Princípios de educação dos filhos segundo Deus

A Obra de Deus é pregar a Boa Nova do Reino de Deus e preparar um povo para reinar nesse Reino com Jesus Cristo. A preparação dum povo, é portanto uma parte importantíssima da Obra de Deus. Nós temos uma grande responsibilidade nessa preparação dos filhos de Deus que nós geramos para Ele. Este sermão descreve alguns princípios que devemos aplicar como pais na educação dos nossos filhos que Deus nos deu para educar e criar para Ele por umas décadas.

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O dia que os pais esperam chegar, e então estão na matronidade, e este bebezinho nasce. Seguramos este bebezinho, e há muitas esperanças, muita alegria, muitas esperanças pelo futuro, muitos sonhos. Mas agora começa uma grande responsabilidade, que nós temos com o Paz. Uma responsabilidade de treinar e educar filhos de Deus, sempre que ao fim de contas, os nossos filhos são filhos de Deus, que Deus nos emprestou por uns anos. Para nós, os educarmos e treinarmos, enquanto nós temos a possibilidade de o fazer.

Como é que devemos treinar uma criança? Na maioria dos casos, ninguém teve um curso universitário na faculdade de como treinar ou educar os seus filhos. E quando você confronta os seus filhos a uma certa idade, talvez adolescentes, com certos problemas sérios, como é que você vai confrontar e treiná-los e corrigi-los? Queris irmãos, a missão da Igreja é dupla. Primeiro é pregar o evangelho do rei de Deus.

E parte desse evangelho, base importante desse evangelho, é a bonofa de Jesus Cristo, e o que Ele fez por nós, e como Ele abriu caminho para nós, por dar a Sua própria vida para nós. Mas há uma segunda parte igualmente importante na missão da Igreja. E essa parte é preparar um povo. Fiquei sequer a dizer, preparar um povo para serem reis e senhores no rei de Deus quando Jesus Cristo vier. Vamos preparar a nós e os nossos filhos, quando eles crescerem, para serem reis e senhores no reino de Deus. Pois é por essa razão que Deus nos deu filhos.

Porque Ele, Deus, está a criar filhos e filhas Dele. Queris irmãos, então, preparar um povo, primeiro começa com o nosco. Nós temos que preparar, treinar, controlar o nosso espírito humano. Isto é, precisamos ter domínio próprio. Isso é o ponto número um. Comece em nós. Depois, o ponto número dois, é com aqueles que estão mais perto de nós, que está claro.

É a nossa esposa ou o nosso esposo. Temos que ter um relacionamento de matrimónio correto. Porque se matrimónio não está correto, como é que podemos treinar os filhos? E, por isso, temos que começar em nós.

Ponto número um. Ponto número dois, temos que ter um bom matrimónio, um compromisso de amor, um compromisso de respeitar e suportar as responsabilidades de cada um nessa função do matrimónio. Porque um tem certas responsabilidades e outro tem outras responsabilidades. E, em terceiro lugar, uma vez que tenhamos neste processo de preparar um povo, que estejamos a treinar a nós próprios, através do mínimo próprio, e que estejamos a desenvolver com amor e com compromisso um bom relacionamento matrimonial, então, com essa fase, podemos treinar e educar os nossos filhos no caminho de Deus.

E, então, tenho aqui uma pergunta. Qual é o golo? Qual é a meta no nosso treino dos nossos filhos? Porque ao fim de contas, como disse, são filhos de Deus. Qual é a meta? É desenvolver, é criar, é treinar e educar filhos obdiantes? Ora, está claro, filhos obdiantes, as leis de Deus é importante. E está claro, muito importante. Mas, além e acima disso, é treinar e educar filhos que tenham um caráter sagrado e santo como caráter de Deus.

Isso é a nossa meta, o desenvolvimento de um caráter santo e justo nos nossos filhos. Porque esse caráter santo e justo está claro que vai ter um desejo e uma vontade de obter as leis de Deus do coração sem ser forçado, porque o quer fazer, porque o quer obter. E por isso, como é que treinamos e educamos filhos e filhas para que sejam filhos bem dispostos, bem preparados para aceitarem e para serem mudelados de acordo com o caráter do Pai.

Isso é o ponto de importar de hoje, queres irmãos. Quero mencionar alguns princípios básicos do treino dos nossos filhos e filhas. Da educação dos nossos filhos e filhos em casa, para desenvolverem um amor agapei, um verdadeiro amor. Isto é para desenvolver o caráter de Jesus Cristo, que é a imagem perfeita do Pai. Porque ao fim de contas, queres irmãos, sabemos que, ao longo termo, a meta ao fim do ponto final é desenvolvermos, ajudarmos, fazermos a nossa parte, tanto quanto possível.

Porque é a responsabilidade que Deus nos dá com Pais. De fazermos a nossa parte, tanto quanto possível, para termos filhos e filhas que depois, ao fim de um certo tempo, podemos dizer ao Pai Jesus Cristo, aqui estão os teus filhos que nos emprestaste por um período. Isto estão moldados e estão treinados no teu caminho e fizemos a nossa parte, tanto quanto possível.

Como é que Deus trabalha conosco? Como é que Deus nos molda, nos treina, nos educa? Porque, ao fim de contas, nós como Pais devemos seguir o exemplo do Pai Celestial. E o Pai Celestial não está em cima de nós? Assim, por aqui, mesmo, de baixo do dedo. O Pai Celestial nos dá uma certa treino, mas também uma certa liberdade, nos dá um certo erbitro livre para aprendermos de nossa vontade, própria vontade.

Mas quando são pequenos, precisamos de ter um treino mais adequado para a cidade e depois, durante o período, quando se tornam adolescentes, até ficarem adultos, estamos a mover o treino de um lado para o outro, de um treino mais direto para um treino em que seja a ensinar a eles a fazerem as suas próprias decisões e tomarem as suas próprias decisões. Vejam, por exemplo, aqui em Romanos capítulo 5, versículo 8.

Romanos 5, versículo 8. E diz assim, mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecados. E isto está como Deus trabalha conosco. Nos dá amor, amor mesmo quando nós éramos pecadores.

Isto é um ponto extremamente importante. Nós, por outro lado, como Paz, devemos te responder a esse amor que Deus tem para conosco, dando a Ele de volta o mesmo amor, porque Ele nos amou primeiro enquanto éramos pecadores. Vamos ver este relacionamento em que ambos têm uma responsabilidade. O Pai nos ama primeiro pelo amor que nos deu pelo Seu filho Amado, e nós aprendemos por causa desse amor que Ele nos dá a retribuir esse amor a Ele. Isto é um ponto de educação para nós como pais físicos. Temos que replicar, copiar a maneira que Deus nos dá amor enquanto éramos pecadores. Nós devemos dar amor aos nossos filhos enquanto às vezes eles não façam exatamente como nós desejamos, mas temos que dar amor a elas. E eles conforme o tempo vão aprendendo este amor incondicional que damos a elas, para eles aprenderem a retribuir esse amor a nós, amor incondicional, embora nós não sejamos perfeitos.

Vemos por isso que os pais têm a responsabilidade de dar o amor primeiro, e depois os filhos têm a responsabilidade de retribuir esse amor, tal como o Pai Celestial nos deu amor primeiro enquanto éramos pecadores, e nós temos que retribuir esse amor ao Pai Jesus Cristo.

Temos que aprender a amar. Vejam, por exemplo, aqui, em Malaquias 4, 5 e 6. Malaquias 4, por ciclo 5 e 6, diz assim, e éis que vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor. Ele, profeta Elias, converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos aos seus pais, para que não venha a ifira a terra como lição. Queres irmãos, profeta Elias, é a mão obra, no espírito, no poder de Elias, e esta é a obra da Igreja deus unida, uma obra no espírito, no poder do profeta Elias. E a obra da Igreja deus unida é uma, de converter, encorajar, que o coração dos pais esteja convertido para os filhos. E este é o tema do meu sermão, moes, a dar a vocês princípios básicos de educação e treino dos vossos filhos, para desenvolverem o amor, a gapa, e isto é o caráter sagrado de Deus, e perfeito e santo. E, por isso, a nossa responsabilidade, como a Igreja deus, fazendo a obra no espírito, no poder do profeta Elias, devemos de converter o coração dos nossos pais aos filhos. E, em turno, ajudar os filhos, isto é, o coração dos filhos, a serem convertidos para o coração dos pais. Por que? Para que Deus não venha e ferir a terra com uma malição. Porque Deus virá, mas vai avançuar a terra depois, porque vai trazer o Seu reino milenial. E o Seu reino milenial vai ser possível para que nós estamos a criar os nossos filhos para seguirem o caminho de Deus, para os treinar, para seguirem o caminho de Deus. E, por isso, a nossa responsabilidade, em primeiro lugar, ensinar aos nossos filhos a praticarmos os nossos filhos, primeiro e depois ensinar aos nossos filhos a ter amor incondicional, de um para com o outro. Amor incondicional. Isto é amor sem condições. Isto é uma coisa que eu e minha esposa tivemos que aprender. Amor incondicional é como a graça. É amor que não é merecido, mas é amor. Se por nós éramos pecadores e Deus não merecia dar-nos o amor e dar a vida de seu filho, mas fez isso, embora não fosse, nós não mereceríamos isso. Mas deu-nos esse amor. Isto, por isso, representa a graça, a bondade, a gentileza, sem parar do pai e do filho para conosco. E é mesmo a gentileza e amor e querido que nós temos que aprender para os nossos filhos e filhas.

Vejam em Romanos capítulo 5, versículo 20. Romanos 5, Romanos 5, versículo 20.

Romanos 5, versículo 20.

Diz assim, sobrevém a lei para que a voltasse à ofensa. Sim, por causa de lei, vem a lei e existe a ofensa. Porque é porque todos nós somos carnais e quebramos a lei de Deus. Mas cedo ou mais tarde há ofensas, há pecado. Mas onde abundou o pecado, superambudou a graça de Deus. Superambudou, inambudou, ainda mais o amor incondicional de Deus.

Porque o amor incondicional é ainda maior. A graça de Deus é ainda maior.

Entendemos isso?

O amor incondicional nos ajuda a entender, mesmo quando os nossos filhos adolescentes fazem coisas erradas. Esse amor incondicional nos ajuda a entender a como os treinar, a como os educar, a como ter confiança neles, nos ajuda a entender como devemos de ganhar o coração delas. Queres irmãos? Todos nós. Eu e minha esposa tivemos, todos nós. Temos desafios grandes no educação dos nossos filhos. Mas temos que tratar esses desafios com amor incondicional na esperança que estamos a trabalhar nos corações de Deus para os mudar. Para que essas dificuldades, esses problemas, esses desafios que temos com eles, que eles se arrependam, porque diz a graça de Deus nos conduza ao arrependimento. A misericória de Deus, a paciência de Deus nos conduza. E nós precisamos fazer a mesma coisa para com os nossos filhos. E por isso, perdão, aqui estão princípios importantes, princípios importantes para nós, como pais imperfeitos, os pornos em prática. Isto é muito importante, Cristo e irmãos. Vejam comigo, se faz favor, em Micaias, Micaias capítulo 7, versículo 18 e 19.

Micaias capítulo 7, versículo 18 e 19.

Quem, oh Deus, é semelhante a ti, que perdoas a iniquidade e te esqueças da transversão do rostante, a tuírança. O Senhor não retém a Sua ira para sempre, porque tem prazer na misericória. O Senhor tem prazer na misericória.

Você tem prazer na misericória para com outros? Ou você está, oh, olha, eu fiz isto, olha, ele tem este problema, olha isto, tem que mudar, tem que se arrepender? Ou você tem prazer na misericória?

O Senhor não retém a Sua ira para sempre, porque tem prazer na misericória. Tornará a ter compaixão de nós, visará aos pés, as nossas iniquidades e lancerá todos os nossos pecados nas profundezas do mar.

Amor incondicional tem prazer na misericória. Amor incondicional nos ajuda a passar por esses desafios difíceis na vida. O que é amor incondicional? É dar quando não é merecido. É um ato gracioso de graça. É dar gratuitamente porque nós amamos e não esperamos nada de volta, nada de volta, em retorno. Amor incondicional é falar com o tom correto, com gentileza e bondade, embora sejam os maltretados. Amor incondicional significa que eu amo o meu filho, a minha filha, seja que for. Seja como ele ou ela se comporta, seja como ele ou ela se expressa, seja se ele ou ela me magoa ou machuca ou não. Eu ainda o amo ou amo. Isso é amor incondicional. E porque eu, de facto, amo realmente, não é só palavras, é ações. Ora, quer isto dizer que eu gosto o comportamento irrado? Não! Gosto de Deus o comportamento irrado? Não! Deus detesta o pecado. Mas você pode detestar as ações ou o comportamento, mas não detesta o pecador, não detesta a pessoa, não detesta o seu filho ou sua filha. Vê-se que você não odeia a pessoa, mas você odeia a ação, o pecado, não a pessoa. E por isso você tem que esperar a ação da pessoa. Não estou a dizer que seja fácil, não estou a dizer que seja fácil. E não estou a dizer que você e eu seijamos perfeitos e fazer isso perfeitamente. Mas se você for sincero com os seus filhos e com os seus filhas e de claro que é imperfecto, mas é o que você está a tentar, eles vão entender porque eles também são imperfectos. E por isso, eles vão ver que você está a tentar e não é um caso de ser um hipócrita, mas é um caso de você estar a tentar melhorar-se e ser o melhor pai e o melhor mãe. Eles vão reconhecer que você está a tentar e vão entender e compreender isso. Mas nós temos que nos esforçar no caminho de amor incondicional. Temos que aprender a demonstrar amor, ou graça, tal como Deus nos demonstra, graça. Igualmente, em retorno, os nossos filhos, a juventude, aceitam as fraquezas, as falhas dos pais e das mães, porque, igualmente, eles começam a retornar, a devolver, a dar-nos amor incondicional.

Quando você pensa, eu não vou fazer isso, não vou dar isto ao meu filho, porque ele fez isto mal, cuidado! Precisamos reevaluar ou reanalizar os nossos pensamentos. Às vezes, pode ser que seja correto. Às vezes, pode ser que precisamos ter cuidado. Temos que reanalizar as coisas com cuidadinho, porque se estamos a voltar contra a pessoa, então não é amor incondicional. Nós temos que repensar e ver como é que nos comportamos. As coisas podem ficar assim tão más que você pode pensar e dizer aos seus filhos, você é expulso de casa, não quero você mais em casa.

Isso é perigoso, porque devemos dizer aos filhos, que na minha casa, essas ações não são permitidas e você não pode fazer isso em minha casa. Se você está a conduzir-se, a comportar-se, dessa maneira, na minha casa, esse comportamento não é permitido aqui. Mas se você tiver o comportamento correto, você é sempre bem-vindo e a casa está sempre aberta. As portas estão sempre abertas. Porque você ama a ele, ou ela, sem condições.

Ama a pessoa, completamente, mas não ama as ações incorretas.

E é a mesma coisa que Deus faz conosco. Veja aqui em Hebreus capítulo 13. Hebreus capítulo 13.

Hebreus capítulo 5. E ao fim do Hebreus capítulo 13, um, três, Hebreus capítulo 13, versículo 5.

Diz assim, de maneira alguma, de maneira alguma, de deixerei, nunca, nunca, jamais te abandonei.

É um humor incondicional de Deus para conosco. Mas Deus não aceita um mal comportamento. Mas Deus quer que nos arrepêndamos, mas não nos abandona. Nos ajuda a arrepender, mas não quer que, não quer nos abandonar. Eu quero que nós nos arrepêndamos, mas o mal comportamento não é permitido, quando você se comporta mal, tem que estar fora da congregação. Mas você comporta-se bem, você é arrependido, você está a se esforçar, é bem-vindo.

Por isso, diz-se aos nossos filhos, você não pode fazer isso na nossa casa.

Isso era diferente. De dizer, você não é permitido, jamais estar na nossa casa. Isso era diferente.

Temos que marcar uma linha no que permitimos e no que não permitimos.

Mas sempre amamos, incondicionalmente, os nossos filhos. Lembrem-se que o castigo tem que ser em proporção com o crime. Por isso é que diz, um olho por um olho, um dente por dente, uma mão por uma mão, não é um olho pela vida inteira. É um castigo em proporção com o crime, com a infração.

E por isso, fazendo desta maneira, com amor incondicional e as tendo conhecimento que nós sempre os amamos, mas esse comportamento não é aceitável, a decisão da ação está na mão dos nossos filhos. Está claro que estou a falar, quando estão os adultos, já tenho uma idade, ou são a um certo ponto de adorança, eles já começam a entender essas decisões.

Que os irmãos, a juventude, têm uma responsabilidade, também.

Vejam Romanos capítulo 2, versículo 4. Romanos 2, versículo 4.

Romanos 2, versículo 4.

Diz assim, ou desprezas da liqueza da sua bondade, e torrança e longa namidade, ignorando que a bondade de Deus é que de conduz ao arrependimento. O amor incondicional de Deus para conosco nos conduz ao arrependimento.

Porque Deus tem esperança que nós nos arrependemos, e é a mesma coisa que nós precisamos ter com os nossos filhos, precisamos ter esperança, que eles se arrependam.

E por isso há uma responsabilidade nos nossos filhos que se arrependem, arrependam, que mudem, que haja um crescimento, e isto é encorajado por amor incondicional, para serem uma melhor pessoa, para serem uma melhor ou uma melhor filho ou filha de Deus.

E por isso não há uma questão a dizer a eles, ''eu só te amo quando fizers as coisas que fazes de bom agrado a mim?'' Não.

Porque se fizermos ou dissermos isso, os nossos filhos vão fazê-los inseguros.

Mas dissermos a eles que te amam incondicionalmente, damos a eles um senso de confiança e segurança na vida, porque tenham nosso amor seja que for. Mas sabem que têm que se arrepender. E a mesma coisa que Deus nos faz conosco. Estamos a ensinar aos nossos filhos a atitude de Deus para conosco.

Porque, irmãos, como lemos em segundo Timótipo 1, versículo 7 diz, ''Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, de amor e de mudração. Deus nos dá um espírito de terror, de temor, mas dá um espírito de força, de amor e de mudração. Isto é, como diz na Biblioteca Inglês, de uma mente sã.

A mesma coisa. Quando nós respeitamos e fazemos as coisas que são de agrado ao Pai, Deus nos dá o seu espírito de fortaleza, de amor e de mudração.

E, por isso, se os filhos têm confiança nos pais, não estão a buscar essa confiança, confiança dos seus amigos de pares, mas têm a confiança natural porque recebem isso em casa. Não têm esta ansiedade porque estão seguros, sentem seguros em casa.

E então aprendem a ter confiança para dizer não aos seus amigos em pares quando Deus diz, olha, faz esta coisa errada? E os assim aprendem a ter força de se manter firmes, quando estão debaixo desta pressão dos amigos em pares. Ou de pares.

Os irmãos, conhecemos a caridade, conhecemos o verdadeiro amor nisto, como dizem primeiro João 3, versículo 16, que Ele, Deus, deu a Sua vida por nós e nós devemos dar a vida pelos irmãos quando mais para os nossos filhos. E por isso nós devemos dar a vida, amor incondicional a eles. E o que é esse amor?

A palavra? Não. Esse amor é ações. É um comportamento, é maneira como fazemos coisas por elas.

Não é uma questão de dizer, olha, eu te amo, mas é uma questão de mostrar que usamos pelas nossas ações. De mostrar amor incondicional pelo que fazemos para eles. De demonstrando misericórdia, porque temos prazer na misericórdia. Particularmente quando eles estão naquela idade de docentes, começam às vezes a tentar certas coisas e então temos que os ensinar e demonstrar a eles o amor incondicional.

Está claro, nós vamos deixar fazer coisas que vão cansar de problemas enormes na vida deles, no futuro. Vamos tentar educá-los, aprenderem a fazer essas decisões e treinar-los para não fazer decisões incorretas, mas chegam a uma certa altura na vida. Mais cedo ou mais tarde vão fazer. E por isso, mais cedo que os ensinarmos a eles desenvolverem do mínimo o próprio melhor. Temos que os ensinar, desenvolverem o caráter de Deus. Isto é meta. Para eles terem o domínio próprio, como nós precisamos ter o domínio próprio.

E por isso, para isso ter um sucesso, o segundo ponto básico que estou a ensinar, o primeiro é o amor incondicional, o segundo ponto básico é precisarmos ter o mesmo matrimônio. Temos que ter um matrimônio saudável.

Temos que ter um ambiente na família, que seja um ambiente saudável para dar este crescimento.

Um ambiente seguro. Em que se vê um verdadeiro exemplo dos pais, tantos do pai como da mãe, se possível. Se isso é possível na sua família. Mas fazer tanto quanto possível que seja possível. Então, hoje começam a ver o exemplo de Deus em ordem. Mas se os pais estão sempre na guerra um com o outro, são sempre argumentando, estão sempre brigando, estão sempre em contendas.

Isso não dá um bom exemplo aos seus filhos. Vocês como marido e mulher, nós como maridos e mulheres, precisamos dar um bom exemplo de um bom comportamento. Temos que vencer as nossas dificuldades, as nossas vidas, as nossas vidas, as nossas vidas, as nossas vidas, as nossas vidas. E por isso o pai, assim, não há filho a ser masculino, porque ele o pai é masculino. Não quer dizer que é autóntico, não quer dizer que é autóntico. É autóntico. É autóntico. É autóntico. É autóntico. É autóntico. É autóntico. É autóntico. É autóntico. Não quer dizer que é autoritário, não quer dizer que por isso quer ser masculino, não quer dizer que trate mal a sua mulher, mas a trata com respeito. Por outro lado, as mães ensinam as filhas como ser femininas pelo exemplo delas. Vejam, por exemplo, em 1 Coríntios 11, versículo 3, onde diz, mas quero que saibas que Cristo é a cabeça de todo varão e o varão é a cabeça da mulher e Deus é a cabeça de Cristo. Vamos entender isso?

Cristo é a cabeça de todo varão. Como é que Cristo trata conosco? Cristo é autoritário? Ou é carinhoso para conosco? Como é que Cristo trata com você? Trata você mal com a autoridade? Então você é como cabeça da mulher? Como é que você trata a sua esposa? Como é que você trata a sua esposa da maneira como Cristo trata você?

É importante pensar nisto.

Igualmente, como é que o Pai trata Jesus Cristo? Aí está outro exemplo. Como é que o Pai trata Jesus Cristo? Vamos aprender esse exemplo? Sim, a cabeça é responsável.

E a mulher, por outro lado, representa a Igreja. E por isso, como é que a Igreja respeita a Cristo? Como é que a Igreja se submete a Cristo? É a mesma maneira que a mulher deve submeter ao marido. E por isso, vemos aqui esta autoridade que é respeitada. Um exemplo, o exemplo do Pai para o filho e do filho para com a Igreja, que é um exemplo de como os maridos devem tratar a esposa e como a esposa devem tratar o marido, que é uma autoridade amorosa.

Pensem bem, o Pai, o Pai físico, o Pai o marido, a maneira como o Pai o marido, representa a Jesus Cristo no matrimonio. Jesus Cristo está claro, não tem medo de estar, ser autoridade, mas não é um ditador. Igualmente o Pai, o marido, não é um ditador para a mulher. E a mulher ou a mãe representa a Igreja como a Igreja respeita Jesus Cristo. E por isso a mulher deve completamente suportar e submeter-se às decisões do marido. Mas isto é porque o marido faz as coisas de uma maneira que ela quer submeter-se ao marido. A Igreja quer submeter-se a Jesus Cristo, porque Jesus Cristo faz as coisas de uma maneira amorosa e carinhosa, deu a sua própria vida pela Igreja, pela mulher. Isto uma vez mais é amor incondicional. E por isso, Jesus Cristo e a Igreja, ou o Pai Jesus Cristo, não estão a lutar uns com os outros? Não! Então, unidos são um. Por isso diz que o Pai e o Filho são um. João 17 diz que seja um um, como nós somos um. E por isso também diz que o marido e a mulher se juntam, se casam para serem um, uma carne, um. Unidos. Unidos são um. Está claro, são duas pessoas. Só como o Pai e o Filho são dois seres, mas são um. Tal como a marida e a mulher são duas pessoas, mas são um. Da opele, menos devem dizer um. Na maneira, nas decisões estão a trabalhar a cooperar. Unidos. Só como o Pai e o Filho cooperam. Unidos. Malagueias 2, versículo 14 a 15 diz assim. E dizês, por quê? Porque o Senhor foi de estimulinha entre ti e a tua mulher, da tua homicidade, com qual tu fostes lial. Queres irmãos, homens, não sejam de desliais para as vossas esposas. Sendo ela a teocompanheira e a mulher do teu concerto. Estou erco numa trimónia e fazeste um concerto, fazeste um acordo. Ser liala é até a morte de separar. É liala a tua esposa até a morte de separar. E não fez-o, somente um. Não fez-o marido é mulher, os dois um, subjugando-lhe o Espírito. E porque somente um? Porque é que ele fez o marido é mulher um? É aqui, em Maliquis 2, 15, porque ele buscava um semente piedosa. Filhos, isto é, filhos segundo Deus, semente piedosa. Quero que os vossos filhos sejam piedosos. Porquanto guardaivos, em vossos piro e ninguém, seja desliado para a sua mulher, da sua mociada.

Por isso, para você ter bons filhos. Filhos com caráter de Deus, você e sua esposa precisam de se preparar num bom matrimónio. Estarem unidos no vosso matrimónio. É chave para ter semente piedosa. Isto é filhos e filhas segundo Deus. E, como dizem primeiro João 418, assim, na caridade não há temor. A perfeita caridade lança fora o temor, porque o temor tem consigo a pena. E o que tem não é perfeito em caridade. Por isso, neste matrimónio, tem que haver amor. Amor incondicional, sem temor. Deus é amor. E tem que haver uma justiça baseada em amor, baseada em cuidado. Tem que haver esta família calorosa, esta família amigável, esta família que dá prazer ver esta família assim. E você, como marido, tem uma grande responsabilidade nisso.

Você é a cabeça. É a sua responsabilidade com o marido, de ter um bom matrimónio.

Por isso, que Jesus Cristo disse, vocês precisam de... Sim, precisam de pagar dizem e dessas coisas, mas se não se esqueçam das partes mais importantes da lei, que é a justiça, a misericórdia e viver em fé.

Isto é este amor incondicional.

Por isso, para termos bons filhos, que vivam e façam as coisas de acordo com o que Deus quer. Precisamos de estar convertidos espiritualmente. Precisamos de uma profunda conversão espiritual, e isso é crítico para um saudável treino e desenvolvimento dos nossos filhos.

Por isso, o primeiro ponto de preparar um povo, é preparar nós próprios. Para nós próprios, para termos um amor incondicional para os outros. O segundo ponto, é do nosso matrimonio, tem que ser bem convertido, segundo Deus. E o terceiro ponto, é que nós estamos a ganhar, a tentar tanto quando possível, a ganhar o coração dos nossos filhos. Estamos a desenvolver um relacionamento amoroso com o coração entre o nosso coração e o coração dos nossos filhos. Aqui, as quatro versículos 5 e 6 diz assim, Eis que vos envia o profeto Elias, antes que venha o dia grande e terrível do Senhor, e converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos aos seus pais, para que não venha e fira a terra com maldição.

A nossa responsabilidade, como ensinei anteriormente, queridos irmãos, e vejam-lucas capítulo 1, versículo 16 e 17, e converterá a filho, muitos dos filhos de Israel ao Senhor. Seu Deus irá de andeus no Espírito e virtude Elias, para converter o coração dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim, com o fim de preparar ao Senhor um povo, com o fim de preparar ao Senhor um povo, que é a missão da igreja.

O resultado final é ter um povo preparado para a vinda de Cristo, em que há um vínculo familiar de amor, com desejo de vontade livre dos filhos, para tarem juntos, porque amam um aos outros, porque este amor incondicional mute ambos os lados.

Queridos irmãos, a audiência não é suficiente?

O treino, a educação dos nossos filhos.

É mais do que castigar e forçar a audiência.

É vencer os corações deles. É encorajar, é ter a feção, é ouvir as problemas deles, as dificuldades deles, é ter instruição positiva, é ser aberto para poderem ter liberdade e sentirem-se à vontade de falar com você acerca de quais problemas os filhos tenham. Por isso diz, honra o teu pai e a tua mãe na lei, esges 20, versículo 12, para que se prolongue aos teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

Para honrar o teu pai e a tua mãe, os pais têm que dar o primeiro passo, o exemplo de serem, de serem honráveis, porque honra deve ser uma coisa que vem naturalmente, que vem naturalmente porque você é honravel.

Por isso, em primeiro Pedro capítulo 2, versículo 17, honraia a todos. Amém a fraternidade, temei a Deus, honrai o rei.

Honra em todos os homens, isso começa na família, começa na família.

E por isso diz, honra em até os maus. Diz assim, versículo 18, 1 Pedro 2, 18, diz assim, vos servos sujeitáveis, com todo o temor ao Senhor, não somente ao bom e humano, mas também ao mal.

Honra em o mal. E versículo 19 e 20 diz, porque é coisa agradável que alguém, por causa da consciência para com Deus, sofre agravos, padecendo injustamente, porque que glória será essa, se pecando, sois bofeteados e sofreis, mas fazendo bem, sois afligídios e sofreis, isto é agregável a Deus, porque é um amor incondicional.

Isso é amor incondicional.

Vejam em Ézderas, capítulo 7, versículo 10 diz, porque Ézderas tinha preparado o seu coração para buscar a lei do Senhor, e para cumprir e para ensinar em Israel os seus statutos e os seus direitos, Ézderas preparou o seu coração. Nós temos que preparar o coração dos nossos filhos, temos que vencer, ganhar o coração dos nossos filhos. Luke 6, 40 e 5 diz, o homem bom e do bom tesouro do seu coração, tirou bem. E o homem mal, do mal tesouro do seu coração, tirou mal. O ponto importante é o coração, vemos? Porque da abundância do seu coração, fala a boca!

E por isso nós precisamos atingir e ganhar o coração dos nossos filhos, porque querem fazer o que é agradável a nós, porque atingimos os corações de Deus, porque querem, desejam, de livre vontade, de fazer o que é agradável aos pais, porque ganhamos os corações de Deus.

E como lemos em Samuel 16, 17 diz, o Senhor olha para o coração, o Senhor olha para o coração, e por isso nós precisamos de olhar para o coração dos nossos filhos. Estamos a desenvolver um coração segundo Deus?

Jesus Cristo dá o Seu Espírito a nós, como uma garantia. E onde é que Ele derrama o Seu Espírito a nós? Derrama o Seu Espírito nos céus, o Seu Espírito como o Senhor, dá-nos o Senhor a garantia do Espírito a onde? Nos nossos corações! Segundo Coríntios 1, versículo 22, nos solou e deu o Senhor do Espírito em nossos corações. Romanos 5, versículo 5, e a esperança não traz confusão, porque o Amor de Deus está derramado em nosso coração. O Amor de Deus está derramado em nosso coração? Como? Pelo Espírito que nos foi dado. Pelo Espírito Santo de Deus que nos foi dado, que nos toca o coração. Por isso treinar os corações dos nossos filhos é como treinar a casa do Espírito Santo dos nossos filhos. Está o coração, porque é onde o Espírito Santo vai habitar, digamos assim, no coração dos nossos filhos. E, por treinar os nossos filhos a ter um coração segundo Deus, estamos a treiná-los a terem um coração correto para o Espírito Santo de Deus poder viver lá, poder habitar lá.

Porque treinar um dos nossos filhos para estarem no rei de Deus é importante entendermos que Deus olha para o coração e, por isso, temos que ganhar o coração dos nossos filhos. E, depois, como é que os treinamos?

Como é que os educamos? Perdão. Como é que os treinamos? Como é que os educamos? Para o verbo 22.6 diz instrui o menino no caminho em que deve andar e é quando envelhecer, não se desvirá a dele.

Uma dica portuguesa diz torce-papino, torce-o-papino enquanto é pequenino. Treinar nesses princípios, quando são meninos, quando são pequeninos. Treiná-los. Está claro que isso leva tempo, mas Deus nos dá a 70 anos.

Mas não é muito tempo, por isso precisamos gradimir o tempo, porque os dias são maus. E Fezios 5, versículo 16. Precisamos usar todas as oportunidades que temos, particularmente no sápado.

Então, como é que Deus nos educa, nos treina? Em segundo Timótipo 3, versículo 16 diz assim toda a Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para redargoir, para corrigir e para instruir em justiça. Como é que Deus nos treina? Primeiro nos ensina.

Nos dá um ensinamento. Somos ensinados para os nossos pais, para os contos que estudamos a Bíblia, somos ensinados. Depois somos reprovados, somos convencidos, somos feitos convictos, somos redargoídos.

Somos provados, quando há qualquer coisa errada, temos de ser convencidos. Olha, não é elesta a maneira elesta. E por isso depois é corrigir, é ensinar o caminho correto. E assim instruir no caminho da justiça.

Por isso primeiro precisamos ensinar aos nossos filhos. Depois precisamos de nos convencer e falar a eles uma vez, convencer, não estar sempre repetir, repetir, repetir, repetir. Por exemplo, depois iria ajustar, fazer uma recalibração fina e ajuste para ajustar a eles em amor. E depois ensinar em amor no caminho da justiça.

E por isso diz em Clésiastes 12, versículo 9, 11, diz assim, e quanto mais sabe foi o pregador, tanto mais sabedoria ao povo, ensinou e atentou e esquadrinhou e compôs muitos proverbios.

Que os irmãos temos que ter sabedoria para ensinar e ter cuidado e ter atenção em ensinar e esquadrinhar, esquadrinhou o que é o coração.

E o escrito é retidão, palavras de verdade. As palavras dos sábios são como agilhões e como pregos bem fixados pelos mestres das congregações que nos foram dadas pelo único pastor. Quer dizer irmãos, nós como pais devemos de dar instruções e treino aos nossos filhos como agilhões e como pregos bem fixados, como não é com tarea, é com palavras justas, bem precisas. Por isso precisamos de ponderar cuidadosamente com o que dizemos e como dizemos.

Não é ser tuvos e pã, dar assim um chicote. Não, as palavras têm que ser como agilhões e como pregos bem fixados, mas são palavras que precisamos achar que sejam agradáveis. Procurou o pregador achar palavras agradáveis. Não é duras, agradáveis.

E de mais disto, filho meu, versículo 12 diz, atenta, atenta. Meu filho, ova, toma atenção, seja-se atento. Ebreus 12, versículo 6 a 8, esporque o Senhor corrige o que ama, e asoita a qualquer que receba por seu filho. Dá um asoitzinho. Não é para matar, é para corrigir, em amor, em amor. Se suportar a escuroção, em amor do Pai, não vão precisar do ansoite ainda maior, não vão precisar do ansoite maior, um ansoite pequenino, porque são maleáveis. Você é maleável, você é manso maleável, que aceita a correção do Pai, ou você não é manso, é duro e precisa de uma correção forte.

Porque que filho há a quem o Pai não corriga. Mas se estás sem disciplina, de qual todos são feitos participantes, sois então bastardos e não filhos. E por isso precisamos de disciplinar os nossos filhos em amor. E Fezes 6,4 diz assim, e vós, Pais, não provoqueis a ir a os vossos filhos, mas criá-vos na doutrina e a demuestração do Senhor. Criem os vossos filhos, estejam educados, os vossos filhos na doutrina, no ensino e da correção do Senhor, tal como Senhor nos corrigir, nós devíamos corrigir a eles, mas não é provocar os filhos a ir, não é a desara, se o meu... não, não, não, não. Não, é com carinho e com amor, com amor incondicional.

Quando estamos a corrigir na ira, estamos a dar um mau exemplo, e eles vão aprender de nós, do nosso exemplo. Sim, precisamos de castigar. Provérvios a 9, siglo 18, castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não é para o matar, é dar uma correção em amor, uma correção, redargoir e corrigir, em amor. Talvez haja um castigozinho, principalmente quando são mais pequenos. Castigo teu filho enquanto há esperança, porque ainda são pequenos, mas para o matar não alcançarás a tua alma.

Não, não, não, não, não, não dagegen, tão duro, não sejas demonstrando ira, não os provoques a ira. Por isso estão a fazer isso, não é para destruí-los, mas é para os educar da maneira correta. E por isso é que a correção tem que ser uma correção em amor, com sabedoria, porque Deus nos corrisca o amor, e Deus nos perdoa. Deus também não recorda para sempre os nossos pecados. Ele se para os nossos pecados, tanto como no oriante do ocidente, quando há arrependimento. Nunca esteja a bater e amaguar os seus filhos.

Nunca, nunca! Aprende a falar uma vez, a incorração amorosa. Antes que você se zanga. Por isso você fala só uma vez e corrige e está a educar e a arruir e a corrigir. Você não fica zangado. Não é a ira. Porque é um aviso primeiro. E por isso não precisa estar a censurar continuamente, a censurar, a censurar, a ameaçar, a gritar, a brrar.

Não, não, não! Ensina-os o significado da palavra não. Porque às vezes pode acontecer que eles estejam a atravessar uma estrada, vêm um carro aí e depois você vê o único tempo que você tem a dizer não. E os seus filhos devem ser tais quando você diz não, param logo. Por isso você diz olha não e eles continuam a fazer. Podia ser que continuem a correr no meio da estrada e depois vão sofrer o problema de serem atropelados.

Como um exemplo. Temos que os ensinar o significado da palavra não. Falar só uma vez. Não estar a censurar, a repetir continuamente. Não, não faças isso. Olha não, não vejo eu dir isso. Não faças isso. Olha não, eu vi isso que eu disse. Não faças isso. Olha não, eu vi isso que eu disse. Não faças isso. O que acontece? Você começa a ficar irado. Começa a levantar a sua tensão arterial. Por que? Ensinar ele. Não. Não te disse não? Não. Olha, está aqui uma correçãozinha.

Talvez seja um toquezinho muito leve. Eu te disse não. Então nós começamos a entender que não significa não. Sem esterirado, sem bater, sem machucar. Uma coisa gentileza. Está claro você não corrige o seu filho ou sua filha, quando está desapontada, quando está triste, ou quando está com fome. Mas você corrige o seu filho ou sua filha, quando está zangada, quando está rebelde, quando tem ódio. Isso precisa de corrigir. A agenda de outro nome, capítulo 21, versículo 18 a 21, diz assim, quando alguém tiver um filho, quanto mais, rebelde, que não obtecer à voz do seu pai a voz de sua mãe, castigando-o, eles não lhe dão a vidos.

Então seu pai e sua mãe pegarão nele e levarão aos anciãos da cidade, à porta do seu lugar e dirão aos anciãos da cidade. Esta nossa filha, rebelde, quanto mais, não dá a vidos à nossa voz. É um comilão e boberrão. Querias irmãos, Deus espera que você corriga os seus filhos antes que chegue a esse ponto. E por isso você está a ganhar o coração dele, está. A corrigi-los bem cedo. Por exemplo, vem a história de Elizeu, que houve uma reação desrespeitosa para com Elizeu.

Veja em segundo rei, capítulo 2, de 3 a 24, diz assim, então subiu dali a batal e subindo-o a Elizeu, pelo caminho, uns rapazes pequenos, pequenos, saíram da cidade e zombavam dele e diziam, Sobe calvo, sobe calvo! E virando-se ele para trás e viu e os homens lhe somam em nome do Senhor, então duas ursas saíram do bosque e despedaçaram 42 daqueles pequenos. Deus não gosta de filhos rebeldes. E, por isso, ensinam seus filhos antes de serem rebeldes. Corrigem-nos, gente ilumita. Você precisa ser consistente na sua corração. Não seja inconsistente, seja consistente, porque a natureza humana é inconsistente.

Você seja consistente. A falta de consistência, a falta de você ser consistente só conduja confusão. Você não facilita os seus princípios. Você não se compromete com o mal, mas mantenha-se comprometido ao bem. Não deja facilitar e fazer coisas fáceis. Você precisa ter uma direção e você precisa ensinar o seu filho ou sua filha no que é verdadeiro a palavra de Deus. Na verdade. E por isso você precisa de dar um treino, que seja uma correção, que seja a própria pougral de madureza do seu filho ou da sua filha. Que seja proporcional para a sua idade, para a sua madureza.

E por isso conforme os anjos tornam-se adolescentes e mais adultos, você tem que devagarinho ir dar certas liberdades e quando vê que não estão a aprender bem, puxar outra vez é como estar à pesca, não é? Dar assim um bocadinho de linha e depois puxa. Dá linha, vai assim ensinando, devagarinho, para quando chegarem adultos saberem o caminho correto. E por isso o controle é mais controlador quando são meninos, bocadinhos. Mas quando, conforme crescem, torna-se mais um treino e educação. E conforme vão crescendo, vai-se mudando deste controle para este treino. Conforme vão crescendo de idade. Isto vai adaptando, devagarinho.

E por isso a sua educação, o seu treino tem que ser proporcional à madureza, conforme ele é mais maduro, mais capaz de entender esse treino. E você vai estar a ensinar a ele conforme eles vão crescendo este amor incondicional. Queridos irmãos, ensina aos seus filhos a serem responsáveis às suas ações. Isto é prepara-lhes para serem bons, adultos. Isto é para, ao fim de contas, serem filhos e filhas de Deus. Com amor, com coração correto para receberem o Espírito Santo, para virem estar preparados, para estar no rei de Deus com o caráter de Deus.

Queridos irmãos, é o que Deus espera. Deus dá muitas responsabilidades aos jovens. Vejam, por exemplo, em Jerumias 1, versículo 4-9, em que o próprio Jerumias era um jovem, uma criança, e Deus começou a trabalhar com ele ainda. Ele era jovem. E ele diz assim, oh, Senhor Deus, eu não sei redecer. E ele diz, Deus disse a Jerumias, o Jerumias disse a Deus, eis que não sei falar, porque sou uma criança. Mas o Senhor me disse, não digas, eu sou uma criança. E, por isso, não quer ser demais a começar a ganhar o coroções dos nossos filhos e ensiná-los da maneira correta.

Até uma criança é conhecida pelos seus bobs, pelos obras. Vejam, por verbos 20, versículo 11, até a criança se dará a conhecer pelas suas ações. Se a sua obra for pura e reta. Crescer mãos, não quer ser demais a começar a ensinar os seus filhos. Ensina-lhes a serem limpos, ensina-lhes a terem esperança pelo eterno. Conforme você se senta e você anda com eles, como dizem, de outro nome, 6,4 a 9. Com você anda por aqui, vá ensinando sempre o caminho de Deus. Teja a desenvolver os interesses delas. Teja a ensinar a eles o próprio uso de poder, seja de dinheiro, ou seja, o próprio uso do carro, ou seja, o próprio uso de uma bicicleta. Ensina-lhes a confrontar desafios na vida com coragem. Ensina-lhes a confrontar o mundo. Ensina-lhes o próprio uso do álcool. Isso é muito importante, o seu próprio bom exemplo.

Ensina-lhes ética boa de trabalho. Quando você tem uma profissão, você faz isso correto. Quando você tem uma responsabilidade a fazer, faz isso direitinho e correto. Ou você faz isso assim, de uma maneira relaxada e de um meio duro, meio certo, meio errado. Ensina aos seus filhos a manter a promessa. Quando eles dizem uma coisa, tem que, quando comprometem, ensina-lhes a guardar a promessa. Que a palavra deles tem que ser sim, sim e não, não. Ensina-lhes a ser uma pessoa confiável. Ensina-lhes fé. Ensina-lhes verdadeira masculinidade ou verdadeira feminilidade, seja ele meninos ou meninas. Ensina-se se for uma moça, ensina a cozinhar. Ensina a cozer e a fazer coisas com as mãos. Ensina aos seus filhos o próprio, o correto, maneira de sexo, que é só para dentro do casamento. Ensina aos seus filhos que os padrões do mundo estão errados. Ensina aos seus filhos a pensarem por seus próprios, a fazer decisões por seus próprios de acordo com as leis de Deus. E há muito, está claro, a ensinar aos seus filhos, queridos irmãos. Certamente, vai haver desapontamentos. Certamente, vai haver a desagia que não tivesse feito essa decisão. Desagia que não tivesse feito essa decisão. Mas ensina a eles, enquanto há tempo, para não fazerem coisas erradas grandes que vão afetar a vida inteira. É simples? Não. Mas é uma responsabilidade que temos como pais. E finalmente, queridos irmãos, ensina a eles que são filhos de Deus. E lembre-se que são filhos de Deus. Em Ezequil 16, versículo 20, 21 diz assim, além disso, tomaste-se teus filhos e teus filhas que por mim geraste-se. E os sacrificaste-se. E os sacrificaste-se a elas, estes é ídolos, para serem consumidos. Caso é pequena, a tua prostituição e mataste-se meus filhos. Queridos irmãos, os seus filhos e as suas filhas, você gerou para o Pai Celestial. São filhos e filhas de Deus. E por isso, você tem uma responsabilidade para um certo número de anos, seja 20 anos, ou seja, quantos anos seja, não é? Dependendo da cultura, da sua cultura, da sua situação, a você vir, você os i-de-có, para um certo número de anos. Porque são, ao fim de contas, filhos e filhas de Deus. E chega um certo ponto, que você não os pode controlar mais. Porque, e então, você diz, Pai, eu use de quem no caminho certo, tanto quanto possível. Pai, agora, estão nas tuas mãos.

Queridos irmãos, os nossos filhos são santificados, como dizem primeiro, com íntio 7, versículo 14, pelo nosso exemplo.

São santos. Queridos irmãos, ajude os seus filhos na meta deles. Qual é a meta deles? A meta deles é de serem filhos e filhas de Deus. E, por isso, ajude-os a seguirem o caminho do rei de Deus.

Lembre-se, que estamos sempre a dizer a eles, olha, tu nunca vai ser nada, tu nunca vai ser nada, tu nunca vai ser nada. Você está a construir uma mentalidade de falha, de falta de sucesso na mente dos seus filhos. Isto é, você está a criar uma profecia auto-realizável. Você precisa ajudar os seus filhos, a crescerem em fé, em coragem, em fortalecê-los, para crescerem, a encontrar, a atender as suas expectativas.

Que os irmãos, os seus filhos vão crescer de acordo com as suas expectativas. E, por isso, se perde-as muito, dê-as um grande golo. Qual é o golo? Serem filhos e filhas de Deus, no reino de Deus, que perde terem o caráter de Deus. E, por isso, precisamos de darem-os uma atmosfera, um ambiente de amor. Um ambiente de amor, porque este amor e caridade, como ensinamos, lança fora o temor. Porque o temor tem consigo o que é perfeito. O temor é perfeito. E, por isso, ensinam aos seus filhos amor incondicional. Lembre-se que o seu exemplo, no matrimônio, tem que ser unidos, tem que ser um. E, por isso, tem que dar aos seus filhos um ambiente em casa, que seja um ambiente seguro de afeção de amor.

Você precisa de ganhar o coração dos seus filhos. E você precisa ensinar e educar a eles, para que eles se adaptarem conforme vão crescendo a um estado de mais madureza, para crescerem até tarem maduros. Isto é terem um domínio próprio, como Deus quer, que eles sejam como filhos e filhas de Deus. Ensina a eles a serem pessoas responsáveis. Ensina a eles e tenha cuidado que no ensinamento, a mover deste controle, quando são meninos, para este ponto de ensinamento, quando são mais adultos. E lembre-se, que eles foram emprestados a nós, para um certo período de anos, e que vais chegar a uma certa idade, que são adultos e que vão fazer o que você os treinou. Por isso treinos, treinos a serem filhos de Deus, porque ao fim de contas, eles são filhos de Deus. Deus deu a você a possibilidade de gerar para Ele, para o Pai. E por isso lembre-se que a sua responsabilidade final é desenvolver um bem ajustado e bem equilibrado caráter, perfeito, caráter de Deus, nos seus filhos, para eles serem alegres e felizes no reino de Deus.

Princípios básicos para a educação dos nossos filhos, para o desenvolvimento do carácter de Deus neles.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).