Por que jejuamos Hoje? (No dia de Expiação)

Sabemos que a razão de jejuarmos é para nos aproximar de Deus numa atitude contrita e humilde, e assim analisamos-nos e arrependemos-nos. Isaías 58:6 e 7 explicam bem esta razão. O jejum de comida e bebida nunca é uma desculpa para exigirmos algo de Deus. Sim quando estamos humildes e arrependidos e obedecemos a Deus e fazemos o que lhe é agradável, Ele então ouve as nossas petições. Mas por quê que jejuamos neste dia específico? Este sermão aborda este assunto.

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... Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, que é Jorge Câmars falando-vos da Cincinnati. Neste dia em que estamos a celebrar o dia de despiação. A minha pergunta que eu quero fazer a voz hoje, hoje representando o dia de despiação, é porque é que estamos aqui a observar o dia de despiação? Por que é que estamos a jijoar neste dia? Nós, está claro, sabemos que o jijum nos faz humildes perante Deus e nos traz mais perto de Deus. Faz com que nós estejamos mais perto de Deus. Também sabemos que o jijum, quando jijoamos, não é para dizer a Deus que temos direitos a certas coisas, não. Não é nada disso. Mas quando jijumamos a Deus, quando jijumamos, é para estarmos humildes, para estarmos perto de Deus. E por isso, quando estamos perto de Deus, aprendemos a obter a Ele numa maneira melhor. Aprendemos a fazer as coisas que sejam agradáveis a Ele. E por isso, quando fazemos as coisas que são agradáveis a Ele, Ele, então, ove as nossas peticões, os nossos petimos. Mas sabemos isso acerca de qualquer dia de jijum. Mas a minha pergunta é por que estamos a jijoar hoje, hoje representando o dia de expiação. E por isso, neste sermão hoje, quero ver, analisar a razão por que que jijoamos no dia de expiação. E vamos ver três maneiras como Deus, através do significado e simbolismo do dia de expiação. Três maneiras ou três pontos principais da expiação que nós recebemos como seres humanos, como parte da humanidade. E por que? Porque é que vamos analisar isso? É para que nós possamos ser mais perfeitos em tudo que seja bom, em tudo que seja agradável a Deus. E assim cumprimos o desejo de Deus em nós, fazendo o que é agradável a Deus através de Jesus Cristo, para quem assim seja a glória para sempre. Vamos sabermos, crísis irmãos, todos os dias santos são sombras de coisas a vir, ou que já vieram, eram sombras de coisas que já vieram. Por exemplo, nós observámos a páscoa. A páscoa, a primeira festa, representou quando Jesus Cristo morreu. Depois, está claro, por causa de Jesus Cristo morrer e de dar a sua vida para nós, através de pagar com o seu sangue a nossa salvação, fez o plano de salvação possível. E depois, aí temos os outros dias de festa, que são dias santos, que se seguem de festa. Por exemplo, o primeiro é os dias dos asmos. E os dias dos asmos representam a Israel serem libertados do Egito, que simbólicamente representam nós serem libertados do pecado. E depois disso, nós que somos chamados, recebemos os primeiros frutos do Espírito Santo. Isto é, somos os primeiros a receber o Espírito Santo para nos ajudar a vencer nesta luta. Depois, o próximo dia Santo é o dia de estrombetas, que celebrámos recentemente, que representa a vinda de Jesus Cristo à Terra. A vinda de Jesus Cristo à Terra, em que será o tempo de julgar os mortos, o tempo de recompensar os santos e o tempo de destruir aqueles que destruem a Terra. Podem ler a isso em Apocalipse 11, versículo 18, que representa, digamos assim, o período que acabamos de passar, que é o período das trombetas. Mas depois disso, então, chegamos a um ponto, em profecia, que é descrito, o ponto em que aqueles que destruem a Terra são destruídos, e que isso é descrito na Apocalipse capítulo 19, 19 a 21. Então, virem-se, faça o bordo, Apocalipse 19, 19 a 21, e diz assim, e vi a besta e os reis da Terra com seus exércitos congregados para projarem contra aquilo que estava montado no cavalo e contra o seu exército. Isto é o rei dos reis e o Senhor dos Senhores, que veio neste cavalo branco, e que tinha no seu manto e na sua coxa um nome escrito que era reis dos reis e Senhor dos Senhores.

E então, vemos esta besta e os reis da Terra congregados para lutarem contra Jesus Cristo, e diz então assim, no versículo 20, perdão, mas a besta foi aprisionada e com ela a falso-profeta que, com os sinais feitos dentro dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta e eram os duradores da sua imagem. Os dois foram lançados vivos dentro do Lago de Fogo, que arde com enxofra. Por isso, vemos aqui a parte da vina de Cristo, em que os santos, aqueles em Cristo, são ressuscitados, os santos são recompensados, casam com Cristo, e recebem a recompensa, e então, vemos aqui, que aqueles que destruem a Terra são destruídos. Por isso chegamos a este ponto, aqui, como diz aqui, no versículo 21, os rostantes foram mortos com a espada que saía da boca daqueles que estava montado no cavalo, e todas as aves se fartaram de suas tarnas. Temos agora uma situação na profecia, em que, no ano de 19 de fevereiro, a profecia, em que o governo humano foi destruído, Jesus Cristo está agora pronto para reinar na Terra, os santos estão ressuscitados, prontos para reinar, e então, vamos virar a página, digamos assim, virar a página para o próximo, digamos assim, capítulo, no plano de salvação de Deus.

E o nosso próximo capítulo é o próximo dia santo, que uma vez mais é uma sombra do significado, do que vai acontecer, e o próximo dia santo é o dia de expiação, pelo qual, hoje, estamos a celebrar o dia de expiação, e é o dia 2, e por isso vamos, então, agora ver um bocadinho mais acerca do dia de expiação.

Ora, sabemos, está claro, que temos um inimigo, temos um adversário, que é Satanás, e por isso vamos, então, começar a ler a primeira profecia acerca do destino de Satanás, a primeira profecia acerca do destino de Satanás, e essa profecia está em Genesis capítulo 3.

E vamos ler versículos 14 e 15, porque foi depois da duadão-e-éva ter impecado, e então diz assim o Senhor, a serpente. Viste que isto fizeste, maldita és entre todos os animais domésticos, e és, e o és entre todos os animais selváticos.

Rastiará sobre teu ventre e comerás pó todos os dias da tua vida. Por é animizado entre ti, isto é, entre Satanás e a mulher, que representa a igreja, entre a tua descendência, isto é, a descendência de Satanás, aqueles que seguem o caminho de Satanás neste mundo, e o seu descendente, que é Jesus Cristo. Este te ferirá a cabeça, isto é, Jesus Cristo te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Isto é, Satanás vai ferir o calcanhar, e então Jesus Cristo vai ferir a cabeça de Satanás. Está aqui esta profecia. Vejam-me um bocadinho mais o que é que quer dizer com este ponto em Jesus Cristo ferirá a cabeça de Satanás. Vejam, por exemplo, em Romanos capítulo 16, Romanos capítulo 16, a versículo 20, que diz assim, e o Deus da Paz, em breve, esmagará debaixo dos Vossos Pés, a Satanás, a graça do nosso Senhor Jesus Cristo. Seja convosco. Esta, quando diz que Jesus Cristo ferirá a cabeça de Satanás, veja aqui, então, em Romanos, que está a dizer que Ele será esmagalhado, a cabeça Dele será esmagalhada. Isso é o que Deus vai fazer através de Jesus Cristo a Satanás. E vai ser, então, que o Império, o Império Espiritual Satanás, se governa na Terra, o Deus desta Terra, vai ser também destruído no dia de expensão. O Império Espiritual de Satanás vai ser destruído. Então vejam o que é que Ele tem feito e o que Ele faz com o seu Império. Vejam isso, então, em Segundo Coríntios, capítulo 4, versículo 3 a 4, que diz assim, mas se o nosso Evangelho ainda está em coberto, é para os que se perdem que está em coberto. Que estão perdidos, porque? Porque não tem esperança, vão ter esperança no futuro, mas, correntemente, não tem esperança, e o Evangelho está em coberto para eles. Nos quais, versículo 4, o Deus deste século, isto é Satanás, cegou em entendimento os incrédulos, cegou em entendimento aquelas pessoas que não estão a acreditar em Cristo, que é a maioria das pessoas no mundo. O entendimento de eles está cegado, não consegue entender o plano de Deus, a verdade de Deus.

Para que lhes não resplandeça a luz do Evangelho da glória de Cristo. Para que não lhes resplandeça a luz, a esperança, a glória do Evangelho, da glória de Cristo, que é Cristo em nós, Cristo a viver em nós. Isto é a boa nova que Cristo vai viver em nós, e nós podemos ser mudados para ser um ser novo, uma pessoa nova, filhos e filhos de Deus no reino de Deus, e por isso esta é a boa nova da glória de Cristo em nós, o qual é a imagem de Deus. Cristo é imagem de Deus. E por isso vemos o que Satanás tem feito. O Satanás tem feito, digamos assim, posto uma coberta, uma coberta, é como se uma nuvem, pessoas não verem a boa nova do reino de Deus. Ora, com a cabeça de Satanás sendo esmigalhada, isto é o reino de Ele na Terra sendo esmigalhado, então essa glória vai poder brilhar de novo, vai poder brilhar na Terra. E por isso é que o mundo precisa de aspiação. Então vamos ver, queridos irmãos, a cerimónia de aspiação para entendermos um bocadinho melhor o significado deste dia. E a cerimónia de aspiação está descrita em Levíticos capítulo 16. Levíticos capítulo 16. Ora, vamos ler um pouco Levíticos, depois vamos ver ler outras escritores, depois vamos voltar a Levíticos 16, tal. Por isso talvez seja uma boa ideia, porém, assim, um papelinho, ou o que é assim, para marcar esta página do Levíticos capítulo 16. E vejam, inicialmente, no versículo 29 a 31, porque isto é depois de explicar aquilo Levíticos 16, o significado do dia, digamos assim, dá um somário do propósito do dia de aspiação. E este é o que precisamos, dêem que compreender, e este é a razão, porque que jejoamos hoje no dia de aspiação. Vejam aqui, versículo 29 a 31. Isto vos será, por estatuto, propeto, no sétimo mês, aos dez dias do mês. Afligireis a vossa alma, isto é, farás jejum, jejum da água e de comida. E nenhuma obra fareis, nem o natural, nem o estrangeiro, que pregrinem entre vós, todos param. Não come, não beben, e não fazem qualquer trabalho. Versículo 30. Por que? Porque, naquele dia, se fará aspiação. Quem que fará aspiação? Vai ser o sumo sacerdote, que, vamos ver, Jesus Cristo, se fará aspiação por vós, vai ser para purificá-vos, e sereis purificados, de todos vós pecados, por ante-senhor. Esta é a razão, porque que joamos, no dia aspiação? Porque, vamos ser aspiados, digamos assim, vamos ser purificados, de todos vós pecados. E, por isso, tanto sem pecado, sem, nesses pecados, sendo, digamos assim, lavados de novo, representando esse significado do que o sumo sacerdote faz por nós, então, nós queremos estar perto de Deus, não ter pecado, para podermos entender melhor o significado do dia, por isso é que joamos. No século 31, é sábado de descanso solem, para vós todos e afligireis a vossa alma. Isto é jureis. É estatuto perpétuo. Estatuto perpétuo. Cris irmãos, porque o sumo sacerdote, que é Jesus Cristo, faz a aspiação por nós. Nós vamos ser purificados de todos os nossos pecados. Esse é o significado deste dia. Essa é a razão por que que joamos neste dia. Então, vamos ver um bocadinho antes. Vamos começar a ler no versículo 3, e depois no versículo 5, diz assim, entrará Arão no santuário com o novilho para oferta pelo pecado e um carroneiro para holocausto. E depois diz assim, da coronação dos fios de Israel, versículo 5, tumorá dois bodas para oferta pelo pecado e um carroneiro para holocausto. Está a escrever aqui, há um novilho, há um carroneiro e há dois bodas. Pelo menos aqui inicialmente, como vemos. Vejam aqui, então, continuando no versículo 6, Arão terá o novilho da sua oferta pelo pecado e fará expiação por si e pela sua casa. Ela, então, leva o novilho, digamos assim, o toro pequenino e fará expiação por si e pela sua casa. Isto é, pelo sacerdote e pela família dos sacerdotes. Família sacerdocial, digamos assim.

Por isso, vemos aqui um princípio importante, que existe um caso aqui de dois bodas. Dois bodas. A Congressão dos Filhos Israel tumorará dois bodas para a oferta pelo pecado. Agora, por que bodas? Eu perguntei a uma pessoa, que é um farmeiro, qual é a diferença entre um bod e um carneiro? E está claro, muitos de vocês sabem, o bod é um animal que tem uma tendência muito independente. Quer fazer as coisas que ele quer. O carneiro é mais submisso, mais humilde, digamos assim, enquanto que o boda é mais independente, quer fazer as suas próprias coisas. É uma diferença importante entre o carneiro e o boda.

E, pois, continua, então, no versículo 7, também tumorará ambos os bodas, e os porá aparento o Senhor a porta de aterna da congregação, e lançará sobre sorte, sobre os dois bodas, uma para o Senhor e outra para o bod emissário, ou, como diz no Ibraico, as a celo. Para o bod as a celo. Por isso temos, assim, um bod, através de lotes, vai ser selecionado para representar o Senhor, isto é, representando Jesus Cristo, e outro bod para representar as a celo.

Ora, como sabemos, Jesus Cristo foi o corodeiro, o corodeiro de Deus. Vocês podem ler, por exemplo, em João 26 a 29, quando João Batista veio e ele disse, aqui vai que está o corodeiro de Deus, que vai perdoar os pecados do mundo. Jesus Cristo foi, está claro, um corodeiro, digamos assim, um corodeiro, correto, enquanto que não foi um bod, Jesus Cristo, não é um bod, digamos assim. Por isso, o ato de Jesus Cristo morrer, foi um ato de sacrifício, digamos assim, um holocausto, um sacrifício completo, que é o caso do sacrifício. Jesus Cristo não é uma pessoa com pecado a fazer um sacrifício, mas o holocausto representa uma oferta de um homem perfeito dando uma oferta.

E por isso, é uma oferta que tem um odor, um aroma agradável a Deus, que é um homem perfeito fazendo uma oferta, e isso é o holocausto. E representa, está claro, Jesus Cristo, um homem que veio a ser um homem, que se virou, veio para a carne, veio a ser um homem, um homem perfeito e que se ofereceu da livre vontade, um homem perfeito dando uma oferta. Mas Jesus Cristo também tomou os sacrifícios sobre si, perdão, tomou sobre si os pecados do mundo, tomou sobre si os pecados das pessoas, os pecados do mundo.

E por isso, os pecados do mundo, deste mundo que quer fazer as coisas que quer fazer, que são independentes. E por isso, ele tornou-se, digamos assim, uma oferta pelo pecado. É uma oferta pelo pecado, é oferta aqui neste significado, pelo... pelo... primeiro lugar, pelo novilho, e também por um dos bodes. Por um dos bodes. E, vezes assim, é um novilho, oferta pelo pecado, e também um dos bodes era uma oferta pelo pecado. Por isso, há duas ofertas pelo pecado. Um é o novilho, e o outro é um boda. A oferta pelo pecado é uma oferta, digamos assim, pela natureza pecaminosa do homem, a natureza que é contra as leis de Deus, digamos assim, a natureza humana, e aqui estava Jesus Cristo a tomar sobre si os pecados do mundo, e por isso, oferceu, através do novilho, e através de um bod, tomou o simbolismo, digamos assim, de levar os pecados das pessoas do mundo.

E por isso aqui, vê-se que Jesus Cristo não só fez um holocausto, uma oferta, um homem perfeito, a fazer uma oferta, mas também fez uma oferta pelo pecado, que representa tirar, aceitar, perdão os pecados das outras pessoas, e então fez essa oferta. E uma oferta é feita com o novilho, que era a expiação do seu mestre Sardote, por ele e pela sua família, e depois o outro era do bod, do bod que foi escolhido.

Então vejam, aqui continuando a ler, no versículo 11 diz assim, Arão fará chegar o novilho da sua oferta pelo pecado, e ele fará expiação por si e pela sua casa, e molará o novilho da sua oferta pelo pecado. Por isso ele vai tirar o novilho, e o novilho vai oferecer por si e por sua casa, pela sua família, pela família dos Sassardotes.

E depois, veja então, no versículo 14, diz assim, tumorar o sangue do novilho, e, de fato, o aspergirar sete vezes, à frente do propiciatório, e, diante do propiciatório, aspergirá sete vezes do sangue com o dedo. Vai fazer isso sete vezes, sete vezes significando, completamente. Completamente o sangue do sangue, representando o sangue de Jesus Cristo, que tomou o pecado sobre ele próprio, e por isso está aqui a usar o novilho, sendo o pecado, a expiação, pelo do sumo sacerdote físico, o sacerdote físico, e da família do sacerdote, digamos assim, físico.

Depois, também é importante lembrar-se, outra coisa que nós espiritualmente, o simbolismo aqui, é como podem lerem primeiro Pedro, capítulo 2, versículo 5 e versículo 9, nós somos uma geração de Deus, somos, digamos assim, uma família de sacerdotes, real, uma nação santa, e por isso simbolicamente está aqui a representar o povo de Deus, aqueles que são de Cristo, durante o período que tem existido e que existe agora, antes da vinda de Cristo, digamos assim.

Depois, vejam então, no versículo 15, depois de ter feito essa oferta do novilho, como a inspiração por ele e pela sua casa, ele, então, leva o bode da oferta pelo pecado, que é depois, que é faz um primeiro e depois faz o outro, o bode da oferta pelo pecado, que será para o povo. Por isso o bode para o povo e terá o seu sangue para dentro do véu, isto é, para a área do santo dos santos, e fará com o seu sangue, como fez, com o sangue do novilho, isto é, sete fezes, as projiloar no proprietório e também dentro dele.

Então, vemos que faz expiação com o novilho, para a família do sacerdote, e depois faz expiação com o bode para o resto, digamos assim, do povo. Aqui, ve-se que há uma diferença, uma diferença entre o pecado sendo perdoado, primeiro, à família de sacerdotes, que são aqueles que são chamados durante esta era cristã, antes da segunda vinda de Cristo, e os outros que vão ser o resto do mundo, vão ser chamados depois, aqueles que têm um espírito independente, vão ser chamados depois, digamos assim, no mundo da manhã, ou, digamos assim, no julgamento do grande trono, do trono branco.

E por isso, essa é a primeira maneira, digamos assim, que Jesus Cristo nos está a espiar, a espiar para nós e pela humanidade. Ele ofereceu a sua vida como um sacrifício, e tomou sobre si mesmo os pecados, os nossos pecados e os pecados da humanidade.

E ve-se aqui que, para a família de sacerdotes, foi o novilho, e para o resto do mundo, o povo foi um bodo. Ve-se também, no versículo 8, aqui, da Levítico 16, que diz assim, que lançará sorte sobre os dois bodos. Uma para o Senhor e outra para o Azazel, o bodo da Azazel, como diz no grego. Por que através de sorte? Por que? Porque eles, nós olhando aos dois bodos, não sabíamos distinguir quais eram um bodo ou outro.

Que um bodo representava, digamos assim, o povo. Isto é a natureza humana do povo, a natureza deste mundo, e outro bodo representa a natureza de Satanás. E, embora ambos sejam pecaminosos, vai haver uma expiação pelo mundo e pela natureza humana, que tem esta atitude independente, como o bodo, mas não vai haver expiação para a atitude de Satanás. Vê-se esta diferença aqui. E ve-se, então, aqui no versículo 10, mas o bodo sobrequer a sorte para o Azazel, como diz no hebreu, será apresentado vivo, portanto, o Senhor, para fazer expiação por o meio dele e enviá-lo ao deserto, como bodo emissário, como Azazel. Azazel era um título de um demônio, digamos assim, e por isso é o que, claro, representa Satanás e os poderes dele.

E por isso vai ser esta natureza Satanás, que vai ser imprisionado, digamos assim, num local, inicialmente por mil anos, primeira fase e a segunda fase, uma vez significado duplicado, vai ser eternamente. Vejamos, então, agora a segunda parte de como é que Jesus Cristo nos vai expiar a nós e a humanidade, porque a primeira parte foi através desta oferta e explicamos com cuidadinho o significado dos animais e da diferença entre o novilho e o bodo. Mas, vamos, então, ver a segunda parte, e talvez, digamos assim, a mais importante neste momento que nós precisamos de concentrar e pensar e ver o valor e importância dele, deste significado, porque vamos ler, então, no versículo 17 a 20, que diz assim, Nenhum homem entrará na tenda da congregação quando ele, este é o sumo sacerdote, entrar para fazer propiciação no santuário, até que ele saia depois de feita a expiação por si mesmo, pelo este é o sumo sacerdote físico, pela sua casa, esta é pela sua família, família de sacerdotes, e por toda a congregação de Israel.

Os dois primeiros é pelo novilho e pelo todo Israel é pelo bodo. Então, será a altar, que está parando o Senhor, ele sai do santuário, vai para o altar, que está parando o Senhor, e fará a expiação por ele, perdão, no altar também. Tomará do sangue do novilho e do sangue do bodo, e o porá sobre os cifres do altar a ordó.

Do sangue as perigirá com o dedo, sete vezes sobre o altar, e purificará, e o santificará das emporezas dos filhos de Israel. Uma vez mais, a família de sacerdotes, que somos nós, os cristãos espirituais nesta era, digamos assim, nesta era cristã, entre primeiro e segunda vinda de Cristo, e os outros, que representam os bodas, aqueles com o espírito independente, que viverão depois, digamos assim, no período do trono branco. E diz assim, havendo depois acabado de fazer expiação pelo santuário, pelo atender da congregação e pelo altar, então fará chegar o bodo vivo. Diz assim, havendo depois acabado de fazer expiação, quando tiver completado fazer expiação, vá então tratar do bodo vivo.

E por isso, vamos ver então, o que é que se passa até acabar de completar expiação. Ora, o que é expiação? A expiação é que está Jesus Cristo como o sumo sacerdote, que entrou no céu e que está sentado à direita de Deus, entrou no céu quando? Entrou no céu no dia depois de morrer, três dias depois de morrer, que foi o dia da oferta, que foi oferta no primeiro dia da semana, que foi, não me lembro agora o nome, mas foi levada e amostrada, foi essa o dia da oferta. E deixa-me cá ver, diz assim, Levíticos 23, para usar o nome correto, agora que neste momento, Cori e Salteado, não me lembro, está aqui, o molho da oferta movida, o molho da oferta movida, que diz no Levíticos 23, 15. Por isso, foi significado quando Jesus Cristo, depois de nos recertar, foi para o céu e se apresentou por ante o Pai, que é quando, a partir daí, ele está ao lado do trono do Pai, e por isso está a fazer este ato de inspiação por nós, deste dia diariamente. E é o que, no dia de inspiação, isto representa, é o que ele está a fazer por nós. E, por isso, continuando, então, no versículo, de Levíticos 16, versículo 20, havendo depois acabado de fazer expiação, ora e depois fará chegar o bom de vivo. E, como sabemos, lendo isto nas profecias, vai haver dois fases. Vai fazer a primeira fase, porque é tudo em dualismo, vai ser a primeira fase, vai ser, ao fim dos mil anos, e depois vai ser uma segunda fase, que, então, Satanás, vai ser posto completamente, de fora, eternamente. Isso, vamos ver mais daqui um pouco. Mas, o que ele está a fazer aqui, como o Sassurdo de Sardote está a fazer aqui, está a purificar, está a nos limpar. Como? Porque ele se apresenta para anteus, conforme nós, vamos aos nossos joelhos, nos joelhamos e vemos que fazemos qualquer coisa errada, e pedimos perdão a Deus-Pai, através de S.C. Temos acesso ao Santo dos Santos, através de S.C. que é o S.S.S. e, então, ele nos perdoa. E, assim, está-nos, digamos assim, a lavar, a purificar de dia a dia, conforme vamos andando, até ficarmos mais limpos e mais puros, até esta obra de purificação ser acabada de fazer. Esta expiação ser acabada de fazer. Quando acabar de fazer esta parte da expiação, que é a limpeza da família de sacerdotes espiritual, que vamos ser nós, que vamos estar na primeira ressurreição, então, vai ser a ver a primeira ressurreição, vai haver as bodas do cordeiro, os santos vão ser recompensados, e, então, vemos, então, o significado do sumo de sacerdote atuando por nós durante este período. Isto é a parte importante do trabalho do sumo sacerdote, a parte importante que ele está a fazer por nós diariamente. Vamos ver isto descrito, por favor, irmãos, no livro de Ibreus. No livro de Ibreus, vamos começar a ler isto no capítulo 8.

Ibreus capítulo 8. E vamos ler várias escrituras de versículos de Ibreus. Primeiro que vamos aqui é ver no versículo 1 e 2, Ibreus 8, ou, essencial, as coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou à destra do trono da maristade nos céus. Temos um tal sacerdote, que é Jesus Cristo, que se assentou à direita do trono do Pai. E por isso vemos como o ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor surgiu e não o homem. Ele é o ministro, ele é o sumo sacerdote, que está a administrar, a perdoar, a purificar nós diariamente, conforme nos apresentamos a ele. E este é o significado de a despessão, que nos faz lembrar ou celebrar este acontecimento que Jesus Cristo está a fazer para nós diariamente desde que ele foi ressuscitado. Vejam também, no capítulo 9, versículo 6 a 12. 9, capítulo 6 a 12 diz assim, hora depois de tudo isto, assim, preparado, continuamente entram no primeiro tabernáculo os sumos sacerdotes para realizar os serviços sagrados. Mas no segundo, isto é, no santo dos santos, o sumo sacerdote ele sozinho uma vez por ano. Isto era no significado simbolismo físico que existia durante o período de Jesus Cristo que ele viveu na Terra e anteriormente. Perdão, não sem sangue, que oferece por si e pelos pecados da ignorância do povo. Querendo, como isto, dar a entender o Espírito de Santo que ainda o caminho do santo lugar não se tinha manifestado, não se manifestou, enquanto o primeiro tabernáculo continua erguido. Sim, o primeiro tabernáculo estava erguido, existia, e isso, Jesus Cristo, no significado, não se tinha manifestado. É isto uma parábola para a época o presente. E, segundo esta, sofrecem tantos dons como sacrifícios, embora estes, no tocando à consciência, sejam ineficazes para aperfeiçoar aquele que presta culto. Os sacrifícios físicos que faziam o tabernáculo, com os sacerdotes, eram ineficazes para limpar as consciências das pessoas. Completamente, tirar o pecado e ajudar a limpar as consciências das pessoas para terem este sentimento de estarem limpos e perdoados.

Os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas e bebidas e diversas evoluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma. Qual foi o tempo oportuno de reforma? Foi quando Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados. Então, houve a reforma, diz assim, quando porém, em versículo 11, veio Cristo, como somos o sacerdote dos pães arrealizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação, não por meio de sangue de bodes e de bezeros, mas, pelo seu próprio sangue, Jesus Cristo, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna retenção. Entrou uma vez para sempre.

O pagamento dele foi tão grande, foi tão enorme, não preciso pagar outra vez. Pagou para nós e para toda a humanidade. Está tudo pago. E por isso vemos aqui que ele, então, é capaz de limpar as nossas consciências, porque as outras coisas físicas, os bezeros e os outros sacrifícios que faziam físicos, como diz no versículo 9, no do canto à consciência, eram ineficazes para preçoar aquilo que preste culto, mas Jesus Cristo é eficaz de purificar a nossa consciência. Ele é capaz de purificar. Vejam-se assim, diz assim, muito mais, continuar no versículo 13. Portanto, se o sangue de bodas e de toros e, assim, as de uma novilha, as presídios, sobre os contaminados, o que significa quanto à purificação da carne, muito mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito Interno, assim mesmo, se ofereceu sem Márcola Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas. As obras estão mortas, mas purifica a nossa consciência. E por isso temos um sumo sacerdote, que é masaricordioso. Vejam-me as páginas antes, em Hebreus capítulo 2, versículo 17 e 18, que diz assim, por isso mesmo convenha que, em todas as coisas, se tornar-se semelhante aos irmãos, para sermos acordiosos e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus, e para fazer apreiação aos pecados do povo, pois naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados. Ele é um sumo sacerdote masaricordioso e fiel. Podemos ter confiança nela. E também vejam-me no capítulo 4, versículo 14 e 16, que diz assim, Tanto depois, a Jesus, o filho de Deus, como grande sumo sacerdote, que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa convissão, porque não temos sumo sacerdote que não possa convencer-se às nossas fraquezas, antes foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança mas sem pecado. Por isso, versículo 16, diz assim, Ele é capaz de se combatecer por nós, porque sofreu as mesmas coisas. Ele tem sentimento, ele nos pode espiar e tem compaixão por nós. E depois diz assim, versículo 16, que nos sigaemos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos mas ricórdia e acharmos graça para socorro, em ocasião oportuna. Isto é quando não temos essa necessidade. Precisamos-nos chegar, confiado, confiaramente, ao trono da graça. Não precisamos esperar uma vez por ano, por sermos fazer isto diariamente, quando é necessário. Mas no dia de despiação, hoje estamos a jejuar para nos lembrar deste grande, digamos, dom que ele nos dá, desta grande graça, de podermos achar graça quando temos necessidade, quando precisamos, socorro, quando numa ocasião oportuna.

E por isso, queridos irmãos, é a razão por que estamos a jejuar hoje? É a razão por que estamos a jejuar para nos estarmos mais perto de Deus? Então, continuando no versículo 5, vejam então, capítulo 9, perdão, Ibreus capítulo 5, versículo 9 a 11, diz assim, e tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o autor da salvação interna para todos os que lhe opedecem. Se tendo sido nomeado por Deus, sumo-se a serdotes, segundo a ordem de Melchizedec, por ciclo 11. A este respeito, temos muitas coisas que dizer e difíceis de explicar, por quanto vos tendes tornado tardios em ouvir.

Temos muito mais a explicar, estava a pausar. Queremos explicar a vocês muito mais acerca do serviço, do sumo-se a serdotes. Mas vocês não estão a ouvir, porque estão tornando tardios em ouvir. Vocês estão, dizemos assim, não estão bem arrependidos. Não estão a praticar a vida cristã, como deviam estar a praticar. E por isso está praticamente a dizer, vocês acordem, acordem e tenham mais elo, sejam mais losos e tenham mais prontos a fazer a obra, porque vocês estão tardios em ouvir. Estão a arrastar os pés, digamos assim, a andar de bagarra, que não deviam de fazer isso assim.

E por isso continuam no versículo 12. Pois com efeito, quando devias ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, sim, quando vocês deviam de ser pessoas que podiam ensinar a outros, por causa do tempo que já passou, temos novamente necessidade de que alguém vos ensine, de novo. Precisam de ser ensinados de novo. Quais são os princípios elementares dos oróculos de Deus? Assim, vos tronaste como necessitados de leite e não de alimento sólido. Assim, vocês estão a precisam de coisas levezinhas, em vez de estarem a comer comida forte, comida cristal, porque, agora, todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na palavra de justiça, porque é criança.

Então, o que é que devemos estar a fazer? Devemos estar, diz assim, a ter alimento sólido, que diz no versículo 14, o alimento sólido, é para os adultos, para aqueles que, pela prática, praticam e praticam e praticam, têm as suas faculdades exercitadas para discernir, não só o alimento, o bem, mas também o mal. Então, a praticar, a viver o caminho de Deus, e, por isso, estão bem experimentados, com bastante experiência, têm bastante prática, a discernir o bem e o mal.

Então, bem, têm boa experiência nisto. Isto é importante. Isto é, digamos assim, o âmago do assunto, a carne, a parte forte, a comida sólida da vida cristã, que é estar a vencer, estar a fazer e a vencer. Então, vamos ver, então, em Hebreus 8, versículo 6, o que nós devemos estar a fazer.

Diz assim, agora, com o efeito, Hebreus 8, versículo 6, obteve Jesus, Ministério, tanto mais excelente quanto é Ele, também mediador do superior aliança instituída em superiores promessas. Então, Jesus Cristo agora é um mediador do Mano, da nova aliança, que é muito melhor porque é superior porque tem promessas maiores. Quais são as promessas maiores? A antiga aliança não tinha promessa de vida interna. E por isso continuam, continuam, assim, no versículo 10, porque esta é a aliança que firmarei com a Casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor, na sua mente imprimirei as minhas leis e também sobre o seu coração as inscriverei.

E eu serei o Senhor Deus, e ele serão o meu povo. E então, é o que está a dizer que a lei é engravada, gravadas nos nossos mentos e nos nossos criações, então o que é que está a fazer? Está, digamos assim, a retrainar, a reeducar a nossa consciência. Portamos a praticar as coisas certas e então a nossa consciência está a ser retrainada, está a ser educada e por isso a consciência está a ser lavada do caminho errado e está a ser lavada e a ser feita uma consciência nova, limpa, bem, treinada.

Queres irmãos, é uma batalha da mente. É uma batalha aqui mental que temos que batalhar aqui na cabeça. Não é uma luta física de balas e de de metralhadoras e de bombas e de granadas mas é uma luta para destruir estes bastiões, estas fortalezas, estes locais muito bem defendidos, estes núcleos de defesa que temos na nossa mente. Vejam comigo se faz favor em segundo Coríntios, capítulo 10.

2 Coríntios, capítulo 10 2 Coríntios, capítulo 10 versículo 4 a 6 diz assim, porque as armas da nossa milícia não são carnais. Não estamos a lutar contra as pessoas. Mas e sim, poderosas, as armas que nós temos são poderosas, em Deus, para destruir fortalezas, para destruir estes bastiões, estes áreas de defesa que estão na nossa mente. Anulando o quê? Primeiro, anulando sofismas, ou como na nova versão internacional diz, argumentos, ou como na Bíblia na Línguagem 2 diz, ideias falsas. Isto é, destruindo estes argumentos, estes sofismas, estes maneiras de pensar que as pessoas têm, são estes argumentos filosóficos, estas filosofias, que estão bem entrelaçadas e anraizadas nas nossas mentes, bem profundo.

E temos que tirar isto de fora, destruir estas fortalezas que estão cá dentro da nossa cabeça. Precisamos de pensar nisso e destruir estas fortalezas. Anulando os sofismas estes. E toda a altivez que se levante, todo o orgulho, toda a altivez, todo o orgulho, todas as coisas que se levantam, grandes ideias do orgulho.

Pensamos que somos pessoas assim tão importantes. Isto é, estes pensamentos invãos, estes pensamentos egoístas, de que nós somos alguém importante. Isto precisamos de destruir toda a altivez que se levante contra o conhecimento de Deus. E, também, em terceiro lugar, levando cativo todo o pensamento à obediência de Cristo. Levando cativo todo o pensamento à obediência de Cristo.

Seja qual for, os pensamentos que tenham-nos, as ideias que tenham-nos, que sejam caminosas, todas as ideias que sejam negativas, todas as ideias que sejam mais têm que ser levadas cativas para estarmos obedientes a Cristo, aos ensinamentos da lei de Deus e aos ensinamentos de Cristo. Por isso, qualquer desculpas que nós tenhamos, ou qualquer ideias que nós tenhamos, qualquer raci-cínimos que nós tenhamos, que não sejam obedientes a Deus. Qualquer desculpas que nós tenhamos para não observar o sábado ou não observar os dias santos, mesmo que sejam muito lógicas e muito inteligentes, mesmo que sejam pessoas muito espertas, pessoas que falem muito bem, sejam grandes palestradores, temos que pôr essas ideias, essas, como diz aqui, esses cativos, esses dispensamentos de obdiência da Cristo.

Temos que destruir estas fortalezas, estes bastiões que existem na nossa mente. Sejam eles, como diz aqui, sejam sofismas, sejam altivesas, sejam eles pensamentos pecaminosos.

E depois diz assim, estando prontos para punir toda a desobdiência, estando prontos a castigar toda a desobdiência uma vez completa a vossa submissão. Queres irmãos, isto é a batalha que nós temos diariamente, porque exista um Satanás neste mundo e eles nos está a tentar atacar. E nós temos que o vencer. Temos que o vencer. E então é a batalha que nós temos. É a batalha que nós temos. Então vamos continuar, então, a ler em Ibraeus 9, onde estávamos há pouco. Ibraeus 9 e vejam então versículo 13 e 14, que diz assim. Portanto, se o sangue de botos e de toros e a cinza de uma novilha, como lemos há pouco, os projídios sobre os contaminados, os santificam, quanto à purificação da carne, muito mais o sangue de Cristo, pelo Espírito interno, sim mesmo sofreceu sem mácula Deus, purificará a nossa consciência. Temos esta batalha na mente e temos a mente a ser purificada. E, Cris Irmãos, isto é a obra do sumo sacerdote. Por isso, hoje, estamos a celebrar este dia que é a obra que ele faz diariamente conosco, desde que houve que ele acendeu ao céu, através da oferta movida. E, por isso, ele está no céu, está a sentar a direita de Deus Pai, e, por isso, ele nos está a perdoar dos nossos pecados, e está a purificar a nossa mente e a nossa consciência.

Então, vejam uma vez mais, aqui no versículo 28, do mesmo capítulo, diz assim, assim também Cristo, Ibraeus 9, 28, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre, para tirar os pecados de muitos. Aparecerá-se, uma vez sem pecado, aos que guardam, aos que o guardam para a salvação. E, por isso, este período agora, da inspiação que está a fazer, através do significado do novilho que, oferendo a oferta do pecado, é o que está a fazer a nós hoje em dia, limpando-nos, limpando-nos e limpando-nos. O trabalho da inspiação do Bod vai ser mais tarde, vai ser o mundo, vai ser no mundo da manhã e no grande trono branco, quando fará isso, quando fará a inspiação, a simbolismo do Bod, deste animal que tem este espírito independente, que representa o povo, a sociedade deste mundo, a atitude deste mundo. Então, vamos, vejemos de volta, Levíticos 16. Levíticos 16, onde começamos a explicar o significado do dia de inspiação. Levíticos 16. E vejemos, então, um versículo 20, onde parámos há pouco, havendo, depois, acabado de fazer a inspiação pelo santuário, pela tenda, pela agoração, pelo altar. Perdão, quando ele é subscrevido acabar de fazer isto. Então, nós, a igreja de Jesus Christ, vem a Jesus Cristo, a segunda-vida, como vimos para a salvação, e, então, somos ressuscitados e, então, vamos ser membros da família dele, como filhos e filhas dele, predoados e que han sido ressuscitados na primeira ressurreição, que é uma melhor ressurreição. Por isso, acabado de fazer uma parte da expiação, diz assim, ele fará chegar o bode vivo. Ele terá, então, o bode vivo. Então, vejam, então, no versículo 21, diz assim, irão por a ambas as mãos, sobre a cabeça do bode vivo e sobre ele, conversará todas as iniquidades dos filhos de Israel, todas as suas transversões, todos os seus pecados e os porá sobre a cabeça do bode e enviá-los lá ao deserto, pela mão do homem, à disposição para isso. Vai, então, dar estes pecados polos na cabeça deste bode vivo, que representa a Satanás, o bode das asélias e este bode, então, vai ser enviado pela mão do homem, à disposição para isso, um homem forte, um anjo forte, para por Satanás, nesse castigo, que diz assim, assim, aquele bode, todas as uniquidades, as iniquidades deles para a terra solitária, ele vai ter para a terra solitária e o homem soltará ao bode no deserto, nesta terra solitária. Vejamos isto, então, no apocalipse, capítulo 20. Apocalipse capítulo 20 tem a descrição deste acontecimento. Apocalipse capítulo 20.

Apocalipse 20, vamos começar a ler o versículo 1 a 3, diz assim, então, vi, do ser do céu, um anjo, tinha na mão a chave do abismo e uma grande corrente, e ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo Satanás, e o prendeu por mil anos. Vemos assim, vi do ser do céu, um anjo, que este homem é forte, com esta capacidade, um anjo, tinha a mão a chave do abismo e uma grande corrente. E, então, Satanás, diz assim, a antiga serpente, que é o diabo Satanás, e o prendeu por mil anos, prendeu neste local solitário. Lançou o no abismo, fechou, e pôs-se-lo sobre ele, para que não mais enganasse as nações até que se completassem os mil anos. Depois disso é necessário que ele seja solto por um pouco tempo. Vai ser solto por um pouco tempo, mas depois vai ser imprisionado de novo. Vai ser, digamos assim, o dualismo. Vai ser, então, depois imprisionado para sempre. Uma vez que Satanás tenha sido imprisionado, vemos os santos são ressuscitados, receberam a sua recompensa. Está claro, receberam a vida interna, que é de graça, não é uma recompensa, mas receberam a recompensa pelas obras, e vão reinar com Cristo por mil anos. Vemos aqui também. Então, isso no versículo 4, diz assim, vi também tronos, e nestes sentados aqueles aos quais foi dado autoridade a julgar, isto é, os santos ressuscitados, vi ainda as almas dos decapitados por causa de estes de muito Jesus, bem como por causa das palavras de Deus, tantos quantos não adoraram a besta nem tão pouca sua mágia, e não receberam a marca na fronte e na mão. E viveram e reinaram com Cristo durante mil anos. Mil anos. Isto é um milênio, vão reinar por mil anos, no maravilhoso mundo da manhã, para trazer paz à Terra, sem as influências negativas de Satanás no mundo. Vai então haver o mundo, o reino de Deus na Terra. Quando isso acontece, então, o que está em Levíticos 25, pode ser acontecer. Vejam-nos, então, Levíticos 25, Levíticos 25, versículo 9 e 10. Levíticos 25, versículo 9 e 10. Diz assim, então, no mês sétimo, ao 10 do mês, que é o dia de dispiação, depois de Satanás, ser ter sido imprimido. Porque, lembra-se, liberdade na Terra a todos os seus moradores. Ano de Jubilê, e tornaréis cada um a sua posição e cada um a sua família. Vai haver liberdade. Liberdade na Terra, porque estamos libertados, os seres humanos vão estar ser libertados desta pressão do Deus deste mundo, que é Satanás. Vai ser liberdade. Liberdade destes governos humanos e liberdade deste Império Demónico que está a governar na Terra. E, por isso, vai haver verdadeira liberdade na Terra. E, por isso, pode ser particularado, essa, ou proclamado, essa liberdade, no dia de dispiação.

O ano que encoagé-se, me vos será Jubilê, não se merez nem segarez, o que nele a nascer de si mesmo, nem nele colhorez as uvas das vinhas não podadas. É um período de declaração de liberdade, um período muito alegre que certamente vamos ouvir mais, durante o período da festa, um período em que vai haver paz na Terra. Por isso, queris irmãos, vimos que o mundo precisa de dispiação. Jesus Cristo faz uma dispiação ao mundo, através primeiro, oferecendo a sua vida não só como oferta de um homem perfeito, mas oferecendo a vida como uma oferta pelo pecado, tomando sobre si os pecados do mundo e que é representado pelo novilho do Levítico 16, assim como pelo bode do Senhor, representado essas duas naturezas. Depois, em segundo lugar, Jesus Cristo purifica o mundo através do seu rolo do seu profissão, digamos assim, de ser o sumo sacerdote intervenindo individualmente por ti e por mim, pelos nossos pecados e limpando as nossas consciências de dia a dia. E, em terceiro lugar, ele vai espiar o mundo por removendo a causa o grande planejador destas artimanhas destas coisas que acontecem no mundo, que as pessoas veem como é que isto acontece aqui e outro aqui, deve haver uma conspiracia aqui. Se há uma conspiracia, conspiracia é de Satanás, não é de homem nenhum, é de Satanás, é grande conspiracia neste mundo. Então, vai ele remover a causa deste conspirador, que é Satanás e os seus demónios. E, por isso, o mundo precisa de expiação para que possamos declarar liberdade. Possamos declarar liberdade na Terra. Por isso é que o mundo precisa de expiação. Então, o que é que precisamos de fazer agora? O que é que tu e eu não agora precisamos de fazer? Para concluir, então, vamos ler alguns versículos em Hebreus. Primeiro, em Hebreus capítulo 10, Hebreus capítulo 10, vejam-se, faz favor, a versículo 19. Hebreus 10, versículo 19, a 25. Diz assim, que, em depois, irmãos, interpideis para entrar no Santos dos Santos pelo sangue de Jesus Cristo, isso é, quando oramos, quando fomos nos nossos joelhos e pedimos ao Deus-Pai, portão, precisamos ter esta interpideis para entrar no Santos dos Santos, pelo sangue de Jesus Cristo, quando necessitamos, quando há necessidade, quando oramos, regularmente, diariamente, todos os dias, constantemente, pelo novo e vivo caminho que Ele nos considerou pelo véu, isto é, pela Sua carne. E, tendo grandes sacerdotes sobre a casa de Deus, aproximémonos, consicero o coração em plena certeza de fé, tendo o coração purificado da má consciência.

Tendo o coração purificado da má consciência, e lavado o corpo com água pura.

Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. Consideremos também uns aos outros para nos estimularmos, a amor e às pousobras. Não deixemos de congregarmos, como é costume de alguns, antes façamos a domestações, e tanto mais quanto vedos, que o dia se aproxima. Por isso temos a oportunidade de congregarmos com verdadeiros cristãos. Não é com falsos cristãos que estão a seguir os quimins e ratos, mas com verdadeiros, se temos essa pensão de nos congregarmos, facemos isso. Infelizmente, muitos de nós estamos a distâncias, muitos de nós outros, e não têm essa oportunidade. Mas quando têm essa oportunidade, principalmente preparando e palpando o segundizimo para irem à festa, e então têm a oportunidade de o fazer durante a festa. Por isso, os dias da festa tabronáculos são uma grande oportunidade do regurgiso, porque estão a obter as leis de eles palpando o segundizimo para terem esta possibilidade de congregar uns com os outros. E por isso é uma oportunidade, também, de nos estimularmos a amor e as boas obras, uns aos outros. Só podemos estimular as boas obras, um aos outros, se nos congregarmos estivermos juntos e vermos as dificuldades que uns os outros têm, e por isso, orarmos os pelos outros. Vamos também ler, então, no capítulo 12. Capítulo 12. A versículo... comecei a ler no versículo 1. Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos de tão grandes novens de munhas, desembarassando-nos de todo o peso e do pecado que tenajmente nos acedia, corramos com perseverança à carreira que nos está proposta, olhando finalmente para o autor e consumador da fé que é Jesus, o qual, em troca da alegria que estava proposta, suportou a cruz. Não fazendo caso da ignómia, está sentada a destra do torno de Deus. Considerar, pois, atentemente, aquele que suportou também a oposição do pecador contra si mesmo, para que não vos fatigueis desmaiando em vossa alma. Não fiquem cansados, continuem a perseverar, continuem a vencer até ao fim, porque temos um exemplo de Jesus Cristo. É como o nosso exemplo, como o nosso padrão e continuar a andar para frente. É o que precisamos de fazer. Precisamos de olhar para Ele, olhar para Ele para nos limpar, para nos purificar, para termos confiança de ir ao santo dos santos, para ante o Deus-Pai, porque Ele abriu o caminho para nós e para não nos desencorajarmos, continuarmos na luta. E também vejam no versículo 12 e 13, no mesmo capítulo de Ibreus 12, que diz assim, por isso, reestablecei as mãos descaídas e os joelhos trópagos e fazei retos, fazei caminhos retos para os pés para que não se extraviam o que é manco, mas antes seja curado. Por isso, se algo de nós seja manco, mas temos os caminhos corretos, então aprendemos a seguir o caminho correto para sermos curados. Precisamos de andar no caminho correto para sermos curados, para não termos estas, digamos assim, fortalezas e estes concessões ao pecado por este lado, mas andar no caminho certo. Reestablecendo as mãos descaídas, os velhos trópagos, a fazei caminhos retos, sempre para a frente, caminhos retos. Por isso, queris irmãos, vos peço que Deus vos abençoe com entendimento melhor do grande significado e da obra do sumo sacerdote no dia de expiação, porque este mundo está à espera de nós. E, por isso, para concluir, quero ler dois versículos do capítulo 13, ebreus 13, versículo 20 e 21, que diz assim, ora o Deus da paz que tornou a trazer dentro os mortos a Jesus.

Nosso Senhor, o grande pastor das oveiras, pelo sangue da eterna aliança, vos aperfeiçou, que o Deus da paz, queris irmãos, vos aperfeiçou. Em todo o bem, sim, em tudo que seja bom, esta é a razão por que estamos a joar hoje, a razão de despiação, por que? Porque vocês olhem para o pastor das oveiras, o nosso Senhor Jesus Cristo, que os suscitou dentro os mortos, para nos ajudar a aperfeiçoar em todo o bem, a limpar a nossa consciência e andar no caminho direto para nos perfeiçoar, para cumprir-os a sua vontade, para cumprir-os a vontade de Deus, operando em vós o que é agradável diante Dela. Operando em vós o que é agradável diante Dela. Fazendo o que é agradável de Deus, é o que precisamos de fazer, queridos irmãos. Através de Jesus Cristo, por Jesus Cristo, a quem seja a glória para todo sempre. Amém! Seja todos vós, queridos irmãos, uma bela festa!

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).