Conforme mencionado em estudos anteriores, irmãos, Paulo está abordando uma série de questões em Coríntio que estavam causando divisões.
E veste aqui, por exemplo, em 1 Coríntios capítulo 1, versículo 13, que diz assim, está Cristo dividido e está claro, a resposta é que não.
E é por isso Paulo está abordando, nesta primeira epístola aos Coríntios, este ponto que havia muitas divisões que estavam a existir lamentamente na Igreja de Deus em Coríntios e que historicamente têm acontecido em muitas congregações da Igreja.
Ora, vemos que o que Jesus Cristo quer de nós todos, é que nós cresçamos, que sejamos perfeitos em unidade, no vínculo da perfeição que é amor. Ora, vejam, por exemplo, em João capítulo 17, João capítulo 17, versículo 20. João 17, versículo 20. E esta foi a oração de Jesus Cristo na noite em que foi traído a frente dos apóstolos. Ele, como sã aleano no versículo 20, e não roga somente por estes, mas também por aqueles que, pela tua palavra, vão querer em mim, para que todos sejam um. Isto é que todos os irmãos sejam um. Como tu, o pai, o eje em mim e eu em ti.
No outro, os pais e os filhos são um. Deus é um, mas aqui estamos a ver que nós devemos ser também um. Por isso é que diz que também ele seja um em nós, para que o mundo creia que tu me aviaste. Porque este vínculo da perfeição da união é o amor. Por isso, neste no versículo 22. Eu, Neles e tu, em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade. Que o mundo conheça que tu me aviaste a mim e que os tens amado a eles como me tens amado a mim. Este vínculo de perfeição de união é o amor. Isso lemos também em Colossenses capítulo 3, onde começamos a ler no versículo 5. Colossenses capítulo 3, versículo 5. Começamos a ler aí que temos que mortificar o velho homem, os membros. E depois lemos que despojá-los também de ira e da collar e da malícia e da malicência, etc. Como diz no versículo 8. E no versículo 10, de Colossenses 3, diz em vos revestistas de novo, de novo, isto é, de um novo homem que se renova para o conhecimento, se uma imagem daquilo que o criou, que é Cristo. E depois, continuando a ler aí, lemos que precisamos de sujetar um ao outro, de nos respeitarmos um ao outro. Então veja, por exemplo, no versículo 14, e sobre tudo isto, revestivos de amor, que é o vínculo da profeição. O amor de Deus é que, por exemplo, o tirou, os israelitas do Egito, quando estavam escravos no Egito, e, por exemplo, vejam aqui, em primeiro coríntios, capítulo 10, o versículo 2, diz que todos foram batizados em Mosege na nuvem e no mar. Quando Deus os tirou do Egito, e como vemos aqui, realmente, era Jesus Cristo, diz aqui, e todos, então, comeram da mesma comida espiritual. E qual era essa comida espiritual? E beberam todos da mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que o seguia, e a pedra era Cristo.
O ser eterno que os acompanhou, e aquele que nos criou, que é Jesus Cristo, é aquele que guiou os israelitas saindo do Egito. E, por isso, vemos aqui que Jesus Cristo teve, tinha e tem, um grande amor por essas pessoas, e tem, igualmente, um grande amor por nós. E por isso, aquilo arou. Para todos, sermos um, como elas, era um. E esse vínculo dessa união, dessa perfeição, é o amor. Ora, Deus nos agradou com eles, como lemos no versículo 5, de 1º Coríntios 10, porque desobteceram a Deus. Igualmente, quando estamos aqui a ler, no capítulo 11, que é o que vamos abordar hoje, de 1º Coríntios, Paulo está a dizer aqui aos irmãos, sede meus imitadores, como eu, também eu, de Cristo, como eu também sou de Cristo.
Por isso, aqui, Paulo está a dizer, tal como Cristo demonstrou amor e carinho, e por isso precisamos citar unidos, ele aqui está a dizer, sigam-me, como eu, também sigo a Cristo. Sigam-me o exemplo, como eu, sigo a Cristo. Ora, não é só uma questão de seguir, mas é imitar. Imitar, quer dizer, viver o caminho como Paulo viveu, viver essa maneira de viver esse caminho. E depois, então, ele está aqui, digamos assim, a desafiar a eles, a dizer assim, olha, eu louvo os irmãos, sede, eu estou a louvar a vocês, porque em tudo vos lembrais de mim e retendo-nos os meus perceitos como Vlús entreguém.
Ele está a honrar a eles, a louvar a eles, mas de uma maneira, olhando de uma maneira, ele está a desafiar, porque sabemos que Paulo, aqui nesta carta dos coríntios, está a dizer que Cristo não é dividido e que havia muitos das desivisões, e por isso está a dizer a eles, olha, sigam-me, sejam meus imitadores, e por isso estou a dizer, olha, eu estou a louvar a vocês, porque vocês vão seguir, vão imitar os perceitos como eu vos entreguém. Algumas tradições escrevem aqui como tradições, tradições da igreja, como Paulo entregou a eles, e agora vai falar de duas tradições da igreja, porque são, como lemos aqui no versículo 16, de 1 Coríntios capítulo 11, diz que não devemos ser contentiosos nesses assuntos, porque nós não temos tal costume nem as igrejas de Deus, gostando, está claro, a falar das igrejas de Deus, na judeia, onde elas tinham iniciado, ou tinham sido fundadas, quando receberam o Espírito Santo do Dia de Peticostes, pela primeira vez no ano 31, que era correto.
E por isso está a dizer, ela aqui, guarda as ordenanças, as tradições. Demos aqui no versículo 2, porque... e ela então está a sublinhar este ponto, porque é o que ele tem estado a mencionar, alguns preceitos, algumas ordenanças, algumas ensinos dela, de Paulo aos irmãos em Coríntio. Por exemplo, no capítulo 5, de primeiro Coríntio, os capítulo 5, havia problemas com uma pessoa que estava a desobedecer a Deus, estava a cabrar as leis de Deus. E ele, esse aqui, em primeiro Coríntio, os capítulos 5, no capítulo 5 diz, seja esse tal entrega Satanás para a destruição da carne, para que o Espírito seja salvo, no Dio do Senhor Jesus Cristo. Isto é, entrega essa pessoa, e por isso dá a eles uma instrução, uma ordenança, um preceito, de Paulo, de uma maneira como se conduzirem para antestas situações, e dizerem entrega essa pessoa a Satanás, não com a intenção dessa pessoa ser destruída, mas com a intenção de que essa pessoa se arrependa, para que uma vez que essa pessoa se arrependa, o Espírito do homem no homem dessa pessoa, seja salvo no Dio do Senhor Jesus Cristo.
E por isso ele, mesmo assim, diz também, no mesmo capítulo, primeiro corinte, os capítulos cinco, no versículo 12, diz também, porque, porque tenho eu em julgar também o gestão de fora. Não julgueis vós o gestão de dentro, e por isso aqui está aqui a ele dar outro preceito, outra instrução, de dizer que nós não tomamos decisões acerca das pessoas que estão fora da igreja, mas nós temos a responsabilidade de tomar decisões das pessoas que estão na igreja. E depois dá outro exemplo em que, das suas ordenanças, ou dos seus tradições que ele está a dar aos irmãos, que é, no capítulo 8, primeiro corinte e oito, que, como vocês sabem, como diz claramente no versículo um, no tocante, há as coisas sacrificadas aos ídolos.
E ele está a trazer a respeito das coisas sacrificadas a ídolos, ele, então, dá a sua instrução, o seu ensino, e depois diz, também, no versículo 12, ora, pecando, assim, contra os irmãos e ferindo a sua fraca consciência, pecais contra Cristo. O que ele está a dizer é que, não machucem, não magoem, não casem ofenda, não causem aos escândalos as pessoas com uma consciência fraca. E, por isso, é que ele deu essa instrução a cerca de coisas sacrificadas a ídolos. E, também, lemos, em 1 Coríntios, capítulo 10, quando está a tratar a cerca de pessoas com uma consciência fraca.
Em 1 Coríntios, capítulo 10, versículo 23 e 24, ele diz, todas as coisas são lícitas, mas nem todas as coisas convém. Como eu expliquei claramente, quando abordei o capítulo 10, quem está a falar de coisas que são lícitas, que são coisas dentro da lei de Deus. Mas, às vezes, não é conveniente usar certa liberdade dentro das leis de Deus, para não machucar ou não causar ofensa a certas pessoas. E, por isso, é que ele diz, ninguém busca o profeito, isto é o seu próprio interesse.
Mas, antes cada um, o que é o do outro? Isto é o interesse dos outros. É também o que diz no versículo 32 e 33, portáveis da modo que não dêis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus. Como também eu, em tudo, agrada a todos, não buscando o meu próprio profeito, isto não é, não buscando o meu próprio interesse, mas o dos outros, os desmuitos, para que assim se possam salvar.
E, por isso, vemos que Paulo tem estado a abordar várias assuntos e tentado a dar certos princípios, certas ordenanças de como gestar ou governar quando os irmãos se encontram em situações dessas. Então, continuando assim, agora, no capítulo 11, Paulo vai agora abordar duas questões importantes nesta secção, neste capítulo. A primeira questão é acerca da autoridade, da cadeia da autoridade, e sempre que há uma questão ou uma dúvida acerca de certos assuntos, temos que procurar qual foi a intenção original de Deus.
Então, vamos ver isso, mas mantendem-me, este princípio, temos que ver qual foi a intenção original de Deus. Vamos, então, ler o versículo 3, do primeiro coríntios, capítulo 11, versículo 3. Mas quero que saibas que Cristo é a cabeça de todo homem, e o homem é a cabeça da mulher, e Deus é a cabeça de Cristo. Vemos aqui uma sequência da autoridade, uma cadeia da autoridade, da ordem criativa que Deus tem desde o início, esta intenção original.
Deus tem autoridade, e depois Jesus Cristo, e depois disso, o homem, e depois disso, a mulher. É uma cadeia da autoridade, uma intenção original de Deus. E por isso, vemos que neste exemplo, Cristo está, foi e sempre estará sujeito ao Pai, ao Supremo Deus. Sempre foi, está, estará.
Ambos, como não estou a cobrir agora aqui nesta secção, o ponto que vou abordar agora, mas aqui, ambos, o Pai e o Filho, como o Lemos, por exemplo, ao início de João, que os dois, quer dizer, o verbo já existia ao início, ao princípio, e o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus, vemos que ambos não foram criados, ambos eram com o eterno, e que tudo foi criado por Jesus Cristo. Lemos isso também em, não só em João capítulo 1, mas também Lemos em Hebreus capítulo 1, por exemplo, em outros locais. E por isso, vê-se aqui que Cristo esteve sempre debaixo da autoridade do Pai, e que Ele nunca teve, digamos assim, um ressentimento de estar debaixo da autoridade do Pai. Aliás, Ele ama, Ele gosta, Ele ama o Pai e está muito satisfeito de estar debaixo da autoridade do Pai. E por isso, o modelo na esfera humana, e por exemplo, no caso do matrimônio, é o mesmo modelo. Não é uma questão de autoridade autoritária, mas é da autoridade em amor. Como estamos a falar, e tivemos a falar aqui, é esta vínculo da profeição em amor. Sim, as pessoas têm responsabilidades diferentes. O homem tem certas responsabilidades, a dama tem certas responsabilidades, mas quando há diferenças, essas diferenças ou questões precisam ser tratadas individualmente, caso por caso, e em amor, de uma maneira individual de cada pessoa. Vegemos, por exemplo, um exemplo onde Jesus Cristo demonstra muito claramente que o importante é a intenção original de Deus. Esse exemplo é Mateus 19, versículo 8.
Neste caso, estavam os fariseus a perguntar a ela acerca do divórcio, e então disse ela, no versículo 8, pois é, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres, mas no princípio não foi assim. Isto é, a intenção original de Deus não foi essa.
Isto é o que precisamos de fazer, precisamos de tomar atenção como cristãos. Qual foi, qual é a intenção original de Deus em qualquer assunto? É importante olharmos, digamos assim, com essa visão. O que é que Deus quis que fosse originalmente? Porque queremos ser como Deus é, queremos ser filhos Dele. E por isso é o que precisamos de olhar. Qual é a intenção original que Deus fez um homem e uma mulher?
E por isso, tomamos isso do princípio da intenção original. Em seguida, sim, há as sessões, caso a caso. Então, nós precisamos de analisar essas sessões e fazer decisões sábias. Então, voltando aqui ao primeiro coríntios, capítulo 11, agora lendo no versículo 4. Vemos assim, todo homem que ora ou profetiza tendo a cabeça coberta desonra a sua própria cabeça.
Porque é a sua própria cabeça, perdão, versículo 4. Ora, ter a cabeça coberta. É pecado, por exemplo, usar um chapéu ou boné. Não. Mas, aquilo que está a falar é do cabelo. É do cabelo, cabelo comprido. Está falando acerca do comprimento do cabelo, como veremos daqui a pouco. Que para o homem é uma desonra ter o cabelo comprido ou crescido. Por exemplo, vejam no versículo 14, primeiro coríntios, capítulo 11, versículo 14. Não vos ensina a mesma natureza que é desonra para o homem ter cabelo comprido. Isto é crescido. Por isso está a falar aqui do princípio de ter a cabeça coberta, coberta com o cabelo comprido. Pelo comprimento do cabelo.
Ora, certamente, por exemplo, em suas orações e em sua vida cristã, quando o homem tem cabelo muito comprido, ou, por exemplo, tem um chapéu, uma pessoa sábada, é tradição, se uma pessoa entra, por exemplo, em uma sala de culto, ou está a falar com outra pessoa com respeito, é uma coisa respeitosa. Quer dizer, se tiver ao solo, ou coisa assim, isso é outra coisa diferente.
Mas está dentro de uma casa, está a falar com outra pessoa. Uma questão de respeito, quando está a falar com outra pessoa, é tirar o chapéu, o boné, ou seja, o que for. Mas o ponto aqui é que está a falar da intenção original de Deus. Porque quando um homem tem um cabelo muito comprido, torna-se indistinguível, principalmente, se o cabelo for muito comprido e com cobrir as orelhas e crescer assim sobre os hombros e tudo, não se consegue distinguir facilmente entre um homem e uma mulher.
E, por isso, desorra a cabeça. Qual é a cabeça espiritualmente? É Jesus Cristo. E, por isso, se uma pessoa tiver a fazer uma resistência a este ponto, então este assunto pode-se tornar um assunto espiritual. Por isso, tem a ver com estar sob a autoridade ou sobrania de Deus. E, por isso, vence aqui que é um ponto sutil, mas importante. Então, continuando agora a ler no versículo 5. Mas toda a mulher que ora ou profetiza com cabeça descoberta, desorra a sua própria cabeça.
Isto é esta autoridade. Porque é como se tivesse o que? A cabeça rapada. Isto é o cabelo rapado, porque está com cabeça descoberta. Quer dizer, com o cabelo curto. Sim, sabemos que há certas damas que têm cabelo um pouquinho mais curto que outras. Não está a falar disso. É para fazer mesmo cabelo muito curto, porque até parece um homem. E isso, então, é como se tivesse esse cabelo rapado. Versículo 6. Portanto, se a mulher não se cobre com uma cobertura, isto é uma tradução assim um bocado incorreta, porque no original grego não tem a palavra aqui de véu, mas se uma mulher não se cobra com uma cobertura, a palavra grega é uma cobertura, tu esquiesse também.
Mas se para a mulher é coisa incente, tu esquiar ou rapar-se, que, então, mantenha esse cabelo comprido. O versículo 7. O homem, pois, não deve cobrir a cabeça, porque é imagem e glória de Deus, mas a mulher é a glória do homem, porque o homem não provém da mulher, mas a mulher do homem. E que estão continuando no versículo 9, porque também o homem não foi criado por causa da mulher, mas a mulher por causa do homem, por isso está a falar aqui de um ponto de autoridade.
O ponto de autoridade. Por isso, veja assim, portanto, a mulher deve ter sobre a cabeça sinal de, poderia-o, isto é, de respeito dessa autoridade por causa dos anjos. É uma lição. Nós, como fios de Deus, devemos respeitar essa autoridade, que diz aqui que é uma lição para os anjos. Ora, os anjos são feitos para servir a humanidade, e por isso é uma lição para eles também, continuando no versículo 11. Todavia, nem o homem é sem a mulher, nem a mulher sem o homem no Senhor. Isto é espiritualmente, as mulheres não são inferiores, ambos têm a mesma oportunidade de estar no reino de Deus. Por como a mulher provém do homem, sim, a mulher vem de Adão, sim, também o homem provém da mulher, nasce do ventro da mãe, mas tudo vem de Deus. Quer dizer, um não pode viver sem o outro, um é dependendo do outro. Não há diferença nesse ponto.
Vejam, por exemplo, em Mateus 22, versículo 23. Mateus 22, versículo 23. No mesmo dia chegaram junto a eles os sadiceus que dizem não haver resurreição, e entregaram. Mestre Moisés disse, se morrer alguém não tendo filhos, casará-os seu irmão com a mulher dele, isso se não se derrubará. Mateus 22, versículo 23. Moisés disse, se morrer alguém não tendo filhos, casará-os seu irmão com a mulher dele, isso se derrubará descendente ao seu irmão, e depois haverá a história destes sete irmãos, e o primeiro morreu, e depois o segundo, e o terceiro, e o quarto, e isso tudo, e depois diz no versículo 30.
Porque no versículo 28. Portanto, na resurreição, de qual dos sete será a mulher? Visto que todos ativeram como esposa, e por isso estão a perguntar. Então, qual deles é que ela vai ser a esposa na resurreição? E os discritos estão a dizer, no versículo 29, que vocês estão errados, vocês não conhecem as escrituras nem o poder de Deus. E por isso ele está a dizer aqui, que na resurreição, versículo 30, nem casam, nem serão dados em casamento, mas serão como os anjos de Deus do céu.
Isto é, não vai haver masculino ou feminino. Vão ser todos, do mesmo capacidade, e vão ser todos a mesma oportunidade no rei de Deus. Não vai haver essa diferença. Vejam também em Galatas 3, versículo 28. Nisto não há judeu nem grego, não há servo nem livre, não há macho nem fêmea, porque todos vos sois um em Cristo. Quando formos seres espirituais, não há vaiver diferença. Vamos ser todos um, uma pessoa individual, em Cristo.
Então, continuando, em primeiro corinte, capítulo 11, versículo 13. Aquí nos joga entre vós mesmos. É decente que a mulher, or a Deus, descomerta. Isto é, com cabelo curto. Ou não vos ensina a mesma natureza que a desorra para o homem ter cabelo curto. Vê se está a falar claramente acerca do comprimento do cabelo. Mas, versículo 15. Versículo 15. Diz aqui, mas ter a mulher cabelo curto, lhe é honroso. Está a falar do cabelo. Está a falar de cabelo. Mas para ter a mulher cabelo curto, lhe é honroso. Porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu. Sim, neste caso, a tradução aqui está correta.
Do grego é uma coberta como um véu. Mas é neste caso. É diferente que, no caso do versículo 6. É a palavra grega diferente. Então, continuando no versículo 16. Ele está a dizer, mas se alguém quiser ser contentioso, nós não temos tal costume nem as igrejas de Deus. Paulo está a dizer, esta é a minha decisão.
Esta é, digamos assim, o preceito que vos entregue, ou a tradição que vos estou a entregar. Como lemos no versículo 2, de que você não tem a ver. Este é o preceito que vos entregue, ou a tradição que vos estou a entregar. Como lemos no versículo 2, de capítulo 11.
Primeiro, 40, 11, versículo 2. Retende os preceitos, como vos entreguei. E este é o preceito. Este é a tradição que vos estou a dar acerca das decisões de cumprimento de cabelo. Paulo está aqui a exercer a sua autoridade, dando certas decisões que são de acordo com os princípios de Deus. E na nossa vida prática, existem muitas situações, irmãos, em que nós temos situações, em que não há uma instrução bíblica detalhada acerca dessa situação específica.
Então, nesses casos, temos de retornar ao básico. Qual é a intenção original de Deus? Este é o princípio que estamos, digamos assim, a sublinhar deste ponto aqui. Qual é a intenção original de Deus? Precisamos de pagar todas as escrituras e às vezes, acerca deste assunto, que você às vezes tenha uma pergunta, este assunto não é especificamente mencionado nas escrituras. Então, você tem que ver, olhar a intenção original de Deus para você chegar a uma conclusão, que seja equilibrada, que por isso fazer um bom equilíbrio, uma boa decisão, uma dura, que seja correta.
Para quê? Para haver união em paz. Isto é em amor. Para o amor entre a irmandade. Agora, no versículo 7, ele vai abordar outra situação, que é muito importante, que também é parte dos ensinos que recebemos através de Paulo e que vem de Cristo, acerca da comumeração da páscoa e do significado deste dia.
E, talvez, digamos assim, nesta epístola, é a questão mais séria na epístola inteira, em toda a epístola, que era uma profarnação do dia da páscoa que eles estavam a fazer. E, por isso diz assim, nisto porém, que vou dizer, vos, não vos lovo. Porquanto, vos ajuntais não é para o melhor, mas é para o pior. Quando vocês se juntam, e como vamos ver, ele está a falar aqui acerca da cerimônia da páscoa, não é para o melhor, mas é para o pior. O princípio é aplicável a todas as situações que nos juntamos. Por exemplo, nos juntamos, por exemplo, para o culto.
Nos juntamos, por exemplo, com o estudo bíblico. Estamos a juntar-nos em amor, falando coisas com cuidado para não machucarmos ninguém, para ver amor. Estamos a ser cientes de como dizemos as coisas para não machucar as outras pessoas.
Por que você é galês? Não vos louvam. Porquanto vos a juntais, não para o melhor, mas para o pior. E depois de estar a ser muito específico, diz assim, no versículo 18. Porque antes de tudo, ois-se que houve ouvi-o de quem? Bem, vocês veem primeiro coríntios, capítulo 1, versículo 11. Foi daqueles da família, digamos assim, da casa de Clóé. Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Clóé, que há contendas entre vós. E por isso foi comunicado por aqueles da família de Clóé e outros também. Vejam, por exemplo, o primeiro coríntios, capítulo 16, versículo 17. Houve outras pessoas que foram ter com ele. Diz assim, o primeiro coríntios, capítulo 16, versículo 17, e esfolgo porém, com a vida de Stephanas e de Fortunato e de Caio, porque eles supriram o que, da vossa parte, me faltava. Porque criaram o meu espirito, o meu espirito, o meu espirito. E o que me faltava, porque criaram o meu espirito e o vosso. E o que me conheci pois, austais. Quer dizer, ele foi encorajado pela visita daqueles, mas eles certamente também informaram a Paulo certas coisas que estavam a acontecer em Coríndio. Então, continuando a ler no capítulo 11, versículo 18. Porque, antes de tudo, ouço, que quando vos juntais na igreja, há entre vós, de sensões, divisões. E, em parte, o Creio estava a haver argumentos. E, irmãos, isto às vezes acontece. Por que? Porque não estamos perfeitos no vínculo da perfeição, que é o amor. Não estamos perfeitos no vínculo da perfeição, que é o amor. Versículo 19. E, até importa que hagem entre vós, erzias. Sim, há ideias doutrinais que não são corretas, erzias. Para que os que não são, perdão, para os que são sinceros, se manifestem entre vós. Por isso, há erzias, vão ocorrer erzias, para reconhecermos os que são sinceros e os que não são. Versículo 20. Sorte que, quando vus a juntais, num lugar, não é para comer a seia do Senhor. E, quitando a falar da páscoa, diz, nós estamos a celebrar a páscoa com uma grande refeição, com uma seia. Não estamos a celebrar o que as pessoas chamam hoje em dia, a seia santa, ou a seia do Senhor. A seia era um simbolismo do antigestamento. Cristo mudou esse simbolismo para os símbolos do novo destamento, nomeadamente o lava-pés, que representa serviço e humildade, o pão, que representa o sacrifício de Jesus Cristo por causa dos nossos pecados e, por isso, é que há sufrimento e dores, e o vinho, o cálice, que representa o sangue de Cristo, que Cristo morreu para nós. Esses são os símbolos da nova aliança, que foram os novos símbolos, é o que nós observamos na páscoa da nova aliança, ou do novo destamento. Nós não estamos a celebrar a páscoa como era no antigestamento.
Sim, Cristo observou a lei, cumpriu a páscoa no dia correto, na hora correta, como lembramos em Lucas, observou a páscoa na hora correta, diz, chegando à hora, não só à hora, o dia. Ele observou a páscoa no dia correto, na hora correta, e ele, então, depois, mudou os símbolos da páscoa, dessa seia, para os símbolos da nova aliança, do novo destamento, que é o lava, pé, jupão e o vinho. Isso é o que nós se dobramos hoje em dia na páscoa do Senhor. E, por isso, Iglês, não vimos aqui para comer, no versículo 20, a seia do Senhor. No versículo 21, porque, comendo cada um, toma antecipadamente a sua própria seia, e assim um tem fome e outro embriega-se. Imagine, vem para a celebração, a comoração da páscoa, e estavam bebedos, bebedos. E, ao fazer uma grande refeição e comia, nem compartilhavam, nem era uma refeição de panela em todos, comia um carinho, não, cada um trazia a seu parte, comia os outros, estavam lá com fome, não comia nada. Mas, que coisa! Isso era amor? Não. Versículo 22, por isso diz, não tendo-se porventura casas para comer e beber, como antes de vir para a páscoa, como em casa, tenham a sua refeição em casa, ou desprezais a Igreja de Deus, em vergonhazes que nada tem. Que vos direi, louvar-vos-ei, nisto, não vos louvam. Ele é muito claro dizer isto, não estou a louvar a vocês, como antes de vir para a cerimônia da páscoa. Então, continuando no versículo 23. Porque eu recebi do Senhor, e agora está a dar a instrução, que ele recebeu diretamente de Jesus Cristo. Sim, Paulo teve contato direto com Cristo, depois dele se ter convertido. Teve contato direto com Cristo, como lembramos em Galatas. Quando nós fizemos o estudo de Galatas, que está no nosso site, abordei isso cuidadosamente. Paulo teve contato particular com Jesus Cristo, e ensino particular. E diz, eu recebi do Senhor o que também vos ensinei. Que o Senhor Jesus, na noite que foi traído, tomou o pão.
Jesus Cristo observou a páscoa. Lembramos em Lucas, que ele disse, desigei, por muito tempo, que tem estado muito ansioso de observar esta páscoa. Ele observou a páscoa. Não foi no dia errado, não foi na noite anterior, errado, nada. Foi na hora correta, chegando à hora. Nessa noite, tomou o pão. Isto é depois da saia. Depois de ter seado, ele, então, introduziu os símbolos da nova aliança. E versículo 24. E tendo das graças, partiu o pão simbolicamente, que é o pão representando o corpo de Cristo, que representa ter sido partido, ter sido machucado, ter sofrido.
Desem, To my, comei, isto é o meu corpo, simbolicamente. Está claro, não é que o pão era o corpo de Cristo, o pão era o símbolo do corpo de Cristo. E outra coisa, esse pão era um pão asmo, um pão sem fermento. Sim, os dias, asmos ainda não tinham iniciado, só como seria no dia 15. Isto era no dia 14, da Nissan, mas ele estava aqui a comer pão, que já era pão sem fermento. Por exemplo, na nossa casa, nós já estamos a tirar o fermento da nossa casa, e já estamos a começar a ter, por exemplo, esta semana, antes da páscoa, na quinta-feira, a minha esposa vai fazer pão asmo. Por que? Para nós termos. E isto vai ser bem antes do dia da páscoa. Por que? Porque nós estamos a tirar todo o fermento da casa, vamos pôr na lixeira, que é para sair da nossa casa, nos dias em que a lixeira vem, que vem aqui uma vez por semana, e estar o fermento todo fora da casa, antes dos dias de paisajmos. E por isso, no dia da páscoa, que era um dia antes, já não havia fermento lá nas áreas de Israel. Imagine tirar o fermento de uma cidade inteira! Tínhamos que começar isso bem antes dos dias de paisajmos. E por isso, aquele pão que eles comeram, embora ainda não fosse o dia dos paisajmos, mas já era pão sem fermento. Isso é importante, porque simbolizava e simboliza, quando nós tomamos o pão, asmo simboliza o corpo de Cristo, que não tem pecado, porque o fermento, durante esses dias, tem um simbolismo do pecado, porque levada a massa, quer dizer, esta soberba, que o fermento simboliza neste período. E, por isso, nós dizemos assim, está aqui, tomai, comei, este é o meu corpo, que é partido por vós, fazia isto em memória de mim. Então, fazemos isto em memória do sacrifício de Jesus Cristo, que ele fez durante esse dia, o resto desse dia. Sim, do resto da noite e durante a parte do dia, mas ainda durante o dia 14 de Missã. Versículo 25. Similhantemente, também, depois de sear. Sim, já tinham seado, já tinham comido. Depois de sear, estavam em dá-meza, estavam a conversar, e digamos assim, a petiscar e tal. Mas a refeição já tinha completado. Então, Jesus Cristo, como sou primeiro com o lava-pés, e depois do lava-pés, tomou o pão e então, mudou o imprimosio, o pão como símbolo do corpo dele. Como sabemos, Judas esteve com Cristo e com os outros apóstolos durante o lava-pés. Depois do lava-pés, Judas saiu daquela sala e não participou do pão e do vinho. Mas continuando assim, similhantemente, também, depois de sear, tomou o cálice. Quer dizer, ele estava aqui a introduzir os novos símbolos da nova aliança. E diz assim, dizendo, este é o cálice, este cálice é o novo testamento do meu sangue.
Uma melhor tradução, como em algumas versões da Bíblia diz, é o cálice da nova aliança no meu sangue. Fazer isto todas as vezes que beber-te em memória de mim. Quer dizer, fazemos isto todas as vezes que bebemos ou tomamos o simbolismo da páscoa. Quando é que tomamos o simbolismo da páscoa? No dia da páscoa. E isso é uma vez por ano, porque é um memorial anual. É o dia da páscoa. Por todas as vezes, e quando é todas as vezes, é todos os anos quando é o dia 14, de Nissan ao início do dia 14. Todas as vezes que comereste pão, bebeeste cálice, anunciais a morte do Senhor até que Ele venha.
Até que Ele venha.
Versículo 27. Portanto, qualquer que comereste pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, aqui está a falar de comer num método, de uma maneira indigna, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Está a falar de uma maneira indigna.
Ora, algumas pessoas pensam, bem, eu sou pecador. E por que eu sou pecador não posso tomar a páscoa?
Porque eu sou indigno de tomar a páscoa.
Mas eu vou fazer uma pergunta, irmãos.
Qual de nós é que não é pecador?
Qual de nós é que é digno do sacrifício de Cristo? Ninguém. Não está a falar, se você é digno ou não, está a falar da maneira de observar a páscoa ser uma maneira indigna, de uma maneira correta.
E por isso diz assim, qualquer que comer este tolo, ver o calço do Senhor indignamente, da maneira indigna, será culpado do corpo e do sangue do Senhor.
E por isso não está a dizer para não tomar a páscoa, mas está a dizer para tomar a páscoa de uma maneira indigna. Isto é para observar este simbolismo corretamente.
Queris irmãos, como Paulo descreve em Romanos capítulo 7, ao fim desse capítulo, começando do versículo 14 até o versículo 25, diz que ele é espiritual e que eu sou carnal. É o que Paulo disse. Ele disse, eu estou a batalhar com lutas na minha mente. E isso era Paulo, um apóstolo de sujo Cristo. E ele depois diz, quem vai salvar deste corpo da carne? Graças a sujo Cristo. Quer dizer, todos nós temos uma luta cristã contra a nossa natureza humana. E por isso, isso não é desculpa para dizer, olha, por isso eu não vou observar a páscoa. Não. Precisamos de observar a páscoa se somos batizados para dentro do corpo espiritual de Cristo, para dentro da família de Deus. Como eu já falei várias vezes, somos batizados pela autoridade de Cristo para dentro da família de Deus, do corpo espiritual de Cristo. Não somos batizados, irmãos, como sabem muito bem, não somos batizados para dentro desta Igreja, ou daquela Igreja, ou desta organização, ou daquela organização. Como vocês sabem muito bem, quando batizamos na Igreja de Deus, dizemos claramente não, vos batizam para dentro de nenhuma seita organização humana, mas vos estou a batizar para dentro do corpo espiritual de Cristo, para dentro da família de Deus. Pela autoridade de Cristo. Não é só palavras, mas é autoridade de Jesus Cristo.
E por isso, irmãos, a observação da Páscoa tem que ser de uma maneira dína, não é numa atitude casual, não é numa atitude sem preparação, isto é espontânea, ódio improvisto, despreparado, sem o devido respeito, não, isso é uma maneira indígena. Mas tem que ser de uma maneira dína, isto é arrependido, com respeito, bem preparado mentalmente, porque senão, diz assim, não estamos a discernir o corpo do Senhor. Diz assim, vamos continuar a ler aqui no versículo 29, porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.
Então, como é que podemos discernir ou não discernir o corpo do Senhor? Dois métodos. Um é fisicamente e o outro é espiritualmente. O corpo do Senhor físico, temos que respeitar e ver o que Ele sofreu fisicamente, e a dor, e o seu sacrifício por nós. Ele saiu da vida eterna para ser o homem físico e deu a sua vida física por nós. Isto é um sacrifício enorme que nós não chegamos a compreender. Quando as pessoas dizem, olha, Jesus Cristo não existia antes da vida física, isso é, respeitar o sacrifício que Jesus Cristo fez, que saiu, que estava com o Pai. Por isso é que lemos em João capítulo 17, cerca de versículo 2, dizinho, entrega-me a glória que eu tinha contigo antes de o mundo existir, que ele tinha com o Pai.
Ele é eterno, e ele é um grande sacrifício que ele fez, que saiu da vida eterna para ser um ser humano, e então deu a sua própria vida. Por isso fisicamente temos que discernir o sacrifício de Jesus Cristo. E espiritualmente temos que discernir o corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus. Nós somos batizados para dentro do corpo de Cristo espiritual, que é a verdadeira Igreja de Deus, e por isso fizemos de discernir o corpo de Cristo a Igreja de Deus, e por isso fizemos que é um organismo espiritual e que tem estar unido sem divisões. E é o que Paulo está a falar neste livro. Estamos em Cristo, Cristo não é dividido.
O ponto principal, o vínculo da profeção, é o amor. E o amor é o que nos únicos faz um, como o pai e o filho são um. Não quer dizer que o pai e o filho são uma pessoa, são um. E nós devemos ser um, como eles são um. Isto é unidos em amor. E por isso é que diz, temos que tomar a páscoa, de uma maneira digna, discernindo o corpo de Cristo, não só fisicamente, mas espiritualmente. Ora, se não fazemos isso, por causa disso, por causa dessa razão, versículo 30, há, entre vós, muitos fracos e doentes e muitos que dormem. Isto é muitos que já morreram.
Então, como é que observamos a páscoa? Precisa-vos ter cuidado de tratar um e outro, de uma maneira correta. Versículo 31. Porque se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Se nós estamos a julgar a nós, a próprios, estamos a corrigir a nós próprios, se nós estamos a examinar a nós próprios, então Deus não precisa de julgar-nos no futuro. Versículo 32. Mas quando somos julgados, pelo Senhor, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo. Quando somos julgados, pelo Senhor, é um julgamento, é um processo. Estamos a ser julgados por um processo, julgamento. O ponto final disso, esse processo de julgamento, envolve, diga-lhe assim, ser uma correção, então nós sermos repreendidos e depois mudarmos e arrependermos. É um processo, um arrependimento, para não sermos condenados ao fim desse período de julgamento. Com o mundo. Versículo 33. Portanto, meus irmãos, quando vos ajuntais para comer, espera aí uns pelos outros. Quando vocês se reunirem para comerem a páscoa. Não é uma seia! Não é uma seia, mas é a páscoa. Este simbolismo da nova aliança da páscoa, espera aí uns pelos outros. Não teijam a atuar de uma maneira incorreta. É o que nós fazemos, na Igreja de Deus, esperamos pelo aquele pratinho que tem o bocadinho de pão e aquele pratinho que vem com os cálices. Fazemos isso esperando um pelos outros. Versículo 34. Mas se alguém tiver fome, quer comer uma refeição, come em casa. Come em casa, para que não vos ajuntais para juízo. Quanto às demais coisas, ordem-ná-las aí quando eu for. E, então, no próximo estudo, vamos abordar o capítulo 12, que é a sede de dons espirituais.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).