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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui em Jorge Câmbus. Na Páscoa, um cordeiro pascal é sacrificado, ou era sacrificado, durante o período do Antigo Justamento. Hoje em dia, Jesus Cristo, o nosso cordeiro pascal, foi sacrificado e nós, como Jesus Cristo nos revelou, temos símbolos diferentes para representar esse dia. Por outro lado, no dia da expiação, também existe uma cerimônia sacrificial, e essa é para a humanidade inteira, para o povo todo, que é descrita em grande detalhe, com vários símbolos em Levítico 16. Essa é a história dos dois podes. Os dias santos de Deus são acerca de Jesus Cristo, e de seu papel como sua responsabilidade, as suas ações, como nosso Salvador e somos sacerdote e reivindouro. Esse rolo dele, que é um que é aplicável a nós individualmente, mas também é aplicável a Israel e na verdade ao mundo inteiro. E por isso hoje em dia queremos estudar a nossa Bíblia para derivar, para ver que lições podemos derivar da história de Levítico 16 dos dois podes. E por isso hoje em dia o meu propósito é para dar uma vista de olhos ao dia da expiação, como revelado na palavra de Deus, e extrair quatro lições práticas para nós hoje em dia. Vamos então começar a ler acerca dos Dias Santos de Deus, que são descritos em grande detalhe em Levítico 23. Levítico 23, neste capítulo de Levítico, todos os Dias Santos e as festas santas de Deus são descritas. Depois, começando no versículo 4, diz, são estas as festas fixas do Senhor, as festas do Senhor, as santas convocações que proclamareis no seu tempo determinado. E depois, um bocadinho mais adiante, falando acerca do dia de expiação, começando no versículo 26, diz, mas ao 10, deste mês, 7º, será o dia de expiação. Três santa convocação e afligireis a vossa alma. Trareis oferta queimada ao Senhor. O significado de afligir é jun de comida e bebida. Continuando a ler no versículo 28, neste mesmo dia, NINHUMA obra. Fareis, pois já o dia de expiação, para fazer expiação por vós, pronto o Senhor, vosso Deus. Por toda alma que, neste dia, se não afligir, será eliminada do seu povo. Quem, neste dia, fizer alguma obra, aí eu se destruirei do meio do seu povo. Nenhuma obra fareis, a tudo propeto pelas vossas gerações em todas as vossas moradas. Sábado de descanso soleno vos será. Então afligireis a vossa alma aos nove do mês de uma tarde a outra tarde. Selebrareis o vosso sábado. Cariz irmãos, vemos aqui o significado, em parte, deste expiação. Vê-se aqui o simbolismo. Para aprendermos um cadinho mais acerca deste simbolismo, vamos agora ver a descrição de Levítico 16, alguns capítulos antes, começando no Levítico 16. No versículo 29 diz assim, isto vos será, por estatuto, prepétuo. No sete mês, aos dez dias do mês, afligireis a vossa alma, e nenhuma obra fareis, nem o natural, nem o estrangeiro que preguerim entre o vós. Por naquele dia se fará expiação por vós, para purificar-vos e sereis purificados de todos os vossos pecados, perante o Senhor. É sábado da descanso solene para vós outros e afligireis a vossa alma. Este estatuto prepétuo. Este estatuto prepétuo. É um sábado. Afligireis a vossa alma. E por isso, neste capítulo 16 de Levítico, está a falar de uma cerimônia que era praticada uma vez por ano, no dia de expiação. Então, vamos ver uns detalhes acerca dessa cerimônia. Começando no início deste capítulo, nos versículos 1 a 3 diz assim, falou o Sr. Amoisés, os dois que morreram, os dois filhos de Arão, têm chegado aqueles diante o Senhor, porque tinham trazido um fogo incorreto. Então, disse o Sr. Amoisés, direi Arão, teu irmão, que não entre no santo ar em todo o tempo, para dentro do véu, diante do propiciatório, que está sobre a arca, para que não morre, porque aparecerei na nuvem sobre o propiciatório. Entrará Arão no santo ar, com isto, um novilho, um novilho, para oferta pelo bocado e um carneiro para o alocausto.
Isto era a sua oferta, por ele mesmo. Este é um serificado para ele, como vem no versículo 6, Arão trará o novilho da sua oferta pelo bocado e fará expiação por si e pela sua casa. Ele tem que, como o sumo serredota, Arão representando, como o sumo serredota, tinha que primeiro se purificar.
Queres irmãos, embora este seja aplicado ao sumo serredote, nós somos também um serredócio espiritual. Vejam comigo, mantenhem aí um dedo ou uma marca em Levítico 16, porque vamos voltar a Levítico 16, mas vejam comigo em 1 Pedro capítulo 1, 1 Pedro capítulo 2, versículo 5.
1 Pedro capítulo 2, versículo 5. Também vós. Mesmos como pedras que vivem, sóis edificados nesta casa espiritual, que é a Igreja de Deus, para seres sacerdócio santo. A fim de ofereceres sacrifícios espirituais. Como um serredote oferecia sacrifícios. Nós precisamos de ofereceres sacrifícios, mas os nossos sacrifícios são sacrifícios espirituais que são agradáveis a Deus. Porque lá em outro local que diz, Deus não estava satisfeito com esses sacrifícios de animais e que Ele quer, é sacrifícios espirituais, agradáveis a Ele.
Por intermédio de Jesus Cristo. Isto é o que Deus quer de nós. E por isso, tal como o sumo sacerdote se tinha que santificar, nós também temos que nos santificar. Por exemplo, em Josué 3, capítulo 5, onde diz, santificaivos, porque amanhã Deus vai fazer coisas maravilhosas. Nós temos que nos santificar. Se os jorrelites tinham que nos santificar, quanto mais nós? E por isso, vê-se aqui um exemplo. O sumo sacerdote tinha que se santificar, os jorrelites tinham que se santificar e nós temos que nos santificar. E por isso, a primeira lição que eu deixar com vosco hoje acerca do dia de dispiação e deste simbolismo é que temos que nos santificar.
Ou, em outras palavras, temos que estar dia a dia, principalmente no dia de dispiação, temos que estar perto de Deus, temos que nos aproximar de Deus, para sermos como Deus e como Ele, para imitarmos a Deus, porque nós somos, como diz aqui, um sacerdócio santo. Por isso precisamos de nos examinar, fazer uma alta examinação. E continuando por isso, em Levítico capítulo 16, estávamos a ler no versículo 6, que Arão tinha que fazer este sacrifício por si próprio, esta oferta, fazer dispiação por si e pela sua casa.
E que, irmãos, Jesus Cristo morreu por nós, faz com que este sacrifício seja aceite. Continuando a ler no versículo 11, diz assim, Arão fará chegar no vilho da sua oferta pelo pecado e fará dispiação por si e pela sua casa e molará o no vilho da sua oferta pelo pecado. Tomará também sobre o altar, o essensário cheio de brasas de fogo, diante do Senhor e dois punhados de incênsio aromático bem moído, que representa, como sabemos, as nossas orações, e ultrará para dentro do véu, para dentro do trono de Deus.
Morar o incênsio sobre o fogo, perante o Senhor, para que a nuvem do incênsio cubra o propiciatório. Isto é, as nossas orações estão a cumprir o trono de Deus, que está sobre o testemunho, para que não morra. Tomará do sangue do novilho e com o dedo o aspergerá sobre a frente do propiciatório e diante do propiciatório aspergerá sete vezes do sangue com o dedo. Isto é para sete, representando completamente, para ser completamente perdoado dos seus pecados individuais.
É a mesma coisa que nós temos que fazer, porque Deus ouve as nossas orações e, por isso, aproximamos Dele e, por isso, joamos. Joamos, Cristo irmãos. Nós não joamos para forçar a Deus fazer qualquer coisa por nós. Isto é importante entendermos. Nós estamos a pôr demandas em Deus ou em outras pessoas. O Jum é para nós nos humilharmos. O Jum não é uma greve de fome para forçar os nossos desejos, para manipular outras pessoas.
Muitas pessoas usam a história de Jum e dizem, olha, você tem que dar a mim que eu sou pobre, você tem que repartilhar e dar a mim porque eu sou pobre, tem que dar a mim, a mim, dividir por mim. E depois usam as criaturas como um bom samaritano e dizem, olha, tem que dar a mim, para você ser um verdadeiro cristão, tem que dar a mim porque eu sou pobre. Queres irmãos, o propósito do Jum é para nós olharmos a nós próprios. Não é para olharmos para o outro, dizer, o outro que o outro tem que fazer, é para nós nos examinarmos a nós próprios, para mudarmos a nossa maneira de ser.
Não é acerca de manipular os outros para olharem para mim. Vejam como isso faz favor, Isaías 58, porque joámos no dia de expiação. Então, vejemos aqui o que Deus diz à observância de Jum. Vejam assim no versículo 3, dizendo, vamos começar, então, a ler aqui no versículo 3, que é o povo dizer a Deus, porque joámos nós e que tu não atentas para isso. O povo está a dizer, nós estamos a joar, a joar é como se tínhamos esta greve de fome e tu, Deus, nós não estás a ouvir.
Ainda temos estes problemas e ainda temos estas dificuldades. E por que, por isso as pessoas perguntam, por que afligimos a nossa alma? Por que que estamos a joar? E tu não levas em conta. Sim, Deus, eu tenho estas dificuldades, eu sou pobre, abro-as e faz com que as pessoas dêem a mim.
É escrodia em que se joais cuidais dos vossos próprios interesses, cuidais dos vossos próprios interesses. Pobre ou rico, não joamos para tomar, cuidar dos nossos próprios interesses e exigias que se faça todo o vosso trabalho. Por exemplo, se você é um patrão, você vai explorar a outra pessoa. Se você tem uma certa situação, você vai manipular as outras pessoas para fazer em coisas para você. E por isso Deus diz, isso não é o jejum que ele quer, porque diz, acho que vocês estão nos joar para contendas e rixas, para debates. Vocês estão nos joar para ter debates, para ferir-nos com punho em nico. Olha tu, não estás a ajudar. Joana assim como hoje, não se fará ouvir a vossa voz no alto. Se estás a joar dessa maneira, Deus não vai ouvir a tua voz. Seria isso o jejum que escolhi que o homem um dia aflija a sua alma, inclinando a sua cabeça como o jejum que estenda debaixo de si, pano e saco e ciza. Você está a joar para fazer um show, para fazer uma demonstração de que é muito justo, para dizer olha, eu já joei assim tantas vezes. Eu juo cinco ou três vezes por semana, como os friseios diziam, juo não sei quantas vezes por semana, estou sempre a joar. Chame-lhes tu a esse jejum e a de aceitável, o Senhor? É essa a razão? Por que Deus quer o jejum? Não, não. Mas por outro lado, v. 6, não é este o jejum que Deus escolhe que quer?
Que solte as ligadoras da impiedade, das faças ataduras da servidão, destes livros oprimidos e dos pedaços todo julgo. Por que estávamos a joar? Vamos a joar para nos examinar e mudar. Mudar! Por exemplo, mudar de uma maneira que vamos criar uma forma de liberar, de capacitar e de verdadeirmente transformar, ajudar as outras pessoas a ser transformadas. Não é de uma forma que estamos a habilitá-los, a ajudá-los a causar o problema a continuar dessa maneira. É importante entender isto, irmãos. Continuando a ler no versículo 7. A aventura não é, também, que repartas o teu pão com o faminto e recolhas em casa os pobres desabrigados e se vires-o no cubras e não te escondas do teu semelhante. Isto é, estás a ter compaixão para as outras pessoas que têm dificuldades? Sejam elas que foram? As pessoas dizem, olha, estás a ver? Por isso, tens que me ajudar, porque eu sou pobre. Tens que me ajudar! Querias irmãos, aqui está uma palavra de cautela. Algumas pessoas são muito experientes em manipular a você, em fazer que, se você se sinta culpado e precisamos de ter muito cuidado de discernir, de discernir, porque às vezes dar, simplesmente dar dinheiro, estamos a perpetuar o problema. Nós estamos a ajudar essa pessoa, mas estamos a prejudicar essa pessoa. E por isso, precisamos de discernir com muito cuidado. Estamos a perpetuar o problema ou estamos a ajudar a pessoa? As pessoas precisam de uma ajuda para se tornarem fortes. É como o proverbio, ajudar a pessoa, ensinar a pessoa a pescar, não é dar um peixe a ele ou a ela. E por isso, isso é uma questão muito difícil de discernir. Pois, frequentemente, simplesmente dar dinheiro, alguém que tem necessidade, é muitas vezes a solução que é menos útil e mais temporária. E por isso, precisamos ter cuidado, só ousá-la num último recurso. Mas o que precisamos nos forçar é de dar em formas de que possamos liberar essa pessoa da situação e capacitar.
E por isso, às vezes, precisamos de ver que tipos de programas existem para ajudar a pessoa de maneira positiva. Conectar essa pessoa a programas ou recursos que, de facto, ajudem essa pessoa. Isso é para, como diz aqui, para desfazer as ataduras da servidão, para despedaçar as pessoas desse jogo. Isso é importante. Isto pode variar de país para país, geralmente em países como no Brasil, a certa providência social pela qual nós pagamos impostos e há certas organizações que têm uma missão de ajudar essas pessoas. E nós, se nós temos essa possibilidade de ajudar nesse país ou nessa região, devemos fazer a nossa parte. Mas para que, claro, às vezes, não temos possibilidade de fazer isso em todas as partes do mundo. Então, apontamos as pessoas para as entidades locais que existam para ajudar essa pessoa. Por que o importante é nos esforçar, de formas a liberar e capacitar e verdadeiramente transformar as pessoas para poderem vencer as dificuldades que têm. E por isso é que diz para desfazer as ataduras da servidão e deixar livros oprimidos, desfodassar o julgo. O isto é importante e por isso é ter esta compaixão para ajudar essas pessoas de maneira que seja possível. Então, continuar no versículo 8. Então, romperá a tua luz como a alva. A tua cura brotará sem detensa. A tua justiça irá diante de ti. E a glória do Senhor será a tua retaguarda. Quando temos esta atitude de ajudar os outros de uma maneira positiva, de uma maneira que os ajuda a sair da servidão e os oprimidos a estarem livres, desta maneira de liberar e capacitar e verdadeiramente transformar as pessoas de uma maneira positiva, então, diz assim, romperá a tua luz como a alva. A tua cura brotará sem detensa. A tua justiça irá diante de ti. E a glória do Senhor está a tua retaguarda.
Então, clamará-se. Versículo 9. O Senhor te responderá. Gritarás por socorro. E ele dirá, eis-me aqui. Se tirás-te de um meio de ti o julgo, o dedo que ameaça, o falar injurioso. Se abrir-se a tua mão, a alma, ao faminto e fartares, a alma aflita.
Ajudar a pessoa que tem essa aflição. Então, a tua luz será nas trevas. E a tua escuridão será como uma ideia.
Querias irmãos, por isso é que se joamos. Para nos arrepender, não é para criar problemas. Não é para estar a acusar os outros. Não é para dizer, olha, tu não estás a fazer isto. E tu não estás a fazer. Mas é para olhar a nós próprios.
É para olhar a nós próprios. Porque os nossos pecados nos separam de Deus.
Mas precisamos lembrar que somos perdoados pelo sangue de Jesus Cristo. E nós precisamos do mediador.
O qual é Jesus Cristo?
E por isso querias irmãos, o sangue precisa ser expurgido, como lemos em Levítico 16, sete vezes. Isto é completamente, para nos completamente perdoar e pagar a pena dos nossos pecados. Para nos purificar, para nos santificar. E nós temos que fazer a nossa parte de sermos separados, sermos diferentes, sermos santos, sermos separados.
E não é para fazermos a outra pessoa, mas é para fazermos a nós próprios.
Essa é a primeira lição do dia de expiação. A segunda lição que quero mencionar hoje, brevemente, é que Deus nos diz o que é certo e o que é errado.
É Deus quem nos diz o que é correto e o que é incorreto.
E por isso, vence, no exemplo do dia de expiação, que há dois bodas.
E estes dois bodas não somos capazes de distinguir qual delas é pelo Senhor e qual delas é pelo Azazel.
Traduzido como bod espiatório, a palavra hebraca é Azazel, que representa um demônio mal, que, está claro, representa Satanás.
Deus define o que é o pecado.
A lei de Deus nos diz o que é o pecado.
Mas a nossa mente, os nossos pensamentos, o nosso coração é enganoso.
Jura-Mia 17, versículo 9.
Por isso, Satanás.
Que é o mestre de manipulação, é o mestre de engano.
Influencia o povo e as pessoas.
De uma maneira tal, que a coisa torna-se às vezes tão, digamos assim, tão difícil de discernir, que nos engana.
Por que? Porque o Satanás é um lobo em pele de cordeiro. E por isso, se você olha por fora para a pele, parece um cordeiro.
Mas por dentro é um lobo. E você não consegue distinguir pela pele, pelo que você vê por fora, qual Deus é o cordeiro.
Vejamos, então, continuar na lei, em Levíticos 16.
Levítico 16, versículo 8 e 9. Diz assim.
Lançará sortes sobre os dois bodes. Uma sorte para o Senhor e a outra sorte para o bodo emissário. Isto é o Azazel.
Arão fará chegar o bodo sobre o qual caíra a sorte para o Senhor e ofrecerá por oferta pelo pecado.
O bodo que representa Jesus Cristo será uma oferta por pecado. Lembre-se, não é o cordeiro. Não é o cordeiro pascal. É sim, nos menos, do bodo que aponta para o cordeiro pascal.
É Jesus Cristo que morra por nós. É o que diz aqui. Vai ser oferecido por oferta pelo pecado. E foi exatamente o que aconteceu com Jesus Cristo. Foi oferto, foi oferecido pelo nosso pecado. Entretanto, nós sabemos que, para reconhecermos o que é o pecado, temos que entender que é Deus que nos diz o que é certo e que é o errado. Temos que reconhecer, tal como nós não podíamos reconhecer os dois bodas, é Deus que nos diz qual é o bodo que representa Jesus Cristo e qual é o bodo que representa o diabo.
É Deus que nos dá as leis de Deus, para nós sabermos o que é certo e o que é o errado. No mundo, hoje em dia, as pessoas pensam, olha, eu penso desta maneira, olha o que eu acho é isto, aquilo que o outro. Não é o que você acha. É o que Deus diz.
Sim, irmão, já vi pessoas a dizer, oh, mas o que eu acho é isto. Irmãos, não é o que eu acho, é o que Deus diz. E o que Deus diz, isso é que nós temos que acreditar, Ele é que nos diz o que é o pecado e o que não é. Porque se não, com a nossa mente, com o nosso coração enganoso, não conseguimos distinguir entre o que é bom e o que é mal.
E por isso o exemplo dos bodes, que não conseguia distinguir entre o bode do Senhor e o bode que representa o asazel. Queris irmãos, nós temos um guia de estudo bíblico que se refere às festas santas de Deus. Que as festas santas de Deus apontam ao plano de salvação de Deus, que é a única esperança para a humanidade.
E aí, quando você estudar a Bíblia, com a ajuda deste guia de estudo, você verá vários princípios importantes à seca dos dias santos de Deus. Incluindo, você verá, estudará a cerca do significado do asazel, ou do bode emissário, que está descrito na página 39 deste guia de estudo bíblico. Aí fala acerca do bode emissário expiatório. No uso moderno, refere-se a alguém acusado e no semento por erros de outros, mas isto não é o caso, porque Satanás não é acusado e no semento.
Assim, tal termo, isto é, bode emissário, não pode ser adequadamente aplicado a Satanás, o diabo, no sentido moderno do termo. Em vez de ser injustamente culpado pelo pecado, Satanás será justamente responsabilizado pelas suas próprias deliberadas ações pelas quais ele conduziu a humanidade ao erro ao longo de milhares de anos. Compris-lhe irmãos, este bodas-azel vai ser levado, vivo, por um tempo, mas isso representa que ele vai ser guardado por mil anos, durante um milênio, mas depois vai sair de novo, mas ao fim deste período, vai ser atirado no Lago de Fogo, como vamos ver.
Cris irmãos, Satanás apareça-se como um anjo da luz, como podem ver em 2º e 40º, 11º, 12º e 15º. Por que? Para enganar. Para enganar. E você precisa da ajuda de Deus e quando você tem dificuldades para discernir situações, você precisa orar, como se lentei algo, 1º e 5º diz, pedir a Deus para sabedoria, em fé, para Deus dar a você sabedoria, para Deus ajudar a você a discernir entre o errado e o bom. Por que Satanás nos engana? Você precisa de pedir essa sabedoria para aplicar, para usar discernimento e veja como se lê em Hebreus capítulo 5.
Hebreus capítulo 5. Ao fim deste capítulo, versículo 14, diz assim, mas o alimento sólido, o alimento sólido, é para os adultos, para aqueles que, pela prática, isto é, que praticam. O alimento sólido é aqueles que praticam. Praticam o quê? Praticam o quê? É aqueles que praticam, que têm as suas faculdades exercitadas para discernir, não só o mento bem, mas também o mal. Querias irmãos, este alimento sólido é esta prática de discernir o bom e o mal. E precisamos da ajuda de Deus, tal como os dois Bodos.
Não conseguiam distinguir qual Deus representava o Bodo Senhor e qual Deus representava o Bodo Asa Zé. Igualmente, nós não conseguimos discernir, pedimos, devemos de pedir a Deus sabedoria, sabedoria do simo, para discernir, porque discernir precisamos discernir, não é julgar, é discernir, é separar, é entender, é ter cuidado. Cautela. E diz assim, precisamos ter as nossas faculdades exercitadas para discernir, não somente o bem, mas também o mal. Isso é alimento sólido. Essa é a prática. E por isso, isso é a segunda lição, que precisamos de pedir a Deus ajuda para discernir.
Precisamos primeiro a lição, não é a próxima mar de Deus, de joar para estarmos perto de Deus. Precisamos de pedir a Deus ajuda para discernir, porque Satanás nos engana, aparece com um pélido ao velho, mas é um lobo para nos manipular, para nos enganar. E a terceira lição, do que a despesão, que quer deixar com vosco, é porque é através de um novo e vivo caminho que temos que andar.
Um novo e vivo caminho. Temos que mudar e temos que andar no novo e vivo caminho. Cariz irmãos, o samosa Sardote, em Levítico 16, depois de se sacrificar, de se limpar, digamos assim, de fazer a expiação por ele, então tem que levar o bode do Senhor, que foi escolhido por lotes, levar o bode do Senhor para o pelo pecado do povo, da nação, da humanidade.
Vejam Levítico 16, versículo 15, diz assim, depois e melhorar o bode da oferta pelo pecado, que simboliza que aponta para o cordeiro pascal, que é Jesus Cristo. Por isso, este bode da oferta pelo pecado aponta para o cordeiro pascal, que é Jesus Cristo. Este bode vai ser imulado. Por quê? Para o povo, para o povo, para o mundo inteiro, e trará o seu sangue para dentro do véu, isto é, para dentro do céu, do trono de Deus.
E fará com o seu sangue como fez com o sangue do novilho, as por Giluano propiciar, propiciatório e também diante dele. Como fez com o outro? Isto é sete vezes completamente. O papel do sumo sacerdote, que representa o papel de Jesus Cristo, é de levar o sangue de Cristo ao céu, simbolicamente, simbolicamente, levar o sangue de Cristo, levar este sacrifício, para nos perdoar, no propiciatório, isto é, no trono de Deus, no trono de misericórdia. Por que? Porque este papel do sumo sacerdote é o papel de Jesus Cristo, que é o nosso dia-dor.
Continuando, então, a ler no versículo 16. Assim fará aspiação pelo sangue, pelo santuário, por causa desemporezas dos fígios israelis e de suas transições e de todos seus pecados. Não é só dos fígios israelis, Deus não está a discriminar só os fígios israelis para o mundo inteiro, começando com os reales, mas para o mundo inteiro. E fará isto completamente, como ver no versículo 19.
Do sangue aspergerá com o dedo, sete vezes sobre o altar e o purificará e o santificará das imprezes dos fígios israelis. A vendo pois acabado de fazer expiação pelo santuário, pela tenda da congregação e pelo altar, então fará chegar o bom devido só depois dessa expiação estar completa.
Queridos irmãos, nós estamos a andar por este novo e vivo caminho para virmos a ser a estar na primeira resolvição. E quando isso estiver completo para a noiva, estar pronta da primeira resolvição, depois disso é que o bode vivo, este segundo bode, o bode vivo, vai ser levado pela mão do homem à disposição para isso, como se lê ao fim do versículo 21. E no versículo 22 diz para terra solitária e o homem soltará o bode no deserto. Esta terra solitária é quando o diabo vai ser posto como se lê em apocalipse. Vejam comigo se faz favor apocalipse capítulo 20. Apocalipse capítulo 20.
Estão a vir de ser do céu. Um anjo tinha na mão a chave do abismo e um grande corrente segurou o dragão, a antiga serpente que é o diabo Satanásio prendeu para o Milano e lançou no abismo. Fechou e pôs sobre o selo sobre ele para que não mais enganasse as nações até que se completasse os mil anos. Por isso, isso vai ser feito quando acabar esta obra do mediador através desta novo e vivo caminho para nos santificar, para sermos os santos na primeira resolução. E isso é a obra do sumo sacerdote, que é Jesus Cristo. Vejam comigo se faz favor aqui em Hebreus capítulo 2. Hebreus capítulo 2. Hebreus capítulo 2, versículo 17 e 18. Por isso mesmo convinha que em todas as coisas se tornassem semelhante aos irmãos para sermos o ricurioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer a propriação pelos pecados do povo. Está aqui a falar do que o sumo sacerdote fez e depois lê-se um carinho mais adiante em Hebreus capítulo 8. Hebreus capítulo 8, versículo 10 a 12, a 11. Perdão, por esta aliança está a falar da aliança. Hebreus capítulo 8.
Não, perdão, capítulo 9, capítulo 9, versículo 11 a 14, diz assim. Quando porém veio Cristo, como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito do tabernáculo, não feito por irmãos, quer dizer não desta criação, não por meio de sangue de bodes e de bezeros, mas seu pelo próprio sangue entrou no Santo dos santos uma vez por todas. Tendo obtido a interna redenção. O sumo sacerdote, que é Cristo, depois está ressuscitado, entrou, representando o sumo sacerdote da vitica 16. Por quanto, se o sangue de bodes e toros e acíncias de uma novilha, as perdidas e sobre os contaminados os santificam, quanto à perfeição da carne, muito mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito interno, assim mesmo, se ofereceu, sem macla a Deus. O sangue de Cristo se ofereceu. Cris e irmãos, por um milagre, ele veio para a terra como homem, foi gerado pelo Pai através do poder do Espírito Santo, foi ressuscitado pelo Espírito Santo, pelo poder do Espírito Santo. O Pai o ressuscitou pelo poder do Espírito Santo e por este Espírito interno fez isto possível, por causa disso. O sangue de Cristo purificará a nossa consciência. O sangue de Cristo é que limpa a nossa consciência. De obras mortas. Obras mortas porque não os fazemos mais, são mortas. Para servirmos ao Deus vivo. Por isso mesmo era um mediador da nova aliança. Da nova aliança. Qual é a nova aliança? Por as leis de Deus no nosso coração, como lê em Hebreus capítulo 8, 10 e 11. As leis de Deus dentro do nosso coração.
Este é o sangue da aliança. Vejam no versículo 23. Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham no céu se purificassem com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiales com sacrifícios a ele, superiores. Por Cristo não entrou em santuário efeito por mãos, como entrava o sumo Ceredote, como lemos na vítima 16, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer agora por nós diante de Deus. Jesus Cristo aparece agora por nós diante de Deus. E como vemos um bocadinho mais adiante em Hebreus capítulo 10, versículo 20. Diz assim, ou versículo 19, tendo pois irmãos intrepidez para entrar no Santo dos Santos. Irmãos precisamos ter intrepidez para entrar no Santo dos Santos. É no trono de Deus. Como é que entramos no trono de Deus hoje? Pela oração através da mediação de Jesus Cristo pelo Seu sangue.
Pelo sangue Jesus, pelo novo e vivo caminho. Eu que estou a falar aqui, é o novo e vivo caminho.
Não é através das ofertas de um bode do antigo distamento, é pelo cordeiro pascal que é Jesus Cristo, simbolizado neste dia de despiação apontando a Cristo, porque Ele, como nosso suno sacerdote, nos está a purificar, a limpar a nossa consciência de obras mortas, através deste novo e vivo caminho que Ele nos consagrou pelo véu.
Isto é, pela Sua carne.
E, tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximá-nos com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura.
Queridos irmãos, o dia de despiação nos faz refletir ou pensar acerca deste novo e vivo caminho.
Que é a espiação que representa a obra do suno sacerdote como nosso mediador desescristo, nesta nova aliança.
Ele assiste cada um de nós, individualmente, conforme não somos chamados por Deus.
E Ele está a mediar por nós.
Ele, Jesus Cristo, está a mediar por nós.
Jesus Cristo e o Pai querem que nós sejamos unidos.
Sejamos um, como Ele e o Pai são um.
Ele e o Pai são um.
Nós devemos ser um.
Não quer dizer que somos uma pessoa, somos um, em unidade, em união, unidos.
Esse foi o último desejo de Jesus Cristo antes de morrer, como Lé, na oração de Ele, de João 17, por ciclo 20 a 23.
E por isso, Cristo e irmãos, precisamos depor a mentalidade de Cristo na nossa vida.
É o que leem, em Filipe II.
Filipe II.
Versículo 5.
Tendem voz, o mesmo sentimento, a mesma mentalidade, que houve também em Cristo Jesus. O que é isso?
De ser humilde.
Oh, eu não gosto deste ministro porque ele amou o melhor. Cris irmãos, precisamos de ser humildes.
Como Cristo.
Pois, ele, subsistindo em forma de Deus, se ele subsistia em forma de Deus, do gênero de Deus, ele foi o representante do Altíssimo que criou tudo, foi o verbo.
Substia em forma de Deus.
Não jogou como usurpação ser igual a Deus.
Não era robo de identificação ser igual a Deus.
Mas assim mesmo se esvaziou deste título, desta posição.
Se esvaziou assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens. Isto é, tornando-se um membro da humanidade, em vez de ser um membro da divindade.
E reconecida em figura humana.
Assim mesmo se humilhou, tornando-se obdiente até à morte.
Você está humilhado até à morte?
E a morte cruz.
Feliz irmãos!
Temos que ter este mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. Como leemos em Filipenses 2, 5.
Temos que ter a mesma mentalidade.
Temos que ter um relacionimento de fé, confiança com o Pai, com Deus.
Porque sem fé é impossível agradar a Deus, como leem Hebreus 11, versículo 6.
E Deus quer que nós tenhamos completa implícita confiança no que Ele diz que é certo e que é errado.
E por isso, isto é um novo e vivo caminho.
E a quarta lição, que, les irmãos, é que este bod vivo.
Foi levado ao deserto, como leemos há pouco.
Este bod vivo representa em Apocalipse 20, como também leemos há pouco.
O diabo satanás, que foi levado ao abismo por mil anos.
Mas depois, no milênio, vai enganar para um pequeno curto, mas vejam, na Apocalipse 20.
Apocalipse 20, versículo 10.
Apocalipse 20, versículo 10.
O diabo, o sedutor de Deus, foi lançado para dentro do lago de fogo e em chofre.
Cris irmãos, inicialmente o diabo vai ser posto na prisão para o milano, depois vai ser atirado para o lago de fogo.
Cris irmãos, nós, igualmente, precisamos ter cuidado.
Porque uma vez que conhecemos a verdade, somos chamados, somos chamados, o nosso sumo sacerdota é humilde, é-mos ricores, o cordioso sofreu como nós sofremos, e se lêem vocês em Hebreus 4, Hebreus 4, versículo 14.16, diz assim, depois a Jesus, o filho de Deus, como grande sumo sacerdota, que prentrou nos céus, conservemos firmes a nossa aglomissão, porque não temos sumo sacerdota que não pode acompatizar-se das nossas fraquezas.
Antes, Ele foi tentado em todas as coisas, a nossa semelhança, mas sem pecado.
Cri-se-me, irmãos, temos um sumo sacerdote que sabe ter compaixão por nós, porque sofreu como nós sofremos, e por isso nós nos precisamos da próxima ar-dele, em humildade, como ele foi humilde, e pedir ajuda ao secorro, em ocasião oportuna.
Como diz, no versículo 16, a cheguemos, portanto, confiadamente, junto ao trono da Graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para o secorro, em ocasião oportuna.
Isto é quando precisamos.
Mas, por outro lado, cadinho mais atiantem, abreu os capítulo 10, versículo 26, diz-se assim, porque se vivermos do liberadamente em pecado, uma vez que fomos perdoados, agora voltamos para o pecado, deliberadamente, depois de termos sabido pleno conhecimento da verdade, já não resta a sacrifício pelos pecados.
Pelo contrário, certa espetação horrível de juízo e fogo vingador prestes a consumir os adversários.
Sem misericórdia morre pelo depoimento de duas ou três testimonhas que a gente tiver projetado o Leite Mosez, de quanto mais severa o castigo.
Jogais, fósforos, será considerado digno aquele que calcou aos pés, o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança, com o qual foi santificado e ultrajou o Espírito da Graça.
Ora, nós conhecemos aquele que disse, a mim pertence à vingança, eu irretribuiri e outra vez o Senhor julgará o Seu povo.
Orrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo.
E por isso, neste dia de expiação, a quarta lição é tal como o Bode vivo, foi recebeu a Seu justo castigo.
Nós também, se não temos cuidado, recebemos o mesmo justo castigo.
Queres irmãos, por isso, vemos aqui quatro lições práticas do dia de expiação.
Primeiro, precisamos nos aproximar de Deus, examinando-nos próprios.
E por isso é que se jovamos para mudar a nós. Não é para causar outros a mudarem. A nós!
Olha para si, para mim, para nós!
Segundo, Deus nos diz o que é certo e que é errado pela Sua lei.
E nós, para nós, não é fácil distinguir. Precisamos do discernimento da ajuda do Espírito Santo de Deus.
E precisamos de pedir a isso. Depois precisamos de andar no novo e vivo caminho, com a ajuda do nosso sumo sacerdote que está a mediar para nós.
E finalmente, cautela.
Tal como Satanás vai ser banido, nós também podemos ser banidos, exterminados, destruídos, destarmos presentes, eternamente, no reino de Deus, por causa do lago de fogo que é a Sona Morte.
Queris irmãos, a nossa meta, o nosso golo é o reino de Deus, é agradar a Deus, é respeitar, adorar a Deus.
Nós, conforme nos aproximamos agora durante o período da festa dos tabernáculos, e o período que representa o maravilhoso mundo da manhã, o período quando os primeiros, as primícias, os primeiros que vão-se nascer de novo, à vina de Cristo como filhos e filhas de Deus, o período em que Satanás vai ser banido, precisamos nos preparar e relembrar disto, porque vai haver, brevemente, o governo do reino de Deus no mundo da manhã.
E se você e eu estamos a andar neste novo e vivo caminho, porque estamos perto de Deus, porque estamos a desrenir entre o certo e errado, porque estamos a viver o caminho certo e temos o cuidado de não desviar, nós, então, vamos ter a responsabilidade de governar no mundo da manhã, como reis e sacerdotes debaixo do rei dos reis e do Senhor dos Senhores, para trazer paz e felicidade à Terra para sempre.
Escrituras mencionadas,
Levítico 23
Levitico 16
1 Pedro 2:5
Josué 3:5
Isaías 58:3-10
Jeremias 17:9
2 Corintios 11:12-15
Hebreus 5:14
Filpenses 2:5-8
Hebreus 4:14-16
Hebreus 10:26-31
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).