Romanos 5:1-21

Estudo Bíblico

Nós nos gloriamos em nossas provações mais difíceis? A prova da nossa fé produz paciência, perseverança e esperança que não decepciona. A esperança da glória de Deus. Cristo morreu por nós enquanto éramos pecadores impenitentes. Somos justificados pelo sangue de Cristo e seremos salvos por Sua vida. Pelo primeiro Adão, muitos morreram; pelo segundo Adão, Cristo, grandes bênçãos nos serão abundantes, como a vida eterna. Não podemos continuar pecando. Temos que andar no Caminho de Deus.

Transcrição

Bom, boa noite, irmãos.

Os primeiros oito capítulos dos Romanos são uma bela explicação de Paulo sobre o maravilhoso plano de salvação de Deus para redimir o homem do salário do pecado humano. Noutras palavras, é o caminho de Deus para a libertação desta escravidão em que nos encontramos. Nos primeiros três capítulos vimos que toda a humanidade, judeus e gentios igualmente, pecaram conscientemente ou inconscientemente. Vegemos, por exemplo, no capítulo 3, versículo 10, que diz, como está escrito, não há um justo nem um sequer. O ponto é que todos pecaram e todos pecaram. No versículo 11, lemos, não há ninguém que entenda, não há ninguém que busque a Deus. E por isso vemos que todos ninguém busca a Deus.

E são palavras fortes, porque ninguém está a buscar a Deus. E depois, um garinho mais adiante, no versículo 15 a 17, diz, acerca do homem, os seus pés são ligeiros para derramar sangue, seus caminhos à destruição e miséria, e não conhecem o caminho da paz. Irmãos, é exatamente o que vemos hoje em dia na nossa sociedade. Um garinho mais adiante, no versículo 23, lemos, porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Todos nós estamos destituídos da glória de Deus. E como lemos um garinho mais adiante, no capítulo 6, versículo 23, diz, porque o salário do pecado é a morte.

Isto é, todos nós moraremos, não há maneira de comprarmos, nós, individualmente, a nossa vida de volta. Mas, lemos, continuando a ler no versículo 23, o Dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nós, nosso Senhor. E assim, esta é a única saída, é o Dom de Deus, que nos dá o caminho para podermos ter a vida eterna.

É um Dom de Deus, é gratuito. Então, continuando a ler no versículo 24, de Romanos 3, diz, porque todos pecaram e, sim, já lemos isso, e, sim, nos quatro, sendo justificados gratuitamente pela sua graça. Isto é, nós somos feitos justos gratuitamente, somos justificados gratuitamente, isto é, pela redenção que há em Cristo. Isto só é possível pela bondade amorosa, pela graça de Deus, que é feito gratuitamente. Em 2 Coríntios 1, versículo 3, diz, lemos, se bendito seja o Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das Mesercórdias e o Deus de toda a consolação.

Deus é o Pai das Mesercórdias. Isto somos justificados gratuitamente, é uma mesercórdia que vem do Deus Pai, e é o Pai de toda a consolação. Em João 3, versículo 16, diz, porque Deus amou o mundo de tal maneira que Deus seu filho unigênico, para que todo aquele que nele crê não pareça, mas tenha a vida eterna. Sim, isto é um versículo muito mencionado pelas muitas igrejas hoje em dia, mas isto não é um passe livre para agora podermos continuar a pecar à vontade. Isto requer que entendamos plenamente o que significa crer em Deus, porque diz aqui para todo aquele que nele crê não pareça, mas as pessoas têm um entendimento incorreto do que é crer em Deus.

E, então, voltando ao que lemos há pouco em Romanos 3, versículo 24, que diz, sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo. Deus nos deu a vida de Jesus Cristo para nos redimir, para comprar nossas vidas de volta da morte. E isso é o que acontece à resumição. E, por isso, Deus nos está fazendo, através do sacrifício que Jesus Cristo fez por nós, nos está a dar a oportunidade de virmos a ser justos para o Pai.

Isto é redimindo nossas vidas, comprando nossas vidas de volta. Se, e aqui está dois pontos importantes que eu quero sublinhar e vou mencionar algumas vezes, se, primeiro, nós queremos que o que Ele fez por nós é suficiente para nós. Isto é a primeira parte, o que Deus fez por nós, através das ações, ambas do Pai, de dar-nos o Seu Filho e do Filho dar a Sua vida por nós.

E, segundo ponto, é se nós querermos no que Ele diz. Isto é um ponto muito importante. Isto é, agora devemos obtecê-lo. Ou seja, se nós nos arrependermos, temos que agora obtecer a Deus. Isto é crer no que Ele diz. E isto demonstra, estas duas coisas demonstram, primeiro, a justiça de Deus.

Isto é crer no que Ele fez por nós. Ora vejam o Romanos 3, versículo 25, diz, ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no Seu sangue para demonstrar a Sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos sobre a paciência de Deus. A justiça de Deus é demonstrada pelo que Ele fez por nós, por pagar pelos nossos pecados, para nos redimir gratuitamente. Isto é a justiça de Deus. Ela é mais do que justo.

E a segunda coisa que isto demonstra, é que a fé confirma a lei. Porque cremos no que Ele diz. Então vemos aqui em Romanos 3, versículo 31. Anulamos pois a lei pela fé, de maneira nenhuma. Antes, estabelecemos a lei. Por isso, é de dois pontos. Que Deus, através do que Jesus Cristo fez por nós e de Deus nos daremos o Cristo, está dando a nós gratuitamente a benção de estarmos justos diante Deus, comprando nossas vidas de volta. Se nós queremos no que Ele fez, isto é a justiça de Deus. E se nós queremos no que Ele diz, isto é, fazemos o que Ele diz para nós fazermos.

E isso, por isso, confirma que a fé confirma a lei. E assim vemos aqui uma parte muito importante, digamos assim, uma parte positiva, em que Cristo está sendo desenvolvido em você. Ou, em outras palavras, através desta ação da justiça de Deus, porque acreditamos no que Ele fez por nós e porque creemos no que Ele diz e que agora temos que obter a lei de Deus, e a lei de Deus é amor, é o caráter de Deus. Então, a parte positiva disto é que Cristo está sendo desenvolvido em nós. Nós estamos a ser transformados à imagem de Jesus Cristo e assim um novo homem está sendo formado em nós.

Para como é que este novo homem está a ser formado em nós? Ele é em nós pela ajuda do poder de Deus, que Deus nos enviou após Cristo ter ressuscitado no dia de Pentecostes. Então, nós recebemos o Espírito Santo de Deus e com a ajuda do Espírito Santo de Deus, isto é, do poder de Deus, nós temos a capacidade, a ajuda para crescermos na graça e no conhecimento de Jesus Cristo. Isto é, nós venimos a conhecer mais como Cristo é, como Ele atuou, e por causa disso nós temos que atuar ou imitar a Cristo, porque Cristo demonstrou graça para conosco pelo sacrifício Dele, e nós igualmente temos que crescer na graça demonstrando o mesmo sacrifício para com os irmãos, como tratamos as outras pessoas, como tratamos os irmãos.

Isto é crescendo na graça. Por isso, um ponto importante aqui, é que a velha natureza humana, a natureza humana não desapareceu. Nós ainda temos a natureza humana dentro de nós, nós ainda temos esta carne, esta carnalidade em nós, mas há algo novo em nós.

Ou digamos assim, há uma nova realidade em nós. Isto é, nós recebemos o Espírito de Santo Deus, o poder de Deus, e nós temos que usar esse poder para vencermos e perseverarmos até ao fim. E por isso, não podemos simplesmente dizer ou deitar assim, e parar de trabalhar, e disforçar, e vencer, e simplesmente dizer, olha, já estou salvo, porque Deus fez tudo. Não, nós temos que fazer a nossa parte. E assim, em Romanos 4, Paulo expõe ainda com mais clareza como crer em Deus, é considerado justiça de Deus. Veja em Romanos 4, versículo 3, pois que diz a Escritura.

Creou em Abraão, creou Abraão em Deus, e isto, que ocorre, isso, lhe foi imputado como justiça. A fé de Abraão foi provada por suas ações, e então, essa fé, esse ato de fé, foi creditado a Abraão, e assim, ele foi considerado justo. Ou, em outras palavras, os seus pecados foram perdoados.

Abraão, então, confiou em Deus, e agiu de acordo com essa confiança em Deus, em completa esperança. Vejam, então, Romanos 4, versículo 18 a 20. Diz o qual, a esperança, creou contra a esperança, tanto que ele tornou-se pai de muitas nações, conforme o que lhe foi dito, assim será a tua descendência. Porque ele teve esperança contra a esperança. Sim, porque, de uma maneira física, a idade dele e a idade da sua esposa, de 90 anos, não havia esperança física de ela vir a ter um filho, mas teve. E, por isso, o qual a esperança? Creou contra a esperança humana, teve esta esperança, e assim não enfraqueceu na fé, como leemos no versículo 19.

Não atentou para o seu próprio corpo já amorticido. Este é o corpo dele, da esposa, os dois, já não tinham a capacidade de ter filhos a essa idade. Ela, e já, aos anos que ela tinha, a Sara, o corpo dela, entre aspas, já estava, digamos assim, morto para a capacidade de ter bebés. E, por isso, é que diz, pois já era de quase 100 anos, nem tão pouco para o amorticimento do vento da Sara, porque já tinha quase 90 anos, e no versículo 20 diz, e não devido da promessa de Deus por incredilidade, isto é, por falta de fé, mas foi fortificado na fé, na confiança, dando glória a Deus. Ele confiou no que Deus disse que ia fazer. Assim, vemos este grande teste final da Abraão. Foi mais adiante, como lemos em Genesis, capítulo 22, versículo 12. Então diz, não estendas a tua mão sobre o moço e não lhe faças nada, porque agora sei que temos a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único filho. Quando ele estava preparado a oferecer Isaac, em completa fé, ele teve este teste final e Deus disse, não estendas a mão sobre o moço, não lhe faças nada, porque agora sei que temos a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único filho. Sim, foi um grande teste de fé, e por este teste, ele foi importado a justiça de Deus. Veja então em Romanos 4, versículo 21, diz assim, estando certíssimo de que o que ele tinha prometido, ele, Deus tinha prometido a Abrão, também era poderoso para o fazer. Irmãos, se Deus disse que vai fazer, ele fará. Esta é uma grande definição de fé. Isto é, quando Deus promete, ele é poderoso para o fazer. Temos que confiar em Deus, mesmo quando vemos as coisas saindo errado. E assim, como lemos no versículo 22, isso lhe foi também importado como justiça. Seus pecados passados foram perdoados, ele foi declarado justo para ante Deus, e assim, todos os seus pecados passados foram cobertos. Isto é, ele foi justificado diante Deus. Versículo 23, ora, não só por causa dele estar escrito, que lhe fosse tomado em conta, e se foi registado nas escrituras, não só para ele, mas para nós. Para nós, podemos ler e podemos ganhar confiança, como diz o versículo 24, mas também por nós.

A quem será tomado em conta, a nós também, nós, os que queremos naquele que, dentro os mórtulos, o suscitoso Cristo, o nosso Senhor. Sim, por isso, podemos crer, em fé, a partir das escrituras, para o nosso benefício também, para nós também, a justiça de Deus será imputada pelos nossos pecados passados, quantos fés, em Deus. Como diz aqui, se queremos que o Jesus Cristo o suscitou, ora, isto, por isso, queremos no que Ele fez por nós, e que isso é suficiente para nós. Uma vez mais, como eu tive a referir estas duas coisas, o que Ele fez por nós, a justiça de Deus, como eu acabei de ler há pouco, é a Romanos 3, versículo 25, é a justiça de Deus, crer no que Ele fez por nós, e se queremos que, no que Ele diz, e então, se queremos no que Ele diz, agimos de acordo com isso, e então a fé confirma a lei, como lemos a Romanos 3, versículo 31. Assim, por isso, vemos, como lemos aqui, no versículo 25, de Romanos 4, diz, o qual, por nossos pecados, foi entregue e ressuscitou para a nossa justificação. Assim, Cristo foi permitido sofrer e morrer pelos nossos pecados. Por que? Para pagar pelos nossos pecados, para nos comprar de volta à vida da morte, da morte que, um dia, acabaremos por morrer. Por que? Porque pecamos, mas, Jesus Cristo nos comprou de volta e, por isso, ressuscitaremos. Por isso, por causa disto, por causa desta ação, desta justiça de Deus, nós poderemos ser, podemos e somos justificados. Isto é a justiça de Deus, que é embutada ou creditada em nós. Assim, repetindo ou resumindo, o preço do pecado foi pago pelo que Deus e Jesus Cristo fizeram. Agora, temos uma obriação de fazer a nossa parte, comprometendo-nos a ser um novo homem. Isto é comprometendo-nos a nos arrepender. E, por causa disso, após fazermos o compromisso do batismo, quando, depois do batismo, pela imposição das mãos, recebemos o Espírito de Santo Deus, devemos de usá-lo, devemos crescer na Graça e no conhecimento dos Cristo.

Mas a velha natureza humana não desapareceu, mas há uma nova realidade na nossa vida, que é que temos a ajuda do Espírito de Santo Deus, que temos que usar, temos que usar para vencer com a ajuda do Espírito de Santo Deus. Esta velha natureza humana e as preções do mundão, assim como os enganos satanás neste mundo. Então, tendo resumido e fazendo isto bem claro, agora podemos avançar para o capítulo 5, versículo 1 a 2, que diz, tendo sido pois justificados pela fé. Temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E assim por causa do que Deus fez por nós, através de Jesus Cristo, através de Deus nos dar o Seu Filho, porque é esta graça e temos confiança e fé nesta graça, e por isso estamos firmes e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. Qual é esta esperança da glória? Qual é a nossa esperança, por exemplo, daquilo de 10 mil anos? É porque vamos viramos a ser um ser espiritual, pela eternidade, perda, perfeitos em carácter. Literalmente, hoje em dia, aqui está uma pergunta, vemos exemplos dessa glória hoje que nós viremos a ter, fisicamente, estamos a ver exemplos dessa glória hoje? Não, não, mas é a nossa esperança, é a nossa esperança. E por isso, quando nós temos dificuldades, temos provações, temos testes, temos problemas de saúde, temos problemas de relacionamento com pessoas, que pessoas não nos tratam bem, nós baseamos a nossa reação correta, ou piadosa, ou da maneira que Deus quer. Baseamos a nossa reação e estes testes, estas provações, estas dificuldades que temos na fé de que Deus fará algo que ainda nós não vemos. Isto é, seremos os excitados e transformados como seres espirituais para sermos membros da família de Deus no rei de Deus. Continuando agora, no versículo 3.

E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, como mencinei, sabendo que a tribulação produz paciência. Nós nos gloriamos nos nossos testes, nas nossas provações, nas nossas dificuldades. Sim, temos dificuldades, podem ser de saúde, podem ser como pessoas nos tratam, podem ser que pessoas nos tratam até nem igreja, que nos tratam de maneira incorreta.

Então, nos gloriamos nestas tribulações.

Estamos nós a gloria-nos por antestas provações e dificuldades, porque, ao fim de contas, estas dificuldades produzem paciência. Paciência, perseverança, precisamos de perseverar até ao fim. E é uma lição que Deus quer que nós tenhamos para o mundo da manhã, e, por isso, Deus quer que nós tenhamos perseverança. Esta paciência, a palavra aqui para esta paciência, é o Pămónim, que é uma espera paciente e firme, suportando as dificuldades que temos o Pămónim. Em Tiago capítulo 1, começando no versículo 3, diz, sabendo que a prova da nossa fé opera a paciência. A prova da nossa fé produz paciência, o Pămónim. Tendo, tenham porém, a paciência a sua obra perfeita. Isto é, a paciência tem a sua obra perfeita, e assim ajuda a você a ser o setorna-ar perfeito. E diz assim, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma. Então, estas provações, estas dificuldades, seja doença, seja idade e não ter as mesmas forças que tinha, ou seja dificuldades, pessoas do mundo que põem em cima de nós, ou mesmo, como mencionei, alguns irmãos que nos não nos trataram da maneira correta, e nós sentimos-nos recentidos por causa disso. Temos que, então, continuar, andar, perseverar pacientemente, e esta paciência produz perfeição.

E depois diz, e se algum de vos tem falta de sabedoria, isto é, se você não consegue entender esta sabedoria de Deus, de permitir isto, diz assim, passa a Deus esta sabedoria, passa a Deus que ajude você a ver e entender e a compreender este importante princípio de que provações produz paciência e paciência produz perfeição.

Então, voltando a Romanos capítulo 5, versículo 4, e diz assim, e a paciência, a experiência. É, a experiência. E, por isso, esta opamoni, paciência, leva ao desenvolvimento de experiência. A palavra experiência é documento, que é prova, é testa, é experiência, isto é caráter.

Por isso, esta paciência, esta paciência de perceber, produz experiência, produz caráter. E o caráter, esta experiência, produz esperança.

Então, o que é caráter? O caráter, não é só conhecimento, conhecimento, é saber o bom e o rado, sabedoria, é ter o entendimento de saber o que é fazer o que é certo, mas o caráter, é saber fazer o que é certo e ter a força de vontade, o caráter de fazer o que é certo, debaixo de dificuldades e de testes. Contra isso. E isso é caráter, isso é experiência, é o caráter de Deus. E, por isso, esta paciência produz o caráter, a experiência e esta caráter, que é o caráter de Deus, nos dá esperança, nos dá expectativa e a confiança que Deus nos vai cuidar.

E, por isso, no versículo 5 diz, e a esperança não traz confusão, porque o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, que nos foi dado. Esta esperança não é uma coisa confusa, é sólida, porque através disso, recebemos o amor de Deus. Por que? Porque Deus dá o Espírito Santo a aqueles que lhe obedecem, atos 532. E, por isso, quando estamos a obter ser e estamos a desenvolver o caráter de Deus, mesmo quando temos provações e dificuldades, então Deus nos dá mais uma porção maior do seu Espírito. E o seu Espírito Santo, um dos atributos do Espírito Santo, é amor, é gozo interno no coração, é paz, e, como sabemos, de Gálatas, capítulo 5, há nove características aí do Espírito Santo. Mas o primeiro desses é o amor. Por isso, ele diz, porque o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Por que? Porque estamos a obter ser a Deus. E, por isso, o Espírito Santo de Deus, habitando a nós, porque nós nos arrependemos fizemos esse compromisso ao batismo, pela imposição das mãos, recebemos o Espírito Santo de Deus, e, como nós estamos a obter ser a Deus, mesmo debaixo de dificuldades, então, começamos a ter mais amor à gapa de Deus, porque o Espírito Santo de Deus está a habitar em nós. E, por isso, o Espírito Santo é a fonte do amor de Deus, do caráter de Deus, porque Deus é amor. É a mentalidade de Deus em nós.

E, por isso, como vemos, nós temos uma parte a fazer. E a parte que temos que fazer é, como diz aqui, é que nós temos que ter paciência e, por esta paciência, desenvolver esta experiência, este caráter. Isso, então, nos dá esperança. Então, continuamos a andar. E Deus, então, nos dá mais do seu amor. Então, torna-se este, digamos, capítulo de pensões que vão crescendo e nós vamos crescendo na graça de Deus.

Por isso, temos que fazer a nossa parte. Por isso, é que lemos em 1º de São Luís Censas, capítulo 5, versículo 19. 1º de São Luís Censas, capítulo 5, versículo 19. Diz assim, não extingais o Espírito. Podemos fazer a nossa parte. E o Espírito de Deus, a mentalidade de Deus, toca nos nossas mentes e diz assim e a mim, olha, continua a vencer, embora estejas a ter dificuldades, tem os pensamentos corretos, faz o que é necessário fazer, desenvolva esse caráter, faz o que deve-se fazer, o que é certo. Mas, se não estamos a seguir esse toque na nossa consciência, então estamos a extinguir o Espírito de Santo Deus. E por isso, é que diz, não extingais o Espírito. Isto é, estejam a ouvir o Espírito e a usar o Espírito, porque o Espírito nos guia. Porque aqueles que são guiados pelo Espírito Santo de Deus, são filhos de Deus. Por isso, o Espírito Santo não nos domina, não nos controla, mas nos guia. Então, continuando, no 9º, sério, 8º do capítulo 5, porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Cristo morreu por nós quando nós, éramos pecadores impedimentos. Porque apenas, no versículo 7, alguém morrerá por um justo, pois poderá ser pelo bom alguém aos morrer. Mas Deus prova o Seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.

E aqui está o ponto. Nós temos que imitar a Cristo. Isso quer dizer que nós temos que morrer, ou sofrer, por aqueles que nos odeiam. Isso é o que lemos em Lucas capítulo 6. Lucas capítulo 6, versículo 35. Lucas 6, versículo 35. Amar, pois, os vossos inimigos. E fazem bem, em prestar, sem nada esperar-os. E será grande o vosso galerão. E serei os filhos do Altíssimo, porque ele é benigno para com os ingratos e maus. Isso é, para ser filhos de Deus, temos que ser como Deus é. Precisamos imitar a Jesus Cristo. E assim, Jesus Cristo morreu para nós, quando nós éramos pecadores, quando nós éramos inimigos. E diz assim, versículo 35, de Lucas 6. Amar, pois, a vossos inimigos. Aqueles que nos odeiam. Aqueles que fazem coisas que nos ofendem. Que nos machucam. Precisamos amá-los e sofrer por eles. Estes são tribulações, são testes, são provações, causadas por outros. E precisamos ter paciência. E precisamos ter aquela experiência, o caráter, que produz a esperança e, então, através disso, Deus nos dá mais do seu espírito. Continuando, então, a ler em Romanos, capítulo 5, que dizem que o Senhor está em um lugar que não é o que está a ser. Quando, então, a ler em Romanos, capítulo 5, versículo 9. Logo, muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue.

Muitas pessoas leem esta secção aqui, tendo sido justificados pelo seu sangue, e entendem que há o sangue de Cristo nos salva. Mas a pergunta é, então, o sangue de Cristo nos salva?

Não é o que diz aqui, somos justificados pelo seu sangue.

O sangue de Cristo, sim, é parte deste processo de salvação, é um passo, mas é, simplesmente, parte, uma parte desta história deste processo. Porque depois diz, seremos por ele salvos, de irem, seremos plural, isto é futuro, seremos, seremos. Por isso, por que? Porque, sim, o sangue de Cristo foi a morte de Cristo, mas, simplesmente, a morrer não é suficiente. Ele teve que ressuscitar. Se Deus Pai não tivesse ressuscitado a Sus Cristo, seríamos salvos? Porque precisamos de Cristo ressuscitado, como o nosso sumo sacerdote, e, então, enviando a nós, uma vez que ressuscitou, enviando a nós o Espírito de Santo Deus, que é o simbolismo do Dia de Pentecostes, em atos que lemos, o Dia de Pentecostes, é o início do livro de atos, e, assim, recebemos o Espírito de Santo. Por isso, sim, somos justificados pelo sangue de Cristo. Isto é, somos trazidos ou lavados, a um correto relacionamento com Deus. Isto é, justificados. E, assim, isso significa que Deus, então, imputa, ou nos dá o crédito da justiça dele a nós. Os nossos pecados do passado são perdoados, e, assim, somos justificados. Ou, em outras palavras, somos reconciliados. Então, continuando a ler no versículo 9, seremos por ele salvos da ira. Seremos futuro, por isso nós, sendo inimigos, fomos passados, reconciliados com Deus pela morte do seu filho, muito mais, tendo sido já reconciliados. Isto é, justificados. Seremos salvos pela sua vida. Seremos futuro pela sua vida. E, por isso, aqui, vê-se que há um processo. Fomos justificados. Agora, recebemos o Espírito Santo de Deus. Agora, temos que ser fiéis até ao fim. Temos que perseverar até ao fim. E, neste tempo, neste período de perseverança, nós estamos a usar o Espírito de Deus, estamos ao... O nosso Sumo Sacerdote está a perdoar quando nós fazemos coisas erradas que não devemos fazer, embora já tenhamos sido desbatizados e tenham recebido o Espírito Santo de Deus. Ainda às vezes temos alguns pecados, não devemos ter, mas temos. Então, o nosso Sumo Sacerdote nos faz a expressão do seu sangue uma vez mais para nós, e, então, ele nos dá o seu Espírito Santo e nós usamos o Espírito Santo para vencer as fraquezas da carne e, assim, para virmos a ser salvos. Por causa de que ele está vivo, para ser salvos, porque usamos Jesus Cristo com o nosso Sumo Sacerdote, usamos o poder de Deus que ele nos enviou e, assim, nós temos Cristo vivendo em nós. pelo poder do Espírito Santo Deus. E, por isso, se Cristo não tivesse ressuscitado, se Cristo não tivesse a viver de novo, a nossa fé seria em vão. 1 Coríntios, capítulo 15. 1 Coríntios, capítulo 15, versículo 17. Que diz assim? E se Cristo não ressuscitou, é a vã, a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.

E, por isso, precisamos, precisamos de Jesus Cristo, o Salvador, vivendo em nós, vivo, vivendo em nós. É por isso que o Batismo é um símbolo tão belo, porque temos fé na sua morte, mas também temos fé na sua ressurreição. Na sua morte somos postos debaixo da água, simbolicamente, morremos, simbolicamente saímos da água, é simbólico da ressurreição de Jesus Cristo, e nós simbólico igualmente, de vivermos uma vida nova, um novo eu. E, por isso, precisamos de um Salvador vivendo, um Salvador vivo. Continuando, então, em Romanos, capítulo 5, versículo 11. E, noçãomente, isso. Mas também nos gloriamos, em Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação. E, por isso, essa inimisade é removida, nós estamos reconciliados, isto é, nós estamos justificados. Através de Jesus Cristo, nós recebemos a reconciliação com Deus Pai. Estamos justos, estamos reconciliados. Por siglo XII. Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado à morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.

Assim, todos pecaram. Todos nós temos a pena da morte sobre nós. Então, temos a pena da morte sobre nós, porque a Dão pecou?

É verdade ou falsa? É verdadeiro ou falsa?

É falsa. E, sim, o conceito desta ideia do pecado original, dá a implicação que daí Deus mudou, a partir desse momento, Deus mudou a natureza do homem.

Mas não, não mudou nada.

Todos pecaram.

Não foi só a Dão que pecou? Todos pecaram.

Nós apenas seguimos o exemplo da Dão. Eu tenho a pena da morte sobre mim, e você tem a pena da morte sobre você, por causa dos meus e dos seus pecados, dos nossos pecados, e não por causa do pecado a Dão.

Sim, a Dão começou este ciclo vicioso. Ele foi o primeiro. E todos nós, digamos assim, seguimos o exemplo dele. Mas não é que o homem caiu, não é que o homem tinha uma natureza perfeita e caiu, e agora tem uma natureza carnal. E por isso nós pecamos por causa da Dão, porque senão teríamos uma natureza perfeita. Não! O homem não caiu.

Uma nova natureza carnal não veio em cima da Dão.

E uma nova natureza carnal não veio em cima de nós.

Nós temos uma natureza carnal porque é o que somos, e temos que arrepender do que somos. E por isso esta ideia, digamos assim, evangelica ou protestante, olha o homem caiu, a natureza caída, isso não é o que a Bíblia ensina.

Vejam, no versículo 13, diz assim, porque até a lei estava o pecado no mundo, mas o pecado não é imputado, não havendo lei. Isso é importante, entendermos claramente, porque até a lei estava o pecado no mundo. O pecado existia antes de Moisés.

Vejam, em Génacias capítulo 4, porque o pecado estava em vigor desde Adão. A lei existia desde Adão. Fijamos aí, por isso o salário do pecado é a morte. Por isso o pecado existia e não pode haver pecado, a não ser que haja lei. Génacias capítulo 4, versículo 7.

E se fizesse bem, não é certo que será aceito, isso não fizeres o bem, o pecado já as aporta.

Havia um senso, um conhecimento do pecado, de quebrar a lei.

Vejam, Génacias capítulo 13, versículo 13. Génacias 13, versículo 13. Ora, eram maus os homens de Sodoma e grandes pecadoras contra o Senhor.

Então, sabiam que era a lei, porque eram pecadores.

Vejam, em Génacias capítulo 20, versículo 6. Génacias capítulo 20, versículo 6.

E disse-lhe Deus em sonhos. Bem sei, eu, que na sinceridade do teu coração, fizeste isto. E também, eu te tenho impedido de pecar contra mim. Por isso não te permiti tocá-la. E quem está a falar? Com um rei que não era da linha do Abraão. Díamos assim, um rei completamente gentil. E disse-lhe, eu te tenho impedido de pecar. Vejam, em Génacias 26, versículo 5. Génacias 26, versículo 5.

Portanto, por quando Abraão obteseu a minha voz, guardou ao meu namento, os meus preceitos, os meus estatutos e a minha lei. Abraão já tinha a lei de Deus. A lei não veio só a Moisés, já existia anteriormente. Desde os dias de Adão. Vejam em Exodus 16. Exodus 16. Então, amém, note que Exodus 16 é antes de Deus dar os dez mandamentos em Exodus 20. Então, Exodus 16, versículo 28, lemos. Então, o Senhor disse a Moisés, até quando recusarei guardar os meus mandamentos e as minhas leis. Antes de dar os mandamentos em Exodus 20, já estava a dizer o Senhor a Moisés, aqui, a dizer aos israelitas, até quando recusarei guardar os meus mandamentos e as minhas leis.

Sim, claramente. A lei foi codificada e explicada a Moisés, a Israel, desde Moisés. A lei foi claramente codificada e explicada a Israel desde Moisés. Sim, alguns quebraram inconscientemente a lei, mas a lei ainda estava em vigor e por isso a morte.

Por exemplo, você está a guiar no local e você não está consciente de que essa região onde você está a conduzir o carro, tem um limite de velocidade de 40 kmh e você vai, passa por lá, por 70 kmh. Mas eu não sabia da lei, mas a lei estava lá e você vai ter uma multa. Não vai dizer, olha, eu não sabia a lei, por isso a lei não existia. Não! A lei existia. Saber ou não saber, consciente ou inconsciente, a lei existia desde os dias da dão. Se eles não sabiam claramente a lei, então Deus é misericulioso e sim, vai haver uma segunda resurreição, Deus é misericulioso e por isso aqueles que não sabiam a lei não vão ter, digamos assim, a mesma culpabilidade comparado com aquelas que sabem muito bem. E por isso é que lemos no versículo 13 do Romano 5, porque até a lei estava o pecado no mundo. Por que? Porque já havia as leis de Deus, mas até a lei estava o pecado, no mundo. Porque até a lei estava o pecado no mundo. Por que? Porque já havia as leis de Deus, mas até quando Moisés codificou a lei, já havia pecado. Porque a lei de Deus já existia antes da codificação da lei durante o período de Moisés. Moisés. Mas o pecado, essa quebra da lei não é imputada não havendo lei. Isto é. Se não há lei, não é imputada nenhuma culpa, não é? E por isso, mas havia lei e por isso pecaram e por isso tiveram a morte. Está claro, a culpabilidade é diferente, mas porque Deus é misericurioso.

Mas o pecado é imputado e por isso morreram. Pecaram, morreram. Embora conhecessem ou não conhecessem a lei, o pecado foi imputado. No entanto, por isso, a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não tinham pecado a semelhança da transversão de Adão, o qual é a figura daqueles que havia de vir.

Por isso, vemos, a lei estava em vigor desde Adão. Ora, é-se pessoas mesmo que não tenham pecado a semelhança de Adão. Você pecou a semelhança de Adão?

Não. Por que? Porque Adão conhecia a Deus. Deus falou diretamente com Adão. Adão falava diretamente com o seu Criador. Ele o viu. Ele viu quem? Jesus Cristo. Porque em João capítulo 1, versículo 18, João capítulo 1, versículo 18, vejamos aí. Entendemos isto. João capítulo 1, versículo 18, vemos, Deus nunca foi visto por alguém. O filho unigênico está no saio do Pai, esse revelou o Pai. Então, quem é que Adão viu? Viu aquele que era o verbo, aquele que criou tudo, por tudo foi criado pelo verbo. Veja também em 1º João, capítulo 4, versículo 12. 1º João, capítulo 4, versículo 12.

Dizem-se, ninguém jamais viu a Deus. Isto é o Pai. Se nos amamos uns aos outros, Deus está em nós, e a nós é perfeito o Seu amor. Mas ninguém viu o Pai. Viram Jesus Cristo, aquele que era o verbo que veio a ser Jesus Cristo. Então, Adão falava diretamente com o Seu Criador. Ele o viu, o Seu Criador foi Jesus Cristo, como lemos, por exemplo, em João capítulo 1, versículo 3. Tudo foi criado por Jesus Cristo, e outras versículos dizem a mesma coisa. E, por isso, nós nunca tivemos essa oportunidade de falar diretamente, cara a cara, com o nosso Criador.

Mas nós pecamos contra Deus, que nunca vimos. Mas Adão pecou contra Deus, que Ele viu e com quem Ele falou, sim, por Filho Deus. Mas agora, que nós vemos, entre aspas, que conhecemos Deus, nós temos que ter muito cuidado, porque nós, agora, somos responsáveis pelo que fazemos. Mas, quando diz aqui que não tinham pecado-se a semelhança da transversão de Adão, nós pecamos de outra maneira, não da mesma maneira. Por isso, se Deus tivesse falado consigo, ou comigo, cara a cara, e eu, então, teríamos obtecido perfeitamente? Não! Nós teríamos pecado tal como Adão pecou. Por quê? Porque temos a mesma natureza humana, temos a mesma frequeza humana. E, por isso, Adão, digamos assim, é o primeiro e, de um ponto assim, é o primeiro, como Cristo é o primeiro, mas Adão é o primeiro que desobteceu. Cristo é o primeiro que obteceu. E, por isso, é o segundo Adão, mas sem pecado. Continuamos, então, a ler aqui no versículo 15. Mas não é assim o Dom gratuito como a ofensa. O Dom gratuito de Jesus Cristo não é como a ofensa de Adão. O Dom gratuito de Jesus Cristo ser o primeiro a obtecer e viver sem pecado, então nos dá um dom, mas não é como a ofensa de Adão. Porque pela ofensa de um homem morreram muitos. Sim, a ofensa de Adão e nós seguindo o exemplo dela não como o mesmo tipo de pecado, mas picamos, de qualquer maneira, todos nós picamos, e através, pelo seu exemplo, de um, a ofensa de um, morreram muitos, porque nós também picamos. Muito mais a graça de Deus e o Dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, o segundo Adão, digamos assim, abundou sobre muitos. E se vejemos aqui, em um Adão vem a morte, e no outro, um segundo Adão, Jesus Cristo veio a vida. E aqui vemos um paralismo com os versículos 16 e 17, que vai abordar isto a maior detalhe, mas aqui no versículo 15 está a dizer, por um Adão, muitos morreram, morte física. E pelo Dom de Deus, que é Jesus Cristo, ainda temos benções ainda maiores, para muitos, está a vida eterna. O resultado final é muito diferente, o Dom gratuito não é como a ofensa, o resultado final é muito diferente. Então, lenda agora a versículo 16. Diz assim, e não foi assim o Dom como a ofensa, por um só que pecou, porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para a condonação. Mas o Dom gratuito veio de muitas ofensas para a justificação. Então, através da Adão, iniciou o juízo, e nós, igualmente, pecamos também. Temos juízo, por causa da ofensa, e através desse juízo, à condonação. A condonação, por uma só ofensa, na verdade, para a condonação. Mas o Dom gratuito, o Dom gratuito aqui, que é através dos Cristo, é a justificação.

E, por isso, uma vez que você entenda esta grande perspectiva, as coisas fazem bom sentido. Vejam, então, aqui, no versículo 17. Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça e do Dom da Justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. Novamente, aqui está o contraste entre a morte e a vida, a abundância da graça e do Dom da Justiça de Deus, que é imputada a nós, pela misericórdia e pelo que Jesus Cristo fez por nós, perdoando os nossos pecados. Versículo 18, agora, está a quedar um somário e está a repetir. Assim, pois, como por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para a condemissão, assim, também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação da vida. A ofensa de um homem, por que nós o copiamos? Porque é o que nós somos, nós temos esta natureza humana, mas, pela ato de um só homem, Jesus Cristo, veio a graça a todos os homens, a todos os homens que se esforçam a fazer a sua parte, então, temos esta graça inicialmente para a justificação, mas, finalmente, para virmos a ser salvos, se continuarmos a obedecer e a crescer usando o Espírito de Santo Deus, o poder de Deus. Por que? Versículos 9. Como pelas obdiências de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim, pela obdiência de um, muitos serão feitos justos. Isto está, digamos assim, a reafirmar o que foi dito acima. Então, no versículo 20, lemos, veio porém a lei para que a ofensa abundasse, mas, onde o pecado abundou, super abundou a graça. A codificação da lei foi no Sinai, mas todos os homens pecam, e por isso ninguém tem a desculpa. E, por causa dessa abundância e do pecado, veio a misericórdia, a graça de Deus, que ainda é maior, pelo que Jesus Cristo fez, por ciclo 21. Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça, a justiça de Deus, para a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor. E assim vemos, a graça reina está a reinar pela justiça de Deus, pelo que Deus fez por nós, como disse anteriormente, a justiça de Deus, para podermos ter a vida eterna pela ação de Jesus Cristo. E agora, vemos assim que este sacrifício de Jesus Cristo, esta ação de Jesus Cristo, não é uma justificativa para nós continuarmos a pecar? Não! Nós já morremos. Isto é, estamos condonados à morte por causa do pecado. Mas agora, pelo que Jesus Cristo fez, nós somos redimidos, somos comprados de volta à vida, pela graça de Deus, pelo que Deus fez por nós gratuitamente, pelo seu amor, seu amor, seu carinho, seu cuidado para com nós, pela justiça dele. Agora, não podemos continuar no pecado. Agora, temos que andar uma nova vida.

Ora, então, andamos uma nova vida com a ajuda do Espírito Santo. Isto é Cristo vivendo em nós e nós estamos a desenvolver a nós para virmos a ser um novo homem, para virmos a ser como Cristo é. Então, um novo homem, uma nova vida, está sendo formada, nós, Cristo, está a ser desenvolvido em nós quando nós recebemos o Espírito Santo e usando o Espírito Santo, crescemos na graça e conhecimentos do Cristo. E, uma vez mais, a velha natureza humana, a carnalidade, não desapareceu, mas temos à frente nós o novo caminho de vencer e perseverar com a ajuda do Espírito Santo. E isto é um simbolismo lindo de como no Batismo. Devemos sair da água depois de sermos batizados, saímos da água para vivermos uma nova vida, um novo caminho. Este é o simbolismo de Batismo, de morrer o velho homem e de vivermos um novo homem, e este é o tema do próximo capítulo, capítulo 6 de Romanos, que vamos abordar no próximo estudo.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).