteiros completados. Até o dia imediato, ao sétimo sábado, à sétima semana, contarei-se 50 dias.
Então, trarei-se uma nova oferta de manjares ao Senhor. Todas vossas moradas trarei-se dois pães para ser movidos. De duas dízimas de uma efa de farinha serão levadas e que os serão, são as primícias ao Senhor. Isto é, 50 dias a partir do movimento do molho precisam de contar 50 dias.
50 dias depois é o que se chama, no novo testamento, o dia de pente costes. Pente costes, quer dizer, contar 50. Pente é 50. No outro sítio, chama-se o dia das semanas, porque dão contar sete semanas inteiras. Isto é o dia das primícias. Este, então, é o dia das primícias. 50 dias depois, exatamente, de Jesus Cristo ter sido apresentado. Isto é do movimento do molho. Então, é o dia de pente costes.
É um dia santo. Vejam, se faz chavor, Levíticos 23, 21. Diz assim, Levíticos 23, 21. No mesmo dia, se proclamará que terei santa convocação. Nenhum homem se revirfará-se. Isto é tudo propeto em todas as moradas, pelas vossas gerações. Isto é o dia de pente costes, ou o dia das semanas, ou o dia das primícias. Este é o dia das primícias. Este é o dia muito significante, o dia de pente costes. Este é a terceira das festas do plano de Deus, ou digamos, o terceiro dia santo. Isto é o dia de pente costes, do plano de Deus santo anual.
Vejam, então, o que o Míngs faz favor em Atos. Atos capítulo 1. Atos capítulo 1. Atos capítulo 1. Atos capítulo 1. Vamos ver a começar no versículo 4. E comendo com elas, isto é, Jesus Cristo estava a comer com elas, depois de se ter sido ressuscitados, os Cristo estava a falar com os apóstolos, conviveu com alguns dias com os apóstolos, por cerca de 40 dias, e comendo com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai.
Qual era a promessa do Pai? A promessa de que receberiam o Espírito de Deus. A qual, disse-lhe, de mim ao visto? E até ele disse a sua própria, eles recebam o Espírito de Deus, mas tinham que esperar para receber o Espírito de Deus, até o dia de Pentecostes. Porque João, na verdade, batizou com água, mas vós, versículo 5, serei esbatizado com o Espírito Santo, não muito depois destes dias, tinham que esperar até o dia de Pentecostes. Então, os que estavam reunidos lhe perguntaram-se-não, será-lhe-este o tempo em que restaures o reino israel?
Será-lhe-este o tempo em que vais vir pela segunda vez, vai ser-o-mesias? E respondeu-lhe-eles, versículo 7. Não vos compete-o-conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade. Não sabemos quando vai ser a segunda vinda de Jesus Cristo, exatamente, não sabemos a hora ou dia, isto é, tempos ou épocas, porque o Pai reservou isso a autoridade exclusiva do Pai. Por isso não tem que pensar quantos dias ou quantos anos falta até a vinda de Jesus Cristo, é breve, temos que estar pronto sempre, mas é uma autoridade exclusiva do Pai para saber quando Ele verá estabelecer o reino de Deus na terra.
Mas, versículo 8, recebereis poder ao docer sobre vos o Espírito Santo. Quando recebemos o Espírito Santo, o que estamos a receber? Não estamos a receber outra pessoa, estamos a receber poder. E sereis minhas testimonhas tentem de Jerusalem, como em Tola, a Judeia e Samária, até aos confins da terra. Recebemos o poder, a força, a energia, o poder de Deus, que é o Espírito Santo em nós.
No dia de Pentecostes, o Espírito Santo de Deus foi dado à igreja. Vejam, então, em Atos capítulo 2, versículo 1 a 4. Ao cumprir-se, os dias de Pentecostes estavam todos reunidos no mesmo lugar, de repente veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e achou toda a casa, onde estavam assentados, e apareceram distribuídas entre eles línguas, como de fogo, e posou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outros línguas, segundo os pídeos, conseguia que falhassem.
Foi um acontecimento único, muito especial, muito bem marcado, com este sinal, para saberem que algo significante tinha acontecido. Isto é o início da igreja de Deus, porque a igreja de Deus é formada, é um corpo espiritual formado pelo, por Deus, nos dar o Espírito Santo.
E por um Espírito somos patizados para um corpo, que é a igreja de Deus. Como veem, foi tudo muito bem planeado, tudo na hora exata, no dia correto, no dia de pentecostes, então veio o Espírito Santo de Deus. Exatamente, estava tudo planeado, os dias estavam marcados, e na hora exata isso aconteceu. Os dias de festa de Deus, como veem, são marcações deste plano. As primeiras três festas, que já cobrimos, isso é a primeira de três festas, que é a Páscoa, a primeira festa, os sete dias da Asmos, que é a segunda festa, e o dia de pentecostes, que é a terceira festa, estão completamente ligados à primeira vinda de Jesus Cristo, e por isso estão ligados, estes três dias de festa estão ligados à nossa salvação pessoal e individual, de todos os seres humanos, porque é o significado da primeira vinda de Jesus Cristo, para morrer por nós, e para nos preduar, quando nos arrependemos, e quando nos fazemos o compromisso de o obtecer, tal como os sete dias de Pássaros representam, e então recebemos a promessa, que é a promessa do Espírito Santo, que é o poder de Deus, para nos ajudar a vencer, e a sermos pessoas novas, a viver de uma maneira diferente.
Os que são chamados primeiros nesta era, então serão os líderes do mundo futuro, os outros serão chamados depois. Sim, isto é uma grande sabedoria, porque os outros pessoas não compreendem as coisas, porque foi assim profetizado. Vejam comigo, se faz favor, em Isaías 6, Isaías 6 do capítulo, versículo 9 a 10. Diz assim, então disse, ele vai e diz a este povo, ouvi, ouvi, e não entendas, vejam, vejam, mas não percebam, tornam-se a insensível coração deste povo, endureço-lhes e ouvidos, feche-lhes olhos, para que não venha ele, para não compreenderem a verdade Cristo, a verdade do plano Deus.
Perdão, porque estão a ver com os olhos, estão a ouvir com os ouvidos, mas não entendem. Para que não venha, para que não venha ele a ver com os olhos, a ouvir com os ouvidos, a entender com o coração, e então sejam convertidos e sejam salvos. Não, está aqui Jesus Cristo a dizer, estão a ouvir e não entendem, estão a ver e não percebam, porque se entendessem, e se de facto ouvissem, arrependiam-se, e se convertiam e seriam salvos.
Então é Deus injusto? Não, é simplesmente Deus na Sua grande sabedoria, para Ele poder demonstrar a grandeza da Sua graça e misericórdia, decidiu a oferecer a salvação a alguns primeiro e a outros depois, mas cada um nasceu agora no seu tempo. E por isso, estes, as festas, estes três primeiros festas do primeiro grupo representam a salvação, mas a salvação para umas pessoas agora e para outras será depois. Após isto, então, temos outra festa. A quarta festa. Vejam que o Mínguez faz chivor. No víticos 23, versículo 24. Fala aos filhos de Israel, dizendo, no mês sétimo, ao primeiro do mês, durante o secando sulhênimo, o memorial com sonidos de trombetas, santa convocação.
Então, há um espaço de tempo, agora não é o princípio do ano, mas é mais lá para o fim do ano, ao sétimo mês, no primeiro dia do mês, então, tem o dia das trombetas. É um outro dia de festa e também dia santo, santificado. As trombetas representam o sinal guerra. Vejam que o Mínguez faz chivor em Jeramías, capítulo 4.
Jeramías, capítulo 4.
Quarto capítulo de Jeramías.
Vamos ler, então, versículo 19. Jeramías 4, versículo 19, que diz assim, Oh, meu coração, meu coração, eu me contorço em dor, Oh, as paredes do meu coração, o meu coração se agita, Não posso calar-me, porque oves, oh, minha alma, o som da trombeta, O alerido da guerra.
O som da trombeta, que nos faz, no nosso coração, ter dores, ter sofrimento, agitados, Não nos podemos calar, porque a bruga como trombeta é um alerido da guerra.
Vejam comigo se faz favor, na Apocalipse, capítulo 19, Apocalipse, capítulo 19, versículo 11.
Apocalipse, capítulo 19, versículo 11. Apocalipse, apocalipse, capítulo 19.
Diz assim, Vi o céu aberto, o céu aberto e és um cavalo branco. Esse cavaleiro se chama Fiel e verdadeiro.
É Jesus Cristo nesse cavalo branco. E julga e peleja e faz guerra, porque o avolarido da guerra, a trombeta da guerra, vem Jesus Cristo e peleja e faz guerra, mas faz guerra com justiça.
Esta festa, a festa das trombetas, representa a segunda vinda de Jesus Cristo.
Num cavalo branco, fiel e verdadeiro, para julgar o mundo e lutar e fazer guerra no mundo, para trazer paz ao mundo, porque começa o segundo grupo de festas da salvação mundial.
Os acontecimentos que procedem a esta última trombeta, a sétima, estão descritos em várias profecias, incluindo o livro da Apocalipse.
As profecias do livro da Apocalipse descrevem o desenvolvimento da crise do fim desta era, do fim da era do governo humano, chegando a um ponto crítico até ao qual o mundo seria destruído. Mas graças à intervenção de Jesus Cristo com a segunda vinda dele, é que este mundo será salvo, salvo do fim do mundo que seria certo.
A segunda vinda de Jesus Cristo é um ponto crítico da mudança deste mundo, que tem, até agora e ainda hoje em dia, sido reinado pelos homens debaixo da influência de Satanás.
Mas é uma mudança do mundo para vir a ser reinado por Jesus Cristo como rei dos reis.
Os reis que reinarão com Jesus Cristo debaixo da autoridade de Jesus Cristo, serão os cristãos que tenham provado por uma vida inteira, vivendo debaixo da autoridade e de um individual do reino de Deus, isto é, debaixo da autoridade do Governo de Deus pelas leis de Deus, isto é, os cristãos que compreenderam, que Deus chamou, que responderam e que arce-rependerem e que foram batizados para a família de Deus, em nome de Pai, de Filho e do Espírito Santo, pela autoridade de Jesus Cristo e que se arrependerem e que agora vivem de acordo com as leis de Deus e que estão a usar o Espírito Santo e que foram dado o Espírito Santo e que estão a usar o Espírito Santo a viverem uma vida nova, revestirem-se de uma vida nova. Esses santos, então, depois de serem ressuscitados, serão ressuscitados como seres espirituais e eternos e serão filhos e filhas de Deus para reinar e julgar debaixo de Deus, debaixo de Jesus Cristo como reis, porque Jesus Cristo é o rei dos reis e sassardotes e sassardotes, e esses ressuscitados seres que eram humanos mas que tinham se arrependido, que viveram uma vida e que provaram pela vida inteira a obtecer ao governo de Deus, a viverem debaixo das leis espirituais de Deus hoje em dia. Então, uma vez ressuscitados, quando essa trombeta tocar, então viverão para reinar. Vejam comigo se faz favor em 1 Coríntios capítulo 15, 1 Coríntios capítulo 15, versículo 50, 1 Primeiro livro de Coríntios capítulo 15, versículo 50 a 52. Isto afirme, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o rei do Deus, nem a corrupção herdar em corrupção. Isto é não só seres humanos como carne e sangue, mas temos que morrer e temos que ser ressuscitados. Eis que os diga o mistério que nem todos dormiremos, mas seremos transformados.
Algumas pessoas que viveram morrerão e serão ressuscitados, mas os que ainda estão vivos nessa altura e que já tenham chegado a um ponto suficiente de qualificação, que Deus sabe, serão transformados, então seremos, no momento, versículo 52, no abrir e fechar de olhos ao ressuar da última trombeta. A trombeta se hará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados. Transformados de...or ressuscitados, de seres humanos.
Isto é seres com carne e sangue e vamos ser transformados para seres espirituais, seres com carne e osso, mas não de sangue, porque seremos espirituais, porque os sangues de Jesus Cristo foram derramados e, então, na vida espiritual, a vida não está no sangue, porque já não teremos esse sangue, mas seremos seres espirituais.
Continuando vendo-se outro exemplo aqui, em 1ª Salunicensas, 1ª Salunicensas, capítulo 4, versículo 16 a 18.
Portanto, o Senhor mesmo, dada à sua palavra da ordem, ouvida à voz do arcanjo, irresuada a trombeta de Deus, e como vimos, é a última trombeta, a sétima trombeta. A sétima trombeta das sete do livro da Apocalipse será a última, a sétima trombeta. De será dos céus, isto é, Jesus Cristo, de será dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os vivos, o que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, estaremos transformados de humanos para espirituais, entre as nuvens, estaremos com ele entre as nuvens para o encontro do Senhor nos ars, e então daí em diante estaremos sempre com o Senhor. E então vamos reinar na terra. Vejam comigo, se faz favor, em Apocalipse capítulo 5 versículo 10.
Diz assim, e para o nosso Deus os constituísterão em sacerdotes e reinarão sobre a terra. Como seres espirituais, Jesus Cristo como rei e nós como os reis debaixo de Jesus Cristo, que é o rei dos reis. E por isso, reinarão os seres espirituais, aqueles que de facto se tenham arrependido, que sejam de facto verdadeiros cristãos.
Isto não é uma organização ou um membro de um grupo físico, mas são membros do corpo espiritual de Jesus Cristo, da Igreja Espiritual da Deus, de Jesus Cristo, que é o corpo de Cristo. Então esses que estão a crescer e a desenvolver, a ser arrependidos, então serão e reinarão com Jesus Cristo sobre a terra. Sim, a vinda de Jesus Cristo, queridos irmãos, que será quando a sétima e a última trombeta do livro da tua Pocalipse soará, esta vinda de Jesus Cristo é o ponto vital desta mudança, em que o reino de Deus, então, será o Governo Mundial. Como veem, tudo muito bem planeado, tudo planeado desde o princípio e bem representado pelas festas de Deus.
As festas de Deus são como mapas que nos dão uma direção exata do plano de salvação individual, no primeiro grupo, e do plano de salvação mundial, no segundo grupo de festas. O dia das trombetas é a festa que ainda é futura, o simbolismo desta ainda é futuro, por isso é uma sombra do que vai acontecer e representa a segunda vinda de Jesus Cristo para salvar o mundo desta crise mundial, e para estabelecer um Governo Mundial, mas não será um Governo Mundial da homem, os queridos irmãos, tal como, por exemplo, o Pátapento 16, está a indicação na sua última encíclica, Caritas em Veritat, mas será um Governo Mundial governado por Deus, por Jesus Cristo e pelos filhos e filhas de Deus. Vejam comigo se faz favor em Daniel 2, Daniel 2, 2º capítulo de Daniel, versículo 44.
Mas nos dias destes reis, isto é agora, este reis, ao fim desta era, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído, é o reino de Deus a reinar na terra, este reino não passará a outro povo, e esmiú será e consumirá a todos estes reinos, sim, destruirá a todos os reinos, os governos humanos do mundo de hoje em dia, mas ele mesmo subsisterá para sempre.
Vai ser o reino de Deus a governar o mundo inteiro, trazendo paz ao mundo inteiro. Vejam comigo se faz favor em Daniel 7, Daniel 7, versículo 27. O reino e o domínio e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos da Altíssimo, serão dados aos seres que somos nós, os santos, se nos arrependemos, se somos de facto cristãos verdadeiros e ver uma vida correta, se somos parte do corpo espiritual de Cristo, então quando formos ressuscitados e na primeira recepção, durante a vinda, a segunda vinda de Jesus Cristo, então seremos reis debaixo de Jesus Cristo e o seu reino será reino eterno e todos os domínios e o servidão, ilha, obtiserão.
Vejam em Mateus 6 como nós devemos dourar, queridos irmãos, Mateus 6, Mateus 6, versículo 9 e 10.
Portanto, vós aureis assim, para nós que estáis nos céus, santificados seja o seu nome, venha o teu reino, faça-se a tua vontade assim na terra como no céu. Venha o teu reino, faça-se a tua vontade assim na terra como no céu. Isto é o que estamos a orar para o reino de Deus vir para a terra para reinar na terra.
O dia das trombetas, o quarto, ou quarta festa e o quarto dia santo do plano de Deus, representa a vinda do reino de Deus, a terra. O que nós estamos a orar, venha o teu reino para salvar o mundo. Tudo muito bem planeado, queridos irmãos. E para concluir, quero fechar com o Apocalipse capítulo 22, apocalipse capítulo 22, versículo 20 e 21. Aquilo que dá-te este mui destas coisas diz, isto é Jesus Cristo diz. Certamente venho sem demora. Amém!
Então, João diz, vem Senhor Jesus, e acho que todos nós devemos dizer, vem Senhor Jesus, para salvar este mundo, para acabar os problemas deste mundo, para acabar as dificuldades, as dores deste mundo. A graça do Senhor Jesus, esteja com todos os vós irmãos.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).