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Ponde-o, boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Camos falando-vos de Cincinnati. Hoje em dia a sociedade tem um grande problema na situação de matrimónios e de casamentos, pois os matrimônios não duram muito tempo. Em certos países, aproximadamente metade de todos os matrimônios acabam em divórcio.
E daqueles que se casam uma segunda vez, a percentagem é tipicamente ainda maior.
Por isso hoje quero falar para vos acerca de nove chaves que podem usar, ou que podemos usar para termos um matrimónio duradouro.
Está claro que existem mais chaves que podem ser usadas, mais princípios importantes para termos um matrimónio duradouro, mas estou simplesmente a cobrir nove chaves que reconheço que são importantes para que o nosso matrimónio seja duradouro.
Também quero uma vez mais relembrar-vos que há vários livros acerca deste assunto de como ter um bom matrimónio e que há muitos livros que têm muito bom material.
E, por isso, usando a Bíblia como a fundação destes princípios, então, por causa de que a Bíblia nos dá esta fundação, podemos, então, ter um discernimento de ver quais são os princípios que são bons e os princípios que não são lá muito bons, digamos assim.
Por isso, a Bíblia nos dá esta capacidade de entender o que é bom. Por isso, dou sempre o conselho a pessoas para lerem vários livros acerca destes temas e tópicos para crescerem, mas mantenham-se sempre fiéis, em primeiro lugar, a Bíblia, porque o que a Bíblia nos diz é básico e é essencial e dá-nos a direção correta, porque às vezes há ideias que não são lá grandes ideias. Há certas ideias hoje em dia que não são lá muito boas de maneira nenhuma. Por isso, usando a Bíblia como base, então, temos uma direção correta, porque a Bíblia é como se fosse um compasso a nos dar, a dar-nos esta direção. E assim sendo, vamos então olhar estas 9 chaves que tenho para vós hoje, e olhando estas chaves, eu só vou dar algumas escrituras como básicas acerca destes chaves, e de nenhuma maneira estou a dizer que o que eu vou dar hoje seja um estudo muito intensivo em cada uma destas 9 chaves. Eu gostava que, quando estivesse em tempo, fizessem o vosso próprio estudo bíblico para estudar mais, para ter maior conhecimento destas 9 chaves, das quais eu vos estou a dar os princípios básicos hoje. E, então, usando estas chaves, também gostava de pedir que, quando estivesse em tempo, por exemplo, aos sábados, que examinassem a vós próprios, examinassem a vossa própria vida, para determinar em que pontos é que precisam de mudar.
E, está claro, é bom que concentrem-se num ou dois pontos, tenham uma concentração num ou dois pontos, trabalham esses num ou dois pontos por um certo período, e, então, uns meses depois, ou um ano depois, ou uns períodos depois, revejam o material para ver que outros pontos é que precisamos, então, por um foco ou por uma ênfase para continuar a crescer.
E, por isso, este sermão é simplesmente dar-lhes estas chaves, que espero, e que menos eu ejo, é que sejam de valor para vós, para poderem usar no futuro. A primeira chave que eu quero dar hoje é que precisamos de estar comprometidos um ao outro no matrimónio.
O valor deste compromisso que fazemos é tão importante. Pura e simplesmente não há uma trimónia que não tenha os dias ou certas alturas em que haja dificuldades. Todos nós somos humanos e todos nós temos dias ou períodos em que há certos desacordos e certas dificuldades no matrimónio. Mas quando atravessamos estes dias de grande dificuldade no matrimónio, precisamos de estar de compreender que estamos comprometidos uns aos outros, um ao outro, fizemos esta promessa parante Deus, prometemos a Deus que estamos comprometidos ao nosso esposo ou à nossa esposa.
E porque fizemos esta promessa parante Deus, vamos perseverar, vamos manter fiéis neste completo compromisso e vamos vencer, seja o que for, porque fizemos esta promessa.
E a nossa palavra, a nossa promessa é tal que vamos manter essa promessa até ao fim.
Ao fim de contas, Deus odeia o divórcio. E por isso precisamos de fazer tudo quanto possível para não termos um divórcio.
E por isso precisamos estar comprometidos um ao outro. Está claro. Estou a dizer que vamos fazer tudo quanto possível. Há certas situações, por exemplo, em casos de abuso. Abusos em casa, que esses abusos são derríveis e não quero que ninguém esteja sujeito a esses abusos, que não são humanos, não quero que estejam sujeitos a esses abusos, porque alguns abusos até podem pôr em perigo a própria vida de uma pessoa ou de uma senhora ou de um homem nesse matrimónio. Por isso não estou a dizer que se submetam de uma maneira tal que seja até submeter abusos que são, digamos assim, ilegais. Não estou a dizer isso. Mas o que estou a dizer é que nos devemos colar, que nos devemos a pegar a um ao outro como se fosse uma cola supercola, uma supercolagem, que não se desapega. Estamos pegados um a um outros porque fizemos este compromisso que é assim tão forte. Vejam comigo, se faz favor no livro de Genesis, capítulo 2, versículo 24. Genesis, capítulo 2, versículo 24, quando Deus inicialmente formou o matrimónio e disse, então, no versículo 4, diz assim, por isso deixou o homem, o pai e a mãe, e se une a sua mulher, ou como outras traduções dizem, e se apegar, apegue a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Apegam-se de uma maneira tão forte, são unidos tão fortes, são apegados a um ou outro tão forte, são colados a um ou outro tão forte, que como se fossem um, não é como se fossem duas pessoas, é que são tão apegados que se tornam uma pessoa, uma só carne. Por isso a mulher saiu quando foi criada, foi criada do homem, do peito do homem, de uma costela, e por isso é uma parte ao pé do crução, ao pé do homem, e que depois se juntam ao homem para serem um, serem apegados desta maneira, é como uma cola forte. E por isso, quando tudo esteja embaixo e estejam muito desencorajados, temos que perguntar a nós próprios, eu sou uma pessoa de palavra ou não, eu prometi estar apegado e unido a ela até a morte, então vou fazer isso ou não. E por isso, eu vou uma promessa que fizemos, e por isso é que antes de casar, precisamos de pensar bem, de ver que estamos a fazer uma coisa correta, porque estamos a fazer uma promessa para ante Deus, e principalmente quando nos casamos na Igreja de Deus, porque estamos a casar para ante Deus. E então, quando nos casamos para ante Deus, precisamos de compreender que isto é um caso para ser juntos ou unidos ou apegados a um ou outro até a morte.
E por isso a nossa promessa, no pacto ou na aliança do casamento, tem que ser supremo. A nossa palavra tem que ser verdadeira. Temos que ser verdadeiros à nossa promessa. E por isso a primeira chave de um matrimônio duradouro é entendermos muito bem que estamos comprometidos um ao outro. Seja o que for, estamos comprometidos um ao outro. Como disse, não é caso de abusos ou coisa assim, mas estou a falar, estamos comprometidos um ao outro. E depois, a segunda chave que precisamos de olhar é de ver se de facto somos liais e fiéis.
Porque, sim, estamos comprometidos um ao outro, mas parte desse compromisso é uma promessa de lealdade e fidelidade de um ao outro.
Temos de ser fiéis um ao outro. Vejamos aqui, por exemplo, pro verbos capítulo 20, versículo 6.
Muitos proclamam a sua própria dignidade, mas o homem fedidigno quem o achará.
O homem que é lial, o homem que é fiel, quem o achará.
O homem que é fiel, quem o achará. Sim, existem homens fiéis, mas há uma qualidade rara. Mas Deus quer que nós nos tornemos uma qualidade rara.
Deus quer como filhos e filhas dEle, que sejamos fiéis como Ele é para conosco. E por isso, Ele nunca nos deixa. Ele disse, eu sou fiel para contigo, nunca te deixarei. Mas está a dar um exemplo a nós, para nós sermos como Ele, sermos igualmente fiéis um para com os outros. Perdão. Por isso, tal como Deus nunca nos deixa, nós nunca devemos de ter um. Nunca devemos de deixar o nosso esposo, ou nunca devemos de deixar a nossa esposa. A não ser que haja uma razão, de facto, bíblica, que dê essa autorização. Por isso, precisamos de demonstrar esta realidade e fililidade.
Vejam outro exemplo aqui. É 1 Pedro 3, versículo 7. Diz assim, meridos, vós igualmente vivei a vida com um do lar. Isto é cohabitar, esta cohabitação com a vossa esposa. Vivei esta vida comum. Precisamos de cohabitar, viver uma vida comum. Isto é importante, e a pergunta é, somos liais nesta cohabitação, nesta maneira de viver comum um com o outro?
Isto, ao fim de contas, foi uma promessa que fizemos ao casamento. Vigemos, então, em Ifésios capítulo 5, Ifésios capítulo 5, versículo 33. No obstante, vós, cada um, de per si, também ama sua própria esposa como assim mesmo e a esposa respeite ao marido. Por isso, precisamos de fazer a nossa parte da promessa que fizemos durante o casamento. Temos que ser liais e ifieis a esta promessa. E a promessa que fizemos é que vamos amar a nossa esposa, como nós mesmos, e a esposa fez uma promessa que vá respeitar o marido. E fizeram essa promessa no casamento. E, por isso, precisam de ser liais e ifieis a esta promessa. Por isso, não é só estar comprometidos a estarem juntos, seja o que for, desde que, claro, não há abusos ou coisas assim, sejam comprometidos a estar juntos, mas também fiéis e liais ao que nos comprometemos. Isto é este contrato, é esta aliança do matrimônio.
E, por isso, devemos estar a examinar, a nós próprios, e perguntar como é que eu estou, ou como é que nós estamos nestas duas chaves. Como é que nós estamos a viver, a praticar, como comprometidos e liais e fiéis à promessa que fizemos, que seremos liais a esta pessoa, e simplesmente esta pessoa e não a mais ninguém, fizemos uma promessa perante Deus.
E como é que podemos estar à frente de Deus, a responder e a dizer a Ele, sim, estamos de facto liais a esta promessa. Estamos a examinar-nos a nós próprios, e precisamos de ver isto e examinar-nos, e dizer e averiguar a um homem nos temos de nos arrepender, sejam que forem coisas pequeninas que sejam que existem, mas precisamos de trabalhar, em mudar, em ficarmos melhores pessoas nesta lealdade e fidelidade.
E então, eu quero, então, seguir agora com a terceira chave para um matrimónio duradouro. A terceira chave é estabilidade. Vigemos, então, enquanto estamos aqui em Efezius, Efezius 4, versículo 14. Diz assim... Perdão. Para que não, mas sejam-nos como meninos agitados de um lado para o outro, e levados ao redor por todo o vento de doutrina, e é um exemplo que está a dizer para não sermos inconsistentes, inconsistentes, mas que tenhamos, sejam-nos estáveis, estejam-nos fixos, estejam-nos firmes, para não sermos como crianças puxados para um lado ou para o outro, e, mas sim, devemos estar constantes.
Isto é, firmes no casamento. Firmes na promessa que fizemos, semos somos estáveis, temos este equilíbrio no casamento, temos este equilíbrio e esta força de mantermos firmes no casamento sem dúvidas, somos decisivos e mantemos firmes. Está claro que a parte desta firmeza e desta estabilidade é que quando vivemos no casamento, em um matrimónio, com nossa esposa, ou vice-versa com nosso esposo, há sempre várias decisões que vamos ter que fazer.
E, por isso, às vezes, quando as decisões na vida se estão à frente de nós, a esposa diz ao marido, ajuda-me a fazer esta decisão. E o marido às vezes é instável, é inconstante. Bem, vamos para a esquerda. Não, não, não, vamos para a direita. Não, vamos para a esquerda outra vez. Não, vamos para cima. Vamos para baixo. E a mulher, a esposa, não gosta desta instabilidade. Quere uma estabilidade, quer uma constância, quer uma certeza de que estejamos a fazer as coisas corretas.
Não, está claro. Se fizemos uma decisão incorreta, não há nada mal de nos arrependermos e mudarmos. Mas não é uma coisa que é constantemente. Vamos para a esquerda, vamos para a direita. Não é esta dúvida constante, mas é sermos filmes nas nossas decisões. E, por isso, sermos um parte de uma família estável, sabemos onde estamos, sabemos onde vamos e não estamos seis de dúvidas, constantemente seis de dúvidas. Por isso, precisamos ser estáveis, ter este equilíbrio, o SÃO, e andar nesta estabilidade da família.
Quero, então, ler um outro trecho bíblico aqui, em Tiago 1, versículo 8. Tiago 1, versículo 8, diz assim, HOMEM DE ANIMO DOBRE INCONSTANTE EM TODOS SEUS CAMINHOS. Não devemos ser um homem de ânimo dobre, um homem que está a dizer, vamos para a esquerda, pois vamos para a direita, vamos para lá, vamos para aqui, vamos para lá. Constantemente indeciso, não, não devemos ser inconstantes em todos os nossos caminhos. Vejam, por exemplo, aqui que diz no versículo 6, do mesmo capítulo do Tiago.
Peça porém com fé, que, se vocês precisam de pedir sabedoria, ou seja o que for, estão a pedir, em nada, duvidando. Porque quando duvidamos, é que estamos a andar para a esquerda e para a direita, para a esquerda e para a direita. E Deus não quer que tenhamos estas dúvidas, pois o que duvida é semelhante ao ondo do mar. Pois veem as ondas do mar, veem para cima, veem para baixo, veem para baixo. E as ondas veem, puxam para a pareia e puxam para trás, puxam para frente, pareia e depois já não para o outro lado.
É sempre assim, um para o lado e para o outro. Há como a onda do mar, implida e agitada pelo vento. E o que está aqui a dizer é que, como membros estáveis numa família estável, não devemos de ter esta falta de estabilidade. As nossas esposas e os esposas na família e o precisam de estabilidade, os nossos filhos precisam de estabilidade, mas não precisam de dúvidas. Porque, quando somos estáveis, isto então dá-nos segurança e dá-nos confiança na família, no casamento, no matrimónio. E por isso, a terceira chave do matrimónio duradouro é que precisamos de ser, de boas-fei, de certeza, fazemos decisões corretas, mas fazemos decisões.
Mas não andamos sempre a fazer, a fazer para aqui, para lá, para aqui, para lá. Sim, não. Então, talvez não fazemos decisões e andemos para a frente. E então, parte desta chave é examinar em avós próprios e ver como é que estão na vossa vida. São de facto pessoas estáveis, pessoas que têm uma decisão firme e forte. E, como disse, compreendos às vezes que fazemos erros e precisamos nos arrepender e mudar. Isso é compreensível.
Mas eu não estou a falar de um caso aqui ooculato. Eu estou a falar de uma constância de estabilidade, tanto sendo constantemente estável. Ocasinalmente, sim, precisamos de ver as coisas e as coisas não são muito claras e, por isso, esperamos um pouco para ter melhor acontecimento de todos os fatos. Mas está claro quando fazemos decisões, precisamos sempre de observar e receber todos os fatos. É toda a informação para estudar, para pedir conselho se necessário, mas, fazer quando fazemos uma decisão, fazemos uma decisão. Somos firmes, somos estáveis. Então, vejemos, então, a quarta chave. A quarta chave é que, seja que casamento esteja-nos a falar, seja que matrimónio, seja que sete situação que estejamos a ter, vai haver sempre dificuldades.
Sim, a vida nos apresenta sempre certas dificuldades. Há-verá sempre desafios na vida. E, por isso, a quarta chave é termos a capacidade de confrontar os desafios e crescer por causa destes desafios. Sim, não estou a falar de que uma pessoa tenha esta mente que pensa que sabe tudo, não. Mas uma pessoa que realiza que conforme encontra estas dificuldades, às vezes não sabe o que fazer, às vezes há confrontações, há certos problemas na família, há certos aflições, há certas dificuldades, seja o que for.
Mas, que desafios sejam estes? Eles haverão, eles existirão. Em qualquer relação entre duas pessoas, ou entre dois grupos de pessoas, principalmente no matrimónio, entre duas pessoas, vai haver desafios, vai haver confrontações. E quando há, quando existem estas confrontações, precisamos reconhecer que isto é uma oportunidade para crescermos. É uma oportunidade para vencermos estas dificuldades, trabalharmos, falarmos, conversarmos, a seca destas dificuldades e, através disso, aprendermos a sermos melhores pessoas, arrependermos aonde é necessário que nós nos arrependamos, para ficarmos melhores pessoas, para evitarmos este problema, esta aflição, esta confrontação, e assim, ambos ficam melhores pessoas.
Porque, tanto o homem como a mulher, precisam de olhar a eles próprios e arrependerte, seja o que for, para vencer este desafio.
Por isso, os desafios que tenhamos, precisamos de ver que estes desafios são uma oportunidade para crescermos, e não uma guerra e uma enimizada, mas sim uma oportunidade para olharmos para a situação e falarmos de sentimento, um com o outro, e vencermos estas dificuldades. Seja que for a relação social em que estamos, e estou hoje a falar aqui entre o marido e a mulher, mas pode ser um princípio aplicado a qualquer situação de relação entre grupos de pessoas.
E por isso, seja onde for que o desafio seja, o desafio que está a encontrar, o desafio ou dificuldade que tem, por exemplo, tem uma certa dificuldade entre o marido e a mulher, há algumas certas confratações, certas dificuldades, então pensem como é que podemos vencer estas dificuldades, de maneira que nem tu, nem eu, pensemos que estamos a perder, tu ganhas e eu perco, tu estás sempre a ganhar, e eu estou sempre a perder, não, não é a maneira de resolver um problema. A maneira de resolver um problema é ver o que é o melhor para nós.
Não é só o que é para mim, e falo mais acerca disso daqui a bocado, mas, quando estamos a ter estes desafios, precisamos de ver estes desafios como uma oportunidade para crescer.
Vigemos, então, Tiago capítulo 1, versículo 2. Tiago capítulo 1, versículo 2 diz assim, meus irmãos, tendo por motivo de toda alegria o passar por várias provações. Sim, as provações, estes desafios, estas dificuldades, estas confrontações que temos, por exemplo, no marido e mulher, não são fáceis, sim, são difíceis, mas precisamos de manter-nos equilibrados emocionalmente, sem começar a levantar a voz e aglitar-o a um outro e insultar-o a outro, não, mas, numa maneira controlada, numa maneira bem equilibrada, com pessoas bem equilibradas.
Falar à seca desta dificuldade e, então, resolver o assunto, resolver este desafio. Assim, esta provação, esta dificuldade, torna-se o motivo da alegria. Por quê? Porque crescemos através desta dificuldade, porque ficamos pessoas melhores através desta dificuldade. Veja-se, então, no versículo 12 do mesmo capítulo, Tiago 1 capítulo 12, diz assim, bem-aventurado, o homem que suporta com perseverança a provação.
Por quê? Porque fica uma pessoa melhor. Porque vence este desafio. O homem e a mulher vencem este desafio e, como vencem este desafio, ficam mais bem-unidos, porque estão satisfeitos, tanto o homem como a mulher, como a solução que encontraram, porque não é um abaixo o outro em cima, um em cima e o outro abaixo, mas é um a lado o outro, porque estão colados um ou outro, uma só carne.
E, por isso, então, estão bem-aventurados, estão alegres, estão contentos, porque suportaram com perseverança, venceram esta dificuldade para o bem de ambos.
E, porque depois, então, continuando, então, a ler no versículo 12, porque depois de ter sido aprovado, receberá a croa da vida a qual o Senhor prometeu aos que o amam. Porque se estamos amar a Deus, vamos fazer as coisas de acordo com o amor de Deus, e o amor de Deus é que tenhamos não só amor para com Deus, mas o amor para uns, para com os outros. E, quando temos o amor um para com os outros, é como os outros primeiro antes de Deus.
E, por isso, os homens precisam de amar as mulheres, e quando amam os ambos mulheres, é o que Deus nos diz, que diz, Ele ama a nós, Ele nos amou, e como é que Deus nos amou? Porque deu a sua vida por nós. Sacrificou-se por nós.
Isto é verdadeiro amor. E, por isso, quando temos este amor, quando há estas confrontações e estes desafios, olhamos isto de uma maneira tal para o bem de todos. E, por isso, vencemos estas provações, estas dificuldades. Por isso, quando temos estas dificuldades, suportamos um a outro, mantemos-nos fiel um a outro, não dizemos mal um a outro, mas vencemos estas dificuldades. Vejam aqui um outro exemplo. Se faz favor, é Mateus 18, versículo 15. Mateus 18, versículo 15, é um princípio muito importante. Muitas pessoas na igreja têm usado este princípio incorretamente e quero falar a seca dele brevemente.
Será um princípio que, em sermões no futuro, falarei mais, mas quero falar a seca dele neste momento. Porque diz assim, se o teu irmão pegar contra ti, vai arguí-lo entre ti e ele só, se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão. Muitas pessoas na igreja dizem, ó, ele fez isto mal a mim e eu, então, vou dizer a ele, vou dizer a ele exatamente do que ele fez mal e vou polo na posição que deve-te estar.
Vou-me polo-me mesmo ali, puxar a esquina e dizer a ele, já fizeste isto mal a mim e pronto, o vejo, fizeste-te assim, mal e pronto, mas... Querias irmãos, isto não é amor. Isto não é a aplicação de Mateus 18.15. A aplicação de Mateus 18.15 é, se o teu irmão pegar contra ti, isto de facto está assim, então, ofendido. O magoado do que ele fez contra ti, se de facto estás assim, tão magoado, em vez de ires e espalhares ao mundo inteiro, seja, por exemplo, vais dizer, ó, já aviste que ele estava a fazer isto, o meu marido estava a fazer isto a mim, né, né, né, o meu marido, e depois vai dizer a vizinha, vai dizer a outro, vai dizer a outro, vai dizer a outro.
Isto não é amor estar a falar atrás dele, e dizer, ele fez isto mal, se ele te pecou, e de facto, por isso, precisas de falar, precisas de espreimir isto. Com quem é que deve-te espreimir isto? Com quem é que deve-te conversar acerca deste problema? Precisas de conversar acerca deste problema com ele privadamente. Diz assim, seu teu irmão, pecar contra ti, vai argui-lo entre ti e ele só. Não vais pôr nem internet, a dizer, olha, o meu marido fez isto aqui, não vais pôr no Facebook, não vais pôr no alto-falante e andar no meio da estrada.
Está claro, não vou pôr no alto-falante, mas quando estamos a dizer, ó, eu vi isto aqui, eu vi isto aqui. Queridos irmãos, isso não é amor, isso não é a prática de Mateus 18, 15. Se tens um problema com ele, vai falar com ele, abertamente, privadamente, entre ti e ele só. Compreendemos isso? Infelizmente, muitos não praticam isso.
Mateus, mesmo por exemplo, devo dar um exemplo. Tive problemas, por exemplo, no meu emprego. Eu era, digamos assim, um manager, um líder na companhia e, por exemplo, tinha duas pessoas que tiveram um problema. Dois empregados, que trabalhavam para mim, digamos assim. Está claro que trabalhavam para a companhia, mas estavam debaixo da minha secção e, digamos assim, era o patrão deles. E então, vinha a dizer, olha, eu falei, então, eu disse, e aí, eu estava a dizer isto, e aí, eu fiz isto mal, e aí. E eu, então, perguntava, perguntava. Já falaste aí ele acerca disso? Não, não fiz, não falei, porque... O ovo, tens problema com ele? Vai falar com ele, primeiro.
De uma maneira decente, de uma maneira correta, vai resolver o problema com ele. Não venhas a dizer a mim o patrão? Vai falar com ele. Por outro lado, o patrão devia que... deve-te dizer isso ao empregado. Vai falar com ele. O que é que acontece? Muitos patrões, então, tomam e dizem, bem, então, eu vou falar com essa pessoa. Imediatamente, causa ainda mais problemas. Querias irmãos, diz aqui, se o teu irmão pecar contra ti, vai arreguí-lo entre ti e ele só.
Mas o outro lado desta... desta... digamos assim, desta situação, é que não é para ir a falar com ele. De uma maneira arrogante, de uma maneira... com uma cabeça grande, com uma maneira de dizer, oh, talvez a chista sim... Às vezes, há situações em que val mais estar calado e engolir e deixar passar.
Porque isso é amor, porque o amor... cobre muitos pecados. Não é porque sejam todas as situações que... Vaz a ele dizer, olha, fizeste mal contra mim, fizeste que ele não está sempre a dizer isto não. O amor cobre muitos pecados. Mas o que está a dizer aqui é que se estás numa situação, que não te pode escalar. Porque está a queimar dentro e tens que falar. Então, não falo-os com outra pessoa, fala com ele ou com ela. Por isso resolve esses problemas, essas dificuldades privadamente. Resolve essas diferenças privadamente. Uma das coisas quando umas pessoas se casam, é sempre um ajustamento constante.
A maneira de viver de uma pessoa e a maneira de viver do outro precisamos nos ajustar. Por principalmente, se uma pessoa vem de um tipo de família, tem uma certa tradição na família dele, ou uma maneira de fazer coisas na família dele, e a outra pessoa tem uma maneira diferente de fazer coisas.
Quando os dois se unem ou se colam, um faz coisas de uma maneira e o outro faz coisas de outra maneira. Não é que haja má intenção, mas simplesmente há uma fricção, porque fazem coisas de maneira diferente. E por isso é necessário aceitar um a outro. É necessário ajustar um a outro. Há um ajustamento contínuo. Principalmente, se as pessoas vêm de sociedades muito diferentes. Por exemplo, a minha esposa era americana. E eu era português, nascimento, na África. E por isso tínhamos uma família, umas condições, umas tradições atrás de nós, que eram muito diferentes. E por isso houve constantemente uma necessidade de ajustar-nos um ao outro. Tivemos vários desafios. Mas a oportunidade de confrontar esses desafios de uma maneira decente fez com que houve um crescimento meu e da minha esposa. E isto, então, é uma, digamos assim, uma benção, uma oportunidade de crescimento, porque estas provações fez com que nós pudéssemos ficar melhores pessoas. Por isso, esta quarta chave é que todo casamento vai ter desafios, vai ter necessidades de ajustamentos, vai haver certos problemas, certas confrontações. Examine as vossas confrontações, que tenham esses desafios que têm no vosso casamento, no vosso matrimónio. E usem esses desafios como uma oportunidade com carinho, com amor, com carinho de falar em verdade, explicarem claramente as dificuldades que têm e exprimir as vossas sentimentos de uma maneira sincera, de uma maneira respeitosa, mas vencendo esses desafios e crescendo através desses desafios. A quarta chave para um matrimónio duradouro é saber desatar esses desafios e usá-los como uma oportunidade de crescimento. A quinta chave, já falei brevemente acerca disso, é que precisamos de olhar que o casamento, o matrimónio, é para nós e não é para mim. Temos que ter sempre esta mentalidade do que seja o que for, que seja que dificuldade tenham-nos, temos que ver de uma perspectiva para nós e não para mim.
A inglês disse assim, we not me. Temos que ver nós e não eu. É para nós, não é para mim. Uma trimória é para ambos. Não é só para um, não é só para uma pessoa, não é só para o homem, não é só para a mulher, é para ambos. E por isso é um princípio muito importante. Precisamos de tomar sempre a posição de ver e olhar do que é bom para nós.
Não só o que é bom para mim, porque ao fim de contas, se eu ganhar e a minha mulher perder, eu perco. Sim, se eu penso que estou a ganhar temporariamente e a minha mulher está a perder, ao fim de contas, eu vou perder, porque somos um.
Estamos colados, somos um. Por isso temos que olhar para ver o que é para nós. Não é o que é para mim. Vejam comigo se faz favor em Ifésios capítulo 5.
Esta é a lei do matrimônio. Ifésios capítulo 5 versículos 21 a 24.
Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo. É para nós, não é para mim. O marido sujeita-se à mulher, a mulher sujeita-se ao homem.
O marido submete-se à mulher, a mulher submete-se ao homem. Submetam-se um aos outros, no temor de Cristo. É para nós, não é para mim. As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido como ao Senhor. Sim, as mulheres precisam de ver que precisam de ser submissas ao marido, como ao Senhor. Porque o marido é a cabeça da mulher. Porque, ao fim de contas, quem faz a decisão final é o marido. Porque Deus vai dizer, por que que fizeste isso? A primeira pessoa que Deus vai perguntar é ao homem. Tal como no caso do Adão, Deus perguntou ao homem, por que que comeeste dessa fruta?
A responsabilidade primeira é ao homem. O homem é responsável. Deus vai manter o homem responsável. Porque Deus diz assim, o marido é a cabeça da mulher. Não é que seja melhor, não é que seja superior, não é que seja mais importante, mas um dos dois tem que ter a decisão final.
E Deus decidiu que vai ser o homem.
Como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo este mesmo o Salvador do corpo, e isto está ao ponto importante. Cristo é a cabeça da igreja.
Porque, numa posição de que pensa que é superior, sim, Cristo está claro, é superior, mas Cristo é a cabeça porque é o Salvador do corpo. Cristo é o que vai salvar a igreja dos problemas que a igreja tem. Cristo é o Salvador. Cristo salva, morreu por nós. Cristo morre pela igreja, é o Salvador da igreja. Precisamos chegar a um ponto de compreender que Cristo é o único que vai salvar a igreja.
Ele é o Salvador da igreja.
Ele é o Salvador de mim, é o Salvador de ti, é o Salvador de nós.
Precisamos chegar a este entendimento. Cristo é quem nos vai salvar.
Não vou ser eu, não vai ser ninguém. É Cristo que nos vai salvar. É Cristo que nos salva, porque ele é cabeça. E por isso a cabeça faz o sacrifício pelo corpo.
Cristo morreu pela igreja, fez o sacrifício pelo corpo. E assim, os homens, como a cabeça, têm que sacrificar-se pelas mulheres. É o símbolo. Não é que sejam melhores ou coisas assim, é porque os homens têm a responsabilidade de sofrer pelas mulheres. Isto é amor. Isto é a responsabilidade de ser a cabeça. Não é de pôr as mulheres assim embaixo, eu estou à cabeça e tu estás embaixo. Não. É de elevá-las. É de levantá-las. É porque o homem está a sacrificar-se pela mulher.
O que salva, o que é um salva-vidas, pensem, por exemplo, um salva-vidas na piscina. Um homem que é um salva-vidas no mar, na piscina. Esse homem arrisca a vida por uma pessoa que esteja a afundar-se ou a morrer na água. Ele arrisca a vida, mas vai lá para salvar essa pessoa. Para o bem do outro. Por isso, não é uma questão, o casamento, o matrimónio. Não é uma questão de dizer, eu sou melhor. Não é uma questão de dizer, vai satisfazerme. Faz coisas para me satisfazer. Faz coisas para eu ser feliz. Querias irmãos? Isso não é um matrimónio. Não é um matrimónio de dizer, tu tens que fazer coisas para eu ser feliz. Se não estás feliz, nunca estarás. Porque outra pessoa nunca te dá felicidade. A felicidade é uma coisa interna, é a nossa relação com Deus, Pai. Por isso, não estamos a falar aqui a dizer que Ele está em controle e tudo para Ele. Não. É para nós. Temos de trabalhar juntos. É para nós, não é para mim. Não quer dizer que ela tem tantos problemas e é tudo para ela. Não. É para nós. Sejam animadores, a encuragem um ao outro é para nós. Por isso, a quinta chave é para nós e não é para mim. A sexta chave é a comunicação. A comunicação é simplesmente obrigatória. Eu vou dar um desdílgico deste no futuro, darei um sermão acerca de comunicação. É simplesmente tão importante. É obrigatório. Tem que haver comunicação entre o marido e a mulher. Tem que comunicar abertamente sem estas emoções, sem se zangarem. Mas falar acerca de sentimentos, como se sentem. Não me senti mal. O que disse este aqui? O homem. Porque eu entendi desta maneira. Ah, mas eu não quis dizer esta maneira em cima. Então não digas assim, Sefa XIV. Diz a sado. Deve-se ter dito esta maneira. Ah, sim, está bem. Pronto, completo. Precisamos desta comunicação. Isto é obrigatório. Vejam comigo, Sefa XIV, a Malaquias capítulo 3. Malaquias capítulo 3, versículo 16. Perdão. Malaquias capítulo 3, versículo 16. Diz assim. Então, os que te viam ao Senhor falavam uns aos outros. E o Senhor atentava e ouvia. As pessoas que têmem a Deus na era, digamos assim, na era antes da vinda de Cristo, perto da era de vinda de Cristo, diz aqui. Há uma profecia a dizer que os que te miam a Deus falam uns aos outros, conversam os outros, comunicam uns com os outros. E isto não é só entre esses, mas deve-se ser entre uma iria e uma mulher. É um princípio muito importante. Se tememos o Senhor, se tememos o interno, ao Deus interno, precisamos de falar um aos outros, regularmente e ainda mais, no matrimónio. Vejam aqui outro exemplo, em Marco capítulo 6, versículo 30.
Marco capítulo 6, versículo 30.
Marco 6, versículo 30.
Voltaram os apóstolos à presença de Jesus e lhe relataram tudo quanto haviam feito e ensinado. Vem aqui, lhe relataram tudo. Isto é, houve uma comunicação. Comunicaram, falaram uns com os outros, falaram a Jesus, relataram tudo.
Querias irmãos, precisamos ter esta comunicação aberta. Vejam aqui outro exemplo, em Colossenses.
Isto é um tópico muito grande. Comunicação, falaram com os outros, é um tópico, um tema muito grande. Mas simplesmente estou a dar aqui alguns pontos, Colossenses capítulo 4, versículo 6.
Diz assim, a vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal. Para saberes como de vejo responder a cada um, precisamos quando falamos um com os outros, temos que ter sempre a nossa conversa, a nossa boca, o que sai da nossa boca, tem que ser sempre agradável. Não é emocional e gritar e falar com voz alta e dizer mal e com mais palavras com... Não, não, deve ser sempre agradável, temperada com sal. Eu sei que não é difícil, perdão, eu sei que não é fácil, queridos irmãos, é difícil, mas precisamos de trabalhar nisto. Isto é um ponto de crescimento muito importante em todos os casamentos, em todas as famílias, em todos os homens, em todas as mulheres. Precisamos de olhar o que sai da nossa boca, porque o que sai da nossa boca vem do nosso coração, e precisamos de olhar o que sai da boca, precisamos de olhar o que está no nosso coração e precisamos de mudar.
Para o que esteja no nosso coração, seja baseado de amor, isto é, seja agradável, seja temperada com sal. Para sabermos falar bem, para responder bem, quando há dificuldades, quando há estes desafios, porque não é para nós, não é para mim, mas é para nós, estes desafios precisamos de ver para o bem de ambos, e por isso precisamos ter esta comunicação. Outro exemplo que quero dar é em Proverbios 15, Proverbios 15, versículo 1. Este é um provérbio muito lindo. Nunca me esqueço um dia quando era jovem, um dia estava a sair de casa no carro e tinha um outro amigo, estávamos ambos na igreja e tirei o carro da garagem e, após tirar o carro da garagem, um homemzinho de uma motocicleta passou e começou a acusar-me de várias coisas e dizer mal-me, vem cá para fora, vou estar uma grande tareia e será que mais? Então, em este momento, sempre o momento de pedido desculpa e tal, mesmo falei uma palavra muito suave, muito acomodadora, e ela então se acalmou e saiu e tudo correu bem. O amigo estava ao meu lado, que também estava na igreja, disse a mim, George, se ele tivesse falado a mim da maneira que ele falou a ti, eu tinha saído da carro e tinha le dado um soco na boca. E eu disse a ele, vejo, está aqui mesmo, o provérbio 151, o provérbio 15, versículo 1. A resposta peranda, desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. Se eu tivesse respondido da maneira que este amigo meu na igreja sugeriu, porque era, digamos assim, a maneira da natureza humana natural de responder a essa situação, hoje em dia talvez estivesse com uma cara toda partida, porque aquele homem era grande e não seria ter sido a resposta mais sábia de ter feito, mas simplesmente a resposta peranda desviou o furor. Não é que eu fosse uma grande pessoa, não é que eu fosse muito inteligente, mas simplesmente o Espírito de Deus me guiou, a honra é de Deus, não é minha, a honra é de Deus, o Espírito de Deus me guiou para responder de uma maneira branda, para desviar o furor. E é um princípio que na comunicação, quando temos comunicação, quando há problemas, precisamos de palavras suaves para acalmar a situação. Infelizmente, muitas pessoas hoje em dia, quando há problemas, atiram mais fogo, atirando mais palavras agressivas e coisas, em vez de, digamos assim, de pôr água no fogo, é como se estão a tirar mais chamas ao fogo, à fogueira. Queria dizer, irmãos, que precisamos ter palavras suaves. Quando há problemas, precisamos de palavras brandas, respostas brandas para acalmar a situação. Isto é muito importante um ponto, importante na comunicação. E essa, então, é a sexta chave para termos um matrimónio duradouro. Em ponto de repetição, disse que precisamos estar comprometidos um ao outro, precisamos ter uma estabilidade, há vai a ver desafios, mas usar esses desafios como uma oportunidade para crescimento, precisamos ter uma chave de ver que a situação tem que ser resolvida de uma maneira que é para nós e não para mim, e temos que ter uma comunicação. Uma comunicação, quando há estas dificuldades no matrimónio, temos uma comunicação aberta, isto é, pura e simplesmente é obrigatório ter uma comunicação. Uma das grandes maiores problemas nos matrimónios e a causa de problemas no matrimónio é que as pessoas não comunicam abertamente, de uma maneira sincera e aberta, não comunicam, e por causa da falta de comunicação, é, talvez, a maior causa de divorcios. Precisamos de ter uma comunicação aberta. Então, o sétimo ponto é que precisamos de mostrar confiança. Vijamos aqui, em provérbios 31, versículo 11.
Diz assim. Há falar da mulher. Diz assim. Se o coração do seu marido confia nela. Ora, querido sermão, se o coração do marido confia nela, é porque ela tem feito coisas que vai dar confiança a ela. E por isso confiança.
Precisamos ter confiança num no outro. E por isso, tenha a tua esposa, tenha-la confiança em ti. E, igualmente, tens tu confiança na tua esposa. Por quê? Porque somos fiéis. Voltamos, então, ao segundo ponto, que o deixei. Quando somos fiéis, então, vai dar confiança um a outro. Precisamos ter confiança um no outro. Precisamos ter confiança que ela, por exemplo, vai ensinar os nossos filhos o caminho correto. Porque, ao fim de contas, ela tem uma grande influência nos filhos, porque, ao fim de contas, é a mãe. E a mãe tem esta influência nos filhos.
E, por isso, precisamos ter confiança um no outro. Vixemos, então, 1 Coríntios 13, capítulo 8. Coríntios 13, capítulo do amor. Vixemos aqui, no versículo 8. Diz assim. O amor jamais acaba. Isto é, nunca falha. Por que que estamos comprometidos a um ou o outro? E, por isso, nunca acaba. Nunca falha. Por isso, como nunca falha, precisamos ter confiança no outro. Por que? Nunca acaba. Porque nunca falha. Temos confiança no nosso parceiro, no nosso esposo, no nossa esposa.
Ora, confiança é uma coisa que a ganha. Porque ganhamos confiança. Por que? Porque provamos constantemente. Somos estáveis, somos constantes, somos fiéis e, então, desenvolvemos esta confiança. E, esta confiança cresce. Confiança um no outro. Por que? Porque estamos comprometidos, porque somos fiéis, somos estáveis e, então, estamos a vencer estes desafios. Temos esta intenção de que é para nós e não é para mim.
Para mim, comunicamos os nossos problemas e, então, através disso, crescemos em confiança de um para com o outro. E, então, esta chave é chave importante para termos um matrimónio duradouro. E, então, além de confiança, o outro ponto muito importante, o outro chave muito importante, é o amor. Precisamos ter amor de um para com os outros.
Vejam-se, faz favor, em Tito capítulo 2. Tito capítulo 2 está aqui uma instrução, a dizer o que as senhoras mais experientes devem dizer às senhoras mais jovens. Tito capítulo 2, versículo 4. Dizem quanto às mulheres idosas, no versículo 3, a fim de... versículo 4, a fim de instruírem as mulheres mais jovens, ou mais recém-casadas, a amarem ao marido. Sim, queridos irmãs, queridos irmãs, há uma instrução que as mulheres devem de amar os maridos. Sim, é uma instrução, é um mandamento. Está aqui as mulheres, a dizer, as mulheres idosas, de instruírem às mulheres jovens, às mulheres recém-casadas, a amarem o marido.
Precisam de amar, o marido precisam de mostrar este amor. Amor sem condições. Não é uma demonstração pública, mas é uma demonstração em privado, em várias ações privativas, que demonstram esse amor. Amarem o marido. E, igualmente, os maridos devem de amar as mulheres, como lém em Ifésios 5, versículo 25, diz assim, maridos 5, 25, Ifésios, maridos amam a vossa mulher.
Por isso lemos, está aqui uma instrução às mulheres para aprenderem a amar os maridos, mas também uma instrução aos maridos para amarem a vossa mulher. E por isso estamos a ver. É um... Ambos têm a mesma instrução. Talvez a ênfase seja maior em o marido a ser instruído a amar a mulher. Talvez a ênfase seja melhor a maior em que a mulher se deve submeter ao marido, mas sujeitar ao marido, mas diz sujeitem-se uns aos outros, no tomor de Cristo. As instruções são iguais a ambos. Talvez um tenha uma ênfase um bocadinho maior que o outro, mas ambos precisam aprender a amar um ou outro. Amar sem condições e demonstrar esse amor. E por isso é um tópico também, é um tema muito grande de amor, muito grande, muito importante, o que é amor, que é o amor de marido e de mulher, mas também o amor de irmãos e de irmãs, de um para o outro.
E o amor de Deus, de típico de Deus, que tem para o nós. Por exemplo, precisamos ter este amor para com os nossos esposos e esposas, para ter este amor, não só amor de esposo, mas amor de irmão e amor de Deus. Por isso precisamos estes três qualidades de amor para com as nossas mulheres e para com os nossos maridos.
E este, então, digamos assim, é a chave, a oitada chave que eu gostei a dar. E, finalmente, a chave número 9, para termos um matrimónio duradouro, é que vejemos aqui, por exemplo, em Salmos 127, versículo 1. Em Salmos 127, versículo 1, que também é um salmo muito lindo, um salmo curto, mas é muito significativo, mas diz assim, Salmos 127, versículo 1, que diz assim, se o Senhor não edificar a casa, em vão, trabalham.
Para termos a casa, isto é o matrimónio, que é esta nossa casa, nossa casa é o matrimónio, digamos assim, se Deus não estiver, se Deus não estiver, se Deus interno não estiver a ajudar a nós a edificar a casa, estamos a trabalhar em vão. Se Deus não estiver a ajudar a nós a edificar o nosso matrimónio, a nossa obra, o nosso trabalho para a edificação do nosso matrimónio é em vão. Por isso, a chave número 9 é não esqueçam Deus. Deus é parte crítica, é a chave principal no sucesso do matrimónio, tal como é a chave principal, no sucesso em relações com outras pessoas, é a chave principal no sucesso de nós estarem bem estabelecidos na Igreja de Deus, é a chave principal na nossa vida. Não esqueçam que Deus é crítico no sucesso, no matrimónio, senão é tudo em vão. Vejam comigo se faz favor em 1 Coríntios capítulo 11, 1 Coríntios capítulo 11, em ponto de conclusão, sendo esta o último texto bíblico que eu estou a dar hoje, 1 Coríntios capítulo 11, versículo 3.
Que diz assim?
Quero, entretanto, que sabais que saibas ser Cristo, o cabeça do todo homem e o homem, o cabeça da mulher e Deus, o cabeça de Cristo. Isto tudo tem um significado espiritual, há muito a aprender deste princípio do matrimónio, mas lembrem-se que, ao fim de contas, no matrimónio a cabeça do matrimónio é Cristo, é Deus. A cabeça no nosso matrimónio é Deus. Não se esqueçam por isso, de pôr Deus na posição que deve ter que é a cabeça do homem e da mulher no nosso matrimónio.
E assim, queridos irmãos, a sociedade hoje em dia esqueceu-se de Deus. A sociedade tem um parecer religioso, mas não praticam o que Jesus Cristo e o que Deus diz, e os frutos da sociedade são evidentes, e principalmente no matrimónio, por causa desta quantidade tão grande de divorcios.
Os frutos deste mundo pecaminoso não são bons.
Deus odeia o divórcio, e o matrimónio é a base da sociedade.
Precisamos, queridos irmãos, nos forçarmos-nos a ter um matrimónio duradouro, principalmente na Igreja de Deus.
Conforme nós nos voltamos para Deus e praticamos os princípios bíblicos, então o nosso matrimónio tornasse-se a mais saudável e abençoado.
Mas está claro, como sempre, é necessário nós fazermos a nossa parte.
É necessário nós praticarmos princípios sãos, dos quais eu vos dei hoje nove destes princípios, que eu chamei nove chaves.
Está claro, há mais princípios importantes, mas estes nove são básicos e críticos para termos um matrimónio duradouro.
E assim repetindo, em forma de conclusão, precisamos depor Deus primeiro na nossa vida e no nosso matrimónio.
Depois precisamos de crescer em amor íntimo, amor de irmãos e amor para com Deus.
Então, precisamos trabalhar em ter confiança e confiar um em outro.
Quantemos dificuldades, precisamos de comunicar abertamente um com o outro e termos uma atitude, que o que quer que venhamos a fazer é para o bem de ambos, é para nós e não é para mim.
Então, usamos estes desafios e estas dificuldades como uma oportunidade para crescermos no crescimento de Cristão e no crescimento do nosso matrimónio.
Precisamos de demonstrar uma estabilidade em decisões, não sermos indcessivos, mas após obtermos os fatos todos, fazermos uma decisão correta.
Também precisamos ser completamente liais e fiéis, um para com o outro, porque estamos sempre comprometidos, um ao outro, seja o que for.
E se nós ponderámos e meditarmos frequentemente a cerca destas chaves, e então conforme nós examinamos e conforme vemos ou precisamos mudar e nos arrependemos e pedimos ajuda a Deus, então o nosso matrimónio se tornará de dia a dia cada vez melhor.
Queridos irmãos, para que sejam os melhores cristãos, perante Deus.
Assim, não é só obtecer a Deus, mas precisamos também de fazer o que é agradável ao nosso Pai e ao nosso Salvador Jesus Cristo.
E trabalharmos e esforçarmos para termos um matrimónio duradouro é uma coisa que é agradável a Deus.
Então, quando fazemos as coisas que são agradáveis a Deus, Ele, então, houve as nossas orações e os nossos pedidos.
Até a próxima, queridos irmãos. Aqui é Jorge Campos.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).