Vai para o inferno?

Muitos pensam que pessoas vão para o inferno? É isso o que a bíblia ensina? Donde é que as ideias de hoje em dia acerca do inferno originaram? Este sermão descreve a história, assim como a prova bíblia do que Deus diz acerca do inferno.

Transcrição

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Câmes falando-vos da Sansanete. Se alguém ia perguntar se acredita no inferno, como é que responderia? Vão certas pessoas para o inferno, sofrendo agora em agonia eterna, e estando a ser queimadas eternamente no inferno?

Conheça alguém que esteja preocupado ou que tenha perguntas acerca desta questão?

Milhões de pessoas hoje em dia acreditam que inimigos deles e, até mesmo algumas pessoas podem acreditar, que alguns de seus queridos entes ou familiares que tenham felicido, que são capazes de estar a queimar-se e a sofrer no fogo do inferno neste momento?

É isso que você acredita?

A diretoria de uma missão batista estimou que, entre sete de dez cada dez pessoas, estão indo para o inferno.

Por isso, várias igrejas, ívagélicas, quererem salvar as pessoas, para que não vão para o inferno. Por isso, têm uma missão de querer salvar as pessoas.

E, como hoje se vê o mundo da maneira que o mundo anda, com tanta maldade e tanta coisa terrível ao ter, aí por aí fora, o que você acha? Acha que a maioria destas pessoas vão para o céu ou para o inferno? Um outro estudo, o estudo de um grupo chamado Grupo Barna, diz que menos de zero vírgula cinco pessoas pensam que elas próprias vão para o inferno.

Assim, temos aqui uma grande contradição. Certas igrejas pensam que a maioria das pessoas, digamos, 70% das pessoas, esse forço de cento ou 70% ou 80%, mas pelo menos a maioria das pessoas, da maneira que o mundo está a andar, da maneira que as coisas estão a andar, estas pessoas há tanta maldade no mundo, tantas pessoas tão mais, que, compreendos que pensem ou que chegam à conclusão, que a maioria das pessoas vão para o inferno.

Mas, no entanto, a contradição é que só 0,5% das pessoas pensam que elas próprias vão para o inferno depois da morte, porque a maioria das pessoas, 99% ou 0,5% pensam que vão para o céu. Uma das pessoas perguntam, é justo, porque pessoas viverem um período de tempo, um pequeno período de tempo na Terra, e por causa deste pequeno período de tempo que vivem na Terra, digamos, 30 anos, 60 anos, 80 anos, venham a ter um castigo, uma punição interna a queimar, e a sofrer eternamente. É isso algo de um Deus justo e misericordioso?

O que é que você acredita acerca deste assunto, no que diz respeito ao inferno?

Existe um fogo, literalmente, queimando as pessoas no inferno. E o meu tema deste sermão hoje, queridos irmãos, é de responder a esta questão vital. Vão as pessoas para o inferno. Pode ir você para o inferno, ou irá para o céu.

Sim, ou estamos salvos? Sim, ou estamos salvos? E as pessoas dizem, ah, muitas pessoas ainda não estão salvas, ainda temos que a salvar, porque a maioria das pessoas não estão salvas. Mas sim, ou estamos salvos, ou vamos para o inferno? Então outras pessoas dizem, ah não, mas há um purgatório, há um caminho no meio, e isso tudo. Queridos irmãos, este é o meu tema hoje. Vamos ver. Primeiro lugar, um bocadinho da história do passado, de onde a ideia e a filosofia do inferno veio. Em segundo lugar, vamos ver o que é que a Bíblia diz à cerca do inferno. E em terceiro lugar, vamos ver o que é que acontece quando uma pessoa morre. Estão mortos mesmo, ou vão para um céu ou para um inferno. E isso, então, é o assunto deste sermão hoje em dia, à cerca do inferno. E a história, o que a Bíblia diz, e o que é que se passa quando uma pessoa morre. Ora, muitos acreditam, acreditam, que o inferno é simplesmente uma supostição. Uns dizem bem, é simplesmente simbólico. Mas a pergunta é, é supostição, é simbólico, ou é simplesmente uma ficção, ou é algo completamente diferente?

Um estudo recente concluiu que a maioria não só acredita no inferno, mas também acredita que é um lugar real, onde as pessoas que têm uma vida ruim e que tenham morrido, tenham morrido sem perdão, são eternamente punidos.

Agora, pode surpreender-lo que, ou de descobrir que, esta ideia do inferno não é verdade. Mas, é suficiente eu dizer isso? Não, temos que provar da Bíblia. E você pode provar esta Bíblia?

Sim, Jesus usou o termo, a palavra inferno. Mas esse uso tem sido muito mal interpretado.

Por isso é o que vamos fazer, ver agora, ver onde o conceito vai, historicamente, e ver o que a Bíblia realmente ensina. Não acredite em mim, queridos irmãos, tenho que provar e espero que abram as vossas Bíblias, e que estudem com cuidado este tema, porque, ao fim de contas, é um tema acerca da nossa própria vida ou morte.

E, queridos irmãos, a Bíblia fala de um julgamento, mas esse julgamento é de uma maneira completamente diferente, que você pode acreditar, e vamos falar um pouco disso também. Então, o inferno é um lugar de castigo, ora, de onde é que veio isso?

Não sei se sabe, mas os cristãos não acreditavam na ideia do inferno, sempre ardente, até centenas de anos depois da vida e crucificação de Jesus Cristo.

O inferno, de maneira que as pessoas pensam e compreendem hoje em dia de uma maneira geral, não foi parte do ensinamento de Jesus Cristo, e nem é parte da palavra inspirada de Deus.

Parece que, quando estudamos a história, que o primeiro é Spor, a primeira exposição dos cristãos, a eespont de vista de inferno, foi feita por um homem chamado Tertuliano, que viveu cerca dos anos 200, 200 da era corrente, da era comum, isto é, 200 depois de Cristo. Saca desse mesmo tempo, houve um manuscrito grego chamado Apocalypse de Pedro, e esse manuscrito grego descreveu que os que estavam perdidos, por exemplo, como se tinham blasfiado, blasfemeado o caminho da justiça, esses, então, foram colocados sob fogo em flamas, atrimentando-os, e assim, eles seriam atrimentados eternamente.

Agora, onde os tiraram isso? Tiraram da Bíblia? Não. Não há nenhum lugar na Bíblia onde essa ideia ou filosofia se esteja baseada.

Então, historicamente, vejamos uns pontos aqui. Primeiro ponto é que os antigos persas, os antigos gregos, e até mesmo o filósofo platão, acreditavam num lugar onde os maus são castigados.

Por isso, antes de Cristo, os pagãos já acreditavam que haveria um lugar onde os maus são castigados.

E, por isso, esses eram conceitos, digamos assim, tradicionais, e não bíblicos.

E esses conceitos, essas ideias, essas filosofias, é que começaram a influenciar o cristianismo primitivo, de maneira que começou a ser afetado com isso, como disse há pouco, a cerca do ano 200 da Era Comun, da Era Corrente.

Um outro, segundo ponto importante, que se vê, digamos assim, no desenvolvimento desta filosofia do Inferno, foi em 550 da Era Comun, no ano 550 depois de Cristo, em que o segundo Conselho Católico de Constantinopla validou o ensino do interminável castigo para os maus.

Agora, isto é um ponto, um local na história, onde vê-se aqui algo muito interessante.

Porque estas ideias, estes conceitos, não foram mudados, por cerca de mil anos depois, deste Conselho Católico de Constantinopla.

Só, cerca no ano de 1300, nos anos de 1300, isto é, durante o século XIV, que Dante Alighieri escreveu um poema, entitulado, ou uma série de poemas, entitulado, Divina Comédia, em que tinha três grupos de poemas, um grupo acerca do Inferno, outro grupo acerca do Purgatório e outro grupo acerca do Paraíso.

E a razão por que se foi chamado Comédia era porque terminava no Paraíso e o termo Comédia significava uma coisa positiva à volta do Paraíso. Essa ficção, que desenvolveu-se por causa destes poemas de Dante Alighieri, em que, vai ser conhecido por o Inferno de Dante, é uma ficção e é uma história inventada que ele, o Dante, descreveu em que havia nove círculos do Inferno. E por isso você, provavelmente, está familiarizado com as descrições terríveis de horrores e sufrimentos de fogo. Ora, Dante criou estas cenas inesquecíveis através dos seus poemas.

Mas você sabia que estas referências a horrores e sufrimentos de fogo não têm qualquer origem bíblica?

Mas, no entanto, isso não alterou o incrível impacto das ideias do que o Inferno realmente é.

Assim, essas ideias foram fortalecidas de uma maneira que a crença era que há um castigo de Inferno ardente e, eternamente, ardente para os ímpios.

E o que é tão lamentável, queridos irmãos, é que a maioria das pessoas influenciadas pela minha imaginação vívida de Dante realmente não têm ideia do que ele escreveu e também não têm ideia em que não tem nada a ver com os ensinamentos reais de Jesus Cristo.

Então, como é que você resumiria o efeito deste poema, a divina comédia, de Dante sobre o conceito do Inferno? Bem, uma maneira de resumir é a seguinte.

Talvez, pôndo-se nesta maneira, que eu acho que não é o exagero dizer que ele, esta teoria de Dante, teve o maior impacto sobre a opinião na crença dos instrumentos do Inferno do que o próprio Jesus Cristo.

Sim, a tradição popular ficou tão forte à volta do mundo, é tão forte hoje em dia em todos os países, em todas as sociedades, em todas as línguas, que substituiu a verdade bíblica sobre o Inferno.

E por isso, o conceito do Inferno tem-se tornado, em muitos aspectos, simplesmente uma questão de tradição.

E depois, digamos assim, o quarto ponto histórico nisto, primeiro era, como eu disse, foi com os antigos persas gregos e até mesmo o filósofo Platão, já acreditavam neste conceito do Inferno de um castigo.

O segundo, talvez de grande mudança de ideias, foi em 550 de era comum que o segundo Conselho Católico de Constantinople avalidou ensino do interminável castigo para os maus.

A terceira, digamos assim, mudança de história foi no século XIV com o Dante Alighieri, quando fez o poema Divina Comédia, como eu expliquei há pouco. E o quarto, digamos assim, acontecimento à volta do Inferno, é que foi cerca de 200 anos mais tarde, ou depois de Dante, quando chegamos à era do Martin Martin Luther, que considerou o Inferno como um lugar real.

Mas ele acreditava que o tormento era figurativo. Então, ele fez esta separação em dizer sim, o Inferno é um local real, mas o tormento é figurativo.

Esse foi uma ideia do Martin Luther, nos anos de cerca de 1500.

Ele disse que as piores agonias do Inferno era o desespero e o absoluto terror de passar a eternidade separado de Deus. Mas a pergunta é esta. É isto tradição? Ou é isto o que a Bíblia lhe diz? É isto verdade?

Queridos irmãos, esta teoria de Martin Luther, que o Inferno é um local real, mas o tormento é figurativo, esta teoria também não é baseada na verdade dos ensinamentos de Jesus.

Espero que vocês não me nos presem a influência que estes ensinamentos gerados tiveram ao dia 2.

Sim, porque estes ensinamentos nos afetam a todos nós.

Ora, aqui está um exemplo.

Há um tempo atrás, uma outra pesquisa deste grupo de Barna disse o seguinte. Que 4 em cada 10 adultos acreditam que o Inferno é um estado de interna separação da presença de Deus. Isto é a ideia de Martin Luther, como vimos.

Esta pesquisa de Barna também disse que 1 em cada 8 adultos acreditam que o Inferno é apenas um símbolo de um resultado desconhecido ruim após a morte.

E aqui outro ponto que chegaram a uma conclusão e aqui está uma outra ideia que parece-se um bocado esquisita. Mas deixe-me dizer o que é. É que metade de todos os ateus diagnósticos dizem que o Inferno existe.

Isto é uma ideia muito esquisita dizer que metade de todos os ateus diagnósticos acreditam no Inferno. Ora pensem bem, queridos irmãos, os ateus e os diagnósticos são pessoas que nem sequer acreditam em Deus.

Assim isto tudo pode ser muito confuso.

Ora uma vez que já vimos os pontos da história ou históricos, onde o conceito ou a ideia do Inferno veio, ou vem, então a minha pergunta é o que é a verdade?

Qual é a instrução de Deus sobre este assunto? Você tem certeza?

Pode explicar a verdade aos seus entes queridos? Se eles lhe perguntarem?

É incrível, queridos irmãos, quantas ideias diferentes sobre as estruturas internas do Inferno que existem.

No entanto, estas ideias do Inferno não são encontradas na sua Bíblia e na minha Bíblia. Então vejemos brevemente, começando a ver aqui uma escritura, primeiro Colocenso 2, versículo 8. Colocenso 2, versículo 8. Paulo aqui a escrever aos Colocenso diz o seguinte, Cuidado, que ninguém vos venha a enredar Com a sua filosofia e vãs sutilesas. Conforme a tradição dos homens. E como vimos, a história prova que as teorias que as pessoas têm acerca do Inferno são filosofias e vãs sutilesas, conforme a tradição dos homens. Conforme os rodimentos do mundo e não segundo Cristo. Por isso precisamos ter cuidado, cris irmãos. E nós, como cristãos, devemos ter um bom conhecimento da verdade e estudar e provar isto corretamente.

Por isso, cris irmãos, sabe provar a doutrina, ou a doutrina errada do Inferno, sabe provar e demonstrar onde está errada?

Por exemplo, vamos começar neste princípio. Se você quer adequadamente conhecer os ensinamentos bíblicos sobre o Inferno, então você teria que perguntar. De que Inferno é que está a falar?

O quê? De que Inferno é que está a falar?

Sim, isso pode soar estranho. Mas você sabia que existem quatro palavras para o Inferno na Bíblia?

E agora, essas quatro palavras têm três significados diferentes.

Três significados. O primeiro significado é da palavra Ibraica Sheol, ou grega Reides. É a mesma palavra, uma é grega e outra é Ibraica. Por isso são duas palavras aqui, mas um só significado. Por isso, essas duas primeiras palavras, traduzidas como Inferno, Sheol e Reides, simplesmente significa sepultura.

Por exemplo, uma cova, um buraco, ou uma pessoa, é enterrada.

Sim, a palavra Ibraica Sheol, no antigo testamento, significa o mesmo que a palavra grega Reides, no novo testamento. De facto, a nova versão internacional da Bíblia, na sua traduções do antigo testamento, deixa a palavra Sheol na sua tradução e refere-se a essa palavra como a sepultura, ou a morte, e nunca como, ou usando o termo, com a palavra Inferno.

A maioria das pessoas não percebem que a maioria das escrituras que usam o termo Inferno estão claramente a falar da sepultura, e certamente não estão a falar sobre um tremento ardente eterno.

Por isso, o primeiro significado é de Inferno. A palavra Inferno, na Bíblia, é simplesmente a sepultura.

Vejamos um simples exemplo de Sheol e Eides. Vamos começar, então, a ler no Salmos, capítulo 16, capítulo 16 de Salmos. E vamos ler versículo 10. Pois não deixarás a minha alma no Inferno. Aqui o Ibreu é Sheol. Nem permitirás que o teu santo veja corrupção. Nem permitirás que o teu santo veja corrupção. Não deixarás a minha alma no Inferno. Nem permitirás que o teu santo veja corrupção. Isto está a falar aqui de Jesus Cristo. É dizer que não vá deixar a alma dele no Inferno. Nem vá permitir que Jesus Cristo veja a corrupção. Então Jesus Cristo esteve no Inferno? Sim, porque diz não vai deixar no Inferno. É que vai estar no Inferno, mas não vai deixar lá. Sim, Jesus Cristo esteve na sepultura. Mas não ficou lá, foi ressuscitado. Vegemos em Atos 2, onde fala desta mesma Escritura de Salmos. Atos 2, versículos 23 a 25 e depois 27. Atos 2, 23 a 25, primeira parte 25 e depois 27. Diz assim, não deixarás, perdão, 23 a 25, Atos 2, sendo este, isto é, Jesus Cristo entregue pelo determinado desígnio e presistência de Deus, Deus-Pai, vos uma taste crucificando por mãos de ímpios, ao qual porém Deus ressuscitou rompendo os grilhões da morte. Porquanto não era possível, fosse ele retido por ela, porque o respeito de ele diz da vida. E, por isso, claramente, está a falar Jesus Cristo. E, então, saltando para o versículo 27, diz assim, porque não deixarás a minha alma, e a palavra grega aqui, é raídis, na sepultura, na morte, nem permitirás que o teu santo, o Jesus Cristo, veja a corrupção, sim, porque não esteve tempo suficiente na sepultura para o corpo se decompor. Foi ressuscitado antes de decompor, por isso não viu a corrupção da carne, a decomposição da carne morta. E, por isso, vê-se aqui que Jesus Cristo foi sepultado na sepultura de José de Arimateia, e que o seu corpo não se decompôs, porque foi ressuscitado após três dias e três noites, e, por isso, não teve tempo de se decompor, de se corrupir, corrupê-lo. Por isso, a Maria das Veses, a palavra inferno, refere-se à sepultura. Vejamos outro exemplo aqui, em Mateus capítulo 16, Mateus capítulo 16, versículo 18.

Portanto, vamos ler aqui. Portanto, também, eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra, isto é Jesus Cristo, identificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. As portas do inferno. Isto é da morte, da sepultura, porque não vai morrer, a igreja não vai morrer. Está claro, a igreja não é uma questão de ir para o inferno, é uma questão da morte, da sepultura. Como na Bíblia da Linguagem 2 diz, diz assim, portanto, eu lhe digo, você é Pedro, e sobre esta pedra, Jesus Cristo, construiri a minha igreja, e nem a morte poderá vencê-la. Isto é a igreja, não será destruída, sim, haverá muitos ataques à igreja de Deus, porque? Porque Satanás odeia a igreja de Deus, e por isso quer destruir-nos, e por isso a igreja de Deus, historicamente, tem sido sempre cheio de dificuldades e problemas e coisas difíceis. Vocês bastem ler as cartas de Paulo, são de Pedro e de João, estão a falar acerca de problemas na igreja, ataques dentro da igreja, lobos entrarem investidos como cordeiros na igreja, e constantemente, até o livro de Judas está a escrever destes problemas continuamente, a atacar a igreja, porque Satanás quer atacar a igreja. Mas diz assim, a morte não poderá vencê-la, não será destruída a igreja de Deus. Vigemos outro exemplo aqui da palavra raides, significando a morte ou a sultura. Vigemos em 1 Coríntios 15, o primeiro livro de Coríntios, capítulo 15. Vamos ler 54 e 55. 15, 54 e 55. Agora aqui está a falar da resurreição da morte, isto é, a resurreição da sepultura. Então, ser ressuscitados da sepultura, isto é, da sepultura, digamos assim, do inferno. E quando isto, que é corruptível, se revestir da incorruptibilidade, está claro que está a falar o que é corruptível, que é o corpo corruptível, este corpo nosso, nosso, que é corruptível quando morremos, é decomposto, se revestir de incorruptibilidade, isto é, vamos pôr um corpo novo, quando ressuscitamos, que não se decompose, se não se decompõe, mas que é um corpo interno, isto que é mortal, que morre, se revestir da imortalidade, é um corpo eterno, então comprice-se-á a palavra que está escrita, tragada foi a morte na vitória, onde está a morte teu agilhão, e onde está o inferno, ou ei diz, a tua vitória, a sepultura, onde está a tua vitória.

Sim, agora como vemos, as duas primeiras palavras na Bíblia, a Ibraka, a Sheol e a Grega, a Reides, significam sepultura, o túmulo, ou digamos um buraco, a morte, e, como vimos, não estão ligadas a qualquer ensinamento de queimarem, estarem a ser queimadas eternamente, no inverno. Por isso a palavra de inverno aqui significa um túmulo, a morte, estando enterrado, digamos assim, e não está a dizer nada acerca de estar a queimados, no inverno.

Sim, porque não há ninguém que esteja a queimar-se, a ser queimada, no cemitério. Estão mortas no cemitério, estão a dormir, estão mortas. Estão-se a te compor com o tempo, porque são corruptíveis.

Bem, então agora vamos ver o segundo significado, porque eu disse que há três significados na Bíblia acerca de inferno. E vamos ver então o segundo significado, porque o primeiro significado, como vimos, é a sepultura, e há dois palavras para isso, Sheol e a Hades. Agora vamos ver o segundo significado, que é a palavra grega tartarú.

Esta palavra foi traduzida como inferno na sua Bíblia, só é encontrada uma única vez na sua Bíblia. E a única vez que se encontra é em 2 Pedro 2,4. 2 Pedro 2,4. É o único sítio a nesta palavra existe na Bíblia. 2 Pedro 2,4.

Porque se Deus não perdoou os anjos, que pecaram, mas havêndo-os lançado no inferno, aqui a palavra tartarú, no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo.

Como vemos, estamos aqui a falar de uma condição de detenção, ou digamos assim, de encarceramento, de prisão, porque estão, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo. Foram lançados no inferno tartarú, digamos assim, numa detenção ou encarceramento.

E aqui é que isto aplica esta escritura? Obviamente, é aplicável aos anjos, porque diz assim, porque Deus não perdoou aos anjos que pecaram. Quem são os anjos que pecaram?

Os anjos que pecaram são demónios, são espíritos, espíritos maus, são demónios.

E não está a falar acerca de seres humanos, está a falar de anjos que caíram da sua posição, onde deviam destar e que pecaram. E por isso aplica-se aos demónios, que estão aguardando julgamento. Por quê? Por causa da rebelião deles contra Deus, e por causa da influência destruiva que tem tido sobre toda a humanidade.

E assim, até agora temos visto que o inferno pode escrever uma sepultura, o primeiro significado, ou pode referir-se a um encarceramento dos anjos pecaminosos.

E agora a coisa fica interessante, porque vamos ver, então, o terceiro significado da palavra inferno, traduzida inferno, na Bíblia. A palavra grega é guerrena. A isto aqui é uma palavra que Jesus Cristo usou, e que refere-se a um lugar de fogo de julgamento. Ahá, podem dizer, ahá. Mas, antes de dizerem muito ahá, precisamos de ver como a palavra é usada.

A palavra usada aqui, como disse para inferno, que estou a referir, é guerrena, é que se refere de vale de Hino, guerrena, quer dizer vale de Hino. Isto era um vale que existe nos arredores de Jerusalem.

Ora, se pudéssemos entrar numa máquina, digamos assim, do tempo, e pudéssemos ir ver como as pessoas viviam durante o tempo de Cristo, este vale era o que podríamos chamar de lixão da cidade, o alicheira da cidade. É um local, um lugar onde o lixo aprocaria. Os residios urbanos eram deitados e queimados, até serem consumidos no fogo. Por isso, eu vi uma combinação de onde as coisas eram deitadas e talvez ainda não estivessem a ser queimadas, e depois, então, eram postas na área em que, por si próprios, eram queimadas. E por isso, deitavam aí todo tipo de procuria lixo, mas também deitavam aí os corpos de animais mortos. E até alguns corpos de pessoas criminosas, criminosos que eram desprezíveis e, assim, então, às vezes, também eram lançados nesse fogo do vale de Hinnan, vale de Hinnan, quer dizer, Guihena, para serem queimados. Assim, Jesus Cristo usou esta lixeira, este grande lixão da cidade de Jerusalem, para explicar um ponto importante, digamos assim, como uma anologia ou uma parábola de comparação, para os ajudar a entender o castigo que os ímpios sofrerão no futuro. Sim, na verdade, Jesus referiu-se, especificamente, ao fogo de Guihena, ao fogo desse vale de Hinnan, isto era, que é traduzido Guihena como o Inferno. Mas vejemos, então, o uso dessa palavra, como Jesus Cristo usou, e para isso, vamos ver, então, em Marcos capítulo 9, versículos 43 e 44. E, se a tua mãe, a mão, te escandalizar, corta-a. Melhor é para ti entrar-se na vida, aleijado do que tendo duas mãos, ir-os para o Inferno, isto é, Guihena, para o fogo que nunca se apaga, onde o seu bicho não morre e o fogo nunca se apaga. Aqui é um ponto, digamos assim, entre parentes. Em certas escrituras aparece entre, digamos assim, entre os parentes retangulares, porque significa que os tradutores não viem essa frase no texto Alexandrino. O texto Alexandrino é, alguns dos humanos escritos, gregos, é o que eles chamavam o texto Alexandrino, que também era conhecido como Código Egito, ou Egípcio, porque eram textos que apanharam na área do Egipto. O texto Alexandrino é aceitado pelos críticos modernos do Novo Justamento Gregor, mas, por outro lado, a Igreja de Deus prefer suportar a maioria dos manuscritos, que isto é, a maioria deles, um número muito maior de manuscritos, que é o que eles chamam o tipo bizantino.

E, então, esta escritura está dos manuscritos bizantinos, que são aqueles que, em algumas bíblias, estão escritas entre parentes retangulares. Mas aqui, o que está a falar, que está a referir, diz assim, o bicho que não morre e o fogo nunca se apaga, é uma referência a vermes necrófagos. Isto são estes vermes que se alimentam nos cadáveres, os gusanos, e estes vermes que não morrem, por quê? Porque se transformam em insetos voadores, e estes insetos voadores depois ponham ovos, dos quais saem mais vermes ou gusanos. E, então, estes gusanos ou vermes necrófagos se transformam em insetos voadores, e, por isto, estes vermes nunca morrem, porque se transformam em insetos voadores. Por isto, este bicho nunca morre. E, por isto, não está a falar de um inferno, em que as pessoas sofrem sempre, mas está a falar de uma lixeira, onde os mortos eram lançados, e, então, existia aí, nesse, por causa dos corpos, estarem aí, digamos assim, corpos de animais e coisas assim, havia este tipo de bicho que não morre, porque se transforma em insetos, e, também, o fogo que nunca se afapagava, porque este fogo estava ali a ser queimado, queimava as coisas, mas estavam sempre a pôr mais coisas para lá, e o fogo continuava. Por isso, os habitantes de Jerusalém me compreendiam o que o fogo não se acaimava, porque estava a acaimar estes corpos dos ímpios neste fogo, assim como o lixo do fogo, conforme são consumidos. E era um fogo, digamos assim, inextinguível, porque não iam extinguir, até que se ficasse extinto por si próprio. Será que arde para sempre? Não, arde, enquanto ele consome tudo que tem para consumir, e depois por si menos apaga-se quando o material combustível acabar de existir. Por exemplo, o que se vê em certos incêndios de florestas hoje em dia, que as pessoas fazem certas barreiras e deixam estes incêndios que são praticamente inextinguíveis, mas fazem estas barreiras para o incêndio se apagar por si próprio, quando estiver consumido todo o material, digamos assim, consumível. E por isso não é extinto, porque ela apaga-se por si próprio quando tudo está queimado.

E por isso é o princípio aqui de Marcos 9.43 e 44. Diz assim, se a tua mão descandalizar, corta, é melhor para ti tirares, entrar na vida alejado de que tendo duas mãos e seres atirado para este fogo, que te vai destruir completamente. Sim, porque eles sabiam que as pessoas não continuavam nesta vale de hino, nesta lixeira da cidade, nesta lixão da cidade, sabiam que as coisas não continuavam ali viver, simplesmente iam ali, são queimadas e destruídas de uma vez para sempre. Há uma outra escritura importante a lembrar-nos acerca disto, que é em Malacias 4, o 4 capítulo de Malacias, o Malacias é o último livro do antigo estamento, antes de Mateus, digamos assim, Malacias 4, versículos 1 e 3. Diz assim, porque éis que aquele dia vem ardendo como fogo. Todos os soberbos e todos os que cometem empiadade serão palha.

Sim, não vão estar a queimar-se para sempre, mas depois de estarem queimados vão ser como palha. E o dia que está para vir os abrazarados, o Senhor dos exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo. E continuando, então, a ler no versículo 3, diz assim, e pisareis os ímpios, porque se farão cinza, debaixo das plantas de vosso pé, naquele dia que farei, diz o Senhor dos exércitos. Aqui está a Bíblia claramente a dizer que vai haver um dia de julgamento, em que as coisas vão queimar, ardendo como um forno, e os ímpios, todos aqueles que cometem empiedade, serão como palha perante este fogo, e queimar-se-ão como palha neste fogo. E, então, os justos pisarão estes ímpios, porque se farão cinza, debaixo das plantas de vosso pé, porque, para vocês, vão ser espirituais, seres espirituais, seres incorruptíveis, e, por isso, o fogo não vos afetará. Por isso, que, irmãos, vemos aqui, o castigo, a punição para os ímpios, é absoluta. É um fogo de inferno sempre ardente, eternamente? Não. A punição de malfeitores, não é que venham a ser queimados e torturados eternamente, mas é uma pena de um Deus misericordioso, porque é rápida, como palha, queimados assim como palha rapidamente, e o incorrigível pecador, não vai estar a ser queimado para sempre, a sempre, a queimar, a queimar, a queimar. Mas o que vai acontecer é que vão ser totalmente queimados e vão ser destruídos rapidamente, e vão ser reduzidos a cinzas pelas chamas deste fogo, lago do fogo. Isto é o que Jesus Cristo ensinou. A palavra de Deus, como vêem, querido irmãos, ensina que, aqueles que voluntariamente se decidirem rejeitar o caminho da verdade, o caminho da vida de Deus, esses, então, vão morrer eternamente, vão morrer para sempre, num fogo do lago do fogo, e então morrerão para sempre, mas não está a dizer que vão sofrer para sempre. Aqueles que optam por não se arrependerem da sua má atitude e do seu pecado, esses serão punidos pelo fogo, mas não o fogo do inferno, que a imaginação do homem tem, vá ser um fogo do inferno que os queimará de uma vez para sempre e serão destruídos de uma vez para sempre, e rapidamente.

E isto é, porque Deus é um Deus de misericórdia, Ele é um Deus de amor, e serão destruídos como palha muito rapidamente. Os ímpios serão consumidos pelo fogo e eles vão deixar de ser, e vão ser esquecidos.

Não vai ser uma tritura eterna para toda a eternidade. Eles vão receber um castigo eterno, sim, vão ser castigados para sempre, mas não vai ser um castigo que continua eternamente sem fim. Sim, a sua punição, o seu castigo, a sua morte, vai ser eterna.

E por isso essa morte será para sempre, mas não é uma punição que continua eternamente a sofrerem nesse castigo eternamente.

Uma das razões, queridos irmãos, para as que as pessoas pensem, que têm que sofrer eternamente, é porque pensam que as pessoas têm uma alma imortal.

Isto é, que realmente não morrem quando morrem, porque pensam que quando morrem, ou vão para o céu, ou vão para o inferno.

Queridos irmãos, temos que basear a verdade nas escrituras claras e sem dúvida. Não devemos nos usar escrituras que não são claras, para provar um ponto. Temos que usar escrituras que são claras e, por isso, vejamos, então, a esta pergunta. Quando morremos, estamos mesmo mortos?

Ou temos uma alma vivente?

E continuamos a viver, porque a alma continua a viver.

Vijamos, então, respondendo a este ponto, se temos uma alma vivente, uma alma eterna, vejamos, então, em Génacias capítulo 2, versículo 7.

E diz assim, e formou o Senhor Deus, o homem do pó da terra, e sopro, em seus narizes, o fólogo da vida. E o homem foi feito, alma vivente.

Vejam aqui, foi feito, alma vivente. Primeiro, foi feito, foi fabricado, digamos assim, uma alma vivente. Isto é um ser vivente. A palavra hebraica é na fecha, a mesma palavra que é usada para os animais, e foi feito.

Vejamos, então, também, no capítulo 1, versículo 24, que diz assim, a falando dos animais, e diz assim, e disse Deus, produza a terra alma vivente, conforme a sua espécie. Gado, e répteis, e bestas, feras da terra, conforme a sua espécie. E assim foi. E assim, os animais são almas viventes. Os homens são almas viventes. Então se uma pessoa está a dizer que temos uma alma, então os animais também têm uma alma. Porque é a mesma palavra hebraica, na fecha. Mas, vejamos, não é uma questão de ter uma alma. É uma questão de que somos feitos almas viventes. Tornamos-nos seres viventes, almas viventes. Somos seres viventes, somos almas. Não é temos uma alma. Somos uma alma, somos uma ser vivente. E por isso, como seres viventes, isto é, como uma alma vivente, podemos morrer. A alma, o ser vivente, pode morrer. Vejam comigo, se faz favor. Ezekiel capítulo 18, ezekiel capítulo 18, versículo 4. Eis que todas as almas são minhas, como a alma do pai, também a alma do filho, é minha, a alma que pecar essa morrerá. Isto é, é que todas as almas, isto é, todas as seres viventes, todas as pessoas que vivem são de Deus. Tal como a pessoa que viva, que seja o teu pai, tal como a pessoa que viva, que seja o teu filho, pretensa Deus, mas a pessoa viva que pecar essa morrerá. A alma que pecar morrerá. Todas as pessoas, todos os seres viventes, pertencem a Deus, mas a alma, o ser vivente, que pecar essa alma morrerá. Vejam comigo, também, outra escritura aqui, em Ecclesiastes capítulo 9. Versículo 5. Todos os vivos sabem que é o ano morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma. Nem tão pouco, eles têm jamais recompensa, mas a sua memória ficou entregue aos esquecimentos. Todos os vivos sabem que é o ano morrer, todos os vivos têm conhecimento, têm entendimento. Nós, como estamos a viver, como somos, quando somos almas viventes, temos conhecimento. Mas quando estamos mortos, diz-se-mos os mortos, não sabem coisa nenhuma. Por que? Porque estão mortos. A alma vivente deixou de ser uma alma vivente. O ser vivente deixou de ser um ser vivente, é agora um ser morto.

A alma que apacar morrerá, todas as pessoas nós somos seres viventes, corruptíveis, todos pecamos, todos morremos.

Por isso, quando morremos, não sabem coisa nenhuma. Por isso não estão no céu, com conhecimento nenhum, também não estão no inverno. Vejam comigo outra escritura aqui, Romanos capítulo 6, Romanos capítulo 6, versículo 23. Por que o salário do pecado é a morte? Mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor. O salário do pecado é a morte. Morte.

É o salário do pecado, é o resultado do pecado, é o que ganhamos por causa da nossa vida pecaminosa. Ganhamos o quê? A morte, é o nosso salário. Mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, é um dom, é uma dávida de Deus. Gratuita, é a vida eterna. Queria dizer, irmãos, se fôssemos uma alma eterna, se nós hoje em dia fôssemos uma alma eterna, então já tínhamos vida eterna. E se tínhamos vida eterna, porque somos uma alma, digamos assim, ou temos uma alma que é eterna, então não precisamos do dom gratuito de Deus, porque já temos vida eterna. Queria dizer, irmãos, como lembramos aqui em Romano 6, 23, a punição é a morte. É a morte. A punição não é uma vida de castigo eternamente, ser castigado eternamente. É a morte. E em segundo lugar, o que nos dá é porque ainda não temos, se não porque é que nos havia de dar. Outro exemplo aqui, queridos irmãos, vejamos aqui em Galatas 6, Galatas 6, versículo 8. Porque o que semeia na sua carne, da carne se fará corrupção. Isto é a destruição, a morte. Mas o que semeia no espírito, do espírito se fará a vida eterna.

Queridos irmãos, precisamos de fazer trabalhos do Espírito Deus para podermos seifar a vida eterna. Podermos ser ressuscitados para uma vida eterna. Vejam outro exemplo aqui, em Segundo de Salónicas, Segundo de Salónica, de Salon de Iscenses, Segundo de Salon de Iscenses, Segundo de Salónica, capítulo 1, versículo 9.

Estes sofrerão penalidade e eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do Seu poder. Estes sofrerão a penalidade de eterna destruição. Está a falar aqui de uma destruição eterna. Vão ser destruídos de eternamente? Vão morrer eternamente? Como vemos aqui, a Bíblia é clara quando está a falar que a destruição é eterna. O homem não tem uma alma imortal. O homem é um ser temporário formado do pó, que pode receber a eternidade na ressurreição. Vigemos novamente, 1 Coríntios, capítulo 15. Vamos ler versículo 50 a 54. Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar em corrupção. Ex que vos diga o mistério, nem todos dormiremos, mas seremos mais transformados, seremos todos. No momento no abrir e fechar de olhos, arreçoar da última trombeta, o trombete de suará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis. As pessoas estão mortas, vão ressuscitar com um corpo incorruptível, um corpo eterno, um corpo espiritual, e nós seremos transformados para um corpo espiritual, porque é necessário que este corpo corruptível se revista de incorruptabilidade, este corpo físico de carne se revista de incorruptabilidade, isto é, espiritual, e o corpo mortal se revista de imortalidade. E quando este corpo corruptível se revestir de incorruptabilidade e o que é mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita, tragada foi a morte pela vitória. Queridos irmãos, quando o homem morre, morre. Não vai para o inferno, também não vai para o céu. Vimos que estamos mortos, vimos que a morte, a alma que peca essa morona, todos pecamos, morremos, mas temos uma promessa de ressurreição.

É como se estivéssemos a dormir até a ressurreição. A ressurreição de vida ou a ressurreição do julgamento. Vejam comigo, João capítulo 5, o quinto capítulo de João, versículo 29.

Os que tiverem feito bem para a ressurreição da vida e os que tiverem praticado mal para a ressurreição do juízo. Como devia dizer, do juízo. Não é da condenação, mas é de juízo, a ressurreição do juízo. Por isso temos a ressurreição de vida ou a ressurreição do juízo.

Vejamos um bocadinho mais a cerca disto, em apocalipse capítulo 20. Vamos ler versículo 4 primeiro. 20 versículo 4 a 5. Diz assim. Vi também tronos e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dado autoridade de julgar.

Sim, são pessoas que vão ser ressuscitadas e vão ser dadas autoridades de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados. Isto é, as almas é porque são agora seres viventes, tinham sido decapitados e por isso estavam mortos, mas foram ressuscitados e por isso são agora de novo seres viventes. Foram decapitados por causa dos estomunhos de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta nem tão pouco a sua imagem e não receberam a marca na fronte e na mão, e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos. Sim, são seres viventes, foram ressuscitados e vão viver por mil anos, porque têm uma vida interna, por isso é que vê-se assim viver em um período tão grande. Os restos desmortos?

Sim, porque o que acabamos de ver aqui é a primeira ressurreição, como vem aqui esta primeira ressurreição, foi a ressurreição da vida. Os restos desmortos não reviveram até que se complantassem os mil anos. Sim, os restos desmortos são só ressuscitados à ressurreição do juízo, que será há mil anos depois.

Continuando, então, a ler no versículo 11.

No versículo 11 vi um grande trono branco. Estamos a falar a ver aqui a ressurreição do juízo, um grande trono branco. E aquele que, nele 60, de cuja presença fugiram a terra e o céu e não se achou lugar para eles.

Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé, diante do trono. Então se abriram livros. Ainda outro livro, o livro da vida. Então, este morto, ok, vejam bem, vi também os mortos. Grandes e pequenos, os que estavam mortos. Mas agora, postos em pé, isto era ressuscitado, já não estão mortos, foram ressuscitados para a ressurreição do juízo. Diante do trono, este é o trono de juízo, o trono branco.

Então se abriram os livros. Qual é os livros? É a Bíblia. Os livros é a Bíblia. Os livros da Bíblia. Ainda o outro livro foi aberto. Este é o livro da vida. Sim? Para que, dependendo desse juízo, podem ser... Podem-lhes dar a vida eterna ou não. Porque é o período de juízo. E então esses são ressuscitados. Na ressurreição do juízo, podem ter vida eterna, ou podem ser condenados ao que a Bíblia chama a segunda morte. Amorriremos a segunda vez, no lago do fogo. Viz assim, continuando assim. E os mortos, estes ressuscitados nesta ressurreição do juízo, foram julgados, segundo as suas obras. Conforme se achava escrito nos livros, isto é, na Bíblia.

Vamos ler este versículo 12, na Bíblia da Linguagem 2. O versículo 12, vamos repetir, ler-lhe este versículo novamente, na Bíblia, na Linguagem 2. Viz assim, vi também os mortos, tanto os importantes como os humildes, que estavam de pé, ou depois mortos estarem de pé, têm ser ressuscitados. Diante do trono, foram abertos livros, a Bíblia, e também foram abertos outro livro, o Livro da Vida, e os mortos foram julgados, de acordo com o que cada um havia feito, conforme estava escrito nos livros. Foram julgados, conforme o que tinham feito, e então seria listado. Então, a vida eterna, porque o nome deles seria escrito no Livro da Vida, porque esse Livro da Vida também foi aberto para eles. Sim, queridos irmãos, há um juízo. Vão ser julgados, e este vai ser um período de julgamento. A ressurreição de juízo vai ser por um período de julgamento. Queridos irmãos, Deus é misericordioso. Ele é amor, mas ele também é um Deus de julgamento. O julgamento é parte da Escritura, é uma parte do plano de Deus. Há um tempo em que todos nós vamos ter que responder, somos responsáveis ao que fizemos pelas nossas ações, e viemos ter que responder a Deus pelas nossas ações. Por isso o julgamento, queridos irmãos, não é simplesmente uma decisão final de recompensa ou condenação, mas é um processo que acontece sobre um período de julgamento, em que essas pessoas vêm a conhecer a verdade, vêm ter um período em que podem arrepender, vão ser jogados de acordo com o que respondem de livre vontade, por uma resposta consciente à verdade que tenham aprendido a este novo entendimento, então muitos vão aceitar a verdade, vão se arrepender, e vão receber a dávida da vida de Deus, a vida interna. Mas os que não se arrependerem, então serão lançados no Lago do Fogo, isto é, a segunda morte, vão ser mortos uma segunda vez, e serão destruídos um castigo interno neste Fogo interno, e os resultados serão internos. Como lemos há pouco, em Pedro, em que lemos que vão ser postos neste Fogo, e vão ser queimados para sempre.

Queridos irmãos, a prática anual, e praticamente isto é, quando é repetida anualmente, a prática anual da observação dos dias santos de Deus, estes dias santos de Deus nos ajudam a entender o plano de Deus, e quando praticamos estes dias anualmente, Deus nos ajuda, vista a prática, vista a repetição anual, começamos a entender cada vez melhor e melhor e melhor a verdade de Deus e o plano de Deus. Por isso é tão importante observarmos os dias santos de Deus, para podermos compreender melhor a verdade de Deus.

Por isso, crísilmãos, vos peço, não acreditem no que estou a dizer, mas provem o que estou a dizer da Vossa Bíblia, e por isso temos publicações, como os nossos livros do céu e inferno, que vos ajudam, que vos dão indicações, e dão vários pontos na Bíblia para lerem, para estudarem ao vosso próprio tempo, acerca destes pontos que tive a falar hoje. Por isso, peçam o nosso livro do céu e de inferno. E também peçam o nosso livro do plano dos dias santos de Deus, para provarem da Vossa própria Bíblia o significado destes dias santos, assim como entenderem o plano de salvação de Deus.

Estudem isso bem e estudem isso de acordo com a Bíblia. Queridos irmãos, não vamos para o inferno. Não há um inferno da maneira que as pessoas entendem, porque o inferno da maneira que a Bíblia descreve. É um fogo que o destruirá completamente, de uma vez para sempre. É uma destruição dos ímpios, eterna. Vigemos isto, então, em segundo livro de Pedro. Segundo Pedro. E vamos, então, ler em capítulo 3, versículo 7 a 13.

Segundo Pedro 3, versículo 7 a 13. Ora os céus, que agora existem. E a terra, pela mesma palavra, tem sido em desorados para o fogo, estando reservados para o dia do juízo e destruição dos homens ímpios. Se os céus, que agora existem, e a terra, pela mesma palavra, sim, existem pela palavra de Deus, que a palavra de Deus criou, Deus falou, as coisas foram criadas, têm sido em desorados, estão reservados para um dia, serem queimados pelo fogo, estando reservados para este dia, este é o dia do juízo e a destruição dos homens ímpios.

É destruição, vai ser um castigo de destruição, não vai ser sofrer eternamente. Há, todavia, uma coisa, Madus, que não deve esquecer, que para o Senhor um dia é com milanos e milanos como um dia. Não retar-lo, o Senhor, na Sua promessa, como alguns, a julgam de morada, para encontrar-o em um ganimo, para convosco, não querendo que nenhum pereça senão que todos cheguem ao arrependimento.

Virá, entretanto, como ladrão, o dia do Senhor, no qual os céus passarão como estrepitosos trondo, e os alimentos se disfarão abrazados. Também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. Estamos aqui a falar um período em que os céus vão passar por um estrepitoso estrono, e os alimentos se disfarão abrazados. Também a terra e as obras que nela existem serão atingidas.

Viste que todas estas coisas, onde ser desfeitas, até os homens ímpios vão ser desfeitos, deverão ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade. Esperando e apressando a vinda do dia de Deus, por causa do qual os céus incendiados serão desfeitos, e os alimentos abrazados se derreterão.

Vai ser um fogo tal que se derreterão. Os ímpios vão ser destruídos como palha, dizem. Nós porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça. Após isso, vai haver uma terra nova e um novo céu em que vai haver justiça. Queridos irmãos, vimos hoje um bocado da história, da história onde a ideia do inferno veio. Também vimos o que a Bíblia diz acerca do inferno, e sim o que a Bíblia diz acerca dos mortos, que os mortos estão mortos, não vamos para o céu nem para o inferno, mas estamos mortos até a ver uma ressurreição.

E vimos que assim vai haver um fogo, um fogo que destruirá para sempre, mas vai ser uma destruição rápida e não um queimar de castigo e torres internas. Por isso, crísirmãos, vocês veem a verdade da Bíblia, que é encorajadora compreendê-la, porque nos dá coragem, nos incentiva para sermos liais e vermos liais a Deus, e para vermos que Deus nos demostra que realmente é um Deus de misericórdia, de grande e fantástica sabedoria e um que é justo no julgamento.

Portanto, crísirmãos, não esteis enganado com as tradições à sua volta, mas tenha conforto pelo que Jesus Cristo realmente ensinou na Bíblia.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).