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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Câmes, falando-vos de Cincinnati.
Quando eu era jovem, antes de eu vir a ter o conhecimento da verdade de Deus, eu estive, passei um período na Força Aérea, a ser treinado como um cadete, digamos assim, e nesse período ensinavam a nós uma grande quantidade de autoridade e disciplina, que está claro, estando por isso numa organização como uma Força Aérea, uma pessoa precisa ter essa disciplina e aprender essa disciplina. Mas foi um período em que nos ensinaram certas lições de disciplina, em que diziam que é necessário que as pessoas sigam a autoridade. E está claro, isso é importante para estarmos, quando estamos, por exemplo, numa organização, tal como a tropa ou como a Força Aérea.
Mas o que estava a acontecer na minha mente, na minha cabeça, visto que eu era um jovem, eu estava a tentar compreender o que era, de facto, a maneira correta de liderança. E a liderança que me estavam a ensinar na tropa era uma que requer que as pessoas sigam os líderes de praticamente olhos fechados.
Mas, por outro lado, eu estava, nessa altura, a ser chamado para a igreja e ouvia transmissões do rádio do Sr. Armstrong, em que ele dizia não acreditem a mim, mas acreditem na Bíblia. Provem para vocês próprios. O que para mim significava que precisamos de pensar para nós próprios, precisamos de usar a nossa capacidade, livro de pensamento e chegar às nossas próprias conclusões. Isto é, não devemos simplesmente permitir que outras pessoas pensem por nós. E, por isso, durante esses períodos de juventude meus, eu estava a receber, digamos assim, mensagens misturadas.
Umas que eram de dizer que não pense, simplesmente sigas autoridade, e outra mensagem é dizer que pense e pensa bem e não é uma questão só de seguir autoridade. Depois outro exemplo é quando eu estava a trabalhar para a EBM, trabalhei por eles por muitos anos, e houve um período em que me fizeram, digamos assim, um líder de um time, de uma equipe ou de um grupo de pessoas, mas não era um managé, não era, digamos assim, o patrão.
Não tinha autoridade nenhuma, mas era simplesmente, digamos assim, o líder desse time, dessa equipe ou desse grupo de pessoas. E então eu perguntava a mim mesmo, como é que eu posso motivar pessoas a fazer qualquer coisa quando não tenho autoridade nenhuma? E o que estou a dizer aqui é que demorei bastante tempo, começar a compreender, e está claro, ainda hoje em dia todos nós estamos a aprender, o que é a verdadeira liderança de acordo, ou da maneira que Deus quer.
Isto é uma liderança centrada em Cristo, a liderança verdadeira. E por isso hoje, o meu tema de hoje, é de analisar esse tipo de liderança, que não é uma liderança autoritária, mas é uma liderança baseada da maneira como Cristo liderou e lidera, porque ele está vivo, por isso não só liderou, mas lidera hoje em dia a nós e a Igreja de Ele. Por isso, a verdadeira liderança centrada em Cristo é muito mal-entendida hoje em dia. E, por exemplo, a Igreja deus unida hoje em dia está a pôr um grande foco neste princípio.
Neste princípio, por isso há um número de atividades que a Igreja hoje em dia está a fazer, a focar os nossos pensamentos nesse tipo de atitude, ou nessa postura, digamos assim, que seja uma de liderança centrada em Cristo. E porque todos nós, como cristãos, na nossa vida, no que praticamos, precisamos de pôr, em prática, esse tipo de liderança. Porque não é uma liderança autoritária, não é uma liderança em que diz que as pessoas não devem pensar por si próprias, mas é uma liderança em que usamos capacidades pessoas individuais, encorajamos essa capacidade das pessoas individuais a pensarem por si próprias, mas, ao mesmo tempo, aprendemos a fazer coisas como Cristo fez.
E por isso, digamos assim, como um ponto de início do meu tema hoje em dia, que é liderança da maneira de Cristo, e simplesmente descrever três princípios simples e práticos de uma liderança centrada em Cristo, quero dar um versículo que seja um resumo da liderança centrada em Cristo. E por isso vejemos, então, em João capítulo 13, versículo 13 a 15.
João treze, versículo treze a 15. Perdão. Cristo diz assim, vos me chamais o mestre e o senhor, ou como algumas traduções têm, o mestre, isto é, o professor, o mestre que ensina e o senhor, e dizem-se bem, porque eu o sou. Ora, se eu, sendo o senhor e o mestre, vos lavei os pés, também vos deveis lavar os pés uns dos outros, porque eu vos dei o exemplo para que, como eu vos fiz, vos também, façais vós também.
Aqui está um exemplo de liderança de Cristo. Ele é o senhor, ponto número um, ponto número dois, ele é o mestre, e ponto número três, ele nos dá o exemplo para nós seguirmos.
Aqui temos três simples e práticos princípios da liderança centrada em Cristo, da liderança como a de Cristo é, e foi e é, foi e é. E, por isso, vamos então focar ao concentrar nesses três princípios de liderança. Primeiro, que ele é o senhor, isto é, ele é Deus, e sendo senhor, sendo, sendo Deus, ele faz o que é correto para abranger ou para chegar ou para atingir a visão.
Deus faz sempre o que é correto para atingir a visão, ponto número um. Depois, vamos cobrir o segundo ponto, nesta liderança como a de Cristo, em que ele é o mestre, é o professor, é o treineidor, e por isso, nessa posição de mestre, ele nos inspira, nos encoraja a atingir ações de grandeza. E terceiro, ele lidera, como liderou, por um exemplo, ele lidera, por exemplo, isto é, ele demonstra, ele nos mostra, ele nos prova que pode ser feito, ele faz, primeiro, ele é o capitão. O capitão é aquele que vai à frente, é aquele que dá o primeiro passo à frente. E por isso, baseado nesses três pontos, vamos então começar primeiro com o primeiro, e ver que, como o Senhor, Ele faz a coisa certa para atingir a visão. Isto é, aqui temos, então, um bom líder do time da equipe, que primeiro, é capaz de articular, ou demonstrar a visão, o resultado final, ele dá uma boa visão, uma boa gravura da missão que temos a atingir a fazer. E por isso, Deus, através de Suos Cristo, continuamente nos dá a visão do nosso golo, devíamos a ser filhos e filhas de Deus, no reino de Deus. E esse golo é claramente demonstrado, é explicado a nós, regularmente, repetidamente, anualmente, através dos dias santos e das festas santas anuais. E por isso, essa visão do nosso golo e da nossa missão é nos revelada, é nos demonstrada, é nos explicada claramente, através desses dias santos, isto é, o plano de Deus, é nos explicado, através do significado, dos dias santos e das suas festas, e quando nós os praticamos e quando nós os vivemos, como estamos a compreendê-los, de dia a dia, de ano a ano, de maneira melhor. Mas, queridos irmãos, lembra-se que ter uma visão não é suficiente, porque um ditador tem uma visão, um revolucionário tem uma visão. Para eles, o fim, isto é, a visão, o fim justifica os meios.
Noutras palavras, para eles, podes fazer a coisa errada para atingir a visão, para atingir os meios, para atingir o fim, digamos assim. E, por isso, para eles, os meios não importa, podem fazer a coisa errada, porque eles dizem, o fim justifica os meios.
Queridos irmãos, isto é um grande erro. O fim nunca justifica os meios. Por isso, só ter uma visão não é suficiente. Se nós temos a visão, a visão do reino de Deus, podem ler em Mateus 6, 33. Mas não é só a visão do reino de Deus, mas é a sua justiça. Isto é, tem que ser através dos meios corretos. Temos que fazer a coisa correta. Isto é a sua justiça. Isto é a sua maneira de praticar, viver o que é direito, o que é correto.
E porque Deus, Jesus Cristo é Deus, não há mal em Deus. Porque nenhum mal vive com Deus. Vejam comigo, por exemplo, em Salmos 5, 4.
Diz assim, 5, 4. Pois tu não és Deus que ser agrado com eniquidade. E contigo, não subsiste o mal. Com Deus, não subsiste o mal, não subsiste a eniquidade. Por isso, o fim não pode justificar meios incorretos.
Vejam também em Tiago, se faz favor. Tiago capítulo 1. Tiago capítulo 1.
Versículo 13. Que diz assim.
Ninguém, ao ser tentado, diga, sou tentado por Deus. Porque Deus não pode ser tentado pelo mal. E ele mesmo, a ninguém tenta. Deus não faz mal, não vai andar por um meio incorreto. Por isso, o fim não justifica os meios. O fim nunca justifica os meios.
Vejam outro exemplo aqui, em Hebreus capítulo 4, versículo 15. Hebreus capítulo 4, versículo 15. Que diz assim. Porque não temos sumo sacerdote. Isto é, não temos Jesus Cristo, que é o nosso sumo sacerdote. Que não possa competir-se das nossas fraquezas. Antes, ele foi tentado, em todas as coisas. Foi tentado abaixar-se, digamos assim, a meios incorretos. Nunca, nunca pecou. Tal como nós, podemos ser tentados a fazer coisas irradas. Mas ele nunca fez, ele nunca seguiu meios incorretos.
Porque o fim não justifica os meios. E por isso, Deus, o Senhor, porque Jesus Cristo é Deus, é o Senhor, faz sempre a coisa correta. Para atingir a visão, para atingir o fim. E por isso, o fim nunca justifica os meios. O fim de Deus é atingido sempre fazendo a coisa correta. E isso é uma característica importante de um líder, que seja um líder como Cristo é. Porque a visão tem que ser obtida. A visão que é o reino de Deus tem que ser obtido fazendo a coisa correta. E a coisa correta é a justiça de Deus. Por isso é que a nossa visão é buscar o reino de Deus e a sua justiça, como fazendo a coisa correta. E por isso, nunca, nunca, temos o caso em que o fim justifica os meios. Porque esse dizer que o fim justifica os meios é absolutamente contra os princípios de Deus.
Quando uma pessoa ou qualquer entidade, organização, diga que o fim justifica os meios, essa entidade não está a liderar como Cristo liderou e como Cristo lidera hoje em dia, porque ela é vivente.
E, por outro lado, ele nos dá uma visão do reino de Deus. Essa visão é dada a todos nós, todos nós temos a mesma visão. E, por isso, todos nós estamos apontados na mesma posição. E, por isso, temos simergia, porque temos, digamos assim, um cabo que tem muitos cabos dentro desse cabo, como por exemplo, uma ponte, como a ponte ali no télio, a ponte é feita de cabos, que são cabos dentro de cabos.
E, por isso, esses cabos têm uma força muito multiplicada, porque são todos, têm uma simergia que estão todos a trabalhar na mesma direção. E, por isso, nós, na Igreja de Deus, como cristãos, temos que ter a mesma visão. Temos que ter a simergia de trabalharmos para essa visão, mesmo que tenhamos, digamos assim, subgolos, ou sub-atividades menores, mas todas essas atividades que nós temos estão focadas, estão concentradas para atingir o mesmo golo, a mesma visão, que é o reino de Deus, através da justiça de Deus.
E, por isso, não são golos que sejam egoístas para nós próprios, porque mesmo Jesus Cristo nunca foi egoista. Vejam como Ele nos diz a missão dele era. Nunca foi egoista. Vejam em João 5, 30. João 5, 30 diz, Eu nada posso fazer de mim mesmo, na forma que eu oiço julgo, e o meu juízo é justo, porque não procura a minha própria vontade e sim a daquilo que me enviou.
Ele não é egoista, não era para si próprio, mas sim, era para fazer a vontade de Deus-Pai. E, por isso, é justo, porque é a vontade de Deus-Pai. E, por isso, Jesus Cristo fez sempre a coisa correta, e, igualmente, nós precisamos de fazer a coisa correta.
E, um princípio, para fazermos a coisa correta, é que precisamos de estar abertos a conselho de outros, e a sabedoria de outros, para completarmos os vários, digamos assim, pequenos passos, ou sub-golos, que são parte do grande golo da grande visão. E, por isso, vejam comigo em Proverbios 11, versículo 14. A. Não havendo sábia direção, cai o povo. Sim, se nós não estamos com uma direção sábia, vamos cair. Mas, na multidão de conselheiros, há segurança. Por isso, quando o povo usa conselheiros, há segurança.
Quando nós, na igreja, usamos um conselho de anciãos, há segurança. Quando nós não pensamos na nossa própria inteligência, mas quando os anciãos jajuam, como fazem antes de uma reunião importante, e oram e pedem a Deus para que os guiem, para que estejam numa atitude de humildade e submissão a Deus, Pai. E, por isso, quando se juntam para fazer uma decisão, a século dos vários golosinhos, que são parte do grande gol, da grande visão, para fazer as nossas próprias atividades de dia a dia, quando nos submetemos a este conselho, a esta multidão de conselhos, então há segurança.
E, por isso, o primeiro princípio da liderança, de como que sejam uma como Cristo liderou e como Ele lidera, é uma em que precisamos de fazer a coisa correta. Precisamos de praticar a justiça de Deus. Então, vigemos agora o segundo ponto, porque Ele não é só Senhor, que é Deus que nunca peca, por isso faz sempre a coisa correta, mas Ele também é o nosso Mestre, é o nosso Professor. E, por isso, como Mestre, como Professor, Ele nos inspira a fazer atos de grandeza, porque Ele nos ensina e nos inspira para abraçar a visão.
E, quando abraçamos a visão, porque estamos inspirados e encorajados com essa visão, estamos prontos a fazer atos de grandeza para a obra Dele e da maneira que Ele quer que nós façamos. E, como vimos, o Cristo, o nosso Cristo, o nosso Jesus Cristo, é o nosso Mestre. Isto é o nosso Professor, Ele nos encoraja. E, por isso, Ele nos está sempre a usar o poder da ideia, está a usar o poder da ideia para nos encorajar, nos motivar, nos dar a energia, porque essa ideia, essa visão, essa missão, é o que nos dá essa força de estarmos encorajados para trabalhar na mesma missão, na mesma visão, para atingir o golo, para atingir o alvo, para atingir o nosso objetivo que Ele nos dá.
E, por isso, o Jesus Cristo não está com uma atitude, digamos assim, de controlar, nos controlar, de nos manipular, de ter uma atitude autoritária de controle, como na tropa. Não. Ele não está a puxar-nos, a nos intimidar, a nos dar uma, digamos assim, uma coerção, uma força, porque isso não é liderança.
Isso é poder, isso é dominação autoritária. E precisamos ter cuidado que essa dominação autoritária não esteja em nós, e que, querido irmãos, é fácil estar em nós. É uma coisa que precisamos de, com a ajuda de Deus, diariamente ver em nós quando essa atitude prevalece e arrepender-nos e mudá-nos.
E, querido irmãos, simplesmente termos capacidades ou qualidades excelentes de comunicação, não é suficiente. Por exemplo, sermos uma pessoa com grandes habilidades de comunicar e de falar e de dizer coisas, não é suficiente. Porque uma pessoa que seja um autoritário, autoritária, pode ter capacidades de convencer e capacidades excelentes de comunicação. Por exemplo, o Ícola foi um grande palestrador que convenceu muitas pessoas. E Cristo, por outro lado, é e foi um grande líder, um grande motivador, mas ele claramente nos disse que não devíamos de ser autoritários e dominar outras pessoas. Vejam aqui se faz favor em Mateus 20, 25 e 26. Diz assim, então Jesus, chamando-os, disse, sabês que os governadores dos povos os dominam. A dominar isto é controlar, ser autoritários. E os que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Exercem uma autoridade, são autoritários, são dominadores. Versículo 26, não é assim, entre vós, como cristãos. Pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós será esse o que vos sirva. A matitura diferente não é de dominação, mas é de servidão. Por isso, uma liderança centrada à volta de Cristo, uma liderança como a de Cristo é e foi, foi e é, Não é uma de control, não é uma de intimidação, não é uma de manipulação, como vemos em nações e países autoritários hoje em dia. E por isso há vários problemas em muitos países em que os povos estão a rebeldar por causa desta dominação autoritária. Que fazem com que as pessoas não precisam de pensar, porque o governo pensa por elas.
Isso não é a maneira de liderar como Cristo liderou e como Cristo lidera. Na verdade nós somos, digamos assim, fortemente encorajados por Cristo para sermos o oposto a esse tipo de liderança dominadora e autoritária. Mas aliás, sermos o oposto a isso. Não é liderar com domínio e com autoridade, mas é servir.
É um serviço que é centrado à volta de Cristo. Vejam a versículo 27. E quem quiser ser o primeiro entre vós será a vós servo, tal como o filho do homem que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida enresgado por muitos. É um serviço centrado em Cristo. Como Cristo serviu? Ele serviu até à morte. Ele deu-nos a sua vida. E por isso, ele não nos força porque nós temos um arbitrio livre, nós temos uma vontade livre. É o permite que nós pensemos para nós próprios. É o permite que nós façamos erros porque tínhamos a liberdade de fazer erros. E por isso, ele quer que nós, através da experiência, aprendamos a chegar à conclusão que o caminho dele é o melhor. Ele não nos força, mas precisa que nós tenhamos uma vida para provar que o caminho dele é correto. Ele quer que nós cheguemos a essa conclusão através da experiência. Sim! É um caminho caro, é um caminho difícil, porque essa experiência, quando fazemos coisas erradas, temos consequências. E essas consequências são dolorosas, trazem sofrimento. E por isso, há perdão e há misericória, mas tem que haver justiça primeiro. Primeiro, por isso é que ele diz, temos que o fim não justifica os meios. Temos que fazer as coisas da maneira correta, com justiça. Mas, porque ele nos encoraja, ele nos ensina, ele nos dá carinho e amor e caridade para nos ajudar a entender, a compreender, aprender o caminho correto, isso quer dizer que dá uma oportunidade de podermos irrar. E quando irramos, desde que nos arrependemos, então há perdão e há misericória. E por isso, um líder, como Jesus Cristo é, que inspira outros a fazer actos de grandeza, é um que ensina, um é um que é um, digamos assim, um treinador, que pede as nossas ideias, que quer que nós pensamos, que explica a razão por que, aceita a responsabilidade. E está pronto a enrolar as mangas da camisa e a dizer vamos fazer. Vamos fazer. Vejam aqui se faz favor em Filipenses. Filipenses capítulo 2, segundo capítulo de Filipenses.
Filipenses capítulo 2, versículo 13. Porque Deus é quem efetua em vós. É Deus. Através deste encorujamento, desta ajuda, desta, digamos assim, gentil suporte, desta edificação, desta inspiração que Ele nos dá, é Ele quem enfetua em vós. Uma vez mais, é por motivação, inspiração, encorajamento, edificação. Nunca é por controle ou autoridade, ou manipulação, ou intimidação. Nunca é dessa maneira, mas é uma maneira gentil, de motivar e inspirar. É por essa maneira de inspiração, de encorajamento, que Ele efetua em vós. Tanto o querer, sim, porque Ele nos quer fazer com que nós, de vontade livre, venhamos a querer.
Fazer a Sua vontade, assim como nós façamos a Sua vontade. Isto é porque Deus é quem enfetua em vós, tanto o querer, como o realizar. Isto é o fazer, segundo a Sua boa vontade. Para o nosso bem, é para o nosso bem. Mas é Deus que nos encoraja, que nos inspira, que nos ensina a andar para esse fim, para essa visão. Mas andar da maneira correta. Ele foi o grande professor. Ele nos ensinou, por exemplo, no sermão, no monte, que é em Mateus 5, 6 e 7. Mas fizemos só, simplesmente, no capítulo 7 de Mateus 7, capítulo 7 de Mateus 7, versículo 7, que Ele diz. Pedi e dar fose a buscar e achareis, batei e abrisse vos a.
Sim, precisamos de pedir. Precisamos de pedir. Mas Ele quer que todos nós tenhamos a vontade e a capacidade de fazer a Sua boa vontade. Perdão. Por quê? Porque Ele quer que todos nós, vejam comigo se faz favor em 1 Timothy, 1 Timothy 2, versículo 4, o qual deseja que todos os homens sejam salvos. Ele quer que todos nós sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.
Ao conhecimento da verdade. Ele quer que nós compreendamos a daltrina correta, o ensinamento correto.
Mas Ele também quer que todos sejam salvos. Por isso, Jesus suporta, encoraja este crescimento, esta capacidade de chegar a um golo, chegar a um alvo, chegar a um objetivo. Mas Ele nos dá palavras encorujadoras, palavras amorosas e gentis, Ele nos dá conselho, Ele nos dá uma mão para nos ajudar. Vejam, João 14, João 14, versículo 3, João 14, versículo 3.
Diz assim, e quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou, estás, vos também. Ele quer estar conosco, e por isso, eu nos entarei encorajar, que está a preparar para nós um local, mas está a preparar para nós uma posição no reino de Deus. A ver o que nós estamos a fazer e estar a trabalhar conosco hoje em dia, está a nos ajudar, está a nos preparar por isso, a trabalhar conosco como o nosso sumo sacerdote, está a preparar um lugar, está a preparar uma posição no reino de Deus.
Para nos receber para esse reino, para que onde ele esteja, nós também estejamos, porque o reino dele, na direção em que o reino vai reinar no futuro, eternamente, nós vamos estar com ele a reinar com ele.
E por isso, vejam no capítulo 16, versículo 7, ele diz, mas eu vos diga a verdade, convém que eu vá, sim, era necessário que ele fosse para o céu. Para que? Porque? Porque se eu não for o conselador, isto é o Espírito Santo de Deus, não virá para vos outros. E se porém eu for, eu voler, enviarei. Jesus Cristo nos envia, o Espírito de Santo Deus, que é uma ajuda, que é um conselador, que é algo que nos inspira, nos inspira a abraçar a visão, nos encoraja, nos dá força.
E por isso, ele diz, eu nunca te deixarei. Vejam comigo, se faz favor, em Hebreus capítulo 13. Hebreus capítulo 13, versículo 5, Hebreus 13, versículo 5, que diz assim, Seja a vossa vida sem avareza, contenta-vos com as coisas que tens, porque eu tenho dito, de alguma maneira, te deixarei.
Nunca jamais te abandonarei. Jesus Cristo diz, ele nunca nos vai deixar sozinhos, ele nunca nos vai abandonar, nunca. Se alguém abandonar a Deus será nós, mas não será ele. A decisão é nossa. Ele disse, nunca te deixarei, nunca te abandonarei. E por isso, ele nos encoraja a continuar a andar para a frente, a única maneira que nós possamos perder, neste luta, é se nós decidirmos, de nossa própria vontade, a não continuar. É a nossa decisão.
Por do lado dele, ele diz, ele nunca, de maneira nenhuma, nos deixará, nunca jamais nos abandonar. Ele está sempre aí, aí, como nosso mestre, como nosso professor, pronto a nos encorajar, pronto a nos inspirar, pronto a nos ajudar a crescer. Vejam comigo em Filipenses 4, versículo 13, que diz assim, tudo posso naquilo. Isto é, com a força de Cristo que Ele me dá. Tudo posso naquilo que me fortalece.
Tudo posso atingir, tudo posso fazer com Cristo. Mas está claro. Tem que ser na direção que Cristo quer que nós façamos. Tem que ser na luz. Tem que ser da maneira correta. Tem que ser de acordo com a Sua justiça. Tem que ser para o caminho correto. E, então, conforme vamos nesse caminho e andamos nesse caminho e conforme temos os nossos vários subgolos na nossa vida, mas são nessa direção, então, Ele nos fortalece.
Porque Ele nunca nos deixará, nunca nos deixará sozinhos. Nunca nos abandonará. Mas nós temos que andar da maneira que Ele quer, na direção Dele. Não devemos de O abandonar e ir numa direção oposta. Por isso, liderar como Cristo, primeiro, Ele é o Senhor. Por isso, Ele é Deus. E Deus nunca peca. Por isso Deus faz sempre a coisa correta, de acordo com a Sua justiça. E, em segundo lugar, Ele é Senhor. Perdão, Ele é o Mestre, Ele é o nosso Professor. E, com isso, por causa disso, Ele nos encoraja. E, por isso, a liderança, como Cristo é uma, em que Ele é o nosso Mestre, que nos inspira a atingir obras de grandeza.
Isto é a fazermos o trabalho mais importante da nossa vida inteira. Isto é, de ajudar a Ele, de uma maneira ou de outra, a pregar o Evangelho, a boa nova do Reino de Deus. Porque o nosso Golo, o nosso objetivo, o nosso Alvo, é o Reino de Deus. E, por isso, falar, encorajar, pregar a obra que nos dá a boa nova, que dá a boa nova isto é, as boas notícias, o encorajamento.
Que, embora o mundo tenha estas dificuldades todas à nossa volta, precisamos estar encorajados por causa da boa nova do Reino de Deus. Isto, então, é os atos de grandeza que podemos fazer e que Ele nos inspira a fazer. E, por isso, Ele nos inspira através disso para que nós possamos passar este grande don, digamos assim, que é inspirar outros a fazer o mesmo, a terem a visão do Reino de Deus e para eles abraçarem esta mesma visão e, por isso, andarem na mesma direção desta visão hoje em dia.
Assim, o líder cristão mantém um ambiente construtivo, cooperativo, mantém o moral forte entre os membros do time da equipe, até que o objetivo, o alvo, é atingido. Como? Porque serve e dá um exemplo. E assim chegamos ao terceiro ponto, de que Cristo é o Senhor, é Deus, faz tudo sempre que é correto, é o Mestre, isto é, nos encoraja, nos ensina, nos inspira a obras de grandeza e faz isso porque deu o exemplo.
Ele nos demonstra como? Ele prova que pode ser feito, porque ele o fez primeiro, ele é o Capitão e, por isso, nós precisamos de ser. Os seguidores seguirem ele da melhor maneira possível. Vejam comigo se faz favor em Hebreus capítulo 2, Hebreus segundo capítulo, versículo 10. Porque convinha que é aquele? Isto é Jesus Cristo. Porque usa caixa, porque usa causa e porque, em todas as coisas, existem. Isto é, por causa de Jesus Cristo. E por quem? Porque por causa dele e por ele, todas as coisas existem.
Por isso convinha que é aquele, isto é Jesus Cristo, porque usa causa e por quem? Tu desiste, porque ele é o Criador. Tu desiste por ele, por isso ele é o Criador. Conduzindo muitos filhos à glória. Isto é, ele nos conduz, ele nos encoraja, ele nos dá uma visão. Uma visão do reino de Deus, que é uma visão de glória. Aperfeiçoasse por meio de sofrimentos. Ele foi aperfeiçoado por meio de sofrimentos. E por isso ele é o autor da salvação de todos nós. Ele é o capitão da nossa salvação.
É o autor, é o capitão da nossa salvação. E por isso ele fez primeiro. Ele sofreu. Mas igualmente nós, por isso, vamos ter que sofrer também, porque temos que seguir o seu exemplo. Vejam aqui, em Filipe II, Filipe II, versículo 5 a 11. Tendo em voz o mesmo sentimento que houve também em Cristo. Esta talvez seja uma das minhas escrituras muito favoritas, porque tenho constantemente esta escritura em mente, para ver o que é que Cristo fez por nós. E é preciso que nós cumpriéramos e esta escritura perfeitamente, para compreendermos o que Cristo fez por nós.
E por isso diz assim, temos que ter o mesmo sentimento. Precisamos ter, digamos assim, a mesma maneira de pensar, a mesma maneira de ser, a mesma mentalidade que houve também em Cristo. Precisamos ter a mesma atitude. Precisamos ter a mesma postura, digamos assim, que houve também em Cristo Jesus. Pois é ele, visto que ele, subsistindo em forma de Deus, ele existia na forma de Deus. Isto era, digamos assim, por falta de palavras melhores, ele existia na espécie de ser que Deus é.
Na forma de Deus. Não jogou como usurpação o ser igual a Deus. Sim, para ele não era um insulto nenhum, não era estar a tomar uma posição que não pertencia a ele, não era nenhuma usurpação ser igual a Deus, porque ele subsistia na forma de Deus.
Isto era ele, era da mesma, digamos assim, espécie, qualidade característica de ser que Deus Pai é. Não era igual, era muito menor, como eu posso ser eu subsisto e tu subsistis na forma de homem. Tu e eu subsistimos na forma de homem, isto é, somos humanos. E por isso eu e tu não podemos dizer que é alguma usurpação dizer que somos iguais a outra pessoa humana. Por exemplo, o Presidente da Nação. Não é usurpação nenhuma dizer que somos iguais ao Presidente da Nação, porque somos humanos, somos da mesma forma. Continuando, então, no versículo 7.
Antes, assim mesmo se esvaziou. Jesus Cristo, assim mesmo, se esvaziou. Compreendemos o que diz aqui. Ele se esvaziou assim mesmo, de sua própria livre vontade, deixou de ser da forma de Deus, porque ele existia em forma de Deus e ele se esvaziou assim mesmo. Isto é, ele assim próprio. Ninguém tirou de Ele, ninguém forçou de Ele. Ele o fez de sua livre vontade assumindo a forma de servo. Isto é, tornando-se em similhar-se de homens. Isto é, ele assumiu a forma de um ser humano.
Ele era da forma de Deus e agora assumiu a forma de ser humano. Reconhecido em figura humana. Assim mesmo se humilhou. Ele, de sua própria vontade, se humilhou. Isto é a liderança de Jesus Cristo. Isto é o exemplo da liderança de Jesus Cristo, em que ele é um servente. Ele veio à forma de servo, à forma de homem. Ele se humilhou para ser obdiente até à morte e à morte na cruz.
Por que? Para abrir o caminho para nós. Para abrir o caminho da salvação para nós. Pelo que também Deus o exaltou sobre o que deu o nome, que está acima de todo o nome, para que o nome de Jesus se dobre todos os oeiros. Nós precisamos de adorar azus nos céus, na terra e debaixo da terra. Todos! Sejam onde esteja, sejam uma pessoa que esteja.
E toda a língua confesse que Jesus, toda a língua, sejam português, sejam espanhóis, sejam italianos, sejam franceses, sejam chinês, sejam afganistãos, sejam egítulos, sejam irão, iranianos, sejam ondeforos. Confesse que Jesus Cristo é Senhor. É Senhor. É o Senhor. É Deus. Para a glória de Deus, Pai. Isto é o exemplo que Ele nos deu, querido irmãos. Um exemplo tão grande. E Ele espera que nós sigamos o Seu exemplo. Sim, não é uma questão de sermos simplesmente um copiador, um copiador descarado, mas seguirmos o exemplo de Jesus Cristo, que se o melhor sofreu até a morte. Este é o exemplo que devemos de seguir. Não é fácil, querido irmãos. Não é fácil. Mateus 10, versículo 38.
Diz assim. Quem acha a Sua vida, perde-la a... Perdão. E quem não toma a Sua cruz e vem após mim, não é digno de mim. Temos que tomar a cruz. Isto é, temos que sofrer como Ele sofreu. E, por isso, nós temos que sofrer como Ele sofreu. E, por isso, diz quem acha a Sua vida, perde-la a... E quem toda a vida perde a vida, pera-me a casa, achará. Se você tem muita fé, é preciso seguir voluntariamente este caminho de sofrimento. Querido irmãos, não é fácil. Não é fácil para nenhum de nós. Não é fácil para mim, não é fácil para si. É difícil. E, por isso, quando ouvimos pessoas na igreja dizerem... E desculpe, irmãos, mas já ouvi pessoas dizerem o seguinte. Mas parece mentira quando se ouve da outra pessoa, mas é fácil porque pessoas dizem e não ouvem o que dá a dizer. Mas é preciso ter cuidado, que não digamos como já ouvi pessoas a dizer... Ah, eu já fiz tanto por esta igreja. E já fiz tanto para Deus. E vejam onde eu estou. Vejam onde eu estou. Não alcancei nada. Querido irmãos? Sim, às vezes não alcancemos nada. Mas o que Cristo alcançou na vida humana? Alcançou a morte. Podia dizer, não alcancei nada. Porque continuou, até todos o odiarem, todos o negarem, até o matarem. E podia dizer, não tinha alcançado nada. Querido irmãos, era difícil. Todos nós estamos a aprender este tipo de liderança, segundo Cristo, que é um serviço centrado em Cristo, como Ele é. Não é fácil. Querido irmãos, não é fácil. Mas temos que o seguir. Temos que seguir a Ele. Não é copiar, mas é copiar a Cristo. Seguir o seu exemplo. Isso, então, é um verdadeiro líder. Seguir o exemplo de Cristo. E, por isso, para provarmos que somos um grande líder, temos que provar que somos um grande seguidor. Vejam que comigo se faz favor em 1 Pedro, 1 Pedro, capítulo 2, versículo 21. Diz assim, por quanto para isto mesmo foste chamados? Pois que também Cristo sofreu o Senhor, pois que também Cristo sofreu em vossa lugar, deixando-vos exemplo para seguir-nos os seus passos.
Fomos chamados, queridos irmãos, para esta razão. Fomos chamados por Cristo sofreu a nossa lugar e nos deu um exemplo para seguir-nos os seus passos.
Que passos? Sofrimento como Ele sofreu. Para isto mesmo fostes chamados. Por isso, o ponto é, Ele está a dizer que devemos ser os melhores seguidores possíveis, seguidores Dele. Cristãos são seguidores, seguidores de Cristo. E devemos nos seguir como a mente a pensar. Isto é, não estamos a seguir porque nos estão a dizer sigam-me e temos que seguir porque Ele é um autoritário. Tamos que seguir como a mente pensativa. Isto é de vontade livre. E por isso diz, não apaguem o Espírito Santo. Primeiro de San Luis 105-19. Mantenha o Espírito Santo vivo.
Vejam comigo, se faz favor em Salmos capítulo 23. Salmos 23. Versículo 1 a 3. Para ler o salmo inteiro, obviamente é um salmo muito conhecido. Mas vou ler simplesmente versículos 1 a 3. Dizem-se, Senhor, o Senhor é o meu pastor. Nada me faltará. Cris irmãos, o nosso pastor é Jesus Cristo. O nosso pastor verdadeiro é Jesus Cristo. Não é nenhum homem. Há vários homens que dizem, ah, eu sou pastor! Cris irmãos, sim, podemos ter um título de pastor. Mas o verdadeiro pastor é Cristo.
O Senhor é meu pastor. Nada me faltará. Ele me faz repulsar em pastos fredigantes. Leva-me para junto das águas. De descanso. Refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça, por amor do Teus do Seu nome. Cris irmãos, quando seguimos a Cristo. Ele nos encoraja. Ele nos dá força. Ele nos guia gentilmente. E nós, então, somos Seus seguidores. E, por isso, as experiências de seguirmos a Cristo nos ensina a ser grandes líderes. Grandes líderes. Grandes líderes foram primeiro grandes seguidores. Mesmo entre grandes líderes humanos, alguns deles tiveram um exílio, tiveram dificuldades antes de tornarem líderes, como o Churchill, como o Mandela, mas mesmo na igreja, como o Paulo, como o Moisés, tiveram dificuldades antes de vir a ser líderes. Cris irmãos, todos nós temos as nossas oportunidades diferentes e pessoais de seguir a Cristo, servindo a Ele. E quando servimos a Ele e servimos aos irmãos da igreja, estamos a liderar. Vejam comigo, se faz favor, em Romanos 12, versículo 6 a 8. Romanos 12, versículo 6 a 8. Tendo porém diferentes dons, segundo a Graça, que nos foi dada. Sim, cris irmãos, tem de onde vós? Tem habilidades diferentes. De acordo com a Graça, que foi dada por Deus. Algumas dons, talvez sejam dons, quando nasceram, outros, Deus ampliou quando receberam o Espírito Santo, mas seja que dons sejam. Sejam e eles se foram dons de profecia. Isto é de pregar, de ensinar. Segundo a proporção da fé, seja a segunda fé, se ministério. Dediquemos-nos ao Ministério. Se o seu don é um de ensinar, então, esmarece-o no fazê-lo. Ou se o seu don é um de exhortar, faça-o com dedicação. Se a sua oportunidade de servir a Cristo é uma que seja de contribuir financeiramente para a obra de Deus. Então, você o faça com liberlidade. Se a sua responsabilidade, a oportunidade que Deus deu a você para o servir e para o seguir, é uma de presidir, faça-o com diligência. Se a sua oportunidade é uma de termos de ricórdia, então o faça com alegria. Cada um de nós tem oportunidades, ou habilidades diferentes de servir. Seja o que for. Seja sua habilidade seja de pregar, seja de ministeriar ou servir a pessoas, ou de ensinar, ou de encorajar, ou de presidir, ou de dar-me ricórdia a outros, ou de contribuir.
Seja qual for a sua oportunidade de servir a Cristo.
Isto é um serviço. Tal como Ele nos deu um exemplo, nós precisamos seguir este mesmo exemplo. Cristo irmãos, nós somos lidas conforme sejamos seguidores do exemplo Dele. E por isso, Cristo irmãos, não devemos ter uma liderança com uma liderança neste mundo, que é uma liderança autoritária, dominadora, mas temos que seguir, aprender, e Cristo irmãos, estamos a aprender de dia a dia. Temos que aprender a ter uma liderança que seja centrada em Cristo. Isto é como Cristo liderou e como Cristo lidera. Temos que fazer as coisas corretas para obter o alvo, a visão, o objetivo, porque Ele é Deus, é Senhor, e não peca, só faz o que é reto e correto, de acordo com Sua justiça. Temos que inspirar, motivar e construir ou desenvolver um moral, encorajar, como um bom mestre, como um bom professor. E temos que dar um bom exemplo. Isto é liderar, porque somos um seguidores de Cristo, seguir o exemplo de Cristo de serviço e de sacrifício. Cristo irmãos, todos nós somos parte do mesmo corpo. Por exemplo, estás a cortar uma batata, e então a faca salta e acidenta... acidentalmente cortas um bocadinho do teu dedo. Todo o resto do corpo vem à ajuda daquele dedo. Todo o resto do corpo vai limpar ou tratar ou carinhar por esse dedo. Nenhuma parte do corpo é o patrão. Não é a outra mão que é o patrão, não é o outro ombro que é o patrão, simplesmente o único que é o patrão é a cabeça, a cabeça é Cristo. Mas todos nós, como membros do corpo, trabalhamos juntos para ajudar, para que o corpo todos esteja sã, saudável, para fazer a obra de Deus. E mais uma coisa na igreja. Dá para que uma pessoa seja a pessoa que esteja a pôr o chá depois da igreja, ou pôr uns biscoitos, ou uns coisinhas de comer depois da igreja. Todos nós ajudamos a fazer o que seja necessário, para o querinho e cuidado da igreja, para o bem da igreja. E por isso nós tomamos cuidado um ao outro, servindo um ao outro, encrujando um ao outro, para que o corpo, a igreja, como uma entidade inteira, possa fazer a obra de Deus. Isto é de pregar o evangelho de Deus. E todos nós temos uma parte nisso, uma parte pequenina. Mas entretanto, temos todos estar a aprender, a ser líderes, como Jesus Cristo foi e é. Líders que fazem sempre o que é correto. Líders que encorajem. E líderes que dão um exemplo. Dão um exemplo como Cristo deu-nos um exemplo. Por isso peço simplesmente que Deus vos ajude a tratar a cada um de nós com cuidado para fazermos as coisas corretas. E que esse cuidado seja primeiro e acima de tudo numa ligação com Deus, num relacionamento com Deus, para o agradar, para que ele nos abençoe e nos dê o crescimento espiritual, para que possamos ajudar, inspirar, motivar, construir o mural, encorajar outros, a atos de grandeza. Isto é, a pregar a boa nova do Reino de Deus, que é o maior ato de grandeza que possamos fazer. E, por isso que sejamos capazes, sejamos a capacidade, a habilidade de fazer e adicionar a sua obra à volta do mundo, porque estamos a pôr em prática o exemplo, o exemplo correto na nossa vida, exemplo de serviço e sacrifício. E por isso precisamos, cris irmãos, de nos forçarmos a liderar como Cristo liderou e lidera. Até a próxima, cris irmãos. Aqui é George Cappes.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).