Princípios de parentalidade

Deus tem um grande plano para a humanidade. Ele está a criar filhos Dele. mas Ele nos deu a responsibilidade de ser guardiãos desses filhos Dele, temporáriamente. Estamos a educar esses futuros filhos e filhas de Deus devidamente, trainando-os a serem filhos para a glória e honra Dele?

Transcrição

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Música Bom dia, bota-te, queridos irmãos, aqui aos campos. Deus nos dá uma grande responsabilidade, responsabilidade de educar e treinar os filhos dele. Sim, como Paz, nós temos a responsabilidade que Ele nos deu temporariamente de educar e treinar os Seus futuros filhos. Isso é uma grande responsabilidade que nós temos, mas infelizmente neste mundo muitas pessoas são destruídas por falta do conhecimento. Se vocês olharem em Ozeias 4, no versículo 6, diz o meu povo está sendo destruído, porque falta o conhecimento.

O conhecimento espiritual em muitos ângulos, em muitas áreas de características, mas uma delas é nos princípios de ser um bom pai e uma boa mãe. Nos princípios de parentalidade. E por isso hoje, queridos irmãos, eu quero dar a vocês um assunto muito grande e vou abreviar só no sermão. E por isso é um assunto muito grande, mas quero dar a vocês algumas chaves importantes, como princípios de parentalidade. O primeiro princípio que quero mencionar é baseado no ponto que tem que haver unidade ao simul. Tem que haver uma estabilidade parental entre o pai e a mãe para termos, digamos assim, uma plataforma bem estável, bem estabilizada para educar os filhos.

Precise de haver esta unidade ao cima da família, esta unidade, esta união entre o marido e a esposa. E isso é importante, porque precisamos entender o amor de Deus. Vejam comigo se faz favor em Efezios capítulo 5. Efezios capítulo 5, versículos, começando a ler no versículo 21, diz assim. Sujeitá-vos uns aos outros no temor de Cristo. Precisamos de estar sujeitos, o marido e a esposa, o marido. Tem que haver esta submissão mútua para trabalharem como uma equipe em respeito um ao outro.

Está claro a responsabilidade final, a decisão final é do marido. Mas isso não quer dizer que a mulher seja um trapo no chão. Está claro que não. São iguais em responsabilidade de educar e treinar os filhos, mas um deles tem a responsabilidade final de fazer a decisão final. No Senhor, de acordo com as instruções do Senhor. Por isso diz as mulheres, sejam submissas ao seu marido, como ao Senhor, porque o marido é a cabeça da mulher, como também em Cristo, é o cabeça da igreja. É que imediatamente está a mostrar o exemplo cristão que nos submetemos. E as esposas se metem ao marido, tal como a igreja se submete a Cristo.

Mas depois diz assim, no versículo 25, maridos, ame a vossa mulher. Temos que amar a nossa mulher. E depois diz assim, como também em Cristo ame a igreja e assim mesmo se entragou por ela. O que é que Cristo fez pela igreja? Sacrificou-se, deu a vida, morreu, para a igreja. E nós, como maridos, é esta atitude de submissão para a esposa, que é um sacrifício completo para a família. Como diz aqui no versículo 26, para que a santificasse, tenho nopurificado por meio da lavagem de água pela palavra. E assim, no versículo 28, diz assim, também os maridos devem amar a sua mulher como a seu próprio corpo. Você ramou seu próprio corpo, não sequer magoar, igualmente, trata-se a sua mulher da mesma maneira.

Quem é a mais esposa, assim mesmo, se ama. Ninguém jamais odiou seu próprio karma antes de alimentar e de ela cuidar. Também Cristo o faz com a igreja, porque são membros de um corpo. E por isso que está aqui a dizer, que os irmãos, continuando um bocadinho mais adiante, no versículo 33, diz assim, não obstante vós, cada um de por si também ama sua própria esposa como assim mesmo. E a esposa respeite ao marido. O que estamos a falar aqui é uma unidade ao cima desta entidade, que se chama a família.

Há uma unidade ao cima. Os dois se tornam uma carne. Há uma unidade. Milagrosa tal como o pai, com o filho. Há uma unidade. E devemos ter esta mesma unidade. Devemos ter sentimentos positivos acerca de um para com o outro. E estes sentimentos positivos e este bom relacionamento, vai afetar as crianças de uma maneira positiva.

Por isso é que diz que há um matrimónio sagrado. É um matrimónio sagrado. Vocês leem para o verbo 31. A mulher virtuosa. Atrás da mulher virtuosa há um homem virtuoso, que diz bem dela, que está satisfeito com ela. Vejam isso nos versículos 26 e 31. Há um homem que respeita essa esposa e que dá tempo, e que há tempo dum para com os outros. E quando o marido chega à casa, os filhos têm que entender que primeiro, o marido dá um beijo e abraça a esposa.

E depois, aos filhos, mas a esposa é primeiro. Tem que saber esta responsabilidade onde está primeiro. E depois é bom ensinar aos filhos a ver um certo período. Por exemplo, quando o marido chega à casa, a ver um período, por exemplo, num quarto de hora, ou coisa assim, em que o marido, o esposo, dá atenção completa à esposa e vê-se versa.

A jovem, as crianças têm que ficar caladas e caladinhas, porque tem que ter esta ajuda às crianças a ter esta confiança, nesta família, que está unida ao cima. E aprendem este respeito. É bom para eles. E isso é um... a primeira chave é a ver unidade ao cima. E por isso, precisamos entender o amor de Deus, que tem para conosco.

E esse amor, como Cristo tem para conosco, é o mesmo amor que tem que haver na família entre o marido e a mulher, que é uma coisa positiva, que dá sentimentos positivos para as crianças. Ora está claro, vai haver sempre diferenças da opinião. Isso é normal em todas as famílias. Vamos dar uma correção desta maneira ou daquela maneira.

O jovem tem que estar de casa...

Perdão, tem que estar de casa a uma certa hora ou outra hora. Às vezes, o marido diz uma hora, com a sensação.

Às vezes, o marido diz uma hora e a esposa diz outra hora diferente. E às vezes, por isso, perdão, há certas diferenças da opinião.

Mas tem que... os filhos têm que ver, que sabem resolver isto de uma maneira que é boa. E isto dá um exemplo às crianças, aos jovens. Porque senão, eles vão manipular a situação, vão tomar vantagem dessa situação. Mas quando os pais estão de acordo, basicamente, e chegam a acordo... Perdão, as crianças vão sentir contentes, satisfeitas, em paz.

Se não haver este acordo, embora haja opiniões diferentes, mas chegam a acordo, se não haver este acordo entre o marido e a mulher, as crianças, os jovens vão começar a fazer as suas próprias decisões, os seus próprios julgamentos, e depois a criança vai manipular a situação. Vão usar uma coisa a favor deles, outra coisa a favor deles, e, ao fim de um período, vão seguir o seu próprio caminho, vão deixar a fé e, então, torna-se um problema. Por isso é que eu digo que tem que haver esta estabilidade ao símptomo, na família. Um amor e uma maneira de chegar em um acordo onde há diferenças de opinião.

Um dos mandamentos de lei Deus é, honra o teu pai e a tua mãe. Quando há esta união acima, quando há estas diferenças de opiniões, eles chegam a um acordo, uma maneira que é para o bem de todos. Eles estão a crescer no respeito e na honra do pai e da mãe. E lembre-se que este mandamento, o Quim do Mandamento, para honrar o pai e a mãe.

E digamos assim, o mandamento de ponte, porque o primeiro quatro é para por Deus primeiro, e os outros seis é para amor e para compróximo. Mas o quinto, o que digamos assim, é no meio, é uma ponte, porque ao rar o pai e o nosso pai, é o pai celestial. Mas ao menos mesmo princípio, conforme honram os pais físicos, estão a aprender a honrar o pai celestial.

E por isso, esse exemplo que damos com o pai, é muito importante para ajudar os filhos a entender e melhor os princípios do que é um bom pai e do que é uma boa mãe, uma boa estável igreja. Por exemplo, se o pai físico não é um bom exemplo, como é que eles vão aprender o amor do verdadeiro pai celestial? Por isso, como pais, temos uma grande responsabilidade. E quando eles honram os pais e os pais são honrados e apresentam-se de poder honrado, eles aprendem respeito para com outros.

Respeitos para com os policiais, respeito para com os professores na escola e assim aprendem respeito para relacionamentos corretos com outras pessoas. E por isso que, irmãos, é muito importante termos esta atitude de resolver diferenças da opinião. Vejam, por exemplo, em Tiago 3, versículo 13. Diz assim, Tiago 3, por ciclo 13, diz assim, Entre vós, quem entre vós é sábio inteligente, mostre em mansidão da sabedoria, mediante com digno proceder as suas obras.

Esta atitude que faz a sabedoria ser uma sabedoria segundo Deus, que é uma atitude de mansidão, uma atitude que uma pessoa houve primeiro, está a ouvir primeiro, está a aprender, está pronto a ouvir e está pronto a aprender e ser ensinável e a humilde. Isso é muito importante para os jovens, os nossos filhos, aprenderem na família. Crescentes irmãos, quando? Quando vocês não comprem com pai e com mãe, não chegam ao acordo, ou ao acordo de diferenças, quando haja diferenças da opinião, não chegam ao acordo?

Então, isso vai ensinar aos filhos que não precisam fazer as coisas da maneira segundo Deus, porque ao fim de contas, os pais não estão a dar um bom exemplo. Por isso, precisamos de fazer as coisas segundo Deus, precisamos de chegar a um acordo no Senhor, precisamos de fazer o melhor possível, debaixo das circunstâncias. E isso é um exemplo para os filhos. Há um outro ponto importante nisso, é que quando vamos nos casar e escolher aquela pessoa com que nos vamos casar, se é uma senhora, uma moça, para escolher o homem com que se vai casar, ou vice-versa, se é um jovem para escolher a moça com que se vai casar, é importante ter consideração que está a escolher uma pessoa que possa ter esta mesma comunhão de valores espirituais para conduzir a família.

Então, ele ou ela respeita e tem medo do Senhor, tem um bom caráter, é uma pessoa com paixão, é uma pessoa que tem respeito para com os seus próprios pais, é uma pessoa que é capaz de resolver problemas, ou é uma pessoa que só quer as coisas de sua própria maneira, se não for de mim de maneira, fica zangada.

E, por isso, como eu costumava dizer aos meus filhos, observe uma pessoa, como é que ela reage quando as coisas não acontecem exatamente da maneira que queriam que acontecesse. Como é que reage? Então, se reagir de uma maneira sábia, ou tão reagir de uma maneira assim infantil? Essa pessoa respeita os seus desejos? Você nunca pense que vai mudar a pessoa como se vai casar. Você tem que ver isso muito bem para escolher um parceiro que seja positivo, que seja uma influência positiva. Consegue para estabelecerem um lar bem estável, aonde os vossos filhos possam crescer.

Porque, se não for um lar estável, se não houver esta unidade ao cima, não tão assim ir o exemplo de Jesus Cristo que ele disse. Eu e o Pai somos um, e quero que vocês sejam um como nós somos um. Vocês podem ler isso em João capítulo 16, versículos 11 e versículos 21 e 23. O Pai e o Filho são um. Como é que podem ser um? São dois seres diferentes? Sim, mas é como o homem e a mulher se tornam uma só carne. Como é que podem ser um? São dois pessoas diferentes, mas tem que ser unidos. Esta unificação, este é um ponto de unidade, é um ponto de estar unidos.

E por isso, isso é a primeira chave para de princípios de parentalidade. Como uma segunda chave, precisamos de entender que temos que aceitar a responsabilidade de ser um Pai, ou uma mãe.

Temos que aceitar essa responsabilidade. E como esta responsabilidade começa numas coisas muito básicas, numas coisas muito básicas. A primeira coisa é que o casamento, da maneira que Deus tinha a intenção inicialmente, é que o casamento é para a vida inteira. O casamento é até que uma das pessoas morra. É para a vida inteira.

Em Mateus 19, vê-se aí um caso que vieram a Cristo fazer uma pergunta.

Propor isto em contexto, nesse tempo da nação judaica, havia dois, digamos assim, duas perspectivas, duas escolas de ensino judaico. Uma era a escola de Hilal e a outra era a escola de Xamai. E tinham, digamos assim, abordamentos um pouco diferentes em certos assuntos. E num delas, era a cerca do casamento. E por isso, em Mateus 19, eles queriam envolver Jesus Cristo neste, digamos assim, argumento entre essas duas escolas de abordagens acerca do casamento. Então, para dar um pano de fundo, antes de ler esta secção de Mateus 19, vejemos, então, o que Moisés tinha dito em Deutronómio 24. Em Deutronómio 24. Ah, versículos 1 a 4. Deutronómio 24, versículo 1 a 4. Se um homem tomara uma mulher e se casar com ela, e se ela não for agradável aos seus olhos por ter ela achada coisa interessante nela, e se ele levar um termo de divórcio, ele o der na mão e a despedir de casa, e se ela saindo da sua casa for e se casar com outro homem, e se este a aborrer e labrar termo de divórcio e ele o der na mão a despedir da sua casa, ou se este último homem que tomou por si, por mulher, vier a morrer. Então, o seu primeiro marido que a despediu não poderá tomar a disposá-la para que seja sua mulher, depois que foi contaminada. Pois é a abominação, poranto o Senhor assim não farás para que a terra que o Senhor teu Deus te dá por irança. Vemos aqui uma situação do que se passava. O que se passava é que o povo era carnal, o povo não cia as leis de Deus, e o povo carnal estava a fazer estas coisas que não eram intenção de Deus. Mas então Moisés disse assim, olha, se isto acontecer, pôs em umas certas instruções para proteger a mulher.

Ora, o que se passava é que a casa ou a escola de Chamai dizia que o homem só poderia divorciar a mulher por umas transgressões muito sérias, e a casa de Hillel permitia esse divórcio para ofensas mais pequenas.

Então, os quiseram trazer Jesus Cristo para dentro deste argumento. Então, vejamos aqui em Mateus 19, a versículo 3 a 5, e diz assim, vieram a iál alguns fariseus e os experimentavam, perguntando, é lhe sida o marido poderia assumir-se por qualquer motivo? Isto é, a casa de Hillel está correta ou não? Este ensinamento? Então, Jesus Cristo não se meteu nessa disputa entre essas duas escolas e este ensinamento, mas ele disse, vocês não leram o Criador desde o princípio e os fez homem e mulher, e disse, por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá-se a mulher e tornam-se aos dois uma só carne, do modo que já não são dois porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separa o homem.

Vê-se que o Suscríbio estava aqui a dizer, olha, a intenção original de Deus é que os dois ficavam um e nenhum homem que deve-os separar.

Não devem-os separar.

E está claro, isto é o ideal. Mas, de volta ao argumento, replicaram, porque mandou então Moisés dar carta de divórcio e repudiar.

Querias irmãos, Moisés não mandou dar carta de divórcio. Vê-se que a mentalidade, ele estava em um divórcio. A mentalidade de Jesus Cristo estava na união do casamento.

O que Moisés deu foi, digamos assim, relutantemente, com uma relutância de uma certa autorização numa das melhores condições.

A lei era que não se deviam divorciar, mas o pobre carnal, e divorcioso, de qualquer maneira, divorcioso. Então, o que Moisés disse, olha, se vocês se divorciam, então aqui está aqui a maneira como fazer? A instrução, por isso, era uma instrução para proteger as esposas de várias decisões que não estavam, digamos assim, preditas, ou que seriam imuncinais desses homens. Homens que eram imeduros, que eram instáveis. Queria-se irmãos, por isso Moisés permitiu algo, por causa da dureza do coração desses homens. Veja o que Jesus Cristo disse aqui no versículo 7 e 8. Repreendem, porque mandou, então, Moisés dar carta de vós-lo, mas Moisés não mandou, mas veja no versículo 8, respondeu Jesus, por causa da dureza do vosso coração. É como Moisés vos permitiu, não mandou, permitiu repudiar vossa mulher, entretanto não foi assim desde o princípio.

Eu, porém, vos digo que repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuales ilícitas, e casar com outra, comete adultério, e o casar com a repudiada, comete adultério. Jesus Cristo explicou que o casamento é para a vida, é para a vida inteira. E, por isso, precisamos de aceitar, entender e aceitar a responsabilidade de ser um pai, por ser um pai, preciso de casar, e, por quando casamos, precisamos de entender que esse casamento é para a vida inteira, e isso dá uma confiança aos filhos, dá uma certa confiança. E, além disso, vejam, por exemplo, em Pro Verbos 24, Pro Verbos 24, versículo 27.

Cuida dos teus negócios lá fora, apronta a lavoura no campo e depois defica a tua casa. Aqui, um princípio importante. Primeiro, você precisa ter a capacidade de suportar, financeiramente, e suportar a sua esposa, a sua família, antes de se casar. É o princípio aqui que se pode estreir disto. Por isso, temos que aceitar a responsabilidade de ser um pai. Para ser um pai, tem que ser casado. Casamento é para a vida inteira, e temos que aceitar a responsabilidade que precisamos de suportar como marido a família.

E depois, em terceiro lugar, temos que aceitar a responsabilidade que precisamos de ensinar e treinar os nossos filhos. Isso foi desde o início, por exemplo, vejam no caso da Abrão. No caso da Abrão, Génacias capítulo 18.

Versículos 16 a 19. Génacias 18, versículo 16 a 19. Visto que Abrão certamente virá a ser... Tente-se levantar daqui aqueles homens, olharam para o senhor da alma. Génacias 18. E disse o senhor, ao culturar a Abrão, que estou para fazer, e visto que Abrão certamente virá a ser um grande poderosa nação, e não serão vendidos transações, não vou dizer aí o que vou fazer? E para que ordem a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor e pratiquem justiça e juízo. Se vocês lerem isso na alma, e a revista e corrigida dizem assim, porque eu tenho conhecido que ele há de ordenar a seus filhos e a sua casa depois. Aqui, Deus, neste caso aqui, vê-se que vai demonstrar Abrão, mas Abrão já tinha decidido, porque Deus o conhecia, que ele ia ordenar os seus filhos e a casa, ia dar o treino, ia treinar. Ele seria fiel ensinar os seus filhos.

Vejam também, em Deutronómio capítulo 6. Está na lei. Deutronómio capítulo 6.

Está aqui a dizer que vais ter, diz assim, a amor a Deus, e, pois, ao Israel, no versículo 3, tenta-o a nos cumprir para que bem suceda, e a muito de multipliques na terra, que manda leite e mel, como disse o Senhor do Deus e de Deus Paz, ouve Israel, o Senhor, o nosso Deus, o Elohim, é o único Senhor, é o Senhor que tem esta unidade, é unido, não há divisão nele, não é Elohim. Amarás, pois, o Senhor, o teu Deus, de toda a Curação, toda a tua alma, toda a tua força, as palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração. E tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa, andando pelo caminho, a adetar-se e a levantar-se. Vais educar os teus filhos, conforme, antes de dia a dia. Vais ensinar os teus filhos. Por isso, esta segunda chave, que é muito importante, precisamos de tomar a responsabilidade, aceitar a responsabilidade de treinar os nossos filhos. Lembrem-se que treinar, não é só o simplesmente de correção, é instrução positiva, antes de coisas aconteceram, é uma educação proativa. Não é, ao simplesmente, uma educação reativa, mas é proativa reforçar o positivo, encorajar eles quando fazem coisas bem, encorajá-los, dar a dizer bem, olha, fizeste isto muito bem, bem feito. E se fizeram algo mal, então explicar o problema.

Por que aqui é um problema? Por que aqui é uma dificuldade?

Quer dizer, irmãos, temos que dizer a verdade, temos que aceitar a nossa responsabilidade, temos que aceitar a nossa responsabilidade. Veja, por exemplo, andeu do renome 21, de do renome 21, dezoito a 21, de do renome 21, dezoito a 21.

Se alguém tiver um filho, conto mais e rebelde, que não obedece à voz de seu pai e de sua mãe, ainda castigado, não lhes dá a ouvidos. Seu pai e sua mãe o pegarão e o levarão aos anciãos da cidade, a sua porta e lhes dirão. Esta é o nosso filho, a rebelde e conto mais, não dá a ouvidos, a nossa voz é de seluto e bebrão. Então, todos os homens da cidade o apedrogerão até que morra.

Feliz irmãos, é um assunto muito sério, assunto muito sério. O que se passa hoje em dia, que vence aí as jovens a serem de falta, de falta de respeito aos autoridades, aos policiais e seja lá com mais, e depois o mundo diz, ah, é culpa do policial, é culpa disso. Antigamente, se fossem para a escola e desrespeitassem os professores como de respeito, chegavam a casa e levavam uma outra tarea.

Queres irmãos, o mundo hoje em dia está de para nos prouar. Os pais precisam de tomar a responsabilidade de educar os filhos, porque não querem que cheguem a esta situação e vão educá-los proativamente e bem cedo. Porque lembrem-se que temos a responsabilidade de educar os filhos porque ao fim de contas, Deus nos deu esses filhos temporariamente porque eles vão ser filhos de Deus. É uma responsabilidade que temos temporariamente. Vejam em Hebreus 12.

Veja, por exemplo, versículo 5 a 11. Diz assim, Istas que acidos da exortação que, como filhos, discorre com vosso, filha o meu. Não me nos prezes a correção que vem do Senhor. Nem desmai, desmai-eis, desmai-eis, quando por eles é choro provado, porque o Senhor corrige a quem se ama e a soita a todo o filho a quem reapria, a recebe. E, queres irmãos, Ele nos deu esta responsabilidade para os nossos filhos mais pequeninos, contos tão debaixo na nossa mão. É para a disciplina que perceberais, Deus vos trata como filhos, pois que filho dá a que o Pai não corrisse. Queres irmãos, que filho há que vocês não corrissem.

Mas se estás sem correção de que todos têm entornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos. Queres irmãos, se você não corrisse os seus filhos, você não está a tratar como filhos que ama. Além disso, tínhamos o nosso Pai, a segunda carne, que nos corrigiam e os respeitávamos, não avemos de estar em muito maior submissão ao Pai espiritual, e então viveremos. Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, o segundo melhor les parcia. Deus porém nos disciplina para aproveitamento a fim de sermos participantes da sua santidade, para sermos filhos e filhas de Deus. Toda disciplina com efeito, no momento, não parece-se a motivo de alegria, mas de tristeza. Ao depois, entretanto, produz fruto pacífico, aos tenhacidos por ela, irrecitados. Fruto de justiça. Querias irmãos, precisamos ter essa justiça. Vocês veem o exemplo, vejam aqui em primeiro Samuel capítulo 2, que está aqui o sacerdote, que não treinou os filhos. Primeiro Samuel capítulo 2, versículo 12. Não assumiu essa responsabilidade de treinar, educar e corrigir os filhos. Vejam, no versículo 12. Então, porém, os filhos de Eli, filhos de Belial, e não se importavam com o Senhor. Depois, o costume daqueles sacerdotes, como o povo era, conversando, alguém sacrificar, vinham o moço do sacerdote, estão se cozendo a carne com um garfo de três dentes na mão, e metiam na caldeira, ou na panela, ou no tacho, ou na marmita, e tudo quando o garfo tirava, o sacerdote tomava para si, assim se fazia a todos os reiés, que ia ali, assim. Também, antes de se queimar a gordura, vinham o moço de sacerdotes e a homem que seificava, dava essa carne para passar ao sacerdote, porém não aceitará de te cargozir, se não crua. E se o ofertante lhe respondia, queime-se a primeira gordura e depois tu banhás quando quiseres, então ele lhe dizia, não por heis, não, não, porém hajas de me dar agora, se não, tomá-la a força. Era, pois, muito grande o pecado destes moços poranto o Senhor, porque elas desprezavam a oferta do Senhor. Vocês podem ver em Levítico 7.34 qual era a instrução e o problema é que o Elí não os corrigiu. Vejam, por exemplo, no versículo 22. Era, porém, Elí e já muito velho e eu via tudo quando seus filhos faziam a todo Israel e, como se deideitavam com os mulheres que serviam à porta da tenda da congregação, vejam se que estavam a cometer impureza sexual e diz-lhes, por que faze estas coisas? Pois de todo este povo hoje se constantemente falar do vosso mal procedimento. Não, filhos meus, porque não é boa fama esta que hoje se estáis fazendo transgredir o povo do Senhor.

Veis aqui, olha, acaba a falar a eles, olha, por que estás a fazer isso? Às vezes nós dizemos, algumas pessoas dizem aos filhos, olha, por que estás a fazer isso? Não faças isso. Que os irmãos, vejam o que aconteceu aqui.

Os filhos de Elí morreram, porque desobseceram ao Senhor, porque Elí não os corrigiu, devia-lhe estar corrigido. Porque simplesmente dizem, olha, por que estás a fazer isto? Ou porque fazeste estas coisas, coisas? Não os corrigiu. Vejam no capítulo 3, 1 Samuel capítulo 3, versículo 12 e 13. Naquele dia, se eu se terei contra Elí, tudo quanto tenho falado com respeito à sua casa, comecei e o cumprirei. Por isso, já lhe disse que julguei a sua casa para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram isecráveis e ele os não repreendeu.

Não os repreendeu. E, queres irmãos, por isso, houve grandes problemas. Houve grandes problemas. Queres irmãos, primeira parte. Primeira parte precisamos de haver a unidade entre o marido e a mulher. Segunda parte, temos que aceitar a responsabilidade de ensinar. Terceira parte, terceira chave principal, é que precisamos de entender que há o espírito do homem no homem.

Há uma entidade espiritual no homem. Em 1º Corinthians capítulo 2, diz que, a não ser se for o espírito do homem, como é que você entendia as coisas do homem? 1º Corinthians capítulo 2, versículo 9 a 12. Há uma entidade espiritual. E, por isso, quando Satanás se apresentou, portanto, o Adão em Eva, o Adão rapidamente aceitou a influência de Satanás. Satanás tem este poder do Espírito-o-Ar. Vejam comigo em Ifésios capítulo 2, versículo 1 a 3. Ifésios capítulo 2, versículo 1 a 3.

Ifésios capítulo 2, versículo 1 a 3. Satanás nos deu vida quando nós mortos, estávamos estando-vos mortos, os vossos delitos e os vossos líquidos e bocados, nos quais, antes ou troram, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da protestada do ar, do Espírito que agora atua nos filhos de desaudiência. Satanás é um príncipe da protestada do ar. É como você liga a televisão ou liga o rádio, está claro, sem ligar a televisão ou rádio você não houve. Não houve estas transmissões eletrônicas que estão no ar, mas você liga o rádio e então é capaz de sintonizar e apanhar esta música toda, estas várias estações e vários programas de televisão estão todos no ar.

Espiritualmente, Satanás transmite, digamos assim, ondas espirituais que o Espírito-Homem consegue sintonizar-se e ouvir e ser influenciado por este Espírito. E por isso, queris irmãos, é importante nós entendermos que este Espírito-Homem-No-Homem, estas influências espirituais afetam a nossa maneira de educar os filhos. E ao mesmo tempo, Deus dá aos nossos filhos um orbítrio livre como dá a nós. E o ponto principal é que precisamos escolher, vocês lerem de outro nome e 30. Deus vos deu vida e a morte. Vejam, por exemplo, em Deutronómio 30. Deutronómio 30.

No versículo 15.

Veem que proponho hoje a vida e o bem, a morte e o mal. E depois diz-me mais adiante, no versículo 19. O céu e a terra tomam hoje por testimonhos contra ti, que te propus de a vida e a morte. A benção é uma lição. Escolhe pois a vida. Para que vivas tu e a tua descendência. Queris irmãos, precisamos de fazer uma escolha. Por isso, há influências espirituais e temos de fazer uma escolha. Temos de crescer em caráter. E temos de aprender a ter este controle sobre nossas escolhas. E por isso, a quarta chave é que precisamos de ensinar disciplina própria. Autodisciplina. Precisamos de ensinar. Vejam em Salmos 32.

Salmos 32, versículo 8, a 11.

Diz assim, instruir-te-ai e te ensinei o caminho que deve seguir. E sobre as minhas vistas, te darei consejo. Não sejais como o cavalo ou a mula sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados. De outra sorte, não te obedecem.

Cares irmãos, temos arbitros livres. Não sejam-nos como os animais que têm de ser forçados, porque não podemos forçar os nossos ficos, mas temos que os ensinar, a guiar para fazerem as decisões corretas, a ensinar o caminho correto. Vejam em Segundo Timótio, capítulo 4. Segundo Timótio, capítulo 4.

Paulo diz assim, a instruir a Timótio. Segundo Timótio, capítulo 4, versículo 2, diz assim, prega a palavra. Prega a palavra. Isto, que seja oportuno, quer não, corrisso, repreende, exorta. Isto é, ensina. Ensina, dá um ensinamento para as pessoas poderem estar convictas. Dá uma repreensão.

Dá uma encorajamento. E, queres irmãos, nós temos que começar, com as crianças, a ensinar a elas, autodomínio, a fazerem as suas próprias decisões. Isto começa devagarinho. Não é fazer sempre decisões para elas, e depois, um dia, eles tornam-se 20 anos de idade, vão para a universidade ou para a faculdade ou coisa assim, e, puma! Tem esta liberdade que nunca tiveram, e de repente, puma! Fogem e desviam-se completamente o caminho da Senhora. Devemos Deus terem ensinado de pequenos e conforme, vão crescendo, dar um cadinho de mais liberdade e de mais oportunidade, a eles aprenderem autodomínio, para que o dia quando chegar tenham que ir à faculdade, estão preparados a ter este autodomínio, não serem influenciados pelos outros colegas. Caros irmãos, considerando por isso que existe uma influência espiritual, estamos a ensinar a eles este autodomínio, por causa desta influência espiritual, que atitudes estão eles a ter de vez em quando, quando começam a gritar e a reclamar que querem a sua própria maneira. Que isso ao fim de contas é uma forma de um tipo de acusação, que espírito está a trabalhar nelas, quando isso acontece.

E, conhecendo que há, digamos assim, esta antena espiritual, no espírito homem e do homem, precisamos entender que precisamos de estreinar nisto. E quando eles estão a gritar e a berrar e a reclamar que querem a sua maneira de fazer as coisas, temos aqui agora dois problemas. Primeiro problema é que queriam uma coisa, talvez seja certo, deviam ter e não têm, ou não, mas têm um problema aí. E o segundo problema é a maneira que estão a fazer, a maneira que estão a reclamar.

E temos que dizer bem, podes declarar ou expressar esse problema que tens, a primeira parte, o primeiro problema, de uma maneira, sem ser berrar e sem ser acusatória.

Por isso não podes. Então, não vamos rever o assunto dessa maneira.

Porque, ao fim de contas, sabemos que há obras da carne. E quais são as obras da carne? Vejam em Galatas capítulo 5. Galatas capítulo 5. Galatas capítulo 5. Quais são as obras da carne?

Vejam, por exemplo, no versículo 20, onde diz, Inimizados, porfias, ciúmes, iras, discordas, dissenções, facções, invejas, opondo, como diz na Bíblia, na linguagem 2. Inimizados, brigas, ciúmeiras, acessos de raiva, ambição egoísta, a desunião, as divisões, as invejas e, como no disso na Almeida Corrigida e Fiel também diz, homicídios. Crescentes irmãos, nesta sociedade, hoje em dia, há muita influência espiritual a puxar coisas nesta direção errada. Uma das influências espirituais que existe no mundo em hoje em dia, é dizer que o pai é aquele que está errado. Sempre dizem a mal do pai. Nós temos que reconhecer que isto é um ataque espiritual ao pai, porque ao fim de conta está a atacar o pai celestial. Crescentes irmãos, como serventos de Deus, temos que aprender a ser, a ter respeito a toda a autoridade. Até Jesus respeitou os romanos de toda a autoridade. Ao fim de contas, ao cima de tudo, está Jesus, o rei.

E por isso, crescentes irmãos, precisamos ter um treino educacional para as crianças proativo. Vocês lembrem Malakias 4, versículo 5 e 6, que os aias no tempo do fim, vai ter que virar o coração dos pais para os filhos e os filhos para o pai. Esquecer começa com os pais primeiro. Tal como em 1 João 419 diz, nós o amamos porque ele nos amou primeiro. A responsabilidade é do pai primeiro amar aos filhos, ter este amor, carinho. Ter esta proactividade positiva, esta influência positiva, que estamos a ganhar os corações dos nossos filhos e então eles respondem.

O que estamos a ensinar da maneira que falamos? Dizemos, por exemplo, palavras de vida, isto é, palavras de encorregamento, ou quando dizemos coisas aos nossos filhos, ou às nossas esposas, ou ao vice-versa, às esposas, aos nossos meninos, estamos a dar palavras de morte, palavras de desencorregamento. Pensem nisso, queridos irmãos, porque ao fim de contas nós vamos estar todos à frente do assento dos julgamentos de Jesus Cristo, como diz no Romano 14.10. E, por isso, temos de tomar em concentração estas chaves. O último, a quinta chave, é que há vários princípios práticos que precisamos de usar com os nossos filhos. Primeiro, entre os três meses de três anos, entre três e três, três meses de três anos, é um período muito importante. Precisamos ensinar a eles o significado de não, não toques e venham aqui. Não, não toques e venham aqui. É um respeito básico que pode um dia até salvar a vida deles. As vezes podem atravessar uma estrada, vir um carro e poder dizer-lhe, não! E eles param imediatamente, em vez de estarem correndo a estrada, param imediatamente, e não são tropelados. Já vi isso para antyfilhos, para antycrianças, que obteram os pais e assim, hoje em dia, vivem. Ou vêm aqui, também, poder proteger a vida deles. Precisamos respeitar, aprender esse respeito pelos pais. Vejam aqui alguns proverbios interessantes, alguns proverbios. Capítulo 4. Proverbios de Capítulo 4.

Vamos-me ensinar-lhe com os proverbios para vocês meditarem e pensarem acerca deles. Proverbios de Capítulo 4, versículo 20.

Filho meu, atenta para as minhas palavras aos meus ensinamentos, inclina-os os olhos ouvidos, não os deixes apartar-se dos teus olhos, guardas no mais íntimo do teu coração.

Porque são vida para quem os acha e saúde para o seu corpo. Sobretudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procede as fontes da vida. Precisamos ganhar o coração dos nossos filhos e ensinar a eles este respeito para tomar em conta do coração para terem uma vida. Vejam, por exemplo, em Proverbos capítulo 6, versículo 20. Proverbos 6, versículo 20. Filho meu, guarda o mandamento do teu pai e não deixes a instrução de tua mãe. A atos perpetuamente no teu coração, pendura-os ao pescoço, quando caminhares isso te guiará, quando deitares te guardará, quando acordares falará contigo, porque o mandamento é lámpada e a instrução dos e as reprensões da disciplina são o caminho da vida. Cris irmãos, é para o bem dos nossos filhos. Vejam, por vermos capítulo 23, por vermos 23, versículo 12.

Diz assim, aplica o coração em si e aos ouvidos, as palavras do conhecimento. Não retires da criança a disciplina, pois se fustigares com a vara, não morrerá, tu afustigarás com a vara e levarás a sua alma do inferno. Filho meu, se teu coração for sábrio, alegrar-se há também o meu. Cris irmãos, isto é instrução para os jovens. Está há muita boa instrução. Continuem a ler estas secções. Tem muitos bons positivos, pontos positivos. Entre os 3 meses e 3 anos é período extremamente importante ensinar a eles, não toques, venha aqui. Ensinar a eles estes princípios básicos para responderem, para o bem deles. Também outro princípio, prático e importante, ensina a eles a falar só uma vez. Deixe o teu sim ser sim, o teu não ser não, como dizem Mateus 537. Quando estamos a repetir, estamos a ensinar que a teua palavra não tem respeito.

E se não respeitam a teua palavra, o que é que faz? Você acaba por levantar a sua palavra, dizer com um tom mais forte, que isso está a encorajar a eles a não responderem a primeira vez.

E então o relacionamento torna-se baseado num poder, numa autoridade, em vez de ser um ensinamento a sério do que é certo e do que é errado.

Também em Ecclesiastes 8, versículo 11 a 13. Vejam o caminho que se faz sobre Ecclesiastes 8, versículo 11 a 13. Diz assim, visto como se não, e executa logo a setença sobre a má obra. O coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto a praticar o mal. Ainda que o poder faça o mal, 100 vezes, e os dias se lhe prolonga, eu sei com certeza que bem suceda, acho que tem mente de Deus. Queres ir, irmãos? Quando há uma correção que tem que ser executada, faz essa correção imediatamente, não demoras, não demoras, porque senão estamos a encorajar.

Como lhes aqui?

Diz assim, a encorajar, a praticar o mal. É o que lemos aqui em Ecclesiastes 8, versículo 11. Isto como se não executa logo essa sentença sobre uma obra, o coração dos filhos homens está inteiramente disposto a praticar o mal. Queres ir, irmãos? Há muitos princípios que podemos ensinar.

Prínciples como dizer coisas como a boa voz, com bom tom, por exemplo, por verbos 16, 21, 24. Há muitos proverbios. Muitos proverbios acerca da educação dos filhos. Nós temos um dia de estudo, o casamento e a família à dimensão perdida, que descreve, em muito maior detalhe, alguns desses princípios, que quase eu falei.

Queres ir, irmãos? Os princípios de parentalidade são muito importantes. Mas o ponto que começa é que começa numa boa casa. Começa em que há um treino, uma responsabilidade de ouvir ao Senhor. Leia o infésio, capítulo 5, versículos 15 até capítulo 6, versículo 4. Essa é a seção que dá um ensinamento de ter uma estabilidade em casa e os filhos respeitarem aos pais. Queres ir, irmãos? Lembrem-se o que diz aqui em Isaías 54, versículo 4 a 13. Isaías 54, versículo 4 a 13. Não tem mais, porque não será envergonhado. Não tem vergonhos, porque não sofrerás humilhação. Não tem vergonhos com isso. E depois, continua a dizer aí, porque o teu Criador, o teu marido, tomei conta de voz, mas vejam no versículo 13. Todos os teus filhos serão ensinados do Senhor. Queres ir, irmãos? Os filhos de Deus foram emprestados a nós por um período, até, digamos assim, quanto é em 18 a 20 anos. Depois já estão praticamente fora das nossas mãos, mas estão nas mãos de Deus. Mas Ele deu a você e a mim uma certa responsabilidade de tomar conta deles durante esse período de juventude. Queres ir, irmãos? Tomem bem essa responsabilidade de ser um pai e de ser um pai bom. Tomem o conhecimento que uma das chaves principais é que precisa de haver unidade ao simo. Tem que haver uma estabilidade parental na família entre o marido e a mulher. Segundo, você precisa aceitar a responsabilidade que Deus deu a você, porque, lembrem-se, primeiro, que o casamento está para a vida inteira, você tem que suportar a família e você tem que ensinar os filhos. Tem que aceitar essa responsabilidade. Terceiro lugar, lembrem-se que há um mundo espiritual que o espirituóman está sintomizado a apanhar essas ondas espirituais de transmissão. E, por isso, nós precisamos de ter um golo, que é o golo de ensinar, ou a meta de ensinar aos nossos filhos, autodomínio. E começamos isso de pequenos e começamos a ensinar a eles mais e mais autodomínios. Por enquanto, chegarem a 18 ou 20 anos e forem para a faculdade, já estão bem encaminhados.

E depois, queris irmãos, lembrem-se de alguns princípios básicos, como dos 3 meses a 3 anos, ensinar a eles não, não toques, venham aqui, falam uma só vez, faz com que haja correção imediata para não haver demora de tempo, e tem a certeza que o seu treino é proativo. Isto é, é um treino com afeção, com amor, com palavras construtivas, com palavras de vida e não com palavras de morte. Gris irmãos, os seus filhos são filhos de Deus. Deus deu a você uma responsabilidade temporária. Você, então, é um bom servo de Deus, fazendo o que Ele quer que você faça? Isto é, educando os filhos dele da maneira que Ele quer?

Este sermão descreve cinco chaves importantes para sermos bons pais e educarmos os nossos filhos segundo Deus.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).