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Bom, deu-me a votar, querido irmãos. Aqui é Jorge Campos. Em Exodus 31, versículo 13, estamos a ler acerca que o dia do sábado é um sinal, é um sinal para aquelas que obedecem a Deus. Vigemos Exodus 31, versículo 13. Diz assim, no meio do versículo 13, diz assim, certamente guardará-se meus sábados, por quanto isto é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações. Sabemos que o sábado é um dia para nós. Por exemplo, se lermos em Hebreus 4, e começando no versículo 1 a falar acerca do sifonicado deste repouso, que os israelitas que saíram do Egito não obtiveram esse repouso, diz assim, tomamos pois que, por ventura deixada a promessa de entrar no seu repouso, parece que algum de vós fique para trás, porque eles ficaram para trás. Por que? Porque não obteceram a esse dia de repouso, não obteceram a Deus. E por isso, nos obteceram a Deus incluindo, nos obtecendo ao sábado. E pois lence um bocadinho mais adiante, no versículo 7, que o próprio David diz, muito tempo depois, como está dito, hoje seu vio da tua voz não enduroçais os vossos corações. E, ao mesmo tempo, acontece hoje em dia, irmãos, muitas pessoas estão a endurocer os seus corações, dizer, olha, não preciso de guardar o sábado, mas leiam no versículo 9, onde diz, portanto, resta ainda um repouso. A palavra grega aqui é sabatismo, que é um repouso sabático, que é o descanso de sábado para o povo de Deus.
Jesus Cristo nunca mudou o sábado para domingo, Jesus Cristo guardou o sábado, Jesus Cristo observou o sábado. E um dos avisos que temos, que nos é encorajado, lê-se aqui, por exemplo, em Isaías 58, Isaías 58, versículo 13 e 14, Isaías 58, versículo 13 e 14, e diz-se, desviar-se o teu pé do sábado, de fazê-los a tua vontade no meu santo dia.
Por isso, mas em vez de fazer isso, chamares ao sábado um dia de leitoso, um dia de alegria, o dia santo do Senhor, digno de honra, e honrar-os não só ao segundo, seguindo os teus caminhos, mas quer dizer, mudando os teus caminhos para honrar-se a Deus, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falar-os as tuas próprias palavras. E por isso, então, te deleitarás no Senhor, e então, diz-te, que vais ter várias pensões. Queres irmãos, o dia de sábado é um dia que devemos guardar e observar, mas viemos em Levítico 23. Em Levítico 23. Vamos começar a ler ao início Levítico 23. Em Levítico 23 diz, fala aos filhos israeles e diz-lhes as sermunidades do Senhor. Estou a ler no versículo 2. Que convocareis serão santas convocações. Estas são as minhas solunidades.
Aqui está a falar de santas convocações de Deus. E depois está a dizer quando é que devemos ter essas santas convocações. Sim, no versículo 3 diz, no sábado seis dias trabalharás, isto é, fazes o teu trabalho do dia a dia, mas no sábado descansas do teu trabalho de dia a dia. No sétimo dia será sábado descanso, mas também será santa convocação. Nenhum trabalho fareis sábado do Senhor em todas as vossas habitações. E depois, falando acerca das solunidades no seu tempo determinado, isto é, as solunidades, os sábados anuais, e as santas convocações nesses sábados anuais. Por isso diz, no primeiro mês, aos 14 do mês, pela tarde, é páscoa do Senhor, e aos 15 dias deste mês é a festa dos pães ásimos.
No primeiro dia traz santa convocação, e depois diz, ao sétimo dia, haverá santa convocação. Queres irmãos, o que é uma santa convocação?
Porque, além de guardarmos o sábado, que é um período de 24 horas de pôr-do-sol ou pôr-do-sol, a Bíblia também diz que devemos ter uma santa convocação. Está claro, nós entendemos que nem todos os membros da igreja se podem convocar ou ter uma assembleia física, por várias situações, pode ser por doença, pode ser por distância, que estão muito longe, por outros irmãos, mas estas assembleias, estas santas convocações, nós chamamos o culto.
E, por isso, nós providenciamos um culto ao vivo para aqueles que podem e querem e desejam obedecer a este comando, esta instrução de observarem ou manterem ou obedecerem a ter esta santa convocação.
O que nós chamamos o culto hoje em dia é, de acordo com o formato que nós temos, é de doino inicial até à oração final. É um período de mais ou menos uma hora e meia, duas horas, depende, e este é o que nós chamamos o culto, é o que nós entendemos por esta santa convocação. Então, o que Deus espera de nós durante as suas santas convocações. Isto é o que eu quero abordar hoje, irmãos. Sim, não estou a falar do período de 24 horas de Porto Sola a Porto Sol do sábado. Estou a falar daquele período mais pequeno em que temos uma santa convocação durante o sábado. Ora, a primeira vez que esta santa convocação foi mencionada, em Exodus 12, Exodus 12, versículo 16, quando estava a falar do período do primeiro dia dos pães asmos, e do último dia dos pães asmos. Em Exodus 12, versículo 16, e ao primeiro dia haverá santa convocação.
Também ao sétimo dia, três santa convocação. Quer dizer, é um período durante esse dia em que há vai haver uma santa convocação.
Ora, a palavra Ibraheca aqui é Micra Kodesh. Esta palavra, além de parecer aqui em Exodus, vimos esta palavra em Levíticos 23, parece 11 vezes em Levítico 23, ou digamos, estas duas palavras, Micra Kodesh, e outras 6 vezes em números 28 e 29. Então, o que é que quer dizer Micra Kodesh? Micra é convocação, Kodesh é santa, ou santa convocação, como se diz em português.
Isto é uma convocação, digamos assim, é uma chamada, é uma reunião, é uma convocação, são convocados a se reunir, é uma reunião especial. A palavra convocação, neste sentido hibraico de Micra, também significa uma ordem, uma ordem, uma instrução. E a palavra Kodesh, que significa santa, ou separada, ou numa condição santificada, e lembrem-se que só Deus é que pode santificar qualquer coisa. Só Deus é que pode santificar qualquer coisa. E por isso estamos a falar aqui de uma reunião ou de uma assembleia chamada ou convocada por Deus, a qual Ele, Deus, santificou esta convocação. E por isso vejamos aqui quatro pontos que eu quero sublinhar. Primeiro, estamos a falar aqui desta santa convocação, deste período. Não estou a falar do período total, do pôr de sol a pôr de sol, de 24 horas. Por isso, neste dia haverá uma santa convocação, que é este período, digamos assim, desta reunião, desta assembleia.
E esta santa convocação é o que nós hoje em dia chamamos, por exemplo, o culto, e que representa aquele período do inino inicial até a oração final. Por isso, esta santa convocação, como dizem em primeiro lugar, não é 24 horas, é o período desta reunião. Segundo, lembre-se que não é a nossa, o nosso encontro que nós chamamos, não fomos nós que dissemos, olha, vamos reunir. Mas foi Deus que nos instruiu para nos reunirmos. É uma reunião santa dele, é ele que nos chamou a esta reunião, ele é que nos está a convidar para estar presentes, nesta assembleia, nesta reunião, nesta convocação. E por isso, às vezes, algumas pessoas dizem na oração, dizem, Pai, estamos a convidar de ti para estar neste culto. Não, irmãos, nós estamos a convidar a Deus para estar no culto. Deus é que nos convidou, ou, aliás, instruiu para estarmos no culto. Ele é que nos convocou.
Em terceiro lugar, lembre-se que é um período que Deus santificou, santa convocação.
E o que Deus santificou, nenhum homem pode fazer isso de uma maneira que não seja santa. Veja em 1 Coríntios 3, 1 Coríntios 3, versículo 17. 1 Coríntios 3, versículo 17. Falando acerca de outro assunto, mas o princípio é aplicável aqui. 1 Coríntios 3, versículo 17. Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá, porque o templo de Deus que sois vós é santo. Por isso não podemos destruir ou fazer uma coisa que é santa por Deus, fazer isso em mundo, porque então Deus nos destruirá.
Por isso é que precisamos ter cuidado. Deus nos chamou para esta reunião que é santa. E também lemos a pouco, em Isaiah 58, versículo 13, que não devemos... voltamos para sublinhar o ponto. Está falando ao sábado, que é dia santo, mas o princípio de ser santo é aplicável também a este período, a este culto, a esta convocação. E vejam aqui em Isaiah 58, versículo 13. Isaiah 58, versículo 13.
particularmente para dar-o a esta parte final. E chamares ao sábado leitoso o santo dia do Senhor, digno de honra. Ora, não só o sábado é digno de honra, mas a santa convocação de Deus é digna de honra. E honráres não segundo os teus caminhos. Então devemos de honrar Deus durante a sua santa convocação de acordo com os seus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falar as tuas próprias palavras, porque é a reunião de Deus. Para Ele dizer as palavras Dele. Para Ele dizer as palavras Dele. E por isso, quando vamos para a santa convocação, que é santificada por Deus, devemos de estar nesta convocação, nesta reunião, demonstrando o respeito a Deus. Uma maneira de mostrar respeito é tomar atenção, estar atento, estar atento. Também lembrem-nos aqui não falar as tuas próprias palavras, enquanto os servos de Deus, por exemplo, estão a pregar, não devemos de estar a conversar com outra pessoa. Isso é falta de respeito, porque os servos de Deus estão a dizer, estão a dar a palavra de Deus a nós, numa santa convocação. Então, estamos assim a falar uns com os outros, demonstrar. Isso é uma demonstração de falta de respeito. Por isso que, no outro local diz onde certas senhoras, numa congredição, estavam a falar, diz assim, né, igrejas estejam caladas, não estejam a conversar, a falar. E também diz, não fazer ou seguir os teus próprios caminhos, fazer as tuas próprias coisas durante o culto.
Vou dar um exemplo, talvez extremo, pode ser que aconteça ou pode ser que não aconteça. Mas, imagino que, durante o culto ao vivo, por exemplo, no Zoom, que, durante o culto ao vivo, uma pessoa está a vestir-se, a despir-se, a andar de um lado para o outro, continuamente, e coisa assim, está durante esse culto a demonstrar respeito. Adeus!
A pergunta é, estamos a honrar a Deus? Estamos a guardar uma santa convocação da maneira que Deus quer? Sim, porque a pergunta é, o que é que Deus espera de nós durante as suas santas convocações?
Certamente sim, há ocasiões em que temos que andar, por exemplo, uma pessoa tem uma necessidade urgente, dizer, ao banheiro, mas devíamos tentar fazer isso antes do culto, porque sabemos quando é, mas pode ser que haja uma criança que esteja a ter um certos problemas e que pudemos cuidar dela, ou que têm certas dificuldades físicas. Às vezes, pode ser que você está sentado e as suas costas estão a matar você com dores de costas, e você, então, tem que se levantar e assim, ainda, deitar as costas por causa das dores de costas que tem.
Claro, cada pessoa tem a sua própria situação e o ponto que eu estou a referir é que não estou a dizer aqui que para estarmos a... não estou a dizer para estarmos a avaliar a outra pessoa, mas estamos aqui para examinar os nossos próprios corações, que estamos conscientes e perguntar a mim mesmo ou você mesmo, estou a ahorrar a Deus durante esta santa convocação.
Ao fim de contas, Deus sabe o coração e a sua situação. E por isso, consideres a você próprio, não esteja a considerar o outro, examines a si próprio, não esteja a examinar o outro, não esteja a criticar o outro.
E por isso eu disse que eu queria sublinhar quatro pontos, eu disse que o primeiro é que estou a falar de uma santa convocação, que não é um período de Porto-Sório ao Porto-Sório 24 horas, estou a falar deste período durante a santa convocação. O segundo disse que não é a nossa reunião, mas é uma convocação que Deus chamou e que é terceiro, que é santa. E por isso temos que tratar de uma maneira honrosa, convocação, uma santa instrução chamada de Deus. E em quarto lugar, não é uma reunião em que temos a nossa própria, digamos assim, agenda do que nós queremos aportar. É a agenda de Deus, é a palavra de Deus. Nós vimos para o culto que é a convocação que Deus chamou, para ouvirmos a mensagem de Deus e para adorarmos a Deus. Então, como é que o adoramos? Além de mostrar respeito a Ele, como já me ensinei, por exemplo, não estará a andar de um lado para o outro e coisa assim, outra maneira de mostrarmos respeito a Deus é que nós estamos a focar em nós próprios, mas estamos a pôr o foco no que Deus diz. João 8, versículo 48, diz assim, responderam para os judeus e disseram, não dizemos nós bem que é a Samaritano e que tem demônio, e depois não, não tenho demônio, mas já anto onde rou meu pai. Eu não busco a minha glória, mas não é, em verdade, digo que não é a minha glória, é a palavra de Deus. Se, por isso, ele está azer, se alguém guardar a minha palavra, nunca provará a morte. Nós vimos para ouvir a palavra de Deus. Vejam também no versículo 47, diz assim, quem é de Deus escuta as palavras de Deus, mas vos não as escuteis, porque não sou is de Deus. Crizes e irmãos, vimos para o oculto para tomar atenção às palavras de Deus, e o próprio Jesus Cristo disse-o, estou a dar as palavras de Deus. Os ministros Jesus Cristo, quando estão a pregar no oculto, não estão a dizer as palavras de Deus, estão a dizer as palavras de Deus, que vêm da Bíblia. Vejam, por exemplo, em Romanos capítulo 10. Romanos capítulo 10. Vou começar a ler do versículo 14. Romanos 10, versículo 14. E como pois invocarão aquele em quem não quereram? E como crerão naquele que não ouviram? E como ouvirão só quem prega? Crizes e irmãos, estamos aqui para honrar a Deus, para invocar a Ele, e por isso temos que crer. E para crer precisamos não ouvir, precisamos estar atentos. E tem que haver uma pessoa que está já a pregar. O ministro Jesus Cristo. E como pregarão se não forem enviados? Tem que ser o ministro Jesus Cristo enviado por Jesus Cristo. Como está escrito? Com os pernos, que anunciam o evangelho da paz. Dos que trazem alegres novas de boas coisas. Crizes e irmãos, os ministros Jesus Cristo estão a prengar a boa nova do reino de Deus, que vai trazer paz a este mundo. Se você olha para o que está a acontecer à sua volta, no seu país e nos outros países todos, não estamos no caminho da paz, irmãos. Como já disse muitas vezes, isto vai arrebentar, vai explodir repentinamente, subitamente. Vai ser muito terrível, irmãos, muito terrível. Crizes e irmãos, nós temos a boa nova da paz. Temos a boa nova da paz. Para além do dia 2, é a boa nova da paz.
E depois diz assim, mas nem todos, versículos 16, têm obedecido ao evangelho. Pois dias diz, Senhor, quem creou na nossa pregação, de sorte que a fé é pelo ouvir e o ouvir pela palavra de Deus. Crizes e irmãos, o culto, a santa convocação de Deus, é um período para ouvirmos a palavra de Deus.
E temos que estar atentos para crescermos na fé, nestes dias difíceis. Por isso, irmãos, Deus instituiu esta santa convocação sabatina, semanal e nos sábados anuais, para o Seu propósito, para a sua meta, para o Seu golo, para pregar a boa nova do rei de Deus.
E Ele, então, decidiu estas santas convocações no tempo santo que é nos sábados e nos locais que Ele escolheu e decide para onde termos estas santas convocações. Vejam em Hebreus 10, por ciclo 24 e 25. Quando diz assim, capítulo 10, por ciclo 24 e 25, diz assim, consideremos uns aos outros para nos estimularmos a amor e às boas obras. Como é que nos estimulamos uns aos outros a amor e às boas obras? Quando temos convivência uns com os outros, por ciclo 25, não deixando o nosso mútuo a congregação como é costume de alguns.
Por isso temos que nos congregar, irmãos. Para quê? Para considerarmos, estimularmos a amor e às boas obras. E se alguns irmãos estão longe, eu recomendo que estejam a ouvir os cultos ao vivo, regularmente, aos sábados, e que depois também tenham convivências, uns com os outros, mesmo sejam virtuais.
Mas precisamos de ter esta convivência, encorajamento, sabetínio, uns com os outros. Isto é importante, particularmente, conforme o dia, como diz aqui, se vai aproximando. Essa é esse modo que vamos estimularmos a amor e às boas obras. Vejam, por exemplo, em Deutronómio capítulo 12. Deutronómio capítulo 12. Deutronómio capítulo 12. Por ciclo 4. Assim não vereis ao Senhor vosso Deus, como eles faziam aos Deuses pagãos, mas ao lugar que o vosso Deus escolher de todas as vossas tribos para ali por seu nome, buscaréis para sua habitação e ali viréis. Hoje em dia, o ponto é onde Deus escolhe para ter um culto sabetínio, se temos possibilidade de ir lá, vamos, se não tivermos possibilidade de ir lá, vamos, pelo menos, virtualmente, mas vamos esforçar-nos para ter essa convivência.
Continuando, então, a ler em Deutronómio versículo 7. E ali comereis, perante o Senhor vosso Deus e vos alegrarei-se em tudo que poseres a vossa mão, vosas, vossas casas, no que pensou-ar o Senhor nosso Deus. Então, quando pessoas se reivindem e convivem, tragam qualquer coisa, umas coisinhas para comer e tal, e assim vão convivendo e comendo a inconvivência, porque através de comermos uma refeição, de comer uns com os outros, vamos desenvolvendo esta mora, porque a comida ajuda nós a conversarmos e a ter esta convivência.
E depois diz no versículo 8. Não fareis conforme a tudo o que hoje aqui, o que hoje fazemos aqui, cada qual tudo o que bem parece aos seus olhos. Não devemos estar a fazer o que querem que mateça, não temos que fazer de acordo com a maneira correta que Deus quer, que faça-nos, de maneira que é certo, que é correto, que é respeitoso, e por isso temos uma hora de convivência, um período de convivência, e também, e por isso, é parte da duração a Deus.
Ora, esta convivência que vamos, é amor formal e informal, convivência com Deus e convivência com os irmãos. Vamos mencionar um pouco mais acerca disso daqui um pouco, mas entretanto quero pôr entreparentes outras maneiras adicionais que podemos adorar a Deus. Por exemplo, cantamos com entusiasmo. Isso é adorar a Deus. Quando os ínos do culto estão a tocar, estamos a cantar com entusiasmo, a nossa música, durante o culto, ou a música especial, é para honrar a Deus, ou não? Não é para honrar a mim, mas é para honrar a Deus. Por exemplo, a nossa maneira de vestir é uma maneira respeitável à frente do rei do mundo, que é Deus.
Está claro que há diferenças de cultura, a cultura, por isso não estou a dizer que tem vestido deste modo, ou naquilo modo, porque isso varia de cultura para cultura, de país para país. Mas estamos a honrar a Deus de uma maneira de vestir, que é respeitosa a Deus, de acordo com a cultura deste país, ou desta nação, ou desta região. Mas voltando, então, à convivência, como estava a falar, esta convivência, como estava a dizer, pode ser formal ou informal. Por exemplo, antes do culto e depois do culto é menos formal, digamos assim, mais informal. Mas durante o culto é mais formal.
Durante o culto é uma convivência com Deus, é a sua santa convocação. Antes do culto e depois do culto é convivência com os irmãos, um com o outro. E através da convivência formal com Deus, aí estamos a tomar atenção, estamos a aprender e estamos a orar e cantar inos. Por que? Para aprendermos a ter temor do Senhor. Vemos em Jeremias capítulo 32. Jeremias capítulo 32 versículo 39. Jeremias 32 versículo 39. Jeremias derei o mesmo coração e um só caminho para que me temam todos os dias, para o seu bem e o bem dos seus filhos depois de Deus.
E por isso, quando estamos unidos num culto, num coração, de uma maneira respeitosa, honrando a Deus em um só caminho, em paz, estamos a temer a Deus todos os dias. Para quê? Para o nosso bem. Para o nosso bem. E para o bem dos nossos filhos. Vemos também em Atos capítulo 2 versículo 42. Atos capítulo 2 versículo 42. A isto é, no dia de Pentecostes, onde estavam reunidos, no ano de 31, que era corrente, e aqui lemos o versículo 42, e perseveraram na doutrina dos apóstolos e na comunhão. Vê-se aqui duas coisas. A doutrina dos apóstolos e a comunhão.
A doutrina dos apóstolos, digamos assim, é como se fosse, tanto a falar, do culto. É o culto, aonde há apregação. E a comunhão, que é a convivência informal. Por isso, o culto é a convivência formal e a comunhão, como diz aqui, é informal. Informal é partir do pão e nas orações. Estamos aqui. A combinação desta comunhão formal e informal, vimos para o culto, mas não é só vir para o culto, é vir um cara mais sério e ficar um bocadinho mais tarde para termos esta comunhão.
E por isso, Deus nos instrui para nos congregarmos ou convocarmos, de uma maneira santa, ambas formalmente e informalmente, para aprendermos a sermos um, a sermos unidos com o pai e com o filho, e sermos unidos um com o outro.
Por isso, para nós sermos um, um com o outro, precisamos nos reunir juntos, com carinho, com amor, com cuidado, um para o outro, no espírito de mansidade, em uma sabedoria com mansidão, e assim estabelecendo aquele amor e estimulando esse amor. E então, através disso, vamos aprendendo as dificuldades dos outros irmãos, os testes que outros irmãos têm, o tiveram, ou para os quais estão a passar, para quê? Para que possamos orar por eles?
E por isso é que, Jesus Cristo, em João capítulo 17, na oração dela, na noite em que foi traído, João 17, versículo 22 e 23, ao fim deste capítulo, ou desta oração, lá pelo fim, e assim diz assim, também vós agora, na verdade, tens tristeza. Porque vocês vão ver, eu vou morrer, vocês vão estar tristes, mas outra vez, vos verei.
E a vossa curação se liderará, se ele suscitou, eles ouviram, e eles ficaram muito alegres, e a vossa alegria, ninguém, vula, tirará. Por que? Porque agora sabem, ou sabiam, que Jesus Cristo tinha oruscitado, e essa diria, ninguém podia tirá-la. Perdão, isso é João capítulo 16, desculpe, eu estava querendo ler João capítulo 17, versículo 22, e disse assim, e eu dei-lhes a glória, que a mim me destre, para que sejam um, como nós somos um. Queis irmãos, através desta convivência, nós aprendemos a ser um, aprendemos a ser um. E desde o nove-verciclismo 23, eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amados, e a eles, como tens amado a mim. E, irmãos, esta convivência de unidade, de estarmos unidos, nos faz um. Nos une para estarmos perfeitos em unidade, como diz no versículo 23, para que eles sejam perfeitos em unidade, perfeitos na união. Como é que podemos estar perfeitos na união, irmãos? Estimulando-o um ou outro amor através de nos congregarmos.
Vejam também em Efésios capítulo 4. Irmãos, lembrem-se que, uma vez mais, como eu me ensinei, nem todos irmãos se conseguem congregar, seja por causa de distância, seja de saúde, seja de várias razões. Mas se não se conseguem congregar fisicamente, por favor, tenham congregação espiritual, virtual. Falem com eles, telefonem eles, falem com eles, falem uns os outros. Então, em Efésios capítulo 4, por ciclo 3, diz assim, procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Irmãos, quando estamos juntos e nós estamos a criticar os outros, por exemplo, que eu estou a falar aqui acerca de ter uma santa convocação e como é que nos, digamos assim, comportamos, durante essa santa convocação, estamos atentos, etc., etc., etc., as coisas que me assinei. Não é para criticar o outro que nós está a fazer, porque não sabemos se o outro tem certos problemas físicos, não estou aqui para ajudar o outro. Mas estou aqui para dizer, precisamos ter guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Não temos paz quando estamos a criticar um ou outro.
Veja também no versículo 13. Até que todos chegamos à unidade da fé. Sintemos aqui para estarmos unidos, para chegarmos a termos esta fé unida, que é virmos a ser como Cristo é. Isto é ao conhecimento do Filho de Deus, a Homem Perfeito, à medida da Estatura completa de Cristo. Este é o nosso gol, irmãos, para virmos a ser como Cristo é. E por isso, durante o culto sabatino, sabatino semanal ou sabatino anual, desde o período do ino inicial até a oração final, Deus está nos a ensinar através dos seus serros. Sim, nós todos somos servos imperfeitos. Nós temos as nossas imperfeições.
Mas Deus nos está a ensinar, embora seja por pessoas imperfeitas. E Deus espera de nós, durante essas suas santas convocações, que nós o estejamos a respeitar, a adorar, a honrar, através de estarmos a ouvir e prestar atenção atentivamente, cantando inus para a glória dele e para a honra dele. E também a oração. Mas a pergunta que eu tenho é a seguinte, irmãos. Estamos a considerar a nós próprios. E a pergunta deve ser a mim, e vou-te no seu caso, deve ser a si, e dizer, estou, eu agora, durante este culto, a fazer as coisas atuar da maneira que Deus espera que eu faça e que eu esteja atuando. É uma resposta individual que você precisa de fazer, perante Deus, no seu coração e de acordo com sua situação. Pode ser a sua situação de saúde, a sua situação de distância, de idade, de emoção. Deus sabe o seu coração. Mas você e eu precisamos perguntar, estou a fazer a minha parte para honrar a Deus corretamente, porque a sua situação é diferente da minha. Todos nós temos que orar e olhar de acordo com a nossa própria situação. Mas quero concluir desta maneira, precisamos dar a Deus graças, pela graça de Deus e pelo amor que Ele tem para conosco. Porque através do seu espírito, Ele está a guiar a você, está a guiar a mim, para você atuar da maneira que Ele espera que você esteja atuando, durante as suas santas convocações.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).