Como identificar a verdadeira Igreja de Deus

Hoje em dia vivemos numa 'babilónia' de religiões e confusão. Satanás tem sido um arquiteto de grande confusão enganando o mundo (Apocalipse 12:9) e cegando o entendimento das pessoas que ainda não creem na verdade, para que lhes não resplandeça a luz da Boa Nova da glória de Cristo (2 Coríntios 4:4). Este sermão descreve alguns pontos para identificar a verdadeira Igreja de Deus nesta mescla de religiões.

Transcrição

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Bom dia a boa tarde, queridos irmãos, aqui, em Josh Cammes, falando-vos de San Saneti.

O que é que você pensa ou entende que é a verdadeira Igreja de Deus?

A verdadeira Igreja de Deus, que Jesus Cristo iniciou no Dia de Pentecostes, que é descrita no Atos, capítulo 2, o que é que você pensa que é a verdadeira Igreja de Deus?

Neste sermão, queridos irmãos, eu quero hoje dar a vocês alguns pontos de identificação a verdadeira Igreja de Deus, que Deus, ou aliás, Jesus Cristo, começou ou iniciou no Dia de Pentecostes. O nome de Pentecostes é um nome grego, que é, ou provém, de um nome hibraico, que representa a festa das semanas, ou a festa da sega, que é representada pelos ensinamento dos dias de festa. É um dos dias de festa, que é parte de um festival de pregrinos. Aliás, como podem ler, em êxodo 23, versículos 14 a 17, é um dos três festivais de pregrinos. É um dos dias santos de Deus, em que não deviam fazer nenhum trabalho. É um dos dias santos, em Levíticos, capítulo 23. E, particularmente, podem ler acerca da festa da sega, nos versículos 15-16 e 20-21, que aí tinham que contar 50. E, por isso, por contar em 50, vem um nome grego de Pentecostes, que é o nome da festa da sega. Então, no dia de Pentecostes, pode-se começar a ler, então, no atos capítulo 2. Atos capítulo 2. Diz assim, versículo 1, ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. Às vezes nós lemos certas palavras e simplesmente por elas, se entendermos o significado completo das palavras que estamos a ler. Por exemplo, ao cumprir-se o dia de Pentecostes, a palavra cumprir, no grego, vem de uma palavra que diz ou que significa completamente cumprido. A palavra grego é supleiro, e que significa que tinha sido o que estava a ser completamente cumprido o dia de Pentecostes, que representa o significado deste dia santo. E os dias santos de Deus têm significados muito importantes. Ora, este dia santo, dia de Pentecostes, estava a ser completamente cumprido. Então, depois continua a dizer assim.

Estavam todos reunidos no mesmo lugar. Aqui, na versão corrigida e fial, ao meio da corrigida e fial, dizem que estavam todos reunidos concordamente, concordamente, no mesmo lugar. Uma palavra importante, concordamente, que vem do hebraico, perdão do grego, homo tomadón, que significa que é concordar de um acordo e de uma mente, concordamente. Este é um importante entender-mos, porque um dos primeiros pontos de identificação da verdadeira Igreja de Deus é uma que está em acordo e com uma mente, concordamente, reunidos concordamente, com esta mentalidade, com esta mente, com este um único Espírito, que é o Espírito de Deus que nos une. Vigemos, então, aqui outro ponto importante acerca desta unidade de acordo mental, através do Espírito de Deus, que está em primeiro coríntios, que se pode ler em primeiro coríntios, capítulo 1, 1 Coríntios 1, versículo 10, diz assim, Rógovos irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que falei todos da mesma coisa, e que não haja, entre vós, divisões, antes sejais inteiramente unidos na mesma disposição mental, e no mesmo parecer, na mesma disposição mental, neste acordo mental, neste concordamento mental de que lemos em áptitos 2, em versículo 1, como está descrito na Almeida Corujir de Fial. Outro exemplo também está em Filipenses, capítulo 2, versículos 1 e 2, primeiro, está aqui a falar desta comunhão de espírito, diz assim, se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consulação de amor, alguma comunhão do espírito, se há entranhados afetos e misericórdias. Completar a minha alegria de modo que penseis a mesma coisa. Tenheis o mesmo amor. Sejeis unidos de alma, de alma ou de ânimo, como diz na Almeida Corujir de Fial, e como na Bíblia Inglês diz, de acordo, unidos de acordo, de alma, de ânimo, e, pois, distendo o mesmo sentimento, a mesma mentalidade, a mesma sentimento, a mesma maneira de pensar, o mesmo sentimento. Por isso estamos unidos nesta comunhão de espírito, como lembramos no versículo 1, com o mesmo ânimo, com a mesma alma, com a mesma corda, com o mesmo sentimento. Uma vez mais, o Espírito Santo de Deus, que é o que une a Igreja de Deus, que é esta unidade, através do poder, desta mentalidade, deste um espírito, deste uma mente, deste um acordo mental, em que a Igreja estava reunida, neste dia de Pentecostes, em um acordo concordamente, com um sentimento em uma ânimo, em uma alma, de uma maneira junta, de uma maneira única. E, por isso diz assim, nada faceis, continuando no versículo 3, por partidarismo, ou vanglória, mas por humildade. A mente de Cristo é uma mente humilde, uma mente de humildade.

Considerando cada um os outros superiores assim mesmo, não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. Tendem vós o mesmo sentimento, a mesma mentalidade, a mesma maneira de pensar, que o houve também em Cristo Jesus.

A mesma, o mesmo acordo, o mesmo mentalidade, o mesmo sentimento. Isto é um sentimento, uma maneira de ver que é muito humilde da parte de Jesus Cristo, mas também é uma atitude mental que nós precisamos ter, que é representada neste acordo, neste espírito de Deus, que é um espírito de humildade, um espírito sim do poder, mas um sentimento como o de Cristo, conhecidamente que Cristo tinha. E vejam também no versículo 12 e 13, o mesmo capítulo de Felipe Anses, diz assim, pois, chamados meus, como sempre obedeceste, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com tumor e com...

e... tumor e tremor, porque Deus, perdão, é quem infectua em vós tanto o querer como o realizar segundo o subavontado. O querer é um desejo mental, é uma mentalidade de querer, assim como a vontade de o fazer. Isto é a mente que nos dá o desejo de querer fazer e de fazer a boa vontade do que Deus quer que nós façamos. E por isso estamos a falar aqui da mente de Cristo, a mente que Cristo tinha, que é uma mentalidade muito importante da Igreja de Deus, como vemos aqui, de Atos capítulo 2.

Vejam, por exemplo, em segundo João, porque a mente de Cristo é a maneira de Cristo pensar, é a maneira de Cristo atuar os seus sentimentos, as suas maneiras de ser, é os seus ensinamentos, é a sua maneira de ser. E em segundo João versículos 9 e 10, diz assim, toda aquela que ultrapassa a doutrina de Cristo, isto é o ensinamento de Cristo, que vai além do ensinamento de Cristo, que vai, que, que, que tem ensinamentos diferentes, além dos que de Cristo tinha, porque Cristo, os ensinamentos de Cristo, é o que ele pensa, a mentalidade dele, é o ensino dele, vem dele.

E que ultrapassa a doutrina de Cristo, e nela não permanece, não tem Deus, o que permanece na doutrina, este tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não recebeis nem em casa, nem lhe dês as boas vindas. E por isso, queridos irmãos, aqui vemos um ponto importante, que estamos a falar aqui da verdadeira Igreja de Deus, começada no Dia de Pentecótes, que tinha este acordo, este concordamento, tinham esta concordância de ensinamento, de ensino, de maneira de ser, este sentimento, havia uma unidade, em maneira de pensar, em maneira de ensinar e de praticar a doutrina de Cristo.

Não era mais, nem menos. Vejam como Paulo descreve isto também em Galatas 1, versículo 6 a 9. E ele está a falar aqui de mantérmonos na doutrina de Cristo, ou isto é, no evangelho de Cristo, no ensinamento, no que Cristo pregou. Diz assim, admira-me que estáis passando tão depressa daquilo que vos chamou na Graça de Cristo para outro evangelho, para outro, para outra boa nova, para outro ensinamento do que Jesus Cristo ensinou, para outro doutrina, o qual não é outro, senão que há outros que vos portugram e querem perverter o evangelho de Cristo, querem perverter a boa nova de Cristo.

Mas ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu, os preghe evangelho, que vá além do que vos temos pregado, seja a Natma, que vá além, seja que ultrapasse o adorto de treino de Cristo, que vá além, assim como já dissemos. E agora, repito, se alguém vos prega evangelho, que vá além daquilo que recebesse, seja a Natma.

Por isso, veja aqui que até no período de Paulo já estavam a ensinar uma doutrina diferente, um evangelho diferente, porque nós temos que nos manter na pureza do evangelho de Cristo, o evangelho, a boa nova de Cristo, a doutrina que ele nos deu, que é parte da mente dele, parte da maneira de ele pensar, da parte do ensinamento dele. Por isso, um ponto importante da verdadeira igreja de Deus, é que está de acordo, concordamente, com uma mente, com o espírito, com uma doutrina, que é a mente e o ensinamento de Cristo.

Vejam-nos, por exemplo, aqui qual foi o ensinamento de Cristo. Vejam em Marcos 1. Marcos 1.

Vamos começar a ler no versículo 1. Príncipe do evangelho de Jesus Cristo, filho de Deus. Príncipe do evangelho de Jesus Cristo. O que é o evangelho de Jesus Cristo? É o evangelho, está claro, sim, acerca dele de Cristo, mas também é o evangelho, que é a bonova que ele pregou. Vejam, por exemplo, no versículo 14 e 15. Diz assim. Depois de João, João Batista, ter sido preso, foi Jesus para a Galileia pregando o evangelho do Reino de Deus. Como se lê na revista encorrigida, ou na maior revista encorrigida, o evangelho do Reino de Deus. Dizendo, o tempo está cumprido e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crê-de no evangelho. Por isso, o evangelho de Cristo é o evangelho do Reino de Deus. É a doutrina que ele ensinou acerca dos ensinamentos dele, acerca de como buscarmos o Reino de Deus e a Sujustiça primeiro. Por isso, a Igreja de Deus é uma que tem esta unicamente, tem este acordo concordamente, esta mente, esta mentalidade de Cristo, este espírito, este ensinamento, esta doutrina, esta atitude humilde, tem este acordo mental destes princípios básicos que Jesus Cristo nos ensinou. E, por isso, Pedro disse, em segundo Pedro, Pedro nos diz, segundo Pedro, capítulo 3, diz assim ao fim deste livro e diz assim no versículo 17 e 18, vos, pois amados, provenidos como estáis de ante-mão, a Calt-Live não suceda que, arrastados pelo erro destes, ou destes insubordinados. Queridos irmãos, o mundo de hoje em dia é um mundo de insubordinação, um mundo insubordinado, de rebeldes. E precisamos ter cuidado, não sermos arrastados pelo erro destes insubordinados e diz assim para que não descaias da vossa própria firmeza. Antes, o que precisamos fazer é crescer na Graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Precisamos crescer na Graça de Jesus Cristo, assim como no conhecimento, isto é, no entendimento e na sabedoria e na daltrina e no ensinamento, no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Por isso, o primeiro ponto que vos deixo é a Igreja de Deus, que foi iniciada por Jesus Cristo, como se vê em Atos capítulo 2. Então, se voltarem de novo a Atos capítulo 2, é uma que estava reunida concordamente, como se lê na Almeida revista e corrigida e fiel. Estavam concordamente reunidos todos com a mesma mente, de acordo uns com os outros. Estavam também, como se lê no versículo 1, ao compreendimento de pentecostas, estavam todos reunidos concordamente no mesmo lugar. No mesmo lugar. Aqui demonstra outro princípio, digamos assim, o segundo princípio que quero deixar com vos hoje, que estavam reunidos no mesmo lugar. Para para estarem reunidos no mesmo lugar, é que tinham uma convivência de uns com os outros. Estavam a conviver uns com os outros nos dias santos, como este era o dia de pentecostas, que era o dia da festa da sega. E por isso estavam reunidos nesta comunhão, digamos assim, ou convivência cristã. Por isso é o outro princípio da igreja deus, é que os irmãos, conforme podem, vão estar e vão se reunir. Baseados, está claro, no mesmo ensinamento, na mesma meta, na mesma doutrina da Cristo, e vão se reunir reunidos no mesmo lugar, reunidos pelo Espírito Santo de Deus. Vejam também em Philippenses, capítulo 1, verse versículo 5, diz assim, Bem, vou começar a ler o verse 3.

É a mesma palavra que se vê também no capítulo 2, verse 1, que diz assim, Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação do amor, alguma comunhão, a palavra grega aqui é a mesma palavra que foi escrita no verse 5, do capítulo 1, que foi escrita como co-operação. É a mesma comunhão do Espírito. Se há, entre em os afetos e nos recordes, completar a minha alegria de modo que pensais a mesma coisa. Tenheis o mesmo amor. Seis unidos, da alma, têm o mesmo sentimento como li, há pouco. Por isso vemos aqui que não só estão unidos em sentimento, mas também estão unidos nesta comunhão do Espírito e, por isso, estão juntos, em convivência, uns com os outros, nesta comunhão do Espírito. Vejam, por exemplo, em 1º João, 1º João, capítulo 1, 1º João, capítulo 1, 3º, diz assim, falando aqui da... ...vai-vos começar a ler versículo 1 para dar o todo contexto. O que era desde o princípio, o que temos ouvido e o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam, corresponde ao verbo da vida, ao verbo da vida. Isto é aquele que veio, depois de ser o verbo, que veio e que se tornou o filho de Deus Jesus Cristo. E a vida se manifestou, isto é o verbo da vida, a vida se manifestou como encarno, como sabemos, que foi Jesus Cristo. E nós a temos visto, e o que diz que o disse, que contemplamos e apalplamos, e dela demos testemunho e vos nos anunciamos a vida eterna, o verbo da vida, o verbo que é a vida eterna, Jesus Cristo. Diz assim, a qual estava com o pai? Ele estava com o pai, o verbo estava com o pai e nos foi manifestado. O que temos visto e ouvido, anunciamos também a vós outros, para que vos, igualmente, mantinheis comunhão conosco. A mesma palavra aí, comunhão, convivência, conosco. Ora, a nossa comunhão, a nossa convivência, entre um com os outros, é com o pai e com o seu filho, Jesus Cristo. A nossa comunhão, em primeiro lugar, com Deus-pai e com o seu filho. Como é que temos esta comunhão? Com o munhão? Com o munhão no espírito, nesta mentalidade, neste sentimento, nesta maneira de ser que nos dá esta comunhão. E, enquanto estamos em comunhão com o pai e com o Senhor Jesus Cristo, estamos em comunhão um com os outros. Comunhão um com os outros, em convivência, uns com os outros. Vejamos também no versículo 7. Se porém andamos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros. Mantemos esta convivência uns com os outros. E o sangue de Jesus, seu filho, nos purifica de todo o pecado. Por isso, queridos irmãos, vemos aqui que temos esta comunhão. Para a comunhão, estamos em comunhão no espírito, mas este espírito nos traz para dentro de um corpo. Um corpo que é a igreja de Deus. Vejamos, então, em Ifésios 4, que diz assim...

Há somente um corpo e um espírito, como também for te chamados, numa só esperança da vossa vocação. Aliás, se começarmos a ler um bocadinho antes, no início deste capítulo, Ifésios 4 diz... Eu, prisioneiro, não senhor, estou-vos a pedir, por favor, roguos, que andais de modo digno da vocação a que fôsse chamados. Da profissão a que vocês foram chamados. Somos chamados por Deus. Nós somos nós que decidimos que vamos andar nesta maneira. Deus nos chamou e seremos dignos da vocação. Com toda a humildade e mansidão. Com toda a humildade e mansidão. Isto era a mentalidade de Cristo, convinhemos, humildade e mansidão. Com longa namoridade. Isto é paciência, de sofrimento e manter, longa namoridade. Longa namoridade. Suportando-vos uns aos outros em amor. Não é fácil, não é fácil. Suportando-vos uns aos outros em amor. Agora, imaginem como Cristo, bem à Terra. E ele, então, viu pessoas que tinham problemas muito grandes. Não estou só a falar fisicamente, mas mentalmente, com ideias e com coisas muito difíceis. E para ele falar com essas pessoas, que tinham essas ideias esquisitas e diferentes, e alguns deles extremamente legalistas, particularmente os judaicos, ele teve, encontrou-se com muitas dificuldades. E sim, havia várias seitas, os fariseus, os saduceus e outros grupos. E por isso, ele teve, haviam estas, digamos assim, lutas políticas, ou polêmicas, entre vários grupos religiosos. E ele veio dar um ensinamento, uma doutrina. Uma doutrina, que é a doutrina de Deus, baseada numa humildade, baseada numa mansidão, baseada numa paciência e longa-manidade, como vemos aqui, suportando-o aos outros com amor. Embora os estavam a puxarem direções diferentes, e por isso podia ter sido muito, digamos assim, desanimador a Jesus Cristo. Verem estas pessoas a puxarem várias direções, enquanto ele sabia este é o caminho certo, mas as pessoas estavam a puxar, e por isso podia ter sido muito desanimador. Mas ele, sempre com humildade e mansidão, com longa-namidade, suportando-o aos outros com amor, ensinou o caminho correto. Algumas aceitaram? Muitos poucos, na verdade, aceitaram? A maioria foi pelo caminho errado, mesmo durante a sua vida. Mas, diz assim, esforçando-vos, diligentemente, no versículo 3, por preservar a unidade do Espírito, esta comunhão, através do Espírito de Santeus, esta unidade do Espírito no vínculo da paz.

Açaumente um corpo e um espírito. Açaumente um corpo e um espírito. Por isso, nesta convivência, nós convivemos de uma maneira que, através do Espírito de Sante de Deus, somos batizados para dentro de um corpo. Um corpo, porque açaum um corpo, que é a Igreja de Deus. Sim, a Igreja de Deus é um corpo, tal como há um corpo e um espírito, em um espírito, como também fostes amados numa só esperança da Vossa vocação. Isto é num sol em sinamento, numa só doutrina, do que há a esperança da vida eterna dentro do Reino de Deus, que é a boa nova do Evangelho do Reino de Deus. E por isso, diz assim, açaumente um corpo e um espírito. Tal como nós, fisicamente, temos um corpo e temos o espírito, o homem. No homem é nós, num corpo, espiritualmente somos parte do organismo espiritual, que é a Igreja de Deus, que é o corpo de Cristo. E esse corpo de Cristo é unido entre nós através de um só espírito, uma só mentalidade, uma só maneira de pensar, um só sentimento, que é a mente de Cristo, que é também a mente do Deus Pai, a mesma mente, e a mesma mente que nós devemos ter, a mesma mentalidade. E então, vejemos assim, aqui, o que é o corpo de Cristo, lendo, então, em Colocenses capítulo 1, versículo 24, Colocenses capítulo 1, versículo 24, que diz assim, Agora me reorgizo, nos meus sufrimentes provose, preenche o que resta nas aflições de Cristo na minha carne, a favor do seu corpo, a favor do corpo de Cristo, que é a Igreja. A Igreja de Deus é o corpo de Cristo. Ora, então, o que é a Igreja? A Igreja é o corpo de Cristo. Não, pensem bem nisto. Várias pessoas dizem, ah, eu vou para a Igreja, ou eu hoje vou à Igreja. Crite irmãos, está aqui a dizer que nós somos parte do corpo de Cristo, que é a Igreja. Nós somos parte da Igreja. Alguns, por exemplo, são um dedo, ou são outro dedo, ou são um membro da Igreja, mas somos parte deste corpo. Como um dedo é o membro do nosso corpo, nós somos membros do corpo de Cristo. E por isso, como Len também, no versículo 18, do mesmo capítulo, diz assim, ele é a cabeça do corpo da Igreja. Jesus Cristo é a cabeça do corpo da Igreja. Jesus Cristo é a cabeça do corpo. Nós somos membros deste corpo.

E por isso, crises irmãos, quando as pessoas dizem, ah, eu vou para a Igreja, não está correto, porque a Igreja não é um prédio. A Igreja não é um prédio físico. A Igreja não é uma sala de oração.

A Igreja não é uma organização. Sim, podemos ter uma sala, uma casa de oração, e podemos chamar isso uma Igreja, mas isso não é a verdadeira Igreja de Deus, porque a Igreja de Deus é uma entidade espiritual, é um organismo espiritual, que é composto de membros com o Espírito Santo de Deus, que é o que nos dá esta comunhão de Espírito dentro do corpo de Cristo, o Espírito de Deus que nos dá esta comunhão. Queres irmãos, a Igreja de Deus não é um prédio. A Igreja de Deus não é uma organização. Sim, nós podemos chamar, como nos chamamos, a Igreja de Deus Unida, mas somos simplesmente uma parte da Igreja de Deus. Estamos organizados fisicamente para fazer uma obra, e por isso somos uma organização com este tículo, para fazer a obra com uma específica missão. E por isso somos organizados com o nome para ser as coisas muito legais dentro dos vários países e para ter tudo direitinho. Mas a Igreja de Deus é um organismo espiritual, é uma entidade espiritual, em que nós somos partes da Igreja, se temos o Espírito de Deus, e que podem ser outras pessoas que sejam parte da Igreja de Deus, que se não estejam na mesma organização. É importante entendermos isso. Por isso a Igreja de Deus, que Jesus Cristo, está, o iniciou, é uma Igreja que é uma organização espiritual composta de pessoas seras que têm o Espírito Santo de Deus. Vejam comigo se faz favor em Romanos 8, Romanos 8, Romanos 8, e se faz favor em Romanos 8, Romanos 8, Romanos 8, Romanos 8, Romanos 8, Romanos 8, Romanos 8, Romanos 8, Romanos 9. O versículo 9 diz assim, Vos porém não estáis na carne, mas no Espírito, se de facto o Espírito de Deus habita em Vos. Nós estamos no Espírito, se de facto o Espírito de Deus habita em Nos. E se alguém diz assim, e se alguém não tem o Espírito Cristo, está a falar aqui do Espírito de Deus, o Espírito de Cristo, que é o mesmo Espírito, esse tal não é cristão, não é dele, não é de Cristo.

Crizes irmãos, para nós sermos verdadeiros cristãos, para nós sermos membros da Igreja de Deus, que é uma organização, que é um corpo espiritual. Não é um prédio, não é uma organização, é um organismo espiritual. Para nós sermos membros da Igreja de Deus, temos que ter em Nos o Espírito de Cristo, o Espírito de Deus, como se descreve aqui, o Espírito de Deus habita em Nos. E se não temos o Espírito Cristo, esse tal não é cristão, não é dele, não é de Deus.

Crizes irmãos, para nós termos a comunhão do Espírito, então temos esta convivência do Espírito, mas esta convivência do Espírito nos dá uma convivência com o pai e com o filho, e esta convivência, esta comunhão do Espírito nos põe na Igreja de Deus. Por isso a Igreja de Deus é um corpo, uma entidade espiritual.

A verdadeira Igreja de Deus, com comunhão do Espírito, com convivência e comunhão do Espírito, convivendo uns com os outros. E por isso a parte dessa convivência é até mesmo vivermos, fazermos coisas juntas, quando podemos, comermos juntos. Vejam, por exemplo, em Atos 2. Atos 2, versículo 44-46, diz assim, todos que queriam estar juntos e tiviam tudo em comum, vendiam as suas propriedades e bem distribuindo o produto entre todos, e hoje em dia se faz, as pessoas dão ofertas para os daram aos outros e oferecem coisas a certas pessoas da igreja, que após dar uns aos outros, têm esta comunhão, distribuindo, à medida que alguém tenha necessidade.

Diariamente, perseveraram o nânimes no templo, partindo o pão de casa em casa, partindo o pão. Isto é, tendo refeições, tendo uma convivência cristã, e por isso iam e comiam e um comer, partir o pão, quer dizer, iam ter uma refeição, iam comer e ter comida com uns e com os outros, em uma convivência cristã, e tomavam as suas refeições com alegria e simgelesa decoração.

Por isso, queres irmãos, vejam aqui que esta comunhão do Espírito faz com que as pessoas que estejam na igreja de Deus, que tenham esta mesma mente, este mesmo ensinamento, tenham por isso esta comunhão do Espírito, estão neste corpo espiritual que é a igreja de Deus, e por isso querem conviver uns com os outros, e querem passar tempos com os outros, querem comer uns com os outros e falar e ter as suas refeições com alegria e simgelesa decoração, para esta convivência, para esta comunhão que é uma comunhão do Espírito.

Vejam por isso, é que em Hebreus capítulo 10, Hebreus capítulo 10, Paulo diz aqui em Hebreus capítulo 10, que é muito importante ter-vos esta convivência, e por isso diz assim, em versículo 25, diz assim, não deixemos de congregar-nos, como é que se costuma de alguns? Antes façamos-nos adumestações, e tanto quanto mais verdes, que o dia se aproxima. Não deixemos de congregar-nos, por isso, como irmãos, como aqueles que temos o Espírito Santo de Deus, como verdadeiros cristãos, com a mesma mentalidade, com a mesma intenção e desejo, sim, às vezes, certas pessoas estão a crescer, e por isso não estão no mesmo nível de entendimento e de entendimento da verdade, que tu estejas, ou eu esteja, mas mesmo assim, com ansiedão, e com humildade, e com longa namoridade, com amor, convivemos com eles para os ajudar, porque ao fim de contas, uma anologia da Igreja de Deus é como se fosse, digamos assim, um hospital, um hospital em que temos uma oportunidade de cuidar para as pessoas que não estão bem, porque ao fim de contas, espiritualmente, todos nós não estamos bem, estamos a crescer, estamos a crescer, estamos a assarar, porque este mundo, o mundo de Satanás, nos magoa a todos nós, e por isso estamos na Igreja a assarar uns os outros, ajudarmos a assarar uns os outros, e a encurajar uns os outros, porque ao fim de contas, é o Espírito de Deus que nos ajuda.

Então, continuando, então, em Atos capítulo 2. Atos capítulo 2, vejam aqui outro ponto assim, da Igreja de Deus aqui, Atos capítulo 2, versículo 42, que diz assim, e perseveraram o quê? Na doutrina dos apóstolos. Perseveraram nesta união mental do ensinamento da doutrina de Cristo, que ao fim de contas, é a doutrina dos apóstolos, e por isso perseveraram na doutrina dos apóstolos, neste ensinamento, que os apóstolos deram, que, assim, simplesmente foi a doutrina de Cristo, como sabemos.

Perseveraram nessa mentalidade, nessa uma mentalidade. Segundo, na comunhão. Na comunhão, nesta comunhão, de vivermos juntos, através do Espírito, na comunhão do Espírito, e por isso somos parte do corpo de Cristo. No partir de pão, por isso comiam e conviviam uns com os outros a comer e nas orações. Então, a Igreja de Deus, a Igreja de Deus, é uma igreja que ora, que está a orar e a joar.

Vejam comigo se faz favor. Em Atos capítulo 1, versículo 14, diz assim, Todos eles perseveraram, unânimos, em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus e com os irmãos de Ele.

Perseveraram, unânimos, em oração. A Igreja de Deus, é uma igreja em que os apóstolos, as senhoras e a mãe de Jesus e os irmãos físicos de Jesus e os irmãos de Ele, estavam juntos a orar. Era uma igreja orando.

Que os irmãos, é muito difícil orar para pessoas que não gostes de, que não gostes deles. Se não gostes de pessoas, é mais difícil orar. Por isso, oração é como se fosse a cola, o que nos cola para ter este amor. É como uma atividade que nos ajuda a amar uns aos outros. A oração, quando oramos por outras pessoas, começamos a gostar deles, a amar eles. Por isso, diz, orem por aqueles que não gostem de vós, o que vocês não gostam. Então, os vossos inimigos, vejam, por exemplo, em Mateus 5, Mateus 5, versículo 43 a 44. 43, quanto a vocês, ouviste que foi dito, amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo, amai os vossos inimigos, e orai, ou bem-deiseios, que os mal dizem, fazem bem ao que os odeiam, e orai pelo que vos maltratam e perseguem. Cris Irmãos, é um ponto importante, que não é só orar pelos amigos, mas é orar pelos inimigos, versículo 45. É o ponto que vos torneis, filhos, do vosso Pai Celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre os bons e maus, sobre os maus e bons, sobre os juvens, sobre os justos e injustos, porque ser mares os que vos amam, que recompensa tens. Não fazem os publicanos também mesmo, e se saudar, somente os vossos irmãos, que fazeste mais. Não fazem os gentios também mesmo, portanto ser vós perfeitos, como perfeito é o vosso Pai Celeste. Por isso precisamos ser perfeitos, e parte dessa perfeição é orar pelos nossos inimigos, porque quando oramos por eles, começamos a desenvolver um certo amor por eles, que talvez não tenhamos, ou não tenhamos. E por isso, quando há certas pessoas, que vocês não gostem, ou que não se sintam bem com eles, ou que não queiram conviver com eles, orem por eles, orem, porque esta oração faz com que nos ensine um certo amor pelas outras pessoas. Vejam também, em primeiro de Salunicenses, primeiro de Salunicenses, capítulo 5, versículo 17 diz assim, orai sem cessar. Isto quer dizer que sim oramos, por exemplo, de manhã, e vamos ao nosso local privativo de orar, mas quando andamos e ouvimos, podemos, sossegadamente, caladinhos, mas pensar e orar, e dar uma oração interna, quando temos uma situação difícil, e por isso orar sem cessar. Isto é orar instantemente, quando é necessário, orar.

Nesse momento, orar. Temos a capacidade de pensar e orar sem fazer uma coisa pública, sem fazer uma demonstração que são muito justos, uma pessoa muito religiosa e piadosa, uma coisa humilde, sem dar atenção a outras pessoas, porque é um relacinimento entre nós e Deus. Uma coisa privativa, e por isso, orar sem cessar. Outro pessoa nem sabe que estás a orar.

Orar sem cessar. E depois diz também em 1º Timótipo 2, 1º Timótipo 2, versículo 8, que diz assim, 1º Timótipo 2, portanto, quero, portanto, que os varões orem em todo lugar.

Orem em todo lugar.

Sim, devemos orar privadamente, privativo, não estar a orar em público, fazer uma demonstração, mas quando diz orem em todo lugar e quando diz orem sem cessar, quer dizer que fazem isto internamente, aonde quer que estejamos, aonde quer que haja uma necessidade.

E orar em todo lugar. Levantando mãos santas, orando, levantando mãos a Deus.

Que às vezes, quando estamos a fazer isso privadamente, está claro, não faremos assim, mas quando estamos a frente de outras pessoas, não fazemos isso, mas quando estamos privados e coisas assim, podemos orar, levantar as mãos, orar a Deus, levantando as mãos santas, sem ira e sem animosidade. Por isso, devemos orar sempre, ter confiança, nos aproximamos do trono de Deus, e por isso a Igreja de Deus é uma que está a orar sem parar, sem cessar, está a orar sempre. E também vejam, também aqui, em Mateus 9, porque não é só orar, mas também é se joar. E em Mateus 9, Mateus 9, Mateus 9, versículos 14 a 15.

9, 14 a 15. E diz assim, Vieram pois os discípulos João, e perguntaram, por que Jesus João, os joamos nós, e os fariseiros muitas vezes, e os teus discípulos não Jesus João? Responderam-lhes, Jesus, podem acaso estar tristes os convidados para o casamento, ou quando noivo está com eles? Dias virão com tudo, em que eles, em que será tirado noivo. Isto é, Jesus Cristo não está conosco agora. E nesses dias, há um de Jesus João. Oramos e Jesus Joamos. Por isso, é a Igreja de Deus. A Igreja de Deus é um corpo espiritual, uma entidade espiritual, com uma mente, com um acordo, com a mente em acordo, com esta mente de acordo, da maneira que Jesus Cristo pensa, da maneira que ele é o mild, de acordo com seus ensinamentos, com a Suça da Utrina. A doutrina deve estar certa. Também, é uma mente, é uma Igreja de Deus, é aqueles que estão unidos nesta convivência, nesta comunhão do Espírito, nesta convivência e por isso, nesta convivência através de um corpo, que é o corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus. A Igreja de Deus é o organismo espiritual. Em terceiro lugar, a Igreja de Deus é uma que, hora que está a orar, continuamente, sem cessar, em todo o local, mas está claro, privadamente, sem dar exibicionismo, não é? Porque não é uma questão de exibição, certas pessoas gostam muito de orar, à frente de outras pessoas, para se mostrarem, que são muitos cristãos. Crizes irmãos, esse exibicionismo não é uma coisa, não é partestamento de Cristo, que é um momento humilde, imansa, não é o mesmo Espírito, é uma atitude diferente. E por isso precisamos orar sem parar, continuamente, sem cessar, em todo lugar, e emjejuar também, conforme seja necessário, ocasionalmente, às vezes por um dia inteiro, às vezes o jejum pode ser só o jejum a uma refeição, mas temos tempo adicional para orar e para estudar um certo tópico ou assunto. Por isso, é muito importante que a Igreja de Deus seja o homem que tenha esta mente, que este exigimento de Cristo, tenha esta comunhão do Espírito Santo de Deus, que é a Igreja de Deus, que é o Corpo de Cristo, e que é uma Igreja que está a orar e a jejumar ocasionalmente. Mas, além disso, a Igreja de Deus é uma que é baseada ou construída à volta do Espírito Santo de Deus, porque está cheia do Espírito Santo Deus. Vejam comigo se faz favor em Atos 2,4.

Atos 2,4 diz assim. Todos ficaram cheios do Espírito Santo. Todos ficaram cheios do Espírito Santo. Quer dizer, irmãos, estamos cheios do Espírito Santo. Como a Igreja de Deus devemos estar cheios do Espírito Santo. Estamos cheios do Espírito Santo. Esse é um ponto muito importante. Quer dizer, irmãos, a vinda do Espírito Santo, no dia de Pentecostes, aqui em Atos 2, foi, a parte, digamos assim, crítica e essencial deste dia. Por isso é que diz, ao cumprir-se o dia de Pentecostes, foi cumprido, foi completamente cumprido, o sinfinicado deste dia. Com a vinda do Espírito Santo. Ora, aqui vê-se que então ficaram todos cheios do Espírito Santo.

Para estarmos cheios do Espírito Santo, não é que tenhamos um ministro muito bom. A gente tem que ter um ministro muito bom. Para estarmos cheios do Espírito Santo, não é que tenhamos um ministro muito bom. Um grande ministro. Não, porque estarmos cheios do Espírito Santo não é por causa do ministro.

Filhos e irmãos, é pena que as pessoas olham para as coisas irradas. Olham para sinais, em vez de estarem a olhar para o essencial.

Deixe-me cá dar um exemplo do que eu mostro a referir aqui. Vamos ler então, Atos capítulo 2, versículo 2 a 4. Diz assim, de repente, veio do céu um som, como um vento impetuoso. E encheu toda a casa onde estavam assentados. A casa que era o templo, porque ver que a Ívia tinha mais de 3 mil pessoas lá, como se lê um creme mais tarde, nesse mesmo capítulo. Por isso era uma casa bem grande, era o templo.

Depende do céu um som, como de um vento impetuoso. Encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram distribuídas entre elas línguas como de fogo, e posou uma sobre cada um deles. E todos ficaram cheios do Espírito Santo, e passaram a falar em outras línguas. Segundo o Espírito, lhes concedia que falassem. E como lemos no versículo 6, 8 e 11, também ouviam as outras línguas, como se fossem na língua deles. E eles tavam um milagre de entenderem o que as pessoas estavam a falar, porque tinham vindo de várias nações, e por isso estavam uns a entender os outros. Para este milagre. Mas o ponto aqui é que as pessoas olham. Quando pessoas lém este capítulo, estes versículos 2, 3 e 4, o que é que as pessoas focam? Qual é o foco das pessoas? Queria dizer, irmãos, é fácil. É muito fácil de olharmos para certas coisas, digamos assim, para certos extremos, e ficarmos, digamos assim, envolvidos nos sinais e ignorar o Espírito Santo.

Porque o que as pessoas olham é para as coisas espetaculares, post sinais, aqui as olham, pensam, ah, o vento imetuoso, as línguas como de fogo falarem línguas. É o que as pessoas pensam. É o que as pessoas, ah, mantém em mente o grande significado deste dia, o vento imetuoso, as línguas como de fogo e falarem outras línguas.

Queris irmãos, enquanto que o ponto importante desta secção é que ficaram cheios do Espírito Santo.

Queris irmãos, algumas pessoas desenvolvem ou criam uma teologia completa, um ensinamento completo à volta destes sinais. E por isso têm sinais, falam em línguas estranhas e falam isto, e têm coisas esquisitas, simplesmente esquisitas, porque estão a construir uma teologia nos sinais.

Queris irmãos, vejam-me o que Jesus Cristo disse acerca das pessoas que querem ver sinais. Mantenham o dedo aqui em Atos, porque vamos voltar a Atos, mas vejam aqui em Mateus 12.

Vamos só ler aqui versículo 38 e 39. 12, 38 e 39. Diz assim. Então, alguns escribas e fariseus replicaram o Mestre. Queremos ver de tua parte algum sinal. Porque criam que Jesus Cristo os amostrasse um sinal, para provar que Jesus Cristo era de facto o messias, o Cristo.

Versículo 39, vejam o que Jesus Cristo disse. Então, porém, respondeu uma geração má e adultura.

Pede um sinal.

Uma geração má e adultura. Uma geração como a dois. O que é a geração ois? A geração ois é má e adultura. Digamos assim, é pornográfica, é adultura.

Cris irmãos é a geração de hoje em dia. É o mundo em que vivemos.

E quer, queramos ou não. É o mundo à nossa volta. Que nos afeta. Ou digamos assim, que nos infeta.

É uma geração má e adultura. E o Jesus Cristo disse, uma geração má e adultura pede um sinal.

Para continuar, então, em Atos capítulo 2, vemos aqui o que as pessoas põem um foco, quando lêem aqui o Atos capítulo 2, versículos 2 a 4, põem um foco nos sinais.

Cris irmãos, precisamos ter uma distinção bem clara entre os sinais e o próprio acontecimento. Os sinais são incidentais. O evento é essencial.

Deus usa os sinais para chamar a atenção a algo especial, a vinda do Espírito Santo à Terra para ser ramada, para ser ramado sobre os homens. Um evento muito especial, muito único. E, por isso, esse evento foi marcado com os sinais especiais para chamar a atenção.

Esse acontecimento essencial foi aqui. A descida do Espírito Santo a Terra para ser ramada pelos homens, a descida do Espírito Santo em várias pessoas.

Por isso os sinais anunciam um evento. É como, por exemplo, tocar uma trombeta, dizer que vem o rei. O importante é vir o rei, não é a trombeta.

Por isso os sinais apontam para o acontecimento. Os sinais não são o acontecimento. E, por isso, é muito perigoso, é muito perigoso construir uma teologia completa à volta dos sinais, em vez de a volta do acontecimento. E, por isso, há uma diferença muito grande entre o que é essencial e o que é incidential. Por isso, como se leia aqui o vento impetuoso, ou as línguas como de fogo, ou falar em línguas, foi só incidential.

Porque a vinda do Espírito Santo, para eles estarem cheios do Espírito Santo, esse é o essencial.

Sim, certas pessoas dizem, oh, eles falaram em línguas, por isso precisamos falar em línguas. Querias irmãos, naquele período, quando tinham estas pessoas de várias nações, como vemos aí, vejam, por exemplo, no versículo 8, e ouvimos falar cada um em nossa própria língua materna. Sim, porque foi um milagre de ouvir e falar em sua própria língua. Somos partos, médios, elamitas e naturais de Mesopotâmia, Judeia, Capadosia, Ponto e Ásia, de Frigia, da Panfilha, do Egito, das regiões da Líbia, nas imediações da Sirene e romanos que aqui residem. Tantos judeus compre-se por os céletos, crentes e arábios, cretences e arábios. Como os ouvimos falar em nossas próprias línguas, as grandezas de Deus? Ouvimos falar na nossa própria língua. Este milagre foi um milagre de que as pessoas que vinham de várias nações, que falavam várias línguas, por exemplo, portugueses, espanhol, chineses, italiano, francês, e então todos ouviam aos outros na sua própria língua. Foi um sinal especial para esse período, para essa era. Era. Hoje em dia, há maneiras de fazer traduções, maneiras de pregar o vingério. Não é preciso esse sinal. Foi um sinal especial para esse período. Sim, Deus talvez deu o dom a certas pessoas para traduzir e para interpretar, para podermos fazer a pregação, mais efetivamente, em várias línguas. Mas, neste período, esse sinal foi importante para chamar a atenção a este grande evento, que foi a descida do Espírito Santo e para vir para o homem. E, por isso, as pessoas focam no sinal, em vez de focar no essencial que foi no evento. A vinda do Espírito Santo transformou o Pedro, que tinha negado a Cristo, um a dois meses antes. Transformou o Thomas, que era cheio de dúvidas. Transformou os discípulos, que estavam assim um bocado, digamos assim, com falta de coragem, para serem uns discípulos cheios de coragem. É o Espírito Santo de Deus que nos transforma para sermos embaixadores de Cristo. Tenha certeza do que estou a dizer? Sim, tenho certeza, porque podem ler aqui, no versículo 16, a 18, o que diz assim. Mas o que ocorre é o que foi dito por intermédio do profeta Joel, e a passará nos últimos dias. E a acontecerá nos últimos dias, Deus, o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a karma. Vossos filhos, vossas filhas profetizarão, vossas jovens terão visões, e senhorão vossos peleos. Até sobre os meus cérebros e sobre as minhas cérebros, derramarei do meu Espírito, naqueles dias. A derramação, a vinda do Espírito Santo e de ser ramado para dentro, para essas pessoas, dado a essas pessoas, foi o evento, o acontecimento. Alcomo no antigo testamento, era a chuva, que dava, fisicamente, falando de fisicamente, no antigo testamento, que dava local a sega, a festa da sega. Por causa da chuva, da boa chuva, então, podiam ter a festa da sega. Aqui, temos aqui, no novo testamento, a derramação do Espírito Santo nos seres humanos, que dá a possibilidade de haver a colheita, ou a sega, de pessoas para dentro do Reino de Deus. Crisis irmãos, temos uma congregação, uma igreja cheia do Espírito Santo de Deus? Eu, então, continuei a falar deste tema no próximo sermão. Por hoje, chega Crisis irmãos a explicar que a verdadeira igreja de Deus, que Jesus Cristo, formou e iniciou, é uma que, em primeiro lugar, tem esta mente, mentalidade, este Espírito, esta doutrina, este ensinamento, esta atitude de Cristo, este sentimento, esta mentalidade de Deus. Segundo, estamos dentro do corpo de Cristo, que é um organismo espiritual. A verdadeira igreja de Deus, são pessoas que estão a orar continuamente, em todos os lugares, e a jujuar ocasionalmente, ou às vezes até mais frequentemente, se for necessário, mas fazem isso sem exibição para outras pessoas, sem exibicionismo. E também, é uma igreja que está cheia do Espírito Santo de Deus, que foca no importante que é estarmos cheios do Espírito Santo de Deus. Cris irmãos, na próxima somão, continuei com mais pontos importantes acerca do significado ou da identificação da verdadeira igreja de Deus. É a igreja que Deus iniciou durante o dia de Pentecostes, como se lê em Atos 2. Até a próxima, Cris irmão.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).