Romanos 12:1-2 - Estudo Bíblico

O Plano de Salvação

Após a bela e encorajadora descrição de Paulo sobre o Plano de Salvação de Deus, ele começa agora a expor princípios extremamente importantes da vida cristã sobre como crescer espiritualmente até atingir a plena estatura de Cristo.

Transcrição

Paulo acabou de descrever desde o início de Epístola aos Romanos até o capítulo 11. Ele acabou de dar uma exposição bem ampla do plano de salvação de Deus. Esta é uma exposição muito interessante e muito importante para nós vermos o ângulo que ele abordou, a maneira que ele abordou este tema importante. E, por isso, hoje vou resumir esta secção de Romanos 1 a 11, porque há um ponto importante para vermos como ele expôs estas maravilhosas boas novas do Evangelho.

Isto é a bornova e o Evangelho. Mas as bornovas do que Deus está a fazer através dos Cristo para abrir o caminho para nós podermos vir a ser, não só chamados, mas para mudarmos e virmos a ser realmente pessoas que representem, numa maneira correta, que representamos a Statura de Jesus Cristo. Ora, está claro, todos nós estamos muito longe da Statura de Jesus Cristo. Mas esta é a bornova que Paulo explicou bem aqui em Romanos, acerca da Graça de Deus, do Amor de Deus e do Seu plano Supremo plano para nós todos.

Então, vemos a Seu For Resumir, estes 11 capítulos. Nos primeiros 3 capítulos, vemos que Paulo sublinhou bem que todos nós somos pecadores. Tanto os judeus como os gentios, como lemos em Romanos 3, 9, e o ponto aqui é que os judeus não são melhores do que os gentios, pois todos desobtecemos. Mas particularmente ele menciona aqui os judeus, eles que tinham as promessas, que receberam a lei, que receberam as profecias, mesmo assim, eles falharam. Então, Paulo aborda então o tema como é que podemos ser justos para ante Deus, porque os judeus tinham a lei e não são justos para ante Deus.

E por isso, então, como é que podemos receber, digamos assim, a justiça de Deus, como Paulo mencionou, e ele então explicou que isso é através do que os Cristo fez por nós. O que Deus fez por nós, através dos Cristo, demonstra a fé de Cristo, demonstra o amor mouto do Pai e do Filho por nós, e a própria justiça de Deus de nos justificar gratuitamente, isto é por causa demos a recórdia deles e de perdão que nos dão dos nossos pecados passados.

Isto é uma grande graça, uma grande venção que recebemos. Por outras palavras, o que Paulo está a dizer é que Jesus Cristo nos fez justos diante de Deus. Isto é, nos reconcilia, nos justifica dos pecados passados gratuitamente. Isto é, se realmente confiarmos, confiarmos no que ele fez por nós, através de Cristo, como menciona isso em Romanos 3, versículo 26. E assim, quando nos sumutemos em plena confiança e fé a Deus, confiando na graça que ele está a dar a nós, então a justiça de Deus nos é dada, imputada, como o Romanos diz, o Romanos 3, imputada gratuitamente a nós.

Mas isso não anula a lei, não está a cancelar a lei, está a fortalecer ou a estabelecer a lei, como Paulo mencionou em Romanos 3, 31. E depois, Paulo, então, dá ou demonstra o exemplo de Abraham, porque Abraham, como lemos isso em Romanos 4, confiou nas promessas de Deus e ele obedeceu à voz de Deus em fé para deixar a sua casa, ver se isso descrito em Génacias 12, 1-4. E mais adiante, vemos que ele creou que recebria um filho através de Sarah, em Génacias 15, e até que, mais adiante, ele teve confiança na palavra Deus, ver sem Génacias 26, que até estava pronto a oferecer o seu filho e saca.

E por causa desta confiança que Abraham teve para com o pai, para com Deus, digamos assim, para com o pai, com o filho, com o que Deus disse, por isso a justiça de Deus foi imputada a Abraham, como lemos, por exemplo, em Romanos 4, versículos 3, 17, 20 e 22. Ora, a maneira como Deus tratou Abraham não é nada diferente da maneira como Ele trata a nós.

Ou, nas outras palavras, nós igualmente temos que confiar nas suas promessas, nas suas instruções, e mesmo que isso recaira que nós tenhamos que confiar em coisas que é difícil de fazer, ou que aparentemente possam ser impossíveis. Mas isso é o que temos que fazer. Então, quando fizemos isso, a justiça de Deus é imputada sobre nós. Isto é, somos perdoados gratuitamente.

Ora, confiar em Deus, por causa disso, então, como vemos, é muito importante. Romanos 5 explica desse, explica isso. E essa confiança significa que devemos fazer o que ele diz e não só devemos fazer, é que faremos. É uma confiança, é uma promessa que vamos fazer. Ora, por isso, afé não anula a lei. Porque? Porque a lei é a vontade de Deus. É o que Deus quer que nós façamos. A lei é o amor de Deus, para com Deus e para com o próximo. É a demonstração de amor. É o que Deus quer que nós façamos, é a vontade do Pai. E, por isso, a lei não está anulada. Ora, e se tudo, então, Paulo continua em Romanos 6, demonstrando que isso é o simbolismo do batismo. Batismo, que os nossos pecados passados são perdoados e comprometemos a viver uma maneira nova, em que o velho eu morre e agora andamos em novidade de vida, como se lê em Romanos 6, versículo 4.

Ora, com os pecados passados sendo perdoados, somos, então, libertos ou libertados da pena da lei. Qual é a pena da lei? O salário do pecado é a morte, por isso, então, a pena da lei é a morte. Ora, visto que os pecados estão perdoados, então, não estamos de baixo da lei, ou outra palavra. Não estamos de baixo, não estamos de baixo da pena da lei, mas estamos de baixo da graça, o Romanos 6, 14. E, por isso, então, reconhecemos que a lei de Deus é boa. É boa porque é uma coisa boa, amar a Deus e amar o próximo. É uma coisa boa, é o caráter de Deus, é amor. E Paulo mencionou isso em Romanos 7, versículo 12. Mas temos um problema. O problema que nós temos é que dentro de nós, nos nossos membros, continua a existir, ou permaneça, a lei do pecado, como Paulo explica em Romanos 7, 14, 21. E, por isso, nós estamos numa guerra continua a lutar contra esta lei do pecado que está nos nossos membros físicos, na nossa carne física. E, por isso, temos esta guerra, como Paulo explica em Romanos 7, 23. Então, isto leva-nos ao cativeiro desta lei do pecado. Somos prisioneiros da lei do pecado que está nos nossos membros. Então, enquanto estamos nesta vida física, ainda estamos continuamente nesta batalha. E, por isso, Paulo pergunta, ou diz, que pessoa miserável é que eu sou, ou dizendo a nós, que pessoas miseráveis é que nós somos, o Romanos 7, 24. Quem é que nos livrará deste corpo do pecado, destes membros, desta carnalidade que temos? Está claro, é Jesus Cristo, quando finalmente viemos a sermos suscitados, mas, entretanto, Jesus Cristo nos ajuda enviando o poder de Deus, que é o Espírito Santo de Deus. Ou, em outras palavras, temos que estar totalmente comprometidos a mudar a nossa maneira de viver, e de sermos guiados pelo Espírito Santo de Deus, o Romanos 8, 14. E, assim, Deus nunca nos deixará. Ora, isso, o leemos, por exemplo, em outras escrituras, como Ibreus 13, 5 e o de outro nome, 31, 6 e 8. E, por isso, o amor de Deus por nós, porque Ele nunca nos deixa, é eterno, é inabalável, por Romanos 8, 35. Depois, a seguir, Paulo usa mais provas, ou mais evidências, da fidelidade, da misericórdia e do amor de Deus. E Ele, então, usa o exemplo de que Deus chamou os Israelitas como um povo escolhido de Deus, mas eles não confiaram em Deus. Eles não seguiram a liderança de Deus, tal como no deserto. Não acreditaram e não seguiram, foram os audientes. Podem ler isso, por exemplo, em Ibreus 3, versículos 17 e 19, foram os audientes do deserto. E os Israelitas têm sido, desde esse período do deserto e através das eras todas, têm tentado ser justos pela sua própria auta justiça, pela letra da lei. Não reconeceram as suas falhas físicas e espirituais e mentais. Eles pensavam que é simplesmente fisicamente, ou seja, as leis de Deus, mas não estavam a ver os pontos espirituais da lei de Deus. Isto é além da letra da lei. E, adicionalmente, pensavam porque eles eram filhos da Braão, já tinham a salvação. Os judeus não atinham, perdão, os gentios não atinham, mas os judeus já tinham a salvação. Por isso, eles não estavam a reconhecer as fraquezas da Carla, que eram todos iguais. Simplesmente, estavam a querer ser altos justos por serem filhos da Braão. E desde que, não abertamente, quebrassem as leis de Deus fisicamente, então já estavam salvos.

Eles não estavam a ver a necessidade da Graça de Deus através dos Cristo. Para eles, Jesus Cristo não era necessário, é sacrifício. E por causa disso, não creram o que Cristo fez, e por isso Cristo foi para eles um tropeço, como lemos em Romanos 9, 31 a 32. E assim, com a situação, no vendo Cristo, ficaram confundidos. Como lemos em Romanos 9, 33, algumas versões traduzir-se como envergonhados. Quer dizer que ficaram-se aumentos também, porque vemos que esta Graça de Deus depois foi dada aos Gentios. Por isso, Paulo estava a dizer que o que Deus fez por nós através dos Cristo nos justifica gratuitamente. Temos viver um novo homem, e precisamos da ajuda do Espírito Santo. Mas os judeus, embora fossem zelosos, tivessem muita força de vontade, de vir a ser, digamos assim, visivelmente, obdientes à lei de Deus, principalmente durante o tempo de Cristo, mas isso não era baseado em um verdadeiro conhecimento, porque eles não estavam a submeter à justiça que era dada gratuitamente ou imputada a nós por Deus, quando queremos no que Deus está a fazer por nós através dos Cristo. Isto é, esta justiça é dada a nós pela bondade do que Deus faz por nós. Isto é, pela sua Graça através do seu filho, como lemos em Romanos 10, versículo 3. E por causa disso, não aceitaram esta maravilhosa, boa nova este evangelho do que Cristo fez e faz para nós, que é parte central do evangelho do rei de Deus, porque Cristo é o rei que vai governar e este é o rei de Deus na Terra. E por causa disso, mantiveram desobdientes e rebeldes, como lemos em Romanos 10, versículo 21. Mas, embora os Israelitas tenham sido rebeldes e desobdientes, a filididade, a misericório e o amor de Deus para com todos permanece.

Por que? Então, Paulo está a explicar que esta cegueira dos Israelitas os fez cair. E, através da queda delas, a salvação, então, foi dada aos Gentios. E assim, os judeus ficaram seumentos. Mas, quando o tempo dos Gentios for completado à vinda de Cristo, então todo Israel será salvo, Romanos 11, versículo 26. E assim, lemos, ao fim do Romanos 11, versículos 32 a 36, que Deus terá a misericória de todos. Então, Paulo diz, mas que maravilhosa sabedoria de Deus. Quem é que ensinou isto a Deus? Diz assim, a Ele é a glória, a Ele, literalmente, é como o Romanos 11 termina. Então, o que vemos aqui, irmãos, é que Paulo demonstrou um somário muito breve aqui, nesses primeiros 11 capítulos dos Romanos. A graça de Deus, o sacrifício que Deus fez enviando o seu filho, o sacrifício que o seu filho fez por nós, para podermos ser salvos, ser justificados e finalmente vir a ser salvos, através do que Cristo está a fazer por nós. E isto é uma grande saboria da parte de Deus. Agora, a partir do capítulo 12, Paulo, então, digamos assim, vira as páginas para o outro ângulo, a partir do capítulo 12. Ele, então, agora está a dar princípios extremamente importantes de como devemos viver como cristãos. Isto é, para nós, usarmos esses princípios na nossa vida cristã, em plena confiança em Deus. Então, este, digamos assim, é como Paulo agora, vira, digamos assim, a direção da sua mensagem, não só para demonstrar o que Deus fez e faz, a graça dele, a filidade dele, a misericórdia dele, mas agora está a fazer por causa disso. Agora temos uma parte a fazer. É como dizemos em português, e muitas vezes dizemos isso sem pensar. Quando a pessoa dá uma coisa a você, a nossa resposta é obrigado.

E muitas vezes não entendemos por que dizemos obrigado, ou obrigada, mas isso quer dizer que eu agora, na realidade, o fundamento disto, é que eu sou obrigado a retribuir em qualquer modo. Tenho que retornar, ou devo de retornar, essa bondade à nós, senão pelo menos demonstrando gratidão, mas devemos demonstrar qualquer coisa em retribuição. Não é que Deus quere uma retribuição, não é que Deus quer ser pago, não, mas o que Ele quer é que demonstramos ou demonstremos essa gratidão da maneira que mudamos, a maneira como vivemos. Demonstramos essa gratidão, a essa graça que Deus nos dá, mudando a nossa vida.

Então, vamos ler o versículo 1, de Romanos 12. Rog-vos, pôs irmãos, pela compaixão de Deus, que apresentais os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.

E, principalmente, está a dizer, eu estou a orar, irmãos, por causa da misericória que Deus nos dá, que vocês tejam a retribuir num sacrifício. Em outras palavras, está a dizer, olhem a que Jesus Cristo fez, fez isso em fé, que o Pai o recuscitasse, e por isso deu a sua vida por nós, mas, digamos assim, de uma certa forma, também, em fé, que nós nos arrependéssemos. Ele se suscrevia e Deus não pensassem que esta ação tão grande que eles fizeram o Pai dar o seu filho, o filho vir e morrer pro nógito, a confiança que o Pai o recuscitaria, se eles pensassem que isso não ia produzir frutos nenhum, então, por que fazer isto? Mas fizeram isso porque tinham fé, tinham confiança, que este ato enorme iria produzir arrependimento, ou conduzir a nós nos arrependermos, e assim retribuirmos.

A Deus não em pagamento, os adeus para Deus não querem pagamentos, não querem sacrifícios desse modo, mas o sacrifício que Ele quer é o nosso sacrifício de mudarmos do velho homem para o novo homem. Isso é o que Ele quer, Ele quer um arrependimento verdadeiro. Ele quer uma resposta de nós como, na maneira como vivemos, uma resposta que corresponda ao que Ele fez. Então, o que que Deus fez?

Grande perdão, grande misericórdia, grande compaixão para conosco, ou, em outras palavras, só, numa palavra só. É a graça de Deus. Esta misericórdia, esta compaixão, este dom de nos dar a vida gratuitamente, porque não merecemos, Ele está a dizer, faz um sacrifício.

Agora, tens uma responsabilidade de responder a este sacrifício do Pai e do Filho. Essa é a nossa responsabilidade, respondermos a isto. A isto temos que apresentar, como se diz aqui, um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. E diz, isso é apenas o culto racional. Isto é, por esse momento, um mini que devemos fazer.

Então, pessoas dizem, olha, estamos no novo justamente, e não precisamos de dar sacrifícios. Sim, não damos sacrifícios do modo que vamos fazer no Antigustamento, mas damos sacrifícios de maneira diferente.

É um sacrifício de nós mesmos, um sacrifício do nosso tempo, da nossa vida, da nossa maneira que pensamos.

É uma completa mudança. É o nosso sacrifício espiritual de nós próprios. É um sacrifício confiado em Deus, porque ainda não vemos, porque ainda não vemos a recompensa, e por isso é na esperança e na fé, visto que Deus é e será mesmo curioso, Ele nos dará a vida interna. E Ele será mesmo curioso e demonstrará mais e mais compaixão para conosco para ante as nossas fraquezas da carne.

E por isso é que lhes aqui, no versículo 2, diz, e não sede conformados a este mundo. Este sacrifício é de nós resistirmos às coisas do mundão, mas que inclui as coisas deste mundo físico, que é a nossa carne, a nossa carnalidade, as nossas paixões, é o sacrifício de nós, como? De não conformar. Isto é de resistir às pressões que temos para desobter a Deus. Seja isso fisicamente, seja isso da maneira que falamos, seja isso da maneira que pensamos, seja isso da maneira que, de repente, dizemos uma coisa, uma maneira que não devíamos ter dito.

E quando olhamos ao que dizemos e pensamos, olha, não devia ter dito isto, porque magoou esta pessoa. E por isso, esta é, é o que diz aqui, não sede conformados com este mundo. Este mundo é um mundo de zangas, é um mundo de inimizar, é um mundo de guerras, não devemos estar conformados com este mundo. Não devemos seguir a tentação da carne e o exemplo de um mundão. Temos que ter confiança que Deus nos ojeirá, a ser diferentes, a ser transformados. Por isso é que diz, mas sede transformados. Quando nós mudamos uma maneira de pensar, para uma maneira diferente do velho homem para o novo homem, isto é um sacrifício, este é um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Então, quando fazemos isso, a justiça de Deus é importada sobre nós. Por isso precisamos ter completa fé, isto é confiança e esperança, no que Deus está fazendo e vai fazer. Porque Deus tem algo muito importante planejado para você e para mim na eternidade. Se sabemos que vamos ser filhos e filhas de Deus na eternidade, mas além disso, Deus tem algo muito específico planejado para você. Eu não sei, sei que vai ser um filho ou uma filha de Deus, mas Deus, dentro desse grande, desse da moradia do Pai, há muitos, digamos assim, quartos, muitas áreas de responsabilidade. E Ele tem uma para você. Se seja homem, seja mulher, tem uma para você. Ele está a treinar a você especificamente para esse propósito que Ele tem para você. E por isso o Seu Treino, suas provações, seus desafios, as coisas que você tem que vencer, são diferentes do que, talvez, um outro irmão ou irmã, que esteja ao seu lado.

Sim, seremos todos filhos e filhas de Deus nos rendeus, mas não nos devemos conformar com o mundo. Precisamos viver o caminho de Deus, que é uma vida diferente. É uma vida diferente. Então, continuando aqui, a ler no versículo 2, mas ser transformados pela renovação do vosso entendimento. A nossa mente, a nossa maneira de pensar é renovada. Como? Submuntendo-nos à justiça de Deus. Não é a nossa própria justiça, não é a nossa própria arrogância ou soberba. Olha que eu estou a obter às leis de Deus muito bem e tudo... não. Todos nós falhamos. E por isso temos que nos submeter à justiça de Deus, à sua bondade, ao seu perdão, à sua misericorda, ou na outra palavra, à sua graça. Então isso não é a nossa própria justiça, não é a minha própria justiça, não é a sua própria justiça, não é a nossa. É a natureza divina que se está, digamos assim, a mudar a sua mente, a renovar a sua mente de uma natureza carnal para uma natureza divina. Está claro, isso tudo começa com fé. Vimos que a fé de Jesus Cristo teve confiança com fé no Pai, e os ambos, eles têm fé que este caminho, esta maneira de eles fazerem isto, vai dar bons frutos, vai conduzir muitos irmãos ao arrependimento, por isso têm fé nisso também, sabem que isso vai acontecer. Mas nós, igualmente, temos que ter fé em Deus que Ele nos está a perdoar. Às vezes pensamos, como é que eu posso vir a ser perdoado? Oh, eu não vou ser perdoado. Temos que ter fé que Ele disse que nos perdoa. Temos que esforçar a fazer o que devemos fazer. Mas temos que ter fé isto é como a justiça de Deus é importada em nós, porque nós temos que querer que Ele nos perdoa. Temos que andar, por isso, em fé perante as nossas dificuldades, os nossos desafios, as nossas provações. Vejam, em 2 Pedro, 2 Pedro, 1 2 Pedro, 2 Pedro, 1 2 Pedro, 5 e vos também pondo nisto mesmo toda a diligência acrescentar a vossa fé. O que? A virtude. Temos que ser pessoas virtuosas fazendo o que é certo, fazendo o que é correto. E depois diz assim, a virtua do conhecimento. Temos que ver o que Deus quer, que nós fazemos, temos que crescer na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Crescer no conhecimento, de como Ele é. E depois o que? O que? E é o conhecimento da temperança. Isto é o domínio próprio. Temos fé. Vemos o o que é justo. Vemos como Cristo atuou. Temos que o imitar. E agora, com a ajuda do Espírito Santo, temos que ter a temperança, o domínio próprio, de vencer as coisas da carne. E depois a temperança paciência. Isto é perseverar continuamente, não desistir. E a paciência, vedade. Isto é pôr mais e mais as características de Deus, imitarmos a Deus, a graça de Deus. E, então, depois pôr mais amor fraternal. Isto é amar os irmãos e amor acape. Amar a Deus, que é um amor de Deus, e amar a outros com este amor mais alto do que simplesmente amor fraternal.

Ora, não podemos fazer isto sozinhos, irmãos. Você não pode fazer isto sozinho e eu não posso fazer isto sozinho.

Veja, por exemplo, no versículo 3, do mesmo capítulo, primeiro Pedro capítulo 1, no versículo 3 diz, visto como seu divino poder nos deu tudo e respeito à vida e à apiadada.

O seu divino poder nos deu tudo. Isto é o poder de Deus, que é o Espírito Santo de Deus, que Ele nos deu e que o poder de Deus nos dá tudo, tudo que você e eu precisamos para a vida. Para a vida. Está claro, é a vida interna e apiadada. Isto é ser como Deus é.

E, pois, continua pelo conhecimento daquilo que nos chamou, pela sua glória e virtude, pelas quais estas coisas que Ele nos deu, nos tem dado, nos dá grandíssimas e preciosas promessas para que, por elas, e estas promessas nos dá a esperança para nós estarmos motivados a seguir para a frente, para que, por elas, fiquem os participantes da natureza divina. Temos ser participantes da natureza divina, havendo escapado da natureza carnal, da corrupção da natureza carnal, da natureza carnal, pela concupiscência, pelas paixões, pelas atrações, pelos pecados que há no mundão. Temos que estar a escapar disto, temos que evitar as coisas erradas.

E assim, voltando e mantenham e o dedo em Pedro, dois Pedro, vamos voltar a dois Pedro daqui um momento, mas como está a ler aqui em Romanos 12, versículo 2, diz assim, sede, transformados pela renovação do vosso entendimento. Irmãos, esta renovação da mente é esta mudança através do poder divino, do divino poder do Espírito Santo para sermos com participantes da natureza divina, esta é a renovação da mente. E assim, tendo a escapar da corrupção, isto é, não estamos a ser conformados a este mundão. Então, continuando agora, em segundo Pedro, mas agora, no versículo 10 e 11, portanto, irmãos, procurar a fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição. Qual é a nossa vocação e eleição? É que estamos chamados na Igreja de Deus, estamos chamados para nos arrependermos agora, para nos mudarmos agora. E, por isso, procurar a fazer cada vez mais firme esta chamada, esta vocação, esta eleição, porque fazendo isto, nunca, jamais tropecerás.

Nunca, jamais cairás. Nunca, jamais deixarás a Igreja de Deus.

Está importante, pensem. Está aqui uma garantia, uma garantia se você começar com a fé e acrescentar a fé, a virtude e depois o conhecimento de temperância, paciência, piedade, amor fraternal, o amor agate.

E isto você pode fazer com a ajuda do Espírito Santo, que o divino poder de Deus, que vai mudar, vai renovar a sua mente para vir a ser participante da natureza divina e, se você, como diz aqui, no versículo 10, procurar a fazer isto cada vez mais firme, mantenho-se firme nesta chamada, nesta vocação para fazermos isto, nunca sairás da igreja de Deus. É o que diz aqui?

Nunca jamais tropeçareis. E versículo 11 diz, porque assim vos será amplamente concedida a entrada no reino de Deus. É assim que podem vir a entrar no reino de Deus, no reino interno do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

E por isso, irmãos, quando fizermos isso, quando fazermos isso, estamos a vigiar a nós próprios. Estamos a analisar como é que eu estou fazendo? Como é que eu estou mudando?

Estou a ficar a melhor pessoa, estou a mais forçar, de facto, começando na fé por virtude e conhecimento e temperança e paciência e piedade, amor fraternal e amor agape. Estou, de facto, a fazer isso. Estou, de facto, crescendo nisto. Por isso é que Jesus Cristo, em Lucas 21, por ciclo de 36, diz, que é, pois, em todo o tempo, orando para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que onde acontecer e estar em pé diante do filho do homem. Isto é, ser-os resuscitado à vinda de Cristo, na primeira resubrenção, e estar em pé com Ele. Por isso é que disse aqui, no versículo 11, se fizeres isto, entrarás no rei de Deus.

E em Lucas 21, estás a vigiar, a ti mesmo, orando, para não cair-os, para manter-os fiel nisto, para estar-os em pé no dia de vinda de Cristo, no dia do juízo.

E por isso, o juízo é um período de julgamento com uma decisão final. Hoje em dia, é o dia de juízo, para nós.

Não é um período de 24 horas, é um período, um tempo de provação, um tempo para vencermos e vencermos e crescermos, e crescermos na Graça, em conhecimento de Jesus Cristo, vencendo e crescendo, é um tempo de vencer. Depois, quando Deus decide, olha o tempo para o Jorge, já chega, pronto, e ele para o meu coração, ou seja, que for. Depois, eu tenho de um isso final, da decisão final. Para nós, na Igreja de Deus, o julgamento já começou. Por isso é que dizem primeiro Pedro, capítulo 4, versículo 17, porque já é tempo que comece o julgamento na Casa de Deus. O julgamento agora está em nós, na Casa de Deus. Esse tempo é agora para nós, hoje é a hora que você e eu estamos a ser julgados, avaliados, e por isso é a nossa oportunidade que temos agora, e por isso temos o cópito de ser agora.

Igualmente, aqueles que estão chamados agora. Isto é nestes dias desta vida. Aqueles que, na realidade, não conhecem Cristo, que não sabem o caminho da vida.

Eles, então, na segunda recebeção, nesse período de juízo, dia, mas é um período, será para eles um período de tempo de provação e testes e desafios, tal como é para nós hoje, para eles também vencerem as fraquezas da carne, para aprenderem o caminho de Deus e provarem que estão a pôr isso em prática, na vida deles. Então terão que viver e praticar, tal como nós temos de viver e praticar, ou digamos assim, ter experiência do caminho da vida. Nós temos que provar, eles também terão que provar, para ante dificuldades, desafios e testes que serão fieis internamente ao caminho de Deus.

Por isso, irmão, para eles, é a mesma coisa que compara nós. Uma vez que sabemos a verdade, então, temos que nos comprometer a viver esse caminho e vencer as fraquezas e os desafios da carne. O ponto aqui importante é que Deus é justo e dará a todos. Foi o que Paulo disse em Romanos 11, vai dar a todos essa uma oportunidade igual. Uma oportunidade igual. Mais cedo ou mais tarde. Se ainda não tiveram essa oportunidade, terão mais tarde. Mas Deus sabe quando fazer isso. Continuando agora em Romanos 12, por ciclo 2, diz assim, a renovação de vos sentimentos para que experimentéis. Isto é para que tenha essa experiência. Para que experimentais que o açaia já boa, agradável e perfeita, vontade de Deus.

A vontade de Deus é a vontade de que nós fazemos o que é bom.

A vontade de Deus é que nós fazemos o que é aceitável a Deus. Porque o que Deus aceita é para o nosso bem. E assim temos que andar em fé, como Abraham o fez. Temos que ouvir o que Deus nos diz pela sua Bíblia, pelas suas instruções, tal como Abraham o viu. E isso, então, nos dá esta experiência. Temos experiência de ver o caminho. E tu é, estamos a experimentar. Para que experimentais esta qual seja boa, agradável e perfeita vontade de Deus, estamos a experimentar. Não é experimentar de maneira de fazer um teste, mas é experimentar, isto é ter experiência de seguir e examinar. É o que nós temos que desenvolver. É como, por exemplo, lemos em Romanos capítulo 5, versículo 3 a 4. Romanos 5, versículo 3 a 4. Que diz e não somente isso, mas também nos gloria-mos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz paciência, ou perseverança e a paciência, a experiência. Estamos a ter esta experiência e esta experiência esperança. Outras palavras para experiência é o caráter de Deus.

Então, esta experiência, que é esta prova, este caráter que desenvolvemos, então como é que desenvolvemos este caráter de Deus? Esta experiência, andando e vivendo no caminho, experimentando, digamos assim, no senso de viver o caminho de Deus, ter experiência e desenvolver o caráter de Deus. Assim crescemos, crescemos, provamos, usando o Espírito de Deus.

Somos testados e esta experiência nos ajuda a crescer no caráter de Deus e assim estamos a crescer em graça. Sim, estamos a crescer no conhecimento do filho do homem, estamos a crescer a entender melhor o que Jesus Cristo fez e o que Pai fez através de seu filho.

E agora nós temos que crescer para virmos a ser como Ele é. Temos que por em prática a mesma graça para com o próximo, para com as outras pessoas.

Isto, ao fim de contas, não é nada mais, nada menos, de que voltando à lição do jardim do Édano.

Lembra-se que no jardim do Édano, a Dão e a Eva tiveram de escolher entre duas árvores.

Uma era a árvore da vida. Isto é, tinham que confiar no que Deus disse a eles.

E o outro era a árvore do conhecimento do bem e do mal.

Isto é que, oh não, nós vamos ter que fazer as coisas mais, fazer as coisas boas, e vamos então aprender através disso. Isto é, não estamos a confiar em Deus, mas estamos a confiar no nosso próprio assassino e humano. Irmãos, isso não é bom. Devemos evitar isso completamente.

Devemos evitar essa árvore do conhecimento do bem e do mal. Isto é a árvore da morte. Temos que mudar, transformar. Não podemos estar conformados ao caminho da morte. Isto é da árvore do conhecimento do bem e do mal, mas temos que estar transformados mentalmente, na nossa mente. Temos que estar transformados em que?

No caminho de Deus, na mentalidade de Deus, da maneira que Deus quer que nós venhamos a ser. Isto é uma renovação do nosso entendimento para experimentarmos qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Irmãos, isto é alimento sólido. Isto é a comida espiritual forte. Isto é o que Paulo, por exemplo, mencionou em ebreus capítulo 5, versículos 12 a 14, precisamos de discernir o bem do mal e temos que andar a caminho da profeição, como ele disse no capítulo 6 versículo 1 de ebreus. E depois, demonstra isso e depois, em ebreus capítulo 11, ele lembra-se que é o capítulo da fé, demonstra como essas pessoas tiveram fé e depois Paulo continua essa exposição em ebreus, com os princípios importantes de como viver como um cristão em ebreus capítulo 12. Então, vemos aqui um paralelo interessante entre romanos e ebreus. Porque o romanos está a focar no homem no que nós somos fracos, precisamos de mudar e depois, por causa da graça de Deus, temos que mudar e ser pessoas diferentes. Em ebreus está a focar em Jesus Cristo, o nosso sumo sacerdote, o que ele está a fazer para nós e por isso temos que mudar para vir a ser como Jesus Cristo isso é o delimento sólido. E aqui, então, vemos um tipo de paralelo entre romanos e ebreus. Que, digamos assim, entre parentes um género de prova adicional através deste fluxo lógico de Paulo tanto em romanos como em ebreus de que ele escreveu não só romanos, mas escreveu ebreus também.

Então, Paulo, aqui está a ser a vida de um cristão não é apenas pregar o evangelho. Sim, pregar o evangelho, portanto.

Mas, estamos a pregar e ao mesmo tempo sendo um mau exemplo, um exemplo trilhível as nossas vidas, as nossas vidas em casa, as nossas vidas com os amigos, estamos a atuar de uma maneira que seja realmente um bom exemplo demonstrando que, de facto, somos pessoas de facto de caráter e assim dando valor ao evangelho. Porque ao fim de contas, as nossas ações falam mais alto que as nossas palavras. E, por isso, a vida de um cristão é uma de luz. É uma uma, é uma de... vir-nos a ter um espírito diferente. É uma, como dizem, em Salmos 51, quando David admitiu o grande pecado que ele tinha feito e ele disse, cria em mim um novo coração. Diz isso nos versículos 10 a 12.

É um período de pormosamente de Cristo como lemos em Filipe II versículo 5. É um modo de vir a ser para crescer, para vermos a ter esta unidade da fé e do conhecimento do filho de Deus como lemos em Ephésios 4 versículo 11-13. Crizes irmãos, isto é crescer no conhecimento do fim do homem. E por isso vemos que em Romanos, Paulo primeiro começou a demonstrar como todos pecaram, mas por causa da graça de Deus, agora, ele está a orar, rugando a nós, dizendo façam o sacrifício vivo, não se conformem ao mundo, mas transformem-se mentalmente para terem experiência, terem o caráter de Deus vivendo este caminho de Deus.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas, Fort Worth (TX) and the Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).