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O Sacrifício de Jesus e a Necessidade de Um Novo Governo

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O Sacrifício de Jesus e a Necessidade de Um Novo Governo

Após um ano turbulento de liberdades restringidas e caos desenfreado em todo o mundo, uma eleição disputada nos Estados Unidos, um segundo pedido de impeachment que tem causado divisões entre os políticos e ideológicos, muitos estão acordando para o fracasso do governo humano. A profundidade da corrupção, da hipocrisia, da mentira e da injustiça em todo o espectro político é profundamente frustrante e chega a quase desafiar a compreensão.

Se ao menos pudéssemos resolver esses problemas! Mas não podemos. Os líderes políticos e os intelectuais em todos os níveis compartilham a ilusão de que podem nos salvar de nossa própria ingênua ignorância, e todos nós sofremos por causa disso. O poder corrompe. Até mesmo aquilo que parece serem boas intenções, sejam sinceras ou evasivas, podem terminar em pesadelos totalitários.

O governo representativo muitas vezes tem se tornado uma miragem, cercado de muito clientelismo, corrupção e perniciosa conformidade e pensamento grupal. Alguns funcionários íntegros ainda tentam defender o que é certo, mas também não conseguem e ainda são poucos. Os esforços para resolver os problemas estão condenados desde o início — pois há problemas por toda parte, como mostraram os eventos dos últimos anos.

Tudo isso demonstrou, mais uma vez, que a humanidade é incapaz de ter um governo realmente voltado para o bem dos governados. Por quê? Existem dois grandes motivos para nosso dilema que caminham juntos — as pessoas não têm o coração inclinado ao que é correto e o mundo está sob o domínio de Satanás, o diabo.

Nesta época do ano, as festas bíblicas da Páscoa e dos Dias dos Pães Asmos são um poderoso lembrete desses fatos. Elas também apontam para a solução. Jesus Cristo morreu na Páscoa para resolver esses problemas. E Ele o fez antecipando a resposta do que surgiria a partir daquela época e os passos vitais a seguir, algo que no futuro chegaria a seu ápice. Ao retornar, Jesus tomará as rédeas do governo mundial. No entanto, a verdadeira conquista para nos salvar deve e ocorrerá dentro das pessoas em todos os lugares.

Corações rebeldes e cativos

A formação dos Estados Unidos como uma república limitada constitucionalmente tem sido uma grande bênção para o mundo. Entretanto, a promoção da liberdade e da justiça depende do caráter dos cidadãos. Como um pai fundador e segundo presidente, John Adams disse: “Nossa Constituição foi criada para um povo religioso e moral. Ela é totalmente inadequada para o governo de outro tipo de povo”.

À medida que declina a moralidade, os governos também declinam. E com mais pessoas rebeldes aceitando o agravamento da representatividade, cada vez menos se importam com as restrições ao abuso de poder. Os líderes corruptos promovem a corrupção ao povo, que tem aceitado ainda mais a perversidade.

Esse círculo vicioso acontece em todos os lugares e em vários níveis. Os governos de nações com moralidade elevada têm sido os mais benéficos para o povo. Mas a realidade é que nenhuma nação tem tido uma moralidade elevada e duradoura o suficiente para persistir no que é certo e perdurar nesse caminho.

Isso ocorreu até mesmo com a antiga Israel, nação estabelecida pelo próprio Deus. Essa nação foi muito abençoada e guiada por Deus, e que deveria servir de modelo de lei e sabedoria dos que seguiam os caminhos de Deus (ver Deuteronômio 4:5-8 Deuteronômio 4:5-8 [5] Eis que vos ensinei estatutos e preceitos, como o Senhor meu Deus me ordenou, para que os observeis no meio da terra na qual estais entrando para a possuirdes. [6] Guardai-os e observai-os, porque isso é a vossa sabedoria e o vosso entendimento � vista dos povos, que ouvirão todos estes, estatutos, e dirão: Esta grande nação é deveras povo sábio e entendido. [7] Pois que grande nação há que tenha deuses tão chegados a si como o é a nós o Senhor nosso Deus todas as vezes que o invocamos? [8] E que grande nação há que tenha estatutos e preceitos tão justos como toda esta lei que hoje ponho perante vós?
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). Constantemente, Ele alertava o povo para não abandonar essa premissa, mas mesmo assim eles fizeram isso. Eles cortaram seu relacionamento pactual com Deus, tornando necessária uma nova aliança (Jeremias 31:31-32 Jeremias 31:31-32 [31] Eis que os dias vêm, diz o Senhor, em que farei um pacto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá, [32] não conforme o pacto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito, esse meu pacto que eles invalidaram, apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor.
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). O problema não era a antiga aliança, mas o povo, explicou Deus (Hebreus 8:8 Hebreus 8:8Porque repreendendo-os, diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que estabelecerei com a casa de Israel e com a casa de Judá um novo pacto.
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). Deus sabia que eles não tinham um coração disposto a obedecê-Lo fielmente (ver Deuteronômio 5:29 Deuteronômio 5:29Quem dera que eles tivessem tal coração que me temessem, e guardassem em todo o tempo todos os meus mandamentos, para que bem lhes fosse a eles, e a seus filhos para sempre!
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).

As Escrituras ainda nos dizem que toda a humanidade tem uma natureza corrupta e o coração humano é desesperadamente perverso e incapaz de permanecer sujeito à lei de Deus (Jeremias 17:9 Jeremias 17:9Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer?
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; Romanos 8:7 Romanos 8:7Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita � lei de Deus, nem em verdade o pode ser;
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). Ninguém é verdadeiramente justo (Romanos 3:10-12 Romanos 3:10-12 [10] como está escrito: Não há justo, nem sequer um. [11] Não há quem entenda; não há quem busque a Deus. [12] Todos se extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.
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, 23).

Obviamente, quanto mais justas forem as pessoas, melhor será o resultado para elas e para os outros. A retidão num governo é motivo de alegria (Provérbios 29:2 Provérbios 29:2Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o ímpio domina, o povo geme.
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). Mas não há garantias de que os governantes terrenos continuem seguindo o que é certo.

Conforme mencionado, grande parte da obstinação humana é por causa da influência de Satanás, o diabo, e de seus asseclas demoníacos — anjos que se rebelaram contra Deus, que se corromperam se voltaram para o mal. Desde o Jardim do Éden, Satanás tem mantido a humanidade cativa em sua rebelião. Agora, “o mundo inteiro está sob o controle do maligno” (1 João 5:19 1 João 5:19Sabemos que somos de Deus, e que o mundo inteiro jaz no Maligno.
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, Nova Versão Transformadora).

O diabo é o governante invisível deste mundo, o espírito agindo nessa humanidade desobediente (João 12:31 João 12:31Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo.
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; 14:30; 16:11; Efésios 2: 2-3). Os demônios dele ocupam posições de poder nos bastidores (Efésios 6:12 Efésios 6:12pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes.
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). Eles são responsáveis por grande parte da maldade que vemos nos governos humanos — e nas vidas destruídas de pessoas em todos os lugares.

Felizmente, Deus pretende, enfim, romper esses grilhões de ferro de Satanás sobre a sociedade humana por meio de uma mudança de governo e de coração — uma vez que, novamente, estas coisas caminham juntas.

Mudança de governo através de uma mudança de coração — agora e no futuro

Para nos libertar da tirania de Satanás e do pecado com sua pena de sofrimento e, finalmente, a morte, Jesus primeiro teve que morrer em nosso lugar — “para que, pela morte, aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo" (Hebreus 2:14 Hebreus 2:14Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo;
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). Ele morreu em nosso lugar no dia da Páscoa como cumprimento do simbolismo do sacrifício do cordeiro pascal (1 Coríntios 5:7 1 Coríntios 5:7Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado.
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; João 1:29 João 1:29No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
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).

Ele então ressuscitou dos mortos para nos afastar do pecado, conforme ilustrado na Festa dos Pães Asmos. Arrependidos, ao receber a morte sacrificial de Cristo, nos livramos da escravidão ao pecado porque entregamos nossas vidas ao domínio de Deus (ver Romanos 6:1-23 Romanos 6:1-23 [1] Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que abunde a graça? [2] De modo nenhum. Nós, que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele? [3] Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? [4] Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. [5] Porque, se temos sido unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente também o seremos na semelhança da sua ressurreição; [6] sabendo isto, que o nosso homem velho foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado fosse desfeito, a fim de não servirmos mais ao pecado. [7] Pois quem está morto está justificado do pecado. [8] Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos, [9] sabendo que, tendo Cristo ressurgido dentre os mortos, já não morre mais; a morte não mais tem domínio sobre ele. [10] Pois quanto a ter morrido, de uma vez por todas morreu para o pecado, mas quanto a viver, vive para Deus. [11] Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. [12] Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes �s suas concupiscências; [13] nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado como instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como redivivos dentre os mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. [14] Pois o pecado não terá domínio sobre vós, porquanto não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. [15] Pois quê? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum. [16] Não sabeis que daquele a quem vos apresentais como servos para lhe obedecer, sois servos desse mesmo a quem obedeceis, seja do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? [17] Mas graças a Deus que, embora tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração � forma de doutrina a que fostes entregues; [18] e libertos do pecado, fostes feitos servos da justiça. [19] Falo como homem, por causa da fraqueza da vossa carne. Pois assim como apresentastes os vossos membros como servos da impureza e da iniqüidade para iniqüidade, assim apresentai agora os vossos membros como servos da justiça para santificação. [20] Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres em relação � justiça. [21] E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? pois o fim delas é a morte. [22] Mas agora, libertos do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. [23] Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.
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).

Jesus se torna nosso Senhor e Mestre — nosso Rei em nome de Deus Pai. Pois, “Ele nos resgatou do poder das trevas e nos trouxe para o reino de Seu Filho amado” (Colossenses 1:13 Colossenses 1:13e que nos tirou do poder das trevas, e nos transportou para o reino do seu Filho amado;
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; Nova Versão Transformadora). Agora estamos sujeitos ao governo desse Reino, embora ele ainda não tenha sido estabelecido em toda a Terra, mas será.

Quando recebemos o Espírito Santo de Deus, Jesus vive Sua vida em nós para nos ajudar a viver de acordo com a vontade de Deus (Atos 2:38 Atos 2:38Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo.
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; Gálatas 2:20 Gálatas 2:20Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.
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). Como parte dos termos da Nova Aliança que Jesus iniciou com Seus discípulos na última ceia da Páscoa com eles, Deus começa a escrever Suas leis nos corações e nas mentes deles (Hebreus 8:10 Hebreus 8:10Ora, este é o pacto que farei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor; porei as minhas leis no seu entendimento, e em seu coração as escreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo;
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). Assim, aqueles indivíduos que atendem ao chamado de Deus nesta era experimentam a necessária mudança de governo e de coração. E é esse coração transformado que nos permite continuar seguindo a Deus como nosso Governante — e Seu reinado em nossas vidas nos ajuda a continuar submetendo nossos corações. “Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade” (Filipenses 2:13 Filipenses 2:13porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.
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).

Hoje, apenas alguns estão passando por esse processo e não o mundo todo. Esses poucos têm causado certo impacto, mas não o suficiente para mudar fundamentalmente o mundo. Na verdade, eles são frequentemente perseguidos pelo mundo. No entanto, eles são aqueles que receberão imortalidade e poder no retorno de Cristo para ajudá-lo a estabelecer e governar o Reino de Deus na Terra (Daniel 7:13-14 Daniel 7:13-14 [13] Eu estava olhando nas minhas visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como filho de homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e foi apresentado diante dele. [14] E foi-lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.
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, 27; Apocalipse 5:10 Apocalipse 5:10e para o nosso Deus os fizeste reino, e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.
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; 20:4, 6).

Pois, sem dúvida, Jesus voltará e assumirá o governo de todas as nações (Daniel 2:44 Daniel 2:44Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; nem passará a soberania deste reino a outro povo; mas esmiuçará e consumirá todos esses reinos, e subsistirá para sempre.
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; Apocalipse 11:15 Apocalipse 11:15E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos.
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). “O governo está sobre os seus ombros” (Isaías 9:6 Isaías 9:6Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz.
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, ARA). Satanás será removido do governo e banido (Apocalipse 20:1-3 Apocalipse 20:1-3 [1] E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo e uma grande cadeia na sua mão. [2] Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e o amarrou por mil anos. [3] Lançou-o no abismo, o qual fechou e selou sobre ele, para que não enganasse mais as nações até que os mil anos se completassem. Depois disto é necessário que ele seja solto por um pouco de tempo.
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). Muitas profecias descrevem as mudanças maravilhosas que vão ocorrer em todo o mundo. Sob o governo de Cristo, o processo de transformação se expandirá rapidamente. Deus derramará Seu Espírito em todo o mundo (Joel 2:28 Joel 2:28Acontecerá depois que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos anciãos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões;
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) e todos conhecerão a Deus e a Seus caminhos (Isaías 11:9 Isaías 11:9Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte; porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar.
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; Hebreus 8:11 Hebreus 8:11e não ensinará cada um ao seu concidadão, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior.
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).

Sob o governo justo e perfeito de Cristo e Seus seguidores glorificados desta era, o mundo finalmente conhecerá a verdadeira paz, a justiça, a alegria e o amor — à medida que Ele transforma os corações das pessoas para que recebam Seu governo dentro delas e não apenas sobre elas.

Suportando a cruz pela alegria futura

Então, no fim de sua vida humana, na véspera e no dia da Páscoa, Jesus estava olhando para o futuro. Quando Ele se reuniu com Seus discípulos para a última ceia da Páscoa juntos, Ele disse-lhes que isso seria cumprido no Reino vindouro (Lucas 16:14-18 Lucas 16:14-18 [14] Os fariseus, que eram gananciosos, ouviam todas essas coisas e zombavam dele. [15] E ele lhes disse: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações; porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação. [16] A lei e os profetas vigoraram até João; desde então é anunciado o evangelho do reino de Deus, e todo homem forceja por entrar nele. [17] É, porém, mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei. [18] Todo aquele que repudia sua mulher e casa com outra, comete adultério; e quem casa com a que foi repudiada pelo marido, também comete adultério.
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— e ver “As Festas da Primavera Celebradas no Reino de Deus”)

Ele disse que iria embora para preparar um lugar para eles na casa de Seu Pai e também disse que eles se tornariam parte da família e do Reino de Deus através dEle (João 14:1-6 João 14:1-6 [1] Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. [2] Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. [3] E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. [4] E para onde eu vou vós conheceis o caminho. [5] Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; e como podemos saber o caminho? [6] Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
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). Jesus orou para ser restaurado à glória divina que tinha com o Pai, unido em última instância por todos os Seus seguidores (João 17).

Apegar-se a esta esperança maravilhosa do Reino vindouro fez com que Jesus superasse o terrível sofrimento daquelas horas que se seguiram: “...Por causa da alegria que o esperava, Ele suportou a cruz sem se importar com a vergonha. Agora Ele está sentado no lugar de honra à direita do trono de Deus” (Hebreus 12:2 Hebreus 12:2fitando os olhos em Jesus, autor e consumador da nossa fé, o qual, pelo gozo que lhe está proposto, suportou a cruz, desprezando a ignomínia, e está assentado � direita do trono de Deus.
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, Nova Versão Transformadora).

Por que Ele estava fazendo tudo isso? Para a alegria que ainda estava por vir. Para nos libertar do pecado e da morte e nos conduzir à transformação para o que virá a seguir. Para o Seu retorno para salvar o mundo e consertar tudo isso. Para fazermos parte desse novo governo que Ele trará.

No serviço anual da Páscoa, lembramos não apenas que Jesus morreu, mas também que Ele voltará: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha” (1 Coríntios 11:26 1 Coríntios 11:26Porque todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes do cálice estareis anunciando a morte do Senhor, até que ele venha.
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, grifo nosso).

Ao lembrarmos o que Jesus fez por nós em Seu grande sacrifício, devemos lembrar-nos também do motivo — o futuro que Ele trará para todos nós. Um mundo transformado. Ademais, lembrarmo-nos do Reino de Deus que virá por meio de uma mudança de governo e de coração — agora em preparação e definitivamente na volta de Cristo. Esse é o novo governo de que todos nós precisamos!

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As Festas da Primavera Celebradas no Reino de Deus

As festas bíblicas de Deus, listadas em Levítico 23, apresentam os principais passos de Seu plano mestre de salvação para toda a humanidade. Deus ordena a observância de Seu sábado semanal do sétimo dia, bem como sete festas anuais — as três primeiras ocorrendo na primavera na terra de Israel e as últimas quatro no outono. Por um lado, as festas da primavera destinavam-se a retratar eventos da época da primeira vinda de Jesus e desde então, enquanto as festas de outono anunciam a segunda vinda de Cristo e o reino que Ele estabelecerá na Terra. Por outro lado, as festas da primavera também apontam para esse futuro reino, quando se concluirá todo esse plano.

A primeira festa primaveril é a Páscoa. Através de Moisés, Deus ordenou aos israelitas, enquanto escravos egípcios, que sacrificassem um cordeiro e marcassem suas portas com o sangue para Deus “passar por cima” quando enviasse a praga da morte sobre todos os primogênitos do Egito (Êxodo 12). Em cumprimento ao que foi retratado aqui, o Novo Testamento nos diz que Jesus morreu no dia da Páscoa e que “Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós” (1 Coríntios 5:7 1 Coríntios 5:7Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado.
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). Ele era “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29 João 1:29No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
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). Por meio de Seu sacrifício, somos redimidos ou resgatados da morte. Na noite anterior, Jesus observou a última ceia da Páscoa com Seus discípulos e apresentou os símbolos do pão asmo e do vinho para serem consumidos nos anos seguintes como lembrança de Seu corpo quebrantado e de Seu sangue derramado.

A Páscoa se cumpre com a morte de Jesus e a aceitação de Seu sacrifício por nós no ato do arrependimento e da rejeição de nossa vida pecaminosa — embora ela não esteja totalmente cumprida. Pois quando Jesus celebrou a Páscoa naquela noite antes de morrer, Ele disse aos Seus discípulos: “Não a comerei mais até que ela se cumpra no Reino de Deus” (Lucas 22:14-16 Lucas 22:14-16 [14] E, chegada a hora, pôs-se Jesus � mesa, e com ele os apóstolos. [15] E disse-lhes: Tenho desejado ardentemente comer convosco esta páscoa, antes da minha paixão; [16] pois vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus.
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, grifo nosso). O mesmo pode ser dito acerca do vinho (versículo 18).

Há vários fatores a serem considerados aqui. Primeiro, embora o sacrifício de Cristo nos liberte da pena de morte pelo pecado, ainda seguimos morrendo nesta era. Não seremos completamente libertos da morte até que sejamos transformados em seres imortais na ressurreição dos mortos quando Cristo retornar. Em consonância com isso está a natureza dual da redenção. Fomos redimidos por meio do sacrifício de Cristo no sentido de que o preço já foi pago (Gálatas 3:13 Gálatas 3:13Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;
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; 1 Pedro 1:18-19 1 Pedro 1:18-19 [18] sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais, [19] mas com precioso sangue, como de um cordeiro sem defeito e sem mancha, o sangue de Cristo,
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). Contudo, somos informados de que quando os eventos mundiais profetizados começarem a acontecer, devemos reconhecer que nossa “redenção está próxima" (Lucas 21:28 Lucas 21:28Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, exultai e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção se aproxima.
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) — pois ainda estamos aguardando a "redenção da possessão adquirida", "a redenção do nosso corpo” da morte e da corrupção nessa futura ressurreição (Efésios 1:14 Efésios 1:14o qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão de Deus, para o louvor da sua glória.
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, ACF; Romanos 8:23 Romanos 8:23e não só ela, mas até nós, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, aguardando a nossa adoração, a saber, a redenção do nosso corpo.
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). Então, finalmente será cumprida a redenção dos primogênitos através de Cristo, nossa Páscoa.

Além disso, quando Jesus apresentou o vinho da Páscoa, Ele disse que representava Seu “sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos” (Mateus 26:28 Mateus 26:28pois isto é o meu sangue, o sangue do pacto, o qual é derramado por muitos para remissão dos pecados.
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, ARA; Marcos 14:24 Marcos 14:24E disse-lhes: Isto é o meu sangue, o sangue do pacto, que por muitos é derramado.
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). A Nova Aliança é, na verdade, um novo acordo de casamento entre Deus e Israel, conforme predito em Jeremias 31:31-32 Jeremias 31:31-32 [31] Eis que os dias vêm, diz o Senhor, em que farei um pacto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá, [32] não conforme o pacto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito, esse meu pacto que eles invalidaram, apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor.
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. Essa aliança já foi iniciada entre Cristo e Sua Igreja, Sua noiva prometida com quem Ele se casará ao voltar (ver Efésios 5:22-32 Efésios 5:22-32 [22] Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor; [23] porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. [24] Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos. [25] Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, [26] a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra, [27] para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. [28] Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. [29] Pois nunca ninguém aborreceu a sua própria carne, antes a nutre e preza, como também Cristo � igreja; [30] porque somos membros do seu corpo. [31] Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá � sua mulher, e serão os dois uma só carne. [32] Grande é este mistério, mas eu falo em referência a Cristo e � igreja.
Almeida Atualizada×
; Apocalipse 19:7 Apocalipse 19:7Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória; porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se preparou,
Almeida Atualizada×
, 9). Tradicionalmente, uma proposta de casamento era celebrada com uma taça de vinho e com o pagamento do dote da noiva. Ao apresentar o vinho da Páscoa, Jesus estava propondo a nova aliança de casamento, com Seu sangue derramado como o dote pago por Sua noiva. Devemos ver que o cumprimento desse relacionamento não concretizará até a futura festa de casamento.

O fato de que a Páscoa será totalmente cumprida em nossa transformação à imortalidade naquela festa de casamento não significa que isso vai acontecer no dia da Páscoa. Em etapas de progressão histórica, vemos que Jesus morreu naquela Páscoa. Mas Seu sacrifício também é retratado em outros dias de festas santas, como na cerimônia outonal do Dia da Expiação. Além disso, os aspectos futuros da Páscoa são retratados nas festas seguintes — enfim, nas festas de outono que representam o retorno de Cristo. Na verdade, todas as festas antecipam o cumprimento das seguintes.

O simbolismo da Páscoa se estende até a próxima festa primaveril que vem logo após, a Festa dos Pães Asmos, que dura sete dias. Durante esse período, deve-se evitar o fermento que faz o pão crescer durante a cozedura e, em vez disso, deve-se comer pão asmo. O fermento, como um símbolo de propagação da corrupção e da inflação do ego, é usado para representar o pecado, enquanto o pão asmo representa a “sinceridade e a verdade” (1 Coríntios 5:2 1 Coríntios 5:2E vós estais inchados? e nem ao menos pranteastes para que fosse tirado do vosso meio quem praticou esse mal?
Almeida Atualizada×
, 6-8). Jesus Cristo, como o pão asmo da Páscoa, também representa Aquele que encarna a verdade.

A Festa dos Pães Asmos têm como objetivo retratar nossa saída do pecado. Durante esses dias, Jesus esteve na sepultura e depois ressuscitou dos mortos, apontando para o fato de que para sair do pecado devemos ser sepultados com Cristo, enterrando nossa antiga vida, para ser ressuscitados com Ele em uma nova vida (ver Romanos 6).

Mais uma vez, vemos uma realidade do presente enquanto antecipamos sua completa realização no futuro. Pois, com a ajuda de Deus, agora devemos deixar de praticar o pecado como estilo de vida. Mas quando nos tornaremos completamente livres de pecado? Quando seremos inteiramente transformados para uma nova vida ressuscitada com Cristo? Na ressurreição quando o Reino de Deus for estabelecido, algo que novamente é retratado nas próximas festas anuais.

Comer pão sem fermento, simbolizando a internalização de Cristo em nossas vidas, também aponta para a expectativa da próxima e última festa da primavera, Pentecostes, que ocorrerá cinquenta dias depois. Ela também é conhecida como a Festa das Primícias e simbolizava que Deus aceitava Seu povo como início de Sua colheita espiritual da humanidade para dentro de Sua família. E foi no Pentecostes que a Igreja do Novo Testamento recebeu pela primeira vez o Espírito Santo, através do qual nos tornamos filhos de Deus e recebemos a capacidade de nos tornar cada vez mais semelhantes a Ele.

Mas, de novo, quando teremos plenamente o Espírito de Deus? Quando seremos semelhantes a Deus? Quando formos transformados na ressurreição. Portanto, embora o Pentecostes represente a era atual da Igreja em uma progressão histórica, ele também será, num sentido mais amplo, finalmente cumprido no Reino de Deus. E assim essa festa antecipa o significado das festas de outono.

Além dessas ocasiões anuais, Deus nos dá semanalmente um lembrete do Reino vindouro em Seu sábado do sétimo dia, que ocorre do pôr do sol de sexta-feira ao pôr do sol de Sábado. Esse dia até mesmo faz parte de um de Seus Dez Mandamentos (Êxodo 20:8-11 Êxodo 20:8-11 [8] Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. [9] Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; [10] mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. [11] Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.
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). Enquanto o Sábado aponta para o descanso de Deus de Sua obra como Criador (versículo 11), ele também diz respeito ao descanso espiritual e à restauração que Seu Reino trará para o mundo inteiro no futuro (ver Hebreus 4:1-11 Hebreus 4:1-11 [1] Portanto, tendo-nos sido deixada a promessa de entrarmos no seu descanso, temamos não haja algum de vós que pareça ter falhado. [2] Porque também a nós foram pregadas as boas novas, assim como a eles; mas a palavra da pregação nada lhes aproveitou, porquanto não chegou a ser unida com a fé, naqueles que a ouviram. [3] Porque nós, os que temos crido, é que entramos no descanso, tal como disse: Assim jurei na minha ira: Não entrarão no meu descanso; embora as suas obras estivessem acabadas desde a fundação do mundo; [4] pois em certo lugar disse ele assim do sétimo dia: E descansou Deus, no sétimo dia, de todas as suas obras; [5] e outra vez, neste lugar: Não entrarão no meu descanso. [6] Visto, pois, restar que alguns entrem nele, e que aqueles a quem anteriormente foram pregadas as boas novas não entraram por causa da desobediência, [7] determina outra vez um certo dia, Hoje, dizendo por Davi, depois de tanto tempo, como antes fora dito: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações. [8] Porque, se Josué lhes houvesse dado descanso, não teria falado depois disso de outro dia. [9] Portanto resta ainda um repouso sabático para o povo de Deus. [10] Pois aquele que entrou no descanso de Deus, esse também descansou de suas obras, assim como Deus das suas. [11] Ora, � vista disso, procuremos diligentemente entrar naquele descanso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência.
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).

Em uma adoração sincera, todos nós precisamos observar o sábado semanal e as festas anuais de Deus — lembrando  que isso relembra o passado, o que esses dias expressam em nossas vidas agora e o que significam para o futuro, enquanto olhamos para o eterno Reino de Deus. Para entender mais sobre essas observâncias, peça ou baixe nossos guias de estudo bíblico gratuitos As Festas Santas de Deus: O Plano de Deus Para a Humanidade e A Única Esperança da Raça Humana e O Sábado: O Dia do Descanso de Deus.