2 Coríntios 1:5-24

Deus é um Deus de misericórdia e consolo. À medida que passamos por provações, aprendemos a ser igualmente consoladores para os outros. Paulo teve muitas provações, mas Deus o livrou de todas elas. A mensagem de Paulo não tinha segundas intenções. Ele não tem mente dupla. A razão pela qual ele mudou seus planos de viagem. Deus é fiel. Ele nos estabelece, unge e sela com Seu Espírito Santo, que é nossa garantia de vida eterna.

Transcrição

O propósito de dois coríntios foi, em primeiro lugar, de encorajar e ilugiar os irmãos pela audiência e incentivá-los a mostrar amor àquele ofensor. Vemos isso em 2 Coríntios capítulo 2, versículo 6, a 8 onde diz, basta-lhe a tal esta repreensão feita por muitos, e então, porque eles tinham arrependido e então, em primeiro lugar, a ilugiar a audiência deles e encorajar a eles a mostrar amor àquele que tinha pecado. Em segundo lugar, é encorajar ou exortar a coleta para os santos. Vemos em 2 Coríntios capítulo 8, começando no versículo 1, a cerca de dizer também, os fazemos conhecer a graça de Deus, dado às igrejas da Macedónia, e depois está a falar acerca da coleta que vão ter para os santos ou os irmãos em Jerusalém. Também se vê isso também no capítulo 9, no versículo 11, quanto há administração que se faz a favor dos santos, e por isso esse é um segundo propósito desta carta ou desta epístola.

Essa coleta foi concluída durante a sua visita de três meses a Coríntios. Quando ele foi a Coríntio, ele concluiu essa coleta e isso lemos em Romanos capítulo 15, versículo 25 e 26. Vamos ver aí brevemente Romanos capítulo 15, versículo 25 e 26, diz assim, mas agora vou a Jerusalém para ministrar aos santos porque pareceu bem a Macedónia e a Acaia. Ora, a Acaia era a região onde Coríntio era ou está, se eu mostrar brevemente a vocês aqui o mapa. E aqui vemos no mapa que a Acaia é esta região aqui de Coríntio. Vê-se aqui a Acaia que é a região de Coríntio. E o terceiro propósito da carta de Coríntios era para mostrar que falsos profetas estavam causando desunião. Vemos isso em segundo Coríntios capítulo 2, versículo 17. Segundo Coríntios capítulo 2, versículo 17. Porque nós não somos como muitos que ganham falsificando a palavra de Deus e por isso está a falar acerca desses que falsificavam ou corrompiam a palavra de Deus. Vemos também em segundo Coríntios capítulo 11, versículo 1 a 5. Segundo Coríntios capítulo 11, versículo 1 a 5. Quisera eu me suportasseis um pouco na minha loucura, suportar porém ainda, por estose loza de voz com o Zelo Deus, por vos terem preparados para se apresentar como uma vígia, por uma marida saber a Cristo, mas temo que assim como a serpente em anoa Eva, com a sua estúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vosso sentidos e se a parte da simplicidade que há em Cristo. E por isso eles estavam a receber pessoas que eram falsos apóstolos. Se ler também no versículo 13, de 2 Coríntios capítulo 11, porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E por isso havia esses falsos mestres e que já existiam durante quando a primeira epístola foi escrita e ele então aqui está a mostrar que eles falsos profetas estavam causando divisão. Mas a maioria se tinha arrependido, mas havia alguns que não se tinham arrependido e por isso vence aqui em 2 Coríntios capítulo 1 versículo 13 e 14. Diz-se por nenhum, mas outras coisas vos escrevemos, se não acho que já sabéis ou também que reconheceis. E espero que também até ao fim as reconheceis. Como está bem, já em parte reconheceste-se a nós, que somos a vossa glória, como também vos sereis a nossa no dia do Senhor. E por isso vemos que alguns se tinham arrependido, alguns entendiam, mas outros não. Por isso, vemos esses três propósitos, razões da epístola de 2 Coríntios, elegearem-os pela audiência e incentivá-los a mostrar amor àquele que tinha pecado, mas que se tinha arrependido, exortar a coleta e mostrar que havia falsos profetas. E Paulo, então, disse que se não se corrigissem, ele viria para os desassociar da Igreja. E por isso são os três propósitos desta Carta de 2 Coríntios. É uma epístola de amor apostólico. Vejam aqui, em 2 Coríntios, capítulo 12, versículo 15, em que diz assim, Eu, de muita vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado. Quer dizer que ela tinha um amor apostólico, um relacionamento para com elas, mas era uma Igreja problemática com problemas, e então havia saído uma história de amor que não estava a ser correspondido de volta a ele. E ele, então, sentiu isso. Então, começamos no estudo prévio, depois de darmos uma abordagem do contexto da história da região de Coríntios e da Carta, vemos aqui, em capítulo 1, versículo 1, que era o sublinhar este ponto, que ele foi, diz assim, feito um apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus. E, por isso, vê-se assim que ele foi nomeado a essa posição de apóstolo pela vontade de Deus. Não foi um apóstolo que se auto-nomeou a si próprio. Ele não disse, olha, eu agora vou ser um apóstolo. Não. Foi nomeado pela vontade de Deus.

Em salmo 75, versículo 6 e 7, vimos isso no estudo prévio, que a promoção vem de Deus. E começamos a abordar a secção de versículo 3 a 7. Eu mencionei que esta secção de versículo 3 a 7 está de uma maneira geral a descrever a natureza de Deus. Isto é uma natureza de misericórdia e de ajuda para aqueles que passam por provações sérias. Isto é de consolamento, de consolo. E, por isso, é que lemos em versículo 3, que é, bem-vindos, seja o Deus e Pai, do nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias. Deus é um Pai de misericórdias, de perdão. E, às vezes, precisamos de aprender a ser misericordioso para com os outros. Às vezes, nós não somos e precisamos ter cuidado com isso. E, por isso, vemos que eram deus de misericórdia. Um ponto interessante é que, se vocês forem ver estudar no antigo estamento, à cerca do Santo dos Santos, havia a arca. Dentro da arca estavam as duas tábuas com as leis de Deus. E, em cima da arca estava, digamos assim, o propiciatório. Isto é representando simbolicamente o trono de Deus, e que chamamos de um propiciatório. Mas a palavra propiciatório poderia também ser traduzida como o trono de misericórdia. Aliás, em inglês, essa palavra de propiciatório é traduzida como o trono de misericórdia, o assento de misericórdia. E, por isso, temos o assento de misericórdia em cima da lei. E, por isso, sim, há lei, mas, além disso, há misericórdia do Pai. E depois, vemos também no versículo 3, que diz assim, e o Deus de toda a consulação. É interessante que a palavra consulação aqui é a mesma palavra que é usada quando está a falar do Espírito Santo, o Consulador. A palavra grega 3, 8, 7, 4 para clícis. Vê-se essa palavra em João capítulo 14, versículo 26, João 14, versículo 26.

Vou ver aqui, João 14, versículo 26. Mas aquele Consulador, o Espírito Santo, que o Pai enviará, essa é a mesma palavra que é usada aqui, em primeiro Coríntios capítulo 1, versículo 3. Aquele que vem ao lado para consular. E Deus nos dá o seu Espírito para nos encorrejar, para nos enconsular. Isto é a sua maneira de pensar, a sua maneira de ver as coisas. Deus nos consola. Também leemos em Filipenses capítulo 2, versículo 1.

Filipenses capítulo 2, versículo 1.

Portanto, se há algum conforto em Cristo, alguma consulação em Cristo, que eu disse aqui, se há alguma consulação de amor, alguma comunhão no Espírito, e alguns entranháveis afetos e compaixões. É a mesma palavra, é a mesma palavra usada aqui, porque Deus e Jesus Cristo, ambos, são pessoas de consulação. Por isso que diz alguma consulação de amor, algum conforto em Cristo, alguma consulação de amor, alguma comunhão no Espírito. Vê-se aí que é Deus que nos consola. Depois, vemos aqui, no versículo 4, segundo Coríntios capítulo 1, versículo 4, que nos consola em toda a nossa tribulação. Quando passamos por provações, quando passamos por dificuldades, que muitas vezes são esmagadoras, a palavra tribulação, é a palavra grega 2, 3, 4, 7, pressão esmagadora, quando temos dificuldades esmagadoras, Deus nos consola, Deus nos ajuda. Quando você e eu estamos emocionalmente e mentalmente em mais posições, em mais condições, Deus nos consola. Mas por que? Diz assim, para que também possamos consular os que estiverem alguma tribulação. E, por isso, somos ou passamos por dificuldades para aprender a ajudar os outros e consularmos, e encorajarmos, e queremos recorrer por outros. E, por isso, é muito importante que entendamos que, às vezes, passamos por dificuldades nas nossas vidas, e essas dificuldades são com a intenção de aprendermos a sermos mais, digamos assim, carinhosos para com as outras pessoas. Então, vemos também aqui em segundo Coríntios, capítulo 12, 2 Coríntios capítulo 12, versículo 9 e 10. Diz assim, e disse-me, a minha graça te basta porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. A força de Deus é aperfeiçoada pela nossa fraqueza. Como? Porque quando estamos fracos, quando temos dificuldades, quando as tribulações são muito fortes, temos esta pressão esmagadora, somos forçados a ter confiança em Deus. Então, aprendemos a ser mais fortes, porque Deus é a nossa força. E, por isso, os fortes, os verdadeiros fortes, não estão a confiar em eles próprios, estão a confiar em Deus. Isto é, quando estamos fracos, aprendemos a confiar em Deus. E, então, realmente ficamos fortes. Mas aqueles que pensam que são fortes confiam em suas próprias forças e habilidades. E isso é um problema. Em Romanos 8, versículo 31 a 39, vemos que diremos, pois, a estas coisas, se Deus é por nós, quem será contra nós?

Se Deus está conosco, se Deus é a nossa força, nada nos separará, nada nos separará de Deus. E Ele é a nossa força. Por isso é que diz, no versículo 39, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura, nos poderá separar do amor de Deus, que está em Jesus Cristo, nosso Senhor. Nada nos separará de Deus. E vamos ter, então, essa força, porque vem de Deus.

Vejamos também em Filipenses capítulo 1. Filipenses capítulo 1 e ver o versículo 6.

Filipenses capítulo 1, versículo 6.

Tendo por certo isto que aquele que é vos, começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia Jesus Cristo. Isto é um versículo muito encorajador, irmãos, porque Deus e Cristo vão completar a obra em nós.

Nós vamos ser o que Deus quer que nós venhamos a ser, embora nós tenhamos mil e uma fraquezas, mil e um problemas, mas Deus nos vai, digamos assim, limpando.

Limpando de vagarinho, puxando aquele brilho, como aquela pessoa que trabalha nos sapatos e põe assim, o pólic nos sapatos e faz aquele brilhar, vai puxando aquele brilho, vai trabalhando em nós. E por isso nós aprendemos lições através destas fraquezas, porque Deus nos encoraja é consolador e Ele é misericordioso para conosco. Mas como lembramos aqui, no versículo 4, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação.

O consolo de Deus não é para nós ficarmos consolados e para aí. O consolo de Deus é para nós consolarmos os outros. Isto é o consolo de Deus não é um fim em si mesmo.

Mas é para nós, então, seguirmos o exemplo de Deus e nos tornarmos consoladores, encorajadores, ajudantes de outras pessoas. E por isso, quando você e eu estamos muito embaixo emocionalmente, podemos pedir e orar a Deus por encorajamento, para que Ele envia alguém para encorajar a você. E Deus pode trazer qualquer pessoa ou situação pequena do mundo à volta de nós que nos vai encorajar.

No século 5, porque, como as aflições de Cristo são abundantes a nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo. Vejam também em segundo Coríntios capítulo 11, segundo Coríntios capítulo 11, versículo, começando no versículo 23, porque vemos aqui que Paulo podia dizer que foi consolado. Porque vejam aqui, está falando desses outros ministros falsos, são ministros de Cristo, falo como fora de mim e ainda mais, porque ele então começa a falar acerca do sofrimento que Paulo teve.

E por isso, o Paulo tem razão de sermos, de sermos, de sermos, de sermos, de sermos, de sermos, de sermos, de sermos. E, por isso, o Paulo tem razão de sermos, de sermos, de sermos, de sermos, de sermos, de sermos. E, por isso, o Paulo tem razão de dizer, tem toda a confiança de dizer que Deus nos consola, nos ajuda, porque ele teve muito desses sofrimentos e vejam aqui, fala assim, em assoites, mais do que eles, em prisões muito mais, em perigo do morte, muitas vezes, recebido os judeus 540 anos de assoites, menos um, três vezes fui assoitado com várias e uma vez fui apedrujado.

Veja aqui, fui escuteado com 39 assoites, três vezes fui assoitado e depois diz aqui, não, não, cinco vezes, dizem o Versículo 24, recebido os judeus 540 anos de assoites, menos um, foi escuteado pelo judeus 39 assoites, digamos assim, por cinco vezes, foi batido com várias, aqui com várias, por três vezes, foi apedrujado uma vez, foi não fragado três vezes, esteva à deriva do mar uma noite e um dia, tevem jornadas frequentes, tevem perigo nos rios, tevem perigo de ladrões, tevem perigo do seu próprio povo, tevem perigo de gentios, tevem perigo na cidade, tevem perigo no deserto, tevem perigo no mar, tevem perigo de falsos irmãos, teve cansar-se-se-os e dificuldades, muitas noites sem dormir, frequentamento com fome e sed, com frio e exposto ao ambiente e a pressão diária da ansiedade por todas as igrejas.

Vê-se aqui que Paulo teve um currículo, digamos assim, do sofrimento como ninguém mais e por isso ele sabe muito bem dizer, e ele é capaz muito bem de dizer que, como lemos aqui no versículo 5, como as aflições de Cristo são abundantes em nós e certamente foram abundantes em Paulo. E depois lemos uma outra escritura aqui em Culociences capítulo 1, versículo 24, Culociences capítulo 1, versículo 24, que diz assim, na verdade, por manter-se desfundados, e Fílbios 17, versículo 23 e versículo 24, eu digis-me agora, no que padeço por vós, no que padeço por vós, eu estou a sofrer a vocês e na minha carne estou a cumprir o resto das aflições de Cristo pelo seu corpo, que é a Igreja.

Ora, se nós formos aplicar isto a nós próprios, nós completamos, que eu lhes aqui, completamos, cumpretou, cumprir, completamos, preenchemos o que falta nos sofrimentos de Cristo em favor da Igreja. Isto é uma coisa que às vezes não pensamos nisto, mas é um assunto muito sério. A noiva de Cristo passa por sofrimentos como Cristo. Por quê? Por quê? Para que na resurreção sejam os compatíveis com Cristo. Ele vai casar-se com uma noiva, que nós vamos ser essa noiva em termos espiritual, espirituais, que tem a mesma empatia, amor, misericórdia e sentimento por outras pessoas, seres humanos, seres pecadores, crises irmãos.

Isto é uma coisa que nós, na Igreja, como irmãos na Igreja, temos que aprender. Infligemente, se nós não estamos a aprender, é bem possível que venham-nos a ter ainda mais sofrimentos no futuro. Temos que aprender a ser como Cristo é, ter empatia pelos outros, quando os outros têm problemas, ter amor para com eles, termos de ricórdia para com eles e ter o mesmo sentimento que os Cristo têm por nós, nós precisamos ter para os outros. Quando os Cristo vier a estabelecer o seu governo, e nós vamos ser aqueles que vamos governar debaixo dele, que vamos ajudar a ele a governar como reis e sacerdotes, temos que ser ajudantes de Cristo que sintam, que reajam, que tenham as mesmas emoções como Cristo tem.

As mesmas ricórdias e empatias que ele tem para com os outros. Versículo 6. Mas, se somos atribulados, é para a vossa consolação e salvação. Paulo falando, ele sendo afligido, atribulado, é para a vossa consolação e para a vossa salvação. Ou se somos consolados para a vossa consolação e salvação. É, a qual se opera, suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos.

Todos no corpo de Cristo, é você e eu, todos nós, no corpo de Cristo, sofreremos, como diz aqui, problemas, dificuldades, perseguições, provações. O que nos ajuda a desenvolver uma paciência e uma perseverança como Deus tem. Versículo 7. E a nossa esperança, acerca do vosso, é firmo. Sabendo que, como sois participantes das aflições, assim, os sereis também têm consolação. Se passares pelo mesmo sufrimento, também serás fortalecido por Deus. Também passarás pelo consolo. E então agora no versículo 8. Porque não queremos irmãos que ignoreis a nossa tribulação que nos sobreveio na Ásia.

Ora, que provação ou dificuldades teve Paulo na Ásia. É possível. Vigemos aqui em Atos capítulo 20, versículo 3. Atos capítulo 20, versículo 3. E passando ali três meses e sendo-o pelo Judeus postas siladas, como tivesse de me ligar para a sida, determinou voltar para a Macedónia. Vês aqui que os judeus esperavam ele para o matar. E depois, ves aqui que houve uma insuração, insuração levantada por Demétrio e seus colegas artesãos, aqueles que tinham essa profissão de artesanato. Vês aqui em Atos capítulo 19, versículo 23. E naquele mesmo tempo houve um não pequeno alvoroço acerca do caminho. Ele, problemas na Ásia, sim, teve. Veja também Atos capítulo 14. Atos capítulo 14, versículo 19 e 20. Atos 14, versículo 19 e 20. E sobreviveram também, porém, uns judeus da Antioquia e de Iconium, que tendo convencido a multidão, apedrejaram a Paulo e o arrastaram para fora da cidade, cuidando que estava morto. Provavelmente estava morto. E depois, no versículo 20, mas judeando os discípulos, depois levantou-se, entrou na cidade e no dia seguinte saiu, com o Barnabé para Derby. Vê sair a coragem dele. Praticamente estava morto, talvez estivesse morto, quase morto. E ele levantou e voltou. E vê se outro problema que teve na Ásia, vemos aqui em 1 Coríntios 15, versículo 32. 1 Coríntios 15, versículo 32. Se, como homem, combatia em fé, é a feso contra as feras, que me aproveita isso se os mortos não se citam. É possível que ele tenha literalmente cedo ter sido condonado à morte e posto num círculo onde havia feras e ele foi protegido por Deus. Aconteceu isso, poderia ter sido isso literalmente. Há muitas coisas que não sabemos de certeza, mas poderia ter sido. Mas Paulo teve muitos problemas na Ásia. E portanto, continuando a ler aqui no versículo 8, de 2 Coríntios capítulo 1, porque não queremos, irmãos, que ignoreis a nossa tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremanera agravados mais do que podíamos suportar, da modo tal que até da vida desesperámos. Ele teve tantos problemas, foi sobrecarregado de maneira tão forte, além da medida do que consegui, pesados, além do poder dele, que ele não pensou que ia sair desses problemas. Ele pensou, olha, estou morto, vai ser o fim do caminho. Nenhuma maneira humana entendia ele nesse momento que ia sair dessa aprovação. E por isso ele teve em situações emocionais que ele desesperou. Eu disse aqui, de modo tal que até da vida desesperámos. A não ser que Deus o livrasse e que o livrou, ele estaria morto. V.9. Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiassemos em nós, mas em Deus que os sussita dos mortos. Ele foi sentenciado. E diz aqui, a sentença de morte. Uma decisão judicial. A palavra grega aqui, a palavra grega 610, que é uma decisão judicial. É a passagem de uma resolução oficial. Tínhamos a sentença da morte. Isto, essa dessa, na morte foi pronunciada sobre Paulo e, possivelmente, sobre outros. E é possivelmente, seria que ele, então, tinha sido lançado nesta arena. Ele, e mas, outros, e ele, então, não via esperança de sair dessa situação. Não via nenhuma saída, exceto que Deus o livrou ou os livrou. E por isso, Alice, versículo 10, o qual nos livrou de tão grande morte e livra. E livra em quem esperamos que, na bem, nos livrará ainda. Versículo 11, ajudando-nos, também, voz com orações por nós, para que veio, para que pelo benefício, que por muitas pessoas nos foi feita, por muitas também sejam dadas graças a nosso respeito. Oramos pelos outros, e quando Deus intervém. E, por isso, sabemos que as nossas orações fazem uma diferença. Eu sei, orações fazem uma diferença.

No meu caso, há umas semanas atrás, não estava melhorado, já por vários meses, e tive que sair do culto. E, dez minutos depois, quando o culto começou, eu já estava na estrada, de repente me senti bem. Eu não sabia porquê. Eu disse à minha esposa, os irmãos devem ter orado por mim. E, a partir desse momento, tenho estado melhor, graças a Deus. As orações de Deus, pelos irmãos, pelos outros, a Deus, Deus intervém. As orações fazem uma diferença. E, então, vemos aqui. Diz assim, para que pelo benefício, e por muitas pessoas, nos foi feita, por muitas também sejam dadas, graças ao nosso Senhor. Graças! Há uma resposta divina, a oração, por muitos. E, assim, a vida dele foi poupada. E ele reconhece isso. Versículo 12. Porque a nossa glória é esta. O testimonio da nossa consciência, da consimplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo e, de modo particular, com vos.

Isto é o testimonio da nossa consciência. É o que ele diz aqui. Isto permite-nos considerar o que é certo e errado.

Querias irmãos, nós precisamos ter um momento renovado, transformado. Isso é o que vemos em Romanos capítulo 12. Romanos capítulo 12, versículo 1 e 2. Que diz assim, rogues, pois irmãos, pela compaixão de Deus que presenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. Irmãos, muitas pessoas dizem, ''Ah, não temos sacrifícios hoje em dia.'' E isso não é aplicado. Irmãos, temos sacrifícios hoje em dia. Eu fiz aqui é sacrifício dos nossos corpos. E então, esse é um sacrifício vivo. Não é que somos assassinados ou mortos, mas é um sacrifício vivo. Nós temos que pôr de fora o velho homem e viver um novo homem. E isso é um sacrifício vivo.

E sermos, então, transformados, como se lê no V. II, com este mundo, não ser conformados com este mundo, mas ser transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimentéis que o que seja boa, agradável e perfeita a vontade de Deus. Não podemos continuar a ser o velho homem, mas temos que mudar. Isso é o testimonio da nossa consciência que estamos a mudar. Estamos a ter um momento renovado, transformado. Estamos, digamos assim, treinando a nossa consciência. Sim, porque a nossa consciência está errada do mundo do passado. Agora temos que estar a treinar a consciência. Isso é o nosso combate. Primeiro, Timóteo capítulo 1, versículo 18, versículo 19. Primeiro, Timóteo capítulo 1, versículo 19. Lembrem-se, conservando a fé e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram um alfrágil na fé. Isto é o nosso combate na fé. Eu estava a dizer a uma pessoa hoje que vimos na fé pessoas batizadas e depois rejeitando e se desviaram do caminho. Nós passamos tanto tempo a aconselhar essas pessoas, a fazer o que é correto e disseram sim e sim, compreendemos, comprometemos-nos. A minha responsabilidade é simplesmente dizer tudo bem, você está a comprometer-se. Agora entre você e Deus e eu vou acreditar no que você está a dizer e batiz a pessoa em boa fé. Mas essas pessoas não conservaram a fé. Não é minha culpa? É culpa de que nós temos que treinar a nossa consciência de dia a dia, temos que mudar a nossa maneira de pensar, temos que pôr o novo homem e isto é a luta e um bom combate com fé e na boa consciência. Avisamos também em Hebreus 9, versículo 14. Quando mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito Interno se ofereceu assim mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas para servir-os ao Deus vivo. O sacrifício de Cristo, o que Ele fez por nós deve tocar nos nossos mentos, nos nossos corações e nós, através disso, devemos de estar a esforçar-nos a mudar a nossa consciência de pecados, de obras mortas, para a nossa consciência estar a servir a Deus completamente. Isso é o que diz aqui, no versículo 14, purificar as nossas consciências das obras mortas para servir-nos ao Deus vivo. E depois lemos também em Hebreus 10, versículo 22. No versículo 22, chegémonos com verdadeiro com o coração, em interé, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência e o corpo lavado com água limpa. Irmãos, a nossa consciência tem que ser purificada pelo sacrifício de Cristo e o corpo lavado com água limpa, que é o Espírito de Santa Deus. Por isso, os nossos corações devem ser as perdidos pelo sangue do sumo sacerdote, de uma consciência má. Por isso, o vemos aqui, lições muito importantes que Paulo nos está a dar aqui em Coríndios. Agora continuando a ler no versículo 13. Porque, nenhuma das outras coisas, vos escrevemos, se não, acho que já sabéis ou também reconheceis. Espero que também, até ao fim, as reconhecereis. E, por isso, estar a dizer, bem, o que estou a fazer é que completa sinceridade e a informação, o que estou a informar a vocês, é consistente. Não há engano nenhum. Eu sou consistente.

Versículo 14. Como também já, em parte reconheceste-te em nós, que somos a Vossa glória, como também Vos sereis a Nossa no dia do Senhor.

Diz aqui.

Por reconheceste-te em nós, que somos a Vossa glória. Somos a razão para vocês, para os irmãos, se esforçarem para virem a ser gloriosos como Deus é e vice-versa. Eles poderiam se orgulhar de Paulo, porque sabia que ele foi lá pregar a verdade, o Evangelho, e assim esta Igreja foi levantada e, por outro lado, vemos que os falsos acusadores estavam a dizer que Paulo tinha motivos ocultos.

E Paulo aqui está a defender a posição dele, está a defender o que ele, da maneira que ele era. Vai ser no 15. E com esta confiança, quis primeiro ir ter convosco para que tivessem uma segunda graça. E agora ele está aqui a dizer, olha, a minha intenção era de ir ter convosco.

Por uma segunda vez, porque ele teve lá a primeira vez. Tivesse então uma segunda graça. Isto é, a graça, a benção de estar com o Ministro de Deus. Mas houve, digamos assim, um atraso. Houve uma mudança de plano. O plano original de Paulo era visitar Coríntio duas vezes. Já tinha visitado uma vez, era visitar outra vez. Mas talvez fosse visitar duas vezes nesta visita.

Vigemos um bocadinho mais acerca disso. Será que ele planejava navegar difésios para Coríntios e depois para a Macedónia e voltar? Veja aqui no versículo 16. E, por vós, passar a Macedónia e a Macedónia e ir outra vez ter convosco. Por isso, desta segunda vez, ele estava querendo visitar eles, digamos assim, em duas ocasiões. Vejamos aqui, vou mostrar aqui o mapa de novo para este mapa aqui.

E vejamos, então, aqui neste mapa.

Ele estava aqui em Ifésios, nesta região. E era possível que ele quisesse navegar e ir de barco para Coríntios. E depois de Coríntios, ir à Macedónia e, que esta área, digamos assim, do norte da Grécia, e depois da Macedónia, voltar a Coríntios, uma segunda vez, e depois navegar de volta para voltar a Jerusalém. Parece que essa era a intenção dele. E, por isso, nesta segunda visita deles, realmente visitar eles duas vezes. Irei aqui primeiro, ir à Macedónia e voltar uma segunda vez, depois a caminho de Jerusalém para completar a viagem. Ora, será por isso que é o que ele queria fazer mais? Mas ele queria obter notícias, já cerca dos Coríntios, notícias positivas, que eles tinham arrependido e coisas assim, para não ir lá e ser assim muito forte. Mas não tinha ainda recebido as notícias dos Coríntios através de Tito. A cerca da primeira epístola que ele mandou a eles, escreveu a eles, este é o primeiro Coríntios, e visto que ele não tinha recebido isso, a notícia deles, ele então pensou, talvez Tito esteja a vir a pé pela Macedónia e depois vir a pé aqui aonde eu estou. E então disse, bem, se esse é o caso, então eu melhor vou ver voatrolas, talvez encontre Tito aí e, como ele não encontrou Tito aí, então ele foi, querido mais norte, aqui a Filipe, nesta região e então encontrou lá Tito. Então foi daí que escreveu segundo Coríntios, que depois de ver Tito e de receber as boas novas, então é que ele escreveu esta carta. E por isso mudou os planos, porque os planos originais eram dele navegar da Éfuso a Coríntios, mas ele então, porque não tinha recebido notícias de Tito, decidiu ir a Tróad e depois à Macedónia e por isso mudou os planos. Ora, isso não foi uma questão de que ele estava inseguro ou que estava a vacilar, veja aqui, versículo 17, e deliberando isto, usei Proventura de Leviandado, ou o que deliberou, o deliberou, o segundo a carne, porque agem-me sim, sim e não, não. Quer dizer, ele não fez isto porque estava inseguro ou estava a vacilar, mas os acusadoras, em Coríntio, estavam a dizer, não podemos confiar na palavra de Paulo, porque ele disse que viria diretamente Ephesus e não veio. Agora, conhecemos que ele começou a viajar a caminho Tróad. Olha, e depois para Filipos. Olha, vê-se aí que ela não é uma pessoa de confiança, que não disse a verdade. Então, ele está a explicar assim, versículo 18. Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convozco não foi sim e não. Assim como Deus é fiel, a nossa palavra para vocês também é fiel. Ele não estava a dizer sim, como a intenção de dizer não. Eu não estava a dizer sim, sim, vou aí, mas ele tinha uma intenção de ir por estrada acima, ali da terra, a caminho da Macedónia primeiro. Esse não era a sua intenção, não havia duplicidade da parte de Paulo, simplesmente que os planos mudaram. Às vezes, os planos mudam. Versículo 19.

E nós podemos confiar nas promessas de Deus através dos Cristo. São confiáveis.

É o que diz aqui, versículo 20, vou repetir, porque todas quantas promessas há de Deus são nele sim e por ele o amém, para a glória de Deus, por nós. E ele então está aqui a usar, vai explicar a autenticidade da vida e do trabalho de Paulo e vai verificar isto por quatro palavras-chavas. E isto é para a glória de Deus. Estas palavras-chavas, deixe-me dizer as palavras-chavas inicialmente para quando lermos, entendermos um bocadinho melhor. Estas quatro palavras-chavas é confirma, ungir, selar e panhou. Vejamos então aqui, no versículo 21, mas o que nos confirma com vos que é em Cristo e o que nos ungiu é Deus. É Deus que nos confirma, que nos estabelece, que nos chama, que nos dá a oportunidade que nós temos. E por isso Deus não aumenta. E Paulo também, nós estava a mentir. E depois diz, Deus nos ungiu, nos consagra, nos separou, nos separa. Para quê? Para sermos reis e servos especiais dele no rei de Deus. Deus nos separa, perdão, nos separa. Isto é, nós recebemos o Espírito Santo de Deus e então esse acto de recebemos o Espírito Santo de Deus, é como Deus nos ungiu e nos vai ungir quando viermos a ser reis, ou ao viermos a ser servos especiais, como por exemplo, está a ungir o ministro, ou para uma posição de rei. Óleo é usado, que é simbólico dessa unção. Procíclo 22. E depois diz, o qual também nos celou e deu o penhor do Espírito em nossos corações. Deus nos celou. É como colocando cera num documento e carimbando, e aquela celo fica ali, e isso indica a autoria, propriedade, autencidade e proteção. Por exemplo, que é uma carta que não foi adulterada. Nós somos celados com o Espírito Santo de Deus e por isso Deus é o dono de nós. E por isso vemos aqui, tal como isto, Paulo como o servo de Jesus Cristo, como vemos aqui um apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus, como vemos no versículo 1, ele está a fazer a mesma coisa, ele não está a mentir. E depois diz assim, nos deu o penhor do Espírito. O que é que é dizer o penhor do Espírito? É que Deus nos dá ao seu Espírito como penhor, como garantia, como um adiantamento. Temos assim uma promessa, um pequeno adiantamento de promessa da vida eterna, uma garantia de que você receberá um corpo espiritual. Irmãos, nós somos verdimidos, mas realmente a retenção ainda está a provir. Nós somos delimidos a uma garantia, um penhor, um adiantamento. O Espírito Santo é garantia dessa herança eterna futura. Efésios 1, versículo 12. Com o fim de sermos para a louvor da celulolórea, nós, os que primeiro esperamos em Cristo, em que também vos estáis depois que ouviste a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, e tendo nele também querido, foste selados com o Espírito Santo da promessa, o qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão adquirida para louvor da sua glória. O Espírito Santo Deus é garantia da nossa herança, é o penhor da nossa herança, para a redenção da possessão adquirida. Vejamos em segundo Pedro, capítulo 1, segundo Pedro, capítulo 1, versículo 3. Visto, como o seu divino poder nos deu tudo que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou pela sua glória e virtude, pela qual já nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas para que por elas fiquem participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção que pela consciência há no mundo. Através do Espírito Santo Deus temos grandes promessas de participação da natureza divina. Hoje em dia estamos a desenvolver um carinho disso. É um penhor para nos ajudar a isso. Me garantia um adiantamento, mas a verdadeira natureza divina que vamos ter vai ser na receboração. Vejamos no versículo 11, porque assim vos será amplamente concedida a entrada no Reino Interno do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Isso é a entrada no Reino de Deus, a resolução à vinda de Cristo. Vejamos aqui Romanos 8, versículo 23. Romanos 8, versículo 23. Romanos 8, versículo 23.

E não só ela, mas nós mesmos que temos as primícias do Espírito. Nós somos os primeiros, as primícias do Espírito. A maioria do mundo não tem espírito hoje. Nós somos as primícias do Espírito, que é simbolizado pelo dia de pentecostos. Recebemos os primeiros a receber o Espírito. Também jamemos em nós mesmos, esperando a adoção, a uma tradução melhor, a filiação, a saber a redenção do nosso corpo. A redenção do nosso corpo. Esperando a redenção do nosso corpo. Sim, somos rudimidos, mas isso é, em parte, a verdadeira redenção. É a vinda de Cristo, quando o nosso corpo vai ser mudado para um corpo espiritual. Segundo Coríntios, capítulo 5, versículo 5. Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu também o penhor do Espírito. Deus nos deu o Espírito como a garantia. Garantia que um dia teremos a vida eterna na família de Deus.

É um depósito. É como se você vai comprar uma coisa, um carro, uma moto, uma bicicleta, e você dá um depósito, um sinal, um adiantamento, um penhor.

Você está comprometido a fazer isso. E Deus não aumenta. Então, continuando aqui, em Segundo Coríntios, capítulo 1, versículo 23, e diz assim, invoca porém a Deus, por estimulhar sobre a minha alma, que para vos poupar não tenham até agora ido a Coríntio. Então, por que que Paulo mudou seus planos de viagem?

E isso aqui? Que para vos poupar não tenham até agora ido a Coríntio. Paulo queria dar aos irmãos em Coríntio uma chance de se arrependerem, e por isso não foi a eles ainda. Essa é a razão, porque ele não foi lá imediatamente, a porte descrevera a primeira epístola. Se dê o esperar para ver se havia arrependimento. E queria saber as notícias de tito por tito, de que de facto teria havido esse arrependimento.

Versículo 24. Não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos co-operadores de vosso gozo, porque pela fé está em pé.

Somos ajudantes. Somos co-operadores. Somos ajudantes. De quê? Do vosso gozo. Da vossa alegria. Nós, como ministros de Jesus Cristo, servos do povo de Deus, nós estamos aqui para dar a vocês uma alegria. Não é para sermos dominadores, autocratas, ditadores. Pum, pum, pum! Não, não é.

É uma mudança de maneira de atuar, muito diferente.

Eu já vi ministros que foram muito fortes, muito duros. Então, eles estavam a ser co-operadores do gozo dos irmãos? Não, mas isso é nossa responsabilidade. Nós não temos domínio sobre os irmãos. Estamos aqui para ajudar os irmãos. E sim, os irmãos têm problemas, têm dificuldades. E por isso precisamos ter muito cuidado como tratamos a vocês.

Em primeiro pedro, capítulo 5, primeiro pedro, capítulo 5, vamos ver versículo 2 e 3. Aqui é uma palavra que, infelizmente, em certas traduções, não é bem impressionada no que está a falar. Em primeiro pedro, capítulo 5, versículo 2 diz, apacentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dela, não por força. Vamos ver aqui, cuidado do rebanho. Isso é o selê na Almeida Corrigida e Fiel. É o selê na Almeida Revista e Corrigida, tendo cuidado dele. Na Almeida Revista é atualizada e na versão de King James atualizada diz, como Deus quer. Mas é interessante que a palavra grega aqui, a palavra grega aqui, que foi traduzida, tendo cuidado dela, é a palavra e piscopeio. Isto é a palavra de ministrar, de ser supervisores, o que significa servir como supervisores. Aliás, é a maneira que está a inglês, na versão do novo King James, é supervisionar, por implicação, estar atento, vigiar diligentemente, assumir a supervisão. Isto é ministros, somos supervisores como ministros e piscopeio. Vigiar diligentemente e infelizmente, às vezes, talvez parte do sentido não seja bem entendido. Isto é a responsabilidade ministerial.

E piscopar é de ter cuidado dos irmãos, não por força. Não como senhores, mas de ter uma responsabilidade de cuidar e ser um exemplo. Não por torpe ganância, mas de ânimo pronto. Nem com tendo domínio e sobreirança de Deus, mas servindo de exemplo ao rabanho. Continuando no versículo 24, de 2 Corintios capítulo 1, versículo 24. Não que tenhamos domínio sobre Vosso fé, mas porque somos cobradores da Vossa alegria, do Vosso gozo. Servimos como supervisores, vigiando atentamente, cuidando para quê? Para ajudar na alegria dos irmãos na igreja. Porque pela fé, estás em pé.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).