Preparando-se para a reunião

Lembra-se da primeira entrevista que teve para um emprego? Lembra-se como se sentiu? Lembra-se como teve de se preparar para essa entrevista? Nós vamos ter uma reunião com Deus dentro de pouco tempo. Você vai-se preparar com o mesmo respeito para essa reunião? Este sermão descreve alguns pontos importantes para se preparar para essa reunião.

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui em Jorge Campos. Queridos irmãos, você lembra-se de sua primeira entrevista quando esteve à procura do emprego? Lembra-se como se sentiu, talvez tivesse amedrontado, talvez tivesse apreensivo, mas lembra-se dessa primeira entrevista. Imagine, por exemplo, que você fosse fazer uma entrevista com o gerente de uma companhia muito grande, uma companhia internacional, ou seja, por exemplo, a Microsoft, ou a companhia de General Motors, ou outra companhia internacional e muito grande, e você tinha que falar com o gerente dessa companhia, Algurs. Como é que você se sentiria? Sentirias bem?

Ou outro exemplo. Se você tivesse que falar com o presidente da nação, por exemplo, a presidente do Brasil, ou o primeiro-ministro, por exemplo, do Portugal, e vocês tivessem que ele estava a selecionar um cabineto e queria entrevistar você para uma posição nesse cabineto. Você sentirias preparado para essa posição no cabineto do governo?

Ou você pensaria ou desejava que se teria preparado de uma maneira melhor para essa entrevista? Talvez você pensasse ou talvez devesse ter tido uma melhor educação. Talvez devia ter tido um curso académico mais avançado, há certas várias matérias. Você sabe por você próprio qual é a subsissão. O que é fazer uma pergunta? Você entende que tem uma entrevista com o seu patrão? Tende breve?

Você entende que tem uma entrevista com o seu patrão? Brevemente, quem é o seu patrão supremo? Quem é o teu senhor? Está claro, Jesus Cristo? Ele está a olhar para si e para mim porque nos quer empregar, digamos assim. Nos quer pôr numa posição, digamos assim, na companhia, no governo dele, que ele vai estabelecer na terra. E por isso, ele está a dar a você e a mim um certo treino para você se preparar para essa posição, para se preparar para esse, digamos assim, para esse emprego. E ele sabe que falhas nós temos e por isso ele nos dá, digamos assim, um certo de certos ajustamentos, algumas certas oportunidades de desenvolver esses talentos podem ser em aflições ou em dificuldades, mas nos dá certas oportunidades, como digo oportunidades, para desenvolver essas habilitações, esses talentos.

E ele está pronto a ajudar você a desenvolver-se para a posição que ele tem para você. E por isso você entende, compreende, que tem uma entrevista com ele brevemente daqui uns dias ou umas semanas? Sim. Por isso, queridos irmãos, hoje vamos dar uma vista de olhos à entrevista que nós temos com Deus.

E o que Deus espera de nós para nos prepararmos para essa entrevista e para que quando estivermos nessa entrevista nos conduzirmos de uma maneira correta. Ora os especialistas, os peritos, dizem que quando vamos serem entrevistados, digamos assim, para um emprego, há certas características que precisamos ter quando vamos para a entrevista. Por exemplo, devemos estar a tempo, chegar a tempo, não ir lá atrasado preferivelmente, chegar ainda um bocadinho cedo demais, um bocadinho cedo, para estarmos prontos quando chegar à hora da entrevista, estamos prontos.

Bem, os peritos dizem que devemos ter uma atitude positiva e por isso não estar a dizer mal de pessoas, mas ser aberto, fazer as pessoas de uma maneira confortáveis e agradáveis, com um bom aperto de mão, com uma boa amizade própria e por isso não fazer comentários negativos acerca do emprego que você tem correntemente ou empregos que tem atido, porque esses comentários negativos dão uma certa indicação de atitude sua.

Por isso, se é uma pessoa que está a dizer mal de certas coisas ou de outras pessoas, há uma certa indicação a pessoa que pode ouvir a empregar, de que esta pessoa está a dizer mal, talvez tenham uns problemas de atitude. Por isso, quando vamos para uma entrevista para o emprego, estas são algumas das coisas que precisamos analisar e ver que não que estejamos a exibir coisas negativas, mas, aliás, sejamos positivos, estar a tempo, estar, digamos assim, calmos, relaxados, mas, de uma maneira correta, ter um contacto de olho para o olho, não é estar a evitar olhar aquela pessoa, não olhar, não evitar, não olhar para...

mas olhar para as pessoas. E percebemos de desenvolver uma certa afinidade, uma certa relacionamento com outra pessoa, com a pessoa que nos está a entrevistar. Também dizem os peritos que precisamos de estar prontos a ouvir, a ouvir o que a pessoa que nos está a entrevistar, está a dizer, está a estar prontos a ouvir bem e responder corretamente essas perguntas, refletir antes de responder, não é começar a dizer e responder antes dela, que é para fazer a pergunta, esperar e responder.

Outra coisa também que dizem é de não parar a pôr o que eles chamam bandeirinhas vermelhas, que é dizer, coisas que dão avisos à pessoa que está a entrevistar, dão avisos que esta pessoa que deseja ter um emprego nesta companhia, seja uma pessoa que talvez tenha umas coisas assim que nós não queremos ter. Por exemplo, se a pessoa faz perguntas inicialmente a dizer que vou ter que ser relocado ou movido para outro local, pode dar uma indicação a dizer que não quer moverse ou ter nenhum sacrifício de onde vive para ter este emprego, que era uma coisa que não está interessada a ter este emprego, porque talvez seja um bocadinho mais longe de onde ele vive.

Ou perguntas acerca de eu quero estes dias de folga. A pessoa ainda está a começar a conhecê-lo e na primeira entrevista está já a pedir dias de folga. E isso pode dar a pessoa que está a entrevistar um pensamento de que você é preguiçoso. E por isso, na primeira entrevista não está a falar necessariamente de que quero dias de folga, quero dias de férias, ou seja, que for, porque estamos simplesmente a desenvolver um relacionamento, estamos a saber o que eles têm para oferecer, o que nós temos para oferecer e não estamos ainda a falar das coisas de contrato, de quantas horas é que trabalhamos, quantas horas é que não trabalhamos.

Isso geralmente não é para a primeira entrevista, só se eles trouxerem um assunto para a mesa. Também, na primeira entrevista, devemos de demonstrar que queremos um emprego. Temos que ter um certo conhecimento, talvez da companhia, estudar um bocadinho da companhia antes de irmos à entrevista e demonstrar que temos um interesse, temos de demonstrar acerca de como é que você vai poder ajudar a companhia com os seus talentos e as suas habilitações, vai ser uma pessoa de valor para a companhia.

E também, tem que evitar, digamos assim, língua corporal que seja negativa, por exemplo, estar a morder os lábios ou estar a falar assim que não é uma coisa aberta, está a falar muito sinais corporais negativos. Talvez, esteja sentado na cadeira e, a vez, estar sentado de maneira respeitosa, de maneira atenciosa, estar sentado assim, deitado para trás, de costas, como se se não tivesse lá muito interessado na posição e como se fosse muito importante. E, por isso, são alguns pontos, durante a entrevista que uma pessoa tem que ter e, depois, ao fim da entrevista, reiterar ou repetir o seu interesse na posição e as suas qualificações, as suas habilitações e talentos, perguntar quando se pode telefonar para verificar daqui uns dias e daqui a quantos dias é que poderia fazer isso para saber.

E, eu não esquecer de mandar um obrigado. Mandar uma carta a dizer obrigado pela entrevista. As pessoas, hoje em dia, não são graciosas. Simplesmente, se a entrevista foi inicialmente feita através do correio eletrônico, como email, mandar um email a dizer obrigado e depois seguir com uma carta escrita à mão.

Uma profissional ou uma carta mandada pelo correio com a dizer obrigado por terem dado tempo para a entrevista e que deseja muito, tem grande interesse na posição e que espera ouvir delas recentemente daqui a pouco. Isto é bom. E depois desse tempo que ele disse daqui dos semanas, que devem ouvir de nós e etc., se não ouvir nada, seguir ou repetir ou chamar à atenção essa pessoa com uma chamada telefónica e isso demonstra interesse.

Interesse nessa posição. Isto há alguns pontos para interesse para uma pessoa quando vamos para uma entrevista para um emprego. Mas o que eu quero falar aqui é da entrevista, da reunião que vamos ter com Deus. A reunião que vamos ter com Deus. E para ver isso, quero que virem-se para a reunião que vamos ter para Levíticos capítulo 23. Levíticos capítulo 23. Vamos ler no versículo 1 e 2. Levíticos 23, versículos 1 e 2. Diz-se, o Senhor Amor Zé, fala aos filhos de Israel e diz-lhes as festas fixas do Senhor que a proclamarais serão Santas Convocações são estas as minhas festas.

Queres irmãos, a palavra festa vem do Ibraico Moab, Moad, Moad, que significa um local escolhido a uma certa hora para uma reunião, um encontro num local escolhido a uma certa hora. Por isso diz assim, fala aos filhos de Israel, no versículo 2, e diz-lhes as reuniões fixas, os encontros fixos a uma certa hora, a certos dias do Senhor que proclamarais serão Santas Convocações são estas as minhas reuniões em dias fixos, em datas fixas, a horas fixas são reuniões fixas de Deus.

Queres irmãos, as festas de Deus sejam as festas anuais, ou mesmo o sábado, como vem aqui no versículo 3, está a falar do sábado, e no versículo 4 diante está a falar das festas anuais. As festas fixas de Deus, as festas de Deus, as semanais e as anuais são reuniões a dias apontados ou marcados no calendário de Deus, são dias marcados para Ele se encontrar conosco. Ele marcou essas datas e é para nós nos encontrarmos com Ele. São horas ou ocasiões especiais em que Deus hospeda, digamos assim, é o hosped, hospeda essa, essa festa, esse festival, esse sábado. E podem ler, por exemplo, em números 1 versículo 1, que Deus disse, falava com Moisés, não vou voltar aí, podem ser em números 1, versículo 1, que Deus se encontrava com Moisés no tabernáculo, no tabernáculo onde ele se encontrava com Moisés e com a liderança de Israel. É onde ele se encontrava no tabernáculo, por isso era numa área que Deus selecionava no local que Deus escolhia. Por isso, vemos que vamos atender a festa, as festas de Deus brevemente, particularmente a festa de tabernáculos. É, o calendário está à porta e assim os outros dias santos à volta da festa de tabernáculos, durante este período. Vamos atender a festa de tabernáculos brevemente. Vamos aprender estas festas para aprender mais acerca de Deus e o seu propósito para nós, para um ponto de educação, de treino de Deus, para nos treinar, para a posição que ele tem para nós, digamos assim, no cabineto do governo dele. E por isso ele nos seleciona, nos escolhe.

Ele está a trabalhar conosco para essa posição, digamos assim, de governo, no cabineto governante do governo de Deus, do reino de Deus. Isso deve ser o que nós buscamos primeiro, buscar primeiro o reino de Deus e a justiça de Deus e a sua justiça. E por isso, quando vamos para a festa de tabernáculos, quando vamos para a festa de tabernáculos, não vamos para brincar ou para recriar.

Por exemplo, se as pessoas vão numa viagem, por exemplo numa tour, por exemplo a Israel, e só vão para lá para fazer uma viagem e usam isso como a desculpa dizer, ah, eu perio da festa de tabernáculos e há pessoas a observar a festa de tabernáculos e a homem. É uma festa. Mas não estão a fazer o que Deus manda. Porque a festa de tabernáculos deve ser no local onde Deus escolhe, deve ser com os ministros Dele, com a educação que Ele vos dá, que vos quer dar, com o treino que Ele dá no local onde Ele escolhe.

E por isso, vamos à festa de tabernáculos para ter esta reunião com o nosso, digamos assim, nosso patrão, com o nosso chefe, com o nosso Senhor, com Deus. E vamos lá para aprender mais acerca do caminho de Deus e também para Ele aprender um bocadinho mais acerca de nós. Da maneira que nós nos conduzimos na festa, Ele vai aprender acerca de nós.

Da maneira que nós nos conduzimos ou não conduzimos. A maneira que vamos ou não vamos. Ele aprende do que está no nosso coração. Vixemos aqui também, no versículo 2, Leviticus 23, diz assim, serão santas convocações. O que é uma convocação? Uma convocação é um acto de convocar, é um acto de chamar para uma reunião. São actos de chamar as pessoas para uma reunião. Deus é aquele que chamou, que marcou este encontro, que marcou esta reunião.

Ele é que marcou uma santa reunião. Ele apontou o tempo, o dia, a hora e são assembleias necessárias. São mandadas, são obrigatórias, são assembleias obrigatórias. São assembleias mandadas pelo patrão. E o patrão diz, vem esta reunião e nós vamos ver ao patrão, eu não vou, eu prefiro ficar em casa. Não se pode dizer isso, porque uma coisa, ele está a aprender um bocadinho mais a sermão do que está no nosso coração. Certamente está. Queridos irmãos, hoje estou a falar, estou a focar este sermão acerca ou à volta da festa de Tabernáculos.

Mas temos que entender que este princípio de que estou a falar, estes princípios que estou a falar hoje em dia, são aplicáveis a todos os festivais de Deus, a festivais anuais, assim como o Festival Semanal, que é o sábado. E, por isso, o primeiro ponto que tenho é que temos reuniões que Deus convocou. A festa é uma reunião, é uma convocação santa e, por isso, temos reuniões que Deus convocou. Temos que estar lá presente. Em segundo lugar, o segundo ponto é que a festa de Tabernáculos é uma sombra de coisas que estão para vir ou para vir a acontecer.

São sombras de coisas. Por exemplo, aqui está aqui este copo e este copo tem aqui uma sombra aqui. A causa de luz está uma sombrazinha aqui. A festa de Tabernáculos é a sombra, mas isto é a realidade. O copo e a realidade, a festa de Tabernáculos é uma sombra, é uma imagem da realidade. E, por isso, nós temos que nos lembrar que a festa de Tabernáculos é uma sombra de coisas a vir. Vejam comigo, se faz favor, em Colocenso capítulo 2, Colocenso capítulo 2, Fésis, Filipenses, Colocenso capítulo 2, versículo 16 a 17. E diz assim, ninguém pois vos julgue, ninguém pois vos julgue por causa de comida e bebida ou dia de festa ou lua nova ou sábados, ou sábados, ou plural, semanal e anuais.

Porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir. O sábado, os dias de festa, a lua nova são sombras de coisas futuras. Por tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir. Porém, o corpo de Cristo. A palavra é, está em Itálico, na Bíblia, porque não está no original, foi adicionada pelos tradutores. Na revista Corrigida, vence claramente que está em Itálico. E por isso diz assim, versículo 16, 17. Ninguém vos julgue, por isso ou por aquilo, como diz aqui, porém o corpo de Cristo.

Ninguém vos julgue, mas o corpo de Cristo é que vos pode julgar. O corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus. Ninguém vos julgue por causa disso, mas a Igreja de Deus. São coisas que são sombras do que há para vir. Então, o que é a festa de Abronáculos? É sombra de quê? É sombra da grande colheita, da grande colheita que está para vir. Vejam, por exemplo, em Exodus capítulo 23. Exodus capítulo 23. Exodus capítulo 23. E vamos ler versículo 14 a 16. 23, 14 a 16.

Diz assim, três vezes no ano, se celebrarei-se festa, isto é, três períodos no ano, guardarás a festa dos pães asmos por sete dias, este é, um período por sete dias. E depois, no versículo 16, guardarás a festa da sega, isto é, a festa da pentecostas ou festa da sega dos primeiros frutos de do trabalho que houve assemeado no campo, que é o segundo período. E o terceiro período é a festa da colheita. Isto é, as festas durante esse período do ano, que está claro, como devem saber, inclui quatro festas. A festa das trombetas, o dia de despiação, a festa de tabernáculos por si própria, e o oitavo dia, são quatro festas. A festa da colheita, o período da festa da colheita. Durante esses, digamos assim, praticamente três semanas, temos essas três, três semanas e meio, temos essas quatro dias santos anuais, digamos assim, sábados anuais, que são marcados e diz assim, a festa da colheita. Isto é a festa dos tabernáculos, que é a festa da colheita, à saída do ano. Isto é, ao fim do verão, começo do outono, quando os recolheros do campo, o fruto do teu trabalho. A festa da colheita era quando eles tinham a grande colheita, ao fim do ano, no hemisfério norte, na área de Israel, a festa da colheita. Acompanhe também, se faça a favor comigo, em Apocalipse capítulo 14, versículo 14 a 15. Apocalipse 14, 14 a 15. Apocalipse 14, 14 a 15. Liz assim, olhei e eix, Apocalipse 14, 14 a 15. Olhei e eix uma nuvem branca e sentado sobre a nuvem, um semelhante a filho do homem, tendo na cabeça uma coroa do ouro e na mão uma foice afiada. Outro anjo saiu do santuário gritando em grande voz para aquele que se achava dentro sentado sobre a nuvem. Toma a tua foice e seiva, pois chegou a hora de seifar. Viste que a ciara da terra já amadruceu. Este é o hora da colheita, da colheita da terra, a grande primeira colheita. E a festa de Tabernacro representa o início dessa colheita que a ciara da terra já está madura, já amadruceu. Por isso, a festa de Tabernacro representa o período em que Deus, através de Jesus Cristo, como digamos assim, o membro da família de Deus, que vai executar ou fazer estas ações de salvar o mundo e de ressuscitar os santos e o significado disso. Por isso, a festa de Tabernacro representa o milênio, representa os milanos. Quando Deus vai estabelecer o seu governo na terra e os santos, tu e eu. Vamos reinar com Ele. E por isso estamos agora a ser preparados para sermos membros desse cabineto governante, do cabineto desse governo. E vejam, por exemplo, aqui em Apocalypse, capítulo 20, versículos 4 a 6. Vi também tronos e nestes sentados aqueles aos quais foi dar autoridade a julgar. Vi as almas dos decapitados por causa dos deMunhos deus, bem como por causa da palavra Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem topou com a sua imagem, nem receberam a marca na fronte e na mão. E viveram e reinaram com Cristo durante mil anos. Sim, durante mil anos é o período inicial, como podemos ver em outras escrituras. É a primeira fase, digamos assim. Os gostantes dos mortos não viveram ou reviveram.

Isto era, não foram necessitados para viver de novo, até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira resurreção. A primeira resurreção é quando Cristo vem e então os santos vão reinar com Cristo durante esse período de mil anos, que é o milênio. Bem-aventurado e santa é aquele que tem parte na primeira resurreção. Por que? É bem-aventurado e santa, porque é uma melhor resurreção. Por que? Porque essa resurreção é uma resurreção para ser espiritual. Por que? Diz assim sobre esta segunda morte não tem utilidade. Porque não vão poder morrer de novo, porque serão seres espirituales, não vão ser seres físicos. Pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com Ele, os mil anos. E eles se vão reinar com Cristo. Por isso, o milênio, este período de reino de mil anos, é, digamos assim, simbolizado pela festa de tabernáculos. Por isso, a festa de tabernáculos é só a sombra desta realidade que há de vir, que vai ser o milênio. E por isso são sombras de coisas por vir, como lemos em Colossenses 2, 16 e 17. E por isso, a festa de tabernáculos, digamos assim, é uma escola, é um campo de treino, é um colégio, é uma academia de treino, academia de Deus, para treinar os santos de Deus para estarem prontos, para reinar quando Jesus Cristo vier, reinar no mundo da manhã. E por isso, o que é que é isso? O nosso emprego, digamos assim, a nossa profissão do futuro, é para uma de assistir Jesus Cristo a trazer muitos filhos e filhas à glória. Vai ser nesse período do milênio em que vamos salvar o mundo inteiro. Não é hoje. Hoje só são poucos, alguns muito poucos que estão a ser chamados e que estão a ser treinados por Deus para essa posição de autoridade que ele está a preparar e a treinar no seu cabinete, cabinete governando do reino de Deus. E por isso, quando estivermos no mundo da manhã a governar no reino de Deus, vamos então a estender, digamos assim, a salvação através de Cristo e nós como os seus assistentes a bilhões e bilhões de seres humanos. Não é hoje. Não é hoje. É no mundo da manhã quando os Cristo vier debaixo do governo, dele que é o reino de Deus a reinar na terra. Venha o teu reino para que haja paz na terra. Vai ser, então, um período de paz mundial. Mas a festa de tabrenáculos dá-nos, digamos assim, um sabor, um sabor mundial. Mas a festa de tabrenáculos dá-nos, digamos assim, um sabor, uma ideia pequenina do mundo da manhã. Dá-nos um pré-sabor, um pré, uma ideia do que o mundo da manhã vai ser, porque vai ser o tempo, o mundo da manhã, milênico, quando os Cristo vier, em que Deus vai governar o mundo e vai produzir paz, alegria e benções na terra. E por isso nós podemos ter uma experiência, podemos ter uma ideia do mundo da manhã, quando observamos a festa de tabrenáculos da maneira correta e com essa experiência que temos do mundo da manhã, da festa de tabrenáculos. Então podemos estar motivados e acitados a cerca do nosso trabalho, da nossa profissão do futuro, que vai ser a profissão de sermos, digamos assim, assistentes a Jesus Cristo no trabalho dele, porque ele vai ser o rei dos reis e nós seremos os reis debaixo do rei. E por isso vamos ter uma responsabilidade de preparar o futuro, preparar o mundo para esse futuro, futuro para a humanidade.

E por isso a festa de tabrenáculos é, em primeiro lugar, em primeiro lugar, uma reunião, como disse, e, em primeiro lugar, é uma sombra do futuro, uma sombra do que está por vir.

E quando vamos para a festa de tabrenáculos, quando vamos, digamos assim, para esta reunião, para esta entrevista, devemos de viver em, digamos assim, vivendas temporárias, vivendas temporárias. O que a Bíblia chama, digamos assim, de cabanas ou de barracas ou uma habitação temporária rústica. Digamos assim, rudimentar. Por quê? Vejamos então, em Levíticos capítulo 23, Levíticos capítulo 23, Levíticos capítulo 23, versículo 33, adiante. Vejamos assim. Diz mais o Senhor Amor Zez, fala aos Físios Israel, dizendo, aos 15 dias deste mês sétimo, será a festa dos tabernáculos, a festa das cabanas, ou a festa, digamos assim, das residências ou vivendas temporárias. Ao Senhor, por sete dias. A festa dos tabernáculos, a festa dos cabanas, a festa dos cabanas, a festa dos cabanas, ou a festa, digamos assim, das residências ou vivendas temporárias.

Ao Senhor, por sete dias. Ao primeiro dia, haverá santa convocação, ao primeiro dia, santa convocação, no primeiro dia, é um dia santo, é um feriado, digamos assim, é um sábado, é um santa convocação. Nenhuma obra servil faréis, é um sábado. Sete dias, ofereceis ofertas queimadas ao Senhor, ao oitavo dia, depois do sete, ao oitavo dia, terei-se também santa convocação.

Isso também vai ser outro sábado. E oferecereis ofertas queimadas ao Senhor, é reunião selena, é reunião selena, é esta congregação selena, é esta assembleia selena, é uma reunião, reunião selena. Nenhuma obra servil faréis. São estas as festas fixas, as reuniões, os encontros, a dias determinados, fixos do Senhor. Além dos sábados, como diz no versículo 38, e depois, continuando a ler no versículo 39, diz assim porém, aos quinze dias do mês sétimo, quando tiveres recolhido os produtos da terra, celebrareis a festa do Senhor por sete dias, ao primeiro dia e também ao oitavo.

Ao primeiro dia e ao oitavo, haverá descanso solene, haverá, como dizem em Ibraico, um sabatón. É um sábado, um sábado anual, o primeiro e oitavo. Depois, continuando no versículo 40. No primeiro dia, tomareis para vozes frutos da árvore frumosa, ramos de palmeiras, ramos da árvore frondosa, salgueiras ribeiras e por sete dias vos alegreis, perante o Senhor, o nosso Deus. E, por isso, fazem umas decorações de flores agradáveis para a festa, para terem aline na festa, fazem umas decorações para alegrar alegria.

41 celebrareis, esta como festa ao Senhor por sete dias cada ano, este atuto perpeto, é um mandamento perpeto pelas vossas gerações, no mês sétimo a celebrareis, que este ano será, no ano 2012, será do dia 1 a 7 de outubro e oitavo dia, ano de 8 de outubro. E, continuando assim, sete dias habitaréis, em tendas de ramos, todos os naturais de Israel habitarão em tendas, em tendas de ramos. Por isso, é em vivendas, em tendas, em cabanas temporárias, feitas naquele tempo era feitas de ramos.

Para que saibam que as vossas gerações que eu fiz habitar, os filhos de Israel, em tendas, isto é, em cabanas, ou cabanas temporárias, ou, digamos assim, barracas temporárias, ou habitação temporária rudimentar, umas vivendas temporárias. Quando os tirei da terra do Egito, eu sou o Senhor vosso Deus, assim declarou Moisés, as festas fixas do Senhor aos filhos de Israel. E por isso, que os irmãos, vemos aqui que elas celebravam este período em vivendas temporárias, a pergunta é porquê?

Porquê? Porque elas, como lemos no versículo 43, diz assim, porque sabem as vossas gerações que eu fiz habitar, os filhos de Israel, em tendas, quando os tirei da terra do Egito. Sim? Viveram em tendas. Por quanto tempo? Por 40 anos. Lembrem-se que essa... vaguiar, essa vagagem no deserto, por 40 anos, precedeu, ou precedeu, a entrada deles para a terra prometida. Igualmente, a festa de tabernáculos, que é simbólico, precede, é uma sombra para coisas, para vir.

Por isso, precede antes da vinda da terra prometida, que vai ser o reino de Deus. E por isso, celebramos a festa de tabernáculos em vivendas temporárias. Hoje em dia, por exemplo, as pessoas, quando vão para a festa, vão, por exemplo, no local onde Deus escolheu através dos seus ministros da Igreja de Deus.

E então, nesses locais, por exemplo, vão para um certo sítio, onde vão ter, digamos assim, a reunião, a assembleia, num sítio que dá uma... um sabor do mundo da manhã, quer dizer, uma condição que seja um bocadinho melhor, onde as pessoas vivem, terem uma possibilidade, mas vivem em vivendas temporárias. Por exemplo, num hotel ou numa coisa que seja temporária, uma vivenda temporária, não é uma vivenda permanente, é temporária, é uma coisa temporária. E por isso, vê-se aqui que há uma ligação entre entrar na terra prometida com ir para a festa, ver-se que irem para a festa, é nestas vivendas temporárias, porque, porque antes de irem para a terra prometida, viverão em tendas, em habitações temporárias, eram, digamos assim, pregrinos por esse período e por isso, durante esse tempo de pregrinação, viveram no deserto por 40 anos, antes de entrar na terra prometida.

Igualmente, a festa tem esse simbolismo antes de entrarmos na terra prometida, que é o reino de Deus simbólico do reino de Deus, o finalmente o reino de Deus, mas inicialmente será o mundo da manhã e o ponto final dessa analogia, o de simbolismo é o reino de Deus, o reino espiritual, vermos a ser seres espirituais. E por isso, também, aqui em Hebreus capítulo 11, vejam também que isso faz favor, Hebreus capítulo 11, diz assim no versículo 8 a 10, diz assim, pela fé, a Braão, quando chamado, foi chamado, obteseu a fim de ir para um lugar que devia receber por irança e partiu sem saber onde ia.

Pela fé, peregrinou na terra da promessa como em terra alheia. Ele foi um peregrino e por isso nós somos peregrinos aqui na terra, porque ele guardava, como leia no versículo 10, a cidade que tem fundamentos da qual Deus é o arquiteto e edificador. E depois, continuando a ler no versículo 13, diz assim, todos eles morreram na fé sem ter obtido as promessas, vendo-as porém de longe, saudando-as e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra.

E por isso vivemos durante o período da festa, digamos assim, vivendas temporárias, porque dá um significado, exemplifica esse significado, de que somos estrangeiros e peregrinos na terra.

Por isso, vemos que vivemos uma vida temporária, aliás, os nossos corpos físicos são um corpo temporário, não são, digamos assim, a nossa residência permanente, porque vamos-lhe receber, quando formos os suscitados, um corpo novo, eterno, permanente, que será uma residência permanente.

E por isso, Deus nos justa vai dar um corpo espiritual para sempre, eterno, e por isso, esta existência física é só temporária.

Enquanto estamos a caminho da terra prometida, que é o reino de Deus.

Por isso, vamos para esta reunião, para aprender certas lições.

Vamos para esta reunião, uma das lições que aprendemos, é que a vida é temporária e que estamos a olhar para um futuro, que é o reino de Deus. Mas, além disso, há outras lições, que Deus quer que nós aprendamos da festa, e por isso, vamos para a festa, para aprender acerca de Ele, e também para Ele aprender acerca de nós.

Uma das primeiras coisas é que devemos de ir aprender da festa, aprender a ter alegria, aprender a estar contente com o que temos. Vejam, por exemplo, em Deuteronómio capítulo 12, de Deuteronómio capítulo 12, versículo 17 a 19.

Doze versículos a 17 a 19.

Diz assim, nas tuas cidades não poderás comer o dízimo, do teu cereal, nem do teu vinho, nem do teu azeite, nem os primogênitos das turvacas, nem das tuas oveiras, nem das tuas ofertas divertivas, que a vez os prometido nem as tuas ofertas voluntárias, nem as ofertas das tuas mãos, mas o comerás perante o Senhor.

Ora, aqui está.

Vamos observar a festa e para observarmos a festa usamos o dízimo.

Então, comoremos perante o Senhor usando o dízimo. No lugar que diz assim, no versículo 18, como o comerás, comerás do dízimo que vão ter, que vocês guardam o dízimo, é dinheiro. Ora, o dízimo está claro, quando fala do dízimo em vários outros locais, dizem que o dízimo pretensa Deus, é para dar a Deus, e é que os esrolitas davam as levitas para dar a Deus para o serviço da igreja. Demos assim, da congregação. Mas aqui está a falar do dízimo para comer, para vocês comerem. Por isso é um dízimo diferente. Ora, o primeiro dízimo pretensa Deus. Damos e pretensa Deus, damos aos levitas, que hoje em dia são os ministros da igreja de Deus, de baixo da nova aliança, como Lenha e Ibreus, a mudança foi para os ministros da igreja de Deus. E por isso, esse é o primeiro dízimo. O segundo dízimo é o outro dízimo. É o dízimo que guardamos, que poupamos para o nosso próprio uso durante os dias da festa. E por isso diz assim, no versículo 17, não comerás, não poderás comer o teu dízimo do teu cereal nas duas cidades. Mas no versículo 18, assim, o comerás, poranto, o Senhor, Teu Deus, para o lugar que o Senhor, Teu Deus, escolher. Aonde a Deus escolher, para ir-os observar a festa. E por isso, estás a obedecer a Deus. E estás a guardar o segundo dízimo de acordo com as leis. Então, podes ter a alegria durante este período, porque o óbvio observaste e celebraste, estás a celebrar porque tens o dizim poupado. E porque tens o dizim poupado, tens dinheiro para celebrar este período da festa.

E por isso, podes te alegrar. Diz assim, comerás, poranto, o Senhor, versículo 18, no lugar que o Senhor, Teu Deus, escolher. Tu e Teu filho, Teu filho, Teu servo, Teu servo e o Levita, que mora na tua cidade. E, poranto, o Senhor, Teu Deus, Te alegrarás. Em tudo o que fizeres. Por que que te vais te alegrar? Vás te alegrar porque tens estezimo para usar. E diz assim, não te esqueças do Teu servo, não te esqueças da Teua serva e não te esqueças do Levita, que é o Ministro. E, por isso, em vez de ser o Ministro que está a ajudar os membros da Igreja, é os membros da Igreja ajudarem o Ministro.

É o que diz? V-5-19, guarda-te, não desampares o Levita todos os dias na Terra. Não desampares o Ministro. Por isso, a atitude deve ser uma, não é o que o Ministro está a fazer por nós, mas é o que nós estamos a fazer pelo Ministro.

Estamos a servir e ajudar o Ministro também a ter uma festa agradável.

E, por isso, vemos aqui que precisamos do palpar o dízimo, e, como entendemos, é o segundo dízimo, porque o primeiro dízimo pertence a Deus. Este é o dízimo para nós comermos, o dízimo para nós usarmos durante os dias de festa, como na festa de tabernáculos.

E, por isso, se palpámos o segundo dízimo, vamos ter a possibilidade de nos alegrar, porque obtemos essa lei, e, por isso, aprendemos. Aprendemos. Aprendemos que a obediência dá um certo resultado. Quando desoptecemos e não apopámos o segundo dízimo, não temos dinheiro para ir para a festa. E não é a responsabilidade do Ministro de estar a dar dinheiro às pessoas para poderem ir para a festa. Ora, está claro, se for uma decisão de ajudar, sim, o Ministro tem esta possibilidade de ajudar. E quer ajudar, mas não é uma obriedação. A obriedação da lei, como se lê aqui, era outra maneira. É dos membros ajudarem o Ministro.

Então, continuando também, primeiro, o primeiro que temos a aprender da festa é para nos alegrarmos. E alegramos porque obtemos a Deus guardando o dízimo para a festa. Como expliquei o segundo dízimo. Mas, além disso, aprendemos também a ter respeito, a ter temor de Deus. Não só porque temos que ter temor, mas porque queremos ter esse temor, porque nós amamos a Deus. Porque Deus é o nosso futuro, digamos assim, patrão, nesta anuncia que estive a dar. Ele é o nosso patrão, ele é o que nos vai dar posições de governo, ele é o que nos vai estar a selecionar. Não somos nós que nos selecionamos a nós próprios, é ele que seleciona quem é que vai estar e aonde, digamos assim, no reino dele, na companhia dele, na entidade que ele vai usar para governar o mundo, que vai ser o reino de Deus, ele é que seleciona, ele é que escolhe, ele é que decide quem é que vai para cologar e ele é que nos está a treinar e nós temos que ter um temor e aprender esse temor. Vejam, por exemplo, em Deuteronómio capítulo 14, Deuteronómio capítulo 14, diz assim, vamos começar a ler no versículo 22, diz assim, certamente darás aos dísimos de todo o fruto dos tuos sementes, de todo o fruto, na biglinha inglesa, diz assim, de todo o acrésimo, ou de todo o incremento, o que cresceu, é o fruto, o fruto, de todo o fruto. Não é só de certo, fruto que eu decido dar, de outro fruto não dou, diz de todo o fruto, das tuos sementes. Ah, certas pessoas pensam, ah, este fruto é para eu comer, e por isso não dou dízimo disso. Então, eu também podia dizer, o meu salário, que eu tenho no meu emprego, é para eu comer e para eu poder viver, e por isso não pago o dízimo do salário que recebo, porque é para eu comer. Tá claro, não é assim. É do fruto de todo o fruto, de todo o ordenado que recebo para mim, para eu poder usar. E perante o Senhor, versículo 23, teu Deus, no lugar que escolher, para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos. Comer, comerás o dízimo. Tá claro, é o segundo dízimo que eu expliquei, do teu surreal, do teu vinho, do teu leite, os primejantes, dos dos váctares, dos aveias, para que aprendas o quê? Para que aprendas o quê? Para que aprendas a tener o Senhor, teu Deus, todos os dias. Para que aprendas a comer, a...perdão, a... que aprendas a temer o Senhor, teu Deus. Aprendas a ter respeito pelo teu Deus, todos os dias. E por isso, queridos irmãos, que tipo de respeito aprendemos quando vamos para a festa? Primeiro, demonstramos respeito por estar aos cultos a tempo, e estar na festa a tempo. Por isso, temos que planear a nossa viagem, temos que planear para chegar lá a tempo, para chegar lá em boa segurança, ter cuidado, não perder o avião, por exemplo, ou não ter preparado o carro para não ter problemas no carro, está tudo preparado, está tudo em ordem.

Arranjar, por exemplo, fazer com que, por exemplo, marcamos bem que auto-carro ou roda viária, vamos partar lá a tempo. Demostramos respeito por estar a tempo. Também demonstramos respeito e demonstramos este tumor de Deus atendendo o culto. Não vamos para a festa e dizem, ''Vai ou não hoje, vou descansar, vou dormir ou não vou para o culto.'' A razão de irmos para a festa é para aprender os ensinamentos de Deus e por isso atender o culto. Diz assim, ''Atener o teu Deus todos os dias.'' Por isso, quando vamos para a festa, como sabem, há culto todos os dias, durante esse período, há culto todos os dias, sim, há sábado, é o primeiro dia, sábado anual, e o oitavo dia também, sábado anual, mas durante esses dias todos, existe um culto, uma educação, um treino. E por isso, é nossa responsabilidade de estar lá e isso demonstra um próprio respeito e temor a Deus.

Imagine, se você é chamado a uma entrevista, a uma reunião pelo seu patrão, na sua companhia, e você decide, ''Não, vou lá, vou ficar de chinelos em casa.'' Está claro, isso não demonstra respeito. E outra coisa, também demonstrar respeito, é ter contato com ele. Ter contato com ele em oração, em estudo bíblico, por quê? Porque nós o amamos e porque nós queremos. E isso demonstra respeito. Outra maneira de demonstrar respeito, é de ir bem vestido para o culto. Não vamos para o culto vestido como se fossemos para o mercado, ou se fossemos para da férias, vamos vestido com o melhor que temos.

Não estou a dizer que tem que ser isto ou aquilo, é o melhor que temos. O melhor que temos é o respeito a Deus. Por isso, a vamos para a festa, para aprender. E outra coisa, também aprendemos. Quando vamos para a festa, é que estamos preparados a seguir instruções e direções e, e sumetermos à autoridade. Sim, sumetermos às autoridades. Por isso, quando vamos para a festa, quando vamos e congregamos contra as pessoas, temos que aprender a congregar. E temos que aprender a respeitar e a sumeter às pessoas que estão acima de nós. Porque isso demonstra que estamos preparados a ser governados por Deus e pelos seus ministros. Aprendemos submissão, unidade e harmonia. Sim, porque há só unidade. Só há unidade quando há submissão. Vejam também aqui, em doutro nome, 14.23, que diz assim, e perante o Senhor Teu Deus, no lugar que escolher. Vamos para o lugar que Deus escolher. Ora, se Deus, através dos seus ministros, escolheu um local, nós, a instrução, é para irmos ao local onde Deus escolheu. E não é a minha decisão de decidir que eu não vou fazer no outro sítio. Não tenho direito de fazer essa escolha privativa. Temos que ir, diz assim, a instrução, para colocar que Deus escolher. Não é uma questão de eu decidir que a minha família vamos para o outro sítio. Quando Deus escolheu um local, nós precisamos dizer, é esse, local. E, por isso, existe, como vimos anteriormente, uma ligação entre a terra prometida e a festa. Por que que os Israelitas vaguearam ou estiveram no deserto por 40 anos? Por que? Vocês podem ler a número 13, porque os espias foram mandados à terra de Canã e eles não quiserem ir à terra prometida, não quiserem ir ao local onde Deus escolheu. E, por isso, Deus diz assim, como castigo, porque vocês não querem ir. Então, vou castigá-los, vocês vão ficar no deserto por mais 40 anos. Caras irmãos, é preciso ter cuidado. Quando dizes não, adeus. Toma cuidado, quando dizes não, adeus.

Quando Deus dá uma capacidade, uma possibilidade de fazermos uma coisa, na festa, que é o exemplo dos jorrelitas irem para a terra prometida, que é uma sombra disso. E nós estarmos a dizer não, faz com que Deus fique muito aborrecido, muito aborrecido. E por isso, o nosso emprego no futuro envolve nós estarmos a aceitar ordens de Jesus Cristo, dos apóstolos, dos ministros de Deus e de monstro, que vamos estar sempre de baixo da autoridade, no mundo vindo-o. E temos que demonstrar, quando vamos à festa, essa própria atitude do respeito às autoridades. Algumas pessoas simplesmente não querem receber ordens de outras pessoas. Sabe como as pessoas dizem, eu não recebo ordens de nenhum ministro. Nenhum ministro vai dizer isto ou aquilo. Porque nós só recebemos ordens, dizem certas pessoas, só recebemos ordens de Deus e de Cristo. E não de um homem que é o ministro de Deus. Tenham cuidado, irmãos, porque essas pessoas tornam-se independentes. Tenham cuidado, porque não estão a aprender esta lição de ir para o lugar que Deus escolhe e de se meter à autoridade, que é uma das lições da festa de Tabernáculos. E outra lição é que vamos aprender a governar. Vamos aprender a governar. Porque a primeira uma das lições está claro, como vimos, é a lição de amor, amor para com outros. É uma lição de humildade, como também vimos, mas também é uma lição de governar. E como é que se governa? Servindo, sendo serventes. Porque diz assim também, no versículo 26 e 27, de outro nome, o 14, que diz assim, este dinheiro dá aloás por tudo o que deseja a tua alma, por vacas e ovelhas, o vinho, o bebida forte, qualquer coisa que pedir a tua alma. Come-o ali, perante o Senhor, teu Deus, e te li, e te alegrarás, tu e a tua casa.

Porém não desampararás o levita que está dentro da tua cidade, pois não tem parte nem herança contigo. E por isso diz assim, este dinheiro é para nós usarmos para servir a outros. Porque diz assim, a tua casa e o levita, é para servir, é para usar na festa, para servir, para servir a outros. E por isso, queridos irmãos, quando vamos para a festa, lembre-se que a festa é um período de família, como diz assim, tu e a tua casa, é um período familiar para a família. Passe a tempo com atividades familiares, de família, com os teus filhos. Tu e a tua esposa também precisam de tempo especial.

Talvez, desos teus filhos um bocadinho dinheiro para eles aprenderem como usar devidamente. Podes comprar alguns presentes para eles, para verem a festa de uma maneira alegre, para terem essa alegria. Mas lembrem-se que, quando vamos para a festa, vamos para a festa para nos encontrarmos numa reunião com o nosso Deus, que vai ser o nosso Senhor, o nosso Patrão. Vamos para isso, a uma hora que ele marcou, a um dia que ele marcou. Temos uma oportunidade de aprender um pouco mais acerca de Deus, do Seu plano, a nossa parte no Seu plano. Como é que nós vamos encalhar a nossa vida dentro do Seu plano de Deus? Aprendemos um bocadinho mais acerca disso durante a festa. E também, vamos para a festa para servir, para ajudar os outros, para servir os pobres, para servir as outras pessoas. Vamos para a festa para servir, para servir o Levita. É para servir. E, por isso, somos parte, digamos assim, de uma equipe, de um grupo de pessoas, a ajudar uns aos outros. E, por isso, quando vamos para a festa, também demonstramos a Deus, que concordamos com o Seu plano, com a Seu maneira de ser, com a Seu maneira de fazer as coisas, obedecendo a Ele e obedecendo àqueles que Ele apontou para estarem sobre nós e respeitando, assim, tudo, tudo o que Deus quer que nós respeitamos. Queridos irmãos, espero que tenham aprendido alguns pontos importantes para se prepararem para a festa de tabernáculos que está à porta. Seja a vós, todos, uma bela festa de tabernáculos.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).