Romanos 9:14-33 - Estudo Bíblico

A justiça e o juízo de Deus

Paulo defende o caráter e o propósito de Deus, demonstrando Sua fidelidade, Sua justiça, Seu juízo e Sua graça.

Transcrição

Vamos continuar com o estudo de Romanos 9, versículos 14 a 33. Nos primeiros 8 capítulos, Paulo cobriu uma parte do plano de salvação de Deus, especificamente a parte da redenção do homem, do salário do pecado, isto é, porque nós pecamos.

Então, no capítulo 8, começou a escrever a obra de Deus através do Espírito Santo, é nós, em primeiro lugar, como nos transforma da natureza humana para a natureza divina, se seguimos a guia do Espírito e, em segundo lugar, como toda a criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus. Paulo também mencionou que temos acesso ao Pai através de Cristo, em um espírito, isto é, o Espírito de Santo Deus, que é o poder de Deus, e que nada pode separar o amor que Deus tem por conosco, nada pode separar Deus nos amatanto. Nos capítulos 9 a 11, é que começamos o capítulo 9 no estudo prévio, mas nos capítulos 9 a 11, esses três capítulos, pode-se dizer que estão juntos, como digamos assim, uma unidade.

E explicam, ou digamos assim, Paulo explica, que nesses três capítulos, que, ou nos dá, digamos assim, um entendimento mais profundo da fidelidade da justiça e do juízo de Deus. Noutras palavras, a misericordia de Deus é uma grande esperança que nós temos, por causa dele ser tão gracioso e misericulioso conosco, e parte desse grande plano é algo que o mundo não entende. Isto é a grande esperança da segunda resurreição. Uma esperança especial através da misericordia de Deus, do seu plano, mostrando então nesses três capítulos, a maneira como Deus está a tratar Israel, e a sua, digamos assim, preocupação com os israelitas. Mas para nós, como gentios, por extensão, isso demonstra como ele vai tratar nós, isto é, o mundo inteiro, os gentios também.

Assim, a ênfase, no capítulo 9, é a eleição do passado de Israel. Eles eram, ou foram, o povo escolhido de Deus. Eles eram aqueles que Deus tinha escolhido para fazer um trabalho específico, um propósito muito específico. Eles, os realitas, falharam, no entanto, a incumprir esse propósito durante os séculos. Depois, no capítulo 10, o foco é a rejeição presente atual dos israelitas.

E, no capítulo 11, vemos que Deus vai ter mais no futuro. Primeiro, uma restauração no futuro para Israel. E, em segundo lugar, como Deus não faz a sessão de pessoas, Ele trata a todos da mesma maneira, isso, então, significa que Ele, Deus, vai estender esse maravilhoso passo do seu plano de salvação, na sua misericórdia, a todas as nações, ao judeu primeiro e também ao gentil.

Ora, este é um ponto muito importante, um ponto adicional muito importante no entendimento que muitas pessoas não entendem. Este é um ponto especial e tão encurajoso acerca do plano de Deus, o plano de salvação de Deus. Como disse, é um ponto que o mundo cristão não entende. É uma esperança maravilhosa para nós. Então, voltando agora à ênfase deste capítulo nova, que é uma ênfase ou um foco na eleição passada da nação e realita, vimos que eles eram ou foram um pouco escolhidos de Deus, aqueles que Deus havia escolhido para fazer um propósito específico, e eles falharam.

Mas também aqui, em vez que Deus não baseou essa eleição do Israel, não baseou isso puramente na descendência física, nem em quem era o primogênito. Mas ele baseou isso na promessa, na promessa que ele fez a Abrão, e aqueles a quem ele prometeu, que foram sim, filhos da Abrão, mas não foi necessariamente o primogênito sempre. E a meta, a intenção de Deus era de cumprir o seu plano, o seu propósito, de realizar a sua meta ao fim do tempo. Isto é ao fim deste período que ele apontou para este propósito.

E por isso Deus tinha, digamos assim, assim na sua vontade, um tipo, ou género, ou pessoas que, e atitudes que ele busca para ter inicialmente no reino de Deus, e por isso baseado na vontade dele, a maneira que ele planejou isso, ele busca essas características e atitudes em nós. Isto é tudo de acordo com sua grande sabedoria. E por isso Deus decidiu quem é que ele ia chamar e quem é que ele ia trabalhar.

E por isso é de acordo com a vontade de Deus, de acordo com o que Deus quer, de acordo com o que ele planejou, e não é de acordo com o que nós desejamos. E por isso você e eu podemos perguntar, porque eu, porque eu, Senhor, porque eu sou chamado agora?

E o ponto é que não é de acordo com quem é a melhor pessoa, ou quem é intelectualmente superior, mas é de acordo com a vontade de Deus.

E assim de acordo com a sua vontade, ele chama e vai eleger ou selecionar certas pessoas.

E por isso, neste capítulo, capítulo 9, vemos isto começar, esta vontade de Deus a começar a ser explicada, primeiro a sua filidade, as suas promessas, dos versículos 4 a 13, e isso abordamos no restudo prévio.

Depois dos versículos 14 e 18, vemos a justiça de Deus.

Isto é como Ele é reto, como Ele está a fazer tudo em conformidade com o caráter Dele.

Isto é um caráter de amor, de fazer as coisas da maneira correta. Isto é a Sua justiça em como está a atuar.

Em terceiro lugar, é o Seu juízo.

O Seu juízo é de dar tempo para as pessoas mudar, para as pessoas aprenderem e arrependerem, e depois, finalmente, nesse processo do Seu juízo, finalmente, ao fim desse período, o juízo haverá, então, uma decisão final, um julgamento final.

E isso é dos versículos 19 a 29.

Podemos dizer isso nas outras palavras.

Deus dá tempo a cada um para aprendermos o que é certo, e para o porno disso em prática.

E, finalmente, vai dar tempo a cada um para surpreender e para fazer o que Ele deve fazer, e depois provarem pelas suas ações o caráter dessas pessoas para mostrar que estão a desenvolver o caráter de Deus.

Então, ao fim desse período, desse processo para essa pessoa e esse processo dessa pessoa, será, hoje em dia, se somos membros da Igreja, ou será mais tarde, se hoje não somos membros da Igreja. Isto é, não temos o entendimento do plano de Deus, e se as pessoas ainda não entendem a verdade.

Então, Deus dará a essas pessoas uma oportunidade no futuro para provarem, e depois, ao fim desse processo de provação, haverá a decisão final. Isto é o julgamento final.

E, por isso, vemos estes três pontos, a fidelidade de Deus, a justiça de Deus e o juízo, dando-o tempo às pessoas para mudar e a ver um julgamento final.

E, ao longo disso, isto demonstra a graça de Deus. Isto é os últimos quatro versículos deste capítulo 9, de 30 a 33, que demonstra a graça de Deus.

Por isso, como já abordámos até o versículo 13, vamos continuar do versículo 14 a 18, porque nesses versículos vemos a justiça de Deus a ser, digamos assim, demonstrada.

E, então, aqui no versículo 14, Paulo começa com uma pergunta. Que diremos, pois, aqui está a pergunta, que há a justiça da parte de Deus? De maneira nenhuma. Portanto, estamos a falar aqui da justiça de Deus.

Vamos, então, pensar um pouco. Vamos racicionar um pouco. Deus seria injusto se tivesse escolhido algumas pessoas para a salvação e condonado outras para o Lago do Fogo, sem dar a esses outros uma oportunidade da salvação.

Nesse caso, Deus estaria favorecendo uns em detrimento de outros. Então, ele estaria fazendo a sessão de pessoas, mas Deus estará a fazer isto com justiça. E, por isso, nós, na Igreja, entendemos que há períodos neste processo de juízo e que hoje não é o único dia de salvação. Deus considerará uma oportunidade de salvação a todos. Uns hoje, os que estão na Igreja hoje, como vemos em primeiro Pedro 4,17, se não estou enganado que é esse versículo, mas os outros terão esse priordo, esse processo de julgamento de juízo mais adiante, mais tarde. Ora, visto que a Bíblia fala de predestinação, qual é o verdadeiro significado da predestinação, do termo predestinação, quando é usado na Bíblia?

Isso quer dizer, em primeiro lugar, que todos os seres humanos, homens e mulheres, estão predestinados a virem a ser filhos ou filhas de Deus, no rei de Deus. E, por isso, todos estão predestinados a ter uma chance de salvação. Todos serão tratados igualmente. Por isso, todos os homens estão predestinados, uma vez mais, a ser filhos e filhas de Deus. Mas, em segundo lugar, é quando é que essa oportunidade, essa chance, será estendida?

Ou, em outras palavras, quando é que Deus vai abrir o entendimento das pessoas, chamando as pessoas para entenderem a verdade, porque vocês sabem, quando uma pessoa lê a Bíblia, lê a Bíblia, não está a ser chamado, muitas dessas coisas a pessoa não entende. Mas, um dia, quando Deus chama e nos abre a mente, então as coisas é como se fosse uma luz, então, começamos a entender a Bíblia de uma maneira que não entendíamos previamente. E, por isso, quando é que essa chance é estendida às pessoas? Quando é que ele vai chamar ou abrir a mente para essas pessoas entenderem?

Ora, o fato é que ele escolhe alguns para abrir a mente deles agora.

E ele decidiu outros para abrir a mente deles, na outra altura.

Ora, se uma pessoa não entende isto, e se parece ser injusto, porque é que alguns estão entendendo e os outros não entendem, mas Deus não tem qualquer injustiça, ou iniquidade, ou maldade. Isto é, noutras palavras, as pessoas não estão entendendo o plano de salvação de Deus.

Por isso este capítulo, o capítulo 9, é um capítulo difícil para os teólogos explicarem, porque eles tentam, entre aspas, digamos assim, defender Deus, sem entenderem o que Deus está a fazer. Sim, porque não estão entendendo a primeira justiça de Deus. Isto é, que ele não favorece uns aos outros. Deus trata todos com justiça, com retidão, de acordo com o caráter de Deus, que é amor para todos. E segundo, Deus não entendem o juízo de Deus.

Isto é este processo de as pessoas entenderem a verdade, e terem uma oportunidade de se arrependerem, e depois haver um julgamento final.

E parte deste processo, é que as pessoas não entendem o significado da segunda resolvição.

E, por isso, quando o lemos para hábulas como em Mateus 13, versículo 13 a 15, que é citado de Isaías 6, versículo 9 a 10, vê-se que muitas pessoas estão cegas, espiritualmente, porque não estão a entender este grande plano de Deus.

E, por isso, na realidade, não estão a entender o significado do juízo do trono branco. Muitas pessoas, que eu já encontrei, disseram, olha, essas pessoas todas já tiveram uma chance nesta vida, porque simplesmente ouviram a palavra Deus, ou simplesmente ouviram o nome dos Cristo, por isso, acreditaram ou não acreditaram, por isso tiveram a chance. Mas, irmãos, isso não é uma decisão, um entendimento completo dessa pessoa, de quem é Cristo e do que Deus está a fazer. E, por isso, quando perguntamos a essa pessoa, então há certas tribos ou crianças que morreram quando eram pequenas, antes de entenderem a verdade, alguns até antes de poderem falar, como isso é justo. Então, essas pessoas não têm resposta, ou criam uma resposta, ou vários tipos de resposta, mas não são profundas e não são sábias respostas.

Por isso, irmãos, Deus é fiel e Deus é justo, tem justiça no que Ele está a fazer. E todos temos ou teremos uma oportunidade de escolher, mas é entendendo bem o que temos de escolher.

Há vários exemplos de pessoas, ou um exemplo que posso abordar, por exemplo, que é dos filhos e filhas de irmãos na igreja, porque há muitos jovens que não nascem, ou que não cresceram, dentro da igreja, ou com membros da igreja, dentro da igreja. Por isso há crianças que estão fora, ou outros que estão na igreja, digamos assim, porque cresceram com famílias na igreja. E mesmo assim, aqueles que nasceram na igreja, há alguns, nem todos, mas alguns que não permanecem na igreja. Sim, uns permanecem, outros não.

Ora, isto é um ponto muito importante, que as crianças de filhos de pais que estão na igreja sejam só um pai ou ambos os pais. Então, digamos assim, chamados, porque se lembram, por exemplo, em 1 Coríntios, capítulo 7, versículo 14, 1 Coríntios, capítulo 7, versículo 14, diz porque o marido descrevente é santificado pela mulher, e a mulher descrevente é santificada pelo marido. De outra sorte, ou de outra maneira, os vossos filhos seriam imundos, mas agora são santos, isto é, agora são separados. Por isso, estes filhos e filhas de irmãos da igreja não estão separados de Deus, isto é, são chamados, são santos, pelo simples fato, pelo simples fato de um delas dos pais que está na igreja entender a verdade. E assim, não estão, digamos assim, cortados ou separados, ou nas palavras como lemos aqui em 1 Coríntios, não estão imundos. Por isso, digamos assim, estão chamados, podem vir a Deus, podem responder à chamada. E sim, cabe a esses jovens, filhos de irmãos na fé, responderem à chamada. E por isso estão, digamos assim, numa categoria diferente, como digamos assim, se fosse uma terceira categoria, um estão chamados e outro não estão chamados, mas eles já automaticamente estão nesta categoria que estão se chamados, porque são filhos de irmãos na igreja. Isso é o que lemos em 1 Coríntios 7-14, como expliquei. E por isso, aqueles filhos de irmãos na igreja estão abertos, o entendimento deles estão abertos à chamada de Deus, por causa dos seus pais. E isso tem esta benção de entenderem a verdade, mas tem que escolher esse caminho. Por isso, filhos de pais na igreja têm acesso, digamos assim, às duas árvores, às árvores da vida, ao fruto da árvore da vida, e à árvore de conhecimento bem e mal. Mas jovens no mundo visto a sociedade em que vivem onde cresceram, só têm acesso a uma árvore, a árvore de conhecimento bem e mal nesta era. Anúncia que tenham uma chamada especial. E sim, alguns jovens que vieram para a igreja sozinhos sem virem os pais.

Por exemplo, foi o meu caso, o caso da minha esposa. Víamos para a igreja sem termos vindo por causa dos nossos pais. Os meus pais, os pais da minha esposa, nós estávamos na igreja e viemos como jovens para a igreja. Mas, como estava a explicar, crianças e jovens de filhos na igreja têm automaticamente essa oportunidade agora, de ouvir a verdade. Isto é, estando presentes na igreja, ouvindo várias mensagens, tem oportunidades de ir à festa. E, por isso, estão assim, digamos assim, num grupo, digamos assim, diferente. São santos, como lemos em 1 Coríntios capítulo 7, por si, no 14, há pouco são santos. E, por isso, podem ver e experimentar o caminho de Deus em ação.

Por causa disso, têm acesso à ar da vida e podem responder à chamada. Agora, se já em responder, ou não, é decisão deles. Porque, lembra-se, Deus trabalha através de famílias. E todos nós temos a oportunidade, como membros na família, na nossa família, temos a oportunidade agora de entender a verdade, particularmente os nossos filhos.

E depois, também, lemos, por exemplo, a parábola das podas do filho em Mateus 22, do versicluão a 14. E vê-se que várias pessoas são chamadas e rejeitam a chamada. Não, eu não quero ir porque vou fazer isto, vou fazer aquilo, ou tenho de fazer esta coisa, e rejeitam. E a chamada continua a ser feita. A chamada, o convite, continua a ser feita. É como, digamos assim, um telefonema de telemarketing, de telefone, ou, olha, não estou muito interessado, desliga-me. E quantas pessoas são, digamos assim, contatadas, pela, por exemplo, pelos nossos sermões, pela nossa site, pela revista a Boa Nova? Quantas pessoas houvem, ou não das palavras, estão a ser chamadas? Este convite está a ser feito a eles, mas não respondem. E está claro, quando uma pessoa não responde, uma pessoa automaticamente está a causar que a pessoa não entenda mais, por não estar a responder à chamada. Porque quando uma pessoa é convidada, vai dar aqui aos passos, e depois vai reconhecer, vai ter como vencer a Deus, e então vai crescendo, na verdade, que é este, digamos assim, este círculo de crescimento faz uma coisa e depois a gente entende melhor e depois vai fazer outra e vai crescendo, na verdade. Então Deus vai ajudar essa pessoa. Mas se não estão a praticar e estão a, por exemplo, não atendem aos cultos, não houve os cultos, não vão à festa, então, estão a andar para trás, em vez de estarem a andar para a frente. E por isso é muito importante respondermos à chamada. É a nossa responsabilidade. E conforme vamos respondendo à chamada, vamos entendendo melhor, e por isso as pessoas depois chegam a um ponto em que, oh, estão prontos para se comprometerem neste caminho. Por isso, para os jovens da igreja, digamos assim, o terreno é mais fértil. Quer dizer, têm oportunidade. Por causa do ambiente familiar deve ser, ou pelo menos deveria ser um, se for, ou seja, mais fértil para crescerem, mas a responsabilidade está em cada um, individualmente, de responder. Em Atos 2, versículo 39, vemos aí quando Pedro deu este discurso de Epentecostes, e disse que as pessoas tinham que se arrepender, quando disseram o que vamos fazer, têm que se arrepender, e ser batizadas para receber a Espírito de Santo Deus. E depois diz no versículo 39, porque a promessa vos diz respeito a vós, a vós seus filhos e a todos os que estão longe, e a tantos quantos Deus o nosso Senhor chamara.

E, irmãos, nós estamos longe, do tempo da era em que Pedro falou, que foi quase a dois mil anos, e por isso nós estamos longe, mas Deus nos chama, e por isso nós temos que responder a essa chamada.

Por isso vemos aqui que Deus está a chamar muitas pessoas, nem todos respondem agora, vão ter que responder um dia no futuro, ou pelo menos entender isso melhor, mas Deus não é injusto, isto é a justiça de Deus.

Então, voltando a Romanos 9, versículo 14, esta pergunta que diremos pois, há a injustiça da parte de Deus de maneira nenhuma, de maneira nenhuma. A eleição, isto é, o chamado, aqueles que são escolhidos, são chamados e respondem, por isso são escolhidos, é uma questão da vontade de Deus, de quem Ele vai chamar, e também é uma questão de nós respondermos essa chamada.

Se Deus é justo, Deus nos chama, mas nós também temos que responder essa chamada. Ora, isto está ao ponto acerca da justiça de Deus. Se Deus só chamasse aquelas que, digamos assim, fossem, entre aspas, boas pessoas, que fazem o que é correto, então ninguém seria chamado, porque todos pecamos, todos fomos injustos. Então Deus vai chamar a todos, vai dar oportunidade a todos de se arrependerem, de se comprometerem, e por isso a chamada, e voltando a este ponto, é a Deus injusto, a chamada não é uma questão da nossa justiça, da nossa sermos entre aspas, boas pessoas, da nossa bondade, ou da nossa nacionalidade, mas a chamada é uma questão da justiça de Deus.

Ele é justo, é reto e ele se chama de acordo com o seu caráter, a característica dele e qual é a característica de Deus.

É amor, Deus é amor. E por isso Deus vai dar a todos uma oportunidade, não é simplesmente, olha, você ouviu o nome Jesus e pronto, agora, entendeu? Porque você não fez nada com isso, não. Vai dar a todos uma oportunidade plena, profunda, clara, de que a pessoa entendeu bem e que teve a oportunidade de aceitar isto é responder essa chamada e atuar de acordo com essa chamada, ou agora ou no futuro. Sim, alguns responderam agora, outros responderão no futuro, possivelmente, uma segunda resurreição. Depois de morrerem, nunca responderam a chamada, então vai haver uma segunda resurreição depois de milênio e então vão responder essa chamada, porque todos terão o seu chamado individual de Deus, a hora de Deus.

Então, no versículo 15 diz assim, pois diz a Moisés, então aqui Paulo está a citar ex-2, 33, versículo 19 e diz assim, ex-2, 33, versículo 19, diz assim, e disse, eu farei passar toda a minha bondade por diante de Ti e proclamarei o nome do Senhor diante Ti e terei-me as recordes de quem eu tiver-me as recordes e me compadincerei de quem eu me compadincerei.

E por isso, isto é aplicado ao que Deus está fazendo agora. Deus vai dar a misericórdia agora àqueles que Ele decide agora e por isso lemos no versículo 16. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus que se compadece. É Deus que demonstra misericórdia agora com certas pessoas. Ele demonstrará misericórdia mais tarde, mas a misericórdia demonstrada agora, isto é, o chamado e a conversão dependem de Deus, não do ser humano. Dependem de Deus de acordo com Sujustiça. A nossa parte é responder à chamada, mas esta misericórdia é oferecida a certas pessoas agora de acordo com vontade dela.

Por quê? Por causa do caráter de Deus, que é amor para todos, e Ele vai estender essa misericórdia a todos, uns agora e outros mais tarde.

E por isso, irmãos, é importante entendermos, digamos assim, este pilar, este ponto central e fundamental, é como se fosse esta coluna vertebral forte do plano de Deus, da justiça de Deus, da retidão de Deus baseado no seu caráter, que Deus dará a oportunidade de salvação a todos. Deus chamará a todos, mas o quando é decisão dele.

Ora, se formos ver isto tudo no grande plano de Deus, Deus, na maneira que vemos, simbolizando sete dias da semana, que representa um dia com mil anos, nos primeiros seis mil anos, Deus chama apenas aqueles que Ele quer que venham a ser as suas primícias. E, sim, Ele vai chamar algum e alguns não vão responder, então, chamam outros, porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos, como lemos em Mateus 22, da parábola das bodas do filho, muitos são chamados, mas poucos são escolhidos, então, Ele está a chamar para aqueles que serem escolhidos, que podem ouvirem a ser as primícias.

Isto é aqueles primeiros que vão estar no rei de Deus.

E, por isso, esses são os primeiros que está treinando, que vão ser os líderes no seu reino, o rei de Deus, que virá para a Terra para governar na Terra. Esses vão ser os líderes do governo de Deus na Terra, simbolicamente, como lemos em Apocalipse, a Noiva de Cristo.

Ora, continuando, então, no versículo 17.

Com o Novo versículo 16 vimos que Ele decide quem vai chamar, Ele é que vai mostrar, mas recordem agora com quem Ele decidir, versículo 17, porque diz a Escritura, a Faraó, para isso mesmo, me te levantei, para em ti mostrar o meu poder e para que o meu nome seja anunciado em toda a Terra.

Por isso, aqui vemos aqui o exemplo de Alzar o Egito, o Faraó, e esse é um exemplo do poder e da majestade Deus.

Quando Israel saiu do Egito, todas as outras nações ouviram e temeram.

40 anos depois, quando Israel chegou à Terra prometida, as nações ainda temiam, porque tinham ouvido os milares que Deus fez.

Por que? Para o nome de Deus ser respeitado pela Sua Justiça.

Por isso, aqui diz para mostrar o meu poder e para que o meu nome seja anunciado em toda a Terra.

Versículo 18, logo pois, compadé-se-se de quem quer e endurece a quem quer.

É a vontade de Deus, de acordo com a Sua Justiça.

Lemos em Exodus 8, versículo 15, 19 e 32, que fará o Enduro o Seu próprio coração.

Porque não respondeu, não, não respondeu.

E vemos, por outro lado, em Exodus 9, versículo 12, 10, versículo 1, 20 e 27. É a verdade, que depois Deus endureceu o coração de Faró.

Inicialmente, deu uma oportunidade e então Faró rejeitou, endureceu-se, endureceu-se.

Então, Deus disse, está bem pronto, então, vou endurecer o teu coração também.

Por isso, vemos que houve momentos em que Faró simplesmente se tornou teimoso e rejeitou os apelos de Moisés.

Depois houve momentos em que Deus endureceu o coração dele de Faró e por isso vemos que ambos aconteceram.

E por isso, agora, vemos assim que é a decisão de Deus, a justiça dele.

Agora, começando no versículo 19, Paulo inicia uma outra pergunta. Digamos assim, esta terceira secção da fililidade, da justiça e do juízo.

Agora, vai falar a seca do juízo, do juízo de Deus, no versículo 19 a 29.

E o que é o seu juízo?

O juízo de Deus é este processo de juízo de que Deus dá tempo para as pessoas mudarem, isto é, para surpreenderem, e depois, já ao fim de terem tempo de surpreenderem e de mudarem dos caminhos irrados para os caminhos certos, da natureza carnal para a natureza divina.

Depois de um certo tempo, vai haver, como o mente de Deus diz, chega e agora vou fazer um julgamento final para esta pessoa. Por isso, vemos aqui esta seca de versículo 19 a 29.

Isto é, este processo em que Deus dá tempo a cada um para uma aplicação prática do que a pessoa agora começa a entender por causa da chamada, para começar a praticar e viver o caminho certo e, para ao fim deste tempo, dar a cada um o que é devido a ele de acordo com os seus obras.

Sim, a misericórdia é gratuita, mas temos que responder a esta chamada e usar o Espírito Santo para mudarmos do velho homem para o novo homem. E, por isso, este ponte do juízo de Deus, o foco é que temos tempo para atuarmos, para provarmos e, finalmente, mudarmos porque vai haver um julgamento, uma decisão final. Por isso, lembramos agora o versículo 19, diz assim, termina-se, então, porque se queixa ele ainda? Portanto, ou por quanto, quei-te resistido à sua vontade? E, por isso, veja aqui, por que que há estas queixas? Por que que estão a resistir à vontade de Deus?

O argumento lógico é, olha, se Deus enduroceu a mente de alguém, como é que Deus pode estar a achar essa pessoa culpada, se foi Deus quem o enduroceu? Como é que Deus pode julgar essa pessoa corretamente?

E temos o ponto, é que nós temos uma parte no processo do endurocimento, porque, farão, oh, foi termoso, foi termoso, foi termoso e depois Deus já quer que pronto.

Então, agora, vou endurocer o teu coração. Nós temos a oportunidade, oportunidade, oportunidade, a arrependermos, mudarmos, chegar ao ponto em que Deus diz.

Agora, continua então, na maneira que queres ir e o coração fica endurecido.

Por isso, nós temos uma parte, uma responsabilidade neste processo. Certamente, farão teve a sua parte.

Por isso, vemos aqui, se estivermos a ler quando Israel saiu do Egito, houve momentos em que Moisés disse, deixa o meu povo ir.

E, farão, oh, disse, sim, está bem, sai. Mas depois, ele enduroceu o coração pensando, talvez, olha, vou deixar todos os trabalhadores saírem do Egito, não posso fazer isso. Então, voltou a ficar temmoza. O ponto é, irmãos, quem é que nós somos para estar a argumentar contra Deus e estar a argumentar da maneira que Ele está fazendo as coisas?

Como é que nós podemos argumentar contra a ação justa de Deus? Como é que Deus está a pôr em prática, o que para Ele é justo? Como é que podemos argumentar?

Não nos podemos queixar disso. Quem somos nós para dizer a Deus como executar o seu plano e seu propósito? Veja aqui, no capítulo 20, a perdão, no veículo 20, do Romano 9, mas, oh, homem, quem é que tu que a Deus replicas? Quem é que somos nós para estar a dizer, não, Deus estás a fazer mal, deve fazer-te neste momento? Não.

Então veja no resto do veículo 20 e 21. Proventura, a coisa formada dirá ao que a formou, porque viseste assim, ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para a honra e outro para a desonra?

Deus, Ele é que tem o poder de decidir como trabalhar com as pessoas. Veja, em exagias 45, versículo 9, diz assim, Ai daquele que contente com seu criador e não passa de um caco entre outros cacos de barro, dirá ao barro, ao que o forma que fazes ou a tua obra, não tens mãos?

Quer dizer, nós somos o barro, não temos direito de dizer ao oleiro como formar o barro, o barro. Tem o vaso direito de dizer, não gosto de modo como estás a fazer? Deus concebeu este plano de salvação.

Ele nos fez pessoas físicas.

E se Deus não chama todos nesta era, existe uma razão muito válida para ele fazer isso.

Também lemos, por exemplo, em Germias capítulo 18, versículo 1 a 6, diz assim, fui à casa do oleiro, como o vaso que ele fazia de barro se quebrou na mão do oleiro, tornou a fazer-o dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos seus olhos fazer.

E depois, no versículo 5, diz, então, veio a mim a palavra do Senhor dizendo, por símbolo 6, não podrei eu fazer de voz como fez este oleiro, ao casa de Israel. Diz-se-lhe, é isto que, como barro na mão do oleiro, assim sois voz da minha mão, ao casa de Israel.

Deus tem um plano de eleição.

Deus vai chamar todos.

Mas, para a maioria das pessoas, de acordo com a sabedoria de Deus, Ele chamará essas pessoas quando será a melhor ocasião para essas pessoas.

Se Deus estende essa salvação a todos agora, o resultado final haveria mais perdidos, que não seriam salvos, ou que isto é mais pessoas que rejeitariam o caminho de Deus.

Porque o que temos agora?

Temos agora os seres humanos a viver uma vida física agora, estão a experimentar o seu próprio caminho errado, e, sim, estão a seguir o caminho errado, e, sim, estão a sofrer as consequências deste caminho.

Mas, quando Deus os chamar e revelar em essas pessoas o caminho certo, mais tarde na vida de Deus, ou na segunda resurreção, então, essas pessoas têm experiência, porque viram o caminho errado e vão dizer, olha, o caminho de Deus é melhor, eu vou me arrepender.

Vão, então, fazer uma escolha com sabedoria, com experiência, e, então, receber o perdão de Deus e o poder de Deus, que é o Espírito de Santo Deus, para vencer as fraquezas da carne.

E, assim, essas pessoas, depois de terem experimentado o caminho errado e visto e sofrerem os frutos deste caminho errado, quando virem que há uma melhor opção, por exemplo, na segunda resurreção, vão ter a oportunidade de ver os frutos na primeira vida física, agora na segunda vida física, a primeira oportunidade de entenderem a verdade. Isto será a primeira chance, porque na primeira vida física não tiveram uma chance, porque não tinham sido chamados, não tinham entendido a verdade, não tinham respondido a essa verdade. Mas, agora, na segunda vida física, vão ser chamados, a mente vai ser aberta, vão entender a verdade, vai ser a primeira vez que terão a oportunidade de entenderem o caminho certo.

E, a primeira vez que vão ter a oportunidade de se arrepender, de receber a misericórdia de Jesus Cristo, com pleno entendimento, pois, previamente, foi tudo em ignorância do Plano de Deus. E, assim, o resultado deste momento, deste Plano de Deus, é que mais pessoas resultarão em ser salvas ao fim deste período que Deus dedicou, de 7 mil anos, para esta salvação do homem. E isso, então, é o juízo de Deus. O julgamento sabe de Deus, de dar tempo para as pessoas entenderem, plenamente, mudarem, arrependerem-se, e, então, o julgamento final.

E, por exemplo, podemos perguntar, ah, eu sou mais idoso, por que que Deus não me chamou quando era mais jovem, ou mais novo? Bom, talvez, se fossemos chamados antes, quando éramos mais novos, talvez viríamos a rejeitar o caminho de Deus, ou imediatamente, ou mais adiante.

E Deus, na sua sabedoria, sabia a hora correta de nos chamar de abrir a nossa mente a este entendimento. Então, o que Deus está fazendo? Deus sabe o que é melhor para nós. E, por outro lado, então, por que somos poucos? Porque nós somos aqueles que estamos a ser preparados para ser os professores, os reis e os sacerdotes no mundo da manhã. E todo mundo é professores, são aqueles selecionados e leitos para essa responsabilidade.

Como, por exemplo, quando você vai para a escola, para uma faculdade, é preciso ter professores, professores que estão capacitados a ensinar corretamente. E assim nós, na ressurreição, seremos imortais e teremos a oportunidade de lidar com seres humanos. Nós conheceremos o plano de Deus. E, por que passámos por estas dificuldades, vamos ter mais empatia, mais simpatia. E vamos ensinar com carinho, vamos ser para mostrar simpatia e empatia para com as outras pessoas. Quanto mais tempo eu estou na igreja, mais entendo que preciso ter mais simpatia e cuidado com outras pessoas. É uma coisa que crescemos nesse entendimento.

Porque nós passámos e temos e tivemos problemas. Porque sim, entendemos as pessoas com os outros problemas e temos simpatia e empatia com elas. E, por isso, quando ajudamos outras pessoas, não é simplesmente uma coisa de teoria, mas uma coisa de prática. Porque nós já experimentámos estas coisas, já tivemos experiência e, por isso, temos esta empatia com as outras pessoas. Não seremos como os ágeos, que nunca foram seres humanos, nunca sentiram estas dificuldades físicas e não podem ter esta simpatia com outras pessoas, porque não tiveram essas experiências. Por isso é que Jesus Cristo veio para a Terra para ser o nosso sumo sacerdote.

Amoroso viveu na carne, sofreu, teve que resistir. Portanto, ele tem compaixão e simpatia especial para conosco. Jesus Cristo, então, falando espiritualmente, é o marido espiritual da igreja. Ele se teve na carne. Nós, como a esposa espiritual, a noiva, as primícias que vivemos e sofremos coisas na carne, nós nos casaremos, em analogia, figurativamente, e nós, os suscitados, digamos assim, figurativamente, a esposa, ajudaremos o marido a trazer filhos à glória.

E todos aqueles no milênio e no juízo do grande trono branco, serão, digamos assim, entre aspas, como se fossem nossos filhos. Está claro, são filhos de Deus, mas são, digamos assim, uma maneira de falar, nossos filhos, porque nós os ensinámos neles. Está com o Paulo disse, por exemplo, de Timótipo, o meu filho, porque ele foi, digamos assim, um professor para ele. E assim vemos uma progressão muito lógica no plano de Deus e no seu propósito. E está claro, pode haver outras razões, que não entendemos, mas isto é um ponto básico simples aqui. Então, continuando, no versículo 22 a 24.

E que direi-se a Deus querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita paciência os vasos da ira preparados para a perdição. Sim, por exemplo, Deus trouxe ira.

Por exemplo, a Farahó, a Hamá, lembra-se da história de Esther, fomos, digamos assim, vasos da Zorra, vasos da ira.

Mas, versículo 23, para que também desce a conhecer as riquezas da sua glória nos vasos de Misericórdia, para que a glória, já adantes, preparou.

Nós, o vosso ser e eu, o negrês, somos esses vasos da Misericórdia, da Misericórdia, o que diz aqui no versículo 24, os quais somos nós, vasos da Misericórdia, a Misericórdia que nós recebemos.

Essa Misericórdia será, eventualmente, estendida a todos. Diz assim, a quem também chamou, não só dentro dos judeus, mas também dentro dos gentios. O judeus está a demonstrar, esta Misericórdia, a pessoas de todas as raças, judeus e gentios. E por isso, lemos aqui, em versículo 25, como também diz em Ozeias, chamarei meu povo, ao que não era meu povo, e amada, a que não era amada. Em Ozeias capítulo 1, versículo 10, lemos, todavia, o número dos filhos de Israel será com a marea do mar, e no lugar onde se lhes dizia, vos, não sois meu povo, se lhes dirá, vos sois, filhos do Deus vivo.

Isto é, os gentios, que não eram o povo de Deus, parte da descendência de Israel, agora são filhos de Deus vivo, porque são, inclusive, nesta videira, digamos assim, versículo 27 a 28.

Também, o Izeias, que chama, acerca de Israel, ainda que o número dos filhos de Israel seja com a marea do mar, o remanescente é que será salvo. E versículo 28, porque ele completará a obra e abrevia-la-á, em justiça, porque o Senhor fará breve a obra sobre a terra.

Em Izeias 10, versículos 22 a 23, diz assim, apenas um remanescente será salvo. Nesta vida, haverá um pouco de Israel, um remanescente Israel, que sim, que será chamado e será salvo nesta era, nesta vida. Mas, como lembramos, em Romanos 11, versículo 25 e 26, vai haver um tempo futuro da conversão nacional de Israel. Mas isso era no futuro, na segunda ressurreição, mas não é agora.

E também, no milênio, está claro, versículo 29, e como antes disse Izeias, se o Senhor dos exércios não nos não deixar a descendência, teríamos tornado como Sadoma e teríamos sido feitos como Gomorra. Isso é extraído de Izeias 1, versículo 9, se o Senhor dos exércios nos não deixar algo rumoante, já como Sadoma seríamos, e semelhante a Gomorra. Isto é, os Israelitas seriam completamente destruídos, mas haverá uns sobreviventes, um assimento de Israel nesta era.

O resto será salvo na outra era.

Por isso vemos aqui que Paulo está a defender o caráter e o propósito de Deus, mostrando primeiro a sua finalidade, versículos 4 e 13, a sua justiça, versículos 14 e 18, e o seu juízo, justo o seu julgamento, o seu processo, dos versículos 19 e 29. Por isso a rejeição de Israel ao chamado, a eleição de Deus, apenas prova a finalidade de Deus, a sua justiça, isto é, a sua maneira reta e o seu caráter de amor, e o seu juízo justo, isto é, o seu processo de dar tempo a cada um para a aplicação do que é certo, isto é, dar tempo a cada um para o arrependimento e depois, em segundo lugar, haverá neste processo um julgamento final. Sempre com intenção de realizar o seu propósito. Isto é, para trazer o máximo número de pessoas à glória, como filhos e filhas de Deus. Em Romanos 3, versículos 3 a 4, diz assim, pois que, se alguns foram incrédulos, a sua incredulidade aniquilará a filhidade de Deus de maneira nenhuma. Se os esrelitas foram os audientes, mas Deus é fiel e Deus os vai trazer ao arrependimento um dia mais tarde e, por isso, vemos, então, a graça de Deus, como explica aqui nos versículos 30 a 33. No versículo 30 diz que diremos, pois, que os gentios não buscam a justiça, alcançaram a justiça? Sim, mas a justiça que é pela fé. Os gentios receberam a justificação pela fé. No versículo 31, mas Israel, que buscava a lei da justiça, não chegou à lei da justiça. Os esrelitas tinham a lei, mas não obedeceram. No versículo 32, por quê? Porque não foi feita pela fé, mas como que pelas obras da lei, pois tropissaram na pedra de tropeço? Os esrelitas buscaram a justificação pelas obras, não pela fé. Eles tropissaram em Jesus Cristo, uma pedra de tropeço para eles. No versículo 33, como está escrito, antes que eu ponho em si uma pedra de tropeço e uma rocha de escândalos, e todo aquele que quer, perdão, e todo aquele que crer nela, não será confundido. Israel não creou, não confiaram em Jesus Cristo e foram confundidos, foram envergonhados. Mas se nós queremos, se nós confiarmos em Jesus Cristo, não seremos confundidos ou envergonhados.

Por isso, em conclusão, a rejeição de Israel a Cristo não nega a finalidade de Deus, não nega o seu plano e o seu propósito para a humanidade. Ele cumprirá o seu plano. Deus é fiel. Ele vai atuar e está atuando com justiça. E o seu juízo, o tempo de processo de juízo e juízo final, é justo. Ele, Deus, é gracioso. Por isso, irmãos, podemos ter completa confiança nas promessas de Deus.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).