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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Câmiz, falando-vos da Sansaneti.
Todos nós, queridos irmãos, temos um desejo sincero de observar o sábado de uma maneira que seja agradável a Deus. E por isso perguntamos a nós mesmos. Estamos a observar o sábado de uma maneira correta. E, geralmente, falando de uma maneira geral, digamos assim, as pessoas pensam que descansar e parar de fazer coisas, é o ponto importante do sábado. Sim, é um ponto importante, mas há um propósito, há uma razão para isso.
E uma das razões para isso, vamos então ver em Levíticos 23. No comando, na lei Levítico 23, vamos começar a ler do versículo 1, diz assim, disse-se, o Senhor Amoisés, fala aos filhos de Israel e diz-lhes as festas fixas. A palavra festas vem do ebraico, que significa Encontro Mercado, moeda, Encontro Mercado. As festas fixas do Senhor, que, pelo que armarei, serão santas convocações, serão reuniões santas, são assembleias santas.
São estas as minhas festas. Uma vez mais, diz aqui, são estas as minhas encontros, meus encontros marcados, as minhas reuniões, encontros marcados. Depois continua, versículo 3. Seis dias trabalharéis, mas ao sétimo será o sábado de Canso Solene, santa convocação. Santa convocação, uma vez mais, é uma reunião santa. Nenhuma obra fareis, a sábado, o Senhor, em todas as vossas moradas. Versículo 4. São estas as festas fixas, os encontros marcados, do Senhor, as santas convocações, as reuniões santas, que proclamareis no seu tempo determinado.
Por isso, queridos irmãos, vemos aqui, em quatro versículos, vemos três vezes a dizer que são reuniões santas. E vemos também três vezes a dizer que são encontros marcados para nos encontrarmos com Deus durante esse período especial. Então, queridos irmãos, a pergunta que eu tenho é seguinte. Observar o sábado. É só uma questão de descansar e parar de trabalhar? Não. Há uma razão de parar de trabalhar. É para termos tempo, para passarmos tempo, para estarmos com Deus.
E uma dessas maneiras de passarmos tempo com Deus é de observarmos o banamento que diz para nos encontrarmos nesta dias de tempos determinados de santas convocações, de santas com Deus. E também diz de encontros marcados. Por isso, o que nos preocupa, como ministros, frequentemente, é que certas pessoas acreditam que é mais importante descansar em um sábado.
Do que se congregarem com outros cristãos de mente e mentalidade igual. Isso é uma preocupação. E veremos por que. Vejam também que foi a preocupação de Paulo. Vejam aqui em Hebreus 10. E ele diz assim. Vamos começar a ler o versículo 23. Recordemos firme a confissão da esperança sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. Consideramos que o que nos faz é a confissão da esperança. Recordemos firme a confissão da esperança sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. Consideremos também uns aos outros para nos estimularmos, para nos estimularmos, a amor e as boas obras.
Não deixemos de congregarnos. Como é o costume de alguns? Antes, façamos algumas estações e tanto mais, quanto vezes que o dia se aproxima. Queria-se irmãos, Paulo está a dizer aqui, precisamos nos estimularmos aos outros ao amor e às boas obras, e não devemos deixar de congregar. E vimos que é parte da lei de Deus que devemos congregar, porque é uma santa convocação. No sábado. E, por isso, ver-se aqui que, a santa convocação, a oportunidade de nos juntarmos, de que não nos congregarmos, como diz aqui, não devemos relaxar isso.
Não devemos de deixar. Não devemos de agligenciar isso. Precisamos estar juntos, precisamos estar unidos. Por isso a minha pergunta hoje, ou meu tema hoje, é, qual é o valor da verdadeira convivência cristã? Qual é o valor da verdadeira convivência cristã? E daí, o quê? Daí é que não devemos negligenciar esta convivência cristã, para que, de uma maneira, não percam-nos, ou não quebramos o significado do sábado.
E, em segundo lugar, é para não perdermos o dom da vida interna. Esse segundo ponto, vamos ver em mais detalhe, durante o resto do sermão. Agora, quero que virem comigo, se faça favor, ao Salmo 95. Salmo 95 é um Salmo, uma canção acerca do sábado. Salmo 95. E diz assim, vinde, cantemos ao Senhor. Vinde, isto é, juntem-se, venham, venham, vamos para aqui, vamos juntos.
E diz assim, cantemos ao Senhor. Isto é, quando estão congregados, não é? Conjúbilo. Celebremos o roxedo da nossa salvação. O roxedo da nossa salvação. Qual é o roxedo da nossa salvação? Qual é a rocha da nossa salvação? É Cristo, como lemos em segundo Coríntios, que vamos ver daqui a pouco. A rocha que os guiou, que guiou as Israelitas no deserto, essa rocha era Cristo. O roxedo da nossa salvação é Cristo. Dizem, saímos, saíamos ao seu encontro, com ações de graças. O quê? Isto é no sábado, quando nos congregamos ao seu encontro, ao encontro de Deus. O Deus nos dá este tempo para nos reunirmos, e Ele está lá, e nós devemos estar presentes também nesta reunião.
Porque o Senhor é Deus Supremo e O Grande Rei acima de todos os deles. Vejamos, então, continuar no versículo 6. Vinde, adoremos e prostrêmonos, ajoalhámonos diante do Senhor, que nos criou. Versículo 7. Ele é o nosso Deus e nós, povo do Seu pasto e ou velhas de Sua mão. Hoje, hoje, não tem que estar em letras, em uma letra capital. Hoje, por quê? Porque está a falar do sábado. Hoje, que é o dia de congregarmos.
Hoje, que é o dia da santa convocação. Hoje, que é o sábado. Se ouvir da Sua voz. Como? Porque ao sábado, vamos congregar e vamos ouvir, então, o culto, com o ministro a dar-nos a voz, a palavra de Deus. Por isso, se ouvir da Sua voz, não endure o seu ecorção, como a Maribá, como no dia de maçã, no deserto, quando os vossos pais me tentaram pondo uma prova.
Não obstante, terem visto as minhas obras, durante 40 anos, estive desgustado, estive aborrecido, desgustado, aborrecido, com esta geração, geração, e disse, é povo de coração transviado. Não conhece os meus caminhos, por isso jurei na minha ira, disse Deus, não entrarão no meu descanso. E sim, este povo, exceto para Josué e Calébe, não entraram na terra prometida, no descanso que era a terra prometida. Paulo dá uma cotação deste Salmo 95. Sabem aonde? Sabem aonde? Em Hebreus 3. Vejamos, então, Hebreus 3. Hebreus 3.
Hebreus 3, Paulo, faz referência a este Salmo e vejam aqui, começando do versículo 7. Diz assim.
Assim, pois, como diz o Espírito Santo, hoje, uma vez mais, em letra capital, letra maiúscula. Hoje que é o sábado. Se ouvir-se a minha voz, por quê? Portamos ouvir a voz do ministro, a pregar. Não em Drus 6 o vosso coração, como foi no dia da provocação, no dia da tentação no deserto, onde os vossos pais me tentaram. Pondo uma prova e viram as minhas obras por 40 anos. Por isso, me inimei contra essa geração e me disse, este sempre errou no coração. Eles também não conhecem, quando conheceram os meus caminhos. Assim jurei na minha ida, não entrarão no meu descanso e não entraram no descanso que era a terra prometida.
Versículo 12, continuando, dizem-te, Paulo, tende cuidado, irmãos. Ele está agora a falar a nós, irmãos, membros da Igreja de Deus. Cristãos, verdadeiros convertidos. Diz assim, tendo cuidado, irmãos. Jamais aconteça a ver em qualquer voz, vos perverso coração de incredulidade.
Tal como eles tiveram um coração de incredulidade. Qual foi a encoração que eles tiverem? Tal como eles tiveram um coração de incredulidade. Qual foi a encoração da incredulidade dos Israelintes? Não acreditaram, não obteceram.
Não obteceram.
Cristian, irmãos, sempre que vemos na Bíblia a palavra crer, temos que ver atrás da crença, audiência.
Porque se queremos, vamos obtecer. Se acreditamos numa pessoa, vamos fazer o que essa pessoa diz para fazer. E tal claro, se acreditamos em Deus, vamos fazer o que Deus nos diz para fazer. Por isso crer quer dizer obtecer. Se quando diz tudo o que precisas é crer em Deus, isto é, tudo o que precisas é ter uma crensa tal que estejas pronto a obtecer ao que Deus diz. Porque crês nele? Porque acreditas nele?
E por isso continuando assim.
Já mais acontece a ver em qualquer voz perverso o coração de incredulidade que vos afaste o Deus vivo. Por que? Porque se não estão a crer, não vão obtecer. E se não estão a obtecer, estão a pecar. Esses estão a pecar, estão a rebular, estão a desobtecer, estão só a afastar do Deus vivo.
Por isso é o que diz aqui que nenhum de vos seja endurcido que vos afaste o Deus vivo, por si que o trecho. Por contrário, exhortaivos.
Encreja-o um ou outro. Exortaivos. Devos coragem. Exortaivos mutuamente. Como é que podem fazer? Exortar muito o ambiente. Pode exortar muito o ambiente quando estão juntos no sábado, no culto.
Viz assim, exortar muito o ambiente cada dia, durante o tempo que se chama hoje.
Durante o tempo que se chama hoje. Cada dia, durante o tempo que se chama hoje. Que refera aqui hoje, que refera aqui que é o sábado, que é o dia que se reúnei.
A fim de que nenhum de vos seja endurcido pelo engano do pecado. Precisamos de reunir no sábado.
Precisamos de fazer isso, para nos exortar uns os outros, para nos encorajar uns os outros, para não sermos endurcidos pelo engano, pela astúcia do engano do pecado.
Por nós temos tornado participantes de Cristo. A palavra aqui, participantes, e é metócos, em grego. Uma das duas palavras importantes que vou falar hoje, aqui esta é metócos. Participantes, quer dizer, de outra maneira, membros. Membros associados. Por isso, somos membros. Membros da Igreja de Deus. Membros da Igreja de Deus. Membros de Cristo, que é o corpo de Cristo, é a Igreja de Deus. Se, de facto, guardarmos firma, até ao fim, a confiança que desde o princípio tivemos, enquanto se diz, hoje, se ouvir-se a minha voz, não endurasseis o vosso coração.
Como foi na pervocação? Ora, quais os que, tendo ouvido, se revelaram? Sim, quem é que se revelaram? Não foram, de facto, todos os que saíram do Egito, por intermédio de Moisés? Sim. E contra quem se dinheu por 40 anos? Não foi contra os que pecaram? Veja aqui a palavra incredulidade. A credulidade é porque pecaram, não obteceram, porque pecaram cujos cadavas caíram no deserto, e contra quem jurou que não entraram no seu descanso, se não contra os que foram desobedientes.
Desobteceram as leis de Deus. Vemos pois, versículos a 9, que não poderam entrar por causa da incredulidade. Não entraram porque não acreditaram, e porque não acreditaram, rebelaram, pecaram e desobteceram.
Queres irmãos, o sábado é um dia comandado, ordenado, para termos uma santa convocação. É um dia para termos um encontro numa data marcada.
Por exemplo, vocês imaginam que vocês estão numa companhia a trabalhar. E esta companhia tem um certo dia que vai ter uma reunião para os membros da companhia. Os participantes, digamos assim, dessa companhia, para os membros, para os embregados dessa companhia. E, por isso, o patrão diz a eles, neste dia, x, vamos ter uma reunião importante que vai ser durante o dia inteiro, e, por isso, vocês não precisam ir trabalhar, podem vestir-se de uma maneira diferente, quero que se visse de uma maneira diferente para esta reunião, mas não vão trabalhar, porque, em vez de ir em trabalhar, vêm para esta reunião. E eu vou estar lá e quero que vocês estejam lá também.
E, então, o que é que tu fazes? Hoje não tenho que trabalhar, vou ficar em casa, ponho chinelos e fico em casa a descansar. Vai o teu patrão estar contento contigo? Vai-o estar gostoso do que estás a fazer? Vai-o estar feliz com o que estás a fazer? Não, certeza? Não! Queridos irmãos, estamos a dizer que o sábado é um dia de convocação santa, é um dia marcado para uma reunião. É uma responsabilidade nossa de nos reunirmos neste dia se temos essa possibilidade de fazer. Segundo lugar, não devemos negligenciar essa reunião, essa assembleia, essa congregação, como é o costume de alguns, como Paulo disse. Devemos nos encorajar, de nos exortar, de dar encorajamento uns aos outros diariamente, enquanto é este dia hoje, que é neste dia de reunião, do sábado.
E depois cuidado, porque somos membros de uma convivência com Cristo. Somos membros do corpo de Cristo. Somos membros da Igreja de Deus, que é uma entidade espiritual, que é o corpo espiritual.
E por isso, tenham cuidado, porque não se enganem, porque se não se reunirem, é fácil então, de serem enganados, de serem endorcidos pelo engano.
Por isso, vemos, queridos irmãos, que a verdadeira convivência cristã, particularmente nos dias santos de Deus, de convocação santa de Deus, dos quais são sábados semanais e sábados anuais, é obrigatório. Digamos assim, por de uma maneira simples, é necessário. A não ser que nós não tenhamos essas possibilidades, mas devemos de o fazer. É uma lei, é um mandamento.
Mas agora, quer ver um outro ponto importante, ou alguns outros pontos importantes.
Sabes quando foi a primeira vez que a palavra convivência, ou comunhão, digamos assim, foi referida no Novo Testamento? Esta convivência, esta comunhão, conviver nesta comunhão, quando é que foi a primeira vez referida no Novo Testamento? Sabes? Olha, que não foi durante o tempo em que Jesus Cristo viveu, na Terra. Então, quando foi? Quando é que foi que esta palavra foi, pela primeira vez, mencionada no Novo Testamento? Sabes que foi imediatamente após terem recebido o Espírito Santo de Deus?
Vejam que o Amigo se faz favor em Atos capítulo 2. Vamos ver a Atos capítulo 2. Vamos começar no vocículo 1, ao cumprício do Dia de Pentecost, estavam todos reunidos. Reunidos! Estavam congregados! Estavam reunidos porque era um dia de santa convocação. Parte do mandamento de Deus, que era o Dia de Pentecost, era um dia de convocação anual.
Todos no mesmo lugar. E depois, no vocículo 4, dizem assim, e todos ficaram cheios do Espírito Santo. O Espírito Santo Deus deu a eles o Espírito Santo. E depois leem, no discurso de Pedro, que começa no vocículo 14, leiam, por exemplo, a partir do vocículo 17, que ele referiu que isto é o que foi profetizado pelo profeta Joel, que diz assim no vocículo 17, diz, aconselhar, nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne. Derramarei do meu Espírito. Derramar!
Cristo e irmãos, não está azer que o Espírito é uma pessoa. E, Cristo e irmãos, nós temos um livro muito interessante, muito bom, que quero que vocês tenham oportunidade de ler, um livro que cobre muito, muitos assuntos com muitas páginas, com cerca de 100 e tal páginas, a provar que o Espírito Santo não é uma pessoa. O livro é titulado É Deus Uma Trindade. E, por favor, vá ao nosso site e faça uma busca e quero que estudem a Bíblia. Quero que estudem a Bíblia usando este guia de estudo para provar que, de facto, o que diz aqui é verdade. Para provar o que a Bíblia, de facto, diz acerca do Espírito Santo de Deus. Mas, como estávamos a ler, aqui diz assim, derramei do meu Espírito sobre toda a carne. Os vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossas jovens terão visões e sonharão vossos velhos, até sobre os meus servos e sobre as minhas servas, ramarei do meu Espírito, naqueles dias, e profetizarão. Isto é o de Iirpente Costes e as primícias deste grande significado. Porque este significado vai ser realizado mais tarde no futuro, durante a colheita final. Mas, depende de costes, é a primícias deste. É o começo desta derramação do Espírito Santo de Deus. E, continuando, então, no versículo 37, diz assim, ouvindo-os estas coisas, porque Pedro lhes ensinou e teve a dar este discurso, e teve a dizer, vossas mataram Cristo. Vocês recorrecificaram o Messias. E, então, eles, ouvindo estas coisas, versículo 37, compungiu-se-lhes o coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apostos, o que vamos fazer? O que vamos fazer? O que é que eu posso fazer? Respondeu-lhes, Pedro, arrependai-vos. E cada um de vós seja batizado em nomes do Cristo para a remissão de vossos pecados, e recebrais o dono Espírito Santo. Vamos receber o dono. Pois, para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos que estão ainda longe. Isto é para quantos o Senhor, o nosso Deus, os chamaram.
E, depois, então, no versículo 41, então, os que aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo, naquele dia de quase, 3 mil pessoas. 3 mil pessoas. Imaginem, queridos irmãos, 3 mil pessoas foram batizadas neste dia. E, depois, continua aqui, no versículo 42, e este é o versículo neste capítulo que queria cobrir, queria explicar. Mas dei um bocadinho do texto aqui para entenderem, do texto, dentro do texto, o que estava a acontecer. Porque, depois de serem batizados, depois de receberem o Espírito Santo de Deus, então é que temos aqui a palavra comunhão a ser usada. Porque diz assim, e perseveraram, perseveraram na doutrina dos apóstolos, isto era um encidimento dos apóstolos, que é o encidimento de sucesso Cristo, e na comunhão, na convivência. E a palavra grega aqui é coinonia.
A segunda palavra que eu disse, que queria falar hoje. Coinonia, que é a comunhão, ou convivência. No partir do pão e nas orações. Como é que faziam esta convivência? Partindo do pão e fazendo orações. Tando juntos, conviviam, falavam e oravam antes, por exemplo, de comerem, há e coisas assim, mas estavam a conviver juntos. E por isso vemos aqui, que foi a primeira vez que a palavra comunhão foi dita.
Não, geralmente pensamos que a uma comunhão é a comunhão de coisas físicas. Sim, foi de coisas físicas, porque continua, por exemplo, a ler em versículo 44. Todos que queriam estar juntos e tinham tudo em comum, vendiam as suas propriedades e bens distribuindo o produto entre todos à medida que alguém tinha necessidade. Naquele dia não havia bancos, não tinham um cartão para ir ao banco, um cartão de crédito ou um cartão de débito para levantar dinheiro.
Por isso vendiam as coisas para ter um bocado de dinheiro para dar a outras. Hoje em dia vamos com o cartão ao banco e tiramos um bocado de dinheiro e damos às pessoas uma ajuda, que foi a maneira diferente que fazemos hoje em dia. Diariamente perseveraram unânimes do mesmo acordo. Unânimes! Como é que podiam estar unânimes? Estavam a ser no templo. Estavam unânimes. Durante, está claro, os dias santos. Partiam pão de casa em casa, tomavam as suas refeições com alegria e singelesa de coração. Uma unidade de coração. Havia esta unidade.
Um, um, um coração. Singelesa. Uma unidade de coração. Por isso vemos aqui, queridos irmãos, que tinham esta singelesa de coração. Não é que estavam unidos ou tinham uma comunhão física, mas tinham também uma comunhão espiritual. Queridos irmãos, nós como membros da Igreja de Deus, para tu e outro irmão que esteja numa congregação para se conhecerem e para se terem conhecido a única razão.
O único milagre para se terem conhecido é a palavra Deus. Porque se não fosse a palavra Deus, a maioria das pessoas que se conhecem aqui na Igreja de Deus não se conheceriam, nem se reuniriam. Porque não tem nada em comum. Não tem nada em comum, exceto.
Exceto a verdade. Exceto o Espírito de Santo Deus. Exceto que temos o mesmo Salvador. Exceto que temos o mesmo Pai. Exceto que temos a mesma herança. Exceto que temos a mesma perspectiva para a vida. Exceto que temos a mesma esperança. As mesmas leis de Deus. Os mesmos valores. As mesmas moralidade. A mesma visão do futuro. E sim, são muitas coisas, ao fim de contas, que temos em comum. Mas são coisas espirituais. Não são coisas físicas. E por isso comiam. Porque a comida é física.
Usava a ter essa convivência. E essa convivência física ajudava a eles a falarem. E por isso a exhortarem, encorajarem uns aos outros para não entrar no pecado, para não ser enganados pelo pecado. Porque estavam a falar, sim, a cerca de várias coisas, mas também falavam a sério de princípios da lei de Deus. E por isso os exhortavam uns aos outros e encorajavam. E por isso, sim, cresciam na maneira de se defenderem contra as fraquezas da carne e contra os enganos do pecado que estão à nossa volta. E por isso, tinham comida, não só física, mas espiritual. Essa comida compartilhavam no sábado através da convivência cristal.
Vejam também Atos 4, versículo 32. Atos 4, versículo 32 diz assim, da multidão dos que creeram era um. O coração e a alma era um. Queridos irmãos e junis, devemos ser um.
Da multidão era um. Não é que era só uma pessoa, mas era um. É como Deus e Jesus Cristo são um. Não é que são uma pessoa, mas são um. E por isso nós, como cristãos, que queremos desta multidão, precisamos ser um. No coração e na alma. Ninguém considerava exclusivamente sua, nenhuma das coisas que se ouia, tudo porém, é ser a comum.
Os ajudavam uns aos outros fisicamente, mas também isto aponta para um significado espiritual. Porque isso é que é importante. Havia esta comunidade. Não é comunismo. Querias dizer, irmãos, isto não é comunismo. Isto é uma coisa voluntária do caminho de dar. Do desejo de dar. Não é uma obrigação de comunismo, não. Isto é uma coisa voluntária do caminho, do estilo de vida de Deus, que é o estilo de amor, que é o estilo de dar para outros. Carinho para com os outros. E, queris, irmãos, esta unidade foi o que Jesus Cristo orou pelos irmãos. Lembra-se quando Jesus Cristo orou, a última oração de Jesus Cristo em público, antes dele falecer o que é que ela orou?
Lembra-se. Vamos, então, ver umas partes dessa oração em João, capítulo 17. João 17. João 17. Diz assim. João 17, vamos ler no versículo 11. Diz assim. Já não estou no mundo, mas eu se continuo no mundo. Sim, Jesus Cristo já estava, se sabia, que ia sair do mundo, ia morrer, mas, assim, este continuou no mundo. A paz que eu vou para junto de ti.
Eu vou falecer e depois de ser ressuscitado, vou para junto de ti. Pai Santo, guarda-os em teu nome. Sim, nós somos guardados em nome de Deus, por isso é que chama a Igreja de Deus. Não é a Igreja de Cristo, porque é o nome do Pai. É a Igreja de Deus. Diz assim. Guarda-os em teu nome. Os que me destem, para que elas sejam um.
Para que elas sejam um. Para que sejam unidos. Para que sejam um. Assim como nós somos um. Jesus Cristo dizia, oh Pai, como somos um. Deus é um. Jesus Cristo e o Pai são um. São como nós somos um. É o que Ele está a dizer aqui.
Valeiam também continuar na Léroga versículo 21. Afim de que todos sejam um. Como és tu, oh Pai, em mim e eu em ti. Também sejam eles um. Como diz na Bíblia Almeida revista e Corujida, e na Almeida Corujida e Fial, também sejam eles um em nós. Para que o mundo creia que tu me aviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado para que sejam um.
Como nós a somos? Não queres irmãos, isso não quer dizer que eram uma pessoa, eram duas pessoas diferentes. É como nós irmãos somos mais que uma pessoa, mas precisamos ser um. Como Deus é um. É o que Jesus Cristo está a orar aqui para que nós venhamos a ser um. Como Deus é um, como Deus Pai Jesus Cristo é um. Não é que são uma pessoa, são mais que uma pessoa, mas são um, nesta unidade. Diz assim, eu nelegito em mim a fim de que sejam perfeiçoados na unidade.
Para que o mundo conheça que tu me aviaste e os amastes, como também amastes, em mim. Por isso aqui queres irmãos, vemos um ponto muito importante. Um ponto muito importante, um ponto milagroso, desta unidade de serem um. E por isso, nesta convivência de sermos um, é um milagre através do Espírito Santo de Deus. E por isso queres irmãos, nós somos chamados para ser um com Jesus Cristo, e por isso um com o Pai, através do Espírito de Santo Deus, através do poder divino do Espírito de Santo de Deus. Vejam, por exemplo, em 1 Coríntios 1 Coríntios capítulo 1, versículo 9 e 10. 1 Coríntios capítulo 1, versículo 9 e 10.
Fial é Deus pelo qual fostes chamados à comunhão de seu filho Jesus Cristo, Nossa Senhora. Fial é Deus pelo qual fostes chamados, chamados para quê? Qual é a razão? Qual é o objetivo de sermos chamados? A comunhão de seu filho Jesus Cristo, Nossa Senhora. Fomos chamados à Cognonia, à convivência, à comunhão de seu filho Jesus Cristo, Nossa Senhora. Queridos irmãos, quando temos o Espírito Santo de Deus, quando vivemos de acordo e somos guiados pelo Espírito Santo de Deus, como vivemos pelo Espírito, de acordo com o Espírito, princípio do Espírito, nós então temos uma verdadeira comunhão, uma verdadeira convivência com Jesus Cristo.
E esta convivência é muito íntima, é uma união muito íntima, porque é dentro de nós. Cristo vive em nós para sermos um através do poder do Espírito Santo de Deus. Se queridos irmãos, se nós não temos uma verdadeira convivência espiritual, uns com os outros, então não temos uma convivência com Jesus Cristo.
E sim, se nós não temos uma verdadeira convivência com Jesus Cristo, então nós não temos uma verdadeira convivência cristã. Isto é algo muito especial entre o povo de Deus, muito especial. Vejam também em 1 Coríntios capítulo 10, 1 Coríntios capítulo 10. Vamos ler então, começar do versículo 1. Ora irmãos, não quero que enureis que vossos pais tiveram-se todos sob a nuvem e todos passaram pelo mar, tendo sido batizados, sim, na nuvem e no mar. Foram batizados para dentro do nome de Moisés, com respeito a Moisés.
A palavra greia aqui é ais, que é para dentro de Moisés. Semelhante à palavra para dentro de ais, que é usada, por exemplo, em Mateus 28-19, que diz para dentro do nome. São os batizados para dentro do nome. Isto é da família de Deus.
Eu estou continuando a ler no versículo 3, todos eles comeram de um só manjar espiritual, e beberam da mesma fonte espiritual, por bebiam de uma pedra espiritual que o seguia, e essa pedra era Cristo. Cris irmãos, quem é que estava a guiar os israelitas durante aqueles 40 anos, quando bebiam e comiam de uma na, e tinham a viver debaixo desta guia, eles beberam desta fonte espiritual e comeram de um só manjar espiritual que é Cristo. A rocha era Cristo. Entre tanto, Deus não se agradou da maneira de Ele, razão porque ficaram prostrados no deserto. Não se agradou, eles não obteceram, por isso é que ficaram prostrados no deserto. Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós. A fim de que não fazemos vários pecados e depois está a enumerar aqui vários dos pecados e depois diz assim, em versículo 11. Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritos para a advertência nossa. De nós, outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado. E foi um aviso para nós. Por isso, portanto, diz assim no versículo 14, portanto, meus amados fugir da idolatria. Vem para o estado dizer, está a dizer para fugirem da idolatria.
Entenda? Fugir da idolatria. Por que? Por que está a ser aqui fugir da idolatria?
Falo como criteriosos. Vocês têm pessoas que são sábios, pessoas que entendem, estou a falar a vocês, que vocês têm critério de pensar e ver isso tudo. Jugar a voz mesmo, o que estou a dizer. Vocês consideram o que estou a dizer. Proventura o cálice da pensão que abençoamos não é a comunhão, com a unonia, comunhão, a convivência do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão, com a unonia, a convivência do corpo de Cristo?
O Cristo de Mãos aqui está a falar de um sujo muito sério, por estar a falar de um relacionamento espiritual com Jesus Cristo, que é simblesado através da cerimônia, da páscoa. E por isso não é nada para ser tomado de uma maneira casual. É uma comunhão muito importante. Esta comunhão cristã é um assunto muito importante. E depois continuando assim, porque nós, embora muitos, somos unicamente um pão. Somos um, um pão. Somos um corpo, um só corpo. Qual é o corpo? A Igreja de Deus. Somos um corpo, somos unidos, temos... Diz assim, porque somos todos participamos. Metóculos, a mesma palavra, metóculos, que me ensinei um cadinho antes. Duas palavras regras estão a mencionar hoje. Um é coniunia e outra metóculos. Metóculos quer ser, como disse, membros associados, participantes. Somos membros do único pão. Somos membros, participamos desse pão, que é o corpo de Cristo.
Continuando, versículo 18. Considerar o Israel, segunda carne. Não é certo que aqueles que se alimentam dos sacrifícios são participantes do altar? Sim, eles comiam os sacrifícios que sacrificavam. E, por isso, comiam desses sacrifícios. E, por isso, eram participantes do altar. Coinônus. Neste caso aqui é coinônus. Conviviam neste altar, tinham esta convivência, porque comiam e conviviam, entravam, comiam. A palavra grega aqui é coinônus. Que digo pois que o serificado ao ídolo é alguma coisa, ou que o próprio ídolo tem algum valor? Não. Antes digo que as coisas que eles sacrificam, que sacrificam, são demonios. Que eles sacrificam e não é Deus. Eu não quero que vos truneis com oinônus associados. Isto é a terem uma convivência aos demonios, com os demonios. Não quero que tenha uma convivência com demonios. Não podéis beber o cálice do Senhor e o cálice de demonios. Não podéis ser participantes. Isto é metocos. Este é membros. Não podem ser membros da mesa do Senhor e da mesa dos demonios.
Por isso é que disse no versículo 14. Fugir da idolatria. Por quê? Porque precisamos ter uma convivência pura, sem idolatria. E uma convivência pura tem que ser uma convivência sem pessoas que estão a seguir a babilônia falsa. As igrejas falsas, a falsa cristina idade. Temos que ter a convivência com os cristãos verdadeiros. Não nos podemos misturar com aqueles que têm ensinamentos falsos. E isso não é uma convivência cristã. Porque Cristo não tem convivência com demonios. Porque esses são tão a seguir a demonios. É o que diz aqui. E por isso dizem versículo 14. Fugir da idolatria.
Querido irmãos, vemos aqui um outro ponto importante. Que precisamos de fugir, de misturar-nos com falsos cristãos, pensando que estamos a adorar a Deus com eles. Porque nós estamos. Estamos a conter uma idolatria.
Vejam também segundo Coríntios capítulo 6. O segundo Coríntios capítulo 6. Versículo 14 a 18. Não vos punhais em julgos desigual com os incrédulos. Mesma coisa. Não é um julgo igual. Por exemplo, quando faziam o gado parar-ar a terra, punham, por exemplo, dois gatos, mas não ponham, por exemplo, um boi com um burro. Porque são desiguais. E por isso não punham um julgo desigual, porque senão as coisas vão puxar mais para o outro, e as coisas não vão direitinhas. Por isso não punhais em julgo desigual com os incrédulos. Tem que ter crentes com crentes. Verdadeiros cristãos com verdadeiros cristãos. Uma convivência de cristãos com cristãos. Uma verdadeira convivência cristã. Porque senão estamos a cometer idolatria. Porque, quanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade. Ou que comunhão com a união, com a vivência, da luz com as trevas. Carmonia entre Cristo e o maligno. Ou que união do crente com o incrédulo. Que ligação a entre o santuário de Deus e do ídolo. Porque nós somos santuários de Deus viventes, como ele próprio disse, habitirei e anarei entre eles, serei o seu Deus e eles serão meu povo. Por isso, versículo 17, retira-vos do meio deles. Separem-se dessas pessoas. Não é azer para sairem do mundo, porque estão no mundo, temos que amar as pessoas no mundo, mas para adorar a Deus, numa convivência cristã, devemos nos separar, de retirar-nos do meio deles. Separa-vos, diz o Senhor, não toqueis em coisas impuras. E se fizerem isso, eu vos receberei. Se, então, serei vós Pai e vós sereis para mim filhos e filhas. Diz o Senhor todo poderoso. Acho que é muito claro. Acho que é muito claro. E, Cris Irmãos, se vocês aprendem um princípio bíblico e não praticam, então estão a pecar. Simplesmente isso. E outro ponto aqui também, concluindo o livro de Coríntios, em segundo Coríntios capítulo 13, a partir do versículo 11 até ao fim, diz assim, quanto aos mais irmãos, 2 Coríntios 13, versículo 11, a Deus, está a dizer tchau, aqui vou fechar a carta, a Deus. Mas, entanto, a prefeiçoaivos, consolaivos, cedo mesmo parecer, vivem em paz. E o amor de Deus e de paz estará com vosco. Sauda-vos-nos aos outros com óscar o santo. Todos os santos vos saúdem. A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus Pai e a comunhão do Espírito Santo, sejam com todos os vós. Vem os três aqui, o Pai, Jesus Cristo e o Espírito Santo, da mesma frase. Isso não está a falar de uma trindade. Cris Irmãos não está a falar de uma trindade, porque está a falar da graça do Senhor Jesus Cristo. Está a falar do amor de Deus e está a falar da comunhão com a Inonia, a convivência do Espírito Santo.
É o Espírito Santo que dá a comunhão. Como vimos, foi o Espírito Santo, foi o Espírito Santo que após os discípulos receberem o Espírito Santo. Depois de receberem o Espírito Santo, foi então, quando esta palavra, a comunhão de convivência espiritual, convivência cristã, foi mencionada pela primeira vez. É uma convivência do Espírito. Vejam também, em Filipe, capítulo 2, Filipe, capítulo 2, versículo 1 e 2, que uma vez mais fala acerca. Filipe, capítulo 2 diz assim, se há após alguma exortação em Cristo, alguma consolação do amor, alguma comunhão do Espírito, com Inonia, comunhão, convivência, esta convivência espiritual, convivência cristã, vem através do poder divino do Espírito Santo de Deus. Se há entranhados, afetos e mesrecórdias, completar a minha alegria, do modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejas unidos, sejas um da alma, tenham o mesmo sentimento, o mesmo sentimento sendo um. Depois continua, no versículo 5 diz assim, entenda em voz, o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. Cris irmãos, como vimos, a comunhão, a convivência, vem pelo Espírito de Santo de Deus. Isto é um ponto muito importante. E esta comunhão nos faz ter uma convivência com Cristo, e está claro com o Pai. E quando temos esta convivência com Cristo e com o Pai, então temos a convivência com os outros filhos e filhas de Deus, que têm a mesma convivência com os Jesus Cristo, que são os nossos irmãos. E por isso temos uma convivência de uns com os outros, e por isso temos a convivência em Cristo. E por isso é que Deus disse, quando eu escolho esta data, esta hora, este dia, hoje para se reunirem, Deus diz, eu estou lá, eu quero que vocês estejam lá. Não venham com desculpas. Ah, não, porque o sábado é para descansar, sim, o sábado para descansar, mas é descansar por uma razão, não trabalhar para uma razão, para estarmos com Deus.
Fijemos também outro ponto aqui, em conclusão. Por que? E daí? Por que isto tudo? E daí? O que isto tem a ver? Com tudo. Olha, tem um ponto muito importante a ver. Vejam comigo se faz favor em dois pedros, a segunda epístola de Pedro. Dois pedros capítulo um, ao início da segunda epístola de Pedro, diz assim, Simão Pedro, Servo e Apóstolo de Jesus Cristo, aos que, com nós, obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo, do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo.
Venham aqui que Jesus Cristo é o nosso Deus e Salvador. Graça e paz vos sejam multiplicados no pleno conhecimento de Deus Pai e de Jesus Nossa Senhora. Visto como pelo Seu Divino Poder, pelo Seu Divino Poder, qual é o Seu Divino Poder? É o Espírito de Santo Deus.
Visto como pelo Seu Divino Poder? Isto é pelo Espírito de Santo Deus. Nos têm sido doadas todas as coisas que conducem à vida e à piedade do reconhecimento completo daquilo que nos chamou para Sua própria glória e virtude. Pelos quais nos têm sidoadas as Suas preciosas e muito grandes promessas para que por elas vos truneis co-participantes.
Co-co-inonomia. Co-inonia. Isto é co-participantes. Isto é uma convivência. Convivência viver. Esta convivência uma comunhão da natureza divina. Temos esta comunhão da natureza divina. Livrando-nos da corrupção das paixões que há no mundo. E por isso mesmo vos reunindo toda a vossa urgência, e pois continua, mas vem aqui, queris irmãos, que está a dizer a eles, que precisamos de ter a comunhão, que vem pelo poder divino, e que esta comunhão, que vem do poder divino, esta comunhão do Espírito, que lemos em Filipenses, esta comunhão e este poder divino, é que nos faz ter a comunhão da natureza divina.
Isto é para vir-nos a ter a natureza de Deus, para vir-nos a ter a divindade de Deus. Queris irmãos, é uma promessa tão grande através do Espírito Santo, é uma promessa tão grande, de princípios, dos exemplos espirituais desta comunhão, desta convivência espiritual, que só é possível através do Espírito Santo, e por isso diz, precisamos de conviver, para nos resortarmos uns a uns, por nos encorajarmos uns a uns, para nos darmos coragem, para não sermos enganados pelo pecado.
Veja como João sumou este ponto. Primeiro João, capítulo 1. Primeiro João, capítulo 1. O que era desde o princípio? Isto é Jesus Cristo. Que era desde o princípio? Como verbo, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos. Isto é Jesus Cristo, que vem na carne. Está aqui a falar, a seca dos ensinamentos nósticos do anticristo. Ele, por isso, está a lutar contra o anticristo, que a crença do anticristo é que Cristo, o messias, não tinha vindo na carne.
Isto é que Deus não tinha vindo na carne física. É o que ele está a batalhar aqui. E Deus, que era desde o princípio, na forma do verbo, uma outra pessoa menor que o Deus-Pai, mas era da mesma família, do mesmo género, da mesma espécie. E, queris, irmãos, estuda este livro, este guia de estudo, de acordo com a Vossa Bíblia, porque cobra este assunto em grande detalhe.
E, por isso, diz assim, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam. Ele veio na carne, com respeito ao verbo da vida, ao verbo da vida, ao ser que deu a vida. Versículo 2. E a vida se manifestou. Este ser que deu a vida que nos dá a vida se manifestou. Que veio a ser Jesus Cristo. E nós a temos visto.
E dela damos testemunho e, vola, anunciamos. A vida interna é o verbo da vida, que é a vida interna. Ele é o que dá, que tem direito, a dizer quem tem, quem não tem, a vida interna. A qual estava com o Pai? O verbo da vida estava com o Pai.
E nos foi manifestada. Estava com o Pai e voltou para o Pai, tal e tal. E qual como se o Cristo disse, O Pai dá uma glória que eu tinha, que estava quando estava contigo, que agora eu vou de volta para ti, para ter a mesma glória que tinha antes. Antes, é mesmo que tinha antes. Mas ainda com mais glória, agora porque aprendeu pelos sofrimentos e aprendeu muito e tem ainda mais glória, é mais honra.
O que temos visto e ouvido, anunciamos tanto a vós outros, para que vós, igualmente, João está a dizer, Eu o que vi e que eu vimos. Eu tenho autoridade de vos dizer, porque eu vi e porque eu vi o Pai. Eu experimentei, mas sou muito estomunha. Eu próprio vi isto. E por isso, igualmente, mantinheis comunhão conosco.
Mantenham convivência conosco, com inonia. Ora, a nossa comunhão, com inonia, com vivência, é com o Pai e com seu filho, Jesus Cristo. E, como vimos, é uma comunhão através do Espírito de Santo Deus. Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa. Estamos a dizer isto para estarem completamente alegres.
E depois, continua. A mensagem que da parte dele temos ouvido e vos anunciamos, é esta, que Deus é luz e não há nele, treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com ele, com inonia com ele, comunhão com vivência, com Jesus Cristo, e andarmos nas trevas, estamos a mentir, porque não podemos ter comunhão com Cristo e estar a cometer o pecado, de uma maneira habitual.
Mentimos e não praticamos a verdade. Se porém andamos na luz, temos um hábito, um desejo de andar na luz, caminhamos na luz, habitualmente na luz, sem pecado. Como ele está na luz? Então sim, temos comunhão uns com os outros. Temos convivência uns com os outros. Convivência e cristã. Só podemos ter verdadeira convivência e cristã quando estamos no caminho de obter às leis de Deus, de uma maneira habitual. Mantemos comunhão uns com os outros. E o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado. Sim, porque podemos ter um ou outro acto de pecado, acidentalmente, tropeçando na luz, mas andamos habitualmente na luz, sem pecado. Mas se tivermos algum pecado, o sangue de Jesus Cristo nos purifica, porque estamos a querer andar na luz e andamos na luz, não andamos nas travas. Cariça e irmãos, vimos aqui que, então, precisamos de estar a viver o caminho da vida de Deus, o estilo da vida de Deus, para tármos a ter uma experiência verdadeira, da verdadeira convivência cristã. Para termos uma verdadeira convivência cristã, precisamos de estar a andar no caminho de luz, no caminho, no estilo de vida de Deus. Senão, estamos a pecar. Então, se estamos a viver na luz, no caminho de Deus, como diz no versículo 4, então a nossa alegria estará completa. A nossa alegria estará completa. Mas, se estamos a negligenciar, a comunhão, esta convivência cristã, por exemplo, não sabe quando nos é mandado para termos esta convivência. Como é o caso de alguns? Como Paulo disse, se estamos a negligenciar, ou a relaxar este relacionamento, esta convivência verdadeira cristã. Estamos, então, a negligenciar a convivência do Espírito. E, por isso, estamos a negligenciar a convivência com o Pai e com Jesus Cristo. E, por isso, estamos a negligenciar esta, digamos assim, associação, esta associação de membros. Devirmos a ser ou vir a ter a natureza divina. Então, estamos a fazer isso? Estamos a negligenciar isso? Estamos, talvez, então, a cometer o bocado contra o Espírito Santo de Deus?
Pelo qual não somos perdoados, como Jesus Cristo disse aos fariseus?
Crisir-mãos, vejam ao ano de nós começamos, em Hebreus 10. Em Hebreus 10.
Hebreus 10, versículo 24. Considerá-nos pois, também, uns aos outros, para nos estimularmos, no amor, para nos exortarmos, para nos encorajarmos, uns aos outros no amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, de termos esta relacionamento, esta convivência cristã, como é o costume de alguns. Antes façamos a demonstrações, e tanto quanto mais vedos, que o dia da vinda de Cristo se aproxima. Por que? Por que? Se vivermos deliberadamente em pecado, nas trevas, numa maneira habitual, em pecado. Por que? Por que não temos convivência? Por que não temos convivência? Depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados.
Pelo contrário, certa expectação, horrível! De juízo e fogo, vingador, prestes a consumir os adversários. E no versículo 31 diz Orreivel coisa é cair nas mãos do Deus vivo. Deus é misericordioso, Deus é cheio de compaixão, mas não brinquei. Não cometa um pecado contra o Espírito Santo de Deus, que é o Espírito que nos dá esta convivência, esta comunhão com Jesus Cristo e comunhão uns com os outros. E por isso não legisem sim, em, a comunhão dos com os outros, porque podem estar a cometer o pecado que não é perdoável.
Há muitos anos, um senhor que Deus usou chamado Herbert W. Armstrong, Sr. Armstrong, escreveu um artigo em deatualado o que é que você significa o pecado imperdoável. E neste livro, neste artigo que ele escreveu na página 33 da edição de 1967, disse assim, o cristão convertido pode perder a presença do Espírito Santo por contínuo negligenciamento. Negligenciamento de orar, negligenciar o estudo bíblico e negligenciar a convivência igual com o povo de Deus. Cariz irmãos, Cariz irmãos, o sábado a uma convocação santa. É a nossa responsabilidade nos convocarmos neste dia, se temos essas possibilidades, se não, temos que fazer tanto com a possível de outras maneiras, telefonadas, chamadas telefónicas, ir à internet e conviver com outros irmãos, com web cost, e coisas assim. Mas se pudemos, vamos nos reunir fisicamente. Precisamos de não negligenciar esta assembleia. Precisamos de encorajar, ou estimular, ao amor e aos boas obras diariamente, enquanto é o dia hoje, que é o sábado, que é o dia de congregação. Tenham cuidado, porque somos membros do corpo de Cristo, somos participantes do corpo de Cristo. E por isso precisamos ter cuidado, porque estamos a negligenciar isto. Estamos, o nosso coração, a ficar endurecido contra os enganos do pecado. Vimos que, através do Espírito de Sante Deus, nos dá esta união de sermos um. Vimos também que é uma idolatria, é uma idolatria para estar a misturar com falsos cristãos, pessoas que estão a adorar dentro dos princípios da Babilônia, digamos assim, pensando que estamos a adorar a Deus. Isso é idolatria. E também vimos que é verdadeira convivência cristã. É uma através do Espírito de Sante de Deus, que é o poder divino que nos conduz a devina e que nos dá a verdadeira alegria. Queridos irmãos, precisamos de ter cuidado de não migligenciar o sábado. Espero que isto veja uma melhor ideia de como observar o sábado, de uma maneira que seja agradável a Deus.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).