Aprendam o temor de Deus

Na instrução dos dízimos de Deuteronômio 14:22-27, os quais são para ser usados para comer e beber o que desejamos quando celebramos a Festa no lugar que Deus escolher, Deus diz que a Festa é para "aprendermos a temer o SENHOR, teu Deus, todos os dias" e aí "te alegrarás, tu e a tua casa". Entendemos o que é o verdadeiro temor de Deus, e o que devemos aprender? Por outro lado, lembramos-nos que "Deus é amor" e "o perfeito amor lança fora o medo... e todo aquele que teme não é aperfeiçoado no amor" (1 João 4:8, 18). Este sermão explica o que é o temor de Deus [e o que não é], e como o resultado é para o nosso bem.

Transcrição

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Bom dia ao bota-árticos irmãos aqui, Jorge Câmes, falando-vos de Cincinnati.

Todos nós completamos recentemente a festa de Tabronáculos e, com o ondo-se-seja que a tenhamos observado, tivemos um período de grande alegria dentro do conhecimento das festas do Senhor e do plano que Ele nos dá.

Uma das instruções para a festa de Tabronáculos está em deutronómio 14, versículos 22 a 26. Vigemos essas instruções brevemente aqui, com licença. Diz assim, certamente darás os dísimos de todo o fruto das Tuas Sementes, que no ano que há na pós-âneo se recolher do campo. Quer dizer, temos que popar o nosso dízimo, mas aqui está a falar, está claro, do que nós referimos na Igreja como o segundo dízimo, porque é um dízimo para ser usado por nós mesmos, durante a festa. Não é o dízimo que damos a Deus, é um dízimo separado, é um segundo dízimo.

Continuando, vou explicar isso uma vez brevemente aqui, continuando então no V. 23, diz assim, perante o Senhor Teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o Seu nome, comerás os dísimos do Teu Soriál, do Teu Vim, do Teu Aceite, e os primagênidos das Tuas Vacas, etc.

É aí que e comerás os Teus Dísimos. Está claro que hoje em dia as pessoas convertem o dízimo do que vendemos, e é convertido em dinheiro, e por isso é o dízimo desse avencimento, digamos assim.

Mas diz aqui assim, os primagênidos das Tuas Vacas e das Tuas, ovelhas para que aprendas a temer o Senhor Teu Deus todos os dias.

Está aqui uma razão muito importante da festa, que está a dizer para aprender-as a temer o Senhor Teu Deus todos os dias.

E a pergunta que eu quero fazer hoje é, estamos a aprender a temer o Senhor Teu Deus todos os dias. Estamos a aprender. E aprendemos um pouco durante a festa, e estamos a aprender todos os dias, conforme vivemos. E depois continuando a ler aqui, para completar, simplesmente ler esta secção da Bíblia diz assim, Quando o caminho for cumprido demais, que não possas levar por estar longe de ti o lugar que o Senhor Teu Deus escolher para lipor, quando o Senhor Teu Deus te tiver abençoado, eu não estará a dizer aí para fazer desculpas, para dizer que não pode sair, diz assim, quando o seu caminho for difícil ou longo, então, tens que fazer.

Então, Vêndios, versículo 25, Vêndios, dizimos estes primogênitos, Vêndios e leva o dinheiro na tua mão e vai ao lugar que o Senhor Teu Deus escolher. Perdão. E é o que se faz hoje em dia, hoje em dia, a maneira de se fazer coisas, é com o dinheiro, um sistema do mundo de hoje em dia, e continuando, versículo 26, este dinheiro dá loás por tudo o que deseja a tua alma, por vacas ou velhas ou vinho bebida forte, isto é, para comprar comida, quando for-se à festa, ou qualquer coisa que te pedirá alma, seja o que queiras, está claro, dentro das permissões que Deus nos dá para o que é abençoado por Deus, para podermos comer, está claro.

Come-o ali, perante, o Senhor Teu Deus, e te alegrarás tu e a tua casa.

E veis aqui um princípio que é, primeiro, temos que estar a poupar o dízimo através do ano, para podermos observar a festa quando chegar o tempo da festa, mas a razão é para aprendermos a temer o Senhor Teu Deus, e conforme fazemos isso, e por isso, como observamos essa lei, esse mandamento, praticámos o dízimo e poupámos o dinheiro, então podemos ter essa, digamos assim, essa poupança, que é do segundo dízimo, para podermos alegrar durante a festa, como diz assim, ao fim do versículo 26, para que aí, perante o Senhor Teu Deus, e Te alegrarás Tu e a Tua família, a Tua casa.

E por isso, veis aqui que temos um princípio aqui que, quando vamos para a festa, para aprender a temer o Senhor, todos os dias, e Te alegrarás.

E às vezes, certas pessoas perguntam como é que a temer e alegrar e estar alegre podem estar juntos, mas é que este temor de Deus não é um terror, não é um terror, mas é um temor de reverência, de admiração, de estarmos impressionados, de honrar, de respeitar.

É este, digamos assim, um temor positivo, de que estamos honrando, respeitando, e por isso, tendo cuidado de reverenciar e fazer o que Ele nos diz para fazer.

E isso são as características de um bom líder, também. As características de um bom líder é uma pessoa que, um bom líder que, também, tem o temor de Deus.

Podem ler isso, não vou ir agora neste momento a esta escritura, mas simplesmente vou mencionar, em segundo Samuel 23, versículos 1 a 4, aonde demonstra que um bom líder tem que ter este temor, de Deus. Mas a minha pergunta é, estamos a aprender como ter este temor de Deus.

E parte para responder a essa pergunta, a pergunta outra coisa é, compreendemos o que é o temor de Deus, primeiro lugar. E vejam comigo, se faça a favor, em primeiro João, no primeiro livro de João, capítulo 4, primeiro João capítulo 4, porque isso lê que Deus é amor. Primeiro João capítulo 4, lê-se que Deus é amor. E depois diz assim, no versículo 18, diz assim, no amor não existe medo, primeiro João 4, 18, no amor não existe medo.

Antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento, logo aquele que teme, não é aperfeiçoado no amor. Por isso, o que está a falar aqui, aquele que teme?

É que, é aquele que tem, em grego a palavra aí, é fóbus, onde vem a palavra, é uma fóbia, isto é, um terror, uma coisa que cria um grande terror.

E amor de Deus, o amor de Deus, como lê-se aqui, o perfeito amor, lança fora este terror, não temos terror, não temos este...

Temor que seja terror, porque isso é uma coisa negativa, um terror é uma coisa negativa.

O amor de Deus, lança fora este terror, este medo, este temor, porque é um temor negativo. Por isso, quando estamos a falar do temor de Deus, não estamos a falar da mesma coisa, estamos a falar de um respeito, de uma reverência, de uma admiração, de uma maneira de estarmos impressionados e por isso honrar e respeitar Deus, mas não é um terror.

Vejam, por exemplo, um exemplo aqui em Hebreus capítulo 5.

Hebreus capítulo 5, versículo 5, a 7. Está a falar aqui de Cristo, dizendo-lendo assim, assim mesmo não se glorificou para estronar sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse, tu és meu filho, eu te gerei.

Como em outro lugar também diz, tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melchizedec.

Ele, Jesus, nos dias de Sua carne, tendo oferecido com forte clamor, ilágrimas e orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido.

Aqui esta frase, seguinte, se lerem. Na versão, almeida revista e corrigida, diz assim, e tendo sido ouvido, quanto ao que temia? Quanto ao que temia? Isto é, Jesus Cristo teve um certo temor, um temor de Deus. Interessante é que a palavra grega, que é o que é, para esta tradução, é uma palavra grega diferente. Não é de fóbios, mas é de elabeia. E, por isso, na tradução, ao meio da revista e atualizada, em português, foi traduzido por causa da sua piedade. Mas talvez uma boa tradução, a qual o que é?

A sua reverência, a sua calção, a sua circunspinção. Digamos assim, o seu cuidado, a seu respeito e a admiração. E o cuidado, e por isso, esta reverência, esse temor, mas é um temor que é um temor que é um temor de Deus. E, por isso, a sua revista, a sua revista, a sua revista, a sua revista, a sua revista, um temor, mas é um temor positivo, não é um temor negativo. Por isso, Jesus Cristo teve este temor de Deus quando esteve na carne. Por que? Porque ele sabia que se pecasse. O plano de Deus seria completamente destruído, e essa era a própria razão, porque ele veio para a Terra para abrir o caminho para a salvação de nós. E, por isso, ele tinha, digamos assim, esta calção, esta reverência, este temor de Deus, este respeito, cuidado de fazer o que era certo. Por isso, vê-se aqui que Jesus Cristo tinha este temor de Deus.

Mas vejam também que ele tinha este temor de Deus porque diz assim, a quem o podia livrar da morte, com forte clamor, ilágrimas, orações, supras, a quem o podia livrar da morte. Por que? Porque ele tinha fé. Ele tinha fé. Vê-se assim, então, que este temor de Deus está ligado a fé.

Porque é uma fé que nos dá, digamos assim, uma garantia, de que se nós fizermos o que é agradável a Deus. E está claro, sabendo que Jesus Cristo nos perdoou, porque nós nunca poderemos nos salvar a nós próprios. Mas isto é parte desta fé.

É fé, porque temos que ter este temor, em fé que Deus fará o resto que nós não podemos fazer, desde que nós estájamos a fazer a nossa parte. Por isso este temor de Deus vai bem ligado a fé. E vejam também em Deut. 10.

O décimo capítulo de Deut. 9... Deut. 10...

Deut. 10. Vers. 12.13. 10. Vers. 12.13. Diz aqui... Agora, pois, ao Israel, que é que o Senhor requer de ti?

O que é necessário? O que é que Deus requer que nós façamos? Sim, porque há coisas que Ele requer que nós façamos. E o que é? Onde é que começa? Não é que temos o Senhor. O que Deus requer de nós, é que nós tínhamos este temor do Senhor. Que é esta calção, que é esta reverência, que é esta admiração, esta honra, este respeito. É um temor do Senhor que é um respeito. Não é um terror. É um temor do Senhor, Teu Deus. E por isso Ele diz... O que que Deus requer de nós? Não é que temos o Senhor Teu Deus e que andas em todos os seus caminhos.

Isto é, que este temor, este respeito, esta admiração, esta honra, esta reverência nos faz com que nós queiramos, tínhamos o desejo, nos esforcemos a andar em todos os seus caminhos. E assim, o amos.

E assim, estamos a amar a Deus. Porque o amor de Deus, o amor de Deus, põe de fora todo o terror. Porque o amor de Deus é o que nós precisamos de ter. E por isto este temor, este respeito, é para andarmos no caminho de Deus, para amarmos a Deus, perdão, e para servirmos ao Senhor, para ter Deus de todo o coração e de toda a tua alma. Para guardar os mandamentos do Senhor e os seus estatutos, que hoje Te ordeno, para o Teu bem. Isto é o que Deus quer de nós.

Para, primeiro, começar com o temor. Este temor de Deus faz com que nós estejamos motivados. Porque temos fé que vai haver justiça. E por isso, além de justiça, vai haver misericórdia também. E por causa disso, vamos andar nos caminhos Dele, vamos amar-lo, vamos servir-lo, vamos guardar os mandamentos e os seus estatutos para o nosso bem.

E por isso podemos estar alegres, porque é para o nosso bem. E por isso, o princípio a instrução durante a festa é tenha um temor e, por isso, estejam alegres durante a festa. Começa com o temor e acaba, porque é para o nosso bem.

Estarmos alegres. Vejam também em Isaías 66. Isaías 66.

Versículo 2.

Isaías 66. Versículo 2.

Fiquei que vou começar do versículo 1. Assim, diz o Senhor, o céu, é o meu trono e a terra, os trados dos meus pés, que casa-me e ficarais vós. E qual é o lugar do meu repouso? Pois diz. Porque a minha mão fez todas estas coisas e todas vieram existir, diz o Senhor. Mas o homem para quem olherei é este. Para quem Deus vai olhar. Não é o que vai dar uma casa, ou que vai construir uma coisa, ou que faça o que seja. Para quem Deus vai olhar. Isto é o que Deus quer. Um princípio muito importante diz assim o aflito e abatido de espírito e que treme da minha palavra.

O aflito e abatido de espírito e que treme a minha palavra. Isto é ter este respeito reverência de cuidado para desgeviar da palavra de Deus. Vejam também em Salmos 147, versículo 11 Salmos 147, versículo 11.

Salmos 147, versículo 11. Diz assim agrada-se o Senhor dos que o temem e dos que esperam na Sua misericórdia.

Deus está agradado com aqueles que têm este temor de Deus, esta reverência. Por que? Porque isso faz com que andem no caminho de Deus, obtém as leis de Deus para o bem deles e que esperam na Sua misericórdia. Isto é tem esperança porque esperam que tem esperança na misericórdia. E por isso este temor de Deus tem uma esperança em que é a misericórdia. E como disse anteriormente o amor de Deus que é baseado começando com o temor quando temos temor então vamos respeitar a Deus, vamos optecer a Ele, vamos amar a Ele. Ao fim de contas Deus é amor. Quando temos este amor também temos este respeito e temos esta fé de que haverá justiça mas também temos esta esperança na misericórdia. E por isso ve-se aqui as partes importantes da lei que é a justiça a misericórdia e a fé. E que a justiça e a fé. E que são iniciadas pelo temor de Deus. O temor este é respeito correto.

Vejam, por exemplo, também em Salmos 36 por ciclo 1. Salmos 36 por ciclo 1.

Salmos 36 por ciclo 1.

Diz assim há no coração do ímpio a voz de transgressão. Não há temor de Deus diante seus olhos.

Quando há transgressão, quando há pecado isso diz a Deus que não há temor de Deus.

Sim, cada acto de pecado diz isso que quando pecamos, não temos respeito, cuidado, reverência para Deus.

Então, o que é o temor de Deus? O temor de Deus é um profundo respeito, uma profunda admiração e cuidado pelo qual há um resultado final, e por isso sabemos desse resultado final porque há justiça, porque vai haver julgamento final e por isso obtecemos andamos no seu caminho para o nosso bem.

E está claro, isso está ligado à justiça, à misericórdia e à fé como expliquei. O temor de Deus não é um medo dos castigos sem arrependimento, sem remorso e sem confissão. Não. Esse é o temor negativo porque o temor de Deus não é um tormento, não é uma fóbia, mas é um respeito que conduz ao arrependimento e que conduz a uma mudança de vida para o nosso bem. E, por isso, o temor de Deus está ligado à alegria. Vejam comigo em provérbios provérbios 28 provérbios 28 reciclo 14 provérbios 28 reciclo 14 que diz assim feliz o homem constante no temor de Deus.

Feliz o homem constante no temor de Deus. Porque o temor de Deus mantém-nos mantém-nos nesta condição de reverência, de respeito, de estarmos impressionados e admirar a Deus, a honrar-lo e por isso se mantemos constantemente neste temor de Deus seremos felizes porque estamos a obtecer as leis de Deus temos de for... perdão, temos por isso as benções de estarmos a obtecer a Deus e por isso temos alegria.

E por isso, queridos irmãos, o amor de Deus conduz-nos ou guia-nos a obtecer a Ele.

Demor a Deus, guia-nos a obtecer a Ele. Obtecer a quê? Está claro que é obtecer as leis de Deus. As leis de Deus que foram dadas inicialmente por Moisés e que foram amplificadas por Jesus Cristo. Vejam comigo se faz favor em Deuturónium Deuturonómio capítulo 31 Deuturonómio capítulo 31 Ao fim do livro de lei, diz assim Deuturonómio capítulo 31 versículos 24 a 29 versículos 24 a 29 versículos 24 a 29 versículos 24 a 29 versículos 24 a 29 versículos 24 a 29 Diz assim, tendo Moisés acabado de escrever integralmente as palavras desta lei no livro de Ordem aos Levitas que levavam a Arca da Aliança do Senhor dizendo, tomai este livro da lei pondo ao lado da Arca da Aliança do Senhor vosso Deus, para que ali esteja por testimony para ti. Perconheça-te a tua rebeldia e depois continua. Ele continua a dizer até o ponto no versículo 29 que diz porque sei que depois da minha morte por certo procederês e vos desviareis do caminho que vos tenha ordenado. Então este mal vos alcançará nos últimos dias porque fareis mal para ando o Senhor provocando-o a ira com as obras das vossas mãos. Coisa muito triste para Moisés estar a dizer eu sei, eu sei que vocês vão desobedecer eu sei que vão ter estas coisas mais todas vão acontecer a vocês. Que pena, que pena! E por isso, porque ele conhecia a rebeldia e a serviço das pessoas que eram teimosos por isso pôs o livro da lei ali para ser uma testemunha perante estas pessoas.

E a conclusão é que se uma pessoa tenta ficar ou obtecer ou manter-se simplesmente pela lei vamos encontrar problemas porque nenhum de nós é justo que todos nós só obtecemos a lei. E está claro a lei diz que se não obtecermos a toda a lei há uma certa maldição tal como Paulo descreveu em Galatas 3, versículo 10 por isso não nos podemos manter só pela lei porque sim, temos que obtecer a lei mas além disso precisamos de misericórdia e fã.

E continuando a ler aqui em D. R. 31 ver-se, por exemplo, um bocadinho atrás, no versículo 10 Orgulhos-Moses, dizendo ao fim de cada sete anos precisamente no Anderre Missão, na festa dos tabernáculos quando o Senhor ver a compar ser perante quando todo Israel ver a compar ser perante o Senhor Teu Deus, no lugar que te escolher lerás esta lei diante de todo Israel. Então deu uma instrução a eles que deviam ler esta lei este livro da lei basicamente o livro de Teutor Onórvio mas a lei inteira deviam ler durante estes todos sete anos. Este ensinamento deviam ler. E sete anos é um bom ensinamento. Por exemplo, é bom nós estarmos repetidos estas instruções regularmente, digamos assim para os nossos filhos. Por exemplo, daqui a sete anos os nossos filhos, por exemplo, têm cinco anos, daqui a sete anos têm três ou 18. E por isso vão entender as coisas de outra maneira. E quando tiveram 18, sete anos depois já têm 19, 20 anos e então já entendem as coisas de outra maneira. E a repetição vai, então ajudar eles a começar a entender melhor a lei de Deus. E foi isso que fizeram. Podem ler em Namias, Namias capítulo 8 e vê-se que eles se juntaram no Namias capítulo 8, versículo 1 a 18 eles se juntaram e então leram leram o livro de lei. E então começaram a fazer isso. E depois da tradição de Judácia é que começaram a ler ainda mais frequentemente do que todos os sete anos mas liam todos os sábados um pouco. E assim, ao fim de três anos, iam pela lei inteira e começavam, através do princípio, nos 13 anos a seguir. Além disso de incluírem ler em a lei também incluíam ler os profetas. Os sacerdotes eram os únicos que podiam ler a lei mas as outras pessoas por exemplo, pessoas respeitosas na congregação podiam ler então do livro dos profetas mas só os sacerdotes lhe haviam então de lei. E foi uma tradição que se manteve até ao tempo de Jesus Cristo e a qual ele aceitou porque podem ler em Lucas 4 quando ele foi, pediram em ele, para ler o livro dos profetas. Está claro, os sacerdotes tinham lido a lei e depois dos sacerdotes lerem a lei pediram em ele para ler uma secção dos profetas, como leem em Lucas 4 versículo 16 a 19. E indo para Nazaré, onde for acriado, entrou num sábado no Senago, segundo seu costume. Este era o costume de Jesus Cristo, observado sábado. E levantando-se para ler, então lhe deram o livro dos profetas, dos profetas Isaías. E abrindo o livro, achou lugar onde estava escrito porque era nesse sábado, era a secção de Vial de Ler, que diz assim, os Píritos, o Senhor, está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres e o sábado, para proclamar libertação aos cativos e a restoração da vista aos seglos, para pôr em liberdade os oprimidos e a pregoar o ano aceitável do Senhor. Isto lheu ele do livro dos Isaías, que era a parte que representava exatamente a sua primeira vinda.

E por isso vemos aqui que Jesus Cristo respeitou a tradição judaica e lheu do livro dos profetas.

Depois de lerem a lei e de lerem os profetas deixavam, por exemplo, pessoas respeitosas também dar algumas palavras e isto, então, tudo era parte, digamos assim, de como eles faziam o estudo bíblico porque nesse período não tínhamos, ou não tinham uma Bíblia ao seu colo como vocês hoje têm. Simplesmente a palavra de Deus não havia imprenses, não havia bíblias por todas as casas, digamos assim, de uma maneira geral. E por isso nesse tempo tinham que ir a sinagóaga, por exemplo, para ouvir a palavra de Deus e era a maneira que eles faziam, digamos assim, o seu estudo bíblico.

E foi isso, então, o que aconteceu? Por exemplo, no caso de Paulo podem lerem Paulo Atos, capítulo 13 Atos, capítulo 13 Atos, capítulo 13 versículo 13 a 16 em que aí vê-se Atos 13 versículo 13 a 16 diz assim, e navegando de Papo os paulos e seus companheiros dirigiram-se a perga da panfília João por Ando, apartante de eles, voltou para Jerusalem, mas eles atravessando da perga para Antioca e da Psídia indo num sábado à sinagóaga assentaram-se e depois da leitura da lei e dos profetas como eu expliquei, havia aquela leitura da lei e havia a leitura dos profetas os chefes da sinagóaga mandaram dizer-lhes, irmãos se tens alguma palavra de exortação para o povo, dizem-a, como estava azer primeiro liam a lei, que eram os sacerdotes, depois outras pessoas na congregação que eram respeitosas que não eram necessariamente sacerdotes, podiam ler os profetas e depois outras pessoas podiam dar digamos assim, alguma palavra de exortação.

E porque o Paulo foi era reconhecido como um estudante de Gamaliel é como se por exemplo uma pessoa que era reconhecida como uma pessoa de bom respeito noutra congregação e que viesse por exemplo, a esta congregação aqui ao colar, que tivesse visitado a outra congregação às vezes podia ser convidada a dar uma certa exortação o que hoje em dia na Igreja de Deus seria digamos assim, um sermãozinho e por isso foi o que aconteceu com Paulo.

Então, os convidaram a dar uma exortação. E por isso, no versículo 16 de Atos 13, diz assim Paulo, levantando-se e fazendo com a mão sinal de silêncio, disse Varões e Juralitas e vos outros que também de Més a Deus, ouvi. E então, está aí a falar do que ele disse. Por isso, o ver-se que esta prática existia que começou durante o período de Namias existia durante o período de Cristo existia mesmo durante o período de Paulo. Faziam então esta leitura e depois esta leitura, que digamos assim é um tipo de estudo bíblico, para eles saberem o que precisavam de primeiro a Deus, é como aprendiam, que estava escrito na Bíblia.

E então, esse também, vê-se aqui que foi uma instrução que foi dada por Paulo a Timóteo, que digamos assim era um ministro a ser treinado. O ministro que estava no treino. Então, vê-se que isso foi em primeiro livro do Timóteo, capítulo 4, versículo 13, diz assim até a minha chegada, aplica-te a leitura, a exortação e ao ensino. Diz assim, até quando eu chegar aí, aplica também na Igreja de Deus, onde vocês estão a congregar, a leitura, a leitura pública das Escrituras, a exortação e ao ensino.

Ao ensino, a palavra grega e é uma que, em outros sítios, é traduzida como doutrina. É um ensino, uma doutrina. Doutrina é um ensino. Por isso, aplica-te a esse ensino, essa doutrina. Isso é muito importante compreendermos, porque vemos, por exemplo, também no versículo 6, no mesmo capítulo, que diz assim respondo essas coisas aos irmãos.

Serão os bons ministros de Jesus Cristo alimentados com as palavras da fé e da boa doutrina que tem seguido. É mesmo a palavra grega doutrina, o bom ensinamento, o ensino que tem seguido. Também se vê isso no versículo 16. No versículo 16 diz assim, tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Isso é, tem cuidado ensino da doutrina. Continua nestes deveres, porque fazendo assim salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes. Isto é, para ajudar a ti e a outros. E mesmo se lerem, por exemplo, no capítulo 6, no mesmo livro versículo 1, diz assim, todos os servos que estão debaixo de julgo considerem dignos de tão na honra do próprio Senhor, para que o nome de Deus e a doutrina não sejam blasfamiados.

Uma vez a palavra é a mesma que se diz aqui que é o ensino, a palavra grega é a mesma que se leu em um timótio 4 versículo 13. Por isso, Paulo encrujou a eles a fazerem a leitura, isto é, a leitura pública das escrituras, encrujou eles a fazer isso, encrujou eles os ministros, e praticamente aqui timótio, a fazer a exortação, isto é, um encrujamento e ensinar a doutrina. Boa doutrina, doutrina, boa doutrina, doutrina sã, está claro. E por isso é importante que nós façamos um estudo bíblico diariamente para saber o ensinamento, para sabermos, para aplicarmos a leitura ao estudo bíblico e ao ensinamento e ensinamento sã, que é um ensinamento de boa doutrina.

Vejam comigo, se faz favor, em segundo timótio, segundo timótio capítulo 4 segundo timótio capítulo 4 versículo 3 segundo timótio capítulo 4 versículo 3 diz assim, pois haverá tempo em que não se portarão a sã doutrina. Pelo contrário, cercar-se a um de mestros, sendo-se os próprios cubistas como que sentindo coceira nos ovinos.

Não se portarão sã doutrina. Queridos irmãos, precisamos de seguir doutrina ensinamento que é bom, que é são, que é saudável, que é correto. E por isso precisamos de saber, ter a capacidade de discernir, compreender o que é o tronco da árvore e o que é repentos. Precisamos de compreender isso, porque há muitas doutrinas irradas. Vejam no primeiro livro de Timóteo, Paulo em Timóteo, que é uma instrução ao ministro, estava a dizer a ele, tenham cuidado. Vejam, por exemplo, o primeiro livro de Timóteo, capítulo 4. Versículo 1 a 2 diz assim, Ora o Espírito afirma expressamente que nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé dos designadores e ensinos de demónios. Doutrinas de demónios. Doutrinas incorretas.

Pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm autorizada a própria consciência. Precisamos ter cuidado, que dizem os irmãos, não seguir em doutrinas incorretas.

Vejam também, em segundo Coríntios, capítulo 4, porque esta é a intenção do Diabo, para nós não vermos a verdade e, por isso, o Diabo nos engana para nos cega para não vermos a doutrina sã. Mas seguirmos facilmente nos agarrarmos arrebentos, em vez de nos agarrarmos ao tronco da árvore, no agarrarmos arrebentos e desviarmos a doutrina sã. Porque diz assim, segundo Coríntios, capítulo 4, versículo 2, diz assim, pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosa, se ocultam, não andando com astúcia nem adulterando a palavra de Deus, antes nos recomendamos à consciência de todo homem. Simplesmente, tem cuidado, não adulterar a palavra de Deus. Diz assim, na presença de Deus, para a ministração da verdade, mas, se o nosso evangelho ainda está em coberto, é para os que se perdem que está em coberto. Nos quase o Deus deste século, isto é, Satanás, segou o entendimento dos incrédulos, para que eles não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, da boa nova, do reino de Deus, da glória de Cristo, da glória que vá estar em nós, o qual é a imagem de Deus. Crítiz irmãos, o mundo hoje em dia está cego por causa de doutrinas irradas, que o Deus deste século está a cegar.

Várias doutrinas irradas existem. E por isso, crítiz irmãos, precisamos nos manter em doutrina sã. Não devemos estar a ser carregados de todo tipo de doutrina de um lado para o outro, como Paulo escreveu aos Ifésios, capítulo 4, versículo 11 a 15, não devemos estar a seguir doutrinas irradas. E, depois, continuando, em Timótio, onde estávamos há pouco, no primeiro livro de Timótio, capítulo 4, veja então, no versículo 6, expondo estas coisas, primeiro Timótio 4, versículo 6, expondo estas coisas aos irmãos, ministros de Cristo Jesus, alimentando com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido. Mas rejeita as fábulas profanas. Isto é filosofias, histórias falsas e conclusões falsas, isto tudo, e de velhas caducas. Exercita-te pessoalmente na piedade. E olha no versículo 16, diz assim, Tenho cuidado de ti mesmo e da doutrina, que é a secção de ti valer a pouco. Continua nestes deveres, porque fazendo assim salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes. Que os irmãos temos que nos manter na doutrina correta. Por isso, o temor de Deus nos ajuda a obtecer a ele. Para obtecer a ele, temos que saber qual é a doutrina. Temos que saber a verdadeira doutrina. A doutrina que recebemos através de Moisés e que Jesus Cristo amplificou. Porque a lei veio por Moisés, mas próprio Moisés disse que vai haver um profeta como eu em Doutor No meio 18. E depois diz assim, e se vocês não acreditarem neste momento, vocês não acreditarem neste profeta, você é completamente destruídos. Também isso é repetido em atos 3, 19, 23. Queridos irmãos, nós temos a doutrina sã que nos é dada inicialmente na base da lei de Moisés e que é amplificada pelo ensinamento de Jesus Cristo e dos apóstolos. Queridos irmãos, isto é que precisamos estar a estudar, precisamos estar a ter cuidado, porque quando temos o temor do Senhor, então vamos respeitar os ensinamentos de Deus e assim, vamos andar no caminho, porque ao fim de contas tudo começa com o temor de Deus. Vejam comigo, Salmos 111 por ciclo 10 Salmos 111 por ciclo 10 Salmos 111 por ciclo 10 111 por ciclo 10 diz assim, o temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Revelam por odência todos o que o praticam, que obedecem a Deus. Porque conforme praticam este temor do Senhor, tem este respeito, tem esta admiração, tem esta honra, tem esta reverência e por isso este temor nos dá esta sabedoria. De saber o que é bom e o que é mal, porque leges de Deus nos ensina o que é bom e o que é mal e por isso este nos dá uma preudência, dá um cuidado de fazermos o que seja correto para praticar-me corretamente. O seu lavôr permanece para sempre. O lavôr de Deus permanece para sempre. Começa com o amor de Deus. Quando? Perdão, com o tumor de Deus que nos conduz a amor de Deus. Começa com o tumor de Deus que nos dá um respeito, que nos dá uma reverência, que nos ensina qual é o caminho a andar e vemos então o amor de Deus e este amor de Deus ao fim de conta é o que é importante, porque a lei de Deus, os princípios de Deus, o caminho de Deus que Jesus Cristo nos ensina é o caminho de luz mas é um caminho para o nosso bem. Então, quando seguimos neste caminho para o nosso bem, podemos estar alegros. Pode ver a alegria porque é para o nosso bem e quando as coisas correm bem, estamos contentos. Podemos estar alegres. E por isso, a conclusão é esta alegria.

Queridos irmãos, Deus é amor, amor perfeito.

Põem de fora todo o terror, todo o medo negativo. E por isso, queridos irmãos, como cristãos, precisamos estar a aprender e aplicar os verdadeiros ensinamentos de Jesus Cristo, a verdadeira doutrina, pois esta é o caminho que é o caminho do amor de Deus, e que o caminho que é uma expressão do amor de Deus. Queridos irmãos, tal como aprendemos durante a festa, como estamos a aprender a ter um temor de Deus, precisamos de fazer isso de dia a dia, com os nossos estudos e com a nossa maneira de vivermos. Por isso, queridos irmãos, estou-lhes a pedir, estou-lhes a rugar, que estudem os ensinamentos de Jesus Cristo. A minha intenção é, em sermões no futuro, de estudos acerca, por exemplo, do sermão de Monte, que representa, digamos assim, a doutrina de Cristo, a amplificação da lei de Moisés. Até a próxima, queridos irmãos. Jorge Capres.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).