O mundo enfrenta profundas mudanças e crescentes ameaças proféticas. Embora ninguém saiba quando Cristo regressará, as advertências bíblicas exigem vigilância e arrependimento. Apesar das tribulações futuras, temos a certeza de que Jesus Cristo intervirá e estabelecerá o Reino de Deus.
Bom, de eu voltar de cris irmãos, aqui é Jorge Campos. Estamos hoje em dia, irmãos, a testemunhar mudanças profundas na ordem internacional das nações. Durante décadas e décadas, os Estados Unidos têm sido uma potência militar, económica, técnica e política que tem dominado o mundo. A sua influência, juntamente com as suas alianças, tem contribuído para moldar várias relações internacionais e proporcionar uma certa estabilidade particularmente na Europa. Mas essa ordem internacional que vemos hoje em dia está a ser desafiada. Consideramos alguns pontos à nossa volta que são importantes de tomar nota. Por exemplo, a Rússia e a Ucrânia. Esta guerra abalou a segurança na Europa e levantou várias questões fundamentais sobre o futuro da defesa europeia.
Depois temos a China. O crescimento de suas capacidades económicas, técnicas e militares, tem desafiado a influência americana, particularmente na Ásia e na área do Pacífico. Um ponto de continuar a ser um grande foco de conflito é Taiwan.
E veremos o que acontecerá aí.
Depois temos a Europa. As nações europeias estão a reconsiderar a sua dependência da proteção militar americana, então a explorar uma independência estratégica. Ao mesmo tempo, essas nações encontram dificuldades económicas, divisões políticas, agitação social, como vemos recentemente nas manchetes, e isso tudo complica as suas decisões que têm de fazer. No Médio Oriente, irmãos, os conflitos que envolvem a nação de Israel, o Ira, e outras potências regionais, continuam a ameaçar a estabilidade com consequências que são muito além dessa região. Por outro lado, vemos nos Estados Unidos profundas divisões políticas, crescentes expressões financeiras e divergências entre os compromissos internacionais americanos que levantam questões para o futuro do país. E mais perto de nós, dos pessoas que falam português, temos também a situação no Brasil mudando a maneira como as coisas estão e que estão a causar preocupações a certas pessoas. Irmãos, o ponto é que estamos a entrar num período em que tudo se está a mudar. E um outro ponto que não devemos esquecer é a liderança técnica, da tecnologia, particularmente na inteligência artificial, que poderá vir a ter enormes consequências económicas e militares.
Por isso, irmãos, o equilíbrio do poder mundial está mudando. O que vai se desenvolver desta transformação? Vai haver uma nova ordem internacional? Vai haver novas alianças? Vai haver novos centros de influência? Vai haver maiores conflitos? Por isso, simplesmente, irmãos, nós não sabemos exatamente os detalhes, mas a história ensina-nos que mudanças profundas podem ocorrer inesperadamente. Por vezes, os acontecimentos aceleram-se rapidamente e, em outras ocasiões, depois abrandam e seguem direções que ninguém antecipava. Por exemplo, acontecimentos que causaram mudanças rápidas, vemos a Revolução Francesa em 1789. A ida e surgiu de uma combinação de crise financeira, esgassez dinheiro, frustração política e desigualdade social.
Esses acontecimentos que, inicialmente, pareciam controláveis acabaram por transformar a França e a grande parte da Europa. No meu caso, tive experiência pessoal da revolta de Soweto, perto de Johannesburg, na África do Sul, que em junho de 1976 tornou-se um importante ponto de viragem na luta contra o regime da parte da África do Sul.
E essa transformação política sim demorou ainda vários anos, mas isso foi, digamos assim, o início dessa vira-volta. Por isso, avemos que a história demonstra que grandes nações ou mesmo grandes impérios enfraquecem e outros potências podem surgir para preencher o vazio que foi deixado. Por exemplo, vemos na história, no início do século VII, que houve grandes guerras entre os impérios bizantinos e da saçanida. Mas, embora os bizantinos tivessem ganhado, ambos esses nações estavam cansadas. Então, houve um outro grupo que apareceu do islão que veio controlar praticamente a grande parte desse mundo por quase mil anos. E, por isso, isso quando certas nações ou impérios estão enfraquecidos, isso vai criar oportunidades para outras. Irmãos, estes exemplos históricos recordam-nos que a ordem internacional não é permanente. A ordem internacional dos homens não é permanente. No entanto, devemos ter cuidado, porque não podemos prever exatamente como os vários acontecimentos atuais que têm acontecido se vão desenrolar. Também não devemos interpretar cada eleição, cada desacordo internacional ou desenvolvimento militar como um comprimento imediato de uma determinada profecia. Para nós cristãos, a pergunta é muito mais importante. E a pergunta é, o que devemos aprender espiritualmente com estes acontecimentos? Qual é a lição espiritual para nós? E por isso, e o que que Deus revela acerca do futuro das nações? Em Daniel 2, versículo 21, Daniel 2, versículo 21, lemos, Ele muda os tempos e as estações, Ele remove os reis e estabelece os reis. Ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos. É Deus quem remove reis e estabelece reis. É Deus quem remove presidentes e estabelece presidentes. E isso é uma verdade fundamental.
Os governos respondam. Os presidentes vêm e vão. Algumas nações crescem a poder, enquanto outras entram em declínio. Mas acima de todos esses acontecimentos políticos, está o Deus Todo-Poderoso. Daniel 2 descreve uma sessão de reinos, representados pela essa grande estátua do sonho de Nabucodonósar. Esses reinos exiciam poder durante algum tempo, mas nenhum deles permaneceu para sempre. Em Daniel 2, versículo 44, lemos, mas os dias desses reis, ou nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído, e esse reino não passará ao outro povo, e os mil será e consumirá a todos esses reinos, mas Ele mesmo subsistirá para sempre. Aqui vemos que Deus declara que vai estabelecer o reino que jamais será destruído, o reino de Deus governando sobre a Terra. Esse é o resultado final da história humana e política deste mundo. Não será um reino estabelecido por eleições humanas, ou por negociações políticas, ou por alianças militares, ou por superioridade tecnológica, mas será o reino de Deus. Em salmos capítulo 2, versículo 1 a 4, lemos porque se amotinam os gentios e os povos imaginam coisas vases. Os reis da Terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o Senhor e contra o Seu ungido, rompamos as Suas ataduras e sacudamos de nós as Suas cordas, aquele que habita no céu se rirá, o Senhor zombará deles.
Aqui vemos neste Salmo nações e governantes que se unem e que conspiram contra Deus e contra o Seu ungido. Os dirigentes humanos procuram continuamente estabelecer segurança, prosperidade e paz, segundo o Seu próprio, maneira de ver o Seu próprio entendimento. Contudo, estão sempre a falhar. Falham repetidamente na solução ou na resolução dos problemas mais fundamentais da humanidade. Não conseguem resolver os problemas. Por que? Porque o problema não é apenas político ou económico, o problema é espiritual. Em Isaías 59, Isaías 59, versículo 8. Lembrem-se, não conhecem o caminho da paz. Nem há justiça nos seus passos. Fizeram para si veredas, tortoosas, todo aquele que anda por elas, não têm conhecimento da paz.
Vamos ver o que está acontecendo. A humanidade desenvolveu capacidades científicas, técnicas absolutamente extraordinárias, mas não aprendeu a viver em paz, numa paz duradora. Ora, então, vemos aqui uma advertência bíblia, muito séria. Vejam em Levítico 26, Levítico 26, começando no versículo 14.
Levítico 26, começando no versículo 14.
A versículo 19. Mas se não me ouvires e não cumprir-se todos estes mandamentos, e se rejeitar os meus estatutos e a vossa alma sem enfadar-lhe os meus juízes, não cumprindo todos os meus mandamentos para invalidar a minha aliança, então eu também vos farei isto, por aí sobre vos trairá-los. Então eu também vos farei isto, por aí sobre vos terror, a tísica e a febra de dente, que consumem os olhos e atormentam a alma, e se merez em vão a vossa semente, pois os vossos inimigos a comerão. E por aí a minha face contra vós, e serei-vos feridos diante de vossos inimigos, porque vos odeiam de vós-te a senhora Eriarão, e fugireis sem ninguém vos perseguir. E se ainda com estas coisas não me ouviros, então eu perseguirei a castigar-vos sete vezes mais, por causa dos vezes, dos vossos pecados, porque quebrerei a soberba da vossa força, e darei que os vossos céus sejam como ferro, e a vossa terra como cobre. Irmãos, aqui vemos consequências de rejeitar a Deus. Em Levítico 26 temos aqui extraordinária promessas nos primeiros versículos, mas também extraordinários avisos e advertências. Deus prometeu ao Israel da Antiguidade benções extraordinárias, e casa nação, isso é casa nação, lhe obtecesse. Mas também advertiu a sério de consequências progressivamente mais severas caso o povo se afastasse das leis de Deus e do caminho de Deus. No versículo 19, por isso Deus declara, porque quebrarei a soberba da vossa força. Vamos considerar o significado desta declaração. Uma nação pode possuir um exército poderoso, enormes riquezas, tecnologia avançada, extensas alianças internacionais. E, ainda assim, perder a força e a influência que anteriormente tinha. Nós, na Igreja de Deus Unida, explicamos que estas extraordinárias benções que foram recebidas pelas nações de língua inglesa, como os Estados Unidos, a Inglaterra, a Austrália, Canadá e outros, estão relacionadas com as promessas de Deus a Abraão e aos seus descendentes. A Igreja de Deus Unida também ensina, de acordo com as instruções e o ensino bíblico, com o de acordo com a palavra, que estas nações vão enfrentar sérias consequências proféticas, porque se afastaram de Deus. Vemos também, em Deutronómio capítulo 28, Deutronómio capítulo 28, começando no versículo 15.
Será porém que, se não deres ouvidos à voz do Senhor, teu Deus, para não cuidar-as, em cumprir todos seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições e te alcançarão. Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo. Maldito o teu ceste e a tua amassadeira. Maldito o fruto do teu ventre e o fruto da tua terra, e as crias das tuas vacas e o robanho das tuas oveiras.
Maldito serás ao entrar e maldito serás ao sair-os. O Senhor mandará sobre ti a maldição, a confusão e a derrota em tudo em que posejas a mão para fazer, até que sejas destruído, até que repentinamente pareças por causa da maldade das tuas obras pelas quais me deixaste. Irmãos, estas pensões que as nações receberam podem transformar-se em maldições. Moisés advertiu Israel de que a desobediência traria consequências que afetariam praticamente todos os aspectos da vida nacional, como acabamos de ler.
O capítulo, por isso, descreve dificuldades económicas, doenças, fracasso na agricultura, derrotas militares e, finalmente, o cativeiro. Notem que estas advertências dizem respeito ao afastamento coletivo de uma nação das leis de Deus. Ora, isso deve levar-nos a fazer algumas perguntas muito sérias. Será que as nossas nações, por exemplo, o Brasil, Angola, Portugal, Moçambique e outras, de língua portuguesa, se aproximam mais de Deus à medida que há uma certa prosperidade e influência?
Porque as nossas nações receberam grandes benções, grandes benções, temos muita riqueza na Terra que Deus nos deu. Será que as nossas sociedades se tornaram mais respeitadoras dos mandamentos de Deus? Está claro que não. Será que reconhecemos cada vez mais Deus como fonte das nossas benções? Ou atribuímos tudo em vez disso à nossa inteligência, à nossa capacidade e às nossas realizações? Irmãos, devemos examinar essas perguntas sem permitir que as nossas preferências políticas, pela direita ou pela esquerda, determinem as respostas.
Vejam o que Isaías capítulo 5 diz. Isaías capítulo 5. Versículo 1 a 7. Isaías capítulo 5, versículo 1 a 7. Agora cantarei ao meu amado o cântico do meu querido o respeito da sua vinha. O meu amado tem uma vinha num alteiro fértil e cercou-a e limpando-a das pedras, plantou-a de excelentes vites e edificou no meio dela, da vida, uma torra e também construiu-me nela um lagar.
Esperava que esta vinha desse-bos-uvas, porém deu-o-vas bravas. Agora, pois, homenadores de Jerusalém e homens de Juda. E, irmãos, isto é aplicável a qualquer nação. Aqui é um princípio espiritual. Por isso, homenadores de Luanda ou Icolobengo, homenadores de São Paulo, homenadores de Lisboa ou de Maputo, ou seja, lá onde for. Juga-vos peço entre mim e a minha vinha. Que mais se podia fazer a minha vinha que eu lhe não tenha feito.
Porque, esperando eu que desse-o-vas boas, veia-a dar-o-vas bravas. Sim, principalmente a nação de Israel, principalmente as nações de descendência israelita. Mas, como disse, isto é um princípio para todos. Agora, pois, vos farei saber o que eu hei de fazer a minha vinha. Tirarei a sua seba, a sua cerca, a sua proteção, para que sirva de pasto. Derrubarei a sua parede para que seja pisada. E a tornarem a deserto não será apodada nem cavada, porém crescendo nela sarsas e espinheiros, e as nuvens darei ordem que não derramem chuvem sobre ela. Porque a vinho do Senhor dos exércitos é casa de Israel, por isso, especificamente, é direcionado aos israelitas, está claro.
E aos homens de Judá são a planta das suas delícias. E Deus esperou que exercesse juízo, e eis aqui opressão, justícia eis aqui clamor. Mas irmãos, lembre-se que Deus é igual para todos, por isso, Deus espera das nossas nações que obdéssemos a Deus, para Ele nos proteger. Sim, vocês pensem, fomos protegidos por certos períodos de tempo, mas vamos continuar a ser. E assim vemos aqui uma nação, como Deus descreve, dando uma analogia de uma vinha que recebeu cuidados extraordinários. Para o terreno, plantou-a e esperou que desce bons frutos. Mas em vez disso, essa vinha, essa nação, produziu maus frutos, uvas bravas.
E assim, no versículo cinco, vemos que Deus anuncia que retirará a sua sede, protetora, a sua cerca. E a lição para nós é muito séria, irmãos. Uma nação, ou seja, que nação for, pode receber benções extraordinárias de Deus. E ainda assim, acabar por perder a sua proteção, quando rejeita persistentemente os caminhos de Deus. Deus esperava justiça e retidão nessa nação.
Em vez disso, encontrou operação e injustiça, como lemos no versículo sete. Esta é uma questão espiritual que devemos analisar. Não é simplesmente uma direção política, por exemplo, no Brasil, ou em Angola, ou em Portugal, ou nos Estados Unidos. Não é qual é o partido que vence uma eleição. Não é qual é a aliança internacional que se torna mais forte. Não.
Mas é a nossa capacidade de estar a produzir os frutos de justiça que Deus espera. Em outro nome, o versículo vinte e oito. Repetitão, o outro nome, capítulo vinte e oito, versículo quarenta e três. Doutro nome, vinte e oito, versículo quarenta e três. Diz, o estrangeiro que está no meio de ti se levantará muito sobre ti e tu mais baixo de serás. Ele te embresterá a ti porém tu não embresterás a ele.
Ele será por cabeça e tu serás por causa. Irmãos, isso vence uma inversão de prosperidade nacional em que os estrangeiros numa nação alcançam uma certa vantagem económica ou política crescenta sobre essa própria nação. Estrangeiros podem ter vários significados, está claro. Mas aqui é uma advertência muito séria. Uma advertência muito séria. E está claro, era direcionada à nação de Israel, por causa que tinham uma aliança acerca com Deus e que ia perder essas benções dessa aliança.
Mas essa advertência bíblica tem um simbolismo, digamos assim, internacional. Porque está a falar de desobediência nacional do grupo de pessoas, de uma nação, e tem uma consequente inversão nas circunstâncias políticas e econômicas. E por isso não é uma questão necessariamente de um certo grupo de pessoas, embora às vezes, interessantemente, isso é verdade. E precisamos ter ouvidos e olhos para entender.
Mas a questão principal é que a nação não está a obceir a Deus. Essa é a questão principal. E por isso essa advertência, esse aviso, se torna progressivamente mais sério, mais severo. Vejam em Levítico 26.
Veja isso aí, começando no versículo 23.
E se ainda com essas coisas não vos corrigires voltando para mim, mas ainda andares contrariamente para contra comigo, eu também andarei contrariamente para convosco. E eu, eu mesmo, vos esferirei sete vezes mais por causa de vossos pecados. Vai ser um castigo mais severo. Porque terei sobre vós a espada que executará a vingança da aliança. E, ajuntados sereis nas vossas cidades, então enviarei a peste entre vós e serei entregues na mão do inimigo. Quando eu vos quebrar, o sustento do pão. Então, dez mulheres cozerão o vosso pão num solforno. E devolver-vos-ão o vosso pão por peso. E comureis, mas não vos farteis. E com isso não me ouvires. E com isso não me ouvires. Mas ainda continuares contrariamente para comigo. Também eu para convosco andarei contrariamente em furor. E vos castigarei ainda mais, sete vezes mais, por causa dos vossos pecados. Porque comureis a carne de vossos filhos. E comureis a carne de vossas filhas. E destruirarei os vossos altos. Isto é os vossos templos, as vossas igrejas. E destruirei as vossas imagens, os íblos, estes ídolos pagãos. E lançarei os vossos cadáveres, sobre os cadáveres dos vossos deuses. A minha alma se enfadará de vós. E reduzirei as vossas cidades a deserto. E assolarei os vossos santuários. E não cheirarei o vosso cheiro suave. Depois que vocês tenham de fazer sacrifícios a mim, não me aceitarei. E assolarei a terra. E se espantarão disso, os vossos inimigos que não morarem. E espalhar-vos-ei entre as nações. E desembañarei a espada atrás de vós. E a vossa terra será assolada e as vossas cidades serão desertas. Irmãos, isto aconteceu a Israel e a Nação de Judá. E por isso vemos aqui castigos progressivamente mais intensos. Caso a Nação de Israel rejeite a cor-ação. Mas isso é aplicável para o mundo II. Para os descendentes de Israel hoje, como eu me ensinei, que acreditamos, sejam as Nações de Língua Inglésia. Isto é assunto muito sério. Mas irmãos, não pensem que o Brasil e Angola escapará. Porque quando haver esta crise nas Nações de Língua Inglésia, todo mundo vai sofrer. Todo mundo vai sofrer. E é por isso que vemos estes avisos, estas advertências, que incluem doenças, fome, guerras, destruição e finalmente dispersão entre outras Nações.
O ponto importante, irmãos, é que estas consequências não são apresentadas como acontecimentos aleatórios.
Então, o que estão relacionados? Estão relacionados como uma recusa persistente de arrependimento. Deus adverte repetidamente o Seu povo, dando-lhe oportunidade para mudar os Seus caminhos. Mas o que acontece quando uma Nação recusa a correção? Veja em Jermias capítulo 30, versículo 7. Aqui, neste caso, uma vez mais, falando a Nação de Israel, que isto é, Jacó, cujo nome foi mudado para Israel, Jermias capítulo 30, versículo 7.
Diz assim, ah, porque aquele dia é tão grande, é tão grande que não houve outro semelhante. Irmãos, não faz isso lembrar da grande tribulação? Este dia tão grande que não houve outro semelhante, é tempo da angústia para Jacó. Jacó foi aquele que mudou o nome para Israel. Israel teve 12 filhos, 12 Nações que vieram dele. Uma delas ajuda, que é o que conhecemos hoje como judeus, mas existem outras também. Diz assim, ele porém será salvo dela. Sim, vai haver uma salvação, há uma certa esperança. E se vemos aqui que vai haver um período extraordinário de aflição nacional. A esta nação que foi tão abençoada, ou digamos estas Nações que foram tão abençoadas, ou receberam tantas benções, mas é um dia de grande angústia.
E por isso, segundo o entendimento profético que nós temos na Igreja deus unida, esta advertência tem aplicação para o tempo do fim e é relacionada com os descendentes modernos de Israel. E por isso, esta gravidade, desta advertência não pode ser minimizada. O próprio Jesus Cristo falou de um período de tribulação sem precedentes. Lembrem-os em Mateus 24, versículo 21 a 22. Mateus 24, versículo 21 a 22.
Porque haverá então grande tribulação ou aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tão pouco há de haver.
E se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria. Irmãos, vai afetar todas as Nações. Sim, vai começar uma Nação, grupos de Nações, pessoas de outras Nações vão regurgizar. Ah, todo contente! Foram castigados. Mas, eles também vão ser castigados. Precisamos ter cuidado.
Diz assim, isso é que os dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria. Mas por causa dos escolhidos, serão abreviados aqueles dias. Jesus Cristo avisou, advertiu, a sério de um tempo de grande tribulação, como nunca antes tinha existido. E isso ainda não é o futuro. Também explicou, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne humana se salvaria. Irmãos, isto é uma declaração extraordinária. A humanidade desenvolveu hoje em dia armas capazes de provocar a completa destruição numa escala inimaginável para todas, que era inimaginável para todas as pessoas que viveram antes de nós. Os avanços tecnológicos, incluindo a inteligência artificial, introduzem certas incertezas adicionais relacionadas com a guerra, a competição internacional e a segurança nacional. Não podemos e não devemos afirmar que uma certa determinada tecnologia, o conflito que possa existir hoje, constitui este comprimento específico de Mateus 24. Mas a advertência de Cristo é inequívica. A civilização humana chegará a finalmente a um ponto em que a intervenção divina será indispensável para a sobrevência da humanidade.
Ora, isto leva-nos a um ponto em que há uma certa urgência. Isto é uma urgência nesta era em que vivemos.
Ninguém sabe o dia nem a hora. Vejam, Mateus 24, versículo 36. Mas aquele dia e hora ninguém sabe. Ninguém sabe. Nunca devemos esquecer esta declaração, irmãos. Podemos reconhecer certas tendências proféticas. Podemos observar os acontecimentos internacionais. Podemos compreender estes serviços e estas advertências na palavra, na Bíblia, nas escrituras. Mas não podemos ou devemos calcular a data do regresso de Cristo.
Historicamente vimos muitos exemplos de pessoas que previram com confiança o comprimento destas profecias e que acabaram por estar erradas. Não podemos nem devemos repetir esses erros.
Por isso a urgência da profecia não nos dá autorização para estabelecer datas que Deus não revelou. No versículo 42, a 44 de Mateus 24, diz vigiar pois, porque não se sabeja que hora há de vir o vosso Senhor. Mas considera isto, se o Pai da família soubesse que a vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar sua casa. Por isso estáis vós preparados também, porque o filho do homem há de vir a hora em que não pensam.
Jesus Cristo está a dizer que devemos vigiar porque não sabemos quando virá. A sua instrução não é uma de ficarmos envolvidos, obcecados em prever o dia deste acontecimento, mas o seu aviso é permanecermos espiritualmente preparados. O seu aviso é para estarmos espiritualmente preparados.
Tome a nota desta diferença, por favor, irmãos. Observar os acontecimentos mundiais, ajudam-nos a reconhecer a seriedade do tempo, nesta era. Vigiar a nossa condição espiritual ajuda-nos a preparar para o regresso de Cristo. Mas, especular acerca de datas, pode distrair-nos da responsabilidade que Cristo realmente nos deu. A pergunta por isso, irmãos, não é simplesmente quanto tempo resta para o Brasil, para Angola, para o mundo, para as naisões, para a América? A pergunta mais importante é, quanto tempo é que nós, cada um de nós, você e eu, temos para nos tornarmos nas pessoas que Deus deseja, que sejamos. Isso é importante. Quanto tempo é que temos? E a resposta, irmãos, é que não sabemos. Você não sabe ou não sei. Mesmo que o regresso de Cristo ainda esteja há alguns anos de distância, nenhum de nós sabe quanto tempo nos resta para viver. Olha isso, então, torna esta advertência bem pessoal e imediata, urgente. Em Romanos capítulo 13, versículo 11 a 12. Romanos 13, versículo 11 a 12. E isto digo, acontecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono, porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé. A salvação está mais perto de nós do que quando nos arrependemos e viemos para a igreja. Está mais perto. A noite é avançada e o dia está próximo. Rejeitemos, pois, as obras das trevas e vistámonos das armas de luz. Já é hora, irmãos, de quê? De despertarmos, de acordarmos, de estarmos pronto para despertámonos do sono espiritual. Páluis ortou os irmãos a rejeitarem as obras das trevas e revestirem-se das armas de luz.
E isso é particularmente relevante para você e para mim hoje em dia. Não podemos permitir-nos estarmos envolvidos numa complacência espiritual. Não podemos permitir e ficarmos mornos.
Não podemos continuar a adiar o arrependimento.
Não podemos presumir que temos ainda outra oportunidade para vencer as nossas fraquezas. Devemos agir agora, porque não sabemos a data do regresso de Cristo.
Não sabemos quando Ele vem. E por isso este aviso de Deus é um apelo, é um pedido, é um caso de, digamos assim, rugar a vocês.
De nos arrependermos. Em Isaiah 58, versículo 1, está aqui uma instrução que eu vejo que é aplicável para nós na Igreja. Sim, é aplicável às nações, mas também é aplicável a nós. Que diz, clama em alta voz. Não te detenhas. Levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão. É a casa de Jacó, os seus pecados. Irmãos, nós somos a casa de Jacó espiritual, nós somos Israel espiritual, nós somos o povo de Deus. Estamos em Cristo, somos Israel espiritual. E aqui diz, clama em voz alta. Esta é a minha responsabilidade, como ministro de Jesus Cristo, de clamar em voz alta como uma trombeta e anunciar ao povo aos verdadeiros cristãos para nos arrependermos agora.
E por isso a minha responsabilidade é declarar as transversões ao povo. Isto não é uma mensagem destinada a assustar vocês, mas é uma advertência destinada a acordar-vos, a despertar-vos. E por isso, este aviso, esta advertência deve começar com um exame honesto de nós próprios. Sim, é fácil começarmos a criticar os dirigentes políticos. É fácil criticar o extraquilo partido. É fácil condenar as falhas morais da sociedade. É fácil apontar os erros aos outros. É a tua culpa. Mas será que estamos a examinar a nossa vida espiritual com a mesma seriedade? Porque este é o ponto importante. Irmãos, este é o ponto importante, porque o julgamento começa na casa de Deus, na Igreja de Deus, agora. Primeiro Pedro 4, versículo 17. Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus. Irmãos, nós somos membros da família de Deus na casa de Deus.
E o julgamento começa em nós. Nós já estamos a ser julgados. E, principalmente, está aqui a avisar-nos, a lembrar-nos, a recordar-nos que o julgamento começou em nós, no povo de Deus. E, por isso, isso deve influenciar, como é que nós vemos, esta advertência profética. Porque esta advertência profética, não é só para anunciar-nos os pecados dos outros, mas é para examinar-nos, a nós próprios, se estamos a viver com as verdades que proclamamos.
Estamos a tornar-nos mais semelhantes a Jesus Cristo. Estamos a vencer o orgulho, o egoísmo, o ressentimento e as divisões. Estamos a crescerem misericórias, paciência, humildade e amor. Estamos a produzir os frutos, os resultados, as ações. Que o Espírito Santo produz em nós, ou deve produzir em nós, se nós estamos a seguir o Espírito Santo.
Em segundo Pedro capítulo 3, versículo 10 e 11, Paulo descreve a futura destruição da presente ordem mundial. Vejam aqui, no versículo 10. Mas diz o Senhor virá como ladrão de noite, no qual os céus passarão com grandes trondos e elementos ardendo, se desfarão e a terra e as obras que nela há se queimarão. Irmãos, ao fim deste período todo, vai haver uma completa distrição destas coisas terrestres humanas do homem. Os elementos ardendo se desfarão e a terra e as obras que nela há se queimarão. Versículo 11, havendo pois de precer todas estas coisas, porque isto tudo vai ser destruído, que pessoas vos convém ser em santo trato e piedado. Não tem a conclusão de Paulo, a perdão de Pedro. Conclusão de Pedro. Ele não está a encorajar ou a incentivar os irmãos a especular a data ou cada desenvolvimento político no país. Em vez disso, pergunta, que tipo de pessoas é que devemos ser?
A sua ênfase, por isso, está numa conduta santa e piedosa que nós devemos ter. Por isso, o propósito de compreendermos a profecia, não é apenas saber o que acontecerá ao mundo, é motivar-nos a mudar a nossa própria vida. Esta é a aplicação pessoal desta mensagem, irmãos, que eu estou a dar a vocês. O mundo precisa de arrependimento. As donações precisam de arrependimento, mas cada um de nós deve de começar por si próprio. Eu tenho que olhar a mim mesmo e vocês têm que olhar a vocês mesmos. Por isso, este aviso, esta advertência é muito séria, mas a esperança e o futuro é glorioso.
Não nunca devemos concluir uma advertência profética sem enfatizar a maravilhosa esperança que Deus prometeu. A Bíblia não termina com a destruição das nações, não termina com guerras, fome, que ativeiram o sofrimento.
A Bíblia termina com o estabelecimento do reino de Deus.
É Mateus 24, versículo 22. Mateus 24, versículo 22. E naqueles dias, se não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria, mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias. Isso quer dizer que Cristo vai intervir. Jesus Cristo declara que a tribulação sem precedentes, essa tribulação como nunca houve anteriormente, será abreviada por causa dos eleitos. Não vai ser permitido que a humanidade se venha a destruir completamente.
Jesus Cristo vai intervir. Irmãos, isto não é especulação. É uma promessa.
Em Daniel 2, versículo 44. Daniel 2, versículo 44. Mas, os dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído. E este reino não passará ao outro povo, e os mil será e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre. Será um reino que jamais será destruído.
Os reinos deste mundo são temporários irmãos. O Império Romano não permaneceu para sempre. Os grandes impérios da história acabaram por entrarem de clínio. E a ordem internacional que existe hoje não durará eternamente. Mas o rei de Deus permanecerá. Não será substituído por outro sistema político. Não entrará em colapso devido à corrupção o divisões internas. Jamais será conquistado. Em Isaías 2, versículo 2 a 4. E considerar nos últimos dias que se firmará o monte da casa do Senhor no cúm de montes. Isto é, o rei de Deus acima dos outros governos. E se levantará por cima dos hotéis, isto é, das nações mais pequeninas. E concorrerão a ele, o rei de Deus, em torno de um rei de Deus. Todas as nações. E irão muitos povos e irão vindo. Subamos ao monte de Senhor. Vamos subir ao governo de Deus. Onde o governo de Deus está? A sede, digamos assim, do governo de Deus. A casa do Deus Jacó. Para que nos ensinem os seus caminhos e andemos nas suas vredas. Porque de siam-se a era a casa de Deus Jacó. E ele jogará entre as nações. E repreenderá a muitos povos. E esses converterão as suas espadas em ancha-dões e as suas lances em foices. Uma nação não levantará a espada contra outra nação. Nem aprenderão mais agriar.
E ele vai se desistir de um rei de Deus. E ele vai se desistir de um rei de Deus. E a espada contra outra nação nem aprenderão mais agriar.
E aí vemos um futuro em que as nações irão ao centro do governo de Deus em Jerusalém. Para aprender os caminhos de Deus. A lei de Deus sairá dessa localidade de siam. As nações deixarão de resolver os seus desacorlos através de guerras. E deixarão-se preparar para a guerra.
Percebemos considerar a grandeza desta promessa, irmãos. Durante milhares de anos, a humanidade tem lutado para estabelecer uma paz duradora. Tratados foram assinados e violados. Alianças militares foram formadas e dissolvidas. Impérios surgiram e desapareceram. Mas a humanidade nunca conseguiu eliminar a guerra. Jesus Cristo vai realizar aquilo, que os governos humanos nunca foram capazes de alcançar.
Em Apocalipse Capítulo 11, versículo 15. Apocalipse Capítulo 11, versículo 15.
E os sétimo anos de tocou a sua trombeta. Houve um céu grandes vósios que diziam, os reinos do mundo vieram a ser do nosso Senhor e do seu Cristo. E ele reinará para todo o sempre.
Os reinos deste mundo vão se tornar os reinos de Deus, de Cristo. A sétima trombeta anuncia a transferência do governo mundial do homem para o governo sobre Cristo, o rei de Deus.
A ordem política será substituída pelo governo justo.
Esta é a esperança central da Provincia Bíblica. Não é apenas a restaração de uma determinada nação, do Brasil, na Angola. Não. Não é simplesmente a recuperação da prosperidade humana, mas é o estabelecimento do governo de Deus sobre todas as nações.
Em 1º Corinthians, Capítulo 15. 1º Corinthians, Capítulo 15, Versículo 24.
Depois virá ao fim, quando estiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver eniquilado todo o Império e toda a Podestade e toda a Força. Por convém que reinem até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés, ou o último inimigo que há de ser eniquilado é a morte. Porque todas as coisas sujeitam debaixo de seus pés. Mas quando lhes todas as coisas que estão sujeitas, está claro que se excetua, é aquele que sujeitou todas as coisas. E quando todas as coisas estiverem sujeitas, então também o mesmo filho se sujeitará àqueles que todas as coisas lhes sujeitou, para que Deus sejam tudo em todos.
Aqui vemos que Cristo vai reinar, até que todos os inimigos vão ser colocados debaixo de sua autoridade. E finalmente, Jesus Cristo vai entregar o reino a Deus Pai. O plano Deus vai muito além da ascensão e da queda das nações individuais. Mas o reino de Deus diz respeito à salvação da humanidade e ao comprimento do grande propósito eterno de Deus. Irmãos, vivemos num mundo que atravessa profundas transformações. A posição internacional dos Estados Unidos está a ser desafiada. A Europa está a avaliar o seu futuro. As chinas e as outras potências procuram exercer mais influência. As guerras, as incertezas económicas, as divisões políticas recordam-nos como a estabilidade humana pode ser frágil. Mas não devemos entrar em pânico, irmãos.
Também não devemos deixar-nos consumir por discussões políticas, ou especulações proféticas, porque Deus continua no controlo. Daniel 2, versículo 21, recorda-nos que ele remove reis e estabelece reis. Mateus 24 deverto-nos a ser acondicimentos terríveis que nesta hora por vir. Mas Mateus 24 também nos assegura que Cristo intervirá. Não sabemos exatamente quando. Não sabemos como desenrolará cada um dos vários atuais acontecimentos internacionais. Mas sabemos que as promessas de Deus são certas.
Então, o que devemos fazer? Devemos pronunciar espiritualmente vigilantes, irmãos. Devemos arrependermos se for necessário. Ou onde for necessário. Devemos crescer em fé, audiência, humildade e amor. Devemos cumprir fielmente a obra que Deus confiou a nós, à sua igreja. E nunca devemos de perder de vista o maravilhoso futuro que nos espera. Nunca devemos perder de vista esta esperança para nós. O mundo está a se aproximar de um grande período de sofrimento, irmãos, sem precedentes. Esse sofrimento não será o fim da história. Jesus Cristo vai regressar. Ele vai estabelecer o seu reino. Ele vai trazer justiça às nações. Deus vai ensinar a humanidade o caminho da paz. E, como vimos em Isaías 2.4, as nações finalmente deixarão de aprender a guerra.
A minha mensagem, por isso hoje, irmãos, é uma de urgência, mas não é uma desespero. É uma mensagem de advertência, mas não é de pânico. É uma mensagem de arrependimento, mas também de uma esperança extraordinária. Porque o mesmo Deus, que adverte acerca dessas dificuldades futuras, também prometeu uma solução definitiva. O regresso de Jesus Cristo e o estabelecimento do reino de Deus na Terra.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).