Quem é a Besta?

Se você não sabe quem é a besta, como pode ter conhecimento de qual é a sua marca, ou imagem, ou número de seu nome? É necessáro saber primeiro quem é a besta, para podermos entender o que é a marca da besta e o que é a sua imagem. E ser ignorante não é uma desculpa. É a besta a Igreja Católica? É a marca da besta uma 'chip'? É a besta um governo mundial centralizado na europa? O que são as 7 cabeças e os 10 chifres? Este sermão demonstra de sua própria Bíblia a interpretação de quem é a Besta, o que é a sua imgaem e o que é a marca da Besta. Para baixar o gráfico dos reinos gentios mencionados em Daniel e no Livro de Apocalipse clique no botão "Download (baixar)" e selecione o gráfico a baixar.

Transcrição

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... Bom, debo estar, queridos irmãos, aqui, a Jorge Campos, falando-vos da Sansanetti. Quem é a besta? Se não sabemos quem é a besta, e, então, saberemos se viramos a ter a marca da besta.

Pois, se tivermos a marca da besta, vamos sofrer as últimas bragas. Então, quem é a besta? Quem é a maisgem da besta? E qual é a marca da besta? É necessário entendermos. Neste sermão, vamos falar simplesmente da besta que saiu do mar e focar nesse ponto somente. Ora, ignorância não é uma desculpa, porque o meu povo, como diz, foi destruído, porque lhes faltou o conhecimento.

Porque tu rejeitaste o entendimento, também eu rejeitarei, como diz, em useias 4, 6. Agora está aqui, queris irmãos, as pragas virão brevemente, e o cristianismo está desatento. É importante sabermos quem é a besta, para entendermos bem. Qual é a marca da besta? Qual é a sua imagem? E, por isso, não adorarmos essa besta.

Em Apocalipse 14, diz, se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na testa ou na mão. Também, o tal bebrá o vinho da ira de Deus, que se deitou não misturado, no calice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos, anjos e diante do cordeiro. Isto é em Apocalipse 14, versículos 9 e 10. Por isso, precisamos ter cuidado, que entendemos isto bem. Vejam como se faz favor em Apocalipse capítulo 5, perdão, Apocalipse capítulo 15, começando a ler do versículo 5.

Diz assim, depois destas coisas olhei, e abriu-se o céu, o santuário, o tabronáculo, do disto-mum, e os sete anjos, que tinham as sete paradas, saíram do templo. E, então, um bocadinho mais adiante, no capítulo 16, versículo 2, diz assim, e foi o primeiro, o primeiro anjo, e derramou a sua taça sobre a terra, e fez-se uma chaga má e malina, nos homens que tinham o sinal de besta, e que adoravam a sua imagem. Aqueles que adorarem a imagem da besta e a sua marca, vão sofrer os descastigos das sete ultimas pragas. Você não pode imaginar o que é a marca. Você não pode chegar às suas próprias conclusões. O que é a marca?

Até você ter identificado quem é a besta. E, por isso hoje, vamos ler um pouco acerca dessa besta, que é descrita em Apocalipse 13, que diz assim, e vi subir do mar. Bom, é importante, do mar. Uma besta que tinha sete cabeças e dez xifres. Sete cabeças e dez xifres. A besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os do urso, e a sua boca como a de leão. Esta é uma descrição que identifica a besta. É a besta que subiu do mar.

Se é um homem misterioso ou é um anticristo, seria uma pessoa muito estranha. Um homem muito esquisito com dez xifres e sete cabeças, que parece um leopardo, pés do urso, boca de leão, e que saiu do oceano. Queria dizer-me aos irmãos, o ponto aqui é que estamos a falar de símbolos. Símbolos. A besta é um símbolo. O problema é a nossa interpretação. Pois, como é que você vai interpretar? Representam coisas reais? E quando conhecemos o que elas significam, então saberemos quem é a besta. O ponto é que a Bíblia interpreta a Bíblia.

E a Bíblia diz o que representam. Por isso não precisamos estar a imaginar o que representam, pois a Bíblia diz o que representam. Vemos, então, em Daniel 7. Vemos, ainda, em Daniel 7 esses mesmos símbolos descritos. Vemos esses animais com sete cabeças, dez chifres.

Vemos um leão, um urso e um leopardo. E a Bíblia diz o que representam. Vamos começar a ler no versículo 1. No versículo 1, diz assim, no primeiro ano da Belsazar, rei da Babilônia, teve Daniel, na sua cama, um sonho e visões na sua cabeça. E escreveu logo o sonho e relatou a suma das coisas. Então, vemos um bocadinho mais adiante. No versículo 3. E quatro, quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiram do mar. E o primeiro era como um leão. E, por isso, tem uma cabeça, um leão.

O segundo animal, semelhante a um urso. E, por isso, vê-se aqui uma segunda cabeça. O terceiro animal, o terceiro animal, semelhante a um leopardo, mas tinha quatro cabeças. Tinha quatro cabeças. Com as duas anteriores, temos um total de seis. E o quarto animal, terrível e espantoso. Terrível e espantoso. Muito importante. E muito forte. Este quarto animal faz a sétima cabeça. Esse assim é a primeira do leão, a segunda era do urso, a terceira, quarta, quinta e sexta do leopardo, semelhante a um leopardo, com quatro cabeças.

E o quarto animal tinha mais uma outra cabeça, que faz a sétima cabeça. E esse animal, essa sétima cabeça, tinha dez chifres. Os dez chifres estavam na sétima cabeça.

Veemos por isso um total de sete cabeças e dez chifres. Esses grandes animais, esse leão de este momento dizia que chegam a um dos que estavam perto, pedia-lhe a verdade. A cerca de tudo isto, isto também é ainda anial sete. E ele me disse e fez-me saber a interpretação, a Bíblia interpreta a Bíblia. Ele fez-me saber a interpretação das coisas. Esses grandes animais que são quatro, quatro animais, mas que têm sete cabeças e dez chifres. Esses quatro animais são quatro reis que se levantarão da Terra.

Se levantarão do povo da Terra, que era simbolizado como sair do mar. O povo da Terra é como o mar. Este povo todo é como o mar. Seu íram do povo da Terra, da população da Terra. Vê-se aqui que os quatro animais representam quatro reis governantes, governantes que subiram da população terreno. O quarto animal será o quarto reino. Agora, ve-se também que não é só reis, mas representa também reino. O animal representa reis, mas também o reino desses reis.

O quarto animal será o quarto reino na Terra, o qual sade será diferente de todos os outros reinos. E devorá toda a Terra e pisará aos pés, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. Fará grande destruição na Terra. Vê-se aqui que a palavra reino também é usada para explicar estes quatro animais, como vemos no versículo 23 de Daniel 7. Ora vimos que estas cabeças representam reis, ou reinos, e então chifres. Lembrem-se que a Bíblia interpreta a Bíblia. Vimos que os quatro animais são quatro reis ou reinos, com sete cabeças, e os chifres, então, que representam. Lembrem-se que... Demos aqui, e quanto aos dez chifres?

Daquilo mesmo reino se levantarão dez reis. Isso é, desse reino, desse último reino, desse quatro animal, quarto animal, que é a sétima cabeça, destas sete, este quarto animal, que é a sétima cabeça, desse quarto animal se levantarão dez reis, que são os dez chifres. Isto é, ressuscitarão desse reino, como veremos daqui a pouco. Nós estamos a falar de um homem, ou de um super-homem. A besta não é um homem ou um super-homem.

A besta não é a igreja católica. Uma combinação aqui de dez reinos. Dez reinos. E não é a igreja católica, porque da igreja católica nunca se levantaram dez reinos. E visto que o reino, estas prevencias, representa o reino, e visto que estes chifres são usados intercambiavelmente entre o rei, que são das cabeças, e os chifres, vê-se que estes dez reinos, ou estes dez chifres, são igualmente governos que se serem um ao outro.

Os chifres são usados intercambiavelmente entre o reino, que são das cabeças, e os chifres, reinos, ou estes dez chifres, são igualmente governos que se serem um ao outro. Os quais se levantarão do quarto animal e que se serem um ao outro. Uma vez que começamos a entender um bocadinho melhor, quem é a besta? Ainda temos a pergunta, quem é a besta? Vemos que concluímos que se os quatro animais representam quatro reinos, e os dez chifres representam dez reinos, daquele último reino, do quarto animal, que convimos a sétima cabeça, porque o terceiro tinha quatro cabeças.

Os dez chifres representam dez reinos, os quatro animais representam quatro reinos. Mas, então, quem são estes reinos? Quem são estes governos? Quem são estes impérios? Esses quatro impérios são identificados em Daniel 2. Esses quatro impérios são identificados em Daniel 2. São explicados no sonho da Nabacodonósara. Vijamos, então, em Daniel 2. E a mim foi revelado este segredo, uma grande estátua. Este é o sonho, também a interpretação dele. Diremos na presença do rei. Daniel foi revelado a ele por Deus.

O segredo deste sonho. É um sonho que, sabem, podem ler em Daniel 2, versículo 30 a 35, que era uma grande estátua, tinha uma cabeça, dor, e depois tinham os ombros e o peito, da prata, e depois tinha a parte central aqui de bronze, e depois tinha dois pés, ou duas pernas, de ferro e os pés que seguiam. E então ele dá aqui a interpretação dele. Tu és a cabeça d'oro. D'á dizer que o rei, na boca do Donalzer, era a cabeça d'oro. Depois de ceti, se levantará o outro reino. Depois do rei da Babilônia, se levantará o outro reino, inferior ao teu.

E depois dele, um rei, outro reino, de bronze. E o quarto reino, será aquele terrível, diferente de todos os outros, será forte como ferro. E nos dias destes reis, ao fim destes reis todos, o Deus do céu levantará um reino, que não será jamais destruído. E isto é, Jesus Cristo virá para estabelecer o reino de Deus na terra, para trazer paz à terra. E isso é o que vemos em Daniel 2, nos versículos 38 a 40 e 44. Vemos também que, que essa estátua foi destruída por uma pedra.

E essa pedra que destruiu, era Jesus Cristo. Cristo estabelecerá um reino, que não será jamais destruído, que é o reino de Deus na terra. A governar onde estes reis todos governavam, vai ser o governo governado por Deus na terra.

Vemos então, quatro reinos de influência mundial, que são gentios. Antes da segunda vinda de Cristo. Os reinos gentios começaram com o Império dos Caldeuses, que era o Leão, que foi de 625 a.C., a 538 a.C., o reino do Nabucodonáusar. O Império Caldeus. Essa foi a altura, quando os judeus ficaram cativos, entre cerca. Os judeus foram para o cativeiro, durante esse reino, durante o período desse reino, cerca de 64 a.C., a 585 a.C., durante esse período, durante o reino, Caldeus, de Babilônia, eles foram cativos para Babilônia, durante o período do reino, da Nabucodonáusar. Depois, os reinos gentios continuaram, com outros reinos, digamos assim, que tiveram influência universal.

E quais foram esses? Sabemos que depois, veio o Império Persa. dos Metos e dos Persas, que representam o Urso, de 558 a 330 a.C. Depois, os estudantes da história sabem que o Terceiro Governo Mundial foi o da Grécia, quando Alexandre Magno, com grande rapidez e grande agilidade, como um leopardo, a agilidade de um leopardo, então, tomou grande conquistou grandes áreas, em um período breve, de cerca de três anos. Mas Alexandre viveu só um ano depois das suas conquistas, e depois, os seus quatro generais, dividiram seu Império em quatro regiões, por isso, quatro cabeças nesta Terceira, neste Terceiro Animal.

Quatro cabeças. Um foi a Macedónia e a Grécia, o outro Trácia e a Ásia Ocidental, o outro a Síria e os territórios Aleste até o Rio Índus e o outro ao Sul, o Egito. Esse aqui, quatro generais, quatro cabeças. Essas foram os quatro cabeças do Terceiro Animal, de Daniel 7. E depois, o último, foi terrível e espantoso, como lemos em Daniel 7.7, terrível e espantoso.

E muito forte foi o Império Romano, cerca do ano 31 a.C., até cerca de quase 500 anos depois de Cristo, até 476 a.C. Esse reino, o Império Romano, incluiu os primeiros três reinos, pois tinha todo o esplendor real da Babilônia da Antiquidade. Isto era, tinha esta semelhança ao leão. Tinha a massiva e numéricamente superior tropa, que era simbolizado pelo reino da Pérsia. Isto era, tinha estas pernas, a tropa, que eram as pernas, as pernas do urso. E finalmente, tinha a agilidade, a máquina de guerra, que era ágil, e a crueldade de Alexandre, representando nisso como um liopardo. Era mais forte e mais terrível que os outros, terrível e espantoso e muito forte.

Vemos aqui. Essos são os quatro animais de Daniel, de Daniel 7. Mas voltando a Apocalipse 13. Apocalipse 13. Vê-se que a besta, que era só um animal, que era a besta da Apocalipse, era semelhança ao leopardo. E os seus pés como do urso, e a sua boca como de leão. Apocalipse 13. V. 2. A besta, que está nesse período, quando foi revelado, que foi depois da morte e ressurreição de Jesus Cristo, durante o período do Império Romano. Esta besta que foi revelada, significava então este Império Romano daí, para diante.

Por isso, a besta da Apocalipse 13. Não são quatro animais, mas um só, que é uma besta. E isso refere-se, por isso, ao último animal de Daniel 7. Ao último animal de Daniel 7. Absorveu os outros três animais iniciais, digamos, o leopardo urso-leão. E, então, é esta cabeça, este último reino que tem os chifres. A besta da Apocalipse 13. É o Império Romano, de 31 d.C., até 476.

Isto vimos, interpretado, da Bíblia. A besta da Apocalipse 13. É o Império Romano. Agora estou a mostrar a vocês um gráfico, um gráfico o qual tenho completo no nosso site, que podem baixar. Estou simplesmente a mostrar aqui a parte de cima deste gráfico.

Vê-se aí uma comparação de Daniel 7 com Apocalipse 13. E também se vê a explicação dos símbolos e os acontecimentos que foram cumpridos na história, que foram relativos a essas animais ou esses animais que foram presentes. Mas a besta da Apocalipse 13. Tem sete cabeças e dez chifres. Sete cabeças porque é incorporante de todos os outros animais, de todas as outras características dos outros animais.

E tem dez chifres. João demonstra esta besta, não como uma igreja, ou como um homem, mas com um governo com força militar. Por isso, vence aqui na Apocalipse 13.4, que diz quem poderá batalhar contra esta besta, contra este império romano que tenha grande poder militar. Essa besta, como vimos, era semelhante ao leopardo, tinha os pés como os do urso, a boca como lião e o dragão, o que olhou seu poder e o seu trono e grande poderia-o. Quem é o dragão? O dragão é Satanás, como se liga Daniel 12,9. Mas esta besta, esta besta, sofreu uma ferida de morte, numa das suas cabeças, que era a cabeça representando o império romano, a cabeça que tinha os chifres. A golpeada, a ferida de morte, foi quando os bárbaros destruíram Roma em 476. Vijamos, então, os simbolismos, ah, ah, e a sua chaga, mas a sua chaga mortal foi curada. A sua chaga mortal foi curada. Foi isso o fim da besta, não, porque a sua chaga mortal foi curada. Vijamos, então, agora o simbolismo dos chifres de Daniel 7. Quantos dez chifres daquele mesmo reino se levantarão dez reis? Se levantarão? Ora sofreu uma ferida mortal? Nos disse que se levantarão dez reis. E o reino e o domínio e a majestade dos reis de baixo todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo. Estes dez reis continuarão, em sucedência, um após o outro, até a vinda de Cristo. Vê-se aí que é o caso destes dez chifres. São dez reinos resuscitados do Império Romano, que continuam até o reino de Deus, quando Jesus Cristo vier pela segunda vez. Visto que a história nunca teve dez reinos contemporâneos, isto é em paralelo ao mesmo tempo, um ao lado e o outro, até a presente era. E visto que nove reinos, ou nove governos, nessa área, que vamos explicar daqui um pouco, já existiram, do ano 476 AD, por isso sabemos que esses dez chifres, ou dez reis, são sucessivos, não são contemporâneos. Se sucedem um ao outro, outro. E, como vemos, a besta continuará até a segunda vina de Cristo. Estes dez chifres alguns reinaram e, como veremos, falta um para reinar. Mas entretanto, em Daniel 7, versículo 8, em que distandem-o a considerar os chifres, é isto que entre eles subiu outro chifre pequeno, diante o qual três dos primeiros dos chifres foram arrancados. Vê-se outro chifre pequeno que arrancou os três primeiros chifres que vieram. Estes foram os vândalos, na história, os hérulos, o odoácreo, e os vândalos foram de 429 a 533, os hérulos de 476 a 493 e os ostrogodos de 493 a 554. Estes três não eram originalmente Roma, mas foram arrancados, apareceram nessa área, mas foram arrancados. Esse foi o período europeu, conhecido como o período transicional, entre a golpada ferida de morte e a cura. Entre a ferida de morte e a cura. Assim, tínhamos 10 chifres, 3 foram arrancados, ficam 7 chifres, por vir depois desses 3. Esses 7 chifres estariam sob o domínio deste chifre pequeno. Por isso, subiu um chifre pequeno, do quanto os 3 primeiros chifres foram arrancados, mas este chifre pequeno vai controlar os outros.

E acho que este chifre pequeno tinha olhos, havia olhos, como os do homem, e uma boca que falava grandes coisas. Este chifre pequeno parecia mais robusto do que os seus companheiros, e preferia palavras contra o altíssimo, e destruirá os santos do altíssimo. Vê-se que, então, este chifre pequeno, nesta área de Roma, veio a ser o governo papal, que dominou completamente os chifres que seguiram, que se seguiram. Os chifres que se seguiram foram cruados pelo Papa. Então, vigemos esses chifres e foi-lhe dar-lhe a besta, uma boca, para preferir grandes coisas esplafêmeas, e deu-se-lhe poder para continuar por 42 meses. Então, a besta, esta besta, que tinha sido morta, foi curada, e teve poder para continuar por 42 meses. Ora, na profecia, lê-se que, diz assim, em Ziquiel, quatro versículos, cinco a sete. Diz-te, está a explicar acerca um exemplo aí, em que o número dos dias é dado por um ano, um dia te dêi por cada ano. Isto é um dia, representa um ano. E, por isso, 42 meses, com 30 dias por mês, dá um total de 1.260 dias. E um dia por ano, representa 1.260 anos. 1.260 anos. Então, temos esses 1.260 anos depois da restauração imperial de Justiniano. Sim, porque a restauração imperial de Justiniano foi, digamos assim, esse quarto xifre. Os primeiros três tinham sido arrancados. O quarto xifre foi a restauração imperial de Justiniano, no ano 554. Ele se sumeteu à sobremancia do Papa. Depois dele, depois da restauração imperial de Justiniano, veio o reino Frankish, de Carlos Magno, depois veio o Sacro Império Romano, do Otão Grande, depois a dinostia da Habsburg, Carlos da Áustria e de Espanha, e depois o reinado do Napoleão Bonaparte. Vê-se-se representando o 4º, 5º, 6º, 7º e 8º xifre. E isso decorreu por um período de 1.260 anos, quando o Napoleão Bonaparte foi derrotado no ano de 1.814. Exatamente como profetizado.

Quando o Napoleão Bonaparte foi derrotado, a besta curada parou. Assim, acabou um reino desde Augusto César, e então, foi como se tivesse morrido novo, foi para o abismo. E a duração da besta curada, como vimos, foi por 1.260 anos. Este gráfico tem uma parte no meio do gráfico, que está demonstrada aqui na representação, que é a parte que explica esses xifres, o 4º ao 8º. Então, essa é a explicação desses xifres. Depois, no ano de 1870, Garibald unificou as várias divisões da Península Italiana, e com a ascendência de Mussolini e de Hitler, apareceu o novo, o Nono Xifre. Vigemos, então, a mulher e a besta da Apocalipse 17. Vigemos, então, a mulher e a besta da Apocalipse 17. Apocalipse 17. Fala-se acerca do julgamento, versículo 13.6. O julgamento é grande por instituto. Dizem uma mulher assentada sobre uma besta, uma mulher assentada sobre uma besta de cor escarlata. E vimos quem é a besta. Esta mulher estava assentada sobre a besta, que estava cheia de nomes de blasfémia, e tinha sete cabeças e dez xifres. A besta tinha sete cabeças e dez xifres, como vimos. E a mulher estava vestida de purpureio de escarlata. Mistério a grande babilônia, mãe das prostituições e abrimonações da terra. A mulher estava embriagada do sangue dos santos e do sangue das testemunhas Jesus.

Vemos aqui uma mulher. Quem é esta mulher? A mulher. Em Efezios 5, 23 a 25, vê-se que a Bíblia de novo interpreta a Bíblia e explica, comparando a mulher à Igreja. Simbolicamente por isso, a mulher representa a Igreja. Esta mulher é sem dúvida a Igreja que reinou sobre os reinos do Sacro Império Romano. Vê-se aí. Há sentido que tem cabeça. As sete cabeças são sete montes sobre os quais a mulher está assentada. Montou, se sentou, governou. A besta, como vemos, é o Império Romano.

Estes sete montes são os sete reinos que foram montados do terceiro chifre ao décimo. E por isso vemos que a besta é o governo, como vimos claramente. E a mulher é a Igreja. A besta não é a Igreja. Como vimos no Apocalipse 13, a besta é o Império Romano. Esta besta teve uma golpeada, teve uma ferida de morte. Perou de existir ao funcionar no ano 476. No entanto, a sua ferida de morte foi curada, foi sarada por 1.260 anos, até o ano de 1814, como vimos. Agora, parou de existir de novo, está morta no abismo. Alguns acreditam que a Igreja Católica é a besta.

Quando o Papa foi exilado no ano 1798, mas o Papa não foi morto, a Igreja Católica não se assou de existir ao funcionar, os Papas continuaram a viver exilados voluntariamente, em protesto contra o governo italiano até Mussolini. E por isso, isso não é uma ferida de morte, uma golpeada de morte. E está claro, esses não acreditam que a Igreja Católica agora existirá por 1.260 anos.

Por isso, quem é a besta da Apocalipse 13? É a besta que é o Justígio do Império Romano e as suas ressurreições do Império Sacro Romano, que a mulher teve controle. Notem que o Papado só reinou a partir do quarto chifre de Daniel 7, ou da Apocalipse 13. Não reinou o primeiro ou o terceiro, esses foram arrancados por este chifre pequeno, que veio a ser o Papado. O Papado só reinou os últimos sete chifres da Apocalipse 7, ou da Apocalipse 13.

Continuamos, então, a ler aqui, em Apocalipse 7, versículo 9. A mulher monta as sete cabeças da besta, por isso se segue que os sete chifres da besta que foi curada, isto é em Daniel 13, os sete chifres da besta que foi curada, em Daniel 13, são as sete cabeças da Apocalipse 17. Uma vez mais, os sete chifres da besta curada, perdão, da Apocalipse 13 e da Daniel 7, são as sete cabeças da besta da Apocalipse 17.

E esses, como vimos, foram reinos consecutivos. Por isso, a mulher é sem dúvida a igreja que reinou sobre os reinos do Sacro Império Romano. E, como diz no Apocalipse 7, diz assim, aqui há sentido que tem sabedoria. As sete cabeças são sete mondes sobre os quais a mulher está sentada. E são também sete reis. Cinco já caíram. Um existe e o outro ainda não é vindo. Ou, esse período em que existe foi um período específico na história. Foi quando isto foi entendido pela igreja de Deus. Esse período em que isto foi entendido. Foi o período deste sexto, sexta cabeça.

Deste sexta cabeça. Vemos aqui que há sete cabeças que a mulher monta. Sete cabeças que a mulher monta. Cinco já caíram. Cinco já caíram. Quais foram os que caíram? Cinco já caíram foram o Império Justiniano, o Reino Francois, o Sacro-Imperio Romano do Otão Grande, a Dynistia da Alpsburg e o Renado de Napoleão. Cinco já caíram. Bom, existe qual desse que existia quando isto foi entendido. Isto foi entendido pela Igreja de Deus em 1934, porque em 1922 Mussolini, o União Europe, a Itália, digamos assim, invadiu invasões em África, invadiu a Itiope em 1935 e 1936. Em 1937 Hitler assumiu o poder, perdão, em 1933 Hitler assumiu o poder e em março de 1939 o Hitler invadiu a Czechoslováquia.

E, por isso, este quadro foi publicado pela primeira vez. Em 1934, quando a Igreja entendeu isto, porque nessa altura, o sexto existia. Esse sexto veio a ser Mussolini e Hitler durante a Segunda Grande Guerra Mundial. Agora, esse veio e foi-se. E a besta que era e já não é, é também o oitavo.

E é do sete e vai à predição. Estamos à espera da sétima ressurreição, a sétima cabeça, porque é deste sete, do sete, das sete ressurreições, destas sete cabeças de apocalipse de sete. Mas é o oitava, porque é parte do Império Romano original que teve a ferida mortal. Por isso, é o oitavo também. Vê-se assim por isso que esta será a ressurreição do Império Romano que vem do abismo, como se lê no versículo 8. E as pessoas terão grande admiração quando isto acontecer.

E então, que se diz dos chifres da Apocalipse 7, perdão. Os 10 chifres que viste são 10 reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão o poder por uma hora, juntamente com a besta, todos ao mesmo tempo. Isto é este sétima cabeça, que vai ser muito forte, vai ter 10 reis ao mesmo tempo, que vão insistir em conjunto ao mesmo tempo. 10 reis concorrentes, 10 nações na área onde o Império Romano existiu. Isto é na Europa. Isto é dentro da área do antigo Império Romano. Essas nações combaterão contra o Cordeiro. Essas nações, esses 10 reis e essa besta que existirão combaterão contra o Cordeiro. Isto é existirão quando, durante a Segunda Vinda de Cristo. Por isso vemos que estas 6 resolvações já aconteceram. Estamos à espera da última, que é a sétima, que vai ter 10 reis com essa besta. E eles vão combater contra o Cordeiro. E o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos Senhores e rei dos reis. E vencerão os que estão com ele, chamados, eleitos e fiéis. Queres irmãos, nós somos chamados, devemos de ser fiéis. Fiéis, até ao fim, somos chamados e somos eleitos. E agora devemos ser fiéis. Agora que vimos quem é a besta, sim vimos quem é a besta. A besta da Apocalypse 17 é uma ressurreição final deste Império Sacro Romano, que as pessoas vão adorar, que as pessoas vão admirar. Como esta ditadura, vai aparecer. E vai haver 10 reis que vão dar poder a este rei da besta. Agora que entendemos quem é a besta, podemos começar a ver o que é o número, qual é a mais, e qual é a marca. O número 666. O número do seu nome, aqui há sabedoria. Aqui ele tem entendimento, calcula o número, o número da besta, porque é o número do homem e o seu número é 666. Quatro coisas aqui. É o número do nome da besta. Isto é do rei, do nome do reino, ou do nome do Império, ou do rei do fundador, do Império Romano. Segundo, temos que calcular. Terceiro, é o número da besta. Isto é do governo, do reino, do Império. Não é só do nome dessa pessoa, mas do governo, do Império. É o número do homem, em quarto lugar. É o número do homem, em quarto lugar. É no homem. Por isso, veremos quem foi o homem. Tem esse número. Foi o fundador. O primeiro rei de Roma. Foi Rómelus. Em Hebreu, o Rómelus é rômit. E o valor numérico em Hebreu dessas letras é 666. A outra língua bíblica é a grega. Em grego, esse nome de Rómelus é latênus, que significa homem latino. E o valor numérico em grego dessas letras é 666. Em nenhuma outra duas palavras, em ambas as línguas bíblicas, que tenham o mesmo significado, têm este valor numérico.

O número do homem é o número da besta, é o número que podemos calcular, é o número do império. E várias outras cálculos que chegam apontam a mesma coisa de 666, que é o império romano que vai ser ressuscitado. E qual é a imagem da besta? A imagem é uma semelhança, uma cópia, um duplicado, um modelo da besta. Isto é do governo, do império, desta besta.

Viremos que, Leon I, foi o primeiro, digamos assim, papa, a se chamar o sólio, que foi o primeiro apontífico, que estabeleceu a forma de governo do império na igreja, e que se tornou, então, uma imagem de governo pagão na igreja.

Antes de ver a marca da besta, lembramos que para Leon I, desculpa, de Leon I, foi considerado para muitos o primeiro papa, e obrigou as pessoas a adorarem esta igreja, uma duração falsa, uma idolatria. E por isso a igreja tornou-se uma mãe com muitas filhas que saíram dela, as chamadas filhas protestantes. Esse igrejarismo, organizado pelo homem, é a imagem da besta. Então, o que é a marca da besta? Em Pócalipus 13, diz, e faz a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, de seja posto um sinal na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ao vender, se não aquele que tiver o sinal, o nome da besta ou o número do seu nome. É um sinal deste governo, que este governo estabeleceu, que foi forçado durante esse período do Sacro Império Românico e que existe hoje em dia, que foi forçado em pequenos e grandes, ricos e pobres. Um sinal na mão direita, que significa trabalho, ou na testa que significa a maneira de pensar, para que ninguém possa comprar ao vender, se não aquele que tiver o sinal, o nome da besta ou o número do seu nome, vai afetar as pessoas poderem comprar ao vender coisas. Por outro lado, existe outro sinal, que é o sinal de Deus. O sinal de Deus está descrito em outro nome, 6,8, que fala a sério das leis de Deus e diz para as atares por sinal na tua mão, e serão por frontais entre os teus olhos. Sinal pela mão e também na tua mente. Vemos assim o sinal, ou a marca da besta, que é na mão e na mente. E vemos o sinal de Deus, que é na mão e na mente. O sinal de Deus aqui está a referir-se às leis de Deus, às leis de Deus. Querias irmãos, o chip é uma decepção, é um engano, não é um engano, porque as pessoas que pensam que não tenham o chip, pensam que não têm a marca, quando na verdade podem muito bem ter a marca da besta. É um outro engano de Satanás, é o outro engano, ele é o enganador. Lembrem-se que o sinal de Deus é acerca das leis dele, e é na mão e na cabeça. O sinal da besta também é na mão e na cabeça.

Vigimos aqui acerca, em Daniel 7, 25, diz, e esta besta profurirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei. Querias irmãos, a Igreja mudou os tempos, mudou o sábado para o domingo, e mudou a lei, os 10 mandamentos, em que mudou assim para que o sábado em vez de ser no quarto mandamento, fosse no terceiro, porque para esconder a idolatria. Escondeu o segundo mandamento por trás do primeiro mandamento. Querias irmãos, cuidou, tentou mudar os tempos e a lei. Então, qual é a marca de besta? Vai ser forçar o dia de descanso. Vai ser ver pessoas dizer que não, os cristãos têm que descansar, têm a trabalhar muito, estão a trabalhar muito neste mundo, têm que descansar, e por isso precisam de descansar, precisam de ter um dia de descanso, e por isso vão forçar a legislação de guardarem o domingo. Que é a marca de besta. E por isso que eles sequeram guardar o sábado, vão de novo ter ainda maiores dificuldades que têm hoje. A marca de besta é forçar a guarda do domingo, que já existe, mas ainda ficará mais forte no futuro. Vimos quem é a besta, vimos qual é a sua imagem, vimos qual é o seu número, vimos qual é a sua marca. O que é que vai fazer agora? O que é que devemos fazer? O que é que você vai fazer? A Igreja deus unida está pronta para responder às suas perguntas. Você basta entrar a encontrar conosco, viu o nosso site? RevistaBornove.org Usando a aba, a aba de contato, entre em contato conosco. Nós o ajudaremos, no caminho, o apontaremos para Cristo, para o verdadeiro líder da Igreja. Mas isto tudo é simplesmente só uma sabedoria intelectual e pronto, eu tenho este conhecimento, estou muito importante, porque sai, sai, sai, sou um grande doutor, explicar estas coisas técnicas. É isso a parte importante? É isso a parte importante? Veja o Apocalipse 14, versículo 12. Aqui está a paciência dos santos. Aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus. Queridos irmãos, o que nós precisamos, é precisamos de guardar os mandamentos da lei de Deus até o fim. Agora, quem entendemos quem é a besta, quem entendemos o que é a marca, quem é a desoptecer, as leis de Deus, quebrando o sábado e assim guardando o Domingo em vez disso? Agora, quem entendemos isso? E quem entendemos a pressão que existe hoje em dia para guardar o sábado e que ainda vai ser maior? Entendendo esses perigos todos de quem é a besta e do que vai acontecer nos dias adiante? Precisamos de ter esta sabedoria de uma maneira a que aponhamos em prática. Eu ouro para que vocês tenham o cuidado de praticar e obtecer a Deus, pois os dias estão curtos e esta ressurreição final da besta está mesmo às vésperas. Cuidado, irmãos, guardem agora os mandamentos da lei de Deus.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).