Romanos 13:1-14 - Estudo Bíblico

Submeter às autoridades

As autoridades existentes foram instituídas por Deus. Precisamos nos submeter às autoridades. Portanto, deem a cada autoridade o que lhe é devido. Não devam nada a ninguém, a não ser o amor mútuo. O amor é o cumprimento da lei de Deus. Façam isso sabendo que o tempo está próximo. Não há tempo a perder. Não deem atenção aos desejos da carne.

Transcrição

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Depois de Paulo explicar o plano de salvação de Deus e como a fililidade e misericórdia e amor de Deus para com todos permanece, Paulo destacou princípios muito importantes de como vivermos, sobre como cumprirmos a vontade, que é a vontade aceitável e perfeita de Deus o Pai. Então, em Romanos 12, depois de abordar os deveres como cristãos, ele mencionou-nos recíclus 1 a 2, que precisamos ser um sacrifício vivo, andarmos numa nova vida fazendo a vontade a Deus.

Recícule 3, para fazer isso com muderação, servir o corpo de Cristo conforme o que Deus nos deu. E também, recícule 5 a 8, que todos temos funções diferentes neste corpo de Cristo. Então, precisamos demonstrar uma afeição, um amor, uma gentileza, não em hipocrisia. Recícule 11 diz para não sermos preguiçosos, pervosos, em 12 diz em esperança, mesmo quando estamos debaixo de testes e provações. E em recícule 3, dizendo boas obras para aqueles que tenham necessidade.

Recícule 14 a 16, precisamos ter a mesma mentalidade, a mesma maneira de pensar, reurgizando ou chorando conforme as situações com os irmãos e associando-nos com aqueles humildes, estar com eles, apoiarem eles. E conclui o capítulo então para estarmos em paz e prevencermos o mal com o bem.

Ora, aí vemos que Paulo está a falar a seca de um processo de transformação para sermos perfeitos como Deus é perfeito. O aliás, está falando a seca da ética cristal. Hoje, então, vamos avançar para o capítulo 13, que mostra a nossa conduta moral para com o mundo, para com as pessoas do mundo, para com o país em que vivemos, para com as autoridades no país.

E, por isso, pode ser chamado um capítulo que mostra como Deus está envolvido neste mundo e como precisamos estar sujeitos às autoridades. Está claro, não devemos estar no mundo, não devemos ser do mundão, nem devemos estar conformados ao mundo, como lemos em Romanos 12, por século 2, mas há sempre um envolvimento de Deus com as pessoas no mundo, do modo ou do outro, do nível ou outro. Por exemplo, quando lemos em Daniel, acerca da imagem do ouro em Daniel, vemos que Deus mostrou a Daniel como Deus estava a interagir com Nabacudu Názar.

Vejam em Daniel 2, versículo 28, 2, que lemos, mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios. Ele, pois fez saber ao rei Nabacudu Názar o que há de acontecer nos últimos dias.

O teu sonho e as visões da tua cabeça que tiveste na tua cama são estes. Então, Daniel fez conhecer ao rei Nabacudu Názar o que Deus estava a revelar, mas vemos aqui que há uma interação entre Deus e pessoas do mundo, ou neste caso com o rei Nabacudu Názar, e vemos por isso que Deus está envolvido num certo grau ou outro, de uma certa quantidade ou outra, está envolvido nas nações e nos líderes das nações.

E por isso vimos, por exemplo, aqui a situação do rei Nabacudu Názar, que ela, em última análise, é através dele da linhagem dele que isso conduz à abesta durante o tempo do fim, e por isso há claramente uma intervenção de Deus com o que está a acontecer no mundo. Ora, este princípio está claro de respeito às autoridades, que vemos aqui em Romanos capítulo 13, versículo 1, diz assim, que a alma esteja sujeita às autoridades superiores, está claro, isto pode se aplicar à própria autoridades na igreja.

Mas aqui Paulo não está primariamente a falar de sujeitarmos às autoridades da igreja, sim, está claro, isso é aplicável também. Mas, quando diz assim, porque não há autoridades que não venham de Deus e as autoridades que há foram ordenadas por Deus, as autoridades que foram, ou que existem, os líderes e as autoridades que existem foram ordenadas ou estabelecidas ou pelo menos permitidas por Deus, de uma maneira ou de outra, de um modo ou do nível porque Deus, ao fim de contas, permite que certas coisas aconteçam ou ele mesmo pode ser, que esteja a estabelecer aqui, porque diz que foram ordenadas por Deus.

Por isso vemos que Deus é a fonte de toda a autoridade. Deus estabelece ou permite reis ou governantes e os de Ruba mesmo, por exemplo, dentro de grupos de famílias. E assim vemos, quando olhamos aos líderes destas nações dos países, que existem certas pessoas que foram postas em autoridade que Deus permitiu e muitos desses, muitas vezes, abusam esse poder ou essa autoridade. Por outros lados, às vezes, permitem pessoas que sejam ainda mais corruptas que venham a governar.

E isso, vence, por exemplo, no livro de Daniel, está a falar de várias bestas, digamos assim, entre bestas ou, digamos assim, animais, que estas pessoas são como se fossem completamente animais a governar. Continuando, então, a ler no versículo 2. Por isso, quem resiste à autoridade, resiste à ordenação de Deus e os que resistem, trarão sobre si mesmos a condenação. E, por isso, vemos que resistir a essas autoridades traz uma condenação de Deus. Não está a dizer que essas autoridades sejam boas pessoas, não, mas Deus permite e permite que certas autoridades estejam a governar. Continuando no versículo 3.

Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faz-o bem e traz louvor dela. E, por isso, vemos aqui que poder é confiado a estas autoridades, a estes líderes. E, de uma maneira geral, estes líderes deviam estar nessas posições para beneficiar a nação, ou o país, ou a província, ou a zona federal, ou seja, aí a zona do estadual, ou a comunidade. E não estão aí nessas posições para o próprio autor emgradecimento. Mas, na realidade, há certas pessoas que são extremamente más, mas Deus permite isso e Deus instituiu que haveria também leis civis, organizações e poderes de defesa civil, ou uma estrutura básica de autoridade. Por isso, em dias por cujos magistrados, até esses níveis de organização, Deus está envolvido. Eu tive experiência, quando vivia na África Sul, de ouvir certas pessoas falarem, a seca de que poderia ser, por em simplesmente, intervenção angélica em certas guerras, por exemplo, na guerra Anglosulo, que algumas pessoas que eu falei disseram, dos seus antepassados, que viram estes exércitos de tropas, de cavalos brancos, se coincindar uma certa área, e também ouvir certas histórias semelhantes a essas durante a Segunda Guerra Mundial. Está claro, não sabemos se estas coisas são completamente verdade ou não, mas dá simplesmente uma ideia de que é possível que Deus tenha intervindo em certas situações para ter um certo resultado final de acordo com a vontade dEle. Por exemplo, o próprio estabelecimento do Brasil. Há certas coisas que aconteceram aí para o estabelecimento do Brasil como uma nação, ou por exemplo, a independência africana de vários países, que são coisas que Deus permitiu e que a um nível maior ou menor que nós não sabemos, Deus podia ter estado envolvido. Também a história da nação de Israel, ver se que Deus esteve envolvido nisso, porque? Para cumprir a profecia, para cumprir a vontade dEle profética. E por isso diz aqui, no versículo 3 está a concluir, queres tu pois não também a autoridade faz o bem e traz louvor dela. Isto é uma declaração, está claro, genérica, de uma maneira geral, dizer que se respeitar as autoridades, vai ser recondecido com, digamos assim, um bom vizinho que não está a perturbar a paz e por isso há uma certa, digamos assim, recompensa por causa disso. Versículo 4, porque ela, esta autoridade, estes magistrados, estas autoridades, ela é ministro de Deus para ter o bem. Mas se fizeres o mal, tema, pois não traz em vão a espada, porque é ministro de Deus e vinha dor para castigar o que faz o mal. E por isso é uma responsabilidade que Deus permitiu e que precisamos de respeitar, porque tem uma certa responsabilidade de executar justiça.

O versículo 5, portanto, é necessário que lhes estejas os digais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência. Precisamos de estar sujeitos, porque Deus instituiu, porque Deus permitiu e quando as pessoas estão a ir contra essas autoridades, está claro, desde que estejam dentro das leis de Deus, estão a pecar contra Deus. E também diz aqui, mas também pela consciência. A consciência de uma pessoa pesa poderosamente sobre aquela que tem temor de Deus. E por isso a nossa consciência, através da Guia do Espírito de Santo Deus, muitas vezes nos guia por ações de respeito às autoridades de acordo com os princípios de Deus. No versículo 6, por esta razão, também pagam as tributas, por isso pagam impostos, porque são ministros de Deus, entendendo sempre a isto mesmo. Lembrem-se, lembrem-se, então, da história de que aquelas pessoas vieram a Jesus Cristo, a perguntar se deviam pagar impostos ou não. Então, Jesus Cristo disse, olha, dá-me uma moeda. Ele, então, disse que é que veja aí a cara de pessoa que está na moeda. Eles disseram, olha, é de César, e então, Jesus Cristo disse em Mateus 22, 17, 21, dá a César o que é de César, e dá a Deus o que é de Deus. E, por isso, Jesus Cristo apoiou, digamos assim, o princípio de que devemos pagar impostos. Mas aqui em Romano está a liserva também a mesma coisa, continuando agora no versículo 7.

O cargo deve ser respeitado, veja aqui. Portanto, dá a cada um o que deveis, a quem tributo, tributo, a quem quer imposto, imposto, a quem temor, temor, a quem honra, honra.

Por isso aqui devemos que devemos de respeitar esses caros, essas posições de responsabilidade que as pessoas têm nessas posições de governo, seja local ou seja nacional.

Vejam também aqui em 1 Pedro 2, versículo 17.

1 Pedro 2, versículo 17.

Honrai a todos.

Amai a fraternidade.

Temei a Deus.

Honrai ao rei.

Aqui ve-se, uma vez mais, precisamos de honrar a todos e respeitar, honrar os líderes da nação.

Mas aqui vemos que há um certo equilíbrio, porque podemos lembrar da história do rei Saúl, que estava a tentar matar o rei David.

Mas que o rei David ainda não tinha sido estabelecido o rei sobre a nação de Israel, e então o rei David fugiu, digamos assim, para salvar ou poupar a sua vida, e por isso, ve-se assim que às vezes há necessidade de fugir ou para ter cuidado. Por isso há aquele certo equilíbrio nisto.

Por exemplo, se nós formos analisar a história da Igreja de Deus ao longo das eras, durante o tempo das eras dos anos depois de Cristo até aos anos de 1500, ou coisa assim, durante o período da éreia de uma média, tem sido basicamente uma história de estarem a fugir, de uma fuga.

Ora, por essa razão, é que não há muitos rastros, digamos assim, diretos, históricos para seguir a história da Igreja de Deus, por ter estado a fugir da falsa Igreja, ou da besta, ou destes governos que queriam destruir a Igreja. E por isso, ve-se aqui que sim, orrai todos os homens, orrai ou rei, mas que há um equilíbrio que, em certos casos, é necessário fugir desse governo que pode estar a ter uma intenção de matar os verdadeiros cristãos.

Só, por exemplo, durante os últimos, digamos assim, cerca de 300 anos, ou assim, desse nível, 200 ou 300 anos, tem havido uma certa liberdade para a Igreja de Deus realmente pregar o evangelho do rei de Deus ao mundo, porque previamente a Igreja de Deus estava a fugir, não tínhamos possibilidade, como a Igreja, de estar a pregar um evangelho ao mundo. Mas agora, mais recentemente, nos últimos séculos, é que esta oportunidade se abriu, particularmente depois da Segunda Grande Guerra Mundial.

Continuando agora a lê-la, então, no versículo 8 de Romanos 13.

Diz-a-ninguém de vez coisa alguma, a não ser o amor com que vos amais uns aos outros, porque quem ama aos outros, cumpriu a lei. É assim, por isso vemos que há uma dívida, que é a dívida de amar outra pessoa, ou de dar carinho e cuidado, de como falamos de outras pessoas com gentileza e não sermos bruscos ou algo desse modo. É uma coisa que devemos estar sempre, digamos assim, a dever, que é uma dívida de que temos de dar aos outros carinho, amor e respeito. É uma dívida que nunca se paga e devemos sempre ter sempre esta dívida de amar e cuidar dos outros.

E por isso, enquanto amamos outras pessoas, não vamos machucar essas pessoas, não vamos ferir essas pessoas. E por isso, a nossa responsabilidade, o nosso, como diz aqui, o que nós devemos fazer, a nossa dívida, é de cuidar dos outros, tanto quanto, ou mais do que quanto é, conforme é possível, cuidar dos outros, como cuidamos de nós mesmos. Precisamos cuidar dos outros acima de nós. É o que diz aqui, ser amor como que vos améis uns aos outros, porque quem ama aos outros procurou a lei. Porque? Porque a lei é amor. A lei define o amor. E por isso, quando diz ninguém de vaz, não devão a ninguém. Por exemplo, vejam aqui, em Deut. N. C. 24. Deut. N. C. 24, versículo 14. E 15. Deut. N. C. 24. 14. E 15.

Não oprimirás o diarista pobre, necessitado de teus irmãos, ou de teus estrangeiros, que está na tua terra e nas tuas portas. No seu dia, ele pagará-se a sua diária. E o sol não se porá sobre isso. Porque o que o pobre é e a sua vida depende disso, para que não clame contra ti, ao Senhor e à gente e em pecado. E por isso, você tem uma dívida, ou se deve um certo ordenado àquela pessoa, pague logo. Não esteja a oprimir essa pessoa que está contratada. Provermes 3 diz a mesma coisa aqui. Provermes 3, versículo 28 e 29. Diz sim. Não deixe de fazer bem a quem o merece, estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo. Não digas ao teu próximo vai e volta amanhã, que tu darei, se já o tens contigo. Por isso está a dizer que não devemos adiar quando podemos ajudar. Também, lendo aqui em Romanos 13, lemos aqui no versículo 8, diz assim.

Ao fim do versículo 8, cumpriu a lei. Sim, por quem ama aos outros cumpriu a lei. Cumprida lei. A lei é cumprida por uma palavra, por uma ação, ou modo da ação geral, que é amor. Luzem Galatas capítulo 5, versículo 14.

Porque toda a lei se cumpre numa só palavra nesta, amaraz ou teu próximo, como a ti mesmo. Vemos também em Culocesse capítulo 3, versículo 14. Que diz, havendo arriscado, perdão, capítulo 3, versículo 14, e sobre tudo isto, revestivos de amor, que é o vínculo da profeção. O vínculo da profeção, amor. Em primeiro timódio capítulo 1, aí vemos que Paulo está a dar uma instrução a timódio acerca desta carta e está a dar aos irmãos a timódio para ele praticar e ir na igreja em Ephesus, que não estava a viver. E aqui diz assim, no versículo 5, o fim do mandamento é um amor. O mandamento aqui está a referir-se à instrução de que Paulo estava a dar a timódio, esta instrução para não permitir que as pessoas tivessem a pregar outra doutrina, ou doutrina falsa. Por isso está azerar. O fim deste mandamento, desta instrução, é um amor de coração puro, porque doutrinas falsas só vão causar problemas. Mas o princípio geral é que o propósito da lei corre a lei de Deus, é amor. Em Tiago capítulo 2, versículo 9 está a falar acerca da lei real. Em Tiago capítulo 2, versículo 8. Todavia-se cumprir-se, conforme a Escritura, a lei real. Amarás-o ao Teu próximo, como a Ti mesmo, bem-faseis. Amar ao próximo, como a Ti mesmo, essa é a lei de Deus, a lei real. Continuando, então, a ler agora, aqui em Romanos, capítulo 13, versículo 9 e 10. Diz assim, com efeito, não adulterás, não matarás, não forterás, não darás falsos desdemunhos, não comissarás, e se há algum outro mandamento, nesta palavra se resumo, amarás-o ao Teu próximo, como o Ti mesmo. Todos estes mandamentos, os mandamentos da lei de Deus, são baseados no princípio de amor. O amor não faz mal ao próximo, de sorte que o comprimento da lei é o amor. Pode ser mais claro do que isso, acho que não. Paulo, aqui, as crederam aos Romanos, está a dizer muito claramente que a lei de Deus é amor, e por isso o amor e a lei estão andando na mesma direção. Então digamos assim, a puxar na mesma direção, e as pessoas, por longa ou não, faz o mandamento, as pessoas querem criar, fazer argumentos, mas vejamos aqui em Mateus 19. Mateus 19, século 18 e 19. Mateus 19, século 18 e 19. E ele disse, quais? Jesus disse, não amaterás, não cometerás no doutério, não forterás, não dirás falsos de estomunho, honra o teu pai e teu mãe, amará-se o teu próximo como eu tenho mesmo. Quais? Vocês são os mandamentos da lei de Deus. É muito claro. Vejamos também em Mateus 22, 36 a 40. Mateus 22, 36 a 40. Mestre, qual é o grande mandamento na lei? Jesus disse-lhe, amarás-se o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo semelhante a este é, amarás-se o teu próximo como eu tenho mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. Aqui vemos estes dois mandamentos, amar a Deus, amar ao próximo e isso é explicado em maior detalhe nos dez mandamentos. Também em João capítulo 14, João capítulo 14 versículo 15, João 14 versículo 15. Diz assim, se me amarais, guardai os meus mandamentos. Não sei se pode ser mais claro que isto. Se me amarais, guardai os meus mandamentos. E depois, no capítulo 15, versículo 10, diz assim, se guardar os meus mandamentos, permanecerais no meu amor. Do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos do meu pai e permaneço no seu amor.

E por isso vemos aqui, é muito claro, que a lei e os mandamentos estão a trabalhar em conjunto, só a mesma coisa, porque a lei é amor. Também em segundo João capítulo 1, segundo João capítulo 1, versículo 5, é 6. Segundo João capítulo 1, versículo 5, é 6. Diz assim, agora, e agora, Senhor rogdo, não como se escrevesse um novo mandamento, mas aquele mesmo que desde o princípio tivemos, que nos amemos uns aos outros. E o amor é este, que andemos segundo os seus mandamentos. Este é o mandamento, como já desde o princípio ouviste, que andais nela. Nada mudou, isto é o amor. E também, em primeiro João, uma ou duas páginas antes desta escritoria que acabamos de ler agora mesmo, primeiro João capítulo 5, versículo 2 e 3, diz porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos. Guardamos os mandamentos de Deus. Este é o amor de Deus e os seus mandamentos não são pesados. Viremos também Galatas, que geralmente é considerado uma epístola difícil de entender, mas Galatas capítulo 5, versículo 13. Diz assim, porque vos irmãos fostes amados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servivos uns aos outros pelo amor. E não vimos que o amor era a leste de Deus. Serviram aos outros pelo amor e por isso não dê ocasião ou oportunidade à carne. Isto é, para não estarem a seguir os caminhos da carne, as paixões da carne. Tiago capítulo 2, versículo 8 a 10. Diz assim, todavia se comprise, conforme a Escritura, a lei real, como li há pouco, amarás ao teu próximo, como eu tenho mesmo, bem-fazém. Mas se fazes a sessão de pessoas, como tens pecado e sou esconheonado pela lei contra as pessoas, porque qualquer que guardar toda a lei e tropeçarem um só ponto, trunou-se culpado de todos, falharem um só ponto. As pessoas diziam, mas não é preciso guardar o quarto mandamento, que é guardar o sábado. Mas o que diz? Tropeçarem um só ponto, trunou-se culpado de todos. E depois vemos também em Coríntios capítulo 13, que, digamos assim, é o capítulo do amor. E em Coríntios capítulo 13 está a descrever várias características do amor. Vemos lá, Coríntios capítulo 13, versículo 4, a 7.

O amor é sofrador, o amor é menino, o amor não é envejoso, o amor não trata com leviedade, não se ensubrebessa, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita o mal, não folga com a justiça, mas folga com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. E por isso aí estamos a ver, que o amor de Deus é a mesma coisa que observar as leis de Deus. É muito claro esse ponto. Continuando agora, então, em Romanos capítulo 13, versículo 11.

E isto digo, conhecendo o tempo, que já é a hora de despertarnos do sono, porque a nossa sensação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé.

E isso é igualmente verdade hoje em dia. Como lembramos, por exemplo, em Mateus 24, 42 a 44, diz, virá uma hora quando não está à espera, por isso tem cuidado, não está a se adormir. Também lembramos, em primeiro de serem licenças, capítulo 5, versículo 1 a 3.

Primeiro de serem licenças, capítulo 5, versículo 1 a 3.

Aí lemos, mas, irmãos, há cerca dos tempos e das estações não necessitais de que se vos escreva, porque nós, nós mesmos, sabéis muito bem que o dia do Senhor virá como um ladrão de noite.

Virá, isto é, uma hora que não está à espera, pois que quando disserem paz e segurança, então, lhe sobreviverá por pentina de destruição, como dores de parto àquela que está grávida e de modo nenhum escaparão.

Irmãos, é interessante que hoje em dia, nas nossas notícias, as pessoas estão a falar mais de paz do que, talvez, jamais nos anos anteriores. Há muita conversa acerca de paz, e ele diz, quando disserem paz e segurança, nós temos que a palavra ha, há paz, está em itálico, e por isso a palavra de haver paz, ou há paz, não está no original grego. E, por isso diz, por isso, quando disserem paz e segurança, não está necessariamente a dizer que há paz, mas, quando disserem paz e segurança, então, lhe sobreviverá repentina de destruição, destruição repentina.

É como aconteceu, irmãos, lembro-se dos dias de Covid, um dia estava tudo bem, e de repente, no dia seguinte, pff, estava tudo fechado. Foi uma coisa repentina, muito repentina. E, por isso, esta situação pode acontecer hoje em dia, do dia para o outro, muito repentinamente.

Continuada, então, a ler aqui, no capítulo 13, versículo 11 do Romanos, diz aqui, e te digo, conhecendo o tempo que já é hora de despertar o seu sono, porque, daqui, porque a nossa salvação está agora, mais perto de nós, de quando aceitamos a fé, porque está agora, a vinda de Cristo, a nossa salvação, está agora mais perto do que jamais esteve, está mais perto. Veja, por exemplo, em Ecclesiastes 9, versículo 10.

Ecclesiastes 9, versículo 10. Diz assim, tudo quanto tiver à mão para fazer, faz-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria, nenhuma.

Isto é um versículo muito importante que eu tenho tomado com muito cuidado isto, porque eu trabalho sempre pensando, tenho um pouco tempo, e por isso, conforme tenho forças, faço o que posso fazer, por que na sepultura, onde nós iremos, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria, alguma.

Para mim, isto é um versículo que me dá uma certa motivação de trabalhar forte durante os poucos dias que temos. Também é Lucas 21, Lucas capítulo 21, versículo 25 a 28.

Lucas 21, versículo 25 a 28 diz, e haverá sinais no sol, e na lua, e nas trelas, e na terra angústia das nações, em proplexidade, bravando o mar e as ondas, homens desmanhando de terror na expectação das coisas que se movirão ao mundo, porquanto os poderes de céu serão abalados.

E depois, continuando a dizer, então, verão vir o Senhor do homem numa nuvem, com poder e grande glória. Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhar para cima e levantar as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima.

Irmão, irmãos, hoje em dia vejo, há muitas coisas tristes que estão a acontecer à volta do mundo, a acontecer à volta de todos nós, e coisas assim.

E, de uma maneira geral, estamos muito sobre o jacecado da situação do mundo, a coisa está muito sério, e sim, devemos estar sérios, mas, por outro lado, levantar as vossas cabeças.

Isto não fiquem completamente desencorajados, porque a vossa redenção está próxima.

Porque, como lemos em Romanos 13, versículo 11, porque a nossa salvação está agora mais perto de nós, do que quando viemos para a igreja. Mas, a dia está mais perto. Em 1 Pedro 4, versículo 7. E já está próximo o fim de todas as coisas. Portanto, sede sóbrios. Sim, precisamos estar sérios, o tempo é curto, precisamos estar a trabalhar com toda a força, porque não há muito tempo, e diz assim sede sóbrios.

E vigiai a oração. Precisamos de ser muito sérios neste tempo difícil, mas olhem para cima. Não fiquem desencorajados, porque a nossa redenção está próxima. Em 2 Pedro 3, versículo 11, a Pedro nos recorda que, avendo pois, de parecer todas estas coisas, que pessoas nos convém ser em santo trato e piedade, aguardando e apressando-vos, para a vinda do dia de Deus em que os céus em fogos desfarão e os elementos ardendo-se fundirão. Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra em que habita a justiça. Nós temos uma esperança e temos algo que precisamos manter na nossa mente para nos dar forças para continuar a andar para a frente, porque Jesus Cristo virá e Ele vai trazer a Sua recompensa com Ele. Vejam em Apocalipse capítulo 22, versículo 12. Diz assim, e és que cedo venho e o meu galardão está comigo para dar a cada um segundo a Sua obra. Diz-se, Jesus Cristo está a dizer, eu venho e venho cedo, venho rapidamente e o meu galardão está comigo a recompensa que Deus nos vai dar, está com Cristo quando Ele retornar. Continuando agora, no versículo 12, do Romano estresse. A noite é avançada e o dia está próximo. Rejeitemos, pois, as obras das trevas e vista-mo-luz das armas da luz. Isto é, precisamos levar esta chamada a sério. Somos chamados para mudarmos, para nos arrepender, para vivermos uma vida nova. Precisamos levar isto a sério. Por isso, Jesus Cristo veio. A luz veio ao mundo e, por isso, não devemos estar a dormir. Sim, jogamos três, três, nove, vinte e um, e isto, Jesus Cristo veio. Ele é a luz, veio ao mundo. Primeiro de Salo 105, versículo 7, como acabei de ler há pouco, desta secção de Salo Nicensos, em que lembramos que, quando dizem paz, paz e depois destruição, súbita. Pouco depois, logo após isto, dizem, não duram, não estejam a dormir. Primeiro João, capítulo 1, versículo 5, 7, diz, andem da luz, não nas trevas. Em primeiro João capítulo 2, versículo 9, diz, não estejas a odiar a teu irmão. E, por isso, diz, precisamos de pôr as armas da luz, que é o que lemos aqui em Romanos, capítulo 13, versículo 12. E quais são as armas da luz? Este é a armadura de Deus. Como lemos em Ephesus, capítulo 6, versículo 11 a 18, precisamos de pôr a armadura de Deus. E, então, estamos neste processo de transformação, como fizemos referência ao início deste estudo bíblico, em Romanos, capítulo 12, versículo 2, que precisamos ser transformados. E também lemos em Colossenses, capítulo 3, versículo 10 a 17. Precisamos mudar do velho homem para o novo homem. Irmãos, isto é, levar a sério estes dias. A noite é avançada e o dia está próximo. Rejetemos, pois, as obras das trevas, andando a luz e víscamo-nos das armas da luz, da armadura de Deus, quando o revestindo-nos do novo homem. Versículo 13. Andemos, como devolver aqui, andemos honestamente como de dia, não em glutinarias, nem em bebedeiras, nem em zonas estiradas, nem em dissoluções, nem em contendas e inveja. Vejam aqui várias pontos aqui. Primeiro, não em glutinarias, nem em bebedeiras. A tradução, a Média Revista, atualizada diz, não em orgias e bebedeças.

Isto é, em várias formas, de falta de autocontrol. Isto é, não estejam envolvidos nas festas mundanas deste mundo.

Particularmente, neste período de fevereiro, há muitas festas mundanas. Pessoalmente, no Brasil, por exemplo. Mas já há as festas mundanas, por exemplo, em junho também. E em outras áreas, ocasiões do mundo. Festas mundanas também, emzembro. Precisamos de invidir estes festivais do mundo. Esta intoxicação mundana, como a nova versão transformadora diz, não participem de festanzas desregradas de bebedeiras. E por isso, vemos aqui no versículo 13. Primeiro está a dizer, não em glutinarias, nem em bebedeiras. Isto é, não em festas mundanas, nem bebidas e bebêrituras. Segundo diz que, ao meio da corujia infiel, nem em zones de idades, nem em dissoluções. Zones de idades vem da palavra grega coite, que podia ser traduzida também com cohabitação. Nem dissoluções, que vem do grego acélgia ou luxúria ou licenciunidade. E por isso, estamos aqui a falar de vários tipos de impureza. Na nova versão transformadora diz evitar isto é de promiscuidade sexual e de práticas e morais. E por isso, quando está a falar aqui de zones de idades, que é com habitação, pessoas viverem um com os outros sem estarem casados. Várias atividades de promiscuidade sexual e sem princípios em assuntos sexuais. Então, vemos aqui um, o primeiro, não em desodestidades ou em cohabitação, que está a apontar para atos definidos como a cohabitação. E o outro, nem dissoluções, está a falar de um modo mais geral, como luxura, licenciunidade. E depois, em terceiro lugar, vemos aqui, nem em contendas e em inveja. Em inveja, aqui vemos vários sentimentos, que são, digamos assim, mundanos, que são venenosos entre pessoas. Estas são zangas e contendas e invejas, que basicamente são contra a lei de Deus, contra a lei de amor. E por isso diz, a noite é avançada, no versículo 12, o dia está próximo, não andamos nas trevas, temos que andar em maneiras honestas, em maneiras que são do dia. Por quê? Porque Deus sempre nos vê, sempre somos vistos por Deus. Não em orgias, não em festivais mundanos, nem em intoxicação ou bebidas, não em cohabitação, ou isto é em promiscuidade sexual, ou em licenciosidade, e também não em argumentos e contendas e invejas. Mas, versículo 14, revestivos do Senhor Jesus Cristo, e não tenham-as cuidado da carne, em suas copicências, revestidos de Jesus Cristo, como lemos em Galatas 3, versículo 17, somos batizados em Cristo, e então pomos um novo homem que é revestido de Cristo. Tal como em Filipensas 2, versículo 5 diz, tenham esta mentalidade que está em Cristo, uma mentalidade de carinho, de amor, e vemos também que Ele crucificou a sua carne, como lemos em Filipensas 2, versículo 7 e 8, que se crucificou para se levirem a nós, e também em Galatas 5, versículo 24, crucificou a carne. E, por isso diz, não tenhas cuidado com a carne. Como em outras palavras, não façam nenhuma provisão para as coisas carnais, e, por isso, há sempre esta luta na nossa mente. Como Paulo está a descrever em Romanos 8, estamos a seguir o quê? A mente carnal ou a mente espiritual? Temos que seguir a mente espiritual. Por isso, em somário, neste capítulo, capítulo 13, vemos que as autoridades existem, que são permitidas ou nomeadas por Deus, e precisamos estar sujeitos às reças autoridades. Devemos que, por isso, render todos os diversos as autoridades sobre nós, e o único que devemos de ver é amar ao próximo. É a única dívida que devemos ter, porque o amor é o cumprimento da lei de Deus, e, por isso, devemos estar a viver este caminho novo, o caminho do cumprimento da lei de Deus, sabendo que o tempo está próximo. Não há tempo a perder. Não devemos fazer provisões para as coisas da carne.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).