Servidor com amor e humildade

Um verdadeiro líder Cristão deve ser um servidor cheio de amor e humildade

Transcrição

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Música Bom dia e boa tarde, Crezir Mãos. Aqui é George Campos.

Jesus Cristo, antes de morrer, Selebrou ou instituiu, digamos assim, uma nova cerimônia, a cerimônia do Lava Pés. Quero que olhem comigo brevemente a essa cerimônia em capítulo 13 de João. Em capítulo 13 de João, lê-se assim a cerca da... quando Jesus Cristo lavou os pés dos seus discípulos, ele depois disse assim, no versículo 15, porque eu vos dei o exemplo para que, como eu vos fiz, façais vós também. Jesus Cristo, na cerimônia do Lava Pés, fez uma demonstração de serviço em amor e humildade, que é um verdadeiro exemplo para nós hoje em dia.

Vejam um bocadinho mais adiante no versículo 17 diz assim, hora se sabéis estas coisas, bem-aventurados sois, se achas praticartes. Que, nos irmãos, como cristãos, devemos de seguir a Cristo. E aqui ele está a dar o exemplo de Lava Pés, mas eu quero focar no princípio do exemplo de serviço e de humildade de Cristo. Muitas pessoas não entendem o sacrifício de humildade de Jesus Cristo completamente, porque é uma coisa dizer, olha, eu sou uma pessoa importante, digamos assim, como Jesus Cristo é, uma pessoa muito importante, e ele se baixou para lavar os pés. Mas ele fez mais que isso, queridos irmãos. Isso é simplesmente uma pequena, um pequeno exemplo, uma pequena demonstração da humildade e serviço de Jesus Cristo.

Vejam comigo em Filipe, capítulo 2, começar no versículo 1 a 5. Filipe, capítulo 2, começando no versículo 1. Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor. Eu estou a falar aqui do amor que Cristo tem para nós, alguma comunhão dos Espíritos. De uma convivência desta atitude mental de Ele. Se há, entreiados afetos e misericórdia, sim que Ele tem grande afeção e misericórdia para conosco.

Completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa. Tenheis o mesmo amor. Cristo e irmãos, nós devemos ter a mesma maneira de pensar. Eu que disse, penseis a mesma coisa, a mesma maneira de pensar. O mesmo amor. Se os exais unidos de alma têm o mesmo sentimento, isto é mesmo a mente, a mesma mentalidade. Nada façais por partilhadismo ou vanglória, mas por humildade. Considerando cada um os outros superiores a si mesmo. É o que os Cristo fez. Considerou os irmãos superiores a si mesmo, num sacrifício de humildade. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.

Tendem-vos o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. Tendem-vos a mesma atitude mental que existiu em Jesus Cristo. Qual é o exemplo do servidão de Jesus Cristo? Infelizmente, pessoas não entendem. Aplena o completo entendimento do sacrifício de Jesus Cristo. Pessoas pensam, olha, foi um homem que sofreu e morreu. Cristo irmãos, isso é só uma pequena demonstração do sacrifício de Jesus Cristo. Porque ele fez muito mais que isso. E por isso nós devemos seguir o seu exemplo de serviço com amor e humildade. Vejamos também, mantenhem o dedo em Filipe, vamos voltar daqui a pouco, mas vejam então em primeiro Pedro capítulo 2.

Primeiro Pedro capítulo 2. Primeiro Pedro capítulo 2. E diz assim, versículo 21. Diz assim, por quanto? Para isto mesmo, foste chamados. Irmãos, por que que fomos chamados para a Igreja de Deus? Por que que fomos chamados para ser um verdadeiro cristão? Por que? Diz assim, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar. Tal como Jesus Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguir os seus passos. Jesus Cristo sofreu em nosso lugar, deixando-vos exemplo.

Essa foi a razão por que que somos chamados para sofrermos como Ele sofreu. Deixando exemplo para seguir os seus passos, o qual não como teu pecado, nem dola algum sachão em sua boca, mas Ele sofreu por nós, sem fazer nada errado. Cris irmãos, é uma atitude enorme à atitude do amor Jesus Cristo. Jesus Cristo nos diz em Mateus 5, quando falando ou amplificando a lei, é Mateus 5, no sermão de Monte, no Mateus 5, versículo 43 a 45.

Mateus 5, 43 a 45, diz assim, Amo o Teu próximo e odeia o Teu inimigo. Cris irmãos, em nenhum lugar da lei de Deus diz, Amo o Teu próximo e odeia o Teu inimigo. Isto é o que eles diziam, mas não é o que estava escrito. O que estava escrito é, Amo o Teu vizinho como a Ti próprio.

Não diz odeia o Teu inimigo, mas isso é o que as pessoas diziam, do tempo dele. Eu, porém, vos digo, Jesus Cristo, amei os vossos inimigos. E ora ai, pelos que vos perseguem, para que vos truneis filhos do vosso Pai Celeste. Porque Ele fez nascer o Seu sol sobre maus e bons e vis chuvas sobre justos e injustos.

Porque se amar os que vos amam, o que recompensa tens? Não faz os publicanos também o mesmo? E saudares, somente os vossos irmãos, que fazês demais? Não faz os gentios também o mesmo? Portanto, ser de vós perfeitos com perfeito é o vosso Pai Celeste.

E esta perfeição, que está aqui a falar nós, é que precisamos de amar os nossos inimigos. Isso não é coisa simples. Não é coisa simples. Jesus Cristo morreu por nós quando nós éramos inimigos de Deus. Este é o sacrifício de Jesus Cristo. Este é o amor de Ele para nós. Por isso precisamos de servir aos irmãos com amor. O amor de Deus, digamos assim, foi o motor que gerou esta atitude, a servidão, que Jesus Cristo teve por nós, com amor e com humildade.

Jesus Cristo não só nos amou. O Pai nos amou tanto que nos deu, segundo Equifiro, o Nigénito. Mas vejam como Jesus Cristo se serviu com humildade. E vamos ver, então, em Filipenses capítulo 2. Voltamos, como diz para manterem o dente, um... Filipenses capítulo 2, o dedo, em Filipenses capítulo 2, começando no versículo 5, diz assim, tendo em voz o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. E eu estava a referir-me a dizer, olha, Jesus Cristo, como o Filho de Deus, lavou os pés.

E geralmente as pessoas pensam simplesmente a este nível. O nível que foi um ser humano, que sim era o Filho de Deus, mas que se humilhou e lavou os pés e morreu para nós. Cris irmãos, sim, esse é um grande sacrifício de humildade, mas Cris irmãos, a humildade de Jesus Cristo foi ainda maior! Foi ainda maior!

Porque as pessoas não entendem quem era Cristo.

Diz assim, pois Ele subsistindo em forma de Deus. Cris irmãos, não acho que pode ser mais claro, que Ele existia em forma de Deus. Não era algo que estava dentro do Pai como uma voz que saiu de lá, Ele subsistia em forma de Deus. Ele foi Criador, tudo foi criado por Ele. Tudo, tudo, tudo!

Vocês lerem enculocenses, Capítulo 2. Vamos continuar a ler daqui a pouco, mas diz enculocenses.

Em Capítulo 1, diz assim, Ele é a imagem do Deus Invisível, o primogênito da Criação, pois Nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre as terras visíveis e invisíveis, que o 111, 16, sejam trôneres, sejam soberanias, que eram principais, tudo foi criado por meio de Jesus Cristo e para Ele. Ele é antes de todas as coisas, antes, antes, existia antes.

Nele tudo subsiste. E por isso, continuando a ler em Filipenses, Capítulo 2, Jesus Cristo subsistia, existia, existia em forma de Deus. Como lê em João Capítulo 1, João Capítulo 1, vejamos aí, João Capítulo 1, versículo 1, diz assim, no princípio era o verbo, era a palavra, no princípio era a palavra, a palavra era o, diz aí, o, quer dizer, era uma entidade. E o verbo estava com o Deus. Em grego, a palavra o Deus está aí. Por isso, estamos a falar, no princípio era o verbo, era um caso de existência, existia. Segundo, o verbo estava com o Deus. Este é um caso de relacionamento, não estava dentro do pai, estava com o Deus, o pai. E terceiro, o verbo era Deus. Isto é um ponto de identificação. Por isso, vamos aqui três coisas. Existência, relação e identificação. Existia, estava relacionado, foi identificado, estava relacionado com o pai. Ele estava no princípio com Deus. Não é dentro de Deus, ele estava no princípio com o Deus. Como diz em grego, em grego tem este artigo, o.

Então, continua lendo em Felipe II. Diz assim, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como zurpação ser igual a Deus.

Entende? Não era zurpação ser igual a Deus. Não era um crime de roubar a identificação de Deus.

E depois continua no versículo 7. Antes, assim mesmo se esvaziou.

Por sua própria livre vontade se esvaziou. Vê-se o poder dessa autoridade, dessa identificação, assumindo a forma de servo.

Tornando-se a inseminância de homens, porque vivem ser o filho do homem, e reconecidas em figura humana. Vê-se o que se esvaziou. Isso foi um acto de humildade. Humildade era um ser com Deus, está claro, inferior ao pai, mas estava com o pai. O pai criou tudo através dele, e ele se esvaziou.

Libermente, assim mesmo.

Queria-se irmãos, o sacrifício de Jesus Cristo. Não é um sacrifício de um homem que se sacrifica e morre por outro homem, porque se fosse isso, a vida dele só pagava por uma outra vida.

A vida dele só pagava por uma outra vida.

Mas porque ele é o Criador? Era o Ser que criou tudo. A vida dele. Tem mais valor que todas as outras vidas, e por isso a vida dele paga por todas as outras vidas.

Está significada páscoa do sacrifício de Jesus Cristo, que se esvaziou, assim mesmo se humilhou, versículo 8, tornando-se obdiante até a morte e morte de cruz. Quando começamos a entender isto, vemos que a humildade de Jesus Cristo é muito mais transcendente do que nós pensamos.

Daquilo ser, que voluntariamente, que sim, foi o que criou o universo, todos os anjos, tudo, tudo, tudo, tudo, tudo, tudo, tudo. E deu a sua vida, voluntariamente, por você e por mim.

Isto é humildade, isto é amor, isto é serviço.

Pelo que também Deus, o Pai, o exaltou sobre maneira, e deu o nome, que está acima de todo o nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda a língua, confesse que Jesus é Senhor, o Senhor é o Iaue, é o Senhor, conversar que Ele é o Senhor, e que pessoas não acreditam isto, estão a acreditar contra Cristo. Porque não acreditar que Cristo, o Senhor vem na carne, é anti-Cristo.

Cristo e irmãos, Jesus amou a nós, humilhoso e serviu-nos. Ele não vai, para ser o chifão, para claro que é o cabeça, e sim, é o líder, mas não veio, para impor, poder e autoridade sobre as pessoas.

Vejam, em Mateus 20, Mateus 20, Mateus 20, Mateus 20, Versículo 28, diz assim, Mateus 20, 28, tal como o filho do homem, que não veio, para ser servido.

Mas para servir e dar a sua vida, enresgado por muitos. Foi razão, porque Jesus Cristo veio, o nosso Criador, que se esvaziou do que Ele era, voluntariamente, para ser um homem, para ser um filho do homem, para nos abrir o caminho da salvação.

Porque nós somos pecadores, porque nós somos pecadores.

Algum de vos que diz que não é pecador, que atira a primeira pedra.

Todos nós somos pecadores.

Mas vejam, em esta secção aqui, de versículo 28, Mateus 20, 28, é a conclusão, digamos assim, de uma conversa aqui, acerca do pedido da mãe de Tiago e João. Vejam-me começando, então, essa conversa, em Mateus 20, 20. Então, se chegou a ela, a mulher, desebadou com seus filhos, e, adorando, pediu-lhe um favor, perguntou-lhe, ele, que queres? E ela respondeu, olha, Manda, que o teu reino, que no teu reino, estes meus dois filhos sentem um ato direito e o da tua esquerda. Mas Jesus respondeu, não seabeis o que estás a pedir.

Vocês não entendem o que estão a pedir.

Podéis, vos beber o cálice, que eu estou para beber? Vocês vão capaz de suportar o sofrimento de ser crucificados, como eu, vocês, ser crucificados?

E responderam, pudemos.

Podemos ter cuidado, irmãos, com o que sai da nossa boca.

Versículo 23, então, lhes disse, bebreis o meu cálice, mas a sentar-te à minha direita e à minha esquerda, não me compete com o seu.

Sim, vais ser crucificados, vocês vão ser crucificados.

Mas para estarem à minha direita, à minha esquerda, não é minha para vos dar.

Mas para aqueles que o pai quer dar, que está preparado por meu pai. Ora, ouvindo isto, os outros dez indignaram-se com os dois irmãos, porque tiram-te, estavam enviosos, criam-se eles próprios. Então, Jesus, os chamados disse, sabéis que os governadores dos mundos dominam o poder dominar, governar com poder, com domínio. E que os marais exercem autoridade, autoridade sobre as pessoas, autoritários. Não é assim entre vós. Pelo contrário, quem quiser tornar-se grande, entre vós, será a sua conversiva. E quem quiser ser o primeiro entre vós, será a vossa serva.

Quer dizer, irmãos, não estamos aqui a falar de gerentes, estamos aqui a falar de liderança. E não estamos aqui a falar, simplesmente, de liderança, mas estamos aqui a falar de liderança servidora.

É acerca do que nós somos. É acerca de caráter. Não é acerca de poder, mas de capacidade, de concarinho e amor e influenciar pessoas através do serviço. Isso foi o que Jesus Cristo foi? Um líder servidor. Influenciando muitas outras pessoas a virem ser líderes servidores.

Essa é a influência de Jesus Cristo que não desforça, mas, pelo seu exemplo, nós o seguimos. E, por isso, que os irmãos, nós, como cristãos, temos muitas oportunidades para servir. Pois essa é o nosso papel, essa é a razão, porque é que fomos chamados para servir, para sofrer, para outros servir, quer dizer, sofrer, dar da nossa força para outros.

Não precisamos de um título para servir. Não precisamos de um título para servir. Infelizmente, na Igreja de Deus, muitas pessoas querem um título, querem ser um diálogo para exercer a autoridade sobre outras pessoas. Esses irmãos, isso é uma atitude e um atitude para o que é que a gente tem. Esses irmãos, isso é uma atitude errada.

Sim, Deus dá uma certa responsabilidade e autoridade, digamos assim, um diálogo, para servir de uma maneira física, mas não é para ser um autoritário. Não é para exercer este domínio e esta autoridade é para servir, para estar servindo aos irmãos fisicamente.

Vejam, por exemplo, como, em Atos capítulo 6, ver se aqui um exemplo de como pessoas foram selecionadas para serem diágnos. Quando aqueles diéramos aplicantes o número de discípulos, houve uma homerção dos elenistas, isto é, daqueles que estavam na dispersão e que falavam grego e aceitaram a cultura grega, os elenistas, contra os ibreus, aqueles que estavam na Palestina e que, por outro lado, tinham rejeitado a cultura grega. Vê esta, digamos assim, esta divisão. Uns aceitavam o grego e outros não aceitavam o grego. A cultura grega.

Porque as viúvas delas estavam sendo esquecidas na distribuição diária. Tava aqui um existir uma certa acessão de pessoas. Uma discriminação. Então, os 12, os apóstolos convocaram comunidades dos discípulos e disseram, não era razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir as mesas. Escolhei entre vós sete homens de boa optação, com fruto, com fruto. Verdadeiros cristãos que se vê que Deus tinha chamado e que tinham fruto. Cheios do Espírito. Pessoas que tinham o Espírito de Deus. Estavam a conduzir-se de maneira espiritual e de sabedoria. As cais negaremos esse serviço.

E assim escolheram alguns, como Estevão e outros, e vence que Estevão, por si próprio, serviu em outras áreas, também áreas espirituais, não só em áreas físicas. O bom daquê é que não precisamos de um título, mas havia aqui uma pessoa que para ter uma possibilidade de liderar e tomar uma posição de liderança, para dizer ok, então vai-se fazer assim, vai-se fazer assalto, mas é para servir as viúvas, neste caso.

Era para servir. E por isso houve esta, digamos assim, esta responsabilidade dada a eles, para terem certeza que as pessoas estavam a ser servidas.

Queridos irmãos, esse foi o caso de como Deus escolheu pessoas para servirem fisicamente. Mas, como ministro de Deus, às vezes, quando vou em várias áreas, tenho pessoas que se aproximam de mim, que me escrevem, e dizem eu quero evangelizar, e eu quero ser um ministro de Deus, quero fazer um curso para ser um ministro de Deus.

É assim que Deus funciona, é como uma coisa funciona no governo de Deus.

Por exemplo, eu imagino que você vai trabalhar para uma companhia de empresa grande, seja qual for, Google, Microsoft, IBM, seja o que for, e você nem sequer está a trabalhar, lá, digamos assim, você nem sequer está a trabalhar nessa companhia, mas você diz, eu quero ser um gerente de IBM.

Não é assim que funciona. Não é assim que funciona.

Na Igreja de Deus, é Deus que escolhe, é Jesus Cristo que escolhe, é Jesus Cristo que decide quem é que vão ser os líderes dele. Porque a Igreja dele é o cabeça e é a decisão dele.

Vejam aqui, como isso faz favor em Lucas capítulo 6. Lucas capítulo 6 versículo 12 e 13.

Lucas 6 versículo 12 e 13.

Naqueles dias, retorou-se para o monte, afim do orar, e passou a noite orando a Deus. Este Jesus Cristo foi orar ao Pai. E teve este relacionamento com o Pai durante a noite toda. E quando amaneceu, ele conseguiu os seus discípulos e escolheu doze dentro de eles. Aos quais deu também o nome de apóstolos. Quem é que escolheu os apóstolos?

Está claro que se vê muito claramente que foi Jesus Cristo. Através digamos assim, da oração, isto é, falando com o Pai chegou à conclusão que são os que vou escolher.

Interessante que estes dois apóstolos não tinham sido diágonos. Não é uma questão de que uma pessoa tem que ser um diálogo primeiro e depois é um ministro. Não. Estes nunca tinham sido diágonos. Mas, foram os chamados, foram escolhidos para servir espiritualmente.

E este acto é de servir. Não é de exercer autoridade e domínio.

Aqui, haver pessoas de uns que eram pescadores, outros que eram cobradores de impostos, de várias áreas de sociedade. Não tinham um grau universitário de teologia.

Não. Não tinham. O ensinamento deles foi o ensinamento dos os Cristals deão.

Não tinham um grau universitário de teologia.

Vejam também atos capítulo 1. Atos capítulo 1.

A versículo 1 e 2.

Escrevi o primeiro livro, o Teófilo, relativamente a todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar. Isto é. Lucas escreveu o primeiro livro, que é o livro de Lucas. E depois, até ao dia em que, depois de haver mandado mandamentos por intermédio do Espírito Santo, aos apóstolos que escolheram. Que Jesus Cristo escolhera foi, então, ele, elevado às alturas.

Jesus Cristo escolheu os apóstolos.

Está claro, como vimos, ele orou e, digamos assim, teve a opinião do Pai através da oração. Vigemos, por exemplo, o caso de Paulo. Paulo, que veio depois, está aqui, em 1º Timódio, capítulo 1, versículo 1. 1º Timódio, capítulo 1, 1º Timódio, capítulo 1, perdão, versículo 12. 1º Timódio, capítulo 1, versículo 12, diz assim, sou grato para com aquele que me fortaleceu Cristo Jesus, nosso Senhor, que me considerou fiel, designado para o Ministério. Jesus Cristo designou-me para o Ministério.

Não fui eu, Paulo, que decidir que vou para o Ministério.

Não é uma pessoa que vem pela internet e diz, olha, eu quero ser um Ministro. Eu quero ser um Ministro. Não, na Igreja de Deus, não é assim.

Na Igreja de Deus, você não se pode por assim mesmo, como o Ministro, mesmo que você, esteja todos os cursos universitários que quero ter.

Vijemos 1º Timódio, capítulo 2, versículo 5 a 7.

Diz assim, porque quando há só um Deus, que é o Pai, o Pai é o Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, que é Jesus Cristo, se tornou o Mediador, o qual, assim mesmo se deu enraigado por nós, assim mesmo se deu enraigado por nós, como vimos há pouco, testemunho que se deve prestar em tempos oportunos. Para isso, da Paula que dizer, fui designado pregador e apóstolo.

Paula está a dizer, fui designado, não foi eu que escolhi, eu fui designado, pregador e apóstolo. E afirma a verdade, não estou a mentir. Mestre dos Gentios na fé e na verdade. Isto é, professor, pessoa que ensina o Gentio Deus na fé e na verdade.

Esta palavra, Mestre, é na palavra grega de Dáskálos, de Dáskálos, que quer dizer ensinar, Mestre, ensinar as coisas de Deus e as responsabilidades do homem.

Fejam também e Fezes 4.

Fezes 4.

Vamos começar a ler o versículo 11.

Está a falar aqui de Jesus Cristo.

Diz assim, e Ele mesmo concedeu uns para apóstolos. Foi Jesus Cristo que concedeu alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres. Pastores e mestres é a mesma coisa, um pastor deve ser um mestre, um pastor deve ser um bom professor, deve ter a capacidade de ensinar de dasquilos.

É Jesus Cristo que dá a igreja. Por isso que diz o versículo 11. Ele mesmo concedeu a igreja uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, outros para pastores e mestres. Com vistas, isto é, com a finalidade há o perfecimento dos santos.

Com a intenção de que os santos se tornem pessoas perfeitas como Deus o Pai, é perfeito.

Para o desempenho do seu serviço para que nós sejam santos perfeitos para fazermos o nosso serviço, o serviço de Deus, para a edificação, para construir a igreja de Deus, para a edificação do corpo de Cristo, o corpo de Cristo está claro, para que a igreja cresça na graça e no conhecimento. Por isso, é que Deus concedeu pastores e mestres pessoas para ensinar. Por que? Porque Deus escolheu, Jesus Cristo escolheu, Jesus Cristo os ensinou, eles têm frutos para ensinar a outros.

E por isso foram escolhidos para Jesus Cristo, e por isso foram escolhidos para Jesus Cristo para essa função. Não é uma pessoa que diz, olha, eu vou ser o mestre agora, vou ser o ministro de Deus. Não, não. Por ciclo treze. Até que chegamos, até que chegamos à unidade da fé.

Até que chegamos a esta união da fé, para sermos um, como Jesus Cristo e o Pai são um, nós precisamos ser um, esta unidade da fé. E do pleno conhecimento do filho de Deus, e começarmos a ter um entendimento completo de quem Jesus Cristo é.

Até que chegamos à perfeita veronilidade. Isto é ao homem perfeito, ao perfeito varão.

Dida da estatura, da plenitude de Cristo. De acordo com o padrão que é Jesus Cristo. Para nós sermos um perfeito padrão de acordo com o padrão que é Jesus Cristo. Seis um perfeito homem de acordo com o padrão que é Jesus Cristo.

Por isso Deus nos deu. Jesus Cristo nos deu ministros, na Igreja deus, para o aperfeiçoamento dos santos, para a edificação da Igreja, para o homem crescer até o padrão de Jesus Cristo.

Para que não, versículo 14, não sejamos como ninos agitados de um lado para o outro, levados ao redor por todo o vento de rotrina.

Pela artemânia dos homens, pela astúcia dos que induzem ao erro. Sim, porque há muitas artemânias, muitas, muitas raciocínios humanos, de que isto e desta rotrina, da outra rotrina, todo o vento de rotinas. Há ventos de rotinas por aí, irmãos, que precisamos estar seguros aos mestres que Jesus Cristo nos deu, na Igreja, para nos mantermos firmes.

Porque senão, vamos ser levados para estes ventos.

Mas seguindo a verdade em amor.

Em amor. Crescemos em tudo naquele que é a cabeça Cristo.

De quem todo o corpo bem ajustado e consolidado pelo alcíneo de toda a junta, cada um, cada irmão ajuda nisto com a sua parte, se dando um serviço a uns outros. Segundo ajuste, a cooperação de cada parte, cada membro da Igreja, cada irmão e irmã da Igreja ajuda um outro para nós crescermos.

E fatua o seu próprio aumento para a identificação de si mesmo, em amor.

Para nós nos edificarmos um a outro, em amor.

Creso Irmãos, este é uma atitude de serviço.

É uma atitude de serviço.

E a Deus que escolhe. Mas Deus dá uma responsabilidade a homens de também trabalhar com ele para selecionar. Vigemos, por exemplo, em Tito, capítulo 1. Tito, capítulo 1, versículo 5.

Por esta causa, te deixei em creta. Isto é Paulo a dizer a Tito. Para posesta em ordem as coisas restantes, vocês põem a Igreja em ordem. A Igreja tem que ser coisas decentes, em ordem, não é assim na maneira que as pessoas pensam e julgam, sei lá. Não. As coisas são feitas decentemente em ordem. Foi o Paulo disse por isso, por exemplo, em 1 Coríntios 11, diz assim, isto é assim, isto é assim, não se desvia nisso, porque é assim que se faz na Igreja de Deus.

Posem ordem as coisas restantes, bem como em toda a cidade, em cada cidade, constituí-se para os bítros, isto é, anciãos, ministros, conforme te proscrevi.

Conforme há membros, numa área e há frutos através de oração e jejum tal como Jesus Cristo ourou, copai, então Jesus Cristo escolheu nós, como membros da Igreja, como anciãos da Igreja, oramos, juamos, reunimos-nos com outros anciãos e através da oração e jejum, chegamos à conclusão de quem ordenar como ministros ou não.

Mas é preciso ter frutos. Em 1º e 1º de capítulo 3, por exemplo, descreve alguns desses frutos. Primeiro, de I.M. 3. Começar a ler do versículo 1. Fiel é a palavra se alguém inspira ou piscupado. Fiel é a palavra se alguém deseja ser o ministro de Deus. É excelente obra alemã. Mas lembre-se que é Jesus Cristo que escolhe.

Você não quer ser para ser uma autoridade, você quer ser a matitura de servidão em amor e humildade.

E por isso está aqui as frutos. É necessário, portanto, que o bicho que o ministro seja irrepreensível. Esposo de uma só mulher.

Temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar. E aqui frutos que uma pessoa precisa ter para os outros ministros verem os frutos nessa pessoa para dizerem e orarem através de Jun e chegarem à conclusão, sim. Esta pessoa está pronta para ser um outro ministro de Jesus Cristo. Não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarendo. Não avarendo. Aperne bem a própria casa, criando os filhos sobre disciplina com todo respeito. Pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da Igreja de Deus? Não seja niófito, já não seja uma pessoa novita, convertida há pouco tempo, para não suceder que a ciência superpeça, que fique com cabeça grande, para que não perca a humildade, e encorra na condensão do diabo.

O problema com o diabo é que ele não era humilde. Para encontrar no saric, ele só tinha bom discrimino dos de fora, a fim de não cair no aprobre e no lasto do diabo.

Por isso, precisa ter frutos. Precisa ter frutos. Cris irmãos. Deus escolhe, escolheu, anciões, para a Igreja de Deus.

Anciões e diácnios são posições de liderança na Igreja de Deus, mas não são posições de domínio e autoridade, são de liderança servidora, com amor e com humildade.

E por isso, em primeiro de Salunicenses, capítulo 5, versículo 12 e 13, diz assim, Agora vos rugamos, irmãos, que a Cateis com apreço, os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos adumestam. Adumestam? Isto é que tenham cuidado e tenham reconheção com as pessoas que estão a trabalhar entre vós, isto é, os ministros, que vocês tenham apreço a essas pessoas e que os tenhais com amor em máxima consideração por causa do trabalho que realizam.

Vivei em paz, um com os outros, depois me queri mais adiante, diz assim, no versículo 25, diz assim, Irmãos, orai por nós. Queres irmãos, aqui está Paulo, a dizer-os dos salunicenses, vocês tenham respeito pelos ministros que são escolhidos por Deus, têm uma obra a fazer e, por isso, tenham amor em máxima consideração porque a responsabilidade deles é serem servidores com amor e humildade. Por outro lado, nós, como membros, precisamos de respeitá-los, não é a durar, que são homens, não é uma questão, mas respeitá-los, que diz aqui, a catais com apreço, os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam e que os tenhais com amor em máxima consideração por causa do trabalho que realizam.

Mas depois conclui, no versículo 25, diz assim, orai por nós. Por quê? Porque existe um diabo. Existe um diabo que nos quer trazer problemas e dificuldades.

E por isso, queridos irmãos, precisamos de ter cuidado.

E precisamos dourar pelos nossos ministros para serem protegidos. Porque o diabo vai querer destruir os nossos ministros.

Queridos irmãos, mas não é preciso ter um título, não é preciso ser um ministro, não é preciso ser um diálogo para servir. Para servir um a outro com humildade e amor. E todos nós precisamos de servir como Cristo serviu, como é que ele disse depois do lava-pés. Que disse, o que eu faço, faço como eu faço. Servir com humildade e amor. Bem-aventurados sois, se vocês o praticarem.

Jesus nos deixou um exemplo de amor e humildade na maneira que Ele nos serve como nosso Salvador e Sumo-Sacerdote.

No entato o Seu exemplo de amor e humildade é muito maior do que imaginamos.

Só quando entendemos que Ele é o Messias que veio na carne, Aquele que se esvaziou do que Era, é que começamos a ter um pequeno entendimento do enrome sacrifício Dele em Amor e humildade.

Este sermão descreve como todos precisamos desenvolver esta atitude, e não sómente os líderes na Igreja.

 

 

 

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).