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Música Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, que é Joscamos. A cerimônia da páscoa reflete no sofrimento doloroso de Jesus Cristo e na morte dele. Mas também reflete um ponto muito importante e encorujador. Reflete-se à cerca da vitória de Jesus Cristo sobre o pecado para nós. Por isso hoje, queridos irmãos, eu quero falar a cerca deste ponto de vista, digamos assim, positivo à cerca da páscoa. De refletir, pensar ou examinarmos acerca desta parte muito positiva do significado da páscoa. Queridos irmãos, a páscoa é parte do plano da salvação de Deus. Deus nos deu os seus dias santos. E os seus dias santos são, digamos assim, uma elaboração de sete passos importantes de festas para desenrolar, digamos assim, o plano de salvação. A primeira festa é a festa da páscoa.
A páscoa tem um significado importantíssimo, porque durante a páscoa nós somos perdoados, redimidos, justificados, postos no caminho direito, através do sacrifício de Jesus Cristo. E depois, apriu assim as portas para os outros passos do plano de salvação.
Como nós sabemos bem uma escritura que muitas pessoas neste mundo conhecem muito bem, é João 3, versículo 16. Vamos então ler essa escritura. Na verdade, vamos ler 16 e 17. João 3, 16 e 17. Porque Deus amou ao mundo, de tal maneira, que deu o seu filho unigênito, para que todo o que Nele crê, não pareça, mas tenha a vida eterna. Vemos aqui um ponto muito importante do amor de Deus para conosco. Porque Deus, seu único filho que foi assim gerado, para que todo o que Nele crê, não pareça, para que possamos acreditar em Jesus Cristo e, por trás de acreditar, fazemos o que Ele nos diz para fazer, porque acreditamos Nele. E por isso, tenhamos a vida eterna. Versículo 17. Por quanto Deus enviou o seu filho ao mundo, não para que julgasse ou condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele. Deus mandou o seu filho para nós, para nos dar um exemplo e para morrer para nós e sofrer para nós, para nos dar um exemplo e para nos abrir o caminho para que possamos ser salvos. Cris e irmãos, isto é um presente, é um brinde de graça. Um brinde, um presente, é a graça de Deus para conosco. Por que? Para recebermos a vida eterna, para recebermos a salvação eterna. Deus tem um plano de salvação que é descrito, como disse, pelos dias desfestas e pelos dias santos. Esse plano começa com a páscoa, depois os dias dispensasmos, depois o dia de pentecostes, depois a festa das trombetas, depois o dia de expiação, depois a festa de tabernáculos e depois o oitavo dia, o último grande dia. Todos estes passos têm significados importantes para a salvação total da humanidade, as sete aqueles que rejeitam essa salvação. E por isso, Deus, através deste plano, através dos seus dias de festas, temos uma grande benção, uma grande esperança na vida eterna. Mas esta esperança só é possível, porque a chave foi aberta e esta chave para abrir isto, para fazer isto possível, é o dom do sofrimento e da morte de Jesus Cristo, pelos nossos pecados para nós, que é simbolizado, que é recordado anualmente durante a páscoa do dia 14 do primeiro mês do ano, da maneira que Deus vê os anos. E por isso, Cristo, este sacrifício nos perdou, nos compra de volta para podermos estarmos em pé, isto é, justificados com um relacionamento espiritual inicialmente com Deus. Ao fim do período todo, será um relacionamento literalmente como seres espirituais com Deus, na vida eterna. E isto é a graça de Deus para conosco. A graça de Deus é que nós estávamos na sarjeta, na sepultura, no lixo, na lixeira. Ele nos tirou da lixeira de graça, pela sua graça, pela secomundão de graça dele. Nós não fizemos nada que merecessemos sermos tirados da lixeira, desta sarjeta, desta imundícia em que estávamos. E, por isso, através da graça de Deus, fomos salvos desta lixeira. E, por isso, fomos postos agora justificados porante Deus. De graça! De graça!
Noutras palavras, estávamos numa situação em que não tínhamos nenhuma esperança. Estávamos em completo desespero. E Deus, por causa da sua graça, do seu amor para conosco, nos tirou desta lixeira. Isto, por isso, este ato, tão ato pelo seu dom de amor, pela sua gentileza adorável, pelo seu carinho, como um carinho, por exemplo, de uma mãe, pelo bebézinho que acabou de nascer, que tem este amor e carinha, duração, por este bebé. É um amor, só quero o bem para o bebé. É o amor de Deus que ele tem para conosco, só quero o bem para nós. E está pronto a sacrificar-se e sacrificou-se por nós.
Isto é uma graça dele para conosco, totalmente imerecida. E esta, queridos irmãos, é a boa nova, encurajadora do Evangelho de Jesus Cristo. E isto é o que nós precisamos refletir e de pensar e meditar acerca desta beleza, que é a vitória de Jesus Cristo sobre o pecado para nós. Um dos pontos para refletirmos positivamente durante a páscoa. Queridos irmãos, como vemos este sacrifício de Jesus Cristo, que é representado anualmente, e comemorado anualmente, recordado anualmente durante a páscoa. Abriu a porta, fez isso possível para nós nos mudarmos através do arrependimento, e através da científicação no Espírito Santo de Deus, com a ajuda do Espírito, que isto é do poder de Deus, usarmos esse poder, como dizemos assim, uma ferramenta espiritual, para mudarmos a nós próprios.
E depois, fazemos isso, está claro, depois do Batismo, depois de recebermos o Espírito Santo. E isso é uma luta de dia a dia, até ao fim. Queres irmãos, o Batismo é só o início desta caminhada. É só o início, após o arrependimento e fé em Cristo, depois começamos esta caminhada de vencer, de superar as nossas fraquezas, até ao fim.
E, ao fim, é quando finalmente receberemos a vida eterna, quando formos ressuscitados, ou formos transformados, se nos tivermos vivos, à vinda de Cristo.
Vejam, comigo se faz favor aqui, em 1 João 4. Primeiro João, capítulo 4. Começando a ler, de verículo 9. Nisto se manifestou o amor de Deus em nós. Nisto se manifestou o amor de Deus em nós. Em haver Deus enviado, o seu filho, o nigenito, o seu único filho que foi gerado desta maneira, ao mundo, para vivermos por meio dele.
Para vivermos por meio dele. Porque o sacrifício que ele fez para nós, nos dá a possibilidade de ter a vida eterna. E agora, temporariamente, nesta luta de superar, neste caminho de superar, depois termos o serviço de salvos da lixeira, agora que estamos em pé justificados, para Deus temos que manter limpos e puros, e santificando-os aos salvos e separando-os, santificando-os aos próprios e separando-nos, mantermos direitos. Continuando aqui no versículo 10. Nisto consiste o amor. Nisto consiste o amor. Não é que nós tenhamos amados a Deus, nós somos nós, nós somos nós, mas em que Ele nos amou, e enviou o Seu Filho. O Pai nos amou, nos ama, nos ama, e nos enviou o Seu Filho Unigénito, único, como propiação. Isto é para fazer esta paz, esta expiação, para nos reconciliar.
Porque pecamos, não, pelos nossos pecados, amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros.
E este é o ponto de examinação positiva da páscoa.
Vamos falar um bocadinho mais daqui a pouco. Mas, por exemplo, devemos, amar uns aos outros.
Queria dizer, irmãos, vejam como João descreve na Epístole de João capítulo 1. João capítulo 1. Vamos ler versículo 17. Diz assim, porque a lei foi dada, João 1 versículo 17, porque a lei foi dada por intermédio de Moisés. Sim, por intermédio de Moisés, foi dada a lei. As instruções, o que nos diz, o que é correto e o que é incorreto, o que é bom e o que é mal.
Essa lei foi dada por intermédio de Moisés, mas a graça e a verdade por meio de Jesus Cristo, a graça, este don de perdão, de completo imrecido, gentileza, amor. Mas, recorde, é um don da graça dele, o don de Jesus Cristo dar a vida para nós, este don.
Diz aqui, a graça e a verdade vieram para o meio de Jesus Cristo. Esta graça, esta bondade, este desejo de nos amar e nos dar a vida eterna, esta graça totalmente imrecida, veio para o meio de Jesus Cristo. Versículo 8. Ninguém jamais viu a Deus. Ninguém jamais viu o Altíssimo, o Sobrano, o Pai.
Mas o Deus Unigênito, o Filho de Deus, aquele Deus, que o único foi gerado desta maneira, desta família, Deus ao Pai, o Altíssimo, e aquele que é o intermediário por intermédio dele.
O Deus Unigênico está no seu do Pai, que tem um relacionamento muito pessoal, único, especial.
É como os meus filhos estão no meu seio, têm um relacionamento muito ligado a mim, temos um relacionamento muito íntimo.
E por isso Jesus Cristo, o Filho de Deus, aquele que era Deus, que estava com Deus, mas não era o Deus, era de baixo dele, de baixo da sua autoridade, era aquele, um messageiro, o executor, o agente, que representava o Pai e que fazia as coisas pelas ordens do Pai, de acordo com os desejos do Pai, e que fez tudo.
Porque o Pai lhe disse que lhe dê fazer, e o Pai lhe disse para fazer, e ele fez tudo tal como o Pai queria, porque o desejo dele é de fazer o que o Pai queria.
Esse é que revelou o Pai. Diz aqui, nem é jamais que viu ao Pai, o Deus e o Digênio que está no seu pai, é quem o revelou.
Entendem? Quer dizer que no antigo testamento, não entendiam o Pai.
O Pai não tinha sido revelado antes de Jesus Cristo, Jesus Cristo quando veio, revelou e disse, há um altíssimo mais alto que eu. Embora escrituras no antigo testamento falassem de dois seres, as pessoas no antigo testamento não entendiam isso bem.
Só há um Deus. Sim, porque não é deuses do vento, e deuses da chuva, e deuses das plantações, e deuses distas. Só há um Deus, o Criador. Este Criador, o Criador é o Pai. E Ele criou tudo por meio do seu agente, do seu intermediário, daquele que Ele delegou, que deu a responsabilidade, que fez como seu executor, para executar a Seu ordem, por intermédio Dele. O agente, o representante, Dele.
Que é, agora, Jesus Cristo. Vejam, então, um bocadinho, aqui, por exemplo, no versículo 14, do mesmo capítulo, João I, 14, e o verbo se fez carne.
Jesus Cristo era o verbo, se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade. É que Ele nos trouxe esta graça e a verdade, cheio de graça e verdade. E vimos a Sua glória como do unigénito do Pai, como do único Filho que foi gerado pelo Pai.
Desta maneira, monogenas, o único unigénito, este verbo, como diz no versículo 1, do mesmo capítulo, no princípio era o verbo. No princípio existia o verbo. E o verbo estava com o Deus, como está no grego, o artigo definitivo está ali também, o Deus. No princípio era o verbo, estava com o Deus, com o Altíssimo, com o Pai.
E o verbo era Deus. Como você e eu somos homens, somos do gênero de humanidade, o verbo e o Deus, o Altíssimo, eram do gênero de Deus. Desta qualidade, deste gênero, deste tipo de seres.
E o verbo era Deus. E ele, este é o verbo, estava no princípio com o Deus, como está no grego, o artigo definitivo. O verbo estava no princípio com o Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio de Ele. O verbo que se fez carne que veio a ser Jesus Cristo. Todas as coisas foram por intermédio. Ele é o intermédio, é o mediador.
Por quem o Pai criou tudo, por meio de Jesus Cristo. O Pai criou tudo. O Pai enviou Jesus Cristo. Jesus Cristo é o executor, é o agente, é o representante do Pai, que está a trabalhar em nome do Pai. Pela autoridade do Pai. E todas as coisas foram feitas por intermédio de Ele. E sem Ele, sem Jesus Cristo, nada do que foi feito se fez, nada.
O que inclui anjos. Os anjos foram feitos por Jesus Cristo, como leem em Colossenses também. E depois, ler um bocadinho mais adiante, disse assim, no versículo 10, o verbo estava no mundo. Sim, Jesus Cristo foi o verbo, ficou o carno, foi o pô mundo, vai para a terra. O mundo foi feito por intermédio de Ele, versículo 10, mas o mundo não o conheceu e o matou. O mundo não o conheceu e o matou.
O mundo não o conheceu e o matou.
É o que lemos em Philippenses capítulo 2. Philippenses capítulo 2. Vem comigo, se faz favor. Philippenses capítulo 2, capítulo 2, como sã Lero, no versículo 5. Tendo evoso mesmo sentimento, mesma mentalidade, mesma maneira de pensar e de ver as coisas que houve também em Jesus Cristo, pois Ele subsistindo em forma de Deus, como lemos em João, Ele era Deus, estava com Deus.
Mas era debaixo de o Altíssimo. E era debaixo do Pai. Por isso diz aqui, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus. Para Ele não era robo de identificação, ou dizer mal, dizer que era igual a Deus. Porque era, era Deus. Era desse, como diz aqui, dessa forma de Deus. Quando diz que era igual, não está a dizer que era igual em poder, mas era igual em forma, em qualidade, em gênero. Por isso, Jesus Cristo sempre disse que o Pai é maior que eu. Por isso não está a falar de ser igualidade, igualidade em autoridade, mas está a falar em igualidade, em forma. Dizem, forma de Deus. Não julgou como usurpação o ser igual a Deus. Era desta, deste gênero, desta família. Versículo 7. Assim mesmo se esvaziou.
Jesus Cristo, o verbo, se esvaziou voluntariamente. Voluntariamente, tinha este poder de Deus, de criar tudo, tudo foi criar por intermédio de Ele, foi criar por intermédio de Ele, e se esvaziou deste poder.
Deixou-se tudo.
Assumindo a forma de servo, assumindo a forma de um homem, da humanidade, de um ser humano, sem poder de Deus. Por isso é que quando Jesus Cristo estava na terra, eu não tenho poder para ele, tenho que pedir a orar ao Pai, porque se tinha, como diz aqui, esvaziado deste poder como ser humano.
Tornando-se em similância de homens e reconhecida em figura humana. Jesus Cristo esvaziou-se da forma de Deus, e ficou da forma de homem. Se esvaziou de divindade e ficou humanidade.
E depois, no versículo 8, e assim mesmo se humilhou como homem, porque como homem podia ter dito eu sou e podia ter usado o poder para se glorificar. Mas não sou isso. Se humilhou, ficou calado.
Tornando-se obdiente até a morte e morte de cruz ou numadeiro.
Pelo que Deus, este é o Pai, o Altíssimo, que é o Pai, o Exaltor.
O Exaltor sobremanera e lhe deu o nome que está acima de todo o nome. Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho nos céus e na terra.
Isso é o que dizem Isaías 45-23. Isaías 45 dizem, só há um Deus e diz que todos os joelhos se vão dobrar. Por antes, Deus está aqui a dizer o Pai deu isto ao filho a Jesus Cristo. E diz assim, ao nome de Jesus se dobre todos os joelhos no céu e na terra, nos homens e dos anjos. E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor. É o Senhor. O Iaue. Uma vez mais diz a Isaías 45.
O versículo 5 e 7 diz que Jesus Cristo é o Senhor. Comeceias, é o Deus para a glória do Pai. Para a glória do Pai. Cris irmãos, quando começamos a entender o que Jesus Cristo fez, o que Ele era, o poder que tinha, a autoridade que tinha, como Ele se esvaziou, o que Ele era, o que Ele esvaziou e deu a vida dela para você e para mim, por causa do amor que Ele tem conosco para podermos ter vida eterna.
Começamos então a entender o enormíssimo significado da Páscoa. O enormíssimo significado da Páscoa.
Este é o seu dom de amor, a sua gentileza, adorável e carinho de Pai, maternal e paternal, um carinho especial para com os filhos, uma graça que ele nos demonstra totalmente imerecida, totalmente imerecida. Você não merece e eu não mereço.
E nos faz lembrar do profeta Ozéias, embora aqui esteja a falar de um ponto físico, como as nações, mas lembram-se que há doalismo na Bíblia e vejam aqui no profeta Ozéias.
Vou começar a ler no versículo 1 a palavra do Senhor, que foi dirigida a Ozéias, filho da Barry, nos dias de Uzias, Jotão, Acás e Ezequias, reis de Judá, e nos dias de Urubuão, filho de Joaches, rei de Israel. Aqui está o que o Senhor disse, Ozéias. E diz assim, quando pela primeira vez, falou o Senhor por o intermédio de Ozéias, então o Senhor lhe disse, Vai, toma-me mulher, toma-me mulher de prostituições, e traz filhos de prostituição, porque a terra se prostituiu desviando-se do Senhor. Está aqui a falar, diretamente, a nação de Israel. Não te ajuda, de Israel. Está a falar aqui acerca da infegilidade da nação de Israel, que era o reino do Norte.
Foi depois, e tomou a Gómer, a filha de Blaine, e ela concebeu e lhe deu um filho. E disse-lhe, Põe o nome de Jés-Ríal, porque daqui a pouco castiguei pelo sangue de Jés-Ríal a casa de Jaú, e farei cessar o reino da casa de Israel. Farei cessar o reino do Norte.
Naquele dia, quebrarei o arco de Israel no vale de Jés-Ríal. Jés-Ríal significava despreçar, ou espalhar, espalharia a nação. E foi acontecer-o. A nação de Israel foi dispersa pelos Asírios. E até hoje, até hoje, ainda não foi unida como uma nação, como uma nação, com o Judeus. Até hoje. Está dispersa em várias nações. Sabemos que essas nações são, pelo menos algumas delas, sabemos. Mas está dispersa ou espalhada pelo mundo. Depois, continuando, no versículo 6 e 7 diz assim, tomou-ela a conceber e deu à luz uma filha, e disse o Senhor Auseas, ponho o nome de Lu Amor, ou digamos assim, desfavorecida. Porque eu não mais tornarei a favorecer a casa de Israel para lhe perdoar.
Isto é, sem misericórdia, sem compaixão, para Israel. Israel será dispersa, e então, ver se aqui o que aconteceu. Porém, a casa de Judá, me compadecerei e o salvarei pelo Senhor. Está aqui a falar da casa de Israel, não de Judá, da casa de Israel, do rei do Norte. Hoje em dia, a casa de Judá nem existe que eu. O que hoje em dias, existem os judeus, a nação judaica, que se chama Israel, para confundir todas as pessoas. Mas, na verdade, devia ser chamada a nação de Judá. Mas, continuando, no versículo 8. Depois de haver desmamado a desfavorecida, concebeu e deu à luz um filho. E o Senhor, disse a Roseias, ponha o nome de Lo Ami. Isto é, não é o meu povo. Porque vós não sois meu povo. Nem eu serei vosso Deus.
Está aqui a dizer a casa de Israel.
Vão ser dispersos, sem predão, e não vc é mais o povo de Deus. E é, bom, não entendemos, são as 10 tribo, perdidas de Israel.
Sim, há muitas outras promessas que não estou a cobrir agora, mas está a demonstrar aqui um ponto que chegou a um ponto em que Deus diz, não vou termos ricória mais nesta nação. Mas no versículo 10, depois, diz, todavia, o número dos filhos de Israel será com a marea do mar. Que não pode me dizer, nem contar. E a considerar que no lugar onde se lhes dizia, vos não sois meu povo, se lhes dirá, vos sois filhos do Deus vivo.
No lugar onde dizia, onde viviam. Eles não vivem nesse lugar, no lugar em que hoje em dia eles não vivem nesse lugar. Eles vivem. Eles não vivem nesse lugar, no lugar hoje em dia. Estão espalhados. Grupos de pessoas muito grandes. Mas diz que há de haver um dia que vão ser conhecidos como filhos do Deus vivo. Está aqui a falar de uma nação física.
Vejam no versículo 11. Os filhos de Judá e os filhos de Israel se congregarão. Vão ficar uma nação. E constituirão sobre si uma só cabeça, uma só nação. Quer dizer, irmãos, isso não aconteceu. É uma coisa física que ainda vai acontecer. No mundo amanhã, depois da Vina Jesus Cristo, a um nível físico, e subirão da Terra, por grande será o dia de Israel. Sobirão da Terra. Vai haver uma resurreção. Isso vai ser a segunda resurreção. Quando vão subir e vão ser pessoas físicas. Fala, por exemplo, dizia que é o 38. É parte deste plano de salvação e deste significado do oitavo dia deste plano de salvação que é descrito pelas festas santas de Deus. Que vocês só entendem quando começam a praticá-las. Porquês vocês não praticam ou não entendem? Puro e simples. Não entendem. O que é que o pastor Jorge está a dizer? Não entendem. Porquê? Para você não está a praticar. Você começa a praticar e vai começar a atender. Entender.
Querias irmãos, isso está a falar de uma coisa física, mas está a demonstrar que Deus vai dar uma recórdia. Perdão! Aí é se pôr, essas pessoas que morreram, que vão subir, que vão ser os societadas e que se vão juntar.
É preciso um plano enorme que Deus tem. Eu estou a falar de um nível físico. Para lá disso, aí é um nível espiritual também. Mas vejam, continuem aqui a falar do nível físico. Virei aqui no Auseas, capítulo 2, versículo 14. Dizem, portanto, é isso que eu atrei e irei, e elevrei para o deserto. E elevrei, falarei ao coração. E elevrei dali as suas vinhas, e o val da cor, por porta de esperança. Será ela, óbicequiosa, como nos dias da sua imensidade, e como no dia em que subiu da terra do Egito. Deus vai ouvir estas pessoas, vai responder estas pessoas. Naquele dia, diz o Senhor, ela me chamará a meu marido, e já não me chamará a meu bal.
Meu Deus, falso como eles seguiam. Da sua boca tirei os nomes dos balins, e não mais se lembrará desses nomes. Naquele dia farei a favor dela aliança, com as bestas feras do campo, e com os avos do céu, e com os retas da terra. E tirei desta o arco, e a espada, e a guerra, e farei ao meu povo reposar em segurança. Isto, estas doenças que existem, de bestas feras, de vírus e de doenças que as pessoas têm, Deus vai eliminar isto tudo. Então, o povo vai reposar, sem ter essas doenças, sem essas infeções, sei lá como há, inflamações, isto tudo. Desposar-te, e aí comigo para sempre, desposar-te, e aí comigo em justiça, e em juízo, e em dignidade, e em misericordias. Isto é a graça de Deus. Isto é a bondade de Deus, que é uma bondade imedecida por este povo. E desposar-te, e aí comigo, em filhidade, e conhecerá-se ao Senhor. Não conheceram o verdadeiro Deus, vão acontecer o verdadeiro Deus. Está aqui a falar da segunda ressurreição, e quando essas pessoas vão viver-me, e vão conhecer a verdade, e vão então se arrepender, naquele dia eu serei obsequioso, responderei e disse o Senhor, obsequioso aos céus, e este já é a terra, a terra obsequiosa ao trigo, e ao vinho, e ao óleo, e este, a Jeze-Rio, se merei Israel para mim na terra, e como poder semei da desfavorecida, e a não meu povo, direi, tu és meu povo, ele dirá, tu és meu Deus. Vamos-me a uma reconciliação de Israel, que morreu, que será ressuscitado, que se arrependerá, que virá a conhecer o verdadeiro Deus, através do Suos Cristo, do sacrifício do Suos Cristo, e depois, então, tem a inlapsabilidade de ter a vida eterna, a solvação. Para nós, hoje em dia, o princípio aqui é a Graça de Deus.
Vejemos esta Graça de Deus, em Tito capítulo 2. Em Tito capítulo 2. Em Tito capítulo 2, versículo 11 a 15. Por quanto a Graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Esta Graça de Deus, que é este dom da vida de Cristo por nós, A vida de Cristo por nós, para nos ajudar, nos ajudar no caminho, para podermos ser salvos. Esta Graça de Deus se manifestou Salvador a todos os homens, educando-nos para que renegadas em empiadadas, paixões mundanas, temos que renegar, temos que parar, temos que nos arrepender. Recebemos esta Graça, mas agora que fomos de Graça tirados da lixeira e estamos justificados por anteus, agora temos que andar no caminho certo, sem estas paixões mundanas. Estamos no presente século, nesta Era, vivemos por isso, temos que viver nesta Era, neste mundo, agora que estamos arrependidos, que fomos justificados por Jesus Cristo, temos que viver de uma maneira sensata, justa e piadosa. Guardando a bendita esperança e manifestação da glória, qual é a bendita esperança e manifestação da glória? Esta ressurreição para estarmos no rei de Deus, que é a boa nova do rei de Deus, na manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo. Porque esta glória, glória, isso é possível por causa do nosso grande Deus e Salvador, Cristo Jesus. As pessoas me disseram em nenhum local, na Bíblia diz que Jesus Cristo é Deus. Acabei de ler agora, querido irmãos. Está claro, não é o altíssimo, não é o altíssimo, mas é da família de Deus, é da forma de Deus e Ele é o agente, o executor, aquele que o Pai através de Ele faz tudo. Sim, é o Pai que faz, mas faz através do Suos Cristo, através do Seu agente, através do Seu representante. Com você, talvez, trabalha por uma companhia e você seja, por exemplo, um vendedor de uma sobretade da companhia e o representante dessa companhia e está a trabalhar em nome dessa companhia, representando essa companhia. É o que o Pai está a fazer por Jesus Cristo, ele é o representante do Pai, o representante, o agente, aquele que o Pai faz tudo através dele, por intermédio dele. E por isso é que Jesus Cristo é o começo e o fim, o alfa e o ómega. Como diz ao fim do Livro do Apocalipse. Queres Irmãos, guardando a bendita esperança e manifestação da glória do nosso Grande Deus e Salvador, nós aguardamos essa glória. Por quê? Porque vamos ser glorificados como Ele é glorificado. Quando? Na ressurreição, na primeira ressurreição. O qual assim mesmo se deu por nós a fim de remírmonos. Remírmonos, comprármonos de volta de toda a iniquidade. Não, isto não quer dizer que agora continuamos a fazer iniquidade. Temos que, agora que fomos tirados da lixeira, não podemos continuar na lixeira. Temos que andar no caminho certo. E purificar para si mesmo, temos que ficar puros. Não é continuar na lixeira, tem que haver um arrependimento. É uma pré-condição do Batismo, arrependimento.
E por isso, purificar para si mesmo um povo exclusivamente seu. Zeloso de boas obras. Crisis e irmãos, nós temos de ser zelosos de boas obras. Não é que somos redimidos, não é que somos justificados pelas nossas obras. Somos justificados de graça pela graça de Deus. Mas agora que estamos justificados, agora temos que andar zelosos de boas obras. Andar fora da iniquidade. Andar como santos, como puros, como santificados através do poder do Espírito Santo. Versículo 15, diz estas coisas, exorta e repreende. Crisis e irmãos, é o que eu estou a fazer. Estou a dizer, estou a exortar, estou a repreender. Também com toda a autoridade. Crisis e irmãos têm que se arrepender. Tem que obedecer aos leis de Deus. Tem que guardar o sábado. Tem que guardar os dias santos de Deus e as festas de Ele. Tem que obedecer a Ele. Mas não são salvos por causa disso. São salvos. São tirados da lixeira de graça. Mas agora uma vez que foram tirados dessa lixeira e que estão justificados, agora tem que andar no caminho certo. Tem que andar renegando a empiadada e as paixões mundanas. Temos que deitar fora a iniquidade.
E temos que ser zelosos por boas obras.
Vejam comigo, como Paulo descreve isto em Romanos capítulo 5. Romanos capítulo 5. Vejamos a partir do versículo 1.
Diz assim, justificados pois mediante a fé. Temos paz com Deus por intermédio do nosso Senhor Jesus Cristo. Somos justificados. Somos feitos justos. Perdão. Perante Deus. Pela fé. Pela fé dos os Cristo pelo que Ele fez por nós. E nos limpou. Está claro? Temos que nos arrepender. Mas já de graça é pela fé Dele que nos justificou. Não é nada que fizemos. Por meio do nosso Senhor Jesus Cristo. Por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso pela fé. A quê? A este graça. A este dom de graça. Na qual estamos filmes e gloriámos na esperança da glória de Deus. A esperança da glória de Deus. No reino de Deus está claro. E não somente isto, mas também nos gloriámos nas próprias tribulações. Sim, porque quando vivemos este caminho e andámos neste caminho, não vai ser um caminho de rosas e brincadeira. Vai ser um caminho difícil. E por isso nos gloriámos nestas tribulações que vamos ter quando andámos neste caminho. Sabendo que a tribulação produz perseverança. Perseverança superar até ao fim. E a perseverança e a experiência, isto é caráter de manter isto direito com caráter. E esta experiência, este caráter nos dá esperança. Nos ajuda a ter esta visão, esta esperança para continuar no caminho. E esta esperança não confunde, não nos envergonha. Não nos envergonha disto, não tenho envergonha disto, não me confunde. Porque amor de Deus, este querido e amor, este desejo de Deus nos salvar, é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado e que é dado a aqueles que obedecem a Ele. Ator 132. Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, quando estávamos ainda na lixeira, morreu a seu tempo pelos ímpios. Difícilmente alguém morreria por um justo, pois poderá ser que pelo bom alguém se anima a morrer. Mas Deus prova, demonstra o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, a nós ainda pecadores. Não só Cristo, mas era o Deus Criador que nos criou, aquele que era na forma de Deus que fez tudo debaixo da ordem do Pai. Este se esvaziou e deu a sua vida para nós. Logo, muito mais agora, sendo desfigado pelo Seu sangue, seremos por Ele salvos da ira. Porque, quando nós inimigos fomos reconciliados com Deus, me diante a morte do Seu Filho, muito mais, dando-se já reconciliados. Sim, porque Ele nos justificou. Se nos arrependemos, seremos salvos ao fim desta. Ao fim, quando perseverarmos, quando superarmos até ao fim, seremos salvos. Quando é o fim? O fim é quando morremos, ou quando Jesus Cristo vai, qual Deus vai a primeiro? O meu fim e o Seu fim é quando você morrer, ou eu morrer, ou quando Jesus Cristo vier, qual Deus aconteça primeiro? Temos que superar até o fim.
Seremos salvos pela Sua vida. E não apenas isto, por S.I.I., mas também nos gliríamos em Deus, por Nosso Senhor Jesus Cristo, por Intermédio de quem? Por Intermédio de quem? Tudo é por Intermédio de Ele. Ele é o autor da salvação. É por Intermédio de Ele.
Ele é que nos criou, Ele é que nos salva. Ele é o agente, o executor da vontade do Pai. Recebemos agora a reconciliação. Por Intermédio, recebemos agora a reconciliação. Por isso, queris irmãos, estas são as riquezas da insupurável, da incompreensível graça de Deus. Fejam em Efezius capítulo 11, se faça agora. Efezius capítulo 11. Fejam aqui só alguns pontos brevos para sublinhar o ponto. Efezius 1, versículo 7, e assim, no amado, no qual temos a redenção pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, desta graça de Deus, que é tão rica, é tão grande, que é tão enorme. Vejam também em Efezius capítulo 2, versículo 1 adiante, mas diz assim que...
Veja aqui, no versículo 8, 9 e 10, diz assim, porque pela graça, sois salvos, mediante a fé, a fé de Jesus Cristo, a fé que Ele teve, que veio e morreu para nós, e tinha fé que o Pai o ressuscitasse. E isso não vem de nós, é don de Deus! É don! É a graça de Ele para conosco! É um don de graça! É imrecido! Não de obras para que ninguém se glorie, pois somos feitura de Ele criados em Cristo para boas obras. Não é continuar a viver no que éramos, temos que mudar. Como Jesus Cristo disse àquela mulher adulta, vai e não peques mais!
Querias irmãos, somos justificados de graça! Somos justificados de graça! É um don! E por causa desta graça, Deus não nos impune os pecados passados, isto é, passa por cima! É a páscoa, passa por cima!
Não nos impune, passa por cima dos pecados do passado! E para concluir, então, vejemos aqui o que diz em 1º Corinthians, capítulo 11. 1º Corinthians, capítulo 11. Está a falar aqui acerca da celebração da páscoa. E diz assim, no versículo 23, começando no versículo 23, porque eu recebi do Senhor, também, o que eu fiz entreguei, que o Senhor Jesus na noite que foi traído tomou pão. Na noite que foi traído, tomou pão. Isto é, Ele observou a páscoa na noite que foi traído. Não foi na noite seguinte, depois de morrer, foi na noite que foi traído.
Foi antes de morrer. Foi no dia 14 que começa do Porto Sol, acaba no Porto Sol. Após o Porto Sol, celebrou a páscoa, tomou pão, foi traído, foi durante a parte da manhã, foi acusado, foi posto no madeiro, foi crucificado e morreu tudo durante este período de 24 horas. De Porto Sol a Porto Sol do dia 14. De Abib ou Nissan. E por isso, na noite em que foi traído, tomou pão.
Isto é, observou a páscoa. No dia 14, como é, como se diz, Levíticos 23, diz a páscoa no que dia 14. No 14 do calendário de Ibraico. E diz assim, na noite em que foi traído, tomou pão. E, tendo dado graças e partiu e disse, isto é o meu corpo que é dado por vós, fazei isto em memória de mim. Fazei isto em memória de mim. Querias irmãos, precisamos de fazer isto em memória de ele. Por semelhante modo, depois de haver seado, tomou também o Káles, dizendo, este Káles é a nova aliança no meu sangue.
Fazei isto todas as vezes que o bebeiros em memória de mim. Porque todas as vezes que comer este pão e bebeiros o Káles, anuncieis a morte do Senhor. Que é, no dia correto, está claro. Até que ele venha. Por isso, aquele que comer o pão ou bebeiro o Káles do Senhor indignamente, de uma maneira que não seja digna, será réu, será culpado do corpo e do sangue do Senhor.
Querias irmãos, esta é uma grande responsabilidade de tomar este pão de maneira correta. A páscoa, no antigo testamento, era observada por aqueles que tinham sido circuncisos. E o significado no novo testamento é uma circuncição do coração. É aqueles que foram batizados da maneira correta para o ministro de Deus, e que receberam a imposição das mãos, e que tiveram um verdadeiro arrependimento e um comprometimento a mudar a vida. E por isso, porque fizeram esse comprimento e estão a obter ser, estão a viver agora, estão a obter ser às leis de Deus, estão a guardar os dias santos, estão a reservar os dias santos. Não hora correta, no dia correto.
Mas se não estão a fazer isto, tudo, então talvez estejam a tomar este cálice de uma maneira indigna. E eles dizem assim, será a real do corpo e do sangue do Senhor. Examinam-se, pois o homem é assim mesmo, assim como do pão e beba do cálice. Está a se examinar? E quando se examina, examina, digamos assim, de dois pontos de vista. Um é o significado do sacrifício e da morte de Jesus Cristo, e o outro é refletir na vitória de Cristo sobre a morte, que é uma graça que nos dá para nós. E por isso diz assim, no versículo continuado a ser. Examinam-se, pois o homem é assim mesmo, versículo 28, e assim como o pão, do pão e beba do cálice. Pois quem come e bebe sem discernir o corpo. Como é que discernimos o corpo? Estamos a discernir o corpo, o que Jesus Cristo de facto significa, reconhecemos que ele, quem ele era, como ele se esvaziou do poder que tinha, estamos a respeitarem e a fazer isso de uma maneira digna, para o significado disso. Entendemos isso? Por que não entendemos? Talvez nós estejamos a fazer isso de uma maneira digna. Vejam como lemos um bocado atrás, onde diz em 1 João 4, versículo 11, diz, vejam, este é o amor de Deus, porque Ele faz por nós, e porque Ele fez isto por nós. Nós devemos também amar aos outros. Estamos a aprender, a examinar-nos, nós próprios os sacrifícios que Jesus Cristo fez, e por isso estamos a aprender para fazer o mesmo. Vocês lembram-se, por exemplo, no lava pés, que é parte da cerimônia da Páscoa, ao início. Jesus Cristo disse o lava pés, como eu fiz, vocês que façam o mesmo. Sigam o mesmo exemplo, tal como, e qual é o exemplo? De servir, de sacrificar-se pelos outros. E que os irmãos, quando diz aqui, e sem discernir o corpo, come e bebe o juízo para si. O que é o corpo de Cristo? Está claro? É o corpo físico e o significado que Ele fez, mas também quero que pensem que o corpo de Cristo, espiritualmente, é a Igreja de Deus. Infelizmente, muitas pessoas não estão a discernir a Igreja de Deus e estão a causar divisões no corpo de Cristo.
Então, a causar divisões no corpo de Cristo. Não estão a discernir o corpo de Cristo. E quando não estão a discernir o corpo de Cristo. Como diz aqui, come e bebe o juízo para si mesmo. Eis a razão que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que morreram por causa dos problemas e das divisões e das facções que criaram o corpo de Cristo na Igreja de Deus, porque não discerniram a Igreja de Deus. Não discerniram e não tiveram cuidado, respeito e amor, uns para com os outros.
Por se julgá-se-nos a nós mesmos, por século 31, isto é, se nós tivéssemos a discernir e a julgar-nos a nós mesmos e a corrigirmos a nós próprios, não seríamos julgados, não seríamos corrigidos por Deus. Mas quando somos julgados por Deus, somos disciplinados pelo Senhor para que não sejam condenados com o mundo. Isto é para o nosso bem. Somos disciplinados com o Senhor para que nos corrigirmos, porque não corrigimos a nós próprios, mas se não nos corrigimos a nós próprios, então Deus nos vai corrigir para o nosso bem. E se não aceitarmos essa correção, então vamos ser condenados com o mundo. Assim, pois, irmãos meus, depois continuo a dar exemplos físicos, mas precisam de ver este significado espiritual. Cris irmãos, há um grande significado para a páscoa. Sim, quando nos examinamos e quando observamos a páscoa, refletimos o sufrimento doloroso de Jesus Cristo e a sua morte e também refletimos num ponto positivo que é a vitória de Jesus Cristo sobre o pecado. E por isso refletimos o que precisamos fazer como Ele fez, como Ele nos instruiu, ou disse para fazer, durante a partulada pés, que disse como eu fiz, vocês façam. E por isso, em preparação para a páscoa, examinem-me ambos os lados, digamos assim, desta moeda, deste significado, e não se esqueçam de dar graças a Deus, pela sua graça para conosco. Esta graça de Deus é o que nos traz a possibilidade de sermos salvos, porque não é nada que possamos fazer para ser salvos, porque é completamente imunecida esta salvação e é simplesmente porque Ele nos ama profundamente, porque Ele tem grande graça para que o Senhor nos ganeja, e que Deus vos abençoe, grandemente e ricamente, durante esta páscoa vindora.
Deus tem um grande Plano de salvação para a humanidade. Este plano começa com o dom do sacrifício e morte de Jesus Cristo.
Este sermão descreve a grande graça de Deus para conosco, comemorada na celebração da Páscoa.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).