Ressuscitou Cristo num Domingo?

Algumas pessoas dizem que a razão porque guardam o Domingo é porque Jesus Cristo ressuscitou no Domingo. Essa suposição gera 3 perguntas: 1. Quem é que mudou a guarda do Sábado para o Domingo? 2. Temos alguma instrução bíblica (ou autorização) a suportar essa alteração? 3. Na verdade, ressuscitou Cristo num Domingo? As duas primeiras perguntas são respondidas brévemente neste sermão. Depois o estudo bíblico responde à pergunta essencial, que é se Cristo ressuscitou, de fato, num Domingo. - Qual é o único sinal que Cristo deu para provar que Ele é o Messias? - A bíblia define o que é o terceiro dia? - Quando é que Cristo ressuscitou? - Quando é que Cristo morreu? - Pode existir mais que um Sábado numa semana? - Em que dia de Festa anual é que Cristo morreu? - A seqüência das atividades das senhoras com os aromas para embalsamar a Cristo, suporta este ensinamento? Somos capazes de responder quando nos perguntam a razão porque observamos o Sábado?

Transcrição

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Cames, falando-vos da Cincinnati. Se você é, por acaso, um grande apreciador do certo desporto, digamos, por exemplo, futebol, e um dos seus amigos lhe apresenta uma oferta a dizer, Oi, só, quer amigo, vai haver um grande jogo, como sabes, um jogo muito importante de seleção das equipes e este jogo vai ser no próximo sábado e, então, tenho os bilhetes para esta seleção de sábado, onde tem estas salas de observar o futebol, ao cima do estádio, uma sala especial executiva, em que não tem comida, e tem cadeiras de luz, e podem observar dali, e tenho os bilhetes para ti e para a tua família, e gostava muito que fizesse comigo.

Está claro que, e as dizer que, não podiazer, porque é o sábado, e talvez, como ela era, era um bom amigo e conheces bem, talvez a conversa tenha pregordido um pouco a perguntar por que e qual são as razões. E uma das coisas que nós precisamos estar prontos, queridos irmãos, é de estar sempre prontos para darmos uma resposta quando as pessoas nos perguntam a razão da nossa fé.

Vejam o caminho que se faz, chevor, em primeiro Pedro, capítulo 3. Vamos começar a ler no versículo 13, até o versículo 15. Primeiro Pedro 3, 13.15, diz assim. Ora, quem é que foi já há de maltratar, se for celosos pelo que é bom? Mas, ainda que venhas a seforer por causa da justiça, isto é, ainda que sejas maltratado por causa da justiça, bem-aventurados sois. Não vos amedrontéis, isto não tenho medo, portanto, com as suas imiaças nem fiquéis alarmados. Mas, antes, santifiquem a Cristo, como Senhor, em vossa coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos podia razão da esperança que há em vós.

E, por isso, quando há situações em que temos que, por causa da esperança que nós temos, de tomar uma posição de lealdade às leis de Deus, por causa da esperança que temos, certas pessoas podem nos perguntar a responder a razão da nossa fé. Neste caso, neste exemplo que eu dei era o amigo e o amigo gostava-te a perguntar, digamos assim, a conversa talvez tivesse progredido desta maneira a perguntar, mas ovo ao car amigo. O sábado hoje em dia observa-se no domingo, porque foi mudado para observar-nos no domingo.

E podias ter explicado, não, não foi mudado. Ele disse, mas foi mudado porque, podia-lhe dizer, foi mudado porque Jesus Cristo ressuscitou no domingo de manhã, e por isso foi mudado para celebrar-nos ou como merar-nos a ressovenção de Cristo. E aqui está o tema do meu estudo hoje, estou a chamar o estudo hoje porque é um estudo bíblico, acerca do ponto em que faça a pergunta, em que ressuscitou Cristo de facto no domingo.

E ao fim de contas, esta pergunta tem outra variança, digamos assim, da pergunta, em que é que esteve Cristo de facto três dias e três noitas, da sepultura. Porque, se ele morreu numa sexta-feira à tarde, como as pessoas pensam ou jogam, e se ele ressuscitou no domingo de banhã, claramente isso não é três dias.

Por isso, como é que podias responder às perguntas deste amigo teu, que, com toda a sinceridade, estava-te a perguntar a razão da tua esperança? Ora, a pergunta podia ser, como estava a explicar. O sábado foi mudado para observarmos ao domingo porque Cristo ressuscitou no domingo. Ora, essa frase, digamos assim, tem direito a três outras perguntas. Primeiro é que, quem acomodou sábado para domingo? E temos alguma instrução na Bíblia para fazermos isso? E, terceiro, Cristo ressuscitou mesmo no domingo?

Bem, as duas, as primeiras duas são mais simples para responder, e, por isso, vamos resolvê-las, respondê-las brevemente. E depois vamos concentrar na terceira pergunta, que é o tema deste estudo bíblico, que é, resuscitou Cristo no domingo. Mas a primeira pergunta é, quem acomodou sábado para domingo? É interessante observar que a Igreja Católica admite abertamente que fizeram essa mudança. Quando eu, inicialmente, vim para, ou comecei a ter o interesse, comecei a estudar a Bíblia, porque Deus me estava a chamar e eu estava a responder e a estudar, eu tinha um catequismo, não sei onde está hoje, com as mudanças, mudar do país para o outro e coisa assim, não sei onde está, perdi porque tinha um ponto interessante neste catequismo, que dizia abertamente que a Igreja Católica mudou o sábado para o domingo.

E depois dizem que elas que acreditam simplesmente na Bíblia e só na Bíblia não têm a razão nenhuma de fazer essa mudança, porque não há nenhuma instrução na Bíblia de fazer essa mudança, porque nós, a Igreja Católica, fizemos essa alteração. Por isso é interessante que a Igreja Católica abertamente diz que foram elas que fizeram a mudança destes tempos. Brevemente, vendo a situação de uma maneira histórica, para ser de uma maneira muito breve, porque não há o meu tema hoje de estudar esta história, mas simplesmente para termos um conhecimento, aqui inicialmente a Cristianidade era conhecida como fosse um seito do judaísmo, mas após as revolta judaicas de cerca dos anos de 70 da era corrente e de um ano de 135 da era corrente, as práticas religiosas que tinham qualquer vestígio, ou que pareciam ter quaisquer vestígio judaicos, foram vistas como a certa hostilidade.

Isto é que se a prática religiosa incluísse a guarda do sábado e dos dias santos anuais de Deus, que para as pessoas pareciam como judaicas, então viam essas práticas com hostilidade. E assim, há cerca dos anos de 300 e pouco da era corrente, o emperador, Constitino, adotou a cristalidade, mas nessa altura a cristalidade já era bem diferente do que digamos assim, era a cristalidade do tempo dos apóstolos, que é conhecida como a cristalidade primitiva.

E, por isso, cerca do ano 321 era corrente, as primeiras leis apareceram a declarar o sábado como um dia de guarda. E, no ano 325, durante o do Conselho de Nícia, inicialmente proibiram a Páscoa no dia 14 de Nícia, e, os quase 40 anos depois, em 364, no Conselho de Lauda Ceia, foi decretado que os cristãos não deviam judaizar por descansando no sábado, mas que devem, ao devido, trabalhar nesse dia, assim, orrando o dia do Senhor, e, se eles podem, devem descansar no dia do Senhor, que eles declararam ser o domingo, que é o nome domingo, representaria do Senhor.

E, se alguém for encontrado a fazer estas coisas judaicas, isto é, observar o sábado, que essas pessoas sejam declaradas anátomas de Cristo, e, após isso, houve uma grande, digamos assim, carificina. Muitas pessoas foram morreram por causa da crença do sábado. Por isso, vence que, historicamente, a Igreja Católica, de facto, mudou a observança do sábado para o domingo, foi forçada como uma marca, e foi declarada abertamente pela Igreja Católica, que eles, de facto, o fizeram.

A segunda pergunta que tinha é que, estava a ser, temos alguma instrução na Bíblia para fazer essa mudança? Não, não temos. Mas, vencemos antes a terceira pergunta, como eu disse que é a pergunta mais importante, que é que é que recicitou Cristo, de facto, no domingo. Porque algumas pessoas hoje em dia dizem que uma das razões da mudança do sábado para o domingo, se porque depois de tirar as outras desculpas todas, eles dizem a razão de observar. O domingo, a vez do sábado, é porque Cristo recicitou no domingo.

Ora, a pergunta, então, é se Cristo morrerá na sexta e recicitou no domingo de madrugada, e que, no domingo, ele não morrerá na sexta e recicitou no domingo de madrugada. Então, vamos ver o que é que é o domingo. Vamos ver o domingo. No décimo segundo capítulo do Mateus, Mateus capítulo 12, para ver versículos 39 e 40, 12, 39 e 40, diz assim, ele porém respondeu, uma geração má e adulta pede um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, se não o do profeta Jonas.

Por assim como esteve Jonas, três dias e três noites, no ventre do grande peixe, assim o filho do homem estará três dias e três noites no coração da terra.

Note um ponto importante aqui, que não há nenhum outro sinal. Vai ser dado, que Jesus Cristo é o Messei, a não ser que ele esteja na sepultura por três dias e três noites. Porque diz assim, que vai estar no coração da terra, na sepultura, por três dias e três noites. Que está claro, quer dizer que estaria morto por um bocadinho mais, porque está a falar aqui estar no coração da terra, na sepultura, por três dias e três noites. E por isso, houve um período, depois de ser morto, antes de ser enterrado, digamos assim. E se Cristo falhasse a esta profecia, a este sinal, ele então era um impostor, digamos assim. E por isso, muitas pessoas dizem mal e brincam e não acreditam na história das jovens, do grande peixe. E por isso, muitas pessoas agarram só uma tradição de que Jesus Cristo só teve enterrado por um dia e meio, sim, sexta-feira, ao fim da tarde, até a madrugada do domingo, é, basicamente, um dia e meio. E quando se agarram esta tradição de que ele só esteve enterrado um dia e meio, isso vai completamente contra o sinal que ele deu. E por isso, estão a declarar que Jesus Cristo é um impostor.

Por isso, precisamos de provar da Bíblia, porque a Bíblia se interpreta a si própria. Não sou eu, vou interpretar a Bíblia. Não, não sou eu, dizer assim, ah, mas assim vejas que começam a se contar desta maneira e eles contavam desta maneira. Temos que ver como é que a Bíblia conta. Temos que ver como é que a Bíblia nos diz, porque é a Bíblia que é a base, a fundação de todo o conhecimento. E por isso, vamos ver em primeiro lugar como é que a Bíblia conta os dias. E o ponto mais lógico e prático e que descreve claramente como contar três dias está na semana da criação. Em Genesis capítulo 1, Vigemos no versículo 4 e 5, diz assim, e viu Deus que a luz era boa e fez separação entre a luz e as trevas, chamou Deus a luz dia e as trevas-noite, ouve tarde e manhã, o primeiro dia. É muito claro que o dia inclui a noite e a manhã, e o dia, a parte da noite e a parte do dia, é o dia. E depois, um bocadinho mais adiante, no versículo 8, diz assim, e chamou Deus a firmamento dos céus e ove tarde e manhã, o segundo dia. E depois, vejemos no versículo 13, ove tarde e manhã, depois do dia seguinte, houve outro ato de criação, e diz assim, ove tarde e manhã, versículo 13, o outro sério dia. Aqui está uma definição clara, uma definição clara da Bíblia, do que é três dias. É a Bíblia a definir exatamente o que é três dias, não é a interpretação nenhuma, e diz aqui, três dias é três períodos, de noites, três noites e três períodos de dia, três dias completos. Por isso, vemos que a Bíblia declara claramente que o período é um período de noite e o período de dia, e Jesus Cristo é o próprio, se sabia muito bem, quantas horas é que o dia tinha. Vejam como isso faz favor, em João capítulo 11. Versículo 9 a 10. E respondeu Jesus, não são doze as horas do dia? Jesus sabia exatamente que havia doze horas do dia. E se alguém andar de dia, não tropeça porque vê a luz neste mundo, mas se andar de noite, tropeça porque deu-lhe a luz. Ele sabia exatamente que a noite é doze horas e o dia é doze horas. Ele sabia que o dia completo, noite e dia, era o dia de quatro horas. E por isso, quando Jesus Cristo disse que ia ter que estar três dias e três noites no coração da terra, após ter morrido. Ele sabia muito bem, estava a dizer, que era o período de 72 horas. Três partes de luz de dia de doze horas e três partes de noite de doze horas, o total de 72 horas. E por isso, consegue-se ter 72 horas do Porto Sol de sexta-feira à madrugada do domingo? Consegues? Podem perguntar a uma criança da Escola Primária se conseguem ter 72 horas desse período. E essa criança da Escola Primária vos dirá? Não! Jesus Cristo sabia que ele estaria na sepultura para o período de três dias completos. Vejam o que a mim se faz favor em Marcos capítulo 8. Marcos capítulo 8.

Marcos capítulo 8.

Reciclos 31 a 33.

Então começou-o a ensinar-lhes que era necessário que o filho do homem, isto é o Macias, Jesus Cristo, sofreça muitas coisas, fosse rejeitado pelos ancianos, pelos principais sacerdotes pelos escribas, fosse morto, era necessário que Jesus Cristo morresse, e que, depois de três dias, ressuscitasse. Depois de três dias. Quer dizer, Maus, não podia ser menos que três dias. Depois de três dias. Ele disse que estaria no coração da terra por três dias e três noites. Diz-se, depois de ser morto, depois disso, dizia que, depois de três dias, ressuscitasse. Não podia ser menos. E isto ele expunha claramente, mas Pedro, chamando-o a parte, começou a reprovar-lo. Jesus, porém voltou-se, fitando os seus discípulos, repreendeu a Pedro e disse, a reia de Satanás, porque não cogitas as coisas de Deus e, sim, das dos homens.

O ato de rejeitar, esta profecia bíblica de Jesus Cristo, foi visto por Jesus Cristo como o ato de Satanás. E por isso, que dizem-lhe irmãos, hoje em dia, se rejeitamos este entendimento de que Jesus Cristo teve que estar na sepultura três dias e três noites, teve que sofrer, teve que ter visto tudo. E isto tudo é parte deste ensinamento aqui, que fez com que Pedro dissesse a Jesus Cristo e começasse a reprovar a Jesus Cristo, mas a Jesus Cristo disse a ele, a reia de Satanás. Cris e irmãos, há um princípio muito importante, Jesus Cristo fez isso de uma maneira que Pedro compreendesse, que era um ponto muito importante. Vejam outro exemplo aqui, João capítulo 2. João capítulo 2.

18 a 21.

Perguntaram depois os judeus, que sinalmos-mos mostras para fazer estas coisas. Jesus respondeu, destruí este santuário, destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei. Replicaram os judeus, em 46 anos foi dedicado este santuário e tu, em três dias, o levantarás. Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo.

Porque ele disse, depois destruírem este santuário, isto é, depois crucificarem-me e me enterrarem, que o seu santuário será destruído, morto e enterrado, completamente destruído. Diz assim, no versículo 21, perdão, disse assim, e em três dias o reconstruirei. Por isso, não poderia ser um segundo mais do que 72 horas, porque seria dentro do período de três dias, depois de ser destruído, crucificado e enterrado, em três dias, o período de 72 horas. E por isso vemos que não podia ser mais, nem podia ser menos, foi três dias e três noites, e por isso temos aqui um dilema. De sexta-feira, à noite, à domingo, de madrugada, não são três dias e três noites, não são 72 horas. Por isso, temos que estudar a Bíblia para verificar quando aquele morreu e quando aquele ressuscitou. E por isso vamos ver primeiro, quando aquele ressuscitou. Porque, se ele teve que estar na sepultura, exatamente 72 horas, a mesma hora que foi sepultado, teve que ser a mesma hora que foi enterrado. Com é? Para ser 72 horas, exatamente três dias e três noites, a mesma hora que foi enterrado, seria exatamente a mesma hora que teve de ser ressuscitado. Por isso, para sabermos a que hora é que ele ressuscitou, vejamos primeiro a que hora é que ele foi enterrado. Para vermos a que hora é que ele foi enterrado, vamos ver então, em Mateus 15. Vamos jogar o em Marcos, Marcos capítulo 15, Marcos capítulo 15, versículo 42 e 43. Ao cair da tarde, por ser o dia da preparação, isto é, Véspera do sábado, vindo José de Arimateia Ilustre, membro do sinérico, que também esperava o reino de Deus, dirigiu-se resolutamente a pilados e pediu o corpo de Jesus. Vê-se que o dia da recebeição era o dia da preparação a Véspera do sábado. Por isso era o dia da preparação. Sabemos que os dias, de maneira que são contados bíblicamente, são de Porto Sol a Porto Sol.

Porque diz aqui, em versículo 42, já o cair da tarde, e o que isto diz, já estava a ficar quase Porto Sol.

Porque é o cair da tarde. E sabemos que os dias são de Porto Sol a Porto Sol. Porque podem ver isso em Levítico, os 23h32. Não vou ver isso neste momento, mas podem fazer uma notazinha e verificar que o sábado é de Porto Sol a Porto Sol. Mas vejamos, então, a que horas é que ele morreu. Vejam em Mateus 27, Mateus 27, Mateus 27, versículo 46 a 50.

Por volta da 9h da maneira que eles contavam, começavam a contar as horas das 6h da manhã, a 9h da hora eram 3h da tarde. Que lamo Jesus em alta voz, dizendo, e lá, e lá, e lá, e lá, mas sabá-te também. Sabá-te também. Que quer dizer Deus, meu Deus, por que me desaparece? E alguns que ali estavam, ouvindo isto, diziam, oh, ele se chama Polilias. E logo um deles correu buscar uma esponja, entendo um bebido de vinagre, colocou na ponta de um caniço e deu olhê de bebeira. Os outros porém, deu olhê de bebeira. Então, não estamos a dizer aqui que ele bebeu, mas, posaram-lhe na boca para ele bebeira. Os outros porém diziam, deixe-se, vejemos-se e lá, e as vai salvá-lo. E Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o Espírito. Jesus, então, faleceu. Foi nesse momento, foi cerca, por volta da Hora Nona, por volta das três da tarde. Ora, isto foi a hora que faleceu, não foi a hora que foi enterrado, mas foi enterrado no mesmo dia, porque vejam os versículos mais à frente, 57, caindo à tarde, veio o homem rico da Remeteia, chamado José, que também era discípulo de Jesus. Este foi ter compilado, e se pediu o corpo de Jesus, então, pilado-se uma doca e o fosse entregue. E José, tomando o corpo envolvido no pano lindelinho, e o desitou no seu túmulo novo, que fizeram abrir na rocha, e, rolando uma grande pedra para entrar no expoturo, se retirou. Por isso, como vê, acharam-lhe sentadas em frente, a sepultura Maria Magdalena e outra Maria. No dia seguinte, que é o dia depois da preparação, convimos, foi antes do sábado, porque isto tudo aconteceu no dia da preparação. Ele morreu, à volta das três, arranjaram um sítio para entrar, um sítio que era perto do onde ele tinha morrido. Vejam comigo, se faça a favor. Mateus, perdão, é João 19. É João 19.

41 a 42. 19, 41 a 42. Diz assim, no lugar onde Jesus foi acrocificado, havia um jardim e neste um sepulcro novo, no qual ninguém tinha sido ainda posto. Ali pois, por causa da preparação do judeus e por estar perto, o túmulo duplicou o corpo de Jesus. Perdão, que conhecesse.

Como vemos, é porque estava perto, gera tarde, a tarde estava a cair, foi pouco antes do pôr de sol, e por isso, ele foi enterrado claramente depois das 3 da tarde, mas não muito depois, algumas horas talvez depois, talvez, não sei, talvez numa, duas, máximo três horas, digamos assim, uma coisa muito rápida. Por isso, foi a tarde pouco antes do pôr de sol, e por isso, se ele foi enterrado, ao fim da tarde pouco antes do pôr de sol, a ressurreição, que foi 72 horas depois, deve ser, à tarde, pouco antes do pôr de sol.

Mas, então, ele não ressuscitou no domingo de manhã, vejamos, então, em Marcos capítulo 16. Marcos capítulo 16. Marcos capítulo 16, versículo 2 da 6. Marcos 16.

E muito cedo, no primeiro dia da semana, está claro, é o domingo. Ao despontar do sol, à madrugada, foram ao túmulo. Diziam uns às outras, umas às outras, quem nos removerá a pedra da entrada do túmulo, e olhando, viram que a pedra já estava removida, pois era muito grande. Entrando no túmulo, viram um jovem assentado ao lado direito, vestido de branco, e ficaram surpreendidas e tumorizadas. E ele, porém, lhes disse, não fugia de tumorizais. Buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado. Ele ressuscitou, não está mais aqui. Vê do lugar onde tinha o posto.

Ele já tinha ressuscitado, quando elas chegaram lá. Por isso, não há aqui uma prova de que ressuscitou no domingo, mas simplesmente uma prova que, quando foram lá no domingo do manhã, já tinha sido ressuscitado.

Por isso, se já tinha sido ressuscitado no domingo de madrugada, teve que ser ressuscitado ao fim da tarde. Antes do pôr-do-sol do sábado.

E por isso, não é uma ressurreição no domingo, mas uma ressurreição no sábado.

Assim cedo, mudar o sábado para o domingo, para celebrar a ressurreição do subscriber, a ressurreição do subscristo, não é necessário, porque, ao fim de contas, ele ressuscitou no sábado. Pouco antes do pôr-do-sol.

Ok, podem as pessoas ir bem? Está bem? Mas agora temos outra pergunta. Quão é que ele morreu, então? Então, não morreu antes do sábado.

Isto é, não morreu na sexta-feira, a tarde, antes do pôr-do-sol? E se ele morreu na sexta-feira, a tarde, antes do pôr-do-sol, e ressuscitou, no sábado, a tarde, antes do pôr-do-sol, só esteve na sepultura, perdão, se foi, posto na sepultura, pouco antes do pôr-do-sol, na sexta-feira, a tarde, e ressuscitou, pouco antes do pôr-do-sol, no sábado, a tarde, só esteve na sepultura, 24 horas.

Não é?

Mas, a pergunta, então, é, não ressuscitou-o, exatamente como ele disse? Sim, não ressuscitou-o, exatamente como ele disse? Sim, vejam que o Míso faz chavor, é Mateus, versículo 28. Mateus, versículo, perdão, Mateus, capítulo 28, versículo 6. Vejam aqui. Quando elas foram à sepultura, e disseram, o anjo disse, o Móns está aqui, ressuscitou, como tinha dito. O como tinha dito, o R. R. R. refere-se ao facto de que ressuscitou, mas também refere-se, refere-se ao facto, de que foi exatamente como ele disse. Isto é que estaria 72 horas na sepultura.

E vejam, Paulo disse também, em primeiro Coríntios, capítulo 15.

Primeiro Coríntios, capítulo 15.

Versículo 3 e 4. Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi, que Cristo morreu, pelos nossos pecados, segundo as escrituras. Foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as escrituras. Jesus Cristo fez-se tudo, Deus se faz sempre tudo, a hora certa, exatamente conforme as escrituras. E ressuscitou ao terceiro dia. E como vimos, foi 72 horas. E de... E como vimos, no domingo de manhã, já estava ressuscitado. Teve que ser ressuscitado antes do Porto Sol, por isso, ao sábado à tardinha. Por isso, teve que morrer 72 horas antes, que isto significa 3 dias antes, a hora se morreu. Mas, perdão, se ressuscitou sábado à tarde, um dia disso é sexta, 2 dias disso é quinta, e 3 dias disso é quarta. Por isso, teve que ser sepultado na quarta-feira, antes do Porto Sol.

E por isso, temos aqui uma morte e sepultura numa quarta-feira.

Então, pode dizer, oh, não, como é que isto é possível? Como é que isto é possível? Porque lemos claramente que ele morreu no dia da preparação, isto era o dia antes do sábado. Sim, diz isso, mas há outra pergunta. Há mais que um sábado.

Sim, aqui está uma pergunta. Há mais que um sábado. O Porto de outra maneira, existem sábados anuais que não são necessariamente no dia do sábado semanal. Podem ser durante a semana.

Se assim é em que em que diz em que dia de preparação antes de que sábado é que ele morreu? Vejam comigo, se faz favor, em João capítulo 19.

Por isso temos aqui a ver a conclusão é que houve outros sábados além do sábado semanal, ou sábados anuais, em que sábado anual ou antes de que sábado anual é que ele morreu. No sábado anual, em João 19.31 Então, os judeus para que no sábado não ficassem os corpos no cruz, visto que era a preparação, pois era grande o dia, é aquele sábado, se era um sábado grande o dia era a preparação para um sábado grande. Os sábados grandes são sábados anuais.

Vejam comigo aqui uma prova de que os sábados anuais também são conhecidos pelo nome de sábado. Vejam comigo se faz chegou o primeiro em Levíticos capítulo 16. Levíticos capítulo 16.

29.31 Este vos será postituto perpétuo. No sétimo mês aos 10 dias do mês afligireis a vossa alma e nenhuma obra fareis nem o natural, nem o estrangeiro que preguirem entre vós por naquele dia isto é, neste sétimo dia do mês no sétimo mês do dia 10. Então é claro, como sabemos o dia 10 dos sábados anuais e está claro, como sabemos o dia 10 do certo mês pode cair um dia no dia de semana ou pode cair no outro ano no outro dia de semana. Diz assim, versículo 30 para naquele dia se fará aspiação para vos para purificarmos e sereis purificados para os vossos percais para o Senhor é sábado de descanso. Solena. É sábado de descanso. Soleno. Vejamos aqui, aqui, este dia anual no sétimo mês do dia 10 deste mês é sábado. Vejamos outro exemplo aqui, em Levítico 23 versículo 24 diz assim fala aos filhos Levítico 23 24 fala aos filhos de Israel dizendo no mês sétimo, ao primeiro do mês, terá descanso sábado. No sétimo, ao primeiro do mês terá, em Breica, descanso soleno. A palavra em Breica para descanso soleno aqui é sabató. É o dia de sábado. Soleno. Memorial com os sonidos de trobetas. Vejo aqui outro exemplo. Versículo 32 32 sábado de descanso soleno, vos será. Então afligireis a vossa alma aos nove do mês de uma tarde ou outra tarde celebrareis a vossa sábado. Percebemos aqui outro dia outro exemplo de sábados anuais. Vejo aqui o versículo 39. Parem aos quinze dias do mês sétimo, quando tiveres recolhidos a terra celebrareis, a festa do Senhor por sete dias. Ao primeiro dia, assim como também ao oitavo, haverá descanso soleno. Isto é sábado de descanso soleno. É um sabatone. Sim, na verdade, há sete sábados anuais no Calendário de Deus. E neste capítulo, versículo 23, descreve este sete sábado dos anuais e as sete festas da Deus. E, começando a ler no versículo 1, de víticos 23 versículo 1, diz assim, disse o Senhor Amor Zés, faz-me os fízios real, diz-lhes as festas fixas do Senhor, que por claro mais, serão santas as convocações, são estas as minhas festas. Seis dias trabalharéis, mas ao sétimo dia, será o sábado do descanso. Prestará-lo a falar aqui do sábado semanal, do descanso selé, meu descanso selé, quer dizer sábado, santa convocação, de um obra fareis, a sábado o Senhor, em todas as vossas moradas. E, pois, continua. Perdão, no versículo 4, diante, a falar das festas fixas, isto é, das festas... Perdão, concessão.

Perdão.

Estas festas fixas do Senhor, que são as festas anuais.

Por isso, vemos aqui que houve um sábado anual da quinta-feira. E, por isso, a quarta-feira é o dia de preparação para este sábado, que era conhecido como sábado. E o dia seguinte era o sábado-grando, o dia grande sábado, porque era um sábado anual. E, por isso, este sábado anual começava ao porto-sol da quarta-feira. E, por isso, quarta-feira foi o dia de preparação antes do sábado anual. Então, antes de qual sábado anual é que Jesus Cristo morreu. Vigemos, então, primeiro Coríntios, primeiro Coríntios, Capítulo 5, V. 7.

Diz assim, mas sai fora o velho fermento para que se junte nova massa como sois de facto sem fermento, pois também Cristo nosso cordeiro pascal foi imulado. Foi sacrificado. Cristo é o nosso cordeiro pascal. Essa quarta-feira era o dia da páscoa. Cristo era o cordeiro pascal. Vejam, em Mateus, versículo 26. Perdão, desculpe-me, tenho uma uma grande sinusite que me está a afetar que me está a afetar o corpo.

Mateus 26 versículo 1 e 2. Tendo-se usado acabado todos estes ensinamentos, disse-se aos discípulos, saberes que daqui a dois dias se elaborará-se-á a páscoa. E o filho do homem, este é Jesus Cristo, será entregue para ser crucificado durante a páscoa. Vê-se, então, que Jesus Cristo foi crucificado durante a páscoa.

Lembra-se da história da páscoa, no antigo testamento, em que ele o mataram cordeiro de sangue sobre as portas. E, então, o anjo da morte passeria por cima deles para os predoar. Ao fim de contas, este cordeiro, que era sacrificado pela páscoa, e por causa do sangue desse cordeiro, os israelitas, não morreriam, os primogênitos israelitas não morreriam. Ao fim de contas, isto apontava a Cristo. A Cristo, que seria o cordeiro páscal, que seria o verdadeiro cordeiro que iria morrer por nós exatamente no dia da páscoa. Vejam comigo se faz favor em números 28 números 28 16 18 No primeiro mês, aos 14 dias do mês, é a páscoa do Senhor. Ao dia 14 do primeiro mês, no dia 14 de Nissan, é a páscoa. Ao 15 do mesmo mês, haverá festa. Isto é o sábado. Sete dias que moram pães asmos, a festa dos pães asmos, e o primeiro dia, que é o sábado. Que neste ano, em que Cristo faleceu, a páscoa do dia 14 de Nissan foi no Carta-feira, foi no dia que ele morreu e que foi enterrado, e aqui da feira, foi o primeiro dia da festa, o primeiro dia dos asmos. Por isso, Jesus Cristo foi sacrificado no mesmo dia que a páscoa, que acordei o páscal, tinha sido sacrificado anualmente.

E, por isso, a páscoa era o dia de preparação para o sábado do primeiro dia dos pais asmos. E, por isso, Cristo morreu nesta páscoa, que foi, mas neste, uma quarta-feira. Cristo morreu nesta páscoa, que foi uma quarta-feira. Antes do sábado anual que foi na quinta. E depois resucitou no sábado antes do pôr-do-sol três dias e três noites depois. E, por isso, no domingo do medião quando as senhoras foram embalfumar o corpo com as especiarias, eles já não estavam lá, mas já tinham sido resucitados. Vemos assim, portanto, assim, que a páscoa foi, portanto, a sequência muito claramente escrita. E, por isso, falta um ponto final aqui que acerca das senhoras com as especiarias que foram embalfumar o corpo de Cristo. Vejam esta sequência como dá, digamos assim, uma prova nova, uma prova de genove, a provar que isto, de facto, é assim mesmo. Vejam comigo, se faça a for, começando em Marcos capítulo 16. Marcos capítulo 16. Versículo 1. Vemos isto. De uma maneira muito, muito simples e interessante. Marcos capítulo 16. Versículo 1. Passado o sábado. Isto é o sábado anual que é o primeiro dia dos paisásmos que tinha sido na quinta-feira. Passado o sábado. Por isso, depois desse sábado anual que era uma quinta-feira, depois da quinta-feira, passado essa quinta-feira, isto é, então, foi na sexta-feira. Maria Magdalena. Maria, bem de Tiago, e Salomé compraram aromas para ir em Baça-al-Mara. Sim, no dia seguinte, ao sábado anual, no dia seguinte à quinta-feira, que foi o sábado anual, portanto, foi no dia seguinte, foi na sexta-feira, o dia normal de negócio, foram ao mercado, ou onde seja que foram, foram à feira e foram comprar aromas para o em Baça-al-Mara. Vejam, então, em Lucas, capítulo 23. Lucas 23.

Versículo 56.

Então, se retiraram preparar aromas e bálsamos. Está claro? Depois descomprarem. Compraram, como vimos, depois do sábado anual. Isto é na sexta-feira. Foram as compras, foram ao mercado, foram à feira, compraram as especiarias, voltaram à casa e prepararam os aromas e bálsamos. Isto ainda na sexta-feira e depois, no sábado, descansaram seguramente. Prepararam os aromas da sexta-feira, depois dos compras e observaram o sábado decoro do comandamento.

Então, vejamos agora Mateus 28. Mateus 28. Versículo... Mateus 28, versículo...

Ao final dos sábados se estudarem grego, veem que a palavra aí é plural. Está a falar dos sábados. Ao final dos sábados, sim, o sábado anual e o sábado semanal. Ao entrar o primeiro dia da semana. Sim, no domingo, depois dos dois sábados. Maria Madalena e outra Maria foram ao sepulcro. Então, vejam-se mais tarde que versículo 6, o anjo apareceu e disse, não está aqui, o sistou, com um pouquinho dito. É muito interessante quando estudamos a Bíblia corretamente. É como fazer um puzzle, um pássaro e tudo se encaixa perfeitamente.

Por isso, Jesus Cristo ressuscitou no domingo? Não. Porque no domingo, já não estava lá. Na verdade, Paulo diz-nos a nós que hoje em dia devemos continuar a observar o sábado. Sim, o sábado não foi mudado nas escrituras, porque vejam-se em Hebreus 4, versículo 9. Hebreus 4, versículo 9. Diz assim, portanto, resta o repouso o descanso do sábado o repouso sabático em grego é sabatismo que representa uma observação do sábado de descanso para o povo de Deus. E, para o sábado, o sábado de sábado o sábado de sábado para o povo de Deus. Por isso, para o povo de Deus, ainda existe a observança do sábado. Por isso, o sábado continua a existir. Paulo disse que continuava a existir. Não foi mudado, porque Cristo tivesse ressuscitado no domingo, porque não, porque Ele, a fim de contas, ressuscitou no sábado, e, sim, cumpriu o Seu sinal de Carol-Messias, porque esteve, na sepultura, três dias e três noites, porque Ele, de facto, fez exatamente tudo à hora exata, como Ele prometeu. Se, às vezes, quando começamos a ler as coisas inicialmente, não se entendemos bem, não compreendemos bem porque Deus faz coisas de uma certa maneira, mas precisamos ter fé e ver que, de facto, Ele faz tudo perfeitinho e tudo muito bem, feitinho. E, por isso, nós precisamos estar capazes de provar provar os incelimentos que sabemos, provar que Jesus Cristo, de facto, observou o sábado, que o sarmenão foi mudado, que Paulo observou o sábado, que Cristo não ressuscitou no domingo, por isso, isso não é uma desculpa para mudar o sábado para domingo, e que, de facto, observou ou cumpriu, digamos assim, a sua promessa de que estaria na sepultura por três dias e três noites. Por isso, precisamos ser capazes de provar isto. É bom terem as escrituras que eu dei neste estudo bíblico, talvez assim, numa marcação de sequência de escrituras, porque está claro, lembrar-me, as escrituras todas, os números das escrituras, é difícil, nem eu me lembro, e é bom ter uma sequência marcada, e, pelo menos, compreendemos bem a lógica o processo de pensamento. O processo de pensamento é que, primeiro, quem é que mudou o sábado? Vimos. Foi a igreja católica na outra idade da Bíblia para mudar o sábado. Se as pessoas dizem, hábamos porque mudámos o sábado por Cristo, e nós, vamos a sábado por Cristo, reciclou no domingo. Não o Cristo não reciclou no domingo. Então, pessoas começam a fazer a definição, dizer, ah, mas contam três dias e três noites de maneira diferente. Temos que provar na Bíblia como contar três dias da engenasas na semana da criação. Depois, precisamos provar que três dias e três noites é o sinal da prova de que Jesus Cristo é um mesias. Essa, talvez, seja a escritura central deste ensinamento. Talvez uma escritura que devemos lembrar. Mateus 12, 40. Depois, ver, estudar, compreender, entender quando é que Jesus Cristo, a que horas é que Jesus Cristo é. Por causa da que horas é que ele morreu, isso é fácil de explicar, sem lembrar de escrituras. E depois, provar que há mais que ir o sábado, sábados anuais, podem isso, a ver, elevíticos 23. E depois, tenho um caso que é muito simples, mas muito provador, que é o caso das senhoras com as especiarias. E, então, ter esta sequência bem marcadinha, em Marcos 16, Lucas 23 e Mateus 28. E, então, ver estas três. Lembram-se disso? Marcos, Lucas, Mateus, MLM, Lucas 23 e Mateus 28, os números dos capítulos estão sempre a crescer, a subir. E, por isso, tenho, digamos assim, esta referência que nos dá a ajudar, a lembrar, de uma maneira simples, para provarem esta doutrina, para quando me fizerem uma pergunta acerca da esperança que tenho, posso responder facilmente. Até a próxima, queridos irmãos. Aqui é Jorge Campos.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).