Boa noite, irmãos. Continuamos hoje com o nosso estudo de primeiro coríntios e vamos abordar hoje o capítulo 6 de primeiro coríntios.
Paulo nasceu a primeira epístola aos coríntios, que é esta, que é registrada bíblicamente. Digo isso porque é possível que ele tenha escrito outras cartas aos coríntios que não são registradas bíblicamente. Ele nesta epístola implorou pela união e depois disso abordou vários assuntos que estavam a prevalecer ou a existir na congregação.
E por aí depois ele pediu aos coríntios para o imitarem. E com isso em mente, ele então enviou Timóteo para ensinar a eles o caminho, o qual Paulo ensinava, praticava e vivia. Ora, havia vários irmãos na igreja com muitos talentos. Isto é que tinham sido bem sucedidos no negócio, possivelmente pessoas ilustras, digamos assim, na sociedade. Pessoas distintas, talvez celebridades, talvez pessoas de alto nível. Mas havia, por isso, nessa congregação, pessoas com muitas habilidades, muitos talentos. Ora, isso, então, explica a falta de união e uma certa arrogância, ou digamos assim, como diz que estavam inchados ou levados, como lemos em 1º Corintes, capítulo 5, e isso explica essa situação.
Por isso, alguns dos irmãos apresentavam esse orgulho, possivelmente, da maneira que falavam. E até o Paulo depois mencionou a eles que planejava ir visitá-los, se Deus quisesse, para abordar o assunto.
O assunto acerca da falta de união. Como forma de abordar essa arrogância e de união, Paulo menciona que o reino de Deus não é baseado na maneira que falamos com conversa arrogante, mas é baseada no poder de Deus. E, por isso, ele então resolveu esta carta por causa de problemas adicionais que mencionamos, que eram acerca de relações sexuais ilícitas. E, então, ele perguntou, quer que ele os visite com uma vara de correção ou com o espírito de amor e gentileza? Como vemos em 1 Coríntios 4, versículo 21, diz assim que queres, irei ter convosco com vara ou com amor e espírito de mansidão? Ora, dentro deste contexto, ele inicia uma correção neste espírito de amor e mansidão e gentileza, dizendo que era relatado a ele que estavam a tolerar a imoralidade sexual na igreja, e eles estavam arrogantes acerca dessa situação, em vez de estar a lamentar a situação e abordar o assunto.
E, por isso, ele cediu, digamos assim, julgou retirar essa pessoa da convivência com a irmandade. A pergunta seria então por que? Para o bem dessa pessoa. Isto é, para que essa pessoa se arrependece. E ele acrescenta que não devem, os irmãos não deviam ter comunhão cristã com tal pessoa pecadora, porque, diz assim, devemos agir ou julgar na igreja. Devemos fazer essas decisões na igreja, para manter a igreja separada destas atitudes do mundão. Isto é do pecado.
Ou, em outras palavras, precisamos julgar os que estão dentro da igreja. Vejam, por exemplo, em primeiro Coríntios capítulo 5, versículo 12. Porque, tenho eu em julgar alguém, a julgar também os que estão de fora? Não! Não julgais vós, então, os que estão dentro. Precisamos julgar os que estão dentro da igreja. Precisamos de fazer decisões, agindo, está claro, de maneira amorosa.
Não é, por isso não é. Para condenar essas pessoas, mas com a intenção de que essas pessoas se arrependam. É o que lemos, por exemplo, em primeiro Coríntios capítulo 5, ao fim desse versículo 5, diz assim, para que o Espírito seja salvo no dia dos Senhor Jesus. Isto é, com a intenção que essa pessoa, o Espírito do homem ou o homem, essa pessoa, ou a maneira dessa pessoa pensar e de atuar, essa pessoa se venha a arrepender. E então, começando agora no capítulo 6, por isso até aqui ideia assim, um gênero de revisão, continuando agora no capítulo 6, Paulo continua falando acerca de julgar. Por quê? Porque os irmãos estavam a levar outros irmãos, outros membros da igreja ao tribunal, buscando julgamento. E Paulo diz que isso está completamente incorreto, completamente errado. Então, vamos começar a ler no versículo 1, primeiro Coríntios 6. Osa algum de vós, tendo algum negócio contra o outro, ir a juízo perante os injustos. Isto é, levar a um tribunal do mundo. E não perante os santos. Por que que vcs, estar aqui a perguntar, se vc tenham algum problema com outro irmão, como é que vc tem ousadia? Por que como é que vc ousa ir ao tribunal se ambos estão na igreja? Em vez de se aproximar à igreja, para resolver o assunto.
Este não é um conselho para aqueles que estão de fora da igreja, ou para aqueles que foram removidos da igreja, mas está aqui a falar acerca daqueles que estão dentro da igreja. Vs. 2, não sabéis vcs que os santos ande julgar o mundo.
O primeiro lugar aqui é que diz, não sabéis vcs que os santos. Nós, hoje em dia, somos santos. Isto não é a maneira que o mundo religioso pensa, mas Paulo está aqui a dizer, não sabéis vcs que os santos ande julgar o mundo no mundo da manhã. Por isso somos santos agora.
E seremos juízes julgando cidades, julgaremos o mundo.
Ora, se o mundo deve ser julgado por vós no futuro, sou-es por ventura indignos de julgar as coisas mínimas hoje em dia. Isto é, não somos capazes, então, de resolver as questões pequenas ou relativamente pequenas que existem entre os mãos. Ora, vejemos, então, aqui em Mateus 18, versículo 15. Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele só. Se te ouvir, ganhaste a teu irmão.
Aqui, a instrução de Jesus Cristo em Mateus está a dizer que você vá diretamente ao seu irmão. Tente resolver o problema a um nível, digamos assim, mais baixo entre as duas pessoas resolver esse problema. Porque se não tiver resolver isso a esse nível e levar isso, começar a falar com outros e coisas assim, está a começar a causar divisões na Igreja.
Por estar a causar pessoas, olha eu concordo com esta pessoa, eu concordo com a outra, e está a causar divisões na Igreja. E por isso está a dizer, não façam isso. Tem que ter esta primeira fase de resolver o problema a um nível mais baixo possível tentar resolver. E depois continua a ler no versículo 16 e 17.
Mas se não te ouvir, não haver uma solução entre estas dois, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. E se não a escutar, diz-o à Igreja. E aqui vê-se, aqui está a falar de haver um julgamento, uma decisão na Igreja.
É a abordagem que devemos de fazer. Se a pessoa fosse a lei, então a situação seria levar a situação ao nível diferente. Mas na Igreja, o julgamento na Igreja, se não faz essa decisão que a Igreja sede, se ela ou ela se recusa, então essa pessoa é removida da comunhão, na Igreja, é removida até se arrepender.
Por aí está um ponto importante. Se a infração for assim tão pequena, tão pequena, então vale a pena levar isto ao nível maior, porque o resultado final dessa sequência de eventos é que a pessoa seria removida da comunhão da irmandade. E, por isso, isso deve ser assuntos em que sejam mesmo de um pecado, por isso é que diz, se alguém pecar, tem que ser um pecado de importe. Mas o princípio é que precisamos resolver o assunto entre duas pessoas, ao nível mais baixo possível.
Mas, de facto, foram um pecado que então há testimonhas, então isso se leva à Igreja e pode conduzir essa pessoa ser removida da Igreja. E diz assim, por isso é que diz no versículo 17, isso não escutar, diz o Igreja. E se também não escutar, a Igreja considera-o como um gentil e publicano.
Isto é removido da Igreja. Em versículo 18 a 20 diz, em verdade, vos digo, que tudo que ligares na terra será ligado no céu. Este princípio do que é ligado na terra, ser ligado no céu, é baseado neste julgamento, neste momento, nesta decisão de remover esta pessoa que está a recusar, a se arrepender perante um pecado. Então, Deus diz que vocês decidem de remover essa pessoa da irmandade. Essa decisão na terra será assim ligada também no céu.
Então, é que Deus vai apoiar essa decisão. E, por isso, é debaixo deste contexto que lemos esse versículo 18 a 20 de Mateus 18. Ora, continuá-lo, então, a ler em primeiro Coríntios, capítulo 6. Acabámos de ler o versículo 2, diz, Sois Proventura indígenas julgar as coisas mínimas, versículo 3. Não sabéis vós que avemos de julgar os anjos.
É um ponto interessante, que provavelmente não sabiam. Ou, talvez soubessem, que Paulo, ou Jesus Cristo, tivesse dito a elas, mas, quando nós sabíamos, sem lermos neste ciclo aqui. E este é um ponto importante, entendimento, que vamos julgar até os anjos. Quanto mais as coisas pretencentes é esta vida. A cerca de anjos, vejemos, por exemplo, em 2 Pedro 2, versículo 4, 2 Pedro 2, versículo 4, 2 Pedro 2, versículo 4, diz, porque se Deus não poupou os anjos que pecaram, mas, avêndos lançado no inferno, isto é, no Tartarú, que é um local de restrição, os entregou às cadeias da escuridão ficando reservados para o juízo.
Vai haver um dia de juízo, até para os próprios anjos, para aqueles que pecaram, que desobseceram. E então, esses vão ser jogados por nós. É o que lemos aqui. Um dia, os anjos, os demórnios, serão jogados. E, como lemos em Judas 6, Judas 6, vejemos aqui brevemente, Judas 6, vemos aqui os anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação. Reservou-nos escuridão e em prisões internas até ao juízo, daquele grande dia. Por isso, vai haver um juízo para os anjos.
E nós vamos ter a responsabilidade de jogar esses anjos. Por isso, vence que esses anjos, demônios, não mantiveram o seu correto devido do Mínio, responsabilidades. Desviaram-se das responsabilidades que tinham a fazer. Por isso, é que diz, não guardaram o seu principado, as suas responsabilidades, as suas áreas de responsabilidade. Deixaram a sua própria habitação, deixaram onde deviam estar a trabalhar e o que deviam ter feito.
Fizeram coisas que não deviam ter feito. E, por isso, estão reservados em prisões internas, as prisões são internas e terras até eles saírem dessa prisão, serem julgados e a decisão desse julgamento ainda está para ser decidida. Nós vamos decidir isso. Mas é que está aqui, essas prisões são até esse dia. Agora, continuando também, em Lucas capítulo 8, versículo 28 a 31, vemos aqui a situação de alguns domónios que pediram a Jesus Cristo para não serem enviados de volta para essa prisão.
Vamos assim. Lucas, ou para essa prisão. Vemos aqui, Lucas capítulo 8, versículo 28. Lucas 8, versículo 28. E quando viu a Jesus, prostrou-se de ela, exclamando e dizendo com uma grande voz, que tenho eu contigo, Jesus, filho de Deus Altíssimo, peço-te que não me atormentas. Não era esta pessoa que estava endemoniada, mas era o domónico que estava dentro dessa pessoa, porque tinha ordenado ao Espírito imundo, nesta é a Suscríste, que saísse daquela homem, pois já havia muito tempo que o arrabatava, era este domónico, este anjo que se desviou do seu próprio domínio, e guardavam no preso, com agrilhões e cadeias, que guardavam esta pessoa, mas, quebrando as prisões, era impelido pelo domónio para os desertos.
E continuando a ler no versículo 30 de Lucas 8, e perguntou-lhe os azuis dizendo qual é o teu nome. E ele disse legião, porque tinham entrado nele muitos domónios, e rugaram-lhe o que não, que os não mandasse para o abismo. E aí vemos, então, para esta prisão. Vemos também aqui, em Pocalipse capítulo 18, Pocalipse capítulo 18, versículo 2.
Pocalipse capítulo 18, versículo 2. Diz aqui e clamou fortemente, com grande voz, dizendo, que caiu a grande babilônia e se tornou morada de domónios, e covil de todo o Espírito imundo, escondrijo de toda a ave imunda e odiável. Vê-se aí esta babilônia moderna, possivelmente Roma, a região romana e este governo da besta, que é diferente da religião Pagã, mas que estava a trabalhar com a religião Pagã, esta falsa profeta e a besta, que representavam o governo, o falsa profeta que representava a religião, que seguia a ele, e a besta, que é ambos o líder e esse grupo de dez nações. Então, ve-se aí que, no capítulo 18, versículo 2, que vai haver, então, esta queda deste sistema babilónico, que vai cair.
Então, continuando aqui a ler, em primeiro coríntios, capítulo 6, versículo 3, ver se aqui que nós temos uma responsabilidade de julgar as coisas pretencentes a esta vida. Por isso, senti-se, nós sabéssimos que vemos julgar os anjos, quanto mais as coisas pretencentes a esta vida.
E, por isso, indigamos assim, isso é parte do nosso treino. Ora, continuando, então, a ler no versículo 4. Então, se tivésseis negócios em juízo, isto é, se tivésseis questões, em que há uma certa disputa, e assim, em assado tal, se tivésseis negócios em juízo pretencentes a esta vida, podes julgá-los os que são, podes para julgá-los os que são de menos estima na igreja. Isto é, então, vocês vão dar a decisão, deste julgamento, desta decisão entre dois irmãos, vão dar isso às juízas injustos.
Isto é o que diz no versículo 1, do capítulo 6 do 1º Coríndios, vocês vão a juízo por ante os injustos, quer dizer, que vão levar a esta decisão, a juízas de um mundão que são injustos, enquanto vocês deviam resolver o assunto dentro da igreja. A ver, século 5. Para vos embruguinhar, o digo, não há pois entre vós sábios, nem mesmo um que possa julgar entre os seus irmãos.
Então, não há nem mesmo uma pessoa sábia na congregação, vocês são assim, então, têm tantos talentos e habilidades, não há nenhuma pessoa sábia na vossa congregação, e não possam resolver esta disputa entre dois irmãos. Aqui, ve-se que bem-provalamente, não era uma questão de pecado, mas era uma questão de opiniões diferentes acerca de qualquer assunto. Então, continuando a ler no verso 6. Mas o irmão vai a juízo com o irmão e isso, perante e fieis. Mas então, o que é que fazem? Levem este juízo, este juízo a uma pessoa fora da igreja.
Continuando, então, a ler no verso 7. Na verdade, é já realmente uma falta entre vós, terem-se demandas uns contra os outros. Quer dizer, aqui um defeito, mas há outro defeito, porque aqui é terem demandas uns contra os outros, porque não sofrez antes em justiça. E, por isso, isto é uma falha completa.
Não só houve um argumento entre dois irmãos, mas não estavam prontos a aceitar, uma coisa mesmo que não seja a favor de uma pessoa, seja de mim, por exemplo, mas aceitar esta possível injustiça entre irmãos. Porque aí está a ver que havia ações deles que eram defeituosas. Vou explicar um bocadinho melhor isto. Aqui, veja-se que é uma falta de amor fraternal, uma falta de sabedoria na conduta entre irmãos, e também uma falta de cuidado daqueles que eram os líderes, por que não estavam a ensinar o caminho que eles deviam. Isto é, de aceitar o errado, o que diz aqui, porque não sofrez antes o dano. Entre irmãos, às vezes, temos que aceitar um certo dano.
Isto é, aceitar um certo grau de injustiça, porque isso é melhor do que recorrer à lei. Vou ler outra vez, no versículo 7. Na verdade, é já realmente uma falta entre vós ter os demandas uns contra os outros, porque não sofrez antes a injustiça, porque não sofrez antes o dano. E aqui, então, a esta disputa entre irmãos, então, a levar isto à lei, ao tribunal, pessoas que não estão na igreja, e isso, então, vai trazer uma censura.
Não vai ser uma boa reflexão da igreja por essas pessoas, porque estão a ver, ó, estão aqueles dois na igreja estão assim, numa guerra ronco aos outros, e não conseguem resolver isto. Talvez um precisa de aceitar o dano, isto é, aceitar um certo grau de injustiça, porque está a falar aqui que ambos estavam na igreja. Por isso, ou em outras palavras, por que você não aceita ser fraudado, digamos assim? Em vez de estar a dizer, eu tenho o meu direito, eu contra o meu irmão, vou puxar para ter o meu direito. E aqui, vence um caso de arrogância, em vez de humildade.
Uma vez mais, voltamos, então, em Mateus capítulo 18, onde estávamos a ler há pouco. Em Mateus capítulo 18, porque o Mateus capítulo 18, como vimos, está a dizer, olha, se houver um pecado, então resolvem entre as duas pessoas. Dizem, está claro, é claro, é um pecado, e depois vai ser levado ao nível mais alto, mas simplesmente é uma disputa, porque é que não vão, então, preduar? E por isso, vence isso no versículo 21, de Mateus 18, e disse assim, então, Pedro, aproximando-se dele, de Cristo, disse, Senhor, até quando às vezes pecará meu irmão contra mim e olho por do areio.
Falando aqui do pecado, mas também, pode ser uma certa fraude. Até sete vezes, e Jesus lhe disse, não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Perduar setenta vezes sete. Quer dizer, perdoar e perdoar e perdoar. Para você não vai estar a contar. Olha, esta pessoa já me pecou 459 vezes, ainda falta mais, dez vezes ou onze vezes, e depois não vou perdoar mais. Ou coisa assim, neste género, não é?
Não, não vai estar a contar. Quer dizer, que tenho que perdoar continuamente. Versículo 23. Por isso, o reino dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com seus servos. Então, está a dar aqui uma parábola. E o versículo 24. E começando a fazer as contas, foi apresentado um que lhe devia dez mil talentos. Estará uma quantidade grande. Uma quantidade de dinheiro muito grande. E continuando a ler aqui, no versículo 25.
E não tem ele com que pagar. O seu senhor mandou que ele e a sua mulher e seus filhos fossem vendidos com tudo quanto tinha para que a dívida se lhe pagasse. Então, tens de pagar a dívida. Então, aquele servo, versículo 26, prostrando-se, reverenciava dizendo, Senhor, seja nervoso para comigo e tudo te pagarei. Então, o Senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou e perdoou-lhe a dívida. Isto é, aceitou ser fraudado, para ser sofrer dano. E, pronto, a dívida está eliminada.
Ora, saindo porém aquele servo, encontrou um dos seus conservos, digamos aqui, nesta parábola, por exemplo, nesta parábola, digamos, seria você, que, ou eu, temos grandes pecados e aproximamos do Senhor e Ele nos perdoa tudo. E depois nós, vamos a um conservo, isto é, um irmão na igreja, e não perdoamos o irmão na igreja. Diz-se, indo porém aquele servo, encontrou-se com um dos seus conservos. Isto é, um dos seus irmãos na igreja, depois de ser ter sido perdoado uma grande dívida pelo Senhor, por Deus, por Jesus Cristo. E diz assim, foi este conservo, este outro irmão na igreja, que ele devia 100 dinheiro, uma certa quantia de dinheiro, mas está, claro, muito inferior.
E lançando o mão dele, sufocava dizendo, paga-me o que deves. Olha, tens uma dívida e tens que pagar esta dívida. Tens que pagar isto tudo. Aqui está o ponto de que há um problema entre dois irmãos, e sim, o irmão tem uma dívida e o outro paga tudo e não vai predoar esta dívida. Então o Senhor conserva o prostrato, o Senhor pés rugava-lhe, dizendo, sede generoso para comigo que eu não te pagarei. E Ele porém não quis. Porém não quis. Antes foi lançá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.
Vendo, pois, os seus conservos, o que acontecia, constristaram-lhe muito e foram declarar ao Senhor tudo que se passava. Então o Senhor, chamando a sua presença, disse, serve o malvado, perdoei-te toda aquela dívida, por como suplicaste-te.
Isso é Deus, Jesus Cristo diz, olhem-o, perdote, todas as suas dívidas. Então Deus diz a nós, então tu não devias igualmente ter compaixão com o teu conserro, do siglo XXIII, o teu irmão na igreja, como eu também tivemos recorde de ti. E, indignado, o seu Senhor o entregou aos atormentadores. Atormentadores, uma tradução mais litoral, é correta, é atormentadores, vai ter uma certa atormenta, até que pagasse tudo o que devia. Esta pessoa, em outras palavras, passa a ter uma vida miserável, porque vai ter uma vida triste, uma vida miserável, vai estar atormentado, além do julgamento final.
Por si, no 35, assim, vos fará também o meu Pai celestial. Se de coração não perdoares cada um a seu irmão, as suas ofensas. Porque o nosso pagamento final, se não nos arrependemos para quando é o Deus, é um lago de fogo. Mas, entretanto, as pessoas com essas dificuldades na Igreja, depois, não estão felizes, passam por certos períodos de atormentação.
E, por isso, devemos estar dispostos a ser, digamos assim, a ser enganados, a aceitar o mal dos nossos irmãos. Quando nos aproximamos do nosso irmão, baseado em Mateus 18, algumas pessoas às vezes aproximam, de uma maneira, digamos assim, de uma abordagem, um cadro áspera, dura, com falta de mancidão. Por isso, Mateus 18 deve ser lido de mão a mão, ao mesmo tempo, que gálatas. Capítulo 6, versículo 1. Porque em gálatas, capítulo 6, versículo 1, está a falar da atitude que devemos ter, quando vamos falar ou abordar o nosso irmão acerca de uma questão.
E, então, aqui, vez irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido por uma ofensa, vos que sou espirituais, encaminhá-lo com o espírito de mancidão, olhando por ti mesmo, para que não sejas também tentado. Por isso, precisamos agir, precisamos abordar aquela outra pessoa, quando há um problema entre dois irmãos, precisamos agir num espírito de mancidão, um espírito de gentileza. Versículo 2. Leva as cargas uns dos outros e assim cumprirás a lei de Cristo. Isto é, aceita ser sofrer dano. Leva essa carga, porque se alguém cuida ser alguma coisa, não ser nada, engana-se assim mesmo, ser uma pessoa importante, você sabe tudo, você não sabe nada.
Versículo 4. Mas prove cada um a sua própria obra e traga glória só em si mesmo, e não no outro. Por isso, o nosso papel é de examiná-nos a nós próprios. Prove cada um a sua própria obra, examinem-se a você mesmo. Não é examinar o seu irmão. E por isso diz, porque cada qual levará a sua própria carga. Devemos de carregar a nossa própria cruz. E isso é o que eu abordo e abordamos, antes do batismo, capítulo 14, versículo 26. Lucas 14, versículo 26. Em Lucas 14, versículo 26, diz, se alguém vier a mim e não aborrer o seu pai, mãe, mulher, e filho, e imagem, imagem, e ainda mais da sua própria vida, não pode ser o meu discípulo.
Se você é um discípulo de Jesus Cristo e você está a fazer as coisas que Cristo quer que você faça, e os membros da família não estão da igreja, eles vão acabar por estar aborrecidos com você. Porque você tem que pôr Deus primeiro. Temos que pôr Deus primeiro. Isto é a nossa prioridade é Deus, versículo 27. E qualquer que não levar a sua cruz e não vier após mim, não pode ser o meu discípulo.
Temos que carregar a nossa cruz, temos que carregar o nosso cargo. Temos que colocar Deus antes da nossa própria vida, como diz o novo ciclo 26. Porém, portanto, se não fizermos isso, não podemos ser discípulos de Jesus Cristo. Esse é o custo deste caminho. Temos que seguir o caminho, temos que pôr Deus primeiro. E porque as pessoas à nossa volta estão envolvidas nas coisas do mundão, vão ficar aborrecidas com nós, porque nós não vamos fazer as coisas que eles querem.
Mas temos que calcular o custo. Como diz o novo ciclo 28. Pois qual vos querendo e de ficar um ator, não se assenta primeiro e faz as contas dos gastos, para ver se tem com que acabar. Por isso nós temos que lidar com os nossos problemas. Por exemplo, se a minha esposa e eu tivermos problemas, não seria melhor nós resolvermos os nossos próprios problemas?
Às vezes pode ser o tom de voz que nós temos. Ou talvez um comentário, talvez Málio Murado, que é entendido pela outra pessoa como uma resposta curtante e cruel. E o problema é que nós não nos vemos a nós próprios, ah mas eu estava a brincar! Por isso é que lemos em Galata 6, versículo 4, que temos que nos examinar a nós próprios. Ou por exemplo, que temos problemas com os nossos filhos. Não seria melhor nós resolvermos esses mesmos problemas em vez de estar a dizer ao mundo todo, a transmitir ao mundo todo, ou levar a minha esposa ao tribunal. Mas estou a falar aqui de duas pessoas na igreja.
Duas pessoas que estão fiéis e covertidas. Continuando, então, a ler, em primeiro Coríntios capítulo 6, versículo 7, diz assim, na verdade, é já realmente uma falta entre vós. Teres demandas uns com os outros, porque não sofreis antes a injustiça, porque não sofreis antes o dano. Por isso, vê-se, é um fracasse total da nossa parte, se não nos auto-examinamos, se não aceitamos um certo dano, se não perdoamos entre irmãos, e por isso isso é uma falta de amor fraternal, uma falta de sabedoria e uma conduta correta.
Ora, isso é um lado da questão, aceitar o errado, mas, ao outro lado, da questão. Porque aqui diz, no versículo 8, mas vós mesmos fazeis a injustiça e fazeis o dano e isto aos irmãos. Aí, vê-se, que tem que haver um arpenimento. Lembre-se que estamos diante de Deus, ou estaremos diante de Deus. Então, continuando a ler aqui, no versículo 9. Não sabéis que os injustos não vão dar o rei de Deus?
E versículo 10. Não é reis, nem os forunificadores, nem os atólotros, nem os adultos, nem os infamininados, nem os sedomitas, nem os ladrões, nem os avarentes, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus.
O imprenitente, isto é a pessoa que não se arrependa, sem arrependimento, não estará no rei de Deus. E por isso não se deixe estar enganado. Em genemias 17, versículo 9, lemos que o nosso coração é enganador e é fácil poder-nos enganar a nós próprios, a nós próprios, não apenas por Satanás, e muitos dos pecados, que vimos estar aqui a falar em Corintismas, está a falar aqui de adultos e femininados, sedomitas, um grande percentagem desses pecados são pecados sexuais, sim, roubados, lisla, ladrões, avarentes, bêbados, maldizentes. Mas precisamos de estar analisar a nós próprios. E às vezes a causa disso seja a falta de amor desde a infância, porque às vezes meninos e meninas pequeninos, pequeninos, não receberam o amor dos pais quando eram pequeninos, e isso agora está a afetar essas pessoas quando são numa idade mais avançada. E por isso temos que aprender a ter compaixão, a ajudar, mas tem que haver arrependimento. Tem que haver arrependimento. A pessoa tem que se arrepender. Por isso, a um lado precisamos de aceitar dar-o. A outra pessoa precisa se arrependermos, precisa de haver um arrependimento. Para S. 11, e é o que alguns têm sido, mas aveis sido lavados. Isto é, arrependerem e foram matizados, e por isso espiritualmente foram lavados, mas aveis sido santificados através do poder do Espírito Santo, estão a mudar-se, estão a se tornar santos, mas aveis sido justificados em nome de S. Jesus e pelo Espírito de Norte Deus. E por isso alguns de vocês eram deste modo, estão arrependidos, estão neste caminho a vencer e vencendo. E por isso, através do Espírito Santo de Deus, é possível haver uma mudança, haver um arrependimento e mudarmos, mas requerem contínuo esforço. Porque Deus chama os pecadores para a igreja, mas tem que se arreprender e com o tempo, tem que mudar. É como, por exemplo, um hospital. As pessoas estão doentes, falam em hospital, mas têm que estar no caminho da cura. Vamos falar aqui de cura espiritual. Continuando, por exemplo, em Lucas capítulo 5. Lucas capítulo 5, versículo 30. Lucas capítulo 5, versículo 30.
E os cribas de Deus e os fariseus murmuravam contra os seus discípulos dizendo por comês e bebês com publicanos e pecadores. E Jesus respondendo isso, não necessitam de médico os que estão sãos, mas sim, os que estão enfermos. E versículo 32. Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores, ao arrependimento. E por isso vemos pessoas na igreja, que têm vários problemas, mas Deus nos está a chamar ao arrependimento. Cristo veio para ajudar aqueles que precisam da ajuda, aqueles que estão dispostos a aceitar essa ajuda através do poder de Deus. Isto é o Espírito Santo de Deus. Ora, continuado, então, em 1 Coríntios capítulo 6, versículo 12. Todas as coisas são lícitas, mas nem todas as coisas convém.
Todas as coisas não são lícitas. Mas eu não vou, não me deixarei dominar por nenhuma.
Aparentemente era uma expressão idiomática, desse tempo, grega, mas o que está a dizer, há um uso lícito correto para todas as coisas. Ora, não está a falar de uma coisa que era pecado, porque o pecado é o uso errado da coisa. Por isso a coisa não é o pecado. Por exemplo, sexo não é pecado? O pecado é o uso errado do sexo.
Por exemplo, existem certas finalidades, ou uso adequado para certas plantas e ervas, mas há um uso incorreto, indivíduo, de algumas dessas plantas, que então se tornam endrogas. Então, por isso há um uso lícito para todas as coisas. Mas nem todas as coisas são convenientes. Nem todas as coisas, como diz aqui, são, que diz assim, que nem todas as coisas que alvém.
Por isso, mesmo que uma ação, ou o uso de uma coisa, é lícito, se não for útil, e se não for conveniente, então está errado.
Por isso, eu diz aqui, todas as coisas são lícitas, isto é, se uma coisa, ou ação, é lícita, isto é, não é contra a lei, mas não é conveniente fazer isso, não é útil fazer isso.
Eu não deixarei dominar por nenhuma dessas coisas. E por isso, se uma coisa é lícita, mas não é conveniente, porque usando essa coisa dessa maneira, vai destruir a paz na igreja, ou vai causar uma falta de edificação de outros membros da igreja, ou causar falta de paz na igreja, se fazer ou dizer uma coisa que seja correto, mas que não é útil, ou conveniente, dizer nesta situação, e vai fazer com que outros vão tropeçar, ou ficar tristes, ou ofender a mente dessa pessoa que seja fraca, como vamos ver em 1º Corinthians, capítulo 8, quando está a falar de carne oferecida aos ígulos, quer dizer, se estão a fazer uma coisa que seja lícita, mas que vai causar ofensa, se vai causar o irmão tropeçar, não faça isso.
Noutras palavras, pode ser legal, mas não deve ser feito nesta situação. Então, não faça. E por isso devemos avaliar uma coisa que seja lícita, mas estamos a fazer numa situação que é conveniente, ou é inconveniente. Vou dar um exemplo aqui. Se uma pessoa nova, uma nova na fé, ela vai ficar em igreja. E esta pessoa tem, digamos assim, uma consciência que pensa que beber vinho é pecado.
E por isso ainda não aprendeu as escrituras sobre o assunto, que é um ponto importante, é ter domínio próprio e não ficar bêbado. E se você sabe que essa pessoa não vai alfender a sua casa, então tenha cuidado, não alfender esse irmão. E por isso, por exemplo, você vai convidar esse irmão à sua casa e você vai servir vinho a ele ou a ela, e sabe que ele ou ela tem uma consciência contra isso, não vai alfender essa pessoa. É melhor, nesse caso, não alfender vinho, ter outra bebida. Os novos, digamos assim, entram aspas, bebés, na fé.
Por isso, veja também em 1º Corinthians capítulo 10. 1º Corinthians capítulo 10, versículo 23 e 24. 1º Corinthians capítulo 10, versículo 23 e 24. Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas que alvém. Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam. Por isso, seja o que for que você esteja a dizer ou a fazer, deve ser sempre para edificar a outra pessoa. Seja o seu esposo, sua esposa, ou outro irmão na igreja, seja o que for. Nunca seja egoísta para agredar, simplesmente, os seus próprios desejos ou sua própria faldada.
Então, continuado em 1º Corinthians capítulo 6, versículo 12. 1º Corinthians capítulo 6, versículo 12. Na última parte, isto, todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma. Não estarei sob o controle dessas coisas que são lícitas. Nenhum pecado, por isso, pensem que nenhum pecado é mais escravisador, isto é, que causa um maior domínio numa pessoa do que os pecados sexuais. E por isso, tenham cuidado com isso. Outro exemplo é o álcool. Se você acha que está bebendo demais, talvez seja bom passar por alguns meses sem bebê álcool, porque esse uso incorrecto de deixar essa coisa dominar você, controlar você, isso é perigoso.
Para você, você precisa ter o controle sobre todas as coisas. Continuando, então, a ler, versículo 13. Os alimentos são para o estoma e os tomam para os alimentos. Deus porém aniquilará tanto um como os outros, mas o corpo não é para a forunificação, se não para o Senhor e o Senhor para o corpo. Aqui vemos, usando o físico como uma analogia, fomos criados de uma certa maneira, e o corpo, é que diz aqui, é para o Senhor. O nosso corpo é para termos no corpo o Espírito homem no homem, e o Espírito homem ao homem, o homem ao homem, recebe o Espírito de Deus para que possamos vir a ser filhos de Deus. E por isso o corpo não foi criado para a imunalidade sexual, mas foi criado para nós como um caminho para nós virmos a ser, ao fim desta meta, filhos e filhas de Deus, recebendo o Espírito de sã Deus para sermos parte do corpo de Cristo.
E por isso está aqui uma vez mais abordar este grande problema, que existia em Coríntio, porque, como mencionei na introdução de primeiro Coríntio, era uma cidade muito imoral, uma cidade portuária, com marinhéis e muita corrupção, e alguns eram pecadores deste género antes de estarem convertidos.
E o problema é que estavam a voltar a esse ato de pecado. E vemos também, em 1 Coríntios 12, que somos só um corpo. Não vou abordar agora, porque vou abordar 1 Coríntios 12, não te estudo, mas nós somos só um corpo, membros do corpo de Cristo. E por isso o nosso corpo pretende ser Cristo. Por isso lemos aqui, versículo 14 e 15, ora Deus, que também ressuscitou o Senhor, nos ressuscitará a nós pelo seu poder.
Não sabéis vós que os vossos corpos são membros de Cristo. Tu merei, pois, todos os membros de Cristo, e os farei membros de uma maritriz? Não, certamente não.
Não podemos estar a fazer, a cometer esses pecados, porque o corpo pertence a Cristo. Preciso 16, ou não sabéis que o que se ajunta com a maritriz faz um corpo com ela, a relação sexual faz dois, um. Por isso é que diz o homem, como disse a Adão Eava, o homem deixa o filho, deixa o seu pai, e se junta à sua esposa, e os dois fazem uma só carne. Uma só carne. A relação sexual faz uma só carne. Por isso é que diz o homem, não sabéis o que se ajunta com a maritriz, faz um corpo com ela. Por isso serão dois, uma só carne. Por siglos 17. Mas o que se ajunta com o Senhor, é o mesmo Espírito. E por isso a relação sexual é só dentro do matrimônio, e é um simbólico, um simbolismo do compromisso que fazemos com Cristo, ao Batismo, que com Deus, que somos unidos a Deus, e não vamos cometer entre aspas adultérios e com Deus espargãos. E por isso o que se ajuta com o Senhor, é o mesmo Espírito. Se torna um. Por isso diz, versículo 18, a fugida foi uma fornicação. Todo o pecado que o homem comete, é fora do corpo. Mas o que fornica, peca contra seu próprio corpo. Por isso, fugam de qualquer relação sexual ilícita. Isto é pecando contra seu próprio corpo. Os pecados sexuais envolvem suas emoções, seus sentimentos psicológicos profundos, envolvem o corpo e causa, até pode causar, várias doenças. Então, continuando, versículo 19, não sabéis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus e que não sois de vós mesmos. Nós pretencemos a Deus. Por quê? Porque Jesus Cristo nos redimiu, nos comprou do pecado, e nós pretencemos a Deus, porque aceitarmos o Cristo como o nosso Jesus sacerdote, o nosso Salvador, o nosso rei vindouro. E por isso, estamos, tínhamos assim, a fazer um compromisso de fidelidade a Deus. Por isso, o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, e o Espírito Santo, o Espírito Deus, vive em nós, quando nós não temos pecado. Por isso, não podemos estar pecando. Por isso diz, versículo 20, porque foste comparados por bom preço, sim, o preço do sangue de Cristo. Por isso glorificai, pois, a Deus, no vosso corpo, atuando e obtendo as leis de Deus. Não entrar em bebidice, não entrar em relações sexuais e lícitas, nem nada disso. Glorificai, pois, a Deus, no vosso corpo e no vosso Espírito, os quais pertencem a Deus.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).